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NOROESTE | SEXTA-FEIRA, 08 DE OUTUBRO DE 2021

s a ç n a i Cr Dia Das

Criança

Luz do mundo (esperança)! No dia 12 de outubro comemoramos o Dia da Criança! A infância é um período importantíssimo, porque ela desenvolve todas as habilidades que se tornam naturais, criando adultos mais fortes, seguros e bem-sucedidos na vida pessoal, social e profissional. E são capazes de construir melhores laços afetivos e relações mais saudáveis e felizes. Saber ouvir um não, aprender a lidar com limites e reveses, controlar impulsos e colocar-se no lugar do outro são algumas das situações características da infância que exigem inteligência emocional, por meio das quais podemos estimulá-la. O poder de tolerar é importante para que os pequenos saibam distinguir o mundo real da fantasia que é tão presente na infância. O Jornal Noroeste traz neste Caderno Especial informações sobre audição, hipertensão infantil, saúde bucal, inteligência emocional e sugestões de deliciosos lanches para as crianças. Aliado a isso, profissionais qualificados de nossa cidade apresentam temas vividos em seus consultórios que têm chamado a atenção e que precisam ser abordados, para evitarmos problemas futuros. Tudo para que nossos “picorruchos” possam ter uma infância saudável e promissora, formando cidadãos felizes no futuro.

Caderno integrante do Jornal Noroeste. 08 de outubro de 2021 Não pode ser vendido separadamente. Produção: Eunice Arsand, Taciara Vargas e Márcio Wachholz.

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Sugestões de

Saudáveis

Lanches para crianças

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Sanduíches criativos

Fazer os pequenos comerem alimentos saudáveis não é uma tarefa fácil. Os novos hábitos precisam ser introduzidos na rotina das crianças de forma gradual e, claro, com muito sabor.

Picolé de morango e iogurte

Bolinho de abobrinha Ingredientes 2 pães franceses 2 gemas de ovo cozido 3 colheres de sopa de maionese 2 cenouras raladas Frutas picadas Arrume num prato estes deliciosos ingredientes, formando carinhas e bichos. As crianças vão amar.

Ingredientes: 200 g de morangos maduros passados no liquidificador, 200 g de iogurte grego, ½ xícara de leite e 2 colheres de açúcar Misture os ingredientes e coloque em forminhas de picolé. Colocar no freezer por 3 horas e está pronto.

Rolinho folha de couve

A couve é uma ótima opção de lanche saudável. Ingredientes: 1 folha de couve Cenoura e beterraba ralada Frango cozido e desfiado Maionese pronta light Preparo: Lave a folha de couve, retire a parte grossa do talo e coloque em água quente para amaciar a folha. Espalhe o recheio sobre a folha e enrole fazendo um pacotinho. Você pode usar sua criatividade e criar novos recheios.

A abobrinha é deliciosa na alimentação das crianças e rica em vitamina A, C e em vitaminas do complexo B. Ingredientes: 3 xícaras de chá de abobrinha ralada⁣⁣ 1 xícara de chá de cenoura ralada⁣⁣ 2/3 xícaras de chá de farinha de trigo⁣⁣ 2 ovos levemente batido⁣⁣ Pitada de Sal, Pimenta-do-Reino, orégano⁣⁣ Fazer bolinhos para assar ou fritar. Fica ao seu gosto

Lanche com banana

Pizzas de berinjela

A rodela de berinjela pode se tornar uma deliciosa pizza. Ingredientes: Berinjela em rodelas Molho de tomate Queijo fatiado Tomate cereja Sal, orégano, azeite e pimenta e manjericão Montar a pizza colocando: rodela de berinjela, molho de tomate, queijo, tomatinhos e temperar. Por último colocar azeite em cima e assar.

Docinha e com ótima consistência, a banana costuma ser bem aceita pelos pequenos. Rica em fibras, potássio e vitamina, a fruta pode ser muito utilizada nos lanches de todos os horários da criança. Ingredientes: 4 bananas amassadas 2 ovos batidos 3 colheres de farinha 1 colher de aveia Sal, mel e azeite Misturar todos os ingredientes e numa frigideira pequena fazer pequenas panquecas. Para servir coloque rodelas de banana em cima e coloque um pouco de mel.


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Importância do Teste da Orelhinha

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audição é um mecanismo complexo, consiste em várias estruturas anatômicas desde os níveis mais periféricos - como o pavilhão do ouvido - até os níveis centrais, como o córtex auditivo – que é a área auditiva no cérebro responsável por interpretar os sons. É um dos sentidos primordiais para uma comunicação humana eficiente e eficaz, e infelizmente cerca de 10 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência auditiva em menor ou maior grau, e suas causas podem variar. A deficiência auditiva que impede as pessoas de viver em sociedade é o mais incapacitante distúrbio da comunicação, e devido a perda de sensibilidade auditiva resulta na perda de células auditivas, acarretando assim a perda auditiva. Os exames auditivos devem ser encarados como qualquer avaliação de rotina, sendo realizados pelo menos uma/duas vezes por ano com profissional habilitado - audiologista - o qual possui graduação em Fonoaudiologia com especialidade na área de audiologia. Para avaliar a audição existem exames que são indicados conforme a idade e a queixa do paciente. Para os recémnascidos, a Triagem Auditiva Neonatal (TAN) inclui o “Teste da Orelhinha” como sendo o exame indicado para detectar possíveis alterações da audição. Por este motivo, saiba por que é importante fazer o teste.

A audição é essencial para o desenvolvimento da linguagem e fala, pois é capaz de detectar alterações auditivas em bebês recém-nascidos. Após a sua realização é possível iniciar o diagnóstico e o tratamento adequado das alterações auditivas precocemente. O teste é feito com um equipamento de triagem auditiva neonatal que emite sons de fraca intensidade. A resposta involuntária do ouvido interno do bebê é captada pelo equipamento, é rápido, não causa dor e não tem contraindicações. Quando fazer? As crianças devem fazê-lo idealmente no primeiro mês de vida ou antes de completarem três meses de vida. Tornouse obrigatório determinado pela lei 12.303, em 2010. Condições do bebê: bebê precisa estar calmo, sem dor ou desconfortos e de preferência dormindo. O resultado é anotado na caderneta de vacinação do recém nascido. Além disso, existem outros exames que avaliam a audição: Imitânciometria/ Impedânciometria - indicado para avaliar as condições de orelha média, em caso de suspeita de infecção. Dê ouvidos ao direito do seu filho, garantindo uma vida saudável, feliz e de pleno e adequado desenvolvimento. Santa Rosa/RS: Prédio CORDIS - Rua Guaporé, 945 – sala 402. Fones: (55) 9.9927.5577

Consequências da pandemia: aumento da ansiedade e depressão em crianças e adolescentes Em decorrência da vacinação da população brasileira o número de mortes e infectados pela covid-19 diminuiu, com isso passamos a ter maior flexibilização nas normas de distanciamento. Apesar disso, as consequências da pandemia continuam presentes no cotidiano de todos. No aspecto psicológico de crianças e adolescentes podemos verificar o aumento da ansiedade e depressão. Estes problemas psicológicos podem afetar as pessoas em qualquer fase, mas as crianças e os adolescentes acabam sofrendo muito mais por conta da imaturidade e pouco conhecimento sobre a vida. É muito comum eles se sentirem inseguros e terem pensamentos sobre morte, principalmente dos pais e das pessoas queridas, causando a eles uma angústia em razão do medo da perda daqueles que os protegem e oferecem segurança. A ansiedade nesse período deixa-os mais aflitos e inquietos, gerando maior angústia, medo e até mesmo insatisfação com a vida. Muitos acreditam que crianças não tem depressão e confundem certos sintomas do transtorno com birra, mas crianças podem sim desenvolver este problema. Quando uma criança ou adolescente apresenta falta de motivação, irritabilidade frequente, mudanças no apetite, alterações no sono e baixo desempenho escolar é importante ficar atento, principalmente neste período que estamos ainda vivendo as consequências da pandemia. Segundo dados disponíveis da UNICEF, globalmente, pelo menos uma em cada sete crianças foi diretamente afetada pelo lockdown. De acordo com o

Rua Fernando Ferrari, 315 - Centro Médico - Tel.: 3512-5222 - Santa Rosa

estudo, a ruptura com as rotinas, a educação, a recreação, preocupação com a renda familiar e com a saúde estão deixando muitos jovens com medo, irritados e preocupados com o futuro. Embora ainda estejamos aprendendo sobre o impacto da pandemia na saúde mental existem maneiras de amortecer esse impacto, incluindo priorizar o acesso ao tratamento psicológico. E qualquer abordagem deve incluir atenção aos pais e responsáveis, pois sabemos que as crianças e adolescentes se saem melhor quando seus pais são física e mentalmente saudáveis. Para tratar esse problema é necessário buscar atendimento especializado. Por fim, independente das mudanças que a pandemia provocará no mundo é importante focarmos no agora. Portanto, precisamos viver e ensinar nossos filhos a viverem um dia após o outro com responsabilidade, cuidados, segurança e acima de tudo tentando rever as suas prioridades e entender o que podem mudar no hoje para que consigam colher frutos no amanhã de forma saudável. A pandemia de covid-19 gerou muitos problemas, traumas, dores e sofrimento. Mas é inegável que nos trouxe uma grande lição: somos impermanentes e precisamos aprender a viver encarando de frente a nossa finitude. Portanto, enxergar a nossa finitude permite-nos se aproximar da vida, viver intensamente cada momento, construindo uma trajetória de bem-estar a cada dia!

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bucal das Boasaúde saúde Boa

Crianças! É

bem cedo que começa os cuidados da saúde bucal das crianças. A cárie dentária é uma das doenças crônicas mais comuns da infância no mundo e até os menores dentes podem se deteriorar. Tem a preocupação também da arcada dentária, manchas nos dentes e outras doenças que só o profissional da odontologia pode avaliar.

Os hábitos diários desde bebê vão manter os dentes saudáveis para a vida toda. O flúor é um ingrediente seguro e útil, tornando difícil para as bactérias em sua boca produzirem ácidos e também reconstrói o esmalte do dente (a camada externa do dente), tornando-os mais fortes. Dicas de como cuidar da saúde bucal das crianças:

-Escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental -Usar fio dental diariamente para remover a placa que se aloja entre os dentes e abaixo da gengiva -Adotar uma alimentação equilibrada, com pouco açúcar e amido -Usar produtos que contêm flúor (inclusive o creme dental) -Ir ao dentista regularmente


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Há um gritante pedido de ajuda

recisamos nos permitir sentir para poder ouvir. Quando negligenciamos nossos sentimentos somos engolidos por nossas emoções. Raiva, tristeza, nojo, medo e até mesmo alegria, quando não sentidas, aceitas, acolhidas, experimentadas e vividas, ou seja, quando negamos ou negligenciamos as emoções, projetamos. E é justamente assim, que elas se tornam causa de doenças, mágoas profundas, traumas de infância, problemas, dificuldades financeiras e de relacionamentos. Na verdade é devastador negar o que sentimos, negligenciar o grito de dor, nosso e daqueles que nos cercam. Há uma criança ferida que mora dentro de nós, ela está ali, dentro, abaixo da armadura que polimos, lapidamos e enfeitamos para mostrar ao mundo. E é assim mesmo que todos nós fazemos para nos defendermos nesse mundinho louco em que estamos, e está tudo certo. Não nos culpemos. Mas já é hora de entendermos que, invariavelmente, essa criança ferida busca no mundo a validação e o amor que sente não ter. Se formos bem honestos, precisamos admitir que suportamos muito pouco a dor, a nossa e a do outro. Quase sempre, o mais rápido que podemos fugimos, nos distraímos com redes sociais, jogos, trabalho em excesso e outras coisinhas mais desse grande parque de distrações chamado mundo. Tudo para evitar sentir, porque pensamos que não iremos aguentar. Fazemos barulho e não silenciamos para não escutar a canção de lamento que cantamos para nós mesmos, para não reconhecer os pensamentos que alimentamos sobre nós, nossos filhos e os outros. Não nos permitimos dar um tempo para sentir aquilo que bule dentro de nós. Queremos que nossos filhos sejam felizes sem entender o verdadeiro sentido da felicidade. Dificilmente paramos para escutar o gritante pedido de ajuda por traz das dificuldades. O pedido de Amor por trás da agressividade, da ansiedade, da depressão, da hiperatividade, da dificuldade de se relacionar, da raiva, da revolta, etc. Nossa e dos que nos cercam. Tudo começa com nosso exemplo. E não há nada melhor do que a verdadeira honestidade conosco mesmos. Sentindo o que sentimos de verdade, sem mascarar. Estou triste, preocupado, ansioso, sem animo, me sinto só, desmotivado, com raiva, etc. Posso compartilhar minhas angustias com vocês? Estão dispostos a me ouvir? E eu? Estou disposto a ouvir o meu filho revoltado? Escutar nas entrelinhas seu pedido de ajuda? Permitir que conheçam minhas dores criando um ambiente saudável para que meus filhos também compartilhem o que sentem. Não tem como viver constantemente uma vida instangramável.

Nesse momento estamos saindo de uma crise sem precedentes, todos tivemos perdas em um ou outro nível, por isso é ainda mais importante esse olhar para dentro de nós e principalmente para as nossas crianças. Se estamos perdidos, imaginem eles. Ter a coragem para sermos imperfeitos. É saudável ser comum. Quando insistimos em querer ser os melhores e quando cobramos isso de nossos filhos, os ferimos a nível da alma, deixando claro o quanto nos vemos e os vemos pequenos. Se queremos viver uma vida plena precisamos soltar os padrões estreitos em que estamos confinados, ver riqueza nas diferenças, nos aceitarmos e aceitar nossos filhos com suas limitações e inseguranças. Temos que nos dar colo e dar colo... literalmente. Correr o risco sermos vulneráveis, sentindo o que sentimos, isso não é fraqueza, ao contrário, ser vulnerável é ser forte. É desde ai que pode nascer uma vida autêntica e que o verdadeiro Amor pode brotar. Todos nós, invariavelmente, temos a chispa da Luz Divina dentro de nós. Somos Amor, só que estamos longe de reconhecer nossa Riqueza Interior, por isso buscamos lá fora o que não podemos reconhecemos dentro. Vejam bem... o que eu gostaria de deixar claro nesse pequeno texto é que toda agressividade é um pedido de Amor. Toda

dor, revolta, ira, pânico... são no fundo, um pedido de Amor. Ou estamos dando Amor ou pedindo... sempre, sempre, sempre. Assim é com nossos pequenos, e com nossos adolescentes revoltados. Por traz de seus ataques e defesas, de suas armaduras e capas de proteção, por traz de sua rebeldia, está uma criança desconectada de sua essência buscando aquilo que sente não ter e que não consegue receber ou aceitar daqueles que a cercam. Não é hora de nós pais nos culparmos, todos estamos fazendo o melhor que podemos. Abro um parêntese para que fique bem claro que dar Amor não significa dizer sempre sim, deixar fazer o que quer, ser bonzinho, atender todas as exigências, não cobrar as tarefas, horário e responsabilidades. Essas coisas fazem parte do mundo operacional e precisam ser feitas. Dar Amor vai muito além. Vem de dentro, de nosso Coração, do que sentimos, da Frequência que vibramos – Amor ou medo. É isso que damos, é a oração que enviamos ao mundo. Dar Amor também não é sentir pena, poupar ou ser permissivo. Damos Amor enquanto temos que impor limites e cobramos responsabilidades. Damos Amor verdadeiramente quando reconhecemos nossa Grandeza e a dos nossos filhos (não confunda com grandiosidade ou especialismo). É saber a um nível profundo que Somos Divinos, todos nós, como uma imensa família, pais e filhos, parentes, colegas, amigos, vizinhos e cidadão do mundo. Esse mundo é uma grande sala de aulas. Estamos todos aprendendo juntos e fazendo sempre o melhor que podemos com os recursos que temos. Não existe receita, não é hora de se culpar ou de mi mi mi, é hora de dar uma guinada nesse jogo do medo. Todos juntos cultivar a Paz que mora dentro de nosso Coração e escolher o Amor para ser a resposta que damos ao mundo. Ultrapassar a capa de proteção, aceitar a criança ferida, sentir com liberdade o que de verdade sentimos, ser coerentes: pensar branco, sentir branco e fazer branco. Só assim encontraremos o grande tesouro dentro de nós e deixaremos de servir ao medo, para estarmos a Serviço do Campo de Consciência de Paz e Felicidade Autêntica, ouvindo a Luz e a Sabedoria Divina. Permitindo que guiem nossos passos e orientem as nossas decisões para que possamos estar bem atentos ao pedido de ajuda nosso e daqueles que nos cercam e, principalmente, que tenhamos sabedoria para reconhecer os pedidos de Amor de nossos entes queridos. Sirilei Steffen Gambin - Escritora/Palestrante


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Obesidade

infantil

dispara na pandemia

Estudos comprovam que 20% de nossos genes são influenciados por questões hereditárias, todo resto sendo vinculado a fatores externos, de alimentação, exercícios, amamentação, medicamentos e infecções. A pandemia da Covid-19 agravou de forma importante a obesidade infantil, hoje 30% das crianças entre 5 e 9 anos apresentam sobrepeso, devido ao isolamento social. Hoje se estima que até os 18 anos, um jovem passou 3 anos de sua vida em frente as telas, o que prejudica o sono infantil e diminui as atividades lúdicas ou convívio social, este dado também apresentou crescimento nos últimos dois anos. Vemos crianças perdendo o hábito de alimentar-se bem, com alimentos nutritivos e balanceados, frutas, carnes e vegetais. Com isso, mais de 30% das crianças com menos de 2 anos já consomem refrigerante e bebidas adoçadas com regularidade. Quanto antes ocorrer uma conscientização da população quanto à hábitos saudáveis - alimentação correta e prática de exercícios – mais conseguimos evitar o desenvolvimento da obesidade infantil, que vem

associada a tantas outras doenças crônicas, que antes eram vistas como doenças de adultos. Quanto mais cedo uma criança tiver hipertensão, mais cedo vai ter chances de desenvolver doenças cardiovasculares. A OMS recomenda uma média de 2 horas de atividade física por dia, para crianças de 2 a 5 anos, todos os dias. Jogar futebol, fazer caminhadas, corridas e natação são as atividades mais recomendadas. E se os pais acompanharem e derem o exemplo, é muito mais fácil para a criança aderir a esta vida mais saudável. Quando falamos na alimentação, as frutas são boas aliadas. Saborosas e docinhas, não costumam enfrentar grande resistência das crianças para incorporá-las ao cardápio diário. É tudo uma questão de adquirir o hábito de consumi-las, variando bem as cores, em um média de 3 a 5 por dia. Evitar processados e açúcar deve ser um hábito da família como um todo, porém com mais cuidado ainda quando falamos dos pequenos. Somos responsáveis pelo futuro que proporcionamos às nossas crianças! Dr. Pablo Mondim Py - CRM 37159 Cirurgia Cardíaca e Intensivismo

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Especial Dia da Criança  

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