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INFORMATIVO SINDICATO RURAL DE PORANGATU - ANO VI

Nº 29 - EDIÇÃO JUNHO/JULHO/AGOSTO/2012

ALUGA-SE SALÀO DE EVENTOS DO SINDICATO RURAL: ambiente climatizado (ar condicionado), 60 jogos de mesas, cozinha, 02 fogões industriais, 01 geladeira, estacionamento interno e externo. TATTERSAL DO SINDICATO RURAL: ambiente climatizado (climatizadores), 80 jogos de mesas, cozinha, estacionamento interno e externo. JOGOS DE MESAS E FORROS DE MESAS Informações: Procure o Sindicato Rural de Porangatu no telefone (62) 3362 – 4246. Falar com Arlene P. da S. Marcolino

Receita Pão de Linguiça Ingredientes Massa: 3 tabletes de fermento biológico (45g), 2 colheres (sopa) de açúcar, meia xícara (chá) de leite morno, 4 xícaras e meia (chá) de farinha de trigo aproximadamente, 1 ovo, 1 lata de Creme de Leite Nestlé®, 100g de manteiga sem sal derretida, meia colher (sopa) de Fondor Maggi® Recheio: 1 xícara (chá) de bacon picado, meia xícara (chá) de cebola picada, meio quilo de lingüiça fresca picada, 3 colheres (sopa) de salsa picada, 1 gema para pincelar, manteiga para untar, farinha de trigo para polvilhar Modo de preparo Massa: Prepare a “panquequinha” da fermentação com o leite. Em uma travessa grande, coloque a farinha de trigo e abra uma cavidade. Despeje a “panquequinha” fermentada. Acrescente o ovo, o Creme de Leite, a manteiga e o Fondor Maggi. Misture os ingredientes, incorporando a farinha de trigo aos poucos. Trabalhe a massa até desgrudar das mãos. Deixe a massa crescer até dobrar de tamanho. Enquanto isso, prepare o recheio. Recheio: Em uma panela, refogue o bacon na sua própria gordura, junte a cebola e deixe dourar. Adicione a lingüiça picada e refogue até dourar. Desligue e adicione a salsa. Montagem: Abra a massa no formato de um retângulo com meio centímetro de espessura, em superfície enfarinhada. Espalhe o recheio e enrole a massa cuidadosamente para não rasgar. Junte as duas pontas do pão e coloque em uma fôrma redonda grande (28cm de diâmetro), untada e enfarinhada. Faça cortes profundos com a tesoura ou com uma faca na superfície do pão e pincele com a gema batida. Asse em forno médio alto (200ºC), pre-aquecido, por 40 minutos ou até que fique dourado. Receita indicada pela Funcionária do Sindicato Rural de Porangatu Arlene P. Da S. Marcolino

SINDICATO RURAL PORANGATU - GO

Triênio 2012/2014 Carlos Eduardo de F. Junqueira Francisco da Silva Júnior Francisco José Santos Rodrigo Antônio de Miranda Francisco Eduardo Giannetti Guilherme Pereira de Oliveira Olírio Nunes da Silva Gilberto Antônio P. de Oliviera Anderson Mendes Borges Marcos Aurélio Viana da Cunha Andre Fernando Perini Felipe Alcantara Peixoto Clorivan Resende de Souza Antonio Claudionor Nunes Helio Silva Santos Júlio Sérgio de Melo Milton Batista de Melo Carlos Alberto Borges Filho Enio Rodrigues Barbosa José Rodrigues Nogueira Neto Olímpio Queiroz de Araújo Joacy Rodrigues Neto Luiz Tadeu Postigo José da Penha Arruda Cleginaldo Batista Alves Valdeson Correia Soares Edilberto Vieira Silva Marcos Alves Monteiro José Pinheiro Fernandes Vilem Henrique Barreira da Silva Edson da Silva Durão Manuel Eduardo Martins da Silva José Rodrigues da Silva Wilmar José Machado Manoel Costa da Silva Amarildo Bueno da Cunha Cesar Rocha Duarte Henrique Pereira de Avila João Batista da Silva Deocleciano Rodrigues Galvão Sérgio Silvani

01/06 05/06 05/06 05/06 06/06 08/06 08/06 13/06 15/06 15/06 15/06 18/06 18/06 19/06 20/06 22/06 24/06 26/06 26/06 29/06 30/06 30/06 01/07 02/07 02/07 03/07 04/07 04/07 05/07 06/07 07/07 09/07 12/07 12/07 13/07 13/07 16/07 16/07 20/07 23/07 23/07

Pedro Antônio Duarte Antonio Ferreira Nunes Paulo Sérgio Bernardes Bernardino da Rocha Santiago Divino Rodrigues de Oliveira Décio Saes Facincani Laerte Cardoso de Abreu Vânia Lúcia Marcelino Moreira José Fernando de Araújo Rossi Jane Queiroz de Araújo Silva Carlos Augusto Pereira Walter Joaquim de Souza Hudson Rangel Hilário João Batista Rodrigues Rocha Welinton Ferreira de Morais Gustavo Rocha Santos Luiz Antonio de Carvalho Filho Osvando Luiz Ribeiro Idebrando Cardoso da Silva Jose Antonio Gonçalves Ciro Vilarino Bretas Jonas Luiz Guimarães Júnior Claudiney Luiz Ribeiro Ana Amélia Marcelino Almeida Alvaro Diniz Linhares Neto Jusmar Pereira Dias Weldes Braz da Silva Eleni Maria Bento José Eduardo Rigoli Cecília Leite de Souza Queiroz Carlos Umberto Inácio Novais Berto Paulo Ferreira Marcos Antonio da Costa Maria Gasparina Fernandes Silvani Otavio Briganti Solferini Altamiro Peruccini de Souza Marcondes José da Silva Adriano Vasconcelos Vieira Marcilia Monteiro Alves Amorim Sebastião Reynaldo do Nascimento

Presidente – Carlos José Garcia Elaboração/Pesquisa – Arlene P. da S. Marcolino Revisão - Carlos José Garcia / Luciene Vicente da Silva Diagramação/Arte – Idenir Martins P. de Paula Impressão – GRÁFICA E EDITORA VALADARES Edição – Nº 29 – Ano VI Junho/Julho/Agosto -2012 Tiragem – 900 exemplares Av. Belém Brasília – Centro – Porangatu – GO CEP: 76550-000 www.srporangatu.com.br / contato@srporangatu.com.br Tel.: (62) 3362-4246

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ANO VI

Nº 29 - EDIÇÃO JUNHO/JULHO/AGOSTO/2012

41ª EXPONORTE PORANGATU 18 A 26 DE AGOSTO 2012 Acesse nosso site:

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EVENTOS E CURSOS - SENAR pág. 02 SINDICATO RURAL DE PORANGATU PRESENTE NA MISSÃO TÉCNICA DE PECUÁRIA DE CORTE E GRÃOS NA ARGENTINA E URUGUAI págs. 03 a 06 SINDICATO RURAL DE PORANGATU EM AÇÃO – Cooperativa de Carne, Leite e Grãos pág.07 VARIEDADES pág. 08

As opiniões expressas em artigos assinados não refletindo necessariamente a opinião deste informativo.

SEMPRE COM VOCÊ!

24/07 25/07 28/07 28/07 29/07 29/07 31/07 31/07 31/07 31/07 01/08 02/08 05/08 05/08 06/08 08/08 10/08 10/08 10/08 14/08 14/08 14/08 15/08 16/08 17/08 18/08 18/08 19/08 20/08 21/08 23/08 24/08 25/08 25/08 27/08 27/08 28/08 29/08 30/08 31/08

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Editorial

SENAR

com muita satisfação e alegria que fomos representar o Sindicato Rural de Porangatu e o estado de Goiás na Missão Técnica de Pecuária de Carne e Grãos Argentina e Uruguai. A capacidade de organização e de aglomerar os produtores rurais diferencia na cadeia final de comercialização dos produtos. Esta capacidade hoje permite aos países como o Uruguai de divulgar a sua carne com certificação da unidade produtora colocando-os como um dos cinco países do mundo em organização da venda da produção. Esta é a grande lição que nos fica indagando de como fazer para que o nosso estado que tem uma grande capacidade produtiva se organizar na venda de seu produto final. O homem do campo é uma classe sofrida que na hora de colocar o seu produto á venda não tem quem o representa para que possa fazer o negocio final do seu produto. Com base nisso nos do Sindicato Rural estamos tentando nos organizar mais e com isso fundamos no dia trinta de maio a cooperativa mista dos Produtores de Carne, Leite e Grãos. Hoje nós representamos mais de 350 associados e vamos fazer o possível para que possamos achar uma alternativa de aglomerar o maior número de produtores rurais sócios ou não do Sindicato Rural de Porangatu. A semente que plantamos no início deste trabalho será irrigada e bem cuidada para que possa dar ótimos frutos no final. A função da diretoria do Sindicato é tentar sempre que possível achar caminhos para que possamos melhorar a cada dia mais a vida dos produtores rurais. Hoje nós contamos com ajuda de associados que mesmo não fazendo parte da diretoria nos procura para dar idéias e através delas possamos representá-los melhor. Fica aqui o convite para todas as segundas feiras às 19 h nos encontrarmos no Sindicato Rural em reuniões informais para conversarmos sobre diversos assuntos e experiências produtivas e assim passar informações uns para os outros com a finalidade de ajudar na capacidade de produção e organização.

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Sindicato Rural de Porangatu em parceria com o Senar visando a formação e a profissionalização gratuita da comunidade.

COMO PARTICIPAR Procure o Sindicato Rural de Porangatu no telefone (62) 3362 – 4246. Falar com João Bosco (Mobilizador do Senar).

CURSOS REALIZADOS NOS MESES DE ABRIL E MAIO Sindicato Rural de Porangatu em parceria com o Senar

Inclusão Digital Local: Sindicato Rural de Porangatu Data: 23 e 24 de abril de 2012

Com Licença Vou a Luta Local: Sindicato Rural de Porangatu Data: 08 e 09 de maio de 2012

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SINDICATO RURAL DE PORANGATU EM AÇÃO Foi fundada no dia 30 de maio a Cooperativa de Carne, Leite e Grãos

O

cooperativismo é uma forma de juntos podermos ter uma força maior ao comercializarmos aquilo que produzimos. É uma forma de aglomerarmos e de podermos dar opiniões que juntas podem ser o grande diferencial ao chegarmos à cadeia consumidora. Hoje nós podemos dizer que estamos fazendo o maior empenho para que possamos iniciar a nossa cooperativa de produção rural de Porangatu. Graças à força de pessoas sérias vai ser possível iniciar as nossas atividades em pouco tempo. Você que é produtor rural venha até ao Sindicato Rural de Porangatu e nos procure para que possamos melhor informar como está o andamento da cooperativa, a qual irá englobar os segmentos de carne, leite e grãos.

Olericultura/Melancia Local: Fazenda Vale dos Picos Data: 28 a 30 de maio de 2012

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Apicultura Local: Assentamento Santa Dica Data: 24 a 26 de maio de 2012

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O Sindicato Rural de Porangatu se sente honrado em ter vocês como sócios. Obrigado pela confiança, pois nossa missão é representar o produtor rural, procurando atender suas necessidades.

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Traçados em Fitas Local: Grupelândia Data: 21 a 23 de maio de 2012

NOVOS SÓCIOS Leonildo Fagoti Valdim Vieira dos Santos Carlos Donisete Carneiro de Oliveira Francisco da Silva Júnior Francisco Goulart de Araújo Jane Queiroz de Araújo Silva Luiz Carlos da Silva

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possui carteiras de clientes no Brasil. Sob essa ótica de terceirização da produção, o grupo de produtores goianos em missão no Uruguai visitou, as instalações da empresa na cidade de Dolores.

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MISSÃO DE PRODUTORES GOIANOS CONVERSAM COM GOVERNO URUGUAIO

O gerente geral da unidade na cidade, Gabriel Beseo, recebeu os brasileiros e explicou que a empresa trabalha com tecnologia de última geração que permite produção com alto desempenho e baixo impacto ambiental graças ao conhecimento profundo da terra por meio de análises e estudos de solo, clima entre outras variáveis. Ele conta que a empresa busca novas opções genéticas para aumentar as safras. Além da cidade de Dolores, o grupo conta com instalações de armazenamento nas cidades em Young, Caraguatá, Durazno e Nueva Palmira. Questionado pelos produtores goianos sobre as obrigações ambientais vigentes no Uruguai, inclusive o uso e descarte de embalagens de fertilizantes e agrotóxicos, o gerente da unidade explicou que a empresa oferece técnica avançada que possibilitam compreensão profunda de cada lote de terra por meio do mapeamento de seu perfil ambiental. Dessa forma, o produtor tira proveito do potencial da terra, maximizando as safras e usando combinação de agroquímicos sustentável que não agridam o meio ambiente.

(Texto e foto: Rhudy Crysthian – Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

PRODUTORES BRASILEIROS CONHECEM MAIOR LABORATÓRIO TECNOLÓGICO DO URUGUAI O centro de pesquisa é considerado um dos maiores responsáveis p e l o desenvolviment o tecnológico daquele país no que tange à transferência de tecnologia e inserção do produto uruguaio no mercado internacional. O Latu trabalha a permissão e a certificação de alimentos industrializados destinados ao mercado interno e externo do Uruguai. Durante a visita ao laboratório, os produtores puderam entender como funcionam as principais linhas trabalhadas pela entidade como diagnóstico, soluções e processos. Criado em 1965 pelos setores público e privado do Uruguai, o laboratório oferece serviços em tecnologia e gestão, aplicando ferramentas tecnológicas de última geração e com corpo técnico multidisciplinar de profissionais.

De acordo com José Mário, a criação do laboratório agregou qualidade e credibilidade ao Uruguai para que exportasse sua produção para o mundo. “É muito importante para os produtores rurais entenderem o funcionamento do Latu. É um sistema de organização privado utilizado em todo o mundo”, explica. A gestão do laboratório é feita por um conselho administrativo formado por três representantes, sendo eles o Banco da República do Uruguai, uma indicação do governo e outra indicação da indústria. Os recursos são provenientes do setor privado das indústrias e da geração de renda através da prestação de serviços de consultoria técnica. (Texto e foto: Rhudy Crysthian – Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

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SINDICATO RURAL DE PORANGATU REPRESENTADO PELO PRESIDENTE CARLOS GARCIA PARTICIPOU DA MISSÃO TÉCNICA DE PECUÁRIA DE CORTE E GRÃOS REALIZADA NA ARGENTINA E URUGUAI Uma comitiva de 75 pessoas formada por produtores rurais, dirigentes sindicais e técnicos da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em Goiás e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás) embarcaram no dia 22 de abril, para duas Missões Técnicas de pecuária de corte e de grãos, na Argentina e no Uruguai. O objetivo da missão foi permitir que os produtores conheçam na prática novas técnicas e tecnologias adotadas para a produção de carne e grãos nos países do Mercosul. 55 municípios goianos serão representados nas duas missões simultâneas. O presidente do Sistema Faeg/Senar, José Mário Schreiner, destacou que os produtores pretendem buscar informações sobre os modelos de produção dos dois países. Ele destacou como novidade a terceirização de serviços na produção argentina como arrendamentos de áreas, de máquinas e equipamentos, no plantio e na colheita. Ele afirmou que essa nova metodologia de produção, terceirando os processos na lavoura, tem garantido bons resultados para os produtores argentinos. Os produtores visitaram centros de pesquisas e estudos agropecuários na busca de mais informações sobre certificações agropecuárias e outras ações que envolvam os modelos de produção de carne e grãos daqueles países.

A ADP conta com equipe de engenheiros agrícolas que prestam serviços de consultoria e assessoria na administração rural com o fim de maximizar o potencial de produção. A empresa oferece também programas de treinamento, na própria propriedade, ministrados por técnicos especializados.

Segundo o presidente do Sistema Faeg/Senar, José Mário Schreiner, a importância do Latu deve-se ao fato do laboratório ter sido criado por uma iniciativa do setor privado do Uruguai, que se organizou para resolver um problema do país frente à concorrência internacional.

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(texto: Rhudy Crysthian – foto: Cleiber Di Ribeiro - Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

GRUPO DE PRODUTORES GOIANOS CONHECE MODELO PRODUTIVO DE GRÃOS NA ARGENTINA O primeiro dia de trabalho dos 32 produtores rurais e técnicos goianos que integraram a Missão Técnica de Grãos do Sistema Faeg/Senar e Sebrae Goiás à Argentina começou com uma visita oficial à sede do Ministério de Agricultura, Ganadería y P e s c a (www.minagri.gob.ar), na capital Buenos Aires. O grupo foi recebido pelo diretor nacional de relações agroalimentares internacionais do Ministério, Miguel Donatelli, que apresentou um panorama da produção agrícola, infraestrutura e logística, tecnologia e políticas para o setor. Donatelli explicou ao grupo - liderado pelo presidente do Sistema Faeg/Senar, José Mário Schreiner - que cerca de 60% de toda a área cultivada no País não é trabalhada pelos seus próprios donos. Ao contrário do que ocorre no Brasil, o arrendamento e os contratos de terceirização para plantio, pulverização e colheita são a roda motriz da produção agrícola do país vizinho. No caso da soja, os contratos são por safra e giram em torno de 2,5 mil quilos ou US$ 650 por hectare nas melhores regiões de produção da oleaginosa. Produção: A Argentina é o hoje o terceiro maior exportador mundial de soja com exportação anual de 9,2 milhões de toneladas; atrás somente do Brasil e Estados Unidos, segundo e primeiro lugares, respectivamente. Ocupa o topo do ranking em exportação de óleo de soja, com um volume anual exportado de 4,54 milhões de toneladas e possui uma representativa produção de farelo do grão, também primeiro lugar em exportação do produto. Óleo e farelo têm um sensível incentivo do governo nas exportações em relação à matéria-prima; a taxa de retenção de exportação sobre os dois primeiros é de 32,5%, enquanto do grão não processado é de 35%. De acordo com o representante do Ministério, os 35 milhões de hectares lavorados no país produziram, na safra 2010/2011, 103 milhões de toneladas de grãos e cereais; feijão e algodão não entram neste volume. Donatelli destacou que a

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força de produção de grãos na Argentina está concentrada em 13 províncias produtoras, localizadas na região central do país; nos Pampas úmidos e na região extra-pampera. A localização favorável das lavouras nos Pampas - entre 350 e 500 quilômetros dos portos - fazem com que o custo de frete seja, substancialmente, menor se comparado com o Brasil. O escoamento de safra é feito majoritariamente por rodovias, 78,12% da produção chega aos portos por esse modal. Cenário mundial: De acordo com o presidente do Sistema Faeg/Senar, José Mário Schreiner, a força produtiva dos países do Mercosul, concentrada em Brasil, Argentina e Uruguai é inquestionável e já está mudando o cenário agrícola mundial. Hoje, a produção de grãos no sul do globo terrestre compete com tradicionais potências nortistas, como os Estados Unidos. José Mário ressaltou que, ainda assim, a produção da América do sul é ameaçada por fatores internos que lhe tiram a competitividade. Ele relembrou, por exemplo, a mão forte do governo Kirchner sobre os produtores argentinos. "Na Argentina as taxas de exportação para produtos agrícolas são elevadas, não há financiamento oficial em escala e o setor produtivo vive em desequilíbrio com o governo de Cristina", disse. No Brasil, os entraves estão na questão ambiental, nas políticas de renda ao produtor e em infraestrutura e logística. Ao deixar o ministério, o grupo seguiu para o distrito de Pergamino, em visita a uma propriedade rural que reflete o modelo de terceirização de produção da agricultura argentina. (Texto e foto: Francila Calica - Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Sena

PRODUTORES BRASILEIROS CONHECEM MODELO ARGENTINO DE TAXAR EXPORTAÇÕES Mesmo com o sinal amarelo aceso para a economia argentina, o governo portenho segue mantendo a taxação sobre a exportação de produtos agrícolas. O imposto polêmico, principalmente, sobre os grãos e carnes comercializados para outros países deixa viva as tensões entre os produtores rurais e o governo federal no país que é um dos principais fornecedores de grãos do mundo. As alíquotas fiscais impostas aos produtores argentinos foram apresentadas ao grupo de produtores rurais de Goiás que está em Missão Técnica àquele país para aprender como é a realidade de produção dos argentinos. A comitiva de produtores de grãos e de gado de corte estava composta por dirigentes sindicais, entre os quais, podemos destacar o Presidente do Sindicato Rural de Porangatu Dr. Carlos José Garcia e técnicos do Sistema Faeg/Senar e SebraeGO. Em um encontro em Buenos Aires entre o grupo e membros da Sociedade Rural Argentina (SRA), uma importante instituição defensora dos direitos dos produtores daquele país, os brasileiros puderam conhecer como é a política portenha de taxar as exportações, o que afeta os mercados globais de commodities. O objetivo, segundo a política de governo, é inibir as exportações, privilegiar o abastecimento doméstico e combater a inflação. No entanto, de acordo com o representante da SRA, Ernerto Ambrosete, a medida não agradou os proprietários rurais. Tendo que pagar impostos mais altos, os produtores amargam depreciação nos preços e desvalorização de sua produção. Ernesto destaca ainda as constantes formas de protesto dos ruralistas ao ato administrativo. “A media não surtiu o efeito desejado e os gêneros alimentícios não chegam às cidades com preços mais atrativos, gerando desabastecimento e mais inflação”, disse. Ele conta que toda a população foi atingida por essa medida, chamada de resolução 125, e os famosos panelaços, como o grande protesto de pretensões populares que ocorreu em 2008, ameaçam voltar à tona e ampliar o conflito com o governo. No caso da soja em grãos, Ernesto conta que a alíquota é de 25%, ou seja, mais de um terço do faturamento dos exportadores é retido pelo governo. Segundo o presidente do Sistema Faeg/Senar, José Mário Schreiner, esse sistema fiscal serve para reforçar o caixa do Tesouro que, com a taxação, aumentou em 11% a arrecadação do país. “Agora temos uma noção real de cenário político e econômico dos produtores argentinos. Estamos solidários a esses produtores e contra esse tipo de política que não trabalha para o desenvolvimento

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do campo”, posicionou o líder dos produtores goianos. Ernesto afirma que as retenções sobre exportações se tornara uma importante fonte de receita do Tesouro argentino desde que os preços internacionais das commodities agrícolas começaram sua disparada há mais de quatro anos. Ele acredita que o montante arrecadado serve para financiar a propaganda política de governo da presidente Cristina Kirchner. O encontro entre os produtores goianos e a Sociedade Rural Argentina fez parte da agenda das duas Missões Técnicas de pecuária de corte e de grãos. O objetivo das missões foi permitir que os produtores conheçam na prática novas técnicas e tecnologias adotadas para produção agrícola nesses países do Mercosul, políticas de governo e comercialização dos produtos agropecuários dessas regiões.

em torno de US$ 3,80. O rebanho uruguaio é basicamente formado por Redford e suas cruzas com Aberdeen, Bradford, Zebu e Angus; 70% da carne produzida é exportada para importantes mercados como Rússia, Estados Unidos, Israel e Europa, esta última remunera melhor os quesitos de qualidade da carne. A média de produtividade de soja no país é de 1.900 quilos por hectare. Ernesto acrescentou ainda que ao contrário da Argentina, que sofreu com uma rígida seca durante o período de floração da soja, o Uruguai teve um clima bom o que elevará a média nacional de produção de soja por hectare para 2.200 quilos. Porém, o custo para escoamento do produto é alto e 90% efetuado por rodovias. O litro do diesel no Uruguai chega a US$ 1,90 e o custo geral por quilômetro rodado alcança a casa dos US$ 2,20.

(Texto e fotos: Rhudy Crysthian – Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

(Texto e foto: Francila Calica - Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

PRODUTORES GOIANOS CONHECEM MAIOR INSTITUTO DE PESQUISA DO PAÍS LOCALIZADO NO URUGUAI Os 75 produtores de grãos e pecuária de corte integrantes da missão, organizada pelo Sistema Faeg/Senar e Sebrae Goiás, visitaram uma das estações do Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria (INIA), a estação La Estanzuela, na região de Colônia. O Inia é uma entidade pública de direito privado mantida pelos produtores rurais uruguaios e pelo governo do país. Criada em 1989, tem 40% dos aportes financeiros que a mantém provenientes dos produtores, outros 40% são investidos pelo governo federal do Uruguai e os 20% restantes vêm de outras fontes arrecadadoras como royalties e parcerias com empresas privadas. O engenheiro agrônomo e encarregado de La Estanzuela, Ernesto Restaino explicou, ao receber o grupo na sede da entidade, que a junta diretiva que está à frente do instituto é composta por representantes do governo e por representantes de produtores como a Associação Rural, Federação Rural, pelo Fucrea, pela Comissão Nacional de Fomento Rural e por cooperativas. O Inia possui cinco unidades em todo o país e, como explicou Ernesto Restaino em palestra ao grupo, desenvolve um trabalho para auxiliar o Uruguai a produzir com mais eficiência e qualidade. O Uruguai possui 17 milhões de hectares, destes 1,5 milhão abriga os cultivos, o restante são florestas e pastagens naturais. Dos três milhões de habitantes do país, 1,5 milhão está na capital; os demais 1,5 milhão vive no interior e apenas 2% deste volume mora no campo. O problema da falta de sucessão no campo é um dos grandes desafios enfrentados pelos Uruguaios no dia a dia da produção. A falta de interesse dos mais jovens pelo campo faz com que as famílias que vivem na zona rural percam sua capacidade de produção em escala. Esse é um dos motivos que levam os produtores uruguaios a pensarem mais em qualidade do produto que em quantidade. Dentro desta lógica, os dados de rendimento da produção são avaliados em hectares. Ernesto explicou que a produção média de leite no país é de oito mil litros por hectare com uma lotação média de duas vacas por hectare. O Uruguai tem um rebanho bovino de 11 milhões de cabeças. De carne bovina são produzidos 800 quilos por hectare e, hoje, o preço do quilo limpo gira

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PECUARISTAS GOIANOS BUSCAM MODELO DE ORGANIZAÇÃO PRODUTIVA E COMERCIAL NO URUGUAI Sem capacidade territorial para produção de carne bovina em larga escala, os pecuaristas Uruguaios desenvolveram um modelo de organização produtiva que tem sido um dos grandes responsáveis pelos bons resultados da pecuária no país. Em busca desta experiência, os produtores goianos em missão técnica de pecuária de corte ao Uruguai tiveram, um dia dedicado a conhecer a organização dos Grupos CREA. Os grupos são compostos de 10 a 12 propriedades com as mesmas aptidões e do mesmo segmento produtivo, divididos em setores e que estão representados pela Federação do Grupos CREA (Fucrea). Cada grupo possui um assessor que lhe da assessoramento e auxilia os produtores no planejamento de seu negócio com foco em gestão, rentabilidade e manutenção do produtor na atividade. Diego Varalla, assessor do Grupo CREA de pecuaristas do departamento de Flórida, que recebeu os produtores goianos, explicou que 252 mil hectares produtivos são de produtores participantes de Grupos CREA e trouxe um panorama da pecuária uruguaia, sempre comparando os índices médios nacionais aos índices pelos produtores associados. O técnico explicou ao grupo que há anos uma grave crise provocada por focos de aftosa estremeceram o mercado pecuário uruguaio. Porém, em apenas sete anos os produtores conseguiram recuperar os valores perdidos durante a crise. Em 2008, um abalo econômico fez com que a cadeia perdesse competitividade. A quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos, aliada à uma seca rígida no Uruguai fizeram com que os pecuaristas vendessem animais por até US$ 0,40 por quilo. Varalla contou que o fato retirou da atividade muitos produtores e indústrias que não estavam preparados para passar por um período de recessão. Entretanto, a recuperação do setor foi muito rápida e, em boa parte, impulsionada pelo desempenho dos preços da carne no mercado internacional. Hoje, o Uruguai possui um rebanho de 11 milhões de cabeças com abate anual de dois milhões de animais - 50% machos e 50% fêmeas -, e uma necessidade crescente de investir em qualidade para conquistar e manter mercados consumidores.. Como funcionam O conceito dos Grupos CREA nasceu na França logo após a Segunda Guerra Mundial e os primeiros CREAS surgiram no Uruguai há mais 40 anos. Em 1966 quatro grupos já estabelecidos Fundaram a Federación Uruguaya de Grupos CREA (Fucrea). Por meio da troca de informações e discussões dos problemas práticos que surgem nas propriedades dos associados, os produtores adquirem maior conhecimento sobre os sistemas produtivos, as técnicas utilizadas, as estratégias empresariais e as modalidades comerciais que estão dando resultados positivos. Para cumprir seus objetivos, cada grupo contrata um Assessor CREA, que realiza as tarefas de coordenação e apoio das atividades do grupo e o assiste tecnicamente. (Texto e foto: Francila Calica - Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

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Nº 29 - EDIÇÃO JUNHO/JULHO/AGOSTO/2012

PRODUTORES GOIANOS VISITAM A PRINCIPAL PORTA DE EXPORTAÇÕES DOS PRODUTOS URUGUAIOS T i d o p e l o s exportadores e pelo setor portuário do Uruguai como a “menina dos olhos das exportações” no país, o porto de Nova Palmira, situado no chamado marco zero do Rio da Prata, encontro dos rios Negro e Paraná, é o que mais vem colhendo os bons ventos do bom de exportações daquela região. N o l o c a l o s produtores descobriram que o porto movimenta 4 milhões de toneladas todos os anos. Os principais produtos transportados são trigo (40% do total) e soja (30%). O grupo de brasileiros que esteve no local é constituído em sua maioria por produtores de grãos em Goiás. Os produtores puderam perceber que, enquanto o Porto de Montevidéu se esforça para crescer, espremido em meios aos prédios históricos do velho centro da capital uruguaia, o porto de nova Palmira tem três terminais, um público, da Associação Nacional de Portos (ANP) e dois privados. Um deles é o Navios Terminals Operations e o outro controlado pela Corporación Navios S.A., esse último conferido de perto pelos brasileiros na missão. O porto atua sob o regime de Zona Franca. Na visita, os produtores foram recebidos por representantes do Corporación Navios que afirmaram que o desenvolvimento de Nova Palmira está intimamente ligado ao do Brasil, sobretudo à produção de Mato Grosso e Paraná. Os produtores descobriram também que Nova Palmira tem a vantagem de estar na desembocadura da hidrovia Paraguai-Paraná, que compara à movimentação no rio Mississippi, nos Estados Unidos. As duas hidrovias são equivalentes tanto em relação à extensão de seus rios, quanto à área de plantações no entorno. Mas a hidrovia Paraná não tem eclusas, possui navegação natural. (Texto e foto: Rhudy Crysthian – Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

SISTEMA DE TERCEIRIZAÇÃO DA PRODUÇÃO CHAMA A ATENÇÃO DE PRODUTORES BRASILEIROS NO URUGUAI Conhecido por oferecer um serviço completo para o produtor dentro de um contexto altamente competitivo, o grupo Agricultura del Plata (ADP) trabalha com duas frentes hoje no Uruguai, terceirizar totalmente os processos de produção e prestar assessoria e assistência técnica a produtores rurais, inclusive brasileiros, já que a empresa

Informativo Jun-Ago 2012  

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