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Ano II - Nº 19 - janeiro de 2011

Revista

este exemplar é seu

Férias Península Tempo de brincadeiras

O futuro é agora

www.peninsulanet.com.br

Estação Elevatória de Esgoto

ASSAPE em Ação Integração e resultados


Vice-Presidente Sergio Lopes

editorial | Ex pediente

Presidente Carlos Felipe Andrade de Carvalho

Diretor-Geral Joelcio Candido Gerente de Relacionamento Claudia Capitulino www.peninsulanet.com.br revistapeninsula@peninsulanet.com.br (21) 3325-0342 Revista Península é uma publicação

Diretor-Executivo Paulo Roberto Mesquita

Chove chuva, chove solidariedade

M

al 2011 chegou, e o novo já dá lugar as velhas manchetes. O verão, há muitas décadas, continua a provocar tragédias no Estado, e esta, a maior do país.

Podíamos nos apegar a esta tristeza e olhar pra frente esperando sempre o céu cinza. Mas o sol é possível, o calor também. Calor humano que se multiplica, que cobre os desabrigados com a solidariedade. Aqui na Península, um ônibus cheio levou o desejo do morador em ajudar na reconstrução. Mais uma vez o brasileiro mostra que não foge à luta, que sua gente é guerreira. E isso traz esperança. Traz o desejo maior de fazer diferente, de contribuir e acreditar. Isso nos deixa com aquela sensação lúdica de que milhões de guarda-chuvas cobrirão famílias inteiras. Que independente da classe, credo ou cor, somos todos irmãos. E começar o ano somando com o outro, apesar da dor, é um belo gesto. E é assim, com belos gestos, que a vida tem mais sentido e se mostra mais fértil. Equipe ASSAPE

Diretora Administrativa Rebeca Maia Comercial Victor Bakker | victor@utilcd.com.br (21) 7898-7623 Editora Responsável Tereza Dalmacio | terezadalmacio@utilcd.com.br Editora Assistente Debora Rolim | debora@utilcd.com.br Colaboradores Ingred Lindbeck Kika Menezes Fotografia Bruno Leão Revisão Tatiana Lopes Estagiárias Camila Alves Riane Tovar Diretora de Arte Tati Piqué Rua Jornalista Ricardo Marinho, 360, sala 243 Barra da Tijuca, Rio de Janeiro-RJ contato@utilcd.com.br utilcomunicacao.blogspot.com (21) 3471-6799

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Sumário 07 ASSAPE em Ação 12 Colônia de Férias 14 Tempo de Solidariedade 16 Porta-Retrato 18 Concurso de Fotografia 22 É de Casa 26 Conselheiro Comunitário 30 Saúde em Casa 34 Cantinho do Morador 37 Estação Elevatória de Esgoto

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te le fone S ú te iS

ABAM: 2232-4580

Folha Dirigida: 0800-055 4849

Aeroporto Internacional: 3398-5050 / 0800-999099

Guarda Municipal da Barra da Tijuca: 2431-2851

Aeroporto de Jacarepaguá: 3325-2833

Polícia Civil: 3399-3217

Aeroporto Santos Dumont: 0800-244646

Polícia Federal: 2291-2142

Água e Esgoto: 0800-282 1195

Polícia Militar do Rio de Janeiro: 190

Ambulância – Serviço de Remoção de Doentes: 192 Bombeiros (CBMERJ): 193

Polícia Rodoviária Estadual: 3399-4857

CEG: 0800-24 7766

2625-1530

CET-Rio: 2508-5500 Correios: 0800-570 0100

Receita Federal: 055-78300-78300

Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro: 199

Telefonia Fixa – Oi: 103 31

DETRAN – Atendimento ao Cliente: 3460-4042

Telefonia Fixa – Livre (Embratel): 103 21

DETRAN – Disque Habilitação: 3460-4041

Telefonia Fixa – TIM: 0800 741 4100

DETRAN – Disque Vistoria: 3460-4040

TV por Assinatura – NET: 4004-8844

Disque Denúncia: 2253-1177

TV por Assinatura – SKY: 4004-2884 TV por Assinatura – TVA: 2223-6399

Enfoque – Site sobre finanças, cotações entre outros: (11) 3957-5800

TV por Assinatura – VIA Embratel: 106 99


A S SAPE | E ntrevi s ta Joel cio Candido e Mar ce lo Tr aitel

ASSAPE em Ação

A

Península é trabalho, parceria, meio ambiente preservado e também festa. A ASSAPE – Associação Amigos da Península – tem a preocupação permanente de proporcionar aos moradores eventos de qualidade e de integração entre todos. Nesta edição, vamos conhecer uma pouco sobre esse setor, que traz alegria, descontração, mas que exige muito trabalho para a sua realização. O Coordenador da Comissão de Eventos, Marcelo Traitel, e o DiretorGeral, Joelcio Candido, contam para a gente como é essa organização.

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A S SAPE | E ntrevi s ta Joel cio Candido e Mar ce lo Tr aitel

O Diretor-Geral da ASSAPE, Joelcio Candido; o Coordenador da Comissão de Eventos, Marcelo Traitel; e o responsável pela área esportiva, controle de reservas, organização de torneios e pela organização dos eventos, José Alberto Barbosa.

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Revista Península: Marcelo, 2010 foi marcado por diversos eventos. A Península festejou, comemorou e promoveu a integração entre os moradores. Faz um balanço pra gente? Marcelo Traitel: A comissão de eventos é muito coesa e muito ativa em suas funções. Estamos bem integrados, há uma sinergia muito grande. Sou o coordenador porque alguém tem que ser. Mas na verdade, todos os membros da comissão têm responsabilidade pelo sucesso do ano que passou. É muito gratificante trabalhar nesta comissão, porque trabalhamos em prol da comunidade, somos os responsáveis pela confraternização entre os moradores, que participaram maciçamente das festas. Os moradores da Península usufruíram do espaço em sua integralidade. Nos mês da criança, foram duas atividades, em que elas puderam se divertir e se esbaldar, e com alimentação à vontade para todos. A ideia é que o morador não precise sair daqui para levar seu filho em um shopping ou parque de diversões. Então buscamos atender todas as necessidades no que diz respeito a diversão. Vimos que todo mundo aproveitou, como aconteceu na festa de Natal, com a chegada do Papai Noel. Para mim, essa foi a festa mais legal, em que tivemos a presença das crianças que vieram compartilhar o Natal com a gente. E imaginar que elas nunca tiveram uma festa de Natal antes, quer gratificação maior? Então, acredito nessa integração entre as pessoas, e poder trazer isso para dentro da Península foi muito bom. Outro destaque do ano que passou foi a queima de fogos, que aconteceu no dia 31, nos dois parques, Lagoon e Green. Foi um encerramento muito legal. Vi, da janela do meu apartamento, as pessoas batendo palmas na varanda. Recebemos vários e-mails elogiando. E pro ano que vem, estamos pensando incrementar outras atividades e vamos também ampliar e melhorar a qualidade dos fogos.

O nosso objetivo é que os moradores da Península passem a trazer seus convidados para participar das festas também, e que cada vez mais o condomínio tenha qualidade de vida e a participação de todos.

“Para mim, essa foi a festa mais legal, em que tivemos a presença das crianças que vieram compartilhar o Natal com a gente”.


A S SAPE | E ntrevi s ta Joel cio Candido e Mar ce lo Tr aitel

Joelcio Candido: Complementando, é interessante, pois as pessoas que elogiaram são as que muitas vezes criticam no próprio site. Quando as pessoas que criticam começam a fazer elogios, isso tem um peso, faz toda a diferença. Revista Península: E quais serão as novidades para 2011? Marcelo Traitel: O ano de 2010 foi muito satisfatório. Espero que este ano seja mais ainda. Desde a festa junina não recebemos nenhuma reclamação, apenas uma sugestão. São mais e-mails de agradecimentos, de apoio, e isso é muito bom. Mesmo assim, sabemos que precisamos melhorar. Estamos planejando em médio prazo. Neste mês, já estamos providenciando o material necessário para a festa de carnaval, que será em março. O que posso antecipar de novidade é que há um trabalho da comissão de eventos, para criar infraestrutura para a criação de um espaço de eventos, mas isso é para o futuro. E também estamos implementando inovações para outras festas, como a festa junina. Joelcio Candido: O planejamento para este ano se inicia em abril, aprovado em uma AGO. Na verdade, nosso ano, em termos orçamentários, começa em abril. Ou seja, os eventos de março e fevereiro já estão no orçamento. Para outros meses, estão sendo elaborados e discutidos eventos que atendam outras populações da Península. Alem disso, planejamos também um calendário para que a manutenção consiga identificar as demandas necessárias em termos de infraestrutura e aquisição de material para os eventos. Revista Península: Marcelo, além de ser coordenador, você também é conselheiro comunitário e membro das outras comissões. Há uma troca de informação entre as comissões? Há preocupação com a preservação ambiental na hora de promover a festa? A comissão de eventos tem o apoio e a colaboração de outras comissões? Marcelo Traitel: Primeiro, com relação à questão do meio ambiente, fica registrado que o impacto é muito pequeno. Mas é claro que nos preocupamos, tanto que utilizamos a reciclagem das latinhas e do plástico em todas as nossas festas. Na festa junina, por exemplo, percebemos que houve perda de grandes quantidades de bromélias na região próxima à realização do evento. Então, foi feita uma reposição nessa área. Nós tentamos ao máximo evitar qualquer tipo de desgaste neste sentido para a Península, tanto que se vocês observarem, nós sempre utilizamos a parte central do parque, evitando colocar as coisas em cima da grama. Não promovemos eventos na área de mangue, que é de preservação. Há festas, como a de Natal e outros eventos, em que precisamos de infraestrutura. Aí essa atribuição fica a cargo da comissão responsável do setor. E há também integração entre as comissões. A Comissão de Eventos e a Comissão de Cultura estão trabalhando juntas para a realização da exposição de carros antigos, a banda de jazz, o coral no Auto de Natal. Queremos, na verdade, realizar atividades culturais junto com a Comissão de Cultura. Joelcio Candido: A sinergia entre as comissões é essencial para que os processos realmente funcionem como uma engrenagem, tanto que o calendário preventivo da manutenção está sendo elaborado em função do calendário de eventos, senão podem

Primeira queima de fogos da Península

afetar todo um planejamento de ambas as partes. Quando há um grupo de pessoas envolvidas com tudo, fica mais fácil de conduzir. Não é possível realizar os eventos sem manutenção ou sem orçamento, por exemplo. Tanto que já vamos sinalizar a melhoria da iluminação para festas noturnas. Além disso, muitos dos eventos podem ser somados a outras comissões, como por exemplo, a parte cultural. Com essa soma entre as comissões, a Península se torna mais eficiente e agradável, e os moradores ficam aqui para festejar. Soubemos de moradores que deixaram de viajar para passar o ano aqui, porque ficaram sabendo da queima de fogos. Resultado: as famílias prestigiariam o evento e comemoram dentro do condomínio. E é compromisso do diretor geral que, com o somatório das comissões e aval do conselho, se consiga, ao longo dos anos, transformar a Península num lugar mais agradável. Mais do que já é hoje. E esse crescimento salutar é trabalho, é compromisso da ASSAPE com você.

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aS S ape | pr oGr aMe- S e

|

Comissão de Eventos | Em pé: Kátia de Bem, Alessandra Seba, Helena Marília, Carmen Abreu e José Alberto Barbosa. Agachados: Carlos Gustavo, Marcelo Traitel e Alexandre Amaro.

península, Calendário de eventos 2011

a

programação de festividades da aSSape já foi traçada pela equipe da Comissão de eventos. Mas fica o registro de que o calendário está sujeito a alterações. outra informação importante: as datas e horários poderão sofrer modificações por motivos climáticos ou operacionais. no mais, é se organizar e aproveitar as festividades península, sempre preparadas pela aSSape com muito cuidado e esmero.

MÊS

evento

Até dia 28

Colônia de Férias

Março

06

Carnaval Eletrônico

08

Café da Manhã | Mães

14

Colônia de Férias e Festa de São João Gincana e Café da Manhã | Pais

fevereiro

14

abril

24

Junho Julho

11

Maio

Agosto

Setembro

piquenique páscoa

namorados pátria

Outubro

Crianças

Dezembro

Bazar de Natal

novembro

10

dia

Janeiro

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Chegada de papai noel

Jantar de Gala dos Amigos da Península Queima de Fogos


Colônia de F é ria s | Fé ria s da m e ninada

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Alegria, descontração e muito carinho

A

ASSAPE mais uma vez prima pela qualidade e faz a diferença para dezenas de crianças que aproveitam a Colônia de Férias 2011.

As atividades começaram no dia 4 de janeiro e terminarão em breve, no dia 28. Meninos e meninas entre 4 e 12 anos praticam esporte, desenham, pintam, se divertem com atividades lúdicas e esportivas.

Piquenique, passeio pela trilha, futebol, basquete, artes, dança das cadeiras... ufaaaa! Enfim, agenda cheia para essa turma que esbanja energia e disposição. E depois de


Colônia de F é ria s | Fé ria s da m e ninada

muitas brincadeiras, nada melhor do que banho de chuveiro para aliviar o calor. Crianças felizes, protegidas, com um leque de opções para curtir as férias, enquanto papai e mamãe se dedicam às suas atividades.

Individualmente ou em grupo, esta meninada é a cara da Península: bela, forte, determinada e cheia de energia. A Colônia de Férias está terminando, mas a galerinha volta a se encontrar, no meio ano.

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AS SAPE | Te mpo de partilhar

Península também é solidariedade

A

região serrana do Rio de Janeiro é cenário da maior tragédia natural da história do Brasil. Sete cidades do estado foram atingidas pelas chuvas que começaram no dia 11 de janeiro: Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Bom Jardim, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto e Areal. Até o momento, o registro é de quase mil mortos, mas esse número cresce dia a dia. Somando com o país, a Península faz o seu papel e segue à risca a Fábula do beija-flor. Você conhece?

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“Houve um incêndio na floresta, e enquanto todos os bichos corriam apavorados, um pequeno beija-flor ia do rio para o incêndio levando gotinhas de água em seu bico. O leão, vendo aquilo, perguntou para o beijaflor: ‘Ô, beija-flor, você acha que vai conseguir apagar o incêndio sozinho?’ E o beija-flor respondeu: ‘Eu não sei se vou conseguir, mas estou fazendo a minha parte’.”


aS S ape | teMpo d e par tilhar

Anderson Maurício, funcionário da ASSAPE.

É isso, cada um fazendo a sua parte. E assim, os moradores da Península doaram água, material de higiene pessoal, roupas, alimentação, produtos de limpeza, fraldas descartáveis. Tudo foi levado até a Cruz Vermelha, em Petrópolis, pela equipe da ASSAPE. E as doações continuam.


por ta- r e tr ato | fé r iaS

pausa para a vida A pequena Julia babá. passeia com a ,e Ela adora água sita vi todos os dias a ita ve ro ap o píer e . em ag is pa bela

sio Carmem e Aloí , ho fil visitam o e t, Fi do or morad ra pa m ita ve ro ap lha, caminhar na tri ssar pa m vê quando s ria fé de as di uns a. ul ns aqui na Pení

mo A música dá rit e da ha à camin relaxa. Assim, a Thaís, morador se , ra fe do Atmos s do to ta exerci os dias pelo condomínio.

a, já rmanecem unid Família unida pe o se nã ui aq ta do. E es cícios. diz o velho dita er ra de praticar ex larga nem na ho e na gi Agostinho, Re Assim, Marina, ilège, ores do Via Priv ad Eduardo, mor . es liz fe e ntos estão sempre ju

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por ta- r e tr ato | fé r iaS

e Saúde, vitalidad . ria e muita aleg rbert, Assim é seu He dos to ha in m que ca a. os dias na trilh Para ele, a joia tá da Península es e qu s, re flo nas ioso exalam um delic ro nt ce no perfume . rk Pa n ee do Gr

adora Ana Maria, mor do Saint Barth, não dispensa a caminhada e a Boris. companhia de ço pa A trilha é o es ra pa escolhido anhã aproveitar a m o. rã ve de

muito. er e se divertir Rir, brincar, corr a st as férias de Assim têm sido e Thomaz Thiago a, ar Cl turminha: r perto, po e pr m se te asco Vicente. E o m tudo. acompanhando

o

es do ariano, morador Dianameris e M veio e qu m a família, Atmosfera, leva ecida ar Ap ia ar hiago, M de de São Paulo (T o fazer um passei total e Gabriela) para em , er aguarda no pí balsa. O grupo o lugar. harmonia com

verão tem gosto de férias, aquele momento que o poeta Carlos Drummond de Andrade descreveu tão bem: “a vida necessita de pausas”. Assim, adultos, jovens e crianças aproveitam mais as áreas verdes da Península, em total comunhão

com a natureza. É tempo de se divertir, se exercitar mais e encontrar os amigos.

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C ON CU RS O DE FOTO GRAFIA | NOSS O S VEN CEDORE S

1o lugar

Foto Corrida, de Juliana Rigotti, moradora do Península Life.

As melhores fotos, escolhidas por você “A câmera não faz diferença nenhuma. Todas elas gravam o que você está vendo. Mas você precisa VER!” (Ernst Haas)

A

Península é convite ao olhar mágico da câmera. Recantos, paisagens verdes, lindas e que retratam todo estilo deste espaço diferenciado.

Na edição de outubro, publicamos parte das fotografias enviadas pelos moradores para o I Concurso de Fotografia –

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Península: Minha casa, sua casa. Na Revista de novembro, outras fotos foram veiculadas. Todas belas, sensíveis, inspiradoras. A escolha do ganhador foi feita pelo próprio morador, que votou pela internet. Agora, divulgamos o resultado e aproveitamos para parabenizar a todos os participantes que enviaram seu material. E agradecemos a você, que participou votando.


C ONCU RS O DE FOTO GRAFIA | NOSS OS VEN CEDORE S

2o lugar

Foto Arco-Ă?ris, de Kristina Richardson, moradora do Saint Martin.

3o lugar

Foto Beleza Natural, de Markus Felipe Meissner, morador do Smart.

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e co nomi a | material e scolar

Volta Ă s aulas, hora de pesquisar


Portanto, é hora de pesquisar, principalmente para quem tem filhos na escola. Se você é uma pessoa que navega muito pela internet, pode começar por aí. Há dezenas de sites oferecendo material escolar com descontos, ofertas, e ainda entregam tudo na sua casa. Mas o olhar in loco também tem suas recompensas. Procurar grandes papelarias, pechinchar, pode render alguns descontos e economia significativa. Outra forma de gastar menos é reunir três ou quatro mães e comprar no atacado. A redução pode chegar a

25% no atacado. Outro detalhe: analise a lista de material escolar do seu filho. Algumas escolas colocam itens que são de responsabilidade da instituição de ensino, e você acaba pagando a conta do colégio. No mais, é curtir essa fase do filhote, ensinar, educar, mostrar que cuidar do material escolar faz bem ao bolso e ao planeta. Se um livro didático é passado pra frente, muitas árvores deixam de ser cortadas. E ele não vai aprender apenas matemática, português, biologia, etc. Vai aprender a se tornar um cidadão. Boa aula!

e co nomi a | material e scolar

O

ano novo transborda de desejos de paz, amor e saúde, mas também de muitas despesas e contas para pagar. Janeiro é mês de IPVA, IPTU e volta às aulas. E tudo isso depois da sangria do Natal e de muitos presentes. Pelos menos é assim para grande parte dos brasileiros.


En trevi sta | Vini ci us Le ite

É de casa

S

aber cuidar do próprio dinheiro é difícil e coisa séria, ainda mais quando o mercado passa por crises financeiras e a estabilidade bate à porta de muita gente. Será que a crise que assustou o mundo no ano que passou? Investir em ação é bom negócio? Quem vai responder pra gente é o seu vizinho, Vinicius Leite, morador do Mandarim, Economista formado pelo Ibmec, um especialista no assunto.

Revista Península: Qual é a sua área de atuação no mercado financeiro? Vinicius Leite: Trabalho no mercado financeiro, sou formado em economia, assessor de investimento e sócio da RPI Investimentos no Rio de Janeiro. A sede da empresa fica em Porto Alegre, com filiais também em Florianópolis e São Paulo. O nosso trabalho é aconselhar e assessorar os melhores fundos de investimento para os nossos clientes.

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Revista Península: Como é o investimento em ação no Brasil? Vinicius Leite: Apenas 1% da nossa população investe em ações, é um número pífio comparado com países como os Estados Unidos, onde o número alcança quase 80%; e no Japão, 90%. A Bovespa tem como meta aumentar esse número para 5% em cinco anos. E com relação às empresas – são cerca de 300 de companhias de capital aberto, um número razoável para um país em desenvolvimento. A previsão é que passe de 500 empresas nos próximos três anos.

Revista Península: Por que esse número ainda é tão pequeno, tanto para empresas como para pessoa física? Vinicius Leite: A nossa cultura foi sempre de poupança, mas percebe-se que as pessoas estão migrando para investimentos que tenham maior rentabilidade, como fundo de ações ou fundo de novos mercados. Além disso, o cidadão ainda tem pouco conhecimento sobre mercado financeiro, e por isso o receio, acredita que pode perder tudo se uma empresa falir. Antes de quebrar, a empresa dá sinais para o mercado de que isso vai acontecer. Revista Península: Para as pessoas que ainda têm receio de investir na bolsa, qual sua dica? Vinicius Leite: Para cada perfil há um tipo de in-


Revista Península: Existe um valor mínimo para realizar um investimento? Vinicius Leite: Não há um limite para aplicar na bolsa de valores, o investidor pode aplicar 50 ou 100 reais se quiser, não há um mínimo nem um máximo. Já para os fundos de investimento há um valor mínimo, dependendo do tipo de investimento que o cliente deseja fazer. Revista Península: Dizem que comprar ações quando a bolsa está em baixa é uma boa escolha. É mito ou é verdade? Vinicius Leite: O mercado é aleatório. Nunca está tão barato que não possa ficar ainda mais barato, e nunca está tão caro que não possa ficar mais caro, quem dita é o mercado. O importante é analisar bem a ação que está comprando, pesquisar a empresa. Há muita gente especulando no mercado, querendo transformar centavos em reais. Por isso é fundamental buscar uma assessoria, sobretudo para quem está começando. Não só o mercado, muitas vezes os próprios os bancos empurram produtos de prateleira para o cliente, como fundo de investimentos com taxas altíssimas,

que cobra 4% de taxa de administração ao ano, que no final de um ano gera um custo alto. A pessoa que assinou o contrato não percebeu, não foi orientada pelo gerente, que fez o papel dele de vender o produto. Revista Península: Qual é a projeção para mercado financeiro e a economia para este ano de 2011? Vinicius Leite: Tenho prestado muita atenção na performance das commodities de empresas ligadas aos mercados de carne, café e principalmente minério – com a Vale do Rio Doce –, já que a China vai continuar importando minério de forma exponencial. Outro setor que merece atenção é o da infraestrutura. Confiamos nas empresas de shopping centers e varejo, devido ao crescente número de novas vagas de emprego, o que gera um aumento da distribuição da renda e do poder de compra. O discurso do novo presidente do Banco Central foi de controlar a inflação – já que ela está em alta. Muitas pessoas erram ao pensar que a instituição tem como prerrogativa promover o crescimento e intervir no dólar. Mas não. O papel do BC é manter a inflação sob controle e o poder de compra permanente. Então, para 2011, a projeção para a inflação é de 4,5 a 5%.

En trevi sta | Vini ci us Le ite

vestimento. Por exemplo, o jovem é mais propenso a correr riscos, ao passo que uma pessoa já mais estabilizada profissionalmente procura um fundo de investimento que terá um mínimo possível de ações ou em mercado futuro. A título de ilustração, essa pessoa provavelmente terá 80% de fundo investimento que podem variar em investimento de multimercado, fundo de investimento em ações, renda fixa, e os outros 20% em ações diretas e mercado futuro. Outra dica é que se deve pensar a longo prazo, e não a curto prazo, quando se investe em ação.


e ntr e viS ta | viníCi U S le ite

Revista Península: Você disse que a meta do governo é controlar a inflação, mas essa ação não pode prejudicar o crescimento do país? vinicius leite: Sim. Essa medida irá influenciar no crescimento. Mas se não houver interferência e o país continuar crescendo, será até um pouco de irresponsabilidade, pois vamos crescer gastando mais do que podemos. Acredito que em 2011 tenhamos um mix de políticas monetárias e fiscais para conter a inflação. A única solução a curto prazo seria o aumento dos juros. Estamos prevendo uma taxa de juros em torno de 12 a 13%. E, em se tratando de investimentos, se houver essa alta, não é boa opção aplicar em títulos pré-fixados. A recomendação é investir nos títulos pós-fixados. revista península: O que pode influenciar para que o mercado financeiro brasileiro não tenha bom desempenho este ano? vinicius leite: Acredito que a Europa e os Estados Unidos possam influenciar o mercado financeiro. Com relação à economia americana, temos que ficar atentos à taxa de desemprego, que é um dos parâmetros para analisar se a economia está aquecida ou não. No início de janeiro, um banco em Orlando, na Flórida, quebrou, e isso não afetou em nada a Bolsa de Valores no Brasil, que na ocasião encerrou a semana em alta. Demonstra que a nossa economia está sólida, percebemos que há um descolamento da nossa bolsa com a americana. Mas é claro que se houver um crash nesse país, o Brasil também será abalado. Mas o impacto será menor que em

épocas anteriores, até porque não dependemos tanto assim do capital externo, e isso gera confiança na nossa economia. Foi o que aconteceu, tivemos algumas turbulências em 2010, e o capital estrangeiro não saiu. Pelo contrário, houve maior ingresso desse capital, principalmente com a capitalização da Petrobras. revista península: Mudando de assunto, conta pra gente, você mudou para a Península há 1 ano e está noivo. Qual foi a motivação maior dessa escolha? vinicius leite: Por ser um lugar mais pacato e tranquilo aqui na Barra, e ainda tem quadra de tênis, a trilha, ou seja, para mim é um condomínio completo. revista península: Qual o lugar de que mais gosta aqui no condomínio? vinicius leite: Sem dúvida, as quadras de tênis. Jogo desde os 12 anos, já fui federado e competia, mas tive um problema no joelho então tive que parar. Agora só jogo por hobby, duas a três vezes por semana, quando sobra tempo.

“Por isso é fundamental buscar uma assessoria, sobretudo para quem está começando. Não só o mercado, muitas vezes os próprios os bancos empurram produtos de prateleira para o cliente, como fundo de investimentos com taxas altíssimas, que cobra 4% de taxa de administração ao ano, que no final de um ano gera um custo alto.”

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En trevi s ta | Eli sa bete T h omas elli Nogue ira

Conselheiro Comunitรกrio


Revista Península: A Península é um espaço belo, harmonioso, para um público que investe e acredita na qualidade de vida. Como conheceu esta localidade e desde quando mora aqui? Elisabete Thomaselli Nogueira: Resido na Península desde o início de 2010. Na busca de um sonho familiar, precisávamos reunir as expectativas de cada um. Meu marido queria, a princípio, morar em uma casa; com duas filhas quase adolescentes, eu precisava urgentemente de espaço, conforto e segurança. Além disso, sou fã e defensora da natureza, adoro ambientes abertos e locais bucólicos, e encontramos um pouco disso tudo na Península. Até dentro da própria Península, acabamos escolhendo um recanto onde há pouquíssimo movimento de carros e pessoas. Revista Península: E o que destacaria como mais importante para você e sua família? Elisabete Thomaselli Nogueira: O que é essencial mesmo é paz de espírito, saúde e união. Revista Península: A senhora é Conselheira Comunitária, e seu

esposo, Síndico. Como é trabalhar pela comunidade? Elisabete Thomaselli Nogueira: Venho desenvolvendo atividades comunitárias esporadicamente por toda a minha vida. Doo sangue habitualmente e visitei orfanatos, creches e abrigos inúmeras vezes. Recentemente, estive envolvida em projetos sociais relacionados ao ensino de informática para adolescentes da rede estadual e também para comunidades de economia solidária. Todos podem fazer algo pelo grupo, qualquer que seja a tarefa: fazer compostagem, separar óleo para reciclagem, recolher lixo na praia, plantar árvores, repensar atitudes... usar hoje mesmo a criatividade, habilidades e conhecimento para construir uma vida melhor para todos. Estamos todos interligados pela vida na Terra.

En trevi s ta | Eli sa bete T h omas elli Nogue ira

S

eguimos com a apresentação dos Conselheiros Comunitários da ASSAPE – Associação Amigos da Península. Nesta edição, é a vez da senhora Elisabete Thomaselli Nogueira, Analista de Sistemas, trabalha na Petrobras desde 2002, é certificada em Projetos/PMP, especialista em SAP, mestre em Computação Gráfica pela UFRJ/COPPE Sistemas e doutoranda pela UFRJ/Engenharia Civil. É casada com Marcelo Vasques de Oliveira, Analista de Sistemas e empresário, e mãe da Camila, 12 anos, e da Daniele, 10. Moradora do Via Privilège.


En trevi s ta | Eli sa bete T h omas elli Nogue ira

Não há como se isolar ou pretender ser superior a qualquer um ou qualquer forma de vida. Nessa cadeia de energia e espaço determinados (confinados no orbe terrestre), tudo se relaciona e interage, interferindo nos nossos anseios e nas nossas decisões individuais. Por um lado, quando nos expomos, saímos da zona de conforto e também do anonimato, estamos sujeitos a críticas, sobrecargas e momentos de dúvida, tudo isso em uma intensidade maior. Por outro lado, existem sempre surpresas agradáveis, com grandes alegrias, ampliação do círculo de amizades e renovação pessoal. Faço estas colocações porque quero deixar claro o recado de que todos nós podemos participar de alguma forma para a melhoria do planeta, tenham certeza disso. Independe de ter esta ou aquela habilidade ou até mesmo dinheiro; basta ter vontade forte e começar imediatamente. É uma troca magnífica de conhecimentos, energia e vida. Revista Península: Na Península, são realizados muitos eventos. Os moradores se reúnem para comemorar as datas mais festivas do ano. Suas filhas participam? Qual a festa mais importante do calendário para a sua família? Elisabete Thomaselli Nogueira: Minhas filhas já participaram de algumas atividades programadas nos parques da Península, e considero esses eventos bastante integradores e importantes para nossa comunidade. Estivemos presentes no Dia das Mães, Dia das Crianças e também no Natal da Península. Considero importante mesclar atividades distintas, e nesse

contexto, destaco o evento de Natal, que contemplou atividades para crianças e adolescentes, doações, apresentação e venda de serviços, e até um teatro de fantoches e um show pirotécnico. Revista Península: Na virada de ano, ocorreu a primeira queima de fogos na Península. Como essa iniciativa foi recebida em seu condomínio? E o evento deve entrar para o calendário da Península? Elisabete Thomaselli Nogueira: Nesse primeiro ano de ocupação do condomínio Via Privilège, tivemos uma festa de réveillon no prédio com 200 pessoas presentes, de onde pudemos ver a queima de fogos organizada pela ASSAPE. Foi magnífico! Todos gostaram, e encaminhei os agradecimentos à organização e execução. Esse momento deve se repetir, sem dúvida alguma. Revista Península: perguntas e respostas rápidas. A área mais bonita da Península: A trilha do manguezal. O espaço que mais aproveita: Aproveito muito pouco; talvez seja a trilha mesmo. Um hobby: Praticar ioga, ler, música clássica. Viver é... Difícil; é uma arte. 2011 será um ano de... Renovação.


E ntrevi sta | Ma g ali Ri beiro Maia

Saúde em Casa

A

médica Magali Ribeiro Maia, moradora da Península, é coloproctologista, especialista em colonoscopia, com mestrado em aparelho digestivo e coloproctologia. Formada pela UFF – Universidade Federal Fluminense – e com residência médica no Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo, hoje atua nos hospitais Quinta D’Or e Real Cordis, ambos no Rio de Janeiro. Ela é mãe da Raquel e da Victoria e faz um alerta sobre a incidência do câncer de intestino. Um tema duro, mas sobre o qual é preciso estar informado. Atenção ao que você come ao longo da vida. É um bom começo para a prevenção.

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Revista Península: Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer do intestino está no topo da lista, é um dos mais incidentes no Brasil, e não escolhe sexo. O diagnóstico precoce salva vidas? Dra. Magali Maia: O câncer de cólon do intestino é o terceiro câncer com maior incidência na população, tanto no homem como na mulher, com certa prevalência para os homens. A doença tem cura, e seu maior aliado no diagnóstico, realizado através do exame de colonoscopia, é o tempo. Porque se a doença estiver limitada ao intestino, a chance de cura sobe para 70% de sobrevida, isto é, de cura. E a oportunidade de uma vida livre de tumor por anos. Um dado importante: 70% dos casos de câncer de cólon são diagnosticados no lado esquerdo; os outros 30%, no lado direito. A colonoscopia precisa ser vista da mesma forma que a mamografia para mulher e o exame de próstata para o homem. É essencial para o diagnóstico precoce. O exame não só detecta o indício de câncer, como de outras doenças anorretais. O ideal é realizar o exame a partir dos 50 anos. No entanto, atualmente, 5 a 15% dos tumores são diagnosticados em adultos na faixa dos 40 anos, um número bem significativo. Nosso maior desafio na realização do

exame é o preconceito por ser tratar do intestino, sobretudo na população masculina. Revista Península: Por que a incidência maior no lado esquerdo do intestino? Dra. Magali Maia: Acreditamos que é por ser a região onde está o trânsito fecal. Os tumores são mais comuns na região retossigmoide, o que também é mais fácil de diagnosticar. Sendo que sintomatologia do tumor difere dependendo do lado em que for encontrado. Revista Península: Então cada lado apresenta sintomas diferentes? Explique isso para a gente. Dra. Magali Maia: Os sintomas são variados. Quando o tumor está localizado no lado esquerdo do cólon próximo à saída das fezes, o comum é o sangramento ao evacuar. Mas há outros além do sangramento, como a sensação de


e ntr e viS ta | MaGali rib e ir o Maia

dor e desejo contínuo de evacuar. Já no lado direito, são sintomas mais sutis: estufamento, emagrecimento e anemia. Apesar desses sinais, o mais importante é perceber se houve alguma alteração no seu organismo, sobretudo no comportamento evacuatório. revista península: Por que o aumento do número de casos em pessoas mais jovens, na faixa dos 40 anos, como citado anteriormente? dra. Magali Maia: Tem muito a ver com hábitos individuais, ingestão de carnes, consumo excessivo de alimentos industrializados, gordura animal e bebida alcoólica, ritmo de vida, contato com produtos químicos, tabagismo e pouca ingestão de fibras. revista península: E a prevenção? Dra. Magali Maia: A orientação é realizar a colonoscopia de rotina a partir dos 50 anos, para fazer um check-up do seu cólon. Mas caso haja um histórico familiar de câncer de intestino ou se houver qualquer alteração do hábito intestinal, o recomendável é iniciar mais cedo sua investigação, em torno dos 40 anos. Ao realizar o exame, investiga-se se há pequenos nódulos no intestino, chamados de pólipos. O exame é eficiente, benéfico e conclusivo. É igual a uma endoscopia, não há desconforto. Se o resultado do exame for negativo, o próximo será feito cinco anos depois. No entanto, se houver um pólipo maior que um 1 cm, o ideal é fazer exame anual. Além do câncer do cólon, é possível diagnosticar outras doenças muito comuns na idade adulta, como colite e problemas vasculares. O câncer de intestino ocorre quando o pólipo, um tumor benigno, vai crescendo ao longo dos anos e se torna maligno. Ele aumenta de tamanho a cada 6 meses. Por isso, quanto mais cedo a realização do exame, melhor, pois com um pólipo maior que 3 cm, há 90% de chances de ser maligno. Ao retirá-lo no tempo certo, o paciente não irá desenvolver um câncer. revista península: Pessoas que já tiveram alguma doença no intestino antes dos 50 anos têm mais propensão a desenvolver um pólipo? dra. Magali Maia: Há algumas doenças predisponentes para o aparecimento do câncer, como por exemplo, colites (inflamações do intestino) prolongadas e crônicas. Além disso, a hereditariedade é fator importante para o rastreamento da doença. Quem já

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teve algum parente com câncer no cólon do intestino deve ter um acompanhamento antes dos 50 anos. Nesse caso, se a pessoa tiver 18 anos, por exemplo, o rastreamento inicial pode ser feito através de um exame de fezes. Não é 100% fiel, mas é um bom diagnóstico inicial. Com menos de 40 anos, o recomendável é consultar um proctologista, e realizar a colonoscopia. É bom esclarecer que a hemorroida, como muita gente acredita, não é um dos fatores predisponentes para o câncer do cólon retal. revista península: Uma pessoa que está no estágio 1 e que tenha retirado o pólipo tem chances de desenvolver outro? dra. Magali Maia: Tem. São as chamadas lesões sincrônicas, isto é, na mesma época pode haver pólipo em vários lugares. Por isso é feito um estudo total do intestino durante a colonoscopia. Porém, depois que foi realizada a operação e a retirada do tumor de intestino, em que havia somente um pólipo, é mais raro de surgir outro, porque há um acompanhamento. Possivelmente, se ocorrer, o paciente tem uma predisposição genética. O mais importante é manter ao longo da vida uma alimentação balanceada, com ingestão de fibras e água, realizar atividades físicas regulares e fazer o primeiro exame aos 50 anos de idade. Pois como eu disse anteriormente, o nosso maior desafio é o preconceito. Se o morador da Península quiser tirar dúvidas, há um projeto, chamado Diretrizes, da Associação Médica Brasileira (AMB), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Conselho Federal de Medicina (CFM), em conjunto com o Ministério da Saúde, em que o público tem acesso a informações sobre esta enfermidade e outras, através do endereço virtual http://www.projetodiretrizes.org.br.

Para prevenir, abuse da alimentação balanceada, com ingestão de fibras, água e não deixe de realizar atividades físicas.


Cantinho d o Mor ad or | olhar fe Minino

Cantinho do Morador

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Acervo Cultural, reunido pelo curador da Península, Evandro Carneiro, reúne peças de diversos artistas, como Franz Weissman – um dos mais significativos artistas do século XX –, além de Zélia Salgado, Sônia Ebling, Ascânio MMM, Emanoel Araújo, Caciporé Torres, Rubem Gerchman, Vera Torres, Nicolas Vlavianos e Mario Agostinelli. Rico, importante, belo. E a forma de admirar a arte é única e individual. E é esse olhar que mostramos agora, da moradora do Quintas da Península, Ingred Lindbeck Vieira. Uma jovem de 18 anos que cursa fotografia e traz a sensibilidade da imagem na

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alma. Ela fez seu primeiro curso de fotografia em Miami, quando esteve em um colégio interno. Posteriormente, realizou outro curso em Angola, e hoje, no Brasil, vem se especializando mais. Ingred captou o universo feminino nas esculturas. Resultado: um trabalho artístico, forte, de doce beleza, que soma com todo este espaço privilegiado chamado Península.


Cantinho d o Mor ad or | olhar fe Minino Outras fotos de Ingred: http://www.facebook.com/pages/MissingPhotography/174498069236812

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Cur io si dade | Pr evi sõ es para 2011

Bons fluidos

Por Kika Menezes

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imaginário popular está povoado por fadas, duendes, bruxos, magias, cartomantes, gente que vê e prevê o futuro. A famosa bola de cristal e o espelho mágico não são apenas contexto de histórias infantis, mas desejo secreto de muita gente. Quantas pessoas procuram desvendar o futuro, saber se vai ter saúde, se vai ganhar dinheiro ou encontrar um novo amor? Você se situa nessa fatia imensa da população? Na virada do ano, aparecem os mais variados “bruxos” dando a receita da felicidade para o ano que vai nascer. Outra legião afirma que nesse ano novo teremos isso ou aquilo. Então vamos fazer um trato agora e conferir se algumas dessas profecias foram cumpridas.

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Passeando pela internet, encontrei vários sites do mundo esotérico dando previsões para 2011. No mundo da política, há quem diga que a nova Presidente chegará ao final deste novo ano com a popularidade em baixa por causa da crise financeira mundial; há até um previsão de morte para um político muito conhecido, não darei o nome, mas ele tem mais de 80 anos,

portanto... vai saber, não é mesmo? No mundo das celebridades, a coisa também anda feia. Há previsão de morte para diversos atores e atrizes. “Pé de pato, mangalô três vezes”, como dizem os antigos na hora de isolar uma má notícia. Gente, o “adivinhodobro” anda a toda no mundo virtual. Mas vamos fazer o seguinte. Vamos olhar para o mundo real. Vamos fazer a nossa parte. Trabalhar, construir, viver com amorosidade, gentileza, cidadania. Se a gente fizer a nossa parte, com certeza o universo vai conspirar a favor: do bem, da paz, da vida. Ah, joga tudo isso no seu caldeirão – aquele no meio no peito, forte, vibrante –, que vai dar certo. Acredite. Em você.


PENÍN SU LA | ES TA ÇÃO ELEVATÓ RIA DE E SGOTOS

Península, de portas abertas para o futuro

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erá inaugurada, em breve, a obra de implantação do esgotamento da bacia da Avenida Via Parque e áreas periféricas. Resultado do trabalho conjunto da iniciativa privada e o poder público. A PPP – Parceria Pública-Privada – entre a CEDAE, RJZ/Cyrella e Carvalho Hosken foi assinada no Palácio do Governo em 26 de junho de 2009. O trabalho de negociação foi feito pela CCBT – Câmara Comunitária da Barra da Tijuca. A obra compreende uma rede que se inicia no Via Parque Shopping, interligando a Gleba F, a Península e todas as ligações ao longo da Via Parque, tendo ainda uma elevatória próxima à Leroy Merlin, seguindo para a ETE – Estação de Tratamento de Esgoto – da Barra da Tijuca. Essa parceria vem ratificar a conscientização de responsabilidade ambiental das empresas envolvidas, da comunidade exercendo o seu poder de articulação e do Governo Estadual e da Cedae pela abertura na negociação visando a preservação do meio ambiente. Essa obra faz parte dos compromissos ambientais firmados com o Comitê Olímpico Internacional, para a escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Tanto as Olimpíadas como a Copa do Mundo de 2014 vão trazer muitos benefícios para o país, para a cidade do Rio de Janeiro e especialmente para a Barra da Tijuca, palco dos jogos.

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PENÍN SU LA | ES TA ÇÃO ELEVATÓ RIA DE E SGOTOS

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conceito de sustentabilidade virou “modismo” no século XXI, mas para a Carvalho Hosken é compromisso de décadas. Na Península, esse novo movimento pode ser observado desde a concepção de todo o projeto, criado há mais de 20 anos, até as ações empreendidas no dia a dia. E esta obra agrega mais valor ambiental às construções da Península, da Gleba F e do Complexo O2. Nesse novo sistema, também serão incorporados diversos empreendimentos comerciais na vizinhança da Península, dentre os quais destacamos: Via Parque, Tok Stok, Casa Shopping, Leroy Merlin, Kartódromo e Hospital Unimed. O sistema funcionará assim: os efluentes sanitários coletados serão tratados na Estação de Tratamento da Barra, e a destinação final será o emissário submarino da Barra. Com isso, não será necessária a construção de estações de tratamento de esgoto dentro do condomínio. Se os Jogos Olímpicos de 2016 trazem um crescimento de 40 anos em 5 para a cidade, a visão de futuro da RJZ/Cyrella e Carvalho Hosken agrega valor, soma e, mais que isso, multiplica com o planeta. São pequenas ações, aqui e ali, diante da grandeza do universo, que o manterá vivo para quem mais chegar.

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Reciclagem, controle da emissão de gás carbônico, energias alternativas e ecoempreendimentos estão na pauta diária de trabalho dessas empresas.

A Península, por sua vez, já é uma imensa evolução ecológica. Ela é o primeiro bairro ecológico do Brasil. Sua consciência ambiental começa pelo seu perímetro urbano, que acolhe uma trilha ecológica com quatro quilômetros de extensão, com vegetações de mangue e restinga recuperadas pela Carvalho Hosken ao longo dos últimos 30 anos. Ali, ainda podemos ver toda a fauna e flora nativas da região. E agora, mais um passo grandioso em direção ao futuro sustentável. É o futuro se fazendo nas ações do presente. A previsão é que o sistema atenda a uma população futura de 100 mil habitantes. A Estação Elevatória Península tem capacidade de 450 litros de esgoto por segundo, 980 m de tubulação de 800 mm de diâmetro e a linha de recalque com 800 m de extensão e diâmetro de 630 mm. Investimento de 9 milhões de reais. Por mais que a obra embaixo da terra não apareça, o morador da Península perceberá a mudança ao longo do tempo. O cheiro da lagoa, reclamação de muitas pessoas, melhorará sensivelmente.


A Estação Elevatória de Esgotos Península é parte integrante do “Programa de Saneamento da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes”, implantado pela CEDAE. Está localizada na Avenida Escritor João Cabral de Melo Neto, esquina com a Avenida Luís Carlos Prestes, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

pe nínS U la | eS taÇÃo e le vatÓ r ia d e e S GotoS

Registramos que a solenidade de inauguração da obra estava agendada para o último dia 14, mas por causa das chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro, o Governo Estadual adiou, e ainda não foi anunciada outra data.

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enS aio e S por tivo | fU te vôle i

é bola, é paixão a Leandro a ajeita o nh ri ca bola com para sacar. tal. Concentração to

Bola na rede é não... gollllllllll. Aqui ta é ponto e mui diversão. Daniel Na sequência, se prepara para a saltar e finalizar jogada.

Afinados. Belo entre toque de bola oe a dupla Gustav Leandro.

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ão importa de que maneira é o jogo, se o terreno é de areia, a bola é diferenciada e se tem uma rede no meio da quadra.


da Toda a beleza o dr an Le . jogada para ito pe de passa Bernardo...

É fato: futebol encanta, é paixão nacional, e por isso mesmo tem as suas variantes, como o futevôlei. E foi batendo uma bolinha aqui e outra ali, que há 4 meses, esse grupo de amigos resolveu

enS aio e S por tivo | fU te vôle i

de É chuva... mas de e ss pa areia. No o no nh ba Gustavo, o r. outro jogado

ada: Dupla sintoniz de Rodrigo pega peito o saque, el enquanto Dani ver fica atento para ea a direção em qu bola vai.

volve ... Bernardo de para Leandro de cabeça.

brincar de bola também na areia, em vez de ficar somente no campo de grama. Aqui não tem dupla certa, o que vale é amizade e o prazer de jogar futebol.

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Revista Península Nº19  

A Revista é uma ferramenta de interação e de comunicação para os moradores do condomínio Península.

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