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ter que mudar, de perder reconhecimento a curto prazo, de errar em alguns programas, em perder investimentos, etc. Todo sacrifício deriva de uma política de ousadia. 14. A Lei de Atributos Com demasiada freqüência a empresa tenta imitar o líder. “Eles devem saber o que dá certo”, é o raciocínio, “por isso vamos fazer algo semelhante”. Não é uma boa idéia. Muito melhor é buscar um atributo oposto que nos permita jogar contra o líder. A palavra-chave é “oposto”. Similar não serve.

Estamos aqui para falar em gestão, e não em como chegar lá. O que desejamos é ensinar como se manter lá. Esses ensinamentos ajudarão numa futura disputa a seus líderes, mas, principalmente, visam construir estratégias para cidades e solução para pessoas. A decorrência natural privilegia os setores mais necessitados do nosso planeta. Porque? Porque não se pode pensar numa gestão eficiente em marketing quando não se conduz ou se influi o administrador na direção do progresso. A lei dos atributos diz que “para cada atributo existe um atributo oposto”. Então, há uma tendência de governo em não acompanhar muitas das principais demandas sociais. Para cada ação haverá uma demanda oposta. Mas qual ação reúne melhores atributos? É preciso que o marketing questione os atos da administração, investigue seus atributos e perscrute a percepção social que se tem deles. A questão central na gestão dessa lei é gerenciar de forma competente os atributos que acompanham as ações de governo. Quanto mais imperativos e consistentes se posicionarem maior é a resistência do governo a atributos opositivos. 111

Marketing público aplicàvel à gestão de cidades  

Livro sobre gestão de marketing aplicado aos governos municipais.

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