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ANO III - Nº 4 - MAIO | JUNHO 2008

Lagos reservam encontros com a natureza

Zermatt é novo lançamento

Entrega do Zürich Transposição da Rodovia Anhangüera

SÃO BER NAR DO DO CA MPO - SÃO CARLOS - CA MPINAS IMPRESSO FECHADO - Pode ser aberto pela ECT.


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LAGOS De bem com a natureza

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ZERMATT Zermatt é décimo lançamento residencial

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TURISMO O charme e a tranqüilidade de Zermatt - Suíça

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CORPORATIVO Swiss Park Office será o próximo lançamento

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PLANEJAMENTO Construção não é “caixa de surpresas”

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NOVO VIADUTO Transposição da Anhangüera pronta em seis meses

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ESPORTE Quase pronto para receber atletas

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AÇÃO SOCIAL Exemplos de dedicação

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ARQUITETURA A favor da natureza

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SÃO CARLOS Lazer, esporte e convívio

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ENTREGA Residencial Zürich é entregue com infra-estrutura completa

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ANDAMENTO DAS OBRAS Cronograma de obras do Swiss Park Campinas

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GASTRONOMIA Fondues: exóticas combinações de inverno

Expediente

Impressão:

Revista Swiss Park é uma publicação da AVG Campinas Empreendimentos Ltda. Projeto Gráfico e Editorial: Newslink Comunicação. Jornalista Responsável: Raquel Mattos - Mtb 26.865 Textos: Élcio Ramos, Janaína Nascimento, Marisa de Oliveira, Carolina Pimentel e Manuela Mesquita. Fotos: Adriano Rosa e Celso de Menezes.

Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução sem autorização prévia da editora. Leia a revista Swiss Park no www.revistaswisspark.com.br Fale com a gente: editorial@revistaswisspark.com.br

Anúncios: comercial@revistaswisspark.com.br


EDITORIAL

O maior complexo urbanístico de Campinas apresenta, através de sua publicação, todo trabalho executado dentro e fora do Swiss Park, como o ritmo acelerado das obras da transposição da Anhangüera. A conquista facilitará o acesso e, sem dúvida, valorizará os loteamentos que, no caso do Zürich, teve toda a infra-estrutura entregue aos moradores no mês de abril. A revista Swiss Park traz, também, uma reportagem especial sobre os lagos, responsáveis pelo belo visual presente em todo o complexo urbanístico. Destaque para um sistema extravasor que absorve o volume de água e não permite que haja cheias e alagamentos, inovação que deixa o Swiss Park na vanguarda deste tipo de tecnologia ambiental. Outros dois assuntos atentam o leitor para novas oportunidades de negócios: o início da comercialização do loteamento Zermatt e do Swiss Park Office, um projeto empresarial que pretende levar a

qualidade de vida dos residenciais também para o ambiente de trabalho. O leitor terá ainda, dicas de planejamento e construção. E vai encontrar saídas para desenvolver um projeto arquitetônico utilizando os elementos da natureza que sobram no Swiss Park. Aproveite também a sugestão gastronômica de diferentes receitas de fondues. E desfrute da reportagem turística sobre a cidade suíça de Zermatt. A entrega do centro de convivência, das quadras de tênis e do campo de futebol society do Swiss Park de São Carlos também está em pauta. Não poderia faltar um agradecimento a personagens que transformam, através de suas ações sociais, Campinas numa cidade mais acolhedora e tolerante. E uma última e importante informação: em agosto, o Parque Aquático - parte integrante do Centro de Excelência Desportiva que está sendo construído dentro do Swiss Park - estará pronto para começar a receber os atletas. Basta esperar um pouco para conferir. Boa leitura!

REVISTA SWISS PARK

Entregas e conquistas

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LAGOS

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De bem com a natureza

Dezessete lagos compõe o Complexo Urbanístico Swiss Park. O belo visual salta aos olhos, mas o papel a ser cumprido por essas maravilhas da natureza vai mais além


o primeiro momento, a função paisagística de um lago é sempre sua característica principal. Na maquete do Swiss Park, observar os recortes e fendas que formam os dezessete lagos que estão espalhados pelo complexo urbanístico é empolgante. Passear pelas obras de recuperação e desassoreamento desses lagos vale cada minuto. O cenário vai se transformando e mantendo uma particularidade em comum: a beleza que está sendo resgatada. Dar um nome a esse bucolismo que vem renascendo é um desafio ao mais observador dos visitantes. Fácil é ser invadido por uma sensação de que o local está de bem com a natureza. E é então, que as informações técnicas dos pesquisadores e cientistas envolvidos com esse trabalho nos apontam que mais do que a beleza, os lagos têm várias outras funções importantes para o loteamento. Todos os lagos são naturais e já existiam na época da Fazen-

da onde, hoje, está localizado o empreendimento. No entanto, o tempo e a degradação fez com que muitos deles estivessem quase completamente escondidos. “As obras de desassoreamento começaram no ano passado; as máquinas trabalham para retirar a terra e delinear o que foi ocultado pelo tempo e degradação”, diz Tomaz Vitelli, da AGV Campinas Empreendimentos, responsável pelo Swiss Park. Ele explica que os lagos são abastecidos por dois córregos, Sete Quedas e São Vicente. Projeto inédito desenvolvido pela empresa Arbórea Ambiental, de Campinas, com consultoria técnica do engenheiro e professor Ismar Ferrari, dará aos lagos sua função mais importante: o de controlar as cheias por inundação de várzeas. Trata-se de uma forma de regular a vazão de água a montante do curso do rio. Traduzindo, os lagos terão a função de “piscinão” e isso controlará a possibilidade de enchentes tanto no loteamento quanto nos bairros a próximos.

O sistema extravasor elaborado pelo projeto absorve o volume de água e não permite que haja cheias e alagamentos. Ambos os córregos que passam pelo Swiss Park deságuam no rio Capivari. O sistema, portanto, vai liberando aos poucos o fluxo normal de água para o curso do rio. Dez dos dezessete lagos estão inseridos no Parque Botânico, que está sendo construído dentro do Swiss Park. O Parque, que terá a administração própria, já tem um trabalho adiantado com relação à recuperação dos lagos. Em um deles, lâminas de água em forma de cascata - também com função de extravasar a água - já começa a oferecer um bonito espetáculo em dias de chuva. O Parque terá aproximadamente quinhentos mil metros quadrados, com toda a área protegida por um gradil e portaria de acesso. As caminhadas pelas trilhas do parque serão opção certa para afastar o estresse da vida diária e ter mais qualidade de vida.

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Perspectiva da portaria de acesso ao Parque Botânico

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LAGOS

A importância da mata ciliar

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Toda formação vegetal localizada às margens dos rios, lagos, represas e nascentes é chamada de mata ciliar, que protege as margens da erosão e do desbarrancamento. A engenheira agrônoma Dionete Santin, mestre em botânica e doutora em biologia vegetal, consultora do Swiss Park Campinas há nove meses, conta que cada peda-

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cinho de mata ciliar do loteamento é percorrido e catalogado antes de serem feitos os plantios das mudas. “Os plantios foram iniciados há pelo menos um ano e meio atrás, ao redor da nascente do condomínio Luzern; em seguida, foi decidido desenvolver um projeto de recomposição da vegetação ciliar para o empreendimento todo, mas que considerasse as diferentes situações das Áreas de Preservação Permanente (APP) e, assim, atendesse às necessidades de cada trecho”, conta a agrônoma. Como exemplo, ela cita os condomínios Luzern e Lenk, onde o entorno da nascente é completamente desprovido de cobertura vegetal. “Já nas margens do córrego formado por essas drenagens havia cobertura vegetal representada por grande quantidade de eucalipto, leucena e arranha-gato, todas exóticas”, aponta. O problema é que as duas últimas são invasoras muito prejudiciais ao desenvolvimento das mudas nativas que estão sendo plantadas. “Então, neste trecho, optei pelo corte de todas e iniciamos o plantio das nativas a partir do terreno limpo. Num trecho mais abaixo,

havia também uma quantidade de leucenas e arranha-gato cujas raízes estavam segurando o barranco; neste espaço elas permaneceram e ali ficarão até que outra espécie nativa plantada próxima consiga crescer e assumir seu papel de proteger as margens do desbarrancamento”, conta Dionete. Outro caso de necessidade de se manter uma espécie acontece na nascente do Baden, onde existe um bosque adulto de uma espécie exótica ornamental, a tipuana, juntamente com outras nativas como pimenta de macaco, pariparoba, hibanto, pingo-de-sangue, que, como conta Dionete, só conseguiram se estabelecer graças às condições de sombreamento propiciadas pelas tipuanas. “Nesta situação, as tipuanas estão sendo mantidas e só será feito um plantio de enriquecimento no subbosque”, informa. Em todos os outros trechos de mata ciliar existe predominância de alguma espécie nativa, isso possibilita diversificar os plantios e inserir mais frutíferas silvestres, que não são as frutas comerciais que servem ao consumo humano são aquelas que alimentam especificamente os animais.


Foto do local


LAGOS

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Mata ciliar: serviço ambiental Foram plantadas até o momento 102 espécies diferentes para recompor a mata ciliar nos lagos do Swiss Park. E a agrônoma Dionete Santin diz que esse número será aumentado. “Mudas de uma mesma espécie são obtidas de diferentes viveiros para que consigamos ter um mínimo de diversidade genética e assim, além de usar espécies de todas as categorias sucessionais, também posso dar ênfase ao potencial ornamental destas plantas, que é tão pouco explorado nos projetos de recomposição de mata ciliar”, garante. Dessa forma a mata prestará um serviço ambiental, protegendo os solos da erosão, auxiliando na infiltração das águas, fornecendo alimento, abrigo, servirá como pontos de pouso para a fauna permanente e temporária que transita pelo complexo.

As garças, que emprestam seu charme à paisagem do Swiss Park são os exemplos mais notáveis. Além delas, é esperado um aumento na quantidade e na diversidade de pássaros e outros animais dentro de pouco tempo, quando a mata ciliar que integra o loteamento e o Parque estiver estabelecida. Dionete informa aos proprietários de lotes que desejam plantar árvores nas APPs do Swiss Park, que procurem a secretaria do empreendimento e peçam uma muda. A orientação deve-se ao fato de que todas as espécies que estiverem nessas APPs devem ser nativas da região, seguindo o projeto desenvolvido para cada trecho de acordo com conceitos técnicos e científicos, com a legislação vigente e com a aprovação junto aos órgãos ambientais.

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Foto do local


Foto do local


ZERMATT

pós o sucesso de vendas do residencial Biel, o complexo urbanístico Swiss Park lançou no final de abril o Zermatt, novo loteamento com 231 lotes residenciais e 21 comerciais. As áreas disponíveis variam de 360 a 720 metros quadrados e contam com portaria com sistema de segurança, centro de convivência, espaço gourmet,

salão de jogos, espaço fitness, quadra de tênis e poliesportiva, quadra de futebol society, churrasqueira e playground. A previsão de vendas, segundo Ricardo Anversa, da AGV Campinas Empreendimentos é de apenas 60 dias. “A procura pelos lotes tem sido muito grande e os portadores do Cartão PLENO podem utilizar benefícios e condições especiais para o parcelamento de novas compras de lotes”, explica. O Zermatt será entregue em 24 meses e toda a infra-estrutura básica como topografia

e terraplanagem teve início na última semana de maio. Na seqüência serão realizadas as obras de galeria de águas pluviais, guias e sarjetas, pavimentação e rede de água potável. Um dos diferenciais da AGV para a comercialização do Zermatt, além da facilidade do recebimento da escritura que é lavrada no ato da aquisição pelo cartório no local, é o parcelamento dos lotes que tem entrada dividida em quatro parcelas e o restante em até 96 meses diretamente com a incorporadora.

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Zermatt é décimo lançamento residencial

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TURISMO

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O charme e a tranqüilidade de

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magine uma pequena vila cercada por espetaculares montanhas cobertas de neve, com o charme de um típico vilarejo suíço, onde carros não são permitidos e o transporte é feito por charretes e carros elétricos. Agora imagine o ar puro desse local em que pessoas circulam assistindo a paisagem de uma das montanhas mais famosas do mundo e podem desfrutar de atividades de lazer o ano todo. A descrição até parece ser de alguma região no início do século passado, rústica e afastada da civilização. Mas não é. O local de encanto e tranqüilidade, além de contar com o desenvolvimento europeu, ainda possui todo o estilo e elegância de estar localizado na Suíça. Seu nome? Zermatt, vilarejo do Mont Cervin, que fica a cerca de 10 quilômetros da fronteira da Itália e de língua predominante alemã. Fortemente atraída por turistas que seguem em busca de pistas de esqui, muitas delas abertas o ano todo, o grande destaque de Zermatt é a montanha Matterhorn, talvez a mais conhecida dos Alpes, com 4.478 metros de altitude.

Só a viagem até a pequena vila suíça já é um roteiro inesquecível. Lá não circulam carros, as pistas de esqui estão abertas todos os dias do ano e a visão da montanha Matterhorn é única

Mais do que esportes de inverno

Mapa do paraíso

Mas além de agradar aos que gostam de esportes de inverno, a vila, com restaurantes típicos, cafés e lojas, oferece estrutura aconchegante aos que pretendem apenas tirar férias num local de temperaturas frias. Os clubes noturnos e bares atraem multidões de todas as idades e nacionalidades. Bom lembrar que como toda a Suíça, a vila possui preços acima da média européia e especificamente Zermatt está entre as mais caras da região. E, mesmo não tendo convertido sua moeda ao Euro – o Franco Suíço é a moeda do país – muitos preços são indicados na moeda da Europa para que os visitantes possam fazer compras. E esse fluxo de turistas faz a população permanente de 5.500 pessoas variar bastante. O que não muda é a obrigatoriedade – por lei – que os proprietários da área chamada Winkelmatten, recheada de luxuosas residências, sejam de nacionalidade suíça.

Para chegar a este paraíso é simples. É possível ir diretamente de Genebra, Brig ou mesmo de Zurique de trem. Já de carro (que deverá ser estacionado na entrada da cidade) a paisagem é garantida, portanto, é uma viagem que merece ser feita a luz do dia. Chegando a Zermatt, podem ser utilizados os transportes elétricos, mas a maioria prefere caminhar. Após ter chegado à vila, a dica é pegar um trem que sobe até Gornergrat, uma montanha menos conhecida que Matterhorn, mas de onde é possível ter a vista mais fabulosa da própria Matterhorn e das grandes geleiras que ocupam esta parte dos Alpes. Esse passeio passa por várias estações: Findelbach, Riffelalp, Riffelberg, Rotenboden e, finalmente, Gonergrat. Conhecer Zermatt é garantia de um destino completo e inesquecível.


CORPORATIVO

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Swiss Park Office será o próximo lançamento

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O Office será instalado em uma área de 141 mil metros quadrados, com 30 mil metros destinados à área verde e um grande lago completando a paisagem. A proposta vai aliar trabalho e qualidade de vida

oucas pessoas têm o privilégio de ter tranqüilidade no ambiente em que desenvolvem suas atividades profissionais. Com o objetivo de aliar dois conceitos aparentemente antagônicos – trabalho e qualidade de vida - a AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do Complexo Urbanístico Swiss Park, lançará em breve, o Swiss Park Office, um planejado condomínio de escritórios cercado de 30 mil metros quadrados de área verde e um grande lago como parte da paisagem. Estará ainda, ao lado do Parque Botânico do Swiss Park - com sua mata nativa, trilhas e outros dez lagos – boa opção para relaxar ao final do expediente ou mesmo para pausa no horário do almoço. “Além

da área verde, a localização do Swiss Park Office, às margens da Rodovia Anhangüera, é um diferencial enorme”, diz Roberto Maggi, diretor da AGV. Isso porque são necessários rápidos 10 minutos para se chegar ao centro de Campinas, sete para estar no Aeroporto de Viracopos e 45 para São Paulo. A facilidade de acesso à Rodovia dos Bandeirantes ou à Rodovia D. Pedro I são outros pontos positivos. A transposição da Anhangüera, que está sendo realizada pela AGV, com prazo para finalização em dezembro, e a modificação que a obra resultará no acesso a qualquer região de Campinas é outro dado importante para quem optar por instalar sua empresa no Swiss Park Office.


As 973 salas do Swiss Park Office estarão distribuídas em doze prédios de três pavimentos, com nomes de cidades suíças como Zug, Flims, Santis e Locarno. As salas estarão disponíveis em diferentes metragens, começando com 40 metros quadrados. “Como a intenção é atender empresas de pequeno, médio e grande porte, vamos oferecer a possibilidade de junções das salas, que poderão chegar a 2.200 metros quadrados de laje”, completa Ricardo Anversa, da AGV. Cada prédio contará com exclusivo espaço para convenções para 50 pessoas. As recepções serão independentes e haverá diversos elevadores, fatores importantes para a agilidade dos visitan-

tes, clientes e funcionários das empresas. Os estacionamentos serão subterrâneos e os prédios terão até três andares de subsolo. No total, serão 2.673 vagas. Os estacionamentos contarão com serviços de manobristas. A segurança será priorizada e o destaque é a alta tecnologia empregada nos equipamentos. Monitoramento eletrônico, vigilância móvel 24 horas e portarias com acesso controlado são itens que compõe o completo sistema de segurança do Office. O mix dos serviços de conveniência será composto por 29 lojas, com infra-estrutura para estabelecimentos comerciais como restaurantes, cafés, papelarias, redes de fast food e outros.

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Tranqüilidade para trabalhar

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CORPORATIVO

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Terreno fértil para qualquer negócio

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A área total de terreno do Swiss Park Office é de 141.556,20 metros quadrados, com 30 mil destinados à área verde, compondo o ambiente de beleza natural. O projeto de arquitetura é assinado por Roberto Leme e o paisagismo por Alexandre Furcolin. Ricardo Anversa, da AGV, informa que o lançamento será em primeira mão para os clientes com Cartão PLENO. A AGV vai avisar esses clientes antecipadamente à data de lançamento. Após essa fase, as vendas serão abertas para outros interessados. A entrega do Swiss Park Office está prevista para 2011.


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PLANEJAMENTO

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Construção não é “caixa de surpresas”

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Para construir a casa dos sonhos há uma linha tênue que separa uma obra controlada de uma cheia de imprevistos

entre as maiores preocupações de quem embarca na empreitada da construção, certamente a número um é o estranho cruzamento do prazo e o custo do material de construção e da mão-de-obra, que na maioria das vezes não fecham. Indagações como “com tantas inovações, como vou conseguir construir uma casa que seja moderna por bastante tempo?” ou “como essa obra ao lado da minha já chegou ao final, enquanto

eu, até agora, nem consegui sair da fundação?” ou, ainda, “qual é o estilo da casa que, realmente, combina com minha família?”, são bem comuns. Existe uma série de fatores que devem ser levados em consideração e que terão influência no desempenho final do empreendimento. Para estimativas de custo, a sugestão aconselhada pelos especialistas é que sejam tomados como referência alguns veículos sérios de imprensa que poderão fornecer parâmetros de valores confiáveis. Porém, é importante lembrar que alguns destes veículos excluem de seus preços custos de fundações, terraplenagem, entorno e infra-estrutura, bem como de gerenciamento da obra, que devem ser feitos por empresa habilitada.


Atualmente, a valorização da praticidade está em todos os projetos. Itens supérfluos não mais fazem parte do ideário da maioria das pessoas. Lembrando que muita coisa que era considerada luxo antigamente, passou a ser essencial para a sociedade de hoje. A revolução tecnológica que vivenciamos vem transformando profundamente nossos costumes e, assim, nossos padrões de consumo também estão mudados. Dessa forma, usufruímos de tudo o que a tecnologia pode nos oferecer e, portanto, as casas modernas têm a tendência da racionalização. Afinal de contas, ninguém mais imagina como seria a vida sem o uso da tecnologia. E quando temos a certeza de que não há mais nada a ser inventado, um novo conceito surge apontando a maravilha da novidade. Não podemos ser pretensiosos ao ponto de imaginar que esse carrossel de inovações não afetará os hábitos de vida, modificando constantemente os conceitos de moradia. Casas automatizadas, inteligentes, multifuncionais estão em uso

já nos nossos dias. Coisas que só víamos no cinema estão a nossa disposição em qualquer loja da cidade. E se há algo que no mês passado era a última novidade do mercado, em pouco tempo o artefato se torna obsoleto. As obras de hoje são rápidas, funcionais, limpas, de baixa manutenção e com preços acessíveis. Tudo sem perder a qualidade, outro item essencial para o consumidor moderno. Há que se frisar também, a necessidade de que essas novas edificações sejam conservadoras de energia, detalhe mais do que inserido na pauta da preservação do meio ambiente. A construção moderna não tem nada de fria e impessoal. Ela deve unir design, conforto, funcionalidade e ter muita versatilidade. E talvez aí esteja o conceito-chave para que a obra continue moderna: flexibilidade para abrigar novas tecnologias mesmo em meio a essa avalanche de evoluções. Só dessa forma, o empreendimento não perderá seu valor agregado e não será desvalorizado.

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Obra versátil e sempre moderna

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PLANEJAMENTO

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Qualquer obra é mesmo cheia de surpresas?

Realismo deve ser a principal característica dos que querem iniciar uma construção. Números duvidosos, que só poderão ser analisados no andamento da obra, podem colocar tudo a perder. Nada mais desanimador do que parar uma obra pela metade: tempo perdido, dinheiro jogado no lixo, falta de perspectivas e, às vezes, dívidas a serem sanadas. Tudo se resume em uma só deficiência: planejamento. Construir exige capital, plano traçado, conhecimento técnico e tempo. Apostar que a obra começa quando chega o pedreiro é um engano enorme. Quando esse profissional começa a trabalhar, muita coisa já foi feita pelos engenheiros, orçamentistas ou arquitetos. E o que se gasta com estes profissionais

retorna ao investidor ao longo da obra, com juros e correção monetária. De qualquer forma, alguns desavisados pensam em construir e após uma rápida pesquisa com amigos ou pedreiros, “fecham”, por exemplo, o valor de R$ 500 o metros quadrado. Com base nisso, fazem seus cálculos: “o metro quadrado está em R$ 500, minha casa vai ter 200 metros, logo vou gastar R$ 100 mil”. Esquecem-se, porém, que nesse valor não estão incluídos a área externa, paisagismo, iluminação, as cobranças extras dos profissionais. Portanto, para saber o valor exato do metro quadrado, só mesmo fazendo o orçamento específico para aquela obra. Acreditar nesses números “chutados” é, no mínimo, ingenuidade.


Se essa dúvida persiste, o futuro proprietário deve fazer a seguinte análise: se quer um imóvel com número de ambientes, posicionamento dos quartos e comodidades definidas, ou tem um grau de exigência como um home office, por exemplo, ou ainda vê oportunidade de investimento, o melhor é construir, que pode representar um custo mais baixo do que adquirir um imóvel pronto no mesmo padrão. Por outro lado, construir exige mais paciência

e uma espera para desfrutar da nova residência. Se o comprador não se importa com as limitações de um projeto já elaborado, em que ele não poderá dar nenhum direcionamento e que não atenderá todas as suas necessidades, ou simplesmente quer aplicar o dinheiro em uma opção também segura, a alternativa é comprar um imóvel pronto. Essa decisão tem que vir ao encontro do estilo do proprietário e das expectativas da família.

Como saber o tipo ideal de casa

Embora seja em parte muito pessoal, é possível procurar a resposta com a ajuda de arquitetos, que pela experiência e anos de profissão podem traduzir exatamente as necessidades de um casal, de uma família com poucos integrantes ou até mesmo numerosa. Alguns fatores podem mostrar um pouco como é o estilo de vida daquele grupo ou que se deseja ser dali pra frente. Por exemplo: gosta de cachorros? Então existe a necessidade de planejar espaços de convivência comuns a toda família e, conseqüentemente, isolar ambientes com a construção de canil, espaços gramados e pisos de fácil limpeza. Obviamente, a casa não deve virar refém dos animais e ter vários espaços em separado. Se cozinhar e convidar amigos para jantares

são passatempos preferidos, não se esqueça de pensar numa integração da cozinha com o restante da casa. O formato americano de cozinha está em alta e até mesmo os utensílios de culinária são utilizados como itens de decoração. Nesse caso, há também a prioridade de que a cozinha seja grande. Se quer uma piscina e tem crianças, lembrese de contabilizar os quesitos de segurança que isso exige. Além disso, o local em que a piscina será instalada deve ser muito bem estudado, de acordo com a posição do sol, lembrandose das sombras projetadas pela casa. Enfim, todos os pedaços de sonhos seus e de sua família devem ser traduzidos no projeto arquitetônico para que a harmonia e a qualidade de vida façam parte do seu cotidiano.

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Comprar pronto ou construir

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NOVO VIADUTO

Transposição da Anhangüera pronta em seis meses


uem transita pela Rodovia Anhangüera considerada o “maior corredor financeiro” do País – vem presenciando o nascimento de uma nova entrada para Campinas, na altura do Km 89,5. A obra de transposição, construção de um viaduto e alças de acesso está sendo custeada integralmente pela AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do Complexo Urbanístico Swiss Park e é estimada em R$ 6 milhões. A principal etapa da obra acaba de ser concluída, quando foram colocadas cinco vigas de cada lado da Rodovia e outras cinco maiores, no canteiro central. As informações são de Tomaz Vitelli, diretor da AGV. A obra total deverá ser inaugurada em dezembro de 2008. O novo viaduto será uma importante rota de entrada na cidade que vai dividir o fluxo de carros da Anhangüera, além de dar acesso direto à Avenida São José dos Campos, no Jardim Nova Europa. Ele atenderá tanto o Swiss Park quanto outros bairros do entorno, como Parque Prado, Jardim Nova Europa, Parque Jambeiro e Parque da Figueira. O projeto está dentro dos padrões de exigências de segurança e tecnologia da Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo), que supervisiona a obra junto a AutoBan (concessionária que

administra os sistemas Anhangüera-Bandeirantes), foi desenvolvido pela própria loteadora do Swiss Park sob acompanhamento da Prefeitura Municipal de Campinas. Segundo estudos da Secretaria de Transportes da cidade, com o término do trevo, o trânsito tradicionalmente congestionado da Avenida Prestes Maia será desafogado em pelo menos 30% de seu fluxo. “O viaduto também diminuirá o trânsito da Moraes Salles. Os moradores terão um novo acesso à região central e não precisarão enfrentar o trânsito existente hoje naquelas ruas e avenidas”, aponta Vitelli. Sob o nome de “Compositor Carlos Gomes”, uma homenagem da administração municipal, o viaduto terá dezesseis metros de largura, sendo sete metros em cada uma das faixas, além de calçadas para pedestres e a demarcação de separação das faixas. Os 97 metros de comprimento sobre a Anhangüera já estão colocados e os 2,9 mil metros de alças de acesso estão em fase de construção. Ainda segundo Vitelli, o investimento da AGV vai proporcionar aos futuros moradores do Swiss Park o acesso de forma mais segura e ágil, sem a necessidade de conflitos com o trânsito rodoviário da Anhangüera. Há que se mencionar ainda, a valorização financeira de todo o empreendimento com a finalização do novo viaduto.

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Campinas ganhará um novo viaduto e alças de acesso que interligarão o Swiss Park a nova rota de entrada da cidade. São 97 metros de comprimento sobre a Anhangüera e 2,9 mil metros de alças de acesso

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ESPORTE

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Quase pronto para receber atletas

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Parque Aquático está em fase final de construção. Trata-se da primeira etapa da obra do Complexo de Excelência Desportiva, localizado no Swiss Park

o próximo mês de agosto, o Parque Aquático - parte integrante do Centro de Excelência Desportiva que está sendo construído dentro do Complexo Urbanístico Swiss Park - estará pronto para começar a receber os atletas, que poderão iniciar os treinamentos. A informação vem diretamente do secretário de Urbanismo de Campinas, Hélio Carlos Jarreta. Os saltos ornamentais darão, portanto, início a todo o trabalho de treinamento de esportistas com rendimento olímpico no Centro de Excelência. Essa primeira fase do Parque Aquático contempla uma piscina de saltos, de 12,5m por 12,5m, uma piscina semi-olímpica, de 12,5m por 25m, que será usada para aquecimento dos atletas, sanitários públicos e vestiários

para os atletas. Uma arquibancada para 500 pessoas e o placar eletrônico completam o cenário da arena, formato em que o Parque foi inspirado. A empresa Comgás foi parceira da Prefeitura na construção dessa primeira fase. “Está prevista ainda, como segunda etapa do Parque Aquático, a construção de uma piscina de metragem olímpica, de 25m por 50m, cuja verba de patrocínio está em fase de definição”, adianta o secretário. Campinas tem importantes nomes ligados aos saltos ornamentais e pode ser considerada um pólo no treinamento do esporte. O nome de Milena Canto Sae, que é de Campinas e fez parte da equipe brasileira nos Jogos Pan Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, e é bi-campeã sul-americana, é um importante exemplo.


ESPORTE

Foto do local

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Trampolim e plataforma

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É difícil para o olho humano acompanhar a rapidez de um salto ornamental. Muitos detalhes só são percebidos na câmera lenta das televisões. A exatidão e a suavidade do movimento, culminando com uma entrada perfeita, que apenas agita a água, causam admiração em qualquer pessoa que acompanhe a harmonia de um dos esportes mais técnicos do mundo. A história dos saltos ornamentais tem origem na Grécia Antiga, onde era praticado pelos habitantes de regiões ao longo da costa. Eles pulavam de rochedos, mergulhando no fundo do mar. Na história moderna, o esporte começou a ser praticado no norte da Europa, no século 17, por ginastas suecos e alemães. A primeira prova documentada é datada de 1871, quando foi realizada uma competição utilizando a ponte

de Londres como plataforma. Doze anos depois foi construída, na mesma cidade, uma torre de cinco metros de altura, exclusiva para saltos. Na regra atual, existem duas modalidades no salto ornamental: trampolim, que fica a três metros da piscina, e a plataforma, a dez metros. Os atletas apresentam antecipadamente aos juízes uma lista contendo os saltos que irão fazer e não podem mudar essa proposta. São nove juízes que avaliam o salto. Mas a análise começa antes: a caminhada até o trampolim já faz parte da prova. O pulo para a ponta, a força da saída, o equilíbrio do salto e a entrada na água formam o conjunto da técnica. Há os saltos obrigatórios e outra variedade grande de estilos e posições do corpo, sem limites para o grau de dificuldade, valendo a criatividade do saltador.


Foto do local

O Parque Aquático é a primeira etapa da obra de construção do Centro de Excelência Desportiva, abrigado no Swiss Park Campinas. São apenas cinco locais como esse em todo Brasil, que fazem parte de um projeto resultante de convênio firmado entre os governos federal e municipal, e que conta com recursos da iniciativa privada. O Complexo de Campinas é único na região Sudeste do País e ocupará uma área de 162.135,00 metros quadrados. A AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do Swiss Park, doou a área para o Centro e ficou responsável pela infra-estrutura do local, através dos serviços de terraplanagem, implantação das galerias e a pavimentação, além da construção de quatro quadras de tênis. “A parceria com a AGV é efetiva e importante para o Poder Público que sem essas iniciativas não consegue

abrigar todos os projetos”, diz Hélio Jarreta, secretário municipal de Urbanismo. Haverá um alojamento para 600 atletas, que está sendo planejado utilizando-se das 120 casas existentes na área e que eram habitadas por funcionários do Banco Bradesco, quando a antiga fazenda era de propriedade do banco. Algumas dessas casas serão utilizadas como ambulatórios médicos, fisioterápicos e área de condicionamento físico. Os outros esportes que serão trabalhados no Centro, além dos saltos ornamentais, serão taekwondo, tênis de quadra, atletismo e bicicross. “Esses esportes não foram escolhidos aleatoriamente, mas em função da vocação da cidade e da região em apresentar atletas de destaque nas modalidades”, explica Jarreta. Centro de convivência para os atletas, ginásio

poliesportivo com capacidade de cinco mil lugares, quatro miniginásios cobertos, pista de atletismo, campo de futebol e pista olímpica de bicicross formarão o Complexo. Além de preparar atletas com desempenho olímpico, o espaço receberá competições nacionais e internacionais, pois está inserido dentro das normas exigidas pelas federações de cada esporte. O secretário aponta a sinergia do local com o Parque Botânico como um dos pontos de grande destaque. O Complexo Esportivo terá uma conexão com o Parque, o que permitirá aos atletas o uso do espaço para os treinamentos aeróbicos. “Os 500 mil metros quadrados do Parque Botânico estarão em sinergia com o Complexo Esportivo, e os atletas poderão usufruir desse contato com a natureza para aprimorar o treinamento”, acredita.

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Centro de Excelência Desportiva

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AÇÃO SOCIAL

Exemplos de dedicação ampinas é uma das áreas de maior movimentação financeira do Brasil. Com quase 281 mil domicílios, uma frota de veículos de 517 mil carros e um PIB de R$ 13 bi, a cidade está em constante desenvolvimento como pólo

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tecnológico, universitário e consumidor. O IDH (Índice

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de Desenvolvimento Humano) de Campinas ocupa a quinta posição no País. Mas é preciso incluir também dentro desta sedutora realidade, o que é feito – voluntariamente - para transformar os efeitos colaterais que toda grande metrópole apresenta. Quando o assunto é ajudar o próximo, Campinas tem muito a mostrar. Três personagens ilustram aqui uma história de doação, amor e trabalho.


“A arte é a oportunidade para a educação que falta para muitos”.

Precisão e disciplina. Esses são atributos que todo artista precisa ter. Mas a dedicação, principalmente, é a palavra que pode descrever Beto Regina. Diretor do projeto Abamba (Associação dos Benfeitores e Amigos de Meninos Bailarinos Atores), o ator e bailarino idealizou, em 1997, uma escola de dança, música e arte para meninos carentes de Campinas. A idéia surgiu do descontentamento de Beto de ver em seu próprio bairro, no distrito de Barão Geraldo, meninos abandonando a escola e se perdendo em uma realidade sem volta. A entidade foi construída dia após dia. Juntamente com a amiga Denise Salaro, Beto começou a ministrar palestras em escolas públicas do distrito para apresentar aos jovens o seu projeto. Em seguida, foi preciso vencer o preconceito que surge quando se fala em homens que encaram o balé como profissão. Dezesseis meninos se inscreve-

ram para as vagas e a Abamba deu início ao seu trabalho, que inclui muito mais que ensinar arte, música e dança. Beto Regina percebeu nestes rostos anônimos a necessidade de resgatar a auto-estima que perderam ou talvez nunca tiveram. O diretor soube aliar seu sonho de contribuir com a sociedade e sua experiência como professor à carência de bailarinos no mercado de trabalho da dança. Na escola, os meninos têm três aulas por dia, diariamente. As disciplinas teóricas estudadas são anatomia, cidadania, história da arte, técnicas de comunicação e educação vocal. Os alunos recebem ainda três refeições, cestas básicas para auxiliar a família, passe para transporte público, roupa e todo material para dança. “Além disso, são acompanhados por uma psicóloga que cuida para que saibam enfrentar o preconceito e consigam fortalecer sua personalidade e seus valores, que

muitas vezes estão invertidos quando chegam ao projeto”, comenta Beto. O trabalho é árduo, mas tem cumprido seu objetivo de mudar o destino destes jovens e através da cultura tem mudado a realidade de cada um deles fazendo com que valorizem mais a escola, os amigos, a família e a própria entidade. O custo de um projeto como este é alto. Para cada menino ser mantido dentro da entidade é investido mensalmente cerca de R$ 400. E como qualquer instituição social sem fins lucrativos, a Abamba depende de pessoas e empresas com boa vontade e que acreditem que é possível reverter os índices de jovens que, sem alternativas, seguem para o mundo da criminalidade. Atualmente, o projeto atende quinze jovens, a partir de doze anos. O curso tem duração de três anos.

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Beto Regina

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“A dor, o ócio e o vício sempre são vencidos pelo amor”.

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Padre Haroldo Rahm

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É muita pretensão definir o trabalho realizado pelo Padre Haroldo Rahm em palavras. Basta deixar que o tempo em que se dedica ao próximo e ao sacerdócio diga por si só: são trinta anos no comando da Instituição que leva seu nome, sessenta anos de sacerdócio em quase noventa anos de vida. E se engana quem imagina que seu semblante é de um homem cansado.

“Tenho muito a fazer ainda”, diz o jesuíta. No início de junho, recebeu uma homenagem na Câmara dos Vereadores de Campinas. No mês seguinte estaria nos EUA e, depois, em Viena, na Áustria. Enfim, uma árdua rotina de trabalho de pesquisa e estudo, que tem como conseqüência os resultados positivos que consegue desenvolver em sua Instituição. Foi assim que trouxe a idéia do movimento “Amor Exigente” para o Brasil, uma proposta comportamental que ajuda as famílias a prevenir e solucionar problemas entre si. “O Amor com respeito, sem egoísmo, sem comodismo deve ser também um amor que educa, orienta e exige”, a frase é um dos doze princípios do Amor Exigente. Nessas três décadas, a Instituição já atendeu mais de 15 mil pessoas com problemas de dependência química e álcool e os números surpreendem: cerca de cinco mil pessoas ficaram totalmente livres da escravidão das drogas e das bebidas. A Instituição Padre Haroldo é uma comunidade terapêutica reconhecida internacionalmente, tendo recebido prêmios, inclusive, nos EUA, país onde Padre Haroldo Rahm nasceu. Homens e mulheres estão na lista de “liberdade” e muitos continuam trabalhando em prol da Instituição como agentes

Conheça e ajude também

multiplicadores. Padre Haroldo fica feliz com os resultados, mas solidariza-se com aqueles que ainda estão em busca dessa saída. “Quem abre o coração e recebe o amor, consegue se curar”, diz. E saber que uma dessas pessoas “vitoriosas” firmou-se no emprego, constituiu família ou simplesmente resgatou sua dignidade é a mola propulsora para que o padre continue sua jornada. Atualmente, duas novidades estão movimentando a Instituição. A primeira delas é a nova abordagem do tratamento ambulatorial, no qual alguns dos dependentes não mais ficam internados na Fazenda da Instituição para recuperação, mas recebem incentivo das empresas onde estiverem trabalhando a freqüentar o local. Outra boa notícia é que mulheres poderão ter seus filhos acompanhandoas durante a internação. Há ainda, o trabalho de prevenção realizado com 250 jovens da favela da Vila Brandina, que, com cursos de computação, eletricista e instalador e secretariado, oferece uma preparação para o mercado de trabalho. Padre Haroldo conta que no Brasil o número de dependentes químicos aumentou nos últimos anos, portanto, sabe que seu trabalho tem uma importância única para as famílias que enfrentam o problema.

ABAMBA Rua Rodrigo Ribeiro de Melo, 80 - Barão Geraldo Campinas-SP - Tel: (19) 3289.0651 www.abamba.org.br


José Pierin Filho

O desejo de vida longa é uma realidade para muito mais gente hoje em dia. É com essa frase que José Pierin Filho, presidente do Lar dos Velhinhos de Campinas inicia a sua entrevista. Ele sabe que a expectativa de vida nunca foi tão grande em nosso País quanto nos últimos anos. Assim, para ajudar nesse novo cenário etário de Campinas, Pierin doa seu tempo e sua experiência como empresário para contribuir com a entidade que completa no mês de julho, 104 anos de muita ajuda àqueles que chegaram à melhor idade. A oportunidade de Pierin ingressar no comando do Lar dos Velhinhos surgiu há quinze anos atrás, através do Rotary Club Oeste, do qual é membro. Ele começou na equipe dirigente e, desde março de 2007, é presidente da entidade, que é a quarta maior instituição para idosos do Brasil. A estrutura é grande: são 7,5 mil metros quadrados, que abrigam 150 pessoas com idade acima de 60 anos. Mas o trabalho da Instituição vai muito além do espaço de atendimento. Os moradores têm um dia-a-dia muito mais ativo e diferente do que muita gente pode pensar. Caminhar pelas ruas do Lar dos Velhinhos é encher os olhos com o verde das árvores e aguçar os ouvidos com o canto dos pássaros. Aulas de artesanato,

INTITUIÇÃO PADRE HAROLDO Rua Dr. Quirino do Nascimento, 1601 Jardim Boa Esperança - Campinas-SP Tel. (19) 3794.2500 www.padreharoldo.org.br

de alfabetização, recreação e passeios, além de jogos, bailes e muito bate-papo fazem parte da rotina do local. De qualquer forma, a saúde debilitada de alguns, exige cuidados específicos, então há o apoio de uma equipe de terapia ocupacional, psicologia, fonoaudiologia, corpo clínico especializado e atendimento ambulatorial. O maior desafio para o Lar dos Velhinhos de Campinas é manter sua qualidade de atendimento devido aos poucos recursos financeiros. São investidos cerca de cinco salários mínimos para cada idoso por mês. A entidade recebe ajuda da Prefeitura de Campinas, mas tem 60% de sua renda mensal arrecadada através do telemarketing que angaria doações de cidadãos comuns, 10% através de doações de empresas com renda voltada para ações sociais e 30% a partir de recursos próprios, como a renda de aluguel de poucos imóveis pertencentes à entidade. Atualmente, o Lar dos Velhinhos está voltado para uma campanha de modernização de sua área residencial, que tem o objetivo de se adaptar às normas exigidas pelo Estatuto do Idoso, ação que motiva muito o presidente. “Dessa forma, vamos conseguir abrir mais vagas para fazer mais por aqueles que já fizeram tanto em suas vidas”, acredita.

LAR DOS VELHINHOS Rua Irmã Maria Santa Paula Terrier, 300 Chácara República - Campinas-SP Tel. (19) 3743.4300

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“A compreensão da felicidade impulsiona na ajuda ao próximo”

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ARQUITETURA

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A favor da natureza Como utilizar a extensa área verde do Swiss Park para valorizar seu projeto arquitetônico REVISTA SWISS PARK

uinhentos mil metros quadrados. Esta é a medida da área verde presente no Swiss Park. E este é também um dos principais fatores levados em consideração pelos que optam por adquirir seu espaço no local. Nada mais justo, portanto, que o projeto arquitetônico da casa contemple essa característica de forma a integrar-se com a natureza privilegiada do empreendimento. Pensando nisso, consultamos alguns arquitetos e uma pai-

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sagista em busca de dicas e de orientações sobre o que deve ser levado em conta na hora de construir. Descobrimos que opções para usar e abusar do verde é que não faltam. Afinal, o cenário já é naturalmente bonito. “As pessoas cada vez mais procuram estar próximas ao verde; então, escolher um local onde essa característica seja abundante é importante e facilita o nosso trabalho na construção de ambientes, pois a harmonia já existe”, opina a paisagista Cláudia Casella.


ARQUITETURA

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Integrando ambientes

As opiniões foram unânimes de que, antes de tudo, é preciso ter consciência do entorno para interagir áreas internas e externas, levando sempre em consideração a incidência de raios solares nas diferentes estações do ano. “É importante o posicionamento da construção, no qual deve ser analisado o sol e as áreas de luz para que a casa fique iluminada, confortável, sem ser muito quente”, esclarece a arquiteta Elaine Carvalho. Segundo ela, trazer para dentro a natureza externa com a utilização de vidros ou janelas de forma a incorporar o jardim no corpo da casa é recomendado para se alcançar este ideal.

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Além de paredes de vidro, o arquiteto João Janini acrescenta que é interessante o uso de pisos sem interrupção de desníveis, de forma a ligar os ambientes. Se a preocupação é a perda de privacidade, Janini recomenda o uso de “filtros” visuais como persianas e cortinas ou treliças. O uso da própria vegetação é outro recurso de bom gosto, como indica a também arquiteta Adriana Bellão, que afirmou haver inúmeras saídas. “Existem diversos tipos de vedações em uma infinidade de modelos, acabamentos, tipos, aberturas. Podem inclusive ser automatizadas”, orienta.


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Ao gosto do cliente. Essa foi a conclusão chegada quando a questão é a cor a ser usada, já que todos concordaram ser esta uma escolha muito pessoal. Entretanto, para Elaine Carvalho, o uso de cores claras e principalmente o branco é um coringa. “Tudo o que se coloca ao redor dele fica bonito, mas um tom vermelho ou terra também podem dar um contraste diferente”, diz. Quanto ao tipo de material aconselhado, a madeira foi lembrada pelos profissionais, pois sendo um elemento da própria natureza, possibilita uma alternativa interessante para agregar ainda mais ao visual. Mas e a questão ecológica? Pode-se fazer uso da madeira sem prejudicar a natureza? Pode e deve. Para alívio dos que se preocupam em ter atitudes sustentáveis, a dica é optar pela madeira certificada, ou seja, extraída de florestas criadas para isso sem que haja desmatamento.

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Cores e materiais

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ARQUITETURA

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Projeto ecológico: em busca da sustentabilidade

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Aliás, não é só a madeira que pode ser ecológica, muitas coisas podem ser feitas neste sentido, principalmente na fase de projeto. Adriana Bellão deu como sugestões a programação de uma cisterna para captar água de chuva, sistema de captação de água do banho para lavar quintal, além da escolha de revestimentos que não agridam a natureza para serem fabricados. A utilização de louças e metais sanitários que tenham o consumo reduzido de água e eletrodomésticos econômicos também foram citados. “Ao elaborar o projeto elétrico, pode-

se utilizar sensores de presença e fotocélulas, além de priorizar a iluminação natural nos ambientes”, pontuoa Adriana. Os pisos que imitam madeira, de acordo com Elaine Carvalho, também são bem-vindos, pois também são opções que não agridem a natureza e são bem feitos. Na hora de fazer a iluminação do ambiente, a sugestão é privilegiar lâmpadas com baixo consumo de energia e que não utilizem mercúrio na composição. Mesmo significando um aumento de gastos no projeto total, todos justificam que o investimento compensa, já que além de não prejudicarem o meio ambiente, muitos dos materiais ecológicos têm uma durabilidade maior, o que, com o tempo, justifica o gasto inicial. “Está mais do que na hora de pensarmos em sustentabilidade. Temos que preservar nosso planeta, que é a nossa casa”, indica Adriana. Cláudia concorda e acrescenta que não há sentido em escolher um lugar onde um dos principais atrativos é a natureza sem pensar em preservá-la.


A natureza está na moda

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Fotos dos projetos de: (1) Adriana Bellão Arquiteta (2) Cláudia Casella Paisagista (3) Elaine Carvalho Arquiteta (4) João Janini Arquiteto

Uma boa notícia é que além de integrar a arquitetura da casa com a natureza de maneira sustentável, ainda é possível aliar modernidade a tudo isso. Sim, nossos entrevistados foram enfáticos ao dizerem que a combinação é perfeita já que cria um contraste interessante. “É até mais fácil integrar a natureza, pois na arquitetura moderna os vãos mais altos e abertos estão mais presentes do que em construções de outros estilos”, esclarece João Janini. No paisagismo, Cláudia Casella diz que é possível inclusive trabalhar com aspectos mais europeus como utilizar plantas de outras culturas já aclimatadas ao nosso País. “Sugerir outros temas e diversificar é sempre interessante”. Porém, é bem clara ao afirmar que não pode haver misturas e o indicado é fazer grupos isolados com plantas de diferentes espécies. A tendência, como explicou, é o paisagismo organizado de forma simétrica, sem mistura de muitas texturas e, principalmente, de fácil manutenção. “Hoje em dia, as pessoas sofrem com a falta de tempo, então é aconselhado

usar do paisagismo chamado clean”, ressalta. Para se chegar a isso, citou plantas como buxinho, kaiuzuka, ligustrum e dasylirium para serem usadas na ambientação. Nas áreas externas da casa, a sugestão da paisagista é do mosaico português no piso e vegetação na fachada, “que pontua a entrada da casa e dá um aspecto ainda maior de integração com a natureza”. Um bom projeto paisagístico, uma iluminação inteligente e pontos de encontro para integrar a família. É desta forma que Adriana Bellão acredita que deve ser trabalhado o quintal, local-chave nesta integração com a natureza, tão importante para os moradores do Swiss Park. Não é mera coincidência a implantação do empreendimento no local onde está, pois a arquitetura trabalhada na área verde é mais do que uma tendência nas construções. Trata-se de sinal da necessidade do homem em contato com a natureza e a busca de uma paisagem tranqüila e aconchegante no nosso lugar favorito: a nossa casa.

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Sテグ CARLOS

Lazer, esporte e convテュvio

Foto do local


Proprietários já podem usufruir do centro de convivência. E dentro de sessenta dias, de toda a infra-estrutura do conjunto esportivo Lausanne

que era projeto, agora é realidade. O Swiss Park São Carlos inaugurou, no final de maio, um centro de convivência com a incrível dimensão de 965,65 metros quadrados, o maior dentre todos os residenciais Swiss Park. O ousado projeto de arquitetura conta com uma extensa copa, cozinha, varandas, estacionamento, vestiários e sanitários masculino e feminino. Para os proprietários de lotes, está prevista também, para sessenta dias, a entrega total do Centro Esportivo Lausanne, um clube privativo, no qual somente a sala de ginástica tem a metragem de 323,22 metros quadrados. As quadras de tênis, um campo de futebol society, duas quadras de vôlei de praia, uma piscina de biribol com arquibancada, estão totalmente prontas. O prédio que abrigará toda a academia de ginástica e vestiários está em

fase de acabamento. Para Ricardo Anversa, diretor do Swiss Park, o centro de convivência e o conjunto esportivo Lausanne foram desenvolvidos para que todos os moradores tenham à sua porta muita qualidade de vida e estrutura para receber convidados. “A estrutura do salão de festa, por exemplo, tem muitas particularidades como entradas independentes para buffets e capacidade para eventos de porte como festas de quinze anos e até mesmo casamentos, um diferencial enorme para condomínios residenciais”, explica. Com área total de 221.295,39 metros quadrados, o Swiss Park São Carlos possui 290 lotes, com metragem a partir de 450 metros. Atualmente, o residencial conta com várias casas em construção e uma pronta, inclusive com os primeiros moradores que certamente irão desfrutar de toda esta estrutura.

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Foto do local

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ENTREGA

Residencial Zürich é entregue com infra-estrutura completa Condomínio tem vista privilegiada do lago, em frente à portaria. O desenvolvimento das construções muda de aparência a cada dia,

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tornando realidade o sonho dos primeiros que apostaram no Swiss Park

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nspirado no charme e requinte da sofisticada cidade suíça, o loteamento Zürich, lançado em abril de 2006, foi o primeiro loteamento do Swiss Park Campinas. Entregue em exatos 24 meses, seis casas já estão em obras e outros projetos em fase de implantação. “Os moradores demonstram-se ansiosos ao verem o desenvolvimento das construções no local, que muda de aparência a cada dia, tornando cada vez mais tangível o sonho dos que acreditaram no primeiro dos dezenove condomínios que irão formar o complexo urbanístico”, diz Roberto Maggi, diretor da AGV. Os 163 lotes residenciais e 19 comerciais do Zürich são privilegiados pela vista do lago situado em frente ao local. O lago foi desassoreado, limpo e suas margens

vêm sendo revitalizadas pelo próprio Swiss Park. Assim como todos os loteamentos, o Zürich tem uma portaria com controle de acesso 24 horas, cadastro de prestadores de serviços, ronda com controle e muros de proteção perimetral e uma guarita blindada utilizada como apoio. A metragem total do Zürich é de 98.972,40 metros quadrados. A sede social abriga área de lazer com salão de festas incluindo copa, cozinha, varandas, estacionamento, vestiários e sanitários masculino e feminino. Oferece ainda quadra poliesportiva, campo de futebol society e sala de ginástica com vestiários e sanitários, chamada de Espaço Fitness. Tudo isso sem contar que o condomínio tem paisagismo e projeto urbanístico com toda a infra-estrutura, com guias ame-

ricanas, muros de divisa com três metros de altura em alvenaria e iluminação com lâmpadas de última geração. O destaque fica por conta da valorização do local, que foi de 75% em comparação ao investimento na aquisição do lote em 2006. O aquecimento do mercado imobiliário aliado à boa localização, extensa área verde e a garantia de segurança e tranqüilidade são as justificativas para esse sucesso de vendas do empreendimento na cidade. Tanto aqueles que compraram um lote para construir suas casas, como os que optaram por adquirir um terreno como investimento, têm motivos de sobra para comemorar e, pelo que tudo indica, terão mais razões ainda para festejar quando toda a estrutura do Swiss Park na região estiver pronta para ser usufruída.


Foto do local


ENTREGA

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Zürich: primeiras construções

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Leonardo e família: primeira obra do Swiss Park

Conforto, natureza e segurança de estar dentro de um condomínio. Essas três características que levaram Leonardo Mollo da Silva, o primeiro comprador a iniciar as obras no Swiss Park, a adquirir seu lote no complexo urbanístico. “A localização também é ótima para mim, já que fica situado entre meu trabalho e o da minha esposa. Teremos tranqüilidade mesmo estando a dez minutos do centro”, aposta.


Pedro Botelho quer qualidade de vida

“Confio tanto no empreendimento que adquiri além dos três lotes residenciais, um comercial, onde pretendo instalar meu negócio. Busco qualidade de vida e o fato de ter acesso às Rodovias Anhangüera, D. Pedro e Bandeirantes é um grande facilitador”, conta Pedro Santos Botelho, que começou em maio a construir sua casa no Swiss Park.

A beleza natural dos lagos e da área verde que cobre todo o Swiss Park foram fatores determinantes na escolha de Verenice de Abreu ao adquirir seu espaço no Zürich. Para aproveitar essas qualidades do empreendimento, a construção de sua casa privilegiará o vidro, além de espaço disponível para área de lazer que contemple a paisagem do lago e o verde dos jardins. “Desde a primeira visita nos encantamos com a natureza do local”, afirma.

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Valter e Verenice: contato com a natureza

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ANDAMENTO DAS OBRAS

Zürich Serviços

Baden

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Topografia

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Terraplenagem

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Galeria de Água Pluviais

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Guias e Sarjetas

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Pavimentação

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Rede de Esgoto

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Rede de água Potável

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Reservatório de água Potável

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Energia Elétrica

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Portaria

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Salão de Convivência

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Esportes

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Proteção Perimetral - Muro

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Proteção Perimetral - Muro

Vevey Serviços

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Lenk

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Topografia

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Terraplenagem

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Galeria de Água Pluviais

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Guias e Sarjetas

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Pavimentação

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Pavimentação

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Rede de Esgoto

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Rede de Esgoto

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Rede de água Potável

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Rede de água Potável

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Reservatório de água Potável

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Energia Elétrica

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Energia Elétrica

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Portaria

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Salão de Convivência

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Salão de Convivência

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Esportes

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Esportes

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Proteção Perimetral - Muro

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Proteção Perimetral - Muro

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Serviços

Lauerz

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Serviços

Fribourg

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Serviços

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Topografia

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Terraplenagem

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Terraplenagem

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Galeria de Água Pluviais

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Galeria de Água Pluviais

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Galeria de Água Pluviais

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Guias e Sarjetas

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Guias e Sarjetas

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Guias e Sarjetas

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Pavimentação

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Pavimentação

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Pavimentação

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Rede de Esgoto

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Rede de Esgoto

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Rede de Esgoto

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Rede de água Potável

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Rede de água Potável

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Rede de água Potável

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Reservatório de água Potável

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Reservatório de água Potável

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Reservatório de água Potável

Energia Elétrica

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Energia Elétrica

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Energia Elétrica

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Portaria

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Portaria

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Salão de Convivência

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Salão de Convivência

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Salão de Convivência

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Esportes

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Esportes

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Esportes

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Proteção Perimetral - Muro

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Proteção Perimetral - Muro

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Biel Serviços

St. Moritz

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Serviços

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Serviços

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Topografia

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Topografia

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Terraplenagem

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Terraplenagem

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Galeria de Água Pluviais

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Guias e Sarjetas

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Guias e Sarjetas

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Pavimentação

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Rede de Esgoto

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Rede de Esgoto

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Rede de água Potável

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Rede de água Potável

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Rede de água Potável

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Reservatório de água Potável Energia Elétrica

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Reservatório de água Potável Energia Elétrica

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Reservatório de água Potável

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Energia Elétrica

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Portaria

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Portaria

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Portaria

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Salão de Convivência

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Salão de Convivência

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Salão de Convivência

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Esportes

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Esportes

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Esportes

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Proteção Perimetral - Muro

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Proteção Perimetral - Muro

Proteção Perimetral - Muro

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Luzern

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GASTRONOMIA

Fondues:

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exóticas combinações de inverno

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fondue ou “a” fondue, prato informal próprio para ser degustado despretensiosamente regado a um bom vinho e muita conversa, é um dos mais solicitados e lembrados na chegada da estação mais fria do ano. De origem que nos remete à Suíça francesa, significa fundido, derretido. A sua descoberta vem da Idade Média, cerca de sete séculos atrás, nos Alpes da Suíça, em conseqüência de uma inesperada alta na produção de queijos. Curiosamente, como inúmeras outras glórias da gastronomia, a iguaria nasceu da necessidade. Os helvéticos, já eram exímios produtores de laticínios excelentes - que inclusive exportavam às nações vizinhas. Porém, uma nevasca isolou completa mente um determinado ponto da Suíça, ao redor de Neuchatel. Surpreendidos com um estoque que não podiam vender, os produtores do local tiveram uma idéia: derreteriam o excesso, à espera de uma nova temporada e, para melhor conservarem a massa, no seu recozimento

acrescentariam alguma espécie de álcool, vinho ou aguardente, no caso kirsch, o destilado de cerejas daquelas regiões. Depois de reendurecida pelo frio, a massa não mais correria o risco de estragar. Para reutilizá-la, bastaria submetê-la, novamente, ao processo de fusão. Os fondues tradicionais são o de queijo, carne e chocolate. Porém, séculos adiante, os fondues ganharam novas combinações. Quem nos dá a dica dessas exóticas combinações é a nutricionista, Thais Graça Kuyumjian. “As pessoas sempre querem algo que saia do tradicional, com um pouco mais de sofisticação”, comenta. O fondue passou a ser servido no cardápio de inverno do Restaurante Strog&noff, que Thais administra junto com o irmão, José Graça Neto, e que em 2008 completa duas décadas. Diferentes queijos podem ser utilizados no preparo do fondue e a mistura de um ou mais tipos é uma boa opção, porém Thais adverte que é importante observar a qualidade dos queijos e nunca misturar os frescos com os mais curados. Com uma variedade de receitas que agrada a todos os gostos, o fondue é a melhor pedida no inverno para reunir os amigos ou investir num jantar romântico. Siga as dicas, escolha sua receita preferida e bom apetite!

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Tomate, funghi seco, chocolate branco. Tudo é válido para realçar o sabor desta culinária que derrete delícias que são irresistíveis a baixas temperaturas

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Fondue italiano

Fondue de queijo (funghi secos)

Fondue de chocolate branco

Ingredientes

Ingredientes

Ingredientes

400g de queijo (pode ser tirolez, gouda, ementhal ou gruyère) ralado ½ xícara de queijo parmesão ralado 4 colheres (chá) de Karo ¼ xícara manteiga ou margarina 1 cebola média cortada em pequenos pedaços 1 dente de alho espremido 2 xícaras bem cheias de molho de tomate concentrado (de preferência natural) 1 colher (chá) de manjericão ½ colher (chá) de orégano ¼ colher (chá) de pimenta

200g de queijo emental e 200g de gruyere Alho a gosto 1 taça de vinho branco seco de boa qualidade 1 lata creme de leite 1 cálice de kish 50 g de funghi seco já hidratado e levemente refogado em margarina ou manteiga (separadamente).

Frutas da época cortadas em cubos (6 variedades) Chocolate branco ralado - 200g ½ lata de leite condensado ½ lata de creme de leite 1 pitada de sal 1 colher (sopa) de conhaque

Preparo Em uma tigela misture junto os queijos, o Karo e reserve. Na panela de fondue refogar manteiga ou margarina, cebola e alho. Acrescentar tomate concentrado, manjericão, orégano e pimenta. Deixar cozinhar uns 5 minutos. Acrescentar aos poucos a mistura dos queijos e Karo até ficar uma massa homogênea. O fondue italiano pode ser servido com pedaços de pães francês ou italiano. Pode ainda, servir com vegetais crocantes como: cenoura, couve-flor, brócolis. Almôndegas também são boas opções.

Preparo Passar o dente de alho na panelinha. Colocar os queijos já ralados e levar em banho-maria. Quando derreter, acrescentar o creme de leite, o kish, o vinho e as lascas do funghi seco. Servir com pães italiano ou francês, brócolis, couve-flor e cenoura cozidos.

Preparo Levar todos os ingredientes ao banho-maria até derreter; servir bem quente em réchaud, acompanhando as frutas.

Onde Encontrar variados tipos de Fondues: Restaurante, Bar e Café Strog&noff Rua Santos Dumont, 494 Cambuí Campinas-SP Tel. (19) 3294.6133 www.restaurantestrogonoff.com.br Red Angus Beef Rua General Osório, 2310 Cambuí Campinas-SP. Tel. (19) 3253.0006 www.redangusbeef.com.br

Anauê Café & Gourmet Rua Maria Monteiro, 384 Cambuí Campinas-SP. Tel. (19) 3295.6767 Restaurante Cave do Douro no The Royal Palm Plaza Av. Royal Palm Plaza, 277 Jd. Nova Califórnia Campinas-SP. Tel. (19) 3738.8000 www.theroyal.com.br


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