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Year 3 Vol. 3 Supl. Number 1

Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery

December 2010

Official Journal of the Brazilian Society of Videosurgery

EDITOR-IN-CHIEF Marco Aurelio Pinho de Oliveira (RJ)

Executive Board of Directors SOBRACIL - TRIÊNIO 2010-2012

TECHNIQUE EDITOR Raphael Camara Medeiros Parente (RJ)

President ANTONIO BISPO SANTOS JUNIOR

ASSISTANT EDITORS Mirandolino Batista Mariano (RS) Marcus Vinicius de Campos Martins (RJ) Sérgio Eduardo Araújo (SP)

1st Vice-President FABIO GUILERME C.M. DE CAMPOS 2nd Vice-President HOMERO LEAL DE MEIRELES JUNIOR General Secretary CARLOS EDUARDO DOMENE Assistant Secretary RENATO LAERCIO TEIXEIRA DOS SANTOS Treasurer SALVADOR PITCHON Assistant Treasurer GUILERME XAVIER JACCOUD North Region Vice-President MARIO RUBENS MACEDO VIANNA Northeast Region Vice-President ANDRE LUIS BARBOSA ROMEO West-Central Region Vice-President RITA DE CASSIA S. DA SILVA TAVARES Southeast Region Vice-President EDSON RICARDO LOUREIRO South Region Vice-President ARTHUR PACHECO SEABRA

ASSOCIATE EDITORS OF SPECIALITIES General Surgery - Miguel Prestes Nácul (RS) Gynecology - Paulo Augusto Ayroza Galvão Ribeiro (SP) Coloproctology - Fábio Guilherme Campos (SP) Bariatric Surgery - Sérgio Santoro Santos Pereira (SP) Urology - Mauricio Rubinstein (RJ) Thoracic Surgery - Rui Haddad (RJ)

NATIONAL EDITORIAL BOARD Alexander Morrell (SP), Alexandre Miranda Duarte (RJ), Antônio Pádua (AL), Áureo Ludovico de Paula (GO), Celso Luiz Empinotti (SC), Cláudia Márcia S. Escáfura Ramalho (RJ), Cláudio Bresciani (SP), Cláudio Peixoto Crisipi (RJ), Daltro Ibiapina Oliveira (RJ), Delta Madureira Filho (RJ), Edna Delabio Ferraz (RJ), Edvaldo Fahel (BA), Elizabeth Gomes dos Santos (RJ), Fábio Araújo (PA), Fabrício Carrerette (RJ), Francisco Altenburg (SC), Francisco Sérgio Pinheiro Regadas (CE), Homero Leal Meirelles Júnior (RJ), João Batista Marchesini (PR), João de Aguiar Pupo Neto (RJ), Jorge de Vasconcelos Safe Júnior (MG), José de Ribamar Sabóia de Azevedo (RJ), Luis Cláudio Pandini (SP), Luiz Augusto Henrique Melki (RJ), Luiz Carlos Losso (SP), Lutegarde Vieira Freitas (RJ), Marco Antonio Cezário de Melo (PE), Marcos Bettini Pitombo (RJ), Marcos Leão de Paula Vilas-Boas (BA), Maria Cristina Araujo Maya (RJ), Mario Ribeiro (MG), Nelson Ary Brandalise (SP), Osório Miguel Parra (RS),Paulo Cezar Galvão do Amaral (BA), Paulo Roberto Cará (RS), Paulo Roberto Savassi Rocha (MG), Renan Catharina Tinoco (RJ), Ricardo Bassil Lasmar (RJ), Ricardo Zorron (RJ), Roberto Saad Junior (SP), Ronaldo Damião (RJ), Sergio Brenner (PR), Sérgio Carlos Nahas (SP).

Fiscal Council JOSE LUIS DESOUZA VARELA MARCUS VINICIUS DANTAS C. MARTINS PAULO CESAR GALVÃO DO AMARAL

INTERNATIONAL EDITORIAL BOARD Urology - Robert Stein (USA), Kenneth Palmer (USA), Fernado Secin (Paraguay),

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General Surgery - Eduardo Parra-Davila (USA), Jeffrey M. Marks (USA),

René Sotelo (Venezuela), Alexis Alva Pinto (Peru)

Gynecology - Harry Reich (USA), Keith Isaacson (USA), Resad paya Pasic (USA), Rudy Leon de Wilde (USA)

Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery Periodicity: Trimestral Circulation: 3.500 exemplares Free Distribuiton to: SOBRACIL Associate Members

Antonello Forgione (ITA)

Production and Distribution - Brazilian Society of Videosurgery Headquarters: Avenida das Américas n. 4801, s/ 308 Centro Médico Richet - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro, RJ - Brasil CEP: 22.631-004 Telephone and Fax: + 55 21 3325-7724 - sobracil@sobracil.org.br

Subscription and Contact: revista@sobracil.org.br

Printing and Publishing: Press Graphic & Publishing Ltd

ISSN 1983-9901 (press) / 1983-991X (on-line) Eletronic version at: www.sobracil.org.br

Rua João Alves, 27 - Saúde - Rio de Janeiro - RJ - Brasil CEP: 20220-330 Phone: + 55 21 2253-8343 edprensa@uol.com.br

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Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery

IX Congresso Latino Americano de Cirurgia Endosc贸pica e X Congresso Brasileiro de Videocirurgia ALACE - SOBRACIL 2010 25 a 28 de agosto de 2010 Pestana Bahia Hotel Salvador - Bahia - Brasil

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Comunicação Preliminar I

Volume 3, Supl. N. 1

IX Congresso Latino Americano de Cirurgia Endoscópica e X Congresso Brasileiro de Videocirurgia ALACE - SOBRACIL 2010

Índice Geral dos Trabalhos Científicos Área: CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA Apresentação: Poster 001 - BALÃO GÁSTRICO PROVOCA PERDA PONDERAL E MELHORA A HEMODINÂMICA ANTES DE TRANSPLANTE CARDÍACO RELATO DE CASO GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); MOACIR L. NOVAES (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FABIO F. DE MOURA (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS) Apresentação: Poster 002 - A PROPÓSITO DE UN CASO: PACIENTE OPERADA DE BANDA GÁSTRICA QUE LA ELIMINA POR LAS HECES PEDRO VILLAGRA VALENCIA Apresentação: Poster 003 - BANDA GÁSTRICA AMBULATORIA PEDRO VILLAGRA VALENCIA Apresentação: Poster 004 - LUEGO DE BANDA, ¿MANGA? PEDRO VILLAGRA VALENCIA (CENTRO DE CIRUGÍA AMBULATORIA PARA LA OBESIDAD) Apresentação: Poster 005 - PORQUÉ UNA BANDA DE BAJA PRESIÓN. EXPERIENCIA PERSONAL. ELEMENTOS DE SOPORTE NATURAL PARA FIJACIÓN DE LA BANDA PEDRO VILLAGRA VALENCIA Apresentação: Poster 006 - COMPLICACIONES DE LA BANDA GÁSTRICA PEDRO VILLAGRA VALENCIA (CENTRO DE CIRUGÍA AMBULATORIA PARA LA OBESIDAD) Apresentação: Poster 007 - MANGA GÁSTRICA COMO LA HAGO YO PEDRO VILLAGRA VALENCIA (ENTRO DE CIRUGÍA AMBULATORIA PARA LA OBESIDAD) Apresentação: Poster 008 - EXPERIÊNCIA INICIAL EM CIRURGIA BARIÁTRICA ROBÔ ASSISTIDA RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); CLÁUDIO RENATO P. DE LUCA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RODRIGO BISCUOLA GARCIA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RAFAEL IZAR DOMINGUES DA COSTA

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Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Poster 009 - SWITCH DUODENAL LAPAROSCÓPICO SIMPLIFICADO LUIZ ALBERTO DE CARLI (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); GUILHERME FAGUNDES BASSOLS (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); FERNANDO KREBS CIRNE LIMA (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); LUCIANA EL HALAL SCHUCH (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); DIENATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); AFONSO DOS REIS MEDEIROS (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL) Apresentação: Poster 010 - INTUSSUSCEPÇÃO E GESTAÇÃO APÓS GASTROPLASTIA REDUTORA COM DERIVAÇÃO INTESTINAL EM Y DE ROUX LAPAROSCÓPICA: ANÁLISE DE TRÊS CASOS LUCIANA EL-KADRE (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); AUGUSTO CLÁUDIO A. TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); RENAM C. TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); ÉRICA ABREU REIS VARGAS DE ALMEIDA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); IVANA G. COSTA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); PAOLA MORELLATO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ) Apresentação: Tema Livre 011 - GASTRECTOMIA DO TIPO SLEEVE NO TRATAMENTO DA OBESIDADE MÓRBIDA: EXPERIÊNCIA INICIAL MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RAFAELLA JUGEND (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) Apresentação: Tema Livre 012 - HÉRNIAS INTERNAS PÓS CIRURGIA BARIÁTRICA: SÉRIE DE 10 CASOS MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RAFAELLA JUNGEN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) Apresentação: Tema Livre 013 - TROMBOSIS VENOSA PORTOMESENTERICA CON ISQUEMIA JEJUNAL Y RUPTURA ESPLENICA ESPONTANEA POSTERIOR A GASTRECTOMIA VERTICAL TUBULAR LAPAROSCOPICA. REPORTE DE DOS CASOS Y REVISION DE LA LITERATURA JUAN EDUARDO CONTRERAS (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); ISMAEL COURT MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); JAMES HAMILTON MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); JORGE BRAVO MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); DIVA VILLAO MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); JOSE L LOBOS MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.) Apresentação: Tema Livre 014 - OBSTRUÇÃO INTESTINAL EM BYPASS GÁSTRICO LAPAROSCÓPICO - REVISÃO DA LITERATURA PAULA HAASS SCHEFFER (HOSPITAL MATER DEI); LEONARDO AUGUSTO DA FONSECA (HOSPITAL MATER DEI); MARCELO GOMES GIRUNDI (HOSPITAL MATER DEI); MARCOS ROS ZAMBELLI (HOSPITAL MATER DEI); ANA CAROLINA REZENDE CAMPOLINA DE SÁ (HOSPITAL MATER DEI); DANIELA VIESE ROTH (HOSPITAL MATER DEI); RAFAEL SÁVIO SOARES (HOSPITAL MATER DEI) Apresentação: Tema Livre 015 - GASTRECTOMIA SLEEVE MODIFICADA - AVALIAÇÃO DE RESULTADOS VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULEVARD MEDICAL CENTER); L.C.D.ÊNIO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); C.N.LOURENÇO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); M.C.JOSEMBERG (BOULEVARD MEDICAL CENTER); E.LUIS FERNANDO (BOULEVARD MEDICAL CENTER) Apresentação: Tema Livre 016 - EXPERIÊNCIA AMAZONENSE NA GASTROPLASTIA VERTICAL VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULEVARD MEDICAL CENTER); L.C.D.ÊNIO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); C.N.LOURENÇO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); M.C.JOSEMBERG (BOULEVARD MEDICAL CENTER); E.LUIS FERNANDO (BOULEVARD MEDICAL CENTER) Apresentação: Tema Livre 017 - EXPERIÊNCIA AMAZONENSE NO BYPASS GÁSTRICO VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULEVARD MEDICAL CENTER); L.C.D.ÊNIO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); C.N.LOURENÇO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); M.C.JOSEMBERG (BOULEVARD MEDICAL CENTER); E.LUIS FERNANDO (BOULEVARD MEDICAL CENTER) Apresentação: Tema Livre 018 - ESTUDO DO EFEITO DA EXCLUSÃO DUODENO-JEJUNAL ASSOCIADA À INTERPOSIÇÃO ILEAL, SEM RESSECÇÃO GÁSTRICA, NO TRATAMENTO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2 EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); FERNANDA BORGES DIJIGOW (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARIA GABRIELA DE FARIA FIGUEIREDO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)


Volume 3, Supl. N. 1

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Apresentação: Tema Livre 019 - CONVERSION DE GASTRECTOMIA VERTICAL TUBULAR A BYPASS GASTRICO LAPAROSCOPICO. VIDEO DE CASO CLINICO DIVA VILLAO MARIDUEÑA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JORGE BRAVO LÓPEZ MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JUAN EDUARDO CONTRERAS (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSÉ LUIS LOBOS MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); CARLOS MALDONADO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); ISMAEL COURT MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); FÉLIX ORELLANA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE) Apresentação: Tema Livre 020 - BALÕES GÁSTRICOS EM OBESOS – UMA TÉCNICA MAIS SEGURA, RÁPIDA E ECONÔMICA PARA OS PROCEDIMENTOS DE COLOCAÇÃO E REMOÇÃO GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); MOACIR L. NOVAES (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FABIO F. DE MOURA (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS) Apresentação: Tema Livre 021 - BALÕES INTRAGÁSTRICOS SÃO EFETIVOS PARA CONTROLE DE PESO EM PACIENTES NÃO OBESOS GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JR. (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CARLOS E. MORAES (GASTROCOR, RIO DE JANEIRO, RJ); CESAR B. BARROS (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); PEDRO PAULO CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS) Apresentação: Tema Livre 022 - GASTRECTOMIA SUBTOTAL RADICAL D2 POR LAPAROSCOPIA PARA CANCER GASTRICO PRECOZ LUIS CAMPANA OLAZABAL (HOSPITAL NACIONAL GUILLERMO ALMENARA); JHOSEPHINE PRISCILLA CAMPANA OLAZABAL (HOSPITAL NACIONAL GUILLERMO ALMENARA) Apresentação: Tema Livre 023 - AVALIAÇÃO DO PAPEL DO JEJUNO EM 140 PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO II SUBMETIDOS Á DERIVAÇÃO BÍLEO-PANCREÁTICA (DUODENAL SWITCH E SCOPINARO), BYPASS EM Y DE ROUX E CIRURGIA REVISIONAL ANTELMO SASSO FIN (HOSPITAL SAO LUIZ); ROSANA BARROSO RANGEL (HOSPITAL SAO LUIZ) Apresentação: Tema Livre 024 - ANÁLISE RETROSPECTIVA PRÉ E PÓS-OPERATÓRIA DA GLICEMIA DE 42 PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO II SUBMETIDOS Á CIRURGIA PROINSULÍNICA ANTELMO SASSO FIN (HOSPITAL SAO LUIZ); ROSANA BARROSO RANGEL (HOSPITAL SAO LUIZ´) Apresentação: Vídeo Livre 025 - LAPAROSCOPIC SLEEVE GASTRECTOMY JUVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL TRIÂNGULO MINEIRO - UBERABA-MG); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL TRIÂNGULO MINEIRO - UBERABA-MG); PAULO ANDERSON BERTOLUTTI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP); ANTÔNIO TALVANE DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP); EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL TRIÂNGULO MINEIRO - UBERABA-MG); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP) Apresentação: Vídeo Livre 026 - LESÃO DA ARTÉRIA ESPLÊNICA DURANTE A GASTROPLASTIA VERTICAL VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULERVARD MEDICAL CENTER); L.C.D. ÊNIO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); C.N. LOURENÇO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); M.C. JOSEMBERG (BOULERVARD MEDICAL CENTER); E. LUIS. FERNANDO (BOULERVARD MEDICAL CENTER) Apresentação: Vídeo Livre 027 - RETIRADA LAPAROSCÓPICA TRANSGÁSTRICA DE BANDA GÁSTRICA NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS) Apresentação: Vídeo Livre 028 - PADRONIZAÇÃO TÉCNICA DA GASTROPLASTIA TUBULAR VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULERVARD MEDICAL CENTER); L.D.C. ÊNIO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); C.N. LOURENÇO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); M.C. JOSEMBERG (BOULERVARD MEDICAL CENTER); E. LUIS. FERNANDO (BOULERVARD MEDICAL CENTER)


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Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Vídeo Livre 029 - BYPASS VIDEOLAPAROSCÓPICO EM PACIENTE COM ESOFAGITE DE REFLUXO, BARRETT E VOLUMOSA HÉRNIA HIATAL RECIDIVADA NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS) Apresentação: Vídeo Livre 030 - PADRONIZAÇÃO TÉCNICA DO BYPASS GÁSTRICO APÓS 500 CASOS SEM FÍSTULAS VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULERVARD MEDICAL CENTER); L.D.C. ÊNIO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); C.N. LOURENÇO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); M.C. JOSEMBERG (BOULERVARD MEDICAL CENTER); E. LUIS. FERNANDO (BOULERVARD MEDICAL CENTER) Apresentação: Vídeo Livre 031 - CIRURGIA DUODENAL SWITCH COM RESSECCAO DOS LIGAMENTOS REDONDO E FALCIFORME ANTELMO SASSO FIN (HOSPITAL SAO LUIZ); ROSANA BARROSO RANGEL (HOSPITAL SAO LUIZ); ANTONIO GOMES LEMOS (HOSPITAL SAO LUIZ) Apresentação: Vídeo Livre 032 - FECHAMENTO DOS PORTAIS DE 12 MM EM LAPAROSCOPIA ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JR. (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANIBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); DANILO P. NETTO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 033 - TRATAMENTO DA FISTULA DO ANGULO DE HISS POS SLEEVE GASTRECTOMY ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); MARCO A. DE GEORGE (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); MARLON RANGEL (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 034 - GASTROPLASTIA REDUTORA Y-DE-ROUX EM PCTES COM NISSEN PREVIA ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 035 - METODIZAÇÃO DA GASTROPLASTIA DE CAPELLA POR VIDEO-LAPAROSCOPIA LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ) Apresentação: Vídeo Livre 036 - CORREÇÃO DE HÉRNIA INTERNA PÓS-BYPASS GÁSTRICO - METODIZAÇÃO E PREVENÇÃO LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ) Apresentação: Vídeo Livre 037 - ESTUDO COMPARATIVO DA GASTROENTEROANASTOMOSE GASTROJEJUNAL MECÂNICA VERSUS MANUAL EM BYPASS GÁSTRICO LAPAROSCÓPICO LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ) Apresentação: Vídeo Livre 038 - CONVERSÃO DO BYPASS GASTRICO EM SLEEVE GASTRECTOMY ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); MARCO A. DE GEORGE (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); MARLON RANGEL (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); WILSON ERZINGER (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR)


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Apresentação: Vídeo Livre 039 - SLEEVE GASTRECTOMY PARA PACIENTES SUPER SUPER OBESOS ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 040 - BALÕES INTRAGÁSTRICOS – UMA TÉCNICA MAIS SEGURA, RÁPIDA E ECONÔMICA PARA OS PROCEDIMENTOS DE COLOCAÇÃO E REMOÇÃO GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); FLAVIOAUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO DA SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS) Apresentação: Vídeo Livre 041 - FUNDOPLICATURA A NISSEN COM COLOCAÇÃO DE BANDA GÁSTRICA: DOIS PROCEDIMENTOS EM UMA ÚNICA CIRURGIA PARA O TRATAMENTO DA OBESIDADE E DA DOENÇA DO REFLUXO SEVERA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO)

Área: CIRURGIA COLOPROCTOLÓGICA Apresentação: Poster 042 - CIERRE DE FISTULA COLO-VESICAL Y COLO-VAGINAL POR LAPAROSCOPIA PABLO ESQUIVEL PEDRAZA (STAR MEDICA); DAVID BERRONES GARDUZA (STAR MEDICA); MANUEL MARQUINA SANCHEZ (CMQ); EDUARDO ALVAREZ DEL CASTILLO (CMQ) Apresentação: Poster 043 - MUCOCELE DE APÊNDICE POR CISTOADENOCARCINOMA MUCINOSO: ILEOCOLECTOMIA LAPAROSCÓPICA (UMA OPÇÃO TERAPÊUTICA) GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL PASTEUR); FERNANDO DE BARROS (HOSPITAL PASTEUR); CONRADO DE SOUZA GAIA (HOSPITAL PASTEUR); VINICIUS CRUZ (HOSPITAL PASTEUR); SIDNEY GONÇALVES (HOSPITAL PASTEUR); BERNARDO AUGUSTO ALVES DA MOTTA MENESES (HOSPITAL PASTEUR); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL PASTEUR) Apresentação: Poster 044 - COLECTOMIA A HARTMANN POR VIDEOLAPAROSCOPIA NO TRATAMENTO DA DIVERTICULITE AGUDA COMPLICADA UMA OPÇÃO VIÁVEL E SEGURA FERNANDO BARROS (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL SÃO LUCAS); BRUNA TRINDADE FONTES (HOSPITAL SÃO LUCAS); CONRADO GAIA (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME FARIA (HOSPITAL SÃO LUCAS); ELAINE VIEIRA (HOSPITAL SÃO LUCAS) Apresentação: Poster 045 - ESOFAGOGASTRECTOMIA RADICAL E ESOFAGOCOLOPLASTIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA - RELATO DE CASOS VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); GILBERTO FAVA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ARMANDO MELANI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); SÁVIO COSTA DE PAULA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII) Apresentação: Poster 046 - PATOLOGÍA DIVERTICULAR DEL APÉNDICE CECAL: PRESENTACIÓN DE UN CASO Y REVISIÓN DE LA LITERATURA VLADIMIR ARTEAGA PERALTA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); JOSÉ EDECIO QUIÑONES S. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); FARAH ADEL A. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); ANDREE WOLFGANG KUHNHARDT B. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); ROBERTO DE LA PLAZA LL. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); JOSÉ MANUEL RAMIA A. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); JORGE GARCIA- PARREÑO J. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA) Apresentação: Poster 047 - RETOSSIGMOIDECTOMIA SEM A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS VIDEOLAPAROSCÓPICOS DESCARTÁVEIS LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); PAOLO LADEIA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); MARCUS VINICIUS XAVIER (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); BRUNO ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI)


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Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Poster 048 - PERITONITIS DIFUSA ITERATIVA POR ADENOCARCINOMA DE COLON CARLOS MIGUEL VELASQUEZ HAWKINS (CLINICA SAN GABRIEL); LISBETH HUILLCA NUÑES (CLINICA SAN GABRIEL); LUIS BERNAOLA SUAREZ (CLINICA SAN GABRIEL); RICARDO PEREZ SOVERO (CLINICA SAN GABRIEL); CARLOMARIO CORNEJO MOZO (CLINICA SAB GABRIEL) Apresentação: Tema Livre 049 - RESULTADOS DA RETOPEXIA VIA LAPAROSCÓPICA VERSUS RETOSSIGMOIDECTOMIA PERINEAL PARA PROLAPSO TOTAL DO RETO EM IDOSOS JORGE ALEXANDRE FERNANDES CANEDO (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); SEUNG-HYUN LEE (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); EMANUELA SILVA (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); ERIC G WEISS (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); LESTER ROSEN (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); JUAN J NOGUERAS (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); STEVEN D WEXNER (CLEVELAND CLINIC FLORIDA) Apresentação: Tema Livre 050 - COLECTOMIAS VIDEOLAPAROSCÓPICAS - ESTUDO COMPARATIVO CO, O INQUÉRITO NACIONAL-SOBRACIL-2007 COM OS RESULTADOS DO INSTITUTO SORBELLO-2009 ALBINO A. SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO); EMERSON NOGUEIRA PRADO (INSTITUTO SORBELLO); GUILHERME TOMMASI KAPPÁZ (INSTITUTO SORBELLO); LOLA SILVA GODINHO (INSTITUTO SORBELLO); MAURICIO PAULIN SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO) Apresentação: Tema Livre 051 - ESTRATÉGIA DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA NA ENDOMETRIOSE PROFUNDA – US 3D E COPE DORYANE MARIA DOS REIS LIMA (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); ANDREA ISHIKAWA SHIRATORI (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); LUCIA MATIKO TAKAMATSU SAGAE (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA) Apresentação: Tema Livre 052 - NOTES - ACESSO VAGINAL E LAPAROSCÓPICO EM CIRURGIA DE TUMOR RETAL UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); DORYANE MARIA DOS REIS LIMA (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); GUSTAVO KURACHI (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); LUCIA MATIKO TAKAMATSU SAGAE (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTEUNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ) Apresentação: Tema Livre 053 - MICROCIRURGIA ENDOSCÓPICA TRANSANAL (TEM): EXPERIÊNCIA INICIAL DO SERVIÇO DE GASTROENTEROLOGIA CIRÚRGICA DO HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO JOSE FRANCISCO VASCONCELOS DE BORBOREMA (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); VIVIAN SATI OBA (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ WALTER FEITOSA GOMES (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); GILMARA SILVA AGUIAR YAMAGUCHI (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); FABIO YORIAKI YAMAGUCHI (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); FERNANDO BRAY BERALDO (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ ROBERTO MANZANO GARCIA JÚNIOR (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO) Apresentação: Tema Livre 054 - PERIRECTAL ACCESS PNA FOR TRANSCOLONIC NOTES - A NEW METHOD WITH SURVIVAL STUDY CARLOS MAGNO JUNIOR (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA, RIO DE JANEIRO BRAZIL); RICARDO ZORRON (UENF, UFF, FVM); MONIKA PEREIRA KIM (UENF, UFF, FVM); FLÁVIO MALCHER (UENF, UFF, FVM); MARCELO BRAVO (UENF, UFF, FVM); EULÓGIO CARVALHO (UENF, UFF, FVM); ANDRÉ LACERDA OLIVEIRA (UENF, UFF, FVM) Apresentação: Tema Livre 055 - A ABORDAGEM VIDEOLAPAROSCÓPICA NO TERATOMA SACROCOCCÍGEO JOSÉ VINÍCIUS CRUZ (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); GUSTAVO BECKER PEREIRA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); RAFAEL FELIX SCHLINDWEIN (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); MARIANE BARTMANN (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); JOSÉ VANIR MACHADO PEREIRA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); CLEBER ALLEM NUNES (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE) Apresentação: Tema Livre 056 - TRANSCOLONIC NOTES- PRELIMINARY HUMAN EXPERIENCE: NOTES TRANSRECTAL RECTOSIGMOID RESECTION AND TME RICARDO ZORRON (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); HENRIQUE NEUBARTH PHILLIPS (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); DJALMA COELHO (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); LUCIANA FLACH (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); FABIANO BAPTISTA LEMOS (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); RICARDO VASSALLO (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)


Volume 3, Supl. N. 1

VII

Apresentação: Vídeo Livre 057 - DUPLICACION DE COLON. RESECCION LAPAROSCOPICA RODRIGO AZOLAS MARCOS (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); MARIO ABEDRAPO MAUREIRA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); DANNY OKSENBERG (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSE FRANCISCO HOLA BUSTAMANTE (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GUNTHER BOCIC ALVAREZ (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); ROGELIO GARRIDO CROVETTO (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE) Apresentação: Vídeo Livre 058 - OPERACION DE HARTMANN. RECONSTITUCION DE TRANSITO JOSE FRANCISCO HOLA BUSTAMANTE (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); MARIO ABEDRAPO MAUREIRA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); RODRIGO AZOLAS MARCOS (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GUNTHER BOCIC ALVAREZ (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); ROGELIO GARRIDO CROVETTO (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE) Apresentação: Vídeo Livre 059 - COLECTOMIA TOTAL COM PORTAL ÚNICO ARMANDO GERALDO FRANCHINI MELANI (FUNDAÇÃO PIO XII -H CANCER DE BARRETOS); CARLOS VEO; MARCOS DENADAI; JUNEA CARES; ROBERTA LOPES; MAXIMILIANO CAMURO Apresentação: Vídeo Livre 060 - RESSECAO LAPAROSCOPICA ALARGADA ARMANDO GERALDO FRANCHINI MELANI (FUNDAÇÃO PIO XII -H CANCER DE BARRETOS); CARLOS VEO; MARCOS DENADAI; JUNEA CARES; ROBERTA LOPES; MAXIMILIANO CAMURO Apresentação: Vídeo Livre 061 - CECOPEXIA LAPAROSCOPICA LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS (HUC)); ELVIS VARGAS (HUC); PATRICIA BRAVO (HUC); YAICIRA GUILLEN (HUC); ALBA BALLESTEROS (HUC); JOSE MEJIAS (HOSPITAL VARGAS DE CARACAS); CARLOS SARDIÑAS (HUC) Apresentação: Vídeo Livre 062 - TOTALIZAÇÃO DE COLECTOMIA VÍDEOLAPAROSCÓPICA PARA TRATAMENTO DE INÉRCIA COLÔNICA SEGUIDA DE REABORDAGEM LAPAROSCÓPICA PARA MANEJO DE FÍSTULA DE ANASTOMOSE ÍLEO-RETAL RODRIGO AMBAR PINTO (HC-FMUSP); JAIME ARTHUR PIROLA KRÜGER (HC-FMUSP); RAFAEL MIYASHIRO NUNES DOS SANTOS (HC-FMUSP); JOSÉ MÁRCIO NEVES JORGE (HC-FMUSP); SÂNZIO SANTOS AMARAL (HC-FMUSP); SERGIO CARLOS NAHAS (HCFMUSP) Apresentação: Vídeo Livre 063 - COLECTOMIA ESQUERDA VÍDEOLAPAROSCÓPICA POR ADENOCARCINOMA AVANÇADO DE FLEXURA ESPLÊNICA ASSOCIADA A RESSECÇAO PARCIAL DA PAREDE ABDOMINAL EM BLOCO – ACESSO MINIMAMENTE INVASIVO PARA TRATAMENTO DE TUMOR T4 JAIME ARTHUR PIROLA KRÜGER (HC-FMUSP); RODRIGO AMBAR PINTO (HC-FMUSP); RAFAEL MIYASHIRO NUNES DOS SANTOS (HCFMUSP); FÁBIO GUILHERME CAMPOS (HC-FMUSP); SÉRGIO EDUARDO ALONSO ARAÚJO (HC-FMUSP); SERGIO CARLOS NAHAS (HCFMUSP) Apresentação: Vídeo Livre 064 - EXENTERAÇÃO PELVICA TOTAL LAPAROSCÓPICA, COMBINADA COM AMPUTAÇÃO PERINEAL E COLOSTOMIA UMIDA. RELATO DE CASO JULIANO ALVES FIGUEIREDO (HOSPITAL DA BALEIA); GUSTAVO MARELLI DE CARVALHO (HOSPITAL DA BALEIA); MARCOS CAMPOS WANDERLEY REIS (HOSPITAL DA BALEIA); HELIO ANTONIO SILVA (HOSPITAL DA BALEIA); SEBASTIÃO RODRIGO ROCHA ALMEIDA (HOSPITAL DA BALEIA); LUCIANA ARAUJO TEIXEIRA MARTINS (HOSPITAL DA BALEIA); MATHEUS MATTA MACHADO M D E MEYER (HOSPITAL DA BALEIA) Apresentação: Vídeo Livre 065 - SIGMOIDECTOMIA TOTALMENTE LAPAROSCOPICA CARLOS M. VELASQUEZ (CLINICA SAN GABRIEL); LISBETH HUILLCA NUÑEZ (CLINICA SAN GABRIEL); LUIS BERNAOLA SUAREZ (CLINICA SAN GABRIEL); CARLOMARIO CORNEJO MOZO (CLINICA SAN GABRIEL) Apresentação: Vídeo Livre 066 - TÉCNICA OPERATÓRIA DE NOTES TRANSCOLONICO UTILIZANDO ACESSO PERIRRETAL PNA FLAVIO MALCHER (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF); MONIKA KIM (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA); JOSÉ MAGNO (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA); MARCELO BRAVO CARNEIRO (UNIVERSIDADE ESTADUAL NORTE FLUMINENSE UENF); ANDRE LACERDA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE ESTADUAL NORTE FLUMINENSE UENF); EULOGIO CARVALHO (UNIVERSIDADE ESTADUAL NORTE FLUMINENSE UENF); RICARDO ZORRON (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA) Apresentação: Vídeo Livre 067 - TUMOR DE CÓLON TRANSVERSO DISTAL – ACESSO POR VIDEOLAPAROSCOPIA CLEBER ALLEM NUNES (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); JOSÉ VINICIUS CRUZ (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); VITOR BINDA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); LEONARDO TORRE FALKENBERG (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); DANIEL DE BARCELOS AZAMBUJA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); RADAMES LACAVA SCHRAM (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); MARCIO BRAHM CAETANO (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE)


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Área: CIRURGIA GERAL Apresentação: Poster 068 - EFEITO DA DEXAMETASONA SOBRE DOR, NÁUSEA E VÔMITO APÓS COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA NÃOCOMPLICADA: ESTUDO PROSPECTIVO, RANDOMIZADO E DUPLO-CEGO LUIZ EDUARDO CORREIA DE MIRANDA (UPE/FCM); BARBARA MARTINS D AQUINO (UPE/FCM); FELIPE GONDIM CORDEIRO PAIVA (UPE/ FCM); ERICO DE MACEDO PINTO (UPE/FCM); MARCEL DE MACEDO PINTO (UPE/FCM) Apresentação: Poster 069 - PREVALÊNCIA DE COLELETÍASE EM PORTADORES DE MEGAESÔFAGO CHAGÁSICO E IDIOPÁTICO EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ELLEN CAROLINE R. RESENDE SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); PRISCILA M. FRANCISCON (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); AIODAIR MARTINS JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA Apresentação: Poster 070 - AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE COLELITÍASE NOS PACIENTES SUBMETIDOS AO TRATAMENTO CIRÚRGICO DA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ELLEN CAROLINE R. RESENDE SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); PRISCILA M. FRANCISCON (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO DE OLIVEIRA RODRIGUES DA CUNHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO) Apresentação: Poster 071 - ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO HPV EM ESÔFAGO DE PORTADORES DE MEGAESÔFAGO E A CORRELAÇÃO COM O PH IN SITU E DE 24 HORAS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); TATIANA SILVA DE LIMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); IRACEMA SALDANHA JUNQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); VIRMONDES RODRIGUES JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO) Apresentação: Poster 072 - PERFURAÇÃO GÁSTRICA INTRATORÁCICA, COMO COMPLICAÇÃO TARDIA DE ESOFAGECTOMIA, EM GESTANTE EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO CUNHA FATURETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GIANNE PASCOAL (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ADÃO JAIR DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO) Apresentação: Poster 073 - ESTUDO COMPARATIVO DE MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAL DE USO EM CIRURGIAS LAPAROSCÓPICAS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); EVA CLÁUDIA VENÂNCIO DE SENNE (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); DANIELE FOSSALUSSA NESPOLO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO) Apresentação: Poster 074 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA POR PORTAL ÚNICO: EXPERIÊNCIA INICIAL VANESSA RANGEL ANDRADE (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); SILVÉRIO LEONARDO MACEDO GARCIA (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); WILSON LUIZ ABRANTES (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO) Apresentação: Poster 075 - ESOFAGUECTOMIA TRANSHIATAL LAPAROSCOPICA SIN TORACOTOMIA PABLO ESQUIVEL PEDRAZA (STAR MEDICA); DAVID BERRONES GARDUZA (STAR MEDICA) Apresentação: Poster 076 - USO DE GRAPAS VASCULARES HEMOLOK PARA TODAS LAS CIRUGIAS LAPAROSCOPICAS PABLO ESQUIVEL PEDRAZA (STAR MEDICA AGUASCALIENTES); MANUEL MARQUINA SANCHEZ (CMQ AGUASCALIENTES) Apresentação: Poster 077 - APENDICECTOMIA LAPAROSCOPICA UN PUERTO DOS TROCARES DR. PEDRO A. GIANINO T. (CLINICA SAN GABRIEL COMPLEJO SAN PABLO LIMA); DR. FERNANDO REVOREDO REGO (CLINICA SAN GABRIEL COMPLEJO SAN PABLO LIMA) Apresentação: Poster 078 - EXPLORACIÓN LAPAROSCÓPICA DE LA VÍA BILIAR ASISTIDA POR ROBOT ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); HUGO DÁVILA (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); MARÍA FERNANDA VISCONTI (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); VERÓNICA SALAS (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); RAIR VALERO


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Apresentação: Poster 079 - MANEJO LAPAROSCÓPICO DE LA COLEDOCOLITIASIS COMPLEJA ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); CARLOS PEDRÓN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); GUSTAVO BENÍTEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS) Apresentação: Poster 080 - VIDEOCIRURGIA ROBÔ ASSISTIDA NA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SIRIO LIBANES); ULYSSES RIBEIRO (HOSPITAL SIRIO LIBANES); CLÁUDIO RENATO P. DE LUCA (HOSPITAL SIRIO LIBANES); MARCELO CERDAN TORRES (HOSPITAL SIRIO LIBANES); NADIM FARID SAFATLE (HOSPITAL SIRIO LIBANES) Apresentação: Poster 081 - COMPLICAÇÂO DE HERNIOPLASTIA INGUINAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA IVY DANTAS DE MELO E SILVA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); MARCUS BERARDINELLI CAMARGO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); ANTONIO L. MOREIRA JUNIOR (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); GERMANO MADEIRA QUINDÓS (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); LEONARDO CORDEIRO DE CARVALHO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); RAFAEL DE AVILA VIDIGAL (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU) Apresentação: Poster 082 - RESSECÇÃO ROBÔ –ASSISTIDA DE SCHWANNOMA RETROPERITONEAL: RELATO DE CASO E REVISÃO DA LITERATURA RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RODRIGO BISCUOLA GARCIA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); CLAUDIO RENATO P. DE LUCA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RAFAEL IZAR DOMINGUES DA COSTA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS) Apresentação: Poster 083 - REPARO DA LINHA ALBA COM DIASTASE DOS MM RETO DO ABDOME E/OU HÉRNIAS EPIGÁSTRICA POR VIA ROBÔASSISTIDA RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RODRIGO BISCUOLA GARCIA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RAFAEL IZAR DOMINGUES DA COSTA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS) Apresentação: Poster 084 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DO GIST DE ESTÔMAGO GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL SÃO LUCAS); FERNANDO BARROS (HOSPITAL SÃO LUCAS); CONRADO DE SOUZA GAIA (HOSPITAL SÃO LUCAS); VINICIUS CRUZ (HOSPITAL SÃO LUCAS); SIDNEY GONÇALVES (HOSPITAL SÃO LUCAS); BERNARDO MENESES (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL SÃO LUCAS) Apresentação: Poster 085 - PSEUDOCISTO DE PÂNCREAS INFRAMESOCÓLICO - TRATAMENTO POR VIDEOLAPAROSCOPIA GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL PASTEUR); FERNANDO DE BARROS (HOSPITAL PASTEUR); CONRADO DE SOUZA GAIA (HOSPITAL PASTEUR); VINICIUS CRUZ (HOSPITAL PASTEUR); SIDNEY GONÇALVES (HOSPITAL PASTEUR); BERNARDO AUGUSTO ALVES DA MOTTA MENESES (HOSPITAL PASTEUR); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL PASTEUR) Apresentação: Poster 086 - HEPATECTOMIA LAPAROSCÓPICA: INDICAÇÕES E RESULTADOS EM 11 CASOS OPERADOS SERGIO RENATO PAIS COSTA (HOSPITAL SANTA LUCIA -DF); SERGIO LUIZ MELO ARAUJO (HOSPITAL SANTA LUCIA - DF); OLIMPIA ALVES TEIXEIRA LIMA (UNB - DF); ALEXANDRE CHARTUNI PEREIRA TEIXEIRA (HOSPITAL SANTA LUCIA - DF) Apresentação: Poster 087 - TRATAMENTO CIRÚRGICO LAPAROSCÓPICO DA COLECISTITE AGUDA COMPLICADA: UMA SÉRIE DE TRINTA CASOS OPERADOS SERGIO RENATO PAIS COSTA (HOSPITAL SANTA LUCIA -DF); SERGIO LUIZ MELO ARAUJO (HOSPITAL SANTA LUCIA - DF) Apresentação: Poster 088 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA TRANSUMBILICAL (SINGLE SITE) COM EQUIPAMENTO DE LAPAROSCOPIA CONVENCIONAL IZABELE RABELO DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); ANTONIO ALVES JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); MILENA PASSOS LIMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); ALESSANDRA FREITAS VASCONCELOS BARROS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); JOSÉ JEOVÁ DE OLIVEIRA FILHO (HOSPITAL SÃO LUCAS); HERNAN AUGUSTO CENTURION SOBRAL (HOSPITAL SÃO LUCAS) Apresentação: Poster 089 - SERVIÇO DE VIDEOLAPAROSCOPIA DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL DO HOSPITAL ANA NÉRI: ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); GUSTAVO MENDES LOPES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); MARCUS VINÍCIUS NUNES XAVIER (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ANDRÉ LUIS BARBOSA ROMEO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI)


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Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Poster 090 - FUNDOPLICATURA 360° SIMETRICA CALIBRADA 74 FR LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICAANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); ELIZABETH PANDO (CLINICA ANGLOAMERICANA); ROGER CLEMENTE (CLINICA ANGLOAMERICANA) Apresentação: Poster 091 - POLIPOSIS YEYUNAL COMO CAUSA DE INTUSUSCEPCIÓN INTESTINAL EN EL ADULTO. A PROPÓSITO DE UN CASO DANIEL CASTRO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); GUSTAVO BENÍTEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); MARÍA FERNANDA VISCONTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS) Apresentação: Poster 092 - TUMOR DEL ESTROMA GASTROINTESTINAL. RESECCIÓN LAPAROSCÓPICA DANIEL CASTRO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); RENATA SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); MARÍA FERNANDA VISCONTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS) Apresentação: Poster 093 - MODELO DE ENTRENAMIENTO PARA EXPLORACIÓN LAPAROSCÓPICA DE LA VIA BILIAR. IMPACTO EN EL DESARROLLO DE HABILIDADES QUIRÚRGICAS ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); RENATA SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); GUSTAVO BENÍTEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS) Apresentação: Poster 094 - COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA VERSUS MINILAPAROSCÓPICA: DESCRIÇÃO DAS TÉCNICAS E ESTUDO DE 35 CASOS GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); ADRIANO DE CARVALHO SALES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); IANELE BRAGA VILELA DE MELO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FELIPE MATOS DE ARRUDA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); NATHÁLIA VALOIS MONTARROYOS DE MORAES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); RAFAELA LOPES PEREIRA GOUVEIA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FABIO BARROS RODRIGUES DA SILVA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO) Apresentação: Poster 095 - MYCOBACTERIUM ABSCESSUS E INFECÇÕES EM VIDEOCIRURGIAS: UMA RELAÇÃO IMPORTANTE MARCIA MARQUES MAGALHAES (HOSPITAL SANTA CASA DE BELO HORIZONTE); THIAGO DE OLIVEIRA MOREIRA (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS); FREDERICO CARRIZO DEFAVERI (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS); RODRIGO ROGER VITORINO (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS); VITOR LIMA FERRAZ (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS) Apresentação: Poster 096 - NOVO ACESSO PARA COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA ANDRE NEY MENEZES FREIRE (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); DURVAL SOBREIRO JUNIOR (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); RAISSA MADEIRO (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); ALFREDO ROGERIO CARNEIRO LOPES (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); MARCOS CAMPOS (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); LUCAS LACERDA ARAUJO (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); LEONARDO RODRIGUES MOREIRA LIMA (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA) Apresentação: Poster 097 - ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA POR ACESSO ÚNICO - RELATO DE DOIS CASOS MAURICIO SPAGNOL (UNOCHAPECO / HOSPITAL REGIONAL DO OESTE); PAULO FERNANDO DE OLIVEIRA CALDAS (UNOCHAPECO / HOSPITAL REGIONAL DO OESTE); JULIANA FAGGION (UNOCHAPECO / HOSPITAL REGIONAL DO OESTE); KALINE CANAL (UNOCHAPECO); KALINE FILIPPI CHIELLA (UNOCHAPECO); LAURA ZANCHET (UNOCHAPECO) Apresentação: Poster 098 - POSTLETHWAIT POR VIDEOLAPAROSCOPIA ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); GILBERTO FAVA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); PAULO ANDERSOM BERTOLUCCI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); SÁVIO COSTA DE PAULA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII) Apresentação: Poster 099 - JEJUNOSTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA: EXPERIÊNCIA DE UM SERVIÇO GUILHERME FAGUNDES BASSOLS (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); LUIZ ALBERTO DE CARLI (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); RODRIGO KOPROVSKI MENGUER (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); ROBERTO VINA CORAL (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); DIENATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); AFONSO DOS REIS MEDEIROS (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL)


Volume 3, Supl. N. 1

XI

Apresentação: Poster 100 - RELATO DE CASOS DE ANASTOMOSE BILIODIGESTIVO VIDEOLAPAROSCÓPICA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); MARCOS ROBERTO LIKES MISCHIATTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); LUCAS STOCCO (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); JOSE SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); EDUARDO QUIRINO SANTOS (HOSPITAL INUVERSITARIO CAJURU); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU) Apresentação: Poster 101 - SINDROME DE MIRIZZI: MANEJO TOTALMENTE LAPAROSCOPICO CARLOS MIGUEL VELASQUEZ HAWKINS (CLINICA SAN GABRIEL); LISBETH HUILLCA NUÑES (CLINICA SAN GABRIEL); LUIS BERNAOLA SUAREZ (CLINICA SAN GABRIEL); RICARDO PEREZ SOVERO (CLINICA SAN GABRIEL); CARLOMARIO CORNEJO MOZO (CLINICA SAB GABRIEL); JUAN CARLOS TAMAYO LEON (CLINICA SAN GABRIEL); WERNER CALDERON (CLINICA SAN GABRIEL) Apresentação: Poster 102 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DA SÍNDROME DE MIRIZZI - RELATO DE DOIS CASOS E REVISÃO DA LITERATURA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); DIEGO CARVALHO DUARTE MARI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLÓ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUCAS STOCCO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); FRANCIELLE JORGE ZUCOLOTO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU) Apresentação: Tema Livre 103 - FUNDOPLICATURA LAPAROSCÓPICA - FOLLOW-UP DE 13 ANOS CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (HOSPITAL PORTUGUÊS); MARIA CONCEIÇÃO GALVÃO SAMPAIO (CLÍNICA GASTRO); BRUNO DA SILVEIRAALMEIDA (HOSPITAL PORTUGUÊS); MARCUS VINICIUS NUNES XAVIER (HOSPITAL ANA NERY); MARIAADÉLIAALMEIDA MENEZES (CLINICA PONTO MEDICO); MÁRCIA SACRAMENTO DE ARAÚJO FELIPE (CENTRO BAIANO DE GASTROENTEROLOGIA E HEPATOLOGIA); RODRIGO JOSÉ FELIPE (CENTRO BAIANO DE GASTROENTEROLOGIA E HEPATOLOGIA) Apresentação: Tema Livre 104 - SIMPATECTOMIA LOMBAR RETROPERITONEAL LAPAROSCÓPICA - EXPERIÊNCIA DE 8 ANOS MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RAMON ANTUNES DE OLIVEIRA (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ALEXANDRE BLEY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO BOSCARDIM (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RODOLFO KOCHE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) Apresentação: Tema Livre 105 - HERNIOPLASTIA INCISIONAL VIDEOLAPAROSCÓPICA: EXPERIÊNCIA DE 40 CASOS CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO MORIS CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANTONIO CARLOS CAMPOS (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ); JULIO CEZAR UILI COELHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ) Apresentação: Tema Livre 106 - RESSECÇÃO DE LEIOMIOMA DE ESÔFAGO POR TORACOSCOPIA: RELATO DE 4 CASOS CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO MORIS CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO CESAR ANDRIGUETTO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO CESAR BOSCARDIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); EDUARDO AIMORÉ BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) Apresentação: Tema Livre 107 - EXPERIÊNCIA INICIAL COM A COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA E MIDILAPAROSCÓPICA: TÉCNICA E RESULTADOS EM 29 CASOS MIGUEL PRESTES NÁCUL (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JOSÉ GUSTAVO OLIJNYK (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); ARTUR PACHECO SEABRA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); OLY DOS CAMPOS CORLETA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); LEANDRO TOTTI CAVAZZOLA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); GUILHERME BEHREND SILVA RIBEIRO (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JAQUELINE BEHREND SILVA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.) Apresentação: Tema Livre 108 - ALTERNATIVAS TÉCNICAS HETERODOXAS NA HERNIOPLASTIA INGUINAL VÍDEO-ENDOSCÓPICA MIGUEL PRESTES NÁCUL (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); GUILHERME BEHREND SILVA RIBEIRO (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JOSÉ GUSTAVO OLIJNYK (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); EDUARDO DIPP DE BARROS (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); GUILHERME AREND PESCE (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); LAURA MOSCHETTI (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JAQUELINE BEHREND SILVA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.)


XII

Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Tema Livre 109 - FUNDUPLICATURA TOTAL SEM SECÇÃO DOS VASOS CURTOS: VALVULA COM PAREDE ANTERIOR OU POSTERIOR? ADORISIO BONADIMAN (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ FRANCISCO FARAH (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALBERTO GOLDEMBERG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); PEDRO OKSMAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); CAROLINA BENVEGNU NAHIME (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); RENATA FISCHER DE ANDRADE (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ADRIANO CORONA BRANCO (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO) Apresentação: Tema Livre 110 - UTILIZAÇÃO DE PRÓTESE COMO REFORÇO NA HIATOPLASTIA E FUNDUPLICATURA: EXPERIÊNCIA DE 62 CASOS COM SEGUIMENTO TARDIO ADORISIO BONADIMAN (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ FRANCISCO FARAH (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); GUILHERME LUIS ZANCO (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALBERTO GOLDEMBERG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); JOSÉ CARLOS DEL GRANDE (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); LISTER ARRUDA (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); CAROLINA BENVEGNU NAHIME (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO) Apresentação: Tema Livre 111 - APENDICECTOMIA LAPAROSCÓPICA - CASUÍSTICA, INDICAÇÕES E LIMITES NA TÉCNICA OPERATÓRIA MARCELO GOMES GIRUNDI (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); PAULA HAASS SCHEFFER (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); LEONARDO AUGUSTO DA FONSECA (HOSPITAL MATER DEI); OTAVIANO AUGUSTO DE PAULA FREITAS (HOSPITAL LIFECENTER); ANA CAROLINA REZENDE CAMPOLINA DE SÁ (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); DANIELA VIESE ROTH (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); FRANCO ANTONIO CORDEIRO NEVES (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS) Apresentação: Tema Livre 112 - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A CARDIOMIOTOMIA DE HELLER-LIND E A ESOFAGOPLASTIA DE THAL-HATAFUKU LAPAROSCÓPICAS ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); JOÃO BATISTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES) Apresentação: Tema Livre 113 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO: ANÁLISE DE 126 CASOS ALBERTO JORGE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); TERESA AMELIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ROBERTA MACEDO SEVERO LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ITALO MARCELO DO REGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); GUILHERME COSTA FARIAS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS) Apresentação: Tema Livre 114 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DA LITÍASE DAS VIAS BILIARES: ANÁLISE DE 193 CASOS ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); JOSÉ CARDOSO CAVALCANTE JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES) Apresentação: Tema Livre 115 - EXPERIÊNCIA INICIAL EM COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA POR INCISÃO ÚNICA TRANSUMBILICAL – SILS NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (A MESMA); JOSE SAMPAIO NETO (A MESMA); JOSE LUZARDO BRITES NETO (A MESMA); ALAN CARDOSO H. MOTTER Apresentação: Tema Livre 116 - APENDICECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA POR INCISÃO ÚNICA PARA TRATAMENTO DE APENDICITE AGUDA: EXPERIÊNCIA INICIAL NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSÉ LUZARDO BRITES NETO (A MESMA); JOSÉ SAMPAIO NETO (A MESMA); LEANDRO BILLÓ (A MESMA); MARCOS ROBERTO LIKES MISCHIATTI (A MESMA); FÁBIO HENRIQUE HAMILKO DE BARROS (A MESMA) Apresentação: Tema Livre 117 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA SEM A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS DESCARTÁVEIS THIAGO BENJAMIN PINTO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ANDRÉ LUIS BARBOSA ROMEO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); DANIEL FLÁVIO CABRINY (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ELISANA MARIA SANTOS CAIRES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI)


Volume 3, Supl. N. 1

XIII

Apresentação: Tema Livre 118 - ANÁLISE DOS RESULTADOS DE 243 COLANGIOGRAFIAS PEROPERATÓRIAS REALIZADAS EM COLECISTECTOMIAS LAPAROSCÓPICAS CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CARLOS AUGUSTO CANTERAS RAPOSO DA CAMARA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); RICARDO PASTORE (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO) Apresentação: Tema Livre 119 - RECONSTRUÇÃO LAPAROSCÓPICA DA VIA BILIAR EXTRA-HEPÁTICA COM UTILIZAÇÃO DE TUBO JEJUNAL – EXPERIÊNCIA INICIAL EM HUMANOS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ARMANDO FRAGA AZOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CROIDER FRANCO LACERDA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ADÃO JAIR DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO) Apresentação: Tema Livre 120 - VIDEOCOLECISTECTOMIA EM PACIENTE COM EVENTRAÇÃO DIAFRAGMÁTICA: RELATO DE CASO DÓRIS MEDIANEIRA LAZAROTO SWAROWSKY (UNISC - UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); INÁCIO SWAROWSKY (UNISC UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL) Apresentação: Tema Livre 121 - ESTUDO COMPARATIVO: COLECISTECTOMIA VIDELAPAROSCOPICA CONVENCIONAL X COLECISTECTOMIA SINGLE TROCAR ACCESS (SITRACC®) – RESULTADOS INICIAIS JAMES SKINOVSKY (TCBC – PR, PROFESSOR TITULAR DE CIRURGIA – UNIVERSIDADE POSITIVO – CURITIBA, PR); MARCUS VINICIUS DANTAS DE CAMPOS MARTINS (TCBC – RJ, PROFESSOR CIRURGIA – UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ, RIO DE JANEIRO, RJ); MAURICIO CHIBATA (PROFESSOR CIRURGIA, UNIVERSIDADE POSITIVO, CURITIBA, PR); ROGÉRIO CAVALIERI (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA, (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA,PR); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRAAURICHIO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA,PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA,PR) Apresentação: Tema Livre 122 - PÓS OPERATÓRIO TARDIO DE COLECISTECTOMIA POR TROCARTE ÚNICO(SITRACC®) – 17 CASOS JAMES SKINOVSKY (TCBC – PR, PROFESSOR TITULAR DE CIRURGIA – UNIVERSIDADE POSITIVO – CURITIBA, PR); MARCUS VINICIUS DANTAS DE CAMPOS MARTINS (TCBC – RJ, PROFESSOR CIRURGIA – UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ, RIO DE JANEIRO, RJ); MAURICIO CHIBATA (PROFESSOR CIRURGIA, UNIVERSIDADE POSITIVO, CURITIBA, PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA AURICHIO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); ALEXANDRE TIEPPO ZARPELLON (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR) Apresentação: Tema Livre 123 - OS PRIMEIROS 5 CASOS DE APENDICECTOMIA POR SITRACC®, SINGLE TROCAR ACCESS, REALIZADOS NO HOSPITAL CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL DO PARANÁ JAMES SKINOVSKY (TCBC – PR, PROFESSOR TITULAR DE CIRURGIA – UNIVERSIDADE POSITIVO – CURITIBA, PR); MARCUS VINICIUS DANTAS DE CAMPOS MARTINS (TCBC – RJ, PROFESSOR CIRURGIA – UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ, RIO DE JANEIRO, RJ); MAURICIO CHIBATA (PROFESSOR CIRURGIA, UNIVERSIDADE POSITIVO, CURITIBA, PR); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRAAURICHIO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR); KAREN KONO MIYABUKURU (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR) Apresentação: Tema Livre 124 - HERNIOPLASTIA INGUINAL POR VIDEO-CIRURGIA. EXPERIÊNCIA DO INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA SÃO PAULO ALBINO AUGUSTO SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO); EMERSON NOGUEIRA PRADO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO); GUILHERME T. KAPPAZ (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO); LOLA GODINHO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO); MAURÍCIO PAULIN SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO) Apresentação: Tema Livre 125 - ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA NAS DOENÇAS HEMATOLÓGICAS CAIO GUSTAVO GASPAR DE AQUINO (FCM SANTA CASA SP); ANDRE SOARES GALLO (FCM SANTA CASA SP); ANDREAS JOHANN MOLNAR KOSZKA (FCM SANTA CASA SP); MAURICIO ALVES RIBEIRO (FCM SANTA CASA SP); MARIA DE FATIMA SANTOS (FCM SANTA CASA SP); FABIO GONÇALVES FERREIRA (FCM SANTA CASA SP); LUIZ ARNALDO SZUTAN (FCM SANTA CASA SP) Apresentação: Tema Livre 126 - ENDOMETRIOSE PÉLVICA PROFUNDA TRATAMENTO CIRÚRGICO RETOSSIGMOIDECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA - DESAFIOS E RESULTADOS ALBINO AUGUSTO SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO); EMERSON NOGUEIRA PRADO (INSTITUTO SORBELLO); GUILHERM T. KAPPAZ (INSTITUTO SORBELLO); LOLA S. GODINHO (INSTITUTO SORBELLO); MAURICIO P. SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO)


XIV

Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Tema Livre 127 - USO DE PRÓTESE EM GRANDES HÉRNIAS DE HIATO ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLÁUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS) Apresentação: Tema Livre 128 - AVALIAÇÃO TARDIA DE QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES OPERADOS PELA TÉCNICA MISTA (BRANDALISE & ARANHA) ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS) Apresentação: Tema Livre 129 - DRENAGEM TRANSMEDIASTINAL LAPAROSCÓPICA: UM PROCEDIMENTO SIMPLES E EFICAZ PARA O TRATAMENTO DO PNEUMOTÓRAX ACIDENTAL NA CIRURGIA ANTI-REFLUXO LAPAROSCÓPICA GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO- FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCOFACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); JOSE SERGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDEZ JR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS) Apresentação: Tema Livre 130 - CIRURGIA DE ANTI-REFLUXO NÃO É TOTALMENTE EFETIVA PARA O ADENOCARCINOMA ESOFÁGICO, APESAR DA REDUÇÃO OU DO DESAPARECIMENTO DO ESÔFAGO DE BARRET NA MAIORIA DOS CASOS – UM ESTUDO COM 95 PACIENTES PORTADORES DE ESÔFAGO DE BARRET GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO- FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); JOSE SERGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDEZ JR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS) Apresentação: Tema Livre 131 - A ELETROCAUTERIZAÇÃO DA ARTÉRIA CÍSTICA NA COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA É SEGURA, EFETIVA E CUSTOEFICIENTE GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO- FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCOFACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); JOSE SERGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDEZ JR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS) Apresentação: Tema Livre 132 - ANÁLISE DE 150 REOPERAÇÕES REALIZADAS EM PACIENTES PRÉVIAMENTE OPERADOS DE DRGE NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS) Apresentação: Tema Livre 133 - VIGILÂNCIA DE PROCEDIMENTOS INVASIVOS: BUSCA ATIVA APÓS ALTA EM 392 VIDEOCIRURGIAS DIÊNATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); DÓRIS MEDIANEIRA LAZAROTO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); RICARDO PRESOTTO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); ELIANE KRUMMENAUER (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); MARCELO CARNEIRO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL) Apresentação: Tema Livre 134 - ERGONOMIA EM VIDEOCIRURGIA DIENATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); DÓRIS MEDIANEIRA LAZAROTO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); VITÓRIA HOMEM MACHADO (UIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); AFONSO DOS REIS MEDEIROS (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); INÁCIO SWAROWSKY (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL) Apresentação: Tema Livre 135 - POST OPERATIVE RESULTS OF LAPAROSCOPIC “LESS SHORT FLOPPY NISSEN” AND “LESS SHORT FLOPPY NISSEN” FUNPLICATION IN PATIENTS WITH BARRET’S ESOPHAGUS DELTA MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); FABIO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); RAFAEL DIAS VASCONCELOS (HOSPITAL CLEMENTINO FRAGA FILHO); EPONINA LEMME (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); FERNANDO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO) Apresentação: Tema Livre 136 - ESTUDO PROSPECTIVO DA MIOTOMIA Á HELLER LAPAROSCOPICA COM FUNDOPLICATURA PARCIAL PARA TRATAMENTO DA ACALASIA


Volume 3, Supl. N. 1

XV

FERNANDO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO GAFFRE-GUINLE); FABIO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); DIEGO LATINI MAIOLI (HOSPITAL CLEMENTINO FRAGA FILHO); MARCUS VINICIUS NOGUEIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); RAFAEL DIAS VASCONCELOS (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); GUILHERME PINTO BRAVO NETO (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); DELTA MADUREIRA (HOSPITAL CLEMENTINO FRAGA FILHO) Apresentação: Tema Livre 137 - ESPLENECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA COM BAIXO CUSTO – RESULTADOS DE UM ESTUDO PROSPECTIVO COM 63 PACIENTES PABLO TRINDADE DE SOUZA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); HENRIQUE NEUBARTH PHILLIPS (HOSPITAL MIGUEL COUTO); SILVIO HENRIQUES CUNHA NETO (HOSPITAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); RICARDO ZORRON (HOSPITAL MIGUEL COUTO) Apresentação: Tema Livre 138 - COLECISTECTOMIA “SINGLE-PORT” VERSUS COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA – ESTUDO PROSPECTIVO RANDOMIZADO JULIA HENRIQUES BERGONSO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PEDRO BARBALHO YATUDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); RICARDO VASSALLO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); RICARDO ZORRON (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO) Apresentação: Tema Livre 139 - GASTRECTOMIA LAPAROSCÓPICA NO CÂNCER GÁSTRICO PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREIA (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); LINCOLN RANGEL MEDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ) Apresentação: Tema Livre 140 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA NAS DOENÇAS PANCREÁTICAS PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LIVIA RODRIGUES DE AGUIAR (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARAES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ) Apresentação: Tema Livre 141 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA NO TRATAMENTO DE TUMORES ESTROMAIS GASTROINTESTINAIS GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); LICOLN RANGEL MEDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); RICARDO BRASIL NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ) Apresentação: Tema Livre 142 - MIGRAÇÃO DE FUNDOPLICATURA GÁSTRICA NO PÓS OPERATÓRIO IMEDIATO LEANDRO FARIA CRESPO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LAILA REGGIANE ALMEIDA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RICARDO BRASIL MENDES NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ) Apresentação: Tema Livre 143 - AVALIAÇÃO DE CURVA DE APRENDIZADO NA FUNDUPLICATURA TIPO ROSSETTI ADORISIO BONADIMAN (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ FRANCISCO FARAH (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALEXANDRE CHARTUNI (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); RENATA FISCHER DE ANDRADE (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); CAROLINA BENVEGNU NAHIME (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALBERTO GOLDEMBERG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); LUIS ROBERTO MANZIONE NADAL (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO) Apresentação: Tema Livre 144 - VIDEOCOLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA(CVLM): MUDANÇA DE PORTAIS E DA ÓPTICA E SUAS VANTAGENS UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTEUNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); CARLOS ALBERTO DE CARVALHO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); HELIN MINORU MATSUMOTO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); GUSTAVO KURACHI (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA) Apresentação: Tema Livre 145 - ESOFAGECTOMIA LAPAROSCÓPICA TRANSHIATAL NO CANCER ESOFÁGICO MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RODOLFO ANDRADE TORRES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LUIS GUSTAVO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LINCOLN RANGEL MEIDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ)


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Apresentação: Tema Livre 146 - COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA SEM CLIPS COMO UMA ALTERNATIVA EFICIENTE, SEGURA E CUSTO-EFETIVA AOS RESULTADOS ESTÉTICOS DA N.O.T.E.S. – OS PRIMEIROS 1100 CASOS – O QUE APRENDEMOS? GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JÚNIOR (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); REBECA GONÇALVES ROCHA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); DIEGO LAURENTINO LIMA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); CAMILA ROCHA DA CRUZ (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)) Apresentação: Tema Livre 147 - AVALIAÇÃO DE EFICÁCIA DA FUNDOPLICATURA DE NISSEN NO TRATAMENTO DE ESÔFAGO QUEBRA-NOZES – UM ESTUDO DE 13 PACIENTES GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JÚNIOR (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); REBECA GONÇALVES ROCHA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); DIEGO LAURENTINO LIMA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); CAMILA ROCHA DA CRUZ (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)) Apresentação: Tema Livre 148 - VIDEOCIRURGIA NO TRAUMA - EXPERIENCIA DE 134 CASOS DO SERVIÇO DE CIRURGIA GERAL DO HMLJ BRUNO VAZ DE MELO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); PAULO OLIVEIRA SILVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); DOUGLAS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MOACIR (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCIO BARROSO CAVALIERE (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); RICARDO ZORRON (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCUS VINICIUS DANTAS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE) Apresentação: Tema Livre 149 - INTERNATIONAL MULTICENTER TRIAL ON CLINICAL NATURAL ORIFICE SURGERY– NOTES IMTN STUDY: PRELIMINARY RESULTS OF 362 PATIENTS RICARDO ZORRON (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MANUEL GALVAO (GASTROBESO CENTER SAO PAULO); ALCIDES BRANCO (PUC CURITIBA); ALMINO RAMOS (GASTROBESO CENTER SAO PAULO); GUSTAVO SALINAS (CLINICA AVENDANO -PERU); LUIZ HENRIQUE SOUSA (SOUSAGROUP GOIANIA); LUIS DE CARLI (SANTA CASA PORTO ALEGRE) Apresentação: Vídeo Livre 150 - HEPATECTOMIA LATERAL ESQUERDA (BI-SEGMENTECTOMIA II E III) POR VIDEOLAPAROSCOPIA EM PACIENTE ONCOLÓGICO VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); ANTONIO TALVANE DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); GILBERTO FAVA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); PAULO BERTOLUTTI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO) Apresentação: Vídeo Livre 151 - LEFT HEMI-HEPATECTOMY FOR LAPAROSCOPY IN CANCER PATIENTS ANTÔNIO TALVANE DE OLIVEIRA (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); CROIDER FRANCO LACERDA (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); DURVAL WOHNRATH (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); PAULO ANDERSON BERTOLUTTI (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); GILBERTO FAVA (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP) Apresentação: Vídeo Livre 152 - LAPAROSCOPIC RIGHT HEPATECTOMY IN ONCOLOGY (HEPATECTOMIA DIREITA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM ONCOLOGIA) VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); PAULO ANDERSON BERTOLUTTI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII) Apresentação: Vídeo Livre 153 - HEPATECTOMIA LAPAROSCÓPICA EM DOIS TEMPOS NO TRATAMENTO DE METÁSTASES HEPÁTICAS BILATERAIS MARCEL AUTRAN CESAR MACHADO (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); FABIO FERRARI MAKDISSI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); RODRIGO CANADA TROFO SURJAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); GUILHERME KAPAZ (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); NAGAMASSA YAMAGUCHI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) Apresentação: Vídeo Livre 154 - HEPATECTOMIA ESQUERDA LAPAROSCÓPICA COM ACESSO INTRAHEPÁTICO AO PEDÍCULO GLISSONIANO MARCEL AUTRAN CESAR MACHADO (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); FABIO FERRARI MAKDISSI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); PAULO HERMAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); RODRIGO CANADA TROFO SURJAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)


Volume 3, Supl. N. 1

XVII

Apresentação: Vídeo Livre 155 - HEPATECTOMIA LAPAROSCÓPICA ANATÔMICA DO SEGMENTO 3 COM ACESSO GLISSONIANO MARCEL AUTRAN CESAR MACHADO (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); FABIO FERRARI MAKDISSI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); RODRIGO CANADA TROFO SURJAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); ANTONIO ROBERTO TEIXEIRA (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) Apresentação: Vídeo Livre 156 - VIABILIDADE DE UMA ABORDAGEM DE LINFADENECTOMIA INGUINAL POR VIDEOSCOPIA: DISSECÇÃO MINIMAMENTE INVASIVA PARA MICROMETASTASE DE MELANOMA INGUINAL VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ; CROIDER FRANCO LACERDA; ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA; PAULO ANDERSON BERTOLUCCI Apresentação: Vídeo Livre 157 - GIST DE CÁRDIA - RESSECÇÃO LAPAROSCÓPICA SEM SUTURA MECÂNICA MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANDRÉ REICHMANN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) Apresentação: Vídeo Livre 158 - SIMPATECTOMIA LOMBAR COM MINILAPAROSCOPIA MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO BOSCARDIM (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) Apresentação: Vídeo Livre 159 - CISTOGASTROSTOMIA LAPAROSCOPICA CON ABORDAJE POSTERIOR LEONARDO NELSON SANTAMARIA GALEOTTI (COMPLEJO HOSPITALARIO CSS PANAMA); JOSE MIGUEL SAMUDIO HORNA (COMPLEJO HOSPITALARIO CSS PANAMA) Apresentação: Vídeo Livre 160 - HÉRNIA DE SPIEGEL: TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO PELA TÉCNICA TRANSABDOMINAL PRÉ-PERITONEAL – SISTEMA TIZAÇÃO DA TÉCNICA LEANDRO TOTTI CAVAZZOLA (HCPA); EMERSON MORELLO (HCPA); TAYANA EIFF (HCPA); OLY CAMPOS CORLETA (HCPA); PAULO SANDLER (HCPA) Apresentação: Vídeo Livre 161 - ESPLENECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA DE UM RARO TUMOR DE BAÇO – O LINFANGIOMA ESPLÊNICO EDUARDO CREMA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO UFTM); MARCEL NORONHA GONZAGA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); RENATA MARGARIDA ETCHEBEHERE (DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); RAFAEL SOARES LIMA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); PAULO ANDERSON BERTULUCCI (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); ALEX AUGUSTO DA SILVA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM) Apresentação: Vídeo Livre 162 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA PORTAL ÚNICO EM HOSPITAL MILITAR PEDRO DA MATTA SAYAO BARRETO (MARINHA DO BRASIL); HIRO DE LIMA BRANDÃO MURAKAMI (MARINHA DO BRASIL); IGOR TEIXEIRA FERREIRA (MARINHA DO BRASIL); MIGUEL SILVEIRA DA SILVEIRA (MARINHA DO BRASIL); MÁRCIO PILLER GONÇALVES (MARINHA DO BRASIL); IGOR NUNES DA SILVA (MARINHA DO BRASIL); MARCIO AMARAL DA SILVA (MARINHA DO BRASIL) Apresentação: Vídeo Livre 163 - COLEDOCO JEJUNO ANASTOMOSE EM Y DE ROUX – TRATAMENTO DE DILATAÇÃO DO COLEDOCO COM ESTENOSE RECIDIVANTE JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); ARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); ERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO) Apresentação: Vídeo Livre 164 - LESÕES DAS VIAS BILIARES, VIDEO DEMONSTRATIVO EM 6 SITUAÇÕES DISTINTAS E SEUS TRATAMENTOS JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); MIGUEL, P. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO) Apresentação: Vídeo Livre 165 - RETIRADA DA BANDA GÁSTRICA E CONVERSÃO EM GASTROPLASTIA COM BY PASS GASTROJEJUNAL NO MESMO ATO CIRÚRGICO POR VÍDEO LAPAROSCOPIA JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); MOURA, J.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); MIGUEL, P. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO) Apresentação: Vídeo Livre 166 - OBSTRUÇÃO INTESTINAL APÓS MIGRAÇÃO DE BANDA GÁSTRICA JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); NAEGELE, A. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PAIVA, D. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); BARCELLOS, M. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); AYLTON , J (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO)


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Apresentação: Vídeo Livre 167 - TRATAMENTO DO CISTOADENOMA PANCREÁTICO POR VIDEOLAPAROSCOPIA FABIO PIMENTEL MARTINS (SANTA CASA / SAO LUCAS); GUILHERME AUGUSTO NUNES CORREA LIMA (SANTA CASA / SAO LUCAS); POLIBIO GUEDES LOPES (SANTA CASA / SAO LUCAS); THYERES MACHADO SOUZA (SANTA CASA / SAO LUCAS); BRUNO VILETE (SANTA CASA / SAO LUCAS); GUILHERME VALIAS SCHMITT (SANTA CASA / SAO LUCAS) Apresentação: Vídeo Livre 168 - PANCREATECTOMIA DISTAL LAPAROSCÓPICA COM PRESERVAÇÃO ESPLÊNICA CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIAN LUIZ ARTNER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANA CAROLINA BUFFARA BLITZKOW (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); RAIMUNDO ROMILTON LEAL DO ROSARIO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); JULIO CEZAR UILI COELHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ) Apresentação: Vídeo Livre 169 - A VIDEOLAPAROSCOPIA NO TRATAMENTO DA OBSTRUÇÃO DE INTESTINO DELGADO CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GOMES GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANA CAROLINA BUFFARA BLITZKOW (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); FELIPE FERNANDES MONTEIRO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); CHRISTIAN LUIS ARTNER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); JANAÍNA JOHNSON (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS) Apresentação: Vídeo Livre 170 - TECNICA DE LADD PARA MALROTACION INTESTINAL EN EL ADULTO LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICAANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA) Apresentação: Vídeo Livre 171 - DUODENOPANCREATECTOMIA LAPAROSCÓPICA POR NEOPLASIA MALIGNA DE PAPILA DUODENAL ANTONIO MORIS CURY FILHO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO FERREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU) Apresentação: Vídeo Livre 172 - HÉRNIA PARAESOFAGEANA RECIDIVADA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); JOÃO BATISTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENAAFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); BRUNO BEZERRA VIEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES) Apresentação: Vídeo Livre 173 - TRATAMENTO DE FÍSTULA COLECISTO-DUODENAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MARCOS DA COSTA NEPOMUCENO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ARTHUR MANOEL BRAGA ALBUQUERQUE (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES) Apresentação: Vídeo Livre 174 - COLECISTECTOMIA LAPAROSCOPICA EN UNA PACIENTE CON SITUS INVERSUS TOTALIS ANIBAL BENJAMIN CARRASCO ALBURQUEQUE (HOSPITAL JORGE REATEGUI DELGADO); VICTOR JARA QUIROZ (HOSPITAL JORGE REATEGUI DELGADO) Apresentação: Vídeo Livre 175 - APENDICECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA MINIMAMENTE INVASIVA JOSÉ GUSTAVO OLIJNYK (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE-RS); MIGUEL PRESTES NÁCUL (INSTITUIÇÃO- INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE PORTO ALEGRE, RS.); RAFAEL HERTZOG MOSSMANN (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE); GUILHERME GONÇALVES PRETTO (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE); OMERO PEREIRA COSTA FILHO (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE); FRANCO FILLIPPE (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE) Apresentação: Vídeo Livre 176 - ESPLENECTOMIA PARCIAL POLO INFERIOR LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICAANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA)


Volume 3, Supl. N. 1

XIX

Apresentação: Vídeo Livre 177 - ESOFAGECTOMIA TRANSMEDIASTINAL VIDEOASSISTIDA ALBERTO JORGE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); JOÃO BATISTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MARCOS DA COSTA NEPOMUCENO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ITALO MARCELO DO REGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); TIAGO BANDEIRA M. COSTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS) Apresentação: Vídeo Livre 178 - ESOFAGOPLASTIA À THAL HATAFUKU POR VIDEOLAPAROSCOPIA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); CAVALCANTE JÚNIOR JC (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); SANTOS T.A.S. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); LUCENA R.M.S. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); NASCIMENTO, I.M.R. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ALBUQUERQUE, A.M.B. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS) Apresentação: Vídeo Livre 179 - EXPLORAÇÃO VIDEOLAPAROSCÓPICA DAS VIAS BILIARES ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); NASCIMENTO I.M.R (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); LUCENA, R.M.S. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MORAIS P.G.M. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); SANTOS T.A.S (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); FARIAS G.C (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS) Apresentação: Vídeo Livre 180 - ESOFAGOPLASTIA A HELLER-LIND POR VIA LAPAROSCÓPICA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MARCOS DA COSTA NEPOMUCENO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); BRUNO BEZERRA VIEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES) Apresentação: Vídeo Livre 181 - ESPLENECTOMÍA Y COLECISTECTOMÍA POR LESS JOSE MEJÍAS (CLINICA BRICEÑO ROSSI); NAYEDELI GARCIA (CLINICA VIDAMED); ALEJANDRA PARILLI (HOSPITAL DE CLINICAS CARACAS); HECTOR ALMAU (INSTITUTO DIAGNOSTICO); LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (POLICLINICA LA ARBOLEDA) Apresentação: Vídeo Livre 182 - NOTES: TRANS-VAGINAL CHOLECYSTECTOMY VIDEO ASSISTED WITH COMMON LAPAROSCOPIC INSTRUMENTS. SURGICAL TECHNIQUE DESCRIPTION JOSE MEJIAS (CLINICA BRICEÑO ROSSI); HECTOR ALMAU (HOSPITAL PEREZ DE LEON); NAYDELI GARCIA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); JOSE ARELLANO (HOSPITAL PEREZ DE LEON); RAFAEL DE LA FUENTE (HOSPITAL DE CLINICAS CARACAS); LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (POLICLINICA LA ARBOLEDA) Apresentação: Vídeo Livre 183 - HERNIA DE MORGAGNI: REPARO CON DOBLE MALLA POR LAPAROSCOPIA LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA) Apresentação: Vídeo Livre 184 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DA MUCOCELE DO APÊNDICE CECAL LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); FILIPE AUGUSTO OLIVEIRA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); RENATA D’ANDRADA TENÓRIO ALMEIDA SILVA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); NATHALIA BARRETO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY) Apresentação: Vídeo Livre 185 - TRATAMENTO LAROSCÓPICO DE COLELITÍASE NÃO COMPLICADA POR INCISÃO ÚNICA TRANSUMBILICAL (SILS) NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU) LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (A MESMA); JOSE SAMPAIO NETO (A MESMA); LUCAS STOCCO (A MESMA); JOSE LUZARDO BRITES NETO (A MESMA) Apresentação: Vídeo Livre 186 - ABORDAGEM VIDEOLAPAROSCÓPICA DE PACIENTE COM ACALÁSIA PREVIAMENTE OPERADA PARA TRATAMENTO DE DRGE ROBSON LUIZ SILVEIRA JARA (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CINTHIA YOSHIMURA DE BRITO (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); LOMONACO DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL); LOMONACO DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL); ERIC RULLI MENESES (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); GUSTAVO MENDES MEDEIROS (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CARLOS HENRIQUE MARQUES DOS SANTOS (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL)


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Apresentação: Vídeo Livre 187 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DE TUMOR CÍSTICO BRONCOGÊNICO DO ESÔFAGO MEDIASTINAL NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS) Apresentação: Vídeo Livre 188 - PANCREATECTOMIA CORPOCAUDAL POR TUMOR COM PRESERVAÇÃO ESPLÊNICA ANTONIO MORIS CURY FILHO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RODOLFO KOCHE (HOSPITAL CAXIAS RS); MARCELO LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) Apresentação: Vídeo Livre 189 - GIST DE ESTÔMAGO: APRESENTAÇÃO PECULIAR E RESSECÇÃO LAPAROSCÓPICA RENATO SILVEIRA LEAL (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); SÉRGIO HENRIQUE BASTOS DAMOUS (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); DIOGO DE FREITAS VALEIRO GARCIA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); AUGUSTO CASTRO NASCIMENTO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); MASSAZO UTIYAMA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); SAMIR RASSLAN (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III) Apresentação: Vídeo Livre 190 - COLECISTECTOMÍA LAPAROSCÓPICA POR UN SOLO PUERTO JUAN EDUARDO CONTRERAS (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); JORGE BRAVO LÓPEZ MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); DIVA VILLAO MARIDUEÑA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); JOSÉ LUIS LOBOS MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); CARLOS MALDONADO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); FÉLIX ORELLANA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); ISMAEL COURT MD (CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR) Apresentação: Vídeo Livre 191 - VIABILIDADE DE VIDEOCIRURGIAS TRANSUMBILICAIS ANTONIO ALVES JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS/ HOSPITAL SÃO LUCAS); IZABELE RABELO DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS); MARCO ANTÔNIO FONTES SARMENTO DA SILVA (HOSPITAL SÃO LUCAS); JOSÉ JEOVÁ DE OLIVEIRA FILHO (HOSPITAL SÃO LUCAS); HERNAN AUGUSTO CENTURION SOBRAL (HOSPITAL SÃO LUCAS); MILENA PASSOS LIMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS) Apresentação: Vídeo Livre 192 - USO DE MALLA AUTOADHERENTE (PROGRIP®) EN LA HERNIOPLASTÍA INGUINAL LAPAROSCÓPICA, TÉCNICA EXTRAPERITONEAL JORGE BRAVO LÓPEZ MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JUAN EDUARDO CONTRERAS (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); DIVA VILLAO MARIDUEÑA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSÉ LUIS LOBOS MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); MALDONADO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); FÉLIX ORELLANA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); ZAMORANO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE) Apresentação: Vídeo Livre 193 - CURVA DE APRENDIZAJE DE LA COLECISTECTOMÍA LAPAROSCÓPICA POR UN SOLO PUERTO, EN CERDO COMO MODELO EXPERIMENTAL JORGE BRAVO LÓPEZ MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); JUAN EDUARDO CONTRERAS (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); JOSÉ LUIS LOBOS MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); DIVA VILLAO MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); FÉLIX ORELLANA MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); CARLOS MALDONADO MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); ANDRÉS ZAMORANO MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR) Apresentação: Vídeo Livre 194 - PANCREATECTOMIA SEGMENTARIA CORPORO CAUDAL CON PRESERVACION DE BAZO POR LAPAROSCOPIA LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICAANGLOAMERICANA) OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSACAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA) Apresentação: Vídeo Livre 195 - TRATAMIENTO DE ACALASIA ASISTIDO POR ROBOT ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); RENATA SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); HUGO DÁVILA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); MARÍA F. VISCONTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)


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Apresentação: Vídeo Livre 196 - COLECISTECTOMÍA TRANSUMBILICAL Y TRANSVAGINAL CON TRACCIÓN ENDOCAVITARIA ALBERTO FERRERES (HOSPITAL BOCALANDRO); ANIBAL RONDAN;MARIANO GIMENEZ;MARINA CESAR;GABRIELA CENTURION Apresentação: Vídeo Livre 197 - SÍNDROME DE MIRIZZI TRATADA POR VIDEOLAPAROSCOPIA, SUBMETIDA PREVIAMENTE A COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETRÓGRADA ENDOSCÓPICA, EM PACIETE EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ANTONIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); GILBERTO FAVA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); PAULO ANDERSOM BERTOLUCCI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII) Apresentação: Vídeo Livre 198 - HEPATECTOMIA (BISSEGMENTECTOMIA VI E VII) POR VIDEOLAPAROSCOPIA CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA;GILBERTO FAVA;DURVAL WOHNRATH; ANDERSOM BERTOLUCCI;JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR Apresentação: Vídeo Livre 199 - ESOFAGECTOMIA MINIMAMENTE INVASIVA EM TRÊS TEMPOS POR NEOPLASIA: TORACOSCOPIA EM DECÚBITO VENTRAL, LAPAROSCOPIA E CERVICOTOMIA EM DECUBITO DORSAL ANTONIO MORIS CURY FILHO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DIOGO KFOURI (HOSPITAL SAO VICENTE) Apresentação: Vídeo Livre 200 - USO DA GASTRECTOMIA VERTICAL NO TRATAMENTO DE NEOPLASIAS GÁSTRICAS EM PACIENTES COM ELEVADO RISCO CIRÚRGICO JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); RAFAEL MASSAO DA SILVA NAGATO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); GLÓRIA MARIA LUCAS COSTA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); JOÃO GUSTAVO CELANI DUARTE (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO) Apresentação: Vídeo Livre 201 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DE VOLUMOSA HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA BILATERAL PÓS-TRAUMÁTICA JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); RAFAEL MASSAO DA SILVA NAGATO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); GLÓRIA MARIA LUCAS COSTA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); JOÃO GUSTAVO CELANI DUARTE (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); RUI HADDAD (CLÍNICA PARTICULAR DR RUI HADDAD) Apresentação: Vídeo Livre 202 - USO DE PRÓTESE EM GRANDES HÉRNIAS DE HIATO ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS) Apresentação: Vídeo Livre 203 - TRATAMIENTO LAPAROSCOPICO LITIASIS COLEDOCIANA GUSTAVO MARCUCCI (SANATORIO DE LA MUJER); NICOLAS BORGATELLO; SEBASTIAN MORANDI; EDUARDO NACUSSE Apresentação: Vídeo Livre 204 - DEGASTRECTOMIA COM LINFADENECTOMIA D2 POR VIDEOLAPAROSCOPIA PARA TRATAMENTO DE NEOPLASIA DE COTO GÁSTRICO ANTÔNIO TALVANE DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;GILBERTO FAVA; DURVAL WOHNRATH; PAULO ANDERSOM BERTOLUCCI; JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR Apresentação: Vídeo Livre 205 - GASTRECTOMIA COM LINFADENECTOMIA DII LAPAROSCÓPICA SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); DORIVAN NOGUEIRA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); PEDRO ROGERIO NEVES (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 206 - DERIVAÇÃO BILIODIGESTIVA LAPAROSCÓPICA SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANIBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR)


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Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Vídeo Livre 207 - ESPLENECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM PACIENTE COM ESPLENOMEGALIA MACIÇA – RELATO DE CASO CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANA CAROLINA BUFFARA BLITZKOW (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANTONIO MORIS CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); GOMES GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCO AURELIO RAEDER DA COSTA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS) Apresentação: Vídeo Livre 208 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA SUBTOTAL TÁTICA NA COLECISTITE AGUDA POR OBSTRUÇÃO NEOPLÁSICA JOSE DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLINICA PRIVADA DR. JOSE DE RIBAMAR DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLINICA PRIVADA); RAFAEL MASSAO DA SILVA NAGATO (CLINICA PRIVADA); GUISELLA MARTINS PFLUEGER (CLINICA PRIVADA); GLORIA MARIA LUCAS COSTA (CLINICA PRIVADA); JOAO GUSTAVO CELANI DUARTE (CLINICA PRIVADA); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLINICA PRIVADA) Apresentação: Vídeo Livre 209 - HEPATECTOMIA DIREITA REGRADA LAPAROSCÓPICA EDUARDO JOSE BROMMELSTROET RAMOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); MARCO AURELIO RAEDER DA COSTA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ALCINDO PISSAIA JUNIOR (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); CLAUDIA ALEXANDRA PONTES IVANTES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); RODRIGO BREMER NONES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS) Apresentação: Vídeo Livre 210 - ADRENALECTOMIA BILATERAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA NA HIPERPLASIA MACRONODULAR BILATERAL DAS ADRENAIS JOSE DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLINICA PRIVADA DR. JOSE DE RIBAMAR DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLINICA PRIVADA); MASSAO DA SILVA NAGATO (CLINICA PRIVADA); MARIANA FARAGE MARTINS (CLINICA PRIVADA); MARIA LUCAS COSTA (CLINICA PRIVADA); GUSTAVO CELANI DUARTE (CLINICA PRIVADA); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLINICA PRIVADA) Apresentação: Vídeo Livre 211 - MINIMIZAÇÃO DE PORTAIS COM AFASTADOR MALEÁVEL DE FÍGADO EM GASTROPLASTIAE HERNIOPLASTIA HIATAL LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ) Apresentação: Vídeo Livre 212 - ESOFAGECTOMIA ONCOLÓGICA POR TORACOSCOPIA E LAPAROSCOPIA E RECONSTRUÇÃO COM “TUBO” GÁSTRICO INTRA-ABDOMINAL ANTÔNIO TALVANI TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;GILBERTO FAVA;DURVAL WOHNRATH;PAULO ANDERSOM BERTOLUCCI;JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR Apresentação: Vídeo Livre 213 - HÉRNIA HIATAL GIGANTE: TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 214 - TRATAMENTO LAPAROSCOPICO DA COLEDOCOLITIASE SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 215 - RESSECÇÃO DE DIVERTÍCULO EPIFRÊNICO DE ESÔFAGO POR ACESSO TRANS-HIATAL VIDEOLAPAROSCÓPICO: RELATO DE CASO CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIM (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); BRUNO MORAES RIBAS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); JULIO CESAR UILI COELHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ) Apresentação: Vídeo Livre 216 - ESOFAGECTOMIA TRANSHIATAL VIDEOASSISTIDA ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS)


Volume 3, Supl. N. 1

XXIII

Apresentação: Vídeo Livre 217 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DA COLECISTITE AGUDA POR INCISÃO ÚNICA TRANSUMBILICAL NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (A MESMA); JOSE SAMPAIO NETO (A MESMA); JOSE LUZARDO BRITES NETO (A MESMA); LUCAS STOCCO (A MESMA) Apresentação: Vídeo Livre 218 - EXPLORAÇÃO DE VIAS BILIARES VIDEOLAPAROSCÓPICA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUCAS STOCCO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU) Apresentação: Vídeo Livre 219 - CORREÇÃO VIDEOLAPAROSCÓPICA DE PERFURAÇÃO DE DUODENO DURANTE COLECISTECTOMIA POR COLECISTITE AGUDA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); KARLA BUENO ABUJAMRA ÁVILA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE LUZARDO BRITES NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU) Apresentação: Vídeo Livre 220 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA COM APENAS DOIS TROCARTES ELTON FRANCISCO NUNES BATISTA (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); GUSTAVO ADOLFO PAVAN BATISTA (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); CARLOS ALBERTO DE CASTRO FAGUNDES (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); CRISTIANO DE SOUZA PINTO (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); ELTON FRANCISCO PAVAN BATISTA (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA) Apresentação: Vídeo Livre 221 - REOPERAÇÃO LAPAROSCÓPICA DE FUNDOPLICATURA ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR) Apresentação: Vídeo Livre 222 - COLEDOCODUODENOSTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA NO TRATAMENTO DA COLEDOCOLITÍASE COM VIA BILIAR PRINCIPAL MAIOR DE 20 MM NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLÓ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); SAMI NAKADOMARI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU) Apresentação: Vídeo Livre 223 - GASTROENTEROANASTOMOSE VIDEOLAPAROSCÓPICA PALIATIVA NO TRATAMENTO DO ADENOCARCINOMA DUODENAL AVANÇADO NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLÓ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); ALLAN CARDOSO MOTTER (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU) Apresentação: Vídeo Livre 224 - TRATAMENTO CIRÚRGICO VIDEOLAPAROSÓPICO DO ABDOME AGUDO OCLUSIVO POR ADERÊNCIAS NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEONARDO LÓPEZ MORA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); BEATRIZ FORMIGHIERI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU) Apresentação: Vídeo Livre 225 - RECONSTRUÇÃO DE TRÂNSITO COLÔNICO VIDEOLAPAROSCÓPICA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); DAVID HURTADO ROJAS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ GOMES DE CASTRO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU) Apresentação: Vídeo Livre 226 - ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA COM TÉCNICA DE BAIXO CUSTO: VÍDEO LIVRE COM DEMONSTRAÇÃO DA TÉCNICA PABLO TRINDADE DE SOUZA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); HENRIQUE NEUBARTH PHILLIPS (HOSPITAL MIGUEL COUTO); SILVIO HENRIQUES CUNHA NETO (HOSPITAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); RICARDO ZORRON (HOSPITAL MIGUEL COUTO) Apresentação: Vídeo Livre 227 - PERITONITE ENCAPSULANTE: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO POR VIDEOLAPAROSCOPICA ADRIANO ZUARDI USHINOHAMA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); ALBERTO BITRAN (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); RENATO SILVEIRA LEAL (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO -


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CLÍNICA CIRÚRGICA III); JESSÉ AUGUSTO CASTRO NASCIMENTO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); CELSO OLIVEIRA BERNINI (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); EDIVALDO MASSAZO UTIYAMA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); SAMIR RASSLAN (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III) Apresentação: Vídeo Livre 228 - CARCINOMA HEPATOCELULAR EM PACIENTE CIRRÓTICO: RESSECÇÃO CIRÚRGICA ROBÓTICA BEN-HUR FERRAZ-NETO (HOSPITAL ISRAELITAALBERT EINSTEIN); SERGIO PAIVA MEIRA-FILHO (HOSPITAL ISRAELITAALBERT EINSTEIN); HIDALGO (HOSPITAL ISRAELITAALBERT EINSTEIN); MARCELO BRUNO REZENDE (HOSPITAL ISRAELITAALBERT EINSTEIN); SCHRAIBMAN (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); REGO COELHO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ROGÉRIO CARBALLO AFONSO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN) Apresentação: Vídeo Livre 229 - RETIRADA DE VESÍCULA REMANESCENTE POR VÍDEOLAPAROSCOPIA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO) Apresentação: Vídeo Livre 230 - RETIRADA DE BASKET ENDOSCÓPICO EM COLÉDOCO COM CONFECÇÃO DE COLEDOCODUODENOSTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO) Apresentação: Vídeo Livre 231 - PANCREATECTOMIA DISTAL COM PRESERVAÇÃO DO BAÇO POR VIDEOLAPAROSCOPIA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO) Apresentação: Vídeo Livre 232 - BEZOAR COMO CAUSA DE SEMI – OBSTRUÇÃO INTESTINAL EM PÓS –OPERATORIO DE GASTROPLASTIA ABERTA – ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CAMILA DA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS) Apresentação: Vídeo Livre 233 - REDUÇÃO E REPARO LAPAROSCÓPICO DE EMERGÊNCIA DE UM VOLVO GÁSTRICO INTRATORÁCICO APÓS FUNDOPLICATURA DE NISSEN GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO) Apresentação: Vídeo Livre 234 - DERIVACION BILIODIGESTIVA LAPAROSCOPICA MIRIZZI IV JUAN ANTONIO HERRERA MATTA (HOSPITAL DE POLICIA); CESAR NAGATOME MIYASHIRO (CLINICA SAN GABRIEL); RICARDO PEREZ SOBERO Apresentação: Vídeo Livre 235 - COLEDOCO DUODENO ANASTOMOSIS VIDEOLAPAROSCOPICA MARCUCCI GUSTAVO (SANATORIO DE LA MUJER); LAVALLEN GUSTAVO (SANATORIO DE LA MUJER); MORANDI SEBASTIAN (SANATORIO DE LA MUJER); BORGATELLO NICOLAS (SANATORIO DE LA MUJER); NACUSSE EDUARDO (SANATORIO DE LA MUJER) Apresentação: Vídeo Livre 236 - VAGOTOMIA TRANSTORÁCICA REGIS SANTANA CUNHA DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); PAULO HENRIQUE PALUDO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); JÚLIA REZENDE SCHLINZ (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); RENATO ABRANTES LUNA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); PEDRO PEDER PORTARI FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); AGOSTINHO MANUEL DA SILVA ASCENÇÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO)


Volume 3, Supl. N. 1

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Apresentação: Vídeo Livre 237 - PANCREATECTOMIA DISTAL POR INSULINOMA JUAN ANTONIO HERRERA MATTA (HOSPITAL DE POLICIA); JUAN JAIME HERRERA MATTA; RICARDO PEREZ SOBERO Apresentação: Vídeo Livre 238 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO PARA PERFURAÇÃO ESOFÁGICA IATROGÊNICA RICARDO BRASIL MENDES NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LINCOLN RANGEL MEDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ) Apresentação: Vídeo Livre 239 - DERIVAÇÃO BILEODIGESTIVA LAPAROSCÓPICA RICARDO BRASIL MENDES NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); ARTHUR PIMENTEL MATHIAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RODOLFO ANDRADE TORRES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ) Apresentação: Vídeo Livre 240 - CORREÇÃO POR LAPAROSCOPIA DE LESÃO DE VIA BILIAR PÓS-COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); FLAVIOAUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO DA SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS) Apresentação: Vídeo Livre 241 - ESOFAGECTOMIA TRANSHIATAL LAPAROSCÓPICA PARA O TRATAMENTO DO MEGAESÔFAGO AVANÇADO – ANÁLISE DE 21 CASOS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO OLIVEIRA RODRIGUES DA CUNHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); AIODAIR MARTINS JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO) Apresentação: Vídeo Livre 242 - TRICOBEZOAR GIGANTE TRATADO POR LAPAROSCOPIA RICARDO ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); LAURA TOCAIMAZA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); RAUL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); PABLO ROVIRA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); DANIEL DOMINGUEZ (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); JOSE R. AREVALO (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA) Apresentação: Vídeo Livre 243 - ESPLENO-PANCREATECTOMIA CORPORO-CAUDAL RAUL DANIEL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); HECTOR RAMIREZ VERGARA (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); GUSTAVO SCHMIDT (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); JOSE R. AREVALO (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA) Apresentação: Vídeo Livre 244 - APENDICECTOMIA (MESO Y MUÑON) CON COAGULACION DE SELLO VASCULAR LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICAANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA) Apresentação: Vídeo Livre 245 - REPARACION LAPAROSCOPICA DE HERNIA PARAHIATAL TIPO IV RICARDO ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); RAUL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); LAURA TOCAIMAZA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); PILCHIK (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); DOUGLAS BARBERAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA) Apresentação: Vídeo Livre 246 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA POR SINGLE PORT VANESSA RANGEL ANDRADE (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); SILVÉRIO LEONARDO MACEDO GARCIA (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); WILSON LUÍZ ABRANTES (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO) Apresentação: Vídeo Livre 247 - SINDROME PILORICO POR LIPOMA GASTRICO RICARDO ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); LAURA TOCAIMAZA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); RAUL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); RAMIRO TOMAS (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); ENRIQUE MARTINEZ (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); DOUGLAS BARBERAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA)


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Apresentação: Vídeo Livre 248 - TUBO GÁSTRICO ISOPERISTÁLTICO NO TRATAMENTO PALIATIVO DO CÂNCER DO ESÔFAGO (TÉCNICA DE POSTHETHWAIT) POR VIDEOLAPAROSCOPIA ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;GILBERTO FAVA; DURVAL WOHNRATH; JOSE VIERA DOS SANTOS Apresentação: Vídeo Livre 249 - ABORDAGEM CIRÚRGICA LAPAROSCÓPICA DO COLANGIOCARCINOMA EXTRA-HEPÁTICO DE COLÉDOCO MÉDIO CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO DE OLIVEIRA RODRIGUES DA CUNHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO);ADÃO JAIR DE SOUZA(UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO);ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

Área: CIRURGIA GINECOLÓGICA Apresentação: Poster 250 - EXENTERAÇÃO PÉLVICA ANTERIOR POR VIDEOLAPAROSCOPIA NO CARCINOMAS DE COLO UTERINO E DE URETRA ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL- CANOAS-RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - POA- RS); GABRIEL SEBASTIÃO DE VARGAS (HOSPITAL MÃE DE DEUS - POA - RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - POA- RS); LUCIANA SILVEIRA DE CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - POA- RS) Apresentação: Poster 251 - MESOTELIOMA PAPILIFERO DE FUNDO DE SACO DE DOUGLAS: DIAGNOSTICO E TRATAMENTO LAPAROSCOPICOS RAQUEL PAPANDREUS DIBI (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); GERALDO GASTAL GOMES DA SILVEIRA; RAQUEL CAMARA RIVERO; CARLOS KRUEL PUTTEN; SUZANA ARENHART PESSINI; GUSTAVO PY GOMES DA SILVEIRA Apresentação: Poster 252 - CASUÍSTICA DAS CIRURGIAS PÉLVICAS GINECOLÓGICAS REALIZADAS POR VIDEOLAPAROSCOPIA NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL DO COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI THIAGO BENJAMIN PINTO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); PABLO HENRIQUE PEDROSA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); REBELLO SOARES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ANDRÉ LUIS BARBOSA ROMEO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI) Apresentação: Poster 253 - ÚRACO PERSISTENTE - RELATO DE CASO EDNEY NASCIMENTO MATOS (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); LAIANE FARLI BORGES (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); IONEI MATOS DE GÓIS (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); JOÃO RICARDO REBOUÇAS DO NASCIMENTO (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); MARCIO MENDES DE SOUZA (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); RAFAEL CORREIA DE SOUSA DA SILVA (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); VICTOR MARINHO SILVA (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA) Apresentação: Poster 254 - CLASSIFICAÇÃO PRÉ-CIRÚRGICA PARA MIOMECTOMIA HISTEROSCÓPICA NUM HOSPITAL ESCOLA THAIS COSTA CARREIRA (FAMERP); ALTRO ALMEIDA (FAMERP); LUCIANA MARTINS DOS REIS (FAMERP); DOS SANTOS RAMOS (FAMERP) Apresentação: Poster 255 - ABSCESSO TUBO-OVARIANO EM ADOLESCENTE VIRGEM LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); MARCO ANTONIO BARBOSA FILHO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); DANIEL SAKAKI (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CAIO CÉSAR CHAGAS SANTOS FERNANDES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI) Apresentação: Tema Livre 256 - HISTERECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA INTRAFASCIAL É UMA OPÇÃO CIRÚRGICA? ROBERTO OSVALDO PONT ZAMBONATO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS); JOSE PEDRO MOREIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS) Apresentação: Tema Livre 257 - TOTAL LAPAROSCOPIC HYSTERECTOMY WITHOUT GENERAL ANESTHESIA GERALDO GASTAL GOMES DA SILVEIRA (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); ALEXANDRE ROTH DE OLIVEIRA;MONICA REGINA SILVA;ROBERTA SEFRIN;PATRICIA EL BEITUNE Apresentação: Tema Livre 258 - EMBOLIZAÇÃO NA MIOMATOSE UTERINA – RELATO DE OITO CASOS ROGÉRIO MARTINS DE CASTRO (HSJA); ANTONIO CARLOS BOTELHO SILVA (HSJA); LAILA REGGIANE ALMEIDA (HSJA); NAEME JOSÉ DE SÁ FILHO (HSJA); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HSJA); JULIANO FLORES (HSJA); CHRISTIANE SCHULTZ (HSJA)


Volume 3, Supl. N. 1

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Apresentação: Vídeo Livre 259 - NEOVAGINA CON COLON SIGMOIDES MARIO ABEDRAPO MAUREIRA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GANA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); ANTONIO CARVAJAL (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSE FRANCISCO HOLA BUSTAMANTE (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); RODRIGO AZOLAS MARCOS (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GUNTHER BOCIC ALVAREZ (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE) Apresentação: Vídeo Livre 260 - HISTERECTOMIA TOTALMENTE VIDEOLAPAROSCÓPICA EM 1400 PACIENTES JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); A.N. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); HORWACZ, M. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO) Apresentação: Vídeo Livre 261 - IMPORTÂNCIA DOS SELADORES DE VASOS NA CIRURGIA DE WERTHEIM MEIGS TOTALMENTE VIDEOLAPARSOCÓPICO ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POARS); DANIEL PEDRINI SIQUEIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); LUCIANA SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); GABRIEL SEBASTIÃO DE VARGAS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS) Apresentação: Vídeo Livre 262 - TRATAMENTO DO CARCINOMA OVARIANO TOTALMENTE VIDEOLAPAROSCÓPICO EM DOIS TEMPOS ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); GABRIEL SEBASTIAO DE VARGAS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - POARS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); LUCIANA SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); DANIEL PEDRINI SIQUEIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS) Apresentação: Vídeo Livre 263 - SALPINGECTOMIA BILATERAL COM SINGLE PORT SERGIO EDGAR CAMÕES CONTI RIBEIRO (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); NILTON KAWAHARA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); RENATA ASSEF TORMENA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); DIANA VANNI (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); EDMUND CHADA BARACAT (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL) Apresentação: Vídeo Livre 264 - URETERÓLISE LAPAROSCÓPICA EM ENDOMETRIOSE PROFUNDA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 265 - CISTECTOMIA OVARIANA LAPAROSCÓPICA PARA CISTO DERMÓIDE WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 266 - LIGADURA DAS ARTÉRIAS UTERINAS PARA MINIMIZAR SANGRAMENTO NA MIOMECTOMIA LAPAROSCÓPICA WILLIAM KONDO (CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 267 - SALPINGECTOMIA BILATERAL LAPAROSCÓPICA PRÉ-FIV WILLIAM KONDO (CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA, HOSPITAL VITA BATEL); VIVIANE MARGARETH SCANTAMBURLO (HOSPITAL VITA BATEL); KIARA FRANCINE SILVEIRA (HOSPITAL VITA BATEL); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL); ANIBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL) Apresentação: Vídeo Livre 268 - TÉCNICA CIRÚRGICA DE MIOMECTOMIA LAPAROSCÓPICA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL,


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HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 269 - EXCISÃO LAPAROSCÓPICA DE ENDOMETRIOMA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 270 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA DA ENDOMETRIOSE DE SEPTO RETOVAGINAL WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 271 - PASSOS CIRÚRGICOS DA HISTERECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 272 - HISTERECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA EM PACIENTE COM ENDOMETRIOSE PROFUNDA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 273 - LINFADENECTOMIA LAPAROSCÓPICA NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 274 - PASSAGEM DE CATÉTER DUPLO J FACILITA A URETERÓLISE LAPAROSCÓPICA EM CASOS SELECIONADOS DE ENDOMETRIOSE PROFUNDA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 275 - OOFOROPEXIA LAPAROSCÓPICA PARA TRATAMENTO DE TORÇÃO OVARIANA WILLIAM KONDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 276 - RESSECÇÃO INTESTINAL LAPAROSCÓPICA PARA ENDOMETRIOSE DE SEPTO RETOVAGINAL WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARCO AURELIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)


Volume 3, Supl. N. 1

XXIX

Apresentação: Vídeo Livre 277 - CORREÇÃO CIRÚRGICA DE PROLAPSOS GENITAIS POR LAPAROSCOPIA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 278 - IMPORTÂNCIA DA VIDEOLAPAROSCOPIA NO DIAGNÓSTICO DE PATOLOGIAS MÚLTIPLAS INTRA-PERITONEAIS ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); GABRIEL SEBASTIAO DE VARGAS (HOSPITAL MÃE DE DEUS - POA - RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); DELBER SCHIRMER (HOSPITAL ERNESTO DORNELLES - POA - RS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); LUCIANA SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS) Apresentação: Vídeo Livre 279 - MODELO EXPERIMENTAL PORCINO: HISTERECTOMIA COM PUNÇÃO UMBILICAL ÚNICA E ENERGIA SELANTE BIPOLAR SERGIO EDGAR CAMÕES CONTI RIBEIRO (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); RENATA ASSEF TORMENA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); TOMYO ARAZAWA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); DIANA VANNI (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); EDMUND CHADA BARACAT (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL) Apresentação: Vídeo Livre 280 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA DA APENDICITE AGUDA NA GESTAÇÃO LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL- CANOAS-RS); MARIA FERNANDA PELLICCIOLI (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); GABRIEL SEBASTIÃO DE VARGAS (HOSPITAL MÃE DE DEUS - POA - RS); CRESPO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); LUCIANA SILVEIRA DE CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); CAROLINA C PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO) Apresentação: Vídeo Livre 281 - USO DE PUNÇÃO ÚNICA PARA TRABALHO NA HISTERECTOMIA POR LAPAROSCOPIA ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); DANIEL PEDRINI SIQUEIRA (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); MARIA FERNANDA PELLICIOLI (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); CAROLINA C PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS) Apresentação: Vídeo Livre 282 - LINFADENECTOMIA PÉLVICA VIDEOLAPAROSCÓPICA ERICO LUSTOSA FERREIRA (INCA); GUSTAVO GUITMANN (INCA); LUIZ MATHIAS (INCA); GUSTAVO CARVALHO (INCA); RENATO SAN MARTIN (INCA) Apresentação: Vídeo Livre 283 - ABORDAGEM ENDOMETRIOSE INTESTINAL PAULO ROBERTO CARÁ (UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL); VALENTINA METSAVAHT CARÁ (PUC - RS); ADEMIR CADORE; ÉLVIO MICHELON Apresentação: Vídeo Livre 284 - LINFADENECTOMIA EXTRAPERITONEAL PARAAORTICA VIDEOLAPAROSCÓPICA ERICO LUSTOSA FERREIRA (INCA); LUIZ MATHIAS FIGUEIREDO (INCA); GUSTAVO GUITIMANN (INCA); SANMARTIN (INCA) Apresentação: Vídeo Livre 285 - PAN-HISTERECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA DE ÚTERO UNICORNO COM CORNO RUDIMENTAR FUNCIONANTE E COMUNICANTE MARIO RUBENS MACEDO VIANNA (HOSP.UNIVERSITARIO GETULIO VARGAS); SIGRID QUEIROZ CARDOSO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS); JORGE O.MACHADO (UNIMED) Apresentação: Vídeo Livre 286 - IMPORTÂNCIA DO ISOLAMENTO DO URETER EM CIRURGIAS EM PACIENTES PORTADORAS DE ENDOMETRIOSE PROFUNDA UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); DORYANE MARIA DOS REIS LIMA (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); CARLOS ALBERTO DE CARVALHO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); HELIN MINORU MATSUMOTO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA) Apresentação: Vídeo Livre 287 - TÉCNICA DE NEOVAGINA VIDEOLAPAROSCOPICA COM UTILIZAÇÃO DO RETO ERICO LUSTOSA FERREIRA (INCA); JURANDIR DE ALMEIDA DIAS (INCA); GUSTAVO GUITMANN (INCA); LUIZ MATHIAS FIGUEIREDO (INCA); RENATO SANMARTIN (INCA)


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Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Vídeo Livre 288 - TERATOMA CÍSTICO BENIGNO – CISTECTOMIA OVARIANA VIDEOLAPAROSCOPICA ANTONIO BUSSADE JUNIOR (HSJA); RENAN CATHARINA TINOCO (HSJA); NAEME JOSÉ DE SÁ FILHO (HSJA); LAILA REGGIANE ALMEIDA (HSJA); CHRISTIANE SCHULTZ (HSJA); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HSJA); LUCIANA MOREIRA BAUER (HSJA)

Área: CIRURGIA PEDIÁTRICA Apresentação: Poster 289 - NEOVAGINOPLASTIA VIDEO ASSISTIDA COM BIOMATRIZ ORGÂNICA DE COLÁGENO – NOTA INICIAL WALLACE ACIOLI FREIRE DE GOIS (HUB/HRAS); MÉRCIA MARIA BRAGA ROCHA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA(HUB); JOÃO ROCHA VILELA (HOSPITAL REGIONAL DA ASA SUL(HRAS); JEAN PIERRE BARGUIL BRASILEIRO (HOSPITAL REGIONAL DA ASA SUL(HRAS); RODRIGO VASCONCELO E CARMO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA(HUB); BRUNA DE SÁ OLIVEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA(HUB)

Área: CIRURGIA TORÁCICA Apresentação: Poster 290 - SIMPATECTOMIA VIDEOTORACOSCÓPICA PARA TRATAMENTO DA HIPERIDROSE PRIMÁRIA: EXPERIÊNCIA DO SERVIÇO DE CIRURGIA TORÁCICA DO HUGG – UNIRIO REGIS SANTANA CUNHA DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); PABLO MAGALHÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); BERNARDO GUISEPPE AGOGLIA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); RENATO ABRANTES LUNA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); AGOSTINHO MANUEL DA SILVA ASCENÇÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); ROSSANO KEPLER ALVIM FIORELLI (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); MARIA RIBEIRO SANTOS MORARD (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO) Apresentação: Tema Livre 291 - UTILIZAÇÃO DO SISTEMA ROBÓTICO DA VINCI NA CIRURGIA CARDÍACA: EXPERIÊNCIA INICIAL ROBINSON POFFO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ALEX LUIZ CELULLARE (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); RENATO BASTOS POPE (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ALISSON PARRILHA TOSCHI (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); CLÁUDIO ALEXANDRE MOKROSS (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ALEXANDRE TERUYA (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN) Apresentação: Tema Livre 292 - LIGADURA VIDEOTORACOSPOPICA DA PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL RODOLFO ANDRADE TORRES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); REGGIANE ALMEIDA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); ALICE DE PAULA FALCÃO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); ARTHUR PIMENTEL MATHIAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ) Apresentação: Vídeo Livre 293 - RESECCION VIDEOTORACOSCOPICA DE LEIOMIOMA ESOFAGICO DANIEL ALBERTO STALTARI (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); CARLOS ALBERTO QUINZIO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); FELIPE EDUARDO FIOLO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); DIEGO URIEL ABREGO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); MARTIN PASTORINO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); DOLORES PASTORINO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA) Apresentação: Vídeo Livre 294 - RESECCION TORACOSCOPICA DE ADENOMA PARATIROIDEO ECTOPICO DANIEL ALBERTO STALTARI (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); QUINZIO CARLOS ALBERTO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); FELIPE EDUARDO FIOLO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); MARTIN PASTORINO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); ABREGO DIEGO URIEL (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD) Apresentação: Vídeo Livre 295 - VÍDEO-TORACOSCOPICA NA ESOFAGECTOMIA SUBTOTAL PARA O TRATAMENTO DO MEGAESÔFAGO CHAGÁSICO LEONEL BRITO VILAS BOAS (HOSPITAL ANA NERY); BRUNO ALMEIDA (HOSPITAL ANA NERY); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (HOSPITAL ANA NERY); ALVARO NONATO DE SOUZA (HOSPITAL ANA NERY); JORGE ALBERTO DE RESCALA (HOSPITAL ANA NERY); PAOLO LADEIA (HOSPITAL ANA NERY); LUCAS BORBA FERREIRA DE SOUZA (HOSPITAL ANA NERY) Apresentação: Vídeo Livre 296 - TRATAMENTO EXCLUSIVAMENTE VIDEOTORACOSCÓPICO DE HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA CRÔNICA ROBSON LUIS SILVEIRA JARA (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); GEORGE TSUTOMU KIMURA NAKASIMA (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); MARQUES BARBERO (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CINTHIA YOSHIMURA DE BRITO (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CARLOS HENRIQUE MARQUES DOS SANTOS (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); WILLER FONTANELLI DA SILVEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO/UFMS); ERIC RULLI MENESES (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL)


Volume 3, Supl. N. 1

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Apresentação: Vídeo Livre 297 - VIDEOCIRURGIA CARDÍACA NO TRATAMENTO DA CARDIOPATIA VALVAR MITRAL JOSUÉ VIANA DE CASTRO NETO (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); MARTINS NETO (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); JULIANA FERNANDES (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); REGINA GOMES (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); CAROLINE FREITAS (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); SANDRO R. BANDEIRA (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); BARBARA P. VALENTE (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA) Apresentação: Vídeo Livre 298 - LIPOMA GIGANTE CERVICO-TORACICO ABORDAJE COMBINADO CERVICOTOMIA Y TORACOSCOPIA MIGUEL VASSALLO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); HERMOGENES MALAVE (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); NAYDELI GARCIA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); NOEL REBOLLEDO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); JENNI GUEVARA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); IGOR BELLO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)

Área: CIRURGIA UROLÓGICA Apresentação: Poster 299 - TRATAMENTO DE DIVERTÍCULO VESICAL POR VIAS LAPAROSCÓPICA E ENDOSCÓPICA COMBINADAS FERNANDO MEYER (PUCPR E HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ALMEIDA LEAL DA SILVA (HNSG); ROBERTO EMÍLIO MANKE (HNSG); LUCAS HOSKEN LANDI (HNSG); LUIS EDUARDO DURÃES BARBOZA (HNSG); DENISE SBRISSIA (PUCPR); LUIZ EDSON SLONGO (HNSG) Apresentação: Poster 300 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DE LEIOMIOMA SUBMUCOSO DE BEXIGA FERNANDO MEYER (PUCPR E HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); DENISE SBRISSIA (PUCPR); LUIS EDUARDO DURÃES BARBOZA (HNSG); LUCAS HOSKEN LANDI (HNSG); ROBERTO EMÍLIO MANKE (HNSG); NÍCOLAS ALMEIDA LEAL DA SILVA (HNSG); LUIZ EDSON SLONGO (HNSG) Apresentação: Poster 301 - CASUÍSTICA DAS CIRURGIAS UROLÓGICAS VIDEOLAPAROSCÓPICAS REALIZADAS NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL DO HOSPITAL ANA NÉRI THIAGO BENJAMIN PINTO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); MAURICIO FUCS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); BRENO DAUSTER (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); RAFAEL JOSÉ ARGOLO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI) Apresentação: Poster 302 - TRANSPOSIÇÃO DE URETER RETROCAVA POR VIDEOLAPAROSCOPIA - RELATO DE CASO PEDRO HENRIQUE REZENDE JUNQUEIRA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); LEANDRO ALVES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); SANTOS PEREIRA DE ALMEIDA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); WAGNER SALOMÃO ROCHA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); LUCIANO SALLES LAGE (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); PAULO AFONSO KEITI NAKASHIMA FIGUEIREDO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); JULIANO TAKAYUKI FUZISSAKI (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA) Apresentação: Tema Livre 303 - NEFRECTOMIA PARCIAL LAPAROSCÓPICA - LESS: ESTUDO EXPERIMENTAL FERNANDO MEYER (PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ); MILTON TANAKA (MASTER CLINICA DE CASCAVEL); MARIANO (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); GILVAN NEIVA (UNIVERSIADE FEDERAL DE GOIÁS); CLAUDIO MIGUEL PINTO MORALES;JULIANA NAVARRO LIZANA (PUCPR); LUIZ FELIPE DZIEDRICKI (PUCPR) Apresentação: Tema Livre 304 - NEFRECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA - LESS: ESTUDO EXPERIMENTAL FERNANDO MEYER (PUCPR); MIRANDOLINO BATISTA MARIANO (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); MILTON TANAKA (MASTER CLINICA DE CASCAVEL); CLAUDIO MIGUEL MORALES; GILVAN NEIVA FONSECA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS); JULIANA NAVARRO LIZANA (PUCPR); LUIZ FELIPE DZIEDRICKI (PUCPR) Apresentação: Tema Livre 305 - PROSTATECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA: EXPERIÊNCIA EM 525 CASOS JOSÉ EDMUNDO COSTA TRAVASSOS DA ROSA (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA); ÁLVARO FIGUEIREDO F°(ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA); FRANCISCO CHAGAS (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA); AUGUSTO XAVIER (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA); KELLY DE JUAN (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA) Apresentação: Tema Livre 306 - NEFRECTOMIA PARCIAL LAPAROSCÓPICA:EXPERIÊNCIA EM SERVIÇO PRIVADO FERNANDO MEYER (PUCPR E HNSG); LEAL (HNSG); LUCAS LANDI (HNSG); LUIS EDUARDO DURÃES BARBOZA (HNSG); ROBERTO EMILIO MANKE (HNSG); DENISE SBRISSIA (PUCPR); LUIZ EDSON SLONGO (HNSG)


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Brazilian Jounal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

Apresentação: Tema Livre 307 - COMPARAÇÃO ENTRE PIELOPLASTIA LAPAROSCÓPICA VERSUS ABERTA CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAIALA BACELAR BURKE GALRÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MIRIAM SOUZA DO ROSÁRIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NILO LEÃO BARRETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA) Apresentação: Tema Livre 308 - NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA: ANALISE DE RESULTADOS RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); SARAH NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VICTOR AUGUSTO SAMPAIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LOURIVAL DE ALMEIDA SANTOS JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MATEUS NEVES DE JESUS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA) Apresentação: Tema Livre 309 - RESULTADOS DA NEFRECTOMIA PARCIAL LAPAROSCÓPICA JOSÉ ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MIRIAM SOUZA DO ROSÁRIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MATEUS NEVES DE JESUS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MARCELO DE QUEIROZ CERQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAMIRES GUEDES PEREIRA FRAGA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA) Apresentação: Tema Livre 310 - CISTOPROSTATECTOMIA RADICAL VIDEOLAPAROSCÓPICA COM CONFECÇÃO DE NEOBEXIGA ILEAL ORTOTÓPICA EXPERIÊNCIA INICIAL RICARDO HISSASHI NISHIMOTO (FHEMIG - FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS); ROMANELLI DE CASTRO (FHEMIG - FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS); HERMAN SILVEIRA DE ALMEIDA BARBOSA (FHEMIG - FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS) Apresentação: Vídeo Livre 311 - PIELOPLASTIA VIDEOLAPAROSCÓPICAS ATÍPICAS LESSANDRO CURCIO GONÇALVES (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); RICARDO FREIRE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ANTONIO CLAUDIO CUNHA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); JUAN RENTERIA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA) Apresentação: Vídeo Livre 312 - DECORTICAÇÃO DE CISTOS RENAIS SIMPLES SINTOMÁTICOS POR LESS( LAPARO-ENDOSCOPIC SINGLE-SITE SURGERY) LESSANDRO CURCIO GONÇALVES (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ANTONIO CLAUDIO CUNHA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); JUAN RENTERIA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); FELIPE GUSMÃO (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ADOLFO DE OLIVEIRA (HOSPITAL CARDOSO FONTES); GERALDO DI BIASE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA) Apresentação: Vídeo Livre 313 - ABORDAGEM RETROPERITONEOSCÓPICA AO RIM. DA EXCEÇÃO À REGRA LESSANDRO CURCIO GONÇALVES (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ANTONIO CLÁUDIO CUNHA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); JUAN RENTERIA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); RICARDO FREIRE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); GERALDO DI BIASE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA) Apresentação: Vídeo Livre 314 - NEFRECTOMIA “LESS PFANNENSTIEL” ANIBAL WOOD BRANCO (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); ALCIDES J. BRANCO FILHO (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); WILLIAM KONDO (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); LUCIANO C. STUNITZ (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); BRENO DAUSTER (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); JARBAS VALENTE (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ) Apresentação: Vídeo Livre 315 - NEFRECTOMIA DIREITA EM PACIENTE COM ENDOMETRIOSE PROFUNDA CAUSANDO PERDA DA FUNÇÃO RENAL WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA) Apresentação: Vídeo Livre 316 - ANASTOMOSE VESICO-URETRAL COM FIO ÚNICO: UMA ALTERNATIVA TÉCNICA MARCOS FLÁVIO HOLANDA ROCHA (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA/HGF); DANILO PINHEIRO; ROMMEL REGADAS Apresentação: Vídeo Livre 317 - ADRENALECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA THEODORICO FERNANDES DA COSTA NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ARTHUR DANTAS VIEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE


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ALAGOAS); HUMBERTO MONTORO CHAGAS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MARCOS MOTA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); TIAGO BANDEIRA MENDES COSTA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ÍTALO MARCELO DO RÊGO DA NASCIMENTO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS) Apresentação: Vídeo Livre 318 - PIELOPLASTIA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM RIM COM ANOMALIA DE ROTAÇÃO THEODORICO FERNANDES DA COSTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); HUMBERTO MONTORO CHAGAS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MARCOS MOTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ARTHUR DANTAS VIEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); DANIEL FLORÊNCIO FERRO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES) Apresentação: Vídeo Livre 319 - NEFRECTOMIA RADICAL CITORREDUTORA LAPAROSCÓPICA COMO ALTERNATIVA PARA TRATAMENTO DE CARCINOMA DE CÉLULAS TRANSICIONAIS DE PELVE RENAL METASTÁTICO JOSÉ ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); AGUINALDO GONÇALVES DE CASTRO FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAIALA BACELAR BURKE GALRÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VITAL FERNANDES ARAÚJO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NILO CESAR LEÃO BARRETO Apresentação: Vídeo Livre 320 - PIELOLITOTOMIA LAPAROSCÓPICA: TRATAMENTO ALTERNATIVO EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VICTOR AUGUSTO SAMPAIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); SARAH NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAMIRES GUEDES PEREIRA FRAGA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); YUIR NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NILO LEÃO BARRETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA) Apresentação: Vídeo Livre 321 - PIELOPLASTIA LAPAROSCÓPICA: ASPECTOS TÉCNICOS PARA FACILITAR A ANASTOMOSE RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); YURI NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); AGNALDO GONÇALVES DE CASTRO FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MIRIAM SOUZA DO ROSÁRIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VICTOR AUGUSTO SAMPAIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA) Apresentação: Vídeo Livre 322 - URETEROLITOTOMIA LAPAROSCÓPICA: TRATAMENTO ALTERNATIVO EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAMIRES GUEDES PERIERA FRAGA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAIALA BACELAR BURKE GAURÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); SARAH NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); JOSE ABRAAO CARNEIRO NETO Apresentação: Vídeo Livre 323 - NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCOPICA EM TUMORES T1B - T3 RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS BATISTA TEIXEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MARCELO DE QUEIROZ CERQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); JOSE ABRAAO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); YURI NAPOLI GUIMARAENS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); AGNALDO GONÇALVES CASTRO FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MATEUS NEVES DE JESUS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA) Apresentação: Vídeo Livre 324 - PIELOPLASTIA TRANS-MESOCÓLICA VIDEOLAPAROSCÓPICA BRENO DAUSTER (HOSPITAL ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (HOSPITAL ANA NÉRI); MAURÍCIO FUCS (HOSPITAL ANA NÉRI); LUIZ VIANNA DE OLIVEIRA (HOSPITAL ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (HOSPITAL ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (HOSPITAL ANA NÉRI); GENILDO RIBEIRO DE MELO (HOSPITAL ANA NÉRI) Apresentação: Vídeo Livre 325 - PRESERVAÇÃO DO COLO VESICAL EM PROSTATECTOMIA RADICAL VIDEOCIRURGICA MARCOS FLÁVIO HOLANDA ROCHA (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA/HGF); ROMMEL REGADAS; DANILO PINHEIRO Apresentação: Poster 326 - O USO DA LAPAROSCOPIA COMO FERRAMENTA DIAGNÓSTICA DE LESÕES DIAFRAGMÁTICAS NO TRAUMA ABDOMINAL PENENTRANTE RAFAEL AUGUSTO MENDES DOMICIANO (UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO); DANIEL DUAILIBI (UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO); MARCELO AUGUSTO FONTENELLE RIBEIRO JÚNIOR (UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO)


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Área: TRAUMA Apresentação: Tema Livre 327 - ANÁLISE PROSPECTIVA DA VIDEOTORACOSCOPIA NO TRAUMA . EXPERIENCIA DE 24 CASOS BRUNO VAZ DE MELO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); PAULO SILVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCIO BARROSO CAVALIERE (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MOACIR SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); THALES AURELIANO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); ALEXANDER MAGNO CORDEIRO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCUS VINICIUS DANTAS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE)


Comunicação Preliminar 1

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IX Congresso Latino Americano de Cirurgia Endoscópica e X Congresso Brasileiro de Videocirurgia ALACE - SOBRACIL 2010 25 a 28 de agosto de 2010 Pestana Bahia Hotel Salvador - Bahia - BRASIL Trabalhos Científicos Área: CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA iodado (20ml) e azul de metileno(10ml). A retirada foi realizada sem complicações quando se completou 6 meses de tratamento. RESULTADOS: Ocorreram náuseas e vômitos nos três primeiros dias depois do procedimento, os quais foram controlados com Bromoprida e ondasentrona. Em 6 meses de tratamento, houve perda ponderal de 19kg (11kg nos primeiros 2 meses). A hemodinâmica do paciente melhorou significativamente e o risco cirúrgico ideal foi atingido, estando o paciente ainda na fila de espera por um transplante, com uma condição física melhor para a cirurgia. CONCLUSÃO: em paciente cardiopata em espera por um transplante cardíaco, enquanto o limitado tratamento clínico para a obesidade falhou, o Balão Intragástrico de Silicone foi efetivo e seguro, permitindo que o paciente atingisse uma faixa de peso menos crítica para a realização cirúrgica.

Apresentação: Poster 001 - BALÃO GÁSTRICO PROVOCA PERDA PONDERAL E MELHORA A HEMODINÂMICA ANTES DE TRANSPLANTE CARDÍACO - RELATO DE CASO GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); MOACIR L. NOVAES (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FABIO F. DE MOURA (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS)

Apresentação: Poster RESUMO 002 - A PROPÓSITO DE UN CASO: PACIENTE OPERADA DE BANDA GÁSTRICA QUE LA ELIMINA POR LAS HECES

INTRODUÇÃO: O tratamento para a obesidade com Balão Intragástrico de Silicone (BIS) tem progredido e suas técnicas de colocação e retirada estão sendo aperfeiçoadas. O principal objetivo é o tratamento de pacientes obesos, com resultados insatisfatórios no tratamento clinico, apesar da assistência de uma equipe multidisciplinar, e obesos grau III de elevado risco cirúrgico. Em cardiopatas, o tratamento clínico para a obesidade é limitado devido a interferência de drogas na hemodinâmica. Os benefícios do uso de BGS para esse tipo de paciente não está estabelecido. PACIENTE E MÉTODO: paciente de 45 anos, sexo masculino, obeso, diabético, hipertenso e com insuficiência cardíaca congestiva (Classe Funcional III - New York Heart Association), a ser submetido a um transplante cardíaco. O paciente tinha alto risco cirúrgico e o tratamento com Orlistat para a obesidade falhou. Antes da colocação do balão, apresentava 101kg, IMC 35 e Excesso de Peso 28,8%. Um novo Balão Intragástrico foi utilizado (SILIMED®). O BIS foi fixado por seu envoltório no final do endoscópio com uma alça de polipectomia, e o conjunto inserido sob visão direta, com sedação normal de endoscopia. O BIS foi preenchido com uma solução salina (800ml) contendo contraste

PEDRO VILLAGRA VALENCIA

RESUMO A propósito de un caso: Paciente operada de Banda Gástrica que la elimina por las heces Autor: Dr. Pedro Villagra V. MD FACS Centro de Cirugía Ambulatoria para la Obesidad Paciente de 46 años de edad, con IMC de 44, operada hace 3 años, se le colocó banda Obtech sin ninguna complicación, tuvo baja de peso hasta una pérdida del 60% de su sobrepeso en que nota que estanca la baja ponderal, concomitantemente desarrolla un cuadro de pancreatitis biliar, se hospitaliza, se trata médicamente, y se le practica estudios diagnósticos, viéndose en la TAC de abdomen sorpresivamente, la banda gástrica, se le practica colecistectomía laparoscópica y se espera que la paciente defeque la prótesis que se encontraba en el colon descendente, es así que a los pocos días, la defeca, se le pide control endoscópico, radiológico, y la zona gástrica esta perfectamente normal. Hecho inverosímil,

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de presentación infrecuente que ilustra algunas sorpresas en pacientes que pierden por desidia el control oportuno con su médico tratante. Nota: en caso este resumen le sea interesante le puedo enviar un sacaner reducido del poster para que ustedes lo revisen completamente.

tallas, tiempo de colocadas y conversión a Manga Gástrica con los mismos controles, asimismo videos y resultados. Creemos que es una interesante alternativa lo antes mencionado, se explica la técnica de retiro de banda, la técnica de la manga y unos tips que aseguran disminuir los riesgos de fístulas, sangrado, estenosis.

Apresentação: Poster Apresentação: Poster 003 - BANDA GÁSTRICA AMBULATORIA 005 - PORQUÉ UNA BANDA DE BAJA PRESIÓN. EXPERIENCIA PERSONAL. ELEMENTOS DE SOPORTE NATURAL PARA FIJACIÓN DE LA BANDA

PEDRO VILLAGRA VALENCIA

RESUMO PEDRO VILLAGRA VALENCIA

Banda Gástrica Ambulatoria Autor: Dr. Pedro Villagra V. MD FACS Centro de Cirugía Ambulatoria para la Obesidad El presente trabajo es para demostrar el manejo de una selección específica de pacientes en los cuales colocamos Banda Gástrica de manera ambulatoria contemplando los siguientes ítems médicos: IMC: 35 a 40 kg/m2 sc Edad: 18 años a no mayor de 50 años Comorbilidades: Que no sean severas ni con tratamiento que tenga que perjudicar el principio de la prótesis por un tiempo no mayor de 6 meses, para lograr en este periodo una baja porcentual idealmente de 60% del sobrepeso Actitud Conciente del Paciente a colaborar con el manejo de su prótesis, (dieta, ejercicios, regulaciones, etc.) Asimismo, respetamos en todos los pacientes para esta técnica los siguientes ítems quirúrgicos: Posición Francesa, 4 puertos, (2 de 10, 2 de 5) Identificación de pilar izquierdo y derecho respetando tracción, divulsión, contratración, preparación de canal retrogástrico, con instrumentación roma y con el Goldfinger, de tal manera que este procedimiento sea tan limitado al paso del Goldfinger para que al colocar la prótesis esta quede sujeta, de tal suerte que nosotros, ya no colocamos punto gastro – gástricos, y con la restricción dietética de las primeras 4 semanas esperamos que la capsula peri – banda origine una reacción inflamatoria que no permita la migración de la banda y las consecuencias conocidas por este problema. El puerto tiene también una técnica de colocación diferente sin puntos que se permite ver en el video correspondiente. Nuestra experiencia en los últimos 85 pacientes nos ha sido bastante gratificante, teniendo resultados muy interesantes con respecto a los problemas de la prótesis persé y del sobrepeso al año, cuadro que se menciona en la exposición correspondiente.

RESUMO Porqué una Banda de Baja Presión. Experiencia Personal. Elementos de Soporte Natural para fijación de la Banda. Autor: Dr. Pedro Villagra Valencia El presente trabajo expresa la experiencia del grupo que dirige el suscrito con la finalidad de establecer conceptos bien conocidos que pretenden de una u otra manera demostrar que la banda gástrica tiene y tendrá aplicación importante cuando es colocada por gente experta, tanto en el manejo, como técnica propiamente dicha y como manejo en el tiempo de acoplamiento, de restricción, (ajustes), y de mantenimiento. En esta charla, se explican tres puntos importantes: • Aspectos Físicos de las Bandas de Baja Presión, (estudio manométrico) • Elementos de Soporte Natural creados por una técnica ideal • Manejo del puerto con la bolsa subcutánea Lo anteriormente explicado, el autor ha contemplado su experiencia para poder presentar ya como técnica, la teoría aplicada en el manejo de mas de 100 pacientes titulándola ya como “Colocación de Banda Gástrica: Técnica de los Elementos de Soporte Natural”. Estas ventajas técnicas, físicas y médicas, contemplan en el grupo un éxito de nuestros pacientes en un 80% de baja del sobrepeso al año en aproximadamente 75% a 85% de nuestros pacientes. Se explican los tips correspondientes. Por lo tanto, estamos convencidos que los pacientes seleccionados para colocación de banda, rigiendo los parámetros antes descritos, se benefician con un importante éxito. Apresentação: Poster 006 - COMPLICACIONES DE LA BANDA GÁSTRICA

Apresentação: Poster 004 - LUEGO DE BANDA, ¿MANGA? PEDRO VILLAGRA VALENCIA (CENTRO DE CIRUGÍA AMBULATORIA PARA LA OBESIDAD)

RESUMO Luego de Banda, ¿Manga? Autor: Dr. Pedro Villagra V. MD FACS Centro de Cirugía Ambulatoria para la Obesidad Presento en video: De una serie importante de Bandas Gástricas colocadas desde el año 2002, hasta la actualidad, aproximadamente 270, en este último año, hemos retirado unas 15 y otras 7 las hemos transformado en Manga Gástrica, con condiciones que implican, no erosión, no penetración, no migración, que condicionen una buena técnica para realizar una Manga exitosa y sin riesgo de fístulas u otras complicaciones. La objetivización del retiro de la banda básicamente era por un pobre porcentaje de baja de peso, que motivó que los pacientes se les ofreciera esta otra alternativa quirúrgica, los resultados hasta la fecha son halagüeños y en el desarrollo de la serie, explicamos técnica de la banda, pesos,

PEDRO VILLAGRA VALENCIA (CENTRO DE CIRUGÍA AMBULATORIA PARA LA OBESIDAD)

RESUMO Complicaciones de la Banda Gástrica Autor: Dr. Pedro Villagra V. MD FACS. Centro de Cirugía Ambulatoria para la Obesidad Presento en video: 1) Caso de erosión, fecha de operación, talla, peso, IMC, molestias, control fluoroscópico, endoscopía y resolución quirúrgica del caso. 2) Penetración, fecha de operación, talla, peso, IMC, molestias, control fluoroscópico, endoscopía y resolución quirúrgica del caso. 3) Migración, fecha de operación, talla, peso, IMC, molestias, control fluoroscópico, endoscopía y resolución quirúrgica del caso. Estas complicaciones no poco infrecuentes muestran la destreza para el retiro de la banda y la solución correspondiente del defecto en la pared gástrica, los resultados son satisfactorios cuando el diagnóstico es precoz y es acompañado de adecuados elementos de soporte clínico – quirúrgico. Tiene una parte nosológica y el video correspondiente a cada complicación y su tratamiento.


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Apresentação: Poster 007 - MANGA GÁSTRICA COMO LA HAGO YO PEDRO VILLAGRA VALENCIA (ENTRO DE CIRUGÍA AMBULATORIA PARA LA OBESIDAD)

RESUMO Manga Gástrica Como la Hago Yo Autor: Dr. Pedro Villagra V. MD FACS Centro de Cirugía Ambulatoria para la Obesidad. Técnica Quirúrgica con cierta tendencia a la revolución en la cirugía bariátrica. Nosotros la aplicamos desde Agosto del 2006. En este resumen explicamos los siguientes ítems: Tipo de Paciente IMC: mayor de 40 m2/kg sc ó IMC 35 a 40, que entiendan que esta cirugía es una técnica alternativa de restricción Edad: 25 a 52 años Sexo: Indiferente Hemos operado pacientes con comorbilidad en DM e HTA No la utilizamos en pacientes con IMC mayor de 50 como preparación a una cirugía previa de By – Pass o Bilio – Pancreática Nuestra experiencia indica ciertas criticas en el futuro medico de los mismos pero no deja de ser una interesante alternativa quirúrgica antes de cualquier procedimiento mal absortivo. También reparamos en el video, principales Tips de nuestra técnica Iniciamos sección a 3 cm del píloro Primer grapado paralelo a la incisura angularis Grapamientos posteriores siguiendo dos criterios, sonda tutora y vasos gástricos de la curvatura menor Respetamos necesariamente el ángulo de Hiss y la visión posterior de la unión gastro – esofágica para el aislamiento y grapamiento del fondo gástrico No utilizamos sutura de refuerzo por condiciones técnicas que se explican con el video En conclusión es un procedimiento nuevo que por el momento es una interesante alternativa restrictiva que de acuerdo a la selección del paciente puede reemplazar con sus ventajas a una prótesis.

cação foi por deiscência do grampeamento do intestino delgado, também ocorreu no segundo pós operatório, e foi tratada com laparotomia e fechamento da linha de deiscência. Não houveram complicações tardias até o presente momento e nenhum paciente evoluiu para óbito. DISCUSSÃO A cirurgia bariátrica robô – assistida oferece vantagens principalmente ao cirurgião. O fato de se operar com ergonomia adequada e de forma confortável traz ao cirurgião mais tranqüilidade na realização de procedimentos mais desgastantes. Em nossa casuística é importante lembrar que as complicações ocorridas foram relacionadas às linhas de grampeamento realizadas. É importante lembrar que o grampeamento na cirurgia robótica é realizado pelo auxiliar, através de trocar de laparoscopia comum, sem utilização de material próprio do robô. O que a literatura mostra é que a cirurgia bariátrica robótica tem espaço, principalmente em equipes bem treinadas e hospitais preparados para tal. A superioridade da cirurgia abdominal robô- assistida ainda não foi claramente demonstrada, porém a literatura sobre o assunto vem crescendo, inclusive com o surgimento da telecirurgia e cirurgia à distância. Apresentação: Poster 009 - SWITCH DUODENAL LAPAROSCÓPICO SIMPLIFICADO LUIZ ALBERTO DE CARLI (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); GUILHERME FAGUNDES BASSOLS (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); FERNANDO KREBS CIRNE LIMA (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); LUCIANA EL HALAL SCHUCH (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); DIENATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); AFONSO DOS REIS MEDEIROS (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL)

Apresentação: Poster RESUMO 008 - EXPERIÊNCIA INICIAL EM CIRURGIA BARIÁTRICA ROBÔ ASSISTIDA RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); CLÁUDIO RENATO P. DE LUCA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RODRIGO BISCUOLA GARCIA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RAFAEL IZAR DOMINGUES DA COSTA

RESUMO As técnicas minimamente invasivas se associaram à cirurgia bariátrica e propiciaram grande redução na agressão aos órgãos e sisTema s, com diminuição da morbidade e do tempo de recuperação. Existe significante melhora das complicações pulmonares e de ferida operatória, além de diminuição no tempo de internação hospitalar. A primeira aplicação da robótica em cirurgia bariátrica é atribuída a Cadiere, que em 1999 instalou uma banda gástica robô – assistida. Em 2003 Jacobsen por sua vez publicou estudo de 107 casos de bypass gástrico operados por 11 cirurgiões diferentes . Nesta amostra não houve nenhuma deiscência de anastomose gastro- jejunal, sendo que as vantagens apontadas deste procedimento foram a visão em 3-D, a possibilidade de confecção de um pouch menor e o menor uso de grampeadores devido à facilidade da realização de anastomoses com o robô . EXPERIÊNCIA INICIAL Foram realizadas entre setembro de 2008 e maio de 2010, no Hospital Sírio – Libanês (São Paulo), através do sisTema Da Vinci S, um total de 18 cirurgias bariátricas pelo mesmo cirurgião . Entre essas cirurgias foram realizadas 6 colocações de banda gástrica, 2 gastrectomias verticais e 10 septações gástricas com bypass em Y Roux. Ocorreram duas complicações precoces significativa. A primeira foi deiscência da linha de grampeamento do “pouch” em paciente submetido a septação gástrica,no segundo pós- operatório, tratada com laparotomia, limpeza de cavidade e drenagem. A segunda compli-

Introdução: a derivação bilio-pancreática com switch duodenal é uma alternativa satisfatória para o tratamento de pacientes obesos do subgrupo com IMC acima de 50 Kg/m², com menos complicações comparado à derivação biliopancreática padrão, como síndrome de Dumping, úlcera marginal, desnutrição protéica. Combinando uma restrição moderada de alimentos, devido à sleeve gastrectomy (gastrectomia vertical com preservação do piloro), com a má absorção de gordura, alcança-se perda de peso de 7080% com aceitáveis complicações nutricionais a longo prazo. Objetivo: descrever a técnica de Switch Duodenal Laparoscópico Simplificado, idealizada por Almino Ramos, em que se confeccionam todas as anastomoses no andar supra-mesocólico, facilitando a cirurgia e resultando em menor tempo cirúrgico. Descrição: a técnica consiste na divisão do estômago verticalmente com grampeadores endoscópicos lineares, iniciando a 5-8 cm proximal ao piloro, sendo 50 a 70% removido, criando um tubo gástrico com a parte do antro intacta para manter o esvaziamento gástrico, após secção duodenal a 2-5 cm do piloro distalmente. É marcado um canal comum a 100cm da válvula íleo-cecal e outro de 200cm proximal a este ponto. Realizada então a anastomose duodenoileal (alça alimentar), latero-lateral com o íleo distal, sem secção da mesma. A alça biliar é então anastomosada laterolateral à alça alimentar 100 cm da valva ileocecal. A última etapa é somente a secção da alça que fica entre as duas anastomoses. Esta operação resulta principalmente em manipulação das alças no andar supra mesocólico sem a necessidade de variações de posição entre o cirurgião e auxiliares, que se mantém a maior parte do tempo localizado entre as pernas do paciente. Conclusão: a confecção da derivação biliopancreática laparoscópica chamada switch duodenal é um desafio aos cirurgiões pela sua complexidade. A técnica exige grande experiência e habilidade do cirurgião em cirurgias bariátricas . A proposta dos autores, atra-


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vés da apresentação em detalhes, é apresentar uma alternativa técnica, desenvolvida por Almino Ramos e que permite simplificação do método facilitando aos cirurgiões a realização deste tipo de procedimento.

de Sleeve parece ser excelente método bariátrico quando analisado em seguimento precoce. Apresentação: Tema Livre

Apresentação: Poster 010 - INTUSSUSCEPÇÃO E GESTAÇÃO APÓS GASTROPLASTIA REDUTORA COM DERIVAÇÃO INTESTINAL EM Y DE ROUX LAPAROSCÓPICA: ANÁLISE DE TRÊS CASOS LUCIANA EL-KADRE (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); AUGUSTO CLÁUDIO A. TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); RENAM C. TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); ÉRICA ABREU REIS VARGAS DE ALMEIDA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); IVANA G. COSTA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ); PAOLA MORELLATO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ, ITAPERUNA – RJ)

RESUMO INTUSSUSCEPÇÃO E GESTAÇÃO APÓS GASTROPLASTIA REDUTORA COM DERIVAÇÃO INTESTINAL EM Y DE ROUX LAPAROSCÓPICA: ANÁLISE DE TRÊS CASOS. No período pósoperatório 88 pacientes ficaram grávidas. Destas, 3 apresentaram intussuscepção na gestação e no puerpério imediato. No período de agosto de 1999 a março 2010, 1679 pacientes foram operados no Hospital São José do Avaí. Destes, 72,7 % eram do sexo feminino e 27,3 % do masculino. A idade variou de 14 anos a 71 anos e o índice de massa corpórea (IMC, Kg/m2) variou de 32 a 88 Kg/m2. Intussuscepção é causa rara de obstrução intestinal no adulto e na gestação. O diagnóstico precoce, determinante da evolução de mãe e feto, nem sempre é possível. Apresentação: Tema Livre 011 - GASTRECTOMIA DO TIPO SLEEVE NO TRATAMENTO DA OBESIDADE MÓRBIDA: EXPERIÊNCIA INICIAL MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RAFAELLA JUGEND (INSTITUTO JACQUES PERISSAT)

RESUMO A obesidade é uma doença grave, de prevalência crescente e cujo tratamento cirúrgico com as cirurgias mais consagradas como o bypas gástrico, pode desenvolver importantes seqüelas. A cirurgia de Sleeve oferece perda de peso em curto prazo, semelhante ao bypass sem os mesmos incovenientes. Apresenta-se a experiência inicial do grupo com 25 pacientes selecionados e operados nos últimos 4 anos. Foram operadas 13 mulheres e 12 homens, com IMC variando de 35 a 56 kg/m2 , e com as comorbidades habituais ou específicas como hipocalcemia crônica ou radioterapia pélvica que faziam do Sleeve a indicação mais coerente para o caso. A técnica operatória foi padronizada, sendo realizada a gastrectomia vertical de 2/3, calibrada com uma sonda de Fouchet 40 F. Em todos os casos fez-se a sobressutura da linha de grampos. Não houve fístulas ou reoperações. Dez pacientes receberam alta no PO1, 11 no PO2 e outros 4 no PO3. A perda média do excesso de peso em 6 meses foi de 40,5% e em 1 ano de 63%. A afecção pós-operatória mais prevalente foi a DRGE, presente ou persistente em 16 pacientes(64%). A cirurgia

012 - HÉRNIAS INTERNAS PÓS CIRURGIA BARIÁTRICA: SÉRIE DE 10 CASOS MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RAFAELLA JUNGEN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT)

RESUMO As cirurgias bariátricas são cada vez mais comumente realizadas no mundo todo. Milhares de pacientes a cada ano passam a ter seu trato digestório alterado para promover perda de peso contundente e duradoura. As cirurgias de desvio gástrico estão entre as mais comumente realizadas. Cria-se nesta técnica um defeito entre mesentério e mesocólon trans verso para a passagem da alça alimentar em posição pré-cólica. Tal defeito não parece evidente durante a realização do procedimento, mas com a perda ponderal, podem-se abrir grandes espaços que permitem especialmente o deslocamento medial da alça bilio-pancreática, podendo levar a oclusão intestinal. Esta ocorrência já pode ser considerada uma importante causa de dor abdominal nos serviços de atendimento de emergência. Os autores apresentam uma série de 10 pacientes próprios tratados cirurgicamente de hérnias do espaço de Petersen. Foram 6 mulheres e 4 homens, com idade variando de 21 a 63 anos, e que haviam sido submetidos a cirurgia de desvio gástrico do tipo Capella previamente entre 8 e 42 meses. O principal sintoma de apresentação foi dor abdominal, em cólica, em mesogástrio, pós-prandial, em geral irradiada para a coluna lombar. A intensidade variou desde dor leve até muito forte, com procura inicial por pronto-atendimento. Além da dor, 6 dos 10 pacientes se apresentaram com vômitos e 4 com alteração do hábito intestinal. Não houve, em nenhum caso, comprometimento maior do estado geral com hipotensão, nem febre. A investigação, conforme a apresentação, foi realizada com Rx simples de abdômen, ecografia abdominal até tomografia computadorizada. Nenhuma ferramenta diagnóstica se mostrou mais efetiva que a alta suspeição clínica do diagnóstico baseada em sinais e sintomas. Quatro pacientes foram operados de forma eletiva e os outros 6 internados emergencialmente e operados na mesma internação. Todos foram inicialmente abordados por laparoscopia, sendo possível a redução da hérnia e fechamento do espaço por este método em 9 deles. Em um paciente houve conversão para cirurgia aberta e em outro reoperação no dia seguinte por microperfuração de alça de delgado. Em outros 2 pacientes, ocorreram algumas lesões serosas na manipulação do delgado, que foram suturadas laparoscopicamente. Oito pacientes foram dispensados do hospital no dia seguinte a cirurgia. Aquele da reoperação permaneceu mais 4 dias e um último recebeu alta no PO3. No seguimento que variou de 1 a 11 meses, todos se apresentam assintomáticos. As hérnias internas são complicações potencialmente graves das cirurgias bariátricas. Os autores discutem suas formas de apresentação, de prevenção e de tratamento. Apresentação: Tema Livre 013 - TROMBOSIS VENOSA PORTOMESENTERICA CON ISQUEMIA JEJUNAL Y RUPTURA ESPLENICA ESPONTANEA POSTERIOR A GASTRECTOMIA VERTICAL TUBULAR LAPAROSCOPICA. REPORTE DE DOS CASOS Y REVISION DE LA LITERATURA


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JUAN EDUARDO CONTRERAS (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); ISMAEL COURT MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); JAMES HAMILTON MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); JORGE BRAVO MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); DIVA VILLAO MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.); JOSE L LOBOS MD (DIVISION CIRUGIA BARIÁTRICA & METABÓLICA. CLÍNICA SANTA MARIA. SANTIAGO, CHILE.)

RESUMO Introducción: La Trombosis Venosa Portomesenterica (TVP) posterior una Gastrectomía tubular vertical Laparoscópica (GVTL) es una complicación poco frecuente. Hay a nuestro conocimiento en la literatura, solo algunos reportes que tratan de explicar las razones y manejo de esta complicación potencialmente letal. Presentamos dos casos de TVP después de GVTL . Caso 1: Hombre de 43 años, 17 días posterior a GVTL es admitido en la sala de emergencia con historia de dolor abdominal, vómitos y taquicardia. Una Tomografía Computada (TC) del abdomen reveló trombosis de reciente aparición, que ocupa el lumen de la vena porta y esplénica y toda la vena mesentérica superior, con cambios isquémicos del intestino delgado. Se realizo una laparotomía diagnóstica que revelo necrosis de 130 cm de yeyuno. Una resección y anastomosis se llevó a cabo, iniciando a su vez terapia anticoagulante. La recuperación fue completa. El estudio post-operatorio reveló deficiencia de proteína C. Caso 2: Una mujer de 60 años, 7 días posterior a GVTL es admitida en la sala de emergencia con historia reciente de dolor abdominal, taquicardia e hipotensión. Posterior a la estabilización hemodinámica, una TC reveló hemoperitoneo masivo además de trombosis completa de la vena porta y esplénica. Se realizo una laparotomía diagnóstica que reveló ruptura espontánea del bazo con hemoperitoneo secundario. Una esplenectomía se llevo a cabo, iniciando a su vez terapia anticoagulante. La recuperación fue completa. No se demostró trombofilia en el estudio post-operatorio. Conclusión: TVP posterior a una GVTL es una complicación infrecuente y grave. Las manifestaciones pueden incluir dolor abdominal e inestabilidad hemodinámica. TC puede proporcionar el diagnóstico. Puede haber complicaciones secundarias como la isquemia intestinal o la ruptura espontánea del bazo con hemoperitoneo. El tratamiento debe ser individualizado. Dentro de los posibles factores etiológicos podrían estar el aumento de la presión intraabdominal durante la laparoscopía, la estasis venosa, la manipulación intra-operatoria con posible daño del endotelio y las trombofilias. Apresentação: Tema Livre 014 - OBSTRUÇÃO INTESTINAL EM BYPASS GÁSTRICO LAPAROSCÓPICO - REVISÃO DA LITERATURA PAULA HAASS SCHEFFER (HOSPITAL MATER DEI); LEONARDO AUGUSTO DA FONSECA (HOSPITAL MATER DEI); MARCELO GOMES GIRUNDI (HOSPITAL MATER DEI); MARCOS ROS ZAMBELLI (HOSPITAL MATER DEI); ANA CAROLINA REZENDE CAMPOLINA DE SÁ (HOSPITAL MATER DEI); DANIELA VIESE ROTH (HOSPITAL MATER DEI); RAFAEL SÁVIO SOARES (HOSPITAL MATER DEI)

artigos que utlizaram um grande número de pacientes submetidos ao bypass gástrico laparoscópico, observados suas complicações e tratamentos. Resultados: A cirurgia laparoscópica é freqüentemente escolhida em relação ao método convencional pelas menores taxas de morbidade A queixa mais comumente observada em pacientes que evoluíram com obstrução intestinal após bypass laparoscópico foi a dor abdominal e associada à náusea com ou sem vômitos. A hérnia interna se manifesta tardiamente, com freqüência nos primeiros 6 meses de P.O. Houve uma mudança no tipo e na frequência das complicações P.O. com a introdução do bypass laparoscópico , além de uma redução das complicações relacionadas à F.O. devido à diminuição das incisões de acesso, como diminuição de infecção de ferida operatória e menores taxas de hérnias incisionais. Conclusões: A alteração da anatomia pode ser um desafio diagnóstico !! A obstrução intestinal é uma causa comum de complicação após bypass laparoscópico e as hérnias internas são a maior causa de obstrução. Apresentação: Tema Livre 015 - GASTRECTOMIA SLEEVE MODIFICADA AVALIAÇÃO DE RESULTADOS VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULEVARD MEDICAL CENTER); L.C.D.ÊNIO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); C.N.LOURENÇO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); M.C.JOSEMBERG (BOULEVARD MEDICAL CENTER); E.LUIS FERNANDO (BOULEVARD MEDICAL CENTER)

RESUMO MÉTODOS: Estudo transversal e retrospectivo de pacientes que se submeteram a gastrectomia Sleeve “modificada” realizada pelo grupo de cirurgia bariátrica da Clinica Boulevard Medical Center em Manaus-AM; no período janeiro de 2008 a janeiro de 2010. Os pacientes foram entrevistados e os dados foram arquivados no programa Microsoft Office Excel 2007 e avaliados estatisticamente por um programa estatístico. RESULTADOS: Foram realizadas 49 cirurgias em pacientes bariátricos, sendo 37 (78%) do sexo feminino. No pré operatório a amostra apresentava uma IMC médio de 41,31 (desvio 4,43), 59% (29) eram hipertensos e 16% (8) eram diabéticos. Houve uma diminuição do IMC no primeiro mês para 36,97 e no sexto mês 31,84. Os pacientes interromperam os medicamentos para hipertensão em 62% (18) e 88% (7) para diabetes. Não ocorreram fístulas ou óbitos. Noventa e dois por cento dos pacientes referiram como excelente os resultados da cirurgia. CONCLUSÕES: A técnica do Sleeve “modificado” demonstrou segurança e baixos níveis de complicações, além de diminuição das comorbidezes relacionadas a obesidade, além de boa aceitação pelos pacientes. Apresentação: Tema Livre 016 - EXPERIÊNCIA AMAZONENSE NA GASTROPLASTIA VERTICAL VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULEVARD MEDICAL CENTER); L.C.D.ÊNIO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); C.N.LOURENÇO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); M.C.JOSEMBERG (BOULEVARD MEDICAL CENTER); E.LUIS FERNANDO (BOULEVARD MEDICAL CENTER)

RESUMO RESUMO Introdução: Há uma epidemia mundial de sobrepeso (IMC: 25-29,9 kg/m2) e de obesidade (IMC maior que 30) são cerca de 1,7 bilhões de pessoas. O bypass gástrico oferece um eficaz método para perda de peso e devido a isso o número de cirurgias bariátricas cresce exponencialmente a cada ano. Materiais e métodos: Foi realizada uma revisão da literatura com base em

OBJETIVO: Avaliar os resultados da gastroplastia vertical; realizados por nossa equipe, levando em consideração: tempo cirúrgico, conversões, percentual de perda de peso, melhora nas comorbidezes e complicações. MÉTODOS: Avaliamos prospectivamente 122 gastroplastias verticais, todas realizados


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por nosso grupo, pelo mesmo cirurgião e equipe, no período de 2006 à 2009. O IMC médio no pré-op era de 43, a idade média de 45 a, 56% eram do sexo fem e as principais comorbidezes eram: hipertensão (32%), artopatias (13%), diabetes (8,5%). O índice de fístula foi de 1,6% e o de mortalidade de 0,8%. Não houve conversões. Houve redução do IMC médio para 30,0 em 2 anos e melhoras na comorbidezes. CONCLUSÕES: Na experiência amazonense, a gastroplastia tubular é um procedimento seguro e eficaz, com redução eficaz do IMC e das comorbidezes e baixos índices de complicações e de mortalidade. As fístulas são graves e de difícil tratamento. Apresentação: Tema Livre 017 - EXPERIÊNCIA AMAZONENSE NO BYPASS GÁSTRICO VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULEVARD MEDICAL CENTER); L.C.D.ÊNIO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); C.N.LOURENÇO (BOULEVARD MEDICAL CENTER); M.C.JOSEMBERG (BOULEVARD MEDICAL CENTER); E.LUIS FERNANDO (BOULEVARD MEDICAL CENTER)

RESUMO OBJETIVO: Avaliar os resultados do Bypass gástrico, realizados por nossa equipe, levando em consideração: tempo cirúrgico, conversões, percentual de perda de peso, melhora nas comorbidezes e complicações. MÉTODOS: Avaliamos prospectivamente 986 bypass gástricos, todos realizados por nosso grupo, pelo mesmo cirurgião e equipe, no período de 2004 à 2009. O IMC médio no pré-operatório era de 42, a idade média de 26a, 79% eram do sexo fem e as principais comorbidezes eram: hipertensão (32%), artopatias (13%), diabetes(8,5%). O índice de fistulas foi de 1,42% e o de mortalidade de 0,1%. Não houve conversões. Houve redução do IMC médio para 27,8 em 2 anos e melhora nas comorbidezes. CONCLUSÃO: Na experiência amazonense, o Bypass gástrico é um procedimento seguro e eficaz, com redução eficaz do IMC e das comorbidezes e baixos índices de complicações e de mortalidade. Apresentação: Tema Livre 018 - ESTUDO DO EFEITO DA EXCLUSÃO DUODENOJEJUNAL ASSOCIADA À INTERPOSIÇÃO ILEAL, SEM RESSECÇÃO GÁSTRICA, NO TRATAMENTO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2 EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); FERNANDA BORGES DIJIGOW (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARIA GABRIELA DE FARIA FIGUEIREDO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Os efeitos da cirurgia bariátrica no Diabettes Mellitus tipo 2 (DM2) sugerem melhora da glicemia antes de perda de peso significativa. Atribui-se à exclusão duodeno-jejunal do trânsito de nutrientes a inibição da secreção de desencadeadores da resistência insulínica (Foregut Hyphotesis), e à apresentação precoce de nutrientes ao íleo a produção de hormônios que melhoram a ação insulínica (GLP1) e exercem efeitos proliferativos nas células pancreáticas (Hindgut Hypothesis). OBJETIVO: Emprego da técnica mista (Hindgut + Foregut) em portadores de DM2 com Índice de Massa Corpórea

(IMC) entre 26 e 35 kg/m2. MÉTODOS: Vinte portadores adultos de DM2, insulino-dependentes, com mais de 2 anos de diagnóstico e idade de 18 a 60 anos em acompanhamento ambulatorial especializado, foram submetidos à cirurgia laparoscópica com interposição de segmento ileal de 100cm a 70cm do ângulo Treitz e mantendo um seguimento duodeno-jejunal de 100cm excluso do trânsito, sem gastrectomia longitudinal. Todos foram prospectivamente avaliados. RESULTADOS PARCIAIS: A média de idade foi de 51,6 anos (31-60), sendo 13 do sexo feminino, com o tempo médio de diabetes de 12,3 anos (5-17). Houve uma redução de 8,14% do peso pós-operatório (71,27) quando comparado com o pré-operatório (77,59). O IMC foi em média 29,56 no pré-operatório e de 27,33 no pós-operatório. Observou-se que a glicemia de jejum pré-operatório foi de 218,08 (127,1371,8) e após 6 meses de cirurgia foi de 121,6 (52,5-154) e a glicemia pós-prandial no pré-operatório foi de 309,02 (193,3584) e no pós-operatório 149,4 (64,5- 197,8). Notou-se que a média de hemoglobina glicada no pré-operatório foi de 10,02 (7,2-15,6) reduzindo-se para 7,15 (5,78-9,1). Dos 20 pacientes estudados, todos insulino- dependentes no pré-operatório (10) que necessitavam de uma dose média de 47,07 U/dia (150-30) passaram a necessitar no pós-operatório 23,13U/dia (49-8) com redução de 49,14%. Dos 10 casos que não necessitavam de insulina no pós-operatório, sete após 6 meses estão em uso de hipoglicemiantes orais e 3 não necessitam para controle da sua glicemia d nenhum tipo de medicamento. CONCLUSÃO: A cirurgia proposta demonstrou eficácia no controle da glicemia e deve ser considerada como opção terapêutica para os pacientes diabéticos com IMC menor que 35kg/m2. Apresentação: Tema Livre 019 - CONVERSION DE GASTRECTOMIA VERTICAL TUBULAR A BYPASS GASTRICO LAPAROSCOPICO. VIDEO DE CASO CLINICO DIVA VILLAO MARIDUEÑA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JORGE BRAVO LÓPEZ MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JUAN EDUARDO CONTRERAS (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSÉ LUIS LOBOS MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); CARLOS MALDONADO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); ISMAEL COURT MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); FÉLIX ORELLANA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA BARIÁTRICA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE)

RESUMO INTRODUCCIÓN: La realización de la Gastrectomía Vertical Tubular Laparoscópica (GVTL) como cirugía única para el manejo de la obesidad, se ha convertido en una opción cada vez más frecuente. Sin embargo, la experiencia a mediano plazo de esta técnica, ha mostrado ciertas complicaciones alejadas como el reflujo gastroesofágico o casos de reganancia de peso. El manejo de tales situaciones puede incluir una cirugía revisional, siendo una de las opciones la conversión a Bypass gástrico. CASO CLÍNICO: Mujer de 53 años con antecedentes de hipertensión arterial y obesidad mórbida (IMC 40,4). En noviembre del 2007, se realiza una GVTL. Inicialmente evoluciona satisfactoriamente, con una pérdida de peso de 28 kilos llegando a un IMC de 28,6. Durante sus controles periódicos refirió síntomas de reflujo que fueron en aumento y no lograron ser controlados con inhibidores de la bomba de protones. El estudio baritado demostró reflujo masivo. El seguimiento de la paciente fue de 17meses. Se evidenció en los últimos 7 meses aumento de peso progresivo hasta llegar a un


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IMC 36. Se realiza conversión de GVTL a Bypass Gástrico laparoscópico, sin incidentes en la cirugía, con una duración de 90 minutos. En control post operatorio se realizó tránsito gastrointestinal que no evidenciándose fugas. CONCLSIÓN:La conversión a Bypass Gástrico es un tratamiento efectivo para el manejo las complicaciones de GVTL (reflujo intratable y reganancia de peso). Apresentação: Tema Livre 020 - BALÕES GÁSTRICOS EM OBESOS – UMA TÉCNICA MAIS SEGURA, RÁPIDA E ECONÔMICA PARA OS PROCEDIMENTOS DE COLOCAÇÃO E REMOÇÃO GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); MOACIR L. NOVAES (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FABIO F. DE MOURA (UNIPECLIN – UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS)

RESUMO INTRODUÇÃO: Embora a cirurgia bariátrica seja a mais rápida e mais eficaz forma de perder e controlar o peso, pacientes com sobrepeso que querem controlar o peso não são elegíveis para esse procedimento. OBJETIVOS: Avaliar o uso do balão gástrico em pacientes obesos sob aspectos de segurança, economia, perda de peso e praticidade. MATERIAL E MÉTODOS: Entre junho de 2006 e abril de 2010, 160 pacientes obesos (118 mulheres com média ponderal 94.47kg; ± 21.9) realizaram tratamento para obesidade usando 176 balões intragástricos de silicone (BIS). Todos os BIS foram não só inseridos como removidos através de endoscopia ambulatorial, sob sedação usual. A anestesia geral não foi necessária, diminuindo custos e riscos. Para este propósito, um novo BIS foi desenvolvido (SILIMED ®). A colocação foi realizada pela fixação do BIS a uma alça de polipectomia, inserindo-os sob visão direta. Os BIS foram liberados no fundo do estômago e preenchidos com uma solução de soro fisiológico, contraste iodado e azul de metileno (470-850 ml). A remoção foi realizada por um posiciona- mento de um duplo “overtube” no esôfago do paciente. Fez-se um orifício no BIS através de uma agulha ou endo-tesoura e inseriu-se um cateter. O conteúdo total do balão foi completamente aspirado. Para retirar o BIS vazio, usou-se uma alça de polipectomia ou pinça duplo gancho. O BIS foi parcialmente inserido no “overtube”, e ambos removidos em conjunto. RESULTADOS: Todos os 176 balões foram colocados satisfatoriamente. Dos 176 balões, 118 foram retirados, 11 por causa de intolerância, 6 por perfuração do balão, e 101 ao fim dos 6 meses de tratamento. Todos os pacientes deixaram o consultório com menos de 1 hora dos procedimentos de colocação ou retirada, satisfeitos com o procedimento e a sedação. No dia seguinte após a colocação do BIS, 8 pacientes precisaram ser internados por 12-48 horas, para controlar náusea e vômitos. Seis balões foram eliminados espontaneamente e assintomaticamente. A média de perda ponderal entre os 101 pacientes que terminaram os 6 meses de tratamento foi de 13,7 (± 5.8) kg e a média de perda de peso excessivo (PPE%) foi 62,7 (± 68.5) %. CONCLUSÃO: A utilização desta técnica aperfeiçoou a colocação e a remoção do balão gástrico, tornando-a mais rápida, segura e com custos reduzidos.

Apresentação: Tema Livre 021 - BALÕES INTRAGÁSTRICOS SÃO EFETIVOS PARA CONTROLE DE PESO EM PACIENTES NÃO OBESOS GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JR. (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CARLOS E. MORAES (GASTROCOR, RIO DE JANEIRO, RJ); CESAR B. BARROS (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); PEDRO PAULO CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS)

RESUMO INTRODUÇÃO: Muitos tratamentos clínicos têm sido tentados para redução de peso em pacientes com sobrepeso (IMC<30), muito comumente tratados com Orlistat®, sibutramina e mais recentemente com Rimonabant®, todos apresentando efeitos colaterais gastrointestinais, circulatórios, metabólicos ou psicológicos os quais são algumas vezes severos. Ensaios clínicos recentes usando balões intragástricos de silicone (BIS) em pacientes com sobrepeso têm provado a utilização segura de BIS nesses pacientes. No entanto, não há relato de publicação de tratamento com BIS nos grupos de pacientes com sobrepeso. OBJETIVOS: Apresentar os resultados do tratamento com BIS em pacientes com sobrepeso. MÉTODOS: De junho de 2006 a abril de 2010, 401 pacientes foram submetidos ao tratamento com o balão intragástrico da Silimed® em dos centros diferentes. Desses, 43 foram selecionados para esse estudo apresentando IMC<30. RESULTADOS: Os balões foram inseridos e removidos através de endoscopia ambulatorial, segura e efetiva em todos os casos. Anestesia geral não foi necessária. Todos os pacientes deixaram o consultório em menos de 1 hora. A média de idade dos pacientes foi 35 (15-55) anos, pesos iniciais e IMC foram 74.81±9.9 (58.0-100.2) kg e 28.2±1.6 (22.8-29.9) kg /m². Para os 24 pacientes que completaram os 6 meses de tratamento, os resultados em perda de peso e IMC final foram de 9.68±4.2 (19.7-0.4) kg e 24.65±1.7 (21.9-27.8) kg /m². Cinco pacientes (11,6%) tiveram episódios de vômitos severos e optaram por parar o tratamento. Um paciente (2,3%) teve perda de peso insuficiente. Trinta e quatro pacientes tiveram náusea no primeiro dia do tratamento. Um balão teve rompimento espontâneo durante o tratamento e foi removido por endoscopia ambulatorial. CONCLUSÕES: Os dados preliminares sugerem que o procedimento do balão gástrico é uma alternativa segura e eficaz para o tratamento médico de controle de peso em pacientes não obesos com indicação apropriada de uso. Apresentação: Tema Livre 022 - GASTRECTOMIA SUBTOTAL RADICAL D2 POR LAPAROSCOPIA PARA CANCER GASTRICO PRECOZ LUIS CAMPANA OLAZABAL (HOSPITAL NACIONAL GUILLERMO ALMENARA); JHOSEPHINE PRISCILLA CAMPANA OLAZABAL (HOSPITAL NACIONAL GUILLERMO ALMENARA)

RESUMO SE PRESENTA VIDEO DE GASTRECTOMIA SUBTOTAL LAPAROSCOPICA PARA CANCER GASTRICO ESTADIO I . SE SIGUE LOS CRITERIOS DE TANIGAWA Y USHIRO. CIRUJANO ENTRE LAS PIERNAS TECNICA FRANCESA POSICION DE TROCARES. AL INGRESAR DENTRO DE LA CAVIDAD ABDOMINAL LUEGO DE


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EXPLORACION ABDOMINAL SE UBICA EL OMENTO MAYOR Y SE HACE OMENTECTOMIA PARCIAL POSTERIOR A ESTO SE UBICA GRUPO GANGLIONAR 6 EN LA CURVATURA MAYOR CON SECCION DE LA VENA GASTROEPIPLOICA Y ARTERIA GASTROEPIPLOICA CON CLIPS Y LIGASURE POSTERIOR A ESTO SE UBICA PILORICA SECCION DEL GRUPO GANGLIONAR 5 SE SIGUE DISECCION DEL GRUPO GANGLIONAR 12ª EL CUAL SE RETIRA ENFRASCO ,SECCION CON ENDOGIA 60 AZUL A 2 CM POR DEBAJO DEL PILORO , SE UBICA GRUPOS GANGLIONARES 8P , 8ª ,GRUPO 7 ARTERIA GASTRICA IZQUIERDA, SE SUELTA PARS FLACIDA DEL LIGAMENTO HEPATOGASTRICO HASTA LLEGAR AL GRUPO 1 Y 2 LUEGO SE LIBERA ESOFAGO Y ESTOMAGO LIBERANDOSE GRUPO3 DESPUES DE ESTO SE SECCIONA ESTOMAGO CON ENDOGIA 60DOS DISPAROS POR LO GENERAL EN ESTE MOMENTO SE EXTRAE PIEZA OPERATORIA POR OMBLIGO Y LUEGO SE CONTINUA CIRUGIA POR LAPAROSCOPIA SECCION DE YEYUNO A 40 CM DEL ANGULO DE TREITZ CON ENDOGIA 60 SE LLEVA ASA EFEFRENTE TRANSMESOCOLICA Y ANASOTOMOSIS AL ESTOMAGO GASTROYEYUNO CON ENDOGIA60, Y FINALMENTE ENTEROENTEROANASTOMOSIS ENTRE ASA AFERENTE Y EFERENTE. DRENAJE EN LECHOESPLENICO Y SE COLOCA SONDA NASOYEYUNAL. Apresentação: Tema Livre 023 - AVALIAÇÃO DO PAPEL DO JEJUNO EM 140 PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO II SUBMETIDOS Á DERIVAÇÃO BÍLEO-PANCREÁTICA (DUODENAL SWITCH E SCOPINARO), BYPASS EM Y DE ROUX E CIRURGIA REVISIONAL ANTELMO SASSO FIN (HOSPITAL SAO LUIZ); ROSANA BARROSO RANGEL (HOSPITAL SAO LUIZ)

RESUMO Objetivo: Avaliar o efeito da cirurgia de Derivação bíleo-pancreática a Scopinaro (DBP/ S), da Derivação bíleo-pancreática a Duodenal Switch (DBP/DS), da Gastroplastia em Y de Roux (GYR) e de GYR com Revisão cirúrgica (REOP), na taxa sérica de glicose nos pacientes obesos com diabetes mellitus (DM). Material e Métodos: Foram analisados 140 pacientes obesos com DM. Grupo A (DBP/S)-48 pacientes, Grupo B (BPD/DS)-42 pacientes, grupo C (GYR)-15 pacientes, Grupo D (REOP)-25 pacientes operados entre 01/2001 e 01/2009. O IMC variou: Grupo A de 29 a 51 Kg/m², Grupo B de 29 a 49 Kg/m², Grupo C de 32 a 44 Kg/m², Grupo D de 31 a 41 Kg/m². Resultados: A glicemia variou de 160 a 300mg% no pré-operatório, com média de 230mg%. A normalização foi: no Grupo A de 24 horas até 12 semanas, no grupo B de 4 a 18 semanas. Os grupos C e D não apresentaram normalização da glicemia em todos os pacientes. Conclusões: Houve controle em 100%do DM II nos pacientes submetidos a DBP/S e DBP/ DS que não pode ser explicada somente pela perda de peso. Nos pacientes do Grupo C e nos do grupo D houve melhora com eliminação do uso de insulina, mas estes não alcançaram controle da glicemia sem uso de medicamentos, sugerindo que o contato do alimento com o jejuno nas cirurgias bariátricas dificulta o controle do DM II. Apresentação: Tema Livre 024 - ANÁLISE RETROSPECTIVA PRÉ E PÓS-OPERATÓRIA DA GLICEMIA DE 42 PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO II SUBMETIDOS Á CIRURGIA PROINSULÍNICA ANTELMO SASSO FIN (HOSPITAL SAO LUIZ); ROSANA BARROSO RANGEL (HOSPITAL SAO LUIZ)

RESUMO Objetivo: Avaliar o efeito no Diabetes Mellitus tipo II (DM II) nos pacientes submetidos à cirurgia de Gastroplastia Horizontal com Derivação Bíleo-pancreática (CIRURGIA PROINSULÍNICA) em pacientes com IMC (índice de massa corpórea) menor que 35 Kg/m², no período de janeiro de 2001 à janeiro de 2010. Material e Métodos: Foram analisados 42 pacientes com DM II submetidos a intervenção cirúrgica para controle do DM II, sendo 16 masculinos e 26 femininos.A idade variou entre 26 a 58 anos. Os critérios de inclusão foram: glicemia maior que 160 mg%,uso de insulina subcutânea, IMC entre 28 e 35 e peptídeo C maior que 1,5 ng/ml.Os pacientes foram internados de véspera e a glicemia foi dosada no pré e pós-operatório.A cirurgia realizada deixou estomago com cerca de 15 cm na grande curvatura e cerca de 10 cm na pequena curvatura. A alça comum foi variável entre 100 cm e 150 cm, sendo o comprimento do intestino delgado da válvula ileocecal ao estomago de 3 metros. O estomago distal foi deixado fora do transito intestinal. Resultados: A glicemia variou de 160 a 680mg% no pré-operatório, com média de 230mg%. A normalização da glicemia ocorreu até 28 semanas do pós-operatório, 2 pacientes passaram a controlar a glicemia somente com hipoglicemiante oral.Todos os pacientes perderam peso (de 12 a 22 % do peso inicial) Conclusões: Houve controle em 100%do DM II nos pacientes submetidos à cirurgia pró-insulínica demonstrando que o procedimento tem aplicação para controle do DM II. Apresentação: Vídeo Livre 025 - LAPAROSCOPIC SLEEVE GASTRECTOMY JUVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL TRIÂNGULO MINEIRO - UBERABA-MG); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL TRIÂNGULO MINEIRO - UBERABA-MG); PAULO ANDERSON BERTOLUTTI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP); ANTÔNIO TALVANE DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP); EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL TRIÂNGULO MINEIRO UBERABA-MG); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS-SP)

RESUMO RESUMO - Laparoscopic sleeve gastrectomy is an emerging bariatric procedure. Its acceptance as an alternative surgical treatment for morbid obesity in the last years is due to the fact that is a rapid and less traumatic operation and thus far is showing good resolution of co-morbidities and good weight loss. This video demonstrates a case of laparoscopic sleeve gastrectomy for morbid obesity.The patient is in reverse steep Trendelenburg position, more than 30 degrees. With the aid of five abdominal trocars. We start with exploration of the stomach. This procedure consists in modification of the stomach in order to keep the antral pyloric system completely clear and normal and to have a gastric tube on the lesser curvature starting with the antrum in place and calibrate it until the angle of His. Conventionally we begin exactly at the level of the craw’s foot. I’m going to the greater curvature to find the place to start with the tubulization. The dissection on the greater curvature using the Harmonic ACE® device, very accurate and useful for this operation. We start dissection from the lower part to the higher part and can stay close to the stomach. Once the gastrolysis has begun, we move to the upper part of the stomach in order to free the region of the cardia. The phrenogastric fat is freed in order to ensure perfect visualization of the angle of His. The spleen then becomes very close. Hemostasis is performed carefully to avoid any bleeding of the omentum postoperatively. The inferior portion of the gastrolysis is the easiest part of the procedure. On the superior portion of the gastrolysis, the spleen will become very proximal once the short gastrics are


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divided. Dissection is continued meticulously in order to avoid any injury to a short gastric vessel as its hemostasis is difficult. A linear stapler Echelon is introduced through the right hypochondrium port. It will help with the division between the antrum and the fundus. The nasogastric tube is of removed from the stomach before the first division. A bougie is introduced into the stomach in order to calibrate the gastric tube. The division of the greater curvature can be completed. The retrogastric tunnel is controlled before each application of the stapler in order to keep as proximal as possible to the bougie. Once at the superior part of the stomach, the retrogastric tunnel is carefully dissected, and then divided. The last firing of the stapler must avoid any injury to the spleen. A running suture is done in order to bury the staple line to prevent any bleeding originating from it and exclude any fistula.The bougie can then be removed. Apresentação: Vídeo Livre 026 - LESÃO DA ARTÉRIA ESPLÊNICA DURANTE A GASTROPLASTIA VERTICAL VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULERVARD MEDICAL CENTER); L.C.D. ÊNIO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); C.N. LOURENÇO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); M.C. JOSEMBERG (BOULERVARD MEDICAL CENTER); E. LUIS. FERNANDO (BOULERVARD MEDICAL CENTER)

RESUMO OBJETIVO: Demonstrar através de um vídeo editado uma intercorrência cirúrgica grave (lesão da art. Esplênica), durante a gastroplastia vertical, e como solucionar. MÉTODOS: Tratava-se de uma paciente do sexo fem., 58a, IMC 43, hipertensa e com artropatias. Devido à idade e padrão alimentar, optou-se pela realização de um tubo gástrico, em comum acordo com a paciente. Durante a dissecção do ângulo de His, ocorreu secção completa, inadvertida da art.esplênica, devido a uma alteração anatômica. Entretanto, o sangramento não manifestou-se de imediato, ocorrendo apenas durante a fase de grampeamento, cerca de 15min após, de forma vultuosa. Conseguiu-se a hemostasia, após sangramento moderado, através de clipagem. Procedeu-se a gastroplastia tubular e realizou-se a esplenectomia adicionalmente. O procedimento foi concluído por vídeo e a paciente teve uma evolução satisfatória. CONCLUSÃO: Diversas são as situações com as quais o cirurgião deve estar preparado para enfrentar durante um procedimento. A lesão do art. esplênica é uma intercorrência grave, que pode demandar conversão cirúrgica, e ter até mesmo um desfecho fatal. O tratamento por vídeo é possível, mas chamamos a atenção para a atenção com possíveis alterações anatômicas, para que se evite situações de tal gravidade. Apresentação: Vídeo Livre 027 - RETIRADA LAPAROSCÓPICA TRANSGÁSTRICA DE BANDA GÁSTRICA NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS)

RESUMO A banda gástrica ajustável tem sido amplamente empregada como uma das modalidades cirúrgicas para o tratamento da obesidade mórbida. Uma das suas complicações entretanto é a sua migração para o interior do estômago, determinando que a banda deva ser removida. A retirada por endoscopia tem sido relatada por alguns autores, mas a técnica é de difícil execução, precisa de material específico para esse fim e, por vezes, culmina com

insucesso. Apresentamos um filme com técnica de retirada de banda gástrica por laparosopia, adotando uma abordagem transgástrica, após tentativas frustradas de retirada por endoscopia. Esta técnica traz como vantagem o fato de não exigir ampla e trabalhosa dissecção e não provocando o desbloqueio da área erodida, diminuindo o risco de fístula. Apresentação: Vídeo Livre 028 - PADRONIZAÇÃO TÉCNICA DA GASTROPLASTIA TUBULAR VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULERVARD MEDICAL CENTER); L.D.C. ÊNIO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); C.N. LOURENÇO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); M.C. JOSEMBERG (BOULERVARD MEDICAL CENTER); E. LUIS. FERNANDO (BOULERVARD MEDICAL CENTER)

RESUMO OBJETIVO: Demonstrar através de vídeo editado a padronização técnica, com detalhamento de algumas manobras que levam à diminuição de fístulas na gastroplastia tubular. MÉTODOS: Após aprimoramento técnico na gastroplastia vertical, adquirida com a experiência e observação, notamos que com algumas medidas táticas e técnicas, conseguimos reduzir o número de complicações, mais especificamente de fístulas. A ocorrência de fístulas nesta técnica não é tão freqüente, entretanto, muito difícil de tratar. A adoção de algumas medidas técnicas e táticas reduz esta ocorrência e obtivemos uma seqüência de 120 casos sem fístulas. CONCLUSÕES: A gastroplastia vertical é um procedimento seguro e efetivo, quando bem indicado. As fístulas, entretanto, são graves. Algumas medidas podem tornar o procedimento mais seguro. Apresentação: Vídeo Livre 029 - BYPASS VIDEOLAPAROSCÓPICO EM PACIENTE COM ESOFAGITE DE REFLUXO, BARRETT E VOLUMOSA HÉRNIA HIATAL RECIDIVADA NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS)

RESUMO Paciente do sexo masculino de 26 anos de idade que fora submetido a cirurgia de hérnia de hiato por apresentar esofagite de refluxo e Barrett circular extenso em nosso serviço 5 anos antes quando apresentava IMC de 33 kg/m2. Evoluiu com o ganho de 30 quilos de peso (IMC 44 kg/m2), recidiva da doença do refluxo e volumosa hérnia do hiato. O vídeo demonstra o tratamento cirúrgico com sucesso por meio da técnica de redução gástrica e derivação gastro-intestinal, após redução completa da hérnia associada à hiatoplastia bem como desfeita a fundoplicatura. Paciente apresenta hoje IMC 25kg/m2 e sucesso no tratamento da doença do refluxo com 2 anos de seguimento clínico/endoscópico. Apresentação: Vídeo Livre 030 - PADRONIZAÇÃO TÉCNICA DO BYPASS GÁSTRICO APÓS 500 CASOS SEM FÍSTULAS VICTOR RAMOS MUSSA DIB (BOULERVARD MEDICAL CENTER); L.D.C. ÊNIO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); C.N. LOURENÇO (BOULERVARD MEDICAL CENTER); M.C. JOSEMBERG (BOULERVARD MEDICAL CENTER); E. LUIS. FERNANDO (BOULERVARD MEDICAL CENTER)


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RESUMO OBJETIVO: Demonstrar através de vídeo editado a padronização técnica, com detalhamento de manobras que levam a diminuição de fístulas no bypass gástrico. MÉTODOS: Após aprimoramento técnico no bypass gástrico, adquirido com a experiência e observação, percebemos que, com algumas medidas táticas e técnicas, conseguimos reduzir o número de complicações, mais especificamente de fístulas. Desta forma, após uma seqüência de 500 casos sem ocorrência de fístulas, padronizamos a execução do bypass gástrico, chamando a atenção para alguns detalhes técnicos e táticos que certamente contribuíram para estes resultados. CONCLUSÕES: O bypass gástrico é um procedimento consagrado e seguro, entretanto, podemos reduzir o índice de fístulas com algumas táticas e técnicas. Apresentação: Vídeo Livre 031 - CIRURGIA DUODENAL SWITCH COM RESSECCAO DOS LIGAMENTOS REDONDO E FALCIFORME ANTELMO SASSO FIN (HOSPITAL SAO LUIZ); ROSANA BARROSO RANGEL (HOSPITAL SAO LUIZ); ANTONIO GOMES LEMOS (HOSPITAL SAO LUIZ)

infecções de parede, deiscências de sutura, eviscerações, eventrações e grandes hematomas. Os benefícios da cirurgia minimamente invasiva são inquestionáveis, porém há de se lembrar, que os procedimentos videolaparoscópicos não são isentos de complicações. Algumas, todavia, podem ser evitadas. Este vídeo tem por objetivo demonstrar que o fechamento da parede abdominal é capaz de evitar complicações como a irritação peritoneal, hematomas e a conseqüente dor causada pelo sangramento pós-operatório e hérnias da parede abdominal. Apresentação: Vídeo Livre 033 - TRATAMENTO DA FISTULA DO ANGULO DE HISS POS SLEEVE GASTRECTOMY ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); MARCO A. DE GEORGE (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); MARLON RANGEL (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR)

RESUMO RESUMO O vídeo demonstra a padronização da técnica cirúrgica da operação duodenal switch incluindo a ressecao dos ligamentos redondo e falciforme. A cirurgia é iniciada com o cirurgião entre as pernas do paciente que fica em posição de cefaloclive cerca de 30graus. São passados 4 trocaters dispostos em losângulo, sendo a extremidade superior o trocater localizado ao nível do apêndice xifóide, o quinto trocater é passado na região paraumbilical direita. A grande curvatura gástrica é liberada a partir da transição antro/corpo gástrico, até ao nível do ângulo de Hiss. O ligamento redondo e o falciforme são liberados e seccionados para garantir um campo cirúrgico amplo. A liberação da grande curvatura do antro gástrico e de cerca de 3 cm do duodeno é seguida de secção do duodeno neste nível.Um tubo orogástrico número 32 é introduzido até ao nível do antro gástrico para guiar a secção do estômago até ao nível do ângulo de Hiss (gastrectomia vertical). O cirurgião muda para o lado esquerdo do paciente, a alça comum é medida a partir da válvula ileocecal e a alça alimentar é medida e seccionada a 200 cm do local da entero-entero anastomose. A reconstrução do trânsito intestinal é feita em Y de Roux com alça comum de 75 a 100 cm com anastomose manual e pré-cólica. Realiza-se o teste com azul de metileno. A anastomose entero-entérica é feita manualmente no local pré determinado, a janela mesentérica é fechada. O estômago é retirado pela janela do hipocôndrio esquerdo. Um dreno de penrose é deixado junto ao grampeamento do estômago. Apresentação: Vídeo Livre 032 - FECHAMENTO DOS PORTAIS DE 12 MM EM LAPAROSCOPIA ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JR. (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANIBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); DANILO P. NETTO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR)

RESUMO Com o advento da cirurgia videolaparoscópica a agressão aos tecidos diminuiu consideravelmente, reduzindo a incidência de

INTRODUÇÃO: A Gastrectomia vertical ( Sleeve gastrectomy) foi inicialmente descrito por Hess e Marceau durante o Switch Duodenal e de forma isolada por Johnston em 1993. Esta técnica restritiva têm aos poucos substituído a banda gástrica não só pela boa perda do excesso de peso como também pela possibilidade de haver um segundo tempo nos pacientes mais graves. No entanto tal cirurgia apresenta como complicação a temida fistula do ângulo de Hiss, que é de dificil manejo pelas técnicas convencionais. Este vídeo mostra o tratamento laparoscópico da fistula do ângulo de Hiss em pacientede 33 anos após Sleeve gastrectomy através de uma esôfago-gastro anastomose em yde-Roux. Apresentação: Vídeo Livre 034 - GASTROPLASTIA REDUTORA Y-DE-ROUX EM PCTES COM NISSEN PREVIA ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR)

RESUMO O índice de falha da fundoplicatura para o tratamento do refluxo gastro-esofágico pode chegar a alarmantes 20% nos pacientes obesos mórbidos. A conversão destes pacientes para gastroplastia redutora em y-de-Roux é um procedimento que pode ser realizado em equipes treinadas; Neste video mostraremos a gastroplastia redutora em y-de-Roux em pacientes com Nissen previa. Apresentação: Vídeo Livre 035 - METODIZAÇÃO DA GASTROPLASTIA DE CAPELLA POR VIDEO-LAPAROSCOPIA


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LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ)

RESUMO 1. INTRODUÇÃO - A curva de adaptação na cirurgia laparoscópica avançada demanda tempo, treinamento, material, instrumental e aparelhagem adequados, volume de porcedimentos, intervalo de tempo pequeno entre dois procedimentos e principalmente harmonia da equipe operatória (cirurgião, câmera, auxiliar, instrumentadora e anestesiologistas) e metodização dos tempos operatórios. 2. OBJETIVO - mostrar que de um longo tempo operatório, na fase de adaptação (de 8 a 6 horas de operação), passase a realizar um bypass gástrico laparoscópico em 90 min (mais ou menos 30minutos), quando se supera todas as fases e metodiza-se as etapas operatórias, em especial as endo-suturas e endo-anastomoses. 3. PACIENTES E MÉTODO - Foram operados 1.804 pacientes, sendo 1.040 por via aberta e 756 por via laparoscópica. A posição do paciente é em decúbito dorsal, com inclinação de 30 graus e discretamente lateralizado para a direita, set de videolaparoscopia a esquerda, cirurgião e câmara a direita e auxiliar e instrumentadora a esquerda. Cinco portais: 4 de 5mm - câmara (1), auxiliar (2), mão esquerda do cirurgião e afastador maleável do fígado (1) e 1 portal de 12mm para o grampeador endoscópico. Dissector articulado (gold finger), porta agulha e contra-porta agulha e demais instrumentos básicos, Confecção do tubo gastrico com grampeador linear cortante, sobre-sutura, gastroenteroanastomose mecânica, enterotomia, enteroenteroanastomose laterolateral, com fechamento das brechas anastomóticas em plano único, fechamento das brechas jejunojejunal e jejunocolica (de Petersen) com fio inabsorvível, teste de segurança das anastomoses com azul de metiileno. revisão da hemostasia e síntese dos portais. RESULTADOS - Uma conversão por rotação na ascenção da alça jejunal (0,13%) uma relaparoscopia por sangramento de entero-enteroanastomose (0,13%, uma relaparoscopia porfístula da bolsa gástrica na transição das linhas de grampo (0,13%), um tromboembolismo (com êxito letal) - 0,13%. 4.CONCLUSÃO - A morbimortalidade da via laparoscópica é relativamente baixa, e a metodização diminuindo o cut-point cirúrgico melhora os resultados, quando comparada com a via laparotômica. Apresentação: Vídeo Livre 036 - CORREÇÃO DE HÉRNIA INTERNA PÓS-BYPASS GÁSTRICO - METODIZAÇÃO E PREVENÇÃO LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ)

RESUMO 1.INTRODUÇÃO: A hérnia interna pode acontecer em três possibilidades de falhas anatômicas criadas com o procedimento de ascensão das alça alimentar: a. No espaço mesocólico transverso na ascensão retrocólica. b. No espaço de Pettersen, entre o mesocólon e o mesentério, na ascensão pré-cólica. c. No espaço mesentérico após a jejuno-jejuno-anastomose. O quadro clínico é de dor em cólica tardia após a alimentação, que regride esponta-

neamente ou com analgesia, raramente encarcera ou estrangula e o diagnóstico é de exclusão, após endoscopia digestiva alta, trânsito intestinal contrastado, por vez, através de laparoscopia diagnóstico-terapêutica. 3. PACIENTES E MÉTODO -CASUÍSTA: Foram estudados 6 pacientes operados previamente de gastroplastia de Capella, sendo cinco por laparoscopia, um por laparotomia, de ambos os sexos, com 6m, 12m, 14m e 30m pósoperatórios. Quarto por via laparoscópica tiveram suas herniações no espaço de Pettersen e um caso de via aberta e outro por via laparoscópica tiveram suas herniações pela espaço jejuno-jejunal. Abordagem com cinco portais (central, FID e FIE, FD e FE). Início da exploração pelo íleo distal, com passada de alça em busca do jejuno proximal. Desencarceramento das alças herniadas. Fechamento das brechas com fio inabsorvível de seda 2.0. RESULTADOS: Alta hospitalar sem complicações clínico-cirúrgicas no 2º. PO. Melhora do quadro clínico. 4.CONCLUSÃO: A exploração para desencarcerar as hérnias internas é mais efetiva começando pelo íleo distal. A prevenção das hérnias internas e suas complicações se devem através do fechamento de rotina dos espaços jejuno-jejunal e jejuno-cólico, de preferência com fios inabsorvíveis e em eventuais reoperaçoes com colecistectomias pós-gastroplastias. Apresentação: Vídeo Livre 037 - ESTUDO COMPARATIVO DA GASTROENTEROANASTOMOSE GASTROJEJUNAL MECÂNICA VERSUS MANUAL EM BYPASS GÁSTRICO LAPAROSCÓPICO LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ)

RESUMO INTRODUÇÃO: As anastomoses gastro-jejunais podem ser confeccionadas mecânica e manualmente, diferindo no tempo, habilidade e experiência do cirurgião e devem mostrar eficácia e segurança semelhantes. CASUÍSTICA: Foram estudados 40 pacientes de ambos os sexos (26 mulheres e 14 homens), com obesidade tipo II e tipo III, idade média de 39 anos, peso médio de 119kg e Índice de Massa Corporal (IMC) médio de 44,45 kg/m². MÉTODO: Estudo, randomizado, prospectivo, em by-pass laparoscópico, interessando o tempo médio (Tm) de confecção das anastomoses, o custo final do internamento e complicações peri-operatórias. Anastomose mecânica (Amec) utilizando grampeador, articulado, carga branca e caprofil 3.0 (Ethicon) em plano único, sutura contínua, no fechamento do orifício de entrada do grampeador. Anastomose manual (Aman), posterior em dois planos, e plano único anterior, sutura contínua. RESULTADOS: O Tm da anastomose manual foi de 36 min, o Tm da anastomose mecânica foi de 14min. O custo médio hospitalar variou de acordo com o número de recargas de grampo. No Bypass manual (5) = R$8.524,42; no Bypass mecânico (6) = R$9.767,59; Capella manual (6) =R$11.210,67 e Capella mecânico (7) = R$11.649,13. CONCLUSÃO: A confecção da Aman teve Tm de 22 min maior que a Amec. O tempo menor beneficia ao paciente, consome menos anestésico, diminui o risco de tromboembolismo e atelectasia. É mais ergonômica para a equipe cirúrgica, com honorários iguais. Apesar do custo hospitalar maior da Amec (média = R$847,65, referente a recarga a mais de grampo) diminuiu a taxa de operação (aparelhos, consumo de oxigênio, energia, medicamentos), disponibilizou a sala de operação para outros procedimentos. Não houve complicações peri-operatórias.


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Apresentação: Vídeo Livre 038 - CONVERSÃO DO BYPASS GASTRICO EM SLEEVE GASTRECTOMY

DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO DA SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS)

RESUMO ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); MARCO A. DE GEORGE (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); MARLON RANGEL (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); WILSON ERZINGER (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR)

RESUMO Neste vídeo apresentamos o caso de uma paciente pós operatório tardio de by pass gástrico com estenose intratável da gastroenteroanastomose . Após inúmeras dilatações endoscópicas, a paciente evoluiu com perfuração da GEA cujo manejo foi conservador. Com a estabilização do quadro clínico a paciente foi então submetida a ressecção da área de fibrose da GEA bem como da alça alimentar e pouch gástrico; esôfagogastroanastomose seguida de de gastrectomia vertical e reconstrução do transito intestinal . A paciente continua em acompanhamento ambulatorial sem disfagia além de boa manutenção da perda do excesso de peso. Apresentação: Vídeo Livre 039 - SLEEVE GASTRECTOMY PARA PACIENTES SUPER SUPER OBESOS ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR)

INTRODUÇÃO: Dentre o desenvolvimento dos procedimentos minimamente invasivos, o balão intragástrico de silicone tem sido uma alternativa não-cirúrgica temporária que é capaz de promover perda ponderal em pacientes obesos através do preenchimento parcial da cavidade gástrica promovendo saciedade precoce. Recentemente, um novo procedimento com aperfeiçoamentos nas técnicas de colocação e remoção, incluindo um novo dispositivo conhecido como Balão Intragástrico SILIMED (BIS) o qual foi demonstrou resultados promissores em estudos preliminares em grupos compostos principalmente por pacientes obesos e com sobrepeso. OBJETIVO: Demonstrar uma nova técnica de colocação e remoção mais rápida, mais segura e mais barata do que os procedimentos já estabelecidos em pacientes obesos e com sobre peso. TÉCNICA: Antes da colocação do Balão Intragástrico de Silicone (BIS), o paciente deve ser submetido a exame: médico completo, da dieta, dos exercícios físicos e do perfil psicológico. Também deve ser submetido a exames complementares (endoscopia digestiva alta) para a avaliação geral de sua saúde e das condições do seu estômago. Deve-se fazer jejum de 12 horas antes da colocação do BIS. A sedação ou anestesia geral deve ser realizada e monitorada por anestesiologista durante todo o procedimento. Durante a colocação do BIS, o paciente deve ser submetido à monitoração cardíaca e respiratória. Realização de exame endoscópico para detectar alguma contra-indicação momentos antes do procedimento de colocação do BIS. Introdução do BIS por via oral, até o seu posicionamento na cavidade gástrica. Segue-se, então, uma nova colocação do endoscópio, para a visualização do posicionamento do BIS e o enchimento do BIS com cerca de 450 a 700 ml de uma solução composta de solução salina estéril e azul de metileno. Após o enchimento, ocorre a remoção do tubo ao qual está conectado o envoltório; a válvula do BIS se fecha com a retirada do tubo. Após a colocação do BIS, o paciente deve ficar em observação por, pelo menos, duas horas. CONCLUSÃO: A utilização desta técnica aperfeiçoou a colocação e a remoção do balão gástrico, tornando-a mais rápida, segura e com custos reduzidos.

RESUMO Apresentação: Vídeo Livre A perda ponderal nos pacientes superobesos (IMC > 50) geralmente falha em se tratando de cirurgias restritivas, inclusive naqueles pacientes submetidos ao bypass gastrojejunal em Y-deRoux. No entanto, a Gastrectomia Vertical (SLEEVE) tem se mostrado uma técnica segura como primeira etapa da duodenal switch, principalmente naqueles pacientes com comorbidades. Neste video mostraremos a padronização da gastrectomia vertical (Sleeve), primeira etapa de pacientes submetidos a duodenal switch. Apresentação: Vídeo Livre 040 - BALÕES INTRAGÁSTRICOS – UMA TÉCNICA MAIS SEGURA, RÁPIDA E ECONÔMICA PARA OS PROCEDIMENTOS DE COLOCAÇÃO E REMOÇÃO

041 - FUNDOPLICATURA A NISSEN COM COLOCAÇÃO DE BANDA GÁSTRICA: DOIS PROCEDIMENTOS EM UMA ÚNICA CIRURGIA PARA O TRATAMENTO DA OBESIDADE E DA DOENÇA DO REFLUXO SEVERA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO)

RESUMO GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE

OBJETIVO: Demonstrar dois procedimentos em conjunto durante uma única cirurgia: banda laparoscópica ajustável e fundoplicatura a Nissen, objetivando uma perda de peso menos agressiva e correção anti-refluxo ao mesmo tempo no mesmo paciente. MÉTODOS: Relatório e registro em vídeo de colocação de banda gástrica por via laparoscópica seguida de fundoplicatura a Nissen. RESULTADOS: Dois pacientes com índice de massa corporal acima de 40kg/m² e com uma grave doença do refluxo foram seleci-


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onados para o tratamento cirúrgico. Na Fundoplicatura laparoscópica a Nissen, é realizada classicamente cobertura do esôfago distal e estômago proximal. Por intermédio do mesmo espaço da abertura retrogástrica, além da fundoplicatura, a banda ajustável é puxada através do túnel e um estômago suficiente entre a fundoplicatura e a banda permite a criação de um reservatório de 30ml. A alta hospitalar foi após uma noite. O paciente teve a perda de peso padrão com o uso da bandagem gástrica ajustável e melhorou dos sintomas da doença do refluxo grave. CONCLUSÃO: Banda gástrica laparoscópica com Fundoplicatura de Nissen mostrou ser executável e eficaz nos dois casos. Contudo, ainda são necessárias mais contribuições com mais pacientes de forma a concretizar esses benefícios.

Área CIRURGIA COLOPROCTOLÓGICA Apresentação: Poster 042 - CIERRE DE FISTULA COLO-VESICAL Y COLOVAGINAL POR LAPAROSCOPIA PABLO ESQUIVEL PEDRAZA (STAR MEDICA); DAVID BERRONES GARDUZA (STAR MEDICA); MANUEL MARQUINA SANCHEZ (CMQ); EDUARDO ALVAREZ DEL CASTILLO (CMQ)

RESUMO Ojetivo: Presentar dos casos de cierre de fistula de colon, uno a vejiga y otro a vagina. Los dos casos debido a enfermedad diverticular. Presentar los antecedentes, la técnica laparoscópica emplead, su factibilidad y apoyar la propuesa de ser la mejor via de abordaje para aender este tipo de patologías. Material y métodos: Caso 1. se trata de paciente masculino de 48 años de edad, sin antecedentes patológicos de importancia, con cuadro de diverticulitis previo y se presenta con disuria, neumaturia y escasa fecaluria. Los estudios paraclínicos demostraron diverticulosis, fístula colo-vesical. Se realiza limpieza preoperatoria del colon, se realiza resección laparoscópica de sigmoides, parte de colon descendente, cierre de orificio fistulosos vesical, y anastomosis con engrapadora circular. Drenaje blando. ayuno por 36 hrs y dieta líquida por una semana. Egreso hospitaalrio al 3er día postoperatorio. Sonda vesical por una semana. Caso 2. Femenina de 43 años, una año antes histerectomia total abdominal por miomatoris. Acude por salida de material fecal y gases por vagina. Los paraclínicos revelan enferemedad diverticular, fistula de sigmoides a vagina. Se realiza preparación y mismos tiempos operatorios que el caso anterior, salvo drenaje tipo cerrado. Manejo de ayuno, dieta y egreso que el caso anterior. Resultados. La cirugía laparoscópica se realizó sin complicaciones, bajo anestesia general, tiempo operatorio de 60 minutos para el primer caso y 90 minutos para el segundo. Ausencia de íleo prolongado, físutla, o morbilidad local o sitémica en ambos casos. Discusión: Con el presente caso demostramos la factibilidad del uso de laparoscopía para resolver estos casos en un solo tiempo y con un grupo entrenado la morbilidad debe ser baja. Apresentação: Poster 043 - MUCOCELE DE APÊNDICE POR CISTOADENOCARCINOMA MUCINOSO: ILEOCOLECTOMIA LAPAROSCÓPICA (UMA OPÇÃO TERAPÊUTICA) GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL PASTEUR); FERNANDO DE BARROS (HOSPITAL PASTEUR); CONRADO DE SOUZA GAIA (HOSPI-

TAL PASTEUR); VINICIUS CRUZ (HOSPITAL PASTEUR); SIDNEY GONÇALVES (HOSPITAL PASTEUR); BERNARDO AUGUSTO ALVES DA MOTTA MENESES (HOSPITAL PASTEUR); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL PASTEUR)

RESUMO Objetivos Relatar caso de uma paciente submetida a ileocolectomia laparoscópica por massa em região de apêndice (cistoadenocarcinoma mucinoso) Relato de Caso: Paciente do sexo feminino, 54 anos, branca, casada, natural do Rio de Janeiro (RJ), que ao ser investigada rotineiramente por colonoscopia, apresentou abaulamento no ceco. Realizou TC de abdome verificando se tratar de um tumor cisto sólido de apêndice. A paciente foi submetida a uma laparoscopia, já com a intenção de ser submetida a uma ileocolectomia laparoscópica. A cirurgia transcorreu sem qualquer problema. A paciente foi de alta hospitalar em 96h. Discussão: A mucocele do apêndice é caracterizada por acumulo de material mucinoso no seu interior quando a parte proximal do lumem obstrui de forma lenta. Basicamente existe quatro causas: Cistoadenocarcinoma mucinoso, Cistoadenoma mucinoso, metaplasia mucinosa e estrangulamento fibroso. O caso apresentado é de um cistoadenocarcinoma mucinoso, raro tumor, maligno, observado em menos de 0,3% das apendicectomias. Seu diagnostico é dado pela histopatologia. Seu tratamento é dado pela Ileocolectomia, já na doença benigna é pela apendicectomia. Dentro das complicações a mais temida é a ruptura da mucocele, seja ela benigna ou maligna. A ruptura pode desencadear a ascite mucinosa (benigna) ou pseudomixoma peritoneal (maligna). Conclusão: A mucocele de apêndice é uma entidade rara e geralmente de difícil diagnóstico, que deve ter a sua causa pesquisada e tratada. E afirmar que o tratamento laparoscópico pode ser feito sem qualquer problema, desde que em mãos hábeis. Com a apresentação deste trabalho, esperamos estar contribuindo para a divulgação e melhor compreensão do tratamento dessa patologia. Apresentação: Poster 044 - COLECTOMIA A HARTMANN POR VIDEOLAPAROSCOPIA NO TRATAMENTO DA DIVERTICULITE AGUDA COMPLICADA - UMA OPÇÃO VIÁVEL E SEGURA FERNANDO BARROS (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL SÃO LUCAS); BRUNA TRINDADE FONTES (HOSPITAL SÃO LUCAS); CONRADO GAIA (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME FARIA (HOSPITAL SÃO LUCAS); ELAINE VIEIRA (HOSPITAL SÃO LUCAS)

RESUMO A abordagem laparoscópica na diverticulite aguda complicada tem sido descrita como uma opção de tratamento inicial para lavagem seguida de drenagem da cavidade. Por um outro lado, a maioria dos autores na literatura atual ainda concordam que a cirurgia de Hartmann é o procedimento mais adequado para tal tratamento. Objetivo: Relatar a nossa experiência inicial na colectomia por video com reconstrução de Hartmann. Pacientes e Métodos: Revisamos 10 pacientes entre dezembro de 2006 e Julho de 2009 com diverticulite aguda tipo III e IV de Hinchey confirmado pela tomografia computadorizada e operados por videolaparoscopia pela cirurgia de Hartmann. Os pacientes que foram operados devido a outras causas, como por exemplo câncer, foram excluídos. Resultados: A idade média da amostra foi de 58,3 anos, dois homens e oito mulheres com uma proporção de 1:4. O tempo médio de cirurgia foi de 150 minutos, com um intervalo de 120 a 180 minutos. Não tivemos nenhum sangramento no intraoperatorio e nem conversão de nenhuma cirurgia. Todos os pacientes foram de alta no quarto dia de pós-operatório. Oito pacientes foram


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submetidos à reconstrução do trânsito até o término dessa pesquisa (dentro de um período de 4 meses) Conclusões: A nossa experiência inicial com a cirurgia de Hartmann por video para o tratamento da diverticulite aguda complicada teve um resultado satisfatório nessa amostra. Apresentação: Poster 045 - ESOFAGOGASTRECTOMIA RADICAL E ESOFAGOCOLOPLASTIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA RELATO DE CASOS VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); GILBERTO FAVA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ARMANDO MELANI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); SÁVIO COSTA DE PAULA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII)

tração cervical do esôfago previamente dissecado deve-se acompanhar a passagem do cólon para o mediastino. Posicionase a sonda gástrica no cólon agora transtorácico e jejunostomia. Empregamos drenagem cervical e abdominal. Outro fato importante é que a anastomose esofagocólon deve permanecer na região cervical, que é de pressão positiva, evitando com isso o refluxo de líquido enterico para o interior do esôfago com conseqüente esofagite e em caso de fístula evitar mediastinite. Estas podem ocorrerem quando a anastomose fica em situação intratorácica. Não drenamos o tórax rotineiramente, com controle no pós-operatório imediato na sala de cirurgia. Os pacientes tiveram boa recuperação, com alta da UTI precocemente e em média alta hospitalar no oitavo pós-operatório. CONCLUSÃO: Os resultados observados na esofagogastrectomia e esofagocoloplastia laparoscópica para o tratamento da neoplasia da TEG foram satisfatórios. A linfadenectomia, com número de linfonodos dissecados semelhantes a técnica convencional. Sendo a técnica segura e traz excelentes resultados pós-operatórios. Apresentação: Poster

RESUMO OBJETIVO: Apresentar três casos submetidos a uma esofagogastrectomia para o tratamento da neoplasia da transição esofagogástrica através do acesso laparoscópico e transmediastinal e ressecção do estômago com linfadenectomia a D2 e com reconstrução com cólon transverso e recontrução do transito íleo terninal com cólon descendente por videolaparoscopia e cervicotomia esquerda para confecção da anastomose esôfagocolon. MATERIAL E MÉTODOS: Apresentação de três casos com neoplasia da transição esofagogástrica ao qual foram submetidos a uma esofagogastrectomia por laparoscopia com reconstrução com o cólon para substituição do estômago e o esôfago. Com o pneumoperitôneo de 12 mmHg inicia-se o procedimento que consiste na abertura da membrana frenoesofágica e do omento maior, dando acesso ao ramo direito do pilar direito do diafragma, a partir deste ponto libera-se o tecido peri-esofagiano ao redor do esôfago terminal, isolando-se o esôfago com dissecção da transição esofago-gástrica reparando o esôfago abdominal com dreno de penrose ou com afastador flexível (endoflex). Nesta mesma apresentação realiza-se a linfadenectomia do tronco celíaco. Neste momento prossegue-se a dissecção sob visão direta do corpo do esôfago com identificação das pleuras, do pericárdio, da veia ázigos e dos troncos vogais em toda extensão torácica. A hemostasia é realizada com cauterização monopolar e/ou clipagem dos ramos esofageanos maiores ou preferencialmente com o emprego do bisturi ultra sônico (Harmonic ACE). Para melhor acesso ao mediastino no tempo cirúrgico da dissecção do esôfago torácico praticamos transecção mediana do diafragma e posicionamos a mesa cirúrgica em Trendelemburg como na abordagem cervical abdominal em cirurgia aberta. Após completada a dissecção do esôfago abdominal e torácico inicia-se o preparo do estômago com epiplectomia. Pode-se empregar o eletrocautério monopolar ou bipolar ou, preferencialmente, o Harmonic ACE ou LigaSure Atlas para secção dos vasos curtos, e do epiplon gastrocólico. Para ligadura da artéria e veia gastroepiplóica e da artéria e veia gástrica esquerda utiliza-se clipagem dupla. A retirada da peça cirúrgica via por pequena laparotomia supraumbilical de 8 a 10 cm .O preparo colónico é totalmente por videolaparoscopia, iniciando a mobiliza-lo no ângulo esplênico até o reto alto, e completa a dessecção do colón ascendente até visualizar o duodeno. Pratica-se por meio da cervicotomia esquerda a dissecção do esôfago cervical. Por tração delicada da peça cirúrgica, exterioriza-se o cólon, após o preparo e a escolha da arcada com melhor vascularização para que o cólon, a qual realizara a reconstrução do trânsito intestinal passando o cólon trasmediastinal, efetua-se a anastomose do cólon com esôfago cervical com grampeador circular 25. Durante a

046 - PATOLOGÍA DIVERTICULAR DEL APÉNDICE CECAL: PRESENTACIÓN DE UN CASO Y REVISIÓN DE LA LITERATURA VLADIMIR ARTEAGA PERALTA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); JOSÉ EDECIO QUIÑONES S. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); FARAH ADEL A. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); ANDREE WOLFGANG KUHNHARDT B. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); ROBERTO DE LA PLAZA LL. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); JOSÉ MANUEL RAMIA A. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA); JORGE GARCIA- PARREÑO J. (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE GUADALAJARA. ESPAÑA)

RESUMO Introducción: La incidencia de diverticulitis apendiculares (DA) es del 0,004% a 2,1% en las diferentes series. Los divertículos pueden ser causantes del proceso inflamatorio y en ocasiones son hallazgos no relacionados directamente con el cuadro apendicular agudo. La clínica de la diverticulitis apendicular es en la práctica indistinguible de una apendicitis aguda. Se presenta una revisión de la literatura e iconografía de un paciente con diverticulitis apendicular intervenido por vía laparoscópica por sospecha de apendicitis aguda. Caso: Paciente varón de 37 años, sin antecedentes de interés, que refiere dolor abdominal en epigastrio de inicio insidioso y progresivo, sin irradiación, de 16 horas de evolución. Se asocia a náuseas y vómitos, con malestar general y distermia. Describe dolor selectivo en fosa iliaca derecha (FID). En la exploración física presenta: temperatura de 37.8 Cº, tensión arterial: 130/ 80 mmHg, frecuencia cardiaca: 90 lpm. Abdomen: blando, depresible, dolor y defensa en FID e hipogastrio con signos de irritación peritoneal. La analítica presentó 15,490/&#956;l, neutrófilos 46.8%, proteína C reactiva 15.8, resto de parámetros sin alteraciones. La ecografía abdominal (ECO) identifica una estructura tubular engrosada que se dirige hacia el hipogastrio donde pierde la morfología normal en múltiples capas que termina en fondo de saco ciego y se observa una pequeña colección de líquido en vecindad de 9 mm, se aprecia una pequeña cantidad de líquido libre entre asas. Los hallazgos sugieren apendicitis aguda. Se decide apendicectomía laparoscópica. Inserción de 3 trócares (supraumbilical 11mm, hipogástrico 5mm, fosa ilíaca izquierda 12mm). Observamos apéndice flemonoso con divertículos con aspecto inflamatorio en tercio medio con escaso líquido libre en pelvis. Se realiza apendicectomía reglada mediante endogia 45 mm – 3.5. La


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anatomía patológica describe dilataciones diverticulares en el borde antimesentérico de 5 y 3 mm de diámetro con acúmulo de material mucoso y presencia en las capas musculares de frecuentes células inflamatorias agudas, compatible con diverticulitis apendicular. El paciente es dado de alta al segundo día postoperatorio en buen estado clínico y analítico. Conclusión: La DA es más frecuente en la cuarta década de la vida, por lo que la presentación en pacientes jóvenes es inusual. Se consideran como otros factores de riesgo el sexo masculino y la fibrosis qu&#305;ística. Los divertículos sintomáticos son clásicamente adquiridos por pulsión y se localizan en el borde mesentérico del apéndice, por lo que el hallazgo de divertículos en borde antimesentérico es infrecuente. En la DA es esencial el diagnóstico diferencial con la apendicitis aguda, de dolor más agudo y menos prolongado. La perforación apendicular es 4 veces más frecuente en la DA que en la apendicitis aguda y multiplica por 30 la mortalidad. La ECO, la tomografía computarizada y la resonancia magnética abdominal son inespecíficas para el diagnóstico de DA. El tratamiento de elección es la apendicectomía en aquellos casos sintomáticos. En pacientes asintomáticos, con diagnóstico casual de DA mediante una prueba de imagen, algunos autores recomiendan la apendicectomía, debido a que las dos terceras partes de ellos van a presentar un episodio de inflamación y cerca del 50% presentará una perforación apendicular, aunque otros autores dudan del beneficio de una apendicectomía profiláctica, por lo que debe individualizarse la indicación según riesgobeneficio. Apresentação: Poster 047 - RETOSSIGMOIDECTOMIA SEM A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS VIDEOLAPAROSCÓPICOS DESCARTÁVEIS LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); PAOLO LADEIA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); MARCUS VINICIUS XAVIER (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); BRUNO ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI)

RESUMO OBJETIVO: Demonstrar a possibilidade da realização de retossigmoidectomia sem o uso de qualquer material videolaparoscópico descartável. MATERIAL E METODOS: Apresentamos o paciente M.A.S., masculino, 68 anos, com histórico de freqüentes episódios de dor abdominal intensa em fossa ilíaca esquerda associada à febre, anorexia e diarréia. A investigação diagnóstica com TC de abdome no primeiro episodio revelou tratar-se de diverticulite de sigmóide, abordada inicialmente por tratamento conservador com antibióticos, dieta e repouso; em razão da repetição do quadro clínico em curto intervalo de tempo optouse pela abordagem cirúrgica. O paciente foi submetido à retossigmoidectomia vídeo-assistida sem a utilização de trocáteres, agulha de Veres, tesoura, pinças ou redutores descartáveis; grandes vasos foram clipados, pequenos vasos foram cauterizados com bisturi monopolar, sendo a peça retirada através de pequena inguinotomia direita e a anastomose colo-retal realizada com grampeador circular intraluminal vídeo-assistida, após fechamento da incisão inguinal. RESULTADOS: Paciente evoluiu satisfatoriamente na enfermaria, tendo alta no III DPO com dejeções presentes, sem queixas. CONCLUSÃO: A não utilização de materiais videolaparoscópicos descartáveis em um procedimento cirúrgico avançado como se trata da retossigmoidectomia, mantendo a segurança ao paciente e resultado satisfatório, demonstra que tal método pode ser reprodutível mesmo em centros com poucos recursos tecnológicos, e contribui para a diminuição de despesas.

Apresentação: Poster 048 - PERITONITIS DIFUSA ITERATIVA POR ADENOCARCINOMA DE COLON CARLOS MIGUEL VELASQUEZ HAWKINS (CLINICA SAN GABRIEL); LISBETH HUILLCA NUÑES (CLINICA SAN GABRIEL); LUIS BERNAOLA SUAREZ (CLINICA SAN GABRIEL); RICARDO PEREZ SOVERO (CLINICA SAN GABRIEL); CARLOMARIO CORNEJO MOZO (CLINICA SAB GABRIEL)

RESUMO Paciente mujer de 25 años que ingresa por Emergencia con intenso dolor y distensión abdominal en forma difusa, mayor en hemiabdomen inferior; se asocian náuseas y vómitos en varias oportunidades; fiebre intermiente no cuantificada; hiporexia. Sintomatología la presenta 10 horas antes de ingreso y van progresivamente en aumento. Antecedentes de anemia en estudio, en tratamiento con suplementos de hierro. No cirugías anteriores. Tío paterno falleció hace 8 meses por neoplasia de colon complicada. Hermano falleció por neoplasia de colon hace 2 años Al examen paciente adelgazada, pálida, febril, subictericia. Cardiorrespiratorio normal, taquicardia sinusal. Abdomen distendido, blando, ruidos hidroaéreos presentes, leve dolor en flanco y fosa iliaca derecha, signo de rebote (+), impresióna hepatoesplenomegalia, no circulación colateral. No edemas. Neurológicamente estable Ecografía abdominal muestra masa retroperitoneal de probable origen ganglionar, líquido libre abdominal y apéndice cecal no compresible de 6,9mm de diámetro. Tomografía helicoidal muestra tumoración invasiva de colon sigmoides. Leucocitosis de 18,900 con 6 bastones. Hemoglobina 8,3 gr%. Albúmina 2,5 gr%. Globulina 2,3 gr%, resto de exámenes normales. Se realiza laparoscopía hallándose pus libre en cavida en 1,000cc (Glucosa 2,0 mg%, proteinas 1,0 g/l, DHL 1,027 U/l, leucocitos 70,500 PMN 90% MN 10%), plastrón en fosa sobre ciego y colon ascendente, plastrón sobre sigmoides donde se halla neoplasia inflamatoria y supurada, adenomegalias inflamatoris en mesenterio y epiplon, masa tumoral retroperitoneal cercana a cabeza de páncreas muy vascularizada. Se realiza resección laparoscópica cerrada con sellador de vasos de sigmoides y colostomía proximal, lavado profuso y dren tubular en fondo de saco de Douglas. Anatomía Patológica muestra Adenocarcinoma de colon moderadamnete diferenciado con invasión de serosa asociado a Colitis aguda supurativa y Peritonitis aguda, ganglios libres de neoplasia 0/17. Se solicita investicar oncomutación de genes MLH1, MSH2 y MSH6 para investigar carcinoma colorrectal hereditario polipósico Paciente evoluciona favorablemente de acto operatorio, sale de alta al segundo día del postoperatorio. En controles ambulatorios su evolución es favorable, colostomía permeable y su estado general es bueno. Al día 21 del postoperatorio regresa por Emergencia al presentar dolor abdominal, fiebre, vómitos y malestar general. Al examen dolor abdominal difuso y rebote (+). Leucocitosis marcada con desviación izquierda. Se ingresa por laparoscopía encontrándose líqido purulento en 300cc difuso, plastrón sobre fosa ilica derecha, ciego edematoso y carnificado cubierto de fibrina, apéndice cecal inflamado y ocupado por coprolitos, masa indurada en tercio distal de colon transverso y masas ganglionares retroperitoneales bajo lóbulo izquierdo hepático. Se realiza apendicectomía, lavado profuso y drenaje tubular abdominal. Evolución final es favorable. Apresentação: Tema Livre 049 - RESULTADOS DA RETOPEXIA VIA LAPAROSCÓPICA VERSUS RETOSSIGMOIDECTOMIA PERINEAL PARA PROLAPSO TOTAL DO RETO EM IDOSOS JORGE ALEXANDRE FERNANDES CANEDO (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); SEUNG-HYUN LEE (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); EMANUELA SIL-


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VA (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); ERIC G WEISS (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); LESTER ROSEN (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); JUAN J NOGUERAS (CLEVELAND CLINIC FLORIDA); STEVEN D WEXNER (CLEVELAND CLINIC FLORIDA)

RESUMO Introducao: Acesso perineal tem sido a abordagem de escolha no tratamento do prolapso total do reto (PTR) em pacientes idosos, apesar da maior incidência de recidiva quando comparado com o acesso abdominal laparotômico. No entanto retopexia laparoscópica com ou sem ressecção pode também ser uma indicação em doentes idosos. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a segurança e a eficácia da retopexia laparoscópica comparada a retossigmoidectomia perineal para PTR em pacientes idosos. Metodos: Apos aprovação pelo conselho de ética do hospital, todos pacientes com PTR e mais de 65 anos de idade submetidos a tratamento cirurgico entre julho de 2000 e Junho de 2009 tiveram seus prontuários revisados. Pacientes submetidos a retopexia laparoscópica foram denominados grupo LAP. Pacientes submetidos a retossigmoidectomia perienal foi denominado grupo PRS. Outras técnicas cirurgicas foram excluídas. Foram coletados dados demográficos, co-morbidades, escala da “American Society Anesthesilology” (ASA) parâmetros cirurgicos, tempo internação hospitalar e complicações pós-operatória (PO). Testes estatísticos apropriados foram utilizados para acessar a significancia estatística de p (p< 0.05). Resultados: Foram identificados 131 pacientes. O grupo LAP foi formado por 8 pacientes do sexo feminino, com idade média de 71 anos (6577 anos), e três pacientes (37.5%) apresentavam ASA > 2. O grupo PRS foi formado por 123 pacientes, sendo 117 do sexo feminino, com idade média de 80,7 (66-98 anos) e 57 (46.3%) dos pacientes apresentavam ASA > 2. O IMC médio foi de 23.7 Kg/m2(20.5-27.2) e 22.8 Kg/m2 (15.9-38.4) para os grupos LAP e PRS, respectivamente. 37.5% pacientes no grupo LAP e 23.6% pacientes no grupo PRS foram submetidos a tratamento cirurgico previo para prolapso rectal. O tempo médio de seguimento foi 6,9 meses no grupo LAP e 12,8 meses no grupo PRS. O tempo médio de cirurgia foi maior no grupo LAP (166,5 min vs 73,5 min, p> 0,05) comparado ao grupo PRS, mas o resultado não foi significante. Entretanto, a perda média estimada de sangue foi significativamente maior no grupo LAP comparado ao grupo PRS (101,7 mL vs 31,6 mL, p <0,05). O tempo medio de internacao foi semelhante nos dois grupos (5,4 diasvs 5,3 dias, p> 0,05).Apenas 1 paciente no grupo LAP apresentou complicação PO (hérnia incisional). No grupo PRS encontramos complicações PO em 10.6% (n=13) dos casos: retenção urinária em 6, deiscência de anastomose em 3, infecção do trato urinário em 2 e atelectasia em 2 pacientes. As taxas de recorrências foram de 1 paciente (12,5%) no grupo LAP e 14 pacientes (11,4%) no grupo PRS. Conclusões: A retopexia por via laparoscópica é um procedimento seguro e factível em pacientes idosos com PTR comparado a retossigmoidectomia perineal. Os resultados mostraram um tempo cirúrgico mais longo e uma maior perda estimada de sangue no grupo LAP. Entretanto, estudos com maior número de pacientes são necessários para confirmar estes resultados. Apresentação: Tema Livre 050 - COLECTOMIAS VIDEOLAPAROSCÓPICAS - ESTUDO COMPARATIVO CO, O INQUÉRITO NACIONAL-SOBRACIL2007 COM OS RESULTADOS DO INSTITUTO SORBELLO-2009 ALBINO A. SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO); EMERSON NOGUEIRA PRADO (INSTITUTO SORBELLO); GUILHERME TOMMASI KAPPÁZ (INSTITUTO SORBELLO); LOLA SILVA GODINHO (INSTITUTO SORBELLO); MAURICIO PAULIN SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO)

RESUMO Colectomias Videolaparoscópicas – Estudo comparativo com o Inquérito Nacional da SOBRACIL-2007 com os resultados institucionais até agosto 2009 Albino A. Sorbello; Emerson N. Prado; Guilherme T. Kappáz; Lola S. Godinho; Mauricio P. Sorbello Instituto Sorbello – São Paulo – Brasil Introdução: Para uma melhor compreensão da evolução da indicação de videocirurgia em coloproctologia, os autores realizam estudo comparativo entre os dados de prevalência fornecidos pelo Inquérito Nacional (IN) da SOBRACIL-BR de 2007 e publicado no Surg Laparosc Endosc Percutan Tech 19(3) em junho de 2009 e os fornecidos pelo Instituto Sorbello-BR (IS). Objetivo: Comparar as prevalências das amostragens, indicações clínicas e técnicas,localizações das patologias e complicações entre o IN-SOBRACIL-BR de 2007 e os do IS-BR de 2009 para indentificação e estudo de possíveis diferenças da análise. Método: Análise de resultados; estudo retrospectivo por revisão de prontuários. Resultados: Houve prevalência divergente nos seguintes itens: a) Topografia- a difusa foi maior no IN e cólon direito e canal anal no IS; b) Patologias e Técnicas Operatórias- maior número e diversidade de patologias e procedimentos técnicos no IN e de Endometriose no IS; c) Complicações intra e pós-operatórias foram maiores no IN. Conclusões: 1-A realização de INs tem importância fundamental pois permitem aos demais médicos e/ou Instituições estabelecerem parâmetros para avaliação de seus resultados e apreciarem a necessidade ou não de mudanças comportamentais e/ou técnicas. 2- As divergências de prevalência s por nós constatadas entre o IN e o IS foram decorrentes da maior abrangência do IN e, no caso da Endometriose nos resultados do IS, por ser área de atuação (especialidade) dos médicos do IS. Apresentação: Tema Livre 051 - ESTRATÉGIA DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA NA ENDOMETRIOSE PROFUNDA – US 3D E COPE DORYANE MARIA DOS REIS LIMA (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); ANDREA ISHIKAWA SHIRATORI (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); LUCIA MATIKO TAKAMATSU SAGAE (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA)

RESUMO Introdução: A endometriose profunda caracteriza-se por possuir lesões de características infiltrativas e que acomete muitas vezes o reto extraperitoneal. A modalidade da ultra-sonografia anorretal tridimensional (US 3D) juntamente com a COPE (Corrida dos Órgãos Peritoneais pela Laparoscopia), (Sagae, 2005) orienta o diagnóstico e a estratégia cirúrgica escolhida é mais precisamente definida nos casos de endometriose profunda. Objetivo: Este estudo visa demonstrar a COPE nas pacientes diagnosticadas com endometriose profunda com grau de acometimento intestinal à US 3D. Métodos: Trinta e oito mulheres com focos de endometriose retal foram submetidas à COPE, que se caracteriza com colocação do monitor na posição inferior, próximo aos pés da paciente; quarta punção no hipocôndrio direito de 5 mm; uso de óptica de 30 graus; posição de Trendelemburg com uso de perneiras (semi ginecológica); início da investigação do intestino delgado pelo íleo terminal em direção ao ângulo duodeno-jejunal. Após este procedimento é visualizada a pelve para estabelecer o tratamento. Vinte e nove mulheres (76,3%) foram submetidas a apenas exérese do nódulo retal e nove (23,7%) foram submetidas à retossigmoidectomia videolaparoscópica. Houve correlação dos


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achados laparoscópicos com da US 3D, tendo discordância em apenas um caso o qual apresentava foco na gordura perirretal e não foi possível realizar apenas exérese do nódulo, tendo sido submetida a retossigmoidectomia. Conclusão: Conclui-se que US 3D e COPE são importantes abordagens no diagnóstico e tratamento da endometriose profunda. Apresentação: Tema Livre 052 - NOTES - ACESSO VAGINAL E LAPAROSCÓPICO EM CIRURGIA DE TUMOR RETAL UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); DORYANE MARIA DOS REIS LIMA (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); GUSTAVO KURACHI (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); LUCIA MATIKO TAKAMATSU SAGAE (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ)

RESUMO Introdução: Através da via laparoscópica, encontraram-se dificuldades de realização de uma eficiente dissecção pélvica com excisão total do mesorreto e preservação do sisTema esfincteriano,nos casos de tumores do reto médio e inferior, obstáculos contornáveis pelo acesso vaginal. Objetivo: Ampliar a indicação cirúrgica via laparoscópica nos tumores do reto, demonstrando as vantagens associadas na execução com o acesso vaginal.Material e Método: Foram selecionadas oito pacientes com idade média de 60 anos, portadoras de tumores de reto médio e baixo, submetidas à cirurgia laparoscópica e acesso vaginal. Realizou-se por laparoscopia a dissecção do segmento coloretal seguindo os princípios oncologicos com linfadenectomia peri aórtica e liberação do mesorreto acima e na altura do tumor por via vaginal a dissecção do reto inferior e secção com grampeador linear cortante do reto distal com margem segura usando o método visual e tato e retirada da peça íntegro, com preservação dos nervos sacrais e esfíncter anal. Resultado: 1. permitiu a avaliação da margem cirúrgica distal e o sisTema esfincteriano com segurança, além de liberar e seccionar o reto abaixo do tumor; 2. possibilitou uso de grampeador linear cortante e a checagem da linha anastomótica com retirada da peça cirúrgica pela vagina. 3. evitou a mini incisão abdominal para a retirada da peça cirúrgica O segmento médio pós-operatório de três anos demonstrou complicações semelhantes à cirurgia laparotômica clássica.Conclusão: O uso dos orifícios naturais tem evoluído muito tornado uma alternativa cirúrgica com menos trauma e menos incisões abdominais em varias moléstias benignas no abdômen. O acesso vaginal tem a vantagem de seguir os princípios oncológico sem doenças malignas e demonstra-se a exeqüibilidade do uso de um orifício natural associado a cirurgia laparoscópica, ampliandose sua indicação para os casos de tumores avançados colorretais e localizados abaixo da reflexão peritoneal. O acesso vaginal facilita o procedimento cirúrgico, é seguro, permite o uso de grampeador linear e o tato, apresenta resultados esteticamente melhores, sem prejudicar o resultado oncológico. Apresentação: Tema Livre 053 - MICROCIRURGIA ENDOSCÓPICA TRANSANAL (TEM): EXPERIÊNCIA INICIAL DO SERVIÇO DE GASTROENTEROLOGIA CIRÚRGICA DO HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO JOSE FRANCISCO VASCONCELOS DE BORBOREMA (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); VIVIAN SATI OBA (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ WALTER

FEITOSA GOMES (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); GILMARA SILVA AGUIAR YAMAGUCHI (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); FABIO YORIAKI YAMAGUCHI (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); FERNANDO BRAY BERALDO (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ ROBERTO MANZANO GARCIA JÚNIOR (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO)

RESUMO A Microcirurgia Endoscópica Transanal (TEM) é a opção cirúrgica padrão no tratamento dos adenomas retais irressecáveis por colonoscopia. Também é utilizada em carcinoma precoces de baixo risco. Está associada a menor tempo de internação hospitalar, menores taxa de recorrência e menores taxas de ressecção incompleta. Este estudo tem por objetivo relatar a experiência inicial do Serviço de Gastroenterologia Cirúrgica do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo com a técnica de microcirúrgia endoscópica transanal. Foram operados dois pacientes com diagnóstico pré operatório de adenoma utilizando-se o videoretoscópio cirúrgico da KARL STORZ para a cirurgia endoscópica transanal (TEO™). Não houve morbimortalidade, o tempo de internação foi de dois dias, não houve conversão e a continência esfincteriana foi preservada nos dois pacientes. Em ambos foi utilizado o bisturi ultra-sônico e sutura para aproximação da mucosa. O resultado do anatomopatológico foi de adenoma com displasia de alto grau e adenocarcinoma com invasão superficial da submucosa. Apresentação: Tema Livre 054 - PERIRECTAL ACCESS PNA FOR TRANSCOLONIC NOTES - A NEW METHOD WITH SURVIVAL STUDY CARLOS MAGNO JUNIOR (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA, RIO DE JANEIRO BRAZIL); RICARDO ZORRON (UENF, UFF, FVM); MONIKA PEREIRA KIM (UENF, UFF, FVM); FLÁVIO MALCHER (UENF, UFF, FVM); MARCELO BRAVO (UENF, UFF, FVM); EULÓGIO CARVALHO (UENF, UFF, FVM); ANDRÉ LACERDA OLIVEIRA (UENF, UFF, FVM)

RESUMO Objetivos: A cirurgia transcolonica por orifícios naturais NOTES é uma nova proposta para realização de cirurgia abdominal. As vias transvaginal e transgástrica são as mais estudadas em experimentos e estudos clínicos. O acesso por via transretal ainda possui alguns aspectos não resolvidos, tais como infecção e fechamento local. O estudo apresenta uma técnica simples de realizar o acesso trascolonico utilizando material endoscópico disponível. Métodos: O video demonstra as etapas técnicas para o desenvolvimento de NOTES transcolonico utilizando um acesso perirretal (PNA). Uma nova técnica de NOTES via periretal para realização de retroperitoneoscopia, peritoneoscopia, biopsia linfonodal e hepática, foi realizada em seis porcos, usando a técnica de NOTES por acesso periretal de NOTES. Um endoscópio flexível foi inserido através de incisão transmural posterior, acessando o espaço retroretal. O reto foi suturado com fios inabsorviveis. Não foi realizado preparo intestinal nem jejum pré operatório. Resultados: A técnica foi realizada com sucesso e com sobrevida dos animais, estabelecendo marcos fundamentais para entrada e saída seguras do endoscópio flexível para os procedimentos. O tempo operatório foi em media de 44 minutos. O exame histopatológico mostrou adequada cicatrização da linha de sutura e ausência de micro abscessos. Conclusão: O estabelecimento de uma técnica simples e reprodutivel pôde ser idealizada para futuras aplicações em séries clínicas. NOTES periretal transcolonica, mostrou-se segura e viável em modelos animais, representando, em futuro próximo, um acesso promissor para procedimentos coloretal, retroperitoneal, e abdominal.


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Apresentação: Tema Livre 055 - A ABORDAGEM VIDEOLAPAROSCÓPICA NO TERATOMA SACROCOCCÍGEO

VASSALLO (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)

RESUMO JOSÉ VINÍCIUS CRUZ (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); GUSTAVO BECKER PEREIRA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); RAFAEL FELIX SCHLINDWEIN (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); MARIANE BARTMANN (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); JOSÉ VANIR MACHADO PEREIRA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); CLEBER ALLEM NUNES (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA PORTO ALEGRE)

RESUMO Introdução Os teratomas sacrococcígeos (TSC) são classicamente abordados posteriormente ou com uma laparotomia combinada quando o tumor encontra-se acima do promontório. A abordagem assistida pela laparoscopia é eficiente, segura e pode apresentar vantagens. Objetivos: Relatar a abordagem de um teratoma cístico maduro sacrococcígeo. Métodos: Paciente masculino de 65 anos apresentando tumoração em região sacrococcígea desde a infância, mas com aumento progressivo de volume há 3 anos. Ao exame a lesão era móvel, bocelada e se estende para glúteo direito. A tomografia computadorizada de abdome e pelve mostrou uma lesão expansiva cística com algumas septações e paredes delgadas medindo aproximadamente 35 x 10 x 10 cm, situada entre o sacro, o cóccix , o reto e a bexiga urinária. Na ressonância magnética observou-se uma grande lesão com limite superior em L5, ocupando a pelve com efeito de massa deslocando o reto e comprimindo a bexiga. A mielografia através de punção lombar não evidenciou comunicação entre o saco dural e o cisto visualizado. Realizada abordagem videolaparoscópica abdominal para a liberação dos órgãos e tecidos adjacentes e dissecção da lesão até o nível do assoalho pélvico. A seguir o paciente foi posicionado em decúbito lateral esquerdo a para abordagem posterior e a retirada completa da lesão. Resultados Quando um tumor retrorretal é abordado pela via posterior, a visão da fascia pré-sacral é muito limitada, o sangramento incoercível do plexo venoso pode levar o paciente a óbito. A via transabdominal convencional também não oferece uma visão pré-sacral ideal. A videolaparoscopia fornece a oportunidade de isolamento e ligadura da artéria sacral média, que é o principal suprimento sanguíneo desses tumores, antes da dissecção tumoral. A abordagem laparoscópica permite a dissecção anatômica, a coagulação de pequenos vasos e a preservação do suprimento nervoso autonômico para os órgãos pélvicos. A dissecção cega pode acarretar no dano nervoso do sisTema urogenital e anorretal. Quando o tumor é cístico, a aspiração do conteúdo e descompressão do tumor pode melhorar a visibilidade e evitar a conversão. Conclusão: A abordagem videolaparoscópica parece ser a ideal para os TSC pois favorece o acesso à área pré-sacral quando o tumor se extende ao interior da pelve. A dissecção laparoscópica meticulosa pode melhorar os resultados funcionais. Apresentação: Tema Livre 056 - TRANSCOLONIC NOTES- PRELIMINARY HUMAN EXPERIENCE: NOTES TRANSRECTAL RECTOSIGMOID RESECTION AND TME RICARDO ZORRON (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); HENRIQUE NEUBARTH PHILLIPS (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); DJALMA COELHO (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); LUCIANA FLACH (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); FABIANO BAPTISTA LEMOS (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); RICARDO

Objectives: Clinical natural orifice surgery has been applied for abdominal surgery in recent years, using either a transvaginal or a transgastric access to perform the procedures. Despite potential advantages of using transcolonic NOTES to treat colorectal diseases, it was since now not yet clinically applied. The study describes the first successful series of human application of transcolonic NOTES access in the literature, in a new oncologic transrectal TME procedure for rectal cancer. Methods: Curative oncologic resection was indicated for 5 patients with diagnosed rectal adenocarcinoma at middle third of the rectum. IRB approval was obtained at the institution for the study, and the patients signed informed consent. Total mesorectal resection and rectosigmoidectomy with lymphadenectomy was performed using a posterior transcolonic access 3cm from the anal verge (Perirectal NOTES Access-PNA), and mesorectal dissection was achieved using flexible colonoscope and endoscopic instrumentation. In three cases, single port access (Olympus Triport) was directly inserted in the rectum, and dissection was progressed proximally using LESS visualization. Laparoscopic assistance was used for IMA ligation and left colon mobilization. The specimen were extracted transanally, and stappled or sutured transorificial anastomosis was performed. Results: 5 patients were submitted to Transcolonic NOTES. Operative time was a mean of 350 min, no intraoperative complications occurred. The postoperative course at 15 days was uneventful, with resumption of oral diet on the second or third postoperative day. Pain scores were low for this initial casuistic. Conclusion: Successful first human series report on Transcolonic NOTES potentially brings new fronteers and future wider applications for minimally invasive surgery. The treatment of colorectal diseases through a flexible Perirectal NOTES Access (PNA) is a promising new approach besides existing laparoscopic and open surgery to improve patient care. Apresentação: Vídeo Livre 057 - DUPLICACION DE COLON. RESECCION LAPAROSCOPICA RODRIGO AZOLAS MARCOS (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); MARIO ABEDRAPO MAUREIRA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); DANNY OKSENBERG (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSE FRANCISCO HOLA BUSTAMANTE (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GUNTHER BOCIC ALVAREZ (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); ROGELIO GARRIDO CROVETTO (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE)

RESUMO La duplicación gastrointestinal es una anomalía infrecuente que puede ocurrir en cualquier parte del tracto alimentario, siendo más frecuente en íleon y esófago. Su incidencia es de 1:4000-5000. La duplicación colónica es rara, pudiendo ser de dos tipos: quística o tubular. Esta alteración presenta alta asociación con otras malformaciones congénitas, tales principalmente genitourinaria. Se cree que defectos en la recanalización de la luz intestinal tras la etapa sólida del desarrollo embrionario son los responsables de esta entidad patológica. La presentación clínica es variable e inespecífica, a través de constipación crónica, dolor abdominal recurrente, nauseas, vómitos, masa abdominal y complicaciones tales como la hemorragia digestiva, obstrucción y perforación intestinal. El diagnóstico se realiza por medio de imágenes, siendo de gran utilidad la tomografía y el enema baritado. El manejo de


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esta patología es quirúrgico, siendo claramente dependiente de la anatomía específica del paciente. Presentamos el caso de un paciente de 17 años que presentaba una historia de larga data de constipación pertinaz. Se realizo estudio con enema baritado y colonoscopia virtual. El estudio demostró una duplicación tubular del colon izquierdo. Se presenta la resección por videolaparoscópia del segmento duplicado. Evoluciono en el post operatorio sin complicaciones. Actualmente bien, sin constipación.

Apresentação: Vídeo Livre 061 - CECOPEXIA LAPAROSCOPICA LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS (HUC)); ELVIS VARGAS (HUC); PATRICIA BRAVO (HUC); YAICIRA GUILLEN (HUC); ALBA BALLESTEROS (HUC); JOSE MEJIAS (HOSPITAL VARGAS DE CARACAS); CARLOS SARDIÑAS (HUC)

RESUMO Apresentação: Vídeo Livre 058 - OPERACION DE HARTMANN. RECONSTITUCION DE TRANSITO JOSE FRANCISCO HOLA BUSTAMANTE (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); MARIO ABEDRAPO MAUREIRA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); RODRIGO AZOLAS MARCOS (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GUNTHER BOCIC ALVAREZ (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); ROGELIO GARRIDO CROVETTO (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE)

Paciente femenina de 35 años de edad quien consulta por presentar diagnostico de Estreñimiento cronico de etiologia primaria con transito lento desde aproximadamente un año a quien se le indica protocolo imagenologico de estreñimiento, evidenciando la presencia de Ciego movil grado II sintomatico, por lo cual se propone la realizacion de cecopexia laparoscopica, con la utilizacion de solo tres portales de trabajo, con recopilacion de la tecnica mediante video. Apresentação: Vídeo Livre

RESUMO La operación de Hartmann fue descrita en 1923 por Henri Hartmann como tratamiento electivo de pacientes con cáncer colorrectal. En la actualidad se utiliza principalmente en el tratamiento quirúrgico de urgencia por obstrucción y perforación del colon izquierdo. Se asocia a una morbimortalidad no despreciable y a un porcentaje de hasta un 30% de no reconstitucion del transito posterior. La reconstitucion de transito se asocia a altos indices de infeccion del sitio operatorio, ileo post operatorio y hernias incisionales. La reconstitucion laparoscopica a demostrado ser una tecnica segura y asociada a menores indices de complicaciones post operatorias, fundamentalmente menor indice de infeccion del sitio operatorio, eventraciones e ileo postoperatorio. Presentamos el caso de un paciente de 55 años quien fue sometido a una operacion de Hartmann por presentar cuadro de diverticulitis aguda Hinchey III. Se realizo 3 meses despues de la cirugia inicial la reconstitucion de por videolaparoscopia, sin incidentes. Apresentação: Vídeo Livre 059 - COLECTOMIA TOTAL COM PORTAL ÚNICO ARMANDO GERALDO FRANCHINI MELANI (FUNDAÇÃO PIO XII -H CANCER DE BARRETOS); CARLOS VEO; MARCOS DENADAI; JUNEA CARES; ROBERTA LOPES; MAXIMILIANO CAMURO

RESUMO o video demonstra a realização de uma colectomia total por portal unico - passo a passo. Apresentação: Vídeo Livre 060 - RESSECAO LAPAROSCOPICA ALARGADA ARMANDO GERALDO FRANCHINI MELANI (FUNDAÇÃO PIO XII -H CANCER DE BARRETOS); CARLOS VEO; MARCOS DENADAI; JUNEA CARES; ROBERTA LOPES; MAXIMILIANO CAMURO

RESUMO O video demonstra uma amputacao de reto com histerectomia combinada. Foi realizada a reconstrucao com colostomia perineal.

062 - TOTALIZAÇÃO DE COLECTOMIA VÍDEOLAPAROSCÓPICA PARA TRATAMENTO DE INÉRCIA COLÔNICA SEGUIDA DE REABORDAGEM LAPAROSCÓPICA PARA MANEJO DE FÍSTULA DE ANASTOMOSE ÍLEO-RETAL RODRIGO AMBAR PINTO (HC-FMUSP); JAIME ARTHUR PIROLA KRÜGER (HC-FMUSP); RAFAEL MIYASHIRO NUNES DOS SANTOS (HC-FMUSP); JOSÉ MÁRCIO NEVES JORGE (HC-FMUSP); SÂNZIO SANTOS AMARAL (HC-FMUSP); SERGIO CARLOS NAHAS (HC-FMUSP)

RESUMO Introdução: A inércia colônica constitui diagnóstico pouco freqüente dentre as causas de constipação crônica. Quando de indicação cirúrgica, a colectomia total com íleo-reto anastomose é a operação de escolha O acesso laparoscópico é factível e seguro, no entanto apresenta morbidade considerável, em torno de 30%. Entre as complicações pós-operatórias podemos citar a deiscência de anastomose íleo-retal, que no presente caso também foi manejada com acesso laparoscópico. Objetivo: Relatar caso de totalização de colectomia através do acesso laparoscópico em paciente previamente submetida a sigmoidectomia vídeolaparoscópica para tratamento de inércia colônica, seguida de reoperação laparoscópica para manejo de deiscência de anastomose colorretal. Relato de Caso: MAG, 33 anos, feminino. Histórico de constipação crônica desde a infância, permanecendo até 60 dias sem evacuar, dependente do uso de laxantes e lavagens para promover exoneração das fezes. Tempo de trânsito colônico evidenciou retenção de 70% dos marcadores ao longo do colon após cinco dias de avaliação. Submetida em 1998 a sigmoidectomia laparoscópica para tratamento do quadro, sem sucesso. Encaminhada ao nosso serviço no qual foi submetida a totalização de colectomia por via laparoscópica em março de 2010, apresentou deiscência de anastomose íleo-retal no 7º dia pós-operatório. Realizada reabordagem laparoscópica com colonsocopia intraoperatória, com rafia da deiscência, lavagem exaustiva da cavidade e confecção de ileostomia em alça derivativa. Paciente evoluiu com pneumonia nosocomial recebendo alta no 14º PO da reabordagem em ótimo estado geral e sem outras intercorrências. Conclusão: O acesso minimamente invasivo é preferencial para o tratamento da inércia colônica, no entanto, não está isento de morbidade. O manejo adequado das complicações, como a descência de anastomose, também é factível através do acesso laparoscópico, de maneira resolutiva e mantendo os benefícios associados ao método menos invasivo.


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Apresentação: Vídeo Livre 063 - COLECTOMIA ESQUERDA VÍDEOLAPAROSCÓPICA POR ADENOCARCINOMA AVANÇADO DE FLEXURA ESPLÊNICA ASSOCIADA A RESSECÇAO PARCIAL DA PAREDE ABDOMINAL EM BLOCO – ACESSO MINIMAMENTE INVASIVO PARA TRATAMENTO DE TUMOR T4 JAIME ARTHUR PIROLA KRÜGER (HC-FMUSP); RODRIGO AMBAR PINTO (HC-FMUSP); RAFAEL MIYASHIRO NUNES DOS SANTOS (HC-FMUSP); FÁBIO GUILHERME CAMPOS (HC-FMUSP); SÉRGIO EDUARDO ALONSO ARAÚJO (HC-FMUSP); SERGIO CARLOS NAHAS (HC-FMUSP)

exenteração pélvica no tratamento do tumor de reto baixo avançado que necessita de amputação anoperineal. Apresentação: Vídeo Livre 065 - SIGMOIDECTOMIA TOTALMENTE LAPAROSCOPICA CARLOS M. VELASQUEZ (CLINICA SAN GABRIEL); LISBETH HUILLCA NUÑEZ (CLINICA SAN GABRIEL); LUIS BERNAOLA SUAREZ (CLINICA SAN GABRIEL); CARLOMARIO CORNEJO MOZO (CLINICA SAN GABRIEL)

RESUMO RESUMO Introdução: A vídeolaparoscopia tornou-se nos últimos 10 anos o acesso preferencial para tratamento das neoplasias colorretais. Entretanto, existem situações em que a invasão de estruturas e órgãos adjacentes não permite a aplicação deste acesso. Objetivo: Relatar caso de colectomia esquerda + ressecção parcial da parede abdominal vídeo-laparoscópica para tratamento de neoplasia de flexura esplênico avançada, de grande volume, abscedada e com infiltração da parede abdominal. Relato de Caso: FJC, 45 anos, masculino. Histórico de hematoquezia e emagracimento de 6 Kg em 3 meses. Ao exame abdominal notavase massa palpável dolorosa, de aproximadamente 8 cm em hipocôndrio esquerdo. A colonoscopia evidenciou lesão vegetante em ângulo esplênico do colon que impedia a passagem do aparelho, biópsia evidenciou adenoma túbulo-viloso. Tomografia computadorizada de abdome demonstrou massa volumosa com área necrótica e abscedada de 6,5 cm de extensão, infiltrando parede abdominal anterolateral esquerda. Submetido a colectomia esquerda vídeo-laparoscópica com ressecção parcial da parede abdominal em bloco. Evoluiu bem no pós-operatório, recebendo alta hospitalar no 6º dia. Conclusão: O acesso vídeolaparoscópico pode ser empregado com segurança e efetividade para o manejo de neoplasias colorretais localmente avançadas em casos selecionados.

Paciente mujer de 22 años que acude por Emergencia por presentar dolor y distensión abdominal progresivos, no calmando con medicación oral, falta de eliminación de heces y flatos Antecedentes de estreñimiento crónico y distensión abdominal postprandial Al examen preferencial abdomen bastante distendido, doloroso a predominio de fosa iliaca izquierda, signo de rebote (-), timpanismo Radiografía (vista en video) muestra distensión difusa de asas intestinales e imagen de vólvulo de sigmoides sin aparente sufrimiento intestinal. Colonoscopia devolvula el asa sin mostrar sufrimiento y se completa la limpieza intestinal total Al tercer día de hospitalización se realiza laparoscopía con ingreso transumbilical y tres trocares de trabajo en ambos hipocondrios de 5mm y otro suprapúbico de 10mm. Se define límites de resección, la que se hace con Ligasure de 10mm sellando el segmento a resecar, se pasa sonda rectal la que con punto de fijación lleva segmento a resecar de salida por ano. Se introduce endo EEA 31mm completamente armado, se deja anvil en cavidad. Se coloca anvil en segmento superior y jareta de sujeción, jareta de sellado en cabo proximal y se unen ambos segmentos. Se cierra defecto mesentérico, lavado y drenaje tubular 16Fr Paciente evoluciona favorablemente, mejorando régimen evacuatorio El video muestra la técnica y seguridad del procedimiento del retiro de la pieza por vía anal, en proceso benigno y previa limpieza intestinal total. Apresentação: Vídeo Livre

Apresentação: Vídeo Livre 064 - EXENTERAÇÃO PELVICA TOTAL LAPAROSCÓPICA, COMBINADA COM AMPUTAÇÃO PERINEAL E COLOSTOMIA UMIDA. RELATO DE CASO

066 - TÉCNICA OPERATÓRIA DE NOTES TRANSCOLONICO UTILIZANDO ACESSO PERIRRETAL PNA

JULIANO ALVES FIGUEIREDO (HOSPITAL DA BALEIA); GUSTAVO MARELLI DE CARVALHO (HOSPITAL DA BALEIA); MARCOS CAMPOS WANDERLEY REIS (HOSPITAL DA BALEIA); HELIO ANTONIO SILVA (HOSPITAL DA BALEIA); SEBASTIÃO RODRIGO ROCHA ALMEIDA (HOSPITAL DA BALEIA); LUCIANA ARAUJO TEIXEIRA MARTINS (HOSPITAL DA BALEIA); MATHEUS MATTA MACHADO M D E MEYER (HOSPITAL DA BALEIA)

FLAVIO MALCHER (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF); MONIKA KIM (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA); JOSÉ MAGNO (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA); MARCELO BRAVO CARNEIRO (UNIVERSIDADE ESTADUAL NORTE FLUMINENSE UENF); ANDRE LACERDA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE ESTADUAL NORTE FLUMINENSE UENF); EULOGIO CARVALHO (UNIVERSIDADE ESTADUAL NORTE FLUMINENSE UENF); RICARDO ZORRON (FACULDADE DE MEDICINA DE VALENÇA FAA)

RESUMO

RESUMO

O tumor de reto localmente avançado pode ser tratado com intenção curativa com uma operação ampliada que inclua outros órgãos da pelve. A reconstrução do trânsito urinário e do trânsito intestinal dependerão da distância do tumor em relação a margem do ânus, da experiência da equipe de cirurgiões assim como das co-morbidades do paciente. Apresenta-se neste artigo o caso de uma paciente do sexo masculino, com tumor de reto baixo localmente avançado que foi submetido a exenteração pélvica por laparoscopia. Houve indição para ressecção do ânus e a peça cirúrgica foi retirada por via perineal. A anastomose ureterocolônica foi confeccionada de maneira extra-corpórea. O paciente recebeu alta hospitalar após 14 dias e encontra-se com 10 meses pós-operatórios. O método se mostrou factível e seguro. O resultado estético foi bem aceito pelo paciente. A via de acesso laparoscópica pode ser considerada uma alternativa para a

Objetivos: A cirurgia transcolonica por orifícios naturais NOTES é uma nova proposta para realização de cirurgia abdominal. As vias transvaginal e transgástrica são as mais estudadas em experimentos e estudos clínicos. O acesso por via transretal ainda possui alguns aspectos não resolvidos, tais como infecção e fechamento local. O estudo apresenta uma técnica simples de realizar o acesso trascolonico utilizando material endoscópico disponível. Métodos: O video demonstra as etapas técnicas para o desenvolvimento de NOTES transcolonico utilizando um acesso perirretal (PNA). Uma nova técnica de NOTES via periretal para realização de retroperitoneoscopia, peritoneoscopia, biopsia linfonodal e hepática, foi realizada em seis porcos, usando a técnica de NOTES por Acesso Periretal de NOTES. Um endoscópio flexível foi inserido através de incisão transmural posterior, acessando o espaço retroretal. O reto foi suturado com fios


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inabsorviveis. Não foi realizado preparo intestinal, nem jejum pré operatório. Resultados: A técnica foi realizada com sucesso e com sobrevida dos animais, estabelecendo marcos fundamentais para entrada e saísa deguras do endoscópio flexível para os procedimentos. O tempo operatório foi em media de 44 minutos. O exame histopatológico mostrou adequada cicatrização da linha de sutura e ausência de micro abscessos. Conclusão: O estabelecimento de uma técnica simples e reprodutivel pôde ser idealizada para futuras aplicações em séries clínicas. NOTES periretal transcolonica, mostrou-se segura e viável em modelos animais, representando, em futuro próximo, um acesso promissor para procedimentos coloretal, retroperitoneal, e abdominal. Apresentação: Vídeo Livre 067 - TUMOR DE CÓLON TRANSVERSO DISTAL – ACESSO POR VIDEOLAPAROSCOPIA CLEBER ALLEM NUNES (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); JOSÉ VINICIUS CRUZ (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); VITOR BINDA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); LEONARDO TORRE FALKENBERG (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); DANIEL DE BARCELOS AZAMBUJA (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE); RADAMES LACAVA SCHRAM (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA PORTO ALEGRE); MARCIO BRAHM CAETANO (COMPLEXO HOSPITALAR SANTA CASA - PORTO ALEGRE)

M. Pinto, Luiz E. C. Miranda, Hospital Universitário Oswaldo Cruz Palavras – chaves: Colecistectomia Videolaparoscópica, Dor, Náusea, Vômito, Dexametasona. Objetivo: avaliar o papel de dose única de dexametasona administrada durante a indução anestésica no controle de dor, náusea e vômitos no pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica não complicada (CVL). Método: Entre agosto de 2008 a julho de 2009, setenta pacientes não consecutivos, submetidos à CVL no HUOC, receberam por via endovenosa durante a indução anestésica 8mg de dexametasona (grupo tratamento), ou água destilada (grupo controle). Avaliaram-se intensidade de dor, náusea e número de episódios de vômitos no pós-operatório mediante o uso de escala analógica com resposta verbal uma, seis e vinte e quatro horas após a reversão da anestesia. Grupos foram escolhidos por sorteio e pacientes, anestesistas e examinadores e desconheciam a natureza da droga injetada pelo pesquisador. Resultados: a dexametasona não alterou a percepção de dor entre os grupos estudados; aliviou a sensação de náuseas 1 hora (p = 0.0004) e seis horas (p< 0.01) de pós-operatório em comparação aos pacientes que receberam placebo; e resultou melhora dos vômitos uma hora de pós-operatório (p = 0.0007), desaparecendo as diferenças entre os grupos nas seis e vinte e quatro horas de pósoperatório. Conclusões: oito mg de dexametasona, reduzem a sensação de náuseas 1 e 6 horas e vômitos 1 hora após o término da cirurgia. Não há mudança na percepção de dor nos pacientes que recebem a droga. Apresentação: Poster

RESUMO Introdução Tumores de cólon tranverso são tumores menos freqüentes entre os tumores coloretais, e são um desafio para o acesso por videolaparoscopia. Objetivo Relatar a abordagem do tumor de cólon transverso por acessolaparoscópico. Métodos Paciente feminino de 65 anos, apresentando tumoração em cólon transverso distal. O anatomopatológico da lesão revelou tratar de adenocarcinoma. O local de lesão foi confirmado por tomografia computadorizada de abdômen. No estadiamento não se evidenciou presença de metástases. Realizado abordagem videolaparoscópica abdominal para dissecção colônica e ligadura dos pedículos vasculares. Conclusão A abordagem videolaparoscópica dos tumores de transverso é possível em casos selecionados.

Área CIRURGIA GERAL Apresentação: Poster 068 - EFEITO DA DEXAMETASONA SOBRE DOR, NÁUSEA E VÔMITO APÓS COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA NÃO-COMPLICADA: ESTUDO PROSPECTIVO, RANDOMIZADO E DUPLO-CEGO LUIZ EDUARDO CORREIA DE MIRANDA (UPE/FCM); BARBARA MARTINS D AQUINO (UPE/FCM); FELIPE GONDIM CORDEIRO PAIVA (UPE/FCM); ERICO DE MACEDO PINTO (UPE/FCM); MARCEL DE MACEDO PINTO (UPE/FCM)

RESUMO EFEITO DA DEXAMETASONA SOBRE DOR, NÁUSEA E VÔMITO APÓS COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA NÃO-COMPLICADA: ESTUDO PROSPECTIVO, RANDOMIZADO E DUPLO-CEGO Bárbara M. Aquino, Érico de M. Pinto, Felipe C. G. Paiva, Marcel de

069 - PREVALÊNCIA DE COLELETÍASE EM PORTADORES DE MEGAESÔFAGO CHAGÁSICO E IDIOPÁTICO EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ELLEN CAROLINE R. RESENDE SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); PRISCILA M. FRANCISCON (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); AIODAIR MARTINS JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA

RESUMO INTRODUÇÃO: A incidência de colelitíase observada na população em geral é de cerca de 9 a 18%. Sabe-se que a incidência de colelitíase é elevada quando existe lesão nervosa parassimpática das vias biliares, quer cirúrgica (vagotomias) ou destruição neuronal (Doença de Chagas). Devido à escassez de dados na literatura, propusemo-nos a verificar, em pacientes chagásicos, a associação entre megaesôfago chagásico e idiopático com prevalência de colelitíase. MATERIAL E MÉTODOS: Avaliou-se o exame de ultrassonográfico de 152 pacientes portadores de megaesôfago submetidos à cirurgia. Analisou-se comparativamente a esôfagopatia chagásica e a idiopática com a presença de colelitíase, correlacionando os dados ultrassonográficos com os achados clínicos, idade, sexo e raça. RESULTADOS: Foram analisados 152 casos de megaesôfago, 137 portadores de megaesôfago chagásico e 15 idiopático. Dentre os 137 pacientes comprovadamente chagásicos, foram encontrados 39 casos de colelitíase (28,4%). E dentre os 15 idiopáticos, foi encontrado 1 caso de colelitíase (6,6%). Com relação a análise da idade, observamos nos 137 chagásicos uma média de idade de 56,7 (45 – 67) comparados aos 15 idiopático uma média de idade 35,6 (27 – 44), o que mostrou uma diferença significante entre os dois grupos (P< 0,0001). A análise da variante raça mostrou que no grupo dos 137 chagásicos, 96 (70%) pacientes eram da raça branca, 24 (17,5%) negros e 17 (12,4%) pardos. Sendo que, nos 15 idiopáticos mostrou que 10 (66,6%) pacientes eram da raça branca, 3 (20%) negros e 2 (13,3%) pardos.Dos 137 portadores de


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megaesôfago chagásico, 59 (43%) eram do sexo feminino e 78 (56,9%) do sexo masculino, comparados aos 15 pacientes com megaesôfago idiopático, 8 (53,3%) eram do sexo feminino e 7 (46,6%) do masculino, não apresentando diferença significativa. CONCLUSÕES: Com base neste material pode-se concluir que pacientes portadores de megaesôfago chagásico possuem alta prevalência de colelitíase, e que a ultrassonografia deve ser realizada rotineiramente no pré-operatório destes pacientes, a fim de tratar ambas as afecções no mesmo ato cirúrgico. Apresentação: Poster 070 - AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE COLELITÍASE NOS PACIENTES SUBMETIDOS AO TRATAMENTO CIRÚRGICO DA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ELLEN CAROLINE R. RESENDE SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); PRISCILA M. FRANCISCON (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO DE OLIVEIRA RODRIGUES DA CUNHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO OBJETIVO: A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é a afecção crônica decorrente do fluxo retrógrado de parte do conteúdo gastroduodenal para esôfago e órgãos adjacentes acima. Por observarmos associação entre DRGE e colelitíase na prática médica cotidiana, avaliamos a prevalência de colelitíase nos pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da DRGE. MATERIAL E MÉTODOS: Avaliação retrospectiva de pacientes submetidos à cirurgia para tratamento da DRGE, quanto à presença de colelitíase no exame ultrassonográfico pré-operatório correlacionando com os dados clínicos e técnica cirúrgica utilizada, averiguando a associação entre DRGE e colelitíase. RESULTADOS: Foram analisados 158 pacientes com diagnóstico de DRGE e com indicação para o tratamento cirúrgico desta doença, e procurou-se quantos deles apresentavam colecistopatia calculosa crônica associada. Encontrou-se 101 pacientes sem colelitíase submetidos à cirurgia laparoscópica para tratamento da DRGE isoladamente (válvula anti- refluxo total a Short Flopy Nissen), dos quais 60 mulheres (59,4%) e 41 homens (40,6%), e o restante 57 pacientes portadores de colelitíase e doença do refluxo concomitantes, resultando numa proporção de associação de 36% entre as duas afecções. Dos 57 pacientes com as duas doenças, 51 foram submetidos à cirurgia laparoscópica combinada para DRGE e colelitíase (válvula anti-refluxo total e colecistectomia), enquanto 6 eram recentemente colecistectomizados. Entre os pacientes com a associação da DRGE e colelitíase a proporção de mulheres foi de 82,46% (47 pacientes) e a de homens foi de 17,54% (10 pacientes). CONCLUSÃO: Com base nestes resultados podemos afirmar que a associação entre DRGE e colelitíase é alta, em especial no sexo feminino, o que torna indispensável a nosso ver a investigação ultrassonográfica de todos os pacientes no pré-operatório a fim de tratar ambas as afecções no mesmo ato cirúrgico.

DO TRIÂNGULO MINEIRO); VIRMONDES RODRIGUES JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Diversas publicações têm demonstrado de maneira irrefutável a associação entre infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV) e lesões epiteliais malignas. No carcinoma cervical uterino de células escamosas essa relação parece estar bem estabelecida, e os tipos de HPV de alto e médio risco estão associados a mais de 95% dos casos de carcinoma de colo uterino no mundo. Em estudo de revisão da literatura, procurou-se correlacionar o carcinoma esofágico e a presença do HPV, detectando uma associação de 22.9% quando utilizou-se a técnica de hibridização in situ (HIS) e de 15.2% com a técnica de reação em cadeia de polimerase (PCR). Nota-se nas publicações uma diferença geográfica dessa associação, sendo melhor caracterizada nas áreas onde o carcinoma de células escamosas do esôfago é mais prevalente, principalmente na África do Sul, onde a associação foi positiva em 46% dos casos, e na China, onde ocorreu de 34.4% dos casos a 65,5% dos casos. Em trabalho anteriormente realizado, procurando relacionar a presença de bactérias vaginais à infecção por HPV em mulheres grávidas, observamos uma maior prevalência de ph vaginal acima de 4,5 nas pacientes que apresentavam infecção pelo HPV, sugerindo uma relação entre o aumento do ph vaginal e a presença do HPV. Nota-se que a incidência de neoplasia de esôfago associada ao megaesôfago é de 100 a 150 vezes maior que na população geral. O objetivo deste trabalho é estudar a prevalência do HPV na esofagopatia chagásica e determinar se existe uma relação com a acidificação do pH esofágico. RESULTADOS: Foram estudados prospectivamente 50 portadores de megaesôfago com idades variando de 27 a 68 anos (média de 58,03) e 20 pacientes sem esofagopatia com idades variando de 52 a 70 anos (média de 59,87 anos). No grupo de estudo, 29 pacientes eram do sexo masculino e 21 do feminino. A análise de positividade do HPV em ambos os grupos não foi diferente significante quanto sexo e idade. A média do pH in situ esofágico foi de 6,5 (5,3 a 7,3) no grupo de estudo e de 5,8 (5,0 a 6,5) no grupo controle. Em relação à pHmetria de 24 horas, em todos os 50 casos de megaesôfago, observou-se que o percentual de tempo de ph < 7 e > 5 demonstrou uma acidificação do esôfago provavelmente decorrente da fermentação dos resíduos do líquido da estase esofágica e formação de ácidos fracos. Dos 30 portadores de megaesôfago analisados, quanto a presença do HPV, detectou-se em 19 (63,34%) positividade do HPV, e dentre os 18 controles somente 3 (16,67%) positivos, diferença esta significante. Notou-se que em 15 casos, o subtipo do HPV foi o 16, o subtipo 18 foi detectado em 4 casos. A positividade do HPV foi significante nos portadores de megaesôfago que apresentaram percentual de tempo do ph > 5 e ph < 6. CONCLUSÕES: Com base nestes resultados, pode-se inferir que o líquido esofágico nos portadores de megaesôfago tem ph entre 6 e 4 e há relação direta com a positividade do HPV, sendo o subtipo 16 o mais encontrado. Apresentação: Poster

Apresentação: Poster 071 - ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO HPV EM ESÔFAGO DE PORTADORES DE MEGAESÔFAGO E A CORRELAÇÃO COM O PH IN SITU E DE 24 HORAS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); TATIANA SILVA DE LIMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); IRACEMA SALDANHA JUNQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL

072 - PERFURAÇÃO GÁSTRICA INTRATORÁCICA, COMO COMPLICAÇÃO TARDIA DE ESOFAGECTOMIA, EM GESTANTE EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO CUNHA FATURETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GIANNE PASCOAL (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO


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TRIÂNGULO MINEIRO); ADÃO JAIR DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO INTRODUÇÃO: O estômago é o órgão mais utilizado na reconstrução do tubo digestivo após ressecções esofágicas por doença benigna ou maligna. Essa preferência é devida à maior mobilidade, vascularização e menor índice de complicações pós-operatórias. Embora as complicações tardias da transposição do estômago sejam infrequentes, já foram descritas estase gástrica e lesões pépticas, inclusive perfuração. A esofagectomia transmediastinal, em que a ressecção do esôfago é feita por laparoscopia sem toracotomia, efetuando a reconstrução do trânsito gastrointestinal com transposição do estômago com anastomose esofagogástrica cervical, tem sido em nosso meio a melhor opção no tratamento do megaesôfago avançado. CASO: ACF, sexo feminino, 31 anos, branca, portadora de megaesôfago idiopático avançado, submetida à esofagectomia subtotal com esôfagogastroplastia, evoluindo sem complicações. Após 4 anos de cirurgia, em acompanhamento na obstetrícia devido a gestação gemelar de vinte e nove semanas, a paciente apresentou quadro de vômitos incoercíveis, associado à hematêmese, franqueza, adinamia e emagrecimento de dois quilos em duas semanas. Evoluiu com abolição do murmúrio vesicular em base direita, com muita dor torácica. Na radiografia simples de tórax, evidenciou-se velamento em hemitórax direito confirmado pelo ultrassom. RESULTADOS: Realizou-se inicialmente a drenagem torácica direita, devido ao hidropneumotórax, com saída de mil e quinhentos mililitros de uma secreção acastanhada. Após a drenagem, realizou-se endoscopia digestiva alta para posicionamento de sonda nosoenteral no duodeno e observou-se lesão perfurada com aproximadamente 1,5 cm de diâmetro em região do corpo gástrico, sendo em seguida, realizada a cesariana. Evoluiu com empiema pleural e encarceramento pulmonar que necessitou de pleuroplastia aberta e rafia da úlcera gástrica em dois planos e patch com músculo intercostal para o fechamento de orifício, evoluindo bem e teve alta após 7 dias do último procedimento. Os bebês por apresentarem baixo peso, permaneceram internados durante quatro semanas, obtendo boa evolução clínica. O controle clínico, radiológico e endoscópico, realizados dois anos após, apresentou-se sem alterações. Apresentação: Poster 073 - ESTUDO COMPARATIVO DE MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAL DE USO EM CIRURGIAS LAPAROSCÓPICAS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); EVA CLÁUDIA VENÂNCIO DE SENNE (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); DANIELE FOSSALUSSA NESPOLO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Devido ao avanço tecnológico, surgiram várias novidades que vieram para dar maior assistência à saúde. Uma dessas novidades são os artigos classificados como de uso único (ou descartáveis), muitos deles construídos com materiais nobres para finalidades específicas em procedimentos médicocirúrgicos. Dessa forma, vários países têm adotado tal medida para reduzir os custos da utilização dessa tecnologia, inclui-se nessa lista de países o Brasil. Além disso, o Brasil não é o único a pensar no reprocessamento. Nos Estados Unidos, o

reprocessamento de artigos de uso único é realizado por empresas terceirizadas regulamentadas pelo FDA (Graziano, 2006). MATERIAL E MÉTODOS: Todo o material (trocarteres, pinças e bisturi ultrassônico) foi processado pela Central de Materiais e Esterilização (CME) do HC-UFTM. Após lavagem mecânica, os Gustavo Spadoto Balarin instrumentos foram encaminhados para lavadora ultrassônica, secagem com ar comprimido, e posteriormente submetidos à esterilização com peróxido de hidrogênio pelo aparelho STERRAD®. Em seguida, cada instrumento foi colocado em saco plástico estéril com 100 mL de soro fisiológico 0,9% durante 5 minutos. O líquido foi colhido e centrifugado, e do material precipitado obtido foi enviada uma amostra para cultura (para bactérias, fungos e micobactérias) para dois laboratórios distintos (Laboratório Central do Hospital de Clínicas da UFTM e Laboratório de Microbiologia da UFTM). RESULTADOS: Foram realizados um total de 1016 culturas, sendo 227 culturas no meio Ágar Sangue, 227 Ágar MC Conkey, 227 Ágar Sabouraud, 227 Lowenstein e 108 Middlebrook. Em nenhuma das 1016 culturas com os diversos meios utilizados detectou-se o crescimento de microorganismos. CONCLUSÃO: Com base neste material podese concluir que o processamento e a esterilização destes instrumentos através da técnica padronizada são eficazes e seguros, e podem ser empregados no reprocessamento dos materiais de uso em cirurgias laparoscópicas. Apresentação: Poster 074 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA POR PORTAL ÚNICO: EXPERIÊNCIA INICIAL VANESSA RANGEL ANDRADE (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); SILVÉRIO LEONARDO MACEDO GARCIA (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); WILSON LUIZ ABRANTES (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Desde que a colecistectomia videolaparoscópica foi considerada como padrão ouro para o tratamento de colecistopatia calculosa sintomática, muitos cirurgiões procuram por novas tecnologias para reduzir o trauma parietal e melhorar o resultado estético. Nesta busca por melhores técnicas foi criada a cirurgia por orifícios naturais (NOTES), que elimina por completo a incisão trans-abdominal. Porém, essa técnica ainda apresenta muitas limitações que dificultam sua realização, como o treinamento técnico e a criação de instrumentais adequados. Entre a videolaparoscopia tradicional, realizada através de quatro portais, e a cirurgia por orifícios naturais, que ainda está distante da nossa realidade, existe a alternativa de utilizar apenas um portal único (single port). O single port, também conhecido como SILS (single-incision laparoscopic surgery), foi realizado pela primeira vez em uma apendicectomia no ano de 1996, por Kalla e col. Três anos depois, Piskun e col. descreveu a primeira colecistectomia videolaparoscópica pelo novo método. Essa técnica minimamente invasiva consiste em uma única incisão trans-umbilical para posicionamento de um trocarte pelo qual as pinças cirúrgicas serão introduzidas. Neste trabalho, relataremos a experiência inicial do serviço com essa técnica cirúrgia. METODOLOGIA: Dentre os pacientes atendidos no Ambulatório de Cirurgia Geral I do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte – MG, durante o mês de março com diagnóstico de colecistopatia calculosa sintomática, foram selecionadas 6 pacientes do sexo feminino, entre 22 e 62 anos. Para realizar a seleção foram aplicados questionários que tinham como critérios de exclusão episódios prévios de colecistite, icterícia obstrutiva, pancreatite aguda e cirurgias abdominais. Na cirurgia foi utilizado um trocarte multicanal de 10 mm, com quatro entradas (sendo três de 5 mm e uma de 10 mm com possibilidade de redução para 5 mm com um redutor), como instrumental foram usados pinças articuladas e óptica de 5 mm com visão de 30 graus. RESULTADOS: Das seis operações realizadas no serviço


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no mês de maio apenas uma precisou ser convertida para a incisão subcostal devido a um sangramento de difícil controle durante a ressecção da vesícula de seu leito hepático. Em duas operações houve perfuração da vesícula durante o uso do cautério. Todas as pacientes evoluíram bem no pós-operatório. CONCLUSÃO: A via única transumbilical tem como vantagem a menor queixa álgica, trauma operatório reduzido, recuperação mais rápida e cicatriz imperceptível. A colecistectomia por single port, mesmo não sendo a técnica de escolha, é um procedimento viável, eficaz e seguro, resultando em uma combinação de mínima invasão e resultado estético satisfatório. Assim, é com o maior treinamento da técnica é que poderemos aperfeiçoar o resultado. Apresentação: Poster 075 - ESOFAGUECTOMIA TRANSHIATAL LAPAROSCOPICA SIN TORACOTOMIA PABLO ESQUIVEL PEDRAZA (STAR MEDICA); DAVID BERRONES GARDUZA (STAR MEDICA)

RESUMO Introducción. En el desarrollo de la cirugía laparoscópica, el abordaje del mediastino puede ser factible con el apoyo de instrumental y equipo adecuado, un grupo operatorio entrenado con expetiencia en cirugía de tórax y de hiato esofagico y el paciente con las condiciones adecuada, como la ausencia de cirugía preiva en el área a trabajar, estado físico satisfactorio para tolerar el evento anestésico y laparoscópico. La esofaguectomía puede estar indicada para casos benignos como los presentados en éste trabajo, como para casos oncológicos debidament seleccionados. Objetivos. Demostrar que el abordaje laparoscópico es una adecuada opción para la realización de estos procedimientos, presentando los principales pasos operatorios y los tips para eficacia, seguridad y evolución breve del período postoperatorio. Material y métodos. Se presentan dos casos clínicos con video de pacientes femeninas con patología esofágica sometidas a esofaguectomia con asistencia laparoscópica. El primer caso se trata de paciente joven femenina con ingesta accidental de sustancias causticas y después de un período de recuperación de la crisis aguda presenta estenosis larga e infranqueable del esófago, sin posibilidad de dilataciones u otra altenativa menos agresiva. Con sosten nutricional se somete a esofaguectomía transhiatal sin toracotomía con disección del esófago medio y distal, sección esofago-gástrica, liberación gástrica con su ascenso mediastinal y drenaje por vía laparoscópica y mediante una incisión cervical se extrae el esófago y se hace la anastomosis del estómago ascendido con el esofago proximal. Se deja en ayuno por 3 días y dieta líquida por 10 días postquirúrgicos. Se que hospitalizada por 4 días. El segundo caso es una paciente fememina adulta mayor con sangrados persistentes en un esófago tortuoso sin peristalsis en tercios medio e inferior, con lesiones erosivas, granulares y zonas de metaplasia extensas. Se somete al mismo procedimiento y manejo transoperatorio que el paciente anterior y permanece por 10 días en el hospital. Resultados. La paciente joven evolucionó satisfactoriamente sin morbilidad alguna, control radiologico con bario 6 meses después sin estenosis de la anastomosis, calidad de vida satisfactoria, con incremento gradual de peso y sin alteraciones nutricionales. La segunda paciente presentó una fistula de bajo gasto de la anstomosis que cerró espontáneamente con ayuno y nutrición parenteral por una semana. Los controles postoperatorio no demostraron estenosis a pesar de la fístula y calidad de vida excelente. Conclusiones. Los casos anteriores demuestran la factibilidad de la vía laparoscópica para realizar éstos procedmientos, lo proponemos de primera elección. La presencia de la fístula en la anastomosis cervical en el segundo caso puede ser independiente del abordaje laparoscópico o abierto.

Apresentação: Poster 076 - USO DE GRAPAS VASCULARES HEMOLOK PARA TODAS LAS CIRUGIAS LAPAROSCOPICAS PABLO ESQUIVEL PEDRAZA (STAR MEDICA AGUASCALIENTES); MANUEL MARQUINA SANCHEZ (CMQ AGUASCALIENTES)

RESUMO Introducción. La cirugía laparocópica ha avanzado vertiginosamente en las últimas dos décadas, siendo el abordaje de primera elección para la mayoría de los procedmientos abdomianles. El desarrollo de tecnología ha facilitado el trabajo para el cirujano y mejorado los estándares de seguridad para el paciente. Como parte de ello aparecieron hace una decada aproximadamente las grapas vasculares de Hemolok, siendo usadas y propuestas inicilamente paraoclusión de vasos sanguíneos importantes. Objetivo. Con el presente trabajo tratamos de proponer el uso de las grapas de Hemolok como parte cotidiana, de uso comun en casi todos los procedimientos laparoscópicos incluyendo la colecistectomía. No deben de se relegadas como para casos especiales y debe formar parte del material básico de los procedimientos laparoscópicos. Existen muchos reportes de complicaciones en colecistectomía por sangrado o por fuga biliar a traves del cístico por “migración” de las grapas y por otro lado, los aplicadores rehusables para grapas metálicas a veces ya no cierran bien las grapas quedando el conducto mal ocluido. Material y métodos. Existen grapas de Hemolok para engrapadoras de 5, 10 y 15 mm. La engrapadora es algo cara pero es rehusable. Las grapas vienen en cartuchos de 6. Aunque su uso se enfocó a vasos sanguíneo, las usamos por su seguridad en la mayoría de nuestras laparoscopías. En los últimos 5 años hemos utilizado grapas de Hemlok para la mayoría de nuestros procedimientos: en colecistectomía usamos por lo menos una grapa para ocluir el conducto cístico y otra para la arteria, así podemos usar para completar el resto con grapas metálicas. En apendicectomía para obliterar el muñon apendicular; en nefrectomía para vasos del híleo y para uretér, en esplenectomía, colectomías, histerectomías para vasos de grueso calibre, para vasectomías para cerrar conductos deferentes y en algunos casos de gastrectomía en manga para tratar obesidad, durante el último disparo de la engrapadora lineal para seccionar y separar por completo el estómago a veces faltan unos 2 o 3 mm de estómago que seccionar y el uso de otro disparo de engrapadora vascular lineal sería bastante exagerado y caro y ligadura por otra vía sería tardado e inseguro, por lo que usamos grapas de Hemolok para ocluir estos pequeños pero peligrosos segmentos. Resultados. En mas de 5 años y en mas de 2500 procedimientos laparoscópicos no hemos tenido ninguna complicación en los conductos obliterados con grapas de hemolok, no hemos tenido fístulas no sangrados postoperatorios. Conclusiones. Con este trabajo proponemos el uso rutinario de la grapas de hemolok por su eficacia, seguridad, no tan alto costo y facilita el trabajo del cirujano. Queremos mencionar que no tenemos relación ni participación alguna con frabicantes o distribuidores de éstas grapas. Apresentação: Poster 077 - APENDICECTOMIA LAPAROSCOPICA UN PUERTO DOS TROCARES DR. PEDRO A. GIANINO T. (CLINICA SAN GABRIEL COMPLEJO SAN PABLO LIMA); DR. FERNANDO REVOREDO REGO (CLINICA SAN GABRIEL COMPLEJO SAN PABLO LIMA)

RESUMO Uno de los conceptos emergentes en el siglo 21 es la cirugía laparoscópica por un sólo puerto o por una sola incisión. La idea


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fundamental es tener todos los puertos laparoscópicos de trabajo entrando a la pared abdominal a través de la misma incisión en el ombligo. El principal problema es la “triangulación” de la óptica y la laboriosidad de esta técnica, con los instrumentos, a la cual los cirujanos laparoscopistas han estado acostumbrados. MATERIAL Y METODOS Durante el ultimo año 2010 se realizaron 25 Apendicetomías laparoscópicas por puerto único trans umbilical, con dos trocares y con instrumental laparoscópico convencional. Ningún paciente tuvo apendicitis aguda complicada. Se estudiaron sexo, edad, leucocitosis, dieta, estancia hospitalaria y aceptación estética. RESULTADOS Edad promedio 33 años; sexo Fem. / Masc. 20/5; leucocitosis <10000-22 pc., > 10000- 3 pc., todos iniciaron vía oral antes de las 6 horas; la estancia fue menor de 24 horas; la aceptación estética fue unánime. CONCLUSIONES La técnica demostró ser segura, fácil de realizar, reproducible, con excelentes resultados, sobre todo desde el punto de vista estético. PALABRAS CLAVE Apendicetomía laparoscópica, puerto único. Apresentação: Poster 078 - EXPLORACIÓN LAPAROSCÓPICA DE LA VÍA BILIAR ASISTIDA POR ROBOT ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); HUGO DÁVILA (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); MARÍA FERNANDA VISCONTI (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); VERÓNICA SALAS (HOSPITAL UNICERSITARIO DE CARACAS); RAIR VALERO

RESUMO INTRODUCCION: La exploración laparoscopica de la vía biliar ha demostrado ser un procedimiento seguro y efectivo, que aporta las conocidas ventajas de la cirugía minimamente invasiva. La evidencia actual apunta a que la cirugía laparoscopica tiene un papel fundamental en la resolución de la coledocolitiasis; siendo la ELVB es tan efectiva como la CPRE en el manejo del paciente con coledocolitiasis. Con los avances tecnológicos y la incorporación de nuevas tecnologías el paso lógico a seguir es la incorporación de la cirugía robótica para el tratamiento de esta patología. OBJETIVO: Reportar nuestra primera experiencia inicial en el tratamiento quirúrgico laparoscópico de la vía biliar asistido por robot. PACIENTES Y METODOS: Paciente femenino de 32 anos de edad quien acude por presentar dolor en hipocondrio derecho tipo cólico asociado a ingesta copiosa de alimentos, se realiza ultrasonido abdominal donde se observa hallazgos compatibles con litiasis vesicular, colédoco de 10,8 cm., perfil hepático con elevación discreta de la GGT, y ultrasonido endoscopico con evidencia calculo de 1,1 cm. en colédoco distal. Se planifica para realizar exploración de la vía biliar y colecistectomia asistida por robot. DESCRIPCIÓN DE LA TÉCNICA: El procedimiento de llevo acabo bajo anestesia general, con el paciente en decúbito supino, se inicio el procedimiento mediante la colocación del primer portal de 12 mm para la cámara a nivel infraumbilical, posteriormente bajo visión directa se colocaron portales según esquema El robot se coloca a nivel del hombro derecho del paciente, una vez acoplado se procede a identificar el triangulo de calot, se realiza disección del mismo, se coloca un clip proximal en el conducto cístico, colocación de clips y sección de arteria cística, se identifica la vía biliar principal la cual se encontraba dilatada 1,5 cm. aproximadamente, se realiza disección a nivel de la cara anterior, posteriormente se coloca una referencia con vycril 4-0, se realiza coledocotomia de 1,2 cm, se introduce coledocoscopio observándose calculo de 1 cm. a nivel de colédoco distal el cual se extrae bajo visión directa con una cesta de nitilon de 2,4 mm. Posteriormente se efectúa una revisión en sentido proximal y distal, sin evidencia de mas cálculos, finalmente se realiza cierre

de coledocotomia con puntos separados con vycril 4-0. Se realiza colecistectomia, se coloca un dren de blake subhepatico. El tiempo operatorio fue de 110 minutos, sin complicaciones. DISCUSION: La principal ventaja del sisTema Da Vinci además de la optima visión, es el incremento en rangos de movimiento y grados de libertad lo cual permite realizar con mayor facilidad la disección de la vía biliar, la coledocotomia y una optima manipulación del coledocoscopio, lo cual facilita la exploración. El rol de la cirugía robótica para el tratamiento de la coledocolitiasis continua estudiándose, existiendo muy pocos reportes en la literatura. Apresentação: Poster 079 - MANEJO LAPAROSCÓPICO DE LA COLEDOCOLITIASIS COMPLEJA ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); CARLOS PEDRÓN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); GUSTAVO BENÍTEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)

RESUMO OBJETIVO: Presentar un caso de coledocolitiasis compleja resuelta por laparoscopia AMBIENTE: Hospital Universitario de Caracas. Cátedra - Servicio de Cirugia III MÉTODO: Paciente femenino de 46 años de edad quien ingresa con diagnóstico de ictericia obstructiva de 7 días de evolución, se realiza CPRE (Colangiopancreatografía retrógrada endoscópica) evidenciándose cálculo impactado en tercio medio de colédoco, sin poder realizar la extración del mismo. RESULTADOS: La paciente es llevada a quirófano con el diagnóstico de coledocolitiasis, se realiza laparoscopia evidenciándose una fístula colecistoduodenal, se procede a la disección y sección del trayecto fistuloso, cierre del orificio en duodeno con ethibond® 2-0 con anudado intracorpóreo. Posteriormente se lleva a cabo coledocotomía para extracción del cálculo impactado, y se realiza coledocoscopia con extracción de fragmentos de cálculo en tercio distal, finalmente se procede a la revisión de la vía biliar en sentido proximal y distal, cierre primario del colédoco con puntos separados y colecistectomía laparoscópica. CONCLUSIÓN: La CPRE es el abordaje de elección para pacientes con evidencia de coledocolitiasis o alta sospecha de la misma, sin embargo, esta no es efectiva en el 100% de los pacientes. Todos los casos en los cuales a pesar de la adecuada canulación no se logra resolver el problema por esta vía son considerados como coledocolitiasis compleja. La exploración laparoscópica de la vía biliar debe ser la primera opción a considerar en estos pacientes, abordaje que aporta los ya conocidos beneficios de la cirugía mínimamente invasiva. Apresentação: Poster 080 - VIDEOCIRURGIA ROBÔ ASSISTIDA NA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SIRIO LIBANES); ULYSSES RIBEIRO (HOSPITAL SIRIO LIBANES); CLÁUDIO RENATO P. DE LUCA (HOSPITAL SIRIO LIBANES); MARCELO CERDAN TORRES (HOSPITAL SIRIO LIBANES); NADIM FARID SAFATLE (HOSPITAL SIRIO LIBANES)

RESUMO Objetivo: Demonstrar a eficiência e aplicação de um método novo que combina a técnica mecânica com a automação robótica na video cirurgia. Discutir criteriosamente a segurança do método


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robótico e sua contribuição no tratamento cirúrgico das doenças. Material e Métodos: Foram considerados nove doentes consecutivamente operados entre julho de 2008 e março de 2009, incluindo uma emergência de volvo gástrico, com o auxílio do robô cirúrgico. Em todos os pacientes o conteúdo herniário foi reduzido para a cavidade abdominal, aproximado os pilares e rafiado o fundo gastrico em uma válvula anti refluxo robô assistidas. Resultados: Todos os doentes tiveram boa evolução no pós operatório imediato, sem complicações. Tempo cirúrgico médio de 4 horas. Média de internação de 48h, analgesia endovenosa restrita ao 1&#730;PO. Conclusões: A introdução de novos métodos é sempre um desafio, e a medida de sua segurança e resultados devem ser observados em um maior número de doentes e tempo de evolução pós operatório. O paradigma é entender a segurança do método e medir seu benefício ao doente. A combinação do computador e o instrumental cirúrgico, controlada pelo cirurgião, parece ser a última fronteira conquistada pelos bits e bytes no auxílio à vida e à manutenção do bem estar do homem. Apresentação: Poster 081 - COMPLICAÇÂO DE HERNIOPLASTIA INGUINAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA IVY DANTAS DE MELO E SILVA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); MARCUS BERARDINELLI CAMARGO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); ANTONIO L. MOREIRA JUNIOR (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); GERMANO MADEIRA QUINDÓS (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); LEONARDO CORDEIRO DE CARVALHO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU); RAFAEL DE AVILA VIDIGAL (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUACU)

RESUMO Paciente, 65 anos, masculino, refere hernioplastia videolaparoscopica inguinal direita há 18 anos realizada em outra instituição com colocação de tela de polipropileno em espaço pré peritoneal. Apresentando dor abdominal há três meses com piora do quadro a 10 dias evoluindo com febre e presença de massa endurecida e sinais flogisticos em flanco e fossa ilíaca direita. Relato cirúrgico: Paciente submetido a laparotomia exploradora sendo evidenciadas lojas de pus em subcutâneo e reto abdominal com destruição e necrose de aponeurose. Presença de tela de polipropileno em espaço pré peritoneal infectada. Moderada quantidade de pus intra cavitário e processo inflamatório com aderência de epiplon a tela de polipropileno. Realizado retirada de tela de polipropileno. Ceco com tecido necrótico periapendicular, hiperemia de apêndice cecal e perfuração de ceco com aderências locais. Evolução: Paciente apresentou síndrome de resposta inflamatória ao trauma, fistula intestinal e óbito no 11° dia pos operatório.

sos pode ocorrer no retroperitônio, sendo neoplasia de ocorrência extremamente rara.RELATO DE CASO:Paciente de 36 anos, do sexo masculino, casado, natural e procedente de São Paulo, realizou ultrassom abdominal de rotina que mostrou lesão sólida expansiva retroperitoneal.Após avaliação da massa com TC e RM, o paciente foi submetido a ressecção robô- assistida da lesão encapsulada. O resultado do anátomo- patológico mostrou schwannoma retroperitoneal.DISCUSSÃO:Por se tratar de tumor extremamente raro, o diagnóstico pré- operatório dos schwannomas de retroperitônio é difícil. A dúvida de manter a integridade deum tumor desconhecido prevalece sobre a decisão de uma biópsia guiada por imagem. Resta a opção de ressecção cirúrgica completa do tumor.Em somente um caso descrito na literatura o diagnóstico pré operatório foi dado através de punção por agulha fina guiada por ecoendoscopia. No caso relatado o tratamento operatório foi indicado por se tratar de suspeita de tumor de glândula adrenal, quadro no qual a ressecção está indicada devido ao tamanho do tumor. Pesou na decisão de uso do robô a possibilidade de fazer uma ressecção junto a grandes vasos com a vantagem da estabilidade do braço robótico, atitude de certa maneira confirmada durante o procedimento. A cirurgia minimamente invasiva vem ganhando espaço no tratamento dos tumores retroperitoneais, sendo descritos casos de ressecção laparoscópicas de Schwannomas nesta região. Não existe relato na literatura de schwannoma de retroperitônio operado por via robô- assistida, sendo este o primeiro caso descrito. Além disso, trata-se do maior Schwannoma de retroperitônio dissecado por vídeo-cirurgia , sendo o maior até então um tumor de 95 mm operado em 2009 por via laparoscópica no Japão. CONCLUSÃO: A via robótica vem se consagrando como técnica segura e eficaz na cirurgia abdominal. Tem utilidade na cirurgia oncológica por facilitar a dissecção em situações de íntima relação entre os tecidos, respeitar tecidos livres de tumor e proporcionar maior liberdade de movimentos.Sua visão de melhor qualidade, panorâmica, em 3 dimensões associada ao conceito de mínima invasão beneficia o procedimento e sugere maior confiança ao método cirúrgico. O paciente ganha uma recuperação melhor e mais rápida quando comparada a métodos tradicionais, e o cirurgião ganha em ergonomia, conforto e facilidade ao operar. Apresentação: Poster 083 - REPARO DA LINHA ALBA COM DIASTASE DOS MM RETO DO ABDOME E/OU HÉRNIAS EPIGÁSTRICA POR VIA ROBÔ- ASSISTIDA RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RODRIGO BISCUOLA GARCIA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RAFAEL IZAR DOMINGUES DA COSTA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS)

RESUMO Apresentação: Poster 082 - RESSECÇÃO ROBÔ –ASSISTIDA DE SCHWANNOMA RETROPERITONEAL: RELATO DE CASO E REVISÃO DA LITERATURA RICARDO Z. ABDALLA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RODRIGO BISCUOLA GARCIA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); CLAUDIO RENATO P. DE LUCA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS); RAFAEL IZAR DOMINGUES DA COSTA (HOSPITAL SÍRIO- LIBANÊS)

RESUMO INTRODUÇÃO: Os schwannomas são tumores originários das células de Schwann , presentes na bainha dos nervos periféricos. Ocorrem como lesões solitárias, encapsuladas, geralmente envolvendo nervos cranianos. Esse tipo de lesão raramente recidiva , quando ressecadas localmente.Em cerca de 0,5% dos ca-

INTRODUÇÃO:A diástase dos mm reto do abdome é uma condição limite entre o normal e o patológico, não havendo consenso em relação ao seu significado clínico e tratamento. É comum em obesos, pneumopatas, idosos desnutridos, pacientes com abdome flácido decorrente de má postura e gestação.Está associada em 20% dos casos à hérnia de linha Alba, incluindo-se entre elas a epigástrica. DESCRIÇÃO DA TÉCNICA:O paciente é posicionado em decúbito dorsal horizontal, com os membros superiores estendidos ao lado do corpo, os membros inferiores semi- fletidos e afastados entre si, permitindo o posicionamento adequado do braço robótico que sustenta a óptica com movimentação livre sobre o púbis. Através de princípios de separação dos componetes é colocada tela retro- muscular aproximação da parede posterior . A tela é colocada até a região inguinal, onde é fixada com selante de fibrina através de acesso pré- peritonial.. CONCLUSÕES :Um estudo prospectivo, na Espanha, comparou o procedimento laparoscópico com a via anterior, em dois grupos


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com 30 doentes cada16. As complicações peri e pós-operatórias foram menores no grupo da laparoscopia. Após 18 meses de seguimento, houve 2 recidivas, ambas no grupo da cirurgia aberta. Apesar do número restrito de pacientes avaliados e da necessidade de estudos de acompanhamento mais prolongados, os resultados preliminares são promissores quanto ao método laparoscópico, e chamam a atenção pelo aprimoramento rápido da técnica e dos materiais utilizados na mesma.Teoricamente, esse método poderá ser de primeira escolha em qualquer defeito da parede abdominal e uma alternativa para os procedimentos combinados, que necessitem de um esclarecimento diagnóstico mais detalhado, além dos exames de imagem não invasivos, ou mesmo de cirurgias concomitantes (colecistectomia, por exemplo). Tem a vantagem de associar princípios de cirurgia plástica para correção da diástase dos mm reto abdominais a um acesso minimamente invasivo, resultando em menor trauma pós operatório. Um estudo prospectivo, multicêntrico, com 850 pacientes, submetidos à hernioplastia videolaparoscópica e acompanhados por 20 meses, apresentou uma taxa de recidiva de 4,7%16. As complicações relativas às manobras intracavitárias, à presença da tela em contato com as alças e à técnica de fixação dessas telas foram relacionadas à experiência do cirurgião, sendo contornadas durante o próprio procedimento ou por uma nova abordagem videoendoscópica. A recurrência foi associada aos grandes defeitos da parede, à obesidade, ao número de cirurgias prévias e às complicações peroperatórias. Estudos brasileiros em acesso laparoscópico ainda não apresentam números significativos, mas o método deverá ser considerado e praticado com bastante critério, em benefício dos casos mais complexos. O mesmo se diz em relação ao acesso robô assistido, que proporciona maior facilidade e conforto para o cirurgião em relação ao método anterior. Apresentação: Poster 084 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DO GIST DE ESTÔMAGO GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL SÃO LUCAS); FERNANDO BARROS (HOSPITAL SÃO LUCAS); CONRADO DE SOUZA GAIA (HOSPITAL SÃO LUCAS); VINICIUS CRUZ (HOSPITAL SÃO LUCAS); SIDNEY GONÇALVES (HOSPITAL SÃO LUCAS); BERNARDO MENESES (HOSPITAL SÃO LUCAS); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL SÃO LUCAS)

RESUMO Objetivos Relatar 2 casos de pacientes submetidos a gastrectomia subtotal com reconstrução em BII por massa em região de corpo gástrico(tumor estromal do tubo gastrointestinal - GIST) Relato de Caso: Pacientes do sexo masculino, na 5ª. década de vida, de cor branca, que foram submetidos a endoscopia digestiva alta, sendo identificado massa no corpo gástrico. Realizaram TC de abdome verificando se tratar de um tumor tipo estromal (GIST). Os paciente foram submetidos a uma videolaparoscopia, já com a intenção de serem operados pela técnica de gastrectomia subtotal com reconstrução em Billroth II laparoscópica. A cirurgia transcorreu sem qualquer problema. Os paciente receberam alta hospitalar em 72h, sem qualquer complicação. Não foram hemotransfundidos Discussão: Os tumores estromais gastrointestinais (GIST) são caracterizados por um grupo de tumores de origem na camada muscular do trato gastrointestinal, podendo ter diferenciação muscular, nervosa ou ter sua origem em células não diferenciadas. A diferenciação entre lesão benigna ou maligna nem sempre é possível apenas pelo seu aspecto histológico, o que dificulta o tratamento e determinação do prognóstico. A cirurgia é o esteio da terapia de essências não-metastático. metástases linfonodais são raras e remoção de rotineira de linfonodos não é necessária. Margens amplas não são necessárias. Assim ambos foram submetidos à terapia laparoscópica em média foram retirados 26

linfonodos não comprometidos, e a margem foi de menos de 1 cm. Conclusão: Os tumores estromais são ainda raros e geralmente de difícil diagnostico, que deve ter a sua causa pesquisada e tratada. E afirmar que o tratamento laparoscópico pode ser feito sem qualquer problema, desde que em mãos hábeis. Com a apresentação deste trabalho, esperamos estar contribuindo para a divulgação e melhor compreensão do tratamento dessa patologia. Apresentação: Poster 085 - PSEUDOCISTO DE PÂNCREAS INFRAMESOCÓLICO TRATAMENTO POR VIDEOLAPAROSCOPIA GUILHERME LEMOS COTTA PEREIRA (HOSPITAL PASTEUR); FERNANDO DE BARROS (HOSPITAL PASTEUR); CONRADO DE SOUZA GAIA (HOSPITAL PASTEUR); VINICIUS CRUZ (HOSPITAL PASTEUR); SIDNEY GONÇALVES (HOSPITAL PASTEUR); BERNARDO AUGUSTO ALVES DA MOTTA MENESES (HOSPITAL PASTEUR); GUILHERME NAHOUM (HOSPITAL PASTEUR)

RESUMO Objetivos: Estudo do tratamento do pseudocisto secundário a pancreatite aguda grave de localização inframesocólico pela técnica Cistojejunostomia em Y de Roux por Videolaparoscopia. Métodos: Apresentamos o relato de três pacientes submetidos à cirurgia videolaparoscópica para o tratamento do pseudocisto pós pancreatite biliar identificado entre cinco e seis meses após a alta hospitalar. Os pacientes foram diagnosticados pela tomografia computadorizada e complementados pela ressonância nuclear magnética, que deu a noção exata sobre a porção liquida do pseudocisto. Observamos os pacientes até completar três meses, permitindo tempo para maturação dos pseudocistos. Os pacientes foram submetidos à laparoscopia. Após localização dos pseudocistos, a parede do mesmo foi aberta com bisturi ultrassônico, aspirando o conteúdo, fazendo a biópsia a fim de verificar qualquer processo maligno, que fora prontamente examinado pelo patologista. A janela para realização da futura anastomose variou de 3 a 6cm de extensão. Realizamos a confecção do Y de Roux, dividindo com o grampeador endoscópico aproximadamente 40cm do Treitz. A alça da anastomose do pseudocisto ficou distante 30 cm da jejunojejunostomia laterolateral com grampeador, e a enterotomia fechada em plano único com fio 3.0 de Vicryl. O defeito mesentérico fora fechado com fio 3.0 de Vicryl a fim de prevenir herniações. A cistojejunostomia fora criada com uma enterotomia de 1cm e fora anastomosado com a abertura prévia do pseudocisto com o grampeador , e a abertura fechada em plano único com fio 3.0 de Vicryl. Um dreno de Blake fora deixado próximo à anastomose. No pós-operatório, os pacientes evoluíram a alimentação progressivamente. O dreno fora retirado em 48/72 horas. O acompanhamento fora feito com tomografias seriadas no pós-operatório. Dois pacientes tiveram a drenagem retardada por apresentar material necrótico espesso, necessitando de 3 a 6 meses para esvaziar por completo o cisto, e um paciente teve seu esvaziamento quase que imediato por apresentar seu conteúdo líquido. Resultados – Os três casos foram realizados por videolaparoscopia sem conversões para a técnica convencional. O tempo operatório foi em média de 120 a 180 minutos. Perda sanguínea desprezível. Nenhum paciente recebeu transfusão. A média de internação foi de 6 a 8 dias. Não houveram complicações operatórias relacionadas ao procedimento do Y de Roux. Discussão – A opção do tratamento do pseudocisto inframesocólico por videolaparoscopia se tornou uma opção concreta. A operação de Cistojejunostomia em Y de Roux por Videolaparoscopia demonstrou ser de curta duração, sem gastos sanguíneos e de permencia abreviada no hospital. Acreditase que as complicações relacionadas as pancreatites, principalmente a de origem biliar, estejam diminuídas pela precocidade do tratamento videolaparoscópico da vesícula biliar e dos métodos


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de imagem. Assim, comparativamente, existe também a diminuição da incidência de pseudocistos, em especial os inframesocólicos, que já são mais raros do que os supramesocólicos, espelhando a pequena quantidade de casos na literatura mundial. Em alguns artigos, como Rezayat e col mostram que a taxa de conversão para a operação convencional foi zero e a evolução no sangramento pós-operatório de 2%, da morbidade em geral de 5 a 20% e da taxa de mortalidade de 2 a 14%. Apresentação: Poster 086 - HEPATECTOMIA LAPAROSCÓPICA: INDICAÇÕES E RESULTADOS EM 11 CASOS OPERADOS SERGIO RENATO PAIS COSTA (HOSPITAL SANTA LUCIA -DF); SERGIO LUIZ MELO ARAUJO (HOSPITAL SANTA LUCIA - DF); OLIMPIA ALVES TEIXEIRA LIMA (UNB - DF); ALEXANDRE CHARTUNI PEREIRA TEIXEIRA (HOSPITAL SANTA LUCIA - DF)

RESUMO Introdução: Atualmente, a hepatectomia laparoscópica tem sido aceita como preferencial para afecções hepáticas benignas e também em algumas situações de malignidade devido à baixa morbidade e melhor resultado estético. Objetivos – Relatar uma série de onze doentes submetidos a hepatectomia laparoscópica bem como avaliar os resultados precoces (morbi-mortalidade) e tardios (recidiva de doença e sobrevida) Métodos – Os autores relatam uma série de onze casos de hepatectomia laparoscópica entre o período de Julho 2007 a Abril de 2010 por única equipe do Hospital Santa Lucia – Brasília - Distrito Federal. Foram seis mulheres e cinco homens. A idade variou de 23 a 70 anos, com mediana de 53. As indicações cirúrgicas foram: Adenoma (n=3), Hiperplasia nodular focal (n=2), Cistoadenoma (n=1), Abscesso Hepático (n=2), Hepatocarcinoma (n=1) e Metástases hepáticas (n=2). Foram realizadas 12 ressecções hepáticas. ResultadosForam realizadas quatro hepatectomias maiores (3 ou mais segmentos), quatro bissegmentectomias, duas monosegmentectomias e duas enucleações de metástases. O tempo cirúrgico variou de 180 a 400 minutos com mediana de 300 minutos. O sangramento intra-operatório variou de 100 a 1000 ml (mediana de 200 ml). Um doente foi transfundido. O tempo de internação variou de três a sete dias (mediana de 4). Não houve mortalidade nessa série e a morbidade foi de 10 %. Não houve complicação maior. Um doente apresentou complicacão menor (pneumonia). Nenhum doente foi reoperado. A maioria dos doentes retornou as suas atividades rotineiras com menos de 15 dias de pós-operatório (n=9). Com um tempo de seguimento que variou de 1 a 30 meses com mediana de 13 meses. Até o término deste estudo todos doentes estavam vivos e sem recidiva. Conclusão - A hepatectomia laparoscópica é um método seguro que apresentou baixa morbidade, rápida recuperação pós-operatório e bom resultado estético nessa pequena serie. Palavras-Chave: Neoplasias Hepáticas/Cirurgia; Fígado/Cirurgia; Laparoscopia/métodos; Hepatectomia. Apresentação: Poster 087 - TRATAMENTO CIRÚRGICO LAPAROSCÓPICO DA COLECISTITE AGUDA COMPLICADA: UMA SÉRIE DE TRINTA CASOS OPERADOS SERGIO RENATO PAIS COSTA (HOSPITAL SANTA LUCIA -DF); SERGIO LUIZ MELO ARAUJO (HOSPITAL SANTA LUCIA - DF)

RESUMO Resumo- Introdução: O tratamento laparoscópico da colecistite aguda complicada é motivo de desafio para o cirurgião. Complica-

ções como empiema de vesícula, perfuração com bloqueio, abscessos representam uma categoria de doentes especial, haja vista um maior número de conversões e de morbidade. Casuistica e Metodos – Os autores relatam uma série de trinta doentes submetidos a colecistectomia laparoscópica de urgência por uma única equipe de um Hospital privado em Brasília - Distrito Federal. O periodo de estudo foi de Setembro de 2006 a Abril de 2010. O objetivo foi avaliar os resultados precoces (morbi-mortalidade) e tardios nesse sub-grupo de doentes. A idade variou de 31 a 93 anos com mediana de 78 anos. Foram vinte e duas mulheres e oito homens. Vinte e dois da raça branca, cinco da raça amarela e três da raça negra. Vinte e sete doentes apresentaram pelo menos uma condição clínica de comorbidade sendo que vinte apresentaram pelo menos duas. As doenças mais encontradas foram diabetes mellitus (n=20), hipertensão arterial (n=16), doença pulmonar obstrutiva crônica (n=5) e insuficiência renal crônica (n=5). Vinte cinco apresentavam colelicistite aguda calculosa enquanto cinco não apresentavam cálculos. Resultados - Foram trinta colecistectomias laparoscópicas. O tempo cirúrgico variou de 75 a 360 minutos com mediana de 135. Houve conversão em dois doentes, um por dificuldade técnica e outro por dúvida com neoplasia. Foi realizada colecistectomia total (n=25) e hemicolecistectomia (n=5). Houve 3 lesões incidentais: reparadas por via laparoscópica (uma de cólon transverso e outra de duodeno) e por via aberta ( lesão de colédoco resolvida com anastomose bilio-digestiva). O tempo de internação variou de cinco a 30 dias (mediana de sete dias). Houve duas complicações pós-operatórias maiores e três menores totalizando uma morbidade global de 16 %. Dois doentes foram reoperados: um por fístula biliar e outro por abscesso sub-frênico. Não houve mortalidade nessa série. O tempo de flllow-up variou de 1 a 30 meses (mediana de 15). Até o termino desse estudo todos doentes estavam vivos e a morbidade tardia foi de 6 % ( uma hérnia incisional e uma estenose via biliar). Conclusão – Embora a via laparoscópica seja um método seguro para o tratamento da colecistite aguda complicada apresenta índice de conversão não desprezivel e uma alta morbidade. Palavras-Chave: Laparoscopia; Colecistite Aguda/Cirurgia; Colecistectomia. Apresentação: Poster 088 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA TRANSUMBILICAL (SINGLE SITE) COM EQUIPAMENTO DE LAPAROSCOPIA CONVENCIONAL IZABELE RABELO DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); ANTONIO ALVES JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); MILENA PASSOS LIMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); ALESSANDRA FREITAS VASCONCELOS BARROS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS); JOSÉ JEOVÁ DE OLIVEIRA FILHO (HOSPITAL SÃO LUCAS); HERNAN AUGUSTO CENTURION SOBRAL (HOSPITAL SÃO LUCAS)

RESUMO Objetivo: Descrever o procedimento cirúrgico de colecistectomia por via transumbilical utilizando instrumental de colecistectomia laparoscópica convencional. Pacientes e Métodos: O estudo envolveu 12 pacientes, com idade média de 42,75 anos e índice de massa corporal médio de 30,76, submetidos à colecistectomia laparoscópica por via transumbilical. Foram utilizados um trocarte de 10 mm (ótica de 30o), um trocarte de 3 mm e outro de 5 mm, introduzidos via transumbilical. Quando necessário, trocarte de 2 mm foi introduzido em flanco direito para auxiliar a dissecção do ducto cístico e artéria cística. Quando disponível, ótica de 5 mm e 30°foi posicionada em trocarte de 5mm no momento da colocação de clipes em cístico e artéria cística, dando passagem ao clipador através do trocarte de 10 mm. Resultados: Em seis pacientes utilizou-se a via transumbilical como acesso único. Em cinco, fo-


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ram utilizados 2 sites. Em paciente obeso mórbido houve conversão para videolaparoscopia convencional devido a sangramento de difícil controle da artéria cística. Todos os procedimentos foram realizados com instrumentos de videolaparoscopia convencional. Todos os pacientes tiveram excelente evolução pós-operatória e efeito estético. Conclusão: A colecistectomia por via transumbilical utilizando instrumentos de videolaparoscopia convencional é opção cirúrgica factível, segura e promissora. Apresentação: Poster 089 - SERVIÇO DE VIDEOLAPAROSCOPIA DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL DO HOSPITAL ANA NÉRI: ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); GUSTAVO MENDES LOPES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); MARCUS VINÍCIUS NUNES XAVIER (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ANDRÉ LUIS BARBOSA ROMEO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI)

RESUMO OBJETIVO: Os AA. visam demonstrar a organização e funcionamento do Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral do Complexo Hospitalar Ana Néri. MATERIAL E MÉTODO: O Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral do Complexo Hospitalar Ana Néri incorporou em 2004 o Serviço de Videolaparoscopia Diagnóstica e Cirúrgica, com duração de um ano. Aprovado pelo Ministério de Educação e Cultura, no momento conta com três vagas para residentes e um total de 25 preceptores nas áreas de Cirurgia Geral, Colo-Proctologia e Cirurgias de Cabeça e Pescoço, Ginecológica e Urológica, sendo que vinte preceptores destes atuam também em procedimentos laparoscópicos. O Residente em Videolaparoscopia (R3) participa de visitas a enfermaria, atendimento ambulatorial, sessões clínicas de discussão de casos, complicações e artigos científicos, de vídeos, e é incentivado a apresentar trabalhos em congressos da especialidade. Desde o início do Serviço de Videolaparoscopia foram realizados mais de 1.100 procedimentos para o tratamento de variadas patologias, sempre com a participação do médico residente. CONCLUSÃO: O Serviço de Cirurgia Videolaparoscópica do Complexo Hospitalar Ana Néri apresenta-se como opção na rede SUS para a realização de procedimentos diagnósticos e cirúrgicos, inclusive de alta complexidade, oferecendo à população as vantagens inerentes a esta técnica, além de atuar na educação especializada de médicos residentes. Apresentação: Poster 090 - FUNDOPLICATURA 360° SIMETRICA CALIBRADA 74 FR LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); ELIZABETH PANDO (CLINICA ANGLOAMERICANA); ROGER CLEMENTE (CLINICA ANGLOAMERICANA)

RESUMO PRESENTAMOS LOS FUNDAMENTOS DE UNA MODIFICACION A LA TECNICA DE NISSEN BASADO EN TRABAJOS EN MODELO ANIMAL Y POR RESULTADOS DE PACIENTES OPERADOS SIENDO MAS DE 125 PACIENTES AL MOMENTO DEL ANALISIS NOS ENFOCAMOS EN QUE TODOS LOS PACIENTES CON O SIN

DISMOTILIDAD SE REALIZO FUNDOPLICATURAS TOTALES SIMETRICAS 360°, TODOS SON CALIBRADOS A 74 FR CON BUJIA INTRA-ESOFAGICA Y UNA BUJHIA INTRA-ABDOMINAL, ADEMAS FUNDOPLICATURAS LARGAS NO MENORES DE 4 CM. ESTO ES RESULTADO DE LOS PRIMEROS 6 AÑOS DE UN ESTUDIO PROSPECTIVO REALIZADO EN NUESTRA INSTITUCION. Buscando mejores resultados y frente a una literatura donde se observan resultados muy diversos a la misma técnica, planteamos nuestra modificacion a la tecnica las que en orden de ejecución nombramos 1. Restitución y sutura del ángulo de His (sutura del fondo gástrico al lado izquierdo del esófago) 2. Fundoplicatura total 360º con presencia o no de dismotilidad esofágica 3. Simétrica, es decir, suturando la fundoplicatura al lado derecho del esófago con sección de los vasos cortos para liberarla de tensión. 4. FundoplicaturaLarga teniendo un promedio de 4 a 5 cm. de longitud 5. Fundoplicatura Laxa, calibración a 74Fr, con el uso de doble bujía de calibración (intra-esofágica e intra-abdominal) tuviera o no alteración en la motilidad. Al inicio de este estudio habían preguntas que teníamos que responder y que con el trabajo experimental y su aplicación clínica en el tiempo hemos podido plantear posibles respuestas. Se trata de fundamentar los siguientes puntos: - El principal componente del EEI es anatómico y estructural, su comportamiento es prioritariamente pasivo y no activo. - Lo que determina en mayor parte el grado de disfagia es el diámetro de calibración y no la longitud total de la fundoplicatura - Al restituir el ángulo de His reconstruimos un mecanismo de compuerta y suturándolo evitamos el deslizamiento del borde izquierdo de la fundoplicatura para evitar que con el tiempo puede llevar a nueva incompetencia funcional y anatómica de la unión gastro esofágica. - Realizamos fundoplicaturas totales 360º en todos los pacientes. - La dismotilidad es parámetro para realizar una fundoplicatura mas amplia (Diámetro de calibración de 74 Fr) CONCLUSIONES EL MECANISMO VALVULAR ES PREDOMINANTEMENTE PASIVO, DEPENDIENDO PRINCIPALMENTE DE LA ESTRUCTURA ANATOMICA DE LA UNION GASTRO ESOFAGICA DEMOSTRAMOS QUE UNA CALIBRACION HASTA 74 Fr ES CONTINENTE CON FUNDOPLICATURAS MAYOR DE 4 CM DE LONGITUD, DEMOSTRADO EN ENSAYOS CLINICOS CON MODELOA ANIMAL ASI COMO LOS RESULTADOS PRELIMINARES DE NUESTRA SERIE QUE APOYAN NUESTRAS HIPOTESIS. Apresentação: Poster 091 - POLIPOSIS YEYUNAL COMO CAUSA DE INTUSUSCEPCIÓN INTESTINAL EN EL ADULTO. A PROPÓSITO DE UN CASO DANIEL CASTRO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); GUSTAVO BENÍTEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); MARÍA FERNANDA VISCONTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)

RESUMO Objetivo: Presentar un caso de poliposis yeyunal como causa de intususcepción intestinal en el adulto Ambiente: Hospital Universitario de Caracas. Cátedra Clínica y Terapéutica Quirúrgica “C”. Servicio de Cirugía III. Materiales y Métodos: Paciente masculino de 38 años con dolor abdominal difuso en hemiabdomen superior de leve a moderada intensidad no irradiado de 3 meses de evolución. Antecedentes Personales: gastritis erosiva en tratamiento. Al examen físico: signos vitales estables, abdomen blando, depresible, levemente doloroso a la palpación en epigastrio y flanco izquierdo, RsHsPs normofonéticos resto DLN. Se realizan exámenes paraclínicos donde se evidencia: anemia microcítica hipocrómica y sangre oculta en heces (+). Se realiza TAC de


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abdomen que evidencia engrosamiento de las paredes yeyunales a nivel de flanco y fosa ilíaca izquierda, con escasa cantidad de medio de contraste en su interior, sugestivo de vólvulo vs intususcepción intestinal. Resultados: Se realiza laparoscopia diagnostica evidenciado Intususcepción de 15 cm de yeyuno. Se realiza resección segmentaria de yeyuno y enteroenteroanastomosis termino-terminal. A la apertura de la pieza múltiples pólipos condicionando la intususcepción, el mayor de ellos de 3 cm. Conclusiones: La intususcepción intestinal es una causa poco frecuente en adultos, ocurre en aproximadamente en un 5%. Según el área del intestino afectado puede ser entérica, íleo-cólica o colo-colónica. Entre el 75 y 80% asientan en intestino delgado y el resto en colon. Cuando esta ocurre en el intestino delgado el 25-40% se relaciona con tumores benignos, mientras que cuando ocurre en el colon puede ser a consecuencia de una neoplasia maligna en el 40-77% de los casos. La invaginación yeyuno-yeyunal es la más frecuente del intestino delgado. La clínica es inespecífica y a menudo crónica con una media de duración de los síntomas antes del diagnóstico de más de 30 días. Los síntomas son inespecíficos como dolor abdominal intermitente, náuseas, vómitos y melenas. Los pacientes con lesiones benignas tienen más frecuentemente historia de náuseas y vómitos mientras que las lesiones malignas se relacionan más con melenas. Como hallazgos, en los estudios de imágenes el sigo de “diana” es la forma más precoz de presentación e indica obstrucción no completa. La técnica quirúrgica a realizar y la extensión de la resección dependerán de la edad del paciente, histología de la lesión y segmento de intestino afectado. Apresentação: Poster 092 - TUMOR DEL ESTROMA GASTROINTESTINAL. RESECCIÓN LAPAROSCÓPICA DANIEL CASTRO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); RENATA SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); MARÍA FERNANDA VISCONTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)

RESUMO Objetivo: Presentar un caso de resección laparoscópica de tumor del estroma gastrointestinal Ambiente: Hospital Universitario de Caracas. Cátedra Clínica y Terapéutica Quirúrgica “C”. Servicio de Cirugía III. Materiales y Métodos: Paciente masculino de 81 años quien inicia enfermedad actual 1 año previo ingreso, cuando presenta melena, epigastralgia de leve intensidad, asociado a mareos y astenia generalizada. Se realiza endoscopia digestiva superior que evidencia un tumor submucoso del fundus gástrico. La TAC abdomino-pélvica con doble contraste concluye lesión redondeada, homogénea, de borde definidos, bien circunscrita, de aproximadamente 8 cm de diámetro que impresiona corresponderse con fundus gástrico. La ecoendoscopia muestra un tumor subepitelial que por su tamaño es imposible determinar capa de origen, pero no corresponde a mucosa profunda y cuya PAAF concluye neoplasia mesenquimática gastrointestinal (GIST). Resultados: Se realiza laparoscópica cuyo hallazgo fue tumor submucoso gástrico, polipoide de aproximadamente 10 cm de diámetro, localizado en cara posterior de cuerpo alto, orientado hacia curvatura mayor el cual se resecó sin complicaciones totalmente laparoscópico. La anatomía patológica concluyó tumor del estroma gastrointestinal de patrón fusiforme, con mitosis <14 xcpo, cuya inmunohistoquímica fue positiva para c- KIT. Conclusiones: Los tumores del estroma gastrointestinal (GIST) son las neoplasias mesenquimales más frecuentes del tracto digestivo, y tienen un curso clínico variable. Los GIST son un grupo

de neoplasias que se originan en las células mesenquimáticas pluripotenciales, como consecuencia de una mutación genética que conduce a la activación y sobre expresión de proteínas tirosina quinasas. Estas lesiones tienen alto porcentaje de recidiva, predominantemente intra abdominales, de acuerdo al sitio de la lesión original, seguidas de lesiones peritoneales difusas y en el hígado. Actualmente se utilizan, como parte del tratamiento, inhibidores de la tirosin quinasa (Imatinib®) con los cuales se ha visto mejora en el pronóstico cuando estos tumores son irresecables y metastásicos. Los pacientes con riesgo bajo e intermedio tienen buenos resultados con la cirugía. Existen reportes que postulan la extirpación exitosa y segura del GIST usando técnica de resección laparoscópica. Esta alternativa mantendría los objetivos de una resección curativa y caracterización patológica completa del tumor, pero con las ventajas de una cirugía mínimamente invasiva. Apresentação: Poster 093 - MODELO DE ENTRENAMIENTO PARA EXPLORACIÓN LAPAROSCÓPICA DE LA VIA BILIAR. IMPACTO EN EL DESARROLLO DE HABILIDADES QUIRÚRGICAS ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); RENATA SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); GUSTAVO BENÍTEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); PAÚL MILLÁN (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)

RESUMO INTRODUCCION La exploración laparoscópica de la via biliar es una opción excelente para el tratamiento de la coledocolitiasis. La tasa de éxito es directamente proporcional a la experiencia del equipo quirúrgico. Las habilidades quirúrgicas deben ser adquiridas en ambientes seguros. METODOS Para la realización del estudio, se seleccionó una muestra la cual fue dividida en 2 grupos, un grupo A que recibió sesiones prácticas entre cada sesión de evaluación (con 10 sesiones prácticas), y un grupo B o control que no recibió sesiones prácticas. Igualmente, se desarrollaron cuatro estaciones de entrenamiento (Estación I. Colangiografía intraoperatoria, Estación II. Manejo de la cesta de Dormia, Estación III. Colocación del tubo de Ker y Estación IV. Manejo del Coledocoscopio), con posterior evaluación del modelo. RESULTADOS En relación a los resultados, fueron evaluadas las diferencias entre la evaluación inicial y la evaluación posterior a las sesiones de entrenamiento; resultados que arrojaron diferencias estadisticamente significativas (P <0,002) especificamente en las 3 primeras estaciones. CONCLUSIÓN El entrenamiento y evaluación de las habilidades quirúrgicas usando modelos inanimados es una herramienta útil en la educación quirúrgica, con lo que es posible concluir que la práctica en el laboratorio de pasos fundamentales en la práctica laparoscópica, conducen a un mejor desempeño dentro de la sala de operaciones. Apresentação: Poster 094 - COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA VERSUS MINILAPAROSCÓPICA: DESCRIÇÃO DAS TÉCNICAS E ESTUDO DE 35 CASOS GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); ADRIANO DE CARVALHO SALES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); IANELE BRAGA VILELA DE MELO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FELIPE MATOS


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DE ARRUDA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); NATHÁLIA VALOIS MONTARROYOS DE MORAES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); RAFAELA LOPES PEREIRA GOUVEIA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FABIO BARROS RODRIGUES DA SILVA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO)

RESUMO Introdução: A colecistectomia videolaparoscópica é o tratamento padrão ouro para colecistite crônica litiásica desde 1987. A tecnologia associada à pesquisa médica está sempre em busca de procedimentos alternativos à colecistectomia videolaparoscópica convencional que apresentem melhor resultado estético, apesar de não trazerem vantagens significativas em termos de dor pós-operatória. Neste sentido, a minilaparoscopia é a alternativa que mais se assemelha à técnica laparoscópica consagrada, com custo acessível e conceitos bem estabelecidos. Objetivos: Descrever o procedimento laparoscópico convencional e o minilaparoscópico. Analisar comparativamente 35 pacientes. Método: Foram analisadas as técnicas e os resultados de pacientes submetidos à colecistectomia videolaparoscópica pelo método convencional ou minilaparoscópico durante mutirão realizado nos dias 12 e 13 de março de 2010 no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, na cidade de Recife - PE. Foram estudados 35 pacientes (94,3% mulheres; a idade variou de 18 a 69 anos, com média de 43,9 anos). Todos apresentavam colecistite litiásica crônica. O primeiro passo em ambas as técnicas foi a realização do pneumoperitônio pela incisão umbilical. Em seguida, foram inseridos quatro trocartes: um de 10mm, comum às duas técnicas; dois de 2mm e um de 3mm na minilaparoscópica e três de 5mm na convencional. Não foi usado endobag ou endoclipe. A artéria cística foi cauterizada próxima à vesícula e o ducto cístico ligado por nós cirúrgicos. A vesícula foi extraída pela incisão umbilical dentro de uma “bolsa” confeccionada a partir de uma luva estéril. Os pacientes foram avaliados quanto ao tempo operatório, dor pós-operatória, grau de satisfação e resultado estético. Resultados: O tempo operatório variou de 28 minutos a 1 hora e 40 minutos. A maioria dos pacientes relatou dor pós-operatória leve, independentemente da técnica. O resultado estético e o grau de satisfação da minilaparoscopia foi superior. Conclusão: Os dois procedimentos foram semelhantes quanto à técnica, segurança, eficácia, tempo operatório, nível de dor pós-operatória. A minilaparoscopia apresentou melhor resultado estético e maior grau de satisfação. Apresentação: Poster 095 - MYCOBACTERIUM ABSCESSUS E INFECÇÕES EM VIDEOCIRURGIAS: UMA RELAÇÃO IMPORTANTE MARCIA MARQUES MAGALHAES (HOSPITAL SANTA CASA DE BELO HORIZONTE); THIAGO DE OLIVEIRA MOREIRA (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS); FREDERICO CARRIZO DEFAVERI (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS); RODRIGO ROGER VITORINO (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS); VITOR LIMA FERRAZ (CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS)

RESUMO JUSTIFICATIVA(S): Videocirurgias representam um grande avanço nas intervenções médicas. Com o advento da cirurgia minimamente invasiva, reduziu-se expressivamente a morbimortalidade desses procedimentos, tornando-os menos traumáticos e com melhores resultados funcionais e estéticos. No entanto, a ocorrência de infecções após esses procedimentos têm se tornado um problema. Dentre os agentes implicados nesses infortúnios, encontra-se o Mycobacterium abscessus. O M. abscessus inte-

gra o grupo das micobactérias de crescimento rápido; um microrganismo ubíquo, capaz de produzir doenças sob condições apropriadas, sendo responsável por vários tipos de infecções. Na literatura, há muitos estudos de infecções provocadas por esse agente, adquiridas a partir de procedimentos médicos invasivos, demonstrando, portanto, a relevância do assunto. OBJETIVOS: Discutir a importância das infecções causadas pelo M. abscessus em procedimentos videocirúrgicos, assim como as medidas profiláticas e terapêuticas mais convenientes para impedir a ocorrência destas infecções em videocirurgias. METODOLOGIA: Revisão sistemática de literatura nas bases de dados SCIELO (Scientific Eletronic Library Online). RESULTADOS: O M. abscessus está implicado em surtos epidêmicos após procedimentos invasivos, como lipoaspiração, mesoterapia, diálise peritoneal, hemodiálise, cirurgias de revascularização miocárdica, (vídeo) laparoscopias, artroscospias, cistoscopias e outras “escopias” cirúrgicas. Clinicamente, apresentam-se em geral como abscessos piogênicos em pele e subcutâneo, podendo supurar agudamente ou, mais frequentemente, evoluir cronicamente com a formação de nódulos, ulceração e fistulização. A ausência de sinais patognomônicos torna a suspeição clínica importante, a qual é levantada pela falta de resposta aos antibióticos normalmente utilizados, sendo a presença de secreção no local da incisão a queixa mais corriqueira. O diagnóstico de certeza é feito pela cultura. A claritromicina é a opção de escolha na antibioticoterapia empírica. A associação com aminoglicosídeo está indicada para pacientes imunossuprimidos ou com acometimento sistêmico. O sucesso terapêutico depende do desbridamento e fistulectomias. Falhas nos procedimentos de limpeza, desinfecção e esterilização do instrumental ou dos equipamentos, favorecendo o desenvolvimento de micobactérias, têm sido apontadas como principais fatores desencadeantes do processo infeccioso. CONCLUSÕES: Embora sejam irrefutáveis e inúmeros os benefícios que a videocirurgia proporcionou à medicina, as infecções continuam sendo um dos grandes desafios para essa modalidade terapêutica, como as causadas pelo M. abscessus. Processos de desinfecção e esterilização para os instrumentais de vídeo são fundamentais na prevenção de novos casos. O conhecimento das características clínicas dessa morbidade infecciosa, assim como, as medidas que devem ser tomadas para sua prevenção, são imprescindíveis para a redução de sua ocorrência. Apresentação: Poster 096 - NOVO ACESSO PARA COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA ANDRE NEY MENEZES FREIRE (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); DURVAL SOBREIRO JUNIOR (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); RAISSA MADEIRO (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); ALFREDO ROGERIO CARNEIRO LOPES (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); MARCOS CAMPOS (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); LUCAS LACERDA ARAUJO (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA); LEONARDO RODRIGUES MOREIRA LIMA (SANTA CASA DE MISERICORDIA DA BAHIA)

RESUMO A grande evolução cirúrgica nas últimas décadas se deve ao desenvolvimento técnico da vídeo-cirurgia. São inúmeros os benefícios e atualmente quase nunca se apontam desvantagens, entretanto, ainda se busca procedimentos menos invasivos, que provoquem menor dor e que tenham melhor resultado estético. Objetivamos com este trabalho demonstrar uma nova variação técnica, de fácil exeqüibilidade e sem modificações no que diz respeito a segurança. Princípios técnicos: é proposto um acesso na parede lateral do abdome para inserção das pinças e da ótica e outro na cicatriz umbilical, de forma que quando o paciente estiver em posição frontal ao expectador as cicatrizes não sejam


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visíveis. Técnica: paciente sob anestesia geral, em decúbito dorsal horizontal. O cirurgião se posiciona do lado esquerdo e o auxiliar tanto pode permanecer à esquerda como à direita do paciente. Passa-se uma SNG n°18, deixada sob aspiração, que será retirada ao final do ato cirúrgico.O pneumoperitoneo é feito sob visão direta, por meio de incisão transumbilical e a passagem de dois outros trocartes, também sob visão direta. A pressão é regulada para uma média de 12 mmHg e posteriormente procede-se elevação do tronco com lateralização esquerda da mesa operatória. Os trocartes laterais são posicionados na linha axilar média pouco acima da crista ilíaca antero-superior e deverão passar de forma oblíqua na musculatura lateral para evitar herniações futuras. A ótica de 30º pode ser introduzida tanto do lado esquerdo quanto o direito dependendo do melhor ângulo para visibilizar o pedículo biliar. Uma série de 12 casos foram operados sem intercorrências ou qualquer complicação. Identificaram-se variações anatômicas da artéria cística e um ducto anômalo no leito da vesícula em um dos pacientes. Em dois pacientes usou-se drenagem fechada pelo orifício lateral e um deles recebeu outro trocarte de 5mm à direita para melhor exposição da vesícula biliar.Todos os pacientes receberam alta dentro do prazo previsto para cada caso. Apresentação: Poster 097 - ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA POR ACESSO ÚNICO - RELATO DE DOIS CASOS MAURICIO SPAGNOL (UNOCHAPECO / HOSPITAL REGIONAL DO OESTE); PAULO FERNANDO DE OLIVEIRA CALDAS (UNOCHAPECO / HOSPITAL REGIONAL DO OESTE); JULIANA FAGGION (UNOCHAPECO / HOSPITAL REGIONAL DO OESTE); KALINE CANAL (UNOCHAPECO); KALINE FILIPPI CHIELLA (UNOCHAPECO); LAURA ZANCHET (UNOCHAPECO)

RESUMO Título Esplenectomia Laparoscópica por acesso único - Relato de dois casos Objetivos: Relatar dois casos de Esplenectomia laparoscópica realizadas por Acesso Único - SITRACC. Relato dos casos: Dois pacientes foram submetidos à esplenectomia laparoscópica por acesso único. Caso 1: A.W., 26 anos, sexo feminino, caucasiana, com diagnóstico de PTI (Púrpura Trombocitopênica Idiopática) há 11 meses. Caso 2: R.S., 15 anos, sexo masculino, pardo, com diagnóstico de Esferocitose há 6 meses. A técnica operatória é descrita com detalhes. Ambos pacientes apresentaram boa evolução pós-operatória, sem intercorrências. Discussão: Desde 1991 a esplenectomia laparoscópica vem sendo realizada e tornou-se o método padrão ouro para o tratamento de algumas doenças hematológicas. Com o advento, progresso e treinamento de novas tecnologias, a cirurgia laparoscópica através de um único portal pode ser realizada de maneira segura, reprodutível com bons resultados sem prejuízo à técnica laparoscópica convencional. Além do excelente resultado cosmético da cirurgia por acesso único esta torna-se uma nova opção para esplenectomia e de grande valor para sua realização para outrós órgãos que necessitem uma incisão com diâmetro maior de 10 mm para sua remoção. Apresentação: Poster 098 - POSTLETHWAIT POR VIDEOLAPAROSCOPIA ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); GILBERTO FAVA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); PAULO ANDERSOM

BERTOLUCCI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); SÁVIO COSTA DE PAULA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP PIO XII)

RESUMO INTROUÇÃO: A primeira referência ao tubo gástrico nutrido pela artéria gastroepiplóica direita (isoperistáltico) foi feita por Dengel em 1930, somente em 1979 Postlethwait relata a utilização do tubo gástrico isoperistáltico para transpor o esôfago com neoplasia avançada. Entretanto, com o avanço da videociurgia para tratamento de pacientes oncológicos, propomos uma nova abordagem da cirurgia preconizada por Postletwait, por videolaparoscopia. TÉCNICA. A técnica envolve a criação de um tubo de mais ou menos 3 cm de largura e com um comprimento médio de 30 cm de extensão, com preservação dos vasos gastroepiplóicos direitos, o qual é responsável pela sua nutrição. Após a passagem dos trocateres, inicia uma secção do ligamento gastrocólico, de forma que a grande curvatura gástrica é individualizada, preservandose a arcada da artéria gastroepiplóica direita em direção aos vasos curtos e ângulo de Hiss, liberando totalmente do baço. Completa-se este tempo cirúrgico com a identificação da artéria gastroduodenal próximo a cabeça do pâncreas e liberando possíveis aderências do pâncreas com o estômago. Para tanto, o estômago é dividido em uma linha paralela à grande curvatura, com o auxílio de sutura mecânica linear. Esta divisão se estende do antro em direção ao fundo gástrico. Inicialmente transfixamos (parede total) o estômago, no antro a 3 cm do piloro, com grampeador intraluminal número 21, de forma que ao formará um “anel” de aproximadamente 1,5 cm de diâmetro, circundado com grampos. Posteriormente, confeccionamos um tubo”, utilizando a grande curvatura, introduzindo um grampeador linear laparoscópico carga azul, no “anel” anteriormente realizado no antro, em direção ao fundo gástrico, confeccionando um “tubo”, e mantendo a drenagem do esôfago pela pequena curvatura. O estômago seccionado lembra um “V”, no qual a parte correspondente à pequena curvatura drena o esôfago distal em relação ao tumor.O referido tubo isoperistáltico, nutrido pela artéria gastroepiplóica direita, era formado para ter no mínimo 3cm de diâmetro, com um comprimento médio de 30cm de extensão. É realizado uma cervicotomia esquerda, incisa-se a pele de oito a dez centímetros de extensão, no bordo interno do músculo esternocleidomastóideo até a fúrcula external, e secciona-se os músculo platisma e os músculos pré-tireoideanos, e afastava-se a glândula tireóide medialmente e o músculo esternocleideomastóideo esquerdo. Após a dissecção e secção do esôfago cervical, a extremidade distal é amputada por uma sutura em plano único manualmente, confecciona-se uma bolsa para o posicionamento da “cabeça” do grampeador intraluminal no “coto” proximal. O tubo gástrico de grande curvatura é passado por via retroesternal através da criação deste espaço. Procede-se a anastomose do “coto” proximal do esôfago cervical com a extremidade proximal do “tubo” gástrico temino-lateral, com grampeador intraluminal número 25, com secção do excesso do “tubo” com grampeador linear carga azul. Este procedimento é completado com o posicionamento de uma sonda nasoenteral para alimentação, que é retirada quando o paciente retorna deglutir por via oral no pósoperatório.CONCLUSÃO: Desta maneira, pode-se concluir que o tubo gástrico isoperistáltico de grande curvatura pode oferecer melhora significativa da ingestão oral com qualidade de vida satisfatória ao nosso paciente. Assim sendo, a abordagem por procedimento minimamente invasivo por videolaparoscopia é factível e reproduzível, é um bom método paliativo para o tratamento cirúrgico da neoplasia do esôfago e do cárdia avançado. Apresentação: Poster 099 - JEJUNOSTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA: EXPERIÊNCIA DE UM SERVIÇO


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GUILHERME FAGUNDES BASSOLS (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); LUIZ ALBERTO DE CARLI (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); RODRIGO KOPROVSKI MENGUER (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); ROBERTO VINA CORAL (SANTA CASA DE MISERICORDIA DE PORTO ALEGRE); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); DIENATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); AFONSO DOS REIS MEDEIROS (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL)

RESUMO Introdução: A alimentação enteral é o método de escolha para suporte nutricional de pacientes sem via oral ou cronicamente desnutridos, e em especial no perioperatório do paciente oncológico. Gastrostomia e jejunostomia são as técnicas mais utilizadas no longo prazo. Os métodos endoscópicos são seguros e amplamente utilizados, porém nem sempre disponíveis, além de infactíveis na presença de obstrução completa do esôfago ou quando se planeja confeccionar neoesôfago com tubo gástrico. Dentre os métodos cirúrgicos, a jejunostomia videolaparoscópica (VLP) tem sido descrita como alternativa minimamente invasiva aos procedimentos abertos clássicos. Objetivo: Relatar os resultados e a experiência adquirida com a técnica de jejunostomia VLP em um serviço de residência de cirurgia geral. Pacientes e Métodos: Foram revisados os prontuários de pacientes submetidos a jejunostomia VLP no período de outubro de 2005 a junho 2008, e analisadas características dos pacientes e dados perioperatórios. Resultados: Um total de 7 pacientes foi submetido a jejunostomia VLP no período, todos com indicação de nutrição enteral de longo prazo por carcinoma do esôfago irressecável. Todos os procedimentos foram realizados com a mesma técnica com pequenas variações: pneumoperitônio com agulha de Veress, posicionamento de 4 trocateres (2 de 10 mm e 1 de 5 mm) na linha média, enterotomia em alça jejunal a 40 cm do ângulo de Treitz, inserção de sonda de aspiração traqueal nº10 através da parede abdominal, ancoragem da jejunostomia com 4 pontos de Prolene amarrados sobre a pele. Em 6 casos foi confeccionado túnel à Witzel e em 1 caso bolsa à Stamm. O tempo cirúrgico variou de 60 a 150 minutos (média 109), e o tempo de internação 2 a 11 dias (média 4,3). Ocorreu um óbito súbito e de causa desconhecida, no 4° pós-operatório de um paciente que apresentava boa evolução. Não foi relatado nenhum caso de infecção de ferida operatória, evisceração ou hérnia dos portais laparoscópicos. Conclusão: A jejunostomia VLP é um procedimento de fácil realização por médicos em formação. Parece ser um método seguro comparável com a cirurgia aberta ou ainda superior a esta, por apresentar possível vantagem na incidência de complicações de ferida operatória e parede abdominal, as quais não são infreqüentes no paciente desnutrido. Apresentação: Poster 100 - RELATO DE CASOS DE ANASTOMOSE BILIODIGESTIVO VIDEOLAPAROSCÓPICA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); MARCOS ROBERTO LIKES MISCHIATTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); LUCAS STOCCO (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); JOSE SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); EDUARDO QUIRINO SANTOS (HOSPITAL INUVERSITARIO CAJURU); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU)

RESUMO OBJETIVO: Relatar os resultados de cinco casos de tratamento cirúrgico de coledocolitíase, através de derivações biliodigestivas por via videolaparoscópica, no Hospital Universitário Cajuru. MÉTODO: Estudo retrostectivo de cinco casos de tratamento

videolaparoscópico de derivação biliodigestiva, realizado no Hospital Universitário Cajuru no período de 2009 a 2010. RESULTADOS: Nos cinco casos havia associação entre coledocolitíase e litíase da vesícula biliar. Duas pacientes eram do sexo feminino com idade de 80 e 65 anos, sendo optado para esses casos anastomose coledocoduodenal, com o objetivo de diminuir o tempo cirúrgico e três eram pacientes do sexo masculino com idades de 42, 47 e 40 anos, sendo realizado anastomose em Y de Roux hepaticojejunal. Todos os pacientes evoluíram favoravelmente no intra e pós-operatório. Todos tiveram melhora total dos sinais e sintomas, inclusive da icterícia. CONCLUSÕES: constatamos que a anastomose biliodigestiva é factível por videolaparoscopia. A mesma apresenta baixos índices de complicações a curto e médio prazos. Apresentação: Poster 101 - SINDROME DE MIRIZZI: MANEJO TOTALMENTE LAPAROSCOPICO CARLOS MIGUEL VELASQUEZ HAWKINS (CLINICA SAN GABRIEL); LISBETH HUILLCA NUÑES (CLINICA SAN GABRIEL); LUIS BERNAOLA SUAREZ (CLINICA SAN GABRIEL); RICARDO PEREZ SOVERO (CLINICA SAN GABRIEL); CARLOMARIO CORNEJO MOZO (CLINICA SAB GABRIEL); JUAN CARLOS TAMAYO LEON (CLINICA SAN GABRIEL); WERNER CALDERON (CLINICA SAN GABRIEL)

RESUMO El Síndrome de Mirizzi en sus diversas presentaciones que van desde la compresión extrínseca de la vía biliar común con elevación de enzimas hepáticas hasta el vaciamiento completo y penetración de la vesícula biliar hacia el conducto colédoco, pueden ser resueltos en forma segura y efectiva por técnica combinada de laparoscopía y coledocoscopía Se presentan en el poster diversos casos de Colecistitis calculosas con estadíos del Síndrome de Mirizzi, la explicación de cada uno de los procedimientos realizados y la evolución postoperatoria. Se muestran fotos de los procedimientos realizados. Apresentação: Poster 102 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DA SÍNDROME DE MIRIZZI - RELATO DE DOIS CASOS E REVISÃO DA LITERATURA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); DIEGO CARVALHO DUARTE MARI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLÓ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUCAS STOCCO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); FRANCIELLE JORGE ZUCOLOTO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU)

RESUMO O objetivo deste texto é relatar estes dois casos e fazer uma revisão de literatura sobre o tratamento laparoscópico da Síndrome de Mirizzi. A Síndrome de Mirizzi é uma complicação infrequente de litíase biliar que se manifesta como icterícia obstrutiva. Desde que foi descrita pela primeira vez, seu enfoque terapêutico é a cirurgia aberta. Apesar dos avanços e da abrangência do tratamento laparoscópico como um todo e em relação à cirurgia biliar, sua colaboração para o tratamento da Síndrome de Mirizzi não estão bem estabelecidos. Na literatura, encontra-se alguns relatos e séries de casos de tratamento laparoscópico desta doença, com uma alta taxa de conversão e nenhuma descrição com casos avançados. Nosso serviço realizou tratamento laparoscópico


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de 2 pacientes com Síndrome de Mirizzi tipo IV de Csendes, com sucesso. Para exemplificação de um dos casos, foi optado por iniciar a abordagem inicial por laparoscopia. Após dissecção cuidadosa do Trígono de Callot, foi diagnosticado uma fístula colecistobiliar extensa e cálculo em seu interior compatível com Síndrome de Mirizzi tipo IV de Csendes5. Cuidadosamente e com boa vizualização da anatomia local, foi realizado colecistectomia, dissecção do trajeto fistuloso e da via biliar extra hepática. Ampliou-se a abertura coledociana da fístula e por este orifício e, com auxilio de cateter tipo Fogarty, foi retirado o cálculo coledociano. Após avaliação completa da via biliar foi optado pela confecção de derivação bilio digestiva. Isolou-se, por via laparoscópica, o jejuno para confecção do anastomose bilio digestiva. Por uma pequena incisão de aproximadamente 5 cm em hipocôndrio esquerdo foi exteriorizada a alça, seccionada e confecionada a anastomose jejuno- jejunal do Y-de-Roux, manobra esta realizada pela impossibilidade do uso de grampeadores laparosccópicos. Após, foi reiniciado o tempo laparoscópico e confeccionada a anastomose hepático jejunal, término- lateral com fios de vicryl 4.0. Deixado dreno tubular a vácuo no sítio cirúrgico. O procedimento foi finalizado com sucesso. Assim, pode-se concluir que a abordagem laparoscópica da Síndrome de Mirrizi, principalmente em casos avançados, é possível. No entanto, depende muito da experiência do cirurgião e individualização de cada caso. Apresentação: Tema Livre 103 - FUNDOPLICATURA LAPAROSCÓPICA FOLLOW-UP DE 13 ANOS CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (HOSPITAL PORTUGUÊS); MARIA CONCEIÇÃO GALVÃO SAMPAIO (CLÍNICA GASTRO); BRUNO DA SILVEIRA ALMEIDA (HOSPITAL PORTUGUÊS); MARCUS VINICIUS NUNES XAVIER (HOSPITAL ANA NERY); MARIA ADÉLIA ALMEIDA MENEZES (CLINICA PONTO MEDICO); MÁRCIA SACRAMENTO DE ARAÚJO FELIPE (CENTRO BAIANO DE GASTROENTEROLOGIA E HEPATOLOGIA); RODRIGO JOSÉ FELIPE (CENTRO BAIANO DE GASTROENTEROLOGIA E HEPATOLOGIA)

RESUMO Introdução: Doença do refluxo é condição de alta prevalência na população mundial. A cirurgia videolaparoscópica é considerada uma abordagem eficaz para o tratamento da dessa patologia. É importante a avaliação dos resultados a longo prazo para definição de conduta. Objetivo: Avaliar sintomas, complicações e grau de satisfação em pacientes submetidos a fundoplicatura laparoscópica. Métodos: 190 pacientes foram avaliados de Jan/ 1997 a Abril/2010 através de questionário padronizado e endoscopia. Recidiva foi definida como presença de sintomas típicos, atípicos e/ou esofagite. Resultados: O tempo de acompanhamento variou de 1 a 130 meses, com média de 45,97 ± 35,24 meses. A idade média foi de 48,23 ± 13,11 anos, sendo 108 (56,8%) homens. Em 189 (99,5%) pacientes o motivo da cirurgia foi esofagite erosiva, sendo que 12 (6,3%) tinham Barrett e 40 (21,0%) tinham hérnia hiatal. O grau de satisfação foi considerado excelente por 160 (84,2%) pacientes. A recidiva foi observada em 28/190 (14,7%) pacientes, sendo 19/127 (15,0%) até 5 anos e 9/63 (14,3%) acima de 5 anos. Dos pacientes que tiveram recidiva, vinte e cinco tiveram esofagite comprovada pela endoscopia, sendo 17/25 (68,0%) no grupo até 5 anos e 8/25 (32,0%) acima de 5 (p=0,03). Conclusão: A fundoplicatura foi considerada um método eficaz para DRGE a longo prazo, com excelente grau de satisfação dos pacientes. Palavras-chaves: DRGE, Fundoplicatura, Recidiva. Apresentação: Tema Livre 104 - SIMPATECTOMIA LOMBAR RETROPERITONEAL LAPAROSCÓPICA - EXPERIÊNCIA DE 8 ANOS

MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RAMON ANTUNES DE OLIVEIRA (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ALEXANDRE BLEY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO BOSCARDIM (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RODOLFO KOCHE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT)

RESUMO A Simpatectomia Lombar é a melhor forma de tratamento da hiperidrose plantar, doença que afeta 1% da população e provoca grave constrangimento social. Esta cirurgia vem sendo feita há 8 anos em nosso país pela via de acesso retroperitoneal laparoscópica(SLRL). Apresenta-se a experiência de 95 pacientes operados, com seguimento médio de 44 meses(3 a 94). Foram 95 mulheres e 1 homem, todos com suor em excesso nos pés.Vinte e seis apresentavam-se também com bromidrose(odor nos pés). A técnica utilizada foi de interrupção da cadeia por ressecção dos gânglios L3 e L4. Noventa e dois foram operados simultaneamente para os 2 lados(SLRL direita e esquerda). Os demais tiveram a segunda cirurgia realizada entre 3 a 6 meses após a primeira. Não houve conversão para cirurgia aberta. A complicação mais freqüente foi a abertura inadvertida do peritôneo(18 casos ou 19%), o que naturalmente dificulta qualquer cirurgia laparoscópica retroperitoneal, mas nestes casos, não o suficiente para inviabilizá-las. Além disto houve uma ressecção de nervo genito-femoral, confundido com o tronco simpático lombar, o que provocou parestesia no 1/3 superior da coxa direita e a necessidade de reoperação para aí sim retirar o segmento do nervo simpático. No seguimento transversal foram encontrados 61 pacientes(63%). Destes, a hiperidrose plantar havia sido eliminada em 59(97%) e a bromoidrose em 21(80%). Outro potencial efeito colateral das simpatectomias para hiperidrose é o desenvolvimento do suor compensatório, ou seja , o aumento da sudorese onde antes da cirurgia não ocorria em excesso. Este fenômeno passou a ocorrer em 18(30%) dos pacientes, sendo que em nenhum deles pode ser considerada grave. Cinquenta e oito pacientes (95%) se declararam satisfeitos ou muito satisfeitos com a cirurgia a longo prazo. A SLRL além de ser método minimamente invasivo é muito eficiente no tratamento da hiperidrose plantar e seus efeitos a longo prazo credenciam-na atualmente como método de eleição. Apresentação: Tema Livre 105 - HERNIOPLASTIA INCISIONAL VIDEOLAPAROSCÓPICA: EXPERIÊNCIA DE 40 CASOS CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO MORIS CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANTONIO CARLOS CAMPOS (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ); JULIO CEZAR UILI COELHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ)

RESUMO INTRODUÇÃO: Hérnia incisional é uma freqüente complicação da laparotomia, com incidência entre 3% a 13%. Além disso, as altas taxas de morbidade e custos associados às complicações da própria hernioplastia incisional tornam evidente que a eficácia do reparo cirúrgico é um ponto crucial para o sucesso do tratamento. Infelizmente, os resultados do reparo aberto são desanimadores, com taxas de recorrência de 12-54% em reparos com sutura e 236% em reparos com uso de tela. Nos últimos anos várias técnicas foram testadas com objetivo de melhorar esses resultados. Recentemente, o advento da videolaparoscopia vem contribuindo de forma significativa para a evolução da cirurgia, demonstrando


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benefícios evidentes tanto no transcorrer da cirurgia como no pós-operatório. Estudos recentes têm demonstrado vantagens da hernioplastia videolaparoscópica em relação à cirurgia aberta, principalmente relacionado a menor taxa de infecção. OBJETIVOS: apresentar os resultados da hernioplastia laparoscópica, comparar com os dados relatados na literatura e suscitar discussões sobre este assunto.MATERIAIS E MÉTODOS: os prontuários dos pacientes foram avaliados retrospectivamente, incluindo IMC, localização e tamanho do defeito, tipo de prótese e fixação, tempo operatório, uso de drenos, complicações operatórias e pós-operatórias. RESULTADOS: No período de julho de 2006 a abril 2010, 40 pacientes foram submetidos a hernioplastia incisional laparoscópica. Dos pacientes, 52,5% sexo masculino e 47,5% sexo feminino com idade média 53 anos. Trinta e sete por cento dos pacientes apresentavam IMC superior a 30. O tamanho médio do defeito herniário foi de 7 cm. O tempo oprtário médio foi de 77 minutos (variando de 30 a 120 minutos). Dois pacientes (5%) apresentaram complicações intra-operatórias, um sangramento e um caso de lesão do TGI. Não houve nenhuma conversão para cirurgia aberta. O tempo de internamento em 32 pacientes (80%) foi igual ou inferior a 24 horas. Apenas em 2 casos foi necessário a colocação de dreno tipo suctor. Complicações pós-operatórias ocorreram em 14 pacientes (35%), sendo complicações menores em 13 pacientes (32,5%), 12 seromas, e 1 dor persitente. Apenas um paciente apresentou complicação maior, perfuração de ceco no 8&#61616; P.O. CONCLUSÕES: foi evidenciada a factibilidade do método e as vantagens, tais como melhor visualização do conteúdo e do defeito herniário, possibilidade de reparo sem tensão, pequeno índice de complicações como seroma e infecção de parede, menor tempo operatório e maior índice de satisfação dos pacientes, além das vantagens inerentes à cirurgia minimamente invasiva, já extensamente descritos na literatura mundial, como menor dor pós-operatória, melhor resultado estético e retorno mais rápido às atividades. Entretanto, mais estudos, especialmente ensaios clínicos randomizados são necessários para ratificar estes achados animadores e prover a base para futuros consensos no tratamento das hérnias incisionais. Apresentação: Tema Livre 106 - RESSECÇÃO DE LEIOMIOMA DE ESÔFAGO POR TORACOSCOPIA: RELATO DE 4 CASOS CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO MORIS CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO CESAR ANDRIGUETTO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO CESAR BOSCARDIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); EDUARDO AIMORÉ BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT)

RESUMO INTRODUÇÃO: Os tumores benignos de esôfago são patologias raras, correspondendo a 1% de todas as neoplasias esofágicas. Dentre eles o mais comum é o leiomioma (60-70%). É indicada ressecção desses tumores em pacientes sintomáticos, tumores acima de 3-5 cm ou com aumento progressivo, dúvida diagnóstica ou alterações na mucosa esofágica. O tratamento padrão ouro sempre foi a enucleação por toracotomia ou laparotomia. Nos últimos anos tem sido realizadas enucleações desses tumores por cirurgias minimamente invasivas (toracoscopia e laparoscopia). MATERIAS E MÉTODOS: Foram analisados retrospectivamente prontuários de 4 pacientes operados de leiomiomas esofágicos entre fevereiro de 2009 e fevereiro de 2010. Foram avaliados complicações intra e pós-operatórias, tempo de internamento, dor pós-operatória. RESULTADOS: Todos os pacientes apresentavam queixa de disfagia. Na avaliação pré-operatória foi realizada endoscopia digestiva alta, esofagograma e

tomografia de tórax evidenciando a presença de lesão esofágica submucosa. Em nenhum caso foi realizado biópsia pré-operatória. Dois tumores apresentavam tamanho de 3,5cm, um 5cm e outro 9cm. A localização de todos as lesões era no terço superior de esôfago, logo abaixo da veia ázigos. O pacientes foram submetidos a toracoscopia, sendo três pacientes colocados em decúbito lateral esquerdo total e utilizados 4 trocarteres. Em um paciente utilizada posição de decúbito ventral com apenas 3 trocarteres. Não ocorreram complicações intra-operatórias. Em nenhum caso foi necessário ligar a veia ázigos. Em todos os pacientes foi colocado dreno de tórax, retirados após 48 horas. Nenhum paciente apresentou complicações pós-operatórias. Foi iniciado dieta no 1&#61616; P.O. Os pacientes apresentaram apenas dor leve P.O. . Dois pacientes receberam alta no 2º PO e dois no 3º PO. DISCUSSÃO: Em função da raridade destas lesões assim como indicação cirúrgica restrita, não existem grandes séries comparando as novas técnicas de cirurgia minimamente invasiva para enucleação de tumores submucosos benignos esofágicos com as técnicas convencionais. Alguns trabalhos mostram que a laparoscopia apresenta vantagens importantes em relação às técnicas convencionais, dentre elas menor número de complicações pulmonares, melhor controle da dor, menor tempo de hospitalização. Os trabalhos não mostram diferenças no número de complicações intra ou pós-operatórias. Tumores de terços superior e médio são tratados através de toracoscopia e tumores de terço inferior através de laparoscopia. Na toracoscopia, existe uma tendência a se realizar a cirurgia com o paciente em decúbito ventral, pois permite o afastamento postural do pulmão. Apresentação: Tema Livre 107 - EXPERIÊNCIA INICIAL COM A COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA E MIDILAPAROSCÓPICA: TÉCNICA E RESULTADOS EM 29 CASOS MIGUEL PRESTES NÁCUL (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JOSÉ GUSTAVO OLIJNYK (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); ARTUR PACHECO SEABRA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); OLY DOS CAMPOS CORLETA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); LEANDRO TOTTI CAVAZZOLA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); GUILHERME BEHREND SILVA RIBEIRO (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JAQUELINE BEHREND SILVA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.)

RESUMO OBJETIVOS: O avanço da cirurgia minimamente invasiva permitiu desenvolver equipamentos com diâmetros mais reduzidos que culminou com o “state of the art” dos equipamentos de 2 mm, também conhecidos como “agulhoscópicos”. Apesar das vantagens de menor trauma e melhor estética, seu alto custo e dificuldade de manuseio têm impedido maior disseminação do uso destes equipamentos. No entanto, a técnica descrita por Gustavo Carvalho de colecistectomia mini-laparoscópica (CML) sem uso de clips ou ótica menor de 10 mm não mostrou diferença nos riscos, morbidade, e mortalidade em relação ao procedimento laparoscópico convencional. Manteve os resultados estéticos da CML e apresentou uma redução significativa nos custos, possibilitando ser utilizada numa maior quantidade de pacientes. Os autores apresentam a experiência inicial com a técnica da minilaparoscopia e da midilaparoscopia. MÉTODO: Foram analisados a técnica e os resultados de pacientes submetidos à colecistectomia por técnica minilaparoscópica e midi-laparoscópica entre os anos de 2008 até 2010. RESULTADOS: Foram submeti-


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dos ao procedimento 29 pacientes (79,3% mulheres; idade média 44 variando de 26 a 67 anos). Todos apresentavam colecistite litiásica crônica em vários estágios da doença ou pólipos de vesícula. Em vinte pacientes foi utilizada a técnica de minilaparoscopia descrita pelo Dr. Gustavo Carvalho (quatro trocartes, dois de 2mm, um de 3mm e um de 10mm). Dois casos foram convertidos para técnica midilaparoscópica com colocação de trocartes de 5 mm para facilitar o procedimento determinando maior preensão. Em sete casos utilizou-se desde o princípio a técnica midilaparoscópica devido a idéia de poupar os frágeis pinças de 2 e 3mm, em especial o gancho monopolar ou por falta de material específico. Destes casos, um foi convertido para técnica laparoscópica convencional por queda de cálculo durante a retirada “às cegas” da vesícula pelo trocarte umbilical (colocação de segundo trocarte de 10 mm no epigástrio). Em oito casos houve abertura da vesícula biliar, a maior parte nas minilaparoscopias. Um caso de coledocolitíase residual tratada com papilotomia por via endoscópica. Em nenhum caso foi realizada colangiografia. Todos os procedimentos tiveram duração de até 60 minutos, exceto um caso que durou 120 minutos. Não houve mortalidade, lesão intestinal, fístula biliar pós-operatória, danos ao ducto biliar, hemorragias ou necessidade de reintervenção. CONCLUSÃO: modificações na técnica da minilaparoscopia que reduzam o custo destes procedimentos tornando-os mais efetivos e seguros, permitindo maior disseminação do método, incluindo a proposta da midilaparoscopia com instrumental laparoscópico convencional de 5 mm. A colecistectomia minilaparoscópica é segura e factível, com resultados cosméticos superiores à colecistectomia laparoscópica. A técnica apresentada não mostrou diferença nos riscos operatórios em relação ao procedimento minilaparoscópico usual ou à laparoscopia convencional. Esta manteve os resultados estéticos propostos na técnica minilaparoscópica já estabelecida. A técnica proposta permite uma maior disseminação da técnica, possibilitando que a mesma possa vir a ser utilizada em benefício de uma maior quantidade de pacientes. Apresentação: Tema Livre 108 - ALTERNATIVAS TÉCNICAS HETERODOXAS NA HERNIOPLASTIA INGUINAL VÍDEO-ENDOSCÓPICA MIGUEL PRESTES NÁCUL (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); GUILHERME BEHREND SILVA RIBEIRO (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JOSÉ GUSTAVO OLIJNYK (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); EDUARDO DIPP DE BARROS (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); GUILHERME AREND PESCE (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); LAURA MOSCHETTI (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.); JAQUELINE BEHREND SILVA (INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, PORTO ALEGRE, RS.)

RESUMO OBJETIVOS: Os autores apresentam alternativas técnicas para hernioplastia inguinal vide-endoscópica por técnica extraperitoneal visando redução de custos, simplificação técnica, mantendo os bons resultados. METODOLOGIA: São apresentadas alternativas técnicas para hernioplastia inguinal TEP: utilização de diferentes tipos de sisTema para confecção do espaço préperitoneal e a não fixação da tela. RESULTADOS: No período analisado foram realizadas 106 hernioplastias extraperitoneais (TEP), em 97 pacientes. Destes pacientes, 9 tinham hérnias bilaterais. A média de idade foi de 47 anos, sendo 87% do sexo masculino. O tempo cirúrgico mediano foi de 30 minutos. Os achados

transoperatórios foram: hérnia inguinal indireta (57%, n=57, sendo duas recidivadas e 4 bilaterais), hérnia inguinal direta (25%, n=25, sendo duas recidivadas e duas bilaterais), hérnia femoral (8%, n=9) e hérnia mista (8%, n=6, sendo 3 bilaterais). Houve 3 conversões para TAPP.O uso de balão de látex confeccionado com dedo de luva cirúrgica para a confecção do espaço préperitoneal na hernioplastia inguinal TEP é usado como alternativa ao eficiente, porém caro, trocater-balão, com resultado aceitável na dissecção do espaço pré-peritoneal. A não-fixação da tela nesta técnica busca diminuir custos, sem prejuízo ao resultado do procedimento. CONCLUSÃO: Os autores oferecem alternativas técnicas no sentido de suprir eventuais dificuldades de material ou buscando a diminuição de custos, com bons resultados e simplicidade de reprodução técnica. Apresentação: Tema Livre 109 - FUNDUPLICATURA TOTAL SEM SECÇÃO DOS VASOS CURTOS: VALVULA COM PAREDE ANTERIOR OU POSTERIOR? ADORISIO BONADIMAN (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ FRANCISCO FARAH (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALBERTO GOLDEMBERG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); PEDRO OKSMAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); CAROLINA BENVEGNU NAHIME (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); RENATA FISCHER DE ANDRADE (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ADRIANO CORONA BRANCO (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO)

RESUMO INTRODUÇÃO: A funduplicatura total (FT) é realizada como padrão na maior parte dos serviços. Estudos randomizados mostraram que não há necessidade de secção dos vasos gástricos curtos rotineiramente. Assim a FT pode ser confeccionada com a parede anterior nas duas faces (ROSSETTI) ou com a parede anterior e posterior (NISSEN modificada). O presente estudo tem como objetivo avaliar a incidência de disfagia grave no pós operatório destes dois tipos de FT. MÉTODO: Avaliação retrospectiva em banco de dados prospectivo em protocolos no período de setembro de 2004 a janeiro de 2010. Durante este período, a decisão em realizar alguma destas técnicas cirurgicas foi baseada na opção do cirurgião, facilidade de execução e dos achados intraoperatórios. Foi considerada disfagia grave a dos pacientes que necessitaram de dilatação endoscópica e/ou reoperação durante o seguimento. CASUÍSTICA: foram avaliados 217 pacientes, sendo 90 (41,4%) submetidos à técnica de Nissen Modificada (sexo 43:47 M:F; idade 24 a 85 anos e IMC 18,4 a 39,5 Kg/m2), e 127 (58,6%) submetidos à técnica de Rossetti (sexo 58:69; idade 19 a 77 anos e IMC 18 a 36,2 Kg/m2). Os pacientes foram seguidos por período de 4 meses a 6 anos de pós-operatório. RESULTADO: No grupo com FT tipo Nissen Modificada foi observado 1 (1,1%) caso de disfagia grave que foi submetido a dilatação (2X) com melhora da disfagia. No grupo com FT a Rossetti 05 (3,9%) pacientes apresentaram disfagia grave, sendo que 02 necessitaram de reoperação e 03 foram submetidos a dilatação endoscópica, com sucesso parcial. CONCLUSÃO: Estes dados sugerem que a FT realizada com a parede anterior e posterior (Nissen modificada) possa estar associada a menor risco de disfagia grave no pós operatório. Apresentação: Tema Livre 110 - UTILIZAÇÃO DE PRÓTESE COMO REFORÇO NA HIATOPLASTIA E FUNDUPLICATURA: EXPERIÊNCIA DE 62 CASOS COM SEGUIMENTO TARDIO


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ADORISIO BONADIMAN (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ FRANCISCO FARAH (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); GUILHERME LUIS ZANCO (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALBERTO GOLDEMBERG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); JOSÉ CARLOS DEL GRANDE (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); LISTER ARRUDA (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); CAROLINA BENVEGNU NAHIME (HOSP. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO)

RESUMO INTRODUÇÃO: A utilização de próteses em situações especiais como hérnias hiatais volumosas, paraesofágicas ou recidivadas ainda é Tema controverso, principalmente pelos eventuais riscos relacionados ao corpo estranho representado pela prótese. O objetivo deste trabalho é avaliar os resultados, com seguimento a longo prazo, de casos em que se utilizou algum tipo de prótese no tratamento cirurgico de defeitos do hiato esofágico por videolaparoscopia. MÉTODO: Avaliação retrospectiva de banco de dados do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e de hospitais privados, de casos operados no período de 1999 a 2010. Foram incluídos todos os casos em que se utilizou algum tipo de prótese, independente da indicação. CASUÍSTICA: Foi utilizado algum tipo de prótese em 62 pacientes, sendo que em 50 pacientes utilizamos tela de Polipropileno e em 12 telas mistas. A faixa etária variou de 40 a 90 anos e houve predomínio do sexo feminino. RESULTADOS: durante o seguimento não foi detectado nenhum tipo de complicação específica referente à tela. Houve 1 obito no pós operatório (Embolia Pulmonar no 5º PO). Dos 61 pacientes seguidos, em 30 (49,1%) observou-se algum grau de recidiva radiológica ou endoscópica da hérnia. Destes pacientes com recidiva, 26 (86,5%) estão oligossintomáticos ou com menor sintomatologia que antes. Em 01 (1,6%) caso houve necessidade de reoperação no 90º PO por migração da válvula. CONCLUSÃO: O acompanhamento pós operatório da hiatoplastia e funduplicatura associada à prótese mostra elevado índice de recidiva radiológica ou endoscópica da hérnia a longo prazo. Porém, na maioria das vezes as recidivas são oligossintomáticas. Não foi detectada nenhuma complicação específica relacionada ao uso da prótese em nossa casuística. Apresentação: Tema Livre 111 - APENDICECTOMIA LAPAROSCÓPICA - CASUÍSTICA, INDICAÇÕES E LIMITES NA TÉCNICA OPERATÓRIA MARCELO GOMES GIRUNDI (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); PAULA HAASS SCHEFFER (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); LEONARDO AUGUSTO DA FONSECA (HOSPITAL MATER DEI); OTAVIANO AUGUSTO DE PAULA FREITAS (HOSPITAL LIFECENTER); ANA CAROLINA REZENDE CAMPOLINA DE SÁ (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); DANIELA VIESE ROTH (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS); FRANCO ANTONIO CORDEIRO NEVES (HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS)

RESUMO HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS – BELO HORIZONTE- MG OBJETIVO: Apresentar a experiência de 642 casos do nosso serviço, as melhores indicações para a apendicectomia videolaparoscópica, questionar limites na técnica operatória , além de demonstrar as vantagens da cirurgia videolaparoscópica. MATERIAL E MÉTODOS: Casuística de 642 pacientes submetidos à apendicectomia videolaparoscópica de 1993 a 2009, sendo 305 pacientes do sexo masculino e 327 pacientes do sexo feminino. A idade dos pacientes variava de 7 a 88 anos de idade, com média de 25 anos. RESULTADOS: O tempo operatório variou de 15 a 150 min. A taxa de conversões foi de 3,2%, devendo-se a diversas causas, dentre elas: abscesso periapendicular, necrose da base do apêndice e ceco, peritonite generalizada, tumores de apêndice

e dificuldades anatômicas. Houve complicações em 2% dos casos, a principal foi íleo prolongado e as menos comuns foram hematoma intra-abdominal e obstrução intestinal. Observaram-se inúmeras vantagens no método laparoscópico, como diminuição da dor no pós-operatório, menores taxas de infecção de ferida, menor tempo de internação, retorno precoce às atividades, melhor resultado estético e a possibilidade de diagnóstico diferencial laparoscópico. CONCLUSÃO: A apendicectomia videolaparoscópica é tão segura e eficaz quanto a apendicectomia convencional, reproduz índices de complicações semelhantes e oferece a possibilidade de diagnóstico diferencial muitas vezes evitando a laparotomia desnecessária. Apresentação: Tema Livre 112 - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A CARDIOMIOTOMIA DE HELLER-LIND E A ESOFAGOPLASTIA DE THALHATAFUKU LAPAROSCÓPICAS ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); JOÃO BATISTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES)

RESUMO Introdução: O Megaesôfago chagásico é patologia de grande prevalência em nosso meio. O tratamento dos casos não avançados consiste em relaxar o esfíncter inferior do esôfago por secção de sua camada muscular, e em evitar o refluxo gastroesofágico pós-operatório. No serviço, tratamos Megaesôfago não avançado (graus I e II de Rezende), com cardiomiotomia a Heller-Lind ou esofagoplastia a Thal-Hatafuku. A ausência de trabalhos que comparem os resultados das duas técnicas por laparoscopia e o impacto das mesmas na qualidade de vida dos pacientes motivaram a execução deste estudo. Objetivo: Comparar o impacto da cardiomiotomia a Heller-Lind e da esofagoplastia a Thal-Hatafuku videolaparoscópicas na qualidade de vida dos pacientes portadores de Megaesôfago no HUPAA-UFAL. Casuística e Método: Estudo retrospectivo e descritivo com 50 pacientes portadores de Megaesôfago, 31 mulheres e 19 homens, com idade média de 43 anos, submetidos a cardiomiotomia a Heller-Lind (26) e esofagoplastia a Thal-Hatafuku (24) laparoscópicas de 2001 a 2010 no HUPAA/UFAL. As variáveis estudadas por levantamento dos protocolos foram: grau de disfagia segundo o escore de Brandt, tempo cirúrgico, permanência hospitalar, evolução pósoperatória imediata e tardia. Resultados: Disfagia, dentre os sintomas pré-operatórios, ocorreu em todos os casos, seguida de perda ponderal, 65,3% no grupo Heller-Lind e 40,9% no de ThalHatafuku. Houve predomínio de disfagia pré-operatória severa no grupo de Heller (42,3%) e de disfagia moderada no Thal (45,8%). O Mega grau II prevaleceu nas 2 amostras: 61,5% no submetido a Heller-Lind e 45% no submetido a Thal-Hatafuku seguido do Mega III com 34,6% e 27% respectivamente. Quanto às sorologias para Chagas, 38,4% foram reagentes no grupo do Heller e 45,8% no do Thal. O tempo cirúrgico médio foi superior na técnica de Thal (210 x 155 minutos) bem como a média de permanência hospitalar: (12,5 x 8,2 dias). A dieta foi reiniciada mais precocemente no


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grupo suubmetido a Heller-Lind: 1º DPO x 3º DPO. Duas cirurgias de Heller foram convertidas x 1 no de Thal. A cirurgia de Thal mostrou maior morbidade: 2 complicações intra-operatórias e 1 óbito no 7º DPO. Ao fim de 2 anos de seguimento, não há casos de disfagia severa ou moderada na técnica de Thal, e a maioria dos pacientes não apresentou disfagia. Na técnica de Heller, também predominam pacientes sem disfagia, porém há mais casos com disfagia moderada que leve. O ganho ponderal oscilou em torno de 20% no grupo de Thal e de 10% no de Heller. Conclusões: Os índices de disfagia reduziram satisfatoriamente nas 2 técnicas. A cirurgia de Thal-Hatafuku mostrou-se de custo hospitalar maior face ao tempo cirúrgico e internamento hospitalar mais prolongados e reinício tardio da dieta. A morbimortalidade foi superior na técnica de Thal. Ambas as técnicas são eficientes para o tratamento do Megaesôfago. A longo prazo, a técnica de Thal-Hatafuku obtém maior satisfação e ganho ponderal que a de Heller. Apresentação: Tema Livre 113 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO: ANÁLISE DE 126 CASOS ALBERTO JORGE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); TERESA AMELIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ROBERTA MACEDO SEVERO LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ITALO MARCELO DO REGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); GUILHERME COSTA FARIAS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS)

RESUMO OBJETIVO: Analisar os resultados obtidos em pacientes submetidos ao tratamento laparoscópico para a correção da doença do refluxo gastroesofágico. MATERIAL E MÉTODO: Foram avaliados retrospectivamente 126 pacientes submetidos a tratamento laparoscópico da doença do refluxo gastroesofágico, no período de maio de 2001 a abril de 2010. Parâmetros analisados: indicação cirúrgica, complicações trans-operatórias, eficácia do tratamento e mortalidade intra-hospitalar e tardia. RESULTADOS: Foram estudados 126 pacientes, submetidos a tratamento cirúrgico para doença do refluxo, sendo 31% do sexo masculino e 69% do sexo feminino. A idade variou de 14 a 87 anos, com média de 44,2 anos. As indicações cirúrgicas foram hérnia hiatal por deslizamento em 114 casos (90,5%), seguida por hérnia hiatal paraesofagena em 5 (4%) e hérnia hiatal recidivada de pacientes que haviam sido operados em outro Serviço, em 4 casos, sendo 3 (2,4%) destas, hérnias paraesofageanas e uma (0,7%), hérnia por deslizamento, e doença refratária ao tratamento clínico em 3 (2,4%). Dez (8%) pacientes apresentaram esôfago de Barrett e 4 (3,1%) estenose esofágica . Foram utilizadas as seguintes técnicas: Nissen- Rossetti em 107 pacientes (84,9%), Lind em 17 (13,5%), mista em 1(0,8%) e crurorrafia em 1(0,8%). Não houve mortalidade. As complicações trans-operatórias mais freqüentes foram: lesão hepática em 4 pacientes (3,1%), lesão pleural em 1 (0,8%), sangramento intenso em 1 (0,8%) e lesão esofágica em 1 (0,8%). O seguimento foi realizado em 30% dos pacientes (denotando a dificuldade de follow-up em doentes do Serviço Público de Saúde), oscilando entre 1 semana a 5 anos e teve como sintoma mais freqüente a disfagia transitória(16,6%). O índice de recidiva foi 14,3% (N=18), havendo a necessidade de reintervenção cirúrgica em 9 (7,1%) pacientes. Os resultados foram bons em 85,7% dos casos. Não houve mortalidade. CONCLUSÃO: Conclui-se que o tratamento laparoscópico da doença do refluxo mostrou-se eficaz com baixos índices de recidiva e morbidade, sendo a disfagia pós-operatória transitória a complicação mais freqüente.

Apresentação: Tema Livre 114 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DA LITÍASE DAS VIAS BILIARES: ANÁLISE DE 193 CASOS ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); JOSÉ CARDOSO CAVALCANTE JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES)

RESUMO Objetivo: Avaliar os resultados obtidos no tratamento laparoscópico da litíase das vias biliares. Material e Métodos: Foram avaliados retrospectivamente 193 pacientes com indicação de tratamento da coledocolitíase no período maio de 2001 a março de 2010. Parâmetros analisados: acesso da exploração, índice de conversão, complicações e mortalidade. Resultados: 71,5% dos pacientes eram do sexo feminino, com média de idade de 46,3 anos. A colangiografia intraoperatória foi realizada em 179 pacientes, das quais 90 foram positivas, 84 negativas e 5 falso-positivas. 118 pacientes tiveram a via biliar explorada pelos seguintes acessos: 61% através de coledocotomia, 19% por exploração transcística, 20% dos pacientes por ambos os procedimentos. A via biliar foi drenada em 98 pacientes, dos quais 31 com anastomose colédocoduodenal, 1 por anastomose colédoco-jejunal, 62 foram colocados dreno de Kher e em 4 através de papilotomia anterógrada. Houve conversão da cirurgia laparoscópica para a via convencional em 38 pacientes. As complicações pós-operatórias ocorreram em 16% dos casos, sendo a presença de cálculo residual foi observada em 10 casos. Houve 3 casos de reexploração de via biliar. O índice do clareamento do colédoco foi de 91%. A mortalidade foi de 0,51%. Conclusões: O tratamento laparoscópico da litíase das vias biliares apresentou-se eficaz com bom índice de clareamento do colédoco. As taxas de conversão, complicações e mortalidade foram compatíveis com a literatura. Apresentação: Tema Livre 115 - EXPERIÊNCIA INICIAL EM COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA POR INCISÃO ÚNICA TRANSUMBILICAL – SILS NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (A MESMA); JOSE SAMPAIO NETO (A MESMA); JOSE LUZARDO BRITES NETO (A MESMA); ALAN CARDOSO H. MOTTER

RESUMO Introdução: Desde de 1992, a colecistectomia laparoscópica é o padrão ouro no tratamento de afecções que acometem este órgão e necessitam de tratamento cirúrgico. Sendo assim, o desenvolvimento de novas tecnologias e equipamentos permitiram o desenvolvimento de novas técnicas, visando diminuir, cada vez mais, a invasão aos pacientes. A técnica consagrada e mundialmente difundida é a que utiliza quatro portais. Estão em desenvolvimento, equipamentos e novas tecnologias que permitam a difu-


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são do NOTES (Natural Orifice Transluminal Endoscopic Surgery), que visa a realização de procedimentos cirúrgicos por orifícios naturais como, por exemplo, a via vaginal ou transgástrica. Uma opção entre a colecistectomia convencional (4 portais) e o NOTES, é a técnica que utiliza apenas uma incisão umbilical para disposição dos trocaters, denominada SILS (Single Incision Laparoscopic Surgery). Desta forma, este artigo relata a experiência do Serviço de Cirurgia Geral do Hospital Universitário Cajuru (Curitita – PR – Brasil), utilizando técnica de incisão única transumbilical (SILS) para colecistectomia, sendo realizada por cirurgião e médicos residentes. Métodos: Foi realizado um estudo retrospectivo, avaliando pacientes que foram submetidos a colecistectomia por incisão única transumbilical no Serviço de Cirurgia Geral do Hospital Universitário Cajuru (Curitiba – PR – Brasil), no período de junho de 2009 e março de 2010. O protocolo para realização deste procedimento incluía pacientes com IMC limite de 30kg/m2. Pacientes com cirurgias abdominais no andar superior também não foram selecionados para esta técnica assim como pacientes com risco cirúrgico elevado (ASA 34). Esta técnica foi utilizada para tratamento de afecções como: Colelitíase e Colecistite crônica. A técnica descrita foi desenvolvida para adaptar-se ao material disponível em nosso Hospital. Não foram utilizados equipamentos articulados. Esta técnica permitiu a realização de colangiografia intraoperatória em um caso selecionado. Foram avaliados prontuários e avaliações das consultas ambulatórias destes pacientes. Resultados: Totalizando 15 pacientes, entre mulheres e homens (86% e 14% respectivamente), com idade média de 44 anos, IMC médio de 24 kg/m2 , foi observado tempo cirúrgico médio de 55min. Não houveram grandes sangramentos e o volume sanguineo perdido nesses procedimentos foi em média de 60ml, causado pela dissecção. Foi utilizada uma escala para estratificação de dor, variando de 0 a 10. O valor médio da escala de dor foi de 2,5 sendo estratificada como dor leve. Apenas 2 pacientes (13%) tiveram complicações sendo tratados clinicamente. Conclusão: A colecistectomia por incisão única transumbilical é factível com material laparoscópico convencional, não articulado, em pacientes e casos selecionados. O procedimento pode ser realizado com segurança e promove menor tempo de internamento e retorno ás atividades mais precocemente. A estética também é ponto importante desta técnica.

METODOLOGIA: Os pacientes com apendicite aguda atendidos no hospital que foram submetidos a apendicectomia videolaparoscópica com incisão única por indicação do cirurgião de plantão foram acompanhados no período pré, peri e pós-operatório sendo realizada coleta de dados de acordo com um protocolo estabelecido. A coleta de dados incluiu informações antropométricas, idade, tempo de evolução, exames pré-operatórios, informações em relação ao procedimento cirúrgico, cuidados pós-operatórios, tempo de internamento e complicações. A coleta de dados foi realizada por meio de consulta direta ao paciente e/ou acompanhante, consulta ao prontuário e consulta aos registros do centro cirúrgico do Hospital Universitário Cajuru. RESULTADOS: Foram analisados os dados de 7 pacientes atendidos no período de dezembro/2009 a abril/2010 que foram submetidos ao procedimento laparoscópico por incisão única. A maioria era do sexo feminino, com média de idade de 30,7 anos. O tempo de evolução foi de 2 dias em média com a maioria se apresentando com doença em fase inicial (flegmonosa). O tempo de cirurgia foi de 57,5 minutos com 46 minutos de pneumoperitônio. Em todos os casos foi realizada ligadura do coto apendicular com fio de poliglactina 00 e o controle da artéria apendicular foi realizado com eletrocautério na maior parte . Não houve relato de intercorrências como sangramento incontrolável, perfuração de vísceras e/ou outras complicações durante a cirurgia. Não houve necessidade de realizar punção extra para inserir outro portal ou converter o procedimento para laparoscopia convencional ou cirurgia aberta. Em relação a dor no pós-operatório todos os pacientes foram questionados utilizando-se a Escala Visual Analógica (EVA) sendo que 5 apontaram um escore intermediário de 5 e os outros 2 apontaram escore menor ou igual a 3. O tempo de internamento foi de 1,7 dias em média. Não houve infecção de ferida operatória no acompanhamento precoce. CONCLUSÕES: A apendicectomia laparoscópica por incisão única parece ser uma opção viável no tratamento da apendicite aguda com bons resultados finais e que pode ser facilmente realizada sem necessidade de equipamento adicional além do material de laparoscopia. Apresentação: Tema Livre 117 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA SEM A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS DESCARTÁVEIS

Apresentação: Tema Livre 116 - APENDICECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA POR INCISÃO ÚNICA PARA TRATAMENTO DE APENDICITE AGUDA: EXPERIÊNCIA INICIAL NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSÉ LUZARDO BRITES NETO (A MESMA); JOSÉ SAMPAIO NETO (A MESMA); LEANDRO BILLÓ (A MESMA); MARCOS ROBERTO LIKES MISCHIATTI (A MESMA); FÁBIO HENRIQUE HAMILKO DE BARROS (A MESMA)

RESUMO INTRODUÇÃO: O interesse por técnicas cirúrgicas menos invasivas é cada vez maior no meio cientifico porém a maioria dos estudos é realizada em países desenvolvidos pois o custo dos equipamentos utilizados ainda é muito elevado. Por esse motivo também cresce o interesse no desenvolvimento de técnicas laparoscópicas menos invasivas utilizando o equipamento convencional de laparoscopia e que possam ser facilmente realizadas. OBJETIVOS: Analisar dados referentes ao tempo cirúrgico, técnica empregada na apendicectomia, evolução no pós-operatório, taxas de complicações e tempo de internamento de pacientes com apendicite aguda em diversos estágios de evolução submetidos a tratamento cirúrgico videolaparoscópico com incisão única no Hospital Universitário Cajuru em Curitiba-PR.

THIAGO BENJAMIN PINTO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ANDRÉ LUIS BARBOSA ROMEO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); DANIEL FLÁVIO CABRINY (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ELISANA MARIA SANTOS CAIRES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI)

RESUMO Colecistectomia Videolaparoscópica sem a Utilização de Materiais Descartáveis Jorge Alberto de Rescala, Álvaro Nonato de Souza, Carlos Andrade de Almeida, André Luis Barbosa Romeo, Thiago Benjamin Pinto, Daniel Flávio Cabriny, Elisana Maria Santos Caires COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI, PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL E VIDEOLAPAROSCOPIA, SALVADOR, BAHIA OBJETIVO: Demonstrar a possibilidade da realização de colecistectomia videolaparoscópica sem o uso de qualquer material descartável. MATERIAL E METODOS: No período de março de 2004 a abril de 2010 realizamos 892 colecistectomias videolaparoscópicas, tanto pelo método americano quanto pelo método europeu, conforme descrito e preconizado na literatura médica, utilizando agulha de Veres, trocáteres, pinças de preensão, tesoura, clipador e hook não descartáveis. RESULTADOS: No período referido não observamos uma única complicação intra-operatória que pudesse ser atribuída à utiliza-


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ção de materiais permanentes. Os resultados observados não divergem daqueles obtidos com a utilização de materiais descartáveis. CONCLUSÃO: A sistemática não utilização de materiais descartáveis na colecistectomia videolaparoscópica demonstra resultados semelhantes ao mesmo procedimento quando realizado com tais materiais, porém com custos significativamente menores; tal fato demonstra também que serviços que não dispõem de recursos ou de instrumentais sofisticados, podem tratar seus pacientes com segurança e eficácia. Apresentação: Tema Livre 118 - ANÁLISE DOS RESULTADOS DE 243 COLANGIOGRAFIAS PEROPERATÓRIAS REALIZADAS EM COLECISTECTOMIAS LAPAROSCÓPICAS

Apresentação: Tema Livre 119 - RECONSTRUÇÃO LAPAROSCÓPICA DA VIA BILIAR EXTRA-HEPÁTICA COM UTILIZAÇÃO DE TUBO JEJUNAL – EXPERIÊNCIA INICIAL EM HUMANOS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ARMANDO FRAGA AZOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CROIDER FRANCO LACERDA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ADÃO JAIR DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CARLOS AUGUSTO CANTERAS RAPOSO DA CAMARA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); RICARDO PASTORE (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO Introdução: A colecistectomia laparoscópica (CL) é o tratamento de escolha para a colelitíase, mas a abordagem nos casos de litíase do ducto biliar ainda permanece controversa. A colangiografia peroperatória (CPO) realizada durante a colecistectomia laparoscópica permite identificar alterações do ducto colédoco, como variações na anatomia do ducto biliar e a presença de cálculos no seu interior. Esse exame tradicionalmente é realizado de forma sistemática, mas há grupos de cirurgiões que defendem sua realização de forma seletiva e outros ainda que não a realize em nenhum paciente. Materiais e Métodos: Foram analisados prospectivamente 243 pacientes portadores de colecistopatia crônica calculosa e submetidos à CL com CPO consecutivas, realizadas pelo serviço de Cirurgia Digestvia da UFTM que realiza a CPO de maneira seletiva. Os pacientes foram divididos em 2 grupos, com e sem indicação para a CPO no préoperatório, e suas colangiografias foram analisadas pelos autores deste estudo e comparadas com achados clínicos e laboratoriais prévios dos pacientes. Os critérios considerados nesse estudo que definem a indicação da colangiografia respeitam a história e parâmetros clínicos de icterícia, colecistite ou pancreatite nos últimos seis meses, ultrassonografia de abdome recente com dilatação do hepatocolédoco, elevação de enzimas canaliculares como fosfatase alcalina e gama-GT, elevação de bilirrubinas direta e total. Resultados: Após realização de 243 CL com CPO, com tempo médio de 17 minutos para o exame contrastado, foram encontrados 145 pacientes que apresentavam indicação e 98 pacientes sem indicação para CPO. A incidência de coledocolitíase insuspeitável no pré-operatório, devido pacientes não apresentarem qualquer indicação para realização da CPO, foi de apenas um único caso entre 98 pacientes sem indicação para o exame. Representando uma relação de 1,02% para positividade da colangiografia. No grupo de doentes com indicação pré-operatória para CPO durante a CL, encontramos 32 casos de coledocolitíase entre 145 pacientes, mostrando uma relação de 22,06% de positividade no exame. Conclusões: A CPO, realizada de maneira sistemática, não tem propiciado resultados correspondentes ao custo, elevando o tempo cirúrgico, o número de falso-positivos, superestimando os diagnósticos de coledocolitíase e, principalmente, aumentando a proporção de pacientes submetidos à instrumentação desnecessária das vias biliares com seus riscos inerentes de morbimortalidade.

INTRODUCÃO: Lesões iatrogênicas ocorridas durante colecistectomias consistem em verdadeiro desafio cirúrgico, mesmo após os grandes avanços técnicos conseguidos nos últimos anos. O tratamento cirúrgico atual dessas lesões objetiva restabelecer o trânsito biliar através de anastomose biliodigestiva mucosa a mucosa, livre de tensão, sendo a reconstrução hepático-jejunal em Y de Roux a técnica mais empregada. No intuito de reconstruir a via biliar de maneira mais fisiológica e anatômica com drenagem biliar para o duodeno, facilitando acesso endoscópico diagnóstico e terapêutico da via biliar e diminuindo o refluxo entérico para via biliar e o risco de colangite, Crema et al utilizou o princípio de Monti para confecção e interposição de tubo jejunal entre o colédoco e o duodeno, em cães, como opção terapêutica para essa afecção. Descrevemos o primeiro caso da utilização desse tratamento em humanos. MATERIAIS E MÉTODOS: Homem, 41 anos, com quadro de icterícia, dor abdominal, colúria e hipocolia fecal, 2 dias após colecistectomia laparotômica em outro serviço. A ultrassonografia abdominal evidenciou dilatação de vias biliares intra-hepáticas, com visualização do ducto hepático comum apenas em sua porção proximal. A colangiorressonância confirmou a interrupção do ducto hepático comum próximo à bifurcação (Bismuth II). Optou-se pela reconstrução da via biliar com interposição de segmento jejunal pediculado, entre a bifurcação dos hepáticos e o duodeno, a partir de segmento de 5cm de alça jejunal a 40cm do ângulo de Treitz, dividindo-o em dois segmentos de 2,5 cm cada mantendo os pedículos vasculares. Feita secção longitudinal entre as bordas antimesentérica e mesentérica dos dois segmentos, promovendo uma destubularização jejunal, formando dois retângulos pediculados separados que em seguida foram anastomosados em suas faces proximais ao pedículo. Iniciada a retubularização transversa da alça com uma sonda Levine n° 12 como molde, com formação de um tubo de 15 cm. Realizou-se fenda transmesocólica para passagem do tubo, anastomose jejuno-jejunal término-terminal para reconstrução do trânsito, anastomose entre o tubo e o ducto hepático comum, e anastomose do tubo à sua segunda porção duodenal. Mantidas sonda de Levine no interior da via biliar e do tubo para moldagem, e exteriorizada para posterior controle radiológico e drenagem externa da via biliar. RESULTADOS: A reconstrução da via biliar foi satisfatória e eficiente, com normalização dos exames laboratoriais e melhora clínica da icterícia. Ao EED não verificou-se refluxo do contraste do duodeno para a via biliar e, após 11 meses da cirurgia, a colangiorressonância demonstrou presença de tubo funcionante com boa drenagem da via biliar. Após 26 meses o paciente mantém-se anictérico e com exames laboratoriais normais. CONCLUSÕES: O procedimento é tecnicamente reprodutível, sendo uma boa técnica de reconstrução biliar para casos de síndrome ictérica obstrutiva por lesão do trato biliar extra-hepático.


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Apresentação: Tema Livre

Apresentação: Tema Livre

120 - VIDEOCOLECISTECTOMIA EM PACIENTE COM EVENTRAÇÃO DIAFRAGMÁTICA: RELATO DE CASO

122 - PÓS OPERATÓRIO TARDIO DE COLECISTECTOMIA POR TROCARTE ÚNICO(SITRACC®) – 17 CASOS

DÓRIS MEDIANEIRA LAZAROTO SWAROWSKY (UNISC - UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); INÁCIO SWAROWSKY (UNISC - UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL)

JAMES SKINOVSKY (TCBC – PR, PROFESSOR TITULAR DE CIRURGIA – UNIVERSIDADE POSITIVO – CURITIBA, PR); MARCUS VINICIUS DANTAS DE CAMPOS MARTINS (TCBC – RJ, PROFESSOR CIRURGIA – UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ, RIO DE JANEIRO, RJ); MAURICIO CHIBATA (PROFESSOR CIRURGIA, UNIVERSIDADE POSITIVO, CURITIBA, PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRAAURICHIO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); ALEXANDRE TIEPPO ZARPELLON (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR)

RESUMO OBJETIVO: Relatar um caso de videocolecistectomia em uma paciente com eventração diafragmática e alterações anatômicas em vias biliares. MATERIAL E MÉTODOS: Analisou-se o caso de uma paciente feminina, 60 anos, obesa, submetida a videocolecistectomia por colecistite aguda litiasica. A paciente possuía herniação do estômago e seguimento do cólon transverso para dentro da cavidade torácica bem como alterações anatômicas em ducto colédoco, ducto cístico e hilo hepático. RESULTADOS: Através da colocação do 2°, 3°, 4° trocaters em posições diferentes do habitualmente utilizado, bem como a ampla visão laparoscópica possibilitou a realização do procedimento por via laparoscópica com boa evolução pós-operatória. CONCLUSÃO: Naqueles casos em que alterações anatômicas estão presentes a abordagem videolaparoscópica possibilita uma abordagem segura com identificação anatômica e resolução eficaz do quadro patológico. Apresentação: Tema Livre 121 - ESTUDO COMPARATIVO: COLECISTECTOMIA VIDELAPAROSCOPICA CONVENCIONAL X COLECISTECTOMIA SINGLE TROCAR ACCESS (SITRACC®) – RESULTADOS INICIAIS JAMES SKINOVSKY (TCBC – PR, PROFESSOR TITULAR DE CIRURGIA – UNIVERSIDADE POSITIVO – CURITIBA, PR); MARCUS VINICIUS DANTAS DE CAMPOS MARTINS (TCBC – RJ, PROFESSOR CIRURGIA – UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ, RIO DE JANEIRO, RJ); MAURICIO CHIBATA (PROFESSOR CIRURGIA, UNIVERSIDADE POSITIVO, CURITIBA, PR); ROGÉRIO CAVALIERI (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA, PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA, (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA,PR); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA AURICHIO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA,PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA,PR)

RESUMO Introdução: Desde as primeiras experiências em videocirurgia, na década de 80, a procura por novas tecnologias vem se intensificando visando menor sofrimento, alterações metabólicas mais brandas e recuperação mais rápida aos pacientes. Este estudo tem como objetivo comparar através de diversos parâmetros as técnicas Colecistectomia videlaparoscopica convencional e Colecistectomia SITRACC®. Métodos: Após a aprovação no Comitê de Ética do Hospital Universitário da Cruz Vermelha, em CuritibaPR, 20 pacientes com o diagnóstico de colecistopatia litiásica sintomática foram selecionados, sendo 10 pacientes submetidos à colecistectomia videolaparoscópica e 10 à colecistectomia utilizando-se a tecnologia single trocar SITRACC®. Foram avaliados os seguintes parâmetros: escala de dor, tempo de cirurgia, marcadores inflamatórios (VHS e Proteína-C reativa) e necessidade de analgesia pós-operatória. Resultados: Não houve diferença significativa entre as duas técnicas, para os parâmetros estudados. Conclusão: Para a população estudada, a técnica de colecistectomia videolaparoscópica convencional apresentou resultados semelhantes quando comparada ao SITRACC.

RESUMO Objetivos: Há aproximadamente um ano foram realizadas as primeiras cirurgias por trocarte único em nosso serviço. Desde então houve um avanço significativo na técnica e nos materiais desenvolvidos para este tipo de abordagem cirúrgica. Nosso estudo tem como finalidade avaliar as complicações tardias e a qualidade de vida dos pacientes submetidos à colecistectomia por trocarte único com seguimento mínimo de um ano. Métodos: Reavaliação dos primeiros 17 casos de colecistectomia por trocarte único (SITRACC) realizados no Hospital da Cruz Vermelha – Filial do Estado do Paraná. Os pacientes retornaram após um ano da cirurgia, em média, e responderam a versão brasileira do questionário SF-36 para avaliar a qualidade de vida. Os resultados foram comparados aos de pacientes que realizaram colecistectomias videolaparoscópicas convencionais, na mesma época dos submetidos ao procedimento por trocarte único. Também foram avaliadas possíveis complicações, dentre elas a presença de hérnia incisional, uma vez que não existem dados significativos na literatura, que corroborem ou não com a ocorrência desta complicação. Conclusão: A qualidade de vida dos pacientes submetidos à colecistectomia por trocarte único foi semelhante à qualidade de vida do grupo controle. Comparado com dados da literatura, não houve aumento da incidência de hérnia incisional em relação à laparoscopia convencional. Apresentação: Tema Livre 123 - OS PRIMEIROS 5 CASOS DE APENDICECTOMIA POR SITRACC®, SINGLE TROCAR ACCESS, REALIZADOS NO HOSPITAL CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL DO PARANÁ JAMES SKINOVSKY (TCBC – PR, PROFESSOR TITULAR DE CIRURGIA – UNIVERSIDADE POSITIVO – CURITIBA, PR); MARCUS VINICIUS DANTAS DE CAMPOS MARTINS (TCBC – RJ, PROFESSOR CIRURGIA – UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ, RIO DE JANEIRO, RJ); MAURICIO CHIBATA (PROFESSOR CIRURGIA, UNIVERSIDADE POSITIVO, CURITIBA, PR); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA AURICHIO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR); KAREN KONO MIYABUKURU (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA (RESIDENTE DE CIRURGIA GERAL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CURITIBA ,PR)

RESUMO INTRODUÇÃO: Desde que Kaloo reportou sua primeira experiência em NOTES, utilizando acesso transgástrico em modelo suíno,


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muitos cientistas ao redor do planeta tem procurado por novas tecnologias e abordagens no campo da videocirurgia. Devido às limitações do NOTES, tais como acesso, orientação, infecção e outros, a videocirurgia por trocarte único, também chamada TUES, parece ser excelente opção para execução da chamada cirurgia com mínima cicatriz (scarless surgery), alcançando todas as vantagens de um procedimento minimamente invasivo. Para este intuito o sisTema SITRACC, Edlo (Single Trocar Access) foi criado. Este estudo demonstra as primeiras 5 apendicectomias relatada utilizando-se o sisTema SITRACC. METODOS: Foram escolhidos aleatoriamente 5 pacientes com diagnostico de apendicite aguda que deram entrada no Hospital Cruz Vermelha Brasileira filial do Paraná. Todos os pacientes assinaram termo de consentimento esclarecido. Para a realização da cirurgia foi utilizado o sisTema SITRACC, o qual consiste de uma única incisão umbilical de 3 cm. DISCUSSÃO: As vantagens da apendicectomia videolaparoscópica têm sido amplamente divulgadas no meio cirúrgico, como permitir a completa inspeção da cavidade e a conseqüente identificação de outros diagnósticos diferenciais. Em relação à técnica, na grande maioria dos casos utiliza-se ao menos 03 portais. O sisTema SITRACC é uma nova opção de abordagem videocirúrgica. As vantagens da via única transumbelical são similares ao NOTES, como mínima reação dolorosa, reduzida agressão ao organismo, rápida recuperação e mínima cicatriz, muitas vezes imperceptível. CONCLUSÃO: A apendicectomia por trocarte único SITRACC é viável e segura. É ainda uma técnica a ser desenvolvida e explorada através de maiores séries de casos e protocolos de ensaios clínicos randomizados.

Apresentação: Tema Livre 125 - ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA NAS DOENÇAS HEMATOLÓGICAS CAIO GUSTAVO GASPAR DE AQUINO (FCM SANTA CASA SP); ANDRE SOARES GALLO (FCM SANTA CASA SP); ANDREAS JOHANN MOLNAR KOSZKA (FCM SANTA CASA SP); MAURICIO ALVES RIBEIRO (FCM SANTA CASA SP); MARIA DE FATIMA SANTOS (FCM SANTA CASA SP); FABIO GONÇALVES FERREIRA (FCM SANTA CASA SP); LUIZ ARNALDO SZUTAN (FCM SANTA CASA SP)

RESUMO As Indicações de esplenectomia nas doenças hematológicas estão cada vez mais frequentes principalmente por falha no tratamento clínico. O tratamento por videolaparoscopia já é muito realizado em nosso meio e, por muitos, considerado como tratamento de escolha para essas doenças. 67 doentes com doenças hematológicas foram submetidos a esplenectomia na Santa Casa de São Paulo, no período de 1999 a 2009. A maioria das cirurgias foi realizada por via laparoscópica devido a Púrpura Trombocitopênica Imunológica (PTI). Os resultados mostraram a possibilidade de realização do procedimento via laparoscópica, bem como menor tempo de internação e dor pós-operatória, além de melhor estética e resultados a longo prazo semelhantes aos operados por via laparotômica. Concluimos que a esplenectomia videolaparoscópica para as doenças hematológicas deve ser o método de primeira escolha.

Apresentação: Tema Livre Apresentação: Tema Livre 124 - HERNIOPLASTIA INGUINAL POR VIDEO-CIRURGIA. EXPERIÊNCIA DO INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA SÃO PAULO ALBINO AUGUSTO SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA SÃO PAULO); EMERSON NOGUEIRA PRADO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO); GUILHERME T. KAPPAZ (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO); LOLA GODINHO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO); MAURÍCIO PAULIN SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO DE CIRURGIA - SÃO PAULO)

126 - ENDOMETRIOSE PÉLVICA PROFUNDA TRATAMENTO CIRÚRGICO RETOSSIGMOIDECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA - DESAFIOS E RESULTADOS ALBINO AUGUSTO SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO); EMERSON NOGUEIRA PRADO (INSTITUTO SORBELLO); GUILHERM T. KAPPAZ (INSTITUTO SORBELLO); LOLA S. GODINHO (INSTITUTO SORBELLO); MAURICIO P. SORBELLO (INSTITUTO SORBELLO)

RESUMO RESUMO Introdução: A hernioplastia inguinal por video-cirurgia, primeiro descrita por Corbitt em 1991, tem tido baixos índices de recidiva e poucas complicações quando associada ao treinamento e aperfeiçoamento técnico do cirugião. Esta tem sido a nossa preferência desde que foi estabelecida uma técnica padrão qual seja a abordagem trans- abdominal com colocação de tela pré peritoneal ou a abordagem extra peritoneal Objetivo: Apresentar a experiência do Instituto Sorbello de Cirurgia no tratamento das hérnias inguinais por video-cirurgia em um período de 19 anos salientando o índice de recidiva,acidentes intra-operatórios ,complicacões e retorno ao trabalho Método: Foram avaliados retrospectivamente 257 pacientes operados entre 1991 e 2010 no Instituto Sorbello de Cirurgia em São Paulo. A técnica mais utilizada foi a trans-abdominal com colocação de tela no espaço pré- peritoneal com 339 hérnias e a técnica extra peritoneal com 21 hérnias. O período de segmento foi de 15 dias a 160 meses. Resultados: Houve recidiva em 2 pacientes(0,55%) que ocorreram no início da nossa experiência . Os acidentes intra operatórios foram lesão de bexiga em 3 casos (0,88%) e hemorragia durante a dissecção em 2 pacientes (0,55%). As complicações pós operatórias mais frequentes foram equimose escrotal em 12 casos e seroma em 10 casos. O retorno ao trabalho se deu em até 15 dias. Conclusão: A técnica por video-cirurgia apresentou em nossos pacientes índices de recidiva semelhantes à técnica de inguinotomia com colocação de prótese, com poucas complicações e retorno precoce ao trabalho.

Introdução a endometriose é uma afecção ginecológica freqüente, podendo ser infiltrativa, com comprometimento intestinal em até 20% dos casos, sendo que em 80-90%, este ocorre através do septo reto-vaginal, com envolvimento do retossigmoide. Duas opções de tratamento consistem na enucleação de todos os focos de lesão visibilizadas associadas ou não a ressecção do segmento intestinal, particularmente, nos casos de lesões maiores de 5cm ou com acometimento além da muscular, com objetivo de se evitar recorrência. A videolaparoscopia como via de acesso para tratamento cirúrgico nestes casos tem sido empregue, porém trata-se de um procedimento de difícil realização, uma vez que não há padronização à apresentação da doente com endometriose. Objetivo apresentar os tempos cirúrgicos e dificuldades técnicas, assim como os resultados pós operatórios obtidos em série retrospectiva de pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico videolaparoscópico por endometriose profunda com acometimento do septo reto-vaginal. Resultados resultados: 16 pacientes foram submetidas à enucleação e ablação dos nódulos endometrióticos e 6 pacientes à retossigmoidectomia. Em 6 casos houve histerectomia associada. Tempo médio de internação hospitalar foi de dois dias. 18 pacientes apresentavam infertilidade como queixa principal (82%). Outros sintomas: dismenorréia 59 %, constipação 32%, diarréia 23%, dispareunia e dor pélvica crônica 18%, dor à evacuação 14% e hematoquezia 4,5%. O envolvimento do septo retovaginal foi observado em 77% dos casos. Seguimento pós-operatório médio de 23 meses. Das 16


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pacientes sintomáticas, 8 tornaram-se assintomáticas, 2 apresentaram melhora dos sintomas e 6 mantiveram-se sem alterações dos sintomas. Das pacientes que desejavam engravidar, esta ocorreu em 26% dos casos. Complicações: um caso de estenose da anastomose colorretal, resolvida com dilatação. O anatomopatológico de retossigmoidectomia: infiltração da muscular própria: 3 casos, submucosa: 2 casos e mucosa:1 caso. Conclusão a videolaparoscopia tem sido empregue com segurança como via de acesso para realização do tratamento cirúrgico de endometriose pélvica profunda, principalmente nos casos de envolvimento do septo reto-vaginal, diminuindo o trauma cirúrgico, aumentando a acurácia do estadiamento intra-operatório. Todavia, é necessário profissional experiente em videolaparoscopia e cirurgia colorretal, dada à complexidade e distorção anatômica causada pela doença de base. Apresentação: Tema Livre 127 - USO DE PRÓTESE EM GRANDES HÉRNIAS DE HIATO ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLÁUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS)

RESUMO De uma casuística total de 2180 cirurgias para o tratamento da doença do refluxo gastroesofágico, empregamos tela para reforço da hiatoplastia em 69 pacientes, no período de Fevereiro de 1999 a Abril de 2010. Foram 46 pacientes de sexo feminino e 23 do sexo masculino, com idade media de 61 anos. A prótese foi aplicada em primeira intenção para correção de grandes hernias de hiato em 44 pacientes (idade media de 67 anos) e para reforço em caso de reoperação nos 25 pacientes restantes . A tela de polipropileno em formato de babador foi a mais empregada (52 pacientes), sempre com o cuidado de proteger a área em contato com esôfago utulizando cateter de Sylastic suturado à tela e interpondo gordura do epiplon entre ela e o fundo gástrico, visando minimizar o risco de sua penetração em visceras ocas. Nos casos restantes, utilizamos tela de submucosa de intestino de porco (Surgisis – Cook Medical) em 16 casos e Dual Mesh em 1 caso. O tempo de seguimento variou de 1 a 125 meses (média de 31,1 meses) e não observamos nenhum caso de migração da prótese. Recidiva de hernia paraesofágica pequena ocorreu em 5 casos e recidiva de esofagite em 2 casos. Não houve recidiva de hernia paraesofágica grande, que necessitasse novo procedimento cirúrgico. Concluímos que o uso de tela, quando indicado, é seguro, desde que obedecido o rigor técnico da sua colocação. Apresentação: Tema Livre 128 - AVALIAÇÃO TARDIA DE QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES OPERADOS PELA TÉCNICA MISTA (BRANDALISE & ARANHA) ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS)

RESUMO No perído de Setembro de 1993 a Abril de 2010, realizamos 2180 cirurgias para o tratamento da doença do refluxo gastroesofágico. Deste grupo, avaliamos de maneira prospectiva 214 pacientes portadores de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) operados pela técnica mista (Brandalise & Aranha) nos anos de 2005 e

2006. Foram excluídos desta análise os pacientes submetidos a reoperações e aqueles com grandes hérnias onde foi utilizada tela. Os pacientes foram convidados a responder um questionário de qualidade de vida de 10 questões, já validado em estudos nacionais, e responder seu grau de satisfação com a DRGE e com o resultado da cirurgia. Neste questionário a menor nota (ZERO) reflete ótima qualidade de vida. Conseguimos questionário pré e pós operatório em 136 pacientes e estes foram submetidos à análise para o presente estudo. A média de acompanhamento pós operatório nestes 136 pacientes foi de 50,3 meses (variando de 38 a 62 meses) A nota do questionário de qualidade de vida relacionada à DRGE aplicado no pré operatório variou de 2 a 40 (média de 20) e de 0 a 20 (média de 1) no pós operatório. No pré-operatório, 126 pacientes (93%) declararam-se insatisfeitos, muito insatisfeitos ou incapacitados com a situação da sua doença No pós operatório, 8 pacientes declararam-se neutros, 7 insatisfeitos e 1 muito insatisfeito. Cento e vinte (88,2%) declararam-se satisfeitos ou muito satisfeitos com a cirurgia. Concluímos qua a correção da DRGE traz elevado nível de satisfação e qualidade de vida a longo prazo. Apresentação: Tema Livre 129 - DRENAGEM TRANSMEDIASTINAL LAPAROSCÓPICA: UM PROCEDIMENTO SIMPLES E EFICAZ PARA O TRATAMENTO DO PNEUMOTÓRAX ACIDENTAL NA CIRURGIA ANTI-REFLUXO LAPAROSCÓPICA GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO- FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); JOSE SERGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDEZ JR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCOFACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS)

RESUMO INTRODUÇÃO: o pneumotórax (PTX) é um acidente incomum na cirurgia anti-refluxo laparoscópica (CARL), ocorrendo com uma freqüência aproximada de 2%-6%. A terapia atual para o PTX no trans-operatório é a drenagem torácica intercostal, que não é isenta de complicações e pode alterar a evolução do paciente e a idéia de cirurgia minimamente invasiva. OBJETIVOS: avaliar o tratamento do PTX acidental transoperatório através de um novo procedimento: a drenagem transmediastinal laparoscópica (DTL). MATERIAIS E MÉTODOS: de janeiro de 2000 a maio de 2010, 409 pacientes foram submetidos à CARL. 24 pacientes apresentaram lesão pleural, o que dificultou ou impediu a complementação do ato operatório. A opção terapêutica utilizada foi a DTL, feita através da inserção de um dreno de silicone 8F-12F entre os pilares diafragmáticos, deixando todos os orifícios do dreno dentro da cavidade pleural. A saída do dreno é feita pela via abdominal através de um trocarte de 3-5mm, abaixo do trocarte de 5mm. Todos pacientes foram mantidos em ventilação mecânica com PEEP = 5cm H2O pelo anestesista. Os drenos foram retirados em média 15 minutos após o término da cirurgia e uma radiografia de tórax foi realizada para confirmar a ausência do PTX. RESULTADOS: não foi observada qualquer complicação significante nesta terapia. Houve ausência radiológica do PTX em todos os pacientes. CONCLUSÃO: o tratamento do PTX através da drenagem transmediastinal laparoscópica mostrou-se um método seguro, simples e eficaz, devendo ser considerada a via de escolha durante essa complicação na CARL, pois também mantém o propósito de invasividade mínima e boa qualidade estética.


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Apresentação: Tema Livre 130 - CIRURGIA DE ANTI-REFLUXO NÃO É TOTALMENTE EFETIVA PARA O ADENOCARCINOMA ESOFÁGICO, APESAR DA REDUÇÃO OU DO DESAPARECIMENTO DO ESÔFAGO DE BARRET NA MAIORIA DOS CASOS – UM ESTUDO COM 95 PACIENTES PORTADORES DE ESÔFAGO DE BARRET GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO- FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCOFACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); JOSE SERGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDEZ JR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS)

RESUMO Introdução: O Esôfago de Barret (EB) é uma complicação do refluxo gastresofágico (Gastroesophageal Reflux Disease - GERD), que pode ser uma condição pré-maligna. Todavia, ainda não existe um consenso sobre a efetividade dessa cirurgia na prevenção da transformação maligna em portadores de Barret. O impacto da Cirurgia Laparoscópica Anti-refluxo (Laparoscopic Anti-Reflux Surgery - LARS) nos casos de Esôfago de Barret ainda não é bem entendido. O objetivo desse estudo é avaliar clinica endoscópica e histopatologicamente os resultados pós-LARS em pacientes com BE. Métodos: de janeiro de 2000 a maio de 2010, 409 pacientes portadores de GERD foram submetidos à Laparoscopia de Fundoaplicação a Nissen (LapNissen). Dentre esses, 100 (24.61%) apresentavam EB. O seguimento usando biópsia endoscópica foi utilizado em todos os casos. A média do seguimento foi de 59.8 meses. Resultados: O controle dos sintomas ocorreu em 92 pacientes. Três pacientes persistiram sintomáticos, e o EB permaneceu inalterado em tais pacientes. A regressão do EB ocorreu em 61 (61.05%) pacientes. Em contrapartida, 27 (27,36%) não mostraram sinais de regressão do EB nos exames endoscópicos ou histopatológico. Em um paciente, que permaneceu assintomático após a cirurgia, o grau da displasia aumentou para alto grau de displasia, e outro paciente assintomático desenvolveu adenocarcinoma. Ambos submetidos mucosectomia endoscópica da área comprometida por EB. Conclusão: LapNissen é segura e efetiva no controle dos sintomas em um número significativo de pacientes portadores de EB. Apesar da regressão ocorrer aleatoriamente em um percentual elevado de pacientes e do controle da GERD ser alcançado pela maioria dos pacientes, o desenvolvimento da displasia de alto grau e do adenocarcinoma não está totalmente evitável pela cirurgia antirefluxo. O seguimento endoscópico de rotina com biópsia é altamente recomendado para todos os pacientes com EB após LARS. Apresentação: Tema Livre 131 - A ELETROCAUTERIZAÇÃO DA ARTÉRIA CÍSTICA NA COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA É SEGURA, EFETIVA E CUSTO-EFICIENTE GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO- FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); JOSE SERGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDEZ JR (UNI-

VERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS)

RESUMO INTRODUÇÃO: A colecistectomia laparoscópica é hoje um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados no mundo. Existem várias técnicas aceitas para ligadura e secção da artéria cística, incluindo desde a utilização nós cirúrgicos, endoclips, bisturi harmônico ou eletrocauterização. Embora esta última seja a abordagem mais rápida e menos dispendiosa, muitos não a utilizam por considerarem um método inseguro. Aqui apresentamos nossa experiência utilizando apenas o eletrocautério monopolar para ligadura e secção da artéria cística. OBJETIVOS: Demonstrar que a eletrocauterização da artéria cística, na colecistectomia videolaparoscópica, é um método rápido, seguro e custo-efetivo. MÉTODO: 1013 pacientes consecutivos submetidos à colecistectomia minilaparoscópica (CML) foram analisados de Janeiro de 2000 a Julho de 2009. Todos apresentavam colecistite litiásica crônica em vários estágios da doença. Princípios fundamentais para cauterização segura: 1-Utilizar cautério controlado eletronicamente com retorno monitorado; 2-Usar energia bipolar ou monopolar mista; 3-Acionar o eletrocautério em pulsos curtos, nunca superiores a 1 segundo; 4-Não usar nenhum clip metálico prévio ao uso do cautério, evitando disseminar energia nas proximidades do clip; 5-Cauterizar a artéria sempre em uma distância superior a 2cm das estruturas nobres do pedículo hepático; 6Utilizar pinça dissectora apreendendo a artéria, em diâmetros superiores a 2mm. A artéria cística foi cauterizada de maneira segura próximo à vesícula biliar, e o ducto cístico ligado por nós cirúrgicos em todos os casos. RESULTADOS: O tempo cirúrgico médio foi de 43 min. O tempo médio de internação foi de 16h. Não houve conversão para cirurgia aberta. Em 3,1% dos pacientes houve necessidade de conversão para a colecistectomia laparoscópica convencional (5 mm). Houve infecção da incisão umbilical em 2,1%; e hérnias umbilicais em 1,0%. Não houve mortalidade, lesão intestinal, hemorragias, vazamentos de bile ou danos ao ducto biliar, havendo uma reoperação para sutura laparoscópica de canal de Luschka. CONCLUSÃO: Embora seja questionada a segurança do uso do eletrocautério para secção da artéria cística, por medo de ser insuficiente para selar a artéria, demorar demasiado tempo ou causar lesão tecidual às estruturas do pedículo, esta não corresponde a nossa experiência. Portanto, o uso de instrumentos mais onerosos para secção ou que demandem mais tempo, parece injustificada. Este estudo demonstra que o uso do eletrocautério para a secção da artéria cística é uma técnica segura, eficaz e custo-eficiente. Apresentação: Tema Livre 132 - ANÁLISE DE 150 REOPERAÇÕES REALIZADAS EM PACIENTES PRÉVIAMENTE OPERADOS DE DRGE NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS)

RESUMO Iniciamos o tratamento laparoscópico da DRGE em 1992 em nosso serviço no Hospital Centro Médico Campinas e, desde então, pudemos operar 2.180 pacientes. Analisamos nesta apresentação, exclusivamente, 150 pacientes que foram por nós reoperados por insucesso ou complicações. Haviam sido operados primariamente em nosso serviço apenas 34 destes pacientes. A cirurgia prévia foi por laparotomia em 11,3% dos casos. O motivo principal de reabordagem cirúrgica dos doentes foi: recidiva ou manuten-


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ção de refluxo em 60 pacientes (40%), disfagia em 65 (43,3%) e hérnia paraesofágica sintomática em 25 pacientes (16,6%). A abordagem inicial foi por laparoscopia em todos os casos. A conversão para cirurgia aberta foi necessária em 5 pacientes. As intercorrências intraoperatórias foram : perfuração gástrica 6 (4%) e pleural em 15 (10%). Em todos os casos identificadas durante a cirurgia e reparadas por laparoscopia, não interferindo na evolução pós-operatória. Em 25 casos foi necessário a colocação de prótese na hiatoplastia. As reoperações de pacientes submetidos a cirurgia anti-refluxo são factíveis por videolaparoscopia na maioria dos casos. É importante ressaltar que estes pacientes devem ser conduzidos por equipes com larga experiência no procedimento e que disponham de materiais especiais como recurso adicional. Apresentação: Tema Livre 133 - VIGILÂNCIA DE PROCEDIMENTOS INVASIVOS: BUSCA ATIVA APÓS ALTA EM 392 VIDEOCIRURGIAS DIÊNATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); DÓRIS MEDIANEIRA LAZAROTO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); RICARDO PRESOTTO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); ELIANE KRUMMENAUER (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); MARCELO CARNEIRO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL)

RESUMO INTRODUÇÃO: A ocorrência de infecção por Micobacteria de Crescimento Rápido (MCR) em serviços de saúde tem sido considerada em instancia federal como uma emergência. De 2003 a abril de 2008, formam identificados 2102 casos de infecção por MCR. Há confirmação de infecção por MCR em 14 estados brasileiros, no Rio Grande do Sul formam confirmados 75 casos. Estas infecções, manifestam-se após a realização de procedimentos invasivo. Falhas nos procedimentos de limpeza, desinfecção e esterilização do instrumental, vem sendo apontados como principais fatores desencadeantes desse processo infeccioso. A busca ativa após alta hospitalar torna-se de fundamental importância uma vez que as MCR com destaque para as espécies M. abcessus, M. fortuitum e M. chelonae, podem se desenvolver de 1 a 12 meses após a realização do procedimento cirúrgico. OBJETIVO: Avaliar os índices de infecção pós cirurgias videolaparoscópicas através de um sisTema de busca ativa em um Hospital Geral no município de Santa Cruz do Sul,RS. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo retrospectivo, analítico e descritivo, com revisão das fichas de investigação pós procedimentos invasivos, padronizadas pela Comissão de Controle de Infecções do Hospital Santa Cruz (CCIH), ocorrido no período de junho de 2007 a dezembro de 2008. A busca ativa foi realizada através de ligações telefônicas conforme dados cadastrais contidos na ficha de investigação. RESULTADOS: Foram avaliadas 392 videocirurgias, com uma média de idade de 46,6 anos, com sexo feminino em 69,2% casos. Das videocirurgias realizadas 25,33% foram ginecológicas, 26,78% traumatológicas, 22,39% gerais, 13,83% diagnóstica, 10,88% urológicas e 0,78 torácica. Do total de pacientes foi obtido contato telefônico com 274 pacientes (69,89%), sendo que em somente 18 pacientes (6,5%) houve relato de sinais e sintomas compatíveis com reação inflamatória local. Destes 8 fizeram uso de antimicrobianos sistêmicos com resolução total do processo devido a infecção cirúrgica superficial bacteriana com resolução do processo. CONCLUSÃO: A vigilância de processos invasivos é um objetivo do programa de controle de infecção hospitalar, visando a diminuição de morbidade, além de objetivar a melhoria da qualidade dos serviços prestados. Um bom controle dos métodos de esterilização do centro de materiais é a chave para tais resultados.

Apresentação: Tema Livre 134 - ERGONOMIA EM VIDEOCIRURGIA DIENATA RIBEIRO BUENO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); DÓRIS MEDIANEIRA LAZAROTO (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); VITÓRIA HOMEM MACHADO (UIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); ORNELLA SARI CASSOL (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); AFONSO DOS REIS MEDEIROS (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL); INÁCIO SWAROWSKY (UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL)

RESUMO Introdução Ergonomia é definida como a ciência que lida com a consideração das características humanas, expectativas e comportamentos, no design dos aparelhos utilizados diariamente. Em contraste com a cirurgia aberta, onde o cirurgião trabalha diretamente com o paciente utilizando os materiais tradicionais, na videocirurgia o cirurgião interage com uma série de tecnologias aplicadas à performance do cirurgião no procedimento. O ponto na ergonomia em videocirurgia seria melhorar em eficiência a interação do cirurgião com os aparelhos, melhorando assim o conforto e segurança do profissional. Objetivo Analisar os aspectos ergonômicos relacionados com a atividade do cirurgião videolaparoscópico. Metodologia. O estudo foi baseado em aplicação de questinários em 20 cirurgiões videolaparoscópicos experientes no estado do Rio Grande do Sul, sendo analisado os aspectos como: sexo, idade, tempo de atuação em videocirurgia, número de videocirurgias por semana, tempo do procedimento, presença de dor durante ou após o procedimento, realização de algum tratamento médico, necessidade de afastamento das atividades, além da pratica de atividades físicas. Foi avaliado também conhecimento sobre o assunto ergonomia e adequação dos equipamentos cirúrgicos. Resultados Dentre os entrevistados, 17 cirurgiões conhecem o assunto ergonomia e apenas 5 consideram os equipamentos de videocirurgia adequados do ponto de vista ergonômico. Sendo que 19 são do sexo masculino, com a média de idade entre 45 anos. O período, em anos, em que os cirurgiões realizam videocirurgias está entre 4 e 26, tendo a média de 5 videocirurgias semanais e cerca de 1 hora e 24 minutos de duração. Entre os entrevistados, 17 apresentaram algum tipo de dor, com maior freqüência em ombros, contudo não houve diferença estatística em relação ao momento da ocorrência da dor. Foi aplicada uma escala de dor de 0 à 10, estando a média em 5. A dor evidenciada não afastou os cirurgiões de suas atividades profissionais. Entre os cirurgiões, apenas 1 não realiza atividade física. Conclusão Analisando os resultados obtidos podemos inferir que a maioria dos entrevistados têm conhecimento sobre ergonomia e não consideram os equipamentos cirúrgicos adequados. Tendo em vista que grande parte destes apresentam alguma implicação dolorosa devido as atividades de videocirurgia, mostrando a implicabilidade de procedimentos não realizados de forma ergonômica, pois a prática diária de videocirurgia traz dores articulares, sendo estas uma dificuldade encontrada entre os cirurgiões. Em cirurgia minimamente invasiva, assim como as demais áreas na qual a ergonomia é aplicada, não existe uma solução para o perfeito desenvolvimento ergonômico do cirurgião videolaparoscópico. Entretanto, um aceitável balanço deve ser criado entre a efetividade e a eficiência sobre as mãos e a segurança do operador. Apresentação: Tema Livre 135 - POST OPERATIVE RESULTS OF LAPAROSCOPIC “LESS SHORT FLOPPY NISSEN” AND “LESS SHORT FLOPPY NISSEN” FUNPLICATION IN PATIENTS WITH BARRET’S ESOPHAGUS DELTA MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); FABIO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRA-


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GA FILHO); RAFAEL DIAS VASCONCELOS (HOSPITAL CLEMENTINO FRAGA FILHO); EPONINA LEMME (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); FERNANDO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO)

RESUMO Objective: This study compares the surgical results about “Short Floppy Nissen” (SFN) fundoplication with a “ Less Short Floppy Nissen” (LSNF) fundoplication, througth symptoms evaluation and post operative intraesophageal pH monitoring in Barrett’s Esophagus (BE) patients. Background: The short floppy Nissen fundoplication (SFN) is accepted nowadays by several surgeons and is widely used all over the world. Several studies have shown that BE patients have more severe reflux than those with GERD but without this complication and also demonstrated high incidence of abnormal post operative results in the pH monitoring tests. Should be the SNF fundoplication sufficient to contain the reflux in BE patients? Or, would be necessary other different fundoplication to control the disease ? Methods: From February 2000 to March 2003, 42 patients with GERD and BE had post operatively evaluation, 15 SFN (group I) and 27 LSFN (group II). Clinical assessment was performed concerning relief of GERD symptoms, post operative dysphagia and persistence of acid reflux detected 24-h pH monitoring six months and one year after the surgeries. Results: Both surgeries had alleviated heartburns and regurgitation symptoms. Transitory dysphagia occured more frequently in SFN patients without division of short vessels (33,3%) than LSFN with division of these short vessels (3,7%). Permanent dysphagia was not observed in either groups. Post operative 24-h pH monitoring one year after the surgeries demonstrated abnormal reflux in 26,6% of patients in SFN group, and only 3,7% of patients in LSFN group ( p= 0,469 ). Conclusions: The authors recall to the danger that persistent acid reflux after surgery may represent to a Barret’s esophagus patients and sugest a new proposal for treating patients with BE : floppy and less short wrap, contrary to current trend floppy and very short wrap. Apresentação: Tema Livre 136 - ESTUDO PROSPECTIVO DA MIOTOMIA Á HELLER LAPAROSCOPICA COM FUNDOPLICATURA PARCIAL PARA TRATAMENTO DA ACALASIA FERNANDO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO GAFFRE-GUINLE); FABIO MADUREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); DIEGO LATINI MAIOLI (HOSPITAL CLEMENTINO FRAGA FILHO); MARCUS VINICIUS NOGUEIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); RAFAEL DIAS VASCONCELOS (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); GUILHERME PINTO BRAVO NETO (HOSPITAL UNIVERSITARIO CLEMENTINO FRAGA FILHO); DELTA MADUREIRA (HOSPITAL CLEMENTINO FRAGA FILHO)

RESUMO Os autores objetivaram avaliar os resultados miotomia a Heller laparoscópica com fundoplicatura parcial anterior para os pacientes portadores de acalásia realizada no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. No período de 1993 a 2007 foram operados 122 pacientes com acalásia, 55% do sexo feminino, 16% com sorologia positiva para doença de Chagas e com megaesôfago Grau II (19%), Grau III (54%), Grau IV (12%). Todos os pacientes foram submetidos à avaliação pré e pós-operatória, incluindo história clínica, sorologia para doença de Chagas, esôfagografia, endoscopia digestiva alta, esôfagomanometria e pHmetria esofagiana. Após um período de um mês, 96% dos pacientes obtiveram melhora inicial total da disfagia e 67% com melhora prolongada total da disfagia, 26% melhora prolongada parcial da

disfagia e 7% melhora insuficiente prolongada da disfagia. Ganho de peso até 10% do peso corporal: 38%; acima de 10% do total: 54%; e nenhum ganho de peso: 8%. A dilatação pós-operatória foi necessária em apenas 32%. A manometria pós-operatória demonstrou pressão abaixo de 15mm Hg em 50% dos pacientes, entre 15 e 20mm Hg em 8%, entre 20 e 30mmHg em 12%, acima de 30mmHg em 4%. As complicações foram incomuns, ocorrendo em menos de 2% dos casos. Concluindo, a esofagocardiomiotomia de Heller com fundoplicatura anterior é um procedimento cirúrgico seguro e eficiente para o tratamento da acalásia idiopática e chagásica. Apresentação: Tema Livre 137 - ESPLENECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA COM BAIXO CUSTO – RESULTADOS DE UM ESTUDO PROSPECTIVO COM 63 PACIENTES PABLO TRINDADE DE SOUZA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); HENRIQUE NEUBARTH PHILLIPS (HOSPITAL MIGUEL COUTO); SILVIO HENRIQUES CUNHA NETO (HOSPITAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); RICARDO ZORRON (HOSPITAL MIGUEL COUTO)

RESUMO ESPLENECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA COM BAIXO CUSTO – RESULTADOS DE UM ESTUDO PROSPECTIVO COM 63 PACIENTES Pablo Trindade de Souza, Henrique Neubarth Phillips, Silvio Henriques Cunha Neto, Roberto Frota Pessoa, Ricardo Zorron Serviço de Cirurgia Geral do Hospital Municipal Miguel Couto Objetivos: A Esplenectomia Videolaparoscópica, em grandes centros, tornou- se o tratamento padrão de doenças hematológicas com indicação cirúrgica. Por outro lado, a técnica e o custo do procedimento são ainda restritos à cirurgiões experientes em cirurgia videolaparoscópica avançada e ao uso de materiais caros, como grampeadores, que oneram e muito o tratamento. O objetivo do estudo foi avaliar os resultados de esplenectomias videolaparoscópicas com técnica cirúrgica mais simples e com baixo custo, possibilitando o seu uso na rede pública hospitalar. Métodos: Os autores apresentam resultados de uma série prospectiva com uso de uma técnica cirúrgica simples com três trocartes e ligadura simples do hilo esplênico, em 63 pacientes portadores de doença hematológica, submetidos à cirurgia pela mesma equipe. Resultados: Dos 63 pacientes submetidos à técnica, houve 3 conversões, complicações menores em 18 (8 lacerações de cápsula, 3 rupturas do saco plástico hermético, 2 hematomas, 1 fecaloma, 1 derrame pleural, 2 infecções de ferida, 1 pseudocisto pancreático), e 1 óbito devido a complicações de hipertensão portal. Baço acessório foi encontrado em 28,6% dos pacientes (18/63). Conclusão: A preferência por uma técnica cirúrgica mais simples e menos dispendiosa, realizada por cirurgiões experientes, é segura e efetiva, possibilitando seu uso rotineiro em hospitais de referência da rede pública, muitas vezes desprovidos de recursos financeiros que impossibilitam cirurgias videolaparoscópicas avançadas. Apresentação: Tema Livre 138 - COLECISTECTOMIA “SINGLE-PORT” VERSUS COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA – ESTUDO PROSPECTIVO RANDOMIZADO JULIA HENRIQUES BERGONSO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PEDRO BARBALHO YATUDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); RICARDO VASSALLO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); RICARDO ZORRON (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)


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RESUMO Objetivos: Seguindo os últimos avanços no campo de cirurgias laparoscópicas, visando sempre minimizar a quantidade e o tamanho das incisões para passagem de trocartes, fizemos uma comparação entre o uso do “Single-Port” e a via aparoscópica para a colecistectomia. Outros métodos que visam o mesmo resultado estético, porém necessitam de instrumental diferente assim como experiência técnica diferente (NOTES), não foram utilizados no estudo. Métodos: Para o “ Single-Port” utilizamos uma única incisão na cicatriz umbilical para passagem de 3 trocartes (10mm/5mm/5mm). Já para a colecistectomia laparoscópica convencional foram utilizados 4 incisões (10mm/ 10mm/5mm/5mm). Pacientes foram randomizados para uma ou outra técnica. O objetivo do estudo é comparar a nossa experiência com o uso da colecistectomia “Single-Port” e a laparoscópica. Comparar a utilização dos dois métodos quanto ao resultado estético; níveis de dor no pós operatório; dificuldades encontradas na realização dos dois procedimentos. Resultados. Até a presente data foram realizados 26 colecistectomias “Single-Port”, em 4 casos houve necessidade de adição de um trocater de 5mm em hipocôndrio direito. Realizamos 34 colecistectomias laparoscópicas convencionais com 4 tracartes, em 1 caso tivemos que converter para laparotomia convencional (incisão Kosher). Complicações menores ocorreram em 3 pacientes de cada grupo. Tempo operatório médio foi de 46 minutos para laparoscopia e 75 minutos para “single Port”. Não houve diferença significativa estatisticamente no tocante a dor pós operatoria. O resultado estético encontrado foi significantemente maior nos pacientes que foram realizados com o “Single-Port”. Conclusão: Os resultados do estudo prospectivo randomizado nos mostraram que a colecistectomia “ Single Port” tem resultados semelhantes a laparoscopia com 4 trocartes, podendo ter vantagem sob o ponto de vista estético e de satisfação dos pacientes. Apresentação: Tema Livre 139 - GASTRECTOMIA LAPAROSCÓPICA NO CÂNCER GÁSTRICO PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREIA (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ); LINCOLN RANGEL MEDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSE DO AVAÍ)

RESUMO INTRODUÇÃO: A neoplasia gástrica em nosso meio é diagnosticada em estágio avançado. A abordagem laparoscópica dessas patologias tem se demonstrado segura e eficaz com resultados semelhantes à cirurgia convencional. OBJETIVO: Relatar a experiência do Hospital São José do Avaí, os resultados e a técnica da gastrectomia total (GT) e subtotal (GS) laparoscópica. MÉTODO: Foram revisados os prontuários de 116 pacientes submetidos à laparoscopia com indicação de gastrectomia por câncer gástrico, durante o período de Junho de 1994 a janeiro de 2009, com idade de 25 a 89 anos, predominando o sexo masculino. Dezessete pacientes já apresentavam metástases ou invasão de outros órgãos o que limitou o procedimento a biópsias e derivações gastrojejunais. Foi realizada gastrectomia em 85 pacientes, sendo 75 por adenocarcinoma gástrico, 10 por GIST ,3 linfomas e 11 úlceras pépticas. O paciente é posicionado em decúbito dorsal, sob anestesia geral. Acesso realizado com 6 trocartes. Após o inventário é utilizado US laparoscópico para determinar extensão tumoral, presença

de metástases ou invasão. Para tumores de 1/3 superior realizamos GT com reconstrução em Y de Roux e linfadenectomia D2 (curativo) ou D1 (paliativo). Tumores de 1/3 inferior realizamos GS com reconstrução em B II ou Y de Roux sendo a linfadenectomia semelhante. RESULTADOS: Oitenta e oito por cento dos casos foram tratados por laparoscopia, com 41 GS com reconstrução a B II, 35 GT com reconstrução em Y de Roux (1 caso associado a esplenectomia e pancreatectomia), 8 GS com B I, 6 GS com Y de Roux e 6 gastrectomias segmentares. Evitou-se laparotomia não terapêutica em 14,6 % devido à doença avançada. Foram convertidas 7 cirurgias (6%). A mortalidade operatória foi de 4,3 % (5 casos). O tempo cirúrgico médio foi de 158 minutos. CONCLUSÃO: A laparoscopia no tratamento do câncer gástrico é uma opção segura e eficaz evitando laparotomias não terapêuticas em pacientes com doença avançada. Obtendo resultados semelhantes à cirurgia convencional somada todas as vantagens da cirurgia minimamente invasiva. Exige longa curva de aprendizado e custo operatório elevado. Apresentação: Tema Livre 140 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA NAS DOENÇAS PANCREÁTICAS PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LIVIA RODRIGUES DE AGUIAR (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARAES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ)

RESUMO INTRODUÇÃO: A laparoscopia vem sendo utilizada cada vez mais para o tratamento e estadiamento das doenças pancreáticas. OBJETIVO: Relatar a experiência do Hospital São José do Avaí e os resultados na abordagem laparoscópica das doenças pancreáticas. METODOLOGIA: Foram revisados os prontuários dos pacientes submetidos à laparoscopia por patologias pancreáticas. RESULTADOS: Entre Janeiro de 1994 e Março de 2010, 49 pacientes com idade entre 16 e 91 anos foram submetidos à laparoscopia por doença pancreática. Destas abordagens, 22 eram tumores de cabeça de pâncreas, 12 tumores de corpo e cauda, 6 pseudocistos, 6 pancreatites crônicas e 3 cistos. Cinquenta e dois por cento foram tratados por laparoscopia, com 4 cirurgias de Whipple, 7 pancreatectomias corpo caudal, 2 enucleações tumorais, 7 derivações bilio-digestivas e 5 drenagens. Evitou-se laparotomia não terapêutica em 14,5% devido à doença avançada. Foram convertidos 14 pacientes. A mortalidade operatória foi de 6,25%. CONCLUSÃO: A abordagem laparoscópica nas doenças pancreáticas é factível e pode ser sempre utilizada nos serviços com experiência em laparoscopia avançada. No caso de doenças malignas pode-se evitar uma laparotomia não terapêutica. Apresentação: Tema Livre 141 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA NO TRATAMENTO DE TUMORES ESTROMAIS GASTROINTESTINAIS GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); LICOLN RANGEL MEDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); RICARDO BRASIL NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ)


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RESUMO Objetivo: Análise retrospectiva dos pacientes com GISTs abordados por videolaparoscopia no Hospital São José do Avaí, relatando seus sítios de maior incidência, técnica cirúrgica empregada e complicações associadas. Materiais e Métodos: No período de março de 2005 a maio de 2010, 11 pacientes foram submetidos ao tratamento laparoscópico por GIST. Destes, quatro do sexo masculino e sete do sexo feminino com idade entre 33 e 64 anos. Resultados: Obteve-se sucesso em todas as cirurgias com resultado histopatológico de 1 pólipo gástrico inflamatório e 10 GISTs. Destes, sete gástricos e outro esofágico. O tempo médio de cirurgia foi de 65 minutos e o pós-operatório com média de 3 dias.O tamanho médio dos tumores foi de 3 cm, não sendo necessária terapia coadjuvante em nenhum paciente. Não houve complicações de qualquer origem. Conclusão: A ressecção laparoscópica dos GISTs é método viável em serviços especializados em videocirurgia avançada, estando associada a tempo cirúrgico baixo, baixas taxas de complicações e poucos dias de internação pós-operatória. Apresentação: Tema Livre 142 - MIGRAÇÃO DE FUNDOPLICATURA GÁSTRICA NO PÓS OPERATÓRIO IMEDIATO LEANDRO FARIA CRESPO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LAILA REGGIANE ALMEIDA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LEANDRO SIQUEIRA CORREA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RICARDO BRASIL MENDES NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ)

RESUMO INTRODUÇÃO: A doença do refluxo gastroesofágico é de grande ocorrência, respondendo por noventa por cento dos sintomas esofágicos. A primeira cirurgia laparoscópica para correção do refluxo gastroesofágico associado à hérnia hiatal foi realizada por Geagea e Dallemagne em 1991. A confecção de hiatoplastia e fundoplicatura gástrica mostram na maioria dos casos um desfecho satisfatório com cessação dos sintomas dispépticos. OBJETIVOS: Relatar o caso de uma paciente submetida a fundoplicatura gástrica que complicou com migração da válvula antirrefluxo para a cavidade torácica. MÉTODOS: Paciente de sexo feminino, sexta década de vida, referia pirose. Foi realizada endoscopia digestiva alta que revelou hérnia hiatal associada à esofagite moderada (grau A de Los Angeles). A paciente foi submetida a fundoplicatura a Nissen com hiatoplastia laparoscópica. No pós operatório imediato evoluiu com dispnéia súbita, náuseas, epigastralgia, precedida por múltiplos episódios de vômitos. Foi solicitado tomografia computadorizada evidenciando imagem sugestiva de volvo gástrico em região torácica direita. RESULTADOS: Em 48 horas de pós operatório foi realizada nova exploração via laparoscópica que evidenciou migração de 2/3 do estômago para a cavidade torácica. Realizado redução da hérnia torácica e hiatoplastia utilizando fio Ethibond 2.0. A válvula encontrava-se íntegra. A paciente segue com remissão completa dos sintomas. CONCLUSÃO: A fundoplicatura laparoscópica apresenta baixa morbidade, conferindo ao paciente menor tempo de hospitalização e retorno precoce às atividades. As complicações são de baixa incidência devendo ser diagnosticadas precocemente definindo um melhor prognóstico. Apresentação: Tema Livre 143 - AVALIAÇÃO DE CURVA DE APRENDIZADO NA FUNDUPLICATURA TIPO ROSSETTI

ADORISIO BONADIMAN (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); JOSÉ FRANCISCO FARAH (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALEXANDRE CHARTUNI (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); RENATA FISCHER DE ANDRADE (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); CAROLINA BENVEGNU NAHIME (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO); ALBERTO GOLDEMBERG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO); LUIS ROBERTO MANZIONE NADAL (HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO)

RESUMO INTRODUÇÃO: A funduplicatura total (FT) com a parede gástrica anterior (Rossetti) é um método que exige, sabidamente, grande experiência por parte do cirurgião para se evitar má confecção da válvula. O presente estudo tem por objetivo comparar a incidência de disfagia grave pós operatória entre pacientes operados por cirurgiões em treinamento, sob supervisão, em hospital escola e pacientes operados por equipe fixa de médicos com larga experiência com o método em hospitais privados de São Paulo. MÉTODO: Avaliação retrospectiva de banco de dados prospectivo de pacientes submetido a FT a Rossetti no período de setembro de 2004 a janeiro de 2010. A decisão por este tipo de cirurgia foi baseada por achados intraoperatórios e opção do cirurgião. Foi considerada disfagia grave a dos pacientes que necessitaram de dilatação endoscópica e/ou reoperação durante o seguimento. CASUÍSTICA: Foram avaliados 127 pacientes submetidos a este tipo de FT no período considerado. Destes, 29 (22,83%) foram operados em hospital escola por cirurgiões em treinamento sob supervisão de médicos com boa experiência com o método e 98 pacientes (77,17%) foram operados por equipe fixa de cirurgiões com ampla experiência com o método. Os pacientes foram seguidos por período de 4 meses a 6 anos de pós operatório. RESULTADOS: No grupo de pacientes operados por cirurgiões em treinamento sob supervisão, 4 pacientes (13,79%) evoluiram com disfagia grave, sendo que 3 foram tratados com dilatação endoscópica e 1 necessitou de reoperação. No grupo de pacientes operados por cirurgiões experientes, 1 (1,02%) evoluiu com disfagia grave, necessitando de reoperação. CONCLUSÃO: Os dados acima expostos sugerem que a FT a Rossetti é um bom método a ser empregado por cirurgiões experientes, mas de difícil reprodutibilidade por cirurgiões em treinamento, mesmo sob supervisão de médicos com boa experiência com este tipo de cirurgia. Apresentação: Tema Livre 144 - VIDEOCOLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA(CVLM): MUDANÇA DE PORTAIS E DA ÓPTICA E SUAS VANTAGENS UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); CARLOS ALBERTO DE CARVALHO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); HELIN MINORU MATSUMOTO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); GUSTAVO KURACHI (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA)

RESUMO INTRODUÇÃO: Atualmente a colecistectomia videolaparoscópica (CVL) é considerada padrão ouro para o tratamento da colelitíase. Entretanto os portais clássicos de 5 mm e 10 mm, com a óptica de 10 mm na cicatriz umbilical e outro portal de trabalho de 10 mm no epigástrio, apresentam alguns obstáculos como, dificuldade visual em pacientes obesos, longilíneos, cólon transverso dilatado ou


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ligamento redondo. Objetivo: Demonstrar vantagens técnica e cosmética com as modificações do tamanho e localizações dos portais e uso de óptica de 5 mm na CVLM. Material e métodos: Foram analisados 330 pacientes submetidos à CVLM entre janeiro de 2006 a abril de 2010. Técnica: Paciente é colocado em proclive de 30º e leve decúbito lateral esquerdo. O cirurgião pode posicionar a direita ou a esquerda do paciente e o câmera do lado oposto de acordo com a preferência e ao membro dominante. Inicia-se com punção umbilical com agulha de Veress para realização de pneumoperitônio, seguido de introdução de trocarte de 10mm transumbilical. Com a ótica de 5mm e 30º, sob visão direta introduz os seguintes trocarteres: de 5mm em hipocôndrio direito(HCD) a cerca de 6-8 cm do rebordo costal (RC) que será o portal da câmera, portal de 3 ou 5mm no HCD logo abaixo do RC e o último portal de 3 ou 5 mm é inserido em flanco direito na linha axilar anterior. A colangiografia é realizada por meio de abocath 14 e cateter peridural junto do trocarter de 5mm no HCD ou RC, ou pinça de colangiografia neste trocarter. Tanto o clipador quanto a retirada da vesícula são realizadas pelo trocarter de 10mm no umbigo. Resultados: Foram 330 pacientes sendo que 225 eram do sexo feminino, e 105 do sexo masculino com média de idade de 46 anos (13-91 anos), colelítiase crônica (85%) colecistite aguda (15%) com enzimas hepáticas e pancreáticas normais. O tempo cirúrgico foi de 50 minutos (25-110 minutos). Complicações: 1,5% infecção de sítio cirúrgico, 0,03% lesão de vias biliares causado pelo clipe. Em 10 casos de coledocolitíase constatando na colangiografia, foram retirados com basket intra-operatório ou endoscopicamente. Houve 27 casos de perfuração da vesícula biliar sem conseqüências, não houve complicações hemorrágicas, perda de cálculo ou infecção intraperitoneal nem conversão para cirurgia aberta. O tempo médio de internação foi de 24 horas. Essa técnica permite melhor visão da veia cava, parede anterior e posterior da vesícula principalmente no triângulo de Callot, o ligamento redondo, duodeno, estômago e cólon não atrapalham o campo visual. A óptica de 5 mm pode mudar de portal facilitando a visão por vários ângulos. CONCLUSÃO: A CVLM mostrou-se segura e factível em casos selecionados com vantagem de ser utilizado em qualquer biotipo e também na urgência. Permite a realização da colangiografia e procedimentos sobre o colédoco semelhante aos relatados para a técnica convencional, além de resultados estéticos superiores. Apresentação: Tema Livre 145 - ESOFAGECTOMIA LAPAROSCÓPICA TRANSHIATAL NO CANCER ESOFÁGICO MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO ALMEIDA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RODOLFO ANDRADE TORRES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LUIS GUSTAVO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); PEDRO AUGUSTO MAY RIBEIRO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LINCOLN RANGEL MEIDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ)

RESUMO Objetivo: Análise retrospectiva em pacientes com câncer de esôfago submetidos à esofagectomia laparoscópica transhiatal, demonstrando as complicações per e pós-operatórias. Métodos: De novembro de 1993 a abril de 2010, 92 pacientes foram submetidos à esofagectomia laparoscópica transhiatal, sendo 84 pacientes por doença neoplásica. Houve predomínio do sexo masculino (81%), com média de idade de 57 anos. O tempo abdominal foi realizado por laparoscopia e o tempo cervical de modo convencional para anastomose cervical. Resultados: A esofagectomia transhiatal por via laparoscópica em casos de neoplasia esofagiana foi realizada em 84 pacientes (74% carcinoma epidermóide e 26% adenocarcinoma), sendo 3,12% de terço su-

perior, cinquenta e um ponto três por cento de terço médio, e 45,58% de terço inferior. Conversão ocorreu em sete casos. A duração média da cirurgia foi de 153 minutos. O tempo de internação hospitalar foi de 6,9 dias. As complicações foram: estenose da anastomose cervical (15,51%), fístula cervical (14,6%), lesão pleural (17%), infecção da parede abdominal (10,93%), lesão de nervo laringeo recorrente (1,3%). A mortalidade em 30 dias foi de 5,6%. Conclusão: A esofagectomia laparoscópica transhiatal é opção segura em centros com experiência em cirurgia laparoscópica avançada. Apresenta baixas taxas de morbidade, com recuperação mais rápida e retorno às atividades habituais de modo precoce. Apresentação: Tema Livre 146 - COLECISTECTOMIA MINILAPAROSCÓPICA SEM CLIPS COMO UMA ALTERNATIVA EFICIENTE, SEGURA E CUSTO-EFETIVA AOS RESULTADOS ESTÉTICOS DA N.O.T.E.S. – OS PRIMEIROS 1100 CASOS – O QUE APRENDEMOS? GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JÚNIOR (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); REBECA GONÇALVES ROCHA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/ UPE)); DIEGO LAURENTINO LIMA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); CAMILA ROCHA DA CRUZ (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE))

RESUMO Introdução: Com o advento da N.O.T.E.S. muitos cirurgiões sentiram-se desafiados a aprimorar os resultados estéticos para seus pacientes. A Colecistectomia Minilaparoscópica (CML) representa um refinamento na cirurgia laparoscópica, sendo tão efetiva e potencialmente estética quanto a NOTES. Todavia, por causa de um pressuposto aumento no custo e na dificuldade de manejo do equipamento, a CML tem sido pouco praticada pela maioria dos cirurgiões. Objetivo: Relatar as alterações da técnica minilaparoscópica que possibilita conduzir procedimentos minilaparoscópicos de uma maneira segura e efetiva, e, por meio disso, reduzir os custos e promover a disseminação dessa técnica. Método: 1100 pacientes consecutivos, que se submeteram a CML, foram analisados de janeiro de 2000 a julho de 2009 (78,8% mulheres; média de idade 46,6 anos). Técnica cirúrgica: Após a formação do pneumoperitônio pela cicatriz umbilical, 4 trocarteres foram inseridos; 2 de 2-mm, 1 de 3-mm e 1 de 10-mm na superfície abdominal por orifícios, através dos quais os laparoscópios foram inseridos. Nem laparoscópio de 3-mm, endoclips, sequer bolsas manufaturadas foram usados. A artéria cística foi selada efetivamente por eletrocautério perto do pedículo da vesícula e o ducto cístico foi selado por nó cirúrgico. A remoção da vesícula se dá através de uma bolsa adaptada, feita com o punho de luva estéril, que foi inserida através da cicatriz umbilical. Resultados: O tempo médio de operação foi de 43 minutos. A média do internamento hospitalar foi de 16 horas. Não houve conversão para cirurgia aberta; em 3% dos pacientes houve conversão para a cirurgia laparoscópica (5-mm) por causa de dificuldades no procedimento; ocorreram em 2% dos pacientes infecções mínimas na cicatriz umbilical e em 1% deles, hérnias umbilicais. Não houve mortes, nenhuma injúria intestinal, nenhuma injúria comum ao ducto biliar, nenhuma hemorragia pós-operatória e houve apenas uma re-operação para suturar um ducto de Luschka. Conclu-


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são: A técnica CML não mostra nenhuma diferença em relação aos riscos quando comparada a outro procedimento “lap-cole”. Ela também proporciona uma considerável redução no custo e, como não se usa o laparoscópio de 3mm ou outros materiais, é possível realizar CML em um grande número de pacientes. Devido à invisibilidade das cicatrizes da CML ela também pode ser considerada esteticamente tão eficaz como a N.O.T.E.S. Apresentação: Tema Livre 147 - AVALIAÇÃO DE EFICÁCIA DA FUNDOPLICATURA DE NISSEN NO TRATAMENTO DE ESÔFAGO QUEBRA-NOZES – UM ESTUDO DE 13 PACIENTES GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JÚNIOR (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); REBECA GONÇALVES ROCHA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/ UPE)); DIEGO LAURENTINO LIMA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE)); CAMILA ROCHA DA CRUZ (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (FCM/UPE))

RESUMO Introdução: O esôfago quebra-nozes (EQN) é uma desordem da motilidade esofágica caracterizada por altas amplitudes (> 180 mmHg) das contrações peristálticas, sendo o principal problema de dismotilidade no esôfago de pacientes com dor torácica nãocardíaca. Ainda não está elucidada a fisiopatologia do EQN, bem como sua relação com a Doença do Refluxo Gastresofágico (DRGE). As opções de tratamento cirúrgico permanecem controversas. Objetivo: Avaliar o tratamento do EQN com a cirurgia laparoscópica anti-refluxo (CLAR) sem a esofagomiotomia em paciente com EQN. Métodos: Entre janeiro de 200 e maio de 2010, 12 pacientes (idade média de 49,3 ± 13,7 anos) com EQN foram analisados prospectivamente, todos com o diagnóstico de DRGE. Todos os pacientes foram submetidos à CLAR. O diagnóstico de EQN foi feito com manometria esofágica, associando-se videofluoroscopia quando necessário. Resultados: Não houve conversão para cirurgia aberta ou complicação maior. O seguimento médio dos pacientes foi de 22,4 ± 18,2 meses. A amplitude da peristalse no esôfago distal melhorou significativamente, decrescendo de uma média de 236,0 ± 37,1 mmHg para 156,0 ± 52,8 mmHg (p<0,001). A pressão do esfíncter inferior do esôfago aumentou de uma média de 7,5 ± 3,7 mmHg para 9,0 ± 5 mmHg (p<0,01). Conclusões: CLAR sem miotomia mostrou ser segura e efetiva para o tratamento do EQN em pacientes com DRGE associada. Esse procedimento resultou em uma redução significante da amplitude da peristalse no esôfago distal. O controle dos sintomas da DRGE e a melhora ou desaparecimento dos sintomas do EQN foram observados em todos os pacientes. Apresentação: Tema Livre 148 - VIDEOCIRURGIA NO TRAUMA - EXPERIENCIA DE 134 CASOS DO SERVIÇO DE CIRURGIA GERAL DO HMLJ BRUNO VAZ DE MELO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); PAULO OLIVEIRA SILVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); DOUGLAS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MOACIR (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCIO BARROSO CAVALIERE (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); RICARDO ZORRON (HOSPI-

TAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCUS VINICIUS DANTAS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE)

RESUMO Objetivo´-Avaliar a experiencia do Serviço de Cirurgia Geral HMLJ com video cirurgia em pacientes traumatizados. Material e Métodos – Análise retrospectiva dos pacientes submetidos a videocirurgia , sendo avaliado indicações , taxas de conversão , complicações , terapêutico x diagnóstico e mortalidade.Foram realizados procedimentos em 134 pacientes no período – 1996 até 2010.A experiencia á dividida em 2 periodos :1° Período: 1996 2002 – 100 pacientes , 2° Período : julho de 2007 – 2010 – 34 pacientes (Após Início do Grupo de Cirurgia do Trauma do HMLJ) Resultados - Ao todo , 134 pacientes foram submetidos a procedimentos video cirurgicos . Foram realizadas 110 laparoscopias e 24 toracoscopias .Em relação ao mecanismo de trauma , as lesões penetrantes foram mais presentes (60%) no inicio da experiencia . A laparoscopia foi procedimento foi o procedimento mais ultilizado , sendo diagnostico em 56%(não incluindo conversão) e terapeutica em 25% dos pacientes .A conversão ocorreu em 29% dos pacientes(maior no primeiro periodo) . Todos os procedimentos toracoscopicos foram realizados no segundo periodo da experiencia . As toracoscopias foram terapeuticas na sua maioria(80%) com 4 conversões.As complicações gerais relacionadas ao método foram minimas (a maioria locais) . 1 paciente teve uma lesão de delgado despercebida . A mortalidade foi nula . Conclusões-A videocirurgia em pacientes traumatizados , quando bem selecionados é um procedimento seguro com baixas complicações e baixa mortalidade(nula nesta serie). Houve mudança de perfil do uso da videocirurgia no trauma no HMLJ, com aumento do número de toracoscopias e diminuição de laparoscopias(disponibilidade do video e melhoria nos metodos diagnósticos) , visto que as toracoscopias podem ser programadas, e na maioria das vezes, é um procedimento terapêutico. Apresentação: Tema Livre 149 - INTERNATIONAL MULTICENTER TRIAL ON CLINICAL NATURAL ORIFICE SURGERY– NOTES IMTN STUDY: PRELIMINARY RESULTS OF 362 PATIENTS RICARDO ZORRON (DEPT CIRURGIA HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MANUEL GALVAO (GASTROBESO CENTER SAO PAULO); ALCIDES BRANCO (PUC CURITIBA); ALMINO RAMOS (GASTROBESO CENTER SAO PAULO); GUSTAVO SALINAS (CLINICA AVENDANO -PERU); LUIZ HENRIQUE SOUSA (SOUSAGROUP GOIANIA); LUIS DE CARLI (SANTA CASA PORTO ALEGRE)

RESUMO Objectives:Natural orifice translumenal endoscopic surgery (NOTES) is evolving as a promising alternative for abdominal surgery. IMTN Registry was designed to prospectively document early results of natural orifice surgery among a large group of clinical cases. Methods:16 centers from 9 countries were approved to participate in the study, based on study protocol requirements and local IRB aproval. Transgastric and transvaginal endoscopic natural orifice surgery was clinically applied in 362 patients. Intraoperative and postoperative parameters were prospectively documented. Results: Mean operative time for transvaginal cholecystectomy was 96min, compared to 111min for transgastric cholecystectomy. A general complication rate of 8.84% was recorded (Grade I-II representing 5.8%, Grade III-IV of 3.04%). No requirement for any analgesia was found in one fourth of cholecystectomy and appendectomy patients. Conclusions: Results of clinical applications of NOTES in IMTN Study showed the feasibility of different methods of this new minimally invasive alternative for laparoscopic and open surgery.


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Apresentação: Vídeo Livre 150 - HEPATECTOMIA LATERAL ESQUERDA (BISEGMENTECTOMIA II E III) POR VIDEOLAPAROSCOPIA EM PACIENTE ONCOLÓGICO VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); ANTONIO TALVANE DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); GILBERTO FAVA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); PAULO BERTOLUTTI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO); (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP- DEPARTAMENTO DO APARELHO DIGESTIVO ALTO)

RESUMO INTRODUÇÃO- A hepatectomia por videolaparoscopia é um procedimento recente, sendo a primeira hepatectomia anatômica regrada por videolaparoscopia (uma bi-segmentectomia II e III), foi publicada em 1996 por AZAGRA et al. em paciente com adenoma hepático. Hoje, com o treinamento da equipe cirúrgica e o desenvolvimento de novos instrumentais para uso em videocirurgia como bisturi harmônico e os grampeadores vasculares possibilitaram a realização de ressecções hepáticas por este método. Ao mesmo tempo houve uma ampliação nas indicações com a inclusão de doenças malignas. O objetivo deste vídeo editado é descrever a técnica detalhada de uma hepatectomia segmentar (II e III) – lateral esquerda, totalmente por videolaparoscopia, para tratamento de metástases, realizada no Hospital de Câncer de Barretos-SP. TÉCNICA: O pneumoperitônio com CO2 é estabelecido com pressão abdominal de 12 mmHg. Utilizamos cinco trocartes, 01 de 12 mm, 01 de 10mm e dois de 5 mm. O trocarter de 12 mm é necessário para o uso do grampeador endoscópico com carga linear vascular Echelon® staple. A cavidade abdominal e o fígado são visualizados com laparoscópio de 10 mm de 30º. Inicia-se o procedimento com a secção dos ligamentos redondos e falciforme com pinça LigaSure®. O conhecimento da anatomia é fundamental, com identifivação dos pedículos dos segmentos II e III, e efetiva hemostasia com grampeador laparoscópico vascular, dissecção cuidadosa com Harmonic Ace® da veia hepática esquerda e sua ligadura. Procede-se a secção do parênquima hepático com pinça laparoscópica 10mm e hemostasia com argônio. É fundamental a atuação do anestesiologista nesta fase do procedimento. Ele deve manter o paciente com pressão venosa central baixa. O sangramento é mínimo. A peça cirúrgica é retirada via incisão supra-púbica de 6 cm e drenagem externa com dreno de sucção. CONCLUSÃO: As vantagens da videocirurgia sobre a técnica aberta incluem: menores incisões, sangramento desprezível, redução da dor pós-operatória, menor tempo de recuperação dos doentes, menor resposta imune, menor tempo de hospitalização e metabólica.

JÚNIOR (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP); GILBERTO FAVA (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP)

RESUMO INTRODUCTION: Currently major hepatic resections and hemi hepatectomy left and right are held in other centers with expertise in laparoscopic and hepatic surgery. The team training and development of new surgical instruments for use as harmonic scalpel in laparoscopic, vascular staplers allowed the liver resection by this method. At the same time there was a widening in the indications to include malignancies. The goal of this video is edited to describe the technique detailed in a left hepatectomy, totally by laparoscopy for the treatment of cancer, at the Hospital Cancer of the Barretos - Brazil. TECHNIQUE: Video edited in left hepatectomy, performed in patients with lesions in the liver following IVb. The CO2 pneumoperitoneum is established with abdominal pressure of 12 mmHg. Five trocars, two 12 mm trocars, one 10mm trocar and two 5 mm trocars. The trocar of 12 mm is required for the use of endogrampeador load (vascular) white for Echelon 60. The abdominal cavity and liver are visualized with a 10 mm laparoscope 30. The procedure begins with the section of the round and falciform ligaments. Knowledge of anatomy is essential in identifivação pedicle of the action of the left lobe with dissection of the hepatic hilum after cholecystectomy may or may not perform Pringle maneuver, and effective hemostasis with laparoscopic vascular stapler. Careful dissection of vein and left supra-hepatic simple repair or ligation with clips. Proceed to the section of the parenchyma with laparoscopic forceps Harmonic ACE or LigaSure Atlas, and hemostasis with cautery or ultrasonic scalpel argon. Can be used in any endogrampeador vascular parenchyma with good hemostasis and shorter surgical time. It is the fundamental role of the anesthesiologist at this stage of the procedure. It must keep the patient with central venous pressure low. The procedure ends with the section above-hepatic left with endogrampeador. Soon after there is the surgical specimen in “bag” plastic, in order to remove the suprapubic incision and drainage of the cavity with the suction drain. The procedure lasted two hours, without any complications postoperatively and discharged on the fourth day. CONCLUSION: Analyzing the published articles, one can conclude that laparoscopic liver resection is safe and feasible operation today and therefore a reality. Apresentação: Vídeo Livre 152 - LAPAROSCOPIC RIGHT HEPATECTOMY IN ONCOLOGY (HEPATECTOMIA DIREITA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM ONCOLOGIA) VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); PAULO ANDERSON BERTOLUTTI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII)

RESUMO Apresentação: Vídeo Livre 151 - LEFT HEMI-HEPATECTOMY FOR LAPAROSCOPY IN CANCER PATIENTS ANTÔNIO TALVANE DE OLIVEIRA (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); CROIDER FRANCO LACERDA (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS – SP); DURVAL WOHNRATH (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); PAULO ANDERSON BERTOLUTTI (FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP); JOSÉ VIEIRA BARRETO

Since the first laparoscopic cholecystectomy performed in 1987, the surgical applications of laparoscopy have grown to involve most areas of general surgery. Until recently, however, the major liver surgery remained outside the scope of minimally invasive surgery. Based on the evolution of laparoscopic equipment, techniques and ongoing experience in liver surgery, liver resection increased by laparoscopy is being performed in some centers, laparoscopy. OBJECTIVE: This video will show the relevant technical maneuvers in the performance of a right hepatectomy totally laparoscopic and will illustrate the pertinent issues regarding instrument selection, the placement of trocar, and the steps required


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to perform right hepatectomy using totally laparoscopic techniques. Procedure performed at the Hospital Cancer Foundation BarretosPio XII, São Paulo - Brazil, the team of Upper Digestive Surgery. TECHNIQUE: The patient is placed supine in a slight left lateral position. The surgeon stands between the legs of the patient. We used 5 trocars, two 12-mm trocar, two 5-mm trocar and a trocar 11 mm (optical). The right portal pedicle is sectioned with load laparoscopic vascular stapler (Echelon) through an intrahepatic. Then proceed to mobilize the right liver followed by dissection of the retro-hepatic vena cava, the right hepatic vein is dissected, however, not severed. These steps are performed without Pringle maneuver but with previous repair of the hepatic pedicle with “ribbon” heart. The liver is cut with a combination of LigaSure Atlas and endoscopic vascular stapler (Echelon). The specimen is extracted through a suprapubic incision or small Kocher incision (not to manipulation of the tumor) and the raw area is checked for hemostasis using argon and synthetic hemostatic. The procedure is terminated and closed system drain is positioned in the bloody area. CONCLUSIONS: Minimally invasive techniques for major liver resections are feasible, and high centers that specialize in these procedures can have results similar to open series. A laparoscopic right hepatectomy should currently be done only by surgeons experienced in laparoscopic and hepatobiliary surgery, but will become more commonly performed in the future. Apresentação: Vídeo Livre 153 - HEPATECTOMIA LAPAROSCÓPICA EM DOIS TEMPOS NO TRATAMENTO DE METÁSTASES HEPÁTICAS BILATERAIS MARCEL AUTRAN CESAR MACHADO (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); FABIO FERRARI MAKDISSI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); RODRIGO CANADA TROFO SURJAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); GUILHERME KAPAZ (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); NAGAMASSA YAMAGUCHI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Hepatectomia pode prolongar a sobrevida dos pacientes com câncer colorretal com metástases hepáticas. Hepatectomia em dois tempos é uma opção válida para o tratamento de metástases hepáticas bilaterais. OBJETIVO: Apresentar vídeo de ressecção hepática em dois tempos realizada totalmente por videolaparoscopia MÉTODO: Paciente de 54 anos de idade, com câncer de cólon direito e metástases hepáticas sincrônicas ocupando os dois lados do fígado, foi submetido à ressecção laparoscópica do cólon direito, seguida de quimioterapia baseada em oxaliplatina. O paciente foi então encaminhado para tratamento cirúrgico das metástases hepáticas. A volumetria hepática préoperatória mostrou futuro remanescente hepático esquerdo insuficiente. O planejamento cirúrgico foi uma ressecção hepática totalmente laparoscópica em dois tempos. Primeiro tempo: ressecção laparoscópica do segmento 3 e ligadura da veia porta direita. Exame histológico pós-operatório revelou que o fígado apresentava esteatose de alto grau. Após quatro semanas, tomografia revelou hipertrofia de fígado esquerdo e volumetria do remanescente hepático foi de 43%. Segundo tempo: hepatectomia direita laparoscópica utilizando abordagem Glissoniana intra-hepática. Acesso intra-hepático ao pedículo principal direito Glissoniano foi obtido com duas pequenas incisões e um grampeador endoscópico foi inserido entre estas incisões e disparado. Linha de transecção hepática é demarcada ao longo da área isquêmica. A transecção hepática foi realizada com bisturi harmônico e grampeador endoscópico. O espécime foi extraído através de uma incisão suprapúbica. O ligamento falciforme foi suturado para manter o fígado na sua posição anatômica original, com o objetivo de evitar a torção da veia hepática. RESULTADOS:

O tempo operatório foi de 90 e 240 minutos, respectivamente. A recuperação após a primeira e a segunda operações ocorreram sem intercorrências e o paciente recebeu alta no 2 º e 7 º dia pósoperatório, respectivamente. CONCLUSÃO: Ressecções hepáticas em dois tempos podem ser realizadas por laparoscopia. O acesso intra-hepático ao pedículo Glissoniano é uma técnica útil para o controle do pedículo do fígado direito, sobretudo após dissecção prévia da placa hilar. Apresentação: Vídeo Livre 154 - HEPATECTOMIA ESQUERDA LAPAROSCÓPICA COM ACESSO INTRAHEPÁTICO AO PEDÍCULO GLISSONIANO MARCEL AUTRAN CESAR MACHADO (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); FABIO FERRARI MAKDISSI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); PAULO HERMAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); RODRIGO CANADA TROFO SURJAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Os recentes avanços nos instrumentos laparoscópicos e a maior experiência com técnicas avançadas têm aumentado as indicações para ressecção do fígado por via laparoscópica. OBJETIVO: Apresentar um vídeo com os aspectos técnicos de uma hepatectomia esquerda (segmentos 2, 3 e 4), utilizando abordagem intra-hepática ao pedículo Glissoniano e controle da drenagem venosa, sem dissecção hilar ou manobra de Pringle. PACIENTE E MÉTODO: Paciente, sexo feminino, 63 anos de idade, com metástase hepática solitária com 5 centímetros de diâmetro foi encaminhada para tratamento. Quatro trocartes foram utilizados. O lobo esquerdo é puxado para cima e pequeno omento é dividido expondo o ligamento de Arantius. Este ligamento é um marco útil para a identificação do pedículo Glissoniano principal esquerdo. Uma pequena incisão anterior é feita na frente do hilo, e uma pinça vascular é introduzida por trás do ligamento Arantius em direção à incisão anterior, permitindo o controle do pedículo principal esquerdo. Delimitação isquêmica do fígado esquerdo é obtida e demarcada com cautério. A pinça vascular é substituída por grampeador. Se a delimitação isquêmica for coincidente com a área previamente marcada, o grampeador é disparado. A veia hepática esquerda é dissecada e reparada. A secção do parênquima hepático e controle das veias hepáticas são realizados com bisturi harmônico e grampeador endoscópico. Todos estes passos são realizados sem manobra de Pringle e sem assistência de mão. RESULTADOS: O tempo operatório foi de 220 minutos, com perda de sangue mínima. A permanência hospitalar foi de 4 dias. Exame histológico mostrou margens cirúrgicas livres. A paciente está viva sem sinais de recidiva, 24 meses após a operação. CONCLUSÃO: Hepatectomia esquerda totalmente por videolaparoscopia é segura e factível em pacientes selecionados e devem ser considerados para pacientes com neoplasias hepáticas benignas ou malignas. A técnica descrita, com o uso da abordagem intra-hepática ao pedículo Glissoniano e o controle da veia hepática, pode facilitar a realização da hepatectomia esquerda laparoscópica, reduzindo as dificuldades técnicas de controle do pedículo e podem diminuir o sangramento durante a transecção hepática. Apresentação: Vídeo Livre 155 - HEPATECTOMIA LAPAROSCÓPICA ANATÔMICA DO SEGMENTO 3 COM ACESSO GLISSONIANO MARCEL AUTRAN CESAR MACHADO (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); FABIO FERRARI MAKDISSI (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); RODRIGO CANADA TROFO SURJAN (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO); ANTONIO ROBERTO TEIXEIRA (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)


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RESUMO INTRODUÇÃO: A preservação do parênquima do fígado deve sempre ser tentado para evitar insuficiência hepática pós-operatório e aumentar a oportunidade de realizar ressecções repetidas em casos de tumores malignos recorrentes. OBJETIVO: Apresentar um vídeo de ressecção laparoscópica do segmento 3 usando a técnica de acesso Glissoniano ao pedículo hepático. PACIENTE E MÉTODO: Paciente, sexo feminino, 43 anos de idade, com câncer de cólon e metástase hepática sincrônica. Foi submetida à ressecção laparoscópica do cólon, seguida por quimioterapia baseada em oxaliplatina. A paciente foi então encaminhada para tratamento cirúrgico da metástase hepática. A tomografia computadorizada revelou uma metástase única no segmento 3. Operação foi realizada totalmente por laparoscopia. O lobo esquerdo foi tracionado e o omento menor seccionado para expor o ligamento de Arantius (ligamento venoso). O ligamento Arantius é ligado. Controle do pedículo portal do segmento 3 foi realizado com duas incisões pequenas sobre o fígado. Usando o ligamento redondo como um guia, uma pequena incisão foi realizada na margem esquerda do ligamento redondo onde é possível identificar a face anterior do pedículo Glissonian do segmento 3. Outra incisão é feita no meio do caminho entre a primeira incisão e coto caudal do ligamento Arantius. Uma pinça vascular é introduzida através dessas incisões, resultando em delineamento isquêmico do segmento 3. A pinça é substituída por um grampeador vascular e o grampeador é disparado. O fígado é seccionado ao longo da linha isquêmica. Cuidados devem ser tomados para não danificar ramo esquerdo da veia hepática para o segmento 2. O espécime foi extraído através de uma incisão suprapúbica. RESULTADOS: O tempo operatório foi de 90 minutos e tempo de internação hospitalar foi de 2 dias. O pós-operatório transcorreu sem intercorrências. CONCLUSÃO: A ressecção anatômica do segmento 3 pode ser realizada por laparoscopia com segurança com a técnica do acesso Glissoniano. A técnica apresentada pode ampliar a indicação de ressecção hepática por laparoscopia segmentar, poupando parênquima hepático e permitindo novas ressecções hepáticas se houver recidiva da doença. Apresentação: Vídeo Livre 156 - VIABILIDADE DE UMA ABORDAGEM DE LINFADENECTOMIA INGUINAL POR VIDEOSCOPIA: DISSECÇÃO MINIMAMENTE INVASIVA PARA MICROMETASTASE DE MELANOMA INGUINAL VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ; CROIDER FRANCO LACERDA; ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA; PAULO ANDERSON BERTOLUCCI

RESUMO INTRODUÇÃO: A linfadenectomia inguinal para melanoma metastático tem uma taxa de complicação em 50%, a deiscência da ferida foi relatada como complicação em mais da metade desses pacientes, e muitos cirurgiões usam rotineiramente a transposição do músculo sartório para proteção dos vasos expostos. A linfadenectomia (esvaziamento inguinofemoral) para melanoma inclui remoção de todo o tecido fibrogordurosa no triângulo femoral, conforme definido pelo ligamento inguinal, o músculo sartório, e os músculos adutor. Para a maioria dos tumores, a dissecção é geralmente limitada aos tecidos superficial da fáscia profunda da coxa e aqueles ao redor da crossa, entretanto, para melanoma, este e todos os tecidos profundos da fossa oval e medial à veia femoral, estendendo-se superiormente ao canal femoral, são rotineiramente ressecado. Esta abordagem oferece um controle regional excelente, mas é associado com uma elevada incidência de complicações da ferida. Este

vídeo vai relatar a viabilidade de uma linfadenectomia inguinal, minimamente invasiva, em uma paciente com micrometastase de melanoma em região inguinal. METODO E TÉCNICA: Pacientes com confirmação histológica de micrometastase de melanoma inguinal, foi submetida a linfadenectomia inguinal no Hospital de Câncer de Barretos-SP, Brasil, pelo Departamento de Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo Alto/Melanoma/Sarcoma. A paciente foi posicionada em uma mesa cirúrgica com perneira, com as pernas aberta. Os limites do triângulo femoral foi desenhado previamente, sendo esta marcação necessária para a colocação de trocares. O cirurgião fica entre as pernas do paciente. O primeiro auxiliar com a ótica fica posicionado a esquerda da paciente, o monitor a direita do paciente a nível do ombro direito, com todos os equipamentos (fonte de CO2, fonte de luz). Usamos para dissecção pinças como: Harmonic ACE de 05mm), LigaSure Atlas (05 mm), três trocateres de 05 mm, uma ótica de 03 ou 05mm de 30 graus e Hemolook de 05 mm (ligadura da safena). O procedimentos foi realizado através de três portas: uma no ápice do triângulo fêmural, o segundo em região medial aos adutores, e o terceiro lateral ao sartório. Uma pequena incisão a 02 cm do ápice do triângulo femural e com uma tesoura longa, vamos através da pele e a fáscia de Scarpa dissecando e criando uma cavidade para trabalho. O primeiro trocater é colocado nessa incisão, ao ápice do triângulo femoral. Procede-se a insuflação com CO2 de 15 mmHg e posteriormente baixando para 08 mmHg. Outros dois trocateres de 05 mm são posicionados sob visão direta, lateralmente ao triângulo femural. Inicia-se a dissecção na cavidade com o Harmonic ACE liberando e seccionando os vasos perfurantes remanescentes do subcutâneo superficial. O espaço anterior de trabalho é caracterizado como a área criada entre o tecido fibrogordurosa (“teto de pele” e gordura subcutânea), e os gânglios linfáticos, que é dissecado ao longo da fáscia de Scarpa. Isso seria criado durante o procedimento aberto. A dissecção inicia-se na parte lateral do triângulo até visualizar o ligamento inguinal, da mesma forma do lado medial. O limite medial é o adutor longo e borda lateral é o músculo sartório. Esta dissecção é o melhor alcançado através da identificação da fáscia dos respectivos músculos e correlacionando com a transluminação da pele criada pela ótica dentro da cavidade. A veia safena é visualizada na face medial do triângulo femural, próximo ao ápice e prontamente dissecada e ligada com Hemolook e seccionada com tesoura. A fáscia profunda da coxa é visto imediatamente abaixo desta dissecção e logo as fibras musculares são visualizadas. A identificação da artéria femural é possível pela visualização do pulso. A dissecção é então realizado do ápice (inferior) em direção ao ligamento inguinal (superior), a dissecção é intima com a artéria. A veia femoral é identificada medialmente a artéria, disseca-se em conjunto com a artéria até a crossa da safena, a qual é ligada duplamente com Hemolook de 05 mm. Completa-se a dissecção junto ao ligamento inguinal e a identificação do canal femural e visualização de suas estruturas. O procedimento finaliza-se com ampliação da incisão do postal do ápice do triângulo (postal da ótica), com a retirada da espécime cirúrgica, posicionanto do dreno de aspiração fechada e síntese das outras duas incisões dos portais. A drenagem nas primeiras 24 horas foi de 60 ml, paciente teve boa evolução no pós operatório com mobilização precose do leito. O dreno permanece no local até a saída de 50ml/dia, o qual é retirado no ambulatório. DISCUSSÕES E CONCLUSÕES: A linfadenectomia inguinal é viável para pacientes com melanoma com indicação de linfadenectomia. Esta técnica pode reduzir as taxas de complicação da ferida como deiscência, infecções, sangramentos e trombose, devido a exposição dos vasos femurais, os quais são minimizados pela eliminação da incisão inguinal. Isso elimina a necessidade de a transposição do músculo sartório de rotina. Estudos randomizados devem ser realizados, mas acreditamos que uma abordagem minimamente invasiva deve reduzir as complicações da ferida cirúrgica em comparação com a linfadenectomia aberta.


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Apresentação: Vídeo Livre 157 - GIST DE CÁRDIA - RESSECÇÃO LAPAROSCÓPICA SEM SUTURA MECÂNICA MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANDRÉ REICHMANN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT)

realiza tomografía abdominopélvico reportando gran lesión quística en epi-mesogastrio de paredes gruesas que refuerzan después de la inyección del material de contraste en relación con la cola del páncreas, y en íntimo contacto con la cara posterior del estómago el cual comprime y desplaza anteriormente; además se reporta colelitiasis. Es llevada al quirófano realizando colecistectomía y cistogastrostomía laparoscópica por abordaje posterior de manera exitosa. Se le realiza una tomografía control dos meses después revelando efectivo drenaje del pseudoquiste pancreático. La paciente estuvo libre de síntomas y signos de recurrencia del pseudoquiste durante un seguimiento de 18 meses.

RESUMO Os autores apresentam caso de tumor estromal gastrointestinal assintomático, descoberto por EDA como rotina para pré-operatório de cirurgia bariátrica, onde se observava lesão submucosa de cardia e pequena curvatura gástricas. Paciente foi então submetida a ressecção por laparoscopia. Optou-se por enucleação da lesão por gastrotomia e gastrorrafia, observando-se principios oncológicos. Esta abordagem além de claramente econômica, respeita as mesmas prerrogativas da ressecção em cunha com sutura mecânica. Apresentação: Vídeo Livre 158 - SIMPATECTOMIA LOMBAR COM MINILAPAROSCOPIA MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); PAULO BOSCARDIM (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT)

RESUMO A hiperidrose plantar é uma doença que afeta 1% da população, em sua maioria adultos jovens, interferindo negativamente em sua qualidade de vida. A simpatectomia Lombar é a melhor forma de tratamento para a hiperidrose plantar. Esta técnica vem sendo realizada no Brasil há 8 anos, por método minimamente invasivo. Os autores apresentam a mesma simpatectomia lombar retroperitoneal laparoscópica, realizada por minilaparoscopia, o que além de factível, se mostra bem adaptada ao perfil do paciente e a proposta do tratamento, com resultado estético superior. Apresentação: Vídeo Livre 159 - CISTOGASTROSTOMIA LAPAROSCOPICA CON ABORDAJE POSTERIOR LEONARDO NELSON SANTAMARIA GALEOTTI (COMPLEJO HOSPITALARIO CSS PANAMA); JOSE MIGUEL SAMUDIO HORNA (COMPLEJO HOSPITALARIO CSS PANAMA)

RESUMO Presentamos el caso de una paciente femenina de 65 años de edad, conocida hipertensa y secuelas de accidente cerebro vascular y antecedentes de cirugías abdominales previas, quien luego de estar hospitalizada por cuadro de pancreatitis biliar severa pide salida voluntaria luego de su recuperación. Dos meses después acude por cuadro de 2 semanas con vómitos de contenido alimenticio postprandial y dolor esporádico en epigastrio e hipocondrio izquierdo. Con tumoración palpable, no dolorosa, poco movil en región de epigastrio/HCI. Se le

Apresentação: Vídeo Livre 160 - HÉRNIA DE SPIEGEL: TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO PELA TÉCNICA TRANSABDOMINAL PRÉ-PERITONEAL – SISTEMA TIZAÇÃO DA TÉCNICA LEANDRO TOTTI CAVAZZOLA (HCPA); EMERSON MORELLO (HCPA); TAYANA EIFF (HCPA); OLY CAMPOS CORLETA (HCPA); PAULO SANDLER (HCPA)

RESUMO Hérnia de Spiegel: Tratamento Videolaparoscópico pela Técnica Transabdominal Pré-Peritoneal – SisTema tização da Técnica Introdução: A hérnia de Spiegel é uma condição rara, representando 0,12-1,5% de todas as hérnias da parede abdominal. Manifesta-se, em geral após a quinta década de vida. Foi descrita pela primeira vez em 1764 por Josef Klinkosch que a reconheceu como um defeito na linha semilunar. Localiza-se entre a borda lateral do músculo reto do abdome e a linha semilunar, geralmente abaixo da linha arqueada de Douglas. Caracteriza-se pela clínica mal definida e dificuldade diagnóstica, muitas vezes sendo necessários métodos de imagem para sua identificação. Seu reparo, tradicionalmente realizado por técnica cirúrgica aberta, vem sendo substituído, nas ultimas décadas, pelo reparo videolaparoscópico, uma alternativa que tem se mostrado promissora. Objetivo: SisTema tizar a técnica transabdominal pré-peritoneal para a correção deste defeito através da demonstração de 2 procedimentos realizados por esta técnica no Serviço de Cirurgia Geral do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Materiais e Métodos: Descrição dos procedimentos.: paciente em decúbito dorsal, anestesia geral, cirurgião posicionado no aspecto contralateral à hérnia. Colocação de 3 portais: 1 de 10mm (umbigo), 1 de 12 mm para o grampeador no flanco contralateral e 1 de 5mm no hipocôndrio do mesmo lado da hérnia. Abertura do peritônio próximo ao defeito herniário com criação de espaço préperitoneal adequado para colocação de tela com overlap 4 cm, fixado com pontos transparietais ou apenas grampeamento. Fechamento peritoneal. Relato do Caso 1 - O.M.S, 55 anos, apresentou-se com queixas de dor em região inguinal direita, acompanhada de endurecimento e aumento de volume nessa região. Ecografia abdominal revelou hérnia na região aponeurótica do músculo transverso abdominal, situada entre a borda lateral do músculo reto abdominal e a linha semilunar. Realizou-se hernioplastia laparoscópica com visualização de hérnia em quadrante inferior D, com colo de aproximadamente 2 cm. Após abertura do peritônio e redução do conteúdo herniário, procedeu-se a fixação de tela de Marlex com grampos, cobrindo 2 cm além do defeito. A cirurgia transcorreu sem complicações e o paciente recebeu alta hospitalar no dia seguinte a cirurgia. Conclusão: O procedimento TAPP para correção de hérnia de Spiegel é factível, com técnica reprodutível e promovendo cobertura peritoneal adequada para evitar exposição da tela às estruturas intrabdominias.


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Volume 3, Supl. N. 1

Apresentação: Vídeo Livre

Apresentação: Vídeo Livre

161 - ESPLENECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA DE UM RARO TUMOR DE BAÇO – O LINFANGIOMA ESPLÊNICO

162 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA PORTAL ÚNICO EM HOSPITAL MILITAR

EDUARDO CREMA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); MARCEL NORONHA GONZAGA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); RENATA MARGARIDA ETCHEBEHERE (DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); RAFAEL SOARES LIMA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); PAULO ANDERSON BERTULUCCI (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM); ALEX AUGUSTO DA SILVA (DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM)

PEDRO DA MATTA SAYAO BARRETO (MARINHA DO BRASIL); HIRO DE LIMA BRANDÃO MURAKAMI (MARINHA DO BRASIL); IGOR TEIXEIRA FERREIRA (MARINHA DO BRASIL); MIGUEL SILVEIRA DA SILVEIRA (MARINHA DO BRASIL); MÁRCIO PILLER GONÇALVES (MARINHA DO BRASIL); IGOR NUNES DA SILVA (MARINHA DO BRASIL); MARCIO AMARAL DA SILVA (MARINHA DO BRASIL)

RESUMO INTRODUÇÃO: Os linfangiomas são neoplasias benignas compostas por uma malformação do sisTema linfático e foi descrito pela primeira vez por Frink, em 1885. Os sítios mais comumente envolvidos são o pescoço (75%) e a axila (20%). São raramente encontrados no mediastino, glândula adrenal, rins, ossos, omento, trato gastrointestinal, retroperitônio, baço, fígado e pâncreas. O linfangioma esplênico (LE) é um tumor benigno primário do baço, que ocorre principalmente em crianças e raramente se manifesta depois dos 20 anos de idade. Suas principais manifestações clínicas são dor no quadrante superior esquerdo, perda de apetite, vômitos e massa palpável, embora possa ocorrer sem quaisquer sintomas. Apresenta-se como lesão cística única ou múltipla nos exames de imagem (ultrassonografia – US e tomografia computadorizada – TC). O tratamento é eminentemente cirúrgico. MÉTODOS: Apresentamos o caso de uma paciente de 59 anos, sexo feminino, com quadro de dor abdominal, tipo cólica, com predomínio em região de hipocôndrio esquerdo, havia um ano. Negava alterações urinárias, intestinais ou perda ponderal. Tabagista por 40 anos e duas cesarianas prévias. Ao exame físico, baço palpável a três centímetros do rebordo costal esquerdo. Os exames laboratoriais estavam dentro da normalidade. Na US e na TC de abdômen, visualizou-se o baço de dimensões aumentadas e com múltiplas lesões císticas. Diante do quadro, foi indicada a esplenectomia total videolaparoscópica. O ato operatório foi realizado com o paciente em posição de semidecúbito lateral direito. Foi introduzido um trocarter de 10 milímetros (mm), através do umbigo (câmera), e outros quatro, inseridos no quadrante superior esquerdo do abdômen (dois de 5 mm e dois de 10mm). Os resultados dos exames de anatomopatologia e imunohistoquímica confirmaram o diagnóstico de LE. A paciente teve boa evolução pós-operatória com alta hospitalar no segundo dia de cirurgia. Permanece em acompanhamento há um ano, assintomática e em ótimo estado geral até o momento. DISCUSSÃO: O tratamento de escolha dos linfangiomas intra-abdominais, incluindo o LE, é a ressecção cirúrgica completa, visto que outras modalidades de tratamento como aspiração, drenagem e irradiação tem apresentado resultados insatisfatórios. A esplenectomia videolaparoscópica (EV) vem se tornando a técnica padrão para o tratamento cirúrgico de muitas doenças hematológicas, mais comumente a púrpura tromobocitopênica imune. Casos de tumores benignos do baço, como o LE são também considerados bons candidatos para o procedimento. CONCLUSÃO: Apesar de constituir uma técnica laparoscópica avançada e de aprendizado mais penoso, a EV é a técnica de escolha para a maioria das afecções do baço que requerem tratamento cirúrgico, por se tratar de um procedimento seguro e efetivo. Quanto ao linfangioma esplênico, a laparoscopia vem se tornando também o método de escolha, apesar de poucos casos descritos na literatura até o momento.

RESUMO Paciente, U.A.S, feminina 27 anos portadora de colelitíase com apenas uma crise álgica, foi submetida à colecistectomia videolaparoscópica por portal único umbilical, utilizando sisTema SITRACC sem aplicação de clipp. A cirurgia foi realizada em janeiro de 2010 no Hospital Naval Marcílio Dias no Rio de Janeiro; Durou 100 mim e a paciente teve alta hospitalar em menos de 24h, não houve necessidade de analgesia de resgate ( foi utilizado AINE e dipirona regular durante a internação ). Em nível ambulatorial a paciente não precisou de analgesia, porém apresentou um seroma tratado com cefalexina VO mas retornou às suas atividades normais em uma semana e o resultado estético foi satisfatório para a paciente e para a equipe. Apresentação: Vídeo Livre 163 - COLEDOCO JEJUNO ANASTOMOSE EM Y DE ROUX – TRATAMENTO DE DILATAÇÃO DO COLEDOCO COM ESTENOSE RECIDIVANTE JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); ARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); ERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO)

RESUMO O objetivo deste trabalho é mostrar uma dilatação das vias biliares em que houve 4 recidivas da estenose de papila tendo sido usado próteses, e foi tratado por vídeo laparoscopia. A dilatação do coledoco pode ocorrer por obstrução do coledoco terminal ou uma doença coledociana, cisto, etc. Esta paciente de 37 anos foi submetida a colecistectomia convencional há 15 anos com coledocotomia, retirada de cálculos, drenagem biliar com dreno tipo Kher. Após a retirada do dreno a paciente teve boa evolução durante 12 anos, quando começou apresentar quadro de pancreatite repetitiva, com drenagem biliar endoscópica, tendo sido trocada a prótese biliar 4 vezes. Ela não apresentou em nenhum momento radiografia compatível com dilatação localizada no coledoco e sempre apresentou sinais de dificuldade de esvaziamento biliar com pancreatite recidivante sem litíase biliar. Ela foi submetida a vídeo laparoscopia com coledoco jejuno anastomose término lateral em Y de Roux com evolução normal no pós operatório. Concluímos ser a cirurgia laparoscópica possível nestes casos já operados por cirurgia convencional, sendo perfeitamente factível as anastomoses com grampeadores e manualmente, não proporcionando riscos maiores e sim conforto para a paciente numa cirurgia minimamente invasiva, haja vista, que nós conseguimos evidenciar toda anatomia e reconstruir o transito obedecendo aos princípios da cirurgia convencional. Apresentação: Vídeo Livre 164 - LESÕES DAS VIAS BILIARES, VIDEO DEMONSTRATIVO EM 6 SITUAÇÕES DISTINTAS E SEUS TRATAMENTOS


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JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); MIGUEL, P. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO)

RESUMO O objetivo deste trabalho é mostrar uma serie de lesões das vias biliares provocadas por inesperiência do cirurgião ou por falha técnica decorrente do excesso de confiança do cirurgião, haja vista tratar-se de profissionais com mais de 1.000 colecistectomias. Nós apresentamos 6 lesões, 4 situações de lesão das via biliar principal que constatamos lesão durante o ato cirúrgico, e 3 situações detectadas no pós operatório em 1 a 3 dias Tivemos uma lesão Bismuth 5, Bismuth 2 e uma Bismuth 3, duas lesões do cístico com vazamento no pós operatório sendo necessário a reintervenção imediata. Um caso de lesão tipo Bismuth 4 foi detectado com 24 horas do procedimento. As idades e os sexos variaram , pacientes de 27 a 56 anos, sendo 5 mulheres e um paciente do sexo masculino. A colecistectomia laparoscópica foi realizada pela primeira vez por Phillipe Mouret em Lyon em setembro de 1987. A incidência de lesão das vias biliares (0,25%) na laparoscópica ocorre mais freqüente do que na convencional, 0,30%. Os pacientes tiveram boa evolução com excessão de uma paciente que veio a falecer 3 meses após, como complicação de papilotomia endoscópica, com pancreatite incontrolável. Estes procedimentos foram inicialmente realizadaos por 4 cirurgiões diferentes em cidades diferentes, por outro lado estes procedimento foram tratados por dois cirurgiões, um reparou a lesão no ato cirúrgico e os outros procedimentos foram tratados por outra equipe cirúrgica. Este vídeo evidencia as situações, que em nossa opinião não foram as dificuldades e sim as falhas de diagnostico que levaram aos acidentes mais importantes. Entretanto as causas publicadas na literatura como causas de lesões da s vias biliares estão ligadas a:1 - pouca experiência do cirurgião, inclusive com o procedimento convencional (curva de aprendizado); 2 - condições locais desfavoráveis como vesícula escleroatrófica, aderências perivesiculares, colecistite aguda, variações anatômicas 3 - tempo operatório prolongado (provavelmente relacionado aos outros dois fatores). Concluimos que todos esses casos servirão para cirurgiões inexperientes e também aos mais calejados a enfrentarem situações absolutamente normais e que podem se transformar em verdadeiras catástrofes quando mal conduzidas. Apresentação: Vídeo Livre 165 - RETIRADA DA BANDA GÁSTRICA E CONVERSÃO EM GASTROPLASTIA COM BY PASS GASTROJEJUNAL NO MESMO ATO CIRÚRGICO POR VÍDEO LAPAROSCOPIA JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); MOURA, J.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); MIGUEL, P. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO)

RESUMO O objetivo deste trabalho é mostrar a técnica de retirada de banda gástrica eletivamente em casos de deslizamento ou falha de procedimento, transformando em gastroplastia com By pass gastrojejunal em Y de Roux. Foram realizados 74 procedimentos, convertidos de banda gástrica para gastroplastia com by pass em Y de Roux. Nos pacientes submetidos a gastroplastia com by pass a técnica escolhida foi seccionar o estomago acima ou abaixo da área do local da banda gástrica, escolha esta que se deveu a indicação cirúrgica. Indicamos a secção gástrica acima da área da banda nos casos de deslizamento e a secção gástrica abaixo

nos casos de falha do procedimento. Fizemos em 34 pacientes a anastomose gastrojejunal manual em duas suturas continuas e nos restantes anastomose mecânica. Realizamos gastrostomia descompressiva em 32 pacientes, e em toda proteção na área do grampeamento e drenagem abdominal com dreno tubular fechado. As operações transcorreram apresentando acidentes no ato operatório e complicações no pós-operatório. Os acidentes ocorridos no ato operatório foram: Abertura do estomago em 2 pacientes, com sutura imediata sem complicações. As complicações ocorridas no pós-operatório foram: 1-Fistula gástrica (uma) com evolução normal com cura em 7 dias após alimentação parenteral em um dos casos em que não realizamos a gastrostomia. 2Hemorragia digestiva de baixa intensidade, com tratamento conservador em um caso. 3-Estenose precoce na anastomose gastrojejunal Tivemos 4 estenoses,(%) sendo 1 antes de 20 dias e 3 até 40 dias, todas foram dilatadas e uma delas apresentou uma perfuração que foi tratada conservadoramente, sem conseqüências. A gastrostomia muito nos ajudou no tratamento da fistula, haja vista que a gastrostomia sendo retirada após 40 dias, todos os nossos pacientes se usufruíram deste procedimento, não necessitando de internação para alimentação. Concluímos que a cirurgia da retirada da banda gástrica em casos de falha do procedimento ou por deslizamento gástrico pode ser realizado por vídeo laparoscopia transformando em gastroplastia com by pass gastro jejunal, apresentando uma baixa taxa de morbidade e sem apresentar mortalidade. Apresentação: Vídeo Livre 166 - OBSTRUÇÃO INTESTINAL APÓS MIGRAÇÃO DE BANDA GÁSTRICA JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); NAEGELE, A. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PAIVA, D. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); BARCELLOS, M. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); AYLTON , J (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO)

RESUMO A banda gástrica ajustável é um procedimento largamente utilizado em todo o mundo, com preferência de sua utilização na Austrália seguindo a Europa, tem aumentado muito seu uso nos EEUU e apresenta bons resultados em nosso país, principalmente quando em pacientes selecionados. O objetivo deste trabalho é mostrar uma erosão de banda com sua migração até o jejuno proporcionando obstrução intestinal. Material: Em mais de 450 bandas colocadas, tivemos complicações imediatas e tardias, entretanto apenas uma obstrução intestinal tardia provocada por migração para estomago e depois localizou-se no jejuno, à 60cm do ângulo de Tritz. Paciente do sexo feminino, reduziu seu peso em mais de 50 % do excesso de peso no período de 18 meses, se afastou totalmente de controle médico, reganhou uma grande parte do seu peso, apresentou dores abdominais, a endoscopia evidenciou migração da banda para a luz gástrica, foi indicado procedimento para retirada da banda por endoscopia ou por via laparoscópica, o que foi recusado por ela, após 4 meses apresentou obstrução de delgado. Método: Foi tentado por endoscopia a retirada da banda, entretanto foi impossível devido a sua fixação na alça jejunal, local da obstrução. Por meio de laparoscopia foi retirada a banda após abertura jejunal e sutura laparoscópica sem apresentar complicação no pós operatório. Conclusão: Concluímos que o procedimento de colocação de banda gástrica é um bom método dependendo do acompanhamento pela equipe multidisciplinar que deve ser obrigatório, caso contrario as complicações ocorrem , como uma migração e obstrução intestinal, entretanto quando devidamente tratadas os resultados ser bons.


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Apresentação: Vídeo Livre 167 - TRATAMENTO DO CISTOADENOMA PANCREÁTICO POR VIDEOLAPAROSCOPIA FABIO PIMENTEL MARTINS (SANTA CASA / SAO LUCAS); GUILHERME AUGUSTO NUNES CORREA LIMA (SANTA CASA / SAO LUCAS); POLIBIO GUEDES LOPES (SANTA CASA / SAO LUCAS); THYERES MACHADO SOUZA (SANTA CASA / SAO LUCAS); BRUNO VILETE (SANTA CASA / SAO LUCAS); GUILHERME VALIAS SCHMITT (SANTA CASA / SAO LUCAS)

RESUMO Titulo: Tratamento do Cistoadenoma Pancreático por videolaparoscopia Autores: Martins, F.P; Lima, G.A.N.C; Souza, T.O.M; Lopes, P.G; Vilete, B.; Schmitt, G.V. Serviço: Serviço de Cirurgia Geral Prof. Fabio Pimentel Martins Santa Casa de Misericordia / Hospital São Lucas Belo Horizonte – MG ]Os AA. Apresentam em filme a abordagem do cistoadenoma pancreático por videolaparoscopia. G.C.F.L., 45 anos, sexo feminino, em virtude de dor abdominal epigástrica e massa cística palpável fez ultrassonografia que revelou lesão cística uniloculada ao nível da cauda pancreática. O exame de colangiopancreatorressonancia mostrou tratar-se de lesão cística com parede fina sem comunicação com o canal pancreático, de caráter exofitico com a glândula. Durante a operação foi encontrado volumosa tumoração cística na cauda do pâncreas com parênquima normal. Aspirado conteúdo aquoso límpido de 500ml. Procedeu-se então a remoção da lesão e drenagem peripancreatica. A operação durou 45minutos. A paciente evoluiu sem anormalidades. O exame histopatológico revelou cistoadenoma seroso do pâncreas. Apresentação: Vídeo Livre 168 - PANCREATECTOMIA DISTAL LAPAROSCÓPICA COM PRESERVAÇÃO ESPLÊNICA CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIAN LUIZ ARTNER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANTONIO CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANA CAROLINA BUFFARA BLITZKOW (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); RAIMUNDO ROMILTON LEAL DO ROSARIO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); JULIO CEZAR UILI COELHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ)

RESUMO INTRODUÇÃO: Inúmeras técnicas de pancreatectomia distal videolaparoscópica foram descritas, porém em sua grande maioria pâncreas e baço são ressecados em bloco. Isso deve-se principalmente a existência de uma intima relação anatômica entre os vasos esplênicos e à parte superior do corpo pancreático. Apesar da maior dificuldade técnica existente, a preservação esplênica é justificada pela importante função imunológica exercida pelo baço, que atuando na produção de linfócitos, diminui o risco de infecções, além de diminuir o número de complicações pós operatórias. OBJETIVO: Descrever um caso de ressecção videolaparoscópica de tumor sólido de corpo de pâncreas com preservação esplêncica. CASO CLÍNICO: Paciente feminina de 26 anos, apresentando achado de lesão cística em corpo de pâncreas durante ecografia para investigação de sintomas dispéticos recentes. A ressonância magnética identificou lesão nodular de 2,8cm em transição de corpo e cauda de pâncreas, sugestivo de tumor pancreático sólido-cistico. Não foram evidenciadas dilatações de ductos pancreáticos ou outras alterações no exame. Exame físico e laboratorial sem alterações. TÉCNICA CIRÚRGICA: Realizada com 4 portais laparoscópicos, sendo um para ótica, dois portais de trabalho e um para afastamento das estruturas anatômicas. Após abertura da retrocavidade dos epíplons

identificada lesão sólida em corpo de pâncreas. Foi realizada pancreatectomia distal, com preservação esplênica. O tempo operatório foi de 150 minutos. Não houveram complicações intra ou pós-operatórias. O sangramento operatório foi desprezível sem necessidade de transfusão de hemoderivados. A paciente recebeu alta no 4° dia pós-operatório. O exame anatomopatológico revelou neoplasia pseudo-papilar sólida, confirmada por imunohistoquímica, limitada ao pâncreas e sem presença de invasão angio linfática. CONCLUSÕES: A pancreatectomia distal com preservação esplênica por videolaparoscópia é factível. Além das vantagens tradicionais da laparoscopia, a melhor visualização proporcionada permite uma dissecção cuidadosa e preservação esplêncica. Apresentação: Vídeo Livre 169 - A VIDEOLAPAROSCOPIA NO TRATAMENTO DA OBSTRUÇÃO DE INTESTINO DELGADO CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GOMES GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); ANA CAROLINA BUFFARA BLITZKOW (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); FELIPE FERNANDES MONTEIRO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); CHRISTIAN LUIS ARTNER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); JANAÍNA JOHNSON (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS)

RESUMO INTRODUÇÃO: A obstrução do intestino delgado é uma patologia freqüente na prática cirúrgica, responsável por aproximadamente 20% dos casos de abdome agudo. É uma complicação de apresentação clínica variável e que pode apresentar um alto índice de morbidade. As causas mais comuns de oclusão intestinal de delgado, em ordem decrescente, são: aderências no pósoperatório, hérnias, tumores primários e metastáticos e afecções inflamatórias. A laparotomia exploradora é tradicionalmente a modalidade terapêutica de escolha de grande parte dos cirurgiões, para os pacientes com oclusão que não responderam ao tratamento conservador. Publicações mais antigas consideravam a obstrução intestinal uma contra-indicação absoluta para a videolaparoscopia. O uso do acesso videolaparoscópico é limitado pelo risco potencial de lesões iatrogênicas de alças e pela possível dificuldade de visualização do ponto de obstrução devido à distensão intestinal; limitação das áreas de trabalho e a dificuldade de manuseio da alça intestinal distendida. Porém, os avanços na técnica e no instrumental têm aumentado o uso da laparoscopia em pacientes selecionados, e o método tem sido considerado seguro e factível. Além das vantagens já conhecidas da laparoscopia (técnica menos invasiva, com menor morbidadade, menor dor no pós operatório , menor taxa de infecção de ferida operatória, recuperação e alta hospitalar mais precoces), o método parece diminuir a formação de aderências no pós operatório.CASO CLÍNICO: Paciente feminina, 53 anos, admitida com quadro de dor abdominal, distensão e vômitos há 48 horas. Há 24 horas com parada de eliminação de gazes e fezes. Não apresentava comorbidades e já havia sido submetida a cirurgia abdominal prévia, com incisão mediana infra-umbilical. Na admissão foi prontamente submetida a Raio X de abdome, que demonstrou níveis líquidos em intestino delgado. Solicitada então tomografia de abdome, com constraste, que evidenciou importante distensão de intestino delgado proximal, com alças de íleo terminal de calibre normal, sugerindo obstrução da transição jejunoileal. Optado então por tratamento cirúrgico, por via videolaparoscópica.TÉCNICA CIRÚRGICA: Foram utilizados 3 trocarteres abdominais, na linha axilar anterior esquerda. No intraoperatório: presença de importante distensão em jejuno, com aderência na transição jejuno-ileal, a qual foi desfeita com pinça


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laparoscópica. Durante a cirurgia houve pequena lesão de alça intestinal, que foi prontamente corrigida. A paciente evoluiu bem, com alta no terceiro dia pós- operatório. CONCLUSÃO: Os avanços na técnica videolaparoscópica e o aperfeiçoamento do instrumental ajudaram a tornar a técnica factível e segura nos casos de obstrução do intestino delgado, em pacientes selecionados. Apresentação: Vídeo Livre 170 - TECNICA DE LADD PARA MALROTACION INTESTINAL EN EL ADULTO LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA)

RESUMO Técnica de Ladd para Malrotacion intestinal en el adulto. Introducción: La malrotación intestinal en el adulto es una enfermedad poco frecuente. Su presentación puede ser síntomas inespecíficos por lo cual no se sospecha del diagnostico, o hasta como vólvulo intestinal. Usualmente estos pacientes refieren principalmente distensión abdominal remedando incluso cuadros obstructivos parciales. Mostramos el caso de un paciente que presentaba estos síntomas desde la infancia sin haber conseguido nunca resolución de ellos ni saber cual era la causa. Caso : Paciente varón de 58 años diagnosticado de litiasis vesicular es programado para colecistectomia Laparoscópica. Como antecedentes refería haber presentado dolor abdominal, distensión, nauseas y vómitos después de alimentos desde la infancia. Desde entonces ha sido diagnosticado de distintas enfermedades como gastritis, intolerancia a la lactosa entre otras. En el momento de instalar laparoscopia para abordar la vesícula, no se encontró el colon en su ubicación habitual. Así mismo se vieron múltiples adherencias Coloduodenal-retroperitoneo (bandas de Ladd). El mesenterio se encontraba retraído sobre si mismo con múltiples adherencias, esto además se asociaba a una ubicación del intestino delgado hacia la derecha de la mesentérica sin configurar anatómicamente el ángulo de Treitz. Estos hallazgos hicieron el diagnostico de Malrotacion intestinal, por lo cual se realiza la Técnica de Ladd que consiste en división de las bandas de Ladd, apertura del mesenterio y apendicetomía profiláctica además de la Colecistectomia programada. Resultados Esta cirugía duró 100 minutos, el paciente fue dado de alta en el segundo día postoperatorio y no hubo complicaciones asociadas. Luego de un año el paciente se encuentra asintomático y no ha vuelto a presentar los síntomas que tenia desde la infancia. Conclusiones A pesar que la malrotacion intestinal es una enfermedad de niños y muy poco frecuente en el adulto debe de tomarse en cuenta, sobretodo en pacientes con síntomas abdominales atípicos de largo tiempo sin un diagnostico que los explique de manera adecuada. Hecho el diagnostico el cirujano debe de estar en la capacidad de resolver el problema. Conociendo la Técnica de Ladd esta cirugía puede llevarse a cabo sin aumentar las morbilidad. Apresentação: Vídeo Livre 171 - DUODENOPANCREATECTOMIA LAPAROSCÓPICA POR NEOPLASIA MALIGNA DE PAPILA DUODENAL ANTONIO MORIS CURY FILHO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT) EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT);

CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO FERREIRA (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU)

RESUMO Objetivo: Apresentação dos passos da operação de duodenopancreatectomia laparoscópica (operação de Whipple laparoscópica) por neoplasia de papila duodenal através da filmagem no transoperatório em hospital universitário. Método: Edição das imagens obtidas através da gravação do vídeo durante a operação. Inicia-se o procedimento pela liberação do ângulo hepático do colo seguido da manobra de Kocher para excluir linfadenopatia patológica e infiltração irressecável. Seccionado o ligamento gastrocólico é possível acessar região antral. Seguindo a veia cólica média atinge-se a veia mesentérica superior e iniciase a dissecção pancreática. Dissecção da artéria gástrica direita e do omento menor para exposição da arteira gastroduodenal é realizada a seguir. Ligadura e secção da artéria gastroduodenal e a linfadenectomia pelo ducto colédoco e hilo hepático. Realizado colecistectomia. Segue-se linfadenectomia pela face anterior da veia porta. Antrectomia com grampeador linear cortante. Pancreatectomia com bisturi ultrassonico. Identificação do ducto de Wirsung e isolamento do angulo de Treitz com mobilização de jejuno e duodeno à direita dos vasos mesentéricos superiores. Dissecção do leito retroportal lateralmente aos vasos mesentéricos superiores. Colocação da peça operatória sobre o fígado. A reconstrução começa com pancreatojejunoanastomose termino-lateral; o colédoco é anastomosado ao jejuno termino-lateralmente; gastrojejunoanastomose é realizada com auxílio do grampeador. Colocação de drenos, retirada da peça em saco de extração e revisão da cavidade. Conclusão: O vídeo demonstra os passos de um caso de duodenopancreatectomia videolaparoscópica, cirurgia minimamente invasiva avançada, que se assemelha com as descrições da literatura. Apresentação: Vídeo Livre 172 - HÉRNIA PARAESOFAGEANA RECIDIVADA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); JOÃO BATISTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); BRUNO BEZERRA VIEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES)

RESUMO Introdução: As hérnias paraesofageanas ou por rolamento incidem em torno de 5 a 10% das hérnias de hiato esofágico.O tratamento cirúrgico consiste em redução do conteúdo herniário de volta para a cavidade abdominal, ressecção do saco herniário, correção do hiato esofágico e confecção de fundoplicatura. Em nosso serviço, optamos por confecção de válvula a Nissen-Rosseti para todos os casos de hérnia de hiato, dando-se preferência a válvulas longas e frouxas. Objetivo: Descrever a técnica cirúrgica empregada na correção de um caso de hérnia paraesofageana recidivada após confecção prévia de fundoplicatura a 360°(NissenRosseti) dois anos atrás. Técnica cirúrgica: Paciente sob anestesia geral, colocado em decúbito dorsal com proclive a 30° e pernas entreabertas. São introduzidos 2 trocartes de 10 mm: o 1º na linha


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mediana 3 cm acima da cicatriz umbilical para a ótica de 30°, o 2° margeando a bainha lateral externa do reto abdominal 2cm abaixo do rebordo costal esquerdo (linha hemiclavicular). Os demais trocartes de 5 mm são distribuídos da seguinte forma:. O 1º trocarte de 5 mm é inserido na linha axilar anterior subcostal esquerdo, o 2º subxifóide para afastamento do lobo hepático esquerdo e o último na linha axilar anterior à direita subcostal. A abordagem cirúrgica começa com a tração caudal do corpo gástrico que se encontra herniado pelo hiato esofágico. São ressecadas as aderências do saco herniário junto aos pilares diafragmáticos. Todo o fundo gástrico é tracionado de volta para a cavidade abdominal com visualização de amplo hiato. Esôfago dissecado no mediastino através do hiato e tracionado na linha média por dreno de Penrose. Identificada a fundoplicatura anterior (360°) e desfeitas as aderências, liberando o fundo gástrico novamente. Os pilares diafragmáticos foram aproximados com 2 pontos com Ethibond 2-0. Nota-se estômago livre e realizada manobra do “engraxate” com fundo gástrico. Confeccionada esofagopexia no diafragma e posteriormente a fundoplicatura a Nissen-Rosseti com 3 pontos separados seromusculares no estômago (parede anterior) e musculares no esôfago de Ethibond 3-0. Conclusão: A experiência do serviço demonstra 85% de bons resultados no tratamento da hérnia de hiato e doença do refluxo gastroesofágico. A hérnia paraesofageana recidivada pode ser tratada por videolaparoscopia na maioria dos casos, não necessitando da colocação de próteses. Apresentação: Vídeo Livre 173 - TRATAMENTO DE FÍSTULA COLECISTO-DUODENAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MARCOS DA COSTA NEPOMUCENO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO DE LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ARTHUR MANOEL BRAGA ALBUQUERQUE (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES)

RESUMO INTRODUÇÃO: Com os avanços da videocirurgia, a colecistectomia asociada a exploração das vias biliares laparoscópica tornou-se o tratamento de escolha da litíase das vias biliares. Uma das complicações dos pacientes que evoluem com colecistite aguda é a ocorrência de fístula biliar. O trajeto mais comum desta fístula é para o duodeno em 65% a 77% dos casos e é mais freqüente em mulheres e idosos. OBJETIVO: Relatar o manuseio laparoscópico de um paciente portador fístula colecisto-duodenal associado a colelitíase e coledocolitíase. RESULTADOS: Paciente do sexo feminino, 80 anos, com história de dor em hipocôndrio direito há 2 anos, associada a vômitos. Há 2 meses evoluiu com colúria e icterícia. Fez uma ultrassonografia de abdome que evidenciou colelitíase associada a esteatose hepática. O Hepatocolédoco media 1,3 cm com imagem ecogênica em seu interior. A paciente encontrava-se, no internamento, ictérica com níveis de bilirrubina total de 6,0 mg/dl às custas de bilirrubina direta que mensurava 5,0 mg/dl. A conduta proposta para o caso foi a colecistectomia videolaparoscópica com exploração de via biliar. Durante o ato operatório foi identificada a presença de uma fístula colecisto-

duodenal que foi rafiada. A conduta proposta foi realizada com a saída de cálculos durante a exploração e foi confeccionada uma anastomose bilio-digestiva colédoco-duodenal por videolaparoscopia. A paciente evoluiu bem com diminuição dos níveis de bilirrubina. CONCLUSÕES: O tratamento laparoscópico da coledocolitíase é factível em alguns pacientes, especialmente naqueles com dilatação de via biliar. A retirada de cálculos deve ser seguida de procedimento de drenagem da via biliar com dreno de Kehr. Em alguns pacientes com colédoco cronicamente dilatado, como o do presente caso, a anastomose colédoco-duodenal é o procedimento de escolha. Apresentação: Vídeo Livre 174 - COLECISTECTOMIA LAPAROSCOPICA EN UNA PACIENTE CON SITUS INVERSUS TOTALIS ANIBAL BENJAMIN CARRASCO ALBURQUEQUE (HOSPITAL JORGE REATEGUI DELGADO); VICTOR JARA QUIROZ (HOSPITAL JORGE REATEGUI DELGADO)

RESUMO Colecistectomía laparoscópica en una paciente con situs inversus totalis. • Paciente mujer de 52 años. • Dolor abdominal de 1 año de evolución, curso insidioso, progresivo, tipo cólico con episodios frecuentes asociado a dispepsia. • Hipersensibilidad a la palpación en cuadrante superior derecho del abdomen. • Ecografía: Vesícula biliar distendida, paredes engrosadas con múltiples cálculos de mediano y agran tamaño, vía biliar principal no dilatada. Ubicación: cuadrante superior izquierdo. • Diagnóstico: Colecistitis crónica. Litiasis vesicular múltiple. Para la colelap, en la paciente descrita, mantuvimos la ubicación de los puertos umbilical y subxifoideo (5 mm) y cambiamos la colocación de los puertos de 5 mm (puerto 2) al flanco izquierdo y el del puerto 3 de 10 mm al hemiabdomen derecho (“imagen en espejo”). Con esto último logramos introducir el instrumento para la disección y corte a través del portal del hemiabdomen derecho y el instrumento para la movilización de la vesícula a través del portal del flanco izquierdo. En pacientes con situs inversus, durante la colelap practicada por cirujanos diestros, la manipulación del instrumento activo (mano derecha) introducido a través del portal subcostal izquierdo, puede ocasionar el cruce de los instrumentos en el interior del abdomen y requerir un mayor número de maniobras para modificar el ángulo cerrado formado entre el ligamento hepatoduodenal y los instrumentos de disección. En nuestro caso, pensamos que la disección de las estructuras anatómicas con el instrumento introducido a través del portal derecho y manipulado con la mano izquierda del cirujano, resultó factible y no ocasionó dificultades. Aunque el ángulo de incidencia de los instrumentos de trabajo sobre los elementos del triángulo de Calot sufrió modificación, no hubo alteración del campo visual o mayor dificultad para la ejecución de la técnica quirúrgica (maniobras de disección, corte o coagulación), la ubicación del ayudante. Es necesario evitar el cruce excesivo de los instrumentos cuando el cirujano se ve enfrentado este tipo de alteraciones anatómicas. Por otro lado el sangrado transoperatorio es uno de los factores que puede alterar la visibilidad del campo quirúrgico durante la colecistectomía laparoscópica, influyendo directamente en la posibilidad de conversión del procedimiento e incrementando las posibilidades de complicaciones transoperatorias. En la paciente descrita, la arteria cística se ubicó en la disección inicial del triángulo de Calot. Esto facilitó el resultado quirúrgico final, fue necesario un tiempo quirúrgico adicional a fin de liberar las múltiples adherencias que se hallaron en la cavidad peritoneal. En nuestro caso el estado subagudo y el engrosamiento de la pared vesicular provocó dificultades en la diseccón aunque ésta finalmente se logró con escaso sangrado y con éxito.


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Apresentação: Vídeo Livre 175 - APENDICECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA MINIMAMENTE INVASIVA JOSÉ GUSTAVO OLIJNYK (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE-RS); MIGUEL PRESTES NÁCUL (INSTITUIÇÃO- INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE PORTO ALEGRE, RS.); RAFAEL HERTZOG MOSSMANN (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE); GUILHERME GONÇALVES PRETTO (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE); OMERO PEREIRA COSTA FILHO (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE); FRANCO FILLIPPE (HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DE PORTO ALEGRE)

RESUMO Objetivos: Durante o ano de 2009 buscamos desenvolver em nosso serviço a padronização e reprodução da técnica de apendicectomia videolaparoscópica minimamente invasiva com o intuito de reduzir custos e melhorar resultados estéticos. Métodos: Realizou-se uma pesquisa preliminar na literatura sobre grupos que estivessem realizando a proposta de apendicectomia com redução do número de trocartes. SisTema tizamos o uso de dois portais de acesso: um para ótica de 10mm e outro para o instrumento de trabalho de 5mm, com auxilio de uma punção de fossa ilíaca direita usada para tração externa de fio de fixação em apêndice cecal. Resultados: realizou-se o total de 14 apendicectomias com uso de dois portais de acesso. Em relação ao intrumental de fixação externa de apêndice cecal (Mini-loop), seu desenvolvimento utilizou o conceito de Minilaparoscopia, já que seu diâmetro é de 2 mm. Seu desenvolvimento foi baseado no protótipo confeccionado com materiais de Intracath. O primeiro caso foi convertido para técnica convencional videolaparoscópica devido a sangramento de artéria apendicular. Não houve nenhuma complicação ou reintervenção. Ademais, a satisfação estética por parte dos pacientes se fez presente, principalmente por adolescentes do sexo feminino, com a vantagem de uma incisão a menos e menor trauma cirúrgico. Conclusões: As técnicas operatórias têm sido adaptadas e modificadas em virtude do avanço tecnológico de instrumentais e familiarização do cirurgião com o acesso videocirúrgico. Apesar do atual refinamento da laparoscopia, ainda há interesse na diminuição do trauma cirúrgico através da redução do número e tamanho de incisões para portais de trabalho. Tal esforço tem demonstrado ser factível em técnicas minilaparoscópicas para afecções cirúrgicas como a apendicite. Apresentação: Vídeo Livre 176 - ESPLENECTOMIA PARCIAL POLO INFERIOR LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA)

RESUMO ESPLENECTOMIA PARCIAL LAPAROSCOPICA DE POLO INFERIOR La esplenectomía es un tratamiento para la esferocitosis hereditaria. Hay estudios aislados que observan que realizando una esplenectomia parcial, dejando un remanente de 10% de bazo, sea de polo superior o inferior, es efectiva en disminuir la hemólisis. Además se disminuyen los riesgos de infección fulminante por encapsulados, aterosclerosis secundaria, hipertensión pulmonar y menos eventos trombóticos. Se presenta el caso de un niño de 8 años de edad con diagnóstico de anemia crónica por esferocitosis hereditaria. Se realizó RMN que muestra una

esplenomegalia de 16cm, identificando la distribución vascular del bazo y la no existencia de bazos supernumerarios. De inicio se hace una vision panorámica para ver el tamaño del bazo y analizar la distribución vascular de la arteria y vena esplénica. Se liberan los vasos cortos. Y continuación se van ligando todos los vasos segmentarios de la región central del bazo, dejando la de los polos, para poder escoger el mas conveniente, siendo la tendencia mas frecuente a dejar el polo superior; sin embargo en nuestro caso encontramos mejor irrigado y mas seguro dejar el polo inferior. Procedemos a seccionar los vasos esplénicos del polo superior. Delimitamos la linea de isquemia a un volumen equivalente a un décimo del órgano, seccionando las ramas posteriores del polo inferior. Hecho esto, pudimos observar la delimitación de la línea de isquemia muy claramente. Realizando acto seguido la sección del parénquima, siguiendo una línea que deja un centímetro de tejido isquémico. Se realiza la hemostasia del borde sección con gas de argón. Es importante la esplenopexia del remanente para evitar la torsión del mismo, isquemia y posterior atrofia Se cubre el bazo con malla hemostática y retiramos la pieza en bolsa. El paciente fue dado de alta al 2do dia post operatorio y no presentó complicaciones. Sus niveles de hemoglobina mejoraron y no ha vuelto a presentar crisis de hemólisis. Apresentação: Vídeo Livre 177 - ESOFAGECTOMIA TRANSMEDIASTINAL VIDEOASSISTIDA ALBERTO JORGE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); JOÃO BATISTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MARCOS DA COSTA NEPOMUCENO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ITALO MARCELO DO REGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); TIAGO BANDEIRA M. COSTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS)

RESUMO OBJETIVO: Descrever a técnica cirúrgica de Esofagectomia Transmediastinal Videoassistida, com anastomose mecânica látero-lateral à Orringer, realizada em pacientes portadores de Megaesôfago Chagásico Avançado no Hospital Prof. Alberto Antunes (HUPAA) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). MÉTODO: Paciente de 40 anos, do sexo feminino, portadora de Megaesôfago Chagásico Grau IV submetida à Esofagectomia Transmediastinal Videoassistida com anastomose mecânica látero-lateral à Orringer, em Agosto de 2009. TÉCNICA: A Esofagectomia Transmediastinal Videoassistida é realizada por duas equipes cirúrgicas. A equipe que atua no abdome usa a videolaparoscopia como via de acesso com 5 portais. A segunda equipe atua na região cervical utilizando uma cervicotomia oblíqua a esquerda. A cirurgia é iniciada pela equipe do abdome, que, em um primeiro momento, identifica e isola o esôfago intra-abdominal. Posteriormente, identificam-se os vasos gastroepiplóicos no ligamento gastrocólico e inicia-se a liberação deste, usando o bisturi harmônico, logo abaixo desses vasos. É de extrema importância a preservação dos vasos gastroepiplóicos, pois serão responsáveis pela irrigação e drenagem do estômago que será transposto para o tórax. A liberação do ligamento gastrocólico inicia-se direcionada ao piloro e ultrapassa este em alguns centímetros, na medida em que a parede posterior do estômago também é liberada nesse momento. A dissecção segue então em direção cefálica até chegar ao ligamento gastrolienal onde é realizada a selagem e secção dos vasos gástricos curtos na intenção de liberar o fundo gástrico. São identificados os vasos esplênicos e gástricos esquerdos, sendo estes últimos ligados com clipes metálicos e seccionados. Após a liberação do estômago, inicia-se a dissecção transhiatal do esôfago distal. Os ramos anterior e posterior


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do nervo vago são identificados e seccionados. Neste mesmo tempo cirúrgico, a equipe da região cervical também inicia a dissecção do esôfago proximal. Quando todo o esôfago intra-torácico esta dissecado, há o encontro das duas vertentes de dissecção. Nesse momento, a equipe da região cervical traciona o esôfago no sentido cefálico enquanto a equipe abdominal transpõe o estômago paro o tórax. A abertura anterior dos pilares diafragmáticos é aproximada e a parede anterior do estômago é fixada aos mesmos. A equipe cervical confecciona uma anastomose mecânica esôfago-gástrica látero-lateral à Orringer. CONCLUSÃO: As esofagectomias realizadas para tratamento de megaesôfago chagásico avançado são, por si só, cirurgias de grande porte que vêm acrescidas de grande morbimortalidade. Quando existe uma equipe experiente, que possa diminuir esses riscos por realizar parte deste procedimento por videolaparoscopia, não se deve privar o paciente dessa vantagem.

parede gástrica e o bordo lateral direito, também na linha Z. A seguir sutura-se o fundo gástrico ao bordo lateral esquerdo da parede esofágica com pontos contínuos. O estômago é rodado efetuando-se a sutura do bordo direito da abertura esofágica á parede gástrica em sentido cranial.A abertura entre as suturas direita e esquerda é suturada completando a cirurgia. CONCLUSÃO: A Esofagoplastia à Thal Hatafuku, apesar de ser uma técnica complexa, envolvendo inúmeras suturas, se torna factível pela videolaparoscópica quando há o treinamento adequado do cirurgião. Desta forma, a técnica pode ser utilizada para tratamento da acalásia de modo seguro e com resultados satisfatórios.

Apresentação: Vídeo Livre

ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); NASCIMENTO I.M.R (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); LUCENA, R.M.S. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MORAIS P.G.M. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); SANTOS T.A.S (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); FARIAS G.C (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS)

178 - ESOFAGOPLASTIA À THAL HATAFUKU POR VIDEOLAPAROSCOPIA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MYRA JUREMA DA ROCHA LEÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); CAVALCANTE JÚNIOR JC (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); SANTOS T.A.S. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); LUCENA R.M.S. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); NASCIMENTO, I.M.R. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ALBUQUERQUE, A.M.B. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS)

RESUMO INTRODUÇÃO: A Esofagoplastia à Thal Hatafuku foi idealizada para correção da estenose esofágica. Os cirurgiões brasileiros adaptaram esta técnica para tratamento do megaesôfago. Em 1996, a mesma foi descrita por videolaparoscopia. OBJETIVO: Apresentar a factibilidade da técnica cirúrgica por videolaparoscopia. RELATO DE CASO: Paciente, sexo F, 70 a, com história de disfagia progressiva para sólidos e líquidos, além de perda ponderal importante. Apresentando seriografia compatível com Megaesôfago grau IV, segundo Rezende. Machado Guerreiro positivo. Portadora de H.A.S., D.M. e Coarctação da Aorta. TÉCNICA CIRÚRGICA: O cirurgião se posiciona entre as pernas do paciente em litotomia e proclive. O 1º auxiliar à direita do cirurgião, e o 2º à esquerda. São confeccionados 2 portais de 10 mm e 3 de 5mm. O 1º portal de 10mm é feito no terço inferior da linha imaginária xifoumbilical, para introdução da ótica de 30 graus. O 2º portal de 5mm, é colocado subxifoidiano para introdução da pinça, fixada ao diafragma. Afasta o lobo hepático esquerdo. O terceiro e o quarto, de 10 e 5 mm, respectivamente, são colocados abaixo do rebordo costal esquerdo e direito, correspondentes às mãos dir. e esq. do cirurgião. E o 5º portal, de 5 mm é colocado na LAA esquerda para tração. Com a agulha de Veress se faz o pneumoperitônio. O lobo hepático esquerdo é afastado com pinça reparadora. A seguir procede-se a abertura da reflexão peritonial e da membrana frenoesofagiana dissecção dos pilares diafragmáticos e isolamento do esôfago abdominal que é circundado com um dreno de penrose. O fundo gástrico é liberado a partir da secção do ligamento gastro-frênico, de forma que o mesmo seja mobilizado para confecção da válvula. Pelo fato da paciente operada apresentar o estômago fixo, foi necessária liberação do ligamento gastroesplênico com selagem e secção dos vasos gástricos curtos.É aberta a parede do esôfago, longitudinalmente, com bisturi harmônico, 6 cm acima da junção esôfago-gástrica prolongando a abertura por cerca da 2 cm na parede gástrica. Inicia-se a confecção da válvula anti-refluxo com três pontos de reparo. O primeiro é feito com a parede gástrica e o bordo lateral esquerdo da abertura esofagiana, na linha Z. O segundo, na linha mediana da abertura. E o terceiro, a

APRESENTAÇÃO: VÍDEO LIVRE 179 - EXPLORAÇÃO VIDEOLAPAROSCÓPICA DAS VIAS BILIARES

RESUMO OBJETIVO: Apresentar a Exploração das Vias Biliares pelos acessos transcístico e transcoledocociano para tratamento da Coledocolitíase por Videolaparoscopia. RELATO DE CASO : Caso 1 Paciente do sexo F, 30 anos, com quadro de icterícia obstrutiva. USG evidenciando coledocolitíase e dilatação do colédoco de 0,7 cm. Colangiografia transoperatória evidenciando litíase coledocociana. Caso 2 Paciente, no mesmo perfil da anterior, além da exploração transcística do colédoco, foi necessária exploração transcoledocociana e colocação de dreno de Kerh. A colangiografia transoperatória pelo Kerh, evidenciando cálculo residual impactado na papila. Foi encaminhada a CPRE com retirada do cálculo .TÉCNICA CIRÚRGICA: A cirurgia se inicia como uma colecistectomia videolaparoscópica tradicional. O ducto cístico é clipado em seu terço distal, seu terço proximal é aberto com tesoura para passagem de intracath e injeção de contraste nas vias biliares. A colangiografia mostrou imagens negativa na via biliar principal, a qual foi explorada com o basket, via transcística e retirado os cálculos. Nova colangiografia demonstrou livre passagem de contraste para duodeno e ausência de imagens negativas. No 2º caso, a colangiografia transoperatória após a exploração transcística se mostrou positiva, necessitando de uma abordagem transcoledocociana. Pela coledocotomia realizada no sentido longitudinal, foram retirados múltiplos cálculos através do basket e deixado dreno de Kerh. Após a realização da colangiografia pelo Kerh, percebeu-se presença de cálculo residual impactado na papila. O mesmo foi retirado através de CPRE. CONCLUSÃO: Com o avanço da Videolaparoscopia, a Exploração das Vias Biliares se tornou factível de ser realizada em todas as suas formas, com resolução efetiva da coledocolitíase em um mesmo procedimento com menor morbimortalidade. Apresentação: Vídeo Livre 180 - ESOFAGOPLASTIA A HELLER-LIND POR VIA LAPAROSCÓPICA ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MARCOS DA COSTA NEPOMUCENO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); FREDERICK LORENA AFONSO BARBOSA (UNIVERSIDADE


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FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ROBERTA MACÊDO SEVERO LUCENA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); PAULA GABRIELA MELO MORAIS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); BRUNO BEZERRA VIEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES)

RESUMO INTRODUÇÃO: A técnica da Esofagoplastia à Heller-Lind é indicada para tratamento do megaesôfago grau I e II ,particulamente nos doentes que não tenham se beneficiado com dilatação da cárdia pelo balão hidrostático. Em serviços de referência a videolaparoscópia tornou-se a via de acesso mais empregada. OBJETIVO: Demonstrar a técnica cirúrgica da esofagoplastia à Heller-Lind por videolaparoscopia em doente com megaesôfago grau II. RESULTADOS: Paciente, sexo masculino, 21 anos,com história de disfagia para alimentos sólidos evoluindo para líquidos, acompanhada de regurgitação há 8 anos e perda ponderal de 17kg nos últimos 3 anos. Apresentou trânsito esofageano e endoscopia digestiva compatível com megaesôfago grau II, segundo Rezende; e Reação de Machado Guerreiro positivo. Não apresentava nenhuma outra comorbidade. TÉCNICA OPERATÓRIA: O cirurgião se posiciona entre os membros inferiores do paciente. O primeiro auxiliar à esquerda do cirurgião, e o segundo à direita. São confeccionados dois portais de 10 mm e 3 de 5mm. O primeiro portal de 10mm é feito no terço inferior da linha mediana, para introdução da ótica de 30 graus.O segundo portal de 5mm, é colocado subxifoidiano para introdução da pinça, que fixa ao diafragma ,para afastar o lobo hepático esquerdo. O terceiro e o quarto, de 10 e 5 mm, respectivamente, são colocados abaixo do rebordo costal esquerdo e direito, correspondentes às mãos dir. e esq. do cirurgião. E o 5º portal, de 5 mm é colocado na linha axilar anterior esquerda para tração do esôfago com penrose. A agulha de Veress é introduzida no primeiro portal para confecção de pneumoperitônio. O lobo hepático esquerdo é afastado com pinça reparadora. Segue a abertura da reflexão peritonial e da membrana frenoesofagiana , dissecção dos pilares diafragmáticos e isolamento do esôfago abdominal que é circundado com dreno de penrose. O fundo gástrico é então liberado a partir da secção do ligamento gastro-frênico, de forma que o mesmo seja mobilizado para confecção da válvula. É seccionada a camada muscular do esôfago cerca de 5 cm acima da junção esofagogástrica e 2 a 3 cm abaixo da mesma na sero-muscular do estômago. O fundo gástrico é transposto posteriormente ao esôfago e suturado à borda direita da secção da muscular esofágica com três pontos separados de fio de Ethibond 3-0, e a seguir o mesmo é feito na borda esquerda da secção. Após confecção da válvula, é realizada pexia da válvula ao pilar diafragmático. CONCLUSÕES: A abordagem cirúrgica do megaêsofago é eficaz pela via laparoscópica. A cardiomiotomia a Heller com fundoplicatura a Lind apresenta bons resultados, demostrando que a técnica videolaparoscópica, quando realizada por um cirurgião bem treinado, pode ser executada de forma ezequível e segura. Apresentação: Vídeo Livre 181 - ESPLENECTOMÍA Y COLECISTECTOMÍA POR LESS JOSE MEJÍAS (CLINICA BRICEÑO ROSSI); NAYEDELI GARCIA (CLINICA VIDAMED); ALEJANDRA PARILLI (HOSPITAL DE CLINICAS CARACAS); HECTOR ALMAU (INSTITUTO DIAGNOSTICO); LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (POLICLINICA LA ARBOLEDA)

RESUMO Paciente escolar masculino de ocho años de edad con el diagnóstico de esferocitosis hereditaria más litiasis vesicular, sintomática, es llevado a quirofano para la realización de colecistectomía mas esplenectomía en mismo acto quirúrtgico bajo la técnica de Laparoscoendoscopic singel site (LESS) , con el uso de instrumentos convencionales, ante la imposibilidad de la triangulación y choque de los instrumentos intraabdiminales, se utiliza puerto accesorio de 5mm para óptica, evidenciando las ventajas de la disminución del roce y la efectividad de la técnica para la realización de ambos procedimientos utilizando el puerto umbilical como canal de trabajo multiple. Reporte de un caso. Apresentação: Vídeo Livre 182 - NOTES: TRANS-VAGINAL CHOLECYSTECTOMY VIDEO ASSISTED WITH COMMON LAPAROSCOPIC INSTRUMENTS. SURGICAL TECHNIQUE DESCRIPTION JOSE MEJIAS (CLINICA BRICEÑO ROSSI); HECTOR ALMAU (HOSPITAL PEREZ DE LEON); NAYDELI GARCIA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); JOSE ARELLANO (HOSPITAL PEREZ DE LEON); RAFAEL DE LA FUENTE (HOSPITAL DE CLINICAS CARACAS); LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (POLICLINICA LA ARBOLEDA)

RESUMO Se presenta técnica para la realización de colecistectomía laparoscópica por NOTES (Natural Orifices transluminal endoscopic surgery) a traves de la vagina con portal umbilical accesorio utilizando para ello instrumentos rígidos convencionales, describiendo desde la colpotomia con la introducción de los instrumentos por via vaginal, la disección del triangulo de callot, y posterior seccion y ligadura de la arteria y conducto cístico, colecistectomia retrograda y la extraccion de la vesicula por via vaginal. Apresentação: Vídeo Livre 183 - HERNIA DE MORGAGNI: REPARO CON DOBLE MALLA POR LAPAROSCOPIA LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA)

RESUMO VIDEO: Hernia de Morgagni: Reparo a doble malla por Laparoscopia. Introduccion: El tratamiento de las hernias diafragmáticas de Morgagni no ha sido estandarizado. Diferentes abordajes se describen en la literatura. El objetivo de este video es mostrar una opción mas en el manejo de la hernia de Morgagni utilizando dos mallas para el refuerzo del diafragma y cierre de la hernia. Caso Presentamos el caso de un paciente de 30 años con diagnostico de neumonía por radiografía de tórax, a quien posteriormente en un examen de resonancia magnética se diagnostica una hernia de Morgagni, por lo cual es programado para corrección quirúrgica. Luego del neumoperitoneo se realiza la instalación de tres trocares. A través del abordaje laparoscópico la hernia es fácilmente identificable. Su contenido es primordialmente todo el epiplón mayor el cual también tracciona al colon transverso hacia el tórax . La reducción se realiza sin mayor dificultad con una leve tracción hacia la cavidad abdominal. Posteriormente se realiza la apertura del peritoneo a fin de delimitar los bordes del defecto herniario en el diafragma. Una malla de polipropileno es colocada


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en la cara supradiafragmatica con el fin de propiciar una reacción de fibrosis y adherencia de la cavidad de la hernia y así también disminuir el riesgo de recidiva. Luego se hizo el cierre del diafragma con sutura continua y con algunos de estos puntos se fija la malla de polipropileno. Acto seguido se coloca una malla biológica para terminar de reforzar la cara inferior del diafragma. Esta segunda malla es fijada contra el diafragma en su porción posterior y contra los rectos abdominales en su porción anterior. Resultados: La cirugía duró 90 minutos, no se presentaron complicaciones y el paciente fue dado de alta al tercer día postoperatorio. Actualmente luego de 6 meses el paciente se encuentra asintomático. Conclusiones El abordaje laparoscópico no solo permite una adecuada visualización de la hernia de Morgagni sino además la reducción de la hernia se realiza de manera fácil. El uso de la doble malla es una técnica segura que puede ser tomada en cuenta para la reparación de defectos como en el caso de hernias de Morgagni muy grandes. Apresentação: Vídeo Livre 184 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DA MUCOCELE DO APÊNDICE CECAL LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); FILIPE AUGUSTO OLIVEIRA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); RENATA D’ANDRADA TENÓRIO ALMEIDA SILVA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY); NATHALIA BARRETO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERY)

NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU) LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (A MESMA); JOSE SAMPAIO NETO (A MESMA); LUCAS STOCCO (A MESMA); JOSE LUZARDO BRITES NETO (A MESMA)

RESUMO Demonstramos neste video o tratamento de colelitíase eletiva de paciente proveniente de nossos ambulatórios de Cirurgia Geral do Hospital Universitário Cajuru, Curitiba (PR). Este procedimento foi realizado com material convencional, sem articulações, demosntrando a factibilidade desta técnica minimamente invasiva. Apresentação: Vídeo Livre 186 - ABORDAGEM VIDEOLAPAROSCÓPICA DE PACIENTE COM ACALÁSIA PREVIAMENTE OPERADA PARA TRATAMENTO DE DRGE ROBSON LUIZ SILVEIRA JARA (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CINTHIA YOSHIMURA DE BRITO (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); LOMONACO DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL); LOMONACO DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL); ERIC RULLI MENESES (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); GUSTAVO MENDES MEDEIROS (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CARLOS HENRIQUE MARQUES DOS SANTOS (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL)

RESUMO RESUMO Tratamento Videolaparoscópico da Mucocele do Apêndice Cecal Jorge Alberto de Rescala , Álvaro Nonato de Souza, Carlos Andrade de Almeida, Filipe Augusto Oliveira, Leonel Brito Vilas Boas, Renata d’Andrada Tenório Almeida Silva, Nathalia Barreto COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI, PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL E VIDEOLAPAROSCOPIA, SALVADOR, BAHIA OBJETIVO: Os AA. apresentam um caso de paciente portador de mucocele do apêndice cecal, cujo diagnóstico não foi suspeitado na avaliação pré-operatória. MATERIAIS E MÉTODOS: J.P.L., sexo masculino, 68 anos, referido ao nosso Serviço para investigação de tumoração pélvica identificada durante avaliação urológica. Estudo complementar através de tomografia computadorizada de abdome identificou tumoração em fossa ilíaca direita sugerindo o diagnóstico de cisto mesentérico. O paciente foi submetido à videolaparoscopia diagnóstica sendo evidenciada tumoração na extremidade distal do apêndice cecal, móvel, de aspecto cístico, com aderências frouxas ao mesentério. Realizadas apendicectomia e exérese da formação cística por videolaparoscopia e encaminhada peça à anatomia patológica. RESULTADOS: O paciente recebeu alta hospitalar no dia seguinte à cirurgia, em bom estado geral, sendo encaminhado para acompanhamento ambulatorial. O exame anatomo-patológico revelou tratar-se de cistoadenoma mucinoso do apêndice cecal. CONCLUSÃO: O diagnóstico pré-operatório da mucocele do apêndice cecal consiste em um desafio devido à sintomatologia inespecífica e exames complementares pouco elucidativos. A literatura científica considera que a apendicectomia é curativa em situações como a relatada, estando a re-operação para a realização de hemicolectomia direita indicada para o tratamento do cistoadenocarcinoma mucinoso. Apresentação: Vídeo Livre 185 - TRATAMENTO LAROSCÓPICO DE COLELITÍASE NÃO COMPLICADA POR INCISÃO ÚNICA TRANSUMBILICAL (SILS)

M.J.N.S, sexo feminino, 38 anos há um ano procurou atendimento médico devido soluços que não cessavam e perdurava por nove meses associado a pirose retroesternal, refluxo alimentar, eructação, disfagia leve. No inicio dos sintomas, paciente referia melhora com bloqueadores da bomba de prótons, mas na ocasião a medicação não estava sendo eficaz. A paciente foi submetida a alguns exames e recebeu o diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), proposto então videocirurgia floppy Nissen. No pós-operatório imediato, a paciente evoluiu com disfagia intensa, inclusive para líquidos, vômitos, dor retroesternal. O cirurgião a orientou que todos os sintomas iriam regredir, dando alta à paciente. Porém os sintomas persistiram, não conseguia ingerir alimentos sólidos, sentia o alimento parado no esôfago, tinha necessidade de provocar vômitos e chegou a emagreceu seis quilogramas em um ano. Procurou o cirurgião por inúmeras vezes, sendo sempre orientada que não havia nada de errado com o procedimento cirúrgico realizado. Diante do sofrimento a paciente resolveu buscar opinião de um segundo médico, sendo encaminhada ao ambulatório de cirurgia geral do HRMS. Diante da anamnese, foi solicitado RX contrastado de esôfago, que apresentou o trânsito faringo-esofágico com retardo de esvaziamento esofágico ao nível da região do cárdia; eletromanometria esofágica que mostrou relaxamento incompleto do EIE, com pressão residual aumentada, o corpo do esôfago apresentava distúrbio motor inespecífico de 38% de ondas não transmitidas ou de baixa amplitude e sorologia para doença de Chagas negativa. Sendo diagnosticado acalásia e proposto videocirurgia para tratamento da acalasia e doença do refluxo gastroesofágico. Durante a cirurgia foi desfeita a válvula a Nissen, liberado o esôfago abdominal e realizado miotomia esofágica por 6 cm e gástrica por 4 cm. A linha posterior da sutura não teve que ser realizada por que o fundo gástrico já estava aderido a parede posterior do esôfago. Realizada então linha de sutura esôfago gástrica na borda esquerda e outra linha de sutura esôfago gástrica na borda direita do esôfago. Paciente com 1 mês de pós-operatório está se alimentado bem, ingere todo tipo de alimento sem dificuldade, sem queixas de dor, soluços ou vômitos.


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Apresentação: Vídeo Livre 187 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DE TUMOR CÍSTICO BRONCOGÊNICO DO ESÔFAGO MEDIASTINAL NILTON CESAR ARANHA (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); ANDRÉ BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON ARY BRANDALISE (CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (CENTRO MÉDICO CAMPINAS)

RESUMO Mulher de 45 anos, IMC: 35kg/m2, submetida a tomografia por dor abdominal, encontrando-se imagem ovalada “sólida” de 43X33 mm para-esofágica distal suspeita de tumor estromal. Exames complementares: endoscopia com diagnóstico de cardite erosiva focal e exame contrastado do esôfago com discreta compreensão em parede lateral direita de 7,5 cm à 4 cm da transição esôfago-gastrica. A remoção da lesão foi realizada por vídeolaparoscopia com a abertura do hiato e extensa dissecção do esôfago mediastinal. Foi possível preservar a submucosa esofágica, no entanto, houve perda de segmento muscular que foi reparado com sutura de fio absorvível. Completou-se o procedimento com hiatoplastia e esofagogastrofundoplicatura. A paciente evoluiu sem intercorrências recebendo alta hospitalar no terceiro dia. Exames endoscópico e radiológico do esôfago, realizados após três meses, demonstram a completa resolução da doença. Anatomopatológico confirmou o diagnóstico de cisto de epitélio colunar ciliado compatível com cisto do tipo bronquial, com processo inflamatório crônico inespecífico. Apresentação: Vídeo Livre 188 - PANCREATECTOMIA CORPOCAUDAL POR TUMOR COM PRESERVAÇÃO ESPLÊNICA ANTONIO MORIS CURY FILHO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); RODOLFO KOCHE (HOSPITAL CAXIAS RS); MARCELO LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT)

RESUMO Objetivo: Apresentação dos passos da operação de pancreatectomia corpocaudal laparoscópica por tumor cístico (2,8cm) de corpo de pâncreas com preservação esplênica através das filmagens no transoperatório em hospital universitário. Método: Edição das imagens obtidas através da gravação do vídeo durante a operação. O passo inicial da pancreatectomia corpo-caudal consiste em localizar e isolar a artéria esplênica junto ao tronco celíaco. A dissecção do bordo inferior do pâncreas é realizada com margem de pelo menos 1 cm em toda sua extensão. Prossegue-se então para a liberação da face posterior com identificação da veia esplênica. Com a artéria e a veia esplênica reparadas segue-se a liberação do istmo pancreático e veia porta com posterior liberação da cauda. Com o objetivo de preservar o baço, os ramos dos vasos pancreáticos são individualizadis e ligados separadamente. Conclusão: O vídeo demonstra os passos da pancreatectomia corpocaudal videolaparoscópica com preservação esplênica, cirurgia minimamente invasiva avançada, que se assemelha às descrições da literatura.

RENATO SILVEIRA LEAL (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); SÉRGIO HENRIQUE BASTOS DAMOUS (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); DIOGO DE FREITAS VALEIRO GARCIA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); AUGUSTO CASTRO NASCIMENTO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); MASSAZO UTIYAMA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); SAMIR RASSLAN (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III)

RESUMO RESUMO Paciente de 38 anos, do sexo feminino, procurou o ambulatório de Cirurgia Geral do Hospital das Clínicas da USP com história de astenia associado a palidez cutâneo mucosa há 4 meses. Referia que ocasionalmente apresentava fezes escurecidas, sugestivas de melena. Nos últimos dias houve piora dos sintomas, chegando a atrapalhar trabalhos domésticos. Negava vômitos, epigastralgia, hematêmese, metrorragia, hipermenorréia ou perda de peso. Em sua história pregressa não apresentava dados relevantes. Pessoa de hábitos saudáveis, negava etilismo, tabagismo ou qualquer vício predisponente a doenças degenerativas. Seu hemograma mostrou hemoglobina: 5,1g/dl e hematócrito: 19%, sendo indicada a internação para a hemotransfusão e investigação do caso. Seguiu-se a investigação com endoscopia digestiva alta que observou no corpo gástrico médio para distal, acometento a pequena curvatura e parede anterior uma tumoração submucosa, arredondada, com cerca de 8 cm de diâmetro onde visualiza-se duas úlceras de 5 mm com limites nítidos, recobertas por fibrina e hematina. A tomografia computadorizada de abdome observou lesão expansiva com coeficiente de atenuação de partes moles medindo 5,7x4,0cm, ovalada, com contornos regulares, na parede anterior do corpo gástrico. A biópsia endoscópica evidenciou gastrite crônica superficial intensa, agudizada, ulcerada, com áreas de reepitelização e metaplasia intestinal em mucosa gástrica. Com resultados dos marcadores tumorais CA125 e CEA normais, e estando a paciente em perfeitas condições para submeter-se ao procedimento cirúrgico, este foi indicado, a princípio como laparoscopia exploratória com provável gastrectomia devido suspeita de tumor estromal. Foi realizada a exploração laparoscópica, onde observou-se lesão ovalada em terço distal do estômago, predominantemente intramural, acometendo a parede gástrica anterior, pequena e grande curvatura. A paciente foi submetida a uma gastrectomia subtotal videolaparoscopica com reconstrução Billroth II transmesocólica retrogástrica certificando-se assim da adequação oncológica, e encaminhada peça à patologia. Recebeu alta hospitalar no quinto dia pós-operatório e segue em acompanhamento, sem necessidade de terapia adjuvante. A anatomia patológica mostrou tumor de 6,8cm com margens de ressecção livres e ausência de necrose ou ruptura do tumor. O exame de imunohistoquímica definiu a lesão como um tumor estromal ou GIST (CD 117 + e CD34 +) com zero mitoses em 50 CGA. Os autores discutem as particularidades do caso, que incluem a apresentação peculiar da lesão gástrica, bem como apresentam vídeo de sua ressecção. Apresentação: Vídeo Livre 190 - COLECISTECTOMÍA LAPAROSCÓPICA POR UN SOLO PUERTO

Apresentação: Vídeo Livre 189 - GIST DE ESTÔMAGO: APRESENTAÇÃO PECULIAR E RESSECÇÃO LAPAROSCÓPICA

JUAN EDUARDO CONTRERAS (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); JORGE BRAVO LÓPEZ MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); DIVA


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VILLAO MARIDUEÑA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); JOSÉ LUIS LOBOS MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); CARLOS MALDONADO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); FÉLIX ORELLANA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR); ISMAEL COURT MD (CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL SALVADOR)

eles, utilizou-se da técnica transumbilical (TUES – Transumbilical Endoscopic Surgery). Conclusões: Colecistectomia, herniorrafia inguinal, biópsia hepática e apendicectomia são procedimentos factíveis pela via transumbilical, mesmo quando é utilizado instrumental de videolaparoscopia convencional. Apresentação: Vídeo Livre

RESUMO INTRODUCCIÓN: En la actualidad el “gold estándar” de la colecistectomía es el abordaje laparoscópico, sin embargo existe una tendencia hacia abordajes cada vez menos invasivos. Es así que se han venido desarrollando técnicas de abordajes por orificios naturales (NOTES) y por un solo puerto (SILS). Este último está resultando ser una alternativa novedosa y asequible que brinda indudablemente mejores resultados estéticos y aparentemente menor trauma parietal. Las ventajas frente a la laparoscopía clásica no están comprobadas, siendo una técnica aún en desarrollo. OBJETIVO: Mostrar la técnica de la colecistectomía laparoscópica por un solo puerto para el manejo de la colelitiasis. METODO: Video editado TECNICA: Bajo anestesia general, se posiciona al paciente en decúbito dorsal, con piernas en abducción (posición francesa). Introducción de SILSport® con técnica abierta de Hasson a través de apertura parietal transumbilical de 2cm. A través del cual se introducen 3 trocares de 5mm y se realiza el neumoperitoneo a 14mmHg. Se utiliza una óptica de 30° - 5mm y pinzas deflectables (disector, grasper y hook), que proveen una angulación de su extremo útil en 360°, que en nuestros casos son CambrigeEndo®. Se procede a la exploración y tracción vesicular. Desperitonización de bacinete y disección de triángulo de Calot identificando estructuras. Clipaje de arteria y conducto cístico por separado, dos proximales y uno distal para posteriormente realizar sección con tijera. Disección vesicular de lecho con electrocoagulación, usando Hook deflectable. Revisión de hemostasia y aseo. Extracción vesicular en bolsa (guante) a través de ombligo. Cierre de aponeurosis con vicryl 0 y piel con ethilon 3/0. DISCUCIÓN: La colecistectomía laparoscópica con abordaje a través de un solo puerto es factible. Sin embargo no es una técnica aun estandarizada y que demanda una cuidadosa selección del paciente y un adecuado entrenamiento del equipo quirúrgico. Esto sumado a un aprovisionamiento de la mayor tecnología posible para garantizar seguridad del procedimiento en el paciente. Apresentação: Vídeo Livre 191 - VIABILIDADE DE VIDEOCIRURGIAS TRANSUMBILICAIS ANTONIO ALVES JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS/ HOSPITAL SÃO LUCAS); IZABELE RABELO DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS); MARCO ANTÔNIO FONTES SARMENTO DA SILVA (HOSPITAL SÃO LUCAS); JOSÉ JEOVÁ DE OLIVEIRA FILHO (HOSPITAL SÃO LUCAS); HERNAN AUGUSTO CENTURION SOBRAL (HOSPITAL SÃO LUCAS); MILENA PASSOS LIMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS)

RESUMO Objetivo: Demonstrar a viabilidade de realização de cirurgias videolaparoscópicas, utilizando a via transumbilical como acesso principal e/ou único. Pacientes e Métodos: Os pacientes foram submetidos à cirurgia de colecistectomia, herniorrafia inguinal, biópsia hepática e apendicectomia, por via transumbilical utilizando equipamento de videolaparoscopia convencional. Foram utilizados um trocarte de 10 mm (ótica) e dois trocarteres de 5 mm, introduzidos via transumbilical. Nos casos de necessidade, trocarte de 2 mm foi introduzido em flanco direito. Resultados: Os vídeos demonstraram cirurgias de colecistectomia, herniorrafia inguinal, biópsia hepática e apendicectomia sendo que, em todos

192 - USO DE MALLA AUTOADHERENTE (PROGRIP®) EN LA HERNIOPLASTÍA INGUINAL LAPAROSCÓPICA, TÉCNICA EXTRAPERITONEAL JORGE BRAVO LÓPEZ MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JUAN EDUARDO CONTRERAS (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); DIVA VILLAO MARIDUEÑA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSÉ LUIS LOBOS MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); MALDONADO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); FÉLIX ORELLANA MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE); ZAMORANO MD (UNIDAD DE CIRUGÍA MÍNIMAMENTE INVASIVA / HOSPITAL DEL SALVADOR / UNIVERSIDAD DE CHILE)

RESUMO INTRODUCCIÓN: La hernioplastía inguinal laparoscópica con técnica totalmente extraperitoneal (TEP) es una alternativa válida para la reparación de hernias de la región inguinal, con todas las ventajas de un abordaje mínimamente invasivo. Esta técnica no ha sido ampliamente popularizada, entre otras controversias, por el costo intraoperatorio, propios de la laparoscopía y de los medios para fijación de la malla. El advenimiento de nuevas malla autofijables (Progrip®) para la técnica clásica por vía anterior, ha dado luces para el uso por vía laparoscópica. OBJETIVO: Mostrar la técnica de la Hernioplastía Inguinal laparoscópica (TEP) con el uso de malla autofijable. METODO: Video editado TÉCNICA: Paciente en decúbito dorsal y trendelemburg 20°. Incisión de 1,5cm infraumbilical que incluye la vaina anterior con desplazamiento del músculo recto anterior, accediendo a la vaina posterior y espacio preperitoneal. Disección de zona inguinal con el uso de balón disector y posterior introducción de trocar de 12mm (Blunport ®), dos trocares mas de 5mm en línea media. Exploración inicial, reconociendo elementos. Disección y retracción de saco herniario y lipoma preherniario, respetando elementos de cordón inguinal. Introducción por trocar de 12mm de malla (Progrip®) con recubrimiento mediante una lámina sintética de la zona adherente, esto permite enrollar la malla para su introducción y posterior acomodación. Colocación de la malla entre medio del cordón y cubriendo los defectos. Retiro progresivo de la lámina de recubrimiento, a la vez que se va fijando la malla al contacto de su zona adherente con el tejido. Extracción de lámina de recubrimiento. Revisión de hemostasia y retiro de trocares bajo visión. DISCUSIÓN: En la actualidad no existe un modelo comercial de malla autofijable para su uso laparoscópico. Sin embargo es factible una adaptación, como la mostrada en este trabajo, de mallas autofijables usadas para el abordaje anterior clásico. Esta adaptación artesanal, que no incluye costos adicionales, permite una adecuada colocación de la malla prescindiendo del uso de dispositivos de fijación. Apresentação: Vídeo Livre 193 - CURVA DE APRENDIZAJE DE LA COLECISTECTOMÍA LAPAROSCÓPICA POR UN SOLO PUERTO, EN CERDO COMO MODELO EXPERIMENTAL


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JORGE BRAVO LÓPEZ MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); JUAN EDUARDO CONTRERAS (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); JOSÉ LUIS LOBOS MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); DIVA VILLAO MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); FÉLIX ORELLANA MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); CARLOS MALDONADO MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR); ANDRÉS ZAMORANO MD (CENTRO EXPERIMENTAL DE INVESTIGACIÓN EN CIRUGÍA LAPAROSCÓPICA / U DE CHILE / HOSPITAL SALVADOR)

RESUMO INTRODUCCIÓN: El abordaje por un solo puerto de algunos de los procedimientos laparoscópicos, como la colecistectomía, es una técnica aún en desarrollo, que promete ventajas frente a la laparoscopía clásica. Como en todo procedimiento quirúrgico, mucho más aquellos aún no estandarizados, es importante cumplir previamente con una curva de aprendizaje que garantice la correcta consecución y seguridad del procedimiento, así como también evaluar sus reales beneficios o ventajas. El abordaje a través de un solo puerto supone la adquisición de nuevas habilidades y destrezas para sortear varias dificultades como la falta de triangulación, dificultad en la exposición y cruce de instrumentos. Dichas destrezas pueden ser adquiridas con la práctica en modelos experimentales en animales, acortando así la curva de aprendizaje. OBJETIVO: Mostrar la técnica de la colecistectomía laparoscópica por un solo puerto en cerdo, como parte de la curva de aprendizaje en modelo experimental. METODO: Video editado TECNICA: Se utiliza como modelo animal la especie Sus Scrofa doméstica (cerdo), bajo anestesia con Pentothal EV y en posición decúbito dorsal con fijación externa de extremidades. Introducción de SILSport® con técnica abierta de Hasson a través de apertura parietal abdominal de 2cm en hipogastrio. A través del cual se introducen 3 trocares de 5mm y se realiza el neumoperitoneo a 14mmHg. Se utiliza una óptica de 30° - 5mm y pinzas deflectables (disector, grasper y hook), que proveen una angulación de su extremo útil en 360°, que en nuestros casos son CambrigeEndo®. Se procede a la exploración y tracción vesicular, Desperitonización de bacinete y disección de triángulo de Calot identificando estructuras. Clipaje de arteria y conducto cístico por separado y sección con tijera. Disección vesicular de lecho con electrocoagulación, usando Hook deflectable. Revisión de hemostasia y aseo. Extracción vesicular por defecto parietal previo. Cierre de pared. DISCUCIÓN: La especie porcina provee un adecuado modelo experimental para la realización de la colecistectomía laparoscópica por un solo puerto, ya que la anatomía parietal y la del órgano a extraer son similares a la humana. El simular este abordaje y procedimiento en modelo animal provee la adquisición de habilidades y destrezas necesarias para una mejor curva de aprendizaje. Apresentação: Vídeo Livre 194 - PANCREATECTOMIA SEGMENTARIA CORPORO CAUDAL CON PRESERVACION DE BAZO POR LAPAROSCOPIA LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA) OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSACAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA)

RESUMO VIDEO LIBRE PANCREATECTOMIA SEGMENTARIA CORPORO CAUDAL CON PRESERVACION DE BAZO POR LAPAROSCOPIA El tumor neuroendocrino mas frecuente del páncreas es el insulinoma. Generalmente son únicos y pequeños (menores de 2 cm) y son de naturaleza benigna. Una vez realizado el diagnostico el tratamiento es la extirpación del tumor mediante enucleación o panreatectomia segmentaria según el tamaño, la relación con el conducto pancreático y la ubicación del segmento de páncreas en que se ubica. Antiguamente la resección por laparotomía era el tratamiento estándar requiriendo incisiones de gran tamaño en desproporcion con el tumor resecado. En 1996 Gagner y Sussman reportan los primeros casos de resección laparoscópica de tumores pancreáticos y desde entonces este método ha ido reemplazando a la técnica abierta. En muchas oportunidades el diagnostico por imágenes llega a ser insuficiente en especial con lesiones menores de 1cm, por lo que llegan a presentar hipoglicemias de difícil diagnostico llegando solo a manifestarse con cuadros neurológicos e incluso patología psiquiátrica. A continuación presentamos el caso de una paciente mujer de 37 años con historia de enfermedad de 1 año , iniciando con cefalea progresiva, parestesia en rostro y extremidades, visión borrosa y perdida de conciencia asociado a convulsiones. La Tomografia Espiral multicorte asi como la Resonancia magnetica de páncreas no muestra lesiones visibles que sea compatible con el cuadro clínico. Se realiza cateterismo selectivo de la Arteria Mesenterica Superior, Arteria Gastroduodenal y la Arteria esplénica con estimulación con Gluconato de Calcio a razón de 0.025 mEqxKg realizándose dosaje de insulina y Peptido C en sangre venosa hepática a los 30 min, 60 min y 120 min. Observándose un aumento de insulina y Peptido C al estimularse la arteria esplénica sugiriendo la presencia de un insulinoma del Cuerpo o cola de páncreas. Con este diagnostico se decide realizar una ecografía intraoperatoria por laparoscopia con transductor laparoscópico de 7-10 MHz , realizándose barrido transversal de cabeza a cola sin apreciarse una imagen franca que de la certeza de la presencia de un insulinoma. Se decide con estos resultados realizar una pancreatectomia segmentaria corporo caudal con preservación de bazo por via laparoscópica como lo muestra el video. Apresentação: Vídeo Livre 195 - TRATAMIENTO DE ACALASIA ASISTIDO POR ROBOT ALEXIS SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); OMAIRA RODRÍGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); RENATA SÁNCHEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); HUGO DÁVILA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LIUMARIEL VEGAS (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); EMELISSA SOSA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); MARÍA F. VISCONTI (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)

RESUMO TRATAMIENTO QUIRÚRGICO DE ACALASIA ASISTIDA POR ROBOT Introducción La acalasia es un trastorno motor primario del esófago poco frecuente, con una incidencia aproximada de 0,001%; se trata de una patología con un doble componente dado por un trastorno en el peristaltismo y una falta de relajación en el esfínter esofágico inferior. El tratamiento de la acalasia ha evolucionado en los últimos años, desde la dilatación o la inyección de toxina botulínica a nivel del esfínter esofágico inferior hasta la terapéutica quirúrgica. La miotomía de Heller por vía laparoscópica ha probado ser un método seguro y efectivo en el tratamiento de la acalasia, con una tasa de éxito que oscila entre el 77 – 95%, aportando los conocidos beneficios de la cirugía minimamente invasiva. Pacientes y Método Paciente masculino de 62 años de edad quien acude por presentar clínica de disfagia de 6 meses de evolución


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que progresa a intolerancia a la vía oral. Al examen físico, signos vitales dentro de límites normales, índice de masa corporal de 19 Kg/mt², sin anormalidades en el examen abdominal. Se realizan los siguientes estudios: endoscopia digestiva superior sin hallazgos patológicos; esofagograma donde se evidencia esófago ligeramente dilatado, con disminución de calibre; manometría esofágica que reporta alteración del peristaltismo esofágico, con ondas de muy baja amplitud sin coordinación, así como ausencia de relajación del esfínter esofágico inferior. En vista de lo descrito se decide planificar para Miotomía de Heller y funduplicatura de Dor asistida por Robot. Descripción de la técnica: Bajo anestesia general, en decúbito supino, neumoperitoneo por técnica de Hasson en la línea media supraumbilical, el resto de los portales se coloca bajo visión directa. Los portales para los brazos 1 y 2 del robot se colocan en línea medio clavicular bajo el reborde costal, el tercer portal se coloca en línea axilar anterior izquierda y el portal del asistente se coloca en este mismo punto del lado derecho. Finalmente un quinto portal en el epigastrio donde se colocará el separador hepático. Una vez acoplado el robot, se inicia el procedimiento a nivel de la pars flácida, continuando la disección hasta disecar toda la cara anterior de la membrana frenoesofágica con disección del pilar izquierdo y derecho del diafragma, para la realización del túnel retroesofágico, traccionando con una hiladilla el cuerpo esofágico. Se realiza la miotomía con movimientos de tracción y contratracción, la cual se completa 6 cm en sentido proximal y 2 cm distal desde la unión esofagogástrica. Se concluye el procedimiento realizando una funduplicatura parcial tipo Dor. Conclusión El tratamiento quirúrgico mínimamente invasivo de la acalasia asistido por Robot, es un procedimiento seguro y factible, que parece aportar ciertas ventajas sobre la cirugía laparoscópica convencional al disminuir la tasa de complicaciones intraoperatorias. Apresentação: Vídeo Livre 196 - COLECISTECTOMÍA TRANSUMBILICAL Y TRANSVAGINAL CON TRACCIÓN ENDOCAVITARIA ALBERTO FERRERES (HOSPITAL BOCALANDRO); ANIBAL RONDAN;MARIANO GIMENEZ;MARINA CESAR;GABRIELA CENTURION

RESUMO Introducción: Una de las mayores dificultades en la cirugía mínimamente invasiva avanzada es conseguir una buena tracción de la vesícula con visión de seguridad y retracción endocavitaria Objetivo: Demostrar la técnica de colocación de instrumental endocavitario para facilitar la tracción vesicular con mejor exposición de las estructuras del triangulo de Calot en la colecistectomía transumbilical y transvaginal. Conclusión: En el video se demuestra la factibilidad y la forma sencilla de retracción vesicular endocavitaria durante la colecistectomía transumbilical y transvaginal, logrando el triangulo de seguridad, sin presentar complicaciones como la ruptura de la vesícula y lesiones de la vía biliar.

TAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); DURVAL WOHNRATH (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); PAULO ANDERSOM BERTOLUCCI (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP PIO XII)

RESUMO HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - FUNDAÇÀO PIO XII INTRODUÇÃO: Síndrome de Mirizzi é uma complicação incomum da colelitíase, porém significativa, e consiste na impactação de um cálculo no ducto cístico ou colo da vesícula biliar, causando obstrução do ducto hepático comum, podendo evoluir para um quadro de colangite recorrente. RELATO DE CASO: Paciente LMDS, de 78 anos, sexo feminino, proveniente de Frutal – MG, em acompanhamento neste Hospital de Câncer de Barretos – SP, devido a neoplasia de colo uterino, evoluiu com queixa de dor em andar superior do abdome há -15 dias, e icterícia. Ao exame físico com icterícia ++/4+, desidratada e em regular estado geral. Exames de imagem detectaram uma imagem em colédoco ao nível do cístico, com características de Síndrome de Mirizzi. Indicado CPRE, a qual não obteve sucesso, deixando uma prótese em via biliar, posteriormente nova tentativa novamente sem sucesso. A paciente foi levada à cirurgia videolaparoscópica, colecistectomia com coledocotomia, coledocolitotomia, coledocoplastia longitudinal e colocado dreno de Kher, foi mantido a prótese em via biliar, a qual posteriormente foi retirada por CPRE. A paciente teve boa evolução sem demais intercorrência. DISCUSSÃO E CONCLUSÕES: Em alguns centros especializados em videolaparoscopia do Aparelho Digestivo, está conduta é rotineira, Crema et al,. e é realizada com sucesso a muitos anos. Entretanto, no Hospital de Câncer de Barretos-SP, devido o bom treinamento da equipe de videoendoscopia, pacientes em tratamento oncológico com coledocolitíase, preferencialmente é realizado CPRE prévia, com introdução ou/não de prótese, ficando reservado a exploração da via biliar por videolaparoscopia, para casos em que a CPRE não foi eficaz (cálculo impactado, fístula), e posteriormente, ao clareamento da via biliar a colecistectomia por videolaparoscopia é indicada. Uma outra indicação, para exploração da via biliar por videolaparoscopia, que acreditamos ser coerente, é em regiões que não possui CPRE. A Síndrome de Mirizzi constitui um desafio à laparoscopia tanto para a retirada de cálculos como para a reconstrução apropriada do hepatocolédoco, e pode ser realizado com segurança e em alguns casos permite o tratamento completo por videolaparoscopia. Apresentação: Vídeo Livre 198 - HEPATECTOMIA (BISSEGMENTECTOMIA VI E VII) POR VIDEOLAPAROSCOPIA CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA;GILBERTO FAVA;DURVAL WOHNRATH; ANDERSOM BERTOLUCCI;JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR

RESUMO Apresentação: Vídeo Livre 197 - SÍNDROME DE MIRIZZI TRATADA POR VIDEOLAPAROSCOPIA, SUBMETIDA PREVIAMENTE A COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETRÓGRADA ENDOSCÓPICA, EM PACIETE EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); ANTONIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); GILBERTO FAVA (HOSPI-

HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP — FUNDAÇÃO PIO XII INTRODUÇÃO: O papel da laparoscopia na cirurgia de fígado ainda é um assunto do debate. Relataremos por meio de video editado uma ressecção hepática dos segmentos VI e VII para tratar uma metástase no segmento VI, de carcinoma de cólon, realizada totalmente por videolaparoscopia. TÉCNICA: O paciente é colocado em posição supina ligeira lateral esquerda. O cirurgião se coloca entre as pernas do paciente. Foram utilizados cinco trocartes, dois de 12 mm trocar, dois de 5 mm e trocar um trocarte 11 mm (óptica). O pedículo dos seguimentos VI e VII são seccionados com grampeador laparoscópico de carga vascular


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(Echelon) através de acesso direto intra-hepático. Em seguida, avance para a mobilização do fígado direito seguido de dissecção da veia cava retro-hepática, a veia hepática direita não é dissecada. Estes passos são realizados sem manobra de Pringle, mas com o reparo anterior do pedículo hepático com fita cardíaca. O fígado é seccionado com uma combinação de LigaSure Atlas e grampeador vascular endoscópica (Echelon). A amostra é extraído através de uma incisão suprapúbica ou Kocher incisão pequena (não a manipulação do tumor), a hemostasia é realizada utilizando argônio. O procedimento é encerrado e dreno de sisTema fechado o qual é posicionado próximo a área cruenta. CONCLUSÃO: Em nossa opinião, ressecções hepáticas menores tecnicamente é mais fácil de ser realizadas, mesmo em pacientes oncológicos. No entanto, grandes ressecções hepáticas têm ainda de ser executada por cirurgiões experientes em centros especializados. Apresentação: Vídeo Livre 199 - ESOFAGECTOMIA MINIMAMENTE INVASIVA EM TRÊS TEMPOS POR NEOPLASIA: TORACOSCOPIA EM DECÚBITO VENTRAL, LAPAROSCOPIA E CERVICOTOMIA EM DECUBITO DORSAL

Adenocarcinoma gástrico Cirurgia realizada: Gastrectomia vertical por videolaparoscopia Caso 2: Masculino, 62 anos, internou com quadro de diarréia e astenia. Realizou TC abdominal que evidenciou volumosa tumoração envolvendo corpo pancreático e gástrico. EDA demonstrando lesão ulcerada vegentante em fundo, corpo e antro gástrico. Colonoscopia com tumoração vilosa em terço inferior do reto. Ciruergia realizada: Gastrectomia vertical e pancreatectomia corpo/caudal com esplenectomia e ressecção anterior de reto, com anastomose cólon-anal e linfadenectomia retroperitoneal. Histopatológico: Linfoma gástrico e adenocarcinoma de reto Discussão: Pacientes portadores de adenocarcinoma gástrico podem se beneficiar da ressecção cirúrgica, mesmo que paliativa. A seleção dos pacientes e o risco adequado a cirurgia em idosos pode resultar em aceitáveis resultados terapêuticos, comparáveis aos pacientes mais jovens. Uma cirurgia menor em idosos com várias comorbidades não necessariamente compromete os resultados. A experiência adquirida com a cirurgia bariátrica possibilitou a utilização da gastrectomia vertical em diversas situações, incluindo a ressecção atípica de diferentes neoplasias. É um procedimento com Baixo tempo cirúrgico, Facilidade técnica e com Baixas complicações. Apresentação: Vídeo Livre

ANTONIO MORIS CURY FILHO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIN (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CHRISTIANO CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); CAROLINA GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); DIOGO KFOURI (HOSPITAL SAO VICENTE)

RESUMO Relato do Caso: o vídeo refere-se à paciente de 57 anos, feminino, com neoplasia maligna escamocelular do terço distal de esôfago. A paciente foi submetida à esofagectomia em 3 tempos. O vídeo mostra a toracoscopia realizada com a paciente em posição pronada (decúbito ventral) com linfadenectomia peri-esofágica, peribrônquica, infracarinal e pericárdica. No tempo abdominal a laparoscopia evidencia piloromiotomia, confecção de tubo gástrico e linfadenectomia a D1+. O tubo gástrico é tracionado pelo mediastino posterior com auxílio de fita cardíaca e a peça retirada por incisão ampliada do portal sito na linha hemiclavicular esquerda. Apresentação: Vídeo Livre 200 - USO DA GASTRECTOMIA VERTICAL NO TRATAMENTO DE NEOPLASIAS GÁSTRICAS EM PACIENTES COM ELEVADO RISCO CIRÚRGICO JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); RAFAEL MASSAO DA SILVA NAGATO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); GLÓRIA MARIA LUCAS COSTA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); JOÃO GUSTAVO CELANI DUARTE (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO)

201 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DE VOLUMOSA HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA BILATERAL PÓS-TRAUMÁTICA JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); RAFAEL MASSAO DA SILVA NAGATO (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); GLÓRIA MARIA LUCAS COSTA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); JOÃO GUSTAVO CELANI DUARTE (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLÍNICA PARTICULAR JOSÉ DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO); RUI HADDAD (CLÍNICA PARTICULAR DR RUI HADDAD)

RESUMO IBC, 73 anos, feminino, com história de acidente automobilístico há 20 anos, com traumas torácico e abdominal. Múltiplos episódios de pancreatite nos últimos 10 anos. TC abdominal evidenciando hérnia diafragmática esquerda, com saco herniário contendo baço, polo superior do rim esquerdo, corpo e calda do pâncreas e gordura mesentérica. Compressão pelo orifício herniário do pâncreas e veia esplênica, com consequente ectasia e tortuosidade da veia e suas tributárias adjacentes a cauda pancreática. Dilatação do ducto pancreático distalmente ao ponto de compressão. Pequena hérnia diafragmática à direita. Cirurgia realizada: tratamento cirúrgico de volumosa hérnia diafragmática pós-traumática por via totalmente videolaparoscópica e fixação de tela de dupla face. Conclusão: neste caso, a laparoscopia demonstrou ser útil e uma excelente técnica no tratamento de volumosa hérnia diafragmática pós-traumática. Porém é um procedimento dependente de uma equipe multidisciplinar experiente, estrutura hospitalar adequada e acesso a equipamentos e tecnologia de primeira linha. Este vídeo foi apresentado no American College of Surgeos Congress 2009, Chicago.

RESUMO Apresentação: Vídeo Livre Descrição de dois casos clínicos de pacientes apresentando neoplasia gástrica, porém com elevado risco cirúrgico. Caso 1: Masculino, 89 anos, internou com quadro de anemia importante e síndrome de obstrução pilórica. Portador de múltiplas comorbidades e elevado risco cirúrgico. Realizou endoscopia digestiva alta, sendo evidenciada volumosa tumoração em corpo gástrico invaginando para o duodeno. Histopatológico:

202 - USO DE PRÓTESE EM GRANDES HÉRNIAS DE HIATO ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NELSON BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS)


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RESUMO As grandes hernias paraesofágicas, sejam primárias ou por recidiva após cirurgia anti-refluxo, são um desafio para os cirurgiões. Sabe-se que a correção simples com sutura e fundoplicatura acarreta em maior possibilidade de recidiva quando comparado ao emprego destes mesmos procedimentos em pacientes com hérnias pequenas. Para diminuir os riscos de recidiva nosso grupo tem utilizado reforço seletivo do hiato com próteses desde 1999. Atualmente acumulamos 69 casos, de um total de 2180 cirurgias realizadas para o tratamento da DRGE. O video mostra a sisTema tização técnica de dissecção das grandes hernias e detalhes para colocação segura de prótese de polipropileno ou prótese biológica. Apresentação: Vídeo Livre 203 - TRATAMIENTO LAPAROSCOPICO LITIASIS COLEDOCIANA GUSTAVO MARCUCCI (SANATORIO DE LA MUJER); NICOLAS BORGATELLO; SEBASTIAN MORANDI; EDUARDO NACUSSE

RESUMO En la actualidad la primera indicaciòn de calculos coledocinos sospechados o no, debe ser por via transcictica por eso recomendamos el uso de la colangiografia operatoria obligatoria. El video muestra distintas situaciones diarias de calculos en via biliar ya sea resueltos con coledocotomias y cierre primario que lo utilizamos con frecuencia, la dilataciòn trancistica con balon y la extraccion con canastilla, la coledocotomia y colocaciòn de tubo de kher, que cada vez tendemos a usar menos por las complicaciones de coleperitoneo en la extraccion a pesar de haber transcurrido màs de cuatro semanas y por ultimo una coledoco duodeno anastomosis protegida con tubo de kher en paciente posterior a una retorgrada con pancreatitis y calculo residual coledociano. El abordaje laparoscopico de la via biliar es una indicaciòn y debe realizarse como primera indicacion o complemento de la endoscopia retrograda. Apresentação: Vídeo Livre 204 - DEGASTRECTOMIA COM LINFADENECTOMIA D2 POR VIDEOLAPAROSCOPIA PARA TRATAMENTO DE NEOPLASIA DE COTO GÁSTRICO ANTÔNIO TALVANE DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;GILBERTO FAVA; DURVAL WOHNRATH; PAULO ANDERSOM BERTOLUCCI; JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR

RESUMO INTODUÇÃO - O início da laparoscopia as indicações eram para patologias benignas em pacientes selecionados, e em paciente com cirurgia prévia era contra-indicado qualquer procedimento laparoscópico. Entretanto, com o desenvolvimento de equipamentos, técnica operatória e melhoria na curva de aprendizado dos cirurgiões, as contra-indicações são relativas, e nos nossos dias pacientes oncolôgico já podem ser tratados por videolaparoscopia. MATERIAIS E MÉTODOS Uma degastrectomia com linfadenectomia D2 com reconstrução em y de Roux, R0, será apresentado em forma de vídeo editado. O posicionamento do doente é em litotomia com membros inferiores estendidos, afastados e adequadamente amparados em perneira apropriada, ficando o cirurgião entre as pernas, e os auxiliares à esquerda do paciente (câmera e

apresentação). O monitor, quando único, posiciona-se na cabeceira a direita da mesa operatória. Utiliza-se 5 (cinco) punções: A. Trocáter de 10 mm acima na cicatriz umbilical (ótica de 30 graus); B. Trocáter de 10 mm flanco esquerda linha hemi-clavicular ( mão direita do cirurgião); C. Trocáter 12 mm flanco direita, linha hemiclavicular (mão esquerda do cirurgião); D. Trocáter de 5 mm linha média , sub-xifóide ( auxiliar afastando o lobo esquerdo); E. Trocáter 5 cm a esquerda da cicatriz (auxiliar tracionando a transição e esôfago) sendo suficiente o de 5 mm, embora alguns autores prefiram o de 10 mm para a utilização de pinça -tipo Babcok. Quando existe associação de colelitíase a 5a.porta de entrada (E), pode ser colocado à direita e facilita a apresentação da vesícula biliar no tempo da colecistectomia. Com o pneumoperitôneo de 12 mmHg inicia-se o procedimento que consiste na abertura da membrana frenoesofágica e do omento menor, dando acesso ao ramo direito do pilar direito do diafragma, a partir deste ponto libera-se o tecido peri-esofagiano ao redor do esôfago terminal, isolandose o esôfago com dissecção da transição esofago-gástrica reparando o esôfago abdominal com dreno de penrose ou com afastador flexível (endoflex). Nesta mesma apresentação realiza-se a linfadenectomia do tronco celíaco. A hemostasia é realizada com cauterização monopolar e/ou clipagem dos vasos maiores ou preferencialmente com o emprego do bisturi ultra sônico (harmonic). Pode-se empregar o eletrocautério monopolar ou bipolar ou liga surg, preferencialmente, para secção dos vasos curtos, e do epiplon gastrocólico. Para ligadura da artéria e veia gástrica esquerda utiliza-se clipagem dupla. Completado o preparo das alças aferentes e eferentes, utilizando grampeador linear “carga azul”. posteriormente, amplia-se a incisão do trocater no xifóide, para retirada da espécime cirúrgica e confecção da enteroenteroanastomose e esogagojejunal com grampeador circular. CONCLUSÃO: A degastrectomia com linfadenectomia laparoscópica, pode ser uma opção técnica reproduzível e minimamente invasivo para o tratamento do câncer gástrico de “coto”, mesmo em pacientes com cirurgia prévia, sendo um procedimento dentro dos padrões oncológicos. Apresentação: Vídeo Livre 205 - GASTRECTOMIA COM LINFADENECTOMIA DII LAPAROSCÓPICA SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); DORIVAN NOGUEIRA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); PEDRO ROGERIO NEVES (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR)

RESUMO A gastrectomia laparoscópica é um excelente método de tratamento do câncer gástrico. Além de proporcionar todas a vantagens da cirurgia minimamente invasiva, confere ao cirurgião treinado uma ferramenta mais acurada no que diz respeito a linfadenectomia. Neste vídeo apresentamos um caso de adenocarcinoma de pequena curvatura antral tratado por laparoscopia : Gastrectomia subtotal com reconstrução em y-deRoux e linfadenectomia D2. Apresentação: Vídeo Livre 206 - DERIVAÇÃO BILIODIGESTIVA LAPAROSCÓPICA SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -


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CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ANIBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR)

RESUMO A anastomose coledocoduodenal foi realizada pela primeira vez por Riedel em 1888 , mas só a partir das publicações de Madden em 1970 que tal procedimento ganhou aceitação no meio cirúrgico. A primeira Coledocoduodenostomia (CD) por laparoscopia foi realizada por Franklin em 1991, para tratamento de uma estenose benigna recorrente. As indicações mais comuns são em estenoses benignas e como paliação de tumores periampulares principalmente nos casos em que a via biliar principal está maior que 2 cm . Neste vídeo iremos apresentar um caso de derivação biliodigestiva (CD) realizada em uma paciente com grande cálculo em colédoco distal já submetida há anos a esofagogastrectomia com reconstrução em y-de-Roux . Apresentação: Vídeo Livre 207 - ESPLENECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM PACIENTE COM ESPLENOMEGALIA MACIÇA – RELATO DE CASO CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANA CAROLINA BUFFARA BLITZKOW (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ANTONIO MORIS CURY (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCELO DE PAULA LOUREIRO (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); GOMES GONÇALVES (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); MARCO AURELIO RAEDER DA COSTA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS)

RESUMO INTRODUÇÃO: A esplenectomia videolaparoscópica, realizada pela primeira vez em 1991, se tornou o procedimento de escolha para o tratamento da maior parte dos distúrbios hematológicos do baço. Nos últimos anos, foi demonstrado que a técnica é factível, segura, e eficaz e apresenta diversas vantagens sobre a técnica aberta, tais como: dor e desconforto pós-operatório, complicações de ferida operatória, menor permanência hospitalar, recuperação mais rápida e estética. A taxa de conversão é de aproximadamanete 2 a 10%, na maioria das séries. As principais causas de conversão descritas são esplenomegalia e sangramento maciço. Embora a técnica videolaparoscópica seja mais comumente empregada na remoção de baços de tamanho normal ou pouco aumentados, a esplenomegalia não é uma contra-indicação formal para o uso da videolaparoscopia, e sua utilização em pacientes com esplenomegalia vem sendo tentada com sucesso. Alguns autores já utilizam a técnica até mesmo em pacientes com esplenomegalia maciça. OBJETIVOS: Descrever um caso de esplenectomia, em paciente com esplenomegalia maciça. CASO CLÍNICO: Paciente feminina, 41 anos, com diagnóstico de púrpura trombocitopênica idiopática de longa data e tratamento com corticóide há vários anos. Há alguns meses refratariedade ao tratamento clínico e plaquetas inferiores a 15.000. Realizada tomografia abdome, que mostrou esplenomegalia (baço com 27 cm) e presença de linfonodomegalia hilar esplenica. Indicado esplenectomia laparoscópica. TÉCNICA CIRÚRGICA: Paciente em decubito dorsal, colocação de 4 portais, utilizado ligasure para dissecção, grampeador laparoscópico vascular para a veia esplênica, já que esta apresentava um diâmetro maior que 1 cm. Peça retirada em saco extrator por incisão de Phanestiel. Sem sangramento ou outras intercorrências intra-operatórias. A paci-

ente evoluiu bem e teve alta no 1°dia pós-operatório, com 130.000 plaquetas. Reavaliada no 30º dia pós-operatório, assintomática, sem complicações operatórias e com 600.00 plaquetas. Anatomopatológico compatível com Púrpura Trombocitopênica Idiopática (PTI). CONCLUSÕES: A esplenectomia videolaparoscópica se tornou o procedimento de escolha para o tratamento da maior parte dos distúrbios hematológicos do baço. Embora a técnica videolaparoscópica seja mais comumente empregada na remoção de baços de tamanho normal ou pouco aumentados, alguns autores já utilizam a videolaparoscopia, com sucesso, até mesmo em pacientes com esplenomegalia maciça. Apresentação: Vídeo Livre 208 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA SUBTOTAL TÁTICA NA COLECISTITE AGUDA POR OBSTRUÇÃO NEOPLÁSICA JOSE DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLINICA PRIVADA DR. JOSE DE RIBAMAR DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLINICA PRIVADA); RAFAEL MASSAO DA SILVA NAGATO (CLINICA PRIVADA); GUISELLA MARTINS PFLUEGER (CLINICA PRIVADA); GLORIA MARIA LUCAS COSTA (CLINICA PRIVADA); JOAO GUSTAVO CELANI DUARTE (CLINICA PRIVADA); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLINICA PRIVADA)

RESUMO COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA SUBTOTAL TÁTICA NA COLECISTITE AGUDA POR OBSTRUÇÃO NEOPLÁSICA OBJETIVO DO TRABALHO: Demonstrar a eficiência e a segurança da realização de uma colecistectomia subtotal videolaparoscópica (sem a ligadura do ducto cístico) como uma alternativa no tratamento da colecistite aguda complicada por obstrução neoplásica Muitas vezes, a distorção da anatomia do triângulo de Calot torna a colecistectomia videolaparoscópica extremamente perigosa. A colecistectomia subtotal videolaparoscópica é uma alternativa a colecistectomia padrão em situações de alto risco de lesões das estruturas do triângulo de Calot (ductos biliares e artéria hepática), como na presença de inflamação excessiva, fibrose, hipertensão portal ao redor da vesícula biliar e na presença de síndrome de Mirizzi. Quando a dissecção do triângulo de Calot é um desafio, a colecistectomia subtotal pode ser realizada de forma segura e eficiente. Em nosso vídeo, demonstramos três casos clínicos raros de colecistite aguda causada por obstrução neoplásica do ducto cístico e via biliar, em pacientes com neoplasia maligna avançada com metástases peritoneais e linfonodais, onde devido à dificuldade de dissecção segura do triângulo de Calot, optou-se pela realização de uma colecistectomia subtotal videolaparoscópica como tática cirúrgica. Apresentação: Vídeo Livre 209 - HEPATECTOMIA DIREITA REGRADA LAPAROSCÓPICA EDUARDO JOSE BROMMELSTROET RAMOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); MARCO AURELIO RAEDER DA COSTA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ALCINDO PISSAIA JUNIOR (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); CLAUDIA ALEXANDRA PONTES IVANTES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); RODRIGO BREMER NONES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS)

RESUMO Hepatectomia Direita Regrada Laparoscópica Introdução: O adenoma hepático é uma doença benigna rara frequentemente


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vista em mulheres jovens com história de uso de anticoncepcionais orais. Tipicamente é uma lesão solitária, bem delimitada, e possui como diagnóstico diferencial a hiperplasia nodular focal e hepatocarcinoma fibrolamelar. Devido ao risco de sangramento e de transformação neoplásica, o adenoma hepatocelular deve ser identificado e tratado adequadamente. O prognóstico do adenoma hepático não está bem estabelecido. Os critérios para tratamento incluem o número e o tamanho das lesões, a presença de sintomas e o risco cirúrgico do paciente. O objetivo deste estudo é descrever um caso de hepatectomia direita videolaparoscópica por tumor em lobo direito do fígado. Método: Paciente do sexo feminino, 41 anos, com dor em hipocôndrio direito. História pregressa de apendicectomia e de cesarea. Tomografia demonstrou tumor hepático de 5,5 cm entre os segmento VII e VIII. Ressonância demonstrou lesão de 5,7 cm. Realizado cintilografia hepatoesplênica que demonstrou lesão em lobo hepático direito sugestivo de adenoma hepático. Optado por não realização de biópsia hepática percutânea devido a hipervascularização da lesão. Resultados: Paciente submetido a hepatectomia direita laparoscópica em 01/09/09. Foram utilizados 6 trocáteres, sendo dois de 12mm, dois de 10 mm e dois de 5 mm. A técnica utilizada obedeceu os princípios da cirurgia convencional. Inicialmente o ligamento falciforme foi seccionado até o nível das veias hepáticas. Em seguida procedeu-se a secção do ligamento hepatorenal e do ligamento triangular. Abordou-se o ducto e a artéria cística, deixando a vesícula biliar in situ para posterior utilização para tração durante o procedimento. Posteriormente a artéria hepática direita e a veia porta direita foram isoladas e clampeadas, antes da secção das mesmas, para confirmar o fluxo do lado esquerdo do fígado. A artéria hepática foi ligada com clip metálico LT 300 e a veia porta com hemolock e a linha de demarcação entre o lobo direito e esquerdo foi individualizada. Procedeu-se dissecção da veia cava retrohepática com ligadura de vasos com bisturi ultrassônico, ligadura com algodão 3-0 e clipes metálicos, até individualização da veia hepática direita. Realizado transecção do parênquima hepática com bisturi ultrassônico e 5 cargas de grampeador vascular. A peça foi retirada por incisão de pfannestiel, envolta em embalagem plástica. Tempo de cirurgia de 7 horas, sangramento de 420 ml, necessitando de duas unidades de papa de hemáceas. Paciente recebeu alta no quarto dia de pós-operatório. Não houve necessidade de reinternação no seguimento atual de 8 meses. Conclusão: A hepatectomia videolaparoscópica é um procedimento cirúrgico e tem sido indicado para tratamento de lesões benignas e malignas. Do ponto de vista oncológico seus resultados podem ser comparados a técnica aberta em pacientes selecionados. Apresentação: Vídeo Livre 210 - ADRENALECTOMIA BILATERAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA NA HIPERPLASIA MACRONODULAR BILATERAL DAS ADRENAIS JOSE DE RIBAMAR SABOIA DE AZEVEDO (CLINICA PRIVADA DR. JOSE DE RIBAMAR DE AZEVEDO); LEONARDO ROCHA FERRAZ (CLINICA PRIVADA); MASSAO DA SILVA NAGATO (CLINICA PRIVADA); MARIANA FARAGE MARTINS (CLINICA PRIVADA); MARIA LUCAS COSTA (CLINICA PRIVADA); GUSTAVO CELANI DUARTE (CLINICA PRIVADA); CARLOS EDUARDO VALENTE MADEIRA (CLINICA PRIVADA)

RESUMO ADRENALECTOMIA BILATERAL VIDEOLAPAROSCÓPICA NA HIPERPLASIA MACRONODULAR BILATERAL DAS ADRENAIS – RELATO DE CASO A hiperplasia macronodular bilateral de adrenais é uma causa rara de Síndrome de Cushing e estima-se que represente menos de 1% das causas endógenas. Foi inicialmente descrito em 1964 e até 1994 apenas 24 casos similares foram descritos A adrenalectomia bilateral tem sido o tratamento padrão desta

patologia. No entanto, em pacientes com pequena elevação do cortisol plasmático, a adrenalectomia unilateral pode ser uma alternativa, porém uma segunda adrenalectomia pode ser necessária. Em nosso trabalho, relatamos o caso clínico, com exames de imagens e a sisTema tização técnica da cirurgia, de uma paciente com diagnóstico de Síndrome de Cushing ACTH-Independente por Hiperplasia Macronodular Bilateral de Adrenais, submetida à adrenalectomia bilateral videolaparoscópica. Apresentação: Vídeo Livre 211 - MINIMIZAÇÃO DE PORTAIS COM AFASTADOR MALEÁVEL DE FÍGADO EM GASTROPLASTIAE HERNIOPLASTIA HIATAL LUIZ GONZAGA DE MOURA JUNIOR (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELÁDIO FEITOSA DE CASTRO FILHO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HEINE FERREIRA MACHADO (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); RODRIGO FEITOSA BABADOPULOS (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); HELDER OLIVEIRA (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); FRANCISCA DAS CHAGAS FEIJÓ (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ); SILVANA MARIA DUARTE FERNANDES (NÚCLEO DO OBESO DO CEARÁ)

RESUMO 1. INTRODUÇÃO - A visibilidade da junção esofago-gástrica é decisiva na segurança das operações gástricas superiores, principalmente em obesos mórbidos, onde a hepatomegalia pode dificultar esta visibilidade.Vários são os modelos e diâmetros (5 e 10mm) de afastadores hepáticos criados para favorecer a visibilidade da junção. Menor resposta inflamatória ao trauma, redução da morbimortalidade comparada com a via laparotômica, levam a busca de minimizar diâmetro e número de portais, criação de instrumentos resistentes, flexíveis e seguros para avançar nos benefícios da abordagem laparoscópica. 2. OBJETIVO - Acrescentar mais uma opção tática para viabilizar os procedimentos no sítio da junção esôfago-gástrica. 3. MATERIAL - Porta-fio de 2,5 mm de diâmetro. Câmera Optica de 5mm. Fio agulhado de seda ou prolene 0 enluvado por segmento de sonda de nelaton número 16 (8 cm.), para evitar que o fio traumatize o tecido hepático. 3. PACIENTES E MÉTODO - Aposição de afastador flexível de fígado realizadas em 182 operações de bypass gástrico para obesidade, com tempo médio de 3 minutos. Transfixação do fio de seda no pilar diafragmático direito. Punção de 2.5mm., no epigástrio para introduzir o porta-fio, alçar, exteriorizar e fixar as pontas do fio de seda. Realizado tração do fio retificando o fígado e afastando-o anterior e lateralmente para a direita, permitindo a visibilidade da junção esôfago-gástrica e a adequada execução do procedimento cirúrgico. Em hepatomegalias por esteatose severa pode ser realizado afastamento em forma de V com duas punções que ampliaram a visibilidadem do procedimento. Os fios podem ser alçados pelo portal esquerdo do cirurgião, que retira o trocarte e o reintroduz a seguir, com os fios exteriorizados entre o trocarte e a borda externa da incisão, sem realizar a punção de 2.5mm do porta-fio. RESULTADOS - A visibilidade da junção esofago-gástrica foi adequada em todos os casos. Não houve sangramento nas punções, na transfixação do pilar diafragmático, nem traumatismo hepático e esofágico. 4. CONCLUSÃO – A transfixação do pilar diafragmático com fio pode causar menos dano tecidual do que a apreensão denteada da pinça autostática.O portal puntiforme pode diminuir o risco de sangramento e herniação. A incisão puntiforme não necessita ser suturada, diminui o tempo operatório, minimiza resposta inflamatória, favorece a cicatrização e o resultado estético. Os fios podem ser alçados, pelo portal do cirurgião eliminando a incisão puntiforme. A apresentação da junção esofagogástrica com afastador flexível do fígado se constitui opção tática segura nas operações gástricas laparoscópicas.A utilização de câmera óptica de 5mm, o passador de fio de 2,5m, podem ser estendidos para auxiliar outros procedimentos


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operatórios,como colecistectomia e hepatectomias.Minimizar diâmetro e número de portais representam avanços de tática e de técnica, constituem-se um passo intermediário entre as pretenções de robótica e do NOTES. Apresentação: Vídeo Livre 212 - ESOFAGECTOMIA ONCOLÓGICA POR TORACOSCOPIA E LAPAROSCOPIA E RECONSTRUÇÃO COM “TUBO” GÁSTRICO INTRA-ABDOMINAL ANTÔNIO TALVANI TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;GILBERTO FAVA;DURVAL WOHNRATH;PAULO ANDERSOM BERTOLUCCI;JOSÉ VIEIRA BARRETO JÚNIOR

RESUMO OBJETIVO: Apresentar um vídeo editado de uma esofagectomia para o tratamento da neoplasia de esôfago através do acesso por toracoscopia para dissecção do esôfago e o laparoscópico preparo do estômago com confecção do tubo gástrico intra-abdominal e cervicotomia esquerda para confecção da anastomose esôfagogástrica e linfadenectomia do tronco celíaco. MATERIAL E MÉTODOS: O posicionamento do doente é em decúbito ventral (“posição de mergulho”), ficando o cirurgião e auxiliar à direita do paciente (câmera e apresentação). O monitor, quando único, posiciona-se a frente, a esquerda da mesa operatória. Utiliza-se 4 (quatro) punções: Trocáteres de 10 mm e 5 mm apropriados para tórax. Inicia com lise de aderências pleurais, afastando o pulmão com afastador apropriado, já em ventilação seletiva. A dissecção da pleura próximo ao esôfago superiormente com dissecção e ligadura da veia ázigos com “clips” LT-300 metálicos ou Hemolook com ligadura de reforço com fio e algodão. O esôfago é totalmente dissecado com linfadenectomia do mediastino e supracarinal. O dreno de tórax já é posicionado sob visão direta pelo orifício do trocater. O paciente é reposicionado em litotomia com membros inferiores estendidos, afastados e adequadamente amparados em perneira apropriada, ficando o cirurgião entre as pernas, e os auxiliares à esquerda do paciente (câmera e apresentação). O monitor, quando único, posiciona-se na cabeceira a direita da mesa operatória. Utiliza-se 5 (cinco) punções: A. Trocáter de 10 mm acima da cicatriz umbilical, aproximadamente a 15 cm do apêndice xifóide ( ótica de 30 graus); B. Trocáter de 12 mm subcostal esquerda linha hemi-clavicular ( mão direita do cirurgião); C. Trocáter 12 mm subcostal direita, linha hemi-clavicular (mão esquerda do cirurgião); D. Trocáter de 5 mm linha média , sub-xifóide ( auxiliar afastando o lobo esquerdo do fígado); E. Trocáter 5 cm a esquerda da cicatriz (auxiliar tracionando a transição e esôfago) sendo suficiente o de 5 mm, embora alguns autores prefiram o de 10 mm para a utilização de pinça -tipo Babcok. Quando existe associação de colelitíase a 5a.porta de entrada (E), pode ser colocado à direita e facilita a apresentação da vesícula biliar no tempo da colecistectomia. Com o pneumoperitôneo de 12 mmHg inicia-se o procedimento que consiste na abertura da membrana frenoesofágica e do omento maior, dando acesso ao ramo direito do pilar direito do diafragma, a partir deste ponto libera-se o tecido peri-esofagiano ao redor do esôfago terminal, isolando-se o esôfago com dissecção da transição esofago-gástrica reparando o esôfago abdominal com dreno de penrose ou com afastador flexível (endoflex). Nesta mesma apresentação realiza-se a linfadenectomia do tronco celíaco. A hemostasia é realizada com cauterização monopolar e/ou clipagem dos ramos esofageanos maiores ou preferencialmente com o emprego do bisturi ultra sônico (Harmonic ACE). Inicia-se o preparo do estômago com liberação da grande curvatura. Pode-se empregar o eletrocautério monopolar ou bipolar ou, preferencialmente, o Harmonic ACE ou LigaSure Atlas para secção dos vasos curtos, e do epiplon gastrocólico. Para ligadura da artéria e veia gastroepiplóica e da artéria e veia gástrica

esquerda utiliza-se clipagem dupla, preservando a arcada da grande curvatura. A piloroplastia poderá ou não ser realizada, completado o preparo do estômago com confecção de um tubo intraabdominal (com ampliação da incisão do trocater umbelical para a retirada da peça cirúrgica via por pequena laparotomia. Pratica-se por meio da cervicotomia esquerda a dissecção do esôfago cervical. Por tração delicada da peça cirúrgica, exterioriza-se o esôfago e a parte proximal do tubo gástrico na região cervical, efetua-se a anastomose do tubo com o esôfago com grampeador circular 21 ou 25. Durante a tração cervical do esôfago previamente dissecado deve-se acompanhar a passagem do esôfago e do estômago pelo mediastino sob visão direta com auxílio da ótica posicionada no mediastino inferior. Posiciona-se a sonda nasoenteral abaixo da anastomose cervical no duodeno, quando possível ou jejunostomia. Empregamos drenagem cervical e abdominal. Outro fato importante é que a anastomose esofagogástrica deve permanecer na região cervical, que é de pressão positiva, evitando com isso o refluxo de líquido gástrico para o interior do esôfago com conseqüente esofagite e em caso de fístula evitar mediastinite. Estas podem ocorrerem quando a anastomose fica em situação intra-torácica. CONCLUSÃO: Os resultados observados na esofagectomia por toracoscopia são satisfatório para neoplasia de esôfago com uma linfadenectomia adequada. A técnica é segura e traz excelentes resultados pós-operatórios. Apresentação: Vídeo Livre 213 - HÉRNIA HIATAL GIGANTE: TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR)

RESUMO As cirurgias anti-refluxo, nos pacientes com hernia hiatal pequena, são rotineiramente executadas na maioria dos serviços de laparoscopia . No entanto, as hérnias hiatais gigantes ainda são um desafio para todos os cirurgiões. Mesmo com todos os benefícios da cirurgia minimamente invasiva, tal técnica pode ser desastrosa em se tratando de cirurgião não treinado em laparoscopia avançada. Neste vídeo apresentamos casos de correção de hérnia hiatal gigante por laparoscopia. Apresentação: Vídeo Livre 214 - TRATAMENTO LAPAROSCOPICO DA COLEDOCOLITIASE SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); FERNANDA KEIKO TSUMANUMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR)

RESUMO Com os avanços da laparoscopia a colecistectomia laparoscopica tornou-se tratamento de escolha. No entanto, a exploração das


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vias biliares não é realizada com a mesma frequencia, provavelmente pela facilidade da colangio retrograda. Neste video mostramos a exploração laparoscópica de via biliar principal transcistica, com uso de basket e colangiografia dinâmica. Apresentação: Vídeo Livre 215 - RESSECÇÃO DE DIVERTÍCULO EPIFRÊNICO DE ESÔFAGO POR ACESSO TRANS-HIATAL VIDEOLAPAROSCÓPICO: RELATO DE CASO CHRISTIANO MARLO PAGGI CLAUS (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); LUCIANO FLORES FERNANDES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); LEONARDO DUDEQUE ANDRIGUETTO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); DANIELLSON DIMBARRE (INSTITUTO JACQUES PERISSAT); EDUARDO BONIM (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); BRUNO MORAES RIBAS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); JULIO CESAR UILI COELHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ)

RESUMO INTRODUÇÃO: Divertículos epifrênicos são formações saculares do esôfago distal, raramente encontrados. Estão geralmente associados com acalásia, dismotilidade esofágica e hipertensão do esfíncter esofágico inferior, sugerindo um mecanismo de formação por pulsão. Localizados mais precisamente nos 10cm distais, apresentam aumento progressivo de tamanho devido à dificuldade de esvaziamento, comum nestes casos. Sua verdadeira incidência permanece desconhecida devido ao grande número de casos assintomáticos. A decisão de proceder à ressecção cirúrgica depende da presença de sintomas, os quais incluem regurgitação, disfagia, dor torácica, perda de peso e mais raramente sangramento e perfuração. Alguns autores têm preconizado a cirurgia em grandes divertículos, mesmo na ausência de sintomas, devido ao risco de complicações, como episódios repetidos de pneumonias aspirativas. O acesso por toracotomia ou toracoscopia esquerda já está bem estabelecido, embora outras vias de acesso também sejam utilizadas, como toracoscopia direita, laparotomia e laparoscopia. OBJETIVO: Descrever um caso de divertículo epifrênico de esôfago e demonstrar a factibilidade da cirurgia por acesso trans-hiatal laparoscópico. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 53 anos, com sintomas recorrentes e progressivos de disfagia e regurgitação há dois anos. Não apresentava comorbidades. Foram realizadas endoscopia digestiva alta e seriografia de esôfago, os quais demonstraram volumoso diverticulo epifrênico. Submetido a ressecção laparoscópica do divertículo, com acesso trans-hiatal. Os trocarteres foram colocados como para uma fundoplicatura à Nissen, com exceção de o trocarter de trabalho da mão direita do cirurgião ser de 12mm para permitir o uso de grampeador videolaparoscópico. Cirurgia transcorrida sem intercorrências. Foi iniciada dieta líquida no primeiro dia pós-operatório pela manhã e alta hospitalar à tarde. DISCUSSÃO: O tratamento cirúrgico demonstra ser a melhor abordagem para pacientes sintomáticos. A cirurgia laparoscópica é conhecida por seus bons resultados, com menor dor pós-operatória e retorno mais rápido às atividades. O acesso trans-hiatal é factível, proporciona excelente visualização do esôfago distal e tem a seu favor a experiência de muitos cirurgiões videolaparoscópicos, familiarizados com essa abordagem para cirurgia do refluxo.

RESUMO O vídeo demonstra a técnica aplicada em nosso serviço, há 13 anos, para ressecção do adenocarcinoma da transição esofagogástrica. A mobilização do estômago e esôfago mediastinal, assim como a linfadenectomia são realizadas inicialmente pelo método videolaparoscópico. A minilaparotomia mediana com extensão de 7 a 8 cm é realizada para a extração do segmento esofagogástrico e confecção de tubo com a grande curvatura do estômago para a reconstrução do transito alimentar por anastomose com o esôfago cervical. A técnica videoassistida não prejudica a radicalidade oncológica e agrega os benefícios da cirurgia minimamente invasiva. Apresentação: Vídeo Livre 217 - TRATAMENTO LAPAROSCÓPICO DA COLECISTITE AGUDA POR INCISÃO ÚNICA TRANSUMBILICAL NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITARIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (A MESMA); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (A MESMA); JOSE SAMPAIO NETO (A MESMA); JOSE LUZARDO BRITES NETO (A MESMA); LUCAS STOCCO (A MESMA)

RESUMO Relatamos aqui, video de tratamento laparoscópico de paciente admitido no Pronto Socorro do Hospital Universitário Cajuru, Curitiba (PR), com quadro típico de colecistite aguda por colelitíase. Após medidas clínicas iniciais e início de tratamento antibiótico, paciente foi submetido a colecistectomia laparoscópica 12 horas após sua admissão. Procedimento realizado por incisão transumbilical única com uso de material convencional, sem articulações. Apresentação: Vídeo Livre 218 - EXPLORAÇÃO DE VIAS BILIARES VIDEOLAPAROSCÓPICA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUCAS STOCCO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU)

RESUMO Este video demonstra a técnica cirúrgica utilizada para tratamento coledocolitíase em mulher de 52 anos no Serviço de Cirurgia Geral do Hospital Universitário cajuru, Curitiba (PR). Esta paciente apresentava dor em hipocôndrio direito há 12 dias, associado a acolia, colúria e icterícia. Em sua investigação, observou-se enzimas canaliculares aumentadas e ultrassonografia com dimensão coledoceana de 1,2 cm com presença de cálculo em seu interior com 0,8 cm de diâmetro. Realizado exploração de vias biliares por videolaparoscopia, conforme demosntrado neste vídeo. Apresentação: Vídeo Livre

Apresentação: Vídeo Livre 216 - ESOFAGECTOMIA TRANSHIATAL VIDEOASSISTIDA ANDRÉ BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); NILTON ARANHA (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); BRANDALISE (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS); CLAUDIA LORENZETTI (HOSPITAL CENTRO MÉDICO CAMPINAS)

219 - CORREÇÃO VIDEOLAPAROSCÓPICA DE PERFURAÇÃO DE DUODENO DURANTE COLECISTECTOMIA POR COLECISTITE AGUDA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); KARLA BUENO ABUJAMRA ÁVILA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE LUZARDO


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BRITES NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSE SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU)

RESUMO Apresentamos neste video, uma complicação intra operatória em um dos pacientes do Serviço de Cirurgia Geral do Hospital Universitário Cajuru, Curitiba (PR). Homem de 72 anos, procura nosso serviço de emergência com queixa de dor abdominal difusa, com piora em hipocôndrio direito, com 72 horas de evolução. Ao exame observou-se Sinal de Murphy positivo. Ao ultrassom, foi visualizado vesícula biliar com espessura de 5mm e líquido pericolecístico, sugerindo um quadro de colecistite agura. Durante a colecistectomia laparoscópica, ocorreu uma perfuração acidental do duodeno devido a dificuldade encontrada no procedimento pelo processo inflamatório instalado. Demonstramos neste video, a colecistectomia laparoscópica e o tratamento desta lesão duodenal. Apresentação: Vídeo Livre 220 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA COM APENAS DOIS TROCARTES ELTON FRANCISCO NUNES BATISTA (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); GUSTAVO ADOLFO PAVAN BATISTA (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); CARLOS ALBERTO DE CASTRO FAGUNDES (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); CRISTIANO DE SOUZA PINTO (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA); ELTON FRANCISCO PAVAN BATISTA (CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE - CIAS UNIMED VITÓRIA)

tado do primeiro acesso até a liberação da vesícula ficou entre 15 e 65 minutos, basicamente o mesmo tempo médio gasto com acessos múltiplos para o nosso padrão de habilidade e destreza cirúrgicas. A tentativa de realizar a operação com dois trocartes não desobriga o cirurgião de acrescentar mais uma ou duas punções caso isto se torne necessário em casos de insegurança, dificuldade ou outras necessidades. Evidente que seguindo o princípio da curva de “aprendizado”, o cirurgião terá menos insucesso e complicações aplicando esse conceito e realizando acessos adicionais em caso de dúvida ou necessidade. Apresentação: Vídeo Livre 221 - REOPERAÇÃO LAPAROSCÓPICA DE FUNDOPLICATURA ALCIDES BRANCO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA -CURITIBA PR); WILLIAN KONDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA CURITIBA PR); JOÃO ANTONIO SCHEMBERK JUNIOR (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); ANDRE GUBERT WEISS (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR); EDIALA KOSMA (HOSPITAL CRUZ VERMELHA - CURITIBA PR)

RESUMO A fundoplicatura laparoscópica para tratamento do refluxo gastro esofagico é um dos procedimentos mais realizados no meio cirúrgico. Por isso mesmo a cada dia tem aumentado o numero de casos de pacientes com recidiva do refluxo por falha da cirurgia previa. Neste video mostramos casos de reoperação laparoscópica de hernia de hiato previa.

RESUMO Apresentação: Vídeo Livre COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA COM APENAS DOIS TROCARTES ELTON FRANCISCO NUNES BATISTA, GUSTAVO ADOLFO PAVAN BATISTA, CARLOS ALBERTO CASTRO FAGUNDES, CRISTIANO DE SOUZA PINTO & ELTON FRANCISCO PAVAN BATISTA CIAS - Centro Integrado de Atenção a Saúde (Hospital da Unimed Vitória) INTRODUÇÃO: A laparoscopia avançou nas indicações, nas táticas e na solução de grandes problemas cirúrgicos. Todas as inovações passam pela colecistectomia. Experimentações com táticas menos invasivas da parede abdominal como NOTES e o “Single Port” são Tema habituais de Congressos. Com exagero, caberia afirmar: o que funciona na colecistectomia pode ser útil para outras operações. OBJETIVO E MÉTODO: Nessa linha de redução de incisões abordamos com entusiasmo a colecistectomia com apenas dois trocartes. Esses acessos se restringem ao umbigo e região subxifóide, com resultado estético excelente para satisfação de pacientes e médicos. No início da casuística evitou-se realizar o procedimento na possibilidade de múltiplas aderências e também na colecistite aguda. Agora já não utilizamos tanto a seleção para pacientes com sobrepeso e em casos de inflamação não complicada. A colangiografia per-operatória realizada em um caso também já ficou demonstrada que é perfeitamente exeqüível. RESULTADO: Já com 80 pacientes operados, a seleção não tem mais passado pelo fator obesidade, e o paciente mais pesado era normolíneo e tinha 110 kg de peso. Além das pequenas cicatrizes e redução da dor, outro aspecto positivo é a implementação da habilidade cirúrgica. Quando se opera da forma laparoscópica tradicional com quatro trocartes, a operação parece tornar-se ainda muito mais simples fácil e rápida. CONCLUSÃO: Nos atuais 80 pacientes realizou-se o procedimento com a segurança praticada com acessos múltiplos. Em 17 deles, com peso entre 75 e 110 kg também não houve conversão ao método tradicional de três ou quatro trocartes. O tempo con-

222 - COLEDOCODUODENOSTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA NO TRATAMENTO DA COLEDOCOLITÍASE COM VIA BILIAR PRINCIPAL MAIOR DE 20 MM NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLÓ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); SAMI NAKADOMARI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU)

RESUMO Neste vídeo é apresentado caso de coledocolitíase associado a dilatação acentuada da via biliar principal, de cerca de 20 mm. Uma vez tendo-se o diagnóstico pré-operatório, e tratando-se de paciente idosa, foi optado por coledocoduodenostomia videolaparoscópica, sem uso de aparatos especiais. Tenta-se desmistificar o conceito pré-formado de complexidade associado ao procedimento, ficando clara a factibilidade em sua realização. Apresentação: Vídeo Livre 223 - GASTROENTEROANASTOMOSE VIDEOLAPAROSCÓPICA PALIATIVA NO TRATAMENTO DO ADENOCARCINOMA DUODENAL AVANÇADO NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEANDRO BILLÓ (HOS-


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PITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); ALLAN CARDOSO MOTTER (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU)

RESUMO Neste vídeo é apresentado caso de adenocarcinoma duodenal de terceira porção, sem envolvimento da via biliar distal, apresentando o paciente quadro de oclusão duodenal secundária Uma vez tendo-se o diagnóstico pré-operatório da irressecabilidade do tumor (estadio clínico IV por metástase pleural), confirmado por achados intraoperatórios (implantes peritoneais e ascite com citologia positiva para malignidade), foi optado pela derivação gastroentérica laparoscópica paliativa, sem uso de aparatos especiais. Tenta-se desmistificar o conceito pré-formado de complexidade associado ao procedimento, ficando clara a factibilidade em sua realização. Apresentação: Vídeo Livre 224 - TRATAMENTO CIRÚRGICO VIDEOLAPAROSÓPICO DO ABDOME AGUDO OCLUSIVO POR ADERÊNCIAS NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LEONARDO LÓPEZ MORA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); BEATRIZ FORMIGHIERI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU)

RESUMO Neste vídeo é apresentado caso de caso de abdome agudo oclusivo por aderências (pós-operatório tardio de laparotomia por FAF abdominal), em paciente com falha do tratamento clínico. Uma vez tendo-se o diagnóstico pré-operatório, foi optado pela abordagem videolaparoscópica, sem uso de aparatos especiais. Tenta-se desmistificar o conceito pré-formado de complexidade associado ao procedimento, ficando clara a factibilidade em sua realização. A dificuldade relacionada classicamente a esta operação, tornando-a uma das últimas fronteiras na curva de aprendizado da laparoscopia no abdome agudo, é mostrada aqui como sendo contornável, através de abordagem sisTema tizada, com materiais convencionais. Apresentação: Vídeo Livre 225 - RECONSTRUÇÃO DE TRÂNSITO COLÔNICO VIDEOLAPAROSCÓPICA NERTAN LUIZ TEFILLI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); LUIZ CARLOS VON BAHTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ SAMPAIO NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ FERNANDO PEREIRA RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); DAVID HURTADO ROJAS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU); JOSÉ GOMES DE CASTRO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU)

RESUMO Neste vídeo é apresentado caso de reconstrução de trânsito colônico videolaparoscópica, em paciente com múltiplas cirurgias abdominais prévias e com colostomia terminal e fístula mucosa distal. Uma vez tendo-se o estudo complementar pré-operatório, foi optado pela abordagem videolaparoscópica, sem uso de aparatos especiais. Tenta-se desmistificar o conceito pré-formado de complexidade associado ao procedimento, ficando clara a factibilidade em sua realização. A dificuldade relacionada classicamente a esta operação, é mostrada aqui como sendo contornável, através de abordagem sisTema tizada, com materiais convencionais.

Apresentação: Vídeo Livre 226 - ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA COM TÉCNICA DE BAIXO CUSTO: VÍDEO LIVRE COM DEMONSTRAÇÃO DA TÉCNICA PABLO TRINDADE DE SOUZA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); HENRIQUE NEUBARTH PHILLIPS (HOSPITAL MIGUEL COUTO); SILVIO HENRIQUES CUNHA NETO (HOSPITAL MIGUEL COUTO); ROBERTO FROTA PESSOA (HOSPITAL MIGUEL COUTO); RICARDO ZORRON (HOSPITAL MIGUEL COUTO)

RESUMO RESUMO Objetivo: Exibir o vídeo de uma Esplenectomia Videolaparoscópica, com técnica cirúrgica mais simples e menos dispendiosa, com materiais acessíveis, facilitando sua aplicação na rede pública hospitalar. Métodos: Os autores apresentam uma técnica com abordagem completamente lateral, utilizando três trocartes (02 de 10mm e 01 de 5mm), ligadura com fio do hilo esplênico, sem o uso de materiais onerosos como grampeadores vasculares ou energias alternativas, utilizada em um estudo prospectivo de pacientes com doença hematológica de indicação cirúrgica eletiva. Resultados: Apresentação de dados prospectivos incluindo complicações intra e pós operatórias, tempo operatório, tempo de internação, complicações e resposta hematológica à cirurgia. Conclusões: O estabelecimento de um procedimento cirúrgico mais simples e menos dispendioso, quando bem indicado e realizado por cirurgiões especializados em técnicas laparoscópicas avançadas, é segura e efetiva, permitindo sua aplicabilidade rotineira em hospitais públicos de referência. Apresentação: Vídeo Livre 227 - PERITONITE ENCAPSULANTE: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO POR VIDEOLAPAROSCOPICA ADRIANO ZUARDI USHINOHAMA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); ALBERTO BITRAN (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); RENATO SILVEIRA LEAL (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); JESSÉ AUGUSTO CASTRO NASCIMENTO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); CELSO OLIVEIRA BERNINI (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III); EDIVALDO MASSAZO UTIYAMA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO CLÍNICA CIRÚRGICA III); SAMIR RASSLAN (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - CLÍNICA CIRÚRGICA III)

RESUMO Paciente de 52 anos, do sexo feminino, procurou o ambulatório de Cirurgia Geral do Hospital das Clínicas da USP com história de múltiplas internações prévias em outros serviços devido a vômitos recorrentes, biliosos e com restos alimentares, associados a distensão abdominal pós-prandial. Relatava que convivia com esses sintomas há 10 anos e apresentava melhora após jejum. Negava dor abdominal, emagrecimento, alteração do hábito intestinal, hematêmese ou melena. Hipertensa e com história pregressa de histerectomia e apendicectomia há 12 anos. Pessoa de hábitos saudáveis, negava etilismo, tabagismo ou qualquer vício predisponente a doenças degenerativas. No exame físico apresentava apenas cicatrizes de incisões cirúrgicas prévias (Pfannenstiel e McBurney). Seus exames laboratoriais apresentavam-se dentro da normalidade. Seguiu-se a investigação com


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endoscopia digestiva alta que observou apenas gastrite crônica enanTema tosa antral com pesquisa para Helicobacter pylori negativa. A tomografia computadorizada de abdome observou distensão de alças jejunais com espessamento, distorção mesenterial do jejuno associada a pequena coleção no mesentério retroumbilical, medindo cerca de 1,7 cm, a partir deste segmento as alças apresentam calibre habitual e com boa opacificação pelo meio de contraste via oral até o cólon. O aspecto sugeria mecanismo sub-oclusivo secundário a brida. Foi indicado laparoscopia exploratória. Os achados intra-operatórios foram de pseudocapsula (peritonite encapsulante) envolvendo segmento de jejuno e múltiplas bridas entre alças de delgado. Foi realizada a ressecção da cápsula e lise de bridas com soltura das alças de delgado desde o Treitz até válvula ileo cecal. Encaminhada a peça para patologia. A paciente recebeu alta hospitalar no quarto dia pós-operatório e segue assintomática em acompanhamento ambulatorial. A anatomia-patológica mostrou cápsula intestinal, medindo 7 x 4 x 2cm, com fibrose e mesotélio reativo com focos de hemorragia em tecido fibroadiposo. Os autores discutem as particularidades do caso, que incluem a raridade da apresentação, bem como apresentam vídeo da ressecção. Apresentação: Vídeo Livre 228 - CARCINOMA HEPATOCELULAR EM PACIENTE CIRRÓTICO: RESSECÇÃO CIRÚRGICA ROBÓTICA BEN-HUR FERRAZ-NETO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); SERGIO PAIVA MEIRA-FILHO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); HIDALGO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); MARCELO BRUNO REZENDE (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); SCHRAIBMAN (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); REGO COELHO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ROGÉRIO CARBALLO AFONSO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN)

RESUMO O carcinoma hepatocelular é a quinta variedade de câncer mais comum no mundo, sendo responsável por cerca de 500 mil mortes anualmente. Tanto a ressecção cirúrgica quanto o transplante de fígado são modalidades de tratamento consideradas curativas para este tipo de neoplasia, com resultados que se apresentam melhores nos últimos anos em razão do diagnóstico precoce da doença e de novas técnicas e modalidades cirúrgicas. Neste ínterim, a utilização de videocirurgia e mais recentemente da cirurgia robótica na ressecção desses tumores, tem representado um papel de destaque, principalmente quando se leva em consideração que há limitação no número de transplantes de fígado em função da escassez de doadores de órgãos em nosso meio. Apresentamos no vídeo, casos de pacientes portadores de cirrose hepática, sem complicações clínicas provenientes de hipertensão portal e com exames denotando classificação de ChilPugh A submetidos à ressecção hepática segmentar para tratamento de carcinoma hepatocelular através de cirurgia robótica vídeo-assistida, com bom resultado pós-operatório. Em conclusão, acreditamos que a cirurgia robótica pode ser considerada como boa opção no tratamento curativo do carcinoma hepatocelular em paciente selecionados. Apresentação: Vídeo Livre 229 - RETIRADA DE VESÍCULA REMANESCENTE POR VÍDEOLAPAROSCOPIA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO

FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA DA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO)

RESUMO Introdução: Dor persistente e recorrente após colecistectomia tem sido um dilema diagnóstico e terapêutico. Ela pode ter etiologias diferentes desde neurite intercostal, síndrome do intestino irritável até a possibilidade de doença biliar. Dentre as fontes de biliares de dor após colecistecomias está a vesícula remanescente. Relato do caso: Paciente de 29 anos, sexo feminino, apresentava dor de forte intensidade em epigástrio e hipocôndrio direito após colecistectomia aberta realizada há 2,5 anos, associada a episódios eméticos, ictéricia e colúria. Referia episódios semelhantes a cada 2-3 meses. Sem febre e acolia feca. Ao Ultrassom, apresentou vesícula biliar remanescente, de paredes espessadas, com diminutos cálculos em seu interior. Ressonância de vias biliares mostrou existência de vesícula biliar com imagens sugestivas de cálculos no seu interior. A paciente foi submetida a uma colecisctectomia videolaparoscópica e colangiografia intra-operatória onde descobriu-se a existência de remanescente de vesícula o qual foi retirado. A paciente evoluiu com melhora do quadro geral e alta hospitalar do serviço no dia seguinte sem maiores intercorrências. Discussão: A recorrência de sintomas antecedentes à colecistectomia pode ocorrer em mais de 30% dos pacientes e sendo devido, geralmente, a doenças não biliares. Entretanto uma busca por doenças biliares deve ser realizada quando os sintomas sugerirem fortemente ser de etiologia biliar. Muitos exames podem identificar não uma vesícula remanescente, mas sim a vesícula, e a hipótese dela ser remanescente crescer a partir do momento em que a paciente já fez a colecistectomia. Há múltiplas razões porque a vesícula remanescente ou o cálculo no ducto cístico pode ser ignorado. Por exemplo, se a junção do ducto cístico com a vesícula não é identificada corretamente, há uma grande possibilidade de se deixar uma porção da vesícula. Esse é um problema potencial, tanto na cirurgia aberta como na laparoscópica e, talvez, mais comum na presença da colecistite aguda, onde a anatomia pode ser de difícil definição. Falha na excisão completa da vesícula pode encaminhar problemas mais imediatos de um vazamento biliar em uma vesícula remanescente mal cerrada. Portanto, além da atenção à anatomia, a utilização de exames per-operatórios como a colangiografia, é necessário para reduzir a freqüência dessa complicação. Conclusão: Vesículas remanescente contendo cálculos podem ser a causa de dor póscolecistecotmia. Recolecistectomia constitui o tratamento definitivo para qualquer vesícula residual remanescente e pode ser realizada laparoscopicamente. Apresentação: Vídeo Livre 230 - RETIRADA DE BASKET ENDOSCÓPICO EM COLÉDOCO COM CONFECÇÃO DE COLEDOCODUODENOSTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO)

RESUMO Objetivo: Demonstrar um caso de retirada de basket endoscópico em colédoco, com confecção de coledocoduodenostomia em um


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mesmo tempo. Materiais e métodos: Levantamento dos dados do prontuário do paciente e captura das imagens da cirurgia por software de computador conectado ao aparelho de vídeo. Resultados: Paciente de 39 anos com colecistectomizada há 8 anos, apresentando quadro clínico de coledocolitiase foi submetida a pancreatocolangiografia endoscopica retrógada com grande cálculo em colédoco, sendo utilizado basket endoscópico para sua fragmentação, que ficou preso em colédoco. Foi então indicado uma videolaparoscopia para correção do problema. Paciente foi submetida a anestesia venosa total, confeccionado pneumoperitoneo aberto. Foram utilizado 3 trocarters, um de 10 mm em cicatriz umbilical, 2 de 5 mm, um em cada hipocôndrio. Há via um grande bloqueio em topografia de colédoco que foi desfeito, abertura do colédoco com retirada de cálculo e basket endoscópico. Foi confeccionado uma coledocoduodenostomia com PDS 2 -0 sutura contínua e deixado um dreno. Conclusão: A coledocoduodenostomia tornou-se um procedimento menos freqüente nos dias de hoje pelo acesso aos métodos de imagem e a abordagem endoscópica da via biliar tanto para litíase quanto para neoplasia, ganhando um campo importante da cirurgia. Entretanto, a coledocoduodenostomia neste caso foi utilizada para corrigir o insucesso do procedimento endoscópico, que é na verdade sua melhor indicação. Apresentação: Vídeo Livre 231 - PANCREATECTOMIA DISTAL COM PRESERVAÇÃO DO BAÇO POR VIDEOLAPAROSCOPIA GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO)

RESUMO Objetivo: Demonstrar o uso da videolaparoscopia para ressecção de cauda de pâncreas com preservação do baço Materiais e métodos: Levantamento dos dados do prontuário do paciente e captura das imagens da cirurgia por software de computador conectado ao aparelho de vídeo. Resultados: Paciente 52 anos , portadora de pancreatite crônica não alcoolica, IMC de 28 kg/m2, apresentando dores abdominais. Foi indicada a realização de uma pancreatectomia distal por vídeolaparoscopia. Não apresentava nenhuma comorbidade, e não usava medicamentos de uso crônico, apenas analgésicos e anti-espasmodicos. Foi submetida a anestesia venosa total, e confeccionado pneumoperitoneo pela técnica aberta. Foram introduzidos: 1 trocarter de 11mm na cicatriz umbilical, 2 de 5 mm (1 em flanco direito e outro em flanco esquerdo) e 1 de 5mm lateralmente ao trocarter em flanco esquerdo. Após secção do ligamento gastro-esplenico e dos vasos curtos, pode-se levantar o estômago em direção ao fígado e exposição do espaço retrogástrico onde se localiza o pâncreas. Na borda superior do pâncreas foi dissecado e identificado a artéria e veia esplênica. Durante sua divisão do pâncreas com energia ultrassonica, houve lesão da veia esplênica, porém não se conseguiu preservá-la. Entretando a lesão puntiforme em artéria esplênica foi reparada. Com bisturi ultrassonico foi seccionado o pâncreas cuja área cruenta foi suturada com PDS 2-0. Ao final da cirurgia que durou 1hora e 50minutos, não se evidenciou alterações macroscópicas de perfusão do baço. A paciente ficou com dreno sendo retirado após 10 dias, sem desenvolvimento de fistula biliar. Não houve necessidade de hemotransfusão, recebeu a dieta liquida total no 2º. dia e livre no 4º. Dia. Recebeu

alta com amilase tocada, porém assintomática . Conclusão: A maioria dos estudos com pacientes que se submetem a pancreatectomia distal com preservação do baço em cirurgia para neoplasia mostra o beneficio da preservação do baço com excisão da artéria e veia esplênica. Como a patologia era de etiologia inflamatória, não havia a necessidade de secção dos vasos esplênicos, que iriam ser preservados. Entretanto, mesmo a secção da veia esplênica de forma acidental não comprometeu a perfusão do baço por uma alteração em sua drenagem venosa. O custo excessivo dos grampeadores lineares laparoscópicos forçou o emprego da sutura contínua da borda cruenta associado ao uso de cola de fibrina. A utilização do bisturi ultrassonico e do ligasure juntamente com dissecção e hemostasia cuidadosas favoreceu a ressecção pancreática distal sem necessidade de conversão. Apresentação: Vídeo Livre 232 - BEZOAR COMO CAUSA DE SEMI – OBSTRUÇÃO INTESTINAL EM PÓS –OPERATORIO DE GASTROPLASTIA ABERTA – ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CAMILA DA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS)

RESUMO Objetivos: Demonstrar a abordagem por videolaparoscopia de caso de semi-obstrução intestinal tendo como causa bezoar em pós-operatorio de gastroplastia aberta. Materiais e métodos: Levantamento dos dados do prontuário do paciente e captura das imagens da cirurgia por software de computador conectado ao aparelho de vídeo. Resultados: paciente 38 anos , sexo feminino, cor negra, portadora de IMC de 42kg/m2, sem comorbidades submetida a gastroplastia a Capella convencional apresentou no 15º. De pós-operatório vômitos persistentes em pequena quantidade que melhoram cólicas abdominais de forte intensidade. Exame contrastado não realçava y de roux e segmentos distais ao mesmo. Foi então realizado uma laparoscopia diagnostica. Foram colocados um trocarter de 10 mm em epigastro e 3 de 5mm sendo um no hipocôndrio direito , o segundo no hipocôndrio esquerdo e o terceiro no flanco esquerdo. Existia um bloqueio no abdome superior, aderência de alças com o grande omento e segmento de delgado distendido. Foi desfeito as aderências frouxas por dissecção romba com a ponta da tesoura ultrassonica e aspirador e seccionado e coagulado as aderências firmes. Após lise das aderências foi corrido alça verificando outras aderências firmes, distensão de segmento de delgado até o y de roux que apresentava-se bastante distendido e um ligeiramente rotacionado. Durante a manipulação da alça pós y de roux notou-se sensação tátil de algo sólido dentro deste segmento de delgado com ruptura da parede que encontrava-se friável. Utilizou-se uma pinça de apreensão para evitar o extravasamento de conteúdo contaminado e exteriorizou-se o segmento lesado por tração do mesmo pelo portal que foi ampliado. Durante a abertura da alça foi evidenciado um bezoar com foi extraído e confeccionado manualmente um novo y de roux´e drenado a cavidade. Paciente teve alta no 4º. Dia de Pós-operatório assintomática, aceitando bem a dieta liquida total , sem dor e sem vômitos. Foi acompanhada até o sexto mês


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com perda adequada do excesso de peso, sem complicações obstrutivas. Conclusão: A gastroplastia a capella convencional é um método universalmente aceito para tratamento da obesidade severa. O avanço para cirurgia laparoscópica ainda não chegou a todos os centros pelo aumento considerável dos custos principalmente com relação a utilização de descartáveis e pelo alto nível de treinamento e esforço das anastomoses totalmente manuais por laparosocopia. Diversas são as causa de semi-obstrução intestinal no pós-operatorio de gastroplastia entre elas estenose da anastomose gastrojejunal, hérnias internas, torção do y de roux, bridas e aderências e bezoares. A laparoscopia para obstrução intestinal alta é factível pois permite a visualização adequada das estruturas com pouca dificuldade e permitir correr alça para identificar o ponto de obstrução e seu agente , principalmente nas fases mais precoces. A dissecção e lise das aderências de forma laparoscopica, a redução e ganho de tempo com a confecção da anastomose manual do y de roux por falta de grampeador laparoscopico e a diminuição da contaminação pela extração da alça acometida foram decisivos para os resultados positivos deste caso. A abordagem laparoscópica após cirurgia aberta de grande porte é desafiadora e necessita de paciência, habilidade e senso crítico do cirurgião. Apresentação: Vídeo Livre 233 - REDUÇÃO E REPARO LAPAROSCÓPICO DE EMERGÊNCIA DE UM VOLVO GÁSTRICO INTRATORÁCICO APÓS FUNDOPLICATURA DE NISSEN GUSTAVO LOPES DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO); FLÁVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO)

RESUMO Objetivo: Este relato objetiva demonstrar a factibilidade e segurança do tratamento laparoscópico de emergência de uma Hérnia Paraesofágica Gigante associada a um volvo gástrico intratorácico. O volvo gástrico intratorácico é uma complicação incomum após uma fundoplicatura laparoscópica à Nissen. Nesta condição, o estômago apresenta uma torção organoaxial ou mesenterioaxial na cavidade torácica conseqüente a uma dilatação ou ruptura do hiato diafragmático. Material e Métodos: Um paciente de 49 anos com doença do refluxo gastroesofágico, apresentando esôfago de Barrett, foi tratado com uma fundoplicatura a Nissen laparoscópica. Doze horas após o procedimento cirúrgico, ele apresentou crises repetidas de vômito e fortes dores no hemitorax esquerdo, sendo hospitalizado com suspeita de infarto agudo do miocárdio. Após radiografia torácica, foi confirmado o diagnostico de um volvo gástrico ocupando todo hemitórax esquerdo. O paciente foi submetido a uma redução laparoscópica do volvo e reconstrução do hiato diafragmático em caráter de emergência. Resultados: O procedimento cirúrgico transcorreu sem intercorrências ou complicações e após 72 horas o paciente recebeu alta, permanecendo assintomático por seis meses. No segundo mês de pós-operatório, foi realizada uma endoscopia de controle, que verificou a ausência de hérnia hiatal ou refluxo gastroesofágico. Seis meses após a cirurgia, o paciente voltou sintomático e começou a usar esomeprazol. Um ano após a cirurgia, o paciente retornou ainda sintomático, apesar do uso do IBP, e submeteu-se a uma nova cirurgia anti-refluxo. Um ano após essa segunda cirurgia, ele retornou para consulta controle completamente assintomático. Conclusões: Procedimentos laparoscópicos de complexidade cada vez maior têm

sido realizados com sucesso por diversas equipes cirúrgicas. É factível e seguro tratar uma hérnia paraesofágica gigante associada a um volvo gástrico intratorácico por laparoscopia de emergência. Apresentação: Vídeo Livre 234 - DERIVACION BILIODIGESTIVA LAPAROSCOPICA MIRIZZI IV JUAN ANTONIO HERRERA MATTA (HOSPITAL DE POLICIA); CESAR NAGATOME MIYASHIRO (CLINICA SAN GABRIEL); RICARDO PEREZ SOBERO

RESUMO Paciente mujer de 54 años que ingresa al hospital por dolor epigástrico, ictericia y fiebre. Se hacen los estudios correspondientes y se llega al diagnóstico de vesícula escleroatrófica, dilatación de las vías biliares y probable coledocolitiasis. Se realiza Colangioresonancia y se diagnostica probable síndrome de Mirizzi IV el que es corroborado por PCRE que se realiza de inmediato , no pudiendo extraer cálculo de 2 cms en vía biliar colocando un stent. Se da tratamiento antibiótico y después de 8 semanas entra a sala de operaciones para realizar una derivación biliodigestiva en Y de Roux como tratamiento definitivo. La operación se inicia con la disección de la vesícula siendo esta difícil por la textura aumentada de los tejidos, se logra identificar la vía biliar proximal y distal y se incide la vesícula sobre el cálculo, se logra comprobar el síndrome de Mirizzi, al seccional el remanente vesícula para realizar la derivación aparece el hepático derecho a través de la pared posterior de la vesícula en una posición no esperada, al terminar la sección de la vesícula también se nota la presencia de un canalículo segmentario VI y VII que desemboca en la cara posterior de la vesícula y que por su diámetro es incluida en la anastomosis la que se realiza totalmente laparoscópica con ayuda de autosuturas para la parte intestinal y con surget de prolene 4/0, dejando un drenaje a presión negativa dando por terminada la operación. Apresentação: Vídeo Livre 235 - COLEDOCO DUODENO ANASTOMOSIS VIDEOLAPAROSCOPICA MARCUCCI GUSTAVO (SANATORIO DE LA MUJER); LAVALLEN GUSTAVO (SANATORIO DE LA MUJER); MORANDI SEBASTIAN (SANATORIO DE LA MUJER); BORGATELLO NICOLAS (SANATORIO DE LA MUJER); NACUSSE EDUARDO (SANATORIO DE LA MUJER)

RESUMO El abordaje de la patlogia biliar compleja permite la resolcion de a litiasis coledociana por vía laparoscopica, en este caso mostramos la realización de coledocoduodeno anstomosis posterior a paciente con pan litiasis coledociana diagnosticada clínicamente y por Rnm. Posatrior identificación del calot ligadura de la arteria cistica,mostramos coledoco distal , coledocotomia y exploración biliar con forgaty, canastilla y lavado ,liberacion del duodeno aproximación al coledoco, apertura duodeno fijación del extremo derecho para tración, realizamos un a sutura continua con material reabsorbibles 3-0 en cara posterior y cara anterior en 2 planos, a posterior una colangiografia por el cistico nos permite el control de la anatomosis, y la no fuga del contraste la cirugía termina con la extracción de la vesicula y los calculos y colcacion de drenaje.La indicación es la misma que por via convencional con los beneficios de la minima cirugia.


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Apresentação: Vídeo Livre 236 - VAGOTOMIA TRANSTORÁCICA REGIS SANTANA CUNHA DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); PAULO HENRIQUE PALUDO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); JÚLIA REZENDE SCHLINZ (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); RENATO ABRANTES LUNA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); PEDRO PEDER PORTARI FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); AGOSTINHO MANUEL DA SILVA ASCENÇÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO)

RESUMO Paciente masculino, com 44 anos de idade, hipertenso controlado; referindo dor na região epigástica em queimação com irradiação para região dorsal, sem relação com a alimentação, com evolução de aproximadamente 2 anos. Internado em outro serviço em junho de 2009 por apresentar dor abdominal de moderada intensidade, que evoluiu com piora significativa e após exames clínicos e complementares foi diagnosticado pancreatite. Recebeu alta com melhora parcial e, após 3 dias, foi internado na 3ª enfermaria, Clínica Cirúrgica B do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, com quadro de dor abdominal. Durante a internação apresentou quadro de hematêmese e melena. Submetido a endoscopia digestiva alta foi diagnosticado úlcera tenebrante em antro gástrico. Necessitou de intervenção cirúrgica de urgência sendo realizada gastrectomia subtotal (antrectomia) com reconstrução a Billroth II, optando-se por realizar vagotomia troncular em um segundo tempo operatório. Apresentou boa evolução pós operatória e alta precoce. Durante acompanhamento ambulatorial submeteu-se a nova endoscopia digestiva alta, realizada em setembro de 2009, que evidenciou gastrectomia subtotal com reconstrução a Billroth II e úlcera de jejuno; resultado do estudo anatomopatológico da peça cirúrgica: hiperplasia glandular da mucosa ao lado de edema, congestão vascular e infiltrado inflamatório linfocitário. Ausência de malignidade. Em março de 2010 durante consulta de acompanhamento, o paciente se queixou de persistência dos sintomas de dor abdominal epigástrica em queimação, foi internado em abril para realização de vagotomia troncular torácica videotoracoscópia sem intercorrências, recebendo alta no dia seguinte. Apresentação: Vídeo Livre 237 - PANCREATECTOMIA DISTAL POR INSULINOMA JUAN ANTONIO HERRERA MATTA (HOSPITAL DE POLICIA); JUAN JAIME HERRERA MATTA; RICARDO PEREZ SOBERO

monopolar reaizando luego sutura del extremo cruento con prolene 2/0, revisión de hemostasia y drenaje por contrabertura. Evolución post operatoria favorable. Estudio anatomopatológico demostró la presencia de un insulinoma asintomático al momento de la operación. Apresentação: Vídeo Livre 238 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO PARA PERFURAÇÃO ESOFÁGICA IATROGÊNICA RICARDO BRASIL MENDES NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); LINCOLN RANGEL MEDEIROS TEIXEIRA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ)

RESUMO INTRODUÇÃO: A perfuração esofágica é uma situação grave, com uma mortalidade elevada. A causa mais comum de perfuração esofágica é a perfuração iatrogênica secundária a procedimentos endoscópicos diagnósticos e terapêuticos. Outras etiologias são ruptura espontânea, trauma, ingestão de corpo estranho e, mais raramente, tumores, ingestão de substâncias cáusticas, esofagite severa, lesão por medicamento retido e complicação de intubação orotraqueal. RELATO DE CASO: A.S.M, 61 anos de idade,casado,natural e residente de miracemarj,encaminhado ao serviço de cirurgia geral do HSJA com quadro de suspeita de perfuração esofágica após tentativa de dilatação endoscópica por balão devido a estenose péptica,sendo investigado com radiografia de tórax com contraste iodado,evidenciando extravazamento de contraste em terço inferior de esôfago próxima ao cárdia.com isso foi proposta a identificaçào e a rafia em 02 planos por videolaparoscopia com fundoplicatura a nissen. Apresentação: Vídeo Livre 239 - DERIVAÇÃO BILEODIGESTIVA LAPAROSCÓPICA RICARDO BRASIL MENDES NUNES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RENAM CATHARINA TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); ARTHUR PIMENTEL MATHIAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); RODOLFO ANDRADE TORRES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ)

RESUMO RESUMO Se trata de un paciente de 32 años, quien acude al hospital por un chequeo rutinario, completamente asintomático, en ecografía se encuentra sospecha de tumoración pancreática por lo que se pide una Resonancia Magnética de abdomen donde se confirma la presencia de tumos de 2 x 2 cms en cara inferior entre cuerpo y cola pancreática. Se decide la cirugía laparoscópica para resecar el páncreas distal, se inicia con abordaje de la transcavidad, posteriormente disección de la grasa peripancreática iniciándola en el borde inferior y continuando por su cara dorsal hasta tenerlo bastante libre. Elevando el cuerpo se llega a la vena esplénica la que se diseca de la cara dorsal del páncreas. La arteria se diseca por el borde superior del pásncres tomando como guía la arteria gástrica izquierda logrando separar ambos vasos asteria y vena esplénica con la ayuda de un dren de penrose hasta dejarlo libre completamente. Se realiza la sección parenquimal con cauterio

INTRODUÇÃO: As derivações bileodigestivas laparoscópicas (DBDL), são indicadas para pacientes com coledocolitíase com dilatação do ducto biliar comum maior que 1,5 cm, estenoses distais e tumores peri-ampulares não ressecáveis. OBJETIVO: Relatar a experiência e os resultados do HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ. MÉTODO: No período de Junho de 1993 a Março de 2010 foram realizadas 77 DBDL. Analisadas as patologias que indicaram o procedimento, o tempo cirúrgico, as conversões, complicações pós-operatórias,morbidade e mortalidade. RESULTADOS: Foram realizadas 77 DBDL sendo 65% do sexo feminino, com idade entre 40 e 82 anos. Noventa e quatro por cento destas foram submetidas a coledocoduodenostomia os demis a hepaticojejunostomia. CONCLUSÃO: A DBDL mostra-se capaz de reproduzir os princípios da cirurgia convencional com morbi-mortalidade aceitável somado aos benefícios da cirurgia minimamente invasiva.


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Apresentação: Vídeo Livre 240 - CORREÇÃO POR LAPAROSCOPIA DE LESÃO DE VIA BILIAR PÓS-COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA GUSTAVO L. CARVALHO (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E CLÍNICA CIRÚRGICA VIDEOLAPAROSCÓPICA GC); REBECA GONÇALVES ROCHA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); DIEGO LAURENTINO LIMA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); CAMILA ROCHA CRUZ (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); FLAVIO AUGUSTO MARTINS FERNANDES JUNIOR (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); EDUARDO FELIPE DE CARVALHO CHAVES (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS); JOSÉ SÉRGIO NASCIMENTO DA SILVA (UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS)

RESUMO Objetivo: Demonstrar um caso de correção por laparoscopia de lesão de via biliar pós-colecistectomia laparoscópica. Materiais e métodos: Levantamento dos dados do prontuário do paciente e captura das imagens da cirurgia por software de computador conectado ao aparelho de vídeo. Resultados: Paciente no 4º. dia de colecistectomia por vídeo apresentando dor abdominal, febre e icterícia. Na ultrassonografia com grande quantidade de líquido na cavidade. Não foi visualizado a vesícula nem o colédoco. Foi indicada uma videolaparoscopia diagnóstica. Paciente foi submetida a anestesia venosa total com confecção de pneumoperitoneo pela técnica aberta. Foram colocados 4 trocarteres: um em cicatriz umbilical 10 mm, um em hipocôndrio esquerdo e outro em hipocôndrio direito 5 mm e um quarto em epigastro.Encontrou-se grande quantidade de coleperitôneo Foi desfeito o bloqueio em região do hilo hepático por dissecção e identificação de abertura em colédoco com extravasamento de bile e ligadura com clipe do cístico acima. Com PDS 2-0 foi feito rafia da lesão do colédoco e foi irrigada a cavidade com soro fisiológico e aspirado . Introduzido dreno em cavidade. A paciente evoluiu com aceitação de dieta com 36 horas, teve alta com 48 horas e retirou o dreno com uma semana, sem fístula biliar. Conclusões: As lesões iatrogênicas das vias biliares são amplamente descritas na literatura. A abordagem laparoscópica permite o diagnóstico e o reparo das lesões de vias biliares. O reparo de pequenas lesões com rafia do mesmo é uma forma de correção que pode ser empregada de forma segura, em alguns casos. Neste caso a lesão constitui menos de 1/3 da parede do colédoco, com menos chances de estenose quando feito o reparo primário. Apresentação: Vídeo Livre 241 - ESOFAGECTOMIA TRANSHIATAL LAPAROSCÓPICA PARA O TRATAMENTO DO MEGAESÔFAGO AVANÇADO – ANÁLISE DE 21 CASOS EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO OLIVEIRA RODRIGUES DA CUNHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); GUSTAVO SPADOTTO BALARIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); JÚVERSON ALVES TERRA JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); AIODAIR MARTINS JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

transmediastinal para o preparo do estômago, dissecção do esôfago abdominal e torácico e cervicotomia esquerda para retirada da peça e anastomose esôfago-gástrica. MATERIAL E MÉTODOS: Foram realizadas 21 esofagectomias transhiatais por laparoscopia de outubro de 2007 até dezembro de 2008. A idade média dos pacientes foi 48,3 anos (21 – 69) e antes da cirurgia foram submetidos a sorologia para T. cruzi, esofagograma, endoscopia digestiva de alta resolução, eletromanometria, ultrassom de vesícula biliar e pHmetria de 24 horas, avaliação nutricional, fisioterapia respiratória e suporte nutricional ambulatorial através de sonda nasoenteral. As indicações de cirurgia foram megaesôfago avançado diagnosticado radiologicamente e manometricamente, recidiva de megaesôfago após cirurgia envolvendo junção esôfago-gástrica e associação com disfagia severa e/ou neoplasia. O acompanhamento foi de 3 a 15 meses. RESULTADOS: Não houve mortalidade, o tempo médio de cirurgia de 135 minutos (100 – 250) e houve melhora de todos os parâmetros avaliados. Quatro dos 21 pacientes (19%) apresentaram complicações. Ocorreu um caso de hemopneumotórax (4,7%), um caso de fístula cervical (4,7%) com resolução clínica e dois casos de disfonia (9,5%), não houve nenhum caso de estase gástrica. O estudo radiológico e cintilográfico pós- operatório não demonstrou estase gástrica em nenhum paciente. CONCLUSÃO: Os resultados observados na esofagectomia transhiatal laparoscópica foram satisfatórios, e a preservação vagal neste material evitou a estase gástrica. Apresentação: Vídeo Livre 242 - TRICOBEZOAR GIGANTE TRATADO POR LAPAROSCOPIA RICARDO ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); LAURA TOCAIMAZA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); RAUL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); PABLO ROVIRA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); DANIEL DOMINGUEZ (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); JOSE R. AREVALO (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA)

RESUMO Paciente femenina de 14 anos con antecedente psiquiatrico, quien consulta por dolor abdominal asociado a desnutricion severa. Al examen fisico se encuentra una masa palpable en epigastrio. Se realiza Rx abdomen visualizandose imagen radio-opaca ocupando el area gastrica. Se realiza una fibrovideoendoscopia alta la cual demuestra la existencia de tricobezoar que ocupa todo el estomago. La tomografia computada confirma el diagnostico. DESCRIPCION DE TECNICA QUIRURGICA Bajo anestesia general se realiza neumoperitoneo con aguja de veress. Se ingresa a cavidad con trocar de 10 mm en hipogastrio con el objeto de tener mejor campo operatorio y sirva a posteriori, de sitio de extraccion de la pieza. Se colocan dos trocares de 5 mm en ambos flancos. Se realiza una amplia gastrotomia anterior con electrocauterio. Abierta la cavidad gastrica se observa el tricobezoar gigante, ocupando la totalidad de la misma hasta la segunda porcion duodenal. Se lo extrae en su totalidad, siendo imposible colocarlo en bolsa para suretiro de la cavidad abdominal. Se coloca una sonda de alimentacion enteral por boca y cierra la gastrotomia con surget de material absorbible. Se transforma el trocar de hipogastrio en una incision transversa suprapubica por la cual se extrae el tricobezoar. Se lava la cavidad y se cierra la incision. La paciente evoluciono sin complicaciones, excepto leve supuracion de la herida suprapubica.

RESUMO Apresentação: Vídeo Livre INTRODUÇÃO: Utilizamos esta pesquisa para estudar a esofagectomia subtotal através do acesso laparoscópico e

243 - ESPLENO-PANCREATECTOMIA CORPORO-CAUDAL


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RAUL DANIEL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); HECTOR RAMIREZ VERGARA (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); GUSTAVO SCHMIDT (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); JOSE R. AREVALO (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA)

RESUMO Paciente femenina de 58 anos, quien consulta por dolor abdominal asociado a masa palpable en epigastrio. Se realiza TAC y RMN encontrándose una lesión quística de 10 X 6 X 10 cm localizada en cuerpo y cola de páncreas. Se sospecha Cistoadenoma Mucinoso de páncreas. DESCRIPCION DE TECNICA QUIRURGICA Bajo anestesia general y paciente en decúbito dorsal, piernas en abducción, con el cirujano situado entre las mismas. Se realiza neumoperitoneo con aguja de Veress. Se coloca trocar de 10 mm a 3 cm por debajo de la cicatriz umbilical, un trocar de 10 mm en flanco izquierdo, dos de 5 mm en epigastrio y flanco derecho respectivamente. Se realiza la apertura del epiplón gastrocolico visualizando la cara anterior del quiste. Se diseca el borde inferior del páncreas y se identifica la vena Mesenterica inferior, siguiendo su trayecto, se identifica los vasos esplénicos los cuales se encuentran incluidos en el quiste, por lo que resulta imposible conservarlos. Se clipan y seccionan los vasos esplénicos. Se liberan los vasos cortos en ligamento gastroesplenico con sisTema de sellado de vasos. Se libera el bazo y el páncreas en su totalidad. Se secciona el cuello del páncreas con sutura mecánica lineal azul, quedando totalmente liberada la pieza quirúrgica. Se le coloca en bolsa y se retira de la cavidad abdominal ampliando el trocar de 10 mm a nivel infraumbilical. EVOLUCION Y ANATOMIA PATOLOGICA Paciente evoluciona satisfactoriamente y sin complicaciones. Alta al tercer dia. Patologia revelo Cistoadenoma mucinoso sin malignidad. Apresentação: Vídeo Livre 244 - APENDICECTOMIA (MESO Y MUÑON) CON COAGULACION DE SELLO VASCULAR LUIS ANTONIO POGGI MACHUCA (CLINICA ANGLOAMERICANA); OMAR IBARRA (CLINICA ANGLOAMERICANA); LUCIANO POGGI (CLINICA ANGLOAMERICANA); FELIX CAMACHO (CLINICA ANGLOAMERICANA); OSCAR GAMBETTA (CLINICA ANGLOAMERICANA); MELISSA BROSSET (CLINICA ANGLOAMERICANA)

RESUMO APENDICECTOMIA (MESO Y MUÑON) CON COAGULACION DE SELLO VASCULAR La apendicitis aguda es una enfermedad con múltiples variantes de presentación razón por la que presenta un numero elevado de fallas diagnosticas. La introducción de la laparoscopia hace que se alcance un diagnostico rápido y preciso permitiendo además la extirpación de la patología sin la necesidad de requerir una laparotomía convencional. La técnica utilizada ha permanecido invariable por décadas desde que en 1889 McBurney publicara su manejo de esta patología. Es desde 1983 con K. Semm que se inicia un cambio al publicar las primeras apendicetomías totalmente laparoscopicas En el fondo, los pasos básicos de la apendicetomía tradicional se mantienen invariables: identificación completa del órgano, interrupción de su irrigación, ligadura de su base, revisión y eventual drenaje. Sólo difieren las formas de hacerlo, como veremos más adelante. En el video que presentamos a continuación mostramos una serie de casos utilizando como variante el uso de la pinza de coagulación de sello vascular en el manejo del bloqueo de la irrigación así como la ligadura o sello de la base del muñón apendicular.

Apresentação: Vídeo Livre 245 - REPARACION LAPAROSCOPICA DE HERNIA PARAHIATAL TIPO IV RICARDO ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); RAUL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); LAURA TOCAIMAZA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); PILCHIK (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); DOUGLAS BARBERAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA)

RESUMO Se presentan dos casos de hernia parahiatal tipo IV, cuyo contenido incluye al colon. CASO No. 1 Paciente femenina de 58 anos quien consulta por dolor en región epigástrica y retroesternal aproximadamente dos horas luego de la ingesta. Se realiza Rx de torax encontrándose nivel hidroaereo paracardial izquierdo; se interpreta como hernia hiatal con contenido gástrico, por lo que se indica una seriada esofagogastroduodenal; la misma resulta normal. Se continua el estudio con un transito intestinal y, al momento que la sustancia baritada llega al colon transverso, se le observa en el mediastino. TECNICA QUIRURGICA: Bajo anestesia general y paciente en decúbito dorsal, piernas en abducción, con el cirujano situado entre las mismas. Se realiza neumoperitoneo con aguja de Veress. Se coloca trocar de 10 mm entre el apéndice xifoides y la cicatriz umbilical, un trocar de 10 mm subcostal izquierdo, uno de 5 mm en epigastrio, otro de 5 mm subcostal derecho, y otro de 5 mm en flanco izquierdo. Obtenido el campo quirúrgico, se observa a nivel del hiato, la introducción del colon transverso. Se reduce el mismo a la cavidad abdominal, quedando una apertura hiatal de 8 cm aproximadamente. La unión esofagogastrica se encuentra en posición normal. Se diseca la totalidad del saco herniario de las estructuras mediastinales comenzando por el pilar derecho del diafragma. Se ocluye el hiato con malla de polipropileno la cual se fija con tackers al diafragma y sus pilares. Se cubre la malla con el saco herniario. Postoperatorio con buena evolucion y sin complicaciones. CASO No. 2 Paciente masculino de 29 anos con antecedente de reflujo gastroesofagico. La fibroendoscopia alta revela esofagitis GIII y hernia hiatal por deslizamiento. TECNICA QUIRURGICA: Igual posición y acceso laparoscópico al paciente anterior. Obtenido el campo operatorio se observa orificio hiatal de 7 cm aproximadamente, con herniación del colon transverso y deslizamiento de estomago. Se reseca el saco herniario y se procede a reducir el estomago al abdomen, obteniendo un esófago intraabdominal de 3 cm. Se cierran los pilares diafragmáticos con puntos en X de material no-absorbible. Se refuerza el cierre del hiato colocando una malla de Politetrafluoroetileno. Se liberan los vasos cortos y se realiza funduplicatura tipo Nissen sin tensión. Se realiza gastropexia con un punto de la funduplicatura al pilar derecho. Apresentação: Vídeo Livre 246 - COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA POR SINGLE PORT VANESSA RANGEL ANDRADE (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); SILVÉRIO LEONARDO MACEDO GARCIA (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO); WILSON LUÍZ ABRANTES (HOSPITAL FELÍCIO ROCHO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Atualmente, a colecistectomia videolaparoscópica é considerada como o padrão ouro no tratamento de colelitíase sintomática. Desde o surgimento da cirurgia videolaparoscópica muitos dos cirurgiões buscam por novas técnicas para tornar o procedimento menos invasivo, reduzindo assim, o trauma ao or-


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ganismo e melhorando o resultado estético. A videocirurgia vive uma época de avanços, a colecistectomia que tradicionalmente é realizada através de quatro portais está evoluindo para o uso de apenas um (single port) ou para o NOTES (orifícios naturais). Apresentamos vídeo de colecistectomia videolaparoscópica por single port realizada no serviço de Cirurgia Geral I do Hospital Felício Rocho – MG. RELATO DE CASO: Paciente MEMS, 62 anos, sexo feminino, portadora de hipertensão arterial sistêmica controlada, com quadro de dor, tipo cólica, em hipocôndrio direito e epigástrico, principalmente após as refeições, acompanhado de náuseas e distensão abdominal. Realizado ultrassonografia de abdome que evidenciou vesícula biliar de tamanho normal, com paredes normoespessas e repleta de microcálculos. Paciente submetida à anestesia geral e posicionada em decúbito dorsal. Realizada incisão umbilical de aproximadamente 2 cm por onde foi introduzido um trocarte multicanal único de 10 mm, com quatro entradas (sendo três de 5 mm e uma de 10 mm com possibilidade de redução para 5 mm com o redutor), o instrumental usados foram pinças articuladas e a óptica de 5 mm com visão de 30 graus. RESULTADO: O ato cirúrgico não apresentou intercorrências, não houve necessidade de conversão para a via convencional ou laparoscópica. Tempo operatório de 75 minutos. Paciente evoluiu bem, sem queixas álgicas na ferida operatória e tolerando bem a dieta. Recebeu alta hospitalar no primeiro dia pós-operatório. CONCLUSÃO: A cirurgia por um único portal é um procedimento viável, eficaz e seguro, resultando em uma combinação de mínima invasão e resultado estético satisfatório. Apresentação: Vídeo Livre 247 - SINDROME PILORICO POR LIPOMA GASTRICO RICARDO ALBERTO TORRES (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); LAURA TOCAIMAZA (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); RAUL ORBAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA); RAMIRO TOMAS (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); ENRIQUE MARTINEZ (HOSPITAL DE ALTA COMPLEJIDAD, FORMOSA, ARGENTINA); DOUGLAS BARBERAN (HOSPITAL ESCUELA, CORRIENTES, ARGENTINA)

RESUMO Paciente masculino de 48 anos con cuadro de vomitos intermitentes sin relación con el tipo de ingesta ni otro factor detectable. Se realiza fibrovideoendoscopia alta encontrando pólipo pediculado en antro gástrico de aproximadamente 6 cm de diámetro; el mismo resulta irresecable por esta via. DESCRIPCION DE TECNICA QUIRURGICA Bajo anestesia general y paciente en decúbito dorsal, piernas en abducción, con el cirujano situado entre las mismas. Se realiza neumoperitoneo con aguja de Veress. Se coloca trocar de 10 mm en la cicatriz umbilical, un trocar de 10 mm en flanco izquierdo, uno de 5 mm en epigastrio y otro de 5 mm en flanco derecho. Se realiza una gastrotomia anterior con electrocauterio. Abierta la cavidad gastrica se evierte el pólipo antral y se reseca el mismo con electrocoagulación bipolar de su base. Se cierra la gastrotomia con surget de material absorbible. Se retira la pieza en bolsa. Paciente evoluciona satisfactoriamente sin ninguna complicación. Anatomia patológica revela lipoma gástrico pediculado. Apresentação: Vídeo Livre 248 - TUBO GÁSTRICO ISOPERISTÁLTICO NO TRATAMENTO PALIATIVO DO CÂNCER DO ESÔFAGO (TÉCNICA DE POSTHETHWAIT) POR VIDEOLAPAROSCOPIA ANTÔNIO TALVANE TORRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS - SP - PIO XII); CROIDER FRANCO LACERDA (HOSPITAL DE CÂN-

CER DE BARRETOS - SP - PIO XII); VINICIUS DE LIMA VAZQUEZ;GILBERTO FAVA; DURVAL WOHNRATH; JOSE VIERA DOS SANTOS

RESUMO FUNDAÇÃO PIO XII – HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS –SP DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO ALTO OBJETIVO Objetivo é demostrar por vídeo editado, utilizando tubo gástrico isoperistáltico pela técnica de Postlethwait modificada por videolaparoscopia. Este método permite realimentação oral imediata, e impede a broncopneumonia aspirativa. Foi realizado o tubo gástrico isoperistáltico de grande curvatura e transposto por via retrosternal, como proposto por Postlethwait TÉCNICA A técnica envolve a criação de um tubo de mais ou menos 3 cm de largura com preservação dos vasos gastroepiplóicos direitos. Para tanto, o estômago é dividido em uma linha paralela à grande curvatura, com o auxílio de sutura mecânica linear. Esta divisão se estende do fundo ao antro gástrico. O estômago seccionado lembra um “V”, no qual a partecorrespondente à pequena curvatura drena o esôfago distal em relação ao tumor. É realizado uma cervicotomia com uma incisão de oito a dez centímetrosde extensão, no bordo interno do músculo esternocleidomastóideo até a fúrcula external. O tubo gástrico de grande curvatura é passado por via subesternal e anastomosado ao coto proximal do esôfago cervical, cuja extremidade distal é fechada por uma sutura em plano único pela técnica manual. Este procedimento é completado por uma sonda nasoenteral para alimentação, que é retirada quando o paciente retorna a deglutir por via oral no pós-operatório. A grande curvatura gástrica era individualizada, preservando-se a arcada da artéria gastroepiplóica direita. Incisava-se a pele e o músculo platisma e seccionava-se todos os músculos prétireoideanos e afastava-se a glândula tireóide medialmente e o músculo esternocleidomastóideo esquerdo. As fístulas da anastomose cervical são complicações da técnica. Postlethwait atribuiu à ausência da serosa do esôfago, o decréscimo do fluxo sangüíneo na porção terminal do tubo, falha técnica e tensão excessiva da anastomose. A tração do esôfago no momento da deglutição causaria tensão da anastomose e, como conseqüência, isquemia transitória local. DISCUSSÃO Em síntese, a reconstrução do trânsito esofágico através do tubo gástrico isoperistáltico por videolaparoscopia, constitui-se em uma opção terapêutica para pacientes nos estádios clínicos III e IV, com o intuito de diminuir a disfagia e excluir a fístula traqueoesofágica em pacientes com condições clínicas satisfatórias. CONCLUSÃO Desta maneira, pode-se concluir que o tubo gástrico isoperistáltico de grande curvatura parece oferecer melhora significativa da ingestão oral com qualidade de vida satisfatória e morbidade e mortalidade aceitáveis, em vista do perfil de pacientes em que se atua. Assim sendo, a abordagem por videolaparoscopia é factível e reproduzível, é um bom método paliativo para o tratamento cirúrgico das neoplasias malignas do esôfago . Apresentação: Vídeo Livre 249 - ABORDAGEM CIRÚRGICA LAPAROSCÓPICA DO COLANGIOCARCINOMA EXTRA-HEPÁTICO DE COLÉDOCO MÉDIO CELSO JÚNIOR OLIVEIRA TELES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); MARCELO DE OLIVEIRA RODRIGUES DA CUNHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ADÃO JAIR DE SOUZA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); ALEX AUGUSTO SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO); EDUARDO CREMA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Colangicarcinoma (CCa) é uma neoplasia maligna rara porém devastadora que se manifesta tardiamente, difícil de


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se diagnosticar, e está associada com alta mortalidade. A ressecção cirúrgica completa com margens negativas é o único tratamento que oferece possibilidade de cura ou sobrevida a longo-prazo para os doentes. O tratamento do CCa permanece desafiador devido a falta de terapia adjuvante eficaz, agressividade natural da doença, e a localização crítica do tumor estreitamente relacionado a estruturas vitais como artéria hepática e veia porta. Além disso, a abordagem cirúrgica é definida pela localização do tumor e presença de doença hepática concomitante. O tratamento cirúrgico do CCa extra-hepático envolve desde modalidades terapêuticas eminentemente paliativas até cirurgia curativa com ressecção agressiva para obter margens cirúrgicas livres e hepatectomias parciais e duodenopancreatectomias, dependendo da extensão da lesão. CASO: Apresentamos o caso de um paciente de 66 anos, tabagista, com quadro de prurido cutâneo generalizado, icterícia progressiva, colúria e acolia fecal há 5 dias da internação, sem história de dor abdominal, febre, doenças ou manipulações prévias das vias biliares ou infecções virais. Estava em bom estado geral e mostrava icterícia marcada (3+/4+) e sinal de Courvoisier (+). Laboratorialmente apresentava bilirrubina direta de 22,06 mg/dL, bilirrubina total de 25,63 mg/dL e aumento das enzimas canaliculares (Gama-GT de 783 U/L e Fosfatase Alcalina de 512 U/L). A ultrassonografia de abdome evidenciou dilatação da via biliar intra e extra-hepática e vesícula biliar distendida, confirmado pela colangiorressonância que detalhou ainda um ponto de obstrução no colédoco médio a cerca de 4 cm da junção dos ductos hepáticos por lesão expansiva de 1,8cm, compatível com CCa (Bismuth 1). RESULTADOS: Na laparoscopia confirmou-se doença restrita à via biliar. Não havia envolvimento macroscópico da a. hepática ou veia porta, feita biópsia de congelação que confirmou a CCa. Foi então submetido à coledectomia, hepaticoduodenostomia e hepaticostomia a Kehr com linfadenectomia hilar, sem intercorrências. Evoluiu satisfatoriamente no pós-operatório, sem queixas, recebendo alta hospitalar no 7º dia pós-operatório. Após 3 meses de seguimento apresenta-se com exames normais e sem evidências de complicações. CONCLUSÃO: A abordagem laparoscópica é uma boa opção cirúrgica para o estadiamento e, em alguns casos, para o tratamento de lesões do terço médio do colédoco.

epidermóide de uretra e de colo uterino refratário a tratamento quimiterápico e radioterápico. Técnica introduzida por Bruschwig em 1948, tem sua grande indicação como cirurgia de resgate em pacientes sem resposta adequada ao tratamento com técnica primária em carcinoma de colo ou de uretra. As cirurgias constaram de uma histerectomia com anexectomia radial ampliada, mais cistectomia e colpectomia. Realizou-se uma derivação urinária conforme técnica de Bricker, utilizando auto-sutura, na qual foram implantados os dois ureteres pela técnica de Leadbetter. Realizou-se posterior exteriorização da alça exclusa de íleo, mantendo os ureteres cateterizados e conectados à bolsa de urostomia.Mediante ressecção à 25 cm do íleo terminal, produziuse uma alça exclusa de íleo mediante autosutura e reanastomose interna refazendo o trânsito de delgado. A alça exclusa foi exteriorizada e sondas nasogástricas infantis foram utilizadas para cateterizar os ureteres, posteriormente fixos à alça exclusa por sutura interna com PDF 3-0. A porção distal do estoma foi fixa ao retroperitôneo com pontos separados, assim como suturaramse as janelas mesentéricas para evitar hérnias internas. Manteve-se a pelve com drenagem fechada. Resultados: Tempo operatório de 04 horas, com desempenho totalmente videolaparoscópico, exceto a colpectomia. As pacientes apresentaram boa evolução no pós-operatório, tendo alta em 07 dias. Conclusão: A exenteração pélvica é factível totalmente por via laparoscópica, necessitando equipe devidamente treinada e qualificados. A utilização de autosutura e de bisturi ultrassônico agilizaram e aumentaram a segurança do procedimento. A seleção de um grupo de pacientes com estadiamento e condições clínicas similares, após falha no primeiro tratamento quimio/radioterápico proposto, é necessária para melhoria na curva de aprendizagem, seguimento e estabelecimento de uma curva de sobrevida. Apresentação: Poster 251 - MESOTELIOMA PAPILIFERO DE FUNDO DE SACO DE DOUGLAS: DIAGNOSTICO E TRATAMENTO LAPAROSCOPICOS RAQUEL PAPANDREUS DIBI (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); GERALDO GASTAL GOMES DA SILVEIRA; RAQUEL CAMARA RIVERO; CARLOS KRUEL PUTTEN; SUZANA ARENHART PESSINI; GUSTAVO PY GOMES DA SILVEIRA

Área: Cirurgia Ginecológica Apresentação: Poster

RESUMO 250 - EXENTERAÇÃO PÉLVICA ANTERIOR POR VIDEOLAPAROSCOPIA NO CARCINOMAS DE COLO UTERINO E DE URETRA ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL- CANOAS-RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - POA- RS); GABRIEL SEBASTIÃO DE VARGAS (HOSPITAL MÃE DE DEUS - POA - RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - POA- RS); LUCIANA SILVEIRA DE CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO POA- RS)

RESUMO Introdução: O grande número de pacientes que chega aos serviços de referência em estádios avançados do carcinoma de colo uterino implica em taxas consideráveis de falha na resposta aos tratamentos quimio e radioterápicos aplicados. As cirurgias de resgate têm um papel importante na qualidade de vida destas pacientes. Objetivos: Demonstrar a factibilidade da exenteração pélvica anterior nos casos de carcinoma de colo uterino e uretra, quando tumores centrais, por videolaparoscópica e suas vantagens. Metodologia: Realização de três exenterações pélvicas anterior por videolaparoscopia, para tratamento de carcinoma

Introducao: O mesotelioma papilifero bem diferenciado(MPBD) e considerado um tumor borderline que se apresenta como lesão nodular pequena, múltipla ou solitária, em geral assintomático, que quando ocorre no peritônio e mais freqüente entre os 30 e 50 anos. Pode ser assintomatico (maioria) ou apresentar sintomas abdominais, ascite, massa pelvica. Apesar das características benignas, a sobrevida alem de 12 anos e rara. O acompanhamento e recomendado devido ao risco de transformação em mesotelioma maligno difuso. Foram descritos 42 casos de MPBD na literatura, sendo somente 5 em fundo de saco de Douglas.O tratamento de escolha e o cirúrgico, com ressecção das lesões sempre que possível. A radioterapia e a quimioterapia foram realizadas em 18,8% e 25% doas casos, respectivamente. Descrição do caso: SSR, 40 anos, encaminhada por infertilidade primária há 12 meses. Assintomática. Realizou videolaparoscopia onde se visibilizou três pequenas vesículas em fundo de saco posterior; realizado biópsia. A revisão da cavidade abdominal não apresentou outras particularidades. A lesão biopsiada teve o seguinte diagnostico anatomo-patologico: mesotelioma papilífero bem diferenciado. Submetida a nova videolaparoscopia 60 dias após a primeira para ressecção de lesões residuais, com identificação de novas lesões, comprometendo todo o fundo de saco de Douglas e fossas ovarianas (as maiores com 2cm). Realizada peritonectomia pélvica posterior total, incluindo toda a area de


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lesoes, com AP confirmando mesotelioma papilífero bem diferenciado. Paciente permanece assintomática . Apesar de ser freqüentemente assintomático o MPBD deve ser acompanhado por um longo período devido ao risco de recidiva ou de transformação maligna. Apresentação: Poster 252 - CASUÍSTICA DAS CIRURGIAS PÉLVICAS GINECOLÓGICAS REALIZADAS POR VIDEOLAPAROSCOPIA NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL DO COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI THIAGO BENJAMIN PINTO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); PABLO HENRIQUE PEDROSA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); REBELLO SOARES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ANDRÉ LUIS BARBOSA ROMEO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI)

RESUMO OBJETIVO: Os AA. demonstram a casuística das cirurgias pélvicas ginecológicas realizadas por videolaparoscopia no Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral do Complexo Hospitalar Ana Néri. MATERIAL / MÉTODOS: no período compreendido entre julho de 2007 a abril de 2010 foram realizados 673 procedimentos cirúrgicos videolaparoscópicos em pacientes do sexo feminino, sendo que 56 destes ocorreram em razão de patologias ginecológicas, levando a: anexectomia (6), ooforoplastia unilateral (31), ooforoplastia bilateral (2), salpingectomia unilateral (3), salpingotripsia bilateral (1), drenagem de abscesso tubo ovariano (1), histerectomia (4) e videolaparoscopias diagnósticas para patologias pélvicas (10), inclusive para estadiamento de neoplasias malignas. Os procedimentos videolaparoscópicos não apresentaram complicações intra-operatórias nem no período pós-operatório, não havendo casos de re-operação. CONCLUSÃO: o Complexo Hospitalar Ana Néri habilita-se como mais um hospital da rede SUS em Salvador para receber e tratar pacientes com patologias pélvicas ginecológicas por via videolaparoscópica, ao tempo em que seu Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral encontra-se desenvolvido de modo a dar experiência aos Médicos Residentes também no tratamento das patologias ginecológicas, benignas ou oncológicas, por laparoscopia. Apresentação: Poster 253 - ÚRACO PERSISTENTE - RELATO DE CASO EDNEY NASCIMENTO MATOS (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); LAIANE FARLI BORGES (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); IONEI MATOS DE GÓIS (UESBUNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); JOÃO RICARDO REBOUÇAS DO NASCIMENTO (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); MARCIO MENDES DE SOUZA (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); RAFAEL CORREIA DE SOUSA DA SILVA (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA); VICTOR MARINHO SILVA (UESB- UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA)

RESUMO Introdução O úraco é uma estrutura embrilogicamente derivado do alantóide e da porção ventral da cloaca, se fecha geralmente na quinta semana e que conecta a bexiga à cicatriz umbilical, persistindo em raras ocasiões. Os portadores desta entidade podem, ocasionalmente, apresentar sintomas. A persistência do

úraco pode ser classificada em congênita ou adquirida. Nesta fecha normalmente, podendo recanalizar após o nascimento, e constitui um dos cinco tipos de anormalidades do úraco: úraco persistente, seio umbilical de úraco, divertículo vésico-uracal, cisto de úraco e seios alternantes de úraco. Os sintomas podem variar com o tipo de alteração encontrada ou a presença de infecção concomitante. Exames de imagem podem ser úteis e o tratamento depende do tipo de doença que envolve o úraco persistente. O objetivo é relatar a ocorrência de úraco persistente Relato de caso Paciente do sexo feminino, 26 anos, branca, com dor pélvica crônica, mais intensa em região da bexiga e em uretra, com episódios repetidos de ITU, sem melhora do quadro clinico, Ao exame físico apresentava dor na região pélvica à palpação e ao toque, USG com laudo de suspeita de espessamento no úraco. Indicado videolaparoscopia para excisão do mesmo e ao inventário da cavidade foi visualizado úraco remanescente ,confirmado pelo exame histopatológico, tracionando a bexiga a direita; Desfeitas as aderências e retirado uraco que formava trajeto da região umbilical até a bexiga.. Discussão As malformações do úraco são raras, ocorrem duas a três vezes mais no sexo masculino. O tipo de anomalia será determinado pela persistência total ou segmentar de sua luz Os cistos classicamente se apresentam como massas ou abscessos da parede abdominal. Os divertículos, freqüentemente assintomáticos, serão diagnosticados de forma incidental ou se manifestarão tardiamente, em associação à infecção do trato urinário. raramente apresentam manifestações clínicas em adultos, sendo mais freqüentes em crianças. O diagnóstico pode ser feito através de um bom exame físico associado a um estudo de imagem apropriado. O diagnóstico préoperatório da malformação uracal favorece a uma abordagem cirúrgica mais precisa. A ultra-sonografia tem se apresentado como o principal método diagnóstico nesse tipo de doença A tomografia computadorizada e a ressonância magnética permitem maior riqueza de detalhes e visualização de cistos pequenos e trajetos fistulosos, imperceptíveis à ultra-sonografia. Apesar de pouco freqüentes, as doenças causadas pelos remanescentes uracais não devem ser consideradas meras curiosidades médicas e as infecções desses remanescentes não devem ser esquecidas no diagnóstico diferencial de onfalite, dor abdominal aguda e infecções pélvicas A abordagem vídeolaparoscópica á a melhor alternativa com menos dor pós-operatória, recuperação mais rápida, melhor resultado cosmético, além da praticidade, segurança e mínima invasividade da técnica. Apresentação: Poster 254 - CLASSIFICAÇÃO PRÉ-CIRÚRGICA PARA MIOMECTOMIA HISTEROSCÓPICA NUM HOSPITAL ESCOLA THAIS COSTA CARREIRA (FAMERP); ALTRO ALMEIDA (FAMERP); LUCIANA MARTINS DOS REIS (FAMERP); DOS SANTOS RAMOS (FAMERP)

RESUMO INTRODUÇÃO: Leiomioma uterino é o tumor benigno ginecológico mais comum na mulher adulta. Apresenta-se em 35% das mulheres, com maior incidência após os 30 anos. Os miomas que se localizam no interior da cavidade uterina, chamados submucosos, correspondem a 06 % de todos os miomas e apenas 25% desses geram sintomas. Atualmente, a miomectomia histeroscópica é o método de eleição para exérese de miomas submucosos, já que possibilita a visibilização direta da lesão. Entretanto, existem algumas condições ao método, tais como tamanho da base do mioma, penetração deste no miométrio, e ainda, localização e tamanho do mioma, que são reunidas para avaliar o grau de complexidade do procedimento para melhor planejamento pré-cirúrgico, segundo a nova classificação para miomas submucosos proposta por Lasmar et al.. Nesta análise, verificamos a aplicabilidade da nova classificação pré-operatória para miomas submucosos, no serviço de


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ginecologia do Hospital de Base de São José do Rio Preto - SP. MATERIAIS E MÉTODOS: No serviço de residência médica em ginecologia do Hospital de Base de São José do Rio Preto - SP avaliamos 17 histeroscopias para miomectomia completa, seja em 01 ou 02 tempos e sem o uso prévio de análogo de GnRH. Classificamos as lesões miomatosas de acordo com a classificação proposta por Lasmar para miomectomia histeroscópica, e àquela, anteriormente usada pela Classificação da Sociedade Européia de Cirurgia Endoscópica (CSECE) que usa apenas o grau de penetração do mioma submucoso no miométrio, através de histerossonografia prévia, exame realizado rotineiramente em nosso serviço. RESULTADOS: Foram realizadas 17 miomectomias histeroscópicas no período de julho de 2006 a abril de 2010, no Hospital de Base de São José do Rio Preto. Sendo 11 cirurgias realizadas em tempo único e 06 em dois tempos. Foram classificadas, segundo a nova classificação, 11 lesões do grupo I (cirurgia de baixa complexidade), 04 lesões do grupo II (miomectomia complexa) e 02 lesões classificadas como do grupo III, ou seja, que teriam como conduta sugerida uma técnica não histeroscópica. Dados concordantes com o resultado cirúrgico e anatomopatológico obtidos. Segundo a CSECE, obtivemos 08 lesões classificadas no nível I, 05 lesões no nível II e 04 outras do nível III. Classificação que apresentou menor correlação com os resultados cirúrgicos e anatomopatológicos avaliados. Ocorreu apenas 01 caso no qual foram necessários dois tempos cirúrgicos por histeroscopia, uma curetagem uterina após por metrorragia persistente e a paciente permanece em seguimento ambulatorial aguardando agendamento de histerectomia abdominal. CONCLUSÃO: A nova classificação sugerida por Lasmar et al. aplicada às imagens pré-cirúrgicas de lesões miomatosas submucosas, apresenta-se como ótima alternativa para o planejamento cirúrgico principalmente em serviços, como o nosso, no qual temos histerossonografia na rotina précirúrgica. Apresentação: Poster

ocorrência de abscesso tubo-ovariano em pacientes jovens e sem vida sexual ativa, para a factibilidade da preservação dos anexos mesmo em casos infecciosos mais graves e para o emprego da videolaparoscopia como método diagnóstico na diferenciação das massas anexais complexas. Apresentação: Tema Livre 256 - HISTERECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA INTRAFASCIAL É UMA OPÇÃO CIRÚRGICA? ROBERTO OSVALDO PONT ZAMBONATO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS); JOSE PEDRO MOREIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS)

RESUMO A busca por terapêuticas menos invasivas e cirurgicamente satisfatórias faz parte da atualidade, apresentamos os resultados de uma técnica relativamente nova de histerectomia por via laparoscópica (TLH). Executada pela primeira vez nos Estados Unidos em 1987, por Harry Reich, e sendo a técnica descrita neste texto difundida em nosso meio por Namir Cavalli ( 5 ), como as vantagens do método estão no seu menor índice de complicações, menor tempo de hospitalização, menor perda sanguinea e da redução do tempo cirúrgico, também salientamos aqui o mais baixo custo em relação as vias abdominal ou vaginal (13, 15 ). Utilizamos esta em 320 casos entre os anos de 2005 e 2009, com uma modificação da técnica que consiste na abordagem com o bisturi monopolar de maneira intrafascial, evitando portanto os riscos das outras abordagens, como lesões de bexiga, intestino, vasos e principalmente do ureter (1, 4, 5, 15). Outra vantagem do método é sua fácil assimilação pelos aprendizes de procedimentos videolaparoscópicos ( 11 ). Obtivemos um baixo índice de complicações (7,5%), com alta precoce, em no máximo 24 hs, e excelente aceitação pelas pacientes.

255 - ABSCESSO TUBO-OVARIANO EM ADOLESCENTE VIRGEM Apresentação: Tema Livre LEONEL BRITO VILAS BOAS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); MARCO ANTONIO BARBOSA FILHO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); DANIEL SAKAKI (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CAIO CÉSAR CHAGAS SANTOS FERNANDES (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NERI)

257 - TOTAL LAPAROSCOPIC HYSTERECTOMY WITHOUT GENERAL ANESTHESIA GERALDO GASTAL GOMES DA SILVEIRA (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); ALEXANDRE ROTH DE OLIVEIRA;MONICA REGINA SILVA;ROBERTA SEFRIN;PATRICIA EL BEITUNE

RESUMO RESUMO OBJETIVO: Os AA. relatam caso de paciente adolescente, sem vida sexual ativa, encaminhada ao Serviço com diagnóstico de massa anexial complexa. MATERIAL / MÉTODOS: R.O.C., 14 anos, queixando-se de dor pélvica de forte intensidade há 50 dias, associada a náuseas e vômitos; avaliação laboratorial revelou leucocitose importante e CA-125 = 233U/mL, ultrassonografia trans-retal evidenciou massa complexa em ovário direito com volume de 63,8 cm³. Medicada com sintomáticos e Ciprofloxacino não obteve melhora, sendo encaminhada ao nosso Serviço. Submetida a videolaparoscopia diagnóstica para esclarecimento de massa ovariana complexa, foi identificado abscesso tubo-ovariano à direita com extensão ao fundo de saco de Douglas; realizada drenagem após expressão da trompa e hidro-tubação além de lise dos anexos das aderências intestinais e epiplóicas, com preservação da trompa e do ovário. Fez uso no pós-operatório de Cefalotina, Gentamicina e Metronidazol. RESULTADO: A paciente manteve-se estável sem outras queixas até o 7ºDPO, quando foi completado o esquema antibiótico e recebeu alta hospitalar. CONCLUSÃO: Os AA. chamam a atenção para a possibilidade da

For approximately twenty years laparoscopy has been established as a minimally invasive and safe surgery that avoids laparotomy in most cases of hysterectomy. However, till recently, to carry out this less invasive surgery, general anesthesia was necessary. Therefore, patients with clinical problems to general anesthesia, the very ill ones, could not benefit from this technique with less perioperative morbidity. Objective: To demonstrate the technical feasibility of total laparoscopic hysterectomy without general anesthesia. Patient and Method: A 54 years old woman, premenopausal, BMI 28, needs hysterectomy due to uterine myomas and anormal bleeding. The uterine weight was 145g. She cannot undergo general anesthesia because she had very important cardio pulmonary problems and cardiologic contra indication. The surgery was carried out with spinal anesthesia without sedation. The drugs used was hyperbaric bupivacaine 0.5%, 30mg and fentanyl 20 ug, with spinal needle 27. T2 sensitive level of spinal block was achieved. The pacient was in Gynecological position with 30° Trendelemburg inclination. Four trocars access was used. The abdominal CO2 pressure ranging from 6 to 8 mmHg. Total laparoscopic hysterectomy, with Go-


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mes-da-Silveira uterine manipulator, was performed. The operative time was 1 hour and 15 minutes. Results: The surgery was eventless; the patient was awake and talking. She did not refer any discomfort during surgery. She stayed in hospital for 36 hours and the postoperative period was uneventful. In our knowledge this is the first case already reported about total laparoscopic hysterectomy without general anesthesia or any kind of sedation, with the patient awake. Conclusion: The possibility to perform laparoscopic hysterectomy under spinal anesthesia opens new horizons in the indication of this technique that can also be used in patients who cannot undergo general anesthesia. A procedure like this requires a well trained team experienced in laparoscopic hysterectomy, as it is carried out under low abdominal pressure and cannot last very long, limitations of spinal block. Apresentação: Tema Livre 258 - EMBOLIZAÇÃO NA MIOMATOSE UTERINA – RELATO DE OITO CASOS ROGÉRIO MARTINS DE CASTRO (HSJA); ANTONIO CARLOS BOTELHO SILVA (HSJA); LAILA REGGIANE ALMEIDA (HSJA); NAEME JOSÉ DE SÁ FILHO (HSJA); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HSJA); JULIANO FLORES (HSJA); CHRISTIANE SCHULTZ (HSJA)

RESUMO Miomas uterinos causam repercussões clínicas consideráveis para as portadoras apesar de sua natureza benigna. Possuem abordagem clínica ou cirúrgica. A partir da década de 90 com o surgimento da cirurgia minimamente invasiva, experimentava-se propostas via videolaparoscópica, histeroscópica e endoscópica. Posteriormente, a cirurgia percutânea para embolização de miomas obteve sua primeira citação.Tal procedimento promove uma necrose isquêmica completa dos miomas, controlando a sintomatologia provocada pelos mesmos. A descrição a seguir demonstra casos de sucesso com esse tratamento. Foram revisados oito prontuários referentes à 2009 de pacientes submetidas à embolização de miomas. As candidatas à embolização foram apropriadamente selecionadas, todas com objetivo de preservar seus úteros. 100% dos casos, referiram fim dos sintomas. Foram realizadas ultrassonografias pré e pós embolização a fim de avaliar o novo volume uterino comprovando resposta ao tratamento, positiva nos oito casos. Pacientes que apresentaram febre e dor no pós operatório foram devidamente medicadas, sendo somente essas as intercorrências observadas. Diante de metrorragia, cólica de alta intensidade muitas vezes associados à um exame físico normal, investigar a paciente com exames complementares de imagem. Se diagnóstico confirmado, a conduta será definida através de critérios como idade, paridade, extensão, e apresentação clínica da patologia. O tratamento proposto conferiu à esses pacientes um pós operatório seguro e eficaz, com recuperação em período satisfatório, curto tempo cirúrgico, consequentemente menor risco, além de um retorno às atividades precoce. Apresentação: Vídeo Livre 259 - NEOVAGINA CON COLON SIGMOIDES MARIO ABEDRAPO MAUREIRA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GANA (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); ANTONIO CARVAJAL (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); JOSE FRANCISCO HOLA BUSTAMANTE (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); RODRIGO AZOLAS MARCOS (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE); GUNTHER BOCIC ALVAREZ (HOSPITAL CLINICO UNIVERSIDAD DE CHILE)

RESUMO El síndrome de Rokitansky-Küster-Hauser (RKH) constituye una anomalía en el desarrollo de los conductos de Müller, es una patología de muy baja frecuencia, siendo el Sd. RKH una de las formas de presentación más frecuente. La aplasia Múlleriana se caracteriza por ausencia de los derivados Müllerianos: trompas, cuerpo uterino, cuello y porción alta de vagina. Los genitales externos son normales, hiemen normal. Se debe sospechar siempre frente en las pacientes con amenorrea primaria. Se presenta como amenorrea primaria en la cual al examen físico no hay vagina aparente. Se puede encontrar a veces un útero pero sin un conducto que lo comunique con el introito. La función ovárica es normal. El desarrollo pondoestatural es normal al igual que el desarrollo de caracteres sexuales secundarios. Se deben descartar malformaciones renales y del esqueleto axial. Presentamos el caso de una paciente de 17 años que presento amenorrea primaria. El estudio clínico demostró estar frente a una caso de Sd. RKH con agenesia total de útero y vagina. Se realizo neovagina con colon sigmoides por videolaparoscópia, técnica que presentamos en nuestro video. La paciente no presento complicaciones en su evolución. Actualmente su neovagina es funcional. Apresentação: Vídeo Livre 260 - HISTERECTOMIA TOTALMENTE VIDEOLAPAROSCÓPICA EM 1400 PACIENTES JOSE ANTONIO VERBICARIO CARIM (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); PERALVA, S.R. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); A.N. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); CARIM, F.B. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO); HORWACZ, M. (DAY HOSPITAL NOSSA SENHORA DO LÍBANO)

RESUMO O objetivo deste trabalho é mostrar a nossa experiência com a técnica da histerectomia total por videolaparoscopia realizada em 1500 pacientes desde março de 1992. Foram realizadas duas técnicas: a-Histerectomia sem colpotomia de Kurt Zemm, realizadas no início de nossa experiência. b-Posteriormente, histerectomia total por vídeo laparoscopia, usando-se somente o cautério bi-polar e recentemente bisturi harmônico, pinça Liga Sure, com sutura da cúpula vaginal e fechamento do peritônio por vídeo laparoscopia. As indicações foram: a-Mioma uterino. bHipertrofia endometrial. c-Endometriose,d-Carcinoma.. Procuramos sempre operar pacientes com um útero de tamanho suficiente para permitir a técnica, tendo sido operadas pacientes com útero de até 18cm de tamanho. Em 1500 pacientes tivemos 10 conversões, cujas causas foram: a-Útero grande em 7 pacientes. b-Hemorragia no paramétrio em 2 pacientes. c-Ferida de bexiga em 4 pacientes. Reoperamos uma paciente por sangramento no pós operatório (6 horas após). As complicações estão limitadas à algumas infecções que foram debeladas com antibiótico em 6 pacientes, entretanto uma delas foi ao óbito 18 dias após a cirurgia, quando já parcialmente restabelecida, foi submetida a troca de cânula da traqueostomia, e teve uma parada cardíaca não recuperada. A alta hospitalar ocorreu com menos de 24 horas em 94% das pacientes. Concluímos ser a histerectomia totalmente laparoscópica uma técnica eficaz que tem sido realizada rotineiramente em nossos pacientes e com bons resultados. Apresentação: Vídeo Livre 261 - IMPORTÂNCIA DOS SELADORES DE VASOS NA CIRURGIA DE WERTHEIM MEIGS TOTALMENTE VIDEOLAPARSOCÓPICO


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ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); DANIEL PEDRINI SIQUEIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); LUCIANA SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); GABRIEL SEBASTIÃO DE VARGAS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS)

iniciar mais precocemente a terapêutica quimiterápica. Mesmo quando uma equipe não qualificada a realizar a linfadenectomia procede a histerectomia com anexectomia videolaparoscópica, não impede a realização desta em tempo posterior por uma outra equipe. Os autores demonstram em vídeo uma linfadenectomia pélvica e para-aórtica realizada posteriormente a uma histerectomia com anexectomia videolaparoscópica com diagnóstico final de adenocarcinoma de ovário. A cirurgia transcorreu em 75 minutos, com 36 gânglios, alta em 48 horas e início da quimioterapia em 10 dias.

RESUMO Importância dos Seladores de Vasos na Cirurgia de Wertheim Meigs Totalmente Videolaparsocópico. Limberger AS; Limberger LF*, Pereira CC; Campos LS; Alves. NJR; Siqueira, DP; Vargas, GS. As cirurgias oncológicas tradicionais, via de regra, caracterizam-se por longo tempo operatório e de internação, trazendo com isso grande desconforto para os pacientes. As cirurgias oncológicas laparoscópicas têm demonstrado menor morbidade e invasividade, que se traduzem em melhora na qualidade de vida para os pacientes. A cirurgia de Wertheim-Meigs já é realizada por via laparoscópica por esta equipe desde 1999, com acompanhamento de 60 casos. Após a integração dos bisturis ultrassônicos, em especial o harmonic, na técnica operatória, foi observada uma menor perda sangüínea e uma diminuição no tempo cirúrgico, com conseqüente impacto na recuperação dos pacientes. Foram observadas também maiores margens oncológicas. Não foram observados desconforto, distensão abdominal e dor além do esperado. As cirurgias oncológicas videolaparoscópicas demandam tempo de treinamento e curvas de aprendizado maiores do que das cirurgias abertas, limitando o número de profissionais que estariam aptos a realizálas. Embora a radicalidade das cirurgias seja a principal meta do cirurgião, a qualidade de vida e a estética dos pacientes devem ser igualmente valorizadas nos dias de hoje. A introdução e o aperfeiçoamento dos dispositivos geradores de ligadura para vasos: bisturis ultrassônicos, o ligasure, e, mais recentemente, o enseal devem encorajar e possibilitar a um maior número de médicos a se capacitar para estas cirurgias, com a radicalidade necessária. Os autores apresentam em vídeo os passos principais de uma cirurgia de Wertheim Meigs. Apresentação: Vídeo Livre 262 - TRATAMENTO DO CARCINOMA OVARIANO TOTALMENTE VIDEOLAPAROSCÓPICO EM DOIS TEMPOS ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); GABRIEL SEBASTIAO DE VARGAS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - POA- RS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POARS); LUCIANA SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); DANIEL PEDRINI SIQUEIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS)

RESUMO Tratamento do Carcinoma Ovariano Totalmente Videolaparoscópico em dois Tempos. Limberger AS ; Limberger LF; Vargas, GS; Pereira CC; Campos LS; Alves. NJR; Siqueira DP A oncologia ginecológica apresentou grandes barreiras aos procedimentos laparoscópicos. Lentamente as vantagens das patologias benignas foram sendo demonstradas também no câncer de endométrio, posteriormente no de colo de útero e, já é convincente, sua efetividade nos estágios iniciais do câncer de ovário. A linfadenectomia pélvica e para-aórtica, transporta todas as vantagens da cirurgia fechada, sem perder nada da qualidade e da eficiência oncológica, muito pelo contrário, capacita a paciente a

Apresentação: Vídeo Livre 263 - SALPINGECTOMIA BILATERAL COM SINGLE PORT SERGIO EDGAR CAMÕES CONTI RIBEIRO (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); NILTON KAWAHARA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); RENATA ASSEF TORMENA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); DIANA VANNI (HCFMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); EDMUND CHADA BARACAT (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL)

RESUMO Objetivo: Apresentar vídeo da primeira laparoscopia ginecológica utilizando um Single port no Brasil. Casuística e métodos: Paciente de 36 anos, branca, secundipara, com queixa de dor pélvica crônica e antecedente de processo inflamatório tubário e ultrassom revelando hidrossalpinge bilateral. Com a paciente em posição semi-ginecológica sob anestesia geral, através de uma incisão vertical intraumbilical de 1,5 cm inserimos um single port descartável (Triport, Olympus). Tal dispositivo possui duas entradas de 5mm e uma de 10mm, além de vias para insuflar e desinsuflar gás. Foram utilizados os seguintes instrumentos de laparoscopia convencional: ótica rígida de 10 mm 0o , pinça de apreenção e bisturi harmônico (ACE 36, Ethicon). Após confirmação diagnóstica, realizamos salpingectomia bilateral em 28 minutos, com mínima perda sanguínea. A paciente recebeu alta hospitalar 20 horas após a cirurgia e foi liberada para suas atividades habituais após 1 semana. Conclusão: A laparoscopia com single port pode ser realizada com segurança em casos ginecológicos selecionados. O desenvolvimento do instrumental cirúrgico, a capacitação profissional e, futuramente, a associação à cirurgia robótica são perspectivas que devem ser consideradas para definir o papel da laparoscopia com punção única. Além disso, são necessários estudos prospectivos randomizados para avaliar vantagens e desvantagens do single port em relação à laparoscopia com mútiplas punções. Apresentação: Vídeo Livre 264 - URETERÓLISE LAPAROSCÓPICA EM ENDOMETRIOSE PROFUNDA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO O comprometimento ureteral é uma complicação séria e silenciosa que deve ser suspeitada em todas as mulheres com endometriose


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profunda infiltrativa. O isolamento e a inspeção do retroperitônio de ambos os ureteres durante a laparoscopia ajuda a diagnosticar o envolvimento silencioso do ureter pela doença. A ureterólise laparoscópica é efetiva e bem tolerada na maioria dos casos de endometriose ureteral. O objetivo deste vídeo é demonstrar um caso de ureterólise esquerda laparoscópica em paciente com endometriose profunda. Apresentação: Vídeo Livre 265 - CISTECTOMIA OVARIANA LAPAROSCÓPICA PARA CISTO DERMÓIDE WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

PRÉ-FIV WILLIAM KONDO (CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA, HOSPITAL VITA BATEL); VIVIANE MARGARETH SCANTAMBURLO (HOSPITAL VITA BATEL); KIARA FRANCINE SILVEIRA (HOSPITAL VITA BATEL); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL); ANIBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL)

RESUMO A doença tubária, particularmente a hidro-salpinge, tem um efeito deletério nos resultados da fertilização in vitro. As revisões sistemáticas da Cochrane mostram que a salpingectomia laparoscópica e a oclusão tubária laparoscópica melhoram as taxas de gravidez com a fertilização in vitro em mulheres com hidro-salpinge. O objetivo deste vídeo é demonstrar a salpingectomia bilateral laparoscópica. Apresentação: Vídeo Livre 268 - TÉCNICA CIRÚRGICA DE MIOMECTOMIA LAPAROSCÓPICA

RESUMO Os cistos dermóides, ou teratomas císticos benignos, são as neoplasias ovarianas benignas mais comuns em mulheres em idade reprodutiva. A cistectomia ovariana geralmente é realizada para o tratamento de sintomas dolorosos, para excluir malignidade, e para evitar potenciais complicações como torção e ruptura espontânea com peritonite química subseqüente. Este vídeo demonstra a técnica cirúrgica de cistectomia ovariana laparoscópica para cisto dermóide. Apresentação: Vídeo Livre 266 - LIGADURA DAS ARTÉRIAS UTERINAS PARA MINIMIZAR SANGRAMENTO NA MIOMECTOMIA LAPAROSCÓPICA WILLIAM KONDO (CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO Os miomas uterinos são os tumores benignos uterinos mais comuns nas mulheres em idade reprodutiva. No entanto, a maioria deles é assintomática e não necessita de tratamento. Hipermenorréia e dor pélvica são os sintomas mais comuns, e algumas mulheres podem apresentar infertilidade ou complicações relacionadas à gestação. Miomas intramurais e subserosos em mulheres que desejam a preservação da fertilidade podem ser tratados por meio da miomectomia, que pode ser realizada por laparoscopia. O objetivo deste vídeo é demonstrar a técnica de miomectomia laparoscópica. Apresentação: Vídeo Livre

RESUMO

269 - EXCISÃO LAPAROSCÓPICA DE ENDOMETRIOMA

Os miomas uterinos são os tumores mais comuns do sisTema reprodutivo feminino em qualquer faixa etária. Eles podem causar menorragia, dismenorréia e dor pélvica. Grandes miomas podem provocar compressão do trato urinário causando aumento da freqüência urinária e urgência miccional. Para mulheres que desejam manter o potencial reprodutivo, a miomectomia pode ser indicada por via convencional ou laparoscópica. A ligadura das artérias uterinas prévia à miomectomia pode reduzir o sangramento intra-operatório e não diminui a taxa de gravidez no pós-operatório. Este vídeo demonstra a técnica de ligadura das artérias uterinas por laparoscopia.

WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

Apresentação: Vídeo Livre 267 - SALPINGECTOMIA BILATERAL LAPAROSCÓPICA

RESUMO A endometriose acomete cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva e 40 a 50% das mulheres com infertilidade. O acometimento ovariano pela endometriose acarreta lesões chamadas de endometriomas. O diagnóstico é realizado por ecografia, com


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identificação de lesões císticas com conteúdo espesso no seu interior, sem fluxo ao estudo com Doppler colorido. O método de escolha para o tratamento dos endometriomas é a laparoscopia. Este vídeo demonstra a técnica cirúrgica de excisão laparoscópica de endometriomas. Apresentação: Vídeo Livre 270 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA DA ENDOMETRIOSE DE SEPTO RETOVAGINAL WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO A endometriose de septo retovaginal é uma das condições mais desafiadoras para os ginecologistas. A anatomia pélvica está distorcida por aderências fibróticas que cobrem as lesões profundas infiltrativas e causam retração do fundo de saco posterior, comprometendo o reto-sigmóide. O tratamento cirúrgico é complexo uma vez que há alto risco de envolvimento do trato urinário e intestinal nesta forma da doença. A ureterólise é freqüentemente necessária e em casos de comprometimento intestinal a ressecção intestinal pode ser necessária. A excisão do fórnice posterior da vaginal também deve ser realizada para remover completamente os nodules retovaginais maiores. O objetivo deste vídeo é demonstrar a abordagem cirúrgica laparoscópica para endometriose de septo reto-vaginal. Apresentação: Vídeo Livre 271 - PASSOS CIRÚRGICOS DA HISTERECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARCO AURÉLIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO A histerectomia é a principal cirurgia ginecológica realizada para doenças benignas sintomáticas. Não há consenso universal com relação à melhor técnica para a histerectomia e a via de acesso (cirurgia aberta convenciona, laparoscopia ou cirurgia vaginal) depende de fatores clínicos e técnicos, tais como volume uterino e partos por via vaginal prévios, assim como da preferência do cirurgião. A histerectomia laparoscópica tem sido realizada desde 1989 e tem se tornado uma alternative à histerectomia abdominal convencional. Algumas vantagens comparada à cirurgia aberta incluem menos dor, recuperação pós-operatória mais rápida e melhor qualidade de vida a curto prazo. O objetivo deste vídeo é demonstrar os principais passos da histerectomia total laparoscópica.

Apresentação: Vídeo Livre 272 - HISTERECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA EM PACIENTE COM ENDOMETRIOSE PROFUNDA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO A histerectomia é o procedimento cirúrgico ginecológico mais realizado em todo o mundo. As vias de acesso para a sua realização incluem a via abdominal convencional, a laparoscopia e a via vaginal. Pacientes portadoras de endometriose ou com sintomas sugestivos de endometriose devem examinadas atenciosamente, uma vez que a presença de doença profunda é uma contraindicação para a via de acesso vaginal e pode dificultar o procedimento por via abdominal. O objetivo deste vídeo é demonstrar que a histerectomia total laparoscópica em pacientes com endometriose profunda deve ser realizada por um cirurgião ginecologista com experiência em endometriose, uma vez que a distorção anatômica pode ser importante. Apresentação: Vídeo Livre 273 - LINFADENECTOMIA LAPAROSCÓPICA NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO O câncer de endométrio é o câncer genital feminino mais freqüente e o quarto câncer mais comum em mulheres. Como o estadiamento clínico tende a subestimar a extensão da doença, critérios de estadiamento cirúrgicos foram adotados pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia. O estadiamento cirúrgico inclui: histerectomia, salpingo-ooforectomia bilateral e lavado peritonial. Quando há suspeita de doença extra-uterina ou quando a paciente é considerada de alto risco para doença extrauterina oculta, linfadenectomia pélvica e para-aórtica deve ser realizada. Este vídeo demonstra a linfadenectomia laparoscópica para o câncer de endométrio. Apresentação: Vídeo Livre 274 - PASSAGEM DE CATÉTER DUPLO J FACILITA A URETERÓLISE LAPAROSCÓPICA EM CASOS SELECIONADOS DE ENDOMETRIOSE PROFUNDA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO


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CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO O diagnóstico de endometriose ureteral necessita de um alto índice de suspeição. Os exames de imagem têm limitado valor para fornecer um diagnóstico preciso da extensão das lesões ureterais. Estudos recentes mostram que a ureterólise laparoscópica pode ser uma opção terapêutica efetiva na maioria das pacientes com endometriose ureteral, mas que as taxas de recorrência não são negligenciáveis. Durante a ureterólise é importante se lembrar que o curso do ureter normalmente está alterado e que ele está deslocado medialmente devido ao processo inflamatório e cicatricial decorrente da doença. Em alguns casos a passagem de um catéter duplo J pode facilitar a sua dissecção e evitar lesão inadvertida do ureter. Este vídeo demonstra como a passagem do cateter duplo J transcistoscópica facilita a ureterólise laparoscópica. Apresentação: Vídeo Livre 275 - OOFOROPEXIA LAPAROSCÓPICA PARA TRATAMENTO DE TORÇÃO OVARIANA

multidisciplinar. O procedimento inclui a dissecção do espaço pararetal, ureterólise (quando a lesão se estende lateralmente), ressecção da parede vaginal e dissecção retal (associada ou não a cirurgia retal). Não existe consenso com relação à melhor maneira de se tratar o intestino comprometido. Alguns autores propõem a ressecção intestinal segmentar enquanto que outros preferem uma abordagem mais conservadora sem ressecção intestinal (shaving). A taxa de complicações pós-operatórias é diretamente proporcional à agressividade no manejo da doença intestinal. Este vídeo demonstra um caso de ressecção intestinal laparoscópica por endometriose. Apresentação: Vídeo Livre 277 - CORREÇÃO CIRÚRGICA DE PROLAPSOS GENITAIS POR LAPAROSCOPIA WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO WILLIAM KONDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, HOSPITAL VITA BATEL); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO A torção do ovário é responsável por 2,7% de todas as emergências ginecológicas. A apresentação clínica é de dor de início súbito, contínua e inespecífica no abdome inferior. A laparoscopia deve ser realizada em todos os casos suspeitos de torção uma vez que a demora no diagnóstico pode resultar em perda do ovário. Em casos de torção anexial recorrente, a pexia ovariana está indicada. Neste vídeo demonstramos um caso de ooforopexia laparoscópica por torção recorrente de ovário esquerdo. Apresentação: Vídeo Livre 276 - RESSECÇÃO INTESTINAL LAPAROSCÓPICA PARA ENDOMETRIOSE DE SEPTO RETOVAGINAL WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARCO AURELIO DE GEORGE (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); MARLON RANGEL (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO O tratamento cirúrgico de endometriose retovaginal é complexo e desafiador, necessitando freqüentemente de uma equipe

O prolapso genital é uma patologia freqüente, sendo que cerca de 11% das mulheres com uma expectativa de vida de 80 anos necessitam de uma intervenção cirúrgica para o tratamento de prolapsos. A multiplicidade de técnicas cirúrgicas existentes para o seu tratamento mostra a dificuldade de abordagem desta doença. A laparoscopia é uma via de acesso alternativa, permitindo o posicionamento de uma prótese inter-vésico-uterina e o reforço da fáscia reto-vaginal por outra prótese, que são fixadas ao promontório. Este vídeo demonstra os passos principais da cirurgia laparoscópica para correção de prolapsos genitais. Apresentação: Vídeo Livre 278 - IMPORTÂNCIA DA VIDEOLAPAROSCOPIA NO DIAGNÓSTICO DE PATOLOGIAS MÚLTIPLAS INTRAPERITONEAIS ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); GABRIEL SEBASTIAO DE VARGAS (HOSPITAL MÃE DE DEUS - POA - RS); CAROLINA C. PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); DELBER SCHIRMER (HOSPITAL ERNESTO DORNELLES - POA - RS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); LUCIANA SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS)

RESUMO Importância da Videolaparoscopia no Diagnóstico de Patologias Múltiplas Intra-peritoneais Limberger AS; Limberger LF*; Vargas, GS; Pereira CC; Schirmer,D; Alves. NJR; Siqueira, DP; A videolaparoscopia se constitui em um dos melhores métodos para diagnóstico e para terapêutica das doenças intraabominais. Tratamentos simultâneos podem ser realizados quando a natureza das patologias não os contra-indicarem. As doenças infecciosas ou os procedimentos considerados infectados não devem ser operados no mesmo ato do que as patologias não infecciosas. SINONÍMEA: Abscesso pélvico,


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abscesso ovariano, Lipoma de intestino delgado. As doenças inflamatórias pélvicas em mulheres, de forma assintomática, incidem: Chlamydia trachomatis em 4% e Neisséria gonorrhoeae em 2%. Este quadro, quando se torna sintomático, eleva-se para 27,9% pela Chlamydia trachomatis e 21,3% pela Neisséria gonorrhoeae. As principais seqüelas são: 50% de infertilidade no primeiro episódio e 75% na recidiva. Dor pélvica crônica, aderências, obstrução intestinal, Síndrome de Fitz-Hugh e Curtis, hidro e hematossalpinge, corpo lúteo hemorrágico são seqüelas secundárias. O lipoma ileal por sua vez representa apenas 1 a 2% dos tumores intestinais. A sua clínica inespecífica e a dificuldade de diagnóstico das patologias de intestino delgado são fatores que dificultam suas identificações. Por outro lado, os lipomas são a segunda patologia mais freqüente do intestino delgado e localizam-se preferencialmente na porção final do intestino delgado. A ultra-sonografia e a tomografia computadorizada são os principais métodos diagnósticos. A videolaparoscopia desponta como a principal forma de tratamento quer do ponto de vista econômico quer cosmético. Os autores apresentam em videolaparoscopia uma paciente de 36 anos, nuligesta, com passado de câncer de mama, que há 6 meses buscava tratamento médico por dor abdominal difusa, com características inespecíficas cujos exames subsidiários revelavam apenas imagem cística em anexo esquerdo já visualizada em exames anteriores. Uma videolaparoscopia demonstrou abscesso tubo-ovariano esquerdo e um lipoma ileal. Seis meses após, foi submetida a uma nova laparoscopia com ressecção do lipoma e uma enteroenteroanastomose. No mesmo ato, uma cromotubagem demonstrou permeabilidade da trompa conservada. Engravidou espontaneamente no terceiro mês pós-operatório. Fica demonstrado, assim, que a videolaparoscopia é também a técnica adequada para conservar a integridade dos órgãos intra-abdominais sem prejuízo da fertilidade. Apresentação: Vídeo Livre 279 - MODELO EXPERIMENTAL PORCINO: HISTERECTOMIA COM PUNÇÃO UMBILICAL ÚNICA E ENERGIA SELANTE BIPOLAR SERGIO EDGAR CAMÕES CONTI RIBEIRO (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); RENATA ASSEF TORMENA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); TOMYO ARAZAWA (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); DIANA VANNI (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL); EDMUND CHADA BARACAT (HC-FMUSP, SÃO PAULO, BRASIL)

RESUMO Objetivo: Avaliar modelo porcino para realização de histerectomia com punção única umbilical associada à energia selante bipolar. Material e métodos: Com o animal sob anestesia geral, inserimos um single site descartável através de uma incisão vertical intraumbilical de 2 cm. Tal dispositivo possui duas entradas de 5mm e uma de 10-5mm, além de via para insuflar e desinsuflar gás. Foram utilizados os seguintes instrumentos de laparoscopia convencional: ótica rígida de 5mm 30 graus (Storz), pinça de apreensão curva e sisTema selante bipolar (Enseal® , Ethicon). Realizamos a remoção bilateral dos ovários e dos cornos uterinos, além da dissecção e cauterização da artéria ilíaca esquerda. Conclusão: O modelo porcino mostrou-se adequado para simulação de procedimentos ginecológicos com punção única umbilical. O sisTema selante bipolar foi eficaz para hemostasia e secção de vasos sanguíneos de pequeno e médio calibre, com mínima dispersão lateral de energia e, conseqüentemente, menor dano tecidual. O uso do modelo porcino pode contribuir de forma significativa para a capacitação profissional em cirurgias laparoscópicas com punção única umbilical.

Apresentação: Vídeo Livre 280 - ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA DA APENDICITE AGUDA NA GESTAÇÃO LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL- CANOAS-RS); MARIA FERNANDA PELLICCIOLI (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); GABRIEL SEBASTIÃO DE VARGAS (HOSPITAL MÃE DE DEUS - POA - RS); CRESPO (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); LUCIANA SILVEIRA DE CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO); CAROLINA C PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO)

RESUMO Abordagem Laparoscópica da Apendicite Aguda Gestação Limberger, LF*, Campos LS*, Pellicioli M F; Crespo S; Limberger, AS; Vargas, GS,; Pereira, CC A apendicite é a causa mais comum de abdômen agudo cirúrgico na gestação, tem incidência aproximada de 1:1. 500 partos, porém não é mais comum em gestantes que em não gestantes ¹, sendo aproximadamente a mesma em todos os trimestres. De todos os problemas cirúrgicos na gestação a apendicite é o que causa maior índice de perda fetal 2. A dificuldade diagnóstica ocorre devido a sua apresentação anômala em gestantes e mudança na localização do apêndice durante a evolução da gestação. A decisão de operar ou não a paciente deve se basear nos achados clínicos da paciente, assim como ocorre em não gestantes. Os autores apresentam a apendicectomia de uma gestante, branca, 22 anos, com 17 semanas de gestação em tratamento ambulatório geral durante 7 dias por gastrenterite. Concluído por apendicite aguda, foi submetida à laparoscopia. A insuflação foi com Verres supra-umbilical, a primeira punção supra-umbilical fechada, com mais duas punções de 5 mm: uma em flanco esquerdo e outra suprapúbica. Comemorativos trans-operatórios demonstraram apendicite aguda necrosado, roto com fecalito e peritonite com abscesso. A apendicectomia videolaparoscópica foi realizada com ligadura e sepultamento do coto com vicryl 2-0 e ampla lavagem da cavidade. A peça operatória foi retirada via retrógrada à ótica. Dreno de penrose e antibioticoterapia com cefoxitina sódica 1g de 6/6h. E. Colli foi o germe isolado. No sétimo dia de tratamento, conclui-se por peritonite e abscesso, sendo então levada à nova laparoscopia com lavagem ampla da cavidade. O coto apendicular não tinha sinais de deiscências, não haviam lojas de abscesso constituídas, mas secreções fibrinóide recobriam todos as vísceras. Na cultura isolou-se Pseudomonas Aeroginosa. A gestante concluiu então um curso de 7 dias de antibióticoterapia com metronidazol, ampicilina e gentamicina, obtendo alta para o pré-natal de origem. Não foi usado uterolítico. Com 38 semanas sua obstetra optou por cesariana, tendo nascido concepto masculino com 2700g apgar: 09 e 10. A cavidade não demonstrava alterações significativas. Basicamente o quadro clínico de apendicite consiste em cólica epigástrica ou dor periumbilical que eventualmente irradia e se localiza na fossa ilíaca direita. A dor na fossa ilíaca pode ser o sintoma mais sugestivo de apendicite, sendo que a dor à descompressão brusca e a contratura muscular não são específicos para o diagnóstico na gestação. Anorexia, vômitos e leucocitose, por serem achados comuns da gestante são pouco sensíveis nestas pacientes. A ultrassografia é o exame de escolha em pacientes grávidas, por tratar-se de um exame seguro e não invasivo. Quando o exame é feito com compressão, demonstrou 100% de especificidade e 96% de sensibilidade em gestantes de 1º e 2º trimestres3, porém sua realização é tecnicamente difícil no 3º trimestre. A tomografia computadorizada helicoidal poderá ser um exame subsidiário promissor na gravidez, porém ainda faltam trabalhos na literatura para comprovar estes dados. Já a ressonância magnética pode ser realizada com segurança se os achados ecográficos forem inconclusivos. O prognóstico fetal depende da presença ou não de perfuração do apêndice,


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que pode levar a um aumento em 36% no risco de perda fetal. A apendicite supurada é mais comum no 3º trimestre. A incidência de contrações é comum após apendicectomia na gravidez. Porem a incidência de trabalho de parto prematuro (TPP) não é comum, ocorrendo mais em pacientes no 3º trimestre de gestação. Já as perdas fetais são mais comuns no 1º e 2º trimestres3. O uso de tocolíticos profiláticos não teve diferença estatística significativa. O tratamento da apendicite aguda é cirúrgico, evitando sempre a manipulação exagerada do útero. Quando ocorre perfuração do apêndice é necessária lavagem exaustiva da cavidade e antibioticoterapia de amplo espectro. O uso de dreno deve ser avaliado em cada caso. Nas gestações com fetos viáveis é importante avaliar a possibilidade de parto, tendo em vista os altos riscos de óbito fetal. A Videolaparoscopia desponta cada vez mais como alternativa cirúrgica adequada inclusive em pacientes gestantes, não concorrendo para eventuais desencademantos de aborto ou trabalho de parto prematuro. As situações que necessitam de reintervenção igualmente podem ser realizados por relaparoscopia ou laparotomia dependo qualificação da equipe. Independente de gestante ou não a apendicectomia videolaparoscópica consolida-se como o método de escolha. Os benefícios de redução do tempo de internação, menor dor e retorno mais rápido as atividades já são consagrados e um menor número de abortos ou de trabalho de parto prematuro poderá vir a ser confirmado no futuro. Apresentação: Vídeo Livre 281 - USO DE PUNÇÃO ÚNICA PARA TRABALHO NA HISTERECTOMIA POR LAPAROSCOPIA ANDIARA DE SOUZA LIMBERGER (UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CANOAS - RS); LEO FRANCISCO LIMBERGER (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); NILTON JACINTO DA ROSA ALVES (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); DANIEL PEDRINI SIQUEIRA (HOSPITAL MOINHOS DE VENTO DE POA - RS); SILVEIRA CAMPOS (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); MARIA FERNANDA PELLICIOLI (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO- POA- RS); CAROLINA C PEREIRA (HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃOPOA- RS)

RESUMO Uso de Punção Única para Trabalho na Histerectomia por Laparoscopia. Limberger AS; Limberger LF*, Pereira CC; Campos LS; Alves. NJR; Siqueira, DP; Pellicioli,MF A histerectomia, cujas origens remontam ao ano 120 aC, é a segunda cirurgia ginecológica mais realizada no mundo. Atualmente, em virtude da necessidade de retorno rápido ao mercado de trabalho e das exigências estéticas, a utilização da laparoscopia na retirada do útero ganha cada vez mais adeptos. A maioria dos trabalhos realizados mostra o uso de três ou de quatro punções para a laparoscopia, sendo duas ou três delas utilizadas para manipulação e outra para a ótica. Neste vídeo os autores utilizam apenas duas punções na histerectomia videolaparoscópica – uma para a ótica e outra para manipulação - avaliando como desfechos as complicações cirúrgicas imediatas e tardias, e o tempo de retorno às atividades laborais. A histerectomia, após o parto cesariana, é a cirurgia ginecológica mais realizada no mundo. Suas origens são incertas - há referências ao “prolapso uterino e à retirada do útero sem levar à morte” nos trabalhos de Soranus de Éfeso, em 120 AC. A primeira histerectomia vaginal planejada e efetuada com sucesso foi de responsabilidade de Conrad Langenbeck, em 1813. Charles Clay, em 1843, foi o responsável pela primeira histerectomia abdominal realizada na Inglaterra. No entanto, as primeiras cirurgias não tiveram sucesso, levando ao óbito das pacientes. A evolução dos conhecimentos de anatomia, de antisepsia e de assepsia; a introdução de novas técnicas anestésicas, o uso de antibióticos e de analgésicos; novos exames e melhores

diagnósticos foram substanciais na queda das taxas de morbimortalidade das pacientes. Além disso, a melhora na confecção de aparelhagem – fios, cautérios, seladores – também contribuiu grandemente para melhores desfechos cirúrgicos. O segundo grande salto na cirurgia ocorreu com o desenvolvimento da cirurgia videolaparoscópica, que permitiu o acesso à cavidade abdominal de forma segura, com menores riscos às pacientes, além de oferecer menores complicações do ponto de vista estético. Atualmente, a histerectomia é a segunda cirurgia mais realizada nos EUA, com um número aproximado entre 650000 a 700000 procedimentos anuais. A idade média das pacientes histerectomizadas é de 47 anos. Aos 55 anos, 25% e aos 60, 30% das mulheres americanas tiveram seus úteros removidos o que corresponde a uma em cada 3 e uma em cada quatro mulheres. As principais indicações de histerectomia são sangramentos uterinos disfuncionais, leiomiomatose e adenomiose – responsáveis por cerca de 75% das histerectomias abdominais. O prolapso uterino corresponde à cerca de 80 a 90% das cirugias via vaginal. A histerectomia teve seu grande incremento a partir dos anos 60, como “profilaxia” das neoplasias – idéia iniciada nos EUA, segundo a qual “depois de completado o desejo de gravidez, o útero torna-se um órgão inútil, que precisa ser retirado para prevenir sangramentos e o desenvolvimento de câncer”Devido à generalização desse pensamento, houve um incremento no número de cirurgias – estudos mostram que de 16 a 33% das histerectomias são desnecessárias. As taxas de cirurgia nos EUA são duas vezes maiores do que as da Inglaterra, e quatro vezes maiores do que as da Suécia. A introdução da laparoscopia como nova rota para a histerectomia, trouxe um novo entendimento à cirurgia ginecológica como um todo. Novas maneiras de abordar, seccionar, suturar, bem como, novos instrumentais e um melhor entendimento da anatomia. Isso fez com que os ginecologistas reformulassem seus princípios e refizessem suas técnicas operatórias. Presenciamos, assim, um ressurgimento da cirurgia vaginal e uma queda da cirurgia abdominal. Vive-se uma época de grande valorização da forma física e da estética corporal, em uma busca pelo “corpo perfeito”; ao mesmo tempo, exigem-se procedimentos que não exijam afastamento das atividades profissionais por longos períodos. Este quadro possibilitou que a videolaparoscopia se tornasse a indicação sonhada das mulheres, caso necessária a retirada úterina. A globalização do conhecimento levou a todas as mulheres a informação de que seus úteros podem ser retirados de maneira menos traumática, com recuperação mais rápida, menos dor, mínimo tempo de permanência hospitalar e com conservação de sua estética abdominal. Estudo publicado no Texas demonstrou que o advento da histerectomia laparoscópica elevou o índice de histerectomia vaginal de 27,7% para 53,2% e uma redução de 29% das histerctomias abdominais. A primeira histerectomia videolaparoscópica ocorreu em 1989, com Harry Reich. Habitualmente, a videolaparoscopia compreende três ou quatro punções – uma para a ótica e duas ou três para trabalho, com retirada da peça por via vaginal. A preferência pelo método normalmente depende do treinamento do cirurgião. Assim, consideramos a histerectomia vaginal uma técnica mais difícil do que a abdominal. A via laparoscópica, apesar de proporcional melhor visualização, é mais difícil do que a vaginal. Requer, além de maior treinamento, um entrosamento da equipe e um arsenal instrumental sofisticado e apropriado. Neste trabalho, utilizou-se apenas 02 punções para a cirurgia videolaparoscópica – uma para ótica e outra para manipulação. A dor pós-operatória certamente está relacionada com o trauma da parede abdominal, quer em número quer em extensão, bem como com os riscos de traumas e de sangramentos. Os desfechos avaliados foram complicações operatórias imediatas e tardias, além do tempo de retorno às atividades laborais. Os autores propuseram-se a realizar histerectomia videolaparoscópica com apenas duas punções uma de 10mm para a ótica, e outra de 5mm para trabalho. Foram selecionadas 07 pacientes, de forma aleatória, sendo 06.da clínica privada e 01 de instituições públicas . Os critérios de inclusão para este estu-


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do piloto eram: apresentar útero não volumoso, avaliado ecograficamente (volume máximo de 400g), e não apresentar sinais clínicos ou ecográficos de peritonite prévia. As indicações para a retirada do útero foram sangramento uterino anormal, não responsivo ao tratamento hormonal, com diagnóstico ecográfico de miomatose e/ou adenomiose. A única exceção refere-se a paciente que foi operada por mando judicial amparada por indicações psiquiátricas. As idades médias das pacientes foram de 41 anos (entre 16 e 51 anos); não apresentavam co-morbidades. Duas tinham cesarianas prévias e uma havia sido submetida a traquelectomia prévia. As medidas de volume uterino variaram entre 35 e 291g com média de: 152g. As pacientes receberam combinação anestésica de raquianestesia e anestesia geral venosa. Realizou-se insuflação com agulha de Verres e duas punções: a primeira, supra-umbilical, com trocarter de 10 mm, para a colocação de ótica de 30° e a segunda punção foi realizada em região suprapúbica, na linha média, com trocarter de 5 mm, Uma cânula de cromotubagem, foi usada como manipulador uterino. A pressão intra-peritoneal empregada foi 15 mmHg. Três cirurgias foram realizadas com bisturi harmônico (ultracision); uma, com bisturi harmônico (auto-sonix), e três com bipolar e tesoura. As cirurgias foram realizadas totalmente por via laparoscópica, com a saída da peça via vaginal. Utilizou-se fio de poliglactina 2-0 para a sutura da cúpula vaginal. Houve preservação de anexos em todas as cinco cirurgias. RESULTADOS O tempo cirúrgico variou entre 35 e 55 minuto. As altas ocorreram entre 28 e 48h pós–operatório Não ocorreram complicações pós operatórias imediatas, nem relatos de complicações tardias. As pacientes retornaram às suas atividades em sete dias, sendo acompanhadas até o quadragésimo dia de pós-operatório. CONCLUSÃO A histerectomia videolaparoscópica com apenas uma punção de trabalho mostrou-se factível para úteros com peso menor do que 400mg. A técnica mostrou-se relevante na redução de sangramentos e de complicações de portais e na possível diminuição da dor pós-operatória. Oferece retorno precoce às atividades profissionais, além de indiscutíveis vantagens do ponto de vista estético. Novos estudos devem ser realizados para validar a técnica, devido ao pequeno número de pacientes avaliadas no presente trabalho.

segmentar parece ser a melhor opção de tratamento para as mulheres portadoras de endometriose intestinal profunda, levando a um alívio dos sintomas e uma significativa melhora na qualidade de vida com taxas de gravidez em torno de 44%. As complicaçoes mais freqüentes com este tipo de cirurgia estão relacionadas com fístulas, problemas funcionais intestinais e urinários, sendo minimizados quando esta doença é tratada por equipe multisciplinar experiente. Este vídeo relata a abordagem laparoscópica cirúrgica com resseçao segmentar de porção de sigmóide e reto, com exteriorização da porção intestinal a ser retirada via vaginal, uso de grampeadores lineares e circulares. O procedimento foi realizado em sisTema HD e uso de sisTema selante de vasos.

Apresentação: Vídeo Livre

MARIO RUBENS MACEDO VIANNA (HOSP.UNIVERSITARIO GETULIO VARGAS); SIGRID QUEIROZ CARDOSO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS); JORGE O.MACHADO (UNIMED)

282 - LINFADENECTOMIA PÉLVICA VIDEOLAPAROSCÓPICA ERICO LUSTOSA FERREIRA (INCA); GUSTAVO GUITMANN (INCA); LUIZ MATHIAS (INCA); GUSTAVO CARVALHO (INCA); RENATO SAN MARTIN (INCA)

RESUMO Demonstração dos passos para realização da linfadenectomia pélvica videolaparoscópica realizados nas neoplasias malignas de colo de útero e endométrio realizados no Instituto Nacional do Cancer - RJ. Apresentação: Vídeo Livre 283 - ABORDAGEM ENDOMETRIOSE INTESTINAL PAULO ROBERTO CARÁ (UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL); VALENTINA METSAVAHT CARÁ (PUC - RS); ADEMIR CADORE; ÉLVIO MICHELON

RESUMO A endometriose intestinal ocorre em 3 a 34% das mulheres com endometriose, sendo muitas vezes assintomática. Seu diagnóstico pode ser realizado basicamente pela ultrassonografia, ressonância magnética e retosigmoidoscopia. A ressecção coloretal

Apresentação: Vídeo Livre 284 - LINFADENECTOMIA EXTRAPERITONEAL PARAAORTICA VIDEOLAPAROSCÓPICA ERICO LUSTOSA FERREIRA (INCA); LUIZ MATHIAS FIGUEIREDO (INCA); GUSTAVO GUITIMANN (INCA); SANMARTIN (INCA)

RESUMO O autor mostra a realização da linfadenectomia paraaortica por esta técnica, demonstrando a vantagem neste tipo de abordagem pois ocorre menor sangramento, menor tempo cirúrgico, melhor recuperação pós-operatória e um índice menor de aderências, facilidando o diagnóstico e não retardando a complementação do tratamento. Esta técnica extraperitoneal é utilizado nos diagnósticos para estadiamento em câncer de endométrio, colo uterino avançado e de ovário. Apresentação: Vídeo Livre 285 - PAN-HISTERECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA DE ÚTERO UNICORNO COM CORNO RUDIMENTAR FUNCIONANTE E COMUNICANTE

RESUMO TIPO DE TRABALHO: VÍDEO LIVRE ESPECIALIDADE: GINECOLOGIA PRETENDE CONCORRER A SELEÇÃO DOS MELHORES TRABALHOS: SIM TÍTULO DO TRABALHO: PAN-HISTERECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA DE ÚTERO UNICORNO COM CORNO RUDIMENTAR FUNCIONANTE E COMUNICANTE VIANNA MR; CARDOSO SLQ; MACHADO JLO RESUMO DADOS DA PACIENTE: L. E. G. N. IDADE: 69 ANOS NATURALIDADE: AMAZONAS HISTÓRIA CLÍNICA: PACIENTE APRESENTAVA QUADRO DE SANGRAMENTO UTERINO ANORMAL E EXAME DE IMAGEM (RNM) QUE SUGERIA ÚTERO DIDELFO. EM INVESTIGAÇÃO VHS DETECTAMOS DUAS CAVIDADES UTERINAS, UMA MAIOR E OUTRA MENOR COM COLO ÚNICO E SINAIS EM AMBAS CAVIDADES DE HIPERPLASIA ENDOMETRIAL E SINEQUIAS. COM HISTORIA FAMILIAR DE NEOPLASIA GINECOLOGICA A PACIENTE OPTOU POR REALIZAR TRATAMENTO CIRURGICO. EXAME CLÍNICO: PACIENTE GRANDE OBESA, EXAME GINECOLOGICO NORMAL. EXAMES COMPLEMENTARES E DE IMAGENS: -LABORATÓRIO SEM ALTERAÇÕES TC DE ABDOME E PELVIS E US VAGINAL COM DIAGNOSTICO DE ÚTERO DIDELFO E HIPERPLASIA ENDOMETRIAL TÉCNICA CIRÚRGICA: -NÃO CONSEGUIMOS INSTALAR MANIPULADOR UTERINO VCARE -PUNÇÕES: PRIMEIRA TRANS-UMBILICAL SEMI-ABERTA ( 10 MM ) E ACESSORIAS SOB VISÃO DIRETA NA FIE ( 5 MM ), SP ( 10 MM ) E FID (5 MM). -USO DE TESOURA US ACE 5 MM TEMPO


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CIRÚRGICO: 240 MINUTOS PÓS-OPERATÓRIO: ALTA COM 24 HS. DECIMO DIA DE PO REFERIA PERDA DE URINA VIA VAGINAL. REALIZOU RNM QUE MOSTROU TRAJRTO FISTULOZO DO URETER DISTAL E TRATADO COM CATETER DUPLO JOTA. COMENTÁRIOS: A CIRURGIA FOI REALIZADA COM GRANDE DIFICULDADE PELA FALTA DE MANIPULADOR, QUE NÃO CONSEGUIMOS INSTALAR POR DIFICULDADE EM LOCALIZAR O COLO UTERINO QUE SE MOSTRAVA ATRÓFICO E DE DIFICIL LOCALIZAÇÃO EM FUNÇÃO DA OBESIDADE. A HISTERECTOMIA FOI CONCLUIDA POR VIA VAGINAL, SENDO RETIRADO UM ÚTERO DE CADA VEZ. Apresentação: Vídeo Livre 286 - IMPORTÂNCIA DO ISOLAMENTO DO URETER EM CIRURGIAS EM PACIENTES PORTADORAS DE ENDOMETRIOSE PROFUNDA UNIVALDO ETSUO SAGAE (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); DORYANE MARIA DOS REIS LIMA (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); MAURO WILLEMANN BONATTO (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); RICARDO SHIGUEO TSUCHIYA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); CARLOS ALBERTO DE CARVALHO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA); TOMAZ MASSAYUKI TANAKA (UNIOESTE-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ); HELIN MINORU MATSUMOTO (GASTROCLINICA CASCAVEL LTDA)

RESUMO Introdução: Endometriose profunda é uma doença global que envolve ligamentos uterossacrais, septo retovaginal, vagina, reto, bexiga e ureteres. O grande desafio cirúrgico dessa afecção se dá por suas características infiltrativas. A incidência da endometriose intestinal é estimada entre 6% e 30% dos casos de endometriose profunda. Quando necessário procedimento cirúrgico nesses casos, nota-se um processo inflamatório difuso com muitas aderências entre os diversos órgãos da pelve promovendo dificuldades técnicas que podem resultar em complicações graves ou tratamento incompleto. O traumatismo cirúrgico do ureter decorre majoritariamente de cirurgias pélvicas, com incidência dessas lesões são 0,5-2%. Com a laparoscopia, um menor número destas lesões é reconhecido imediatamente após cirurgia. Muitos autores recomendam a técnica de cateterização do ureter com duplo J e, atualmente, com catéter de transiluminação para evitar lesões intra-operatórias durante a retirada das lesões. Estes procedimentos urológicos são subutilizados devido a necessidade de outro especialista e do alto custo, principalmente, esses cateteres iluminados. A endometriose tem a particularidade de ser uma doença imprevisível quanto a suspeita do acometimento do ureter, sendo muitas vezes diagnosticando no intraoperatório e em alguns casos somente após o acidente intraoperatório. Objetivo: o objetivo deste trabalho é demonstrar importância da identificação e isolamento do ureter em pacientes portadoras de endometriose profunda submetidas à cirurgia. Material e Métodos: Dez pacientes portadoras de endometriose profunda e avaliadas pela ultra-sonografia anorretal 3D foram submetidas a tratamento cirúrgico. Durante o procedimento, notou-se íntima relação da lesão com ureteres. Foi realizada individualização e isolamento dos ureteres no segmento pélvico com cadarço (fita cardíaca úmida colocada pelo trocarter de 10mm após individualização do ureter) no lado afetado da doença. Uma paciente após manipulação cirúrgica do ureter com essa técnica, apresentou hematúria transitória, sem repercussões clinicas. Conclusão: Com essa tática, o ureter próximo à lesão endometriótica foi afastado da área cirúrgica, evitando lesão do mesmo ou quando lesado a identificação e tratamento no mesmo tempo cirúrgico. O procedimento do cadarçamento se dá de forma simples e sem a necessidade de manipulação da uretra, bexiga e ureteres.

Apresentação: Vídeo Livre 287 - TÉCNICA DE NEOVAGINA VIDEOLAPAROSCOPICA COM UTILIZAÇÃO DO RETO ERICO LUSTOSA FERREIRA (INCA); JURANDIR DE ALMEIDA DIAS (INCA); GUSTAVO GUITMANN (INCA); LUIZ MATHIAS FIGUEIREDO (INCA); RENATO SANMARTIN (INCA)

RESUMO O autor descreve uma nova técnica para confecção de Neovagina. Opção cirúrgica extremamente útil para pacientes que submetidas a radioterapia (Cobalto + braquiterapia) em câncer de colo de útero, apesar de receberem orientação para dilatação vaginal evoluiram com estenose extensa da vagina. A vantagem da técnica é que a paciente não fica com nenhuma sutura de alça na cavidade abdominal sem risco de fístula para o interior do abdome. Apresentação: Vídeo Livre 288 - TERATOMA CÍSTICO BENIGNO – CISTECTOMIA OVARIANA VIDEOLAPAROSCOPICA ANTONIO BUSSADE JUNIOR (HSJA); RENAN CATHARINA TINOCO (HSJA); NAEME JOSÉ DE SÁ FILHO (HSJA); LAILA REGGIANE ALMEIDA (HSJA); CHRISTIANE SCHULTZ (HSJA); JEHOVAH GUIMARÃES TAVARES (HSJA); LUCIANA MOREIRA BAUER (HSJA)

RESUMO O CISTO DERMÓIDE É UM TERATOMA MADURO E REPRESENTA 90% DOS TUMORES OVARIANOS DERIVADOS DE CÉLULAS GERMINATIVAS. CONSTITUI-SE DE EPITÉLIO PLANO ESTRATIFICADO CORNEIFICADO, EM TUDO SEMELHANTE A PELE E SEUS ANEXOS, COMO GLANDULAS SEBACEAS, FOLICULOS PILOSOS E GLANDULAS SUDORIPARAS. SUA MAIOR INCIDENCIA ACONTECE NA MENACME.RELATO DO CASO: PACIENTE, 32 ANOS, RELATA DOR ABDOMINAL EM FOSSA ILÍACA DIREITA, BEM COMO DISPAREUNIA. SEM DEMAIS SINAIS OU SINTOMAS.FAZIA USO DE CONTRACEPTIVO ORAL. REALIZADA ULTRASSONOGRAFIA EVIDENCIANDO MASSA ECOGÊNICA COMPATÍVEL COM CISTO DERMÓIDE, EM TOPOGRAFIA DE OVÁRIO ESQUERDO. POSTERIORMENTE, SOLICITADA RESSONÂNCIA QUE MOSTROU UMA FORMAÇÃO EXPANSIVA, HETEROGÊNEA, BEM DELIMITADA, MEDINDO 54ML. HISTÓRIA FAMILIAR DE CISTO DERMÓIDE. OVÁRIO DIREITO DE MORFOLOGIA, VOLUME E SINAIS NORMAIS. AUSÊNCIA DE LINFADENOMEGALIAS E DE LÍQUIDO LIVRE. REALIZADA CISTECTOMIA OVARIANA POR VIDEOLAPAROSCOPIA. A PACIENTE RECEBEU ALTA HOSPITALAR COM REMISSAO COMPLETA DOS SINTOMAS. UMA VEZ DIAGNOSTICADO, O TERATOMA TEM SEMPRE INDICACAO CIRURGICA. A OOFORECTOMIA PODE SER REALIZADA VIA LAPAROTOMICA OU LAPAROSCOPICA. A ABORAGEM VIDEOLAPAROSCOPICA É TECNICA QUE RESULTA EM MENOR TEMPO DE INTERNACAO, ALTA PRECOCE, E RAPIDO RETORNO AS ATIVIDADES.

Área CIRURGIA PEDIÁTRICA Apresentação: Poster 289 - NEOVAGINOPLASTIA VIDEO ASSISTIDA COM BIOMATRIZ ORGÂNICA DE COLÁGENO – NOTA INICIAL


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WALLACE ACIOLI FREIRE DE GOIS (HUB/HRAS); MÉRCIA MARIA BRAGA ROCHA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA(HUB); JOÃO ROCHA VILELA (HOSPITAL REGIONAL DA ASA SUL(HRAS); JEAN PIERRE BARGUIL BRASILEIRO (HOSPITAL REGIONAL DA ASA SUL(HRAS); RODRIGO VASCONCELO E CARMO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA(HUB); BRUNA DE SÁ OLIVEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA(HUB)

RESUMO Neovaginoplastia video assistida com Biomatriz Orgânica de Colágeno – nota inicial Introdução: A agenesia vaginal total, no gênero feminino, é uma condição presente em 1:5.000 a 1:10.000 nascidos vivos. Está geralmente associada às síndromes de Rokitansky-Kuster-Hauser (SRKH) e feminização testicular(SFT). Técnicas operatórias para confecção de neovagina utilizam diversos tecidos como a pele (Abble-McIndoe), segmento intestinal, peritônio, mucosa oral e membrana amniótica (Dhall). Materiais sintéticos têm sido desenvolvidos para diversas finalidades substituindo tecidos humanos. Esse estudo relata dois casos de confecção de neovagina com membrana não aderente de colageno por técnica vídeo assistida. Método: As pacientes foram submetidas a neovaginoplastia utilizando Biomatriz Orgânica Colágeno(BOC), material doado pela empresa TECHNODRY®, material constituído por colageno tipo I. A técnica operatória consistiu em incisão do perineo em “H” (técnica de Happner) seguida de dissecção romba. Devido a características das síndromes em questão a dissecção perineal foi acompanhada por videolaparoscopia. No espaço perineal confeccionado, foi introduzido molde rígido revestido pela malha de colageno não aderente(BOC). A malha foi fixada na borda perineal com pontos absorvíveis. Mantido molde fixado por dez dias. Caso 1: Paciente 07 anos, portadora de SFT referenciada pela endocrinopediatria do Hospital Regional da Asa Sul(HRAS). Submetida a neovaginoplastia video assistida com Biomatriz Orgânica de Colágeno pela cirurgia pediátrica do Hospital universitário de Brasília(HUB) . Apresentou estenose no introito vaginal necessitando de dilatação vaginal sob sedação. Caso 2: Paciente 24 anos, com diagnóstico de SRKH, acompanhada no serviço de ginecologia do HRAS. Submetida a confecção de neovagina com BOC por técnica vídeo assistida. Apresentava útero rudimentar que foi ressecado por via videolaparoscópica. Não houve complicações. Discussão: Dentre as diferentes técnicas preconizadas para realização de neovagina, o retalho de pele (Abble-McIndoe) é a mais utilizada. Esta técnica têm limitações decorrentes da presença de tecido cruento exposto, incidência elevada de estenose e resultado cosmético variável. A utilização de peritônio e segmentos intestinais está relacionada a maior morbi-mortaliade. O uso da membrana amniótica está associado a problemas relacionados a doadora no que se refere a transmissão de doenças infecciosas e aspectos éticos.A BOC tem sido utilizada para hemostasia, para substituição de tecidos humanos e como membranas não aderentes. A confecção de neovagina com a BOC parece uma solução viável necessitando de um estudo mais amplo e controlado. O suporte por via videolaparoscópica é importante quando há resquícios mullerianos a serem ressecados ou pesquisados. A visualização do recesso peritonial durante a dissecção romba na região perineal, que se tornará a futura vagina, auxilia no aprendizado da utilização da técnica proposta.

Área CIRURGIA TORÁCICA Apresentação: Poster 290 - SIMPATECTOMIA VIDEOTORACOSCÓPICA PARA TRATAMENTO DA HIPERIDROSE PRIMÁRIA: EXPERIÊNCIA DO SERVIÇO DE CIRURGIA TORÁCICA DO HUGG – UNIRIO

REGIS SANTANA CUNHA DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); PABLO MAGALHÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); BERNARDO GUISEPPE AGOGLIA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); RENATO ABRANTES LUNA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); AGOSTINHO MANUEL DA SILVA ASCENÇÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); ROSSANO KEPLER ALVIM FIORELLI (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); MARIA RIBEIRO SANTOS MORARD (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO)

RESUMO A simpatectomia videotoracoscópica no tratamento da hiperidrose possui índices de sucesso terapêutico e de complicações já bem estabelecidos, porém a análise destes pode tornar-se conflitante devido ao número de variáveis envolvidas e à subjetividade da avaliação. Portanto, faz-se imperiosa, por parte daqueles que a realizam, a análise de seus próprios resultados, assim como o impacto na qualidade de vida de seus pacientes. Apresentamos a experiência do Serviço de Cirurgia Torácica do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle – HUGG da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, mediante uma análise retrospectiva de um total de 97 casos operados no período de agosto de 2004 a maio de 2010, onde foram analisados os dados referentes a sexo, idade, tipo de hiperidrose, história familiar, impacto social, evolução pós-operatória e resultados. Apresentação: Tema Livre 291 - UTILIZAÇÃO DO SISTEMA ROBÓTICO DA VINCI NA CIRURGIA CARDÍACA: EXPERIÊNCIA INICIAL ROBINSON POFFO (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ALEX LUIZ CELULLARE (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); RENATO BASTOS POPE (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ALISSON PARRILHA TOSCHI (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); CLÁUDIO ALEXANDRE MOKROSS (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN); ALEXANDRE TERUYA (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN)

RESUMO Objetivo: Demonstrar a experiência inicial com a utilização do sisTema robótico daVinci no tratamento de patologias intracardíacas. Método: Em março de 2010 cinco pacientes foram submetidos à cirurgia cardíaca robô-auxiliada. As patologias cardíacas abordadas foram valvopatia mitral (n=3), comunicação interatrial (CIA) (n=2), dois pacientes mitrais apresentavam forame oval patente pérvio. A idade variou de 34 a 53 anos (43±8,45 anos), sendo que três eram do sexo masculino. O método cirúrgico constou de canulação arterial e venosa periférica, incisão de dois a quatro centímetros (cm) ao nível do 4º espaço intercostal direito (EICD), entre as linhas hemiclavicular direita e axilar anterior direita. Quatro trocárteres foram utilizados para sisTema robótico, sendo um de 12 mm para a óptica, colocado no 4º EICD na linha hemiclavicular, no 5º EICD na mesma linha foi utilizado trocarte de 8 mm para o afastador atrial. Um terceiro trocarte foi introduzido no 3º EICD dois cm anterior a linha axilar anterior. O 4º trocarte foi introduzido no 6º EICD na linha axilar anterior. Resultados: Os procedimentos cirúrgicos compreenderam: plastia mitral(n=1), troca valvar mitral(n=2), atriosseptoplastia com remendo de pericárdio bovino(n=2) e atriosseptorrafia (n=2). Todas as cirurgias evoluíram sem intercorrências. Não houve conversão para toracotomia em nenhum dos casos. O tempo médio de internação hospitalar foi de 4,4±0,54 dias (45 dias) e o tempo de UTI de 24 horas. O tempo médio de ventilação mecânica foi de 5,6±11,17 horas (0-25,5h). Um


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paciente evoluiu com fibrilação atrial, o qual foi revertido quimicamente. Não houveram complicações quanto ao acesso cirúrgico ou à canulação para instituição da circulação extracorpórea. Discussão: Esta técnica visa a melhor recuperação do paciente, com menos dor e complicações pósoperatórias, culminando com diminuição da permanência hospitalar e conseqüente redução de custos. Com o advento da videotoracoscopia e da robótica houve a possibilidade de incisões cada vez menores ou até a ausência destas. Vários são os fatores que fazem com que esta técnica ainda seja pouco usual em nosso meio: custo do sisTema robótico e a falta de treinamento específico de videocirurgia e robótica na cirurgia cardíaca. Nesta série inicial abordamos patologias intracardíacas, as quais apresentam resultados na literatura mundial que permitem a sua reprodução com segurança e efetividade. A valva mitral pôde ser manipulada sem qualquer tipo de restrição, isto devido a grande mobilidade das pinças robóticas, sendo possível a troca ou plastia valvar. A evolução deste pacientes foi extremamente favorável, com um curto tempo de recuperação. Conclusões: A utilização do sisTema robótico daVinci na correção de patologias intracardíacas já é uma realidade em nosso meio. Este trabalho, apesar dos resultados serem iniciais, demonstra o potencial desta técnica minimamente invasiva na cirurgia cardíaca. Apresentação: Tema Livre 292 - LIGADURA VIDEOTORACOSPOPICA DA PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL RODOLFO ANDRADE TORRES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); REGGIANE ALMEIDA (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); AUGUSTO CLAUDIO TINOCO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); ALICE DE PAULA FALCÃO (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); MARLLUS BRAGA SOARES (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); GUILHERME BARROCAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ); ARTHUR PIMENTEL MATHIAS (HOSPITAL SÃO JOSÉ DO AVAÍ)

RESUMO INTRODUÇÃO: A Persistência do Canal Arterial (PCA) corresponde a 10% das cardiopatias congênitas. Após 1 ano de vida somente 0,6 % fecham espontaneamente. OBJETIVO: Relatar a experiência do HSJA e a técnica de fechamento da PCA, destacando a simplicidade e singularidade do método. METODOLOGIA: Foram revisados os prontuários de 51 pacientes submetidos à videotoracoscopia por PCA durante o período de Março de 1994 a Janeiro de 2009 com idade de 8 meses a 17 anos, predominando o sexo masculino. O paciente é colocado em decúbito lateral direito, sob anestesia geral com intubação seletiva do pulmão direito. São usados 4 trocartes: um de 3mm no 3º espaço intercostal (EIC) esquerdo (E) na linha axilar anterior e outro trocarte de 5mm no 3º EIC E na linha axilar média. A ótica de 30 graus infantil é introduzida em um trocarte de 3mm no 5º EIC E na linha axilar posterior e outro trocater de 5mm no 5º EIC E na linha axilar anterior. A identificação do canal é feita tendo como parâmetro anatômico os nervos frênicos e vago. Após isolamento, o canal é duplamente clipado ou ligado com fio de algodão. Terminado o procedimento, o pulmão é expandido sob visão direta, não havendo necessidade de drenar o tórax. RESULTADO: Obtivemos sucesso em 48 pacientes (94,1%). Três cirurgias foram convertidas (5,9%) e não tivemos óbito. Como complicações foram 1 caso de enfisema subcutâneo, 1 de pneumotórax, 1 de lesão do ducto e 1 de lesão da veia pulmonar. O tempo médio de cirurgia foi de 30 minutos e de internação de 48 horas. CONCLUSÃO: Acreditamos ser um procedimento eficaz, seguro, com pequeno índice de complicações, custo baixo e uma curva de aprendizado também pequena.

Apresentação: Vídeo Livre 293 - RESECCION VIDEOTORACOSCOPICA DE LEIOMIOMA ESOFAGICO DANIEL ALBERTO STALTARI (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); CARLOS ALBERTO QUINZIO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); FELIPE EDUARDO FIOLO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); DIEGO URIEL ABREGO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); MARTIN PASTORINO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA); DOLORES PASTORINO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD DE MAR DEL PLATA)

RESUMO Antecedentes Aunque infrecuente, el leiomioma es el tumor benigno mas común del esófago. La localización esofágica representa el 10% de todos los leiomiomas gastrointestinales objetivo Mujer de 45 años de edad que presentaba pirosis y disfagia de diez años de evolución. Se realizó endoscopia digestiva alta que mostró la presencia de un tumor submucoso que reducía la luz, con mucosa conservada. En TAC y RMN de tórax: a nivel del mediastino medio una masa redondeada que causa compresión extrínseca del esófago. Medidas 6x6x9 cm. Tiempo operatorio: 180 min. Drenaje pleural: 1 día. Estadía hospitalaria: 6 días. Sin complicaciones en el postoperatorio. MARCO DE REFERENCIA El manejo toracoscópico de los tumores esofágicos benignos es una alternativa segura y confiable para el tratamiento. Apresentação: Vídeo Livre 294 - RESECCION TORACOSCOPICA DE ADENOMA PARATIROIDEO ECTOPICO DANIEL ALBERTO STALTARI (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); QUINZIO CARLOS ALBERTO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); FELIPE EDUARDO FIOLO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); MARTIN PASTORINO (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD); ABREGO DIEGO URIEL (HOSPITAL PRIVADO DE COMUNIDAD)

RESUMO • Introduccion: El adenoma paratifoideo se encuentra descripto en el 4 a 10% de los pacientes que presentan hiperparatiroidismo. • Objetivo: Demostrar la tecnica quirurgica de reseccion de un adenoma paratifoideo ectopico localizado en mediastino superior. • Institucion: Hospital Privado de Comunidad • Paciente: Paciente de 66 años que presenta Hiperparatiroidismo primario que en los estudios preoperatorios presenta una gammagrafia con sestamibi y un resonancia magnetica que muestran una masa localizada en mediastino superior, luego la marcación radioisotopica intraoperatoria confirma la patologia. • Resultados: El tiempo operatorio fue de 90 minutos, el paciente fue dado de alta a las 48 Hs del postoperatorio y no presento complicaciones. • Conclusion: El adenoma paratifoideo ectopico se encuentra en un bajo porcentaje en los pacientes con hiperparatiroidismo primario. El abordaje quirurgico convencional se considera un procedimiento mayor. El abordaje toracoscopico es considerado como una alternativa considerable. Apresentação: Vídeo Livre 295 - VÍDEO-TORACOSCOPICA NA ESOFAGECTOMIA SUBTOTAL PARA O TRATAMENTO DO MEGAESÔFAGO CHAGÁSICO


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LEONEL BRITO VILAS BOAS (HOSPITAL ANA NERY); BRUNO ALMEIDA (HOSPITAL ANA NERY); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (HOSPITAL ANA NERY); ALVARO NONATO DE SOUZA (HOSPITAL ANA NERY); JORGE ALBERTO DE RESCALA (HOSPITAL ANA NERY); PAOLO LADEIA (HOSPITAL ANA NERY); LUCAS BORBA FERREIRA DE SOUZA (HOSPITAL ANA NERY)

veis hidroaéreos e atelectasia pulmonar. Levado à videotoracoscopia, realizamos tratamento da hérnia diafragmática totalmente por toracoscopia. O conteúdo herniário constava de todo o estômago, grande omento e parte do intestino delgado. Tratamento satisfatório e eficaz, com boa evolução pós-operatória e controle radiológico normal com 2 meses da operação.

RESUMO Vídeo-toracoscopica na Esofagectomia Subtotal para o Tratamento do Megaesôfago Chagásico Jorge Alberto de Rescala , Álvaro Nonato de Souza, Carlos Andrade de Almeida, Bruno Almeida, Leonel Brito Vilas Boas, Paolo Ladeia, Lucas Borba Ferreira de Souza COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI, PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL E VIDEOLAPAROSCOPIA, SALVADOR, BAHIA OBJETIVO: Os AA. apresentam a técnica da esofagectomia subtotal para o tratamento do megaesôfago chagásico, utilizando-se a vídeo-toracoscopica. MATERIAL E METODOS: O Serviço de Cirurgia Geral e Videolaparoscopia do Hospital Ana Néri preconiza a realização de Esofagectomia Subtotal Combinada (vídeo-toracoscopia, laparotomia e cervicotomia) nos pacientes que se apresentem com megaesôfago grau III ou IV pela classificação de FerreiraSantos e Câmara-Lopes e na ausência de comorbidades cárdiorespiratórias graves. Os pacientes, inicialmente, são posicionados em decúbito lateral esquerdo, com intubação seletiva do pulmão esquerdo, para abordagem do esôfago por vídeo-toracoscopica. Em seguida são reposicionados em decúbito dorsal para abordagem laparotômica e confecção de tubo gástrico, concomitantemente a cervicotomia e anastomose esôfago-gástrica. RESULTADOS: A técnica descrita mostrou-se factível, destacando-se a abordagem vídeo-toracoscopica do esôfago pela boa visualização das estruturas mediastinais, facilidade na realização da hemostasia, mobilização do esôfago; observamos a diminuição da dor pós-operatória, maior conforto respiratório, deambulação precoce, redução de tempo de internamento e ausência de complicações pós-operatorias no seguimento a curto prazo. CONCLUSAO: Baseado na literatura e nos bons resultados iniciais obtidos, os AA. recomendam a utilização da vídeotoracoscopia na esofagectomia subtotal para o tratamento do megaesôfago chagásico. Apresentação: Vídeo Livre 296 - TRATAMENTO EXCLUSIVAMENTE VIDEOTORACOSCÓPICO DE HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA CRÔNICA ROBSON LUIS SILVEIRA JARA (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); GEORGE TSUTOMU KIMURA NAKASIMA (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); MARQUES BARBERO (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CINTHIA YOSHIMURA DE BRITO (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); CARLOS HENRIQUE MARQUES DOS SANTOS (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL); WILLER FONTANELLI DA SILVEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO/ UFMS); ERIC RULLI MENESES (HOSPITAL REGIONAL DO MATO GROSSO DO SUL)

RESUMO Paciente L.D.R., 47 anos, branco, normolíneo, com história de trauma toraco-lombar por projétil de arma de fogo há 20 anos, com trajeto em HTXE e saída lombar E, foi tratado com drenagem torácica fechada à época. Evolução satisfatória, segundo o mesmo, com alta precoce. Paciente veio ao Serviço com queixa de dispnéia e dor torácica esporádicas, associado a episódios de náuseas, ao exame físico apresentava ruídos hidroaéreos no hemitórax esquerdo. Nas radiografias de tórax observamos elevação da hemicúpula diafragmática esquerda, presença de ní-

Apresentação: Vídeo Livre 297 - VIDEOCIRURGIA CARDÍACA NO TRATAMENTO DA CARDIOPATIA VALVAR MITRAL JOSUÉ VIANA DE CASTRO NETO (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); MARTINS NETO (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); JULIANA FERNANDES (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); REGINA GOMES (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); CAROLINE FREITAS (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); SANDRO R. BANDEIRA (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA); BARBARA P. VALENTE (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA)

RESUMO A videocirurgia cardíaca(VC) tem sido empregada seletivamente no tratamento da cardiopatia valvar(CV).O objetivo é apresentar cinco casos de tratamento videocirúrgico de CV mitral. O acesso foi por minitoracotomia direita (5 cm); 2 portes de 5mm para ótica e clamp; perfusão arterial por punção femoral, retorno venoso sistêmico assistido à vácuo por punção venosa; cardioplegia cristalóide anterógrada, insuflação da cavidade com gás carbônico a 2 l/min, sonda de ecocardiograma transesofágica e intrumental específico. Três pacientes do sexo feminino. A idade média foi de 42,8 anos. Três pacientes apresentavam estenose mitral, um insuficiência e um dupla lesão.Os tempos de circulação extracorpórea e clampeamento foram 118 e 85 minutos em média. Troca valvar – 2 pacientes (bioprótese -1 e metálica-1). Plastia valvar - 3. Exclusão da aurícula esquerda e isolamento pulmonar – 1 caso. Tempo de UTI – 48,8 horas. Tempo de internamento – 5 dias. Os cinco pacientes apresentaram evolução sem eventos. A técnica videocirúrgica empregada permitiu plastia valvar em 3 casos. O tempo de internamento foi de cinco dias. Apresentação: Vídeo Livre 298 - LIPOMA GIGANTE CERVICO-TORACICO ABORDAJE COMBINADO CERVICOTOMIA Y TORACOSCOPIA MIGUEL VASSALLO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); HERMOGENES MALAVE (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); NAYDELI GARCIA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); NOEL REBOLLEDO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); LOURDES PEREZ RODRIGUEZ (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); JENNI GUEVARA (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS); IGOR BELLO (HOSPITAL UNIVERSITARIO DE CARACAS)

RESUMO Se reporta un caso de paciente femenina de 45 años de edad, quien consultó por aumento de volumen cervical y odinodisfagia. Una radiografía de tórax, tomografía computarizada y resonancia magnética reveló masa gigante intratorácica bilateral, ocupando la cavidad torácica derecha con extensión al mediastino anterosuperior y al cuello. Causando desplazamiento de la tráquea y el esófago hacia la porción anterior y derecha. Se realiza abordaje mixto cervicotomía izquierda mas toracoscópia derecha extrayendo lipoma gigante, con peso de 475 gramos y medidas de 30 x 20 cm, confirmándose histológicamente el diagnóstico. Este es el lipoma cérvico torácico más grande documentado en la literatura moderna y con abordaje mixto.


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Área CIRURGIA UROLÓGICA Apresentação: Poster 299 - TRATAMENTO DE DIVERTÍCULO VESICAL POR VIAS LAPAROSCÓPICA E ENDOSCÓPICA COMBINADAS FERNANDO MEYER (PUCPR E HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); ALMEIDA LEAL DA SILVA (HNSG); ROBERTO EMÍLIO MANKE (HNSG); LUCAS HOSKEN LANDI (HNSG); LUIS EDUARDO DURÃES BARBOZA (HNSG); DENISE SBRISSIA (PUCPR); LUIZ EDSON SLONGO (HNSG)

RESUMO INTRODUÇÃO Os divertículos vesicais de grande volume têm etiologia secundária às patologias vesicais obstrutivas, principalmente esclerose de colo vesical e processos obstrutivos da uretra, que leval ao aumento da pressão intravesical. Estão associados a infecções do trato urinário de repetição devido ao resíduo micional elevado, além de sintomas obstrutivos do trato urinário inferior (LUTS). A correção cirúrgica do divertículo torna-se mandatória, podendo sua abordagem ser feita por via aberta clássica, videolaparoscópica ou robótica. Apresentamos um caso de um paciente masculino de 56 anos, com história de RTU de próstata prévia há 4 anos, apresentando sintomas prostáticos progressivos, que durante a investigação apresentou ecografia: bexiga de esforço com grande divertículo de colo largo localizado em parede lateral direita associado a resíduo pós miccional importante e imagem compatível com esclerose de colo vesical.O paciente foi submetido à abordagem combinada de RTU de colo vesical e diverticulectomia videolaparoscópica transvesical. RESULTADOS O paciente teve boa evolução recebendo alta no 2º Pós Operatório com o cateter vesical de Foley nº 18, que foi retirado no 5º PO. Apresentou melhor importante dos sintomas obstrutivos e apresenta ecografia / uretrocistografia de controle sem alterações. CONCLUSÕES A correção de divertículo vesical por videolaparoscopia é um método seguro e eficaz em mãos experientes, sendo um tratamento alternativo à via clássica, com menor dor, alta hospitalar precoce e rápido retorno do paciente às suas atividades. Apresentação: Poster 300 - TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DE LEIOMIOMA SUBMUCOSO DE BEXIGA FERNANDO MEYER (PUCPR E HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS); DENISE SBRISSIA (PUCPR); LUIS EDUARDO DURÃES BARBOZA (HNSG); LUCAS HOSKEN LANDI (HNSG); ROBERTO EMÍLIO MANKE (HNSG); NÍCOLAS ALMEIDA LEAL DA SILVA (HNSG); LUIZ EDSON SLONGO (HNSG)

RESUMO Introdução - Leiomioma de bexiga é um tumor benigno raro, porém representa o mais frequente tumor vesical não-epitelial. Existem cerca de 170 casos publicados na literatura. Representam 0,43% dos tumores vesicais, com localização submucosa (7%), intravesical (63%) ou extra¬vesical (30%), tendo um pico de incidência entre a 4ª e 5ª década de vida. Mais comum no sexo feminino, com uma taxa de 5 mulheres para cada 2 homens. Geralmente é um achado incidental, com indicação cirúrgica na dúvida diagnóstica, sintomatologia ou crescimento. Objetivo – Relatar um caso de leiomioma de bexiga assintomático ressecado por videolaparoscopia. Paciente e Métodos – MBRN, feminino, branca, 29 anos, apresentando achado ecográfico incidental de mas-

sa retrovesical à esclarecer. Submetida a Tomografia Computadorizada de pelve que evidenciou massa homogênia localizada na parede vesical posterior medindo 1,2 X 1,0 X 0,8 cm com discreta captação do meio de contraste. .À Uretrocistoscopia presença de abaulamento em mucosa vesical próximo ao óstio ureteral à direita, sendo realizado implante transcistoscópico de cateter de ureter à direita. Submetida a Ressecção do tumor por via videolaparoscópica através de 3 portais (2 de 10mm e 1 de 5 mm) com duração de 86 minutos que evidenciou localização submucosa preservando-se a integridade da mucosa vesical. Resultados - A paciente apresentou boa evolução, recebeu alta hospitalar no 1º dia de pós operatório. Ao exame anátomo patológico presença de proliferação fusocelular condizente com leiomioma de parede vesical medindo 4,7 X 3,0 X 2,5 cm Conclusões – O leiomioma de parede vesical é um tumor benigno raro encontrado mais comumente em pacientes femininas. O tratamento cirúrgico, quando indicado, pode ser realizado por via videolaparoscópica, com bom prognóstico e rara recorrência. Apresentação: Poster 301 - CASUÍSTICA DAS CIRURGIAS UROLÓGICAS VIDEOLAPAROSCÓPICAS REALIZADAS NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL DO HOSPITAL ANA NÉRI THIAGO BENJAMIN PINTO (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); MAURICIO FUCS (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); BRENO DAUSTER (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI); RAFAEL JOSÉ ARGOLO DE SOUZA (COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI)

RESUMO Casuística das Cirurgias Urológicas Videolaparoscópicas Realizadas no Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral do Hospital Ana Néri Jorge Alberto de Rescala, Álvaro Nonato de Souza, Carlos Andrade de Almeida, Mauricio Fucs, Breno Dauster, Thiago Benjamin Pinto, Rafael José Argolo de Sousa COMPLEXO HOSPITALAR ANA NÉRI, PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL E VIDEOLAPAROSCOPIA, SALVADOR, BAHIA OBJETIVO: Enumerar as cirurgias Urológicas Videolaparoscópicas realizadas no Hospital Ana Néri de janeiro de 2008 a abril de 2010. MATERIAL E MÉTODOS: Foram pesquisados em livros de registro do centro cirúrgico e livro de registro das salas de cirurgia os procedimentos urológicos realizados em janeiro de 2008 até abril de 2010, com destaque para os procedimentos por videolaparoscopia. RESULTADOS: No período referido foram realizadas 424 cirurgias urológicas, sendo 31 procedimentos por via laparoscópica: biópsia renal (1), marsupialização de cisto renal (1), prostatectomia (1), orquiectomia (1), nefrectomia (10), ureterolitotomia com passagem de duplo J (1), pielolitotomia (7), pieloplastia (9) CONCLUSÕES: o Complexo Hospitalar Ana Néri habilita-se como mais um hospital em Salvador para receber e tratar pacientes com patologias urológicas por via videolaparoscopia, ao tempo em que seu Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral encontra-se desenvolvido de modo a dar experiência aos Médicos Residentes também no tratamento das patologias urológicas, benignas ou oncológicas, por laparoscopia. Apresentação: Poster 302 - TRANSPOSIÇÃO DE URETER RETROCAVA POR VIDEOLAPAROSCOPIA - RELATO DE CASO


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PEDRO HENRIQUE REZENDE JUNQUEIRA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); LEANDRO ALVES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); SANTOS PEREIRA DE ALMEIDA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); WAGNER SALOMÃO ROCHA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); LUCIANO SALLES LAGE (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); PAULO AFONSO KEITI NAKASHIMA FIGUEIREDO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA); JULIANO TAKAYUKI FUZISSAKI (HOSPITAL DAS CLÍNICAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA)

RESUMO Introdução: O ureter retrocava é uma rara anomalia congênita onde o ureter direito encontra-se deslocado medialmente e contornando posteriormente a Veia Cava Inferior, podendo apresentar sinais compressivos e hidronefrose à montante. Objetivo: Apresentar um caso de ureter retrocava, abordado e tratado de forma adequada por via laparoscópica, alertando sobre essa possibilidade diagnóstica. Relato: Paciente de 42 anos, sexo feminino, foi encaminhada ao ambulatório de Urologia do Hospital das Clínicas - Universidade Federal de Uberlândia, com queixa de dor lombar. Após propedêutica urológica inicial foi confirmada hidronefrose significativa à direita. Solicitamos então urografia excretora que sugeriu fortemente o diagnóstico de estenose de junção ureteropiélica. Assumimos então tal diagnóstico como hipótese principal e planejamos a abordagem videolaparoscópica. Durante a abordagem videolaparoscópica observamos que a causa da estenose encontrava-se no fato do ureter direito da paciente possuir trajetória retrocava, configurando assim um caso de ureter retrocava. Procedemos então a cirurcia de transposição de ureter/ pieloplastia através de técnica desmembrada. A paciente foi então encaminhada à enfermaria, apresentou boa evolução, recebendo alta no terceiro dia de pós-operatório sem intercorrências. Exames controle feitos ambulatorialmente revelaram reestabelecimento funcional adequado. Conclusão: o ureter retrocava, embora seja entidade rara, deve ser lembrado como um possível diagnóstico nos desvios mediais dos ureteres, fazendo diagnóstico diferencial com alterações retroperitoneais neoplásicas ou não-neoplásicas, principalmente nos casos de síndromes obstrutivas. Apresentação: Tema Livre 303 - NEFRECTOMIA PARCIAL LAPAROSCÓPICA - LESS: ESTUDO EXPERIMENTAL FERNANDO MEYER (PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ); MILTON TANAKA (MASTER CLINICA DE CASCAVEL); MARIANO (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); GILVAN NEIVA (UNIVERSIADE FEDERAL DE GOIÁS); CLAUDIO MIGUEL PINTO MORALES;JULIANA NAVARRO LIZANA (PUCPR); LUIZ FELIPE DZIEDRICKI (PUCPR)

RESUMO Introdução: Desde a descrição da nefrectomia laparoscópica parcial (NLP- com preservação do parênquima renal para pacientes com doença localizada), em 1992, pesquisadores vêm desenvolvendo técnicas inovadoras para diminuir a morbidade operatória e para melhorar a homeostasia laparoscópica, assim como para facilitar o procedimento. Entre estas inovações, ressaltamos o objeto de pesquisa, o uso do LESS (Laparoendoscopic Single Site) - que consiste em um trocarte para acesso único em cirurgias abdominais)- que poderá trazer benefícios como a melhora no fator cirúrgico, o menor risco de lesão e a melhora na cicatrização aliados com uma melhor estética pós cirúrgica quando comparado à técnica laparoscópica atual. Objetivo: O objetivo do trabalho foi analisar a viabilidade do uso do SITRACC® para realização de

nefrectomia parcial em modelo experimental (porco), para posterior realização em humanos, além de descrever as dificuldades técnicas encontradas durante o ato cirúrgico proposto. Materiais e métodos: Foram operados 10 porcos da espécie Landrace, submetidos à nefrectomia parcial do lado direito. A técnica consiste em indução anestésica, incisão de aproximadamente 2,5cm em nível de cicatriz umbilical, colocação SITRACC® na incisão previamente realizada, realização da nefrectomia parcial direita conforme técnica laparoscópica e em seguida a retirada do SITRACC® juntamente com a peça. Após os procedimentos, foram realizadas anotações e comparações com as técnicas clássicas de cirurgia laparoscópica. Resultados: Levando-se em consideração que o uso do SITRACC® em nefrectomias laparoscópicas ainda não é universal, sendo, até mesmo, inédito no Brasil, a literatura é escassa. Desse modo, os dados provenientes das cirurgias que foram realizadas neste estudo servirão de base para as futuras comparações e indicações cirúrgicas. Para isso, as operações serviram para prever as condições técnicas, possíveis dificuldades e aprimoramentos necessários. Os resultados parciais indicam a dificuldade para realização da nefrectomia parcial com uso de SITRACC® em animais experimentais. Porém, ressalta-se a necessidade de um treinamento adequado, uma vez que a articulação das pinças e os demais materiais diferem dos utilizados em nefrectomias laparoscópicas tradicionais. Estes dados podem ser evidenciados pela tabela abaixo, que demonstra que, conforme adquirimos a prática, os tempos de colocação, os tempos cirúrgicos e os sangramentos foram diminuídos. Conclusões: A possibilidade do uso do SITRACC desponta como uma inovação na cirurgia laparoscópica, tanto no que diz respeito à técnica em si quanto no pós-operatório e, também, nos resultados estéticos. Durante o procedimento, houve dificuldade na realização da sutura intracorpórea acarretando um sangramento maior. Com a familiarização da técnica e ultrapassada a curva de aprendizado, esta dificuldade tende a ser menor. Apresentação: Tema Livre 304 - NEFRECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA - LESS: ESTUDO EXPERIMENTAL FERNANDO MEYER (PUCPR); MIRANDOLINO BATISTA MARIANO (SANTA CASA DE PORTO ALEGRE); MILTON TANAKA (MASTER CLINICA DE CASCAVEL); CLAUDIO MIGUEL MORALES; GILVAN NEIVA FONSECA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS); JULIANA NAVARRO LIZANA (PUCPR); LUIZ FELIPE DZIEDRICKI (PUCPR)

RESUMO Introdução: A nefrectomia total laparoscópica tem se mostrado ao longo de alguns anos como um procedimento que provê ao paciente um menor tempo de hospitalização e o controle efetivo de câncer renal sem diferença significativa em comparação com a modalidade de nefrectomia radical aberta. Assim sendo, o uso do LESS (laparoendoscopic single site) que consiste em um trocarte para acesso único em cirurgias abdominais- desponta como uma inovação na realização de nefrectomia total. Objetivo: O objetivo do trabalho foi analisar a viabilidade do uso do SITRACC® (Single Trocar Access)-para realização de nefrectomia total em modelo experimental (porco), para posterior prática em humanos, além de descrever as dificuldades técnicas encontradas durante o ato cirúrgico proposto. Material e métodos: Foram operados 10 porcos da espécie Landrace, submetidos à nefrectomia total do lado esquerdo. A técnica consiste em indução anestésica, incisão de aproximadamente 2,5 cm em nível de cicatriz umbilical, colocação do SITRACC® na incisão previamente realizada, realização da nefrectomia total esquerda conforme técnica laparoscópica e em seguida a retirada do SITRACC® juntamente com o rim esquerdo. Após os procedimentos, foram realizadas anotações e comparações com as técnicas clássicas de cirurgia laparoscópica. Resul-


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tados: Levando-se em consideração que o uso do SITRACC® em nefrectomias laparoscópicas ainda não é universal, sendo, até mesmo, inédito no Brasil, a literatura é escassa. Desse modo, os dados provenientes das cirurgias que foram realizadas neste estudo servirão de base para as futuras comparações e indicações cirúrgicas. Assim sendo, esperamos evidenciar a possibilidade do uso desta nova técnica em porcos e, posteriormente, utilizála em humanos. Para isso, as operações serviram para prever as condições técnicas, possíveis dificuldades e aprimoramentos necessários. Os resultados parciais indicam a viabilidade da nefrectomia total com uso de SITRACC® em animais experimentais. Porém, ressalta-se a necessidade de um treinamento adequado, uma vez que a articulação das pinças e os demais materiais diferem dos utilizados em nefrectomias laparoscópicas tradicionais. Estes dados podem ser evidenciados pela tabela abaixo, que demonstra que, conforme adquirimos a prática, os tempos de colocação, os tempos cirúrgicos e os sangramentos foram diminuindo. Conclusões: A possibilidade do uso do SITRACC® desponta como uma inovação na cirurgia laparoscópica, tanto no que diz respeito à técnica em si, quanto no pós-operatório e, também, nos resultados estéticos. O estudo evidenciou que, à medida que se adquiriu prática com a técnica, o tempo cirúrgico e o sangramento apresentaram reduções significativas; assim sendo, podemos concluir que a nefrectomia total por acesso umbilical único com uso do SITRACC® é plenamente viável e segura em animais experimentais. A dificuldade encontrada foi na articulação das pinças, porém, não afetou a técnica cirúrgica. Apresentação: Tema Livre 305 - PROSTATECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA: EXPERIÊNCIA EM 525 CASOS JOSÉ EDMUNDO COSTA TRAVASSOS DA ROSA (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA); ÁLVARO FIGUEIREDO F°(ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA); FRANCISCO CHAGAS (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA); AUGUSTO XAVIER (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA); KELLY DE JUAN (INSTITUTO DE UROLOGIA SANTA RITA)

RESUMO Objetivo: O objetivo da presente pesquisa foi demonstrar os resultados funcionais na recuperação da potência sexual, da manutenção da continência urinária e dos resultados oncológicos alcançados. Método: A amostra foi composta por 525 pacientes submetidos à prostatectomia radical laparoscópica realizada pelo mesmo cirurgião. As referências anatômicas consideradas relevantes foram: preservação das fibras circulares do colo vesical; preservação bilateral dos feixes neurovasculares; recomposição do ligamento puboprostático; ligação seletiva do complexo da veia dorsal; dissecção da parte distal da uretra até o nível das fibras longitudinais e anastomose vésico-uretral usando mínima porção de tecido uretral. Foi realizada a manobra de Rocco, a recomposição da fascia de Denonvillier; a anastomose da fascia do retrouretralis com a fascia de Denonvillier. Todos os pacientes foram avaliados antes da cirurgia, e nos 3, 6, 9 e 12 meses pósoperatório. A função sexual foi avaliada através do Índice Internacional de Função Erétil e a continência segundo o critério da Sociedade Internacional de Continência. As tendências das margens positivas foram analisadas e comparadas com a evolução clínica e as características patológicas detalhadas do câncer durante o período de estudo. Resultados: 3 meses depois da cirurgia 94.4% dos pacientes estavam continentes e 5.6% incontinentes. Aos 6 meses 96.9% continentes e 3.1% incontinentes. 9 meses depois 98% continentes e 2% incontinentes. Aos 12 meses pós-operatório 98.5% continentes e 1.5% permaneceram incontinentes; sendo essas diferenças estatisticamente significantes em todos os períodos analisados. Quanto à potencia sexual, os pacientes com até 70 anos, após 12 meses 68% pacientes foram classificados

no grupo sem disfunção e tiveram como pontuação média 25.3. 9% pacientes estavam no grupo leve e pontuaram 16.9. 12% pacientes no grupo de disfunção leve moderada e pontuação média 12. 6% pacientes no grupo moderada e pontuação 7. 5% estavam no grupo de disfunção grave pontuando 2. 34% dos pacientes que têm intercurso sexual usam medicação oral ou injetável para obter ou manter ereções rígidas o suficiente para penetração. Dos pacientes com mais de 71 anos, 42% possuem atividade sexual. O estudo oncológico demonstrou 11% de comprometimento das margens cirúrgicas. Desses casos apenas 2 realizaram algum tipo de tratamento adjuvante. Conclusão: A identificação e preservação das estruturas anatômicas levam à excelentes resultados na manutenção da potencia sexual e da continência urinária. É fundamental uma cuidadosa dissecção e mínimo dano ao ápice prostático, com preservação da musculatura do rabdoesfíncter, dissecção da parte distal da uretra até o nível das fibras longitudinais e máxima preservação do colo vesical. A técnica de preservação bilateral dos feixes também contribui positivamente para a recuperação funcional dos pacientes. As margens positivas não foram significativamente menores na cirurgia laparoscópica. Apresentação: Tema Livre 306 - NEFRECTOMIA PARCIAL LAPAROSCÓPICA:EXPERIÊNCIA EM SERVIÇO PRIVADO FERNANDO MEYER (PUCPR E HNSG); LEAL (HNSG); LUCAS LANDI (HNSG); LUIS EDUARDO DURÃES BARBOZA (HNSG); ROBERTO EMILIO MANKE (HNSG); DENISE SBRISSIA (PUCPR); LUIZ EDSON SLONGO (HNSG)

RESUMO a) Introdução - A nefrectomia parcial videolaparoscópica é um procedimento realizado em pacientes com doença localizada e com indicação de preservação da função renal, sendo uma realidade atualmente para o tratamento de tumores renais com estádio T1. Trata-se de um procedimento que requer treinamento laparoscópico, porém factível de realização e com baixo custo, proporcionando ao paciente todas as vantagens dos procedimentos minimamente invasivos. b) Objetivo – Analisar as nefrectomias parciais videolaparoscópicas realizadas no Serviço de Urologia do Hospital Nossa Senhora das Graças. c) Pacientes e Métodos – Foram analisados os casos operados entre junho de 2008 e março de 2010. Todos submetidos à nefrectomia parcial videolaparoscópia e os espécimes avaliados pelo mesmo serviço de patologia. d) Resultados – Do total de 26 casos, 20 (77%) eram CCR (carcinoma de células renais), 2(7,6%) cisto renal hemorrágico, 1(3,8%) neoplasia fusocelular de baixo grau, 1 (3,8%) oncocitoma, 1 (3,8%) Ca Papilar e 1 (3,8%) Ca Cromófobo.. Os tamanhos variavam entre 0,7 – 5,5cm de diâmetro (média de 3,15 cm); grau histológico de Furhmann (I = 5; II = 10 ; III = 3 e 1 caso não foi possível a classificação de Furhmann já que o diagnóstico foi feito por Imunohistoquímica); Não há margens cirúrgicas comprometidas. O tempo médio de isquemia quente foi de 23 minutos e o tempo cirúrgico de aproximadamente 210 minutos. Não ocorreram conversões cirúrgicas para técnica aberta. O tempo médio de internamento hospitalar foi de 3,5 dias e um paciente recebeu concentrado de hemácias. e) Conclusões – A nefrectomia parcial laparoscópica é um procedimento seguro, quando indicado em casos selecionados, factível de ser realizado em Serviço de Residência Médica com baixo índice de complicações e resultado oncológico eficaz. Apresentação: Tema Livre 307 - COMPARAÇÃO ENTRE PIELOPLASTIA LAPAROSCÓPICA VERSUS ABERTA


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CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAIALA BACELAR BURKE GALRÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MIRIAM SOUZA DO ROSÁRIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NILO LEÃO BARRETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA)

do câncer renal, estando associado a uma recuperação mais rápida dos pacientes, com menor tempo de internação. Apresentação: Tema Livre 309 - RESULTADOS DA NEFRECTOMIA PARCIAL LAPAROSCÓPICA

RESUMO Comparação entre Pieloplastia Aberta e Pieloplastia Laparoscópica Introdução. A pieloplastia aberta foi considerada o tratamento padrão ouro por muitos anos. O advento da pieloplastia laparoscópica demonstrou que a mesma cirurgia pode ser realizada por uma técnica minimamente invasiva diminuindo a morbidade do tratamento. Objetivo. Comparar os resultados entre a pieloplastia aberta e laparoscópica. Métodos. Foi realizado um estudo retrospectivo por meio de coleta de dados de Janeiro de 2000 a Dezembro de 2009, analisando-se 87 casos de pieloplastia: 57 abertas e 30 laparoscópicas. Resultados. O tempo de operação média foi de 120,6 minutos na pieloplastia aberta e 173,9 minutos na laparoscópica. Não houve complicações intra-operatórias em ambos os procedimentos. Existiram 2 conversões de pieloplastia laparoscópica para aberta devido a existência de cálculos e história de pielonefrite. Uma paciente submetida a pieloplastia laparoscópica evoluiu com manutenção da dor, pielonefrite e necessidade de realizar nefrectomia laparoscópica. Na pieloplastia aberta, outras complicações comuns foram: febre, náuseas e vômitos. O procedimento foi bem sucedido em 100% de ambas as técnicas. Conclusão. A pieloplastia laparoscópica é o procedimento de escolha por menor morbidade e resultados similares à pieloplastia aberta, apesar do maior tempo cirúrgico. Apresentação: Tema Livre 308 - NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA: ANALISE DE RESULTADOS RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); SARAH NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VICTOR AUGUSTO SAMPAIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LOURIVAL DE ALMEIDA SANTOS JUNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MATEUS NEVES DE JESUS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA)

RESUMO NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: ANÁLISE DE RESULTADOS Introdução: A cirurgia minimamente invasiva ganhou seu espaço no dias de hoje devido aos bons resultados intra e pós operatórios, sendo instituído como padrão ouro para as nefrectomias radicais. Objetivo: Demonstrar resultados de pacientes submetidos a nefrectomia radical laparoscópica por carcinoma de células renais. Métodos: Revisão de 70 prontuários de pacientes com diagnóstico radiológico de carcinoma de células renais no período de 2000 a 2010. Desses pacientes, a partir de 2007, 25 foram submetidos a nefrectomia radical laparoscópica transperitoneal. Foram utilizados 4 trocaters para nefrectomia radical direita e três para a esquerda. O pedículo renal foi dissecado e realizado a ligadura com um hem-o-lock distal e outro proximal na artéria e veia renal. Resultados: A média de idade dos pacientes foi 63,3 anos (46-86 anos).O tempo médio da cirurgia foi de 142 minutos e a quantidade de sangramento foi de 229ml. A média do tamanho do tumor foi de 6,7cm, sendo que 14 pacientes apresentam tumor no rim direito e 11 no lado esquerdo. A uréia e creatinina foram dosadas no 3º, 6º e 12º mês pós operatório. Houve apenas 1conversão. Conclusão: A nefrectomia radical laparoscópica é um método seguro e eficaz no tratamento

JOSÉ ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MIRIAM SOUZA DO ROSÁRIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MATEUS NEVES DE JESUS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MARCELO DE QUEIROZ CERQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAMIRES GUEDES PEREIRA FRAGA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA)

RESUMO Resultados da nefrectomia parcial laparoscópica Introdução: Em virtude da difusão dos novos métodos de imagem, os tumores renais menores que 4 cm tem sido detectados mais freqüentemente. A nefrectomia parcial laparoscópica consolidase como tratamento padrão para tais tumores. Objetivo: apresentar os resultados da experiência inicial da nefrectomia parcial laparoscópica no tratamento de tumores renais. Método: revisão dos dados de 12 pacientes submetidos à nefrectomia parcial laparoscópica no período de abril de 2008 à março de 2010. As seguintes variáveis foram avaliadas: idade, raça, localização, tamanho do tumor, escore da ASA, número de portais, tempo de isquemia, pontos no parênquima, tipo histológico,sangramento, tempo operatório, função renal, complicações intra-operatórias e pós-operatórias. Resultados: a média de idade foi de aproximadamente 58 anos, sem predominância de raça, acometimento mais freqüente do pólo superior esquerdo, com tamanho médio de 2,6cm. Cinquenta e quatro porcento eram ASA II, foram utilizados 5 portais em todos os pacientes, o tempo médio de isquemia aproximado foi de 35 minutos e realizado entre 3 a 4 pontos no parênquima. Oitenta e dois porcento apresentaram carcinoma de células renais, sangramento médio de 428mL, tempo operatório de 181 minutos. A média da creatinina pré operatória, em 03 e em 12 meses foi de 1,1 , 1,7 e 1,05 , respectivamente. Não ocorreram complicações intraoperatórias e 03 pacientes apresentaram complicações pós operatórias (insuficiência renal, peneumonia e íleo). Outro paciente necessitou de transfusão no pós operatório. Conclusão: a nefrectomia parcial foi realizada com baixa morbidade e pouca repercussão na função renal. Apresentação: Tema Livre 310 - CISTOPROSTATECTOMIA RADICAL VIDEOLAPAROSCÓPICA COM CONFECÇÃO DE NEOBEXIGA ILEAL ORTOTÓPICA - EXPERIÊNCIA INICIAL RICARDO HISSASHI NISHIMOTO (FHEMIG - FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS); ROMANELLI DE CASTRO (FHEMIG - FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS); HERMAN SILVEIRA DE ALMEIDA BARBOSA (FHEMIG - FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS)

RESUMO O câncer invasor de bexiga tem como padrão ouro de tratamento a cistoprostatectomia radical, sendo a bexiga ortotópica ileal realizada frequentemente como derivação urinária de escolha. O acesso videolaparoscópico, na realização desta cirurgia, tem sido relatado recentemente, e cada vez mais tem ganhado espaço devido a suas vantagens relacionadas à técnica minimamente


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invasiva. Apesar de ser um procedimento complexo, algumas dificuldades inicialmente descritas estão sendo ultrapassadas, como a realização da linfadenectomia pélvica, o tempo cirúrgico e o custo da cirurgia. Neste trabalho, descrevemos nossa experiência inicial e como pudemos realizar a cistoprostatectomia radical videolaparoscópica em um hospital de poucos recursos. Apresentamos o caso de paciente, 45 anos, portador de carcinoma vesical invasor de células transicionais, submetido a cistoprostatectomia radical com linfadenectomia pélvica e reconstrução com neobexiga ileal ortotópica pelo acesso videolaparoscópico. O acesso videolaparoscópico no tratamento do carcinoma invasor de bexiga é factível, conseguindo reproduzir a técnica aberta. Apresentação: Vídeo Livre 311 - PIELOPLASTIA VIDEOLAPAROSCÓPICAS ATÍPICAS LESSANDRO CURCIO GONÇALVES (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); RICARDO FREIRE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ANTONIO CLAUDIO CUNHA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); JUAN RENTERIA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA)

RESUMO Introdução e objetivos-A laparoscopia há tempos se tornou padrão ouro para tratamento de estenose de junção ureteropiélica, principalmente as causadas pela presença de vaso anômalo, mostrando menor taxa de sangramento, menos dor pósoperatória, melhor convalescença e aspecto estético. Em nosso serviço , após mais de 30 pieloplastias laparoscópicas realizadas, mostramos alguns casos atípicos com o qual nos deparamos. Pacientes e métodos- Mostramos 3 pequenos vídeos das seguintes afecções: Correção de estenose de JUP em 1 paciente com rim em ferradura, em outro com 1 cirurgia aberta e 3 endoscópicas prévias, ureter retrocava com presença de cálculo associado( fazendo ureteroscopia associada). Resultados- Em todos os casos a pieoloplastia VLP foi eficaz com bom tempo operatório e resultado satisfatório no posoperatório, tanto subjetivo, quanto objetivo. Conclusão- A pieloplastia laparoscópica é viável até para casos mais atípicos de estenose de JUP ou de ureter alto. Apresentação: Vídeo Livre 312 - DECORTICAÇÃO DE CISTOS RENAIS SIMPLES SINTOMÁTICOS POR LESS( LAPARO-ENDOSCOPIC SINGLESITE SURGERY) LESSANDRO CURCIO GONÇALVES (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ANTONIO CLAUDIO CUNHA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); JUAN RENTERIA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); FELIPE GUSMÃO (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ADOLFO DE OLIVEIRA (HOSPITAL CARDOSO FONTES); GERALDO DI BIASE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA)

RESUMO Introdução-A cirurgia laparoscópica vem se desenvolvendo objetivando trazer cada vez mais benefícios para o paciente. Dentre esses avanços podemos destacar a cirurgia robótica e mais recentemente a cirurgia com apenas um trocáter , que se convencionou chamar de L.E.S.S. ( Laparoendoscopic single-site surgery). Como maiores vantagens do LESS, podemos citar : melhor aspecto estético e ,segundo alguns autores, menor dor parietal. Após treinamento em animais, mostramos , em vídeo,três casos de decorticação de cistos renais em humanos , sendo dois por via transabdominal e o

primeiro caso por retroperitoneoscopia através deste trocáter , tipo single-port, produzido por uma empresa brasileira ( SITRACC-Single trocar acces- EDLO®- Brazil). Pacientes e métodos– A paciente I possuía um cisto renal de 7 cm, associado a dor lombar , já com aspiração prévia do seu conteúdo, com melhora parcial dos sintomas. O outro paciente(II) tinha cirurgia renal prévia intra-abdominal e 2 cistos renais a esquerda( o maior de 8,5 cm) , posteriores, associados a dor local, sendo realizado acesso retroperitoneal. O último caso (III)era de um homem de 55 anos, com aumento súbito ( 17 cm)de um cisto renal esquerdo, visto através de acompanhamento com exames de imagem, tendo também dor e aumento do volume abdominal. Posicionamos o SITRACC através de acesso aberto(Hasson) , a ótica usada foi a de 5 mm e usamos pinças curvas e maleáveis. Resultados: Os três casos foram bem sucedidos com o uso do single-port, sendo o caso I , um pouco mais longo ( 80 min) , talvez por ser ter sido esse nosso primeiro caso. O caso II foi muito bem abordado por retroperitoneoscopia, com um tempo de 50 minutos . O caso 3 foi o mais rápido e o mais fácil, já que na entrada da câmera já identificamos com facilidade o cisto. Todos os casos foram embora no dia seguinte, com melhora da dor e com pouco uso de analgésicos. Tivemos dificuldades na triangulação das pinças, fato este que pode ser melhorado através de alguns ajustes no trocáter. Conclusão- A cirurgia por single-port( LESS) é factível , principalmente para casos de cisto renal simples , pois se constitui um procedimento relativamente simples. A recuperação do paciente é visivelmente satisfatória sendo possivelmente melhor que na laparoscopia comum. O SITRACC deve ainda melhorar um pouco no que tange a triangulação das pinças, porém este se mostrou um equipamento efetivo para este tipo de cirurgia. Apresentação: Vídeo Livre 313 - ABORDAGEM RETROPERITONEOSCÓPICA AO RIM. DA EXCEÇÃO À REGRA LESSANDRO CURCIO GONÇALVES (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); ANTONIO CLÁUDIO CUNHA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); JUAN RENTERIA (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); RICARDO FREIRE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA); GERALDO DI BIASE (HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA)

RESUMO Introdução - À partir do desenvolvimento do balão para acesso ao retroperitôneo em 1992 por GAUR e da descrição da primeira nefrectomia realizado por esse indiano no mesmo ano, é que a retroperitoneoscopia, para acesso renal, começou a se desenvolver. Como vantagens podemos citar : acesso mais rápido ao hilo; não contato com alça, evitando quadros de íleo pós-operatório e lesão de vísceras ocas . Como desvantagens: menor espaço de trabalho e difícil abordagem à tumores grandes ou pielonefrite xantogranulomatosa. Mostramos um vídeo com uma coletânea de alguns casos interessantes, onde ultilizamos a abordagem ao rim por retroperitoneoscopia. Pacientes- Os casos são: abordagem à um cálculo de 2,0 cm impactado no ureter alto; nefrectomia para doença calculosa , com lombotomia prévia; nefrectomia radical em paciente obesa e decorticação de cisto renal por single-port. Resultados: Todo os casos tiveram boa recuperação pós-operatória, com no máximo 3 dias de internação e pouco uso de medicação analgésica , Nenhum necessitou de transfusão sanguínea e o retorno às suas atividades normais foi extremamente rápido. Conclusão- A retroperitoneoscopia para abordagem renal é uma boa via para acesso à esse órgão e há a clara sensação de que, uma vez dominada a técnica , o uso da via transabdominal se torna apenas exceção à regra.


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Apresentação: Vídeo Livre 314 - NEFRECTOMIA “LESS PFANNENSTIEL” ANIBAL WOOD BRANCO (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); ALCIDES J. BRANCO FILHO (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); WILLIAM KONDO (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); LUCIANO C. STUNITZ (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); BRENO DAUSTER (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ); JARBAS VALENTE (CENTRO AVANÇADO DE VÍDEOLAPAROSCOPIA DO PARANÁ)

RESUMO Introdução: A utilização de novas tecnologias vêm sendo empregada de modo amplo na urologia, especialmente em casos selecionados de nefrectomias. Objetivo: O objetivo deste vídeo é demonstrar três casos de nefrectomias onde a incisão de Pfannenstiel foi utilizada para a colocação dos portais e consequentemente como sítio extrator do rim sem a utilização de single-port e instrumentos flexíveis. Resultados: Caso 1 - Paciente com atrofia renal direita decorrente de infecção urinária de repetição por cálculo coraliforme com exclusão renal na urografia excretora e com história prévia de 2 dois partos cesáreos, foi submetido à nefrectomia com 3 portais na incisão de Pfannenstiel prévia e um trocater umbilical, com tempo cirúrgico de 80 minutos, sangramento operatório de 100ml. e alta no 1 pós-operatório. Caso 2 - Paciente com com tumor renal de 5cm em terço médio de rim equerdo assintomático sem cirurgias abdominais anteriores foi submetido à nefrectomia pela tecnica citada com tempo cirúrgico de 90 minutos, sangramento operatório de 50ml., alta hospitalar 2 p.o. e na análise patológica demonstrou um carcinoma de células renais estadio pT1b. Caso 3 - Paciente doadora renal inter-vivos com história prévia de parto cesáreo, com angiotomografia demonstrando rim esquerdo com 1 artéria e 1 veia e sem co-morbidades significativas, foi submetida à nefrectomia com tempo cirúrgico de 120 minutos, sangramento operatório 100ml. tempo de isquemia quente de 3 minutos e 30 segundos, alta hospitalar no 1 p.o. e o enxerto apresentando diurese imediata após a perfusão. Conclusão: Nefrectomias LESS (Laparo Endoscopic Single Site ) Pfannenstiel são factíveis utilizando instrumentos laparoscópicos tradicionais. Os benefícios sobre o método laparoscópico tradicional necessita ser avaliado com estudos comparativos de grandes séries. Apresentação: Vídeo Livre 315 - NEFRECTOMIA DIREITA EM PACIENTE COM ENDOMETRIOSE PROFUNDA CAUSANDO PERDA DA FUNÇÃO RENAL WILLIAM KONDO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA, CENTRO MÉDICO-HOSPITALAR SUGISAWA); ANÍBAL WOOD BRANCO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); LUCIANO CARNEIRO STUNITZ (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); ALCIDES JOSÉ BRANCO FILHO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); SATURNINO RIBEIRO DO NASCIMENTO NETO (HOSPITAL VITA BATEL, HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); RODOLFO LARA DE MACEDO (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA); EDIALA KOSMA PIRES DE OLIVEIRA (HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA)

RESUMO Uma conseqüência tardia de endometriose ureteral é a perda silenciosa da função renal causada por “enclausuramento” da porção inferior do ureter pela endometriose. Em casos de perda severa da função renal com atrofia cortical e função renal residual de menos de 15% na cintilografia, a remoção da endometriose

combinada com a ureterólise não permite a recuperação do rim. Um rim não funcionante com hidronefrose é um fator de risco para hipertensão arterial, pielonefrite de repetição e cálculos renais, e, portanto, uma indicação para nefrectomia. Este video demonstra um caso de nefrectomia por perda da função renal por endometrioses profunda. Apresentação: Vídeo Livre 316 - ANASTOMOSE VESICO-URETRAL COM FIO ÚNICO: UMA ALTERNATIVA TÉCNICA MARCOS FLÁVIO HOLANDA ROCHA (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA/HGF); DANILO PINHEIRO; ROMMEL REGADAS

RESUMO Introdução: A prostatectomia radical laparoscópica (PRL) é um procedimento complexo, tecnicamente difícil e com uma longa curva de aprendizado. Longos tempos operatórios são descritos na fase inicial da curva de aprendizado com uma forte contribuição da anastomose vésico-uretral (AVU). Em outubro de 2005 nós desenvolvemos uma alternativa técnica para simplificar a realização da AVU (Rocha et al Intenational Braz J Urol, vol 32, suppl. 2: June, 2006). Nós apresentamos um vídeo da técnica de AVU realizada de rotina no nosso serviço. Métodos: Técnica cirúrgica: A AVU é realizada com sutura continua e com fio único, caprofil ou monocryl 2-0 com agulha 26 mm. A primeira sutura é passada no colo vesical na posição de 3h, fora - dentro e às 3h dentro - fora na uretra. A sutura não é atada neste momento e a bexiga e uretra não são aproximadas. A sutura é continuada em direção horária, sempre fora – dentro na bexiga e dentro – fora na uretra até a posição de 9h. Neste ponto, o fio é tracionado e a bexiga e uretra são aproximadas. Após a criação da parte posterior da anastomose, um cateter de Foley n 22 é inserido e posicionado na bexiga. A sutura é continuada na face anterior da anastomose até a posição de 3h, sendo atada do lado externo do lúmen uretral. Resultado: O tempo operatório total foi 140 min., o tempo da anastomose foi de 11 min. Não houve complicações trans ou pós – operatórias. O paciente teve alta no 2º dia pós operatório e o cateter foi retirado no 8º dia. Discussão: A AVU é um passo crucial na PRL. Ela foi descrita com pontos separados ou sutura contínua com um ou dois fios. Na técnica apresentada nós, inicialmente não aproximamos a sutura para aliviar a forte tensão no primeiro nó, o que pode levar a ruptura do colo vesical ou uretra. Uma aproximação da uretra e da bexiga neste ponto reduz o já pequeno espaço de trabalho da pelve dificultado a realização da parte posterior da anastomose. O uso de dois fios e duas agulhas é largamente utilizado na realização da AVU. No entanto, pode levar a certa dificuldade, especialmente na fase inicial de aprendizado. O uso de apenas um fio simplifica a anastomose. Conclusão: Cada vez mais, procedimentos urológicos com reconstrução são descritos e requerem especial atenção ao treinamento laparoscópico e de técnicas de sutura. Nós descrevemos uma alternativa técnica, que pode ser útil, especialmente na fase inicial da curva de aprendizado. Apresentação: Vídeo Livre 317 - ADRENALECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA THEODORICO FERNANDES DA COSTA NETO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ARTHUR DANTAS VIEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); HUMBERTO MONTORO CHAGAS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); MARCOS MOTA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-


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Introdução: O achado por exames de imagem de tumoração em adrenal é denominado incidentaloma. São tumores normalmente benignos e não funcionantes da adrenal. Se os testes hormonais da adrenal forem normais e a imagem sugerir doença benigna recomenda-se seguir com exames de imagem com 6 , 12 e 24 meses e repetir a avaliação hormonal anualmente por 4 anos. Objetivo: Descrever caso de uma paciente com incidentaloma de adrenal operada no Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes. Método: Relato de caso de uma paciente do sexo feminino, 41 anos, submetida a TC de abdome que evidenciou processo expansivo sólido em topografia da adrenal direita, de contornos regulares, apresentando calcificação na porção mais anterior da lesão, sem sinais de invasão das estruturas adjacentes e medindo cerca de 5,0 x 2,8 x 2,5 cm. A avaliação hormonal realizada não evidenciou qualquer alteração. Desta forma, foi diagnosticado incidentaloma de adrenal direita. Resultados: A paciente foi submetida a adrenalectomia videolaparoscópica à direita sem intercorrências, recebendo alta Hospitalar no segundo dia de pós-operatório. No acompanhamento ambulatorial evoluiu satisfatoriamente. Conclusão: Em acordo com a literatura, evidenciamos ser a via videolaparoscópica excelente para tratamento cirúrgico dos processos expansivos de adrenal.

tratada em nosso serviço pela técnica desmembrada (AndersonHynes) videolaparoscópica. Técnica operatória: Paciente em decúbito lateral esquerdo (posição de Siems) com coxim sob a região lombar sob anestesia geral. Realizada antissepsia com PVPI degermante e tópico. Procedeu-se a cateterismo vesical com Foley 18. Confeccionados 3 portais para inserção dos trocartes segundo a técnica de Hasson: o primeiro para-umbilical na borda lateral do reto abdominal de 10 mm, os demais, 10 mm e 5 mm na linha axilar anterior perfazendo uma disposição em V. Utilizada ótica de 30°, dissecção com bisturi harmônico na linha de Toldt com mobilização medial do ângulo hepático do cólon. Identificação de rim com anomalia de rotação medial e pelve posterior de difícil acesso. Inserido mais um trocarte em portal epigástrico a fim de rebater o rim cranialmente e expor a pelve renal. JUP dissecada e passados 2 pontos (Caprofyl 3-0) de reparo medialmente e lateralmente a JUP tracionados através dos portais. Incisão na parede anterior da área estenosada com ressecção do segmento estenosado. Dados 2 pontos: 1 medial e outro lateral no ureter antes do desmembramento completo da parede posterior. Após desmembrada a JUP, inicia-se a anastomose uretero-piélica na parede posterior no sentido láteromedial com Caprofyl 4-0 sutura contínua. Em seguida, introduzse cateter de Duplo J inicialmente no sentido caudal, a seguir, cranial através da luz do aspirador laparoscópico. Término da anastomose em sua parede anterior de medial para lateral com Caprofyl 4-o em sutura contínua. Deixado dreno de Penrose N.3 próximo à anastomose. Conclusões: Paciente evoluiu satisfatoriamente, recebendo alta após 48hs sem o dreno de Penrose. Cateter Duplo J foi retirado após 60 dias por cistoscopia sem intercorrências. A pieloplastia laparoscópica vem apresentando resultados semelhantes à pieloplastia por via aberta em nosso serviço com menor morbidade e redução do tempo de internamento hospitalar.

Apresentação: Vídeo Livre

Apresentação: Vídeo Livre

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); TIAGO BANDEIRA MENDES COSTA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ÍTALO MARCELO DO RÊGO DA NASCIMENTO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS); ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES-UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS)

RESUMO

318 - PIELOPLASTIA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM RIM COM ANOMALIA DE ROTAÇÃO THEODORICO FERNANDES DA COSTA NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); HUMBERTO MONTORO CHAGAS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); MARCOS MOTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ARTHUR DANTAS VIEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ÍTALO MARCELO DO RÊGO NASCIMENTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); DANIEL FLORÊNCIO FERRO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES); ALBERTO JORGE ALBUQUERQUE FONTAN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES)

RESUMO Introdução: As anomalias de rotação renal são classificadas em não rotação, rotação incompleta, rotação reversa e rotação excessiva. As mais frequentes são a não rotação (hilo renal voltada para frente) e a rotação incompleta (hilo renal entre a região anterior e medial). As rotações reversas e excessivas são raras. Objetivos: Relatar em detalhes a técnica cirúrgica empregada no tratamento de estenose de JUP à direita em paciente com anomalia de rotação medial. Relato do caso: Paciente S.T.S.S., 17 anos, com rotação excessiva e conseqüente estenose de JUP à direita havendo prejuízo de função renal com T médio imensurável ao DTPA Tc. Escórias nitrogenadas no limite da normalidade. Apresentava ainda lombalgia de longa data. Foi

319 - NEFRECTOMIA RADICAL CITORREDUTORA LAPAROSCÓPICA COMO ALTERNATIVA PARA TRATAMENTO DE CARCINOMA DE CÉLULAS TRANSICIONAIS DE PELVE RENAL METASTÁTICO JOSÉ ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); AGUINALDO GONÇALVES DE CASTRO FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAIALA BACELAR BURKE GALRÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VITAL FERNANDES ARAÚJO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NILO CESAR LEÃO BARRETO

RESUMO O tratamento cirúrgico para o carcinoma de células transicionais de pelve renal metastático ainda não está bem estabelecido. Objetivo: relatar o caso de uma paciente de 72 anos, admitida no serviço com quadro de hematúria macroscópica há 01 ano e 06 meses, de caráter intermitente, total, associada à emagrecimento importante. Tomografia evidenciou massa no rim direito medindo 13cm compatível com carcinoma de células transicionais infiltrativo para parênqima renal e Rx de tórax evidenciava imagens radiopacas de 3cm compatível com metástases. Resultados: paciente foi submetida à nefrectomia radical à direita com linfadenectomia hilar e evoluiu sem intercorrências. O tempo operatório foi de 04 horas, perdeu aproximadamente 400mL, permaneceu 18 horas na UTI e 72 horas no hospital. Conclusão: a nefrectomia radical laparoscópica constituiu uma alternativa segura para tratamento de tumores renais metastáticos, com mínima morbidade e rápida recuperação para complementar com o tratamento adjuvante.


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Apresentação: Vídeo Livre 320 - PIELOLITOTOMIA LAPAROSCÓPICA: TRATAMENTO ALTERNATIVO EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VICTOR AUGUSTO SAMPAIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); SARAH NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAMIRES GUEDES PEREIRA FRAGA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); YUIR NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); NILO LEÃO BARRETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA)

reparo na pelve renal para sua fixação e exposição. É feita secção da pelve, preservando a parede posterior para facilitar a espatulação do ureter. Apenas depois deste procedimento a junção uretero piélica é seccionada. Em seguida, é realizado o ponto posterior e o anterior com fios separados, sutura contínua posterior, passagem de fio guia transcutâneo por gelco 14 e implantação de cateter duplo J. O término da sutura anterior é feito com o mesmo fio utilizado no ponto anterior. Conclusão. A padronização da sutura piélico ureteral facilita o aprendizado e a realização da pieloplastia laparoscópica. Apresentação: Vídeo Livre

RESUMO Introdução: O tratamento cirúrgico de cálculos renais acima de 2,5cm é baseado em nefrolitotripsia percutânea. Contudo, o custo, a formação técnica profissional e a manutenção dos equipamentos são fatores que dificultam a disseminação do procedimento em serviços universitários. A pielolitotomia laparoscópica surge como uma alternativa em pacientes selecionados, bem como, o aprimoramento profissional para realização de pieloplastia laparoscópica.Objetivo: Demonstrar um caso pielolitomia laparoscópica como opção terapêutica em Hospital Universitário, ao invés de realizar uma nefrolitotomia percutânea ou uma ureteroscopia flexível.Método: paciente internado com dor e presença de cálculo de 2,5cm em pelve renal. Posicionamento em decúbito dorsal lateral-obliquo em 60°. O acesso a cavidade peritoneal é feito por três portais ( 2 trocateres de 10mm e 1 trocater de 5mm), o ureter é dissecado e isolado até a pelve. Posteriormente, a pelve renal é reparada cranialmente com um ou dois pontos e é feito a incisão longitudinal. Realizado a exploração da pelve e retirada do cálculo com pinças laparoscópicas. Utilizase dedo de luva para retirar o cálculo da cavidade. Colocado o cateter duplo J via transcutânea por meio de jelco 14 e feito sutura continua do ureter com vicryl 4.0. O cateter duplo J é retirado após 30 dias.Resultado: O tempo operatório para a cirurgia laparosópica é maior e a uma chance maior de sangramento, na percutânea a uma chance maior de conversão e menor tempo de intrnação na maior parte dos casos.Conclusão: A Pielolitotomia laparoscópica ;é uma opção adicional efetiva e resolutiva para o tratamento cirúrgico em pacientes selecionados com cálculo piélico , bem como, aperfeiçoamento para a pieloplastia laparoscópica. Apresentação: Vídeo Livre 321 - PIELOPLASTIA LAPAROSCÓPICA: ASPECTOS TÉCNICOS PARA FACILITAR A ANASTOMOSE RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); YURI NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); AGNALDO GONÇALVES DE CASTRO FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MIRIAM SOUZA DO ROSÁRIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); ABRAÃO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); VICTOR AUGUSTO SAMPAIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA)

RESUMO Pieloplastia Laparoscópica: Aspectos técnicos para facilitar a anastomose Introdução. A pieloplastia laparoscópica é considerada a técnica padrão para a correção de estenose da junção piélico ureteral, mas a sua anastomose requer uma longa curva de aprendizagem devido à dificuldade de realização do procedimento. Objetivo. Descrever e padronizar a técnica da anastomose piélico ureteral Métodos. Utilização de 3 trocartes, tanto para o lado direito quanto esquerdo. Dissecção da pelve renal, inclusive posteriormente, havendo subsequente passagem de agulha transcutânea do fio Vicryl 3.0 com realização de 2 ou 3 pontos de

322 - URETEROLITOTOMIA LAPAROSCÓPICA: TRATAMENTO ALTERNATIVO EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CARLOS EDUARDO DE GODOI MARINS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS TEIXEIRA BATISTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAMIRES GUEDES PERIERA FRAGA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); TAIALA BACELAR BURKE GAURÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); SARAH NÁPOLI GUIMARÃES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); JOSE ABRAAO CARNEIRO NETO

RESUMO Introdução: O tratamento padrão ouro de ureterolitíase é baseado em técnicas endourológicas. No entanto; o custo, a formação técnica do urologista, o acesso e a manutenção dos aparelhos são fatores que dificultam a realização desse tratamento em serviços universitários. A cirurgia laparoscópica surge como uma alternativa em pacientes selecionados.Objetivo: Relatar a laparoscopia como uma boa opção no tratamento de cálculos em ureter em Hospital Universitário, enquanto o serviço não dispunha do ureteroscopio.Métodos: O paciente é posicionado em decúbito dorsal lateral-obliquo em 60°. O acesso à cavidade peritoneal é feito por três portais ( 2 trocateres de 10mm e 1 trocater de 5mm). O ureter é dissecado e identificado o cálculo. Feito incisão longitudinal e exploração do ureter com retirada do cálculo com pinças laparoscópicas. Caso o cálculo esteja localizado mais distalmente ou proximalmente, pode-se ordenhar o ureter com as pinças. Utiliza-se um dedo de luva para retirar o cálculo da cavidade. O cateter duplo J é colocado via transcutânea por meio de jelco 14. Realiza-se a sutura continua com vicryl 4.0. O cateter duplo J é retirado após 30 dias.Resultados: Pacientes apresentam uma taxa de sucesso de aproximadamente 100% na extração de cálculos, apresentam uma perda sanguínea não mais de 100 ml, e uma evolução adequada na enfermaria com mínima intercorrência como perda urinária prolongada, permanecendo por 6 dias em média no hospital. Em relação ao tempo cirúrgico, dependera da curva de aprendizado do residente.Conclusão: a cirurgia laparoscópica para ureterolitiase apresenta-se como uma boa opção, sendo segura e eficaz, tanto para grandes cálculos primários impactados ou como opção em tratamento após tentativa com ureterolitotripsia ou LECO sem sucesso. Apresentação: Vídeo Livre 323 - NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCOPICA EM TUMORES T1B - T3 RODRIGO LIMA COUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); LUCAS BATISTA TEIXEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MARCELO DE QUEIROZ CERQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); JOSE ABRAAO CARNEIRO NETO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); YURI NAPOLI GUIMARAENS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); AGNALDO GONÇALVES CASTRO FILHO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA); MATEUS NEVES DE JESUS (UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA)


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Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery, Dezembro 2010

RESUMO

RESUMO

Nefrectomia Radical Laparoscópica em tumores T1b - T3 Introdução: A técnica laparoscópica configura-se como o método de escolha para o tratamento dos tumores renais. Contudo, o tamanho do tumor e a experiência do cirurgião ainda são fatores limitantes para a sua realização. Objetivos: Demonstrar a possibilidade da utilização da técnica laparoscópica em cirurgias para tumores maiores que 7cm. Métodos: Foram analisados 25 prontuários de pacientes submetidos a nefrectomia radical laparoscópica entre 2007 e 2010. Desses, 04 pacientes apresentavam tumores medindo 7,5 a 13 cm (média: 8,75cm). Foi necessário a utilização de 04 trocateres no lado direito e 03 no lado esquerdo. Em um paciente com tumor renal à direita, foi optada a realização da ligadura prévia da veia renal devido a presença de linfadenomegalia. As principais dificuldades de realização da técnica são a presença de linfonodos anterior ao hilo renal, presença de vasos peri hilar e o grande volume tumoral que reduz o espaço cirúrgico. Resultados: A média de idade dos pacientes foi 68 anos A tempo cirúrgico médio foi 153 minutos e a quantidade de sangramento foi de 303ml. A média do tamanho do tumor foi de 8,75cm. Os pacientes foram acompanhados no pós operatório sendo realizado a dosagem da creatinina e uréia. Não houve nenhuma conversão. Conclusão: As dificuldades devido ao tamanho do tumor, neovascularização, dificuldade de acesso ao pedículo renal não impossibilitaram a realização da técnica, a qual se mostrou factível e segura.

Preservação do colo vesical em prostatectomia radical videocirúrgica. Nas últimas décadas foi observado um aumento dos casos de câncer de próstata e um maior número de diagnósticos e de prostatectomias em pacientes mais jovens e com câncer de próstata localizado. Neste contexto, uma melhora dos resultados oncológicos e funcionais, relacionados à continência e preservação da função erétil, são almejados. Na literatura os resultados em relação à continência variam entre 0,8 a 87%. Diversos fatores são relacionados à continência pósprostatectomia radical: idade, estado da continência pré-operatória, técnica cirúrgica e experiência do cirurgião. A etiologia precisa ainda não é totalmente esclarecida. Os principais aspectos técnicos e anatômicos apontados são a lesão dos nervos cavernosos e dos esfíncteres, o comprimento uretral e a disfunção do colo vesical. Alguns estudos têm demonstrado que a preservação do colo vesical melhora as taxas de continência precoce. No entanto, não parecem afetar a taxa de continência em longo prazo. Nos apresentamos neste vídeo à técnica de preservação do colo vesical utilizado de rotina no nosso serviço. Técnica cirúrgica: a prostatectomia radical é realizada por via transperitoneal, cinco trocartes são utilizados. Após a introdução dos trocartes é feita uma peritoniotomia e a dissecção do espaço de Retzius. Neste momento é realizada a disssecção do colo vesical, seguida da dissecção das vesículas seminais, abertura da fáscia de Denonvellier, dissecção posterior da próstata, dissecção dos pedículos laterais, ligadura do plexo venoso dorsal, secção do plexo e da uretra, anastomose vésico-uretral e retirada da peça. A dissecção com preservação do colo vesical é iniciada após esvaziamento do balão da sonda de Foley, dissecção mediana entre a próstata e bexiga até o colo e em seguida total dissecção lateral e posterior da uretra a este nível. Inicialmente a dissecção é feita com tesoura até a identificação das fibras vesicais e da próstata e em seguida é feita uma dissecção romba. O colo vesical é seccionado após a retirada da sonda de Foley. O estudo histopatológico evidenciou margens negativas. Conclusão: a preservação do colo vesical foi realizada com sucesso, sem comprometimento do resultado oncológico.

Apresentação: Vídeo Livre 324 - PIELOPLASTIA TRANS-MESOCÓLICA VIDEOLAPAROSCÓPICA BRENO DAUSTER (HOSPITAL ANA NÉRI); CARLOS ANDRADE DE ALMEIDA (HOSPITAL ANA NÉRI); MAURÍCIO FUCS (HOSPITAL ANA NÉRI); LUIZ VIANNA DE OLIVEIRA (HOSPITAL ANA NÉRI); JORGE ALBERTO DE RESCALA (HOSPITAL ANA NÉRI); ÁLVARO NONATO DE SOUZA (HOSPITAL ANA NÉRI); GENILDO RIBEIRO DE MELO (HOSPITAL ANA NÉRI)

RESUMO Apresentação: Poster OBJETIVO: Os AA. relatam a realização de pieloplastia transmesocólica videolaparoscópica em paciente com obstrução ureteral bilateral. MATERIAL / MÉTODOS: J.S.P., 22 anos, admitida com dor lombar bilateral há nove anos, de forte intensidade, tendo sido diagnosticada nefrolitíase bilateral dois anos após o início do quadro; manteve episódios de infecção do trato urinário recorrente. Há quatro anos foi identificada hidronefrose bilateral sendo necessária cateterização com duplo J à direita em outro serviço. A avaliação pré-operatória revelou dilatação pielocalicial e preservação da função renal bilaterais, sugerindo também estenose da junção uretéropielo-calicial em ambos os rins. A paciente foi submetida com sucesso a pieloplastia videolaparoscópica trans-mesocólica direita em setembro de 2009 e esquerda em março de 2010. RESULTADO: Em ambas as intervenções a paciente obteve alta no 2°DPO; vem evoluindo bem sem dor lombar ou outras queixas e mantendo função renal preservada. CONCLUSÃO: A realização da pieloplastia trans-mesocólica por videolaparoscopia descrita por Schuessler et al. mostrou-se factível em nosso Serviço, obtendo resultados semelhantes aos descritos na literatura. Apresentação: Vídeo Livre 325 - PRESERVAÇÃO DO COLO VESICAL EM PROSTATECTOMIA RADICAL VIDEOCIRURGICA MARCOS FLÁVIO HOLANDA ROCHA (UNIVERSIDADE DE FORTALEZA/HGF); ROMMEL REGADAS; DANILO PINHEIRO

326 - O USO DA LAPAROSCOPIA COMO FERRAMENTA DIAGNÓSTICA DE LESÕES DIAFRAGMÁTICAS NO TRAUMA ABDOMINAL PENENTRANTE RAFAEL AUGUSTO MENDES DOMICIANO (UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO); DANIEL DUAILIBI (UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO); MARCELO AUGUSTO FONTENELLE RIBEIRO JÚNIOR (UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO)

RESUMO INTRODUÇÃO: Houve um rápido aumento do uso da laparoscopia (LP) na cirurgia geral e no trauma, contudo na modalidade de trauma o seu papel ainda não foi completamente elucidado. Dentre as vantagens da utilização da LP no trauma podemos citar: redução da mortalidade, menor período de internação e redução do índice de laparotomias negativas. Os métodos diagnósticos convencionais e a indicação formal de cirurgia no trauma resultam em taxas de até 40% de laparotomias negativas. Sabe-se também que as laparotomias negativas levam a explorações não terapêuticas que possuem alta incidência de complicações. No trauma penetrante (TP) por pérfuro-cortantes a incidência de lesões que necessitam de reparos é menor do que nos casos de ferimento por arma de fogo, e a incidência de laparotomias negativas é maior, por isso a LP seria uma interessante ferramenta nesses casos. O valor da tomografia, do lavado peritonial e do ultrassom têm sido questionados já que não existe nenhuma mo-


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dalidade convencional que possa oferecer de forma consistente o diagnóstico de lesão diafragmática. OBJETIVOS: revisar a utilidade da LP como ferramenta diagnóstica de lesões diafragmáticas no trauma abdominal penetrante. METODOLOGIA: foi realizado levantamento bibliográfico nas bases de dados PUBMED e Academic Search Elite, utilizou-se como descritores os termos: “laparoscopy in penetrating trauma” e “laparoscopy and thoracoabdominal trauma”. Os artigos foram filtrados por grau de relevância. RESULTADOS: A LP evitou a laparotomia não terapêutica em 40 a 54,3% dos casos e reduziu de forma significativa o tempo de internação. Estudos prospectivos mostraram que 20 a 36,1% dos pacientes vítimas de TP da região toracoabdominal apresentam lesão diafragmática e a LP é capaz de atingir sensibilidade e especificidade de 100% na detecção dessas lesões. Além disso, aproximadamente 18% dos pacientes que não apresentam alterações radiológicas podem ter lesão diafragmática detectada através da LP. CONCLUSÃO: A LP constitui uma ferramenta adequada para avaliação do diafragma nos casos de TP. A LP é segura e possui acurácia superior aos exames radiológicos, devendo ser considerada padrão ouro para diagnóstico de lesão diafragmática em pacientes hemodinamicamente estáveis. A aplicação desta modalidade diminui o número de laparotomias não terapêuticas, e resulta em um menor índice de complicações em longo prazo. Um pequeno número de pacientes, que apresenta lesões bem limitadas, pode se beneficiar através de reparo laparoscópico ou de tratamento conservador. O manejo seletivo desses casos já se tornou padrão em muitas instituições ao redor do mundo, mas existem consideráveis divergências sobre como o manejo seletivo deve ser definido e implementado.

Área TRAUMA Apresentação: Tema Livre 327 - ANÁLISE PROSPECTIVA DA VIDEOTORACOSCOPIA NO TRAUMA . EXPERIENCIA DE 24 CASOS BRUNO VAZ DE MELO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); PAULO SILVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCIO

BARROSO CAVALIERE (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MOACIR SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); THALES AURELIANO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); ALEXANDER MAGNO CORDEIRO (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); MARCUS VINICIUS DANTAS (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE)

RESUMO Introdução – O uso da Videotoracoscopia em Trauma vem crescendo muito nos , últimos anos. Há 30 meses foi criado O Grupo de Cirurgia do Trauma(GCT) no HMLJ que passou acompanhar os pacientes vitimas de trauma realizando neste período Videotoracoscopia em vinte e quartro pacientes. Objetivo – Avaliar a experiência inicial do GCT no uso da Videotoracoscopia nos pacientes vitimas de Trauma. Métodos – Analise prospectiva dos pacientes submetidos ao procedimento de Videotoracoscopia avaliando os aspectos : Indicações , Eficácia do Procedimento , Taxa de Conversão , Complicações(precoces e tardias) e Mortalidade relacionada ao método.Pacientes com coleções pleurais que não resolvem com drenagem simples e com trauma toracoabdominal penetrante estáveis foram incluídos no protocolo. Resultados – Neste período foram acompanhados 550 pacientes vitimas de trauma . Destes , 215 pacientes apresentavam trauma de Tórax . A videotoracoscopia foi realizada em 24 destes pacientes (12%). As indicações foram: Trauma Toracoabdominal em 7 (33%), Hemotórax Retido10 (46%) e Empiema pleural 5 paciente(20%)fase tardia em 4. Em 4 pacientes foi realizada conversão cirúrgica(15%)-Toracotomia, sendo Encarceramento pulmonar em 3 e 1 paciente e problemas técnicos(quebra do material) . O procedimento foi eficaz em 19 pacientes(81%) . 1 paciente apresentou fístula pleural como complicação .Não houve mortalidade relacionada ao procedimento. No seguimento tardio destes pacientes em ambulatório não foram identificadas complicações(média de 6 a 12 meses de seguimento) . Conclusão – Apesar da pequena série de pacientes, a videotoracoscopia no Trauma parece ser um procedimento seguro, factível e com algumas indicações e possibilidades terapêuticas nos pacientes vitimas de Trauma. Na nossa série as coleções pleurais foram a maior indicação seguido da avaliação dos pacientes com trauma toracoabdominal. Em empiemas tardios a taxa de conversão foi alta, principalmente relacionadas a encarceramento pulmonar. A mortalidade foi nula.


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Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery  

Vol. 3 Supl 1 - Dez 2010