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Ariana Carvalho dos Santos Mota, Carol Sofia Barros Ferreira, Carolina Paiva Ribeiro, Catarina Vieira Santos, Elsa Ferreira Moreira, Elsa Rosa Silva Coelho, Fernando Mota Soares Silva, Francisco dos Santos Mota, Francisco Gomes Vieira, Francisco João Morais Carvalho, Joana Maria da Silva Coelho, João Barreto Lopes, João Pedro Loureiro Coelho, Letícia Daniela Moreira Reis, Luís Filipe Magalhães Moreira, Luís José Pinto da Silva, Luísa Ferreira Pinto, Manuel Rodrigues Moreira, Mário Artur Gomes Soares, Marisa Clara Coelho Sousa, Marta Maria Alves Pinto, Sandra Soares Ferreira, Sara Alexandra Gomes Mota e Violeta Sofia Torres Castelo

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Violeta Sofia Torres Castelo


A magia de Natal É Natal! O Pai Natal anda pelas casas de todo o mundo a entregar presentes. Uma menina chamada Catarina estava à espera do Pai Natal. Brincava com os bonecos dela e, de repente, eles ganharam vida. A Catarina e a sua gata chamada Merlia ficaram espantadas! A menina ao ver aquilo perguntou: - O que aconteceu? Uma boneca princesa respondeu: - Olá, nós ganhámos vida! Ela disse: - E porquê? Uma boneca bailarina respondeu: - Bem, porque em todos os Natais, os bonecos das crianças ganham vida. É a magia de Natal! A Catarina tinha uma música que talvez todos gostassem. Então colocou-a e todos dançaram. De seguida, brincaram ao teatro de fantoches, às cartas, às mães e às filhas, aos ratinhos, entre outras brincadeiras. Todos gostaram! 6


De repente, ouviu-se um som cintilante vindo da porta: «Truz, plim, truz, plim…». Era o Pai Natal! A Catarina recebeu os presentes e adorou. Já era meia-noite e a magia de Natal estava a acabar. Os bonecos despediram-se da Catarina e da Merlia e voltaram ao seu estado natural. A Catarina adorou a festa com os bonecos e foi para a cama muito feliz!

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8 Fernando Mota Soares Silva


O agricultor Xavier Era uma vez um menino chamado Xavier que gostava de brincar e trabalhar no campo. Numa manhã, bem cedo, ele levantou-se, foi para o campo e levou uma pá. Ele trabalhou desde as 11 horas até às 2 horas da tarde. Mais tarde, ele voltou ao campo e cavou tudo. No fim do dia foi para casa jantar. No dia seguinte, o Xavier acordou, tomou o pequeno-almoço e foi de novo para o campo trabalhar. Ele plantou alfaces, couves, girassóis,… Depois regou os vegetais e foi para casa brincar e estudar. Passado algum tempo, o menino foi ver tudo o que plantou. Xavier levou para casa as plantas e deu-as à mãe. A mãe cozinhou aqueles alimentos e deu os parabéns ao menino, pois eram muito grandes e de boa qualidade. O menino Xavier e a família comeram tudo cheios de felicidade.

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10 Sandra Soares Ferreira


O tesouro Numa tarde de verão, a pirata Sofia decidiu ir para o alto mar procurar um tesouro que estava numa ilha distante. A pirata Sofia levava um mapa para encontrar esse tesouro. Durante a viagem pelo mar, a Sofia seguia todas as indicações do mapa. Ela queria muito encontrar o tesouro. Uma tempestade muito forte afundou o barco da pirata. A Sofia ficou sem o mapa e sem comida. Teve de ir a nado para uma ilha que via ao longe. Parecia ser a ilha que vinha no mapa. Chegou à ilha e encontrou um papagaio chamado Tobias que a queria ajudar. Mesmo sem mapa, unidos, os dois foram à procura do tesouro por toda a ilha. Encontraram uma gruta abandonada e entraram. Viram um baú cheio de moedas e colares de ouro. Era o tesouro! A pirata e o papagaio encontraram um barco abandonado e decidiram repará-lo para voltarem juntos para casa da pirata.

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12 Mรกrio Artur Gomes Soares


O circo na cidade Era uma vez dois irmãos ursos, a Luana e o Albano. Eles eram muito habilidosos e por isso decidiram ir trabalhar para o circo nas férias de Natal. Eles faziam muitos números, tais como o malabarismo e o ilusionismo, mas o que eles mais gostavam de fazer era tocar instrumentos musicais, e eram muito bons a fazê-lo. A Luana tocava violoncelo e o Albano trompete. Numa das suas viagens, foram a uma cidade que não gostava de circo. Quando se aperceberam disso, ficaram tristes e resolveram montar ali o seu espetáculo para mudar a opinião dos habitantes. Foram feitos cartazes para anunciar que uma fantástica surpresa ia acontecer naquele dia. Poucas horas depois, o recinto estava cheio e os irmãos começaram a tocar. O público estava a gostar, mas quando a Luana e o Albano tocaram as suas belíssimas melodias ficaram de boca aberta e aplaudiram bastante. Todos adoraram a atuação da Luana e do Albano e pediram-lhes que lá voltassem muito em breve.

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14 Elsa Ferreira Moreira


O lanche Era uma vez dois pinguins que viviam na Antártida. Estava um domingo à tarde muito gelado, perfeito para fazer um lanche em casa dos pinguins. Eles convidaram o seu neto chamado Treteiro, a sua melhor amiga, a foca Fofa, e o sapo Cocas. À hora combinada, todos apareceram menos a foca. O sapo disse: - Se calhar, a Fofa perdeu o barco das 15:30. Enquanto esperavam, o neto Treteiro falou: - Olhem, é a foca que aí vem. Estamos aqui, Fofa! Quando a foca chegou, a pinguim Augusta chamou os pequenos e o Cocas para dentro do iglu. Na mesa havia pudim de sardinha, bolachas de camarão, pão de robalo e manteiga de estrela-do-mar. Todos estavam a comer com muito apetite, menos o Cocas. Então o pinguim General disse: - A minha mulher fez especialmente para si uns queques de insetos. O sapo respondeu: - Muito obrigado. 15


O lanche correu muito bem e o sapo Cocas convidou os amigos para irem a sua casa no sรกbado seguinte.

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Francisco Gomes Vieira


Um camionista feliz Na segunda-feira de madrugada, o camionista João começou a sua rotina fazendo a recolha do lixo nas ruas do Porto. Os contentores estavam cheios de lixo e o João estava a trabalhar sozinho. De repente, reparou que um contentor estava a fazer barulho. Ouvia-se um choro fininho que parecia um animal. O João despejou, devagar, o caixote e descobriu um cãozinho abandonado. O camionista pegou no cão e embrulhou-o no seu casaco. Ele gostou tanto do animal que decidiu dar-lhe um nome e ficou com ele. O João e o Bobi acabaram a recolha do lixo, fazendo companhia um ao outro. O camionista e o cão ficaram grandes amigos.

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Carolina Paiva Ribeiro


O menino e o gigante Era uma vez um gigante e um menino. Um dia o gigante estava a passear no monte e apareceu um menino. O menino estava a atirar pedras e o gigante caiu. Ele riu-se muito e o gigante disse: - Já vais ver! Com uma voz alta e grossa o menino respondeu: - Não fui eu! O gigante perguntou: - Então quem foi? O menino perguntou ao gigante: - Podemos ser amigos? Ele respondeu: - Não! Tu atiraste-me pedras. O menino disse: Vamos procurar quem te atirou pedras, porque não fui eu. 20


Eles encontraram uma abelha e viram que tinha sido ela. Ent達o ficaram amigos e foram felizes para sempre.

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22 Jo達o Pedro Loureiro Coelho


Os cães e os gatos Num dia de inverno, os cães e os gatos da senhora Ana estavam cheios de medo, porque havia muita trovoada. E, apesar de terem medo, tinham frio, fome e sono. Eles disseram: - Vamos pegar no frasco de ração. Eles conseguiram chegar ao frasco e encheram um prato cheio de ração. Depois de terem comido, foram brincar ao esconde-esconde. Continuaram a brincadeira e um gato escondeu-se num tapete muito quente. Então lembrou-se de que ele e os amigos tinham frio e exclamou: - Olhem! Olhem! Um dos cães disse: - Podemos fazer com esse tapete um cobertor para nos cobrirmos. Eles foram para o sofá, levaram o tapete e dormiram todos muito aconchegados.

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24 Marisa Clara Coelho Sousa


As cabras do monte Num dia de outono, a cabra Luci e o cabrito Cusco andavam a brincar à caça-caça e a Luci sugeriu que saltassem a cerca e fossem para o monte. Foram os dois brincar para o monte e, de repente, começou a chover e eles foram para uma caverna. Ficaram lá dentro até a chuva passar, mas viram um lobo atrás deles. Correram pela floresta e esconderam-se atrás de um rochedo, mas o lobo encontrou-os e perguntou-lhes se queriam ir a uma festa. A cabra Luci disse «Sim» e o Cusco também. Quando chegaram à gruta, o lobo preparou uma festa para eles. Na festa havia maçãs, nozes, castanhas, palha, erva, entre outros alimentos. Estava tudo muito bom. Mais tarde, o lobo disse às cabras para irem para casa, pois o dono devia estar preocupado. As cabras disseram que não queriam voltar para casa e a partir desse dia passaram a ser as cabras do monte!

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26 Luís JoséPinto da Silva


O galo e os coelhos Era uma vez um galo que vivia num galinheiro. Certo dia, o dono do galinheiro deixou a porta aberta e o galito, cheio de curiosidade, fugiu do galinheiro. Ao lado do galinheiro havia uma coelheira e o galo, como era muito curioso, entrou lá dentro e encontrou dois coelhos brancos. Um dos coelhos era macho e o outro era fêmea. O galo perguntou ao macho: - Como é que te chamas? Ele respondeu: Eu chamo-me Afonso. O galo depois perguntou à fêmea: - Como é que te chamas? Ela disse: - Eu chamo-me Carolina. Os dois coelhos perguntaram ao galo: 27


- E tu, como é que te chamas? Ele respondeu, muito triste: - Lamento, mas eu não tenho nome. Então os amigos coelhos deram-lhe um nome e ele passou a chamar-se Matias. Os três animais continuaram a sua conversa e foram passear até ao parque das flores. Só regressaram à noite. Depois desta aventura, o Matias foi para o galinheiro, a Carolina e o Afonso foram para a coelheira.

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LetĂ­cia Daniela Moreira Reis


A Quinta do Mato Num belo dia de verão, a Andreia, a cria de égua, disse à mãe Alice: - Ó mãe, eu quero ser uma zebra! Deixas-me, querida mãe? A mãe respondeu: - Claro que sim! Até já sei quem te vai transformar em zebra! A Andreia perguntou: - Mãe, diz-me quem? A mãe disse à pequena égua: - A melhor maquilhadora da Quinta do Mato, a ratinha Marianita. A dona Alice foi chamar a Marianita. A Marianita é muito habilidosa e pintou a Andreia às riscas pretas. O passarinho André adorou a pintura e disse: - Estás muito bonita, Andreia! Vais ficar assim para sempre? A Andreia ficou aflita e foi logo perguntar à mãe: - Hum! Mamã, mamã, posso nunca mais tomar banho? A mãe, muito sorridente, respondeu: 30


- Não! Tu tens de tomar banho e depois podes retocar a pintura! O André gostou da ideia e também quis ser pintado. Então pediu à maquilhadora: - Também me podes pintar? A ratinha Marianita exclamou: - Vamos ao trabalho! O André, muito satisfeito, disse: - Boa! Vamos ao trabalho! Na Quinta do Mato os animais viveram felizes e a ratinha Marianita fez muitas pinturas aos seus amigos.

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32 CatarinaVieira Santos


Num dia de verão Num belo dia de verão, uma menina chamada Filipa e o seu pai Orlando foram acampar para Espinho. Lá havia um parque de campismo muito grande. No parque, a Filipa encontrou a amiga Luana e disse-lhe: - Olá, como estás? A Luana respondeu: - Olá, eu estou bem… E tu, também vieste fazer campismo? A Filipa disse que sim e perguntou: - Queres lanchar? A Luana tinha outra ideia e exclamou: - Não, mas podíamos ir até à piscina. É espetacular! Então as duas meninas foram até à piscina, nadaram e brincaram durante algum tempo. Estavam a divertir-se muito… Finalmente, a Luana disse: - Agora podemos lanchar! Elas divertiram-se imenso e estavam muito felizes. 33


Dias mais tarde, o pai Orlando e a Filipa foram embora do parque. Tinham-se divertido muito. Pelo caminho, eles pararam num cafĂŠ para comer um delicioso gelado.

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Elsa RosaSilva Coelho


A Floresta Encantada Numa tarde de verão, na floresta encantada, havia um bonito cogumelo junto a uma flor. Aquele cogumelo era mesmo muito apetitoso. Havia um caracol chamado Turbo e uma joaninha chamada Joana, que passeavam pela floresta. Eles tropeçaram numa pedra, encontraram o cogumelo e exclamaram: - Que cogumelo tão bonito! Cada um dos bichinhos queria o cogumelo. Então decidiram fazer uma corrida e o vencedor ficaria com ele. - Vamos fazer uma corrida e, quem chegar primeiro ao cogumelo, fica com ele - disse o Turbo. - Está bem. Vamos marcar o percurso e vamos ver quem ganha - concluiu a joaninha. O Turbo e a Joana começaram a correr. Por vezes era o caracol que ia à frente, depois era a joaninha. A corrida estava muito renhida. Não dava para perceber quem ia ganhar. De repente, os dois estavam lado a lado, a aproximar-se da chegada e… o Turbo e a Joana chegaram ao mesmo tempo! Como não havia vencedor, decidiram partilhar o cogumelo. 36


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Sara AlexandraGomes Mota


Um dia de verão Num dia de verão, a Sara foi à quinta da sua avó. Quando lá chegou, deu um abraço à avó e foi com ela cuidar dos animais e recolher os ovos dos galinheiros. Depois de cuidarem da maior parte dos animais, foram cuidar dos que a Sara mais gostava: os pintainhos. Enquanto a avó ainda dava o milho às galinhas, a Sara brincava com os pintainhos, sentada num pequeno muro de pedras ao lado de umas lindas flores vermelhas. Ela tinha o cesto dos ovos ao seu lado, pois a avó tinha-lhe recomendado que o levasse para a cozinha. Logo que terminaram todas as tarefas, a avó da Sara deu-lhe o lanche e ao fim da tarde ela foi embora muito feliz, pois tinha passado um dia muito bom.

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Francisco dos Santos Mota


A princesa e o pintor Era uma vez uma princesa que vivia num reino muito distante. Mas esta, não era uma princesa muito feliz. No seu reino não havia meninos da sua idade e ela não tinha com quem brincar, com quem se distrair. Ao vê-la tão triste e sabendo o motivo, certo dia, o seu pai ofereceu-lhe um cãozinho para ela não se sentir tão só e ter quem a acompanhasse nos seus passeios pelos campos do reino. A princesa ficou tão feliz que nem sabia como agradecer ao seu pai, pois foi o melhor presente que algum dia poderia receber. O cão tornou-se no seu grande companheiro. Num dos passeios que habitualmente dava, a princesa observou ao longe um vulto. Curiosa, decidiu aproximar-se e, qual não foi o seu espanto, ao verificar que era um menino da sua idade que ali se encontrava a pintar. Tratava-se de um menino muito pobre que pintava e vendia os seus quadros para ajudar os seus pais. Como as paisagens começavam a ser sempre as mesmas e os seus clientes queriam novidades, este tinha decidido procurar novos lugares. 40


Os dois ficaram muito amigos e encontravam-se diariamente para conversar, enquanto o menino fazia as suas pinturas.

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42 Ariana Carvalho dos Santos Mota


Os sonhos da Rosita Era uma vez uma menina muito linda, de olhos azuis e cabelos pretos encaracolados, chamada Rosita. A Rosita era uma menina muito triste, tinha sido deixada ainda muito pequenina pelos seus pais em casa de uns tios. Desde muito cedo, teve de tratar da casa e dos seus primos. Ela lavava a roupa, passava a ferro, cozinhava e fazia as camas. A Rosita era uma verdadeira formiguinha! Com apenas 11 anos, ela deixou a escola para ir aprender a costurar e assim ajudar nas despesas da casa. Quando os tios a mandavam ir buscar água à fonte, ela enchia-se de alegria, pois era um dos poucos momentos do seu dia em que podia sonhar com uma vida diferente. Ela sonhava como tudo seria se tivesse um pai e uma mãe junto dela, como seria ser uma criança como as outras, com colinho e miminhos. A Rosita prometeu a si mesma que quando tivesse os seus próprios filhos não ia deixar que lhes faltasse muito amor e carinho. E assim foi.

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Quando ela conheceu o meu avô (Sim, a Rosita é a minha avó!), eles apaixonaram-se, casaram e são felizes até hoje com os seus três filhos e três netinhos: eu, a Clarinha e o Fausto.

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Marta Maria Alves Pinto


Num dia de primavera Certo dia de primavera, dois amigos, a serra e o martelo, foram dar um passeio ao parque da cidade de Penafiel. Eles queriam brincar às escondidas, mas faltava mais alguém. Então apareceu uma menina e eles perguntaram-lhe se ela queria brincar às escondidas. Ela disse que sim. A brincadeira começou e a menina fez batota. O martelo disse que ela não podia fazer batota, mas ela desmentiu-o. De repente, ela transformou-se num bocado de madeira e o seu nariz começou a crescer. A menina ficou tão envergonhada que prometeu nunca mais fazer batota. Eles ficaram amigos para sempre e iam todos os dias ao parque para brincar. Quando estava a chover era um problema, mas acabavam sempre por arranjar solução.

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Jo達o Barreto Lopes


O pássaro e o gato maroto Numa manhã de primavera, o Manel, a Lisa, a Lurdes, a Marta e a Fátima encontraram-se no caminho para o colégio. Eles cumprimentaram-se e conversaram sobre o que iam fazer naquele dia. De repente, junto da placa que indicava o colégio, estava um gato a olhar para um passarinho, com muita vontade de o comer. A Lisa pousou logo a mochila no chão e tentou espantar o gato, enquanto os amigos, que estavam distraídos, falavam dos trabalhos de casa. Logo que deram conta, ajudaram a Lisa e o passarinho fugiu. Os meninos continuaram o seu caminho para a escola muito contentes por terem ajudado o passarinho.

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AGPSOUSA EB1 de Mosteiro 3.ยบ Ano

2015/2016

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Uma imagem, uma história...  

Escrita colaborativa

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