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CURSOS DE CURTA DURAÇÃO

INFLAMAÇÃO CRÔNICA SUBCLÍNICA

INFLAMAÇÃO INTESTINAL

ESTRESSE OXIDATIVO

IVC

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IVC


CONHEÇA A IVC Somos uma empresa de Biotecnologia, 100% nacional vinculada a Fundação Biominas. Temos como foco Projetos de Pesquisas e Desenvolvimento na Área de Ciências da Vida, Avaliação de Toxicidade Avançada através de métodos IN Vitro, Testes para Saúde Humana com as mais avançadas técnicas para avaliação da Inflamação Crônica Subclínica, Estresse Oxidativo, Perfil Metabólico e Desenvolvimento de Testes focados em Sinalização Celular.

Nossos pilares:

PIONERISMO Um dos nossos pilares de estudo e pesquisa é a Inflamação Crônica Subclínica, sendo está um dos elos de um conjunto de condições conhecidas por Síndrome Metabólica, uma das maiores causas de morte em todo o mundo. Neste contexto a IVC desenvolveu uma forma de identificação precisa e precoce da Inflamação Crônica Subclínica através do Inflamograma, sendo pioneira e a única empresa nacional a Analisar, Executar e Interpretar Perfis Inflamatórios e suas implicações.

INOVAÇÃO A medicina do futuro já é praticada hoje com segurança e embasamento cientifico, melhorando a qualidade de vida e bem-estar de pacientes, utilizando-se da Biotecnologia.

BIOTECNOLOGIA A IVC se insere no setor de saúde humana trazendo para o público em geral seus testes biotecnológicos com a finalidade da avaliação precoce de processos oxidativos (mitocondrial e sistêmico) e inflamação crônica subclínica (sistêmica e intestinal) através de biomarcadores celulares.

IVC

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ÁREA DE ATUAÇÃO

Saúde Humana

Industrial

Investimos e desenvolvemos uma nova área de pesquisa e serviços em Saúde Humana envolvendo testes específicos que identificam a Inflamação Crônica Subclínica, Estresse Oxidativo intracelular e Perfil metabólico para atuar de forma preventiva, auxiliando no diagnóstico com ferramentas mais precisas e interpretação analítica correta da interconexão entre diversos biomarcadores inflamatórios/oxidativos. Dessa Forma, esses testes oferecem a possibilidade de visualização individualizada de Perfis Metabólicos e a personalização de terapêuticas aplicadas, podendo potencializar respostas clínicas. Trabalhamos com biomarcadores infamatórios precoces de distúrbios metabólicos geradores de patologias.

Trabalhamos com foco em toxicidade In Vitro de Fármacos, Cosméticos, Defensivos Agrícolas e Consultoria;

Nossos Protocolos: Perfil Inflamatório Sistêmico (Nível 1 e 2) Perfil Inflamatório Intestinal Perfil Oxidativo Sistêmico Perfil Oxidativo Mitocondrial Perfil Metabólico (Avaliação do Estresse Oxidativo gerado por suplementos proteicos e vitaminas e Avaliação da idade biológica metabólica) 4

IVC

Para o registro e a comercialização de produtos como cosméticos, medicamentos, agroquímicos, produtos de higiene e outros que possam ter contato com a pele ou outras partes do corpo, são necessários testes que comprovam a eficácia e segurança dos mesmos. A nossa tecnologia nos permite a condução dos testes In Vitro tradicionais, bem como o desenvolvimento de outros testes mais refinados, ainda não disponibilizados no mercado. As analises de segurança bem como outros tipos de testes (analise de eficácia, testes, diagnósticos, e etc) podem abordar os diferentes níveis de organização do ser vivo, dos sistemas às células.


ABRANGÊNCIA NACIONAL

Na IVC você encontrará serviços exclusivos e de excelência. Temos o compromisso de oferecer um serviço de qualidade em busca sempre da evolução no atendimento aos nossos clientes. Com foco na confiança e conforto, disponibilizamos para você uma maior capilaridade de serviço e atendimento abrangendo todo o território nacional, propondo mais comodidade, facilidade e eficiência.

Com a IVC você encontra segurança, praticidade e transparência em todos os nossos serviços e produtos.

Abrangência em todo território nacional

IVC

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INFLAMAÇÃO E ESTRESSE OXIDATIVO COMO PREDITORES DE RISCO CARDIOVASCULAR

OBJETIVO DO CURSO O presente curso propõe demonstrar como a inflamação e o estresse oxidativo podem ser preditores de risco cardiovascular. 6

IVC

Carga horária: 10 horas.


PLANO DE ENSINO

As Doenças Cardiovasculares (DCV) no Brasil estão entre as principais causas de morte. Uma estimativa mostra que a mortalidade gira em torno de 250 por 100 mil pessoas. O endotélio é uma camada que reveste a parte interna dos vasos sanguíneos, sendo um extenso tecido celular que recobre toda a malha vascular, desde grandes veias e artérias até pequenos vasos, arteríolas e capilares. O endotélio íntegro desempenha um papel protetor de vaso sanguíneo. A disfunção endotelial é um desbalanço entre vasodilatação e vasoconstrição, e está relacionada à aterosclerose e aos eventos cardiovasculares. A mesma é também caracterizada por um desequilíbrio entre mediadores que regulam o tônus vascular e a hemostasia.

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA •

Estresse oxidativo como fator de risco cardiometabólico emergente

Inflamação Crônica Subclínica - Biomarcadores inflamatórios e disfunção endotelial como preditores de risco cardiovascular: 1- papel do TNF-alfa, Papel das interleucinas, PCR x TNF-alfa e interleucinas - Da disfunção endotelial à ruptura da placa e o evento trombótico.

Interação entre sistema nervoso e sistema imune na fisiopatologia das doenças cardiovasculares

Doença Arterial Coronariana: colesterol , qual o seu papel real?

Inflamação e aterosclerose integração das novas teorias e valorização dos novos biomarcadores

Função endotelial e Inflamação: 1- IL-6 e endotélio, 2- Óxido Nítrico e endotélio, 3- IL-6, PCR, Óxido Nítrico e endotélio.

Predição de risco (análise do perfil inflamatório e estresse oxidativo) e suas correlações.

Alguns fatores de risco, como dislipidemia e hipertensão arterial, causam dano vascular e perda progressiva das funções protetoras do endotélio, aumentando, deste modo, o estresse oxidativo e a inflamação. A inflamação parece ser um ponto chave em todos os estágios do processo da aterosclerose, desde o nascimento da lesão até o evento coronariano. Neste contexto, pesquisas recentes têm ampliado o entendimento dos mecanismos fisiopatológicos da DCV e, como consequência, uma nova série de biomarcadores tem emergido como promissoras ferramentas para diagnóstico, prognóstico e guia terapêutico. Os biomarcadores inflamatórios constituem um parâmetro biológico-qualitativo e quantitativo das alterações fisiológicas ou de processos patológicos.

DOCENTE

Dr. José Luiz Verde Cardiologista/ Cirurgião CRM: 14960-PR

Possui graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Catanduva (1983);

Título de Especialista em Cirurgia Cardiovascular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e pela Associação Médica Brasileira;

Atualmente é médico autônomo do Hospital Vita Curitiba, atuando como Cirurgião Cardíaco;

Trabalha com Fisiologia Humana desde agosto de 2008 após ter realizado vários cursos na área;

É Pós-graduado Master em Medicina da Longevidade pela Universidade Paulista Campus Paraíso - SP. IVC

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O PAPEL DA INFLAMAÇÃO E ESTRESSE OXIDATIVO COMO FATORES DE RISCO NA SÍNDROME METABÓLICA/ OBESIDADE

OBJETIVO DO CURSO

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IVC

O presente curso propõe demonstrar como a inflamação e o estresse oxidativo estão presentes na síndrome metabólica/obesidade e como os seus biomarcadores podem ser preditores de riscos cardiometabólicos. Carga horária: 10 horas.


PLANO DE ENSINO A síndrome metabólica/obesidade é isoladamente considerada um fator de risco cardiovascular, porém está frequentemente associada com outros fatores de risco, tais como hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia, contribuindo sinergicamente para o desenvolvimento da aterosclerose. Achados recentes indicam que um processo inflamatório de baixo grau exerce um papel central na fisiopatologia da obesidade e hipertensão arterial.

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA •

Caracterização da Síndrome Metabólica;

O papel do Estresse oxidativo na Síndrome Metabólica - Espécies Reativas do Oxigênio e Nitrogênio e o Estresse Oxidativo - Estresse oxidativo e alterações moleculares na Síndrome metabólica

Inflamação - O que é inflamação Crônica Subclínica? - Papel dos macrófagos M1 e M2 (abordagem atual)

Síndrome Metabólica, Tecido adiposo e aspectos inflamatórios;

Fisiopatologia da inflamação na obesidade e hipertensão arterial;

Biomarcadores inflamatórios: - Papel do TNF-alfa e IL-6 nos mecanismos próinflamatórios - Papel da IL-10 na modulação da inflamação

Impacto do treinamento físico nas disfunções cardiometabólicas : papel do sistema nervoso autônomo, da inflamação e do estresse oxidativo.

O que são realmente os adipócitos brancos (gordura ou um órgão endócrino);

Gordura Visceral e Inflamação (envolvimento do sistema imunológico);

Exacerbação inflamatória em pacientes obesos;

Predição de risco (análise do perfil inflamatório e estresse oxidativo) e suas correlações.

DOCENTE

Prof. Marcelo Soares Bioquímico - CRBIO: 00000

É químico com extensão em Bioquímica e Metabolismoaplicado às doenças crônicodegenerativas e novas abordagens metabólicas. Marcelo Soares também é bacharel em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). IVC

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PARTICIPAÇÃO DA INFLAMAÇÃO E ESTRESSE OXIDATIVO NAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS: DOENÇA DE ALZHEIMER

OBJETIVO DO CURSO

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IVC

O presente curso propõe demonstrar a participação efetiva do estresse oxidativo e a inflamação como indutores dos processos de neurodegeneração tendo como foco principal a doença de Alzheimer. Carga horária: 10 horas.


PLANO DE ENSINO O estresse oxidativo tem sido apontado como um ator importante na patogênese de várias doenças, incluindo doenças neurodegenerativas. O crescimento de relatos clínicos e também experimentais sugere que o estresse oxidativo pode desempenhar um papel importante na degeneração neuronal, em doenças como a Doença de Alzheimer – DA, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e doença de Huntington. A perturbação na função ou a perda da integridade do retículo endoplasmático, devido ao estresse oxidativo, pode ser causada, por exemplo, pelo acúmulo e depósito de proteínas não dobradas e por mudanças na homeostasia do cálcio dentro dessa organela. Além disso, muitas evidências sugerem que as mitocôndrias tenham um papel central em doenças neurodegenerativas, em razão de seu papel na regulação da morte celular. As mutações no DNA mitocondrial e o estresse oxidativo contribuem para o envelhecimento, sendo o maior fator de risco para doenças neurodegenerativas.

Outro ponto importante é que apesar de trabalhos sugerirem o encéfalo como um órgão com “privilégio imunológico”, muitos estudos mostram que esse privilégio não é total. Existem fortes evidências na literatura que a inflamação no SNC está envolvida na patogênese de doenças neurodegenerativas agudas e crônicas, incluindo doenças de Parkinson, Alzheimer, esclerose lateral amiotrófica, trauma do cérebro e medula espinhal e acidente vascular encefálico. A neurodegeneração mediada por inflamação envolve ativação dos macrófagos residentes no encéfalo (micróglia), que liberam fatores neurotóxicos e pró-inflamatórios, incluindo citocinas, radicais livres, óxido nítrico e eicosanóides que podem lesar neurônios e células gliais. Além dos macrófagos residentes, neutrófilos e macrófagos derivados de monócitos da corrente sanguínea podem induzir neurodegeneração.

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

DOCENTE

Tipos de Demência - Vascular (definição, patogênese, epidemiologia e manifestações clínicas) - Com Corpúsculos Delewy (definição, patogênese e manifestações clínicas) - Frontotemporal (definição, patogênese e manifestações clínicas) - Pseudodemência O papel do Estresse Oxidativo no Envelhecimento e na Demência - Dinâmica Mitocondrial - Papel do ferro na Neurodegeneração Radicais livres e Neurodegeneração: Entendimento fisiológico - Fonte dos radicais livres - Mecanismos de lesão oxidativa - Sistemas anti-oxidantes de defesa

Doença de Alzheimer (DA) definição, epidemiologia, patogênese e manifestações clínicas

Estresse oxidativo como fator importante na fisiopatologia da doença de Alzheimer

Estresse oxidativo na doença de Alzheimer : o papel dos anti-oxidantes

Inflamação - Alterações nas células do sistema imunológico na DA - Vias inflamatórias no Cérebro com DA - Biomarcadores inflamatórios (Citocinas e quimiocinas) - Inflamação e determinantes genéticos da DA - Vacinas

Dra. Míriam Chaves Schultz MD, PhD, PPhD

Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (1987);

Mestrado em Bioquímica e Imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1990);

Doutorado em Bioquímica e Imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993);

Professora associada nível 4 - Universidade Federal de Minas Gerais;

Sócia da empresa In Vitro Cells - Pesquisa Toxicológica S.A.

Experiência na área de Bioquímica, com ênfase em Bioquímica, atuando principalmente nos seguintes temas: envelhecimento, doenças relacionadas ao envelhecimento, diabetes, estresse oxidativo, toxicidade de moléculas e cultivo e sinalização celular.

Patente depositada junto ao INPI referente a utilização da sinalização celular como ferramenta para o estudo de toxicidade de moléculas. IVC

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NUTRIÇÃO, INFLAMAÇÃO E LONGEVIDADE

OBJETIVO DO CURSO

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IVC

O presente curso tem como objetivo demonstrar a influência da nutrição na resposta oxidativa, inflamatória e no envelhecimento, no ponto de vista fisiopatológico. Pretende-se uma avaliação dos principais mecanismos inflamatórios associados ao envelhecimento e quais os componentes nutricionais que os podem potenciar ou suprimir, para melhor compreensão do papel da nutrição num envelhecimento saudável. Carga horária: 10 horas.


PLANO DE ENSINO A esperança média de vida tem aumentado a cada década. Este aumento, mais evidente nos países desenvolvidos, torna o envelhecimento populacional uma realidade. Os indivíduos com mais de 85 anos têm percentualmente um crescimento ainda maior que a população entre os 65 e os 85 anos. No entanto, o aumento da esperança média de vida, não é sinônimo de melhor qualidade de vida. As várias patologias crônicas dos idosos, como doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2 e outras doenças degenerativas, são consideradas a “epidemia” do século XXI e quase todas estas patologias partilham um mecanismo fisiopatológico comum, uma resposta oxidativa/ inflamatória marcada. Mas afinal qual será a causa deste aumento de incidência de patologias crônicas ligadas ao envelhecimento? Apesar dos cuidados com a saúde terem melhorado nos

últimos anos, os hábitos de vida da população

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

DOCENTE

Bioquímica e Imunologia do Envelhecimento

Papel do Estresse Oxidativo: - Tipos: Sistêmico e Mitocondrial - Autofagia

Inflamação- Imunossenescência - Insulina/IGF-1 e inflamação - Biomarcadores inflamatórios

A influência da nutrição na inflamação e envelhecimento - Hidratos de carbono - Proteínas - Lípides-Micronutrientes (Vitaminas A,E e C) - Minerais (Magnésio, Selênio, Zinco)

Fitoquímicos – Resveratrol

Obesidade

Predição de risco (análise do perfil inflamatório e estresse oxidativo) e suas correlações.

em geral cada vez se tornam menos saudáveis, notoriamente a nível da alimentação. É sabido que existem vários componentes da dieta que modulam a resposta inflamatória. O consumo de determinados nutrientes pode levar à produção de compostos antioxidantes e anti-inflamatórios, mas desequilíbrios na proporção e ingestão de outros nutrientes nefastos podem levar a maior produção de mediadores oxidativos e inflamatórios. Além disso, sabe-se que a resposta inflamatória crônica de baixo grau (Inflamação Crônica Subclínica), observada com o envelhecimento, é um fator de desenvolvimento de doenças relacionadas com o envelhecimento. Surgiu então o conceito de inflammageing (teoria de oxido-inflamação durante o processo de envelhecimento).

Rute Mercúrio Nutricionista Funcional Ortomolecular

Pós-Graduada em Nutrição Funcional Universidade Cruzeiro do Sul

Pós-Graduada em Nutrição Ortomolecular - Facis

Pós-Graduada em Nutrição Clínica

Membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional

Institute for Functional Medicine is accredited by the Accreditation Council for Continuing Medical Education (ACCME). IVC

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MICROBIOTA INTESTINAL E RISCO CARDIOMETABÓLICO: MECANISMOS E MODULAÇÃO DIETÉTICA

OBJETIVO DO CURSO

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IVC

O presente curso propõe demonstrar como a microbiota intestinal pode desencadear processos de inflamação crônica e estes serem desencadeadores das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs). Carga horária: 10 horas.


PLANO DE ENSINO

A microbiota intestinal, adquirida no período

indicam que a microbiota intestinal difere em

pós-natal, é composta por grande diversidade de

indivíduos magros e obesos e ainda naqueles

bactérias que desempenham diferentes funções

que mantêm hábitos alimentares diferentes.

no hospedeiro humano, entre elas a absorção

Há evidências de que as relações entre dieta,

de nutrientes, proteção contra patógenos e

inflamação, resistência à insulina e risco

modulação do sistema imune. O conteúdo

cardiometabólico são em parte mediadas

bacteriano intestinal ainda não é totalmente

pela composição de bactérias intestinais.

conhecido, mas sabe-se que é influenciado por

Conhecimentos sobre a microbiota poderão

fatores internos e principalmente externos que

reverter em diferentes estratégias para manipular

modulam sua composição e função. Estudos

as populações bacterianas e promover saúde.

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA •

Inflamação Crônica Subclínica x Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs);

Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs) x a microbiota intestinal dos seres humanos;

DOCENTE

Microbiota, obesidade e risco cardiometabólico;

Mecanismos envolvidos na relação microbiota – doenças metabólicas Rute Mercúrio Nutricionista Funcional Ortomolecular

- Fasting Induced Adipose Factor – FIAF - Monofosfato – Adenosina Proteína Quinase Ativada (AMP-Q) - Eixo Cérebro – Intestinal

Universidade Cruzeiro do Sul

- Lipopolissacarídeos – LPS •

Dieta Hiperlipídica;

Prebióticos;

Probióticos;

Biomarcadores precoces da inflamação intestinal (IL-23, IL-10 e IL-4);

Interpretação de inflamogramas intestinais

Pós-Graduada em Nutrição Funcional -

Pós-Graduada em Nutrição Ortomolecular - Facis

Pós-Graduada em Nutrição Clínica

Membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional

Institute for Functional Medicine is accredited by the Accreditation Council for Continuing Medical Education (ACCME). IVC

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DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS: AS NOVIDADES E OS DESAFIOS

OBJETIVO DO CURSO O presente curso propõe demonstrar a necessidade de uma avaliação precoce da inflamação intestinal nos seus dois acometimentos (celular e disbiose) através de biomarcadores inflamatórios precoces visando assim, à melhoria da qualidade de vida da população 16

IVC

Carga horária: 10 horas.


PLANO DE ENSINO A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é uma condição na qual o intestino se torna vermelho, inchado e com presença de úlceras. Não parece haver nenhuma característica comum entre as pessoas portadoras da Doença Inflamatória Intestinal. Qualquer pessoa pode desenvolver essa doença, independentemente do gênero, raça ou idade. As pessoas são mais frequentemente diagnosticadas entre os 15 a 25 anos e entre os 45 a 55 anos de idade. As causas são desconhecidas e, provavelmente, envolvem diversos fatores. Provavelmente, existirá uma tendência genética que, ao interagir com fatores ambientais, desencadeia uma resposta imunológica descontrolada que provoca o processo inflamatório crônico intestinal. Tem-se verificado um aumento acentuado da incidência da doença nos países do hemisfério sul,

embora continue a ser mais frequente nos países do hemisfério norte e nos estados socioeconômicos mais elevados. A idade de início da doença inflamatória intestinal apresenta dois picos de maior incidência, um entre os 15 e os 30 anos, e um segundo pico entre os 60 e os 80 anos, sendo este mais frequente na Doença de Crohn. A teoria mais aceita é que a inflamação crônica é resultado de uma reação exagerada do sistema imune à flora intestinal. Como nem sempre os sintomas são claros, não é raro ver gente levando dez anos para receber o diagnóstico, atraso que compromete a qualidade de vida. Assim, torna-se claro que cada dia mais ocorre à necessidade de se detectar estas alterações por meio de biomarcadores precoces do processo inflamatório intestinal.

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA •

Intestino segundo cérebro;

Inflamação crônica subclínica e intestino;

Projeção mundial e nacional da incidência das doenças inflamatórias intestinais (DII);

Mecanismos Bioquímicos e Imunológicos:

Celulares

Disbiose

Biomarcadores:

Mecanismos celulares - (IL-23, IL-12, IL-17 e IL-10)

Disbiose - (IL-4)

Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs) X a microbiota intestinal dos seres humanos;

Mecanismos envolvidos na relação microbiota – doenças metabólicas

Especialista em Ginecologia e Obstetricia pela FMUSP

Pós-Graduação em Fisiologia Humana

Fasting Induced Adipose Factor – FIAF)

Endocrinologia

Monofosfato – Adenosina Proteína Quinase Ativada (AMP-Q)

Ortomolecular

Membro da International Hormone Society - IHS

Lipopolissacarídeos – LPS

Membro da World Society of Anti Aging Medicine - WOSAAM

Correlações e interpretação de inflamogramas intestinais

Docente da Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos e Fisiologia Nutriciona

DOCENTE

Dr. Cláudio Ferrarezi Médico - CRMESP- 56910

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Ivc book cursos 2018  
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