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As asas da Lontra Bernardina

A história da nossa participação nos Contos do Mago EB1 de Carvoeiro


Projecto Regional de Educação Ambiental pela Arte - PREAA A educação ambiental consiste em fazer com que os alunos tomem consciência • do meio em que habitam, um meio em que se observam elementos naturais (botânica, fauna, geologia) • da forma como as actividades humanas afectam esse meio e são afectadas por ele


• As estratégias que utilizamos para fazer com que os alunos ganhem esta consciência variam com o nível de escolaridade e com a sua idade: – Os alunos mais jovens interessam-se sobretudo pelos animais e pelas histórias que são contadas para os apresentar. – Os alunos mais velhos partem das histórias para realizar trabalhos com conteúdo científico. – A abordagem destes temas pretende combinar a arte com o conhecimento, para juntar associar a objectividade científica a um envolvimento afectivo.


O trabalho com as turmas começou com a apresentação da história

O contador da história As asas da Lontra Bernardina perante as turmas dos 1.º e 2.º da EB1 de Carvoeiro (esq) e as turmas do JI e 3.º da EB1 de Carvoeiro (dta)


A narração da história cativou o público. Havia

uma panela mágica que cantava durante a preparação das poções mágicas e um tubo fantástico que reproduzia os uivos do vento, anunciando a tempestade….


Após a audição da história, os alunos elaboraram trabalhos nas salas de aula. Numa primeira fase começou-se pelos desenhos.

Trabalhos dos alunos do 2.º Ano (Profª Andreia) e do 1.º Ano (Profª Lina)


1.º Ano, Profª Emília: experiências da lontra, explosão do laboratório, o voo da lontra e a festa da baixa-mar


Trabalhos do 2.º Ano: o poema elaborado pelos alunos, e posteriormente declamado e encenado; imagens dos animais do conto em folhas decoradas, aplicando técnicas de expressão plástica. Entretanto foram estudados os animais do conto e o deu habitat.


Trabalhos do 1.º Ano da Profª Emília


Trabalhos da Turma do 3.º Ano (Profª Benedita): estudos sobre palavras novas introduzidas na história e representação com fantoches


Terceira Fase do trabalho: visita dos professores ao SĂ­tio das Fontes


Visita à azenha: Tanto o edifício como o mecanismo foram recuperados. As penas do rodízio (as peças que são empurradas pelo cação da água) foram talhadas e montadas por um dos últimos mestres que conhecem os segredos da sua produção. Ainda produz farinha.


O técnico Helder Romão guia o grupo de professores junto às áreas cultiváveis do Sítio das Fontes. Ao fundo (á altura dos ombros do formador) vê-se um renque de amieiros e outras espécies autóctones plantadas pelos técnicos do Sítio das Fontes.


As visitas de estudo ao Sítio das Fontes A fase seguinte dos trabalhos consistiu na preparação e realização das visitas dos alunos ao Sítio das Fontes. A preparação das visitas implicou a realização de estudos prévios por parte dos alunos. A realização da visita foi uma continuação desse estudo, com a observação directa, no local, de algumas espécies vegetais e animais de grande importância no ecossistema do sapal.


Algumas questões que podem ser exploradas: • Como se relacionam entre si as diferentes espécies? • Quais são os seus nomes comuns? • Como eram ou são utilizadas pelas pessoas? Qual é o seu interesse económico? • Qual é a importância económica do sapal? • Como é que as actividades humanas se adaptaram ao meio? • Como e que as actividades humanas alteram o meio?


O técnico Helder Romão guiou a visita das turmas


À nossa volta há muitas coisas interessantes pelas quais passamos todos os dias sem repararmos. Os técnicos Helder e Rita ajudaram os alunos a observá-las e a acompreendê-las.


As plantas do sapal e o esteiro: por onde costuma andar a Lontra Bernardina? Onde fica a sua toca? Estas s達o as perguntas mais frequentes.


O sítio das Fontes Vista do Sítio das Fontes: este é um dos locais em que brotam as águas da bacia Querença-Silves. Nesta área existem várias fontes. Junto a uma delas (em baixo) foram construídos tanques para a retenção das suas águas. Durante a baixa-mar, esta água era canalizada para os rodízios de uma azenha (a jusante existe outra, em ruínas, que é apresentada como o antigo laboratório da Lontra Bernardina, destruído por uma explosão Em baixo)


A maior parte da área do Sítio das fontes é ocupada por um esteiro do Rio Arade, com zonas de sapal baixo e de sapal alto. Os terrenos em redor eram cultivados com produtos hortícolas e com árvores de fruto típicas do clima e dos solos mediterrâneos (amendoeiras, alfarrobeiras, figueiras, oliveiras)


…Não há cerimónia que se preze que não tenha uma refeição comunitária…


Mais uma sĂŠrie de trabalhos: desta vez, regista-se a visita de estudo

Trabalhos do 1.Âş Ano, ProfÂŞ Lina


Trabalhos do 1.º Ano da Profª Emília


...O poema elaborado pelos alunos do segundo ano foi lido sobre as ruínas do antigo laboratório de alquimia da Lontra Bernardina. Um cenário perfeito para um poema magnífico!


Trabalhos de pesquisa do 2.º ano (Profª Andreia)


A visita de estudo ao Sítio das Fontes, por alunos do 3.º Ano (Profª Benedita)


A visita de estudo ao Sítio das Fontes, por alunos do 3.º Ano (Profª Benedita)


Ficaram muitas coisas por aprender. HaverĂĄ outras ocasiĂľes!

Em

As asas da Lontra de Carvoeiro  

Síntese dos trabalhos da EB1 de Carvoeiro

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