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Centros Educativos da Apresentação de Maria Associação – Gaula 1 .50 €

Ano Lectivo 2007/ 2008


Caros amiguinhos, aqui têm uma nova edição do jornalinho Gasta - Tintas. Como sempre poderão encontrar alguns dos vossos trabalhos realizados ao longo deste 2.º Período. Para todos vós, uma Santa Páscoa!

Ficha Técnica: Coordenação e Montagem: Susana Rodrigues e Elsa Sousa Colaboração: Pessoal Docente e Alunos Tiragem: 30 exemplares


• Os nossos trabalhos Sala dos Golfinhos…………………………………………….……..4 Sala das Joaninhas…………………………………………….….….4 Sala das Estrelinhas………………………………………….…..…..4

• 1º Ano A….……………………………………………...……….….….5 • 2º Ano A………………………………………………………………...6 • 2º Ano B……………………………………………………...……...….7 • 3º Ano A…………………………………………………………….…..8 • 4º Ano A………………………………………………...……….……...9 • O que fiz em Inglês……………………………………………...…….10 • As nossas festas e eventos…………………………………….….……11 • Vamos desafinar…………………………………………………….…12 • Cantinho do conto…………………………………………………..…13 • Curiosidades…………………………………………………….….…14 • Advinha e ri…………………………………………………….……..15 • Culinária………………………………………………………….…...16 • Vamos passar o tempo……………………………………………..….17 • Vamos colorir ……………………………………………….………..18


s inho f l o dos G a l a S

Varrer dos armários

Carnaval

s nha i n a o as J d a l Sa

Visit

a ao

Muse u do

Aquá r io

Sala das Estrelinhas

O Azul e o Amarelo Era uma vez um boneco de neve feito a partir de duas bolas: uma de cor azul e outra amarela. O boneco de neve parecia o número oito! A bola amarela era a cabeça e a bola azul era o tronco. Os braços eram transparentes. O boneco de neve vivia no Pico do Areeiro e foi feito por uma menina que se chamava Carlota. A Carlota tinha ido ver a neve com o pai, a mãe e o irmão. Era Inverno e fazia muito frio, por isso a Carlota levou um gorro, luvas, cachecol, um casaco e botas. De repente, apareceu uma luz no céu. A Carlota perguntou ao pai o que se passava e o pai explicou-lhe que era um raio de sol que brilhava no céu. O sol de Inverno! Com a ajuda do sol, o boneco de neve começou a derreter devagarinho e transformou-se em água azul e amarela. Quando todas as gotinhas se juntaram no chão, apareceu como por magia o verde, a cor da Primavera. A Carlota pensou, então, que o boneco de neve estava a nos lembrar que o Inverno está a terminar e a Primavera a chegar. 4


no A A ยบ . 1

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no A A º 2.

A minha festa de Carnaval Na minha escola tive uma festa muito bonita e fomos visitar os idosos e dar um passeio na estrada com os professores e amigos. Ao voltar à escola entrámos no salão e brincámos um pedacinho e depois fomos lanchar com os pais dos meus amigos. Eu gostei muito de ver os palhaços e os médicos, homem aranha e a princesa. Élvio A minha festa de Carnaval

Na minha festa de Carnaval os meninos foram vestidos de palhaços, Homem Aranha, chinesas e eu fui vestido de palhaço. Depois fomos à casa dos idosos e cantámos canções de Carnaval. Viemos para o salão da nossa escola e o professor chamou as turmas e fomos dançar para o palco. Depois fomos lanchar. Quando acabámos uns foram brincar para o recreio e uns foram para a sua linda casa. João Filipe

A nossa turma Somos a turma do 2.ºA! 2.ºA turma com vontade de trabalhar. Trabalhar sobre a Matemática! Matemática a disciplina que gosto mais. Mais trabalho e menos brincadeira. Brincadeira só no recreio! Recreio um lugar de vários jogos. Jogos, da macaca e do futebol. Futebol da minha escola. Escola um lugar de aprender. Aprender a Língua Portuguesa. Língua Portuguesa, o poema que estou a fazer! Gil 6


oB An º . 2

O aeroporto A minha terra chama-se Gaula. Pertence a Santa Cruz. Santa Cruz tem um aeroporto e como eu moro próximo vejo da minha janela os aviões passarem. Quando está de noite vejo a pista toda iluminada, as luzes são muitas: verdes, e outras vermelhas, o que a faz muito bonita. Também há muitos terrenos e existe à frente da minha casa um onde um vizinho põe as suas ovelhas a pastar, o que eu acho muito bonito! Gonçalo

vem aí a r e v a osA Prim orque p os p , a r e av inh da Prim vir os passar o t i u to m , ou Eu gos ar ao ar livre o. Nesc ç n r i a r b M o s . s a 21 de z em o s flores e ver a Primavera é pássaros fa ndam a a s O dia d a do ano o tros animais r u ta altu e todos os o ais s po é m s m e t ninho lizes. o ito e a pelo fe muito ão chove mu r de biciclet grann s da Porque eu posso an s com árvore o , quente verdes e lind do estação . a m campos des. u erida úvida er des e v vera é sem d a minha pref a é o Rodrig A Prim to colorida e i ano mu

A minha terra Eu, moro no Sítio das Beatas em Gaula. Há muitas pessoas que trabalham nas suas terras a plantar batatas, cebolas, feijão e muitas outras verduras e frutos. Agora também há muitas moradias no meu sítio e as pessoas que moram nestas casas não trabalham nas terras, mas trabalham em escritórios, escolas ou no Funchal, como os meus pais. O meu sítio é muito bonito. Podemos ver o mar e as ilhas das Desertas da minha janela. Roberto 7


A no A º 3.

tebol

O fut

e o verd s brancas p m a Um c uas baliza l s. o d Com jogo futeb são tanta s Onde rincadeira b gos E as s ami u e m s . com o escola Jogo epois da tos d Logo s todos jun ola. b Vamo mos uma oão Paulo a J E le v

um O cabrito e encontrou esse. r a st a p a a v anda o com cabrito que o que o lobo m ed u m ez m v co a ficar m iu Era u stante fug ro e decidiu u in o o e d m o es m tã o e b lindo lobo. Ness controu um en e -s er d n e o Ao esc terminava d o d n a u Q . boca com ele. a com ele na v a d n a s lia d Todos os er, o lobo vo al. m rr u co c a o a a v o a -l t cá es ra. comer ia bus tarde quando o cabrito o fosse embo b lo o e u q is a a m a forç Uns dias jou com muit embora. se e d to ri b a foi-se gico. tou. O c he a carne e briu que o botão era má -l u ro ei h c , ff E pu desco nte o cabrito ia d m Carolina e í a d E

O tio João

O tio João partiu para o Brasil à procura de um emprego. Como não encontrou nada decidiu fazer o euro milhões e ganhou. O tio João ficou muito feliz e abriu uma empresa. Ele como director empregou muita gente e foi um sucesso. Depois encontrou uma rapariga por quem se apaixonou. Casaram e tiveram gémeos e como o tio João estava feliz decidiu ficar no Brasil. Daniel

Se eu fosse

um rio

oce. gua seria d á a e e r g le oea lser comprid e d a v cavam e sa a t in s r o b . g r a u a u e g m á io o um r inha ira e Se eu fosse r amigos como a ribe s peixinhos que na m os o e t ig a brilhar e a v Gostava de lhar para os meus am a ç e m o c sol gem ao o e então o or terem uma boa via Eu ficava lm a c a v a c -me p ente fi tavam. bem e cont s pessoas agradeciam e ss e iv t s Igor e Quando eu r ali passavam com a po barcos que sas. ca até às suas 8


a u esi g e r f nha vo. i , m A a no , na orto No de gelo r l i a A e t f º a a P 4. A d o N e ira d o o s , p is t a r c u ri ib lt s. or a oz da r os eléct p , ente horross i f l h a c a n n os rri .M ac e ira e s . F ic a n t e , c a rair ndem c f t a á h a õ e ra dois não Divers oda gig , p a d e se v u o o a t r g l r r e e alu ito. Ao to a es”, on i i ha t arque d ersões: a u n p u i m m car es e beb ocas. O meu -nos m o N a m u m P s d e d iv t a o sica de “com ce e pip de gelo. ivertim r. faze dezena c. ú m o s d o a Tem ssel, et m a su barraca lgodão d a pista irmã e os melh e o d carr uma t muitas ados, a foi a minha ibrávam a i s Cad ambém ngos as s goste para a os equil t i e a Há tes, fr que ma a mim ois já n quen versão tins par mas dep i A d s d e p a d if í c i l a pare cípio er lin a o p rin r a C

No d A vis Ness ia 12 de F ita d e d ia e estu e v e r eiro f todos Quan do i respo do entrám chegaram zemos um n a o b Depo dermos en s na sala em cedo visita de à is d e a estud quan escol prof Quan n t do ch os entreg o esperáv essora esc a pois não o ao Mus eu M do aq arem reveu amos egám quer u u o o De se ário, ond s ao mus lanche e pelo lanch umas per iam ficar nicipal d e p gunta o e g fósse uida fom vimos um u esperám de o coloc e. s no q or terra. Funchal. a is. os à p o r uadro Todo arte d polvo, est s um boca mos na bo para s fica r d l o e s i copia las-d nho p a, a p mu s e bém g ram e o rmos u ond rofes elo gu -mar, s o p s a t e s e a n ora d ia qu caran ram m tados tinha Quan i e g s s n do sa u u i to d com o a e o e n jo sa no imais ímos emba s e outros companh s os pare estav os insecto tamanho s. lsama o p a a ch s do pe dos, e eixes e cru u à parte ixe-lu uvisc . squel ar po a, do etos d stáceos. r i sso esque e ani lanch leto d mais ámos e um n u ma cacha lote e escola tamde irm ãs qu e tinh a lá p erto Mari . a 9


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Madre Rivier

Carnaval

Minimat

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Coelhinho da Pรกscoa Coelhinho da Pรกscoa Que trazes p'ra mim 1 ovo, 2 ovos, 3 ovos assim Coelhinho da Pรกscoa Com quem vais danรงar Com uma menina que sabia cantar.

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A Princesa

Era uma vez uma rainha, um rei e uma princesa, que estavam a dar um passeio de barco e de repente começou uma tempestade e a princesa que ainda tinha 3 anos, caiu do barco com um baú. Ela flutuou e flutuou pelo mar e acabou por ir bater a uma ilha. No dia seguinte de manhã dois animais viram um baú. Abriram e ele estava cheio de jóias e um dos animais reparou e viu uma coisa estranha e disse: - Azul, olha. - Já vou, já vou. - E quando ele foi lá ver era a menina. O Sagi disse: - Temos que cuidar dela. E assim fizeram, tomaram conta da menina. O tempo passou até que a menina já tinha treze anos. Ela, o azul, o Sagi e a Tica eram muito felizes. Um dia de manhã eles viram um barco a aproximar-se da ilha e foram lá ver. Um pouco depois de muito andar caíram (os que tinham vindo explorar a ilha). Onde eles caíram havia crocodilos, a rapariga que se chamava Ro ou era isso que ela julgava, sempre a segui-los viu que estavam a ser atacados e disse aos crocodilos: - Parem vá, quietos. Desculpem não estamos habituados a visitas, como se chamam? Um deles disse: - Mas que indelicadeza a minha, este é o príncipe real, o Jorge. O príncipe apaixonou-se logo por ela e disse: - Não queres vir para o meu reino? - Sim, mas só com uma condição. - Qual? - A Tica, o Sagi e o Azul também vão. - Quem? – perguntou o príncipe. - Ah eles, os animais. Disse a Ro. - Está bem. E logo de manhã partiram a Ro ficou encantada com a aldeia e com o castelo. O príncipe apresentou-a aos seus pais e à Tálula, a macaca da mãe. Depois de uns dias o príncipe convidou-a para um baile e foi nele que se beijaram. No dia seguinte ela descobriu coisas sobre si, que o seu nome era Rosela e não Ro. Nesse dia também foi o seu casamento e quando o padre disse o seu nome ouviu-se uma voz que dizia: - O quê ela tem o mesmo nome que a minha filha perdida! E a Ro perguntou: - Onde é que ela se perdeu? - No mar, num dia de tempestade! E foi assim que a Ro acabou feliz porque descobriu a mãe e por ter casado com o homem que amava.

Mariana Paulino 3.ºA

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A Páscoa é a mais importante festa do cristianismo. É nela que se comemora a ressurreição de Jesus Cristo. Para os hebreus a Páscoa judaica 'pesseach' se originou há cerca de 3 mil anos. É um marco na história do povo judeu – a travessia do mar Vermelho sob a liderança de Moisés, ao se libertar de um longo período de escravidão no Egito. Comemoravam assim a passagem da e s c r a v i d ã o p a r a a l i b e r t a ç ã o . A festa passou a ser cristã depois da última ceia de Jesus com os apóstolos, um dia antes de sua crucificação, que passou a ser chamada de Quinta-Feira Santa. Os cristãos celebram a Páscoa como a ressurreição de Cristo e sua passagem para o céu no domingo de Páscoa. Os festejos em todo o mundo possuem variações em suas origens e significados. Vamos conhecer um pouco dessa magia que encanta crianças e adultos. Europa, Ucrânia, Estónia, Lituânia e Rússia As origens da Páscoa remontam aos antigos rituais pagãos do início da primavera – que no Hemisfério Norte têm início em Março. As tradições nestes lugares incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa. Uma das brincadeiras é deixar os ovos rolarem ladeira abaixo, e o vencedor será aquele que deixar o ovo rolar mais longe sem quebrar. Segundo a tradição local, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos". Os ovos são decorados para presentear amigos e parentes. Para eles, receber ovos pintados traz boa sorte, fertilidade, amor e fortuna. É um trabalho muito bonito. Estados Unidos A caça ao ovo é a brincadeira mais tradicional. Os ovos são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a caça ao ovo é um evento da comunidade local, e é usada uma praça pública para esconder os ovos. Brasil e América Latina As crianças montam os ninhos com vime, madeira e papelão e depois os enchem de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados nos cantos da casa para que o coelhinho possa colocar os ovinhos e os doces na madrugada da Páscoa.

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É nome de mulher e nome de homem. Ia mas acabou não indo? Resposta: Isaias: Isa-ias O que há no meio do coração? Resposta: a letra “a” Quem inventou a fila? Resposta: as formigas Na televisão cobre um país; no futebol, atrai a bola; em casa incentiva o lazer. O que é? Resposta: a rede Mantém sempre o mesmo tamanho, não importa o peso? Resposta: a balança

sear s a p sa inha t a r duas cima r o Iam p o uand q , a ru . pela a rcego o m u um o t m n u u pergu passo ? o l aqui é e u Oq o. . pilot é delas e u ivo, q o n u O me

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uma m entira e repr . eende o energ Da t icame u a id nte: a de eu ras! não d izia m entiCom que id ade c omeça ste m amã? A mã

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Folar de Páscoa

500 g farinha 100 g margarina 35 g fermento de padeiro 125 g açúcar 3 ovos 2 dl Leite Morno q.b. sal q.b. canela q.b. erva doce 4 ovo(s) cozido(s)

1. Dissolva o fermento num pouco de leite morno e junte alguma farinha. Faça uma bola bem húmida e deixe levedar 20 minutos. 2. Amasse a restante farinha com o açúcar, o leite e os ovos e junte a bola de fermento. Bata bem. Acrescente a manteiga, o sal e as especiarias. Bata até a massa se soltar da tigela. Deixe levedar numa tigela tapada com 1 cobertor, em local protegido e ameno, durante + ou - 3 horas. 3. Faça então uma bola ligeiramente abolachada, onde coloca os ovos previamente cozidos e frios. Com um pouco de massa faça uns cordões que coloca a rodear os ovos. Pincele com gema de ovo, deixe levedar mais 1 pouco e leve a forno quente (200ºC) até ficar bem corado e cozido.

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Não se esqueçam de visitar o nosso blogue: http:77ceamaria.blogspot.com

Agradecemos a todo o corpo docente e aos alunos a ajuda prestada na elaboração de mais uma edição do jornal Gasta Tintas. Desejamos uma Feliz Páscoa!

Gasta-Tintas  

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