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“Lesões musculoesqueléticas e exames de imagem” As lesões musculoesqueléticas podem causar dor, limitações funcionais, sofrimento e perdas pessoais, como também têm custos para as empresas e economias nacionais, uma vez que qualquer trabalhador pode vir a sofrer de lesões musculoesqueléticas. Estas lesões afetam principalmente a coluna vertebral e as articulações dos membros superiores, mas podem afetar também os membros inferiores. Os métodos de imagem utilizados para avaliação do sistema musculoesquelético são o estudo radiológico convencional, a tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a ultrassonografia. A radiologia convencional é muito utilizada para se caracterizar morfologicamente as lesões ósseas, sendo o primeiro exame em casos de traumas, ajudando também na identificação e caracterização de processos neoplásicos, degenerativos e inflamatórios crônicos. Quanto aos casos de traumatismos, a Tomografia Multislice é largamente utilizada, pois permite a obtenção rápida de informações e a

possibilidade de reformatações em três dimensões (3D). A Tomografia Multislice oferece vantagens sobre a radiologia digital por ser um método que possui maior acuidade na identificação de diferentes densidades teciduais. Também elimina o problema de sobreposição de estruturas, pois é obtido por meio de cortes seccionais transversais. A Ultrassonografia e a Ressonância Magnética se destacam na avaliação musculoesquelética porque permitem uma ótima avaliação dos músculos, tendões, ligamentos. A Ressonância Magnética é mais abrangente que a Ultrassonografia, pois produz imagens que englobam toda uma região anatômica de uma só vez, ao contrário da ultrassonografia que produz imagens segmentares. Além disso, a Ressonância Magnética será sempre superior à ultrassonografia ao diagnosticar lesões

intra-articulares, como por exemplo: do ombro, tornozelo, quadril, punho. Um exame normal de Ultrassonografia não afasta a possibilidade de lesões diagnosticáveis pela Ressonância Magnética. Por exemplo, na pesquisa de lesões em joelhos de atletas, a Ressonância Magnética será superior à Ultrassonografia porque poderá analisar as estruturas profundas da articulação, que não são acessíveis pelo método, como cartilagem, ligamentos cruzados e meniscos. Lesões musculares sutís podem passar despercebidas pela ultrassonografia e serem detectadas pela RM. Pode-se considerar o seguinte algoritmo: US normal, com persistência de dúvida diagnóstica, indicação de RM. Os dois métodos necessitam ser aplicados por radiologista com experiência na área, que será útil nos casos em que for necessário um diagnóstico diferencial. Dra. Carolina Etiene Sakamoto CRM 120873


Endometriose A endometriose é definida como a presença de tecido endometrial funcionante fora da cavidade uterina e do miométrio.

Corpo Clínico DR. CARLOS AUGUSTO MAIA GOMES DE ALMEIDA

Médico radiologista graduado e com residência médica pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina. CRM 107.672

É uma doença comum, de causas multifatoriais, que acomete 7–10% da população geral. A teoria mais aceita é que células

DRA. CAROLINA E. SAKAMOTO

Médica radiologista graduada pela Faculdade de Medicina da UMC, com especialização em Radiologia Músculo-Esquelética pela UNIFESP Escola Paulista de Medicina. CRM 120.873

endometriais viáveis provenientes da menstruação retrógrada, que é um fenômeno fisiológico, resultem em implantes na cavidade peritoneal.

risco individual, como baixa paridade, idade, raça,

DR. GUSTAVO ALFREDO D. HENRIQUES PINTO

Médico radiologista graduado, com residência médica e especialização em Radiologia do Abdome pela UNIFESP- Escola Paulista de Medicina. CRM 103.987

DR. LEONARDO IQUIZLI

Médico radiologista graduado pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina, com residência médica e especialização em Radiologia Torácica e Cardiovascular pela USP. CRM 111.552

e estatura, entre outros. Diante da suspeita de endometriose, o exame ginecológico clínico é o primei-

DR. LUIZ ANTONIO DA MOTA

Médico radiologista graduado, com residência médica e especialização em Neurorradiologia pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina. CRM 97.272

ro passo para o diagnóstico, que pode ser confirmado pelos seguintes exames laboratoriais e de imagem: visualização das lesões por laparoscopia, Ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e Ressonância Magnética. A grande importância da Ressonância Magnética no diagnóstico da endometriose está na identificação

DR. MARCIO WEN KING CHU

Médico Radiologista graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (FMRP-USP), com residência médica e subespecialização em Radiologia Musculoesquelética no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP). CRM 134.225

DRA. ROSANA MIDORI TAKEHARA

Médica radiologista graduada, com residência médica e especialização em Radiologia Mamária e Abdominal pela UNIFESP- Escola Paulista de Medicina. CRM 97.298

das lesões de permeio às aderências e ainda na demonstração e avaliação da extensão das lesões subperitoneais, não–visíveis à laparoscopia, apresentando acurácia, sensibilidade e especificidade acima de 90% para endometriose profunda.

DR. EDUARDO TAKASHI TAKEHARA

Médico radiologista graduado pela UNESP- Faculdade de Medicina de Botucatu, com especialização em Radiologia Pediátrica pela UNIFESP – Escola Paulista de Medicina. CRM 115.714

Médico cirurgião vascular graduado, com residência e especialização em ecografia vascular pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina, Título de especialista em cirurgia vascular pela SBACV. CRM 115.527

DR. LUIS FELIPE M. G. DE ALMEIDA

Médico graduado pela UNILUS- Faculdade de Ciências Médicas de Santos, com especialização em Radiologia e Diagnósticos por Imagem pelo Hospital Nossa Senhora de Lourdes e especialização em Radiologia do Abdome pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina. CRM 97.625

DR. ROGÉRIO SANTANIELLO

índice da massa corporal, abuso de álcool, tabagismo

Médica radiologista graduada pela Faculdade de Medicina da UMC, com especialização em Neurorradiologia pela UNIFESP- Escola Paulista de Medicina. CRM 112.847

DR. GABRIEL MARINI DE CARVALHO

Estudos revelam grande variedade de fatores de

DRA. CAROLINA BETHÂNIA SALAZAR

Médico radiologista graduado pela Faculdade de Medicina de Itajubá, com especialização em Radiologia Torácica e Cardiovascular pelo Hospital Israelita Albert Einstein. CRM 122.004

DR. FÁBIO HONDA OTA

Médico Radiologista Graduado pela FMRP-USP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo), com especialização em Diagnóstico por Imagem do Abdômen do Departamento de Diagnóstico por Imagem UNIFESP (Escola Paulista de Medicina). CRM 134.131

DR. ROGÉRIO IQUIZLI

Médico radiologista graduado, com residência médica e especialização em Neurorradiologia pela UNIFESP- Escola Paulista de Medicina. CRM 107.751

DRA. MARIANA G. DOS SANTOS

Médica Graduada pela UNESP - Faculdade de Medicina de Botucatu, com residÊncia em Radiologia pelo InCor - HC/FMUSP e pós graduação pelo Hospital Israelista Albert Einstein. CRM 150.823

Nossos Exames • RESSONÂNCIA MAGNÉTICA • TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA MULTISLICE • ULTRASSONOGRAFIA GERAL E COM DOPPLER COLORIDO • RADIOGRAFIA DIGITAL • MAMOGRAFIA DIGITAL • DENSITOMETRIA ÓSSEA • BIÓPSIAS E PUNÇÕES

Dr. Carlos Augusto Maia Gomes de Almeida CRM 107672

UNIDADES: CLÍNICA MDI • HOSPITAL ANTONIO AFONSO DE 2ª A 6ª DAS 7H ÀS 19H • SÁBADO DAS 7H ÀS 12H • TEL. (12) 3953-5040 RUA ANTONIO AFONSO, 144 - CENTRO - JACAREÍ – SP


Campanha de Inverno MDI 2017 A MDI promoveu uma campanha de inverno, com postos de arrecadação nas recepções das duas unidades, além de uma ação interna com os funcionários. Foi realizada uma gincana solidária onde o grupo de colaboradores internos com maior numero de arrecadações foi premiado com um jantar comemorativo no Restaurante Golden Grill em São José dos Campos. Os grupos arrecadaram 2.500 peças e o grupo vencedor 800 peças, entre roupas para adultos e crianças. O total arrecadado , somando as doações de clientes da MDI foi de 3500 peças.

AGENDAMENTO CALL CENTER:

(12) 3953-5040 | 3961-1921 EMAIL: agendamento@mdimagem.com.br WHATS APP: 12 99661-1622 PESSOALMENTE NAS RECEPÇÕES

Nossa história Sediada há 11 anos em Jacareí, a MDI – Medicina Diagnóstica por Imagem disponibiliza a seus clientes atendimento diferenciado em ressonância magnética, tomografia computadorizada multislice, radiologia digital, ultrassonografia geral e com doppler, mamografia digital e densitometria óssea. Com duas unidades de atendimento, a MDI oferece agilidade no

agendamento e na entrega dos exames, confirmação de exames via SMS, possibilidade de envio de laudos via e-mail, e com os laudos de ultrassonografia liberados em até uma hora. A tecnologia em diagnósticos por imagem, aliada à experiência do corpo clínico, garantem a confiabilidade e a excelência dos serviços prestados aos pacientes e a classe médica de Jacareí e região.

SMS * O cliente é informado sobre a data de agendamento via sms, assim como sobre a liberação dos laudos

DIFERENCIAIS DA MDI • • • • •

Disponibilidade e diversidade de horários e locais de agendamento Entrega de resultados de ultrassonografia em até 1 hora Agendamento de raios X possibilitando a realização dos exames fora dos horários de pico Equipes treinadas para oferecer atendimento humanizado Corpo clinico de Tomografia Multislice e Ressonância Magnética setorizado por especialidades


QualidadedeVida

O que observar ao escolher Casa de Repouso para Idosos? As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), que incluem os asilos e as casas de repouso para idosos, são reguladas pela Anvisa (RDC 283/2005) e fiscalizadas pelas Vigilâncias Sanitárias locais. A população do Brasil está envelhecendo. Em 2015, o IBGE estimou que 14,3% da população do país tinha mais de 60 anos. Já um estudo das Nações Unidas mostra que, daqui a 24 anos, a parcela de idosos na população pode chegar a 23,5%. Isso tem tornado cada vez mais comum a busca por Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), que têm caráter residencial e incluem os asilos e as casas de repouso. A Anvisa regula este tipo de serviço de interesse à saúde desde 2005, quando publicou a RDC 283/2005. Fonte: portal.anvisa.gov.br

E se o remédio não fez efeito? O que fazer? Medicamentos ajudam a curar doenças, melhorar a qualidade de vida e manter a saúde. Mas também podem trazer efeitos indesejados, reações imprevistas ou mesmo não gerar o efeito necessário. Os medicamentos são substâncias estranhas ao corpo humano e mesmo depois de todos os testes que são feitos antes de o produto chegar ao mercado, é possível que novos efeitos sejam descobertos, tanto negativos como positivos. Por isso, a vigilância de medicamentos que já estão em comercialização é uma das principais estratégias das agências que regulam medicamentos no mundo. Quando devo suspeitar do medicamento que estou usando? O medicamento não está fazendo o efeito desejado Isso pode ter relação com seu próprio estado de saúde, mas pode ser alguma falha técnica no produto. Na dúvida, comunique o seu médico para uma adequação do tratamento.

Senti efeitos estranhos. Acho que o medicamento não está me fazendo bem O primeiro passo é dar uma olhada na bula, especialmente nas seções que listamos abaixo. Isso vai ajudar você a conversar com seu médico e avisar a Anvisa sobre o que aconteceu. “Quando não devo usar este medicamento?” “O que devo saber antes de usar este medicamento?” “Quais os males que este medicamento pode me causar?” É um medicamento que sempre tomei, mas parece que não está fazendo mais efeito Pode ser que seu organismo não esteja mais respondendo ao tratamento ou que o lote do medicamento que você

está usando tenha algum problema de qualidade. Em qualquer um dos casos, procure o médico e faça um relato para a Anvisa sobre seu problema. Lembre-se de que, para usar medicamentos com tarja vermelha ou preta, é necessário que um médico faça um diagnóstico e faça a prescrição em uma receita, com controle especial. Como eu faço para denunciar problema como estes acima? Você pode entrar em contato diretamente com a Anvisa e relatar o seu caso. Tenha em mãos a embalagem do medicamento, pois é importante informar o nome do produto, a marca, o nome do fabricante entre outras informações. Fonte: portal.anvisa.gov.br

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Informativo - Lesões musculoesqueléticas e exames de imagem  

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