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SweetDreams Nº1 Julho 2010

cultura alternativa

Ongaku Entrevista Karuniiru Your top 5 Boletim Nacional Novidades Reviews

Trough the mirror António Costa

Lifestyle No Planeta Tattoo - Munstra

Fairy tails Eye Lii

Your sweetness Tânia Simões Second Sin Hallex_

Entrevista

KaRUNIIRU Karuniiru oferta de merchandise : : Novidades de eventos de Verão : : Próximo Nº Visual Jam


A SweetDreams é o mais recente projecto nacional que abarca todas as formas de arte e estamos à procura de: Colaboradores nas áreas de Design, Ilustração,3D e Fotografia. Fortemente direccionada a bandas, apoio a eventos musicais, teatrais, e a consultadoria de design. A SweetDreams prima por um contínuo acompanhamento em todos os processos de tratamento visual da tua banda ou evento. Envia o teu Curriculo, informações ou pedido de orçamento para: sweetdreams.geral@gmail.com

No Verão vai haver

Natal ! Vai ao nosso facebook e fica a saber como ganhares uma Tshirt ------------------------------------------------http://www.facebook.com/sweetdreams.art

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24 Julho 2010

R I A : N s t de de n e E s e r P p O U TE B Clube do Casal do Marco - Seixal I TR io Sérg o i n ó Ant

http://www.myspace.com/lancachamasopenair


Índice:

Ficha Técnica:

Novidades ......................................................... 4

Publicação Bimestral Dowload gratuíto

- Inês Ferreira - Nobukorec

Boletim Nacional ......................................... 5 - Nobukorec -

Direcção: Nobukorec

Entrevista Karuniiru ................................. 6-13 - Nobukorec -

Your Top 5 / Destaque ............................. 14 - Mizuki -

You Sweetness ................................................ 15 - Hallex_ - Tânia Simões - Second Sin

No Planeta Tattoo ........................................ 16-19 - Munstra-

Colaboradores: Domino Pawo Eye Lii Hallex_ Inês Ferreira Mizuki Munstra Nobukorec Second Sin Tânia Simões

Trough the Mirror (António Costa) ... 20-23 - Domino Pawo -

Grafismo Sweet Dreams

Fairy Tails ......................................................... 24-25 - Eye Lii -

Foto da capa: António Costa

Procura-se

:::

Procura-se

Colaboradores, com vontade de fazer crescer a sweetdreams magazine. Se tens jeito para reviews, entrevistas, tirar fotos ou costumas ir frequentemente a concertos escreve para

sweetdreams.geral@gmail.com E S T A M O S

À

T U A

E S P E R A

Fotografias no Interior: Ana Barreira António Costa Demóstenes Eye Lii Nico Sweet Dreams Tânia Simões


Nobukorec

Inês Ferreira

Novidades

Soulflu (Brasil) - Omen ,Formação: 1997 Elementos: Max Cavalera; Marc Rizzo; Bobby Burns; Joe Nunez Estilo de Música: Thrash Metal Site: http://www.soulfly.com

Novidades: Dew Sentenced (Alemanha) – Invocation Formação: 1992 Elementos: Leif Jensen; Martin Walczak; Marc-Andree Dieken; Alexander Pahl; Michael Borchers Estilo de Música: Thrash Metal Site: http://www.dewscented.net/

Mindlock (Portugal) – Enemy of Silence Formação: 1997 Elementos: Carlos; Xico; Amadis; Miguel Estilo de Música: Heavy Metal Site: http://www.myspace.com/min dlockpt

Exodus (U.S.A) - Exhibit B: The Human Condition Formação: 1980 Elementos: Rob Dukes; Gary Holt; Lee Altus; Jack Gibson; Tom Hunting Estilo de Música: Thrash Metal Site: http://www.myspace.com/exo dus

Canchroid (Portugal) – The First Slaughtering Formação: 2008 Elementos: Deadmeatgrinder; Haemarthrosis; Dr.Morgue; Peter Pain; Oblivion Estilo de Música: Death Metal Site: http://www.myspace.com/can chroid

Burning Memories (Portugal) – Exercise Your Demons Formação: 2004 Elementos: Bruno Lampreia; Richard Costa; Jorge Correia; Christopher Francisco Estilo de Música: Metal Site: http://www.myspace.com/bur ningmemoriesband

Godsmack(U.S.A) - The Orakle Formação: 1995 Elementos: Sully; Shannon; Robbie; Tony Estilo de Música: Rock, Metal Site: http://www.myspace.com/god smack

DESTAQUE Melvins (U.S.A)- The Bride Screamed Murder Depois de quase 25 anos e depois de 25 álbuns editados, os imparáveis Melvins continuam iguais a si próprios. O estilo Post-Punk pesado que solidificou o seu lugar na história do rock desde o início dos anos 90, está presente em mais um álbum cheio de energia a que eles nos habituaram. Formação: 1984 Elementos: Buzz Osborne; Dale Crover; Jared Warren ; Coady Willis Estilo de Música: Indie/Alternativo, Rock Site: http://www.melvins.com/


Boletim Nacional

Nobukorec

CONCERTOS de fim de semana

Novidades:

DORAYACHI (Portugal) Banda muito recente em Portugal, com influências em J-Rock. E com muita vontade de vencer. Elementos: Arya (Vo.), Sora (Gt.Vo.), Dany (Gt.), Hachi (Ba), Kobayashi (Dr.) Ano da formação: Setembro de 2009 Estilo de música: J-Rock Influências: ONE OK ROCK, The Black Horn, Ling Tosite Sigure, Ellegarden, the GazettE, Jinn, Stance Punks, heidi, Thee Michelle Gun Elephant. Myspace: www.myspace.com/dora yachi

3 de Julho de 2010 - Sáb - The Legendary Tigerman + Löbo + Garage 9Marco de Canaveses – Parque de Montedeiras22:00livre - Xutos & Pontapés - Tábua 4 de Julho de 2010 - Dom - Pop Dell'Arte + Mahala Raï BandaTorres Novas – Jardim das Rosas21:30livre 10 de Julho de 2010 - Sáb - The SullensLisboa – Fábrica do Braço de Prata - Nuggyland + KromoSomasCosta da Caparica – Renhau-Nhau 11 de Julho de 2010 - Dom - Xutos & Pontapés - Freamunde - 22:00 17 de Julho de 2010 - Sáb - Kurt EllingSão Brás de Alportel – Jardim da Verbena - 21:30 - 20 € 18 de Julho de 2010 - Dom - Gotan ProjectOeiras – Jardim do Palácio do Marquês de Pombal - 22:00 - 25 € - Mayhem + Sirenia + Melechesh + The Ocean Festival Caos Emergente - São Pedro do Sul 24 de Julho de 2010 - Sáb - Rita Redshoes - Águeda - Diana KrallLoulé – Largo do Monumento a Duarte Pacheco 22:00 - desde 35 € 25 de Julho de 2010 - Dom - Urban War + Death on The DoorLisboa – Casa de Lafões 23:00 31 de Julho de 2010 - Sáb - Tara Perdida - Benavente 1 de Agosto de 2010 - Dom - The Waterboys + Easyway - Évora 7 de Agosto de 2010 - Sáb - Carcass + Kamelot + Amorphis + Ghost Brigade + Oblique Rain + The Firstborn Festival Vagos Open AirVagos – Lagoa do Calvão 17:00desde 30 € 8 de Agosto de 2010 - Dom - Zombie Holocaust + Prayers of SanityPortimão – Marginália 22:00 - 4 € 14 de Agosto de 2010 - Sáb - Blasfemea - Coimbra – Escadas do Quebra-Costas 15 de Agosto de 2010 - Dom - K2O3 - Santiago do Cacém 21 de Agosto de 2010 - Sáb - Black Bombaim - Figueira da Foz - Dazkarieh + Diabo na Cruz - Tomar 22 de Agosto de 2010 - Dom - Os Tornados + Bunnyranch - Vila do Porto – Praia Formosa 28 de Agosto de 2010 - Sáb - Covenant + Ordo Rosarius Equilibrio + Collection d'Arnell Andréa - Leiria – Castelo - desde 25 € 29 de Agosto de 2010 - Dom - Ídolos - Lagoa – Parque Municipal de Feiras e Exposições - 5 €


E

ste quinteto, tem origem na cabeça de um persistente que dirige o plano Karuniiru desde 2005. Domino Pawo comanda o seu novo pelotão, desde Dezembro de 2009, lançando de imediato a demo single Stupidity. Fomos tentar perceber o que é afinal o projecto Karuniiru e transcrevemos a conversa que tivemos com a banda e seu líder. Aqui fica a transcrição da conversa e as fotos.

“Para as pessoas saberem que eu gosto de bacalhau à Brás, eu não preciso de andar vestido de bacalhau...” - Domino Pawo

Domino Pawo: vocals Kuraru: guitar Banzai: Bass Roku: guitar Korosu: drums Entrevista: Nobukorec

Fotografia: SweetDreams / Ana Barreira / Demóstenes

O vosso Demo Ep Stupidity já anda a circular desde Dezembro passado, que reacções tem tido? DominoPawo: Daquilo que me tem chegado aos ouvidos, tem sido reacçõespositivas, no sentido de que as pessoas se sentem bem ao ouvir a música, e para mim se os ouvintes se sentem bem é bastante positivo..é sinal que a música atingiu um dos seus propósitos, que é fazer as pessoas sentirem-se bem. Banzai: Sim desde que as pessoas se sintam bem a ouvir o que fazemos é bastante bom. É curioso porque um amigo meu que infelizmente não pôde ir ao último concerto perguntou-me como é que tinha corrido, e eu respondi “Epá, ao fim de 10 segundos da primeira música já havia mosh, como achas que correu?” e ele riu-se (risos). Roku: A reacção tem sido melhor do que eu esperava, tendo em conta todas as nossas influências/contextos que não costumam ser usuais, ou de acordo com o que muita gente está habituada. Mas pelos vistos, no final de contas, a música é o que interessa, e ainda bem.

Falem-me do Stupidity. Existe alguma mensagem por detrás? E as músicas tem alguma mensagem que se identique com o título deste Cd?


entrevista entrevista: DominoPawo: (Risos)..Este disco tem na sua génese a sátira. O que nem é nada difícil, atendendo a que basta pegar em alguns exemplos humanos para depressa percebermos que somos o único animal capaz de ser estúpido, não pela ausência de inteligência, mas pela falta de educação. O Stupidity acaba por ser uma ode à estupidez, uma chamada de atenção para um pecado tão comum. Oscar Wilde dizia que a estupidez é o unico pecado, e em pleno sec.XXI eu penso que seja mesmo o maior. Banzai: De notar que nem nós nos safamos disso, ninguém está safo... Só que há pessoas com um talento natural para tal...

E o nome Karuniiru, certamente significa alguma coisa, ou não? DominoPawo: Sim, Karuniiru remete-nos para um pequenino “exército” de significados. Karuniiru deriva de Carnille, nome que dei em 2005 quando nasceu o projecto. Na altura eu andava a ver LOTR frequentemente, que era uma trilogia que me aguçava os sentidos. E o nome apareceu devido à ideia que tinha para o projecto, e que o passar dos anos ainda confirmou mais(risos). O nome da banda baseia-se na trilogia do Senhor dos Anéis, e é um anglicismo do élfico Tengwesta ou do Kwenyava, chamado de Qenya e a palavra é Karne (vermelho), porque Karnil é o Planeta Marte... É a força dos elfos, e representa ainda a cor viva, o encarnado, a preserverança e a força.

Como é o processo criativo em Karuniiru? Fazem em conjunto? Existe letra antes da música ou vice versa? Expliquem-nos como se processa a vossa criação. DominoPawo: Até chegarmos ao Stupidity, e mesmo no Stupidity, a maior parte das coisas foram ideias que já vinham do meu extenso baú de sons e ideias.

Actualmente e com esta nova formação, que ainda é bastante recente, temos optado por fazer algumas experiências, no sentido de haver uma melhor divisão de tarefas de criação. O que tem acontecido é trabalharmos um som e dar a ideia de tema que a música terá, e depois eu encaixo a letra.

De onde vem este gosto pelo Oriente? E não vos assusta o facto de terem letras em Japonês? Afinal a Inglês é Universal, ao passo que o Japonês não. DominoPawo: O facto de cantar em Japonês está intimamente ligado ao gosto pelo Oriente. E isso vem desde muito novo, através de pinturas e livros que eu tentava decifrar a muito custo. Existiu sempre uma certa cumplicidade entre mim e o Oriente, primeiro pelo gosto de algo bastante distante, depois por colegas de escola que eram dessa região, mais tarde o fascínio por certos aspectos da cultura japonesa. Tudo isso fermentou desde que eu me lembro que sou gente, até ao dia em que andava a brincar com uma guitarra e descobri Shonen Knife, The Pillows e Glay..e tambem X-Japan. Banzai: Eu comecei com Dir en grey, L'arc~en~ciel, X-Japan e outras. Eu vou falar como se percebesse muito disso mas o entendido é aqui o Domino. Eu acho, e falo pela pouca experiência de Japonês que tenho, que a língua Japonesa é muito mais fácil de encaixar numa música do que a maior parte das outras línguas, porque é mais silábica e melódica e a sonoridade da mesma é muito fácil ao ouvido. Outra razão é... porque não?! Roku: Eu sempre gostei muito da cultura Japonesa, seja literatura, cinema, animação japonesa, música, etc. Confesso que não sou “doutorado” no chamado... J-Rock, mas conheço bastantes bandas, e estou sempre a ouvir bandas novas que vêm tanto do Japão ou da Coreia ou até da China. Em relação ao facto de nos “assustar” o


entrevista entrevista: facto de termos letras em japonês? Não me assusta nada. Perguntem aos Rammstein se lhes assusta o facto de cantarem em Alemão (risos). O Inglês é considerado Universal. Mas temos de ter em atenção que lá por que é considerado stan-dard,não quer dizer que a música tenha de ser exclusivamente cantada em Inglês.

A comunidade ligada ao Japão cá em Portugal tem aderido a Karuniiru? Já que existe um certo vazio no que toca a bandas do género virem a Portugal tocar. DominoPawo: Na verdade até esta data as reações por parte das comunidades de portugueses que tambem gostam ou estão ligados de alguma maneira ao Japão ainda são mínimas na minha opinião. Eu tenho uma teoria em relação a isso. Em Portugal, e em todos as áreas (não só na música) assistimos a uma mentalidade tacanha, em que o conhecimento deve ser guardado a sete chaves e nunca partilhado com ninguém, porque se partilharem perdem mercado. E esta é a realidade portuguesa, em qualquer corrente artística e não artística que exista. E em relação à música e especificamente ao caso Japanese lovers em Portugal, sinto que existe uma autêntica competição, encaram a música como uma competição, muito ao estilo: Eu sei fazer melhor que tu!..ou então: Eu sou mais “japonês” que tu porque sei dizer caramelo em japonês e tu não sabes!...acaba por se tornar ridículo.

Karuniiru é influenciado por Punk Rock, GlamMetal, Metal Alternativo, Black Metal, Jazz, etc e tambem por bandas de Jrock...e partilhamos isso com quem quiser ouvir. Banzai: Sim mas isso é só recentemente, ainda me lembro que “a malta do anime” como assim era chamada no início, era muito amigável e todos se davam bem, mas deve ter havido um click qualquer a certo ponto que não sei, surgiu uma rivalidade estranha entre as pessoas. É como ele disse, há muita competição e pouca exposição. Não era muito mais positivo as bandas falarem entre si e participarem nos mais variados eventos? E iam rodando entre si, um dia toco com estes tipos, outro toco com aqueles. Neste último concerto tivémos o privilégio de tocar com duas bandas excelentes e houve muita ajuda e comunicação entre as bandas, ficámos agradavelente surpreendidos (e eles também) com a amabilidade de todos os membros. Temos falado sobre o panorama da música em Portugal ultimamente, e chegámos à conclusão


que há demasiada inércia e mesquinhice, o que faz com que as coisas não andem. .Há muitos factores para isso, mas isso é conversa para 5 ou 6 horas. Roku: A comunidade ligada ao Japão em Portugal. Eu diria que achava que só a comunidade ligada ao Japão é que ía dar valor ao que fazemos, e até agora, as pessoas que mais aderiram aos concertos, muitas delas nem fazem parte desse, digamos “núcleo” de pessoas que são grandes fãs da cena Japonesa. O que pelo lado acho altamente positivo, e só mostra que a música é para sentir e não para se estudar ou se tornar num “objecto” de elitismo.

O visual está bastante presente na vossa banda. Parece bastante Japonês. Isso reflecte-se no vosso dia a dia, ou exteriorizam apenas em concerto?

DominoPawo: (Risos)...Para gostar de VisualKei ( já que estamos a falar nessa área), eu não preciso de me vestir diariamente como um, basicamente eu encarno um personagem em palco, junto teatro com música...que é uma das essências de Karuniiru. Embora goste bastante de Visual Kei. Para mim Visual, teatro e rock tem de estar juntos, senão perde a piada. Mas não me vejo na rua, tal e qual como vou para as actuações, não pretendo ser o centro das atenções na rua. E no entanto gosto tanto ou mais de jrock como qualquer outra pessoa que oiça. Eu gosto de bacalhau à Brás, mas para as pessoas saberem que eu gosto de bacalhau à brás, eu não preciso de andar na rua vestido de bacalhau, pois não? Banzai: (risos) Olha que era uma boa ideia, porque não tentas ir de bacalhau no próximo concerto? Eu vou vestido de bolacha. Eu no meu dia-a-dia, fora do horário de trabalho, é facil encontrarem-me de ténís, calças e uma hoodie, ou de calções e chinelos... se o tempo estiver bom para isso é claro... no entanto gosto de J-Rock, Metal, Funk, Blues, Música electrónica... Somos como somos e não somos o que ouvimos ou tocamos. Roku: Eu sempre gostei muito da componente visual no Rock. Alice Cooper, King Diamond, Kiss, as bandas de GlamRock, sempre gostei. Os próprios Beatles, os Led Zeppelin, o Angus Young dos AC/DC, etc, etc (podia ficar aqui até amanhã), todas essas bandas tinham uma componente visual muito forte. Se fossemos apenas 4 ou 5 tipos atrás duma cortina e a tocarmos... não era... bom... aquilo! (risos)


entrevista entrevista: Já percebemos que não só o Oriente vos influência, tanto a nível musical como visual. Quais as vossas influencias enquanto seres individuais que são? E DominoPawo, existe aqui um certo zum-zum na redação de seres um Marilyn Manson Português. O que tens a dizer disso? DominoPawo: (Risos)... Bem...Sim o Brian Warner é uma das minhas referências, sempre o achei um artista bastante completo,cativante, bastante inteligente e humano, mas não sou o Marilyn Manson português (risos)...As minhas influências passam tambem por um Trent Reznor, um

David Bowie, um Mike Patton ou um Tatsurou. Mas não são só músicos me influenciam. Tudo o que me rodeia influencia, e é isso que tento transpor em determinados momentos saudáveis, para a banda, para mim próprio e para as minhas “species”. Sou eu próprio inserido no mundo que me rodeia e vivendo a vida o melhor que sei.

Quais os vossos planos para o futuro? DominoPawo: Chegar a casa, beber um chazinho, jogar ps e dormir (risos)...Na verdade, tentar chegar o mais longe possível


sempre em paz, amizade e diversão. Tentar tocar em muitas cidades, vilas e aldeias de Portugal, o que não é nada fácil, pois o panorama nacional não está nada famoso, os espaços são poucos e não existe uma verdadeira cultura do rock em Portugal. Tambem pretendo conseguir fazer um bacalhau á brás perfeito sem gastar dinheiro no bacalhau (risos). E já agora tocar com o Marilyn Manson. Banzai: Não sei, o Brian assusta-me um bocado... e desde que ficaram sem o John 5 já não é a mesma coisa. Mas sim! Futuro! Ter sucesso a fazer o que gostamos sempre na paz como diz o Domino, e entreter a malta.

Uma última palavra para todos os leitores, fans e ouvintes. DominoPawo: Continuem com bons e saudáveis hábitos de leitura, sempre que possível visitem-nos nos nossos shows, e cuidado com aqueles malucos que por lá andam a saltar e a grunhir, (risos)... Um agradecimento muito especial aos nossos fans, amigos e patrocinadores. Paula, as tuas mãos fazem milagres no cabelo da malta (tinha de dizer isto, a Paula é uma das melhores cabeleireiras de sempre). YOU ROCK!!! Banzai: Adoro bolachas! Roku: Cheers!


Mizuki

Your Top 5

entrevista: Neste cantinho foi-me oferecida a possibilidade de vos mostrar o meu actual Top Five de músicas e respectivas bandas. E começo já com a excelente Riders on the Storm dos saudosos Doors, que nos levam para ambientes que as bandas actuais nao conseguem. De seguida vem Spider Man com os explêndidos Ramones e salto para T.R.I.C de Otep dona de uma voz brutalíssima e um bom símbolo americano a seguir. Rasen Kubi dos Kagerou merece actualmente de minha parte grande destaque a par de S.I.G dos Unsraw. Duas bandas do Japão com uma sonoridade capaz de fazer estremecer a casa da vizinha do lado..e não só :p. E aqui está a minha actual lista TOP 5:

destaque

Mizuki

Riders on the Storm - THE DOORS Spider Man - RAMONES T.R.I.C - OTEP Rasen Kubi - KAGEROU S.I.G - UNSRAW

entrevista: UNSRAW - JAPÃO Yuuki (勇企)  vocals   Madoka (? ) - guitar Tetsu (哲) guitar   Jin (迅) -  bass  guitar Shou (匠) drums   Discografia Albums: Spiral Circle -Complete- (Janeiro, 2007) Abel/Kein (Setembro , 2007) Singles: "-9-" (Agosto, 2006) "Gate of Death" (Outubro, 2006) "Lustful Days" (Junho, 2007) "Reborn" (Stemebro, 2009) DVDs: Screaming Birthday (Junho, 2007) Dotados de uma sonoridade que vem do Heavy Metal , Trash Metal e com claras influências em Dir en Grey, os Unsraw são uma boa promessa do futuro Visual Kei. Com contrato assinado com uma das maiores gravadoras visual Kei e com o factor visual cada vez mais destacado são uma banda que cativa tanto em som como em visual. As suas máscaras são desenhadas pelas mãos que fizeram tambem as máscaras para hide, Penicillin e X-Japan. A essência da banda é o seu vocalista Yuuki, escrevendo as letras e as melodias da banda. Surgiram em 2006, depois da dissolução da banda independente Core the Child, e em Março de 2010 assaltam” a Europa em Tour. Depois de um hiatus que afastou Yuuki por alguns meses da banda, por motivos de saúde, a banda apresenta dois novos membros, o baixista Jin e o novo guitarrista Madoka. Ficam alguns links de interesse acerca da banda. http://www.unsraw.com/

http://www.lastfm.com.br/music/UnsraW

http://www.youtube.com/watch?v=J7Db94Pm5qg


Second Sin

Hallex_

Tânia Simões

Your sweetness your sweetness

ANIMAI

S?

a u não ão e e u oco a s ição t tir de agor a já u r t s e da d a par a cont udo a d p s a m o n o t r c á T A t s a , j valor. o odos o destruição T m e . t i v a a o r ou já nad de aut ado pa , actos ale a pena, ra será sug egro mental v o n g a nada buraco ir de m para a part ravés de um tudo faze -nos com at ndo Deus espaço filhos de raco, atira os dias á a u s os esse b quase todo limitam-se r a t n e l ua hos a alim telect desses fil túpidos e n i o x s li ilhos vez mais e animalescas f s o s s cara, arem cada origen ais a esta as s a u fic s m ir as os ani eres puros, e regred comparar são s rno") (odeio os animais do do "Infe o seu s, saí erar pessoa s são algo erer recup um conflito u pessoa omeçam a q acontece n ridos, c e e então io" e o qu á mortes, f aterais e r h ó o t c l ? s "terri interesses dos, danos os e quilo l i i d de u q per que imas e gam-me, o ha de ores, r d g e á d l r e i e l p d alment a bata Agora s eventu mpressas. adores nest não sermo rar de co s, espect e espe ó r n a r s o devemo fazer? ign ingidos? at im. feras, em a m t a m e o m , e nã s e l x_ e : Halle atem a y m b e s Que

by: Tâni aS

imões


Munsta

lifestyle

entrevista:


Fazer ou não fazer? … eis a questão Embora existam inúmeros motivos para se fazer uma tatuagem, esta decisão nem sempre é fácil de se tomar, não só devido ao seu carácter permanente, mas também aos muitos tabus sociais que persistem em torno das tatuagens. Antes de marcar definitivamente a pele, há que pesar nas vantagens e desvantagens que uma simples tatuagem pode trazer à nossa vida. Artigo: Munstra Imagens: Neco Design: Sweet Dreams

Relativamente ás Vantagens Existem milhões de tatuagens possíveis, desde as mais tradicionais às mais excêntricas ou exclusivas, o que torna a experiência extremamente especial e única. No mundo das tatuagens, as imagens e objectos ganham significados específicos que ajudam na hora da escolha. É sem dúvida importante atribuir um significado a uma tatuagem, mesmo que com o passar do tempo o mesmo desapareça, a verdade é que devemos olhar para nós como telas humanas, e perceber que por mais que a nossa vida mude e consequente o significado desapareça, a verdade é que algum dia fez parte da nossa vida e nos ajudou a sermos quem somos ''hoje''. Se as imagens disponíveis em estúdios, nos motores de busca entre muitos outros meios não vos convencerem, têm sempre outra opção: palavras, frases, números e datas. A tatuagem felizmente actualmente começa a ser vista como uma forma de arte corporal muito específica e muito admirada, que permite a quem se tatua expressar-se de uma maneira muito única, exclusiva e pessoal. Uma tatuagem pode ser encarada como uma homenagem a uma pessoa especial, simbolizar vitórias, gostos, desafios, crenças, ideais, estilos de vida, pode marcar a superação de um obstáculo ou o início de uma nova fase. É algo que pode ser privado, público ou ambos. Ao decidirmos qual a tatuagem a fazer, temos de escolher


Munsta

lifestyle

entrevista: também a sua localização. Esta pode ser acessível apenas a nós, apenas aos outros, apenas aqueles que decidamos ser dignos de a partilhar, bem como pode ser de acesso exclusivo apenas aos outros ou acessível a nós e aos outros. É difícil decidir a localização sendo que todas estas vertentes têm o seu próprio encanto. Existe a possibilidade de escolher entre uma tatuagem colorida ou monocromática. No Verão as tatuagens serão mais visíveis, no Inverno menos. Existe ainda a opção de tatuar maquilhagem permanente – eyeliner, batom ou contorno de lábios. As tatuagens médicas são um recurso ideal para quem queira identificar locais onde existem implantes. Não pode ser considerado um serviço dispendioso, uma vez que se sabe que

quanto maior ou mais colorida a tatuagem, mais cara será. Existem muitas zonas estratégicas do corpo onde as tatuagens podem ser facilmente tapadas se necessário. Se tiveres muitas dúvidas relativamente à concretização, podes experimentar uma tatuagem não permanente ou as tatuagens de henna (são aplicadas com recurso a um pincel e tinta natural castanha; durante 3-4 semanas) para perceber se é algo que queres realmente ter na tua pele. Para quem não queira arriscar tanto, já existe a “tatuagem branca”, que é apenas visível com luz negra (a das discotecas), ideal para quem tem uma profissão conservadora ou famílias menos tolerantes. (NÃO ACONSELHO) É uma das fortes tendências do século XXI – estima-se que cerca de 50 milhões de pessoas têm pelo menos uma tatuagem. Quanto ás Desvantagens devemos ter em conta que...


Existem milhões de tatuagens possíveis, o que pode tornar a decisão extremamente difícil e/ou resultar numa tatuagem vulgar, da qual rapidamente se pode arrepender. Como escolher? Ser tatuado é um processo moroso, quanto maior a tatuagem, mais tempo demorará a ficar pronta. No caso de peças inteiras, que cobrem costas, braços (conhecidas como “sleeves”) e pernas, a tatuagem terá de ser repartida ao longo de várias sessões. Ser tatuado é um processo doloroso , embora existem zonas de corpo onde doa menos que outras, regra geral, sente-se sempre dor. (mas nunca se esqueçam, quem corre por gosto não cansa). Existem vários cuidados em termos de higiene e segurança que têm de ser respeitados, quer pelo tatuador, quer pela pessoa tatuada, porque fazer uma tatuagem implica alguns riscos de saúde. O cuidado em usar material único e intransmissível deve ser tido por todos os tatuadores bem como cabe ao tatuado garantir a hidratação e cuidados necessários com o processo de cicatrização. O período de cicatrização de uma tatuagem é de pelo menos 30 dias, durante os quais tem-se de seguir à risca os cuidados típicos de pós-tatuagem , cujos se resumem essencialmente a evitar o sol, pós, a praia, piscinas, jacuzzis e saunas. Muitas tatuagens ou tatuagens muito visíveis podem prejudicar algumas pessoas quer a nivel profissional como social, isto depende clado do tipo de sociedade onde se inserem. Existem zonas do corpo onde é mais difícil “esconder” uma tatuagem se houver essa necessidade. No Verão as tatuagens serão mais visíveis, no Inverno menos. Dependendo do tamanho da tatuagem, pode ser considerado um serviço dispendioso. As tatuagens esbatem com o tempo e requerem um certo regime de manutenção, o que implica gastar tempo e dinheiro extras. (Procurem sempre um bom tatuador, pois terá boas tintas que tornarão o processo de esbatimento mais lento). Se te arrependeres de ter feito uma tatuagem e quiseres eliminá-la, a remoção por laser é dolorosa e dispendiosa. Normalmente depois de terem sido feitas as sessões de remoção a laser, o normal é que a zona fique sempre com marcas, nem sempre de tinta como a maioria de nós pensa mas como uma espécie de queimadura,deficiência de pigmentação. by:Munstra


Domino Pawo by:

Trough the mirror trough entrevist

O percurso na vida de um cidadão comum,

António Costa (mais conhecido pelos amigos como Tó) é um daqueles seres humanos com uma imensa história para contar ao mundo, e que numa primeira aproximação nos passa despercebido, pela sua simplicidade e cumplicidade perante a vida. Faz fotografia à vinte e cinco anos, num percurso recheado de várias vitórias e de uma luta constante por aquilo que ama. Amante de viagens e do conhecimento humano, António preza bastante a interação entre pessoas espalhadas por todo este imenso planeta. Dono e gerente do Kapital Bar, estive à conversa com esta ave rara, e mais tempo não fiquei devido ao reduzido tempo que geralmente tenho para prolongar estes bons momentos de conversa. Entre o chá de baunilha pedido e dois dedos de conversa, aqui vos deixo um curtíssimo texto acerca do “espelho” de António Costa. Ainda muito novo , comprou a sua primeira máquina em 2ªmão, uma Pentax ME Super e logo começou a fazer gosto ao dedo disparando e realizando suas fotos aproveitando o tempo que tinha depois do trabalho. Pouco tempo depois, juntou dinheiro e foi a Ceuta propositadamente comprar a sua primeira máquina fotográfica novinha em folha, uma Olympos OM 10, e com a sua nova máquina começou a fotografar casamento de amigos. Os amigos gostaram, recomendaram aos amigos dos amigos, e daí até António começar a ficar com cada vez mais casamentos para fotografar foi um pequeno passo. Com cada vez mais trabalho, a prática foi-se apurando cada vez mais, ao ponto de pensar seriamente em seguir uma carreira profissional na área da fotografia. O bichinho sempre esteve lá, até porque ainda no seu 12º ano, foi responsável pelo laboratório de fotografia no núcleo de fotografia da Escola Secundária da Amora. Contactado por uma loja de fotografia, começou a


nma vida carregada de muitas histórias. fazer trabalho de freelancer em paralelo ás reportagens sociais. Tirou o curso de fotografia no ARCO, para aprender mais e enquanto tirava o curso, surge cada vez mais forte a necessidade de viajar, e relatar visualmente as suas viagens. As viagens transformam-se para António um óptimo meio de apurar a técnica da fotografia, mas também lhe fornece uma aquisição de conhecimento e um maior enriquecimento a nível pessoal, ajudando-o quase imediatamente a transpor para o seu trabalho novas sensações sob uma nova perspectiva, resultante da interação humana com habitantes de paragens diferentes e distantes da realidade portuguesa. De todas as viagens já feitas acompanhadas sempre de uma extensa reportagem fotográfica, António fala entusiasticamente da ida ao Nepal, que o “obrigou” a realizar um duro treinode vinte e um dias na Serra da Estrela, para se preparar para os rigores dos Himalaias. Entre dinamarqueses, australianos e outras nacionalidades, o nosso António (o único português do grupo) chega aos 4.000 metros de altitude e relata através de fotografia aquilo que sente e vê, longe do caos e no paraíso silencioso do Nepal. Sensivelmente a meio do percurso fotográfico, surge a ideia do bar, situado na Amora, na zona ribeirinha, e num ambiente que respira descontração e bom ambiente, deu-lhe o nome de Kapital Bar. Pensando sempre na vertente social, António tem realizado encontros fotográficos, em jeito de Raid Fotográfico, e últimamente tem tido bastantes participantes.Os eventso são da sua autoria e tem o noem de Raid Fotográfico Kapital. Muito mais haveria para escrever sobre o nosso amigo Tó, mas o espaço disponível apenas me permite apresentar de um modo muito superficial um percurso de vida activo e apaixonante. Deixo-vos na companhia de algumas fotos deste grande senhor. by: Domino Pawo


Ant贸nio Costa

Trough the mirror trough entrevist :

Siderurgia Nacional

Seixal

Seixal - Crep煤sculo

Mexico

Bali

all photos by: Ant贸nio Costa


Bali

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México

Au Nang - Sul Tailandia

Roma

all photos by: António Costa


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Sweet Dreams nº1  

Revista dedicada à cultura alternativa e artes em geral. Publicação gratuíta bimestral.

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