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Ano II - Nº 23 - maio de 2011

Revista

este exemplar é seu

Península

EDIÇÃO DIGITAL | www.peninsulanet.com.br

Meio ambiente festejado ASSAPE Trabalho e transparência

Nossos atletas Força, raça e muito talento


editorial | Ex pediente

Presidente Carlos Felipe Andrade de Carvalho Vice-Presidente Carlos Gustavo Ribeiro Diretor-Geral Joelcio Candido Gerente de Relacionamento Claudia Capitulino www.peninsulanet.com.br revistapeninsula@peninsulanet.com.br (21) 3325-0342 Revista Península é uma publicação

Diretor-Executivo Paulo Roberto Mesquita Diretora Administrativa Rebeca Maia Comercial Victor Bakker | victor@utilcd.com.br (21) 7898-7623 Editora Responsável Tereza Dalmacio | terezadalmacio@utilcd.com.br

Isto é Península

A

Edição de maio radiografa o trabalho e a legalidade de cada ação empreendida na Península. Você vai saber o que ficou decidido na Assembleia Geral Ordinária, quem foi eleito, qual a função de cada membro. Um passeio pelo Estatuto, que rege tudo isso. A força de verdadeiros campeões também é destaque. Uma turma miúda, guerreira, valente, campeões. A gente vibra com eles e por eles. E o que falar da célula mais importante, aquela que gera e cuida da vida? Os festejos do Dia das Mães foi um encontro de carinho, muita alegria e um agradecimento por tanto amor. E aproveitamos para convidar você para mais dois grandes eventos: Dia dos Namorados e uma comemoração pelo Dia Mundial do Meio Ambiente.

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Península é isto: transparência, parceria, confraternização, sustentabilidade, mais um time de campeões, dentro e fora de campo. E para muitos, o melhor lugar do mundo é aqui.

Editora Assistente Debora Rolim | debora@utilcd.com.br Colaboradores Ingred Lindbeck Kika Menezes Fotografia Bruno Leão Juliana Castro Revisão Tatiana Lopes Estagiárias Camila Alves Riane Tovar Projeto Gráfico, Diagramação e Direção de Arte Tati Piqué Avenida Armando Lombardi, 800, Sala 238 Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ CEP: 22640-906 contato@utilcd.com.br utilcomunicacao.blogspot.com (21) 3471-6799


te le fone s ú te is

ABAM: 2232-4580

Folha Dirigida: 0800-055 4849

Aeroporto Internacional: 3398-5050 / 0800-999099

Guarda Municipal da Barra da Tijuca: 2431-2851

Aeroporto de Jacarepaguá: 3325-2833

Polícia Civil: 3399-3217

Aeroporto Santos Dumont: 0800-244646

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Água e Esgoto: 0800-282 1195

Polícia Militar do Rio de Janeiro: 190

Ambulância – Serviço de Remoção de Doentes: 192 Bombeiros (CBMERJ): 193

Polícia Rodoviária Estadual: 3399-4857

CEG: 0800-24 7766

2625-1530

CET-Rio: 2508-5500 Correios: 0800-570 0100

Receita Federal: 055-78300-78300

Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro: 199

Telefonia Fixa – Oi: 103 31

DETRAN – Atendimento ao Cliente: 3460-4042

Telefonia Fixa – Livre (Embratel): 103 21

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Enfoque – Site sobre finanças, cotações entre outros: (11) 3957-5800

TV por Assinatura – VIA Embratel: 106 99


Sumário 08 Mãe é festa 12 Mapa da boa vizinhança 14 Recuperação do Complexo

Lagunar

18 Bela Península 20 Metrô Barra da Tijuca 23 AGO 28 ASSAPE, entendendo o

Estatuto

30 Capela de Santo Antônio 32 Rota francesa 38 Nossos campeões

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Fe sta | Pe nĂ­nsu la

ManhĂŁ de carinho


Fe sta | Pe nínsu la

M

ais uma vez, a ASSAPE promoveu um momento especial de confraternização para as famílias da Península. Num delicioso café da manhã, avós, pais, mães e filhos comemoraram o dia delas. As mamães receberam vários mimos, mas o maior presente, com

certeza, foi o amor e os abraços dos pequenos. E é essa cumplicidade, esse amor incondicional que confirma a força e a verdade do velho ditado judaico: “a mãe compreende até o que os filhos não dizem”.

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S

aiba onde encontrar o suporte “Higi Dogâ€?, com um rolo de saquinhos plĂĄsticos, para o recolhimento das fezes dos animais.


Barra da Ti ju ca | I nvesti me nto

Recuperação do complexo lagunar

S

erão R$ 900 milhões de investimentos para a recuperação ambiental das regiões da Barra e de Jacarepaguá. O anúncio feito pelo Secretário Estadual do Ambiente, Carlos Minc, ao Jornal O Globo, foi recebido com entusiasmo por ambientalistas.

Na entrevista Minc falou sobre a construção de uma ilha artificial no complexo lagunar da região e o prolongamento do Quebra-Mar da Barra, além das invasões no Parque Estadual da Pedra Branca e se mostrou favorável a uma intervenção artificial na Praia da Joatinga, caso a tese do oceanógrafo David Zee, para quem a praia está com seus dias contados, seja confirmada.

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Na mesma matéria, foram relatadas as operações de combate ao despejo irregular de esgoto na bacia hidrográfica da Barra e Jacarepaguá. Segundo a CEDAE, na última operação, a empresa recebeu 30 pedidos de ligação à rede na região.


Barra da Ti ju ca | I nvesti me nto

“A recuperação do complexo lagunar é uma das prioridades do meu mandato à frente da Secretaria estadual do Ambiente. Na semana passada, tivemos uma reunião para aprovar recursos na casa dos R$ 600 milhões, oriundos do Fecam (Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano) para serem investidos em novas estações de tratamento. Soma-se a isso um montante de mais de R$ 300 milhões — divididos entre o Fecam e recursos federais — para a dragagem e o reflorestamento do entorno do complexo lagunar. Sobre a dragagem, tive de cassar, junto ao governador Sérgio Cabral, um decreto da ex-governadora Rosinha Garotinho que proibia a dragagem de lagoas. Agora, temos o respaldo legal para começar o processo. As lagoas da região são enormes e o processo todo é muito caro, porque há milhões de metros cúbicos a serem dragados. Para aliviar os custos, criamos uma solução inovadora: vamos construir uma ilha artificial em algum ponto do complexo lagunar. Queremos usá-la como depósito de tudo o que for dragado, economizando R$ 100 milhões que seriam usados para transportar todo esse material para outro local. Terminada a dragagem, criaríamos um parque ecológico na ilha. Essa experiência já foi bem-sucedida nos Estados Unidos e no Canadá, e os ambientalistas que consultamos (Mario Moscatelli e David Zee) a aprovaram. A ideia é começar a executar o projeto no início do ano que vem. Os investimentos em dragagem e a construção da ilha artificial são apenas uma parte do conjunto de ações ambientais que serão feitas no Complexo Lagunar Barra-Jacarepaguá. Aprovamos recentemente um projeto de ampliação do Canal da Joatinga, através do prolongamento do Quebra-Mar da Barra. Vamos prolongá-lo em uma distância entre cem e 150 metros. Paralelamente a isso, continuaremos com nossas ações de despoluição, através da descoberta de ligações clandestinas.” (Fonte: O Globo) Em outra entrevista, o oceanógrafo David Zee comentou o trabalho de dragagem. Revista Península: Esse sistema de drenagem é eficiente? David Zee: A solução é boa, pois retira parte do lodo orgânico que foi depositado nas lagoas, oriundo do esgoto clandestino lançado na região durante os últimos 20 anos. Tal desastre ocorreu porque foi permitida a ocupação da Baixada de Jacarepaguá sem que fosse equacionado, de forma plena, o tratamento dos efluentes, e principalmente o destino final deles. Soma-se a isso o lançamento de lixo, de forma pulverizada, ao longo das margens ocupadas, devido ao não respeito à faixa marginal de proteção de rios, canais e lagoas, assim como a erosão do solo das encostas decorrentes do desmatamento e queimadas, que carregaram um volume substancial de sedimentos terrígenos e provocaram o assoreamento de 80% do espelho d’água da Lagoa da Tijuca. Hoje temos um passivo superior a 8 milhões de metros cúbicos de sedimentos, lodo orgânico e lixo depositado no leito da Lagoa da Tijuca e que precisam ser retirados. O que antes era de 1,5 a 2 metros de lâmina d’água na Lagoa da Tijuca, hoje é apenas 0,5 metro de profundidade média. Portanto, a retirada de todo e qualquer lodo é bem-vinda. Revista Península: Quais os benefícios para o meio ambiente? David Zee: O maior benefício é o rejuvenescimento do corpo d’água lagunar, pois recupera-se em parte o volume d’água original. O estudo das lagoas (limnologia) indica que quando estamos preenchendo o corpo lagunar com sedimentos e expulsando a água, a lagoa está “envelhecendo, morrendo”. Por outro lado, quando a lagoa está se enchendo de água, ela está rejuvenescendo. Além disso, quanto mais volume d’água, maior é a capacidade do corpo lagunar de resistir aos eventuais impactos da ocupação urbana e

manter a sua biodiversidade natural. Revista Península: O que fazer com o material retirado das lagoas? David Zee: Grande parte do material a ser retirado é originado pela ocupação humana, ou seja, lixo e lodo orgânico proveniente do esgoto e vegetação produzida pelo aumento da contaminação orgânica na água (eutrofização) que aduba essas plantas (gigogas). Assim, o material retirado deve sofrer um tratamento e ser disposto de forma adequada em locais previamente estudados e avaliados, e onde será criada uma ilha. É preciso alertar que a deposição desse material deve ser muito bem monitorada no que concerne à estabilidade desse aterro, uma vez que o fundo lagunar é composto por um solo de baixíssima resistência e suporte. Tal fato pode provocar recalques indesejáveis e deformar a morfologia de fundo, acarretando elevações e afundamentos indesejáveis do leito lagunar. Essas acomodações podem gerar estrangulamentos nocivos à circulação e às trocas d’água necessárias para a salubridade do espelho d’água. Da mesma forma, os sedimentos finos e os gases liberados durante a dragagem devem ser controlados e monitorados de forma a produzir o menor impacto possível na coluna d’água lagunar.

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Barra da Ti ju ca | I nvesti me nto

Revista Península: Você conhece trabalhos semelhantes que funcionaram bem? David Zee: Existem diversos trabalhos executados em condições até piores, como é o caso da dragagem de portos, cuja contaminação dos sedimentos é de natureza química, e que deram certo. Mas para isso, inúmeros cuidados de controle e monitoramento foram conduzidos durante os trabalhos. A minha equipe teve oportunidade de acompanhar dragagens anteriores realizadas na Lagoa de Jacarepaguá, onde foram tomados os devidos cuidados de controle e monitoramento e que não prejudicaram a salubridade lagunar. Não tenho dúvida em afirmar que a dragagem é a principal ação corretiva para a recuperação do complexo lagunar de Jacarepaguá. Contudo, cabe alertar que a ação preventiva – e mais importante para beneficiar as lagoas – é impedir que o esgoto e o lixo cheguem às águas lagunares. Para isso, além da CEDAE e da COMLURB, a sociedade deve ser a sentinela que denuncia e evita que estas agressões se perpetuem.

Na próxima edição, daremos desdobramento à informação com a entrevista com o Secretário Estadual do Ambiente, Carlos Minc.


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me io a mbi ente | palestra

Bela PenĂ­nsula


me io a mbi ente | palestra

Dia: 16 de junho Local: Barra Experience Hora: das 19h às 22h

S

ão 780 m2, com fauna e flora em toda a sua exuberância: tons, cores, texturas, formas, o meio ambiente preservado, cuidado, integrado. Para muitos, o maior patrimônio da Península.

E para que você possa celebrar a vida e todo este espaço verde, e também aprender mais sobre sustentabilidade, a ASSAPE convida você e sua família para participar da palestra em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.

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pale s tr a | aciBar r a

Luiz Paulo Marcolini, empreendedor do Casa Shopping; Júlio Lopes, Secretário de Transporte; Francisco Grabowsky, diretor de marketing do Casa Shopping; José Wilson Cordeiro de Sousa, diretor executivo da Acibarra.

Metrô Barra: como vai ser

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ara esclarecer dúvidas sobre a Linha 4 do Metrô, que irá ligar a Barra da Tijuca a Ipanema, o Diretor de Engenharia da Secretaria de Transportes do Estado do Rio de Janeiro – Sr. Bento José de Lima – e o Secretário de Transportes – Júlio Lopes – fizeram Franklin Carvalho os devidos esclarecimentos aos - Conselheiro representantes das associações Comunitátio de moradores e empresários da Barra da Tijuca e moradores em palestra realizada pela ACIBARRA (Associação Comercial e Industrial da Barra da Tijuca). a construção da linha 4 De acordo, com o engenheiro Bento Lima, o Rio de Janeiro tem uma deficiência de 140 km de linha de metrô, em comparação a cidades como Paris, São Paulo e Nova Iorque. Para começar a suprir a carência desse tipo de transporte na cidade, foi escolhido o trecho da linha 4, devido à demanda populacional.

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“São 14 km de 140 km de que o Rio necessita. Portanto, ninguém está dizendo que não se deve construir o trajeto Gávea até o Centro, ou do

Jardim Oceânico até a Alvorada. Claro que se deve construir, porém precisava começar por algum lugar, e a opção foi iniciar por esse trajeto porque se entendeu que este servia a um contingente maior de pessoas”. O engenheiro explicou, ainda, que a construção da linha 4 foi uma iniciativa do Governo para atender a população, e não estava previsto para as Olimpíadas. Segundo ele, estavam previstos apenas os BRTs, através da Transoeste, para resolver o problema de acessibilidade Barra-Centro. O secretário Júlio Lopes explicou que a obra não fazia parte dos planos do Governo nem dos encargos olímpicos, devido ao alto custo. No entanto, com a vitória do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas, esse projeto foi posto em discussão. O objetivo ao vincular a obra aos encargos olímpicos foi assegurar o investimento e a obrigação de construção pelos três níveis de governo: municipal, estadual e federal. “A linha 4 do metrô está sendo construída para a população do Rio de Janeiro, para os habitantes da Zona Oeste do Rio de Janeiro. E está utilizando


alteração no projeto O projeto apresentado em 1998 previa o trajeto saindo de Botafogo, passando por Humaitá e Jardim Botânico, antes de chegar à Gávea. Com esse traçado, a tarifa cobrada seria de R$ 7,40, o que o tornaria inviável. Outra motivação para alteração do traçado que passou a ligar a Gávea diretamente a general Osório foi a alteração na demanda. De acordo com Bento Lima, o estudo de 1998 indicava que apenas 15% da zona da Barra da Tijuca e São Conrado se deslocariam para zona sul, e 85% para Centro da cidade. Pesquisa recente mostrou que houve um aumento da demanda para zona sul, passando para 45%, e 55% para o Centro. Portanto, era necessária uma adequação às necessidades dos moradores. Sobre a questão da Gávea, o engenheiro declarou que há uma dificuldade de natureza geológica no percurso. A escavação teria que ser realizada por baixo das edificações, o que obrigaria um grande rebaixamento do túnel, dificultando a construção e elevando o custo. Mas o Secretário Júlio Lopes garantiu a construção da estação. andaMento da oBra O primeiro trecho da obra Jardim Oceânico-São Conrado já tem 500 metros de via e quase 1 km de perfuração. Segundo o engenheiro Bento Lima, a estação de São Conrado começará ser construída quando terminar a obra de contenção da encosta, já que o morro sofreu deslizamentos, devido às chuvas de abril do ano passado. Ao todo, são 14 pontos de contenção para estabilizar a encosta. A segunda parte do projeto, na zona sul, está em fase de estudo e licitação, por conta da modificação do traçado original do projeto. O secretário explicou que, devido a essa mudança, a Fundação Getulio Vargas foi contratada para realizar a estruturação financeira do empreendimento. É por essa razão que muitas perguntas que têm sido feitas em relação ao metrô estão ainda sem respostas.

Metrô até a alvorada Reivindicação dos moradores e da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, o metrô até a Alvorada não está previsto para ser construído no governo atual. Segundo o engenheiro Bento Lima, são mais 6 km de extensão, que demandariam novos investimentos de sistema e material rodante e um novo centro de manutenção, o que não ficaria pronto a tempo para as Olimpíadas, já que estaria além do orçamento e do projeto inicial.

pale s tr a | aciBar r a

os eventos Copa do Mundo e Olimpíadas para realizar a obra na data marcada dentro do cronograma estipulado.”

O Conselheiro Comunitário do Aquarela e Relações Externas da Península, Franklin Carvalho, participou da palestra e ficou satisfeito com a explanação. Como morador da Barra da Tijuca, e preocupado com o trânsito do bairro, Franklin acredita que o transporte irá valorizar e melhorar as condições do tráfego no bairro. “A minha preocupação em relação ao bairro era se o trânsito iria melhorar. A palestra foi muito ilustrativa, e a expectativa é positiva. Acredito que o metrô irá valorizar a região e o trânsito, que é um distúrbio, terá solução. Porém, é preciso ter paciência. Os moradores da Península não precisam se preocupar, porque acredito que tudo vai acontecer. Pela seriedade que vejo no governo.” A obra está prevista para terminar em dezembro de 2015. Serão 14 km de linha e 6 estações – Praça Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico –, que poderão transportar cerca de 250 mil passageiros por dia.

Bento José Lima - Diretor de Engenharia da Sec. de Transportes do Estado esclarece as dúvidas dos presentes.

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AGO | RESU MO

Assembleia Geral Ordinária

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ealizada no dia 27 de abril, a Assembleia Geral Ordinária foi aberta pelo presidente da ASSAPE, Carlos Felipe Andrade de Carvalho, que convidou o conselheiro comunitário do Green Bay/Star, Alexandre Amaro, para presidir a mesa. Ele iniciou os trabalhos empossando os novos conselheiros e aproveitou para lhes entregar o Estatuto da Península. Alexandre aconselhou os novos membros a ter sempre em mente o Estatuto, e esclarecer os moradores sobre tudo que diz respeito, o que está sendo realizado pela ASSAPE.

Na ocasião, foi realizada a votação para presidente e vice-presidente: por unanimidade, foram empossados o senhor Carlos Felipe e Carlos Gustavo, respectivamente. Foram eleitos também os membros e os suplentes do Conselho Fiscal. E coube à Comissão de Orçamento e ao Diretor Geral, Joelcio Candido, apresentar o orçamento do exercício de 2010/2011.


aGo | r e s u Mo

conselheiros comunitários

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AQUARELA Franklin da Silva Carvalho

ATMOSFERA Claudio Moraes

BERNINI Ricardo Fernandes

EVIDENCE Marcelo Traitel

GREEN (LAKE GARDEN) Marília Cavalcanti

MANDARIM Luis de Paoli

MONDRIAN Irene Bucsan

MONET Tania Bonassis

ROYAL GREEN David Tavares

SAINT BARTH Paulo Sérgio Reis

SAINT MARTIN Eder Pereira Souza Silva

SMART Alexandre Jorge Xavier


aGo | r e s u Mo PRESIDENTE (ASSAPE) Carlos Felipe Andrade de Carvalho

VICE-PRESIDENTE (ASSAPE) Carlos Gustavo Ribeiro (Península Style)

DIRETOR-GERAL (ASSAPE) Joelcio Candido

EXCELLENCE Elmair Rangel

FIT Ronaldo Youle

GAUGUIN Saylo Pedroza

GREEN (BAY STAR) Alexandre Amaro

PARADISO Luis Eduardo Vasconcelos

PENÍNSULA LIFE Marco Antonio Beraldo

QUINTAS Emília Benemond

RJZ/CYRELA Saulo

conselho fiscal titulares João Carrolo Mauro Tupinambá – GREEN GARDEN Ana Paula Montanha – GREEN GARDEN Jacqueline Accioly Maristela Blanco – QUINTAS DO LAGO VIA BELLA Monique de Souza

VIA PRIVILEGE Marcelo Gomes

suplentes Pedro Porfírio – PENíNSULA STYLE José Edio – QUINTAS DO SOL Ana Luiza Madureira – PARADISO Eliezer Lefkovits – GRAND CASE Na próxima edição, fotos do Conselho Fiscal.

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A G O | V otação

Como é a votação?

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ada unidade representa um voto. Na ausência do titular na Assembleia, o Conselheiro vota por ele.

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Condomínio em ordem alfabética

Total de Unidades por Condomínio

AQUARELA ATMOSFERA BERNINI EVIDENCE EXCELLENCE FIT GAUGUIN GREEN BAY & STAR GREEN LAKE & GARDEN MANDARIM MONDRIAN MONET PARADISO PENÍNSULA LIFE PENÍNSULA STYLE QUINTAS DA PENINSULA ROYAL GREEN SAINT BARTH SAINT MARTIN SMART VIA BELLA VIA PRIVILÈGE

165 240 78 90 83 252 90 120 180 248 46 62 75 170 112 180 93 330 548 120 256 120


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A G O | V otação


ASSAPE | E statu to

Península, direitos e deveres

N

a reportagem anterior, você tomou conhecimento sobre o que ocorreu na AGO (Assembleia Geral Ordinária) realizada no dia 27 de abril. Agora já sabe quem é quem dentro da estrutura da ASSAPE – Associação Amigos da Península. É sabido que a Associação é regida por estatuto e cada membro tem função específica descrita no documento. Agora vamos conhecer cada função e suas responsabilidades. Como disse bem o Diretor Geral da ASSAPE, Joelcio Candido, entender o Estatuto é uma forma de valorizar seu patrimônio, de cuidar do seu bairro e do espaço que escolheu para viver. O documento final passou por mais de 10 alterações até chegar à redação final. Cada detalhe foi avaliado e posto em discussão, tudo feito com muita democracia. É um documento necessário, que regulamenta o nosso trabalho, garantindo assim legalidade e transparência nas ações.

Mas o que compete ao Conselho Fiscal e ao Conselheiro Comunitário?

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Colaborar na gestão dos interesses da Associação, examinar as contas e os relatórios da Diretoria e a proposta orçamentária, emitindo os respectivos pareceres, emitir parecer sobre todos os assuntos que, pelo Estatuto, sejam de sua competência, assim como todos os demais sobre os quais for solicitada sua manifestação. Já ao Conselho Comunitário cabe eleger, contratar e fixar a

remuneração e mandato dos membros da Administração, por ela destituíveis a qualquer tempo; deliberar sobre as normas gerais e diretrizes relativas à gestão da Associação, que deverão ser rigorosamente observadas por todos os membros da Administração; zelar para que sejam alcançados os objetivos sociais; elaborar a proposta orçamentária anual, a ser submetida à Assembleia Geral, com parecer do Conselho Fiscal; aprovar o rateio das despesas, elaborado mensal ou periodicamente pela Administração; autorizar despesas imprevistas, dentro das disponibilidades financeiras, dando ciência ao Conselho Fiscal; deliberar e aprovar as instituições financeiras através das quais a Associação movimentará seus recursos e aplicará os seus excedentes; fixar o quadro e o plano de classificação dos empregados da Administração da Associação; deliberar sobre todos e quaisquer atos ou fatos que lhe forem submetidos, que não sejam da competência privativa da Assembleia Geral; eleger os Coordenadores Setoriais das áreas de infraestrutura, cultura, esporte e lazer, transporte, segurança, comunicação social e de outras que o Conselho Comunitário julgue


O Diretor Geral Joelcio Candido nos explica que a ASSAPE trabalha com o Estatuto na mão; todos os funcionários receberam uma cópia do documento, todo o serviço está baseado no que está escrito. Tanto a forma de eleger os Conselhos Comunitário e Fiscal, como também a forma de rateio da contribuição associativa, está tudo descrito no Estatuto. Os direitos e deveres de todos. Enfim, o Estatuto é o manual da ASSAPE. E dentre outras atribuições, cabe ao Diretor Geral representar a Associação perante autoridades públicas e outros segmentos da sociedade organizada e, ainda em juízo ou fora dele, ativa e passivamente, em tudo que se referir a assuntos de interesses da Associação, podendo para tal constituir advogados, outorgandolhes poderes ad judicia e outros que se fizerem necessários. Superintender a Administração Geral; implementar as providências atinentes à melhoria das condições de vida de que trata o artigo 3o, podendo estabelecer, mediante prévia autorização do Presidente do Conselho Comunitário, contrato ou convênio com a Prefeitura ou com os demais órgãos da administração pública municipal, estadual ou federal, inclusive autarquias, empresas públicas, fundações, associações de economia mista, empresas concessionárias de serviços públicos, universidades, organizações não governamentais e, ainda, com quaisquer outras entidades ou pessoa física; admitir e demitir empregados, bem como fixar as respectivas funções, tarefas, responsabilidades, horários e

remunerações, estas sempre em consonância com o orçamento aprovado. Resumindo, a ASSAPE tem a responsabilidade de manter os espaços comuns dentro dos padrões originais do projeto, que é o que atraiu o morador. Então, manter o espaço comum de forma organizada, bem estruturada, manter toda a parte de jardinagem, a parte esportiva com a manutenção devida, além da segurança... Enfim, tudo que diz respeito à qualidade de vida das famílias é o grande desafio da Associação Amigos da Península. Aliás, vamos além: a questão de manter os contratos e tudo que diz respeito à ASSAPE com coerência e transparência.

O Estatuto está disponível no site www.peninuslanet.com.br. Informamos também que os Conselheiros recebem mensalmente o balancete da ASSAPE, e que toda primeira quinta-feira útil de cada mês, há reunião do Conselho Comunitário. Portanto, o morador que desejar pode levar sua demanda para o conselheiro do seu condomínio, que ela será apresentada na reunião.

ASSAPE | E statu to

necessário, todos associados, com mandato de 12 meses e sem remuneração; elaborar todos os instrumentos normativos de utilização e convivência social para o empreendimento Península.


En trevista | Pa dre J oel Amado

Santo Antônio, rogai por nós

A

Península vai ganhar uma capela, e o padre será Joel Amado, um carioca nascido em 2 de outubro de 1954 e que se ordenou padre em 1982. Pároco da igreja de Nossa Senhora da Vitória desde a sua criação, em 1991, e também da Igreja Santa Rosa de Lima, ele é especialista em Pastoral Urbana, membro da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral e professor titular de Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e do Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Agora, vamos conhecer um pouco sobre a construção da Capela de Santo Antônio na Península. Revista Península: Por que será construída a igreja dentro da Península? Padre Joel Amado: Por duas razões básicas: primeiro, porque a igreja deve estar próxima das pessoas; segundo, porque, na Barra da Tijuca, estar próxima das pessoas significa estar junto aos condomínios. E cada condomínio é, na verdade, uma pequena cidade.

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Revista Península: Qual a expectativa da igreja com relação aos moradores da Península? Padre Joel Amado: Diria que a é expectativa de toda igreja: participação, engajamento e que seja, acima de tudo, uma igreja que represente o perfil da Península. Porque são muitas igrejas, e as situações são iguais para todas: missa, batizado, casamento etc. No entanto, mesmo essas celebrações têm que se encaixar no perfil do local; são várias igrejas, mas cada uma tem a sua diferença, porque as pessoas são diferentes. Revista Península: Por que foi escolhido Santo Antônio como pa-

droeiro da Capela? Padre Joel Amado: Porque a capela faz parte da paróquia de Nossa Senhora da Vitória, que tem sede no Alfa Barra e é a matriz. A igreja funciona da seguinte forma: tem a matriz e tem as filiais, que são as capelas. A outra filial da paróquia é a capela Santa Rosa, que fica no Parque das Rosas. Então, são duas mulheres com festa no segundo semestre. Precisávamos dizer que os homens também são santos (risos); por isso, escolhemos Santo Antônio. E também porque a data de celebração é no primeiro semestre, no dia 13 de junho. Revista Península: A igreja pretende realizar celebrações religiosas nos feriados cristãos? Padre Joel Amado: A ocupação da igreja será


Revista Península: Vocês estão pensando em fazer celebrações para o dia de Santo Antônio, no mês que vem? Padre Joel Amado: O evento maior é própria celebração da missa. Mas há outro lado da igreja que muitas vezes não aparece. A igreja tem o lado do culto, das celebrações, da formação com a catequese e, tradicionalmente, tem o lado da caridade. E de acordo com as conversas que tenho realizado com os moradores da Península, tem aparecido muito esse lado da caridade. Temos que ver como será a ação caritativa da igreja; no caso da Península, as pessoas com quem conversei têm cogitado desenvolver uma creche para os filhos dos funcionários. A partir dessa ideia, minha imaginação vai mais longe. Não podemos pensar em ampliar a formação dessas crianças, pois elas vão crescer, então porque não em apoio escolar e depois em um curso pré- vestibular? Portanto, acredito que a marca da igreja da Península seja a educação e in-

serção no mercado de trabalho. Quem sabe não começamos a receber essas crianças na creche, e um dia elas vão para a universidade? Mas isso é sonho. Revista Península: Os moradores seriam os voluntários? Padre Joel Amado: Sim. Deixar que o coração de cada pessoa generosamente se apresente. Alguns já se apresentaram. Foi interessante também, porque as pessoas que conversaram comigo eram professores, pessoas que trabalharam a vida inteira com educação. Afinal, nem todo mundo tem dom para cantar na missa, para visitar doentes, mas se você colocar a sua aptidão a serviço, já é algo simples que a gente pode fazer.

En trevista | Pa dre J oel Amado

gradativa. Iremos começar com o indispensável, que é missa na terça-feira, dia tradicional da devoção a Santo Antônio. Haverá missa também em outros dias, mas isso ainda não está definido, pois precisamos saber o ritmo de tempo dos moradores daqui para atender ao fluxo de horário. Para isso, tenho procurado conversar muito com os moradores e com quem conduz os processos administrativos da Península. Porque, embora a igreja não atenda somente os moradores, o predominante será aqui, acredito que 80% dos frequentadores serão moradores da Península. Observamos isso nas outras capelas. Por exemplo, há situações no Parque das Rosas que não ocorrem no Alfa Barra, e são condomínios próximos. Portanto, precisamos saber o ritmo de vida da Península, em uma Barra da Tijuca com um alto índice de engarrafamento.

Revista Península: A igreja pretende realizar batizado e casamento? Padre Joel Amado: Sim. Primeiro batizado. Com relação ao casamento, somente se formos procurados, pois é uma celebração que implica uma dinâmica mais complexa, pelo grande volume de veículos. Para isso, preciso conhecer como funciona a Península quando acontece uma festa em um prédio, ou um evento grande. Assim como há regras próprias da igreja, também há no local onde a igreja está localizada.

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Tu ris mo | Fr ança

Diário de Bordo Por Elizabeth Godinho

A

rrume as malas e embarque nessa aventura. Que tal conhecer a Rota Nationale 7? Conhecida como a “Rota 66 Francesa”, a N7 original era baseada na estrada do ano XX a.C., que ligava Roma a Lyon, e mais tarde Paris. Durante o passeio pela Rota N7, além da história e da natureza, você tem contato também com o melhor da gastronomia francesa. Um bom exemplo é a cidade de Roanne, com seu restaurante La Maison Troisgros, famoso desde 1957. Próxima parada: Lyon, uma das cidades mais importantes da França. Nesse trecho, entre Roanne e Lyon, a N7 teve seu traçado original modificado, mas ainda se tem a visão dos vales que atravessam as montanhas de até 760 metros de altitude.

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Continuando o percurso, o motorista passa por Vienne. Nessa região, a temperatura mais elevada e a luminosidade mais forte passam uma sensação de que se chegou a outro mundo, bem

diferente das terras mais frias do início dessa maravilhosa rota. A N7 atinge a região de Provence-Alpes e a cidade de Avignon, considerada uma das mais belas cidades da França, com o famoso palácio dos Papas e sua ponte sobre o rio Ródano. A “Rota do Sol” faz a curva em direção ao sul da França, passando por Aix-en-Provence, cidade muitas vezes retratada pelo famoso pintor Cézanne. O Mar Mediterrâneo está próximo. É uma experiência surpreendente percorrer essas cidades onde a arte, a cultura, a arquitetura e a gastronomia nos fazem reviver a história, sempre cercados por belas paisagens. São 995 km de pura beleza e aventura.


En trevista | C arlos Gu stavo Ri be iro

É de Casa

A

qui, você vai sempre encontrar uma cara conhecida, pode ser o seu vizinho, alguém que tenha um trabalho relevante, que se destaque em sua atividade e que resida na Península. E quem aparece no É de Casa da 23ª edição é o analista de sistemas Carlos Gustavo Ribeiro, conselheiro comunitário do Style, casado com Daniela, pai da pequena Julia, de 2 anos, e do Rafael, de 4 anos. Ele acaba de assumir a vice-presidência da ASSAPE. Revista Península: Por que você foi indicado para ser vice-presidente da ASSAPE? Carlos Gustavo Ribeiro: Houve um consenso entre o Conselho Comunitário de que o conselheiro mais antigo seria indicado para assumir a vice-presidência. Então, como eu era um dos mais antigos, fui indicado. Foi até uma surpresa, não esperava esse convite. E na verdade achei bem legal, porque seria uma forma de poder contribuir mais com a ASSAPE. Mas para deixar bem claro, qualquer morador poderia se candidatar à vice-presidência. Eu e o presidente fomos eleitos por unanimidade, em nossa AGO, e não houve outra chapa concorrente.

Revista Península: Qual é a função do vice-presidente? Carlos Gustavo Ribeiro: De acordo com o Estatuto, a função é substituir o presidente na ausência dele, seja em uma reunião do conselho comunitário ou representando em algum órgão público. O vice- presidente não tem a função de executar, o responsável por essa função é o diretor geral da ASSAPE. O vice-presidente irá trabalhar em conjunto com a diretoria e os conselheiros para que todos

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E ntrevista | C arlos Gu stavo Ri be iro

estejam alinhados. Revista Península: Há quanto tempo você está no cargo como conselheiro? Carlos Gustavo Ribeiro: Já são três anos como o conselheiro. Fui eleito por unanimidade durante a assembleia realizada em nosso prédio. Revista Península: Qual é a sua expectativa para o trabalho, e que projetos serão desenvolvidos na ASSAPE? Carlos Gustavo Ribeiro: O vice-presidente em si não é responsável pelos projetos. Na verdade, os conselheiros têm se reunido mais este ano. Não que isso não acontecesse antes, mas conseguimos elaborar um calendário mensal de reunião do Conselho Comunitário, com datas e pautas pré-definidas antes dessa data. E há um alinhamento entre o vice, o presidente e a diretoria da ASSAPE em direcionar alguns assuntos que são prioritários para a comunidade da Península. Uma questão que temos trabalhado bastante, e tem sido bem feita, é a interação com os órgãos públicos. Tudo aqui dentro funciona; porém, quando nos deparamos com um mundo externo que depende dos órgãos públicos, encontramos uma série de problemas. O diretor tem se aproximado dos órgãos públicos, apresentando as reivindicações necessárias para melhorar o entorno da Península. Não adianta termos aqui dentro um nirvana se do lado de fora é necessário resolver alguns problemas. Estamos recebendo um apoio muito grande, o próprio subprefeito da Barra da Tijuca, Thiago Mohamed, dedicou o assessor, Alex Rodrigues, para a Península, e já conseguimos algumas vitórias, sinal de confiança e respeito em nosso trabalho aqui no condomínio.

Revista Península: E quais foram essas conquistas? Carlos Gustavo Ribeiro: Cobramos das autoridades a melhoria na sinalização, no asfaltamento e no trânsito, pois enfrentamos sérias dificuldades para chegar ao condomínio e sair dele. Se há bem-estar aqui, precisamos ter o mesmo fora. É um trabalho muito legal que estamos fazendo em conjunto com órgãos públicos, que estão de portas abertas para receber nossas demandas. Revista Península: Essas demandas são apresentadas por quem? Carlos Gustavo Ribeiro: É a comunidade como um todo que elabora as reivindicações de melhoria. A Associação representa essa comunidade, para que suas demandas efetivamente sejam atendidas. São, portanto, encaminhadas pelos moradores, os próprios conselheiros, síndicos e subsíndicos. A ASSAPE tem a central de atendimento, em que são coletadas todas as informações. A partir disso, é realizada uma triagem, identificados os pontos prioritários onde precisamos atuar. Portanto, não é focado no conselheiro, no vice-presidente ou no presidente.


ESPORTE | COPA RECREIO DE FUTE B OL

É campeão!

O

s meninos da Península levantaram a taça da I Copa Recreio de Futebol. Ao som do funk do “bonde sem freio”, a molecada comemorou o título. A equipe mirim não tomou conhecimento e atropelou os adversários. E foram campeões invictos. O time mostrou equilíbrio nos dois setores, já que foi a defesa menos vazada. O goleiro Leo foi premiado, e ainda teve o artilheiro da competição, João Vitor.

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A final disputada contra a equipe Eldorado foi emocionante. A Península venceu por 4x2, em um jogo equilibrado. No primeiro tempo, o time partiu pra cima do adversário e abriu o placar, fazendo 3x0, com 1 gol de Lucas e 2 de João Vitor. No segundo, tempo o Eldorado pressionou a Península e fez dois gols, encostando no placar, mesmo com as defesas espetaculares do goleiro Leo,

que ainda estava com o dedo machucado. Mas nos minutos finais da partida, Gutemberg – mais conhecido como Messi, apelido de craque – fez o gol que definiu a vitória da Península. Para o atacante João Vitor, a equipe mostrou muita determinação e garra durante a partida, apesar de ter levado dois gols em um momento de desatenção do time. Segundo o goleiro Leonardo Castro, morador do Saint Barth, o time mostrou muita personalidade e confiança durante o campeonato para vencer todas as partidas.


ESPORTE | COPA RECREIO DE FUTE B OL

“Nós entramos nos jogos sabendo que íamos vencer, por isso ganhamos o campeonato”, declarou. Antes da final em que a equipe mirim foi campeã, a Península entrou em campo com a equipe pré-mirim. A partida foi bem disputada, com chances de gols para os dois lados. Apesar da derrota por 2x0 para a ABM, o time mostrou muita garra. O primeiro gol da ABM foi marcado na 1a etapa. A Península não se abateu e pressionou o adversário durante o jogo inteiro. Mas o goleiro deles jogou muito bem, impendido que a Península conseguisse marcar. Na segunda etapa do jogo, o atacante Alex, da Península, perdeu uma chance incrível de empatar e levar a disputa para os pênaltis.

Logo em seguida, com o time no ataque, a zaga da Península estava aberta, em um rápido contra-ataque, a ABM ampliou o placar, terminando o jogo em 2x0. Mas a garotada está de parabéns: pela primeira vez disputando um campeonato, já ficaram em quarto lugar. Foi uma tarde de muita emoção para os apaixonados por futebol e para os fãs número 1 dessa turma: os papais e mamães, que torceram, vibraram e ficaram orgulhosos de seus craques. Os meninos da Península, além de vitoriosos, mostraram respeito, disciplina, união e determinação, valores que se podem transmitir através do esporte.

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e s por te | fu ts al

nossos pequenos campeões

r em ontas para entra Nossas feras, pr quadra.

e unido e terminação. Tim De o. çã tra en nc Co or. ações do treinad atento às orient

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cer. Correr. Suar. Aque

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e s por te | fu ts al

o foguete de craque, solta Babito, apelido adversário. contra o goleiro

o zagueiro la lateral e deixa João arranca pe pra trás.

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i golaço da to pouco não fo Quase... por mui ário cresce o goleiro advers Península. Mas e fecha o gol.

iga pela bola. No detalhe, a br

ela primeira vez disputando a Copa da Liga da Barra, que está na sua terceira edição, a equipe de futsal da Península chegou à semifinal. O jogo foi equilibrado e disputado do início ao fim. Mesmo perdendo para o time do Novo Leblon, a meninada foi pra cima, com raça, força e muita determinação.

o ho, mas o goleirã Chute no cantin fender. estava lá pra de

Igor

Parabéns aos nossos pequenos guerreiros, que mostraram espírito esportivo e muita determinação. Agora é treinar duro e conquistar o próximo campeonato.

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Revista Península Nº23  

A Revista é uma ferramenta de interação e de comunicação para os moradores do condomínio Península.

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