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Revista

Shots

com as fotos do Copa Med e Intermed Minas

Circuito Super Praia Edição 02/2010 Distribuição online

Seção Larica pra você fazer quando chegar da balada

Passo a Passo

com Raphinha do PraiaMed


2 - CSP - Circuito Super Praia

Sumário Seção Larica

Página 4

Surf´s up!

Página 7

Editorial Crescendo com o tempo… Esta edição superou bem as expectativas. Melhoramos alguns conteúdos e encontramos o foco pra algumas seções. A seção larica tornou-se realmente uma matéria que aborda o meio universitário. Criamos pensando em um espaço onde o estudante conseguisse realmente realizar a receita. Chegamos ao ponto! A Surf`s Up aborda bem o tema de surf e coloca algumas curiosidades na linguagem fácil para que você torne-se um amante do esporte e porque não praticante, já que nossa balada acontece na praia. Entendemos que o Circuito Super Praia tem o objetivo de trazer esporte, cultura e entretenimento para a galera jovem que esta em busca de um futuro promissor. E fazemos isto com muito profissionalismo e porque não um toque descontração! Os temas abordados nesta edição foram escolhidos pensando em você estudante universitário que deseja estar em contato com o mundo moderno, repleto de festas e badalações. Boa Leitura! Felipe Reis

Le Parkour

Clicks e Shots

A próxima etapa do Circuito Super Praia

Página 8

Páginas 9 e 10

Página 11

Expediente Publicação Trimestral, destinada aos Diretórios Acadêmicos e Atléticas credenciadas ao Circuito Super Praia. Endereço: Rua Cristina, 1049, São Pedro, Belo Horizonte/MG CEP: 30330-130.

O cartunista Glauco

Página 13

Pilates

Página 15

Sergio Canabrava - Diretor Executivo Felipe Reis - Diretor Geral Fernanda Bispo - Editorial Colaboradores - Vanessa Bergmann, Raphael Rocha. Editoração e Diagramação:

www.gisindicato.com.br

Envie sua sugestão de pauta para a Revista CSP. E-mail: felipecsp@superpraia.com.br // Telefone: (31) 33370051


CSP - Circuito Super Praia -

Coluna

Passo a Passo

O coordenador de uma das maiores delegações do Praia Med, Raphinha de Valença, falou à CSP como é organizar o evento em sua faculdade, desafios, títulos, e ainda deu dicas para quem quer se tornar um coordenador do Praia Med. Vale a pena conferir. CSP: Raphinha, como você se tornou coordenador do Praia Med? Raphinha: Fui parceiro do Rolfer, foi ele que começou com tudo aqui na nossa Atlética, sempre participei ativamente das atividades com ele. Quando ele saiu acabei assumindo tudo por aqui, inclusive a coordenação do Praia Med que já tinha crescido muito em nossa faculdade. CSP: Qual o impactou que o evento causou na sua faculdade? Raphinha: Somos bem competitivos! Nossos atletas buscam sempre por informações sobre o Praia Med. Isso nos ajuda a definir e traçar metas para chegarmos ao título. CSP: Qual é o histórico da sua faculdade nos jogos? Raphinha: Somos tetra campeões do Praia Med. Este histórico não é “a toa”, a galera sempre foi antenada em esportes, sempre chegamos nos jogos com muita garra e determinação. Praia Med por aqui é tradição! CSP: Como é estar à frente de uma delegação? Raphinha: Responsabilidade de mais! Precisamos saber de tudo que está acontecendo, qualquer informação é válida! O controle de hospedagem não é fácil, mas geralmente consigo contornar os eventuais contratempos, sempre tenho os amigos me apoiando.

perto de Valença. Tive alguns problemas com o hotel, mas consegui contornar com o pessoal da organização. CSP: A sua faculdade lhe fornece algum apoio? Raphinha: A nossa atlética é muito organizada, temos uniforme, bandeira, tudo certinho. A gente leva isso muito a sério. A nossa faculdade nos ajuda da maneira que dá. CSP: Dentre tantas edições qual ficará para sempre na sua memória? Raphinha: Arraial d´ajuda! Quando levantamos a taça foi muito bom! Quando voltamos dos jogos a sensação era de que a galera estava muito mais unida. CSP: Em que o evento contribuiu para a sua formação pessoal? Raphinha: Aprendi a ser mais organizado e a ter espírito de equipe. Se você não trabalha em conjunto uma hora as coisas desandam. CSP: Qual a sua dica para os novos coordenadores? Raphinha: Tem que ter garra! Se o evento ainda não é tradição em sua faculdade é só trabalhar direito que as coisas acontecem. Nunca imaginei chegar aonde chegamos. Raphinha, estudante de medicina e chefe da delegação de Valença.

CSP: Raphinha conta pra gente, quais são os pontos chave para quem quer ser coordenador do Praia Med? Raphinha: Primeiro a faculdade precisa ter uma atlética, com um líder eleito e reconhecido pela galera. Segundo organização “pra” tudo! Controle de pagamento, tudo muito certo para não se queimar. Ter sempre contato com a organização do evento, assim é possível recorrer à pessoa certa quando preciso. CSP: E as dificuldades que você enfrentou como chefe de delegação. Raphinha: No último evento, em Búzios, foi mais tranqüilo para nós, acredito que pelo fato da cidade ser

Felipe Reis e Raphinha de Valenca

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Seção Larica

Por Vanessa Bergmann

Chilli com carne para se fazer em casa Para os lentinhos explico que Chilli, que é o nome de uma pimenta, é uma comida mexicana típica, uma mistura de carne moída com feijão, bem temperada e um tanto picante. O resultado é delicioso e pode ser devorado com pão – que eles chamam de Chilli Dog, com arroz e batatas de forno, Doritos, os famosos nachos, ou Tortilhas (uma panqueca finíssima de trigo). Bom, sem mais delongas, vamos a receita.

Você vai precisar de: 1 colher de sopa de azeite 1 cebola ralada ou bem picada 4 dentes de alho amassados 1 colher de chá de orégano 1 folha de louro 250 g de carne moída 150 g de calabresa moída 50 g de Bacon cortadinho 1 lata de cerveja 2 xícaras de chá de purê de tomate 1 colher de café de cominho 2 xícaras de chá de feijão cozido (escorrer o caldo) 1 colher de sopa de salsa picada Molho de pimenta Chilli 4 colheres de sopa de queijo prato ralado grosso

O modo de fazer é bem simples: 1. Aqueça o azeite em uma panela 2. Refogue a cebola, o alho, o orégano, o louro, bacon, calabresa e a carne moída 3. Junte a cerveja depois das carnes refogadas. 4. Espere baixar um pouco. 5. Junte o purê de tomate, o cominho e deixe ferver até engrossar um pouco 6. Acrescente o feijão e a salsa picada 7. Deixe ferver por mais 10 minutos 8. Adicione o molho de pimenta e desligue o fogo 9. Passe para um refratário e polvilhe o queijo prato ralado Não tem erro. A receita rende muito, é barata e pode ter certeza que vai fazer sucesso se você convidar a moçada para experimentar.

Chili com carne


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Álcool e Energético Basta freqüentar alguns bares e boates em qualquer parte do país para perceber o quão comum é a mistura de álcool e bebidas energéticas entre os jovens. A bebida a base, principalmente, de cafeína é misturada, sobretudo, a destilados como vodka e whisky. Além de provocar excitação comum às bebidas energéticas, disfarça o gosto desagradável, e é capaz de deixar animadinha a mais tímida das meninas. Entretanto, estudos parecem comprovar que misturar energéticos e bebidas alcoólicas não é uma ideia muito boa. Pesquisas de várias partes do mundo comprovam que esta mistura pode ser perigosa por inibir a sensação de embriaguez, fazendo com que muitas vezes os usuários consumam mais bebidas para atingir o mesmo efeito ou não percebendo seu estado de embriaguez acabem por cometer irresponsabilidades. Segundo estudos da Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos, pessoas que ingerem álcool juntamente a bebidas energéticas têm o dobro de chance de se machucar, machucar outras pessoas ou necessitar de ajuda médica durante o estado de embriaguez se comparadas às pessoas que ingerem somente bebidas alcoólicas. De acordo com a mesma pesquisa os estudantes entrevistados que misturam álcool a energéticos bebem 36% a mais em uma noite. O energético foi criado em 1987 pelo austríaco Dietrich Mateschitz e serve como estimulante e fonte de energia, composto por substâncias como carboidratos, gluconolactona, cafeína e taurina, a bebida aumenta a resistência física e diminui os efeitos depressores do álcool. Apesar de não haver nenhuma evidência de que os energéticos façam mal por si só, sem a ingestão de álcool, há muitos casos que relacionam anomalias nos batimentos cardíacos, sudorese e náuseas ao uso da bebida.

* Segundo o site do G1, os energéticos chegam a ter mais do que o triplo de cafeína do que um copo de refrigerante como a Coca-Cola, que tem cerca de 34 a 38mg da substância. O site da Globo revela que em 340g da bebida RedBull, uma das mais conhecidas marcas de bebidas energéticas, chega a ter 116mg de cafeína. A mais alta concentração é a do Spiker Shooter, que contém, a cada 340 gramas, 428mg de cafeína. Frente ao ataque da matéria às bebidas energéticas (não só em conjunto com o álcool), a empresa RedBull fez uma declaração explicando, segundo as próprias palavras do documento, que “Red Bull não é uma bebida supercafeinada, possuindo em sua composição 80mg/250ml (porção/lata), sendo esta menor que a concentração presente no café e nos chás. No entanto, é menos provável que uma pessoa, mesmo jovem, consuma tantas latas da bebida energética como de xícaras de café ou de chá, tanto pelo seu sabor distinto como pelo seu preço” e esclarecendo que entradas em hospitais por intoxicações crônicas pela ingestão exclusiva da bebida energéticas são raríssimos.

Um estudo da Unifesp, realizado por Sinoaldo Eduardo Ferreira, recolheu depoimentos de jovens e chegou aos seguintes números: 40% relataram que o energético os deixava mais alegres, 30% disseram que aumentava a euforia e 27% a desinibição. Quartoze por cento dos entrevistados disseram que o energético não mudava os efeitos do álcool (fonte portal G1)*. Vinte e seis jovens adultos foram submetidos a testes e chegou-se a conclusão de que apesar de o energético não afetar na metabolização do álcool no organismo (o nível alcoólico de quem ingeriu a mistura era o mesmo de quem havia ingerido somente álcool) a mistura afeta a habilidade motora e a capacidade de julgamento e percepção.


Surf ´s up!

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Por Felipe Reis

No último mês de agosto, dois grandes eventos marcaram importantes mudanças no rumo do longboard brasileiro. Durantes as etapas baiana e pernambucana do LQS (Longboard Qualifying Series), foi fundada a Associação Brasileira de Longboard (ABL), que tem como presidente Geraldinho Cavalcante e vice o nosso general Picuruta Salazar. Importante frisar que a nova entidade abrange também as categorias amadoras, e não apenas os profissionais. Ainda fazem parte da diretoria surfistas que ainda estão em plena atividade e que sempre batalharam para ver o longboard no lugar que merecia, como Amaro Matos e Alex Leco. O Leco vai ser a ligação entre os atletas e a entidade, papel importantíssimo e representado pelo cara certo. Trata-se de um atleta rodado e dedicado, com grande conhecimento dos dois lados, pois também é presidente da Associação de Surf de São Sebastião, juiz formado e entende de todas as funções que fazem um campeonato acontecer. Enfim, um cara sério respeitado por atletas e dirigentes e que sem dúvida tem nosso respaldo. Como o longboard sempre foi à última prioridade da Abrasp (Associação Brasileira de Surf Profissional), há algum tempo sentimos a necessidade de criar nossa própria entidade. Agora não teremos que dividir espaço com a força da pranchinha e nossos interesses será definido com participação efetiva de longboarders que amam a modalidade e dependem do seu crescimento para se manter no esporte. Em sua segunda edição, os eventos LQS no Nordeste foram um marco dos pranchões no país. O Pena Bahia Longboard Internacional ganhou status 6 estrelas, enquanto a etapa Pernambucana valeu 4 estrelas para o ranking do LQS, com os melhores surfistas do país provando que o longboard brasileiro é considerado potência mundial. A nova geração veio atropelando, principalmente com o paulista Jefson Silva e o carioca Jeferson da Silva, finalistas na etapa baiana. Juntos com Leco Salazar e Rodrigo


CSP - Circuito Super Praia -

Sphaier, eles fizeram um surf completo de longboard, principalmente o Jejé, que arriscou muitos hang tens em momentos críticos para levar o caneco e os US$ 8 mil na paradisíaca praia de Itacimirim. Em Pernambuco, o campeão foi o cometa Halley Batista. Discordo quando ouvi falar que foi zebra, pois além de ser local do pico (Maracaípe), é um exímio competidor e grande surfista. Com uma carreira consolidada nas pranchinhas, o cabra começa a encarar o longboard como uma realidade na sua vida competitiva e acaba de exibir como pretende levar isso adiante. O Jejé mais uma vez fez a final, mas sucumbiu diante de Halley. Mesmo assim foi o nome do campeonato, derrubando longboarders tarimbados e fazendo a maior nota da competição na semifinal com (9.50). O mais novo campeão sul-americano, Rodrigo Sphaier, juntou-se a galera no pódio do Pena Pernambuco Longboard Internacional. Agora o “ET” Sphaier e o “The Flash” Jejé passam a integrar o time brasileiro no WLT (World Longboard Tour). São dois moleques diferenciados que tem tudo pra aprontar na elite, ambos são sinistros tanto no bico quanto na rabeta e não sofrem com pressões. A atitude deles nos últimos campeonatos exibe maturidade e vontade de vencer baterias. Me arrisco a dizer que só saem da elite se quiserem, nunca mais vão precisar do LQS pra garantir suas vagas. Vale registrar alguns nomes que vi arrebentando nestas duas etapas. Apesar de terem parado no meio do caminho, chamaram a atenção os saquaremenses Robledo de Oliveira e Jeremias da Silva (Mica), o pernambucano amassador de lip Reginho Nascimento, Jonas Lima e Abolição com suas patadas atômicas e toda a categoria dos super campeões Phil Rajzman, Roger Barros e “Carlito” Bahia. Além desta nova geração, que se destacam entre os profissionais, há mais uma boa leva saindo do forno. Felipe Lacerda e

Gabriel Nascimento estão prestes a explodir. Rafael Cavalcante, Gabriel Vitorino e Wenderson Biludo também são nomes pra serem guardados. A Bahia sorriu pras meninas com ondas agradáveis para o longboard. A pernambucana Atalanta Batista passeou em Itacimirim e levou a primeira etapa do Circuito Brasileiro Profissional. Na final ela derrotou a vice Fernanda Daichtman e as irmãs Jasmim e Shayana Avelino, terceira e quarta colocadas, respectivamente. Vale destacar a supremacia da Atalanta nesta etapa e a evolução das irmãs Avelino, sempre acompanhadas do técnico e pai Ricardo, que talvez seja a pessoa que mais se diverte no circuito, mesmo quando não compete. O bicho pirou com as duas no pódio. Em Pernambuco a história foi diferente. Maracaípe não perdoa. Todo ano o saldo de pranchões quebrados aumenta, são dezenas! A onda é rápida e oca, se pensar muito antes de agir só consegue prejuízo. Quem mais sofre nestas condições são as mulheres, que naturalmente surfam com mais suavidade, o que não combina com as características que encontramos em Maraca. A paranaense criada nas águas de Matinhos, Fernanda Daichtman, venceu a bicampeã brasileira Mainá Tompson na finalíssima em bateria mulher-a-mulher. A guerreira Mainá retoma seu ritmo depois da gravidez e começa a reagir no circuito, mas Fernanda exibiu maturidade em algumas situações adversas que enfrentou, pegou as ondas certas e não desperdiçou. Daichtman fez uma etapa perfeita ao desbancar a líder Atalanta em casa e assumir a liderança do ranking brasileiro, que terá sua definição em novembro, durante o Petrobras Longboard Classic na praia da Macumba (RJ). A briga promete ser boa entre as duas, embora outras surfistas também tenham chances!

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Life`s Up!

Le Parkour Le Parkour: a adrenalina dessa aventura já está com tudo no Brasil. Na idéia de correr sem se importar com os possíveis obstáculos no caminho, cada vez mais pessoas têm se aventurado a pular muros e prédios e a escalar paredes. Que tal se arriscar nessa aventura?

Tem sido cada vez mais freqüente ver pelas ruas algumas pessoas praticando esse esporte. Originário da França, o Le Parkour conquistou os brasileiros pelos benefícios que ele traz e pela inovação na área dos esportes radicais. Condicionamento físico, agilidade e velocidade são algumas das características que ele traz para o traceur, nome que recebe o praticante desse esporte. O Le Parkour começou com o francês David Belle, que herdou a arte de seu pai e avô bombeiros. Ele surgiu como forma de fugir de situações de perigo em guerras. David acrescentou uma dose de aventura e o transformou em um meio de ganhar a vida. Hoje, o Parkour é praticado da seguinte forma: de um ponto A até um ponto B, a pessoa tem que correr de modo que os obstáculos não sejam empecilhos para concluir o percurso. Pode parecer difícil, mas quando se tenta pela primeira vez é impossível não se apaixonar pelas aventuras e situações em que o praticante se vê a enfrentar. O Le Parkour é tão apaixonante que artistas nacionais e internacionais já se renderam a ele. No Brasil, a atriz Priscila Fantin já é uma traceuse nata. Fora daqui, Madonna também se rendeu à adrenalina dos saltos e escaladas em paredes. Nas telonas, o Le Parkour esteve no filme “007 - Casino Royale”, de 2006. O legal do Le Parkour é seu baixo custo. Para aprendê-lo, não há aulas. Basta que você pesquise na internet, em vídeos e textos, técnicas de saltos, caídas, rolamentos. No YouTube há vídeos que ensinam os movimentos básicos. É ideal também praticar com uma pessoa mais experiente que o auxilie na melhora das performances. Há quem promova cursos, como o grupo Tobu, do Rio de Janeiro. O custo médio é de R$ 80. Não é necessário comprar materiais para praticar o

Parkour, a não ser calça, blusa e tênis leves, objetos que você já deve ter no seu armário. As mulheres também se aventuram no esporte. Há uma comunidade no Orkut com mais de 1,6 mil traceuses! Ou seja, o Le Parkour é totalmente eclético. Além de todos os benefícios físicos que o Le Parkour traz aos traceurs, há os psicológicos. Pelo fato de ser também uma filosofia de vida, a cultura dos obstáculos e desafios é trabalhada a cada treino. O praticante sempre coloca seus limites à prova e se sente mais corajoso a enfrentar os muros e paredes da própria vida. O esporte requer cuidado e respeito aos limites do corpo de cada praticante. Aos poucos, você vai se acostumando e ganhando mais habilidade na prática do Parkour.


s k c i l C

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01 - Vital e a galera da UFBA 02 - As meninas da DIRETICADA

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03 - As meninas de goiania com a coordenadora Juliana Oliveira 04 - Os goianos Renatinha e Alvaro 02

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05 - Carol e Aline Uh! eh Capixaba... 06 - Claudinho (Equipe CSP) com sua namorada e sua cunhada 07 - Coordenador Cléberson de Piracicaba SP e suas amigas

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08 - Coordenador Cesar com sua namorada 09 - Coordenador Igor de Juiz de Fora

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10 - Coordenador do Praia Juridica - Henrique Esteves 11 - Frog, Sergio Canabrava e Henrique Esteves 12 - Equipe Super Praia 13 - GAlera da FASEH na etapa Búzios

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14 - Naty e Raisa (Loja CSP) 15 - Galera do Espírito Santo com a coordenadora Aline 16 - Laila coordenadora da Unisul e Felipe Reis

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17 - Os mineiros Jota, Mariana, Samara e Vieira 18 - Manu, Luzia e Bruninha. Conexão Minas Goias 19 - Pedro Abreu (CSP), Siman (Fishbone) e Welbert (CSP)

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20 - Coordenador do Praia Med Alemão e sua Namorada 21 - Praia Med na versão Old School

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22 - Rodrigo, Raisa, Naty e Arthur (Loja CSP) 23 - Samara, Alexandre Peixe e Felipe Reis 24 - Samya, Felipe Oliveira, Samara e Sergio Canabrava

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25 - Silvana da Privillege e Leo Maia (Equipe Super Praia) 26 - Silvana da Privillege, Gui e Elzinha (Equipe Super Praia)

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Shots Copa Med

Shots

Intermed Minas 2010


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Florianópolis A próxima etapa do Circuito Super Praia Por Felipe Reis

Florianópolis é a ilha mais quente do planeta. É o melhor lugar do mundo para a ferveção. Foi pensando nisto que o Circuito Super Praia, incluiu o lugar em seu roteiro novamente. Outubro de 2009, foi realizado as etapas dos jogos PraiaMed Sul, PraiaJurídica e o Praia Universitária, na praia da Joaquina. Agora, o circuito volta trazendo a etapa nacional dos jogos de praia em Jurerê. Nem Ibiza, nem Saint-Tropez. “Para a organização dos jogos, a ilha é uma mistura perfeita dos dois lugares, com os atrativos dos preços mais baixos e do jeito brasileiro de se divertir” diz Pedro Abreu (Diretor Geral do Circuito Super Praia). É um cenário imbatível que ganha seus melhores contornos em praias como Brava e Jurerê Internacional, mas se alastra por todas as partes da ilha. No último ano, até o Centro ganhou fôlego, com a revitalização do casório histórico e a consolidação da Rua Bocaiúva como corredor gourmet da cidade, com casas badaladas, como Café Riso & Etc. e Yaah. Em Jurerê está à melhor novidade hoteleira da ilha, o Il Campanário resort de renome internacional. Com 23 km de distância do centro e 35 km do aeroporto, Jurerê tem proximidade com as praias do forte, Daniela e Canasvieira. Por lá residem as beach houses Parador P12, Café de La Musique Beach, El Divino Beach e o Taikô.

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Depois de tour pela Europa,

retorna à cidade de o rigem Depois de “viajar” pela Europa, o Rock in Rio está de volta à cidade que está em seu nome. Na coletiva de imprensa realizada para divulgar o projeto, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, assinaram o protocolo que garante o retorno do evento de música. Além das três edições brasileiras (em 1985, 1991 e 2001), foram realizadas quatro em Lisboa e duas em Madri. “Antes de ser brasileiro eu sou carioca. Não estar aqui era estranho pra mim”, disse Medina. Eduardo Paes abriu à coletiva cantando a música tema do Rock in Rio - “Se a vida começasse agora. Se o mundo fosse nosso de vez...” - e fez um coro com os convidados. Entre eles, nomes confirmados para o evento, como Sandra de Sá, Pitty, Tico Santa Cruz, Ivo Meireles, Tony Garrido, Ed Motta e Dinho Ouro Preto. O prefeito ainda regeu o coro dos convidados no final e revelou. “Eu queria ser cantor, já até me apresentei e fui vaiado. Por sorte do povo ou por azar do povo eu vim para a política. E por sorte do rock com certeza.” Ivete Sangalo, que apareceu em um clip exibido durante a apresentação, também é presença confirmada para o evento. As atrações internacionais ainda não foram divulgadas, mas Medina adiantou: “Eu gostaria de ter Radiohead, Iron Maiden e Guns n’ Roses”. Os shows acontecerão nos dias 23, 24 e 25 de setembro e 30, 1º e 2 de outubro de 2011. O prefeito justificou a escolha da data para o meio da estação: “No verão o Rio já acontece: tem Reveillon e Carnaval”, afirmou. O local escolhido para a realização do evento ainda será construído e faz parte do projeto da Olimpíada de 2016. Serão gastos mais de R$ 40 milhões para construir o Parque Olímpico Cidade do Rock. . O megaevento trará várias atrações. Além do palco principal, chamado de Palco Mundo,

o público vai aproveitar a Rock Street, uma rua com lojas, bares e restaurantes; o Espaço Fashion, onde acontecerão desfiles de moda; uma Tenda Eletrônica, reservada para DJs nacionais e internacionais; e o Sunset, outro palco que pretende realizar encontros inesquecíveis. “Apesar de ser um evento musical, a idéia é que a família passe o dia inteiro se divertindo”, declarou a empresária Roberta Medina, filha do presidente do Rock in Rio. E para isso serão construídas atrações de um parque de diversões como roda-gigante, tirolesa e kaboom. A área vip receberá 2 mil convidados e o público esperado gira em torno de 120 mil por dia. Os ingressos custarão em torno de R$ 180 com direito a meia-entrada para estudantes. Nos dias do evento serão montados bolsões de estacionamento e esquema de transporte público. Será proibido o acesso de carros num raio de cinco quilômetros para evitar tumulto. Medina encerrou dizendo:”Quero trazer Lady Gaga e Shakira para o Rock In Rio.”


Espaço Cultural

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O cartunista Glauco Profissional consagrado e de bastante poder de criação, Glauco fez história por onde passou. E depois de uma tragédia, o Brasil perdeu um de seus grandes artistas do desenho. O cartunista Glauco Villas Boas (53) foi assassinado em sua casa junto com seu filho Raoni (25). Deixando de lado essa parte ruim da história, perguntamos: você conhece a trajetória desse tremendo artista que desde os 18 anos conquistou os sorrisos de muitos brasileiros? Natural de Jandaia do Sul (PR), Glauco foi convidado pelo jornalista José Hamilton Ribeiro a publicar suas tirinhas no periódico “Diário da Manhã”. Daí em diante, a vida do desenhista mudou. Em dois anos de publicações no periódico, o paranaense foi premiado no Salão Internacional de Humor de Piracicaba, um dos maiores eventos para quadristas de todo o mundo. Em 1984, o jornal “Folha de São Paulo” abriu espaço para os novos cartunistas do país. Foi aí que Glauco conseguiu mais espaço e passou a publicar suas tiras com maior frequência. “Entre seus personagens mais conhecidos, estão “Geraldão”, “Casal Neuras”, ‘Doy Jorge”, “Dona Marta” e “Zé do Apocalipse”. Sem dúvidas, “Geraldão” é o de maior sucesso na Folha.

Dono de um talento inquestionável, Glauco ainda foi redator de programas da TV Globo, como “TV Pirata” e “TV Colosso”. Seu humor ácido e irreverente lhe rendeu trabalhos em diversas áreas da comunicação. Além do dom da arte que possuía, o quadrista foi o fundador da comunidade Céu de Maria, ligada a seita do Santo Daime. A sede da comunidade fica na casa de Glauco e atende a 300 fiéis todos os fins de semana. “O Glauco não era para ter inimigos, porque o objetivo dele na vida sempre foi o de ajudar as pessoas. Era alguém que sempre fez da vida uma piada e isso se reflete nas tiras e nos personagens que criou”, afirmou Nancy Antônio Corrente, adepta à comunidade. O falecimento do artista repercutiu por todo o país. Amigos cartunistas de Glauco desabafaram: “Era um cara bem engraçado, esperto, com um trabalho sempre jovem. Ele foi o primeiro a publicar genitália desnuda em um grande jornal. Aquela secretária, a Dona Marta, o Geraldão, são personagens geniais! Que tragédia, perdemos um grande talento do humor”, declarou Chico Caruso.

Wagner Moura retoma o personagem mais marcante de sua carreira, o capitão Nascimento, na sequência de Tropa de Elite, filme também dirigido por José Padilha, ganhador do Urso de Ouro no festival de Berlim de 2008. Nascimento, 10 anos mais velho, cresce na carreira: passa a ser comandante geral do BOPE, e depois Sub Secretário de Inteligência. Em suas novas funções, Nascimento faz o BOPE crescer e coloca o tráfico de drogas de joelhos, mas não percebe que ao fazêlo, está ajudando os seus verdadeiros inimigos: policiais e políticos corruptos, com interesses eleitorais. Agora, os inimigos de Nascimento, são bem mais perigosos. Para muitos, ‘Tropa de Elite 2’ será o blockbuster de ação do ano, com direito a efeitos especiais importados, cenas de ação mirabolantes e um enredo inteligente. Mas no fundo, é muito mais. Um retrato frio e cruel, porém realista, da nossa realidade. Afinal, “Qualquer semelhança com a realidade é apenas uma coincidência. Essa é uma obra de ficção”.


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a t r e c e d a d i ? e a d a a i d l r u e c s a l f a u a n Q r a r t n e a r a p O ingresso numa faculdade é o foco único da maioria dos jovens no Ensino Médio. Centenas destes acabam por fazer o vestibular antes da conclusão do segundo grau e, quando aprovados, recorrem a todo tipo de recursos para ingressar na Universidade, seja ela pública ou particular. Tamanha ansiedade pelo ensino superior tem gerado nas universidades um grande contingente de menores de idade. Alunos de 16, 17 e até 14 anos tem ingressado nas faculdades de todo o país. A presença de jovens cada vez mais novos no ensino superior gera discussões. Há quem questione a maturidade e o preparo para o ingresso antecipado num ambiente completamente diferente do vivido durante o ensino médio. Os alunos menores de idade ainda não concluintes do segundo grau recorrem, geralmente, à Justiça para conseguirem o direito de fazer o exame Supletivo e adentrar ao ensino superior. Muitos discordam das tais liminares alegando serem estas inconstitucionais, já que a Lei de Diretrizes e Bases (LBD) da educação nacional determina que o ensino supletivo seja destinado àqueles que não tiveram acesso ao ensino fundamental e médio ou não conseguiram concluí-los na idade própria. Outros tantos defendem que é constitucional o acesso à educação em qualquer âmbito, inclusive aos menores de idade. Diversas universidades, como a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), procuram recorrer de todas as liminares. O estado tem no histórico jovens de até 14 anos que conseguiram através da justiça ingressar na faculdade. O deputado Robson Neves (PFL) questiona a facilidade com que os alunos menores entrem nas faculdades, sobretudo, particulares: Há uma concordância velada porque elas não recorrem das decisões. Querem é um número grande de alunos” (fonte: UOL). É fato, contudo, que há um enorme contingente de alunos menores nos supletivos. Segundo o Estadão havia cerca de 642 mil estudantes entre 15 e 17 anos cursando a educação de jovens e adultos. Conseguindo o direito de cursar o supletivo e conseguindo o diploma do ensino médio, as faculdades não podem vetar o ingresso do aluno no ensino superior.

Para tentar diminuir os aprovados ainda não concluintes do ensino médio, muitas faculdades optaram por, na hora do vestibular, inserir a opção “treineiro” nas inscrições. O treineiro é o aluno que faz o vestibular somente para ter experiência, não concorrendo a uma vaga de fato. Apesar disso, mesmo já formados no segundo grau, os alunos tem chegado cada vez mais novos à faculdade. Muitos tiveram sérios problemas em enfrentar as situações novas, completamente diferentes, tanto na vida acadêmica quanto na vida pessoal, surgidas no ambiente universitário.


CSP - Circuito Super Praia -

Pilates

Corpo firme e alongado, melhoras na postura, na respiração e na tolerância ao stress, músculos fortes e articulações mais saudáveis. Isso tudo com a ajuda de bolas e equipamentos leves, sem levantar nenhum pesinho! São as consequências de quem opta pelo Pilates, a técnica que vem angariando cada vez mais adeptos nas academias de todo o país. Obedecendo seis princípios: concentração, controle, centralização de força, fluidez, precisão e respiração, o pilates, através de movimentos lentos e fluentes, trabalha as articulações e a postura, esta última essencial para a realização dos exercícios, motivo pelo qual foi inicialmente procurado por pessoas com dores crônicas. Hoje, quem deseja somente fortalecer o corpo sem necessariamente desejar hipertrofia e ganho de massa, objetivos da musculação, prefere a técnica. “As pessoas se cansaram das academias. Sentiram necessidade de buscar algo mais harmônico e menos invasivo” diz Teresa Camarão, dona de um dos estúdios precursores de Pilates no Brasil ao site do Centro de Terapias Orientais (CTO). Histórico A técnica criada pelo alemão Joseph Hubertus Pilates para resolver seus problemas de asma, raquitismo e febre pneumática (!), é um conjunto de várias outras modalidades de esporte realizados pelo alemão e conceitos de medicina oriental, no melhor estilo “mente sã, corpo são”. Apesar de ter sido criado na Primeira Guerra, o pilates só foi reconhecido e divulgado recentemente, quando caiu no gosto de famosos como Madonna e Sharon Stone. Aqui no Brasil o esporte também agradou os artistas: “A técnica é séria, acabou com as minhas dores nas costas, ajustou minha postura e deixou meu corpo muito mais firme e flexível, diz a atriz Débora Secco à Revista Boa Forma. Pilates para todas as idades O método pode ser realizado por qualquer pessoa, com certas restrições de acordo com a idade e problemas de saúde, se houver. Para os idosos a vantagem do pilates é óbvia: alívio das dores, maior equilíbrio, mobilidade, força e percepção dos movimentos. A técnica curiosamente vem gerando adeptos até entre crianças, principalmente visando corrigir ou

evitar problemas de postura, podendo ser realizada a partir de 4 anos de idade. Modalidades No pilates os exercícios geralmente são iniciados de forma horizontal, em que a facilidade de correção é maior. Gradativamente, as posições e exercício vão sendo transferidos para a vertical, sempre com o suporte do tronco, trabalhando com movimentos das extremidades. Há duas modalidades do método, o Studio Pilates, com o uso de aparelhos e o Mat Pilates, o pilates de solo, que é feito sem o uso de equipamentos mas permite a utilização de alguns acessórios, como bolas e elásticos. Musculação: Trabalhos de músculos mobilizadores: Músculos grandes e superficiais, responsáveis por movimentos de grande amplitude. Ex.: Bíceps, tríceps e glúteos Objetivos: Fortalecimento, ganho de massa, hipertrofia, manutenção/aumento de massa óssea. Pilates: Trabalhos de Músculos estabilizadores: Músculos pequenos e profundos responsáveis por movimentos sutis e manutenção da postura. Ex.: Flexores do quadril.

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A mudança climática já começou: verões mais quentes, chuvas mais fortes, nevascas. Mas quando a mudança de hábitos e de atitudes vai começar? O Greenpeace trabalha todos os dias para mostrar que é possível crescer sem prejudicar o planeta e ainda reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Não dá mais tempo de esperar.

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Revista CSP #2