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Quando José Romar assumiu a Prefeitura de Itaocara em 1993, no seu segundo mandato, a Beira-Rio de Itaocara, onde hoje se localizam os quiosques, estava completamente abandonada, um verdadeiro depósito de lixo. Com a genialidade de suas idéias, Romar já no primeiro ano desse mandato, começou a esboçar a idéia de um melhor aproveitamento daquele espaço fisco que, fora o abandono da margem do Paraíba, tinha um visual mágico e espetacular: a Serra da Bolívia, a Ponte Ary Parreira, as águas corredeiras ou mansas do Paraíba, as ilhas, as garças sobrevoando o rio, o perfume das flores silvestres que vinha com a brisa que soprava do rio, o Luau, o Monumento à Matemática, as serras dos municípios vizinhos, os pássaros cantando nas palmeiras, flamboyants... E Romar pensava neste desperdício todo, nestas belezas não contempladas pelo povo... Daí, a idealizar um Parque que pudesse servir de lazer e ter uma praça de alimentação, o passo foi bem pequeno: de papel e lápis nas mãos, conjugados com sua competência e criatividade, os primeiros riscos apareceram e foram crescendo na prancheta do arquiteto Jorge Figueiredo até tomar suas definitivas formas - as formas das construções e dos jardins que duraram o tempo do seu governo, além de uma cabine de telefone público. Primeiro, o nome seria Parque da Cidade depois, com a morte do jovem Pedro Eugênio de Oliveira Sardinha, em sua homenagem, deu-se o seu nome, isto é, “Parque Pedro Jorge de Oliveira Sardinha”, com direito a inauguração e placa identificadora, isto em 02 de fevereiro de 1996. Mas o nome, embora ainda seja oficial, não pegou muito bem entre o povo, este preferindo chamá-lo de “Quiosques”. A freqüência era fantástica na ocasião: os jovens e adultos do município compareciam e se deliciavam com tanta beleza, magia, funcionalidade e, além disso, ainda levavam seus filhos menores para andar de “patinete”... Mas tal atrativo não era privilégio dos itaocarenses eis que, atraídos pela fama e pela beleza ímpar, vinham muitas pessoas de outros municípios. Afinal, nenhuma outra cidade tinha um espaço igual e a novidade era por demais atraente. Depois, por culpa do tempo e pelo acostumar-se das pessoas, a “novidade” se foi esvaindo, fato que legou o novo governo, o governo Manoel Faria, a lhe dar novo visual, com novas cores e modernos toldos e banheiro público, suprimindo alguns canteiros para aumentar a área de circulação e colocação de palco para shows. Tais medidas revitalizaram os “quiosque” e essa performance durou algum tempo, mas depois que um novo esvaziamento teve início, o prefeito Manoel Faria, no ano 2002 e no final de 2007, resolveu reformá-lo dando-lhe um revigoramento especial e hoje os “quiosques”, graças a esta iniciativa da Prefeitura, volta a ser “point” obrigatório da sociedade itaocarense e dos municípios vizinhos. Para se ter uma idéia da mudança, a “Ilha” veio para terra firme à margem do rio Paraíba, nos quiosques. A seqüência fotográfica de Chico MARRA mostra, as diversas fases dos quiosques: a praça abandonada, a construção, a primeira remodelação e agora a terceira que se inaugura em 2008. São 15 anos e um mês de história! Fotos: Chico Marra, Crédito Obrigatório

O genial Geter Lannes, um dos mais íntegros inteligentes homens que conheci, acompanhou de perto todo o Projeto de Construção Quiosques, Gabinete que era Alcione, dos Secretário de como ObrasChefe e Dr.deGetter doLannes, Governo Chefe José Romar. Saudades eternas, dos dois .... de Gabinete, o início...

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