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ANO III - Nº 6 - SETEMBRO | OUTUBRO 2008

Primavera: Cores e Renovação Primeira fase do Office é sucesso de vendas

Saiba como legalizar a obra da sua casa

Entrega do Luzern e Lauerz SÃO BER NAR DO DO CA MPO - SÃO CARLOS - CA MPINAS IMPRESSO FECHADO - Pode ser aberto pela ECT.


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FLORES Primavera outra vez

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CORPORATIVO Lançamento da 1ª fase do Swiss Park Office é sucesso de vendas

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SAC Linha direta com o cliente

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ENTREGA Luzern é o terceiro residencial entregue

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TURISMO Veneza suíça

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CONDOMÍNIO/ASSOCIAÇÃO Dividir para somar

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CONVIVÊNCIA “É preciso bom humor para viver em condomínio”

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IMPOSTOS Obra legalizada e regular

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ESPORTE Um mergulho rumo ao desenvolvimento

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ENTREVISTA Investir para ganhar

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SAÚDE

REVISTA SWISS PARK

Vida saudável ao alcance de todos

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ANDAMENTO DAS OBRAS Andamento das obras

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GASTRONOMIA Mania oriental

Expediente

Impressão:

Revista Swiss Park é uma publicação da AVG Campinas Empreendimentos Ltda. Projeto Gráfico e Editorial: Newslink Comunicação. Jornalista Responsável: Raquel Mattos - Mtb 26.865 Textos: Élcio Ramos, Janaína Nascimento, João Vasco, Carolina Pimentel e Manuela Mesquita. Fotos: Celso de Menezes.

Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução sem autorização prévia da editora. Leia a revista Swiss Park no www.revistaswisspark.com.br Fale com a gente: editorial@revistaswisspark.com.br

Anúncios: comercial@revistaswisspark.com.br


EDITORIAL

radicionalmente, a primavera é a estação mais poética do ano. Inspira artistas, é citada em músicas e tem o significado da renovação. Acompanhar o desabrochar da primavera no Swiss Park é algo único. Mas, além de simplesmente observar a maravilha da explosão de cores típicas da época do ano, buscamos a orientação de uma especialista na área que, nas próximas páginas, nos ensina a olhar as flores com mais atenção. E conhecer os detalhes das espécies torna o milagre da primavera ainda mais encantador. Nesta edição também, apresentamos a inauguração da primeira fase do Complexo Desportivo que será abrigado dentro do Swiss Park. Trata-se do Parque Aquático, que vai focar no treinamento de saltos ornamentais dos atletas de rendimento olímpico. Para inaugurar essa etapa da obra, o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, esteve presente e nos concedeu uma entrevista sobre os rumos que o Centro deve tomar nos próximos meses e anos. Importante para os leitores, que estão prestes a iniciar as obras de construção da tão sonhada

casa, é saber – detalhadamente – as dicas para legalizar e regularizar seu imóvel junto à Prefeitura e ao INSS. Buscamos a orientação de quem entende do assunto para auxiliar os proprietários dos terrenos a terem uma casa integralmente dentro das normas legais que, claro, é o desejo de todos. Ainda para nortear os clientes do Swiss Park, trazemos informações sobre a formação das associações, que vão organizar todos os detalhes de cada loteamento. Aprenda como são divididos os gastos e que viver em coletividade exige uma dose extra de atenção. E para testar os benefícios de uma caminhada pelo Swiss Park – e sugerir a prática a todos os leitores – convidamos três casais, futuros moradores do complexo urbanístico, que comprovaram e aprovaram a atividade. Portanto, uma boa pedida para os finais de semana de primavera que seguem. Quem quiser provar, além de obter a ação benéfica da atividade física para a saúde e espantar o estresse, ainda vai contemplar a bela paisagem, cuja pequena parte está retratada nesta publicação. Experimente! Boa Leitura!

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Cor, inspiração e renovação

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FLORES

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Primavera outra vez

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É na primavera que a natureza se encanta. Como num toque de mágica tudo se transforma. As árvores se vestem de colorido, num milagre renovado

Atualmente, ao chegar no Swiss Park até o observador menos atento se encanta com as cores vivas da primavera. Ela está mais viva do que nunca com os roxos, azuis, amarelos e vermelhos das árvores florescendo. A chegada desse festival tão especial é silenciosa e quando percebemos, lá estão as flores, sorrindo, e deixando o cenário um verdadeiro espetáculo. As pessoas costumam gostar do verde das árvores, mas o colorido é sempre mais inspirador. Não é sem razão que a primavera é sempre motivo de inspiração para poetas e artistas. Colocando a ciência um pouco de lado, a engenheira agrônoma Dionete Santin, mestre em botânica e doutora em biologia vegetal, consultora do Swiss Park Campinas há cerca de um ano e meio, concorda com a aura de poesia que envolve a estação. “O colorido é bom para a alma; e a primavera significa a renovação das árvores assim como do espírito”, opina.

De qualquer forma, a agrônoma aponta que, no Brasil, as árvores florescem o ano inteiro e não somente na primavera como está instituído no senso comum. É que muitas árvores têm floradas chamadas de inconspícuas, ou seja, pouco aparentes e por isso mesmo não são tão percebidas. “Agora, um número grande de espécies com florescimento exuberante e chamativo está desabrochando suas flores; por isso a primavera é conhecida como estação das flores”, explica. Além disso, as condições climáticas favorecem a floração: os dias começam a ficar mais longos, temos muita luz e elevação da temperatura. Ao mesmo tempo aumentam as chuvas, que são muito benéficas e contribuem para que as plantas acelerem seu metabolismo.


“Por isso, mesmo tendo plantas florescendo o ano todo, sem dúvida, a primavera favorece a todas, pelo clima”, ensina. Do ponto de vista ambiental, continua Dionete, com o estímulo do clima adequado, há o desenvolvimento das chamadas gemas, que são responsáveis pela florada. Após cada florada, ocorre a frutificação. É preciso lembrar que cada flor dará início a um fruto, que terá dentro dele a semente; quando germinada, a semente dará origem a uma nova árvore. “A importância da floração e da frutificação é justamente a perpetuação da espécie”, comenta, sobre o “milagre” da renovação.

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JACARANDÁ-MIMOSO - Foto do local

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PAU-FORMIGA, FLOR DA PLANTA DO SEXO FEMININO - Foto do local


FLORES

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Patrimônio florístico

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Dionete explica que no contexto do trabalho de recuperação que presta ao Swiss Park, ela elabora o que chama de “memória do patrimônio florístico” do empreendimento. Nesse sentido, é feito acompanhamento e registro das áreas de preservação permanente, para que se estabeleça a predominância de determinadas espécies e a existência de algumas mais raras. Já quando percebe que determinada espécie está na alça de mira de alguma rua e terá que ser retirada, a agrônoma coleta sementes da planta e faz mudas que posteriormente são replantadas em local seguro. “O genótipo dessa planta só será preservado dessa maneira”, explica. A coleta da semente é feita na fase de frutificação, quando os frutos já se encontram maduros e na fase de dispersão das sementes.


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PRIMAVERA - Foto do local


FLORES

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A beleza e encanto das espécies

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Dentre as espécies que florescem na primavera, é realmente difícil eleger a mais bonita. Dionete Santin diz que é preciso fazer um exercício para “aprender” a observar as flores e árvores. Isso porque suas preciosas características vão além do simplesmente belo. Já na entrada do Swiss Park, à direita, há um lindo jacarandámimoso, com suas resplandecentes flores azul-arroxeadas. Dionete conta que ele está no auge de sua florada. As flores são em forma de trompete e se organizam emparelhadas formando cachos. São flores duráveis, perfumadas e grandes. Esse jacarandá-mimoso alcança certos 15 metros de altura. Seus frutos surgem no outono, são lenhosos e contém muitas sementes que se dispersam com o vento.

Encontrados beirando algumas ruas do Swiss Park, os guapuruvus com suas copas em forma de guarda chuva (umbeladas), estão cobertos de flores amarelas. Elas se unem em belos cachos, que unidos, dão formato à árvore, algumas com 30 metros de altura. O guapuruvu é uma espécie indicada para plantios em áreas degradadas e está sendo usado nos plantios em razão do seu rápido crescimento. No inverno ele fica totalmente sem folhas. Após a florada, seus frutos vêm em forma de gota, onde dentro há uma semente conhecida como ficha ou tento.

GUAPURUVU - Foto do local


Elas costumam viver mais de um século e atingem alturas de até 18 metros: são as sibipirunas. Às vezes são confundidas com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. Lindas flores amarelas vestem as sibipirunas do Swiss Park, em grandes cachos eretos amarelados na base e marrom no ápice quando os botões ainda estão fechados. Sua florada costuma se estender até o mês de novembro, quando começam a aparecer os frutos, de cor castanho, achatados, medindo cerca de dez centímetros de comprimento. Quando caem da árvore, forram o chão e muita gente aprecia pisar sobre eles para ouvir um barulhinho característico.

A tipuana chega a medir até doze metros e é muito comum na arborização urbana. Quando jovem, cresce até um metro por ano, atingindo a altura de doze metros. Sua primeira floração ocorre com cerca de oito anos de idade. São várias espécies de tipuanas espalhadas pelo Swiss Park, com suas flores amareloouro, que agrupam-se em numerosos cachos perfumados que atraem borboletas. Diversas outras espécies nativas existentes ou plantadas nas APPs (Áreas de Proteção Permanente) têm sua participação garantida nesse show das floradas: pau-viola, pata-de-vaca, leiteira, tapirira, ipê-amarelo, babosa-branca, cambará, angico, entre outras.

TIPUANA- Foto do local

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Uma espécie curiosa é o pauformiga. Isso porque há a árvore fêmea e a árvore macho. Interessante contemplar dois “casais” de pau-formiga, que ficam ladoa-lado, e que estão próximos ao moinho do Swiss Park. As fêmeas estão com lindas flores vermelhas, grandes e vistosas. As flores da árvore masculina são pequenas e de cor bege bem clarinhas. Os paus-formigas são muito utilizados no paisagismo e mantêm a floração por vários meses. Seu nome se deve às formigas que habitam seus ramos, que são ocos. As árvores fornecem abrigo para essas formigas e elas protegem a árvore de ataque de predadores.

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CORPORATIVO

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Lançamento da 1ª fase do Swiss Park Office é sucesso de vendas

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Condomínio de escritórios planejado supera expectativas em seu lançamento e tem índice de conversão de vendas acima da média

mês de setembro contou com um acontecimento marcante para o Swiss Park: o início da comercialização do Office, que oferecido primeiramente para os clientes do empreendimento, os quais já possuem terrenos no complexo urbanístico, passa a ser disponibilizado para o público em geral. Desde o lançamento do planejado condomínio de escritórios, que contará com 973 salas distribuídas em 12 diferentes edifícios, a adesão tem sido de impressionar qualquer especialista do setor imobiliário. Em 300 visitas, já foram vendidas 150 unidades, ou seja, um percentual de 50% de conversão de vendas e que representa 30% das unidades a serem disponibilizadas pelo empreendedor nesta primeira fase. O objetivo é vender 557 unidades agora, deixando as outras 416 para a segunda fase de comercialização. A entrega do Swiss Park Office está prevista para 2011.

As salas estão disponíveis em quatro diferentes metragens, de 40m², 45m², 50m² e 75m², podendo sofrer junções para medir até dois mil metros quadrados. Isso significa que o Office comportará empresas de pequeno, médio e grande portes, abrangendo um amplo leque de segmentos do mercado. “O Swiss Park Office é o empreendimento que estava faltando em Campinas. Uma cidade com tamanha potencialidade econômica ainda não possuía um local com diferenciais e qualidades únicas, elaboradas para atender as necessidades de um público corporativo. Exemplo disso pode-se verificar na própria arquitetura do empreendimento, que sendo horizontalizada, com três pavimentos por prédio, permite uma maior integração entre as salas e certamente menor tempo perdido com elevadores”, explica Ricardo Anversa, diretor da AGV Participações, incorpordora do Swiss Park Office.


Viaduto Swiss Park

Foto do local


CORPORATIVO

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Praticidade e bem estar num só lugar

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Um dos diferenciais do Swiss Park Office é o número de vagas em garagens que totalizam 2.714, sendo 2.644 cobertas, 38 para portadores de necessidades especiais, duas para carga e descarga e, ainda, 30 vagas descobertas. Além, é claro, da excelente localização. Este é o único empreendimento de tal porte na Rodovia Anhanguera, que possibilita um fácil e rápido acesso a São Paulo, ao aeroporto de Viracopos e a outros pontos estratégicos da cidade. Ou seja, o Swiss Park Office foi

planejado para ser uma ótima opção de estrutura e modernidade para empresários em geral. O viaduto sobre a Anhangüera, que está sendo construído pela AGV e que será uma nova entrada para Campinas, com prazo para finalização em janeiro de 2009, e a modificação que isso resultará no acesso a qualquer região da cidade, é outro dado importante para quem optar por instalar a empresa no local. Outra característica destacada por Anversa é a natureza presente. Dos 141 mil metros quadrados, 30 mil são destinados à área verde, com um lago compondo o ambiente. “Um diferencial notável, pois reúne a praticidade necessária às empresas em um ambiente agradável, que remete à qualidade de vida”, avalia.


Segurança e tecnologia

Cada prédio do Swiss Park Office irá contar com espaço para convenções de até 50 pessoas. As recepções serão independentes e haverá diversos elevadores, fatores importantes para a agilidade dos visitantes, clientes e funcionários das empresas. Os estacionamentos serão subterrâneos e, portanto, os prédios poderão ter até três andares de subsolo. A segurança será priorizada e o destaque é a alta tecnologia empregada nos equipamentos. Mo-

nitoramento eletrônico, vigilância móvel 24 horas e portarias com acesso controlado são tens que compõe o completo sistema de segurança do Office. O mix dos serviços de conveniência será composto por 29 lojas, com completa infra-estrutura para diversos tipos de estabelecimentos comerciais como restaurantes, cafés, papelarias, redes de fast food e outros. Os prédios do Swiss Park Office terão nomes de cidades suíças como Zug, Flims, Santis e Locarno.

Foto do local

Arquitetura integrada

Para compor o ambiente naturalmente bonito em que está instalado o Swiss Park, o paisagismo ficará por conta do engenheiro agrônomo Alexandre Furcolin, que dará atenção especial à área de convívio do complexo. O projeto arquite-

tônico assinado por Roberto Leme priorizará a praticidade com destaque para a horizontalidade, que evita a perda de tempo em elevadores, além de não prejudicar a vista e o aspecto de natureza que existe também no Swiss Park Office.


SAC

Linha direta com o cliente esde o mês de agosto está funcionando o Serviço de Atendimento ao Cliente do Swiss Park Campinas. Com objetivo de criar um canal de comunicação ágil, prático e fácil, o SAC é útil para ajudar a sanar as principais dúvidas e atender as solicitações dos clientes do complexo urbanístico. Sugestões, reclamações ou elogios também são recebidos com atenção e empenho da equipe. O contato pode ser feito através do telefone, quando os atendentes levantarão as notificações para que sejam encaminhadas aos departamentos competentes. “No entanto, acreditamos que o contato por email seja ainda mais produtivo, por tratar-se de um documento com data e hora de envio”, comenta Roberto Maggi, da AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do Swiss Park. Seja qual for a maneira escolhida para o contato com a equipe do SAC, é importante frisar que o serviço é uma forma exclusiva que o cliente possui

para expressar sua necessidade, fortalecendo ainda mais a parceria com o empreendimento. “A principal meta é satisfazer o cliente, estreitando cada vez mais o relacionamento, para que fique ainda mais próximo”, aponta o diretor. As respostas são encaminhadas aos clientes no prazo máximo de 24 horas. O SAC é a voz do cliente dentro da administração do Swiss Park, por isso, não deixe de utilizar o recurso.

O telefone do SAC é (19) 3738.5507 e o email atendimento@agvempreendimentos.com.br

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Swiss Park cria serviço exclusivo de atendimento e relacionamento com cliente. Dúvidas, sugestões, críticas e elogios podem ser encaminhados à administração do empreendimento através do serviço

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ENTREGA

Luzern é o terceiro residencial entregue

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Até o final de outubro, o maior condomínio de todo o Swiss Park estará pronto para receber suas primeiras residências

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ssim como a charmosa cidade Luzern, localizada no coração da Suíça, o maior loteamento do Swiss Park Campinas, o Residencial Luzern, está localizado no coração do complexo urbanístico. Coincidência? Não. A planta do Swiss Park foi projetada para ser semelhante à do país europeu. O Luzern é um loteamento que tem 496 lotes residenciais, que serão entregues no dia 27 de outubro, completamente aptos para receberem os primeiros projetos arquitetônicos. As áreas disponíveis dos lotes variam de 360 a 720 metros quadrados com uma portaria própria de dimensões adaptadas para receber o fluxo de veículos. Assim como todos os outros loteamentos, o Luzern tem controle de acesso 24 horas, cadastro de prestadores de serviços, ronda com controle e muros de proteção perimetral. Há ainda, a guarita blindada na entrada do empreendimento utilizada como apoio na proteção. O residencial oferece também salão de jogos, quadra de vôlei de praia, de tênis, campo de

futebol society, e sala de ginástica com vestiários e sanitários, chamada de Espaço Fitness. Além de churrasqueira e playground. A sede social do residencial está adaptada para o seu tamanho, com salão de festas e espaço gourmet incluindo copa, cozinha, varandas, estacionamento, vestiários e sanitários. Tudo isso sem contar que o loteamento tem paisagismo e projeto urbanístico com toda a infra-estrutura, com guias americanas, muros de divisa com três metros de altura em alvenaria e iluminação com lâmpadas de última geração. Com a entrega do Residencial Luzern, o Swiss Park Campinas completa 1.099 lotes entregues. “No dia 28 de outubro, vamos entregar o Residencial Lauerz com 238 lotes e completaremos quase 50% dos lotes vendidos que estarão disponíveis aos seus compradores. É uma grande conquista em apenas dois anos do lançamento do Swiss Park”, diz Tomaz Vitelli, diretor da AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do complexo urbanístico.


Foto do local


TURISMO

Veneza suíça REVISTA SWISS PARK

Pontes históricas, arquitetura exuberante e o incrível Monte Pilatus fazem da região de Luzern uma das mais bonitas de toda Europa

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uzern, Lucern ou, para nós, Lucerna. A cidadezinha de 60 mil habitantes está localizada a 45 minutos de Zürich e nos transporta a um cenário de cultura e beleza de poucos lugares do mundo. Nota-se no ar de Lucerna o clima de cidade do interior, onde todos parecem se conhecer e logo o visitante se sente à vontade. Andar a pé pelas ruas estreitas da cidade é o melhor jeito de conhecer toda a beleza das várias pontes construídas sobre o rio Reuss. A Ponte da Capela é a mais famosa: toda de madeira e datada do século 14, quando Lucerna se separou da dinastia dos Habsburgs. Aberta ao público no século 17, ganhou 147 pinturas ilustrativas, feitas pelo artista Henry

Wagmann para decorar a passagem. Todas contam lendas, combates e histórias da cidade e, também, apresentam o brasão da família que patrocinou a obra na época. Porém, para a tristeza de todos, um trágico incêndio - em 1993 - reduziu o acervo a apenas 47 gravuras. Pouco tempo depois a ponte foi reconstruída e, hoje, é possível apreciar a travessia do rio, assim como faziam os antigos europeus. Não se pode deixar de notar o estilo arquitetônico típico e as belas construções históricas como a igreja dos Jesuítas, de 1666, e o Palácio do Governo, já em estilo renascentista. Característica marcante das casas do governo são as janelas pintadas em azul e branco, o que torna fácil a identificação desses prédios.


Monte Pilatus: destaque Os personagens que não deixam de participar de toda essa beleza, e diga-se, também são lindos, são os Alpes Suíços, cobertos de gelo durante todo o ano. O destaque é o Monte Pilatus: passeio indispensável. Com mais de dois mil metros de altitude, ele proporciona algumas das paisagens mais exuberantes da região. Durante o percurso até o topo, está incluído um passeio num dos bondinhos mais íngremes do mundo, chamados “furnicular”. Lá em cima, aguardam bons restaurantes, apresentações de músicas típicas e, para os mais corajosos, um passeio pe-

las estreitas trilhas que levam a mirantes. O Monte Pilatus é cercado por lendas de dragões medievais e personagens históricos, como a que deu origem ao seu nome, sobre o imperador romano Pôncio Pilatos: ele estaria enterrado no Monte, já que seria o único lugar onde sua alma encontrou paz. A descida é feita por meio de um teleférico, apenas para reafirmar as lindas vistas da subida. Outra vocação de Lucerna é a cultura. Durante todo o ano são realizados festivais de música clássica no belo centro cultural e de convenções, que possui uma das melhores salas de concerto

do mundo, com capacidade para 1.800 pessoas. O esporte é algo que também sempre aparece no calendário da cidade e é usado para atrair os olhares do mundo. Importantes competições de remo acontecem no rio Reuss. O FC Lucerna é o time de futebol da cidade e já disputou até partida contra a seleção brasileira. Você se lembra de um 8 x 0 antes da Copa de 2006? Pois é, eram eles. Lucerna, com certeza, é um daqueles lugares em que os turistas têm orgulho em dizer que visitaram. Agora é com você! Faça as malas e aproveite tudo o que a “Veneza da Suíça” pode lhe oferecer.


CONDOMÍNIO/ASSOCIAÇÃO

Viver em coletividade exige divisão de direitos, obrigações e despesas. Trata-se de um constante exercício de cidadania, no qual a vontade do grupo sempre deve prevalecer

uais são os prós e contras de viver em coletividade? Como são calculadas as taxas? Como são divididas? Muitas dessas perguntas passam na cabeça das pessoas antes de adquirirem o imóvel localizado dentro de um espaço com essa característica. O vocábulo “condomínio” significa o domínio de vários, por isto muitas são as situações em que pode existir um condomínio, ou seja, um bem cujo domínio pertença a várias pessoas (físicas ou jurídicas). De acordo com a advogada, presidente da administradora de condomínio Anakel e presidente regional do SECOVI (Sindicato da Habitação), Kelma Camargo, é preciso ficar atento às diferenças entre condomínio e loteamento fechado. Dentro de um condomínio temos duas áreas distintas: privativa e comum, a

primeira diz respeito à individualidade (apartamento, casa, sala, etc.) que pertence a cada condômino por escritura que também é dono de uma fração ideal da área comum, parte esta que se encontra dentro de um território comum, pois não é dividida. Para acessar a unidade privativa é preciso passar pela área comum. Já nos loteamentos, temos área privativa e área pública, portanto, o dono de lote possui somente a área que lhe compete no lote adquirido, não possui nenhuma outra área agregada. Por esse motivo, se constituem as associações, organismos criados para gerir os interesses e direitos dos proprietários de lotes. As associações podem deter a titularidade de áreas que se destinam à sede, lazer, etc. “É importante deixar claro que a partir do momento que o empreendimento é criado, instituem-se as associações”, ressalta Kelma.

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Dividir para somar

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CONDOMÍNIO/ASSOCIAÇÃO

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Despesas

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Todo empreendimento é composto de despesas fixas e variáveis. A advogada Kelma afirma que as despesas fixas são as que se destinam aos pagamentos de salários, água, luz, telefone, manutenção de elevador (quando falamos em condomínios de apartamentos e salas), jardim, material de limpeza, despesas bancárias, ou seja, todos os gastos que são pagos todos os meses. As variáveis se destinam às manutenções realizadas no empreendimento e que não ocorrem todos os meses como recarga de extintores, limpeza de caixa d´água, dedetização, renovação de seguro, manutenções elétrica e hidráulicas, pintura. Vale lembrar que quanto maior o número de condôminos ou associados, menor o valor dos custos fixos mensais. Tal afirmativa se deve ao fato de que o número de funcionários para cuidar de uma portaria de um empreendimento de 20 unidades é igual ao de 60 unidades, o que vai diferenciar é o resultado para cada um. “É muito im-

portante que os moradores conheçam como são calculados os valores e saibam o que estão pagando”, diz. “Então, toda vez que pensarmos em despesas, temos sempre que pensar no tamanho do empreendimento: quanto maior ele for, menores os custos das despesas fixas, mas maiores as despesas variáveis”, continua Kelma. Lembrando que o custo ficará sempre compatível com a qualidade de vida que o grupo que vai morar ali desejar. Quem constitui as despesas dentro de um empreendimento é quem mora no local. “Quanto mais benefícios e mais serviços se presta, mais se gasta, porque a prestação de serviços, hoje, é um dos itens mais caros nas planilhas de custos dos condomínios e associações”, afirma. A taxa condominial será calculada sempre se levando em conta a fração ideal de cada unidade autônoma (área privativa somada à área comum). Já em um loteamento o que vai definir a taxa é o tamanho – o metro quadrado – do lote.


Segundo a advogada, as vantagens de viver em condomínio e associações é que acontece uma divisão de tudo o que é necessário: divide-se responsabilidade, segurança, limpeza, manutenção, entre outros itens que fazem parte da valorização do empreendimento. “Quando você faz a opção de morar em uma casa fora de condomínios ou associações, você tem a opção de poder passar anos sem investir em manutenção de seu patrimônio”, afirma. Já em um condomínio ou associação a falta de conservação de área comum desvaloriza o patrimônio de todos e, por esse motivo, dificilmente os demais moradores vão optar por deixar de fazer manutenções.

Já as desvantagens acabam sendo as mesmas, pois a partir do momento que se mora em coletividade, o morador divide tudo aquilo que é dele, inclusive, sua vontade “porque a sua vontade não pode prevalecer sobre a coletividade”, conclui a advogada. “O que temos vivido atualmente é que muitas pessoas estão optando por morar em condomínio ou associações, mas nem todas foram preparadas para viver em comunidade e continuam agindo isoladamente”, acredita Kelma. “Você deve aprender a dividir tudo, desde direitos, obrigações, patrimônio e até o espaço social. É um exercício constante de cidadania, porque é ali que você descobre o que são direitos e obrigações”, opina.

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Prós e contras

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CONDOMÍNIO/ASSOCIAÇÃO

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Assembléias: obrigação

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A Assembléia Geral Ordinária é obrigatória, por imposição da lei para condomínios e - da mesma forma – para associações. A ação deve ser avisada aos moradores com, no mínimo, dez dias de antecedência, através de uma carta registrada ou protocolo. Acontece anualmente para prestação de contas relativas ao exercício anterior e para apresentação da previsão orçamentária do exercício seguinte. Durante a gestão, são realizadas as

assembléias gerais extraordinárias, exclusivamente para tratar de assuntos pré-estabelecidos e constantes do edital. “Em uma associação não há a figura do síndico e sim o presidente da associação”, diz.

Nos condomínios, as convenções determinam a maneira como será a remuneração do síndico. Já nas associações, a remuneração não existe, os cargos são sempre gratuitos.


Função da administradora a acompanharem toda evolução legislativa e, assim, dar um bom encaminhamento a gestão do empreendimento. De acordo com a advogada Kelma existem diferenças entre assessorar os condomínios e as associações, pois os condomínios são regidos por convenções e as associações são regidas por estatutos. As duas têm legislações próprias que devem ser cumpridas, entretanto, as associações têm obrigações legais porque são constituídas como pessoas jurídicas. Já o condomínio não, pois apesar de ter CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) para movimentação de dinheiro e contratações, o condomínio não tem declaração de Imposto de Renda. As associações têm. A advogada acredita que as empresas que estão no mercado, especializadas nesse tipo de assessoria, precisam se modernizar constantemente, porque a legislação e os empreendimentos estão mudando todos os dias. “Não se administra um condomínio hoje como se administrava há dez anos atrás, o perfil do morador e dos funcionários mudou muito”, diz. Os moradores hoje são mais exigentes e os funcionários possuem legislação mais rígida e atualizada com muita freqüência.

Inadimplentes De acordo com a nova Lei nº 13.160, sancionada em julho de 2008, os moradores que atrasarem o pagamento da taxa mensal do condomínio ou associação podem ter seus nomes inscritos em instituições de proteção ao crédito, como SCPC e o Serasa. O morador inadimplente deve ser comunicado pelo síndico ou presidente da associação para solução das pendências antes dos procedimentos judiciais. Essa determinação normalmente consta das convenções ou estatutos. “A minha orientação é que haja uma tentativa amigável de recebimento antes do início do procedimento legal. O morador precisa tomar atitudes para evitar ver o seu nome inscrito em instituições de proteção ao crédito”, afirma Kelma. Uma boa dica é tentar um acordo que esteja dentro do orçamento e mostrar-se interessado em solucionar o problema. Em último caso é que a discussão seja levada à justiça.

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Geralmente os condomínios e as associações contam com a assessoria de empresas administradoras, que são responsáveis por assessorar os membros da administração. Isso ocorre devido ao avanço da legislação, que - muitas vezes – impossibilita os presidentes ou síndicos

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CONVIVÊNCIA

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“É preciso bom humor para viver em condomínio”

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Seu direito termina onde começa o do outro. Simples? Nem sempre. Psicóloga diz que sem bom senso e consciência de coletividade, a convivência pode ser uma tarefa árdua

e conviver em família, muitas vezes, já é um desafio, imagine morar em um residencial com centenas de pessoas com gostos e hábitos diferenciados. A moradora da casa do lado incomoda a todos com o volume do som. O cachorro do vizinho que late a noite inteira e ninguém consegue dormir. O morador que gosta de festa e nem se lembra de olhar o relógio. Quem nunca viveu, ou ainda vive, casos semelhantes

no local onde mora? O ideal seria que eles não acontecessem ou que as soluções viessem de forma amigável. De qualquer forma, geralmente essas situações costumam gerar conflitos ou até mesmo ser o estopim de aborrecimentos maiores. E, pior, acabam com o humor de qualquer um. A psicóloga Maria Ângela Giordano Ferraz, habituada a ouvir queixas mais variadas relacionadas ao tema, costuma dar algumas dicas para que as pessoas consigam conviver nos ambientes coletivos sem invadir o espaço alheio. Ela ressalta que de forma geral, o problema está na falta


Outro fator que a psicóloga destaca é o desprezo pelas regras de polidez que, de acordo com ela, estão em desuso. “Elas são tão simples! Começam com aquelas que as mães ensinam como, por exemplo, dar bom dia, segurar a porta do elevador, ser educado com os funcionários do condomínio, apresentar-se a um vizinho novo e se colocar a disposição”, completa ela. Obviamente, com isso, constrói-se um astral melhor e as pessoas se sentem mais felizes. É importante destacar ainda um fator que quase ninguém se atenta, mas que é gerador de problemas desgastantes: as fofocas entre as funcionárias que trabalham nas casas. “A primeira regra quando se contrata uma funcionária que

vai prestar serviços dentro da nossa casa é para que ela respeite os assuntos particulares e seja discreta, afinal as fofocas geralmente magoam e expõe as famílias, provocando discussões e até rompimento de relacionamentos”, completa Ângela. Para garantir a harmonia dos moradores, um bom começo é ter normas e regras de convivência claras e conhecidas por todos, oficializadas pela convenção de condomínio e pelo regimento interno e, no caso das associações, pelos estatutos. “É muito importante participar das assembléias, pois é uma oportunidade para você conhecer a comunidade em que mora e ainda colocar em pauta o que acha que deve ser mudado”, orienta.

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de respeito pelo espaço do outro e na falta de diálogo. “Deve haver uma relação recíproca de consideração entre os vizinhos, seja nos condomínios, no bairro ou prédios. Isso é uma regra social de bom senso”, afirma Ângela. Não há saída, segundo a psicóloga: para evitar possíveis conflitos, antes de qualquer coisa, é preciso tentar manter o bom humor. Em segundo lugar, nunca deixar de dialogar. “Falar com o vizinho sobre o que está acontecendo, além de resolver a situação, evita que pequenos problemas sejam levados adiante e permaneçam mal-resolvidos”, garante ela. Se a conversa não tiver o rumo desejado, pode-se pedir a ajuda do síndico, que deve estar preparado para enfrentar as situações cotidianas com a política necessária.

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CONVIVÊNCIA

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Falta de bom senso: problemas à vista

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A psicóloga relembra algumas histórias curiosas que ela já acompanhou e que poderiam ser evitadas se as regras simples de convivência fossem respeitadas. São histórias até certo ponto engraçadas quando relembradas. No entanto, quando se é personagem principal do ocorrido, ninguém fica impune aos efeitos negativos de tamanho estresse. “Um morador estava passeando

com o seu cachorro pequeno quando saiu de outra casa um pastor alemão e veio em direção a ele que, para se defender, bateu com a bengala no pastor e pegou o seu cachorro no colo; a dona do cachorro grande partiu para cima do morador, quebrando seus óculos e gritando com ele”, conta. Será difícil esses dois vizinhos voltarem a ter boa convivência novamente. Em uma quinta-feira de rotina, uma moradora resolveu comemorar seu aniversário. Entretanto, não foi uma comemoração comum. Banda (com guitarra e bateria), vocalista de repertório farto e um grande número de convidados faziam parte do roteiro. Sem poder assistir televisão, o vizinho esperou o relógio dar meia-noite, quando não suportou mais e acionou a por-


taria. Embora avisada, a moradora não mudou o tom da festa. Assim, às duas da madrugada, a polícia – chamada pelo nervoso vizinho – acabou com a balada, sob protestos da aniversariante e xingos em bom som ao reclamante. Nunca mais se falaram. Nem mesmo bom-dia.

ANIMAIS

USO DO SALÃO DE FESTAS

“Escolha raças dóceis e que se adaptem à ausência do dono. Não deixe o cão sozinho em casa latindo sem parar. Saia para passear sempre com a coleira justa. Não descuide do portão da sua casa”.

“É importante lembrar que no salão de festas também tem um horário que o barulho não poderá ser alto! Depois que usar o local, mantenha-o limpo”.

FESTINHAS EM CASA

REFORMAS

“Obedeça aos limites de horários estabelecidos pelo regulamento e, após esse horário, tenha bom senso e fale mais baixo ou se pretende fazer festa até tarde, então chame os amigos para outro local. Nada de levar DJ’s, bandas ou algo assim, pois os seus vizinhos precisam dormir”.

“Evite os barulhos de reformas nos horários em que as famílias estão em casa, e jamais faça alguma reforma no final de semana. Acordar às 7h do domingo com um barulho de martelo incomoda até os mais calmos”.

ENCONTRO NAS ÁREAS COMUNS

RECICLAGEM

“O ideal é usar sempre as regras básicas de educação como cumprimentar os funcionários do local e os vizinhos, mesmo que você não os conheça”.

“Separar o lixo para reciclagem é uma maneira de ajudar o planeta a economizar recursos”.

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Mediante esses casos “trágicos” de falta de consciência de que o nosso espaço termina onde começa o do outro, Maria Ângela Giordano Ferraz aponta que tudo fica mais fácil quando agimos com estes pensamentos em nosso dia-a-dia:

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IMPOSTOS

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Obra legalizada e regular 32

Seu terreno foi entregue e você já tem em mãos o projeto para a construção da sua sonhada casa. A controller da AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do Swiss Park, Nanci Apfelbaum, diz que toda obra de construção civil é sujeita a recolhimento de impostos e deve ser matriculada junto à Prefeitura e ao INSS. Você deve ficar atento, pois são vários detalhes e todos devem ser levados à risca para que, ao final da obra, sua casa esteja executada integralmente dentro das normas legais


Então, o contribuinte proprietário do imóvel receberá um carnê com as guias em branco. Dessa forma, mensalmente e juntamente com a execução da obra, será feito o recolhimento do imposto, correspondente a 3,5% sobre o preço do serviço. “A fim de manter a equivalência das importâncias recolhidas, a Prefeitura disponibiliza um serviço de atualização de valores de nota fiscal de serviço e de mão-de-obra própria”, informa Nanci. Após a conclusão da obra, caso ainda reste algum saldo a pagar, o contribuinte será notificado, via lançamento do ISSQN, da diferença de imposto a pagar. A liberação do CCO (Certificado de Conclusão de Obra), quando o responsável não

apresentar o DIC, fica condicionada à comprovação do pagamento integral do ISSQN – à vista ou parcelado. O cálculo é baseado no valor da mão-de-obra publicado pelo Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil). Nanci orienta que se o contribuinte não concordar com alguma diferença cobrada pela Prefeitura referente a esse imposto, poderá contestar a Administração Pública ou pedir a revisão do valor da base de cálculo.

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controller aponta que o primeiro passo, após os trâmites de aprovação do projeto e antes de iniciar a obra, é o proprietário do imóvel procurar o posto de atendimento denominado “Porta Aberta”, na Prefeitura de Campinas, com objetivo de abrir sua inscrição no cadastro mobiliário designado como “substituto tributário”, ou seja, responsável pelo recolhimento do ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza), incidente sobre a mão-de-obra empregada no imóvel, independentemente se a retenção for na nota fiscal, fatura ou recibo. Essa inscrição é feita através do DIC (Documento de Informação Cadastral).

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IMPOSTOS

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Cadastro INSS

Acabou a obra: documentos necessários

Quanto à matrícula junto ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), a inscrição deve ser realizada no prazo de trinta dias, contados do início da obra. É muito fácil, pois essa inscrição pode ser feita via internet, no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov. br). Se preferir, o proprietário do imóvel poderá ir pessoalmente a qualquer unidade da Receita Federal do Brasil. Os dados necessários para essa matrícula são o nome completo do proprietário do terreno, endereço completo da obra, inclusive lote, quadra e CEP, além do CPF do proprietário, área da construção e tipo da obra. Com isso, a obra receberá um certificado de matrícula com número cadastral chamado CEI (Cadastro Específico do INSS). “A partir daí, todos os recolhimentos efetuados incidentes sobre a remuneração dos segurados utilizados na obra ou por ele diretamente contratados são vinculados a essa matrícula”, continua Nanci. O custo devido sobre a remuneração da mão-de-obra corresponde a aproximadamente 36,8%.

Nanci Apfelbaum orienta que ao final da obra, o proprietário deverá apresentar na Unidade de Atendimento da Receita Federal, alguns documentos para a regularização final. A DISO (Declaração e Informação Sobre a Obra) que pode ser emitida pelo site da Receita é o primeiro deles. O Alvará de concessão de licença para construção ou o projeto aprovado pela Prefeitura Muncipal: esses documentos foram solicitados antes de iniciar a obra. O Habite-se – que é solicitado junto à Prefeitura ao final da obra, ou uma certidão da Prefeitura ou, ainda, o projeto aprovado para verificação da área. Por fim, a controller alerta para duas situações para as quais o proprietário deve se atentar. Quando a mão-de-obra contratada for própria, ele deve ter o documento de arrecadação comprovando o recolhimento das contribuições previdenciárias com vinculação à matrícula no CEI, com as respectivas GFIPs (Guias de Recolhimento ao Fundo de Garantia e Informação à Previdência Social). No caso da ter sido contratada uma empreiteira ou subempreiteira para a execução da obra, deverá ser apresentada a nota fiscal, a fatura ou o recibo de prestação de serviços, também com vinculação à matrícula no CEI e com destaque da retenção de 11% e a GFIP.

“No caso dos procedimentos não serem cumpridos, a regularização da obra se dará por aferição indireta, ou seja, o INSS faz um cálculo tomando por base o padrão da construção, a área e o CUB (Custo Unitário Básico) da região, publicado pelo Sinduscon. Essa opção geralmente é mais onerosa para o contribuinte, porém não será exigida a comprovação da GFIP”, diz Nanci. Cumpridos todos os passos, obra passa a ser considerada regular e recebe uma CND (Certidão Negativa de Débito). O último passo será averbar a obra junto ao Cartório de Registro de imóveis competente.


Obrigação de quem vai construir de serviços, contendo a qualificação das partes, o objeto do contrato, discriminação dos valores de mão-de-obra e material (quando houver), prazo para execução, preço ajustado, forma de pagamento e outras condições específicas para cada caso”, orienta. Além disso, no ato da contratação da empreiteira, deve-se solicitar a cópia do contrato social da empresa, a CND referente ao INSS e o Certificado de Regularidade do FGTS para estar certo de que a empresa escolhida está em dia com suas obrigações.

Durante a prestação de serviços, devem ser solicitados: Documento

Periodicidade de solicitação ou elaboração

Cópia autenticada da GFIP referente aos empregados da prestadora do serviço

mensalmente

Folha de pagamento dos empregados da prestadora, alocados na obra

mensalmente

Certificado de regularidade do FGTS

mensalmente

Exames médicos dos empregados da prestadora, alocados na obra

periodicamente

Cópia autenticada do registro dos empregados

no início das atividades e quando houver alteração de pessoal

CND do INSS

semestralmente

É importante ressaltar que informações relativas à idoneidade do empreiteiro, condições mínimas de caráter econômico e capacidade técnica devem ser pesquisadas antes da contrata-

ção. “Pesquisar sobre referências e outras obras que a empresa já executou também podem ser boas dicas para evitar futuros problemas”, aponta.

Porta Aberta Prefeitura Municipal de Campinas Horário de funcionamento: Segunda à sexta-feira, das 8 às 18h - Paço Municipal Av. Anchieta, 200 Térreo Centro (ao lado do Protocolo Geral - Guichê 01) Tel. (19) 3755.6000

Unidade da Receita Federal em Campinas Av. Pref. Faria Lima, 235 - Parque Itália (em frente ao Hospital Mário Gatti) Tel. (19) 3027.6000 www.receita.fazenda.gov.br

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É importante saber que o proprietário do imóvel tem responsabilidade até mesmo pelos funcionários contratados pelos empreiteiros. Chama-se responsabilidade solidária, portanto, caso haja alguma irregularidade da empresa que você contratou para construir a sua casa, você poderá sim, ser acionado judicialmente. Para evitar esse grave e comum problema, Nanci Apfelbaum, controller da AGV, faz questão de frisar algumas medidas de segurança para o proprietário da obra. “Comece com um contrato de prestação

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ESPORTE

Um mergulho rumo ao desenvolvimento

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Parque Aquático - entregue em setembro - trará benefícios a Campinas, ao Brasil e ao Swiss Park

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ogo após uma Olimpíada de algumas conquistas, poucas medalhas e a comprovação de que o País tem muito a investir no que se refere ao esporte, uma boa notícia, que surge por uma porta que muitos nem sonhavam existir, para entusiasmar atletas, confederações e a própria sociedade. No último dia 18 de setembro foi entregue o Parque Aquático, consolidando a primeira fase do mais novo Centro Olímpico do País, cujo objetivo maior é o de ser um exemplo de estrutura e espaço para preparação e aprimoramento dos atletas brasileiros. Construído dentro do Swiss Park, com uma área de aproximadamente 172 mil metros quadrados e disponibilidade para receber 1200 atletas, o Centro será um dos cinco existentes no País com capacidade e qualificação para realização de campeonatos internacionais. Ao todo, cinco modalidades serão atendidas pelo espaço - saltos ornamentais, tae kwon do, tênis de quadra, atletismo e bicicross, sendo que esta primeira fase entregue contempla o Parque Aquático. Inédito na

região, munido de aparelhos importados, trampolim com duas alturas e plataformas de 3, 5, 7,5 e 10 metros de altura, o Parque será algo realmente significante para Campinas e para o Brasil. “O Centro Olímpico, que é uma vila olímpica por ter espaço para preparação e treinamento físico dos atletas, é o núcleo da região sudeste, faz uma menção histórica a uma cidade que sempre teve campeões olímpicos em quase todas as modalidades que estarão presentes no local. É uma homenagem ao passado e à história de Campinas em relação ao esporte brasileiro com repercussão internacional”, avalia o prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos. Segundo ele, o Centro Olímpico fará com que o sistema único de esporte, assim como o Sistema Único de Saúde, estabeleça uma pirâmide representada por vários trabalhos de base na cidade, nos quatro pontos cardeais do município. “Será uma ação secundária com ginásios e clubes municipais de cada região da cidade, e o vértice dessa pirâmide é a ação de excelência esportiva”, diz.


Foto do local


ESPORTE A intenção é que o esporte sirva ao lazer, mas também ao preparo de excelência para produzir atletas que possam disputar Olimpíadas e campeonatos regionais, num sistema de esporte que funcione similar à assistência social, educação e saúde. Na ocasião da entrega do Parque Aquático, personagens como o ex-jogador Careca e Maurício do vôlei, fundamentais na história do esporte da cidade e de reconhecimento global, estavam presentes para dar a aprovação ao mais novo empreendimento que fará parte da região. O Ministro dos Esportes, Orlando Silva, também compareceu, conforme entrevista nas páginas seguintes.

O clima do evento de entrega da primeira fase do Centro era festivo e carregado de expectativas. Para inaugurar a piscina do Parque Aquático, os atletas Milena Canto Sae e André Negri, campeã pan-americana e campeão estadual brasileiro e sul americano de saltos ornamentais, respectivamente, fizeram uma apresentação saltando dos trampolins e plataformas que foram utilizados pela primeira vez. O Centro, que deverá contar com apoio também de universidades e pesquisadores, irá tornar a cidade referência no esporte, indo além do reconhecimento econômico que já possui. Tudo isso, graças a uma parceria públicoprivada que deu certo.

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Entretenimento e Excelência em foco

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O ministro do Esporte, Orlando Silva Junior, discursa ao lado do Prefeito de Campinas, Helio de Oliveira Santos, e da secretária municipal de Esportes e Lazer, Vanda Regina de Almeida


“O empreendimento está tendo o privilégio de receber esse grande investimento do esporte que será o Centro Olímpico. O espaço físico dentro do Swiss Park é ótimo e espero que seja muito bem aproveitado; isso será benéfico para toda a cidade de Campinas”. Maurício Camargo de Lima, ex-jogador de vôlei da Seleção Brasileira.

O Swiss Park é um dos responsáveis pelo projeto que contribuirá para o esporte no País. No entanto, além de ceder espaço para toda essa estrutura, terá muito o que oferecer aos seus moradores, que serão diretamente beneficiados com a construção deste espaço. Além do incentivo à prática de exercícios, o Centro Esportivo deverá introduzir um modelo de qualidade de vida que influenciará crianças e a comunidade em geral. Aliado a isso, surge a visibilidade ao empreendimento e sua conseqüente valorização. Enfim, todos sairão ganhando. “O Swiss Park é um empreendimento imobiliário que traz várias vantagens para a cidade. Primeiro é a questão do pleno emprego. Aqui você tem empregos diretos e indiretos sustentáveis por pelo menos uma década. Em segundo lugar, promove um grande instrumento complementar ao que irá ocorrer com a expansão do aeroporto de Viracopos e com a implantação do trem rápido, unindo Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. É uma opção a mais para quem quiser morar ou ter atividades de serviço nessa macro-metrópole constituída pelas três cidades. São 38 milhões de habitantes e haverá, consequentemente, uma grande demanda que virá trabalhar nessas importantes obras, que se tratam dos dois maiores projetos do País nessa década. Coincidentemen-

te, o empreendimento está na região sul da cidade, muito próximo a tudo isso”, opina o prefeito Hélio, que acredita no desenvolvimento do esporte no País e no sucesso do empreendimento na região. O Centro Esportivo deverá ser inaugurado em 2009, quando toda a estrutura já estiver levantada e pronta para receber nossos atletas e os de fora, como uma forma de contribuição, parceria e aprimoramento constante.

“Já tinha visitado o Swiss Park no início das obras, quando só tinha máquina. Estou impressionado como é maravilhoso esse complexo, realmente vai ficar muito bonito, além de ser muito bem localizado. Coisa de primeiro mundo. Fico feliz pelas pessoas estarem investindo em algo tão bom”. Antônio de Oliveira Filho, o ex-jogador de futebol Careca.

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Swiss Park: investindo no futuro

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ENTREVISTA

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Investir para ganhar 40

Ministro do Esporte dá sua aprovação ao Centro de Excelência Desportiva, abrigado no Swiss Park, que desenvolverá os atletas e o esporte brasileiro

m incentivo fundamental ao esporte no País que irá refletir na qualidade de vida da comunidade em geral. É assim que Orlando Silva Júnior, ministro do Esporte, em poucas palavras, qualifica o Centro de Excelência Desportiva instalado no Swiss Park na data da inauguração do Parque Aquático, primeira fase da obra. Contente com o investimento, que traz boas perspectivas e a promessa de aprimorar o desenvolvimento de atletas, oferecendo estrutura para treinos e competições internacionais, o ministro falou à Revista Swiss Park de maneira otimista e com expectativa. Qualidade de vida, infraestrutura, saúde e educação estiveram entre as características citadas por Silva Júnior, quando questionado sobre a representatividade do Centro Desportivo para Campinas, para o Brasil e para os moradores do Swiss Park.


Primeiramente nos deixa entusiasmados, num momento em que o Brasil acaba de participar ativamente dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Ver que está florescendo um equipamento esportivo que será utilizado para preparar uma futura geração de atletas é motivo de muita felicidade e satisfação pela sociedade brasileira. Aqui, temos uma parceria público-privada, da prefeitura de Campinas, do governo federal e de empresários, como uma demonstração de qual deve ser o caminho para que possamos desenvolver o esporte no Brasil.

Campinas reúne as condições ideais: é uma cidade de fácil acesso pelas rodovias, pelo Aeroporto Internacional que possui e, futuramente, pelo trem rápido. É uma confluência de vários pontos do estado de São Paulo, o mais importante do País. Além de infra-estrutura de acesso, é pólo de conhecimento, já que conta com universidades importantes, inclusive na área da ciência do esporte, com profissionais qualificados. Aqui existe uma mídia desenvolvida e um povo que gosta muito de esporte, com atletas de potencial enorme. Todos estes foram fatores que nos motivaram, além da determinação da prefeitura de construir aqui esse Centro de Excelência, único na região Sudeste. Será uma grande realização para Campinas, mas melhor ainda para o Brasil.

O senhor acredita que este investimento está no caminho certo?

Quanto esse Centro irá contribuir para o aprimoramento de atletas brasileiros?

Ao checar e acompanhar a preparação desse equipamento esportivo, vendo o nível espetacular que possui - permitindo receber qualquer competição internacional - percebemos que esse investimento está sim no caminho certo e no tempo adequado. Surpreendeu-nos pela rapidez que vem sendo feito, até no que se refere à licitação. Creio que 2009 será um ano-chave para que comecemos a ter a utilização plena dessas instalações.

O projeto é que se tenham instalações para receber atletas de fora da cidade, mas até de fora do Brasil. O desafio, com o Centro pronto, é ter profissionais de alta performance, com boa qualificação, para que venham para cá com nível técnico, buscando aprimoramento desse nível.

Por que Campinas foi escolhida para abrigar uma das cinco instalações como essa no País?

E quando começará a funcionar? Ficará totalmente pronto em 2009. A partir daí, teremos um acordo entre prefeitura, governo federal, universidades, confederações esportivas, comitês olímpico e paraolímpico, para que possamos apoiar

o funcionamento desse Centro que será – seguramente - um dos principais centros de preparação de atletas do Brasil. Como o senhor analisa o fato de um empreendimento como o Swiss Park incentivar e investir na implantação de um Centro como este na cidade? Fantástico. Por acompanhar a evolução desse investimento na área esportiva eu acabo acompanhando a evolução do empreendimento. Chama a atenção a infra-estrutura oferecida neste complexo urbanístico, uma área ampla, mas com estrutura que projeta uma ótima qualidade de vida para os que irão viver aqui. Eu estou de olho, porque sou meio campineiro, minha mulher nasceu aqui e acho que é uma bela alternativa para quem quer viver com qualidade. O senhor acredita que o Centro Esportivo é um diferencial para os que optam por morar no Swiss Park? Será uma referência, porque vai estimular a atividade física. O importante de se ter eventos, atividades, espaços, é que isso motiva a atividade física para o conjunto da população. Não pensando apenas no resultado da competição, do alto rendimento, mas na qualidade de vida, na integração social que o esporte permite, na promoção de saúde e de educação. Creio que é uma boa referência para quem viver aqui e acabará estimulando todo mundo.

REVISTA SWISS PARK

O que a entrega dessa primeira fase do Centro de Excelência Desportiva significa para Campinas e para o Brasil como um todo?

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SAÚDE

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Vida saudável ao alcance de todos

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A mais democrática e querida das atividades físicas - a caminhada ganha cada vez mais espaço no cotidiano de quem busca qualidade de vida

orreria, cansaço, estresse e falta de tempo para praticar esportes são características comuns do dia-a-dia. O que muitos não sabem é que com apenas trinta minutos de caminhada, três vezes na semana, esse quadro pode ser revertido. A modalidade é considerada, hoje, um estilo de vida que traz benefícios tanto para o físico quanto para o emocional. Diminuição e controle do peso, redução da fadiga, controle do colesterol e de diabetes, aumento da capacidade cardiorrespiratória e densidade óssea são alguns dos benefícios proporcionados com a prática regular do exercício. Até problemas como a insônia e depressão melhoram com a caminhada, que relaxa e proporciona bem-estar emocional, despachando o mau humor para bem longe. Estudos realizados em centros de pesquisas do mundo todo comprovam que a caminhada além de ser a mais simples de todas as atividades físicas,

é uma forma surpreendentemente eficaz de emagrecer e tonificar o corpo. Vale ressaltar o aumento da auto-estima proporcionada pela atividade, que quando realizada em grupo, ajuda na integração. Para o professor especializado em Programas de Corrida e Caminhada da Fórmula Academia de Campinas, Acácio Alves Júnior, qualquer atividade física orientada é fundamental para a boa saúde do praticante. “É o método não medicamentoso mais indicado para a prevenção e controle de doenças, além de melhorar a disposição para a realização das atividades profissionais e sociais”, afirma. O especialista ressalta que nenhum exercício deve ser considerado completo e que o ideal é fazer um programa de atividades físicas variadas e que se complemente com uma caminhada, corrida, fortalecimento muscular, entre outras atividades. De qualquer forma, caminhar é uma atividade aeróbica que ainda tem a vantagem de ser a mais segura


de todas do ponto de vista cardiovascular e ortopédico, com baixa probabilidade da ocorrência de lesões. No entanto, o ritmo que a modalidade esportiva é realizada é fundamental. “O ritmo ideal para uma boa caminhada é detectado quando se realiza uma avaliação física específica. Mas de um modo geral, toda e qualquer atividade física deve ser realizada de maneira moderada e dentro das limitações de cada pessoa”, diz o professor especialista na modalidade. Fácil de ser executada, a caminhada é um exercício que exige muito pouco em termos de equipamentos, podendo ser feita em qualquer lugar, sem custo, além de permitir ao praticante controle da intensidade com o aumento da velocidade, percurso (subidas e descidas) ou da distância percorrida. “Os terrenos mais apropriados para a prática do exercício são parques, residenciais, pistas de atletismo, esteiras, enfim, lugares seguros e bem arejados”, orienta o professor.

Caminhar na rua não é a mesma coisa que caminhar em uma esteira. Na rua as pernas criam forças propulsoras para vencer fatores que se opõem ao movimento, como por exemplo, o atrito dos pés com o solo, tipo de terreno, resistência do vento e a própria mecânica da passada. No caso da esteira, o amortecimento, a diminuição do atrito e a falta da mudança de níveis de solo não conseguem simular por completo as condições e o treinamento de uma caminhada na rua.

Apesar de simples, a atividade requer cuidados, como alerta o professor: “para praticar uma caminhada segura e agradável, devem ser usadas roupas leves, que não retenham muito suor e, quanto ao tênis, este deve possuir sistema de amortecimento e ser adequado para o tipo de pisada de cada indivíduo”. Alongamento é a palavra-chave para tornar a caminhada mais segura e eficiente, por reduzir o risco de lesões. Deve ser feito por pelo menos dez minutos, antes e após a caminhada.

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Exercitando com segurança

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Maurício Barros e Francine Hassun Barros são casados há quatro anos. Eles serão futuros moradores do Lenk e esperam com ansiedade a entrega do empreendimento. A caminhada pelo Swiss Park no fim de semana foi encarada com entusiasmo pelo casal.


SAÚDE

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Fazer exercício e ainda aproveitar à natureza

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As estações mais quentes do ano sempre são convidativas para a prática de esportes. Durante a primavera, época em que a paisagem fica ainda mais bonita e o clima agradável, caminhar pode ser mais prazeroso. Espaços ao ar livre com árvores, muita vegetação, longe da poluição e do barulho dos grandes centros são os ambientes ideais

para manter a saúde e o bemestar do corpo e da mente. O clima agradável do Swiss Park Campinas, que foi planejado em uma gigantesca área verde em volta de 17 lagos, favorece e estimula as pessoas à prática de esportes. As belas paisagens, sons e luzes naturais do local proporcionam uma sensação de calma e relaxamento.

Alessandro e Dominique Zieri aceitaram o convite para caminhar pelo Swiss Park e trouxeram a mascote Luna, que parece ter curtido o exercício. O casal vai morar no Lauerz.


Confira na tabela ao lado, um programa básico, preparado pelo professor Acácio Alves Júnior especializado em Programas de Corrida e Caminhada da Fórmula Academia de Campinas, para ser executado ao ar livre. * O professor alerta que as pessoas que não possuem frequencímetro (aparelho para aferição da Freqüência Cardíaca) devem controlar a intensidade do seu treinamento baseado em sua percepção subjetiva de esforço, se atentando na respiração, desconforto muscular, cansaço, entre outros.

Dias na semana

Tipo de terreno

Intensidade*

Duração

3 x (em dias alternados)

Plano

Leve

20 a 30 min

Dias na semana

Tipo de terreno

Intensidade*

Duração

3 a 4 x (em dias alternados)

Alternar plano e subidas/ descidas moderadas

Moderada

30 a 45 min

Dias na semana

Tipo de terreno

Intensidade*

Duração

4a5x

4 a 5 x Alternar plano e subidas/descidas moderadas e fortes

Forte

30 min a 1h

Intermediários

Avançados

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Plano perfeito

Iniciantes

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Também futuros moradores do Lauerz, Amaury e Geórgia Frattini vieram comprovar a caminhada pelo Swiss Park em companhia da filha Luiza, de seis meses, que fez o percurso no carrinho.


ANDAMENTO DAS OBRAS

Zürich Serviços

Baden

Executados %

Serviços

Executados %

Topografia

100

Topografia

100

Terraplenagem

100

Terraplenagem

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Galeria de Água Pluviais

100

Galeria de Água Pluviais

100

Guias e Sarjetas

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Guias e Sarjetas

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Pavimentação

100

Pavimentação

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Rede de Esgoto

100

Rede de Esgoto

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Rede de água Potável

100

Rede de água Potável

100

Reservatório de água Potável

100

Reservatório de água Potável

100

Energia Elétrica

100

Energia Elétrica

100

Portaria

100

Portaria

100

Salão de Convivência

100

Salão de Convivência

100

Esportes

100

Esportes

100

Proteção Perimetral - Muro

100

Proteção Perimetral - Muro

100

Vevey Serviços

Lenk

Executados %

Serviços

Executados %

Topografia

100

Topografia

100

Terraplenagem

100

Terraplenagem

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Galeria de Água Pluviais

100

Galeria de Água Pluviais

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Guias e Sarjetas

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Guias e Sarjetas

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Pavimentação

100

Pavimentação

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Rede de Esgoto

100

Rede de Esgoto

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Rede de água Potável

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Rede de água Potável

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Reservatório de água Potável

100

Reservatório de água Potável

100

Energia Elétrica

80

Energia Elétrica

60

Portaria

85

Portaria

60

Salão de Convivência

90

Salão de Convivência

70

Esportes

20

Esportes

10

Proteção Perimetral - Muro

90

Proteção Perimetral - Muro

75


Serviços

Lauerz

Executados %

Serviços

Fribourg

Executados %

Serviços

Executados %

Topografia

100

Topografia

100

Topografia

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Terraplenagem

100

Terraplenagem

100

Terraplenagem

100

Galeria de Água Pluviais

100

Galeria de Água Pluviais

100

Galeria de Água Pluviais

100

Guias e Sarjetas

100

Guias e Sarjetas

100

Guias e Sarjetas

100

Pavimentação

100

Pavimentação

100

Pavimentação

100

Rede de Esgoto

100

Rede de Esgoto

100

Rede de Esgoto

100

Rede de água Potável

100

Rede de água Potável

100

Rede de água Potável

Reservatório de água Potável

100

Reservatório de água Potável

100

Reservatório de água Potável

Energia Elétrica

100

Energia Elétrica

100

Energia Elétrica

60

Portaria

100

Portaria

100

Portaria

80

Salão de Convivência

100

Salão de Convivência

100

Salão de Convivência

85

Esportes

20

Proteção Perimetral - Muro

80

Esportes

90

Proteção Perimetral - Muro

100

Biel Serviços

Esportes

80

Proteção Perimetral - Muro

100

St. Moritz

Executados %

Serviços

95 100

Zermatt

Executados %

Serviços

Executados %

Topografia

100

Topografia

100

Topografia

100

Terraplenagem

100

Terraplenagem

100

Terraplenagem

100

Galeria de Água Pluviais

100

Galeria de Água Pluviais

80

Galeria de Água Pluviais

80

Guias e Sarjetas

100

Guias e Sarjetas

95

Guias e Sarjetas

70

Pavimentação

100

Pavimentação

90

Pavimentação

70

Rede de Esgoto

85

Rede de Esgoto

70

Rede de Esgoto

0

70

Rede de água Potável

0

Rede de água Potável

100

Rede de água Potável

Reservatório de água Potável

100

Reservatório de água Potável

100

Reservatório de água Potável

100

Energia Elétrica

60

Energia Elétrica

30

Energia Elétrica

Portaria

70

Portaria

20

Portaria

50

Salão de Convivência

70

Salão de Convivência

20

Salão de Convivência

50

Esportes

15

Esportes

Proteção Perimetral - Muro

70

Proteção Perimetral - Muro

0 90

0

Esportes

0

Proteção Perimetral - Muro

0

REVISTA SWISS PARK

Luzern

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GASTRONOMIA

Mania Oriental

REVISTA SWISS PARK

Delícias da culinária japonesa viram febre entre brasileiros. Boa opção para quem prefere sabores leves e saudáveis

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ntigamente conhecida e apreciada pelos chefs mais requintados e pelos que gostavam de comidas exóticas, a comida japonesa começou a se popularizar por aqui no fim dos anos 90, quando então virou uma febre. Do moderno ao tradicional, do requintado ao popular, a verdade é que a especialidade oriental caiu no gosto do brasileiro e vem tomando o espaço das comidas pesadas e gordurosas. A comunidade japonesa comemora os 100 anos de imigração no Brasil com a consolidação de sua culinária no País, que apesar de um pouco modificada para se adequar ao paladar nacional, contribui para disseminar essa cultura. “As pessoas têm se preocupado muito mais com a saúde e encontraram na comida japonesa uma ótima alternativa que reúne sabor em uma alimentação leve. Quando se pensa em refeição saudável não é só salada que vem à mente, o peixe se tornou uma opção bastante procurada”, afirma o chef Wilson Kinoshita, com a experiência herdada da família na área. Ele comanda a cozinha

do restaurante Kaizen, que acaba de chegar a Campinas com o objetivo de introduzir um novo conceito dessa culinária na região. O conceito Kappo, que alia a base do tempero japonês com produtos regionais de outras culturas, introduz pratos modernos e refinados, porém de formação tradicional japonesa, sem perder sua essência. Além do tradicional peixe cru, o menu conta com especialidades de carnes e frango, tipos de queijos, carpaccio, além do lombo de porco à milanesa que, muito comum no Japão, é servido com molhos diferenciados. Tudo cercado de refinamento e ousadia. “Queremos ensinar que cozinha oriental é muito mais que sushi e yakissoba”, destaca. Além da cozinha, o Kaizen pretende inovar também no atendimento e no que se refere às bebidas, contando inclusive com um sommelier que indicará as melhores combinações de vinhos e pratos. O Matsu Restaurante é outro que decidiu inovar para alcançar um espaço diferenciado entre tantos restaurantes dessa categoria na região. A idéia foi criar uma sala especial para atender à cliente-

la que deseja saborear comidas exóticas e completamente diferentes do cardápio do dia-a-dia. Ao optar pela sala, o cliente paga cerca de R$180 (sem bebida inclusa) e tem ao seu dispor pratos como vieiras, enguia, água viva, barbatanas de tubarão, entre outras especialidades nada habituais. “É fundamental que o cliente saiba que na sala não comerá o tradicional temaki ou um hot roll, aqui serão sabores diferentes, cujo objetivo é disseminar um pouco desse lado da culinária japonesa, sem exageros”, explica Shizuo Kanematsu, proprietário do Matsu, que faz questão de ressaltar sua ida constante a São Paulo em busca de peixes frescos e escolhidos pelos olhos do proprietário do restaurante. Salas especiais, cardápio inovador e atendimento criativo. O que todos buscam é absorver parte deste público fanático pelo peixe cru e pela comida saudável, que está cada vez mais presente na mesa do brasileiro. Pegue seu rachi e bom apetite, pois variedade é o que não falta nessa cozinha tão peculiar que virou mania nacional.


Sugestões de bom gosto Saigon Holls, um dos mais pedidos do Kindai. “A massa de arroz que usamos para preparar o prato é típica do Vietnã e por sua transparência e textura, os rolinhos ficam ainda mais irresistiveis!”, chef Gisa Pedrussian.

Combinado: o “carro-chefe” do Daitan. O prato oferece os tradicionais sashimis (salmão, peixe branco, atum e polvo), niguiris (kani kama, salmão e peixe branco), hosomaki e uramaki. Os favoritos da clientela da casa! Daitan Rua Maria Monteiro, 321 Cambuí - Campinas-SP Tel. (19) 3251.3600

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Kindai Av. José de Souza Campos (Norte-Sul), 425 - Vitória Hotel Campinas-SP Tel. (19) 3755.8027

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GASTRONOMIA Prato com algumas das especialidades exóticas servidas na sala especial do Matsu, composto por: amaebi (camarão japonês), akagai (marisco), vieira, Horokigai, nishi (peixe com ova de peixe voador), hidako (mini polvo), filhote de enguia, barbatana de tubarão, salada de alga marinha, enguia, ova de bacalhau e pasta de água viva com ouriço do mar.

REVISTA SWISS PARK

Matsu Rua Padre Almeida, 639 Cambuí - Campinas-SP Tel. (19) 3295.9192

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Uma das especialidades do Kaizen, prato traz sashimis de salmão, atum e peixe branco e lula. Está no prato degustação que oferecem no local. “Nosso shoyu é feito na Casa, com muito menos sal e mais suave do que o industrializado”, chef Wilson Kinoshita. Kaizen Av. Iguatemi, 556 Vila Brandina - Campinas-SP Tel. (19) 3253.2955


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