Sul Tempo Ensemble

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Sul Tempo Ensemble Pedro Meireles, violino e viola Pedro Ribeiro, oboé Martin Henneken, violoncelo Luísa Tender, piano ?

O Sul Tempo fará o seu primeiro concerto em Abril de 2013, em Lisboa. A pré-história deste ensemble é a história dos músicos que o constituem.


Pedro Meireles, violino e viola

Nascido no Porto em 1981, iniciou os estudos de violino com a sua mãe. Estudou no Conservatório de Música do Porto, com Carlos Fontes e Suzanna Lidegran, tendo terminado o curso com a classificação máxima. Aos nove anos, obteve o 1º prémio no Concurso da Juventude Musical Portuguesa. Recebeu também o 1º Prémio no Concurso Parnaso, 2º Prémio e Prémio Especial no Concurso Internacional Júlio Cardona, 1º Lugar no Prémio Jovens Músicos, Prémio Maestro Silva Pereira, 2º Prémio no Concurso de Interpretação do Estoril (2003), e 2º Prémio de Solista da Croydon Symphony Orchestra. Obteve o grau de Bachelor of Music na Royal Academy of Music, em Londres, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, com "first class honours" e o "Foundation Award". Aqui recebeu também o Prémio Memorial "Sir Arthur Bliss", o "Friends of the Royal Academy", o "Mortimer Developement Award", o Prémio de Viola "Max Gilbert" e o Prémio de Violino "Winfred Little". Obteve o Master of Music na Royal Academy of Music, onde estudou com Howard Davis (violino) e Matthew Souter (viola). Foi galardoado em vários concursos como primeiro violino do Galitzin Quartet, com o qual gravou recentemente um cd. Apresentou-se como solista com a Orquestra Filarmónica da Macedónia, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra de Câmara Musicare, a OrchestrUtopica, a Croydon Symphony Orchestra, a Cambridge Orchestra, o Manson Ensemble, e a Orquestra do Norte, entre outras. Durante cinco anos, representou Portugal na Orquestra de Jovens do Mediterrâneo e na Orquestra de Jovens da União Europeia. Tocou com a Orquestra Sinfónica de Londres e com a Philharmonia Orchestra. É primeira viola dos Solistas da Royal Academy, com os quais gravou recentemente um cd. Apresenta-se com uma viola construída para si por David Rattray, em 2004, e com um violino Maggini de 1600, gentilmente cedido pela Royal Academy of Music. É segundo concertino auxiliar da Orquestra Gulbenkian desde 2012.

Pedro Ribeiro, oboé

Iniciou os seus estudos de oboé na ARTAVE, com Saúl Silva, e concluiu a Licenciatura na Escola Superior de Música do Porto na classe de Ricardo Lopes, com a classificação máxima em oboé. Recebeu o Prémio Engenheiro António de Almeida pela melhor média de licenciatura. Frequentou masterclasses com Thomas Indermüller, Stefan Schilli, François Leleux, Christian Wetzel, Douglas Boyd, Hansjorg Schellenberger, Diethelm Jonas e Earl Clemens. Foi laureado com o 1º Prémio da Juventude Musical Portuguesa, o Prémio Jovens Músicos, o Prémio Maestro Silva Pereira e o Prémio Revelação Ribeiro da Fonte. Leccionou Oboé nas Universidade de Aveiro e Escola Superior de Música do Porto; e Repertório de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra. É membro efectivo do Opus Ensemble, com o qual gravou o cd «2007». Faz também parte do Trivm de Palhetas, da Camerata Senza Misura e do Quinteto Artziz, tendo realizado com este agrupamento uma digressão pela Índia e Macau. Estreou diversas obras portuguesas de música de câmara, algumas das quais incluídas num cd publicado pela Numérica. Gravou, com o Ensemble Mediterrain, o cd "Música Contemporânea Portuguesa". Apresentou-se a solo com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Filarmónica da UNAM (México), a Orquestra Sinfónica de Zurique, a Landesjugendkammer Orchester Nordrhein-Westfalen, a Musique Militaire du Luxembourg, a Sinfonieta de Lisboa, a Orquestra do Algarve, a Filarmonia das Beiras, a Sinfonieta da ESMAE e a Orquestra ARTAVE. Participou nos festivais de música de Viana do Castelo, Póvoa de Varzim, Paços de Brandão, Leiria, Sintra, Estoril, Algarve, Madeira, Açores, Jeunes Solistes Europeénnes (Luxemburgo) e no Stellenbosch International Chamber Music Festival (África do Sul). Foi primeiro oboé na Filarmonia das Beiras na temporada 1999-2000. Integrou a City of Birmingham Symphony Orchestra, como primeiro oboé convidado, realizando concertos em Birmingham e nos Proms da BBC. É membro da Orquestra Gulbenkian desde 2000 (primeiro Oboé desde 2006).


Martin Henneken, violoncelo

Nasceu na Alemanha em 1981 e recebeu as primeiras lições de violoncelo aos seis anos de idade. Aos dezasseis ingressou, como bolseiro, na Musikhochschule Detmold, onde estudou com Gotthard Popp. Frequentou posteriormente as academias de música de Lübeck e Viena, onde foi aluno de Troels Svane e Reinhard Latzko. Foi premiado no Concurso Nacional Alemão para Jovens Músicos e aluno da fundação "Live Music Now" criada por Yehudi Menuhin. Como membro da Orquestra Nacional Alemã da Juventude, ganhou experiência como músico de orquestra. Durante os seus estudos, foi convidado a colaborar regularmente com várias orquestras como a Filarmónica de Lübeck, a Volksoper e a Sinfónica de Viena e a Sinfónica da Índia Mumbai. Como músico de câmara, estudou com Walter Levin (Quarteto Lassalle) e actuou no Konzerthaus de Viena. Na temporada 2009/2010 colaborou com a Ópera Nacional e a Filarmónica de Viena e participou nos festivais de Salzburgo e Lucerna. Desde 2010, é segundo solista da Orquestra Gulbenkian.

Luísa Tender, piano

Luísa Tender nasceu no Porto em 1977. Nesta cidade estudou com Anne-Marie Mennet (Conservatório do Porto), Pedro Burmester (Escola Superior de Música do Porto) e Helena Sá e Costa. Entre 1997 e 2000 estudou com Vitalij Margulis, em Los Angeles; e, entre 2000 e 2002, com Irina Zariskaya, no Royal College of Music, em Londres, onde obteve o grau de Master of Music em Performance Studies. Posteriormente, obteve o Diplôme Supérieur d’Exécution na École Normale de Musique de Paris. Foi durante dois anos lectivos professora convidada de Piano e Música de Câmara na Escola Superior de Música do Porto. Actualmente, é Professora-Adjuntana Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde ensina Piano e Música de Câmara. O seu primeiro cd (“Bach and Forward”), gravado em 2008 nos Royal College of Music Studios, foi uma das escolhas do mês do Abril de 2009 da revista britânica Classical Music. O seu segundo trabalho discográfico, um cd duplo com obras portuguesas para violoncelo e piano (com Bruno Borralhinho), foi recentemente publicado pela editora Dreyer & Gaido (Berlim) e recebeu os melhores elogios da crítica (Fanfare, Strings Magazine, Das Orchester, entre outras). Luísa Tender foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Royal College of Music. É actualmente doutoranda em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, cidade onde reside. Em Lisboa tem também o seu Estúdio de Piano, com alunos de várias idades e níveis. Realiza regularmente concertos e recitais em Portugal e no estrangeiro.


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