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PORTFOLIO Susana Fernandes Freitas


Índice Curriculum Vitae

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Prova Final

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Estágio Académico

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Projecto V

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Caderno de Viagens V

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Projecto IV

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Caderno de Viagens IV

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Projecto III

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Projecto II

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Desenho II

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Projecto I

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Desenho I

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Construção I

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Nome: Susana Fernandes Freitas Morada: Beco do Ribeiro Ent 13 P. nº2 Bom Sucesso 9060-266 Funchal Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: 1 de Abril de 1984 B.I: 12626843 Correio Electrónico: susaninhaffreitas@gmail.com Tefefone: +351 964234010

Curriculum Vitae Experiência Profissional 2008/2009:

Atelier AUGUSTO VASCO COSTA, arquitectos 03 de Setembro de 2008 a 31 de Março de 2009 Colaboração em Projectos de Licenciamento de duas Moradias e Projecto de Execução de Habitação Colectiva na Calçada das Necessidades Web: http://augustovascocosta.blogspot.com/

2007/2008:

Estágio Académico Atelier AUGUSTO VASCO COSTA, arquitectos 01 de Outubro de 2007 a 31 de Março de 2008 Colaboração em Projectos de Licenciamento e Projectos de Execução de Habitação e Comércio Web: http://augustovascocosta.blogspot.com/

2006:

Atelier Francisco Caires e Associados - Projectos de Arquitectura 27 de Julho a 30 de Agosto de 2006 Colaboração em alguns trabalhos ao nível do desenho 2D em Autocad e em Adobe Photoshop

Formação Académica

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2002/2009:

03 de Outubro de 2002 a 01 de Julho de 2009 Licenciada em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto com a classificação final de 15 valores Web : http://www.fa.up.pt

2008/2009:

Realização Prova Final com o tema: “ARQUITECTURA E ECOLOGIA modular system: uma abordagem ecológica” Classificação de 17 valores


Qualificações Complementares Programas:

Autodesk AutoCAD Adobe Photoshop Adobe Illustrator Adobe InDesign Adobe Acrobat Pro Internet Explo Windows XP Microsoft Office Autodesk 3D Studio Max (algum conhecimento)

Aptidões e Competências Pessoais:

Primeira Língua - Português Outras Línguas: Inglês: Compreensão escrita: Bom; Expressão escrita e oral: Bom Espanhol Compreensão escrita: Excelente; Expressão escrita e oral: Bom

Oraganização: Revelo boa capacidade de coordenar um projecto, a nível profissional e boa relação com a equipa de trabalho, procurando solucionar problemas através do diálogo. Capacidade para organização de actividades. Artísticas:

Capacidade de produção criativa, sobretudo ao nível da arte. Para além da Arquitectura tenho muito interesse em Desenho, Pintura, Fotografia e Trabalhos manuais. •Participação num Concurso de Pintura e Fotografia em 2002 para Jovens Artistas, organizado pela Câmara Municipal do Funchal. Conquistei o 1º lugar em Pintura e o 2º lugar na área de Fotografia. •Participação numa Exposição de Pintura em 2002, com um dos meus trabalhos em Pintura realizados no 12º ano. Organizado pela Professora da disciplina de Oficina de Artes. •Organização de uma Exposição Colectiva ( incluindo catálogos e folhetos ), com trabalhos realizados ao longo do 12ºano pelas turmas correspondentes à área das artes - realizada em Junho de 2002. Procuro desenvolver as minhas capacidades e ampliar os meus conhecimentos enquanto Arquitecta.

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O presente trabalho, tem por objectivo abordar um tema que se julga actual e urgente, contudo, deveria ter sido desde sempre um processo assumido em toda a concepção arquitectónica. Surge assim, a necessidade de entender dois conceitos que se consideram actuais: o de Ecologia e o de Sustentabilidade, e o modo como contribuem para o desenvolvimento de uma “nova arquitectura”. Uma arquitectura que seja responsável e empenhada em incrementar cada vez mais projectos que conciliem a Natureza ao invés de a afrontarem, susceptível de promover novos valores culturais e uma nova visão da relação entre o Homem e a Natureza – uma Arquitectura Ecológica. Deste modo, pretende-se, ao longo do trabalho, explorar o tema da arquitectura ecológica e procurar esclarecer o contexto em que esta surge, que factores lhe deram origem e que preocupações a caracterizam. Nestas circunstâncias, a prova estrutura-se em três partes. O primeiro capítulo, Arquitectura e Ecologia, introduz a noção dos conceitos de Ecologia e de Sustentabilidade, bem como que repercussões têm no panorama arquitectónico actual. É importante entender a forma como o homem vive, evolui e se relaciona com o meio ambiente e como todas estas relações nos projectam para a discussão da crise ambiental. Como consequência, surge a urgência de contribuir para um ambiente mais ecológico e sustentável. Ainda neste capítulo são analisadas possíveis relações entre Arquitectura e Ecologia, sendo feita uma síntese de diferentes abordagens ecológicas à arquitectura, destacando as visões mais relevantes, nomeadamente a High-Tech e a Low-Tech. Torna-se evidente que a conexão entre Arquitectura e Ecologia, acabará por converter-se em algo inerente à prática arquitectónica.

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A Arquitectura é uma disciplina que gera, muitas vezes, um grande impacto no meio que nos rodeia. Por esta razão, vêm sendo estudadas novas formas de edificar, com o objectivo de minimizar o impacto sobre o meio ambiente e sem perder o conforto que já foi conquistado ao longo da história da Arquitectura. Neste sentido, os termos: Casa Ecológica, Construção Verde, Ecocasa, Arquitectura Natural, Arquitectura Bioclimática, Construção Sutentável, etc., são utilizados para denominar a nova perspectiva que se vem a desenvolver dentro do campo da Arquitectura, visando a combinação dos recursos naturais às novas tecnologias. Consequentemente, o segundo capítulo consiste no estudo da Casa Ecológica. Nesta análise, apresenta-se os aspectos que são essenciais na construção de uma casa deste tipo, tendo em conta a relação que deve ser estabelecida entre o Homem e o Meio Ambiente. Entende-se que a casa resulta de uma necessidade elementar de abrigo, refúgio, estabilidade e permanência para o Homem. É o espaço, onde desenvolve muitas das suas acções e relações humanas e, como tal, é fundamental sentir-se confortável no seu espaço - Casa. Portanto, projectar uma habitação exige uma compreensão plena dos seus significados sociais, pessoais e culturais, bem como da sua funcionalidade. A introdução desta nova forma de construir, ecológica e sustentável (conceitos muito semelhantes no domínio da arquitectura, que estão unidos por uma mesma intenção e anunciam meios distintos para atingir um mesmo fim, com maior ou menor grau de complexidade), defende uma construção “amiga” do ambiente, que tira o maior partido do que a natureza dá, no sentido de se caminhar em direcção a um futuro mais saudável. A Arquitectura sendo uma actividade de enorme impacto na determinação da qualidade de vida da sociedade como na preservação da Natureza, tem o papel de manter e gerar o bem-estar da sociedade, e promover meios que garantam a satisfação dos aspectos sociais, ambientais, culturais e económicos. No terceiro capítulo é apresentado um caso de estudo em Portugal. O Modular System representa uma inovação arquitectónica recente com preocupações ecológicas e que tem vindo a ser inserida no contexto nacional. Aqui são identificados os aspectos que materializam este novo tipo de construção: casas ecológicas em madeira que se caracterizam por uma preocupação na modulação ao nível construtivo, tendo em atenção aspectos de integração e relação com o factor ambiente. Por último, nas reflexões finais pretende-se desenvolver e apresentar uma reflexão sobre a t temática do trabalho.

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Estágio Académico

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RESIDÊNCIAS DO MARTIM MONIZ

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Na sequência do parecer dado no passado dia 12, sobre este Projecto de Licenciamento, vem-se apresentar a sua revisão.

Assim, reduziu-se significativamente a sua ocupação no solo, aumentando-se para 0,55 a sua área permeável.

É de referir que a área média permeável do seu quarteirão,

incluindo um terreno expectante, a ser urbanizado, é de cerca de 0,42 (índice relativo à área licenciada, se fosse a real seria

ainda menor), isto é, propõem-se aumentar em cerca de 31% o índice da sua área permeável.

As construções ao nível abaixo da cota de soleira, passaram a

respeitar a projecção da construção acima do solo, pelo que se propõe uma terceira cave por debaixo da fracção A, de forma

a continuar-se com uma boa área de estacionamentos e de arrecadações.

A sua área de construção, contabilizada para efeitos de índice,

SÃO JOÃO DO ESTORIL

mantêm-se nos 918 m2, inferior em 72 m2 à área anteriormente aprovada para estes terrenos, mantendo o índice de construção em 0,50.

O acesso aos fogos, através do seu estacionamento é feito através de ante- câmaras. Quanto ao número de lugares de parqueamento afectos aos três apartamentos, de forma

a cumprir o descrito no 2.1 do artgº 87 do regulamento do PDM,

de 2,5 estacionamentos para tipologias acima de T3, como

meio estacionamento por fogo não é possível, propõem-se,

para as fracções A e B, T3, 3 estacionamentos por fracção e para a fracção C, T2, dois estacionamentos.

Relativamente ao muro lateral a Poente, foi rectificado de forma a manter-se a sua actual cércea.

Quanto ao nº 2, do artgº 34 do RUEM, propõe-se manter o

perfil da travessa confinante, dado integrar-se numa área

viária consolidada, com a sua escala própria, e apenas dever

continuar a servir de acesso restrito e de resguardo á entrada e saída de veículos deste pequeno condomínio.

Pensamos que, o seu alargamento, iria convidar a aumentar

o seu transito automóvel e consequentemente a aumentar os

conflitos na entrada e saída, nos cruzamentos desta travessa com as avenidas marginais, com grande densidade de transito automóvel.

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Projecto V


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Projecto IV


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Caderno Viagens IV

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Projecto III


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Projecto II


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Desenho II

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Projecto I


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Desenho I

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