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Ana Trinconi • Terezinha Bertin • Vera Marchezi

Este livro didático é um material consumível, que pode ser mantido com você após o final do ano letivo. Cuide bem do que é seu por direito.

RA

AM

O

ano

ST

LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO

LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO

2º ano

Letramento e Alfabetização Ensino Fundamental – Anos Iniciais

MANUAL DO PROFESSOR CÓDIGO DO LIVRO:

27705C3120

ApisPNLD16_LingPort_2_Capa_PR.indd 1-3

TIPO:

M

30/09/15 08:42


Educadores,

As escolas públicas recebem as obras referentes ao

RA

Programa Nacional do Livro Didático – PNLD, distribuídas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, após criteriosa avaliação do Ministério da

Educação, para que professores e alunos contem com materiais de qualidade física e pedagógica.

ST

Este livro didático é consumível e não precisa ser

devolvido após sua utilização, contudo é importante a sua colaboração para que este material seja mantido na escola caso haja mudança de professor.

O

É fundamental também a elaboração de estratégias

que estimulem os alunos a usar corretamente o livro ao longo do ano letivo e que seja trabalhada a mensagem da

AM

2ª capa do livro do aluno em sala de aula. Comunique ao FNDE, por meio do por tal

www.fnde.gov.br/programas/livro-didatico ou do telefone 0800 616161, qualquer inconsistência encontrada no livro do aluno ou no manual do professor .

Bom trabalho!

ApisPNLD16_Integrado_3_Capa_PR.indd 4-6

30/09/15 08:34


RA

LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO Ana Maria Trinconi Borgatto

ST

Licenciada em Letras pela Universidade de São Paulo (USP). Mestre em Letras pela USP. Pós-graduada em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela USP. Pedagoga graduada pela USP. Professora universitária. Professora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio.

Terezinha Costa Hashimoto Bertin

O

Licenciada em Letras pela USP. Mestre em Ciências da Comunicação pela USP. Pós-graduada em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professora universitária. Professora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio.

Vera Lúcia de Carvalho Marchezi

AM

Licenciada em Letras pela Universidade Estadual Paulista (Unesp – Araraquara, SP). Mestre em Letras pela USP. Pós-graduada em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela USP. Professora universitária. Professora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio.

2º ano

Letramento e Alfabetização Ensino Fundamental – Anos Iniciais

MANUAL DO PROFESSOR 2-ª edição São Paulo, 2014


Diretoria editorial: Lidiane Vivaldini Olo Editoria de Língua Portuguesa: Sueli Campopiano Editoras assistentes: Rosângela Rago e Solange de Oliveira Supervisor de arte e produção: Sérgio Yutaka Supervisor de arte e criação: Didier Moraes Editor de arte: Claudio Faustino da Silva

Design gráfico: Didier Moraes (capa) e Rafael Vianna Leal (miolo) Gerente de revisão: Hélia de Jesus Gonsaga Equipe de revisão: Rosângela Muricy (coord.), Ana Curci, Gloria Cunha e Heloísa Schiavo; Flávia Venézio dos Santos e Gabriela Macedo de Andrade (estags.) Supervisor de iconografia: Sílvio Kligin Pesquisa iconográfica: Sara Aquino Plaza e Claudia Cristina Balista (assist.) Tratamento de imagem: Cesar Wolf e Fernanda Crevin Ilustração de capa: Biry Sarkis

ST

Ilustrações: Marcos Guilherme, Osni de Oliveira e Silvana Rando

RA

Diagramação: JS Design Comunicação Visual e Dito e Feito Comunicação

Título original da obra: Ápis Letramento e Alfabetização – 2o ano Copyright © Ana Maria T. Borgatto, Terezinha C. H. Bertin e Vera Lúcia de C. Marchezi Direitos desta edição cedidos à Editora Ática S.A. Av. das Nações Unidas, 7221, 3o andar, setor C Pinheiros – São Paulo – SP – CEP 05425-902 Tel.: 4003-3061

www.atica.com.br / editora@atica.com.br

O

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Borgatto, Ana Maria Trinconi Ápis : letramento e alfabetização / Ana Maria Trinconi Borgatto, Terezinha Costa Hashimoto Bertin, Vera Lúcia de Carvalho Marchezi. -2. ed. -- São Paulo : Ática, 2014.

AM

Obra em 3 v. para alunos do 1o ao 3o ano.

1. Português (Ensino fundamental) I. Bertin, Terezinha Costa Hashimoto. II. Marchezi, Vera Lúcia de Carvalho. III. Título. 14-05531

CDD-372.6

Índice para catálogo sistemático:

1. Português : Ensino fundamental 372.6

2014

ISBN 978 85 08 16723-4 (AL) ISBN 978 85 08 16724-1 (PR) Código da obra CL 712962 CAE 515583 (AL) CAE 515621 (PR) 2a edição

1a impressão Impressão e acabamento

2


ST

RA

APRESENTAÇÃO

CARO ALUNO,

O

NÓS, AUTORAS DESTA COLEÇÃO, ESPERAMOS

AM

QUE OS MOMENTOS DE APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA PROPOSTOS NESTE LIVRO POSSAM CONTRIBUIR PARA MARCAR DE MANEIRA PRAZEROSA SUA TRAJETÓRIA NA ESCOLA. TEMOS UM ENCONTRO EM CADA UM DOS DESAFIOS E EM CADA UMA DAS CONQUISTAS QUE, TEMOS CERTEZA, MARCARÃO SEU PERCURSO ESTE ANO. VAMOS COMEÇAR? AS AUTORAS

Silvana Rando/Arquivo da editora

3


CONHEÇA SEU LIVRO

Conto

ST

unidade

8

RA

UM LIVRO É COMO UMA CASA: É FEITO DE DIFERENTES PARTES QUE FORMAM O TODO. ESTE SEU LIVRO TAMBÉM É ASSIM. A SEGUIR, VOCÊ VAI CONHECER ALGUMAS DESSAS PARTES. E O QUE É MELHOR: TODAS ELAS ESTÃO BEM MARCADAS NO LIVRO, PARA VOCÊ SE LOCALIZAR E NÃO SE PERDER. VAMOS ENTRAR?

ABERTURA DE UNIDADE

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

O

O LIVRO É DIVIDIDO EM UNIDADES. EM CADA UMA DELAS VOCÊ VAI CONHECER UM GÊNERO DE TEXTO DIFERENTE.

Contos atraem nossa atenção desde muito cedo e pode continuar assim pela vida toda.

Você gosta de histórias? Qual é a sua preferida?

149

INTRODUÇÃO

RA

V

O DA UIV

EDITO

RQ

O/A RAND

ARACY DE ANDRADE/ARQUIVO DA EDITORA IMAGES

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

DIVULGAÇÃO/PREFEITURA DO

RIO DE JANEIRO

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

QUIVO DA EDITORA SILVANA RANDO/AR

EDITORA MARTINS

FONTES

NA SILVA

OCÊ JÁ ESTÁ NO 2O ANO! VENCEU MUITOS DESAFIOS E APRENDEU MUITA COISA.

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

REPRODUÇÃO/KUNSTMUS

EUM WINTERHUR,

SUÍÇA.

LER E ESCREVER É SEMPRE UM PRAZER

REPRODUÇÃO/

AM

148

10

4

INTRODUÇÃO

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

PHO

TOS

.COM

/JUP

ITER

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

LER E ESCREVER É SEMPRE UM PRAZER

11

INTRODUÇÃO JÁ NO INÍCIO DO LIVRO, VOCÊ VAI DESCOBRIR QUE LER E ESCREVER É SEMPRE UM PRAZER.


LEITURA lhE incomodar. 2

na

a

E a vElha a fiar. 1

2

no sEu lugar, vEio a

Estava a

lhE fazEr mal.

2

a

3

na

,a

na

2

3

Estava a

2

Ea

a fiar.

1

1

no sEu lugar, vEio o

lhE fazEr mal.

3

o

, a aranha na

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

1

no sEu lugar, vEio o

Estava o

lhE fazEr mal. 5

4

no

na

1

numere as personagens na ordem em que aparecem na lenga-lenga:

2

por que os animais aparecem na ordem que você indicou acima? converse com os colegas a respeito.

3

qual é a única personagem da lenga-lenga que está trabalhando? escreva a seguir:

4

para continuar a lenga-lenga, que personagem você colocaria depois do gato?

2

a fiar.

5

a velha e os bichos são as personagens da história que você leu.

, a mosca na vElha

3

4

o

uma história que é feita de repetições e que parece não ter fim é uma lenga-lenga.

4

na

Ea

atividade oral e escrita

Ilustrações: sIlvana rando/ arquIvo da edItora

no sEu lugar, vEio a 1

Ilustrações: sIlvana rando/ arquIvo da edItora

Estava a

interpretação do texto

OS TEXTOS APRESENTADOS NESTA SE‚ÌO SERÌO A BASE DO TRABALHO DA UNIDADE.

A VELHA A FIAR

, o rato na

, a aranha na 2

3

4

, a mosca

AS ATIVIDADES ORAIS E ESCRITAS VÌO AJUDAR VOCæ A ENTENDER MELHOR OS TEXTOS.

E a vElha a fiar.

[...] disponívEl Em: <http://www.radio.uol.com.br/#/lEtras-E-musicas/ palavra-cantada/a-vElha-a-fiar/1184187>. acEsso Em: maio 2014. adaptado. LENGA-LENGA

ESTAVA O GATO NO SEU LUGAR, VEIO LHE FAZER MAL. 5

o título do texto é:

RA

1

escreva a palavra na frase:

93

a velha a fiar

o que ele significa, isto é, o que a velha está fazendo? converse com seus colegas.

94

unidade 5

PRODUÇÃO DE TEXTO

pRODUÇÃO DE TEXTO

pRÁTICAS DE ORALIDADE

NESTA SE‚ÌO VOCæ VAI PRODUZIR TEXTOS ORAIS E ESCRITOS.

pOEMA em trio. Foi retirada a palavra do último verso das

estroFes abaixo. esCrevam Uma palavra diFereNte da QUe voCê viU No poema para Completar as estroFes. lembrem QUe a palavra esColHida deve rimar Com a palavra Colorida.

sIlvana rando/arquIvo da edItora

lEITURA: lENGA-lENGA

pode ser palavra QUe existe oU iNveNtada.

1. CONVERSA EM JOGO PALAVRAS AMÁVEIS

no PoEMA VoCÊ VIU VÁRIAS PALAVRAS.

no noSSo dIA A dIA TAMBÉM VEMoS E oUVIMoS MUITAS PALAVRAS.

E hÁ PALAVRAS MUITo IMPoRTAnTES: SÃo AS PALAVRAS AMÁVEIS, GEnTIS. VoCÊ SABE qUE PALAVRAS SÃo ESSAS?

ST

ConVERSE CoM oS CoLEGAS E, jUnToS, PRoCUREM SE LEMBRAR dELAS.

CapriCHem!

UMA PISTA: ELAS SÃo PALAVRAS “MÁGICAS”, ISTo É, SÃo CAPAZES dE TRAnSFoRMAR A ConVIVÊnCIA EnTRE AS PESSoAS!

NA PRIMEIRA COLHERADA, VEIO UMA PALAVRA ESQUISITA:

2. TROCA-TROCA DE pALAVRAS nA VIdA REAL hÁ PALAVRAS MEDONHAS, ISTo É, qUE PodEM CAUSAR MEdo. PoR ExEMPLo: MONStrO.

PRÁTICAS DE ORALIDADE

NA SEGUNDA, APARECEU UMA PALAVRA SONORA:

NA TERCEIRA, EU VI UMA PALAVRA MEDONHA:

NA QUARTA, DEU PRA LER UMA PALAVRA GOSTOSA:

PEnSE EM UMA PALAVRA GoSToSA E EM UMA PALAVRA MEdonhA. nA SUA VEZ, FALE SUAS dUAS PALAVRAS. oS CoLEGAS dEVERÃo AdIVInhAR qUAL É A MEdonhA E qUAL É A GoSToSA.

NESTA SE‚ÌO VOCæ VAI FALAR, TROCAR IDEIAS, DAR OPINIÌO, DECLAMAR E TAMBƒM VAI OUVIR COM ATEN‚ÌO, TUDO DE MODO ORGANIZADO.

dIGA PoR qUE ESCoLhEU ESSAS PALAVRAS. Ao FInAL, dISCUTAM: qUAL FoI A PALAVRA MAIS MEdonhA? E A MAIS GoSToSA?

pALAVRAS EM JOGO

EM DUPLA. VoCÊS TÊM UM GRAndE dESAFIo: MonTAR, EnConTRAR, ESCREVER E RIMAR PALAVRAS.

E AS SÍLABAS E dEPoIS AS LETRAS ESTÃo TodAS FoRA dE oRdEM!

O

aGUardem a veZ de ler para os ColeGas as palavras QUe voCês Usaram para Completar as estroFes. oUÇam as palavras esColHidas pelos ColeGas. unidade 4

Leia as sílabas dos balões:

AtividAde orAl e escritA

1

Silvana Rando/ Arquivo da editora

AM Silvana Rando/ Arquivo da editora

4

Duas letras —- um som: CH

Você já estudou como se escreve a fala das personagens usando sinais de pontuação. Leia e recorde:

81

POEMA (1)

Palavras em jogo

Língua: usos e reflexão

Pontuação: travessão em início e final de fala de personagem

Chica diz à Sheila: — Quer um chá?

qUE ConFUSÃo! VEjAM:

Ilustrações: Silvana Rando/Arquivo da editora

80

MAS hÁ TAMBÉM PALAVRAS GOStOSAS. PoR ExEMPLo: BrINCADEIrA.

Pense e responda:

a) Como fazer para um bico virar um bicho? b) Como fazer para uma capa virar uma chapa?

Agora observe como foi escrita a fala da galinha:

3

Fale e compare o que disse o cão no início e no final da história:

Complete os balões de acordo com as cores e forme palavras:

Leia o par de palavras: Embrapa/Arquivo da editora

Encontre no texto outra fala escrita desse modo.

Dorling Kindersley/Getty Images

2

Silvana Rando/ Arquivo da editora

O que está diferente?

Ilustrações: Silvana Rando/Arquivo da editora

2

— Quem vai me ajudar a colher o trigo? — perguntou a galinha aos seus amigos.

1

— Eu não — disse o cão.

— Eu quero! — disse o cão.

Pinte o que mudou nas duas falas e explique.

3

Palavras na gaveta.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Escreva na gaveta as palavras que tenham a letra G, seguindo a dica. Dica: Não valem palavras com a letra G no começo.

158

PREGO GOLA GOMA AGULHA GARRAFA

LÍNGUA: USOS E REFLEXÃO ESTE ƒ O MOMENTO ESPECêFICO PARA O ESTUDO DA LêNGUA, DE COMO ELA ƒ USADA EM CADA SITUA‚ÌO.

Memória em jogo

Reescreva as palavras juntando a letra H ˆ letra C. Leia as palavras formadas em voz alta.

Leia, treine e memorize o texto:

Viagem CATO

FOGO GATO GADO PAGODE COLEGA

unidade 8

CAcHOS

Qual Ž o som criado quando juntamos as letras C e H?

CAMA

ROCA

LANCE

RECEIO

TACO

Elias JosŽ

A palavra VIAGEM vai levando a gente longe, longe, longe... [...]

Silvana Rando/Arquivo da editora

CAcOS

Palavras em jogo Desafio

Elias JosŽ. O jogo das palavras m‡gicas. S‹o Paulo: Paulinas, 2000.

Na página 243, há uma atividade proposta com esse texto. Confira. 140

unidade 7

162

unidade 8

PALAVRAS EM JOGO

MEMÓRIA EM JOGO

VOCæ APRENDE COM ATIVIDADES INTERESSANTES E, MUITAS VEZES, DIVERTIDAS!

ƒ MAIS FçCIL LER E ESCREVER O QUE TEMOS NA MEMîRIA! AQUI VOCæ VAI LER E REGISTRAR CONFORME LEMBRAR!

5


SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

SUMÁRIO LER E ESCREVER É SEMPRE UM PRAZER ...................................... 10

UNIDADE 1 GÊNERO

UNIDADE 2

CANTIGA POPULAR

22

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

COMPREENSÃO DO TEXTO

PRÁTICAS DE ORALIDADE

1. CONVERSA EM JOGO

PRODUÇÃO DE TEXTO

POEMA

AMPLIAÇÃO DE LEITURA ORTOGRAFIA

SUGESTÕES

TEXTO INFORMATIVO

41

23

COMPREENSÃO DO TEXTO

41

24

1. CONVERSA EM JOGO

42

25

2. APRESENTAÇÃO ORAL

43

24

TEXTO INFORMATIVO

43

36

SUGESTÕES

52

MESTRE ANDRÉ, DOMÍNIO PÚBLICO

RA

VERSOS DA CANTIGA; TÍTULO DA CANTIGA; VERSOS QUE SE REPETEM

ONDE TEM MÚSICA TEM ALEGRIA?

2. CANTIGA BEM CANTADA

TROCA-TROCA DE INFORMAÇÕES

LIVROS

ST

LIVROS E CD

PALAVRAS EM JOGO

25

TUBA, LEO CUNHA

PALAVRAS EM JOGO

44

34

BATE-BOCA, EDU LOBO E PAULO CÉSAR PINHEIRO

50

CASCÃO, MAURICIO DE SOUSA (HISTÓRIA EM QUADRINHOS)

35

TRAVA-LÍNGUAS

51

O QUE ESTUDAMOS

37

O QUE ESTUDAMOS

53

LETRAS B, P; F, V; D, T LETRAS POR TODA PARTE LETRAS VOGAIS E LETRAS CONSOANTES ORDEM ALFABÉTICA

AM

O

MEMÓRIA EM JOGO HORA DA DIVERSÃO AUTOAVALIAÇÃO

POR QUE OS CROCODILOS-FÊMEAS SÃO BOAS MÃES?, CAROLINA CAIRES COELHO (TRADUÇÃO)

SÍLABAS R INTROMETIDO ENTRE CONSOANTE E VOGAL

UNIDADE 3

GÊNERO

UNIDADE 4

RELATO PESSOAL

57

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

COMPREENSÃO DO TEXTO

PRÁTICAS DE ORALIDADE

LÍNGUA: USOS E REFLEXÃO PRODUÇÃO DE TEXTO

POEMA (1)

77

58

ESTROFE VERSO RIMA

78 78 78

1. CONVERSA EM JOGO

60

1. CONVERSA EM JOGO

81

2. ESTE/ESTA SOU EU

61

2. TROCA-TROCA DE PALAVRAS

81

MASCULINO E FEMININO

62

RELATO PESSOAL

61

POEMA

80

CLARICE BEAN SOU EU, LAUREN CHILD

SOPA DE LETRINHAS, LALAU

CARACTERÍSTICAS DO RELATO PESSOAL

CONVIVER NO MESMO ESPAÇO

PALAVRAS AMÁVEIS

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

6


SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

AMPLIAÇÃO DE LEITURA

SUGESTÕES

72

CONTO E RECONTO

79

SUGESTÕES

88

PALAVRAS EM JOGO

81

PARLENDA

86

A HISTîRIA ENGATADA, SYLVIA ORTHOF

LIVROS

LIVROS

ORTOGRAFIA

PALAVRAS EM JOGO

65

MEMÓRIA EM JOGO

TIA ANACLETA E SUA DIETA, SYLVIA ORTHOF

71

HORA DA DIVERSÃO AUTOAVALIAÇÃO

CENA MALUCA

SÍLABAS L EM INÍCIO DE SÍLABA LETRA INTROMETIDA — L

UNIDADE 5

RA

O QUE ESTUDAMOS

L EM FINAL DE SÍLABA

71

COISAS ESQUISITAS

87

73

O QUE ESTUDAMOS

89

UNIDADE 6

GÊNERO

LENGA-LENGA

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

COMPREENSÃO DO TEXTO

94

PRÁTICAS DE ORALIDADE

1. CONVERSA EM JOGO

95

2. CANTANDO A LENGA-LENGA

95

109

A SURPRESA DA FESTA, ZIRALDO

CARACTERÍSTICAS DA LENGA-LENGA

111

1. CONVERSA EM JOGO

114

2. CONTE UM CASO

115

PONTUAÇÃO

116

CARACTERÍSTICAS DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

COM MANHA OU SEM MANHA?

COMPREENSÃO DO TEXTO

BRINCADEIRAS DE MAU GOSTO

SINAIS DE PONTUAÇÃO ENTONAÇÃO

LENGA-LENGA

95

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

115

CONTO E RECONTO

96

SUGESTÕES

126

AM

PRODUÇÃO DE TEXTO AMPLIAÇÃO DE LEITURA

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ST

A VELHA A FIAR, DOMÍNIO PÚBLICO

O

LÍNGUA: USOS E REFLEXÃO

93

SUGESTÕES

104

PALAVRAS EM JOGO

97

LIVROS

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

A MORTE BATE Ë PORTA!, SÉRGIO CAPPARELLI LIVROS E CD

ORTOGRAFIA

MEMÓRIA EM JOGO HORA DA DIVERSÃO AUTOAVALIAÇÃO

LETRA H NO INÍCIO DE PALAVRA DUAS LETRAS — UM SOM: LH

PALAVRAS EM JOGO

120

LETRA N NO INÍCIO DE SÍLABA LETRA N NO FINAL DE SÍLABA TIL MESMO SOM — OUTRA LETRA NASALIZAÇÃO COM M

DUAS LETRAS — UM SOM: NH

BOLHAS, CECÍLIA MEIRELES (TRECHO)

102

POEMA DAS AUTORAS

124

JOGO DOS SETE ERROS

103

CRUZADINHA DE ANIVERSÁRIO

125

O QUE ESTUDAMOS

105

O QUE ESTUDAMOS

127

7


UNIDADE 7

UNIDADE 8

GæNERO

POEMA (2)

132

INTERPRETA‚ÌO DO TEXTO

COMPREENSÌO DO TEXTO

132

PRçTICAS DE ORALIDADE LêNGUA: USOS E REFLEXÌO

1. CONVERSA EM JOGO

134

A CHUVA, MARIA DINORAH

152

COMPREENSÌO DO TEXTO

154

1. CONVERSA EM JOGO

155

A GALINHA RUIVA, WILLIAM BENNETT

ESTROFE VERSO RIMA

PERSONAGEM PRINCIPAL

SER GENTIL

COLABORAR ƒ IMPORTANTE?

2. SARAU

135

2. TEATRO DE VARAS

156

USO DE LETRAS MAIòSCULAS E DE LETRAS MINòSCULAS ALFABETO DE LETRAS MAIòSCULAS EM NOME DE PESSOAS

137

PONTUA‚ÌO: TRAVESSÌO EM INêCIO E FINAL DE FALA DE PERSONAGEM

158

POEMA

136

CONTO

156

136

CONTO E RECONTO

157

146

SUGESTÍES

164

PALAVRAS EM JOGO

158

RA

PRODU‚ÌO DE TEXTO AMPLIA‚ÌO DE LEITURA

CONTO

CONTO E RECONTO

A PETECA DO PINTO, NêLSON JOSƒ MACHADO

ST

SUGESTÍES

BOLO FOFO, MARY FRAN‚A E ELIARDO FRAN‚A

LIVROS

LIVROS

ORTOGRAFIA

PALAVRAS EM JOGO

140

MEMîRIA EM JOGO HORA DA DIVERSÌO AUTOAVALIA‚ÌO

POEMA

144

VIAGEM, ELIAS JOSƒ

162

RIR E BRINCAR

145

TEATRO DE VARAS

163

O QUE ESTUDAMOS

147

O QUE ESTUDAMOS

165

O

DUAS LETRAS UM SOM Ñ CH MESMO SOM Ñ OUTRA LETRA: CH E X

MESMA LETRA Ñ OUTRO SOM: GE E GI GUE E GUI

UNIDADE 9

GæNERO

169

INTERPRETA‚ÌO DO TEXTO

COMPREENSÌO DO TEXTO

170

PRçTICAS DE ORALIDADE

1. CONVERSA EM JOGO

172

2. VAMOS BRINCAR DE FEIRA

173

AM

LETRA DE MòSICA

A FEIRA, RITA RAMEH

PRODU‚ÌO DE TEXTO AMPLIA‚ÌO DE LEITURA

CARTA

185

COMPREENSÌO DO TEXTO

186

1. CONVERSA EM JOGO

190

2. CONTAR NOS MêNIMOS DETALHES

190

USO DE LETRAS MAIòSCULAS

192

VIVIANA RAINHA DO PIJAMA, STEVE WEBB

ESTROFE, REFRÌO, VERSO, RIMA

CARACTERêSTICAS DA CARTA

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

ALIMENTA‚ÌO SAUDçVEL

LêNGUA: USOS E REFLEXÌO

ENCONTRO DE AMIGOS

INêCIO DE FRASE, NOME DE PESSOA, NOME DE PERSONAGEM, DESTAQUE

LETRA DE MòSICA

174

CARTA

191

CONTO E RECONTO

172

SUGESTÍES

198

SUGESTÍES

180

NÃO É PROIBIDO, MARISA MONTE, DADI E SEU JORGE CDs

8

UNIDADE 10

LIVROS


ORTOGRAFIA

PALAVRAS EM JOGO

176

MEMÓRIA EM JOGO HORA DA DIVERSÃO AUTOAVALIAÇÃO

TRECHO DE POEMA DE ANDRƒ CARVALHO E DAVID DE CARVALHO

PALAVRAS EM JOGO

194

178

TRAVA-LêNGUA

197

MAGALI, MAURICIO DE SOUSA (HISTîRIA EM QUADRINHOS)

179

CARTA ENIGMçTICA

197

O QUE ESTUDAMOS

181

O QUE ESTUDAMOS

199

PALAVRAS COM CA, CO, CU PALAVRAS COM QUE, QUI MESMA LETRA Ñ OUTRO SOM: CE E CI LETRA Ç

RA

S COM SOM DE Z S OU SS?

UNIDADE 11 GÊNERO

FÁBULA

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

COMPREENSÃO DO TEXTO

PRÁTICAS DE ORALIDADE

CONVERSA EM JOGO

LÍNGUA: USOS E REFLEXÃO

O USO DE LETRAS MAIòSCULAS

PRODUÇÃO DE TEXTO AMPLIAÇÃO DE LEITURA

REPRODUÇÃO DE FçBULA

UNIDADE 12

TEXTO INSTRUCIONAL

222

COMPREENSÃO DO TEXTO

223

1. CONVERSA EM JOGO

226

2. DAR INSTRUÇÍES Ñ COMO SE FAZ?

227

207

AUMENTATIVO E DIMINUTIVO

229

205

TEXTO INSTRUCIONAL

227

CONTO E RECONTO

207

SUGESTÕES

237

SUGESTÕES

216

ORTOGRAFIA

PALAVRAS EM JOGO

209

PALAVRAS EM JOGO

232

MEMÓRIA EM JOGO HORA DA DIVERSÃO AUTOAVALIAÇÃO

TRAVA-LêNGUA

214

POEMA DE LEO CUNHA

236

LABIRINTO

215

TIRINHA DE JEAN GALVÃO

236

O QUE ESTUDAMOS

217

O QUE ESTUDAMOS

238

203

O LEÃO E O RATINHO, ESOPO

COMO DESENHAR O OZZY EM SETE LIÇÕES, ANGELI

204

CARACTERêSTICAS DA FçBULA

CARACTERêSTICAS DO TEXTO INSTRUCIONAL

ST

205

BOAS AÇÍES

BOM HUMOR OU MAU HUMOR?

O

NOMES PRîPRIOS INêCIO DE FRASE

LIVROS

A CIGARRA E AS FORMIGAS, ESOPO

MESMA LETRA Ñ OUTRO SOM: R OU RR R EM FINAL DE SêLABA

MEMÓRIA EM JOGO ........................... 239 TRAMAS E TRAÇADOS ........................ 245 COLETÂNEA .......................................... 275 PROJETO DE LEITURA ......................... 283 BIBLIOGRAFIA ....................................... 297 PASSO A PASSO DE FANTOCHES .............................. 299 RECORTES .............................................. 301

S EM FINAL DE SêLABA MESMO SOM Ñ OUTRA LETRA: Z

SILVANA RANDO/ARQUIVO DA EDITORA

AM

LIVROS

9


INTRODUÇÃO

LER E ESCREVER É SEMPRE UM PRAZER

V

RA

Prof., na seção Orienta•›es complementares para cada unidade, da Parte específica do Manual do Professor, há um levantamento de questões referentes à interdisciplinaridade, transversalidade e orientações gerais sobre o conteúdo da unidade.

OCæ Jç ESTç NO 2O ANO! VENCEU MUITOS DESAFIOS E APRENDEU MUITA COISA.

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

AM INTRODUÇÃO

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

10

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

O

ST

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

DA EDITORA O/ARQUIVO SILVANA RAND

Prof., o objetivo desta unidade é criar um ambiente propício e prazeroso, inserindo os alunos no desafio de ampliarem os conhecimentos adquiridos e de se prepararem para outras conquistas. É importante que eles considerem ler e escrever práticas lúdicas e enriquecedoras.


AM

P

s

aGe

iM iter

/JuP

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os hot

divulGaÇÃo/PreFeitura do

q /ar do /kunstMuseu M

reProduÇÃo

a

LER E ESCREVER ƒ SEMPRE UM PRAZER

rio de Janeiro

a silv or dit

ns Fontes editora Marti reProduÇÃo/

RA

araCy de andrade/arquivo da editora

ST

O ae od uiv

ran na

11

Winterhur, suÍÇa.


LER É UM PRAZER PORQUE VOCÊ PODE IMAGINAR QUE É: UM SUPER-HERÓI OU O GATO DE BOTAS OU A CINDERELA OU ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS OU PETER PAN OU BRANCA DE NEVE...

RA di sn

ey

Co Mi Cs /C o l

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, brasil.

O

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silvana rando/arquivo da editora

AM

t al eW th

12

INTRODUÇÃO

di

th e

Wa

lt d isney CoMPany, brasil.

dreaMWorks/ev

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eC tio n/key

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ST

a

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ys ke n/ PiC tio tur C e es/everett Coll

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io


VOCæ PODE LER E SENTIR:

silvana rando/arquivo da editora

PODE TER UMA GRANDE:

RA

silvana rando/arquivo da editora

PODE CANTAR:

ONÇA

rando/ar

quivo da

editora

ST

silvana

AM

O

Ê, ONÇA piNtADA! QUEM FOi QUE tE piNtOU? QUEM tE pÔS O pREtO? QUEM tE AMARElOU?

pOR QUE tU NãO É VERMElhA, ONÇA? NEM É ROSA-ChOQUE A tUA FUÇA? O tEU OlhO pARECE DE lOUÇA! QUEM AChOU DE tE piNtAR?

reProduÇ

Ão/sono

o Press-riM

silvana rando/arquivo da editora

ZECA BAlEiRO. ONÇA. iNtÉRpREtE: BANDA MiRiM. iN: FELIZARDO. [S.l.]: SONOpRESS-RiMO, 2007. 1 CD. FAiXA 15.

LER E ESCREVER É SEMPRE UM PRAZER

13


AM

Merlin d. tuttle/national GeoGraPhiC

O ESCRITOR ZIRALDO.

14

INTRODUÇÃO

CRIAN‚AS INDêGENAS.

COISAS SURPREENDENTES

UM MINòSCULO MORCEGO, MENOR DO QUE UM POLEGAR, QUE SUGA O NƒCTAR DAS FLORES. rosa Gauditano/studio r

silvana rando/arquivo da editora

vlad61/shutterstoCk/GloW iMaGes

elena sChWeitzer/shutterstoCk/GloW iMaGes

RA silvana rando/arquivo da editora

ST

O antonio Cunha/Cb/d.a Press

VOCÊ PODE CONHECER: NOVOS LUGARES

GENTE DIFERENTE


AM

O

ST

RA

© Mauricio de SouSa/Mauricio de SouSa ProduçõeS Ltda.

VOCÊ PODE SE DIVERTIR:

MAURiCiO DE SOUSA. ALMANAQUE HISTORINHAS DE UMA PÁGINA. SãO pAUlO: pANiNi COMiCS, p. 33. LER E ESCREVER ƒ SEMPRE UM PRAZER

15


RA

silvana rando/arquivo da editora

E FAZER NOVOS AMIGOS:

ST

TUDO ISSO VOCÊ PODE POR SER UM LEITOR. E ESCREVER? TAMBÉM É UM PRAZER? É UM PRAZER PORQUE VOCÊ PODE SE COMUNICAR COM ALGUÉM… ESCREVENDO UMA CARTA:

O

Peanuts, Charles sChulz © Peanuts WorldWide llC./dist. by universal uCliCk

ChARlES SChUlZ. PEANUTS cOMPLETO. pORtO AlEgRE: l&pM, 2013. p. 254.

16

introdução

silvana rando/arquivo da editora

AM

DEIXANDO UM RECADO MUITO ESPECIAL:


AM

O

ST

RA

silvana rando/arquivo da editora

QUE TAL DEIXAR UM RECADO PARA OS ALUNOS DO 1O ANO, QUE ESTÃO COMEÇANDO?

LER E ESCREVER É SEMPRE UM PRAZER

17


AM

18

RA

ST

O

MARCOS GuiLhERME/ARquivO DA EDitORA

UNIDADE

1 CANTIGA POPULAR


RA ST O

AM CANTAR, DANÇAR... A MÚSICA É SEMPRE BOA AMIGA PARA A BRINCADEIRA. VOCÊ TEM UMA MÚSICA PREFERIDA? 19


v

AM

O

ST

RA

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

OcรŠ SaBe QuaiS FORam OS PRimeiROS inStRumentOS muSicaiS inVentadOS? FORam a Flauta e O tamBOR. VeJa:

a flauTa era feiTa de oSSo com furoS. o Tambor, feiTo com TroncoS ocoS de รกrVoreS.

ADAPTADO DE: <HTTP://WWW.RECREIOLINE.COM.BR/LICAO-DE-CASA/qUALFOI-O-PRIMEIRO-INSTRUMENTO-MUSICAL-A-SER-INVENTADO>. ACESSO EM: ABR. 2014.

20

UNIDADE 1


RA

os MÚsicos, de mário mariano, PinTura de 2002.

ST

Prof., explorar com os alunos a posição dos músicos: dois sentados, cinco em pé; as vestimentas: o uso de chapéu, alguns de terno e gravata vestidos formalmente e outros de camisa listrada. Chamar a atenção para os diferentes instrumentos musicais reunidos: violão, flauta, pandeiro, tambor. Falar sobre a escolha de cores, a sobreposição de formas e a solução artística do quadriculado da tela com tons suaves sobrepostos. Destacar a atitude concentrada dos músicos. Perguntar aos alunos se, pela cena retratada, pelas cores, pela expressão dos músicos, eles estariam tocando uma música agitada ou calma.

REPRODuçãO/ACERvO DO ARtiStA

Onde HÁ inStRumentOS muSicaiS HÁ MÚSicA. VeJa a PintuRa de mÁRiO maRianO, cHamada OS MòSICOS:

AM

O

Prof., explorar com os alunos: a posição dos músicos no centro da tela, que parecem dançar, ou pelo menos chacoalhar-se acompanhando o ritmo da música, o que se pode perceber pela posição das pernas; os instrumentos musicais sendo tocados; a apresentação dos músicos acontecendo dentro da carroceria de um caminhão. Chamar a atenção para a cena ao ar livre, a vegetação, o luar, o céu estrelado, e para o fato de que algumas pessoas dançam e outras apenas assistem à dança. Orientá-los a perceber o movimento da dança. Perguntar-lhes se, pela forma como os músicos e a plateia foram retratados, a música que estariam tocando seria calma ou mais dançante.

REPRODuçãO/GALERiA JACquES ARDiES, SãO PAuLO, SP.

e Onde HÁ mÚSica HÁ alegRia! VeJa a PintuRa de luRdeS de deuS, cHamada GRUPO DO FORRî LIVRE:

GrUpo do ForrÓ liVre, de lurdeS de deuS, PinTura de 2003.

VamOS cOmeÇaR cOm mÚSica? CANTIGA POPULAR

21


Prof., sugere-se perguntar aos alunos que cantigas eles já conhecem antes de apresentar “Mestre André”. Se possível, tocar a música para os alunos ouvirem. Ela costuma ser encontrada em vários CDs dirigidos ao público infantil. Ler juntamente com os alunos, evidenciando a mudança do instrumento e estimulando-os a memorizar a ordem da enumeração, que vai crescendo. Os alunos podem acompanhar a cantiga fazendo os gestos equivalentes a cada instrumento. É fundamental repetir com ênfase a articulação dos sons, diferenciando-os nos pares. Exemplo: p/b pim, pim, pim, um pianinho × bam, bam, bam, uma bateria.

LEITURA: CANTIGA POPULAR

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ E COMPREI UM PIM, PIM, PIM, UM PIANINHO AI, OLÉ! AI, OLÉ! (2×) FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ

O/ ND A RA OR NA EDIT A V SIL O DA IV QU

AR

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ E COMPREI UMA BAM, BAM, BAM, UMA BATERIA PIM, PIM, PIM, UM PIANINHO AI, OLÉ! AI, OLÉ! (2×) FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ

ST

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ E COMPREI UMA FIM, FIM, FIM, UMA FLAUTINHA BAM, BAM, BAM, UMA BATERIA PIM, PIM, PIM, UM PIANINHO

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

SILVANA RAN ARQUIVO DA EDI DO/ TORA

O

AI, OLÉ! AI, OLÉ! (2×) FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ

AM

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ E COMPREI UM VÃO, VÃO, VÃO, UM VIOLÃO FIM, FIM, FIM, UMA FLAUTINHA BAM, BAM, BAM, UMA BATERIA PIM, PIM, PIM, UM PIANINHO

NDO/ SILVANA RA RA DA EDITO ARQUIVO

AI, OLÉ! AI, OLÉ! (2×) FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ DOMÍNIO PÚBLICO.

22

UNIDADE 1

SILVANA RANDO/ ARQUIVO DA EDITORA

AI, OLÉ! AI, OLÉ! (2×) FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ E COMPREI UM TAM, TAM, TAM, UM TAMBORZINHO VÃO, VÃO, VÃO, UM VIOLÃO FIM, FIM, FIM, UMA FLAUTINHA BAM, BAM, BAM, UMA BATERIA PIM, PIM, PIM, UM PIANINHO

Gênero: cantiga popular. As cantigas populares são textos curtos, fáceis de memorizar, passados oralmente de geração em geração, que podem apresentar algumas variações na letra. Pela repetição das estruturas, pelo ritmo, pela melodia e pela ludicidade, possibilitam ajudar os alunos em seu esforço de ler de modo a levá-los a participar de situações de leitura e de escrita, a brincar com as palavras e a avançar no processo de alfabetização. Possibilitam também um trabalho em que os alunos atuam por meio de diferentes linguagens: corporal, musical e plástica.

RA

ILUSTRAÇÕES: SILVANA RANDO/ARQUIVO DA EDITORA

MESTRE ANDRÉ


Prof., a finalidade da seção Interpretação do texto é proporcionar a compreensão do texto, de maneira que os alunos reconheçam informações explícitas para apreender os sentidos do texto. É importante lembrar que ler com compreensão inclui tanto a compreensão imediata das informações explícitas quanto a produção de inferências da leitura do que é implícito ou subentendido, do que está nas entrelinhas. A habilidade de compreensão precisa ser exercitada e ampliada.

iNterPretaçãO dO textO

ATiviDADE oRAl E EScRiTA

O textO lidO é uma cantiga e FOi eScRita em VeRSOS. cada linHa é um VeRSO. Pinte nA CAntiGA:

RA

1

• de Azul O nOMe dO MestRe.

ANDRÉ.

• de vermelho UM VeRsO QUe se RePete eM tOdA A CAntiGA. FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ.

COPie O títUlO dA CAntiGA:

Piano

X

Tambor

X

X

Sanfona

nDO/ SiLvAnA RA RA DA EDitO ARquivO

SiLvAnA RAn ARquivO DA EDi DO/ tORA

flauTa

SiLv ARquiv AnA RAnD O/ O DA ED itORA

O/ nD A RA OR nA EDit A v SiL O DA iv qu AR

SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

O

Pinte O QUAdRinHO QUe MOstRA O QUe FOi COMPRAdO nA lOJA dO MestRe AndRÉ:

AM

3

ST

MESTRE ANDRÉ.

SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

2

Violão

X

Pandeiro Cantiga popular

23


Pinte A PAlAVRA QUe dá nOMe à iMAGeM AO lAdO: DiSCPiCtuRE/ShuttERStOCk/GLOw iMAGES

4

FUI NA LOJA DO MESTRE ANDRÉ E COMPREI UMA FLAUTINHA FIM, FIM, FIM, UMA FLAUTINHA BAM, BAM, BAM, UMA BATERIA PIM, PIM, PIM, UM PIANINHO

PrOduçãO de textO ATiviDADE oRAl

RA

POeMa

Prof., embora a produção seja oral, sugere-se que haja registro coletivo das possibilidades apresentadas pelos alunos. Caso os alunos queiram depois saber como são os versos originais, ler para eles: “Eu vi um jacaré/ deitado na rede/ O bocão não me mordeu/ porque era quadro de parede”.

coM A TuRMA ToDA. OUçAM A leitURA FeitA PelA PROFessORA dO

ST

EU VI A BARATA NA CARECA DO VOVô. ASSIM qUE ELA ME VIU, BATEU ASAS E VOOU.

[...]

O

EU VI UMA ABELHA NO NARIZ DA VOVó. A ABELHA OLHOU, OLHOU, NÃO PICOU, POIS TEVE Dó.

AM

AJUdeM A CRiAR Os VeRsOs QUe FAltAM: EU VI UM JACARÉ [...]

ELIAS JOSÉ. lua no brejo. PORTO ALEgRE: MERCADO ABERTO, 1991. ADAPTADO.

PrÁtiCas de Oralidade

1. CONversa eM jOGO oNDE TEM MÚSicA TEM AlEGRiA?

Prof., a finalidade desta seção é estimular a interação e a socialização por meio de um processo dialógico em que os alunos terão a oportunidade de conversar, expressar sentimentos, desenvolver a competência comunicativa, exercitando a alternância de turnos de fala e a consequente atitude de respeito às falas dos interlocutores.

Prof., estimular os alunos a opinar sobre o que é perguntado acima.

VOCê GOstOU dA CAntiGA “MestRe AndRÉ”? COnHeCe OUtRAs CAntiGAs? QUAis? de QUAl VOCê MAis GOstA? diGA QUAl É A sUA CAntiGA PReFeRidA e OUçA As CAntiGAs esCOlHidAs PelOs COleGAs. se QUiseR, CAnte UM tReCHO. 24

unidade 1

Prof., anotar as cantigas sugeridas e escrever os títulos em tiras de papel para o sorteio da próxima atividade. Além das sugeridas pelos alunos, destacam-se algumas bem populares que geralmente fazem parte do repertório deles: “1, 2, 3 indiozinhos”, “A cobra não tem pé”, “Peixe vivo”, “A barata diz que tem”, “Marcha soldado”.

itinERAnt LEnS/ShuttERStOCk/GLOw iMAGES

iníCiO dO POeMA “COisAs esQUisitAs”.


Prof., organizar os alunos em grupos não muito numerosos para facilitar a interação entre os envolvidos. A atividade tem por objetivo estimular os alunos a pensar em formas de apresentar a cantiga com bastante ritmo, usando palmas, gestos, indicando as ações. Essa atividade propicia não só um momento de descontração, mas também a troca entre os alunos e a aceitação das opiniões do outro. Preparar tiras de papel contendo o nome de cantigas populares que eles conheçam para serem sorteadas.

RA

2. CaNtiGa beM CaNtada

ST

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

EM GRupo. sORteieM UMA CAntiGA POPUlAR.

COMbineM COMO VãO APResentAR A CAntiGA AOs COleGAs.

O

UseM GestOs, PAlMAs e MOViMentOs.

ensAieM e CAPRiCHeM nA APResentAçãO.

Palavras eM jOGO

AM

Prof., nesta seção será feita uma retomada dos pares mínimos que oferecem certa dificuldade aos alunos: p/b, f/v, t/d. Sugere-se que as atividades sejam feitas de modo que contemplem a reflexão dos alunos a partir da identificação e diferenciação sonora desses pares. Caso os alunos ainda apresentem dificuldade, demorar-se um pouco mais nas atividades, principalmente nas orais sugeridas (ouvir a palavra e bater palmas diferenciadas para uma letra e para outra, distinguindo-as no início ou no meio da palavra).

esCReVA As PAlAVRAs QUe COMPletAM Os VeRsOs:

AR

PIM

,

PIM

,

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

Prof., o objetivo das próximas atividades é retomar e sistematizar o par b/p.

O/ nD A RA OR nA EDit A v SiL O DA iv qu

PIM

, UM PiAninHO

BAM

,

BAM

,

BAM

, UMA bAteRiA Cantiga popular

25


desa FiO 1 bAteRiA OU PiAnO. 1

EM DuplA. PAlAVRAs nA BAteRiA.

leiAM As PAlAVRAs dA listA A seGUiR eM VOz AltA. dePOis, esCReVAM nA bAteRiA seGUindO A diCA. Prof., as atividades a seguir focam os sons /b/ e /p/, muito confundidos pelos alunos.

baTaTa

burro

lobo

bolo

banana

bÚfalo

baleia

rabo

BOI

BALEIA

BURRO

SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

bule

ST

boi

RA

DICA: sÓ VAleM nOMes de BICHos QUe ComeÇam Com a letra B.

2

O

BòFALO

EM DuplA. PAlAVRAs nO PiAnO.

AM

leiAM As PAlAVRAs dA listA A seGUiR eM VOz AltA. dePOis, esCReVAM nO PiAnO seGUindO A diCA. DICA: sÓ VAleM nOMes de alImentos QUe ComeÇam Com a Os alunos só ouvirão e baterão uma Prof., sugere-se que, depois de terminada a letra P. atividade escrita, seja feito um exercício oral: palma quando a palavra iniciar falar todas as palavras das listas, misturando as iniciadas com b e as iniciadas com p.

PiPoca

com b e duas palmas quando iniciar com p.

bolo

TaPioca

PePino

PeTeca

Pera

PurÊ

abóbora

baTaTa

Panela

PIPOCA PURæ PEPINO

PERA

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

26

UNIDADE 1


3

FRAses MAlUCAs. PARA estA bRinCAdeiRA, VOCê esCOlHe As PAlAVRAs e COPiA nOs esPAçOs: Prof., acatar diferentes possibilidades, por exemplo: o bode bate papo e o pato bate na bola. Si L nA vA RquivO O/A nD RA

O

PATO

PAPO

.

DA EDitORA

RA

e

a

BOLA

Bate nO

BODE

.

COMPlete COM As PAlAVRAs QUe FAltAM:

Prof., o objetivo desta atividade e das do Desafio 2 é retomar e sistematizar o par f/v.

ST

4

Bate

SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

O

VãO, VãO, VãO, UM

SiLv AnA

RAn DO

VIOLÌO

AM

/AR

quiv OD AE

DitO

RA

FiM, FiM, FiM, UMA

FLAUTINHA

desa FiO 2

PAlAVRAs nO ViOlãO. 1

EM DuplA. PAlAVRAs nO viOlãO.

leiAM As PAlAVRAs dA listA dA PáGinA A seGUiR eM VOz AltA. dePOis, esCReVAM nO ViOlãO seGUindO A diCA. CANTIGA POPULAR

27


DICA: sÓ VAleM nOMes QUe COMeçAM COM A letRA v, COMO Prof., sugere-se que, depois de terminada a atividade escrita, seja feito um exercício oral: falar eM vIolÃo. todas as palavras das listas, misturando as iniciadas com f e as iniciadas com v. Os alunos só

ouvirão e baterão uma palma quando a palavra iniciar com v e duas palmas quando iniciar com f.

VÍdeo

fiTa

Vaca VaTaPá

VoVó

Vara

fiGo

faca

filé

VÔlei

RA

fiVela

Vela

VÍDEO

VOVÓ

VACA

VATAPÁ

VELA

VARA

ST

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

VÔLEI

FRAses MAlUCAs.

O

2

PARA estA bRinCAdeiRA, VOCê esCReVe As PAlAVRAs QUe dãO sentidO às FRAses:

cuidadO

cuidadO

cOm O cÃO

cOm O cORte

cOm FORmiga

da

da

na

AM

cuidadO

FACA

AVEIA

e

e

e

cOm O tamanHO

cOm O cOice

cOm a BaRata

da

da

Fila

28

VILA

UNIDADE 1

FILA

Vila

!

Rila

VACA

!

Vaca laca Faca

Bem

Feia

FEIA

aVeia

!

leia


desa FiO 3 1

Prof., estas atividades têm por finalidade a retomada e a sistematização do par t/d.

EM DuplA. PAlAVRAs nO lUGAR CeRtO.

leiAM As PAlAVRAs dA listA A seGUiR eM VOz AltA. dePOis esCReVAM As PAlAVRAs nO CARtAz PARA indiCAR O lUGAR eM QUe estãO nA lOJA, seGUindO A diCA.

RA

DICA: PAlAVRAs QUe COMeçAM COM t estãO nO CORRedOR dOs taPetes e PAlAVRAs QUe COMeçAM COM D estãO nO CORRedOR Prof., sugere-se que, depois de terminada a atividade escrita, seja feito um exercício oral: fale dOs DaDos. todas as palavras das listas, misturando as iniciadas com t e as iniciadas com d. Os alunos só ouvirão e baterão uma palma quando a palavra iniciar com t e duas palmas quando iniciar com d.

TeVÊ

dominó

Tela

Tubo

Tábua

dedal

dália

ST

Tomada

Toalha

CorreDor Dos DaDos

O

CorreDor Dos taPetes

DOMINî

TOALHA

DEDAL

TUBO, TOMADA

DçLIA

AM

TEVæ

TELA, TçBUA

2

FRAses MAlUCAs.

esCOlHA As PAlAVRAs e COMPlete Os esPAçOs PARA dAR sentidO às PeRGUntAs: Tia Tubo DIA TIA PARA A ? QUeM diz bOM QUeM COMPRA A QUeM leVA UM

TELA TUBO

QUe É de

ADUBO

DELA

?

?

Tela adubo

dia dela

CANTIGA POPULAR

29


letras POr tOda Parte

ST

RA

REPRODuçãO/EDitORA GLObO

REPRODuçãO/EDitORA PAuLuS

nOs liVROs enCOntRAMOs UM MOnte de letRAs. VeJA:

AM

O

REPRODuçãO/EDitORA CuCA FRESCA

eliaS JoSé. No balaNcê do abecê. São Paulo: PauluS, 1996.

mario QuinTana. o batalhão das letras. rio de Janeiro: Globo, 2009.

alcideS buSS. a poesia do abc. florianóPoliS: cuca freSca, 2004.

1

MARQUe x nAs ResPOstAs CeRtAs: Os títUlOs indiCAM QUe Os liVROs FAlAM sObRe:

bichoS 30

unidade 1

X

leTraS

X

abecedário


2

PARA esCReVeR UsAMOs letras. PARA CRiAR O QUAdRO AbAixO, O esCRitOR ziRAldO UsOU letras e Prof., solicitar aos alunos que observem o quadro e falem o que esCReVeU VáRiOs nomes. VeJA: acham que ele mostra ou representa. Estimular comentários

REPRODuçãO/E DitORA MELhO RAM

EntOS

AM

O

ST

RA

REPRODuçãO/EDitORA MELhORAMEntOS

sobre a finalidade do quadro; os tipos de escrita; a descoberta de nomes que conhecem; etc.

ZIRALDO. uma Professora muito maluquinha. SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 1995.

seU nOMe tAMbÉM POde FAzeR PARte desse QUAdRO. esCReVA-O AQUi.

Prof., sugere-se que seja feito um quadro com o nome dos alunos da classe. Os alunos, se quiserem, podem enfeitá-lo. Comentar com eles que a classe também terá uma identidade, o que a distinguirá de outras classes: os alunos que a constituem.

Cantiga popular

31


letras vOGais e letras CONsOaNtes SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

COMPlete As PAlAVRAs: SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

r

A

c

T

A

U

U

rd

O

r

A

E

c

-r

O

E

ARq SiLvA n uiv O D A RAn AE Dit DO/ ORA

V

I

O

l

I

n

c

O

U

Í

ST

S

b

c

O

SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

A

SiLvAnA RAnDO/ ARquivO DA EDitORA

m

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

RA

1

c

A

As letRAs QUe VOCê UsOU PARA COMPletAR O nOMe dOs instRUMentOs sãO CHAMAdAs de: letRAs VOGAis.

O

X

As letras VoGaIs sãO: A,

E

,

I

,

O

,

U

.

COPie UMA PAlAVRA dOs QUAdRinHOs e Pinte As letRAs QUe nÃo sÃo VoGaIs: © MAuRiCiO DE SOuSA/MAuRiCiO DE SOuSA PRODuçõES LtDA.

AM

2

letRAs COnsOAntes.

MAURICIO DE SOUSA. PORTAL TURMA DA MôNICA. DISPONíVEL EM: <HTTP://WWW.MONICA.COM.BR>. ACESSO EM: MAIO 2009.

As letRAs QUe VOCê PintOU sãO CHAMAdAs de letRAs 32

UNIDADE 1

CONSOANTES

.


3

PeGUe O AlFAbetáRiO. tiRe As letRAs VOGAis. COMPlete O AlFAbetO AbAixO COM As letRAs COnsOAntes QUe estãO FAltAndO: Prof., o alfabetário está na p. 303 de recortes.

As letras Consoantes sãO: b, C,

4

L

,

M

, n,

P

, Q, R,

, t,

S

V

, W,

,

X

, Y,

,

F Z

G

, H,

J

,

.

RA

K,

D

Pinte Os Peixes QUe VOCê POde PesCAR.

AM

O

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

ST

atenÇÃo às ReGRAs: • Use vermelho PARA O nOMe COM 2 VoGaIs e 2 Consoantes. ATUM. • Azul PARA O nOMe COM O maIor nÚmero De VoGaIs. DOURADO. • rosa PARA O nOMe COM O maIor nÚmero De Consoantes. SARDINHA.

COPie O nOMe dO Peixe QUe VOCê nãO PesCOU:

.

PIABA

1

desCUbRA QUAl É O desenHO. liGUe As letRAs eM ORdeM AlFAbÉtiCA.

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

OrdeM alFabÉtiCa

CANTIGA POPULAR

33


2

UM GRUPO de AlUnOs FORMOU UMA bAndA nA esCOlA. eles VãO APResentAR A CAntiGA dO “MestRe AndRÉ”.

RA

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

VAMOs COlOCAR Os nOMes dOs AlUnOs eM orDem alFaBÉtICa PARA FAzeR O CARtAz?

alex déBORa Betina camila

édeR

FeliPe

DIA 6 DE MAIO

ST

aPReSentaÇÃO

BANDA AI-OLƒ! cOm OS alunOS:

1.

4.

DÉBORA

BETINA

5.

ÉDER

CAMILA

6.

FELIPE

O

2.

ALEX

3.

AM

MeMÓria eM jOGO

TuBA

CABE TUDO, NUMA TUBA, CABE UM gATO. CABE UM SINO, UM SAPATO E UM MENINO. [...]

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

leiA, tReine e MeMORize O textO:

LEO CUNHA. ClaVe De lua.. SÃO PAULO: PAULINAS, 2001. P. 20.

nA PáGinA 240, COMPlete COnFORMe leMbRAR. 34

UNIDADE 1


hOra da diversãO

AM

O

ST

RA

© MAuRiCiO DE SOuSA/MAuRiCiO DE SOuSA PRODuçõES LtDA.

seRá QUe O CAsCãO FOi à lOJA dO MestRe AndRÉ?

MAURICIO DE SOUSA. almanaque: historinhas De uma PÁGina. SÌO PAULO: PANINI COMICS, 2014. P. 19. Cantiga popular

35


~ SUGESTÕES iRASSO SA/EDit ORA G E SOu iCiO D

MAuR

ST

CANTA E DANÇA, DE SUZANA SANSON E GRAÇA LIMA, PUBLICADO PELA EDITORA BRINQUE-BOOK. neste liVRO Há MAis de Vinte CAntiGAs PARA seReM CAntAdAs e, nO FinAl, É COntAdO COMO CAdA UMA sURGiU OU de Onde VeiO.

36

UNIDADE 1

ASSE/ED itORA ÁtiCA

CANTEIRO, DE MARGARETH DAREZZO, PUBLICADO PELA EDITORA ÁTICA. este liVRO É ACOMPAnHAdO de UM Cd COM MÚsiCAs PARA OUViR, CAntAR, dAnçAR, bRinCAR e APRendeR.

RObER tA

AM

O

O/EDitORA bR REPRODuçã

inquE-bOOk

RA

FOLCLORE BRASILEIRO, DE MAURICIO DE SOUSA, PUBLICADO PELA EDITORA GIRASSOL. As PeRsOnAGens dA tURMA dA MÔniCA MOstRAM CAntiGAs, PARlendAs, MÚsiCAs, tROVinHAs e VáRiAs bRinCAdeiRAs dO FOlClORe.

L

livRoS E cD


O QUE ESTUDAMOS FAçA UM x nA COlUnA QUe MOstRA COMO VOCê se sAiU nestA Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. nela a UnidAde:

AVAnCei.

PReCisO estUdAR MAis. UnIDaDe 1

ST

leR e entendeR A CAntiGA “MestRe AndRÉ”

RA

leGendA:

parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

PROdUziR VeRsOs COM MeUs COleGAs

FAzeR As AtiVidAdes e Os desAFiOs dAs letRAs: • P, B

O

• F, v

• D, t

SiLvAnA RAnDO/ARquivO DA EDitORA

AM

PÔR nOMes eM ORdeM AlFAbÉtiCA

CANTIGA POPULAR

37


AM

38

RA

ST

O

marCOs GuilHErmE/arquivO da EdiTOra

UNIDADE

2 TEXTO INFORMATIVO


RA ST O

AM saBEMos MUIta CoIsa soBRE BIChos. Mas hÁ sEMPRE alGUMa CoIsa NoVa soBRE ElEs QUE PoDE Nos DEIXaR sURPREsos. QUER VER? 39


lJuPCO smOkOvski/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

pINTINHo NASce Do oVo DA GAlINHA. ISSo VocÊ JÁ SABIA?

RA

m.kHEBra/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

o

Prof., indagar os alunos sobre animais que conhecem e que nascem de ovos. Permitir que os alunos digam o que sabem sobre esses animais. além das aves, a maioria dos répteis, como cobras, lagartos, tartarugas e crocodilos, bota ovos. É sobre esse assunto o texto informativo apresentado.

O

ST

sHiPOv OlEG/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

TARTARuGA:

FaBiO COlOmBini/aCErvO dO FOTÓGraFO

e VocÊ SABIA que eSTeS ouTRoS BIcHoS TAMBÉM NASceM De oVoS?

AS TARTARuGAS BoTAM MAIS De ceM oVoS, MAS NÃo cuIDAM DoS FIlHoTeS. coNHeÇA A SeGuIR uMA MÃe que pÕe MAIS De VINTe oVoS e cuIDA DoS FIlHoTeS. 40

UNIDADE 2

HEikO kiEra/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

AM

svETlana FOOTE/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

cRocoDIlo:


leitura: texto informativo Gênero: texto informativo ou de informação científica. Tem a intenção de transmitir saberes científicos baseados em estudos e pesquisas. Prof., chamar a atenção para o título do texto que diz “crocodilo-fêmea” para indicar o feminino de crocodilo. Caso demonstrem interesse, comentar que vários animais precisam das palavras macho ou fêmea para indicar masculino e feminino. Exemplo: zebra, jacaré, girafa, tatu, mosca, etc.

POR QUE OS CROCODILOS-FÊMEAS SÃO BOAS MÃES?

O

Osni dE OlivEira/arquivO da EdiTOra

ST

RA

OS CROCODILOS-FÊMEAS PROTEGEM SEUS NINHOS. QUANDO OUVEM SEUS FILHOTES GRITANDO, AS MÃES ABREM O NINHO E OS AJUDAM A SAIR DO OVO. DEPOIS LEVAM-NOS COM CUIDADO ATÉ O RIO, EM SUA BOCA.

CAROLINA CAIRES COELHO (TRADUçÃO). COMO? ONDE? POR QUÊ?. SÃO PAULO: GIRASSOL, 2007. P. 63.

AM

interpretação do texto

AtIvIDADE ORAL E ESCRItA 1

PINTE NO TEXTO A PALAVRA MÃEs. QUANTAS VEZES ESSA PALAVRA APARECE? Duas.

2

MARQUE ONDE FICAM OS OVOS DO CROCODILO: NA BOCA

NO RIO

X

NO NINHO texto informativo

41


LIGUE AS FIGURAS AO QUE FAZ CADA UM: A MÌE CROCODILO E O FILHOTE. svETlana FOOTE/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

3

Grita.

HEikO kiEra/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

RA

Leva ao rio.

ST

4

abre o ninho.

AGORA RESPONDA:

POR QUE OS CROCODILOS-FæMEAS SÌO BOAS MÌES?

Prof., estimular os alunos a, oralmente, concluir que a mãe zelosa faz tudo para proteger os filhotes dos perigos, abrindo o ninho, ajudando-os a sair do ovo, levando-os ao rio.

O

prÁtiCaS de oralidade

AM

1. ConverSa em JoGo

Prof., estimular os alunos a fazer uma pesquisa,

tROCA-tROCA DE INFORMAÇÕES auxiliando-os em uma visita à biblioteca escolar, se

houver. Esse gênero favorece estratégias de leitura as quais funcionam como recurso para obter novos conhecimentos. Promover uma votação para escolher os textos informativos mais interessantes. dar destaque ao texto e ao nome do pesquisador será motivador.

EM DUPLA. ESCOLHA UM TEXTO QUE TRAGA INFORMA‚ÍES SOBRE UM

ANIMAL.

• JUNTE-sE A UM COLEGA. • MOsTRE SEU TEXTO A ELE. • CONTE AO COLEGA POR QUE VOCæ ESCOLHEU O TEXTO. • VEJA O TEXTO DO SEU COLEGA. • OUÇA COM ATEN‚ÌO POR QUE ELE ESCOLHEU ESSE TEXTO. • CONVERsEM SOBRE SEUS TEXTOS.

42

unidade 2


2. apreSentação oral • TROQUE SEU TEXTO COM O DE SEU COLEGA. • LEMBRE-sE DO QUE ELE CONTOU PARA VOCæ. • APREsENTE A TODOS A INFORMA‚ÌO QUE SEU COLEGA TROUXE. • CONTE TAMBƒM O MOTIVO DA ESCOLHA DELE.

RA

• ELE FARç O MESMO COM SEU TEXTO.

produção de texto texto informativo

Prof., será interessante diferenciar os animais que põem ovos daqueles que pertencem ao grupo dos mamíferos, cuja maioria dá à luz filhotes formados na barriga. Estimular os alunos a enriquecer as informações por meio de consulta a livros e pesquisas. Fazer coletivamente o registro a partir das informações consideradas mais interessantes pelos alunos.

COM A tURMA tODA. VOCæS LERAM INFORMA‚ÍES SOBRE A MÌE

ST

CROCODILO.

LEIAM AGORA ALGUMAS INFORMA‚ÍES SOBRE A MÌE ZEBRA. karEl Gallas/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

vive na ÁFriCa.

o FiLhote Se ForMa na barriGa Da MÃe.

teM o CorPo Coberto De LiStraS.

teM SÓ UM FiLhote Por vez.

AM

O

CoMe GraMa.

ESCOLHAM AS INFORMA‚ÍES MAIS INTERESSANTES. VOCæS TAMBƒM PODERÌO PESQUISAR OUTRAS INFORMA‚ÍES SOBRE A ZEBRA. AJUDEM A PROFESSORA A ESCREVER O TEXTO COM AS INFORMA‚ÍES. FA‚AM DESENHOS PARA JUNTAR AO TEXTO. A PROFESSORA VAI EXPOR O PAINEL DA ZEBRA PARA TODOS LEREM. CAPRICHEM!

Prof., primeiro registrar no quadro as informações escolhidas pelos alunos. acrescentar ouras informações pesquisadas. ler o texto final para os alunos, fazendo os ajustes necessários. depois de lido o texto, passar para uma folha maior e dispor os desenhos feitos por eles de modo a ilustrar e enfeitar o trabalho. Colocar o título – Painel da zebra – e expô-lo em lugar em que todos possam vê-lo. se houver condições, colocar o painel em local por onde passam alunos de outras salas para ser compartilhado. texto informativo

43


palavraS em JoGo SÍlaBaS

Prof., nesta cantiga infantil a última sílaba é sempre repetida, uma ou duas vezes, dando o ritmo da brincadeira. Fazer a leitura enfatizando essa repetição e dando o ritmo.

DOMíNIO PúBLICO.

O QUE VOCÊ DESCOBRIU?

silvana randO/arquivO da EdiTOra

SEU JOAQUIM QUIM QUIM OLHOU PRA MIM MIM MIM PEDIU UMA SOPA PA PA E UM PUDIM DIM DIM

RA

LEIA E CANTE:

aGora voCê

ST

Prof., espera-se que o aluno perceba a repetição da sílaba final de cada palavra, ou o pedaço que se repete.

COMPLETE A BRINCADEIRA ESCREVENDO O úLTIMO PEDAÇO, A úLTIMA SÍLABA, PARA QUE ELA SE REPITA:

O

1

LÁ VAI SEU JUCA

TA

AM

DA PERNA TORTA

CA

DANçANDO A VALSA

COM A MARICOTA

TA

DOMíNIO PúBLICO.

ESCREVA CADA PEDAÇO OU SÍLABA DAS PALAVRAS EM UM QUADRINHO:

2

JUCa JU

44

SA

unidade 2

CA

MariCota MA

RI

CO

SoPa TA

SO

PA

MiM MIM


deS afio EM DUPLA. PALAVRAS NO RIO.

LEIAM AS PALAVRAS DA LISTA. DEPOIS ESCREVAM NO RIO AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA R.

rabanete

reMo

Careta

Pera

roDa

AM

O

ST

riPa

raMo

silvana randO/arquivO da EdiTOra

rato

RA

DICA: NÌO VALE NOME DE BICHO.

RAMO, RAbAneTe, ReMO, RIPA, RODA.

texto informativo

45


r intrometido entre ConSoante e voGal

Prof., a opção pelo termo “intrometido” foi feita para apresentar o encontro consonantal, em que consoantes se juntam sem a presença de uma vogal entre elas, contrariando o pensamento da criança de que toda sílaba tem uma consoante e uma vogal. não é importante neste momento o uso da nomenclatura “encontro consonantal” . Trata-se de um caso de correspondência regular chamada contextual — posição da consoante dentro da palavra. sugere-se que a 1 atividade seja feita com insistência para que os alunos percebam a sonoridade e se apropriem dela.

O QUE VOCæ OBSERVOU?

AM

TApo

silvana randO/arquivO da EdiTOra

TIo

TOpA

TRAÇA

TRAPO

TRIO

TROPA

BEque

BOcA

fIo

lAVA

bReQUe

bROCA

FRIO

LAVRA

FALE A FRASE EM VOZ ALTA E CIRCULE AS SêLABAS QUE TæM O R INTROMETIDO: O CROCODILO ABRE O NINHO SE O FILHOTE GRITA.

O crocodilo abre o ninho se o filhote grita.

46

bRota

COLOQUE A LETRA R ENTRE A CONSOANTE E A VOGAL COLORIDAS E LEIA EM VOZ ALTA A PALAVRA FORMADA:

TAÇA

3

bota

Prof., o importante é que os alunos infiram que o acréscimo da letra altera o som. Provavelmente alguns deles dirão que, quando o R entra no meio de uma sílaba, ela fica “tremida”. aceitar essa explicação para o que artur Gomes de morais classifica como um caso de regularidade contextual do R brando. Prof., o objetivo da atividade é sistematizar o uso da letra R no encontro com outras consoantes.

O

2

RA

PRato

ST

Pato

silvana randO/ arquivO da EdiTOra

silvana randO/ arquivO da EdiTOra

O/ silvana rand EdiTOra arquivO da

VAMOS FALAR AS PALAVRAS:

unidade 2


4

COMPLETE OS NOMES DOS BICHOS. NÌO SE ESQUE‚A DO R INTROMETIDO:

TI

nasHEPard/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

vilainECrEvETTE/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

RA

sTEPHEn n. HaynEs/sHuTTErsTOCk/GlOw imaGEs

CO

GRe

bRA

PRe

GUI‚A

O QUE AS SêLABAS TæM DE PARECIDO?

5

ST

O R intrometido. Prof., aceitar a resposta oral, caso os alunos ainda não consigam registrar por escrito. O importante é a percepção da ocorrência. sugere-se a resposta na oralidade e o registro coletivo para que todos possam ter a resposta por escrito.

LEIA O TRAVA-LêNGUA E DIVIRTA-SE!

O GRILO GRITOU COM VOZ GROSSA: — GRISELDA, VOCÊ É UMA GRAçA!

AM

Prof., se considerar conveniente, cantar com os alunos a seguinte canção folclórica: “Há um grilo cricrilando / lá no fundo do jardim / mas por que cricrila o grilo? / mas por que cricrila assim? / Cricrilo e cricrilo! / Cricri é meu cantar! / Cricrilo por ser grilo! / É do grilo o cricrilar!”.

6

silvana randO/arquivO da EdiTOra

O

EVA FURNARI. tRavaDiNhas. SÃO PAULO: MODERNA, 2004. P. 11.

REPITA ATÉ NÌO TRAVAR MAIS A LêNGUA! texto informativo

47


8

AGORA REPITA AS PALAVRAS. OBSERVE QUE A LETRA R ESTÁ ENTRE A CONSOANTE G E AS VOGAIS: GRAça

GRIlo

GRIto

GROssa

GRElha

GRUta

RA

7

JUNTE AS SÍLABAS COM R INTROMETIDO A OUTRAS SÍLABAS E FORME PALAVRAS. ESCREVA AS PALAVRAS NO COFRE:

Dra

Li

bri

vro

to

GÃo

ST

Pri

Ca

CAbRITO

LIVRO

PRIMO

48

unidade 2

rquivO da EdiTOra

DRAGãO

sil van a ra ndO/a

AM

O

Mo


9

EM DUPLA. O QUE ƒ, O QUE ƒ?

DICA: Sî VALEM COMO RESPOSTAS AS PALAVRAS COM R INTROMETIDO.

A) DO QUE MUITA GENTE GOSTA E VEM EM CIMA DO BOLO? C

R

e

M

e

F

R

I

G

I

DEIRA

RA

B) O QUE MUITA GENTE USA PARA FRITAR OVOS?

C) O QUE DEIXA MUITA GENTE ASSUSTADA NOS DIAS DE CHUVA FORTE? T

R

O

VÌO

ES

T

R

ST

D) O QUE TODOS GOSTAM DE VER NO CƒU Ë NOITE? e

L

A

E) O QUE TODOS SENTEM QUANDO ESTÌO FELIZES? E

O

A

L

G

R

I

A

10 COMPLETE O TEXTO COM AS PALAVRAS QUE DÌO SENTIDO AO

A LINDA

CABELOS

PRInCeSA

DE

neGROS

silvana randO/arquivO da EdiTOra

AM

TRECHO. USE AS PALAVRAS DO QUADRO.

neGroS PrÍnCiPe

ESPERA PELO AMADO

PrinCeSa

PRÍnCIPe

DE NOME

CRISTIAnO

.

CriStiano

texto informativo

49


memória em JoGo

RA

LEIA, TREINE E MEMORIZE O TEXTO:

silvana randO/arquivO da EdiTOra

AM

O

ST

BAtE-BOCA

[...] É QUEBRA-QUEIXO, É TRINCA-DENTE, É TROCA-TUDO, É TRAVA-LíNGUA. [...] EDU LOBO E PAULO CÉSAR PINHEIRO. batE-bOCa. DISPONíVEL EM: <HTTP://www.EDULOBO.COM. BR/SITE/POP_LETRAS. PHP?ACTION=PCP/BATE_BOCA. TXT>. ACESSO EM: ABR. 2014.

NA PÁGINA 240, COMPLETE CONFORME LEMBRAR. 50

unidade 2


Hora da diverSão trava-lÍnGuaS

UM PAPO DE PATO NUM PRATO DE PRATA TROCO TOCO PRETO POR TOCO CRESPO.

ST

ANDRÉ E DAVID DE CARVALHO. COMO bRiNCaR À MODa aNtiGa. BELO HORIZONTE: LÊ, 1999.

silvana randO/arquivO da EdiTOra

RA

MAIS TRAVA-LêNGUAS PARA VOCæ BRINCAR:

O

TRÊS PRATOS DE TRIGO PARA TRÊS TIGRES TRISTES.

AM

CIçA. O LivRO DO tRava-LÍNGUa. RIO DE JANEIRO: NOVA FRONTEIRA, 1986.

BAGRE BRANCO, BRANCO BAGRE. DISPONíVEL EM: <HTTP://www. RECANTODASLETRAS.COM.BR/ GRAMATICA/218592>. ACESSO EM: ABR. 2014.

TEXTO INFORMATIVO

51


ST

COMO? ONDE? POR QUÊ?, tRaDUZIDo PoR CaRolINa CaIREs CoElho, PUBlICaDo PEla EDItoRa GIRassol. NESTE LIVRO VOCæ VAI ENCONTRAR VçRIAS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O MUNDO ANIMAL, COM INFORMA‚ÍES INTERESSANTES E MUITAS VEZES SURPREENDENTES!

52

UNIDADE 2

al da CulTur ÃO/Ciran

ENCICLOPÉDIA ANIMAL, PUBlICaDa PEla CIRaNDa CUltURal. ESTE ƒ UM LIVRO REPLETO DE INFORMA‚ÍES PARA QUEM SE INTERESSA POR BICHOS PEQUENOS OU GRANDES, DA TERRA, DA çGUA OU DO AR.

rEPrOduÇ

AM

O

ÃO rEPrOduÇ

ssOl /Ed. Gira

RA

BICHOS NOJENTOS, DE NICK aRNolD, PUBlICaDo PEla EDItoRa MElhoRaMENtos. ESTE LIVRO TRAZ MUITAS INFORMA‚ÍES SOBRE INSETOS E O QUE ELES FAZEM PARA ENGANAR OS PREDADORES. ALƒM DISSO, Hç DESENHOS BEM ENGRA‚ADOS.

niCk arnO

LIvROS

ld/Ed. m

ElHOram

EnTOs

~ SUGESTÕES


O QUE ESTUDAMOS FAÇA UM X NA COLUNA QUE MOSTRA COMO VOCÊ SE SAIU NESTA Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. UNIDADE: nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade.

AVANCEI.

PRECISO ESTUDAR MAIS. UNIDADE 2

ST

LER E ENTENDER O TEXTO INFORMATIVO SOBRE CROCODILOS

RA

LEGENDA:

a parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

PRODUZIR TEXTO INFORMATIVO SOBRE A ZEBRA COM MEUS COLEGAS

O

FAZER AS ATIVIDADES E OS DESAFIOS: • DAS SÍLABAS • DA LETRA R

silvana randO/arquivO da EdiTOra

AM

• DO R INTROMETIDO

TEXTO INFORMATIVO

53


RELATO PESSOAL

AM

O

ST

RA

UNIDADE

3

54


MaRCOS GuilHERME/aRquivO Da EDitORa

RA ST O

AM Hรง MUITAS COISAS QUE PODEMOS RELATAR: ACONTECIMENTOS DE NOSSA VIDA, DO NOSSO DIA A DIA, PASSEIOS, VIAGENS. VAMOS SABER MAIS SOBRE ISSO? 55


QUE SERç QUE OZZY ESTç FAZENDO?

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

O

ST

RA

© anGEli/aCERvO DO CaRtuniSta

o

Prof., se considerar conveniente, como atividade de antecipação da leitura fazer uma dobradura de uma casa com os alunos. Consultar as orientações específicas do Manual do Professor para ler as instruções. Conversar com os alunos sobre a casa onde moram, de que parte da casa mais gostam, etc.

AM

Prof., examinar cada quadrinho explorando as posições da personagem. ler o balão de fala no quadrinho 5. questionar sobre quem fala e que pistas eles usaram para deduzir quem é (mãe/pai — “meu filho”). ler o quadrinho final, enfatizando o humor contido na resposta: o que é “fazer nada” para Ozzy.

1 2

onde está oZZY?

Em seu quarto.

ele diZ que não está faZendo nada. vocÊ concorda?

Possibilidade: ele parece brincar.

3

em sua opinião, o quarto é um bom lugar para brincar? deixar que os alunos falem sobre os lugares preferidos para brincar. Conversar sobre o quarto de por quÊ? Prof., dormir, lugar em que, mesmo quando parece que não estamos fazendo nada, muitas vezes estamos imaginando histórias, brincadeiras, etc.

A SEGUIR, VOCæ VAI LER O RELATO DE UMA MENINA CONTANDO COMO ƒ O QUARTO DELA. DIVIRTA-SE! 56

UNIDADE 3

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

angeLi. OZZY.. são pauLo: Cia. das Letras, 2006. p. 15.


leitura: relato pessoal

Gênero: relato pessoal. Esse gênero foi escolhido por ser comum na oralidade, nas conversas do dia a dia, nos relatos de acontecimentos vividos pelos alunos. O relato pessoal é um gênero que narra fatos realmente vividos, experiências pessoais. Difere dos textos literários por ser a narrativa de fatos reais, e não imaginados. Por esse motivo, o relato é feito em 1a pessoa (eu). Para alunos da faixa etária em questão, consideramos melhor introduzir o relato a partir de histórias de ficção.

ClariCe Bean sou eu

AM

O

ST

RA

REPRODuçãO/EDitORa átiCa

Prof., iniciar o trabalho pela leitura da imagem. Comparar as posições de Ozzy na cama e a da personagem Clarice. Explorar os detalhes da imagem com os alunos. Sugere-se que você faça a leitura do texto. Lauren ChiLd

esta sou eu: CLariCe Bean. eu gosto de paz e sossego, mas no meu quarto é impossíveL. estou sempre Correndo por aí. meu quarto é pequeno, Cheio de Coisas amontoadas. gosto de ter um montão de Coisas. nunCa se saBe — de repente posso preCisar. tenho um irmão mais novo, o griLo FaLante. Como tenho que dividir meu quarto Com eLe, Fiz uma Linha Bem no meio. se eLe enCostar o dedão do pé no meu Lado, ai deLe! [...] Lauren ChiLd. ClariCe Bean sOu eu. são pauLo: ÁtiCa, 2005. relato pessoal

57


PRESS/ CHaRlOttE MuRPHY/CaMERa KEYStOnE BRaSil

RA

REPRODuçãO/ED itORa átiCa

soBre a autora A INGLESA laUren cHilD ESCREVE E ILUSTRA HISTîRIAS INFANTIS. SUA PRIMEIRA PERSONAGEM DE SUCESSO FOI CLARICE BEAN, CRIADA EM 1999. SÌO DELA TAMBƒM OS LIVROS DAS PERSONAGENS CHARLIE E LOLA, CRIADAS EM 2001. ELA Jç RECEBEU DIVERSOS PRæMIOS POR SEUS LIVROS. Prof., um dos objetivos da seção Interpretação do texto é proporcionar a compreensão do texto, para que os alunos possam reconhecer informações explícitas e apreender os sentidos. É importante que o/a professor/a considere que ler com compreensão inclui a compreensão imediata das informações explícitas, mas é imprescindível trabalhar a partir da produção de inferências da leitura, do que é implícito, subentendido, do que está nas entrelinhas — o que se quis dizer. a produção de inferências deve ser mediada pelo/a professor/a, que, por sua vez, aponta no texto as “pistas” para que os alunos façam a dedução. Esse tipo de atividade precisa ser desenvolvido com bastante diálogo, proporcionando aos alunos a oportunidade de manifestar suas hipóteses de leitura. É fundamental exercitar e ampliar a capacidade de compreensão. atividade oral e esCrita

1

ST

interpretação Do texto

escolha as palavras que completam a frase do quadro de acordo com o texto:

feio

grande

O

PeQueno

coiSaS

AM

rouPaS

o quarto de clarice é

cheio de

2

coISAS

brinQuedoS

PEQuENo

,

amontoadas.

o texto lido é um relato pessoal.

converse com os colegas sobre como são os relatos pessoais.

Prof., ajudar os alunos a observar que o texto trata das experiências do cotidiano de Clarice Bean: como é, de que gosta, o que sente. Eles devem observar também a presença do eu, explicitado pelo pronome ou pelos verbos que indicam a pessoa que está falando.

3

no texto “clarice bean sou eu”, quem fala sobre o que gosta, sobre o quarto e sobre o irmão? clarice.

58

UNIDADE 3


4

qual será o motivo de clarice chamar seu irmão de grilo falante? ajude a professora a registrar uma resposta na lousa. copie a resposta aqui: Prof., os alunos devem deduzir sentidos pela expressão: grilo: pula, pula, não para quieto; falante: que fala demais,

RA

não para de falar.

Sugestão de resposta: ela talvez o chame assim porque ele não para quieto e fala demais.

faÇa uma lista de 5 coisas que vocÊ vÊ no quarto de clarice:

ST

5

Prof., essa lista poderá ser feita coletivamente, tendo como apoio a imagem que acompanha o texto. Caso seja feita

individualmente, propiciará a você a observação das hipóteses de escrita dos alunos, ajudando nas possíveis intervenções.

O

Possibilidades: copo, aquário, caixa, livros, caderno, sapato (bota), casca de banana, caixas com números,

AM

urso (tapete), roupa, etc.

6

clarice diZ:

se eLe enCostar o dedão do pé no meu Lado, ai deLe!

o que vocÊ acha que a garota quis diZer com isso? Ela quis dizer que ele não deve passar para o lado dela do quarto porque, se fizer isso, ela vai brigar.

relato pessoal

59


prÁtiCas De oraliDaDe 1. Conversa em jogo Conviver no mesmo espaço

RA

vocÊ também acha bom ter paZ e sossego? vocÊ divide seu quarto com alguém? com quem?

como devem se comportar as pessoas quando dividem o espaÇo com alguém? pense como deve ser em casa, na escola, na rua...

AM

O 60

unidade 3

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

ST

Prof., a atitude diante da linguagem oral é de liberdade mais ampla, sem as restrições próprias da linguagem escrita. Privilegiar esse momento em que cada um poderá fazer um relato pessoal das experiências vividas.


Prof., deixar que os alunos falem sobre si mesmos antes do registro escrito, que ocorrerá na seção Produ•‹o de texto. Os alunos devem ser orientados a falar e a ouvir os colegas, respeitando a expressão de suas características e gostos pessoais. É um momento para perceberem semelhanças e diferenças entre si. Estimulá-los a pensar e a falar sobre si mesmos pedindo a eles que fechem os olhos e pensem em questões que os ajudem a refletir a respeito de si próprios: quem sou eu, de que eu gosto, de que não gosto, e sobre sua moradia: onde, como e com quem moro (o que há nesse lugar, quem mora comigo), em que lugar gosto de ficar (o que há nesse local), etc. Se houver possibilidade, providenciar uma música tranquila de fundo enquanto você faz as perguntas e os alunos permanecem de olhos fechados.

2. este/esta sou eu

chegou sua veZ de diZer quem é vocÊ.

RA

pense em coisas sobre vocÊ para falar: • do que gosta; • do que não gosta; • onde mora; • com quem mora.

na sua veZ, apresente-se, diZendo: eSte/eSta SoU eU. em seguida, diga seu nome.

fale alto e devagar para todos entenderem.

ST

conte as coisas que pensou sobre vocÊ.

ouÇa com atenÇão a apresentaÇão dos colegas.

O

proDução De texto relato pessoal

atividade oral e esCrita

AM

releia como clarice bean comeÇou o relato dela:

esta sou eu: CLariCe Bean. eu gosto de paz e sossego, mas no meu quarto é impossíveL.

Prof., esse texto deve ser produzido de forma espontânea. a escrita espontânea e pessoal se constitui num momento importante para que o aluno perceba a função da escrita como registro de sentimentos, de emoções. É uma atividade oportuna para também avaliar hipóteses de escrita e avanços conseguidos pelos alunos em relação à produção de pequenos textos. Os alunos devem se sentir à vontade para pedir ajuda diante de desafios que a escrita de um texto oferece. auxiliar os alunos na escrita das palavras que suscitam dúvidas.

a) agora é sua veZ: escreva sobre vocÊ.

faÇa seu relato:

Prof., caso você perceba que os alunos estão apresentando dificuldade, sugerir possíveis maneiras de darem início aos

parágrafos, como “Este/Esta sou eu:”, “Eu gosto de”, “Moro”, “O lugar em que mais gosto de ficar é”, etc. aproveitar para

orientar o uso principalmente de pontuação final: ponto-final, ponto de exclamação ou ponto de

interroga•‹o, se os textos necessitarem.

relato pessoal

61


ST

RA

B) desenhe algumas coisas em que vocÊ pensou:

C) espere sua veZ de apresentar o texto e o desenho. ouÇa os textos dos colegas e veja como eles desenharam o local em Prof., sugere-se a seguinte leitura suplementar: Rápido como que moram. um gafanhoto, de audrey Wood, editado pela Brinque-Book.

O

língua: usos e reflexão

AM

masCulino e feminino

eSte sou eu: oZZY.

REPRODuçãO/EDitORa átiCa

observe a apresentaÇão de cada personagem: © anGEli/aCERvO DO CaRtuniSta

1

eSta sou eu: clarice bean.

que diferenÇa vocÊ percebe nas palavras coloridas? Este refere-se a um menino, e esta, a uma menina.

62

UNIDADE 3


2

os nomes de pessoas, animais e coisas podem ser masculinos ou femininos. forme pares, seguindo os exemplos: MaScUlino

a menina

o primo

a prima

o amigo

a amiga

o gato

a gata

o sapo

a sapa

RA

o menino

ST

3

feMinino

o que foi preciso faZer para escrever os nomes no feminino? Foi preciso alterar a vogal final de o para a e concordar o artigo feminino com ela.

O

forme pares de animais: o porco

a porca

o macaco

a macaca

o leão

a leoa

o galo

a galinha

o urso

a ursa

AM

4

5

Prof., não é preciso comentar sobre gênero neste momento. nestes casos iniciais mais simples, para saber se uma palavra é masculina ou feminina, colocar o artigo o ou a antes do nome: a cadeira, a lousa, o planeta, o carro, etc. Este início de estudo é apenas para estabelecer algumas relações de concordância entre o nome e seus determinantes. O conteúdo será retomado e sistematizado no ano seguinte.

como ficaria a fala de clarice bean se ela tivesse uma irmã? em veZ de diZer: “tenho um irmão mais novo”, clarice diria: tenho

uma irm‹ mais nova.

relato pessoal

63


se em veZ de oZZY a personagem fosse clarice, como ficaria a fala da mãe no quadrinho abaixo?

reescreva:

O

ST

clarice, minha filha, o que voc• est‡ fazendo?

RA

© anGEli/aCERvO DO CaRtuniSta

6

AM

Hora De organiZar o Que estuDamos

maSculino

o menino um menino

64

UNIDADE 3

nomeS Prof., este esquema é apenas um modo de organizar. Ele aparecerá em algumas unidades para que os alunos se familiarizem com esquemas e com a necessidade de sintetizar os conhecimentos. São esquemas simples que objetivam uma progressão até que se chegue a quadros conceituais mais elaborados nos anos seguintes. Esta forma de organizar o conhecimento pode ser chamada de mapa conceitual. Consultar o Manual do Professor para esclarecimentos.

feminino

a menina uma menina


palavras em jogo sílabas leia e brinque com o som da parlenda:

O

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

ST

a-do-Le-tÁ Le pePI... Le toMA... Le CaFé Com ChoCoLA... a-do-Le-tÁ

RA

Prof., esta é uma parlenda de brincadeiras de escolha: é para que seja escolhida uma criança da roda. a última sílaba é omitida durante a brincadeira. Fazer a leitura enfatizando a tonicidade nas sílabas em negrito, como se fossem acentuadas, para dar ritmo à parlenda.

AM

1

releia a parlenda e observe que falta a Última sÍlaba de trÊs palavras. escreva abaixo a sÍlaba que falta:

PePi

No

toma

tE

chocola

tE

RELATO PESSOAL

65


2

faÇa o mesmo com estas palavras. complete com a sÍlaba que Prof., o conteúdo é iniciado com a atividade que parte da sílaba representada por uma consoante e uma vogal falta: (sílaba canônica), correspondendo a um valor silábico: na – mi – ve, para que depois os alunos se apropriem de outras formações silábicas.

bana

é roupa

ca

é doce

coca

é gelado

sor

é salgado

empa

é flor

mar

NA

seta

MI

DA

te

RA

VE DA GA

ri

DA

ST

Des afio

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

é fruta

O

escreva na lata apenas as palavras que tÊm a letra l e que não são nomes de animais.

AM

leite lã bule luva lobo leão lagartixa caramelo livro linha camelo limão leitão

66

unidade 3

leite l‹ bule caramelo luva livro linha lim‹o

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

cabe na lata.


l em iníCio De sílaba 1

leia em voZ alta as palavras que vocÊ escreveu na lata.

2

em quantos pedaÇos, ou sÍlabas, falamos as palavras abaixo? complete as palavras e separe as sÍlabas nos quadros:

LE

gume

LE

LI

mão

LI

carame ave

e

LE

ME

Mão

RA

ME

A

VE

Lo

LoR

cA

LoR

minoSo

Lu

MI

No

So

E

LE

FAN

tE

AM

Lu

Gu

cA

O

ca

Lo

tE

RA

LEI

ST

te

LEI

Prof., o ideal é que este tipo de atividade seja realizado primeiro oralmente para que os alunos percebam os impulsos sonoros. Só depois fazer a atividade escrita.

fante

nessas palavras, pinte as sÍlabas que tÊm a letra l.

3

observe a posiÇão da letra l nas sÍlabas que vocÊ pintou. ela está:

no meio da sÍlaba. X

no final da sÍlaba.

no inÍcio da sÍlaba. relato pessoal

67


letra intrometiDa –– l atividade oral

leia em voZ alta o nome da personagem:

AM

O

ST

REPRODuçãO/EDitORa átiCa

1

RA

vocÊ viu a letra l no inÍcio das sÍlabas. mas o que pode acontecer se a letra l estiver em outro local da sÍlaba? vamos ver o que acontece quando a letra l se intromete no Prof., o objetivo da atividade é sistematizar o uso meio de uma sÍlaba. da letra L no encontro com outras consoantes.

2

agora separe as sÍlabas desse nome:

cla

3

clarice

ri

repita em voZ alta a primeira sÍlaba:

ce

cla .

fale outras palavras que comeÇam com essa sÍlaba. que movimento a lÍngua faZ na boca? 68

unidade 3

Sugestões: claro, claridade, clareira, cláudia, clarabela, clave, clamor, clavícula. Prof., observar se os alunos estão articulando bem o encontro consonantal. Há crianças que têm mais dificuldade, pois articulam esse encontro consonantal como cra.


Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

RA

Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

fátima

X

carloS

X Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

clotilde

Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

cora Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

carolina

clara

Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

leia: Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

4

flora

cláudio

X

X

ST

a) pinte os nomes que tÊm o l intrometido como no nome de clarice. clotilde, clara, Flora, cláudio.

B) fale esses nomes em voZ alta. o que acontece com a lÍngua? Prof., comentar a necessidade de elevar a língua ao falar os nomes em que o L se junta a uma consoante, no caso de Clara, Flora, Cláudio, Clotilde.

5

observe: ro

cl a

ro

O

ca

o que aconteceu na segunda palavra, em que entrou a letra l?

Prof., os alunos devem observar que o acréscimo da letra L no meio da sílaba altera o som. Se considerar oportuno, com a ajuda do alfabeto móvel, fazê-los observar que na primeira palavra a sílaba é formada por consoante/vogal. na segunda, é formada por consoante/consoante/vogal.

agora vocÊ.

AM

6

7

fecha

FLEcHA

puma

PLuMA

Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

coloque a letra l na sÍlaba adequada para formar o nome do que está desenhado:

coloque a letra l na primeira sÍlaba e descubra as palavras:

cima

cLIMA

foco

FLoco

fora

FLoRA

caro

cLARo

paca

PLAcA

caridade

cLARIDADE

relato pessoal

69


Des afio em dupla. descubram onde a letra l deve ser colocada

1

para a palavra ficar correta: BLuSA

fanela

FLANELA

boco

BLoco

paneta gobo carineta

PLANEtA

GLoBo

cLARINEtA

RA

busa

fiZeram um texto para as placas, mas se esqueceram de colocar a letra l em algumas palavras. veja como ficou estranho:

2

O

AM

refaÇa o texto, corrigindo as palavras:

cláudio vai ao clube de bicicleta. No caminho tem uma placa.

Siga a flecha.

clínica do Dr. clóvis Floriano.

70

UNIDADE 3

Silvana RanDO/ aRquivO Da EDitORa

ST

CÁudio vai ao CuBe de BiCiCeta. no Caminho tem uma paCa. siga a FeCha.


memÓria em jogo vamos falar sem tropeÇar: Prof., insistir na memorização da quadrinha para posteriormente enfatizar a articulação clara das palavras. PaulinaS /EDiçÕES REPRODuç ãO

RA

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

metida a atLeta, a tia anaCLeta pedaLa, suando, uma BiCiCLeta. [...]

sYLvia orthoF. Tia anaCleTa e sua DieTa. são pauLo: pauLinas, 1994.

ST

na página 241, há uma atividade com esse texto. confira.

O

Cena maluCa

REPRODuçãO/REviSta REcREIo/EDitORa aBRil

Hora Da Diversão

AM

do quarto de clarice para uma coZinha muito maluca! descubra deZ coisas estranhas nesta cena.

Respostas: 1. bichinhos dentro da lâmpada; 2. ponteiros do relógio; 3. pinguim pescando em cima da geladeira; 4. pintinho na porta da geladeira; 5. esquimó dentro da geladeira; 6. tênis na fruteira (ao lado da geladeira); 7. cachorro tomando sopa; 8. luvas de boxe penduradas; 9. borboletas saindo da panela; 10. televisão no forno.

revista reCreiO — esPeCial PassaTeMPO. são pauLo: aBriL, n. 14, 15 Jun. 2000. RELATO PESSOAL

71


PanHia DaS lEtR aS

~ SUGESTÕES

REPROD uçãO/EDi tORa CO M

livros

REPRODuçãO/ED itORa átiCa

ST

ACHEM MEU PAI, POR FAVOR!, DE JI YUN CHIN E MI SOOK YOON, PUBLICADO PELA EDITORA CALLIS. esta é a histÓria de um pinguim que vive no paÍs das neves e está muito insatisfeito com o fato de ser filho de um urso. ele acha que seu pai e ele não são parecidos e decide, então, procurar seu pai biolÓgico.

O

REPRODuç

ãO/EDitORa

CalliS

RA

NAS RUAS DO BRçS, DE DRAUZIO VARELLA, PUBLICADO PELA EDITORA COMPANHIA DAS LETRINHAS. nesse livro, o médico drauZio varella relata episÓdios de sua infÂncia, quando era um menino que brincava e brigava nas ruas do brás. um tempo em que os moleques iam pescar no tietÊ, levavam bicada de galo, ouviam futebol no rádio e corriam atrás de balão.

AM

REINA‚ÍES DE JOSƒ MINDLIN, DE JOSƒ MINDLIN, PUBLICADO PELA EDITORA çTICA. depois de se tornar um homem maduro e um grande colecionador de livros, josé mindlin escreveu relatos baseado em suas lembranÇas mais antigas. suas aventuras da infÂncia muitas veZes tÊm como pano de fundo acontecimentos histÓricos importantes. ele também conta suas emoÇÕes e sensaÇÕes do dia a dia e comenta seu amor pelos livros.

72

UNIDADE 3


O QUE ESTUDAMOS faÇa um X na coluna que mostra como vocÊ se saiu nesta Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a unidade: legenda. nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe

avancei.

preciso estudar mais. UniDaDe 3

RA

legenda:

ao final da unidade. a parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

ST

ler e entender o relato pessoal: “clarice bean sou eu”

produZir meu relato pessoal

faZer as atividades e os desafios: • DAS SÍLABAS

O

• DO MASCULINO E DO FEMININO • DA LETRA l em inÍcio de sÍlaba

Silvana RanDO/aRquivO Da EDitORa

AM

• DA LETRA l intrometida

RELATO PESSOAL

73


AM RA

ST

O

UNIDADE

4

74

POEMA (1)


maRcoS GuilheRme/aRquivo da editoRa

RA ST O

AM SABIA QUE PODEMOS INVENTAR NOVAS PALAVRAS? VOCÊ JÁ INVENTOU ALGUMA? E INVENTAR PALAVRAS EM POEMAS É MUITO DIVERTIDO! VAMOS CONFERIR?

75


V

Prof., Carl Warner é fotógrafo e artista plástico, nascido na Inglaterra em 1963. Seu trabalho é todo montado com alimentos que o artista dispõe sobre uma mesa e fotografa. Se possível, consultar a página do artista: <www.carlwarner.com>. Acesso em: abr. 2014. Estimular os alunos a observar os alimentos que foram empregados: pães nas montanhas, no telhado da casa e em fatias empilhadas imitando pedras. As paredes da casa são de queijo; a estrutura das barracas é feita com canela em pau; pão de forma e talos de salsão são usados para o telhado. As árvores são de salsinha e é possível ver azeitonas, pepinos, tomates, batatas, figos e outras frutas.

VILAREJO DE PÃO, DE CARL WARNER.

AM

PARECE UMA PINTURA, NÌO ƒ MESMO? MAS NA VERDADE ƒ A FOTO DE UMA ALDEIA MONTADA. PARA MONTç-LA, O ARTISTA USOU COISAS BEM DIFERENTES. OLHE COM ATEN‚ÌO E DESCUBRA TUDO O QUE FOI USADO NA MONTAGEM PARA A FOTO. O ARTISTA DEU A ESSA FOTO O TêTULO DE VILAREJO DE PÃO. DESCOBRIU POR QUE O TêTULO ƒ ESSE? E O QUE MAIS VOCæ DESCOBRIU? CONTE PARA OS COLEGAS E VEJA O QUE ELES DESCOBRIRAM. O ARTISTA MONTOU A FOTO COM ALIMENTOS. A SEGUIR, VOCæ VAI LER UM POEMA QUE TAMBƒM TEM A VER COM ALIMENTO. O QUE SERç?

76

UNIDADE 4

caRl WaRneR/aceRvo do aRtiSta

O

ST

RA

EJA O QUE UM ARTISTA FEZ:


G•nero: poema. Texto escrito em versos caracterizados geralmente pelo ritmo, pela sonoridade, pelas rimas. Na cantiga popular da Unidade 1 foi destacado o verso como cada linha do poema. Neste poema a •nfase ser‡ dada ˆ rima e ˆ estrofe. As rimas possibilitam a rela•‹o da palavra com a qualidade: esquisita: chistugovita. As estrofes s‹o irregulares no nœmero de versos, e a ordem em que aparecem se relaciona ˆ sequ•ncia das colheradas (primeira, segunda...). A quinta estrofe Ð a menor Ð est‡ ligada ao tŽrmino das letrinhas da sopa. Sugere-se que a leitura seja feita por voc•, evidenciando bem as palavras que se formaram. Questionar os alunos sobre a exist•ncia ou n‹o dessas palavras no dicion‡rio. Chamar a aten•‹o para o formato da escrita que evidencia a palavra que foi inventada.

lEITURA: POEMA

SOPA DE LETRINHAS

1

NA SEGUNDA, APARECEU UMA PALAVRA SONORA: FLOCTFLORA.

2

ST

NA PRIMEIRA COLHERADA, VEIO UMA PALAVRA ESQUISITA: CHISTUGOVITA.

RA

LALAU

NA TERCEIRA, EU VI UMA PALAVRA MEDONHA: BURPRONHA.

O

NA QUARTA, DEU PRA LER UMA PALAVRA GOSTOSA: VISQUISMOSA.

3

4

DEPOIS, OLHANDO PARA AQUELE PRATO FUNDO, PERCEBI QUE TINHA COMIDO AS PALAVRAS MAIS DOIDINHAS DO MUNDO.

6

5

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

AM

NA òLTIMA COLHERADA, Sî VEIO O CALDO: NÌO ESTAVA ESCRITO NADA.

LALAU. ZUM-ZUM-ZUM e OUTRAS POeSIAS. SÌO PAULO: CIA. DAS LETRINHAS, 2007. P. 10. POEMA (1)

77


RaFo andRÉ conti/aceRvo do FotÓG

RA

RepRoduÇÃo/c ia. daS

letRinhaS

SOBRE O AUTOR LALAU ƒ POETA E TRABALHA COM CRIA‚ÌO PUBLICITçRIA. Jç PUBLICOU VçRIOS LIVROS, SEMPRE EM PARCERIA COM A ILUSTRADORA E ARTISTA PLçSTICA LAURABEATRIZ. ELE CRIA OS VERSOS E AS RIMAS, E ELA OS TRANSFORMA EM IMAGENS. Prof., a finalidade da se•‹o Interpretação do texto Ž proporcionar a compreens‹o do texto de maneira que os alunos reconhe•am informa•›es expl’citas para apreender os sentidos do texto. ƒ importante lembrar que ler com compreens‹o inclui tanto compreens‹o imediata das informa•›es expl’citas quanto a produ•‹o de infer•ncias da leitura do que Ž impl’cito ou subentendido, do que est‡ nas entrelinhas. A habilidade de compreens‹o precisa ser exercitada e ampliada.

INTERPRETA‚ÌO DO TEXTO ATIVIDADE ORAL E ESCRITA

1

ST

ESSE POEMA FOI ESCRITO EM VERSOS. CADA CONJUNTO DE VERSOS RECEBE O NOME DE ESTROFE. NO POEMA, NuMERE AS ESTROFES.

quANTAS ESTROFES TEM O POEMA?

O

LiguE AS PALAVRAS quE SE FORMARAM NA COLHER COM AS PALAVRAS quE RiMAM NAS ESTROFES.

FLOCTFLORA

MEDONHA

CHISTUGOVITA

GOSTOSA

BURPRONHA

SONORA

VISQUISmOSA

ESQUISITA

AM

2

Seis.

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

78

UNIDADE 4


3

ESCREVA AS PALAVRAS DO POEMA quE RIMAM COM: COLHERADA FuNDO

4

;

nada

.

mundo

LiguE A PALAVRA AO quE ELA SigNiFiCA.

PRODUZ SOM

RA

MEDONHA ESQUISITA

CAUSA MEDO

SONORA

POR quE NA ÚLTiMA COLHERADA SÓ VEiO CALDO?

ST

5

É ESTRANHA

Acabaram as letrinhas de macarrão.

6

RELEiA:

O

PERCEBI QUE TINHA COMIDO AS PALAVRAS MAIS DOIDINHAS DO MUNDO.

AM

VOCÊ TAMBÉM ACHOu DOiDiNHAS AS PALAVRAS? POR quÊ?

Prof., espera-se que os alunos digam que s‹o doidinhas porque, como foram inventadas no poema, s‹o esquisitas, estranhas. Acatar outras respostas, desde que os alunos argumentem com pertin•ncia.

7

PiNTE SuA RESPOSTA. ESSE POEMA:

EMOCiONOu.

iNFORMOu.

DiVERTiu.

CONTO E RECONTO

OuÇA “A HiSTÓRiA ENgATADA”, EM FORMA DE POEMA, quE A Prof., o texto ÒA hist—ria engatadaÓ encontra-se PROFESSORA VAi CONTAR. em Coletânea, no final deste volume. Fazer RECONTE ESSA HiSTÓRiA DO SEu JEiTO. uma leitura expressiva do poema narrativo. POEMA (1)

79


PRODUÇÃO DE TEXTO

Prof., orientar a formação de grupos de três alunos. Ajudar os alunos a fazer uma lista de palavras que rimam com as palavras coloridas. Eles podem inventar palavras como piripipita, mas sem perder de vista a condição que é a rima. Acatar possibilidades e ajudar aqueles que apresentarem mais dificuldade.

POEMA

Em TRIO. FOi RETiRADA A PALAVRA DO ÚLTiMO VERSO DAS

ESTROFES ABAixO.

RA

ESCREVAM uMA PALAVRA DiFERENTE DA quE VOCÊ Viu NO POEMA PARA COMPLETAR AS ESTROFES. LEMBREM quE A PALAVRA ESCOLHiDA DEVE RiMAR COM A PALAVRA COLORiDA. PODE SER PALAVRA quE ExiSTE Ou iNVENTADA. CAPRiCHEM!

ST

NA PRIMEIRA COLHERADA, VEIO UMA PALAVRA ESQUISITA: fita, marmita, chita, parasita...

O

NA SEGUNDA, APARECEU UMA PALAVRA SONORA:

amora, hora, agora, nora, flora, fora, embora...

AM

NA TERCEIRA, EU VI UMA PALAVRA MEDONHA:

fronha, cegonha, risonha, vergonha...

NA QUARTA, DEU PRA LER UMA PALAVRA GOSTOSA:

rosa, prosa, poderosa, cheirosa, medrosa...

AguARDEM A VEZ DE LER PARA OS COLEgAS AS PALAVRAS quE VOCÊS uSARAM PARA COMPLETAR AS ESTROFES. OuÇAM AS PALAVRAS ESCOLHiDAS PELOS COLEgAS. 80

unidade 4


PRÁTICAS DE ORAlIDADE 1. CONVERSA EM JOGO

Prof., nestas atividades o objetivo é o trabalho com sentido, e não mais com rima. Aproveitar a oportunidade de refletir sobre palavras e expressões que facilitam a convivência, como bom dia, olá, obrigado/a, por favor, desculpe, com licença, etc., e incentivá-los a usá-las no dia a dia.

PALAVRAS AmÁVEIS

NO POEMA VOCÊ Viu VÁRiAS PALAVRAS.

RA

NO NOSSO DiA A DiA TAMBÉM VEMOS E OuViMOS MuiTAS PALAVRAS. E HÁ PALAVRAS MuiTO iMPORTANTES: SÃO AS PALAVRAS AMÁVEiS, gENTiS. VOCÊ SABE quE PALAVRAS SÃO ESSAS?

CONVERSE COM OS COLEgAS E, JuNTOS, PROCuREM SE LEMBRAR DELAS.

ST

uMA PiSTA: ELAS SÃO PALAVRAS “MÁgiCAS”, iSTO É, SÃO CAPAZES DE TRANSFORMAR A CONViVÊNCiA ENTRE AS PESSOAS!

2. TROCA-TROCA DE PAlAVRAS

NA ViDA REAL HÁ PALAVRAS MEDONHAS, iSTO É, quE PODEM CAuSAR MEDO. POR ExEMPLO: MONSTRO.

O

MAS HÁ TAMBÉM PALAVRAS GOSTOSAS. POR ExEMPLO: BRINCADEIRA. PENSE EM uMA PALAVRA gOSTOSA E EM uMA PALAVRA MEDONHA. NA SuA VEZ, FALE SuAS DuAS PALAVRAS.

AM

OS COLEgAS DEVERÃO ADiViNHAR quAL É A MEDONHA E quAL É A gOSTOSA. DigA POR quE ESCOLHEu ESSAS PALAVRAS. AO FiNAL, DiSCuTAM: quAL FOi A PALAVRA MAiS MEDONHA? E A MAiS gOSTOSA? Prof., registrar a lista de palavras medonhas e a lista de palavras gostosas para que os alunos comparem as escolhas e identifiquem as palavras que tiveram mais votos.

PAlAVRAS EM JOGO

Em DUPLA. VOCÊS TÊM uM gRANDE DESAFiO: MONTAR, ENCONTRAR,

ESCREVER E RiMAR PALAVRAS. E AS SÍLABAS E DEPOiS AS LETRAS ESTÃO TODAS FORA DE ORDEM! quE CONFuSÃO! VEJAM: POEMA (1)

81


DES AFIO

A GE LEI

telefone

geleia

RA

luneta

TE FO NE LE

ST

balão

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

LãO bA

NE TA LU

JOãO

AM

MARIETA

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

O

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

VEJA AgORA DE quEM SÃO OS PRESENTES.

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

2

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

DESCuBRA quE PRESENTES ESTÃO EMBALADOS, MONTANDO AS PALAVRAS.

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

1

SIMONE

CLEIA

ENCONTRE O NOME DE CADA uM NAS LETRAS MiSTuRADAS.

82

UNIDADE 4

A

b

A

C

A

L

V

P

U

I

D

A

M

A

R

I

E

T

A

M

C

L

E

I

A

A

U

M

T

R

S

S

I

M

O

N

E

V

A

I

P

A

O

b

E

A

J

O

ã

O


AgORA ORgANiZE TuDO.

3

ESCREVA EM CADA CARTÃO PARA quEM É O PRESENTE.

Silvana Rando/aRquivo da editoRa

ST

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Balão para João

Marieta

AM

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

O

Luneta para Marieta.

Simone

Silvana Rando/aRquivo da editoRa

João

Silvana Rando/aRquivo da editoRa

RA

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

DICA: O NOME DO PRESENTE RIMA COM O NOME DE quEM VAi gANHAR:

Silvana Rando/aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Telefone para Simone.

Cleia

Geleia para Cleia.

4

PiNTE NAS PALAVRAS AS SÍLABAS COM A LETRA L.

LUNETA

TELEFONE

bALãO POEMA (1)

83


ESCOLHA AS PALAVRAS NO BALÃO E ESCREVA NO quADRO DE ACORDO COM A POSiÇÃO DA LETRA L NA PALAVRA:

5

LUNETA

TELEFONE

bALãO

lápis

palito

mala

RA

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Prof., a justificativa que se pede na atividade abaixo deve ser respondida oralmente, com base no que os alunos observam quanto à posição que a letra L ocupa na palavra.

quE PALAVRA SOBROu NO BALÃO? POR quÊ?

6

Blusa.

Prof., espera-se que os alunos constatem que a razão é que a palavra blusa traz a letra L intrometida no meio da sílaba.

JOãO

SIMONE

AM

MARIETA

CLEIA

l EM FINAl DE SÍlABA

GIRASSOL

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

OBSERVE AS PALAVRAS.

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

1

SOL

PiNTE A PARTE quE SE REPETE NAS DuAS PALAVRAS. 84

UNIDADE 4

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

O

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

ST

CiRCuLE O NOME quE TAMBÉM TRAZ A LETRA L DESSE MODO.

7


SigA O MODELO E COLOquE A LETRA L NAS PALAVRAS.

Prof., estimular a observa•‹o do valor posicional da letra L: em in’cio de s’laba; em final de palavra; em final de s’laba. Falar as palavras em voz alta para que os alunos observem a mudan•a de som.

/a

do

an

aR

van

Sil

ivo

Rqu

da

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

2

oRa

edit

AMA

alma

POVO

polvo

ATO

alto

CAMA

calma

CAÇA

calça

SODA

solda

COPiE AS PALAVRAS DO quADRO NA COLuNA CORRETA. PARA iSSO, OBSERVE O SOM DO FiNAL DAS PALAVRAS.

CARACOL

SUL

FUTEbOL

RAUL

CANAL

FUNIL

MEL

AVENTAL

CANIL

O

PASTEL

ST

3

TALCO

RA

TACO

ANEL

ANIL

ANZOL

AZUL

avental

pastel

canil

caracol

sul

canal

mel

funil

futebol

Raul

AM

VARAL

AUTODITADO. quAL É O NOME DE CADA FiguRA? ESCREVA ABAixO Prof., dependendo da autonomia de escrita dos alunos, o autoditado pode ter a fun•‹o de autoavalia•‹o. DA FOTO. Foram privilegiadas palavras de uso mais comum, de modo que os alunos possam memoriz‡-las, distinguindo-as da escrita com U, como em mingau, pau, degrau. N‹o h‡ regra que ajude na escolha.

caracol

FaBio manGaBeiRa/ aRquivo da editoRa

FaBio colomBini/ aceRvo do FotÓGRaFo

4

anel

ti/ ut a m oR de it Y ed l he da o iv qu aR

jornal

POEMA (1)

85


Prof., comentar que h‡ palavras escritas com AL e outras com AU. Da mesma forma: anel/chapéu, abril (m•s)/abriu (abrir). Se considerar conveniente, fazer listagens, orientando os alunos a consultar o dicion‡rio.

RA

piXland/JupiteR imaGeS

photoS.com/JupiteR imaGeS

BananaStock/JupiteR imaGeS

MARquE uM X NOS NOMES EM quE O SOM AL, EL, IL, OL Ou UL APARECE. GoodShoot/JupiteR imaGeS

ALiCE

X

OLgA

ELiAS

O

thinkStock/JupiteR imaGeS

ST

BananaStock/JupiteR imaGeS

thinkStock/JupiteR imaGeS

ELiANA

BRand X pictuReS/JupiteR imaGeS

5

RAuL

X

AM

X

ÉLTON

X

ÁLVARO

X

AÍLTON

MEMóRIA EM JOGO

Prof., ler a parlenda enfatizando o som /al/. Chamar a aten•‹o para ÒtáÓ em lugar de Òest‡Ó. H‡ varia•›es da parlenda: Destaque o uso do U em mingau (que rima com o som de mal/sal). T‡ de mal / Come sal / Na panela / De mingau // T‡ de mal / Come sal / T‡ com m‡goa / Bebe ‡gua/ T‡ de bem / ParabŽns.

TÁ DE MAL COME SAL DEIxA PENDURADO NO VARAL PRA COMER NO NATAL!

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

LEiA A PARLENDA:

NA PÁgiNA 241, HÁ uMA ATiViDADE PROPOSTA COM ESSE TExTO. CONFiRA. 86

unidade 4


hORA DA DIVERSÃO COISAS ESqUISITAS

AM

O

ST

RA

RepRoduÇÃo/ReviSta RecReio/editoRa aBRil

DiViRTA-SE OBSERVANDO A CENA ABAixO E DESCOBRiNDO quE BiCHOS FORMARAM CADA uM DESTES ANiMAiS ESquiSiTOS:

REVISTA ReCReIO, N. 732, SÃO PAULO: ABRIL, 20 MAR. 2014. P. 30.

1. elefante e cachorro; 2. sapo, zebra e escorpião; 3. minhoca e pica-pau; 4. pato, tartaruga e raposa; 5. cachorro e sapo; 6. zebra e elefante; 7. minhoca e pato; 8. pavão e lagarto; 9. cachorro e aranha; 10. pica-pau e tartaruga; 11. borboleta e escorpião.

POEMA (1)

87


Ra Sale Siana

~ SUGESTÕES PUBLICADO PELA EDITORA SALESIANA.

RepRoduÇ

ABC DAS RIMAS, DE CÉSAR OBEID,

Ão/edito

LIVROS

EM VERSOS RiMADOS, O ESCRiTOR

Ra mo

ST

deRna

TODAS AS LETRAS, DO A AO Z.

RA

CÉSAR OBEiD CONTA AS AVENTuRAS DE

duÇÃo

/edito

ABOBRINHA QUANDO CRESCE..., DE CARLOS

RepRo

QUEIROZ TELLES, PUBLICADO PELA EDITORA MODERNA.

O LiVRO APRESENTA uMA COLEÇÃO DE

O

PEquENOS POEMAS quE RETRATAM

PUBLICADO PELA EDITORA DUBOLSINHO. ESSE LiVRO É uM JOgO DE ADiViNHAÇÃO

EM VERSOS, REPLETO DE BiCHOS E DE gENTE. POR ELE CiRCuLAM PERSONAgENS FAMiLiARES, MAS NENHuMA DELAS RESPONDE À PERguNTA DO TÍTuLO: “quAL É?”.

88

UNIDADE 4

inho duBolS Ão/edito Ra

QUAL É?, DE MÔNICA VERSIANI MACHADO,

RepRoduÇ

AM

SiTuAÇÕES DO COTiDiANO iNFANTiL.


O QUE ESTUDAMOS FAÇA uM X NA COLuNA quE MOSTRA COMO VOCÊ SE SAiu NESTA Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a uNiDADE:

AVANCEi.

PRECiSO ESTuDAR MAiS. UNIDADE 4

ST

LER E ENTENDER O POEMA “SOPA DE LETRiNHAS”

RA

LEgENDA:

parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

PRODuZiR RiMAS EM gRuPO PARA COMPLETAR ESTROFES

FAZER AS ATiViDADES E OS DESAFiOS: • DA LETRA L

Silvana Rando/ aRquivo da editoRa

AM

O

• DA LETRA L EM FiNAL DE SÍLABA

POEMA (1)

89


AM

MarCos GuIlHerMe/arquIvo da edItora

RA

ST

O

UNIDADE

5

90

LENGA-LENGA


RA ST O

AM TODO MUNDO GOSTA DE HISTÓRIAS. E QUANDO ELAS SÃO CHEIAS DE BRINCADEIRAS COM PALAVRAS, QUEREMOS QUE DEMOREM A TERMINAR, NÃO É? ENTÃO, VAMOS ENTRAR NA BRINCADEIRA!

91


V

Prof., nas orientações específicas do Manual do Professor, há instruções sobre como fazer um pintinho de papel como atividade de antecipação de leitura para a lenga-lenga. sugere-se fazer a leitura compartilhada acrescentando gestos, de modo que os alunos memorizem a sequência que vai crescendo. sugestões: pintinho: as mãos fechadas; patinho: mãos juntas como bico que abre e fecha; galinha: braços batendo no corpo; galo: a mão aberta no alto da cabeça como crista; e assim por diante. os alunos poderão ajudar previamente a escolher o gesto que lembre cada animal.

AMOS LER E BRINCAR COM UMA LENGA-LENGA. SIGAM AS INSTRUÇÕES DA PROFESSORA.

E o pIntInHo? na minha casa tinha um

.

gesto

na minha casa tinha um

.

RA

na minha casa tinha um pintinho. O PINTINHO PIU, O PINTINHO PIU, voz dos alunos O PINTINHO PIU, O PINTINHO PIU! gesto

ST

na minha casa tinha um patinho. O PATINHO QUç, O PATINHO QUç, voz dos alunos O PINTINHO PIU, O PINTINHO PIU! .

gesto

O

na minha casa tinha uma galinha. A GALINHA Cî, O PATINHO QUç, O PINTINHO PIU.

AM

. gesto na minha casa tinha um na minha casa tinha um galo. O GALO COCî, A GALINHA Cî, O PATINHO QUç [E O PINTINHO PIU. E O PINTINHO? O PINTINHO PIU! [...]

voz dos alunos

Ilustrações: sIlvana rando/ arquIvo da edItora

na minha casa tinha uma

voz dos alunos

PERU

92

UNIDADE 5

sIlvana rando/ arquIvo da edItora

sIlvana rando/ arquIvo da edItora

sIlvana rando/ arquIvo da edItora

VAMOS CONTINUAR COM A LENGA-LENGA! VEJA AS IMAGENS ABAIXO, PENSE COMO IMITAR O SOM QUE CADA UM DESSES ANIMAIS FAZ E PREPARE-SE PARA CONTINUAR A BRINCADEIRA!

CACHORRO

GATO


lEITURA: lENGA-lENGA

Gênero: parlenda ou lenga-lenga, ou ainda conto cumulativo, é um tipo de história em que o que se conta não é importante, e sim o efeito sonoro que produz: diversas onomatopeias, muitas repetições que se sucedem conferindo ritmo ao texto que, no final, volta ao ponto de partida.

Estava a

no sEu lugar, vEio a 1

2

na

E a vElha a fiar. 1

2

Estava a

no sEu lugar, vEio a 2

,a

Estava a

2

Ea

1

1

lhE fazEr mal.

4

, a aranha na

O

na

3

4

Ea

a fiar.

no sEu lugar, vEio o

3

o

na

ST

2

3

lhE fazEr mal.

3

na

a

RA

a

lhE incomodar.

Ilustrações: sIlvana rando/ arquIvo da edItora

A VELHA A FIAR

, a mosca na vElha

2

a fiar.

AM

1

Estava o

no sEu lugar, vEio o 5

4

o

no

5

na

, o rato na

4

lhE fazEr mal.

, a aranha na 3

, a mosca 2

E a vElha a fiar.

1

[...] disponívEl Em: <http://www.radio.uol.com.br/#/lEtras-E-musicas/ palavra-cantada/a-vElha-a-fiar/1184187>. acEsso Em: maio 2014. adaptado. LENGA-LENGA

93


INTERpRETAção do TExTo AtIVIdAdE oRAL E EscRItA

uma história que é feita de repetições e que parece não ter fim é uma lenga-lenga. a velha e os bichos são as personagens da história que você leu. numere as personagens na ordem em que aparecem na lenga-lenga:

2

3

2

4

Ilustrações: sIlvana rando/ arquIvo da edItora

1

ST

5

RA

1

por que os animais aparecem na ordem que você indicou Prof., esta é uma questão que acima? converse com os colegas a respeito. exige que os alunos infiram que o animal seguinte é sempre um potencial “perigo” (ou capaz de “incomodar” ou de “fazer mal”) para o anterior.

qual é a única personagem da lenga-lenga que está trabalhando? escreva a seguir:

O

3

A velha.

para continuar a lenga-lenga, que personagem você colocaria depois do gato?

AM

4

escreva a palavra na frase:

5

Prof., o importante é ajudar os alunos a compreender que ela está trabalhando com fios, ou seja, fiando. explicar aos alunos que antigamente as mulheres fiavam bastante, transformando em fios o algodão colhido e a lã retirada dos carneiros. tais fios depois podiam ser tecidos. esse trabalho manual era feito com o auxílio de uma ferramenta chamada roca.

o título do texto é:

A VELHA A FIAR

o que ele significa, isto é, o que a velha está fazendo? converse com seus colegas. 94

unidade 5

sIlvana rando/arquIvo da edItora

ESTAVA O GATO NO SEU LUGAR, VEIO LHE FAZER MAL.


pRÁTICAS dE oRAlIdAdE 1. CoNVERSA EM JoGo com mAnHA ou sEm mAnHA?

RA

você já ouviu alguém dizer, por exemplo: “— chega de lenga-lenga! vá já para o banho!”? lenga-lenga é o nome que se dá também às conversas compridas ou choramingos de quem não quer fazer alguma coisa e quer “enrolar”.

ST

você é cheio de lenga-lenga ou é rápido? quando é que você faz lenga-lenga? converse com os colegas sobre essas atitudes do dia a dia. Prof., estimular os alunos a relatar vivências em que costumam adiar as ações consideradas “chatas” e a exercitar um olhar crítico sobre essas atitudes.

2. CANTANdo A lENGA-lENGA

O

a lenga-lenga da velha a fiar foi gravada em forma de música para ser cantada. vamos cantar? não vale olhar no texto. memorize todos os bichos e cante com seus colegas.

AM

Prof., se possível, acessar uma das diferentes gravações da lenga-lenga. o grupo Palavra Cantada tem uma versão disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=zsGprtvw1IY> (acesso em: maio 2014), e há um curta-metragem, bem antigo, de 1964, disponível em: <http://portacurtas.org.br/filme/?name=a_velha_a_fiar> (acesso em: maio 2014). a tv Cultura veiculava um vídeo exibindo essa lenga-lenga, disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=1Mr-aF6dw5g> (acesso em: maio 2014).

pRodUção dE TExTo

lENGA-lENGA

AtIVIdAdE oRAL E EscRItA

Prof., marcar uma apresentação das lenga-lengas. Pedir aos alunos que treinem bem a leitura de seus textos. orientar uma leitura expressiva para a reprodução dos sons das onomatopeias. os alunos ouvintes poderão colaborar na hora da emissão dos sons. se considerar interessante, juntar os alunos em pequenos grupos para que reúnam as lenga-lengas produzidas numa sequência só, eliminando o que se repete. reproduzir numa folha de papel grande a lenga-lenga de cada grupo.

Em dupLA. vocês vão criar uma lenga-lenga de objetos, que vão

se juntando e juntando seus barulhos em uma histÓria sem fim!

A) pensem em 4 objetos que produzam som. pode ser buzina, panela de pressão, alarme, brinquedos ou outra coisa. LENGA-LENGA

95


leMbretes:

na minha caixa tinha na minha caixa tinha

RA

b) escrevam a lenga-lenga juntando um objeto ao outro nas frases abaixo.

sIlvana rando/ arquIvo da edItora

AS FRASES SE REPETEM 2 VEZES. OS SONS SE REPETEM 2 VEZES. QUANDO TROCAREM O OBJETO, REPITAM O NOME DO ANTERIOR.

. .

Prof., retomar com os alunos a estrutura da lenga-lenga: as repetições e o acréscimo de objetos. dar um exemplo, se necessário.

CoNTo E RECoNTo

Prof., o texto “a morte bate à porta” encontra-se em Colet‰nea, no final deste volume. ao contar a história, estimular os alunos a fazer gestos a cada etapa, para facilitar a lembrança de cada ação executada.

prepare-se: a professora vai ler outra lenga-lenga: “a morte bate à porta!” reconte essa histÓria com gestos. 96

unidade 5

sIlvana rando/arquIvo da edItora

AM

O

ST

Sugest‹o de resposta: Na minha caixa tinha um trenzinho. / Na minha caixa tinha um trenzinho. / O trenzinho piu’. / O trenzinho piu’. / Na minha caixa tinha um tambor. / Na minha caixa tinha um tambor. / O tambor bum, bum, o trenzinho piu’.


pAlAVRAS EM JoGo lETRA h No INíCIo dE pAlAVRA dES AfIo

RA

Em dupLA. recortem três palavras de jornais e revistas.

dica: só valem palavras com h no início.

colem essas palavras na letra h a seguir:

AM

O

ST

Prof., o emprego da letra H no início da palavra é um exemplo de irregularidade letrasom: não há regra que ajude os alunos a usar ou não o H inicial. diante da dúvida de usar ou não essa letra no início de uma palavra, a saída é consultar um dicionário e memorizar a palavra escrita. Cabe ao/a professor/a ajudar os alunos na memorização de palavras de uso corrente. Para isso, sugere-se fazer uma lista dessas palavras com os alunos e deixá-la exposta na classe: hábito, habitação, haver, helicóptero, herança, herdeiro, herói, hidrante, hidratante, hífen, higiene, história, homem, homenagem, horário, honra, hora, horizonte, horóscopo, hortelã, hotel, hóspede, hospital, humano, humilde, humor.

LENGA-LENGA

97


AtIVIdAdE oRAL E EscRItA

brand X PICtures/JuPIter IMaGes

RA

HOMEM

HORA

HIENA

leia essas palavras em voz alta para responder:

ST

2

Peter lIlJa/taXI/GettY IMaGes

circule a letra que vem depois do h: PHotos.CoM/JuPIter IMaGes

1

A) qual é o som do h? O H n‹o apresenta som.

O

b) que som você ouve no início das palavras? O som das vogais que sucedem o H na escrita (no caso, O e I).

você já estudou que a letra h no início das palavras não é pronunciada. ao separar as sílabas de palavras iniciadas com h, deixamos na mesma sílaba a letra h e sua letra vogal. veja:

AM

3

98

UNIDADE 5

4 LETRAS:

2 SÍLABAS:

H-O-R-A

ho-RA

CÍCero rodrIGues/arquIvo da edItora

HORA


preencha os quadros abaixo com letras e sílabas, conforme o modelo anterior:

HOJE

2 sílabas:

h-o-j-e

ho-je

RA

4 letras:

HINO

h-i-n-o

2 sílabas:

ST

4 letras:

hi-no

O

HELENA

3 sílabas:

H-e-l-e-n-a

He-le-na

AM

6 letras:

dUAS lETRAS —- UM SoM: lh AtIVIdAdE oRAL E EscRItA 1

separe as sílabas da palavra velha:

ve-lha

2

copie a última sílaba:

lha

responda em voz alta: que letra vem antes do h na última sílaba dessa palavra? LETRA L LENGA-LENGA

99


leia o poema com sua professora:

RA

3

AM

O

sIlvana rando/arquIvo da edItora

ST

um gato no tElhado faz barulho dois gatos no tElhado fazEm Embrulho

4

leia e repita as palavras em voz alta:

TELHADO 100

reProdução/e

Prof., é importante que os alunos percebam que as letras L e H representam um só fonema (dígrafo). É um caso de regularidade em que a unidade sonora mantém relação com a unidade gráfica. assim, é preciso criar estratégias para que os alunos reflitam e compreendam a regra. a oralidade nesses casos é fundamental para que os alunos façam a correspondência unidade gráfica-unidade sonora.

dItora atual

almir corrEia. PoeMAS MALANDriNHoS. são paulo: atual, 1992.

UNIDADE 5

BARULHO

EMBRULHO


5

leia os pares de palavras.

BOLA

CoMstoCK/JuPIter IMaGes

PHotos.CoM/JuPIter IMaGes

observe o que acontece com a letra l quando vem seguida do h:

MALHA

VELA

VELHA

FILA

FILHA

ROLA

ROLHA

ST

MALA

RA

BOLHA

o que aconteceu com a letra l ao ser seguida da letra h? Mudou de som.

em cada frase abaixo há uma palavra destacada.

O

6

depois da letra l da palavra destacada, acrescente a letra h e complete a frase. verifique: você tem uma nova palavra!

AM

A) a menina que está na Fila é minha

.

FiLHA

b) eu levo na Mala uma MALHA c) quem acende a velinha é uma

7

encontre na “PIZZAÓ ao lado o nome dos ingredientes. junte as sílabas. só valem os nomes com lh.

milho, alho, ervilha, molho, tomilho

. .

VELHiNHA

TE

LHO

MA LHO

A

LHA

MI

BRI

A TUM

VI ER

TO

MI LHO

BO

NHA A LHO MO

TO

LENGA-LENGA

101


a velhinha escreveu um bilhete para sua filha.

8

a moça derramou chá no bilhete. para saber o que está escrito, complete-o com palavras do quadro. atenÇÃo: é preciso que as palavras escolhidas deem Prof., sugere-se que a atividade seja feita em dupla para que os alunos possam as palavras da lista de acordo com o contexto sugerido pelo texto do bilhete. sentido ao texto. escolher esta atividade pressupõe: leitura; observação do contexto; escolha e negociação das palavras que preencham adequadamente as lacunas; escrita das palavras; avaliação do resultado.

.

TRABALHAR

ABELHAS

,

ORELHA

.

TR ABALHAR

PILHAS

COELHOS

ABELHAS

BOLHA

ST

sIlvana rando/arquIvo da edItora

MOLHAR

COELHOS

OLHO

RA

MALHA

.

AJOELHAR

MOLHAR

ORELHA

O

PIOLHO

MEMÓRIA EM JoGo

AM

leia, treine e memorize:

[...] olha a bolha dE sabão na ponta da palha: brilha, EspElha E sE Espalha. olha a bolha! [...]

sIlvana rando/arquIvo da edItora

boLHAs

cEcília mEirElEs. oU iSTo oU AQUiLo. rio dE JanEiro: nova frontEira, 1987.

na página 241, há uma atividade com esse texto. confira. 102

UNIDADE 5


hoRA dA dIVERSão JoGo doS SETE ERRoS

AM

O

ST

RA

reProdução/revIsta RECREiO/edItora abrIl

resolva este desafio: encontre o que está diferente no jogo dos sete erros!

rEvista recreio. são paulo: abril, n. 341, 21 sEt. 2006. LENGA-LENGA

103


/edItora CIr reProdução

anda Cultu

ral

~ SUGESTÍES LIVRos E cd LENGA LA LENGA, DE SÉRGIO P. R. DE FREITAS E VIVIANE BEINEKE, PUBLICADO PELA EDITORA CIRANDA CULTURAL.

RA

além de reunir brincadeiras e canções

tradicionais, o livro é acompanhado por cd de áudio e cd-rom com jogos interativos e vídeos. trata-se do resultado do projeto de produção de material didático do núcleo de

tÊntICa

educação musical da universidade do estado de santa catarina.

/edItora au

ST

A LONGA LENGA-LENGA DE NONA MILONGA, DE WALTHER MOREIRA SANTOS, PUBLICADO PELA

reProdução

EDITORA AUTÊNTICA INFANTIL.

esse livro conta aventuras de nona

milonga, uma galinha completamente

O

maluca, destrambelhada que só ela, e que vive fugindo. com seu jeito desorientado, essa galinha dá o maior trabalho para

pedrinho, que toda hora precisa parar de ler seus livros de

E OUTROS CONTOS CUMULATIVOS,

DE ZULEIKA DE ALMEIDA PRADO, PUBLICADO PELA EDITORA MUNDO MIRIM. o livro reúne seis histórias que

mexem com a imaginação do leitor. ao embarcar nessa leitura, é possível se envolver e pegar carona na carriola do compadre sapo, assim como festejar junto à maria joão e ao joão maria!

104

UNIDADE 5

o MIrIM Itora Mund

UMA VIAGEM DESASTRADA

/ed reProdução

AM

detetives para salvá-la dos perigos em que acaba se metendo.


O QUE ESTUDAMOS faça um X na coluna que mostra como você se saiu nesta Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. nela a unidade:

avancei.

preciso estudar mais. Unidade 5 ler e entender a

RA

legenda:

parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. a parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

ST

lenga-lenga “a velha a fiar” produzir lenga-lenga de

objetos com meus colegas

fazer as atividades e o desafio: • DA LETRA h no início

O

de palavra

• DE DUAS LETRAS —

SILVANA RANDO/ARQUIVO DA EDITORA

AM

um som: lh

LENGA-LENGA

105


AM

marcos guilherme/arquivo da editora

RA

ST

O

UNIDADE

6

106

HISTîRIA EM QUADRINHOS


RA ST O 107

crÉdito crÉdito crÉdito crÉdito

AM HISTÓRIAS PODEM SER CONTADAS EM QUADRINHOS TAMBÉM! E ISSO TORNA MUITO INTERESSANTE O QUE SE QUER CONTAR! CONFIRAM!


o

Prof., a escolha de um texto predominantemente visual tem a finalidade de transferir para o aluno a leitura para que ele acione as primeiras estratégias, permitindo que se sinta competente para ler, mesmo que não domine o sistema de escrita. Explorar a capa: letras, tamanho, cor, personagem, situação, para que os alunos levantem hipóteses sobre o assunto que será lido.

O

ST

RA

© Ziraldo alves Pinto/acervo do cartunista

BSERVE A CAPA DE UM GIBI:

AM

Prof., sugere-se como atividade de antecipação de leitura um calendário de aniversário, que se encontra nas orientações específicas do Manual do Professor. Além disso, propõe-se também a elaboração de um cartaz atrelada à confecção desse calendário.

ziraldo. O MEninO MaluquinhO. são Paulo: abril, N. 24, s.d.

NELA há COISAS QUE APARECEM EM QUASE TODAS AS fESTAS DE ANIVERSáRIO: bOLO, DOCES, REfRIgERANTE... MAS TEM ALgO QUE NãO COMbINA. O QUE é QUE NãO COMbINA COM fESTA? O extintor de inc•ndio. A SEgUIR, VOCê VAI LER A hISTóRIA DESSE ANIVERSáRIO E SAbER O QUE ACONTECEU. DIVIRTA-SE!

108

UNIDADE 6


Leitura: história em quadrinhos

Gênero: história em quadrinhos. Esse é um gênero em que a narrativa mescla elementos da linguagem não verbal (desenhos, cores, expressões corporais, forma de balões, tamanho das letras, etc.) e verbal (falas, pontuação expressiva, onomatopeias, etc.). Sempre que for trabalhar esse gênero textual, é importante selecionar e comentar elementos da linguagem verbal e não verbal que mais ajudam a construir os sentidos da história em cada caso.

A surpresA dA festA

AM

O

ST

RA

© Ziraldo alves Pinto/acervo do cartunista

Prof., se necessário, fazer a mediação com perguntas que facilitem o estabelecimento de relações. Até esta página, a leitura é favorecida por se tratar de texto conhecido.

Prof., estimular os alunos a ler sozinhos, orientando-os para que observem: a sequência dos quadrinhos; os detalhes que aparecem em cada quadrinho; as ações. O texto verbal é conhecido (“Parabéns pra você...” e “... faz anos...”). Sabendo o que está escrito e apoiando-se nas imagens, os alunos sentem-se com autonomia para ler. Selecionar o que já sabem ajuda-os a fazer antecipações. São estratégias de leitura que os alunos vão pondo em prática paulatinamente.

HISTîRIA EM QUADRINHOS

109


AM

O

ST

RA

© Ziraldo alves Pinto/acervo do cartunista

Prof., no final desta página interromper a leitura e questionar os alunos sobre o que acham que vai acontecer, como prosseguirá a história, levando-os a fazer previsões baseadas nos elementos do texto.

110

unidade 6


ST

RA

© Ziraldo alves Pinto/acervo do cartunista

Prof., a partir deste trecho, aumenta o desafio da leitura. Sugere-se que voc• ajude os alunos a observar as pistas auxiliares: palavras conhecidas, express›es das personagens, imagens. Se necess‡rio, fazer uma leitura compartilhada quadrinho a quadrinho.

do cartunista

O

leticia moreira/FolhaPress

ziraldo. O MEninO MaluquinhO. são Paulo: abril, N. 24, s.d.

AM

© Ziraldo alves

Pinto/acervo

sobre o Autor O MINEIRO ZirAldo AlVes piNto É UM PREMIADO ESCRITOR DE LIVROS INFANTOJUVENIS. ENTRE SUAS OBRAS DESTACAM-SE O MENINO MALUQUINHO, O BICHINHO DA MAÇÃ, A TURMA DO PERERÊ.

interPretação do texto Prof., as quest›es 1 e 2 são de infer•ncia simples e de compreensão imediata, cujo objetivo Ž orientar os alunos a observar detalhes do texto visual.

AtividAde orAL e escritA

1

© Ziraldo alves Pinto/ acervo do cartunista

VOCê LEU UMA hISTóRIA EM QUADRINhOS. RELEIA OS QUADRINhOS AO LADO.

A) A QUE PERSONAgEM SE REfERE A PALAVRA elA? À aniversariante, Carolina.

b) O QUE SIgNIfICA CliC!? O som que se ouve ao apagar ou acender a luz.

HISTîRIA EM QUADRINHOS

111


2

COMPLETE COM A PALAVRA QUE VEM DEPOIS DE: É Pique, É Pique, É Pique! É hora, É hora, É hora! rá... Tchim...

NA hISTóRIA fICOU ASSIM: rá... tChim... Fuuuu...

O QUE ACONTECEU?

RA

© Ziraldo alves Pinto/acervo do cartunista

3

.

BUM

4

RELEIA:

ST

AlguŽm soprou a velinha. Prof., o objetivo da pergunta é levar os alunos a inferir uma informação implícita no texto.

quem foi o esPíriTo de Porco que assoProu a veliNha Prof., o objetivo aqui é levar os alunos aNTes da hora? a inferir o sentido da expressão no texto.

PELO QUE ACONTECE NA hISTóRIA,

5

O

O QUE QUER DIzER espírito de porCo?

Espírito de porco é aquele que interfere em uma situação criando embaraços. Por se tratar de uma sequência narrativa, a história em quadrinhos exige um trabalho cognitivo do leitor. Daí a importância de reconstruir os sentidos do texto localizando informações explícitas e inferindo as implícitas.

COPIE O NOME DA PERSONAgEM QUE fAz ANIVERSáRIO:

AM

Carolina.

6

COMPLETE A LETRA DA MúSICA DE ACORDO COM A hISTóRIA: ParabÉNs Pra você NesTa daTa querida muitas felicidades

muitos anos de vida!

Carolina faz anos

O azar Ž s— dela

cada aNo que Passa ela fica mais velha!

112

unidade 6


7

MARQUE X NA RESPOSTA CERTA:

silvana rando/arquivo da editora

RA TRISTE

X

ST

fELIz

silvana rando/arquivo da editora

silvana rando/arquivo da editora

A) ENQUANTO TODOS CANTAM, O MALUQUINhO PARECE:

NERVOSO

b) O MALUQUINhO PEDIU DESCULPAS PORQUE PôS NO bOLO UMA:

8

CAPINhA

X

bOMbINhA

O

VELINhA

O TíTULO DA hISTóRIA é A surpresA dA FestA. QUAL ERA A SURPRESA?

AM

A bombinha.

ObSERVE AS PALAVRAS NOS QUADRINhOS AbAIXO. POR QUE ESTãO ESCRITAS EM LETRAS bEM gRANDES? © Ziraldo alves Pinto/acervo do cartunista

9

Para indicar som alto. Prof., embora o estudo da pontuação não seja sistematizado, chamar a atenção dos alunos para a presença das reticências indicando a continuidade no próximo quadrinho e os efeitos de sentido produzidos.

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

113


Prof., ajudar a localizar os sinais de pontua•‹o. Enfatizar que eles acrescentam ideias e sentidos para as frases. Fazer leituras alterando os sinais para que os alunos percebam a diferen•a.

sino

ding dong!

campainha

cAbruuuum!!!

silvana rando/ arquivo da editora

trovão

ST

buÁÁÁ!!!

choro

smAcK!

bLém! bLém!

O

silvana rando/ arquivo da editora

beijo

RA

silvana rando/ arquivo da editora

silvana rando/ arquivo da editora

silvana rando/ arquivo da editora

10 LIgUE OS NOMES AOS SONS QUE PODEMOS OUVIR EM CADA CASO:

PrÁtiCas de oraLidade

AM

1. ConVersa em JoGo

brincAdeirAs de mAu gosto QUAL é O DIA DE SEU ANIVERSáRIO? VOCê gOSTA DE COMEMORá-LO? COMO? fALE SObRE SEU ANIVERSáRIO E OUçA OS COLEgAS. CONVERSE COM A TURMA SObRE A ATITUDE DO MALUQUINhO, QUE PôS UMA bOMbINhA, E NãO UMA VELINhA NO bOLO. NA SUA OPINIãO, ESSA é UMA ATITUDE CORRETA? O QUE PODERIA TER ACONTECIDO?

114

unidade 6


2. Conte um Caso NA hISTóRIA, MALUQUINhO ACAbOU COM A fESTA DE CAROLINA. NEM SEMPRE AS COISAS ACONTECEM COMO QUEREMOS. VOCê Já TEVE UMA fESTA DE ANIVERSáRIO OU fOI A QUALQUER OUTRA fESTA EM QUE ALgUMA COISA DEU ERRADO?

RA

ESPERE A SUA VEz E CONTE SEU CASO. OUçA OS CASOS DE SEUS COLEgAS.

Produção de texto história em quadrinhos

Prof., as falas da personagem no original são as seguintes: Quadrinho 1: “Este casaco tá muito normal!”, Quadrinho 4: “Mãe! Vou ali em Marte e já volto!”. Só revele o final se achar conveniente. É importante que os alunos observem o resultado desastroso do quadrinho 4 e criem falas de acordo com a imaginação de cada um. Aceitar as diferentes soluções desde que pertinentes ao enredo. Explorar a sequência narrativa dos quadrinhos conjuntamente.

© adão iturrusgarai/acervo do cartunista

AM

O

ST

KIKI RESOLVEU MUDAR SEU CASACO. VEJA:

adão iTurrusgarai. KiKi: a Primeira vez. são Paulo: devir, 2003. adaPTado.

ESCREVA NOS bALõES O QUE VOCê AChA QUE ELA ESTá fALANDO. MOSTRE SEU TRAbALhO AOS COLEgAS E VEJA O DELES. Prof., se julgar oportuno, fazer coletivamente a reescrita da história em quadrinhos sob a forma de texto em prosa.

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

115


LínGua: usos e refLexão Pontuação AtividAde orAL e escritA 1

com A turmA todA. LEIAM A fALA DO QUADRINhO COMO VIRAM

ST

© Ziraldo alves Pinto/ acervo do cartunista

RA

NA hISTóRIA:

AgORA ObSERVEM ESTAS IMAgENS:

2

É ela?

silvana rando/ arquivo da editora ilustrações: silvana rando/ arquivo da editora

AM

silvana rando/ arquivo da editora

O

É ela.

NOSSO JEITO DE fALAR PODE INDICAR COMO NOS SENTIMOS. POR EXEMPLO: fALAMOS ENTUSIASMADOS QUANDO ESTAMOS fELIzES. E NA ESCRITA? COMO PODEMOS INDICAR ISSO? LEIAM COM A AJUDA DA PROfESSORA:

ele chegou! ele chegou. ele chegou?

DESCObRIRAM? 116

unidade 6

Prof., ler com a devida expressividade as frases com os alunos e perguntar o que permite ler cada uma de um modo. Verificar se eles percebem que os sinais de pontua•‹o indicam como expressar na escrita o jeito de falar. Caso n‹o percebam, orient‡-los nesse sentido fornecendo-lhes mais exemplos, preferencialmente retirados de situa•›es reais de uso.


Prof., o objetivo desta atividade Ž estimular os alunos a exercitar a rela•‹o entona•‹o/inten•‹o comunicativa. Explorar as entona•›es que as diferentes interpreta•›es das imagens possam sugerir.

ObSERVEM AS PERSONAgENS E A SITUAçãO EM QUE ELAS ESTãO:

aleGre

ESTRELINhA VIU O SOL ChEgAR.

ELE NãO SAbE SE O AMIgO VIRá.

silvana rando/ arquivo da editora

silvana rando/ arquivo da editora

ST

silvana rando/arquivo da editora

ELE RECEbEU O LIVRO DESEJADO.

RA

3

triste

em dúvida

O

IMAgINEM E fALEM EM VOz ALTA DE QUE MANEIRA CADA UMA DESSAS Prof., ÒCompreender a fun•‹o de segmenta•‹o dos espa•os em branco e da pontua•‹o de final PERSONAgENS DIRIA A fRASE:

ele cheGoU

de fraseÓ (Pr—-letramento, fasc’culo 1, p. 26) Ž uma das capacidades a ser trabalhada no processo de alfabetiza•‹o e letramento. Criar situa•›es de entona•‹o/pontua•‹o que justifiquem as diferen•as propostas nas frases, para que os alunos percebam as rela•›es entre a produ•‹o escrita e o sentido do enunciado.

Prof., estas atividades t•m o objetivo de sintetizar o uso da pontua•‹o b‡sica final e o uso de travess‹o. N‹o se far‡ aqui a distin•‹o entre fala do narrador e fala da personagem. Isso ser‡ enfocado no 3¼ ano.

LEIA AS fALAS, ObSERVANDO OS SINAIS DE PONTUAçãO. © mauricio de sousa/mauricio de sousa Produções ltda.

AM

4

mauricio de sousa. disPoNível em: <WWW.moNica.com.br/comics/ TiriNhas>. acesso em: seT. 2010.

CIRCULE OS SINAIS DE PONTUAçãO NAS fALAS. Prof., salientar como Ž marcada na escrita a entona•‹o dada ao texto, percebida na leitura.

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

117


LEIA O QUADRINhO A SEgUIR. CIRCULE NO bALãO DE fALA O SINAL QUE INDICA perGuNtA E, NO bALãO VAzIO, ESCREVA UMA RESPOSTA: © mauricio de sousa/mauricio de sousa Produções ltda.

Sugestões de resposta:

Agora não. / Não é hora de ir. / Aguente um pouco.

6

Prof., Ž importante que as falas sejam ditas com diferentes entona•›es, ou expressividade, para que os alunos relacionem os efeitos de sentido produzidos com os sinais empregados. Se considerar oportuno, reiterar o nome de cada um dos sinais que aparecem na hist—ria: ponto de exclama•‹o, ponto de interroga•‹o e ponto-final.

ST

disPoNível em: <hTTP://WWW. moNica.com.br/comics/ TiriNhas>. acesso em: JuN. 2009.

RA

5

NAS hISTóRIAS EM QUADRINhOS, A fALA DAS PERSONAgENS VEM ESCRITA EM bALõES.

O

AM

© mauricio de sousa/ mauricio de sousa Produções ltda.

A) ObSERVE:

disPoNível em: <hTTP:// WWW.moNica.com.br/ comics/TiriNhas>. acesso em: JuN. 2009.

SE NãO fOSSE UM QUADRINhO, O TEXTO PODERIA SER ESCRITO ASSIM: o cão PerguNTou: — ProcuraNdo alguma coisa, bidu?

b) CIRCULE OS SINAIS DE PONTUAçãO NO TEXTO ACIMA. QUANDO NãO há IMAgENS NEM bALõES DE fALA, Só TEXTO ESCRITO, é NECESSáRIO USAR UM SINAL INDICANDO QUE ALgUéM VAI COMEçAR A DIzER ALgO ( : ) E UM SINAL INDICANDO O INíCIO DESSA fALA ( — ).

118

UNIDADE 6


hora de orGanizar o que estudamos VEJA OS SINAIS DE PONTUAçãO ESTUDADOS: (—)

(?)

siNAis de poNtuAÇÃo

TRAVESSÃO

PONTO DE

INTERROGAÇÃO

(!) (.)

(:)

EXCLAMAÇÃO

PONTO-FINAL

DOIS-PONTOS

RA

PONTO DE

ST

des afio

em dupLA. LEIAM:

titia, eU varri os cacos

silvana rando/ arquivo da editora

O

silvana rando/ arquivo da editora

mamãe, eU lavei a loUÇa

ESCREVAM A PIADA COM:

• OS SINAIS DE PONTUAçãO QUE fALTAM. • AS fALAS DAS PERSONAgENS.

AM

silvana rando/ arquivo da editora

mamãe, eU enXUGUei

A MãE PERgUNTA —

:

fIzERAM O QUE EU PEDI

A fILhA RESPONDE

?

:

— Mamãe, eu lavei a louça.

O fILhO fALA

:

— Mamãe, eu enxuguei!

A SObRINhA DIz

:

— Titia, eu varri os cacos!

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

119


PaLaVras em JoGo Letra n no iníCio de síLaba des afio em dupLA. LEIAM AS PALAVRAS E ESCREVAM ALgUMAS DELAS NA NAVE.

novelo

caneta

RA

diCA: PALAVRAS QUE TêM A LETRA N NO INíCIO DA SíLAbA, MAS NÃo COMECEM COM N.

moleQUe

penico nata

O

boneca

noite

ST

menina

silvana rando/ arquivo da editora

boneca, caneta, menina, penico

Letra n no finaL de síLaba AtividAde orAL e escritA

LEIA O PAR DE PALAVRAS E ObSERVE O QUE MUDOU DE UMA PARA A OUTRA:

cícero rodrigues/arquivo da editora

ron chaPPle/JuPiter images

AM

1

pote

poNte

O QUE VOCê ObSERVOU AO ACRESCENTAR A LETRA N? CONVERSE COM OS COLEgAS. Prof., os alunos devem observar a alteração do som do oral /o/ para o nasal /›/.

120

unidade 6


2

COLOQUE A LETRA N NO MEIO DAS PALAVRAS E fORME PARES. DEPOIS Prof., nesta unidade Ž apresentado um modo fALE CADA PAR DE PALAVRAS EM VOz ALTA. de marcar a nasalização da vogal. O foco aqui recai sobre a letra N em final de sílaba.

nunca

RAChO

bETO

bento

SETE

MUDO

mundo

RODA

rancho

sente

ronda

SIgA AS INSTRUçõES PARA DESCObRIR A PALAVRA QUE RESPONDE à PERgUNTA: Prof., os alunos devem concluir que a vogal seguida da letra N adquire som nasal.

RA

3

NUCA

O QUE USAR: A) PARA ATRAVESSAR O RIO? COLOQUE O N NO MEIO DO pote:

ponte

b) PARA SE AQUECER? COLOQUE O N NO MEIO DA mAtA:

ST

silvana rando/ arquivo da editora

O romã

AM

irmã

silvana rando/ arquivo da editora

LEIA AS PALAVRAS E PINTE AS SíLAbAS QUE TêM O MESMO SOM: silvana rando/ arquivo da editora

1

Prof., o importante Ž que os alunos percebam que o som /ã/ pode ser registrado por escrito de formas diferentes: com o uso do til sobre a vogal ou com o emprego da letra N, logo ap—s a vogal, na mesma sílaba.

silvana rando/ arquivo da editora

tiL

manta

manta

manGa

CONVERSE COM OS COLEgAS SObRE O QUE SE PODE CONCLUIR DESTA ATIVIDADE. COLOQUE O til NAS PALAVRAS PARA QUE ELAS POSSAM SER LIDAS

maÇa

mae

mao

Íma

silvana rando/ arquivo da editora

silvana rando/ arquivo da editora

silvana rando/ arquivo da editora

ma•‹, m‹e, m‹o, ’m‹, avel‹ silvana rando/ arquivo da editora

CORRETAMENTE: silvana rando/ arquivo da editora

2

avela HISTÓRIA EM QUADRINHOS

121


mesmo som —- outra Letra nAsALiZAÇÃo com m 1

MARQUE UM X NA PALAVRA CORRETA. MALUQUINhO COLOCOU NO bOLO:

bombinha

LEIA UM PAR DE PALAVRAS:

X

silvana rando/ arquivo da editora

ST

2

RA

silvana rando/ arquivo da editora

bobinha

O

silvana rando/ arquivo da editora

AM

tapa

tampa

O QUE ACONTECE COM A LETRA A QUANDO é SEgUIDA DE m? Prof., o importante é que os alunos notem que o som /a/ é nasalizado.

silvana rando/ arquivo da editora

tampa

lÂmpada

PINTE A LETRA QUE VEM DEPOIS DA LETRA m. O QUE VOCê ObSERVOU SObRE O USO DESSA LETRA? Prof., o importante é os alunos notarem que a letra M é usada antes das letras P e B.

122

UNIDADE 6

silvana rando/ arquivo da editora

LEIA:

silvana rando/ arquivo da editora

3

pomba


ObSERVE:

so

no

RA

silvana rando/arquivo da editora

1

silvana rando/arquivo da editora

duas Letras —- um som: nh

so

nho

CONVERSE COM OS COLEgAS: O QUE ACONTECEU QUANDO A LETRA N SE JUNTOU COM A LETRA h NA MESMA SíLAbA? Prof., é possível que os alunos comentem que o som mudou. Na atividade 3, essa discussão será retomada.

O

reProdução/www.iZiP.com.br

LEIA O CARTAz COM O ANúNCIO DE SAbONETE:

ST

2

anúncio de promoÇão.

AM

A) COPIE: • A PALAVRA COM h NO INíCIO: hora • A PALAVRA COM h NO MEIO: banho

b) CIRCULE A LETRA QUE VEM ANTES DO h NA PALAVRA bANho.

3

LEIA:

tina

tinha

fORME OUTRAS PALAVRAS COLOCANDO A LETRA h ENTRE O N E A VOgAL:

mina

mana

sono

sena

minha

manha

sonho

senha

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

123


pino

nino

lino

pena

pinho

ninho

linho

penha

fALE O QUE VOCê PERCEbE NO SOM PRODUzIDO PELAS LETRAS Nh JUNTAS. Prof., possivelmente os alunos responderão que o som produzido pelas letras NH juntas fica diferente. Retomar o exercício anterior lendo os pares para enfatizar o som.

canela Uma

aranha

silvana rando/ arquivo da editora

caminhão

canUdo

bolinho

caminhão

Unha

minhoca

aranha

PESQUISE OUTRAS PALAVRAS, EM JORNAIS E REVISTAS, COM AS LETRAS Prof., se considerar conveniente, sugere-se promover um bingo de palavras Nh JUNTAS E AMPLIE A LISTA. com NH. Fazer papeizinhos com nomes (substantivos) como minhoca,

O

5

unha

ST

minhoca

silvana rando/ arquivo da editora

silvana rando/ arquivo da editora

RA

PROCURE NA LISTA AS PALAVRAS QUE DãO NOME AO QUE ESTá DESENhADO AbAIXO E DEPOIS ESCREVA O NOME NAS LINhAS: silvana rando/ arquivo da editora

4

aranha, galinha, pintinho, sardinha, joaninha, cegonha, patinho. Preparar cartelas de bingo em que apareçam algumas dessas palavras. Distribuir as cartelas entre os grupos ou duplas de alunos. Sortear os papeizinhos. Ganha quem marcar 5 palavras primeiro.

AM

memória em JoGo

LEIA, TREINE E MEMORIzE O TEXTO:

as auToras.

ESCREVA NA PágINA 242 O QUE VOCê gUARDOU NA MEMóRIA. Prof., solicitar aos alunos que falem em qual rima para joaninha cada um pensou.

124

unidade 6

silvana rando/arquivo da editora

ARANHA rima com mANHA. liNHA rima com ANDORiNHA. sÓ falTa agora uma Palavra Para rimar com JOANiNHA...


hora da diVersão Cruzadinha de aniVersÁrio NESTA UNIDADE VOCê VIU O MENINO MALUQUINhO NUMA fESTA DE ANIVERSáRIO NADA COMUM.

Prof., se os alunos tiverem dificuldade em escrever os nomes, trabalhar oralmente o nome de cada item numerado. Listar as palavras na lousa e orientar o “encaixe” de cada uma na cruzadinha pelo número de letras que a compõem. 1. Nome do aniversariante: Maluquinho, 2. mesa, 3. bala, 4. balão, 5. baú, 6. brinquedos, 7. suco, 8. apito, 9. velinhas, 10. toalha, 11. bolo.

RA

ObSERVE A IMAgEM DE OUTRO ANIVERSáRIO E, NOS QUADRINhOS, ESCREVA O NOME DO QUE VOCê Vê NA fESTA. DESCUbRA NA COLUNA CENTRAL (Número 1) O ANIVERSARIANTE. 1

2 3

4

AM

O

ST

4 5 6 b r i n Q U e d o s 7 8 9 10 11

9

© Zir ace aldo a rvo l do c ves Pin art t unis o/ ta

2

10

8

7 3 6

11

5

ziraldo. hOras Maluquinhas. são Paulo: melhorameNTos, 2005. HISTîRIA EM QUADRINHOS

125


/devir livra reProdução

ria

~ SUGESTÕES Livros LULUZINHA: UM DIA DE CÃO, DE JOHN STANLEY E IRVING TRIPP, PUBLICADO PELA EDITORA DEVIR. LULUzINhA é QUASE UMA hEROíNA: UMA

RA

gAROTA ESPERTA E ATREVIDA QUE VIVE VáRIAS AVENTURAS COM SEUS AMIgOS. ELA TIRA DE

LETRA QUALQUER SITUAçãO! SEMPRE ENCONTRA

UM PLANO MIRAbOLANTE PARA TIRAR TODOS DO APURO.

/editora l&

Pm

SNOOPY: SEMPRE ALERTA!, DE CHARLES M. SCHULZ,

ST

PUBLICADO PELA EDITORA L&PM.

reProdução

ESSAS hISTóRIAS TêM COMO PERSONAgEM

PRINCIPAL ChARLIE bROWN, UM MENINO INTELIgENTE E MELANCóLICO, QUE TEM UM CAChORRO DE ESTIMAçãO, SNOOPY. NAS

O

hISTóRIAS DESSE LIVRO, ELE SE ENVOLVE COM JOgOS DE bEISEbOL E ESPERA RECEbER UM

CAMARADA, DE JERRY BECK E OUTROS, PUBLICADO PELA EDITORA DEVIR. gASPARzINhO é UM fANTASMA MUITO

SIMPáTICO E OTIMISTA, QUE ENCANTA gERAçõES há MAIS DE SESSENTA ANOS EM hISTóRIAS EM QUADRINhOS, SéRIE DE ANIMAçãO PARA TV E fILMES. NESSE VOLUME, ALéM DE MUITAS hISTóRIAS COM gASPARzINhO, há EXPLICAçõES SObRE A MONTAgEM DO LIVRO.

126

UNIDADE 6

ria /devir livra

GASPARZINHO: O FANTASMINHA

reProdução

AM

CARTãO DE DIA DOS NAMORADOS.


O QUE ESTUDAMOS fAçA UM X NA COLUNA QUE MOSTRA COMO VOCê SE SAIU NESTA Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a UNIDADE:

AVANCEI.

PRECISO ESTUDAR MAIS. uNidAde 6 LER E COMPREENDER

ST

A hISTÓRIA EM QUADRINhOS

RA

LEgENDA:

parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

“A SURPRESA DA fESTA”

PRODUzIR bALõES DE fALA PARA UMA hISTÓRIA EM QUADRINhOS

fAzER AS ATIVIDADES E OS DESAfIOS:

O

• DA LETRA N NO

INíCIO DE SíLAbA • DA LETRA N NO

AM

fINAL DE SíLAbA

• DO MESMO SOM — OUTRA LETRA: m

• DE DUAS LETRAS —

silvana rando/arquivo da editora

UM SOM: Nh

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

127


Marcos Guilherme/Arquivo da editora

AM RA

ST

O

UNIDADE

7

128

Poema (2)


RA ST O

AM Brincar com os sons das palavras para imitar barulhos ĂŠ muito interessante e divertido! Como serĂĄ isso em um poema?

129


O

AM

O

ST

RA

Ilustração: Silvana Rando/Arquivo da editora

Pintura: Reprodução/Acervo do artista

bserve a pintura:

Explorar com os alunos a divisão da tela em três espaços: chão (verde), o que parece um muro (vermelho) e céu (azul) e posição das crianças: três no chão, uma saltando e uma nos ares. Chamar a atenção para as roupas coloridas, para o contraste entre as cores de fundo com as roupas, os pés descalços, a expressão sorridente das crianças. Levá-los a perceber as gotas de chuva que são bem marcadas na pintura.

Brincando na chuva, pintura de Jader Dim, de 2008. Prof., o autor dessa obra é Antonio Jader Pereira dos Santos, mais conhecido por Dim, apelido de infância. É artista popular, artesão, nascido em Camocim, no Ceará, em 1967. Faz brinquedos e seres coloridos usando madeira, sucata, isopor e muitas tintas coloridas.

Essa pintura faz parte da cole•‹o Imagens da alegria. Voc• acha que ela representa uma imagem da alegria? Por qu•? Prof., estimular os alunos a expressar suas impressões, aceitando a diversidade de percepções.

130

UNIDADE 7


Agora voc• vai ser o artista. Sua pintura ter‡ o t’tulo ÒImagem da alegriaÓ. O que, para voc•, Ž ALEGRIA?

AM

O

ST

RA

Silvana Rando/Arquivo da editora

M‹os ˆ obra!

A seguir, voc• vai ler um poema que tambŽm fala de chuva. Ser‡ que nesse poema a chuva tambŽm Ž alegria? POEMA (2)

131


Prof., a sonoridade é muito privilegiada neste poema. Ler evidenciando o som /∫/ (chê) será motivador e prazeroso. Sugere-se a leitura jogralizada: dividir os alunos em seis grupos e ler com cada grupo a estrofe que lhe couber, até o grupo decorá-la. Orientar cada grupo a ficar repetindo compassadamente e em surdina a palavra da estrofe cujo som remete à ideia de chuva. Sugere-se: 1. chuá, chuá, chuá; 2. chia, chia, chia; 3. Chica, Chica, Chica; 4. chá, chá, chá; 5. sofá, sofá, sofá.

Leitura: poema

Leia:

A chuva

Maria Dinorah

RA

A chuva cai em cachoeira e faz chuá.

A dona Chica, de chinelos, vem de lá,

ST

Chia a chaleira sobre a chapa do fubá.

O

E lá estão elas muito belas no sofá

Silvana Rando/Arquivo da editora

chega na sala e diz à Sheila: — Quer um chá?

AM

enquanto a chuva em cachoeira faz chuá.

Reprodução/E

ditora L&PM

Maria Dinorah. Poesia sapeca. Porto Alegre: L&PM, 1989.

Interpreta•‹o do texto

AtividAde orAl e eScritA

1

O texto lido é um poema. Escreva:

a) Quantos versos: b) Quantas estrofes:

.

18 6

c) Quantos versos em cada estrofe: 132

UNIDADE 7

. 3

.


2

Copie o nome das personagens que conhecemos no poema:

Chica

Releia: chega na sala e diz ˆ Sheila: Ñ Quer um ch‡?

• Copie o nome de quem falou:

RA

3

Sheila

.

Chica

• Copie o sinal que inicia essa fala:

.

• O que o sinal destacado no último verso indica? Indica que a frase é uma pergunta.

Prof., se considerar conveniente, esclarecer que o “tracinho” que marca o início de fala na escrita recebe o nome de travessão e que ponto de interrogação é o nome do sinal no final da frase que indica pergunta.

O

AM

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Imagine a conversa entre as personagens. Escreva a resposta de Sheila:

Silvana Rando/ Arquivo da editora

4

ST

• Conversem sobre o que sabem desses sinais.

Ñ Quer um ch‡?

Prof., o objetivo da atividade é levar os alunos a registrar uma fala usando o sinal de travessão. Estimular a leitura das diferentes falas registradas: “— Gostaria muito...”; “— Adoro chá...”.

5

Releia e observe as palavras que rimam: A chuva cai em cachoeira e faz chuá.

Chia a chaleira sobre a chapa do fubá. POEMA (2)

133


6

Releia o poema todo e copie as outras palavras que também rimam: Lá/chá/sofá/chuá; elas/belas.

7

Releia as palavras coloridas. O que você nota a respeito do som dessas palavras?

Chia a chaleira sobre a chapa do fub‡.

9

O que lembra a repetição desse som?

Prof., destacar que os sons produzem e enfatizam a ideia de som da chuva. Fazer a relação com o título do poema, “A chuva”. A criança deve perceber que as escolhas de palavras reforçam a sensação auditiva do barulho de chuva.

Releia os versos:

O

8

ST

Prof., ajudar os alunos a perceber que todas as palavras têm o som /∫/ (chê).

RA

Silvana Rando/Arquivo da editora

A chuva cai em cachoeira e faz chuá.

A chuva cai em cachoeira

AM

Como seria a chuva que cai em cachoeira? Fale e ouça a opinião dos colegas.

Prof., estimular a expressão do maior número de opiniões, pois o sentido figurado da expressão “cair em cachoeira” permite retextualizações: grande chuva, em grande volume de água, chuva com muita água, água demais.

Práticas de oralidade

1. Conversa em jogo Ser gentil

Prof., promover uma conversa sobre as diferentes possibilidades de praticar a gentileza com palavras e com atitudes. Fazer conjuntamente um levantamento de atitudes gentis: ceder o lugar, ajudar pessoas mais velhas, oferecer ajuda aos colegas e outras. Lembrar com os alunos palavras e expressões gentis que se aplicam não só a visitas, mas a todas as pessoas de nosso convívio: por favor, por gentileza, com licença, obrigado/a.

No poema, dona Chica tem uma atitude gentil: oferece chá à Sheila. Que outras formas de gentileza podemos ter com visitas? 134

unidade 7


2. Sarau

Prof., o sarau é uma reunião festiva em que as pessoas tocam e ouvem música, fazem declamações ou leituras de textos literários. Essas reuniões eram comuns em meados do século XIX. A palavra vem do latim seranus, relativa ao anoitecer. Para os anos iniciais é apenas um momento descontraído de apresentação de poemas escolhidos pelos alunos. É importante estimulá-los a memorizar e declamar, dentro de suas possibilidades, ajudando-os a fazer a entonação expressiva e a articulação das palavras, a ler olhando para a frente. Marcar uma data para que se torne um evento especial para os alunos e, se possível, usar fundo musical para transformar a atividade em um momento de oralidade prazeroso.

Você já leu dois poemas: “Sopa de letrinhas” e “A chuva”. Agora, que tal participar de um sarau? Um sarau é uma reunião em que se pode declamar e ouvir poemas.

RA

1. Preparação

• Escolha um poema de que você gosta. • Treine bem a leitura de seu poema.

ST

• Você também pode decorar o poema para fazer sua apresentação no sarau.

2. Apresentação

• No dia do sarau, aguarde sua vez.

O

• Fique tranquilo, pois os participantes serão seus colegas e também falarão os poemas que escolheram. • Leia ou fale seu poema em voz alta, devagar, dizendo primeiro o título e o nome de quem o escreveu.

AM

• Ao falar ou ler, lembre-se de marcar bem as rimas, para que todos possam apreciá-las em seu poema. • Ouça com atenção os poemas dos colegas.

3. Apreciação

• Converse com os colegas sobre os poemas de que mais gostaram. • Falem sobre o que chamou a atenção: os sons, as rimas, o assunto, as brincadeiras com as palavras. • Coloquem os poemas em um mural. • Escolham os poemas que vocês gostariam de memorizar para falar para outras pessoas. POEMA (2)

135


Produção de texto Poema AtividAde orAl e eScritA

Releia esta estrofe do poema:

RA

A chuva cai em cachoeira e faz chuá.

Em dias como esse, o que você gostaria de fazer?

ST

Será que todos aproveitariam um dia de chuva como dona Chica e Sheila aproveitaram? Prof., o objetivo de o aluno produzir um texto a partir dessa proposta Ž possibilitar que expresse sentimentos, emoção, fale sobre si mesmo e faça uso de palavras escritas para afirmar-se como sujeito de seu discurso.

1

Pense e escreva, no caderno, coisas que você faria em um dia de chuva.

2

Escolha as palavras que você vai usar para escrever seu poema.

O

Procure rimar as palavras. Por exemplo:

Chove lá fora E eu fico esperando A chuva ir embora.

AM

Em dia de chuva Eu fico sozinha E tomo leite na cozinha.

Aguarde sua vez de ler seu poema, prestando atenção no que os colegas escreveram.

Ouça a história escrita em forma de poema que a professora vai ler. O nome dela é “A peteca do pinto”. Sobre o que será?

Reconte essa história com suas palavras.

136

Prof., a hist—ria encontra-se em Coletânea, no final deste volume. Ajudar os alunos a retextualizar a narrativa em versos em narrativa em prosa. unidade 7 Sugere-se que, se for poss’vel, seja feita uma dramatização da hist—ria.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Conto e reconto


Língua: usos e reflexão Uso de letras maiúsculas e de letras minúsculas AtividAde orAl e eScritA

Veja como foram escritos os títulos destes livros.

RA

Prof., além de mostrar o traçado diferente das letras, o objetivo da atividade é destacar o uso de letras maiúsculas e minúsculas.

3

Prof., referência dos livros: O patinho feio, recontado por Ruth Rocha (editora FTD); O patinho feio, recontado por Mary e Eliardo França (editora Ática, coleção Contos de Andersen); Chapeuzinho Vermelho (editora Scipione); Chapeuzinho Vermelho, Irmãos Grimm (editora Cosac Naify).

O que você observou?

Reprodução/Editora Cosac Naify

Reprodução/Editora Scipione

Circule as palavras que aparecem nos dois títulos:

AM

2

O

ST

Reprodução/Editora FTD

O que há de diferente nesses títulos?

Reprodução/Editora Ática

1

Prof., o objetivo é novamente destacar o reconhecimento das letras maiúsculas e minúsculas.

POEMA (2)

137


Alfabeto de letras Na escrita podemos empregar letras maiúsculas e letras minúsculas. Observe: MAIòSCULAS A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z

b

c

d

e

f

n

o

p

q

r

s

g

h

i

j

k

l

m

t

u

v

w

x

y

z

Complete com as letras maiúsculas:

ST D

B

F

Ligue os nomes iguais:

AM

2

O

A

DANIELA

MENINA

MARCO

MOLEQUE 138

unidade 7

G

R

Ilustra•›es: Silvana Rando/Arquivo da editora

1

a

RA

MINòSCULAS


Maiœsculas em nome de pessoas 1

Leia: Dona Chica e Sheila tomam chá.

a) Pinte o nome das personagens na frase acima.

RA

b) O que você observou na maneira como são escritos esses nomes? Começam com letra maiúscula.

ST

O

São nomes de pessoa.

Reprodu•‹o/Editora Saraiva

Veja a capa do livro ao lado. Por que as palavras Leo Cunha estão escritas com letra inicial maiúscula?

Hora de organizar o que estudamos

AM

2

Leia:

letra inicial maiúscula

nome de pessoas

Sheila

Chica

POEMA (2)

139


Palavras em jogo Duas letras —- um som: CH AtividAde orAl e eScritA

1

Pense e responda:

Prof., aqui tem-se outro caso de regularidade em contexto, isto é, posicional: a letra H, quando combinada à letra C, assume outro som: /∫/ (chê); é um caso de dígrafo. Trata-se também de uma relação irregular, pois o som /∫/ (chê) pode ser representado por outra letra (X) e não há um princípio gerativo ou uma regra que dê segurança para a escolha. Proceder como já sugerido: expor os alunos a modelos; fazer listas de palavras; pedir-lhes que memorizem a escrita das palavras mais usuais; estimulá-los a consultar o dicionário.

RA

a) Como fazer para um bico virar um bicho? Coloca-se a letra H na sílaba iniciada pela letra C.

Leia o par de palavras:

O

ST

Dorling Kindersley/Getty Images

2

Embrapa/Arquivo da editora

b) Como fazer para uma capa virar uma chapa?

CAcOS

CAcHOS

AM

Qual é o som criado quando juntamos as letras C e H?

Prof., há a criação de um som, /∫/ (chê), correspondente ao encontro CH.

3

Reescreva as palavras juntando a letra H à letra C. Leia as palavras formadas em voz alta. CATO

ROCA

RECEIO 140

unidade 7

chato

rocha

recheio

CAMA

LANCE

TACO

chama

lanche

tacho


4

Leia as palavras:

CHAPƒU

CHINELO

CHAVE

CACHORRO

CACHECOL

CHAVEIRO

GUARDA-CHUVA

RA

Escreva nos quadrinhos ao redor da ilustração as palavras correspondentes:

chapéu

guarda-chuva

chave

cachorro

O

Silvana Rando/Arquivo da editora

ST

cachecol

chaveiro

AM

chinelo

Escreva os nomes.

chuva

mochila

chuveiro

Alfredo Franco/Arquivo da editora

Victor Almeida/Arquivo da editora

Comstock/Jupiter Images

Atenção: todas as palavras têm CH. Ligia Botero/The Image Bank/Getty Images

5

bolachas

POEMA (2)

141


6

O que há na casa? Preencha a cruzadinha e descubra. Animal de estimação. Usado para o banho. Usada para fazer chá. É nele que ficam as chaves. É feito de pão com recheio.

1

C

A

C

H

U

C

H

A

L

C

H

A

V

E

N

C

H

E

3 4 L

A

H

O

R

R

V

E

I

R

O

E

I

R

A

I

R

O

O

5

C

O

ST

2

RA

1– 2– 3– 4– 5–

AM

Prof., sobre os casos de irregularidade da ortografia em língua portuguesa — o uso da letra X e do dígrafo CH para representar o mesmo som /∫/ (chê) como em xícara e chá Artur Gomes de Moraes diz: “Em todos esses casos (das irregularidades) realmente não há regra que ajude o aprendiz. É preciso, na dúvida, consultar modelos autorizados (como o dicionário) e memorizar! Mas nós, professores, podemos ter o bom senso de ajudar o aluno a investir na memorização das palavras que são de fato importantes, porque aparecem mais quando ele escreve. [...] É importante ressaltar que a memorização da forma correta de palavras irregulares corresponde a conservar na mente as imagens visuais dessas palavras, suas ‘imagens fotográficas’” (Ortografia: ensinar e aprender, p. 35.).

Mesmo som —- outra letra: CH e X

Luis Roberto Guedes. Bicharada de tinta. São Paulo: FTD, 1996.

142

unidade 7

Reprodu•‹o/E ditora

Caçadora de inseto. Cantora com voz de lixa. Se espicha lá no teto ou dispara — lagartixa!

FTD

Acompanhe a leitura da professora:


1

Leia:

INSETO TETO

ndo/Arquivo

Copie do poema as palavras que rimam com:

Silvana Ra

RA

2

da editora

• Pinte a parte que rima nas palavras.

LIXA espicha

ST

lagartixa

Circule as partes que rimam.

O que há de diferente entre elas?

Silvana Rando/ Arquivo da editora

O S qu ilva ivo na da Ra ed ndo ito / ra

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Observem os desenhos.

eM dUPlA.

na

va Sil

o/A

nd

Ra

ora

dit

ae

od

iv rqu

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Sil

Ran vana

do/A

rquiv

o da

edito

ra

Silvana Rando/Arquivo da editora

Ar

AM

3

Uma Ž escrita com X e a outra com CH.

POEMA (2)

143


4

Escrevam o nome de cada desenho na coluna X ou CH. PALAVRAS ESCRITAS COM A LETRA X

PALAVRAS ESCRITAS COM AS LETRAS cH chuva

xícara

chapéu

caixa

chave

RA

xale

chinelo

O

AM

Leia e memorize:

Chove chuva chuvisquinho Minha calça tem furinho. Chove chuva chuvarada Minha calça está furada.

In: Lenice Gomes. Viva eu, viva tu, viva o rabo do tatu. São Paulo: Cortez, 2009. p. 11.

Na página 242, há uma atividade com esse texto. Confira. 144

unidade 7

Silvana Rando/Arquivo da editora

ST

Memória em jogo


© Jean Galvão/Acervo do cartunista

Hora da diversão Rir e brincar Um dia de chuva pode ser gostoso ou não. Tudo depende do modo de ver.

RA

1

Leia o que dizem as personagens:

Revista Recreio. São Paulo: Abril, n. 463, 22 jan. 2009.

chuva

ST

Quando não chove, mas queremos ouvir o barulhinho da chuva, podemos dar um jeito. Confira a seguir:

O

Você vai precisar de: 1 punhado de arroz 1 panela de alumínio

Jogue o arroz sobre a panela de alumínio, aos poucos. Vai parecer que os pingos de chuva estão batendo em uma janela.

AM

2

Silvana Rando/Arquivo da editora

Revista Recreio. São Paulo: Abril, n. 15, p. 25. Adaptado.

POEMA (2)

145


Sugestões

ditora Cosac Reprodução/E

ST

Casas, de Roseana Murray, publicado pela editora Formato. Esse livro traz vários poemas que mostram um jeito muito especial de ver não só as casas deste mundo, mas também de outros. O leitor vai se encantar com a casa da avó, a casa mal-assombrada, a casa de vizinho, a casa de índio, a casa de amigo, a caverna, a casa maluca e muito mais!

Ou isto ou aquilo, de Cecília Meireles, publicado pela editora Nova Fronteira. Para esse livro, a escritora Cecília Meireles selecionou poemas sobre muito daquilo que é fundamental no mundo da criança: jogos e brinquedos, a casa da avó, animais e flores... Trata-se de um belo livro de poesia.

146

UNIDADE 7

Nova Fronte ira Reprodução/E ditora

AM

O

Reprodução/E

ditora Forma

to

RA

Marco, o barco, de Jim Downer e Ted Hughes, publicado pela editora Cosac Naify. Trata-se de um divertido e emocionante poema sobre o bravo Marco, um pequeno barco rebocador, que ganha o oceano para viver perigosamente. Publicado em fac-símile, a edição brasileira é bilíngue, em português e inglês.

Naify

livros


O que estudamos Faça um X na coluna que mostra como você se saiu nesta unidade: Legenda: Avancei.

Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

Unidade 7

RA

Preciso estudar mais.

Ler e entender o poema “A chuva” Produzir poema sobre a chuva

ST

Fazer as atividades:

• das letras maiúsculas e letras minúsculas

• das letras maiúsculas em nome de pessoas

O

• de duas letras — um som: CH

AM

Silvana Rando/Arquivo da editora

• de mesmo som — outra letra: CH e X

POEMA (2)

147


Marcos Guilherme/Arquivo da editora

AM RA

ST

O

UNIDADE

8

148

Conto


RA ST O

AM Contos atraem nossa atenção desde muito cedo e pode continuar assim pela vida toda. Você gosta de histórias? Qual é a sua preferida?

149


E

O

© Ziraldo Alves Pinto/ Acervo do artista

ST

Prof., nesta unidade o gênero conto será introduzido de modo bem simples. Não será explorado em todas as suas especificidades, mas é importante que o aluno distinga personagens e a estrutura: come•o, desenvolvimento e fim. As tirinhas desta abertura apresentam Maluquinho, personagem principal de várias histórias, em torno da qual giram as ações de outras personagens. Ajudar os alunos a ler as tirinhas para que percebam que o humor vem do fato de que a ajuda é inadequada: Maluquinho faz tudo certo, mas acaba quebrando os ovos nas axilas. O final mostra a decepção de Juju e Maluquinho querendo saber o que ele fez de errado.

RA

ste é o Menino Maluquinho, que você já conhece. Ele é a personagem principal de várias histórias.

150

UNIDADE 8

© Ziraldo Alves Pinto/Acervo do artista

AM

Uma delas começa assim: Juju resolveu fazer um bolo e pediu ajuda ao Maluquinho. Veja o que aconteceu na história:


RA ST © Ziraldo Alves Pinto/Acervo do artista

O

AM

© Ziraldo Alves Pinto/Acervo do artista

© Ziraldo Alves Pinto/Acervo do artista

Quando estava feliz por ter ajudado Juju...

Maluquinho precisou sair correndo... ZIRALDO. As melhores tiradas do Menino Maluquinho. São Paulo: Melhoramentos, 2000. p. 5.

Você vai ler um conto em que uma personagem vai precisar de ajuda. Será que ela vai conseguir? CONTO

151


Gênero: conto. Essa é a designação escolhida para o texto que será estudado nesta unidade, presente na literatura de diferentes países, embora ele seja considerado fábula em alguns lugares, como em Portugal, cuja moral é destacada: “Quem não trabuca (trabalha), não manduca (come)”. Optou-se pelo mais geral, pois o objetivo é que, neste momento, os alunos tenham contato com texto verbal com personagens e estrutura simples: começo, desenvolvimento e fim. Prof., sugere-se uma leitura compartilhada da história para que os alunos percebam que há sequências que se repetem cada vez que muda a ação da personagem. Essas repetições encadeiam a história e permitem que os alunos possam observar a regularidade. Depois da primeira leitura, convidar os alunos a ler conjuntamente, pois, pela facilidade de memorização e a observação do que muda e do que permanece, os alunos poderão interagir e assumir o papel efetivo de leitores, mesmo que não tenham a fluência para fazê-lo.

Leitura: conto

A galinha ruiva

William Bennett

Silvana Rando/Arquivo da editora

O

ST

RA

Um dia uma galinha ruiva encontrou um gr‹o de trigo. Ñ Quem me ajuda a plantar este trigo? Ñ perguntou aos seus amigos. Ñ Eu n‹o Ñ disse o c‹o. Ñ Eu n‹o Ñ disse o gato. Ñ Eu n‹o Ñ disse o porquinho. Ñ Eu n‹o Ñ disse o peru. Ñ Ent‹o eu planto sozinha Ñ disse a galinha. Ñ Cocoric—! E foi isso mesmo que ela fez. Logo o trigo come•ou a brotar e as folhinhas, bem verdinhas, a despontar. O sol brilhou, a chuva caiu e o trigo cresceu e cresceu, atŽ ficar bem alto e maduro.

Silvana Rando/Arquivo da editora

AM

Ñ Quem vai me ajudar a colher o trigo? Ñ perguntou a galinha aos seus amigos. Ñ Eu n‹o Ñ disse o c‹o. Ñ Eu n‹o Ñ disse o gato. Ñ Eu n‹o Ñ disse o porquinho. Ñ Eu n‹o Ñ disse o peru. Ñ Ent‹o eu colho sozinha Ñ disse a galinha. Ñ Cocoric—! E foi isso mesmo que ela fez. [...]

152

unidade 8


Silvana Rando/Arquivo da editora

AM

O

ST

RA

— Quem me ajuda a levar o trigo ao moinho? — perguntou a galinha aos seus amigos. — Eu não — disse o cão. — Eu não — disse o gato. — Eu não — disse o porquinho. — Eu não — disse o peru. — Então eu levo sozinha — disse a galinha. — Cocoricó! E foi isso mesmo que ela fez. Quando, mais tarde, voltou com a farinha, perguntou: — Quem me ajuda a assar essa farinha? — Eu não — disse o cão. — Eu não — disse o gato. — Eu não — disse o porquinho. — Eu não — disse o peru. — Então eu asso sozinha — disse a galinha. — Cocoricó!

A galinha ruiva assou a farinha e com ela fez um lindo pão. — Quem quer comer esse pão? — perguntou a galinha. — Eu quero! — disse o cão. — Eu quero! — disse o gato. — Eu quero! — disse o porquinho. — Eu quero! — disse o peru. — Isso é que não! Sou eu quem vai comer esse pão! — disse a galinha. — Cocoricó! E foi isso mesmo que ela fez. William Bennett. O livro das virtudes para crianças. Tradução de Cláudia Roquette-Pinto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. p. 42. cONTO

153


Interpreta•‹o do texto A personagem mais importante de uma história, aquela que se destaca, é chamada de personagem principal. 1

Quem Ž a personagem principal da hist—ria?

gato

porquinho

Silvana Rando/ Arquivo da editora

peru

Ligue a palavra ao seu significado:

AM

O

3

ST

c‹o

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Escreva o nome das outras personagens que participam da hist—ria:

Silvana Rando/ Arquivo da editora

2

RA

A galinha.

amareladas

azuladas

Galinha ruiva: com penas

4

avermelhadas

pretas

Marque um X na resposta correta. A hist—ria come•a quando a galinha acha: um p‹o.

154

unidade 8

seus amigos.

X

um gr‹o.


5

Desenhe como você imagina este trecho:

Prof., esta Ž uma quest‹o de infer•ncia em que o aluno transforma a linguagem verbal em n‹o verbal, mostrando a compreens‹o do que foi lido.

[...] Logo o trigo começou a brotar e as folhinhas, bem verdinhas, a despontar. O

6

ST

RA

sol brilhou, a chuva caiu e o trigo cresceu e cresceu, até ficar bem alto e maduro.

Por que a galinha disse esta frase:

[...] — Sou eu quem vai comer esse pão! [...] Cocoricó!

Como terminou a história?

AM

7

O

Porque a galinha fez todo o trabalho e ninguŽm a ajudou.

A galinha comeu o p‹o sozinha.

Práticas de oralidade

1. Conversa em jogo Colaborar Ž importante? Quando o trabalho é difícil alguns não querem colaborar. Mas quando a hora é boa, todos querem participar. Por que isso costuma acontecer? Você já passou por uma situação assim? Conte para os colegas e ouça o que eles vão contar. Você teria ajudado a galinha ruiva? Por quê? Resposta pessoal. Prof., Ž importante que os alunos se posicionem e justifiquem suas escolhas.

cONTO

155


2. Teatro de varas Para contar essa história vocês usarão os fantoches da seção Hora da diversão, no final desta unidade.

Em grupo.

preparação: 1

Junte-se a cinco colegas.

2

Decidam quem será: • a galinha; • o cão; • o gato;

RA

• o porquinho; • o peru; • o contador da história.

Montem seus fantoches.

4

Ensaiem a história lembrando que: o contador narra a história, a galinha pergunta e age, os amigos respondem.

ST

3

O

Apresentação: Cada um deverá: • segurar o fantoche de sua personagem; • falar sua parte de forma bem clara para todos ouvirem e entenderem; • mostrar a personagem da vara, procurando não aparecer. Prof., se poss’vel, providenciar uma caixa, um varal com pano pendurado imitando uma cortina ou algo que

Apreciação: possa servir para o aluno se ocultar na hora da apresenta•‹o e deixar ˆ mostra apenas os fantoches. Como foi a apresentação de vocês? E a dos colegas, como foi?

AM

Você mudaria alguma coisa da apresentação de seu grupo? Conversem sobre os resultados.

Produção de texto

Conto

AtividAdE orAl E EsCritA

Prof., o objetivo da atividade Ž a reprodu•‹o da hist—ria lida. A reordena•‹o das a•›es Ž retomada como ponto de apoio para o aluno, e esse desafio de reordenar poder‡ ser feito em duplas. A perman•ncia da estrutura do conto em come•o, desenvolvimento e final provavelmente dar‡ mais seguran•a aos alunos em suas escritas. H‡ tambŽm a possibilidade de que os alunos fa•am escolhas aproximadas para a reescrita. Se achar conveniente, fa•a primeiro a atividade oralmente para depois os alunos registrarem suas escritas. H‡ uma sugest‹o, mas Ž importante aceitar outras possibilidades.

Vamos reescrever a história da galinha ruiva? O come•o da hist—ria já está pronto. O que aconteceu está a seguir, mas fora de ordem. O final você é que vai escrever. 156

unidade 8


1

Numere nos quadrinhos a ordem do que aconteceu com a galinha.

NKLRDVC/Shutterstock/ Glow Images

Khakimullin Aleksandr/ Shutterstock/Glow Images

o QuE ACoNtECEu

FEZ UM LINDO PÌO.

PLANTOU O GRÌO.

RA

1

2

COLHEU O TRIGO.

Agora reescreva a história na ordem em que aconteceu:

A gAliNhA ruivA

O

A GALINHA RUIVA ENCONTROU UM GRÌO DE TRIGO. PEDIU AJUDA AO CÌO, AO GATO, AO PORQUINHO E AO PERU. MAS NINGUƒM QUIS AJUDAR A GALINHA. ENTÌO ELA

Prof., aceitar outras possibilidades de resposta, desde que coerentes com o enredo.

AM

2

VOLTOU DO MOINHO COM A FARINHA.

ST

3

Photolinc/Shutterstock/ Glow Images

Exopixel/Shutterstock/ Glow Images

4

plantou o gr‹o,

colheu o trigo,

voltou do moinho com a farinha,

fez um lindo p‹o.

NO FINAL

a galinha comeu o p‹o sozinha.

Com a história pronta, você pode ler para alguém de sua família.

Conto e reconto Ouça a leitura de ÒBolo fofoÓ. Você vai gostar! Prof., o texto “Bolo fofo” encontra-se em Colet‰nea, no final deste volume.

cONTO

157


L’ngua: usos e reflex‹o Pontua•‹o: travess‹o em in’cio e final de fala de personagem

RA

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Chica diz à Sheila: — Quer um chá?

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Você já estudou como se escreve a fala das personagens usando sinais de pontuação. Leia e recorde:

Agora observe como foi escrita a fala da galinha:

Ñ Quem vai me ajudar a colher o trigo? Ñ perguntou a galinha aos seus amigos.

Prof., ajudar os alunos a observar a possibilidade de escrever o diálogo de outra maneira. Na Unidade 6, os alunos observaram a escrita da fala usando os sinais dois-pontos e travessão. O conteúdo foi retomado na Unidade 7, reforçando esse uso. Nesta unidade é apresentada outra possibilidade de registro da fala, aumentado assim o repertório do aluno. Não há a intenção de sistematizar, mas de introduzir para os alunos as diferentes possibilidades. A sistematização será feita ao longo dos demais volumes.

O que está diferente?

2

Encontre no texto outra fala escrita desse modo.

3

Fale e compare o que disse o cão no início e no final da história:

ST

1

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Prof., acatar as diferentes respostas, já que todos os diálogos do texto são escritos desse modo.

Ñ Eu n‹o Ñ disse o c‹o.

Ñ Eu quero! Ñ disse o c‹o.

O

Pinte o que mudou nas duas falas e explique.

AlŽm de mudar de ideia, o c‹o falou de outra maneira. Prof., é importante que os alunos observem o sinal de pontuação usado. Explorar a entonação dada pelo ponto de exclamação.

AM

Palavras em jogo Desafio

Palavras na gaveta.

158

UNIDADE 8

Silvana Rando/Arquivo da editora

Escreva na gaveta as palavras que tenham a letra G, seguindo a dica. Dica: Não valem palavras com a letra G no começo. Prego, agulha, fogo, pagode, colega.

PREGO GOLA GOMA AGULHA GARRAFA

FOGO GATO GADO PAGODE COLEGA


Prof., esta seção tem a finalidade de trabalhar um dos aspectos de consciência fonológica: um grafema (letra) para representar fonemas (sons) diferentes. Essas relações entre grafemas e fonemas são fundamentais para a apropriação do sistema alfabético de escrita. Sugere-se que, antes da representação escrita, as distinções sejam bastante trabalhadas oralmente. Deverá ser levado em conta o grau de apropriação em que os alunos se encontram em relação ao sistema alfabético de escrita. Sugerir a pesquisa de palavras para confrontar os dois sons por meio de elaboração de listagens com a mesma letra, para que depois separem as palavras com o mesmo som. Exemplo: Letra G com som como em gato / letra G com som como em gema.

Mesma letra —- outro som: GE e GI

AtividAdE orAl E EsCritA

A girafa e o gato olham Chico Bento, o caipirinha, abraçando com carinho Giselda, a sua galinha!

© Mauricio de Sousa/ Mauricio de Sousa Produções/ Ltda.

Leiam:

RA

Em duplA.

Mauricio de Sousa e Yara Maura Silva. A turma da Mônica: ABC. São Paulo: Melhoramentos, 2008.

Silvana Rando/ Arquivo da editora

GALINHA GISELDA

GALO

FOGO

Silvana Rando/ Arquivo da editora

GARRAFA

Silvana Rando/ Arquivo da editora

GIRAFA

Silvana Rando/ Arquivo da editora

MçGICO

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Leiam as palavras:

AM

2

GALINHA GENOVEVA

O

GALINHA GALENA

Silvana Rando/ Arquivo da editora

ST

Pintem o nome da galinha que, no poema, Chico abraça com carinho:

Silvana Rando/ Arquivo da editora

1

GELADEIRA CONTO

159


3

Escrevam as palavras da atividade 2 de acordo com seu som: O SOM DA LETRA G IGUAL AO SOM DE GENOVEVA, GISELDA.

galo

girafa

garrafa

geladeira

fogo

RA

O SOM DA LETRA G IGUAL AO SOM DE GALENA, GORETE, GUTA.

mágico

Desafio 1

ST

Palavras na geladeira.

Em duplA. Escrevam na geladeira

O

as palavras do quadro em que a letra G tem o mesmo som que em geladeira.

AM

GOLA TIGELA GEMA GOMA AGULHA GARRAFA GELO VAGEM GELEIA

2

Completem: Na geladeira estão as palavras

com 160

UNIDADE 8

ge

.

gelo

tigela

gema

vagem

geleia

Silvana Rando/Arquivo da editora

Prof., atentar para a irregularidade do som / / (g•), que pode ser escrito com as letras G ou J. Dessa forma, vale o mesmo princ’pio de trabalho com as palavras mais usuais em pesquisas (livros, jornais, revistas) e elabora•‹o de listas de palavras, conforme sugere Artur Gomes de Morais (2000, p. 35).


Silvana Rando/Arquivo da editora

GUE e GUI AtividAdE orAl E EsCritA

Vamos brincar de pular corda, cantando: Salada, saladinha bem temperadinha com sal, pimenta... fogo, foguinho Domínio público.

Releia as palavras:

FO

go

FO

gui

NHO

ST

2

RA

1

Agora leia estas palavras:

goLE

guERRA

guLA

guiZO

O

gALO

O que você observou nas sílabas destacadas? Prof., os alunos devem observar que, antes das vogais E ou I, Ž preciso grafar G seguido de U para se representar o som /g/ combinado com /e/ ou /i/.

FOGUETE

Silvana Rando/ Arquivo da editora

GUIDÃO

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Leia outras palavras com GUE e GUI e ligue os nomes aos desenhos correspondentes:

AM

3

CARANGUEJO

Silvana Rando/ Arquivo da editora

GUITARRA

Silvana Rando/ Arquivo da editora

cONTO

161


Leia as s’labas dos bal›es:

RA

Ilustra•›es: Silvana Rando/Arquivo da editora

4

O

ST

Ilustra•›es: Silvana Rando/Arquivo da editora

Complete os bal›es de acordo com as cores e forme palavras:

foguinho

guizo

baguete

AM

Memória em jogo

viagem

Elias JosŽ

A palavra VIAGEM vai levando a gente longe, longe, longe... [...]

Elias JosŽ. O jogo das palavras mágicas. S‹o Paulo: Paulinas, 2000.

Na p‡gina 243, h‡ uma atividade proposta com esse texto. Confira. 162

UNIDADE 8

Silvana Rando/Arquivo da editora

Leia, treine e memorize o texto:


Hora da diversão Teatro de varas. Fa•a o seu! material: • Cartolina, pires, tesoura sem ponta, l‡pis de cor, fita adesiva e vara, que pode ser um palito de sorvete, palito de churrasco ou colher de pl‡stico. Prof., se os alunos forem usar palito de churrasco, antes de eles começarem a manuseá-lo, é necessário cortar a ponta para evitar que se machuquem.

RA

modo de fazer: • Para desenhar um porquinho, por exemplo, use um pires para riscar o c’rculo. • Desenhe e pinte no c’rculo: olhos, boca, nariz. • Desenhe as orelhas, pinte e cole no focinho. • Cole o focinho na vara. 2. RECORTE.

Silvana Rando/Arquivo da editora

O

Silvana Rando/Arquivo da editora

3. PINTE.

ST

Sérgio Dotta Jr./Arquivo da editora

1. DESENHE.

4. COLE.

AM

Silvana Rando/Arquivo da editora

Pronto, o fantoche ficar‡ mais ou menos assim:

Silvana Rando/Arquivo da editora

Silvana Rando/Arquivo da editora

5. COLE A VARA.

cONTO

163


Sugestões Reprodu•‹o/E

ST

Chapeuzinho Vermelho, tradução de Érica Diana da Silva, publicado pela Ciranda Cultural. Um conto clássico sobre a menina que enfrenta um grande perigo na casa de sua avó. Esse livro tem ilustrações e imagens em dobradura que “saltam” das páginas.

164

UNIDADE 8

ditora Scipio Reprodu•‹o/E

O patinho feio, versão de Sâmia Rios, publicado pela editora Scipione. Vale a pena conhecer ou relembrar o conto do patinho feio que era maltratado por ser diferente dos outros e no fim acabou descobrindo que era um lindo cisne!

ne

O

AM

Reprodu•‹o/E

ditora Cirand

a Cultural

RA

A festa no céu, de Angela Lago, publicado pela editora Melhoramentos. Angela Lago reconta a história da festa a que só aves podiam ir por ser lá no céu, mas alguém sem asas também compareceu e foi descoberto pelo urubu na hora de voltar para casa...

ditora Melho

ramentos

livros


O que estudamos Faça um X na coluna que mostra como você se saiu nesta unidade: Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

Legenda: Avancei.

Unidade 8 Ler e compreender o conto “A galinha ruiva”

ST

Reescrever o conto estudado

RA

Preciso estudar mais.

Fazer as atividades e os desafios: • de GA, GO, GU

• mesma letra — outro som: GE e GI

Silvana Rando/Arquivo da editora

AM

O

• de GUE e GUI

CONTO

165


Letra de música

AM

O

ST

RA

UNIDADE

9

166


Marcos Guilherme/ Arquivo da editora

RA ST O

AM A combinação das palavras e o ritmo de uma música podem transformar tudo em festa!

Vamos entrar nesta festa?

167


O

Prof., como atividade de antecipação de leitura, sugere-se montar com os alunos uma banca de frutas de uma feira. Consultar as instruções para isso nas orientações específicas do Manual do Professor.

bserve a pintura a seguir.

Prof., o nome da pintura é Feira livre. Essa tela é uma obra da pintora brasileira Aracy de Andrade, representante da arte naïf brasileira. Também chamada de primitiva, a arte naïf (o termo vem do francês e significa “ingênuo”) é produzida por artistas não eruditos a partir de temas populares. Para muitos críticos, essa arte é considerada menos acadêmica, mas provoca sensação e sentimento. Trata-se de uma pintura em que não há preocupação com a construção da perspectiva da imagem, trata-se de um desenho rústico, em que o uso das cores é livre. O representante mais conhecido dessa arte no Brasil é Heitor dos Prazeres.

AM

O

ST

RA

Reprodu•‹o/Galeria Jacques Ardies

Converse com seus colegas sobre ela.

Pintura de aracy de andrade, sem data. Prof., a letra de música integra o gênero canção, considerado híbrido por ser resultado da mistura da linguagem verbal e musical, ou seja, esse gênero só é trabalhado realmente quando a leitura do texto é acompanhada da audição de uma interpretação da música com melodia e acompanhamento. Por isso sugere-se que, se possível, a leitura da letra seja acompanhada da audição da canção como um todo. No caso específico da letra, pode-se afirmar que segue o mesmo estilo de composição de um poema que, geralmente, apresenta versos, estrofes, rimas, aliterações. Vale lembrar que em letras de música às vezes se nota a presença do refrão — verso ou 1 estrofe que se repete intercalado entre estrofes.

Você j‡ esteve em um lugar parecido com esse?

2

H‡ algumas pessoas circulando pelo lugar. O que você acha que elas estão fazendo? Algumas carregam cestos, empurram carrinhos, parecem ser vendedoras. Outras seguram sacolas, parecem fazer compras.

3

Que nome você daria para essa pintura?

4

Você gostou das cores usadas? Por quê?

Prof., estimular a troca de comentários sobre experiências e sensações entre os alunos.

Você sabia que a palavra feira quer dizer Òdia de festaÓ? Leia a seguir uma letra de mœsica que fala dessa festa. Vamos cantar! 168

UNIDADE 9


Leitura: letra de música Vamos cantar:

Feira Rita Rameh

O que tem lá?

Silvana Rando/Arquivo da editora

RA

Segunda tem feira na esquina Se apressa, menina, que vamos pra lá Na quarta-feira tem feira, senhora Olha, não demora, que vai acabar.

O que tem lá?

ST

Cenoura, chuchu, abobrinha, alface fresquinha Repolho, agrião Tomilho, alho e salsinha Ervas, cebolinha e manjericão.

O

Morango, ameixa e uva Laranja madura, abacate e melão Limão, kiwi, pera dura Banana-nanica, maçã e mamão.

AM

Então me traga uma melancia, Dois abacaxis, três maços de almeirão E não se esqueça do peixe bem fresco Um quilo de batata e muito salsão.

sobre a autora Rita Rameh, formada em Engenharia, estudou violão cl‡ssico. Em parceria com o guitarrista e produtor Luiz Waack passou a fazer mœsicas, gravadas no estœdio de Waack com a participa•ão de amigos. Assim nasceu o CD Por quê?, que ganhou um pr•mio de mœsica em 2008 como melhor CD infantil.

LETRA DE MÚSICA

Reprodução/T ratore

Reprodução/Acervo da artista

Rita Rameh. Feira. CD Por qu•?. Produzido com Luiz Waack, Sonopress Rimoda Amazônia, 2007, faixa 6.

169


Interpretação do texto 1

As letras de música são escritas em versos e estrofes como os poemas. Cada linha de um poema é chamada de verso. Cada conjunto de versos separados por um espaço maior forma uma estrofe.

RA

Releia a primeira estrofe:

Segunda tem feira na esquina Se apressa, menina, que vamos pra lá Na quarta-feira tem feira, senhora Olha, não demora, que vai acabar.

verso 1 verso 2 verso 3 verso 4

estrofe

Segunda e quarta-feira.

2

Quais são os outros dias da semana que precisam da palavra feira? Terça, quinta e sexta-feira.

Entre algumas estrofes há um refr‹o: parte da letra da música que se repete.

O

3

ST

Copie da canção o nome dos dias da feira:

Copie a pergunta que compõe o refrão: “O que tem lá?”

Quantos versos tem a estrofe do refrão? Escreva:

AM

4

Prof., o objetivo desta atividade é levar os alunos a observar o sinal de pontuação — ponto de interrogação —, que indica que a frase é interrogativa.

1 verso

5

Copie da letra da música a palavra que rima com agri‹o: manjericão

6

O que quer dizer o verso: “Olha, não demora, que vai acabar.”? O que vai acabar é a feira, que não dura o dia todo.

170

unidade 9


7

Se você estivesse nessa feira, o que traria de lá? Faça uma lista:

Prof., se houver possibilidade, cantar com os alunos a canção toda, depois de eles terem ouvido a gravação. Desse modo será possível produzir uma lista em que haja relação entre o alimento listado e a respectiva medida (quantidade, maço, quilo, etc.).

AM

O

ST

RA

Lista da feira

Releia a terceira estrofe:

Cenoura, chuchu, abobrinha, alface fresquinha Repolho, agrião Tomilho, alho e salsinha Ervas, cebolinha e manjericão.

Silvana Rando/ Arquivo da editora

8

Copie dessa estrofe o nome dos alimentos de que você gosta: Prof., explicar que tomilho, alho, salsinha, ervas, cebolinha e manjericão são usados como tempero. O objetivo desta atividade é levar os alunos a copiar palavras usadas na estrofe. Ao comparar os alimentos que os alunos indicarem como “não apreciados”, ressaltar o aspecto agradável deles (cor, formato, etc.) e sobretudo as propriedades nutricionais das verduras e legumes. Nas orientações específicas do Manual do Professor, há indicação a respeito dessas propriedades.

LETRA DE MòSICA

171


9

Releia esta estrofe:

ST

RA

Morango, ameixa e uva Laranja madura, abacate e mel‹o Lim‹o, kiwi, pera dura Banana-nanica, ma•‹ e mam‹o.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Copie dessa estrofe o verso que tem o nome das frutas de que você mais gosta:

AM

Conto e reconto

A professora vai ler uma canção. Será que você conhece? Preste atenção. Prof., a letra da música “Não é proibido” encontra-se em Coletânea, no fim deste volume.

Pr‡ticas de oralidade

1. Conversa em jogo Alimentação saudável

Prof., aproveitar a oportunidade para estimular uma reflexão e troca de opiniões sobre o consumo de legumes, hortaliças e frutas durante as refeições diárias das famílias. Destacar ainda as vantagens de se consumirem esses alimentos na época em que há mais oferta, e ainda as vantagens de se aproveitarem talos, folhas, etc. Comentar com os alunos que alguns desses alimentos podem ser cultivados em quintais ou varandas.

Você gosta de frutas, legumes e verduras? De quais? Por quê? Costuma comer esses alimentos? Você acha importante ingerir frutas, legumes e verduras? Por quê? 172

unidade 9

Ilustra•›es: Silvana Rando/Arquivo da editora

O

Prof., o objetivo desta atividade é fixar o conceito de verso como uma das linhas de um poema.


2. Vamos brincar de feira 1

Escolha um alimento que se compra na feira. Pode ser fruta, legume ou verdura. Escreva o nome:

.

Diga à professora qual foi sua escolha. Ela vai registrar em uma lista na lousa. Se algum colega disser antes da sua vez o mesmo alimento que você escolheu, fale outro nome para a professora escrever na lousa e corrija o que você escreveu acima.

3

Aguarde a professora dizer:

RA

2

“— Fui à feira comprar [nome de algum alimento da lista].”

Se ela disser o alimento que você escolheu, responda rápido, como na ilustração abaixo, indicando outro alimento da lista:

ST

4

“— [nome do alimento que você escolheu] não tinha, mas tinha [nome de outro alimento da lista].” Fui À Feira CoMPrar TOMATE!

TOMATE nÃo TinHa, Mas TinHa MELÌO!

AM

MELÌO nÃo TinHa, Mas TinHa ALFACE!

Silvana Rando/Arquivo da editora

O

Observe o exemplo:

alFaCe

MelÃo

ToMaTe

banana

Seja rápido! Quem demorar para responder sai da brincadeira. Quem ficar para o final será o vencedor. Prof., sugere-se, neste momento, retomar a atividade de antecipação em que os alunos foram estimulados a montar uma banca de feira. Eles podem brincar, vivenciando situações de compra e venda de frutas.

LETRA DE MÚSICA

173


Produ•ão de texto Letra de música AtividAde orAl e escritA em duplA. A letra de música que vocês leram fala sobre feira e, como um poema,

apresenta versos, estrofes e rimas.

1

RA

A seguir, vocês vão escrever uma letra de música que fala de mar e depois vão apresentá-la aos colegas. Para isso, sigam os passos propostos: Pensem em palavras que lembrem mar e anotem no quadro:

Praia, peixe,

ST

Sugestões: onda, arraia, baleia, conchinha, coral, sal, vento, alimento, barco, jangada, pescada, rede, tempestade, navegar, nadar, brincar, surfar. Pode ser imaginário, como sereia.

Escolham do quadro palavras que rimem.

3

Continuem a letra da música abaixo escrevendo uma nova estrofe, com 4 versos, Prof., ajudar os alunos na combinação de palavras que possam usando as palavras que rimam:

O

2

AM

mar

rimar: praia com arraia, areia com baleia, conchinha com ondinha, coral com sal, surfar com nadar, pulinho com peixinho, etc. Retomar a letra da música “Feira”, em que a autora combina várias palavras terminadas em ‹o. Terminações como inho, ‹o, ar são mais simples de combinar.

Hoje é dia de ir pro mar Se apressa, menino, que vamos pra lá. O que tem lá?

4

174

Preparem a apresentação da canção. Combinem em que ritmo vocês vão cantar. Ensaiem e aguardem o dia da apresentação.

unidade 9


Palavras em jogo Desafio Palavras na caixa: CA, CO, CU

O

ST

CueCa PaTins barCo Jogo Corda PeTeCa bola CarrinHo boneCa

Silvana Rando/Arquivo da editora

barco, corda, peteca, carrinho, boneca

RA

Escreva na caixa os nomes da lista. Dica: S贸 valem nomes de brinquedos com CA, CO, CU.

Palavras no quiosque: QUE, QUI

AM

Escreva no quiosque alguns nomes da lista. Dica: S贸 valem nomes de comidas com QUE e QUI.

PeriquiTo queiJo quiabo FaquinHa queiJadinHa quindiM CanJiCa quibe

Silvana Rando/Arquivo da editora

queijo, quiabo, queijadinha, quindim, quibe

LETRA DE M貌SICA

175


Prof., dar •nfase ao fato de a letra C representar dois sons: o som de /k/ e de /s/. Verificar se perceberam que o C representa o som de /s/ quando Ž seguido das vogais E e I e representa o som de /k/ quando Ž seguido de A, O e U. Pedir exemplos aos alunos: nome dos colegas de classe (Cec’lia, C’cero, Carlos, etc.) e de coisas em geral (cinto, cinema, cen‡rio, centen‡rio, camisa, camiseta, corda, curva, etc.). Organizar uma lista de palavras com CA, CO, CU e outra com CE e CI e fazer o registro. Ler a lista com os alunos destacando as s’labas em quest‹o. Nesta etapa a finalidade Ž apenas levar os alunos a perceber a mesma escrita para outro som. A sistematiza•‹o das regras ortogr‡ficas ocorrer‡ em ano posterior.

Mesma letra —- outro som: CE, CI AtividAde orAl e escritA

Leia em voz alta e compare o som da letra C:

Cenoura

Cidra

RA

Caqui

Shutterstock/Glow Images

Manuel Alexiades/ Shutterstock/Glow Images

Giuseppe Lancia/Alamy/ Other Images

1

Pinte a primeira sílaba de cada palavra.

a) Copie nos quadrinhos as sílabas que você pintou:

ce

ci

ST

ca

b) Leia as sílabas dos quadrinhos acima. • O que você descobriu? • Conte aos colegas e ouça o que eles descobriram. Recorde o som da letra C no caso da palavra:

Alfredo Franco/ Arquivo da editora

O

2

AM

MelanCia

Prof., o som /s/ representado pela letra C, quando seguida das vogais E e I, pode oferecer dificuldade aos alunos, pois, para se obter o mesmo som para a letra C quando seguida das vogais A, O, U, Ž preciso anexar o sinal de cedilha ˆ letra C. Isso ser‡ estudado na sequ•ncia.

Circule na estrofe abaixo as palavras que têm a letra C com o mesmo som do C em melancia: Cenoura, chuchu, abobrinha, alface fresquinha Repolho, agrião tomilho, alho e salsinha ervas, cebolinha e manjericão.

MorCego 176

unidade 9

Cisne

AbleStock.com/ Jupiter Images

Fabio Colombini/ Acervo do fotógrafo

Nas palavras abaixo, pinte a letra que aparece logo depois da letra C: Dorling Kindersley/ Getty Images

3

Cebola


4

Complete: Para a letra C ter o som que ela tem em MELANCIA, depois da letra C vêm as vogais E ou I .

Prof., a preocupação de explicitar todas as regras possíveis de ortografia atende ao princípio de que o registro que os alunos fazem de suas descobertas sobre quando usar ou não usar determinadas letras “materializa” suas conclusões, o que facilita a memorização.

5

Escolha 3 palavras com CE ou CI entre as que você encontrou nesta unidade.

RA

Escreva essas palavras aqui: Sugest›es de resposta: Cenoura, alface, cebolinha, melancia.

6

Pesquise 5 palavras com CE ou CI diferentes das escolhidas na questão anterior. Recorte essas palavras e cole:

Liquidlibrary/Jupiter Images

Leia:

AM

1

O

Letra Ç

ST

Prof., segundo Artur Gomes de Morais (Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática, 2000, p. 35-36), “a exposição à escrita impressa (livros, jornais, revistas) e a ‘listas de palavras’ (que são definidas com os alunos como tarefa de aprendizagem) será um recurso importante para que eles [os alunos] memorizem, progressivamente, as principais dificuldades irregulares de nossa ortografia”.

mArÇo 2016

DOM. SEG.

TER.

QUA.

QUI.

SEX.

SÁB.

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

Marco

MarÇo

O que você observou na troca de C por Ç? Aparece a cedilha no C e ocorre mudan•a no som (e no sentido) da palavra.

letra de mÚSICa

177


COCA

co•a

CACA

ca•a

COCO

co•o

PECA

pe•a

FACA

fa•a

LOUCA

lou•a

Releia esta estrofe da mœsica ÒFeiraÓ: Morango, ameixa e uva Laranja madura, abacate e melão Limão, kiwi, pera dura Banana-nanica, maçã e mamão.

Escreva o nome da fruta que, nesses versos, tem ‚:

Diogoppr/Shutterstock/Glow Images

ST MoÇa

CuPuaÇu

Complete:

Você quer brincar de pique? É de pique, picolé. Quantos piques você quer?

itora

André Carvalho e David de Carvalho. Como brincar à moda antiga. Belo Horizonte: Lê, 1999. p. 12.

Na p‡gina 243, h‡ uma atividade com esse texto para voc•. Confira. 178

unidade 9

S

Leia e memorize:

.

d da e

Memória em jogo

u

uivo

AM

Depois de ‚ v•m as vogais a , o ou Aten•‹o: Nenhuma palavra come•a com ‚.

q o/Ar

5

PesCoÇo

O

PalHaÇo

Ron Chapple/Thinkstock/ Jupiter Images

Photos.com/Jupiter Images

Pinte as letras que aparecem depois do ‚: Robin Lynne Gibson/ Stone/Getty Images

4

.

ma•‹

nd a Ra ilvan

3

Coloque o sinal cedilha na letra C para mudar o som e a palavra. Depois, leia em voz alta as palavras formadas:

RA

2


Hora da diversão Segunda, ter•a, quarta: dia de ir ˆ feira! CafŽ, almo•o, jantar: hora de comer!

AM

O

ST

RA

© Mauricio de Sousa/Mauricio de Sousa Produ•›es Ltda.

Quem n‹o gosta? Magali gosta MUITO!

Mauricio de Sousa. Almanaque: historinhas de uma p‡gina. S‹o Paulo: Panini Comics, n. 9, fev. 2014, p. 20. letra de mÚSICa

179


Sugest›es Reprodução/C

ST

Chico e Vinicius para crianças, composi•›es de Chico Buarque e Vinicius de Moraes. Universal, 2004. Chico Buarque e Vinicius de Moraes, dois dos compositores mais importantes da mœsica brasileira, reuniram lindas can•›es para a garotada nesse CD. Diversos intŽrpretes conhecidos gravaram as mœsicas: Toquinho, Fagner, Boca Livre, Lucinha Lins, Nara Le‹o e Walter Franco s‹o alguns deles.

180

UNIDADE 9

CD

Trem maluco e outras cantigas de roda, interpreta•‹o de HŽlio Ziskind. MCD, 2006. Esse CD apresenta diversas cantigas de roda tradicionais, mas tambŽm algumas cria•›es de HŽlio Ziskind, bastante conhecido sobretudo por seu trabalho com mœsica para crian•as. Ele comp™s e interpretou can•›es de programas infantis da TV Cultura, como Cocoric—, Castelo R‡-Tim-Bum, entre outros.

Reprodução/M

AM

O

Reprodução/U

niversal

RA

Cocoricó na cidade, composi•›es de Fernando Salem. Tratore, 2010. Famosa por causa da sŽrie transmitida pela TV Cultura, a turma do paiol conquistou o mundo urbano! As can•›es da temporada em que as personagens est‹o na cidade foram gravadas nesse CD.

ultura Marca s

cds


O que estudamos Faça um X na coluna que mostra como você se saiu nesta unidade: Legenda: Avancei.

Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

Unidade 9 Ler e compreender a letra da música “Feira”

RA

Preciso estudar mais.

ST

Produzir letra de música em dupla com meu colega Fazer as atividades e os desafios: • das palavras com as sílabas CA, CO, CU

O

• das palavras com as sílabas QUE, QUI

• da mesma letra — outro som: CE, CI

Silvana Rando/Arquivo da editora

AM

• da letra ‚

LETRA DE MÚSICA

181


AM RA

ST

O

UNIDADE

10

182

Carta


RA ST O Marcos Guilherme/Arquivo da editora

AM Por meio de cartas podemos levar e receber not’cias das partes mais distantes. Quer ver como isso Ž poss’vel?

183


V

Prof., como atividade de antecipação de leitura, sugere-se uma conversa sobre que meios de comunicação os alunos conhecem e quais são os mais utilizados. Perguntar-lhes se já viram uma carta, se conhecem alguém que sabe o que é uma carta, para depois apresentar o texto. Pedir-lhes que observem o formato do texto: a primeira linha (saudação), o corpo do texto (assunto) e a assinatura. Estímulo: sobre o que será que o Calvin está escrevendo? Ler apenas a saudação e estimular os alunos a elaborar hipóteses de leitura.

RA

© Bill Watterson/Dist. By Atlantic Syndication/Universal Uclick

oc• ou alguŽm de sua fam’lia j‡ recebeu uma carta ou costuma enviar cartas? Veja o que Calvin est‡ escrevendo e para quem:

ST

Bill Watterson. Felino selvagem, psicopata, homicida. S‹o Paulo: Best Express‹o Social e Editora, 1996.

AM Confira! 184

UNIDADE 10

Steve Webb/Editora Salamandra

O

A seguir, voc• vai conhecer uma hist—ria a respeito de uma festa do pijama sobre a qual os convidados foram comunicados por carta. E quem convidou foi ela, a Viviana:


Gênero: carta. Trata-se de um gênero textual que pertence ao campo das comunicações por correspondência. É um meio de nos comunicarmos com alguém por escrito. Uma carta pode relatar fatos ou simplesmente servir para fazer contato com alguma pessoa não presente. No caso desta unidade, a carta tem por assunto fazer um convite, mas a estrutura e o formato são de carta. É oportuno lembrar aos alunos a diferença em relação ao bilhete, que, além de mais breve, não necessita de correio. Ressaltar que os avanços eletrônicos permitem outras formas de nos correspondermos por escrito: e-mail, “torpedos” (mensagens de texto via telefone celular), chats de redes sociais, telegramas. Na carta, há elementos estruturados que devem ser observados: destinatário, saudação, corpo do texto, despedida, assinatura.

Leitura: carta

Viviana queria saber que pijama os animais vestiam para dormir. Teve a ideia de convid‡-los para uma festa e dar um pr•mio para o pijama mais fant‡stico, ÒiradoÓ, ÒanimalÓ... Para convidar os animais, escreveu uma cartinha para cada um. Prof., a savana africana é uma região extensa Veja a cartinha que Viviana enviou para a Girafa. em que há escassa ocorrência de árvores: predominantemente, a vegetação é de gramíneas. Como há longas secas, que podem durar até dez meses, a savana tem um clima seco, com temperaturas elevadas e umidade do ar desértica.

RA

Viviana Rainha do Pijama

AM

O

ST

Reprodução/Editora Salamandra

Steve Webb

Steve Webb. Viviana Rainha do Pijama. São Paulo: Salamandra, 2009. Carta

185


Reprodu•‹o/Edit ora Salamandra

Reprodu•‹o/Ed. Random House

RA

sobre o autor O ingl•s Steve Webb estudou projeto gr‡fico e ilustra•‹o e trabalha para v‡rias ag•ncias de publicidade. Atualmente Ž desenhista. Foi ele quem escreveu e ilustrou o livro Viviana Rainha do Pijama.

Interpretação do texto atiVidadE oRal E EscRita

ST

O texto que voc• leu Ž uma carta.

Prof., foi mantido o original em que a frase, depois da sauda•‹o com v’rgula, vem com letra maiœscula. Se considerar oportuno, chamar a aten•‹o dos alunos, pois depois da v’rgula em geral se usa letra minœscula.

1

Qual Ž o assunto da carta?

2

O

A festa do pijama e o convite à Girafa.

Na carta, Viviana cita outros animais que j‡ foram convidados. Quem s‹o eles?

AM

Leão, Pinguim e Jacaré.

3

Leia:

E um prêmio para o pijama mais irado.

O que pode significar um Òpijama iradoÓ?

Converse com os colegas e escolham uma palavra que possa substituir ÒiradoÓ. E um prêmio para o pijama mais Possibilidades: criativo, interessante, bonito, etc.

186

UNIDADE 10

.


Em uma carta, algumas partes n‹o podem faltar. Veja: Reprodução/Editora Salamandra

4

RA

para quem se escreve (saudação)

despedida e assinatura

lembrete

AM

O

ST

o que se escreve

a) Copie: • a palavra carinhosa que Viviana usa para saudar a Girafa: cara

• a express‹o carinhosa que Viviana usa para se despedir:

com afeto

b)

Em duPla.

Leiam juntos o texto que est‡ no quadrinho vermelho.

Por que ser‡ que essa parte ficou separada no final da carta?

Prof., P.S. é a forma abreviada de postscriptum, forma latina que significa “depois de escrito”. É um texto que se escreve depois de se assinar uma carta. Ou seja, se o remetente se esqueceu de escrever algo após finalizar uma carta, usa P.S. para inserir o que foi esquecido ou alguma nota ou comentário qualquer. Permitir que as crianças levantem hipóteses antes de explicar o significado dessa abreviatura.

Carta

187


Viviana diz que na sua festa ÒVai ter tremendos balõesÓ. Desenhe como voc• imagina esses balões:

6

Leia a carta com a resposta da Girafa:

AM

O

Cara Viviana, Neste planeta azul e verde, que Deus nos deu, n‹o existe ninguŽm mais alta que eu: meu pesco•o comprido já tem sua fama. Com a cabe•a no céu e meus pés na grama, meu pijama tem nuvens de cima atŽ embaixo. Pijama mais bonito por aqui n‹o há. O pr•mio já Ž meu, a vitória Ž pra já. Com afeto, Girafa

Confira se a carta da Girafa tem todas as partes necessárias:

a) Para quem a Girafa escreveu? Para Viviana.

b) Qual foi o assunto da carta?

O pijama da Girafa.

c) Como a Girafa se despede? ÒCom afeto, GirafaÓ

188

unidade 10

Prof., ajudar os alunos a observar o uso de maiúsculas em suas respostas.

Reprodução/Editora Salamandra

ST

RA

5


A Girafa escreveu com outro tipo de letra. Geralmente as cartas que são escritas à mão são escritas com letra cursiva. Escreva com letra cursiva o trecho da carta da Viviana:

RA

Cara Girafa, Por favor, venha à minha festa do pijama.

Na sua opinião, por que a Girafa escolheu um pijama com “nuvens de cima até embaixo”?

8

Observe o mapa e converse sobre a distância que as cartas percorreram para chegar ao destino.

ST

7

Veja onde nós estamos: no Brasil. Faça uma linha do Brasil até o lugar em que Viviana mora, a Inglaterra.

Para chegar lá, uma cartinha sua passaria principalmente sobre terra ou sobre mar?

O

Prof., o objetivo desta atividade não é trabalhar aspectos cartográficos, mas mostrar aos alunos uma forma de representar visualmente espaços e distâncias. Além disso, fazê-los ver que a carta é um meio de comunicação escrito a distância.

Walmir dos Santos/Arquivo da editora

AM

mapa-múndi

INGLATERRA

Oceano Pacífco

Oceano Pacífco Oceano Índico

BRASIL

Oceano Atlântico IBGE. Atlas geogr‡fico escolar. Rio de Janeiro, 2009. Adaptado. CARTA

189


Práticas de oralidade 1. Conversa em jogo Encontro de amigos Viviana enviou cartas convidando amigos para uma festa.

RA

Voc• tambŽm costuma se reunir com os amigos? Por que Ž importante manter Prof., aproveitar o momento para uma reflexão sobre a importância de ter amigos para conversar, para brincar, para participar de momentos da vida de cada um. Em tempos de contato com eles? amigos virtuais, a valorização da interação pessoal se faz necessária.

2. Contar nos mínimos detalhes Agora Ž sua vez:

ST

Na carta da Girafa lemos que o pijama dela Ž cheio de nuvens.

O

Escolha um dos bichos convidados: • o Le‹o, rei da floresta; • o Pinguim, que mora no lugar gelado; • o JacarŽ, que mora na ‡gua; • o Polvo, que tem oito ÒpernasÓ.

Desenhe, em uma folha de sulfite, como seria o pijama do animal que voc• escolheu.

AM

Lembre-se de que, na hist—ria, o pijama: • dever‡ ser fant‡stico, ÒiradoÓ; • concorrer‡ a um pr•mio. Na sua vez, conte com detalhes como voc• desenhou. N‹o mostre ainda seu desenho para que os colegas imaginem apenas por suas palavras. No final, mostre seu desenho. Ou•a o que os colegas v‹o contar sobre o desenho deles. Tente imaginar como Ž o pijama que eles desenharam. No final, voc•s podem juntar os desenhos e fazer um varal de pijamas.

190

unidade 10


Produção de texto Prof., h‡ elementos que pertencem ˆ produ•‹o de cartas que n‹o foram sistematizados nesta atividade, como endere•amento na frente do envelope (nome, endere•o completo, cidade, CEP); informa•›es sobre o remetente no verso do envelope; localiza•‹o do remetente no in’cio da carta (cidade de onde se escreve e data). Se considerar conveniente, fazer com os alunos um levantamento de formas afetivas de sauda•‹o ou despedida em cartas entre amigos e familiares. Se julgar oportuno, conversar com os alunos sobre seus efeitos. Na cole•‹o, esses elementos ser‹o mais trabalhados em outros momentos.

Carta

Imagine que Viviana enviou uma carta convidando voc• para a festa do pijama.

mostrar essa primeira produ•‹o para um colega ou para voc•; verificar se Ž preciso corrigir alguma coisa; passar a carta a limpo numa folha avulsa; ilustrar com um desenho do pijama imaginado; ler a cartinha para os colegas e ouvir as cartinhas que eles produziram. Durante a escrita, observar se haver‡ alguŽm que ter‡ a necessidade real de incluir um P.S. Se houver, aproveitar para mostrar essa necessidade para a classe toda e como faz•-lo. Sen‹o, comentar com eles que, caso fosse necess‡rio, poderia ser feito um.

RA

1

Prof., orientar os alunos a:

Como seria sua carta de resposta? Como seria seu pijama?fazer um rascunho no livro; Escreva uma carta para Viviana Rainha do Pijama. Siga as instruções da professora.

AM

O

ST

para quem se escreve

o que se escreve

despedida e assinatura

P.S.

2

P.S., se precisar

Quando as cartas estiverem prontas, divirta-se lendo a dos colegas. Vocês podem montar também um varal com as cartas para apreciarem melhor o que foi produzido. Prof., nas orienta•›es espec’ficas do Manual do Professor, h‡ sugest›es de atividades com cartas. Carta

191


L’ngua: usos e reflex‹o Uso de letras maiœsculas Faça um círculo nas letras maiúsculas que encontrar na carta de Viviana. Por que foram usadas letras maiúsculas? Converse com os colegas e a professora sobre isso. Prof., as letras est‹o circuladas na carta da p‡gina 185.

2

Por que estas palavras foram escritas com letra maiúscula? Ligue cada uma delas a um motivo:

ST

início de frase

nome de pessoa

leão

nome de personagem

O

FESTA dO PIJAMA

AM

Chegou a hora da…

3

destaque para chamar a atenção do leitor

Copie da carta da Girafa as palavras que indicam:

Prof., Deus, com letra inicial maiœscula, representa um ser supremo. Se considerar oportuno ou necess‡rio, aproveitar para conversar com os alunos a respeito da import‰ncia de se respeitarem as diferen•as religiosas.

a) nome de pessoa: Deus, Viviana

b) nome de animal que age como pessoa: Girafa

c) início de frase: Ex.: Neste planeta azul...

192

Reprodu•ão/Ed

viviana

itora Salamandra

RA

1

UNIDADE 10


O Leão escreveu uma resposta para Viviana, mas se esqueceu de empregar as letras maiúsculas em sua carta. Veja como ficou: Silvana Rando/Arquivo da editora

4

cara viviana,

RA

pode contar comigo em sua festa. meu pijama será o de um verdadeiro rei. da áfrica, com afeto, leão

ST

Copie a carta do Leão empregando corretamente as letras maiúsculas:

com a tuRma toda. Façam uma lista de palavras que são usadas com letra inicial

AM

5

O

Cara Viviana, / Pode contar comigo em sua festa. Meu pijama ser‡ o de um verdadeiro rei. / Da çfrica, com afeto, / Le‹o

maiúscula. Valem: nomes de produto, nomes de pessoa, nomes de cidade, Prof., sugere-se fazer com os alunos mais de uma lista: uma primeira, com os nomes que eles forem falando; registrar na lousa separando em colunas (uma nomes de personagem...

para produtos, outra para pessoas, outra para personagens, etc.). Num outro momento, providenciar jornais e revistas e propor aos alunos que recortem os nomes com letra inicial maiúscula que aparecem nas manchetes e nos títulos e organizar as colunas conforme os recortes exigirem.

Hora de organizar o que estudamos

nome de pessoa

letra maiœscula

nome de lugar

início de frase

CARTA

193


Palavras em jogo Desafio Palavras na selva.

RA

Que bichos habitam a selva desenhada? Escreva o nome deles nas linhas. Dica: Só vale nome de bicho iniciado com S.

TARTARUGA

CORUJA

SUCATA

SUCURI

SABIç

SAIA

ON‚A

SAGUI

SAPO

SEMENTE

O

SERENO

AM

sucuri, sagui, sabiá, sapo

194

unidade 10

Silvana Rando/Arquivo da editora

ST

SOPA


S com som de Z

PARA A GIRAFA, PERTO DAS çRVORES ALTAS, SAVANA SECA, çFRICA

2

to ução/Edi Reprod

Leia os endereços da Girafa e de Viviana: VIVIANA, Travessa Arenosa, 22 Colina Verde ˆ Beira-Mar, INGLATERRA

RA

1

mandra ra Sala

atiVidadE oRal E EscRita

Leia em voz alta as palavras a seguir e pinte a letra S onde aparecer:

Arenosa

ST

Savana

Em qual dessas palavras a letra S tem o mesmo som que a letra Z tem em

ZEBRA

3

O

Arenosa.

?

Pinte as palavras em que a letra S tem o mesmo som da letra Z em ZEBRA:

CASA

AM

PÁSSARO

BESOURO

4

SOPA

ASSAdO

CASO MúSICA

CASEIRO RASO

Pinte as letras que vêm antes e depois da letra S:

CASA

CASO

CASEIRO

BESOURO

MúSICA

RASO

Converse com os colegas e a professora sobre o que você descobriu a respeiProf., o importante é os alunos observarem que a to do som da letra S nessas palavras. letra S tem som de /z/ quando é usada entre vogais. Carta

195


S ou SS? 1

Leia:

TRAvESSA Fale e preste aten•ão no som produzido por SS.

SAlA

CASA

Em duPla. Leiam

lISA

SAPATO

e observem o som da letra S nas palavras:

ST

Silvana Rando/Arquivo da editora

Prof., ajudar os alunos a perceber que a letra S entre duas vogais tem som de /z/. Para ter o som de /s/ como em sala entre duas vogais, Ž preciso escrever as letras SS.

Silvana Rando/Arquivo da editora

2

RA

Pinte as palavras em que a letra S tem o mesmo som que em SS:

ASA

ASSA

3

O

Conversem sobre esses sons diferentes.

Descubra as palavras a seguir completando com S ou SS: SS

EIO

AM

PA

vA

GOSTO

4

O

S

S

O

TE

O

S

OURO

AvI

SS

UdO

A

PE

OA

SS

MA

Eu dito, voc• escreve. Em duPla. Pesquisem

6 palavras com a letra S no in’cio ou no meio.

• Dite as palavras para o seu colega. • Escreva as palavras que ele ditar. • Confiram a escrita de cada palavra. 196

SS

unidade 10

O

S

AdO SS

A


5

Observe a separação das sílabas quando a palavra é escrita com SS:

MASSA

MAS

SA

FOSSA

FOS

SA

Como é feita a separação? Fica um S em cada sílaba.

PASSAdO

PAS

OSSUdO

OS

ASSAdO

AS

PASSARINHO

PAS

RA

Separe as sílabas das palavras indicadas: SA

DO

SU

DO

SA

DO

SA

RI

NHO

Memória em jogo

Sil va na Ra n

d vo

O

a editora

Leia e memorize:

do ui rq /A

ST

6

O pássaro pousa onde a raposa repousa.

AM

Libsa. Adivinhas e trava-línguas. São Paulo: Caramelo, 2009. p. 111.

Na página 243, há uma atividade proposta com esse texto. Confira.

Hora da diversão

Carta enigmática

– TO + INHA

– DA

– ANO + JA +

Silvana Rando/Arquivo da editora

2 × vi + ana

Silvana Rando/Arquivo da editora

Viviana Rainha do Pijama

Prof., se poss’vel, contar o final da hist—ria: quem ganhou o pr•mio na festa do pijama foi a pr—pria Viviana, com um pijama em que havia v‡rios animais da floresta bordados. Silvana Rando/Arquivo da editora

Descubra quem ganhou o concurso do pijama:

– CACO CARTA

197


Sugestões

RA

De carta em carta, de Ana Maria Machado, publicado pela editora Salamandra. Pepe e seu avô José são muito amigos e bem parecidos: teimosos e implicantes. Certo dia, numa briga, para não xingar e ficar de castigo, Pepe resolve escrever uma carta e dizer tudo o que pensa. Só que ele não sabe escrever. Então vai até a Praça dos Escrevedores, onde conhece seu Miguel, um escrevedor de cartas.

198

UNIDADE 10

Reprodu•‹o/E dito

AM

Carta para Alice, de Maria Christina Lins do Rego Veras, publicado pela editora JosŽ Olympio. Neste livro, a autora, filha do escritor José Lins do Rego, escreve sobre suas memórias de infância no Rio de Janeiro, em João Pessoa e no interior da Paraíba. Ela fala da diferença entre a vida na cidade grande, o Rio de Janeiro, onde morava, e a vida tranquila e livre nas fazendas e nos engenhos do Nordeste. São histórias sobre uma infância às antigas, passada no coração do Brasil, entre o Sudeste e o Nordeste, e lembranças de parentes, amigos, animais de estimação e viagens.

ra JosŽ Olymp io

O

ST

Reprodu•‹o/E

andra ditora Salam

Carta das ilhas andarilhas, de Jacques PrŽvert, publicado pela Editora 34. Era uma vez uma ilha fora do mapa, que não ligava para o trabalho nem gostava que mandassem nela. Quando os habitantes do continente a descobrem e resolvem dominá-la, tudo acaba em confusão.

Reprodu•‹o/E ditora 34

livros


O que estudamos Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

Fa•a um X na coluna que mostra como voc• se saiu nesta unidade: Legenda: Avancei.

Unidade 10 Ler e compreender as cartas de ÒViviana Rainha do PijamaÓ

ST

Produzir uma carta

RA

Preciso estudar mais.

Fazer as atividades e o desafio: • do uso da letra maiúscula • da letra S

O

• da letra S com som de Z

AM

Silvana Rando/Arquivo da editora

• do uso de S ou SS

CARTA

199


AM RA

ST

O

UNIDADE

11

200

Fรกbula


Marcos Guilherme/Arquivo da editora

RA ST O

AM Hâ&#x20AC;Ą histâ&#x20AC;&#x201D;rias de animais que falam, pensam e sentem do mesmo jeito que as pessoas e, com elas, podemos aprender coisas interessantes. Que tal ler uma dessas histâ&#x20AC;&#x201D;rias? 201


V

eja a imagem abaixo e converse com seus colegas sobre ela: • quais animais fazem parte dela; • o que parece estar acontecendo com eles; Prof., Ž importante estimular os alunos a ler imagens, comentando detalhes, descrevendo • por que você acha que isso está ocorrendo. elementos e relacionando informa•›es.

AM

O

ST

Silvana Rando/Arquivo da editora

RA

Você conhece alguma história com essas personagens? O que você acha que pode acontecer quando se juntam um leão e um ratinho?

202

UNIDADE 11


Leitura: f‡bula

Gênero: fábula. Trata-se de uma pequena história geralmente construída em torno de personagens características: animais que assumem aspectos considerados humanos (fala, traços de personalidade, etc.). Procura transmitir ao leitor uma lição, um conselho.

O leão e o ratinho

RA

Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra boa de uma árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou. Todos conseguiram fugir, menos um que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora. Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva. Nisso apareceu o ratinho e, com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão. MORAL: UMA BOA AÇÃO GANHA OUTRA.

AM

O

Reprodução/Arquivo da editora

ST

Esopo. F‡bulas de Esopo. Compilação de Russell Ash e Bernard Higton. Tradução de Heloisa Jahn. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2004.

Prof., nas orientações específicas do Manual do Professor, há indicações de como, com dobraduras, construir um leão. Fazer essa atividade com os alunos antes de ler a história, se considerar conveniente. Prof., a escuta da leitura do professor permite aos alunos que ainda não leem convencionalmente sentir-se leitores. A escuta é uma forma de leitura. Segundo L. C. Cagliari (Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 2002, p. 155), “Ouvir histórias é uma forma de ler. A diferença entre ouvir a fala e ouvir a leitura está em que a fala é produzida espontaneamente, ao passo que a leitura é baseada num texto escrito, que tem características próprias diferentes da fala espontânea”.

Fábula

203


Interpretação do texto AtividAde OrAl e escritA

1

Escreva o nome das duas personagens da história:

2

RA

Uma personagem é o leão e a outra é o ratinho.

Onde estava o leão? Debaixo de uma árvore.

3

Onde o ratinho ficou preso?

4

ST

Debaixo da pata do leão.

Leia o que fez o ratinho e pinte a resposta certa: […] o ratinho pediu e implorou […]

O

Essas atitudes do ratinho são comuns: aos bichos.

X

ˆs pessoas.

ˆs crianças.

AM

A história do leão e do ratinho é uma fábula. Na f‡bula as personagens são animais que pensam e falam como se fossem gente.

5

6

204

Numere as frases de acordo com a ordem do que acontece na história: 5

O leão urrou muito.

3

O leão soltou o ratinho.

4

O leão ficou preso na rede.

6

O ratinho soltou o leão.

1

O leão prendeu o ratinho.

2

O ratinho pediu ao leão que o soltasse.

Por que o ratinho soltou o leão? Diga a sua opinião e ouça a dos colegas. Prof., aceitar as respostas desde que coerentes com o desenvolvimento da história. Há várias possibilidades; por exemplo: honrar um amigo, mostrar que nem sempre a força vence, ficar com pena, retribuir a boa ação, etc.

unidade 11


Pr‡ticas de oralidade Conversa em jogo Boas a•›es A fábula “O leão e o ratinho” traz uma lição: uma boa ação ganha outra.

RA

Você acha que isso sempre acontece? Por quê? Qual é sua opinião sobre fazer uma boa ação sem receber nada em troca?

Prof., explicar a moral da fábula, que vem em destaque. Pedir aos alunos que contem algum fato que possa servir de exemplo dessa moral. Encaminhar a discussão para a participação solidária.

Produ•‹o de texto Reprodu•‹o de f‡bula

Prof., segundo Delia Lerner (Ler e escrever na escola. Porto Alegre: Artmed, 2002), “Mostrar por que se lê, quais são os textos a que é pertinente recorrer para responder a certos objetivos, mostrar qual a modalidade de leitura mais adequada [...]. A leitura do professor é de particular importância na primeira etapa da escolaridade, quando as crianças ainda não leem eficazmente por si mesmas”.

ST

Ouça a leitura que a professora vai fazer de outra fábula:

O lobo e o cordeiro

Versão das autoras para fábula de La Fontaine.

Silvana Rando/Arquivo da editora

AM

O

Um lobo estava bebendo água no rio. Chegou um cordeiro para beber água também. O lobo disse: Ñ Voc• está sujando minha água! O cordeiro respondeu: Ñ A água do rio passa primeiro por voc•. Como eu posso sujá-la antes? O lobo, raivoso, respondeu: Ñ No ano passado tive que beber a água que seu pai sujou. Ñ Que culpa tenho eu se nem tinha nascido? O lobo, não sabendo como arrumar mais desculpas, fez o que queria: comeu o cordeiro. MORAL: O MAIS FORTE SEMPRE VENCE.

FçBULA

205


Prof., aliar texto e figura fazendo a correspond•ncia adequada entre a imagem e a frase que a expressa requer habilidades: reflex‹o, escolha, rela•‹o, pertin•ncia. Nesse caso, a c—pia facilita o trabalho dos alunos e Ž uma oportunidade de pensar sobre: segmenta•‹o de palavras; espa•o entre palavras; quantidade de palavras; in’cio e final de frase. Trata-se de um ÒensaioÓ para a produ•‹o coletiva.

Observe as figuras que contam a hist—ria do lobo e do cordeiro e copie ao lado de cada uma a frase correspondente:

O lobo e o cordeiro bebem ‡gua no rio.

O lobo acusa o cordeiro de sujar a ‡gua.

O lobo raivoso come o cordeiro.

AM

Silvana Rando/Arquivo da editora

O

ST

Silvana Rando/Arquivo da editora

RA

Silvana Rando/Arquivo da editora

1

a) O lobo raivoso come o cordeiro. b) O lobo acusa o cordeiro de sujar a ‡gua. c) O lobo e o cordeiro bebem ‡gua no rio.

2

206

cOm A turmA tOdA. Com

a ajuda da professora, elaborem um registro coletivo para recontar a f‡bula ouvida. N‹o se esque•am dos tr•s momentos Prof., para reproduzir uma hist—ria ouvida, a crian•a evoca informa•›es para deixar sua principais da hist—ria. hist—ria parecida com a original, retomando as caracter’sticas do texto narrativo. Estimular

unidade 11

os alunos a empregar linguagem pr—pria, o que n‹o significa que n‹o possam utilizar palavras ou express›es do texto.


Conto e reconto

Prof., solicitar aos alunos que peçam aos pais, avós ou a algum adulto que contem uma fábula para eles. Esse é um bom momento para que os alunos percebam como uma história passa de geração a geração.

RA

Silvana Rando/Arquivo da editora

Veja a ilustra•‹o:

Prof., o texto “A cigarra e as formigas” encontra-se no final deste volume, em Coletânea.

Prof., dividir a classe em dois grupos: o grupo das cigarras e o grupo das formigas para a leitura conjunta. Estimular os alunos a criar outros finais. Há diferentes versões para esta fábula, que podem ser apresentadas aos alunos.

Ela foi criada para contar parte de uma f‡bula. Voc• sabe dizer qual? Ou•a a leitura da hist—ria.

ST

Depois, reconte a hist—ria, criando outros finais para ela.

Língua: usos e reflexão O uso de letras maiúsculas

Reprodução/Editora Formato

Reprodução/Editora Scipione

O

Leia o t’tulo dos livros:

AM

1

Por que as palavras Marco Polo e ZoŽ est‹o escritas com letras iniciais maiœsculas? São nomes próprios.

Fábula

207


2

Releia o início da história: Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra boa de uma árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.

Esse trecho é o início de um par‡grafo. Percebemos isso observando o espaço que existe entre a margem esquerda da página e o começo da frase, que é iniciada com letra maiúscula.

a) Pinte esse espaço e circule a primeira letra do parágrafo.

RA

b) O parágrafo está dividido em frases. Cada frase termina com um ponto-final. Conte os pontos e responda: quantas frases há nesse trecho? Duas.

Iniciais maiœsculas.

3

ST

c) Pinte a palavra que inicia o parágrafo e as palavras que iniciam as frases. O que elas têm em comum?

Leia outra fábula:

AM

O

Uma formiga, sedenta, desceu a uma fonte e, arrastada pela correnteza, estava para afogar-se. Uma pomba, ao ver isso, arrancou um galho de uma árvore e o jogou na fonte. Subindo nele, a formiga salvou-se. Um caçador de pássaros, depois disso, avançou com uma armadilha de galhinhos para prender a pomba. A formiga, vendo isso, mordeu o pé do caçador, que, com a dor, atirou fora os galhinhos, e imediatamente a pomba fugiu. Esopo. F‡bulas completas. Tradução de Neide Smolka. São Paulo: Moderna, 1994. p. 136.

Prof., conversar com os alunos sobre a lição dessa fábula. É semelhante à lição da fábula “O leão e o ratinho”. Estimular os alunos a comparar as fábulas e fazer relações de semelhanças e diferenças entre as duas.

a) Pinte no texto o espaço que marca o início de cada parágrafo. b) Circule as iniciais maiúsculas de cada frase. c) O texto “A formiga e a pomba” tem: 2

208

unidade 11

parágrafos;

5

frases.

Silvana Rando/Arquivo da editora

A formiga e a pomba


Hora de organizar o que estudamos letra maiœscula

Um le‹o dormia espichado debaixo de uma ‡rvore.

ST

Pedro

in’cio de frase

RA

nome de pessoa

Palavras em jogo

O

Desafio

Palavras na rede.

Copie na rede as palavras adequadas.

AM

Dica: Só valem bichos que têm nome iniciado com R.

ROUXInOL ROMÃ ROBÔ RUA RÃ RInOCEROnTE RELÓGIO ROLInhA RAVIÓLI RABAnETE RATO Silva

an na R

ivo rqu do/A

da

ra ito ed

rã, rato, rolinha, rinoceronte, rouxinol

FÁBULA

209


Mesma letra —- outro som: R ou RR AtividAde OrAl e escritA

Leia em voz alta:

RA

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Silvana Rando/ Arquivo da editora

1

RATO

CARRApATO

Observe o que est‡ pintado nas palavras.

O som é semelhante.

ST

a) Como Ž o som delas?

b) Como Ž a escrita?

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Leia agora este outro par de palavras:

AM

2

O

No início da palavra se representa esse som com R e, no meio (entre vogais), com RR.

CARACOL

CARRApATO

Observe o que foi pintado nas palavras.

a) Como Ž o som delas?

O som é diferente: com RR é mais forte.

b) Como Ž a escrita?

210

O som mais fraco se representa com R e o mais forte, com RR. Prof., promover a leitura em voz alta de cada par de palavras, exagerando na pronœncia do RR. Estimular os alunos a criar oralmente frases com os pares de palavras. Por exemplo: Moro perto do morro. Falar com •nfase e estimular os alunos a repetir para que percebam a sonoridade mais suave do R entre vogais. Dizer que ser‡ chamado de R brando (suave, leve) em oposi•‹o a forte. unidade 11


3

Observe este par:

ARAnhA

ARRAnhA

Forme outros pares completando as palavras:

RR

O

O

MU

RR

O

O

Leia:

MO

Silvana Rando/Arquivo da editora

Silvana Rando/Arquivo da editora

AM

4

RR

ST

MORO

MURO

CA

RA

CARO

As garotas vรฃo brincar. Elas levam em suas caixas:

CARRETEL

SERRInhA

GORRO

ChAVEIRO

TIARA

MARIOnETE

pIRULITO

GARRAFA Fรกbula

211


6

Sara S‡ leva na caixa coisas que têm R no nome. Ela leva uma coroa.

RA

Ana Torres leva na caixa coisas que têm RR no nome. Ela leva uma corrente.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Para descobrir o que cada menina tem na caixa, leia as dicas:

Silvana Rando/Arquivo da editora

5

Prof., o objetivo da atividade Ž criar ludicamente o que Artur Gomes de Morais chama de situa•›es de Òclassifica•‹oÓ ou Òorganiza•‹oÓ, pois, n‹o sendo necess‡rio recordar ou produzir palavras para executar a tarefa, o esfor•o cognitivo do aluno Ž dirigido para a sistematiza•‹o mental dos diferentes contextos ortogr‡ficos, atentando, nesse caso, para os distintos valores sonoros que a letra R assume em cada contexto.

Escreva o que cada garota leva em sua caixa:

ST

Silvana Rando/Arquivo da editora

CORRENTE

carretel garrafa gorro

O

AM

Silvana Rando/Arquivo da editora

serrinha

7

COROA

chaveiro pirulito tiara marionete

Converse com os colegas sobre a diferença de som que perceberem entre as palavras escritas com R entre vogais e as palavras escritas com RR.

O que podemos concluir? Ligue:

O R no início da palavra tem som O R entre vogais tem som O RR entre vogais tem som 212

unidade 11

FORTE BRAnDO


Prof., nesta atividade, mais do que acrescentar R ou RR, os alunos são desafiados a: ler a palavra; decidir onde colocar a letra; verificar se há necessidade de R ou de RR; reescrever a palavra. O objetivo da questão é levar os alunos a pensar na palavra e a falar, mesmo que só mentalmente, a palavra e o possível som da letra R para decidir como escrevê-la 8 em duplA. (com R ou RR). Isso não aconteceria se houvesse uma lacuna na grafia da palavra para que ele a preenchesse com R ou com RR mecanicamente, ainda que com a possibilidade de 50% de acerto ou erro.

Descubram o que falta: • Nas palavras abaixo est‡ faltando R ou RR. • Leiam e descubram que palavras s‹o essas. • Depois escrevam cada uma com todas as letras.

OUpA

roupa

d)

BUACO

buraco

b)

ISADA

risada

e)

BAIGA

barriga

c)

ABÓBOA

abóbora

RA

a)

f)

COIDA

corrida

Prof., se considerar oportuno, trabalhar a separação de sílabas de palavras escritas com RR (por exemplo, carro, morro). Separar as sílabas delas e pedir aos alunos que digam o que observam a respeito do registro escrito dessa separação. Os alunos devem perceber uma separação silábica sonora: /car/ /ro/; /mor/ /ro/. A separação das letras é regra, conven•‹o de escrita. Levá-los a perceber que na fala não há desdobramento do som /r/. Sugestão de palavras para os alunos trabalharem a separação de sílabas: barro, carro•a, cachorro, barriga.

Desafio

ST

Eu dito, voc• escreve.

4 palavras com R brando (bem fraco) ou R forte, diferentes das estudadas. • Dite essas palavras para seu colega. Prof., o objetivo desta atividade é exercitar, segundo Ana Teberosky (Aprendendo a escrever. São Paulo: Ática, 2002, p. 104), a dupla capacidade • Escreva as palavras que ele ditar. dos alunos — como “memoriosos” e • Confiram a escrita de cada palavra. “escrevedores” —, a serviço do ditado.

O

em duplA. Pesquisem

AM

R em final de sílaba AtividAde OrAl e escritA

Prof., é importante que os alunos observem que é o contexto dentro da palavra que define a relação letra-som na pronúncia do /r/ forte ou brando. Há sugestão de atividade suplementar nas orientações específicas do Manual do Professor.

Brandon Cole/Visuals Unlimited/Getty Images

Leia em voz alta o nome do que voc• est‡ vendo nas fotos: Mário Ângelo/FolhaPress

1

OCA ORCA • O que acontece quando o R entra no final da s’laba?

Prof., levar os alunos a perceber que há vibração da língua ou prolongamento da vogal (em algumas pronúncias).

Fábula

213


2

Leia em voz alta as palavras abaixo e observe o que acontece quando a letra R entra no final da sílaba: BABA

MATA

nOTE

pEDE

BARBA

MARTA

NORTE

PERDE

Prof., espera-se que os alunos percebam que muda o som da sílaba em que entra a letra R e é formada outra palavra.

FADA

corpo

farda

O

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Silvana Rando/Arquivo da editora

COpO

carta

Silvana Rando/ Arquivo da editora

CATA

RA

Coloque a letra R e descubra outra palavra. Depois, ligue a palavra formada ao desenho abaixo.

ST

3

AM

Leia, treine e memorize:

O rato r—i a roupa do rei de Roma. O rei derruba o jarro. O jarro arranha a aranha. A aranha vira fera. A fera fere o jacarŽ. Que corre e d‡ no pŽ... As autoras.

Na página 244, há uma atividade proposta com esse texto. Confira. 214

UNIDADE 11

Silvana Rando/Arquivo da editora

Memória em jogo


Hora da divers‹o Labirinto A tartaruga precisa de ajuda para chegar à toca dos coelhos. Os caminhos nœmero 2 e nœmero 5.

AM

O

ST

RA

Reprodu•‹o/Revista Recreio/Editora Abril

Qual dos caminhos vai servir?

Revista Recreio Especial Passatempos. S‹o Paulo, n. 3, p. 67. Fábula

215


Sugestões has

livros

Tuca Cutuca, a gaivota, de Sandra Regina Monteiro Lopes, publicado pela editora Autores Associados. Tuca Cutuca é uma gaivota atrevida e brincalhona. Um dia ela decide dar uma “cutucada” onde não deve sem saber o tamanho do desastre ambiental que iria provocar com essa atitude — até a Terra para de girar.

216

UNIDADE 11

anhia das Let /Editora Comp Reprodução

F‡bulas, de Liev Tolstói, publicado pela editora Companhia das Letrinhas. Tolstói ficou famoso por suas histórias para adultos, mas também deu aulas e escreveu para a garotada. Com base em obras dele escritas para as crianças, Ana Sofia e Tatiana Mariz organizaram as fábulas deste livro. São nove histórias bem-humoradas que têm plantas e animais como suas principais personagens.

rinhas

O

AM

Reprodução/E

ditora Autor

es Associado

s

ST

Reproduçã

RA

o/Editora

Companhia

das Letrin

F‡bulas tortas, de Dilea Frate, publicado pela editora Companhia das Letrinhas. A Felicidade precisa pular as pedras que a Dificuldade põe em seu caminho; um superpiolho é vencido pela menina Lelê e sua bisavó; duas bruxas, Angustina e Eventina, saem todas as noites a passear pelas estrelas, só para tirar o sossego dos que dormem, enchendo-os de maus pensamentos; um camelo ajuda um beija-flor que está perdido no deserto — muitas histórias deste livro narram encontros improváveis e até meio absurdos. São fábulas que ocorrem num mundo meio de cabeça para baixo, cheio de defeitos, medos e desafios, onde as coisas não saem exatamente como se espera.


O que estudamos

Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na

Faça um X na coluna que mostra como você se saiu nesta unidade: Legenda:

leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

Preciso estudar mais.

Unidade 11 Ler e compreender a fábula “O leão e o ratinho”

ST

Reproduzir a fábula “O lobo e o cordeiro”

RA

Avancei.

Fazer as atividades e os desafios: • da letra R

O

• da mesma letra — outro som: R ou RR

AM

• da letra R em final de sílaba

Si

lv

an

a

Ra n

do

/A

rq

ui

vo

da

ed

ito

ra

FçBULA

217


AM

O

ST

RA

UNIDADE

12

Texto instrucional

218


Crédito crédito crédito crédito

Seguir instruções pode nos ajudar em muitos momentos. Vamos conferir?

219

AM Marcos Guilherme/Arquivo da editora

RA

ST

O


O

Prof., como atividade de antecipação da leitura, propõe-se a confecção de um tangram. Consultar as orientações específicas no Manual do Professor. Esta atividade inicial propõe a leitura de uma tela, um texto não verbal. Sugere-se que, num primeiro momento, os alunos a apreciem como um todo, o impacto que ela causa, assim como seus efeitos estéticos: se gostaram, acharam interessante, engraçado; se os fez lembrar de alguma imagem semelhante, de algum brinquedo. Em seguida, partir para as questões propostas, que direcionam o olhar para aspectos específicos da composição.

O

ST

RA

Reprodução/Acervo do artista

bserve esta pintura do artista Gustavo Rosa:

AM

Gustavo Rosa, obra sem título, 2004.

O que mais chamou sua aten•‹o nessa pintura? Por qu•? Que nome voc• daria a ela? Observe que o palha•o foi desenhado com diferentes formas:

Prof., ajudar os alunos a localizar essas formas geométricas na tela: pedir-lhes que as identifiquem e, com um lápis, bem leve, façam o traçado sobre elas: no rosto da personagem central, no corpo/roupa, nos pés e mesmo nos pássaros...

220

UNIDADE 12


AM

O

ST

RA

Ilustra•ões: Silvana Rando/Arquivo da editora

Que tal tentar desenhar esse palha•o tambŽm? Observe as formas, as cores e as linhas. Capriche!

Gostou do resultado de seu desenho? Ficou como voc• queria? Foi f‡cil fazer o palha•o? Em sua opini‹o, Ž poss’vel aprender a desenhar? Nesta unidade, voc• vai conhecer as instru•›es para desenhar um menino chamado Ozzy. Divirta-se! TEXTO INSTRUCIONAL

221


Leitura: texto instrucional

G•nero: texto instrucional. Tem a inten•‹o de transmitir orienta•›es, regras, prescri•›es de como usar ou fazer algo, de como agir, de como jogar, etc. Costuma ser estruturado em itens, iniciados por verbos no imperativo (fa•a) ou no infinitivo (fazer).

Este é Ozzy. Você já o conhece?

AM Angeli. Ozzy. São Paulo: Cia. das Letras, 2006.

222

unidade 12

© Angeli/Acervo do cartunista

O

ST

RA

© Angeli/Acervo do cartunista

Prof., dar um tempo para que os alunos observem a sequ•ncia de quadrinhos. Estimul‡-los a expressar suas hip—teses iniciais de leitura: o que aconteceu, o formato do corpo, da boca, o porqu• do fundo com manchas como se fosse tinta espalhada.


Lailson Santos/Arquivo da editora

sobre o autor Arnaldo Angeli Filho, o Angeli, é um conhecido cartunista e chargista. Desenha desde criança e, entre outras personagens de sucesso que ele criou, está Ozzy.

Reprodu•‹o/Edit

ora Companhia das

Letras

RA

Prof., sugere-se que o trabalho com esta seção seja realizado como leitura compartilhada, passo a passo. Cada uma das questões deverá ser lida em conjunto, para garantir a compreensão do texto verbal. É preciso fornecer um breve tempo aos alunos para que relacionem esse texto com o • rabugento: mal-humorado. texto não verbal. A leitura compartilhada — com os comentários e apartes dos alunos — demanda um tempo maior para a atividade. Entretanto, esse tempo é que garante o processamento da leitura como conteúdo de ensino e é fundamental para que os alunos se apropriem das estratégias para ler e compreender com eficiência comandos, textos mais objetivos, percebendo assim a leitura como um ato cuidadoso.

Interpreta•‹o do texto

ST

AtividAdE OrAl E EscritA

Vamos estudar separadamente os quadrinhos para desenhar o Ozzy. Eles Prof., é importante observar a relação muiapresentam v‡rias instru•›es. Vamos tentar entend•-las. to dependente entre imagens e instruções: há várias instruções que só ficam claras quando relacionadas com as imagens. Dessa forma, nesta unidade a compreensão será trabalhada passo a passo para que os alunos façam inferências de sentido com as dicas dadas pelas imagens que esclarecem o texto.

1a instru•‹o:

2

2a instru•‹o:

AM

© Angeli/Acervo do cartunista

O

1

Olhe para o desenho e explique com suas palavras o que Ž uma circunfer•ncia. Possibilidade: o formato de uma bola.

Fa•a no desenho: • um X no c’rculo superior; • uma no c’rculo inferior.

Prof., explicar aos alunos que a circunferência é uma linha de contorno curva e fechada que limita um círculo.

TEXTO INSTRUCIONAL

223


3a instrução:

Prof., o texto instrucional Ž um g•nero textual que sup›e o emprego de linguagem mais objetiva. Por esse motivo, sugerimos que as respostas sejam elaboradas coletivamente.

ST

RA

© Angeli/Acervo do cartunista

3

Fale essa instrução, substituindo a palavra acrescente por outra palavra que tenha o mesmo significado.

No quadrinho 5, o que você entende por um sorriso torto?

224

unidade 12

© Angeli/Acervo do cartunista

. Possibilidade: um sorriso meio falso, forçado.

AM

4

O

Atenção: não vale consultar o dicionário. Possibilidade: Junte o gorro... / Desenhe também o gorro…


5

Como voc• apresentaria o Ozzy? Agora que voc• j‡ conhece um pouco o Ozzy, escreva uma frase para apresentar essa personagem a um colega.

6

Ligue a frase ao seu significado:

Trace um xadrez na bermuda.

RA

Risque um xadrez.

Pinte um xadrez. Rabisque linhas.

7

Observe quantas instru•›es foram usadas para orientar como desenhar Ozzy: Prof., ajudar os alunos a perceber que as ações que aparecem no quadro fazem parte do texto das instruções e por isso vão ajudá-los a acompanhar esses passos.

ACRESCENTE

FAÇA

ST

RISQUE PUXE

CAPRICHE

TRACE

PONHA

COLOQUE

BORRAR

Circule a instru•‹o que n‹o combina com a ideia de desenhar. Prof., ajudar os alunos a compreender que borrar significa “sujar”, “manchar”.

O

Reveja o œltimo quadrinho:

© Angeli/Acervo do cartunista

AM

8

Depois de pronto o desenho, o autor, Angeli, orienta a borrar o desenho porque: o desenho ficou feio.

Ozzy vive limpo.

X

Ozzy vive sujo. TexTo InsTrucIonal

225


9

Para provar que voc• entendeu todas as instru•›es, siga cada passo do texto Prof., Ž fundamental que nesta atividade n‹o sejam considerados os aspectos Òbonito/feioÓ, e desenhe o Ozzy: Òbenfeito/malfeitoÓ, Òcom capricho/sem caprichoÓ, pois o que est‡ em foco Ž a compreens‹o

ST

RA

do texto instrucional. H‡ forte tend•ncia de os alunos associarem aprecia•›es estŽticas, mas esse n‹o Ž o objetivo da atividade.

10 O t’tulo do texto Ž ÒComo desenhar o Ozzy em sete li•›esÓ.

Marque X na resposta:

• Voc• obedeceu a cada uma das 7 li•›es?

n‹o

• Foi preciso seguir a ordem certa?

sim

n‹o

• As imagens ajudaram a entender o que fazer?

sim

n‹o

f‡cil

dif’cil

AM

O

sim

• A tarefa foi:

Práticas de oralidade

Prof., esta Ž uma oportunidade para que os alunos reflitam sobre: o que leva alguŽm a estar sempre mal-humorado; o mau humor como motivo de isolamento; como podemos ajudar pessoas com essa caracter’stica: o papel da toler‰ncia, da compreens‹o; como devemos entender que nem todos s‹o iguais e a necessidade de compreender o diferente. Esta pode ser uma oportunidade para refletir sobre bullying. A esse respeito, consultar as orienta•›es espec’ficas do Manual do Professor.

1. Conversa em jogo

Bom humor ou mau humor?

Ozzy Ž uma personagem criada para fazer o leitor rir de suas esquisitices. Se Ozzy fosse real, ele poderia afastar os amigos? Voc• acha que o mau humor pode afastar os amigos? Converse com seus colegas sobre o assunto e troquem ideias. 226

unidade 12


2. Dar instru•›es Ð- Como se faz?

Prof., o objetivo Ž estimular os alunos a se expressar com clareza no intuito de serem compreendidos pelos colegas. Para esta atividade, Ž necess‡rio pedir antecipadamente aos alunos que tragam para a sala alguns materiais. S‹o materiais bem simples, de acordo com a necessidade, como: cartolina, saco de papel (de p‹o), caixa de leite vazia (ou de sab‹o em p—) e copo pl‡stico. Ser‡ necess‡rio o uso de tesoura sem ponta, cola e canetinha colorida. Dividir a sala em quatro grupos para que cada um fique com um fantoche para fazer a atividade.

Fantoches do Ozzy

Em grupO. Nas páginas 299 e 300 há quatro tipos de fantoches que podem ser feitos.

Passo 1 Ñ Escolha:

• Sorteiem o tipo de fantoche que farão. • Tragam o material necessário. Passo 2 Ñ Fantoche pronto:

RA

• Façam o fantoche decidindo os passos a partir dos desenhos. • Combinem como ensinarão o modo de fazer aos colegas. • Aguardem a vez de apresentar os fantoches. • Ensinem os colegas a fazer, passo a passo.

ST

• Cada um deverá explicar um passo.

• Falem devagar, com voz clara e que se possa ouvir bem. • Destaquem, ao falar, as palavras corte, dobre, pinte... • Verifiquem se todos compreenderam as instruções.

• Prestem atenção nas instruções que serão apresentadas pelos colegas.

O

Prof., se houver oportunidade, aproveitar os fantoches para uma atividade lœdica de conta•‹o de hist—ria criada pelos pr—prios alunos, empregando-os como personagens.

Produ•‹o de texto

AM

Texto instrucional AtividAdE EscritA

Em duplA. O texto instrucional ensina como fazer algo. Que tal vocês ensinarem

os alunos do 1o ano a fazer uma cidade de pedrinhas?

1

Vejam as imagens da próxima página. Faltam as instruções passo a passo. Vamos Prof., a destina•‹o do texto Ž um aspecto importante que os alunos devem escrever. come•ar a observar: qual a linguagem mais adequada; o texto est‡ ou n‹o claro para quem vai ler; a escolha de palavras est‡ ou n‹o apropriada.

Lembrem-se de:

• criar instruções curtas e bem claras; • usar palavras que indicam como fazer (limpe, pinte, faça...); • fazer um rascunho; • ler cada passo para ver se está fácil de entender; • passar o texto a limpo, com letra legível. TexTo InsTrucIonal

227


como fazer uma cidade de pedrinhas em 4 lições Você vai precisar de:

• pedras de diferentes tamanhos e formatos; • fita adesiva; • pincéis;

Prof., os passos, segundo a revista Recreio: Ò1. Lave as pedras, tirando toda terra ou sujeira que estiver grudada nela. 2. Seque com um pano ou papel e deixe a pedra em um lugar arejado. 3. Proteja com a fita adesiva as ‡reas em que vai pintar as portas e janelas. 4. Espere secar bem e pinte as outras partes. Por œltimo, fa•a os detalhesÓ.

• tintas coloridas.

228

unidade 12

Reprodução/Editora Abril

RA Reprodução/Editora Abril

Reprodução/Editora Abril

AM

O

ST

Reprodução/Editora Abril

Veja como fazer:


RA

Reprodu•‹o/Revista Recreio/Editora Abril

Este Ž um exemplo de cidade de pedrinhas:

Revista Recreio. São Paulo, p. 13, 20 jul. 2000. Adaptado.

Montem uma cidade de pedrinhas.

3

Convidem os professores e os alunos do 1o ano para verem a cidade montada.

4

Distribuam o texto para orientar os demais colegas que quiserem fazer a cidade de pedrinhas.

ST

2

Língua: usos e reflexão

O

Aumentativo e diminutivo AtividAdE EscritA

Releia:

AM

1

CAMISETA GRANDE

© Angeli/Acervo do cartunista

BERMUDA GRANDE

TexTo InsTrucIonal

229


2

Complete: • Para indicar bermuda grande, foi usada a palavra

• Se fosse bermuda pequena, seria

bermudão

.

.

bermudinha

Indique o tamanho pequeno (diminutivo) e o tamanho grande (aumentativo) dos objetos:

3

Carlos Cubi

/Arqu i

CHINELO vo da editora

RA

CHINELINHO CHINELÃO

gorrinho

ST

Eduardo Svezia/ Arquivo da editora

GORRO

gorrão

Bessa/ Carlos itora da ed Arquivo

sapatinho

O

Dave King/ Dorling Kindersley/ Getty Images

UNIDADE 12

gatão

Matthias Clamer/ Riser/Getty Images

porcão

Bananastock/Jupiter Images

cachorrão

Photos.com/Jupiter Images

230

sapatão

Chic‹o, o fazendeiro, orgulha-se dos animais de sua fazenda. S‹o todos animais grandes. Escreva o nome deles no aumentativo:

AM

4

SAPATO

cavalão


5

Escreva os aumentativos:

Esta Ž uma

Prof., h‡ outras possibilidades de flex‹o do aumentativo alŽm de -‹o/-ona. Optou-se aqui pelas formas mais usuais sem o objetivo de sistematiza•‹o neste momento.

. Vejam que

meninona

(menina grande) ela carrega, cheia de frutas, para sua

sacolona

(sacola grande) geladeirona

.

(geladeira grande)

BOCÃO CARRÃO

PANELÃO LIMÃO

PEIXÃO

ST

ALEMÃO

RA

Circule na lista as palavras terminadas em -ÌO que n‹o indicam tamanho grande (aumentativo): alemão, botão, limão, coração

BOTÃO

CORAÇÃO

PEZÃO

BARRIGÃO

O

Hora de organizar o que estudamos palavras

AM

6

aumentativo

diminutivo

indica tamanho grande

indica tamanho pequeno

bermud‹o menin‹o camisetona meninona

bermudinha menininho camisetinha menininha

TEXTO INSTRUCIONAL

231


Palavras em jogo

Prof., segundo L. C. Cagliari, a letra Z, juntamente com a letra L, forma um dos grupos entre as consoantes mais f‡ceis de decifrar, pois, no in’cio da s’laba, tem sempre o som /z/ e, em final de s’laba, o som /s/.

Desafio Palavras no zero. Que palavras devem ir para o zero? Decida e escreva-as.

DOZE

ZEBRA

DOIS

QUINZE

DEZOITO

ST

ditora

DEZESSEIS

NOVE

O

TREZE

ivo da e

DEZESSETE

qu o/Ar and aR van Sil

AZULEJO

RA

Dica: S— valem as palavras escritas com a letra Z e que indicam nœmero.

Com l‡pis de cor, pinte na lista acima o nome de um bicho. zebra

Prof., a leitura do trecho deve ser bem articulada para enfatizar o som do /s/ no final da s’laba. Isso tambŽm conferir‡ expressividade e sonoridade ao poema. Por ser um trecho curto, sugere-se que seja objeto de memoriza•‹o: pedir aos alunos que repitam com expressividade; estimul‡-los a falar de maneiras diferentes: com alegria, com suavidade, com amor, com muito entusiasmo, etc.

AM

S em final de sílaba AtividAdE OrAl E EscritA

1

Leia o trecho de um poema:

[...] Na minha escola desenho mil flores e um barco a vela com lápis de cores. [...]

Silvana Rando/Arquivo da editora

canção

Eugenio Montejo. Canção. In: Yolanda Serrano Meana. Poemas com sol e sons. São Paulo: Melhoramentos, 2002.

232

Prof., as atividades de 2 a 5 desta se•‹o ajudam os alunos a se apropriar do sistema de escrita. A •nfase na oralidade, e na posterior escrita com destaque da s’laba, Ž fundamental.

UNIDADE 12


Leia as palavras abaixo em voz alta. Pinte as s’labas que t•m a letra S.

Creatas Images/Jupit er

RA

Alexander Bark/Shutterstock/ Glow Images

Images

Marcello Lourenço/NextFoto

2

Observe:

POTE

Silvana Rando/Arquivo da editora

PASTEL PAS - TEL

Silvana Rando/Arquivo da editora

AM

O

3

ESCOLA ES - CO - LA

ST

FLORES FLO - RES

POSTE

O que aconteceu ao ser colocada a letra S na s’laba?

Prof., espera-se que os alunos expressem como perceberam a transformação do som da sílaba. Incentivá-los a articular os sons /as/, /es/, /is/, /os/ e /us/ exagerando na pronúncia do S se necessário.

TEXTO INSTRUCIONAL

233


Agora Ž sua vez de experimentar formar palavras. Colocando a letra S, escreva a nova palavra:

4

na lva Si o/Arquivo da e di t o Rand ra

CAPA

Silvana Rando/ Arquivo da editora

PATA

PAS

ST

o/ nd a Ra tor na edi a a lv Si vo d ui rq

CACO

TA

CAS

CO

RIS

CO

Silvana Rando/Arquivo da editora

O

A

PA

RA

CAS

AM

RICO

5

Junte as s’labas de cada quadrinho e descubra a palavra. Depois, escreva-a no espa•o abaixo: COI

TO

BIS biscoito

234

unidade 12

LOS

—culos

î

LO

CU

ES

QUI

esquilo


1

Silvana Rando/Arquivo da editora

Mesmo som Ñ- outra letra: Z Leia:

A foca

RA

Quer ver a foca ficar feliz? É pôr uma bola No seu nariz [...]

Vinicius de Moraes e Toquinho. A foca. CD A arca de NoŽ. Polygram, 1980.

NARIZ

ARROZ

ST

Silvana Rando/Arquivo da editora

RAPAZ Silvana Rando/Arquivo da editora

XADREZ

Silvana Rando/Arquivo da editora

Fale em voz alta:

Silvana Rando/Arquivo da editora

2

O

• Pinte a letra final das palavras do quadro acima. • Compare o som final das palavras: ARROZ

• O que voc• descobriu?

Prof., espera-se que os alunos percebam que a letra Z, no final das palavras, representa o som /s/.

Pinte as palavras em que aparece a letra Z final:

AM

3

GATOS

Prof., por se tratar de uma relação de irregularidade e não oferecer segurança quanto ao uso, uma vez que não h‡ uma regra que ajude os alunos a escrever, optou-se pela escolha de palavras bastante usuais com Z final para facilitar a memorização da escrita.

Era uma vez Um gato xadrez. Quer que eu conte outra vez?

Era um prato de arroz Que mamãe fez. Comi o prato todo E ainda repeti uma vez. As autoras.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Era um rapaz E uma atriz. Levaram um tombo Quebraram o nariz.

TexTo InsTrucIonal

235


Leia, treine e memorize o texto: Naquela hora, o patinho espiava A sua sombra espichada no lago E o sol sonolento já desenhava Um pescoço de cisne, belo e magro.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Memória em jogo

RA

Leo Cunha. Poemas lambuzados. São Paulo: Saraiva, 1999. p. 25.

AM

O

Leia e divirta-se!

ST

Hora da diversão

Jean. Revista Recreio. São Paulo, n. 389. Edição especial Tirinhas.

236

UNIDADE 12

© Jean Galv‹o/Acervo do cartunista

Na p‡gina 244, h‡ uma atividade proposta com esse texto. Confira.


Sugest›es livros

ST

Reprodução/E dito

Dinossauros: um livro de história que ensina a desenhar, de Jenna Winterberg, publicado pela editora Zastrás. Um garoto capaz de desenhar um c’rculo, um quadrado e um tri‰ngulo est‡ a poucos passos de poder desenhar um estegossauro, um triceratope e atŽ mesmo um tiranossauro! Leia e descubra como fazer.

ra Zastrás

O

Culinária para crianças, de Jennie Fleetwood, publicado pela editora Manole. Este livro traz diversas receitas saborosas e f‡ceis de preparar, escolhidas por crian•as para crian•as, levando em conta a praticidade e o sabor numa refei•‹o balanceada. De lanches para a escola e pratos escolhidos por adolescentes a sorvetes e petiscos para festas, este livro apresenta receitas para todas as ocasi›es.

AM

Reprodução/E

ditora Manol

e

RA

Reprodução/C

ompanhia das

Letrinhas

Pequeno manual de monstros caseiros, de Stanislavi Marijanovic, publicado pela editora Companhia das Letrinhas. Este manual Ž um alerta sobre certos monstros que costumam se instalar na nossa casa e que s‹o especialistas em tornar a vida cotidiana mais complicada. O monstro Nundou, por exemplo, Ž o rei da posse; seu grito de guerra pode ser ouvido a qualquer momento: Òƒ meu! ƒ meu!Ó. Nundou ataca adultos e crian•as e costuma transformar a casa em que se instala num verdadeiro campo de batalha. Conhe•a os monstros do manual e aprenda a lidar com eles!

TEXTO INSTRUCIONAL

237


O que estudamos Prof., ler o quadro-síntese dos conteúdos para os alunos, orientando-os sobre a legenda. Nela a parte pintada de azul indica avanços, isto é, o que o aluno já sabe ao final da unidade. A parte pintada de azul-claro indica o que o aluno precisa estudar mais um pouco. Estimular os alunos a fazer comentários sobre o próprio desempenho e ajudá-los a reconhecer suas necessidades de

Fa•a um X na coluna que mostra como voc• se saiu nesta unidade: Legenda: Avancei.

revisão. Foi privilegiada a dimensão procedimental dos conteúdos, isto é, com foco na leitura e interpretação, na produção de textos, mesmo que coletivamente, focando a participação de cada um no processo. Além disso, há também ênfase na apropriação do sistema com relação à retomada das sílabas canônicas (consoante + vogal) e à introdução das sílabas não canônicas em suas regularidades e irregularidades.

Unidade 12

ST

Ler e compreender o texto instrucional ÒComo desenhar o Ozzy em sete li•›esÓ

RA

Preciso estudar mais.

Produzir texto instrucional com meu colega

Fazer as atividades e o desafio:

• do aumentativo e do diminutivo

O

• da letra Z

• da letra S em final de s’laba

AM

• do mesmo som — outra letra: Z

238

UNIDADE 12

Silvana Rando/Arquivo da editora


Marcos Guilherme/ Arquivo da editora

AM RA

ST

O

MEMĂ&#x201C;RIA EM JOGO

239


UNIDADE 1 COMPLETE COM AS PALAVRAS QUE FALTAM:

TUBA ,

tudo

NUMA

tuba

CABE UM

gato

,

RA

CABE

.

UM SINO,

Cabe

do/Arq

[...]

a Ran

.

ST

menino

Silvan

E UM

uivo d

a edit

ora

UM SAPATO

O

LEO CUNHA. Clave de lua. SãO PAULO: PAULINAS, 2001. P. 20.

UNIDADE 2

AM

COMPLETE COM AS PALAVRAS QUE FALTAM:

BATE-BOCA

É QUEBRA-QUEIXO, É

trinCa

-DENTE,

É TROCA-TUDO, É

trava

-LÍNGUA.

Silvana Rando/Arquivo da editora

[...]

[...] EDU LOBO E PAULO CÉSAR PINHEIRO. BaTe-BOCa. DISPONÍVEL EM: <WWW.EDULOBO.COM.BR/SITE/POP_LETRAS.PHP?ACTION=PCP/BATE_ BOCA.TXT>. ACESSO EM: ABR. 2014.

240

memória em jogo


Silvana Rando/Arquivo da editora

UNIDADE 3 COMPLETE AS PALAVRAS COM AS SÍLABAS QUE FALTAM: METIDA A A

TA

tLe

A TIA ANA

TA

CLe

PEDALA, SUANDO, TA.

CLe

RA

UMA BICI [...]

SYLVIA ORTHOF. TIa aNaCleTa e Sua dIeTa. SãO PAULO: PAULINAS, 1994.

UNIDADE 4 TÔ DE

maL

COME

SaL

ST

AGORA É POR SUA CONTA! COMPLETE:

O

DEIXA PENDURADO NO

varaL

nataL

!

AM

NO

Silvana Rando/Arquivo da editora

PRA COMER

UNIDADE 5

SEPARE GRUPOS DE PALAVRAS PARA FORMAR VERSOS. FAÇA UMA BARRA AO FINAL DE CADA VERSO:

Silvana Rando/Arquivo da editora

BOLHAS [...]

OLHA A BOLHA DE SABãO DA PALHA:

/

/

NA PONTA

BRILHA, ESPELHA

/

E SE ESPALHA.

[...] CECÍLIA MEIRELES. Ou ISTO Ou aQuIlO. SãO PAULO: NOVA FRONTEIRA, 1987. MEMîRIA EM JOGO

241


UNIDADE 6

RA

ST

Silvana Rando/Arquivo da editora

Silvana Rando/Arquivo da editora

COMPLETE OS VERSOS DA QUADRINHA:

aranha

LINHA RIMA COM

RIMA COM MANHA.

andorinha

.

SÓ FALTA AGORA UMA PALAVRA

joaninha

O

PARA RIMAR COM

...

AUTORAS.

AM

Unidade 7

Na página 301, recorte os versos que faltam no texto. Cole na ordem adequada: Chove chuva chuvisquinho

Chove chuva chuvarada

minha calça está furada.

Lenice Gomes. viva eu, viva tu, viva o rabo do tatu. São Paulo: Cortez, 2009. p. 11.

242

memória em jogo

Silvana Rando/Arquivo da editora

minha calça tem furinho.


Unidade 8 As palavras do poema foram misturadas na caixa. Sem olhar de novo o poema, tente reorganizá-las na ordem certa escrevendo nas linhas logo abaixo: Silvana Rando/Arquivo da editora

a palavra viagem / vai levando a gente / longe, longe, longe...

RA

longe palavra M E vai te G a lev VIA and longe longe gen o A

ST

Viagem

ƒ de

edit o da an

.

pique, pique

Quantos

?

Silv

AM

quer brincar de pique

nd a Ra

Voc•

o/Ar

Complete os versos, prestando atenção à pontuação:

quiv

O

Unidade 9

ora

Elias JosŽ. O jogo das palavras mágicas. S‹o Paulo: Paulinas, 2000.

?

piques você quer

AndrŽ Carvalho e David de Carvalho. Como brincar à moda antiga. Belo Horizonte: L•, 1999. p. 12.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Unidade 10 Complete: O onde a

pássaro pousa

raposa repousa

.

Libsa. adivinhas e trava-línguas. S‹o Paulo: Caramelo, 2009. p. 111. MEMîRIA EM JOGO

243


Unidade 11 Escreva os nomes dos desenhos.

Silvana Rando/ Arquivo da editora

O

Silvana Rando/ Arquivo da editora

Dica: Há nomes com R e outros com RR. rói a roupa do

RA

O

Silvana Rando/ Arquivo da editora

rei Silvana Rando/ Arquivo da editora

rato

derruba o

.

Silvana Rando/ Arquivo da editora

jarro

Silvana Rando/ Arquivo da editora

rei

O

de Roma.

arranha a

aranha

A aranha

A fera fere o

ST

Silvana Rando/ Arquivo da editora

jarro

.

vira fera.

Silvana Rando/ Arquivo da editora

.

O

jacaré

Que corre e dá no pé...

AM

Autoras.

Unidade 12 Complete:

Naquela hora,

o patinho espiava

A sua sombra

espichada no lago

sonolento já desenhava

E o sol um pescoço de cisne, belo e magro.

Leo Cunha. Poemas lambuzados. São Paulo: Saraiva, 1999. p. 25.

244

memória em jogo

Silvana Rando/Arquivo da editora

Patinho feio


Marcos Guilherme/Arquivo da editora

AM RA

ST

O

TRAMAS E TRAĂ&#x2021;ADOS

245


TRA‚ADOS VOCæ Jç SABE QUE AS PALAVRAS SÌO ESCRITAS COM LETRAS: grandes, pequenas, coloridas, redondas, fininhas... LETRAS GRANDES:

Celebre cada momento da vida.

ST

Caca Bratke / Arquivo da editora

LETRAS COLORIDAS:

Prof., ÒDeve-se ensinar a caligrafia da escrita cursiva. N‹o cuidar da arte de escrever Ž um equ’voco, um erro da escola, que se diz moderna. Caligrafia sempre foi uma arte que atŽ a mais avan•ada tecnologia n‹o desprezaÓ (CAGLIARI, L. C. Alfabetização e linguística. S‹o Paulo: Scipione, 1989. p. 98 e 116). Em nome de interpreta•›es equivocadas de muitas teorias, chegou-se ao abandono quase total de conteœdos e atividades que ensinam os alunos de anos iniciais a manusear materiais de escrita, a tra•ar letras, a exercitar o sentido e o ritmo da escrita, enfim, atividades que os auxilie em seus registros com menos cansa•o, com mais prazer e, sem dœvida, com melhor legibilidade. Para isso, pensamos nesta parte de Tra•ados. Nela foram reunidas atividades desafiadoras de reconhecimento de que: h‡ varia•›es na forma de representa•‹o das letras e que elas seguem uma conven•‹o; h‡ um valor estŽtico da escrita; exercitar o tra•ado correto de letras pode ser divertido. O uso de exerc’cios mec‰nicos e repetitivos foi substitu’do por desafios em que o aluno decifra cartas enigm‡ticas a partir de pictogramas, afinal foi assim que a hist—ria da escrita come•ou: a partir de pictogramas n‹o associados a um som, mas a uma imagem. H‡ outras propostas em que o aluno participa ativamente na busca da solu•‹o para s— ent‹o tra•ar as palavras: ca•a-palavras, adivinhas, trava-l’nguas, cantigas populares, e assim por diante. H‡ mais informa•›es a respeito disso nas orienta•›es espec’ficas do Manual do Professor.

RA

LETRAS PEQUENAS:

O

LETRAS REDONDAS:

LETRAS QUADRADAS:

AM

LETRAS FININHAS:

LETRAS ENFEITADAS:

LETRAS COM O TRA‚ADO INVENTADO:

246

tramas e traçados


CADA UM TEM UM JEITO DE ESCREVER:

Fa Arquiv bio Caste lo/ o da e ditora

LETRAS DE ADULTO QUE ESCREVE MUITO:

RA

O

ST

Victor Almeida/Arquivo da editora

LETRAS DE CRIANÇA QUE COMEÇA A ESCREVER:

Fundação Padre Anchieta/Arquivo da editora

AM

LETRAS DE AUTÓGRAFO, COMO AS DA TURMA DO COCORICÓ:

Assinaturas/Arquivo da editora

LETRA PESSOAL DE CADA UM: • TRAÇADOS DIFERENTES PARA AS MESMAS LETRAS:

TRAMAS E TRAÇADOS

247


Assinaturas/Arquivo da editora

• TRAÇADOS DIFERENTES PARA O MESMO NOME:

• LETRAS REDONDINHAS:

• LETRAS MÉDIAS:

ST

• LETRAS GRANDES:

RA

• LETRAS PEQUENAS:

O

E A SUA LETRA? COMO É? ESCREVA DO SEU JEITO: • O SEU NOME:

AM

• O NOME DE UMA PESSOA QUE VOCÊ AMA MUITO:

• O NOME DE SEU/SUA MELHOR AMIGO/A:

• O NOME DE SEU/SUA PROFESSOR/A:

248

tramas e traçados


TRA‚ADO DE LETRAS O AVIÌO LEVANTA VOO CHUVA FORTE O FAZ VOLTAR. TENTA NOVA SUBIDA ƒ MELHOR NÌO VIAJAR.

DESAFIO

DESCUBRA E TRACE:

_

)

A

I

Prof., nas orientações específicas do Manual do Professor, você encontra exemplo de variação regional de traçados de letras cursivas e orientações a respeito deste trabalho.

n U @ L

D

M

_

n

A

l

_ U ) @ A

d

i

m

O

1

ST

RA

Aa A a

AM

Aladim

Prof., fazer traçado com ritmo: mostrar o movimento proposto para o traçado da letra, empregando a quadrinha que sugere movimento e ritmo; apresentar o traçado cursivo que modificou, em alguns casos, o formato das letras; propor aos alunos que tracem a letra, neste momento, apenas para dominar o desenho e o movimento.

2

NESTA PARTE DO LIVRO, VOCÊ VAI TRAÇAR LETRAS CURSIVAS PARA SUA ESCRITA FICAR MAIS RÁPIDA E CLARA. NA PÁGINA 303, RECORTE O QUADRO COM AS LETRAS CURSIVAS PARA VOCÊ CONSULTAR SEMPRE QUE PRECISAR. tramas e traçados

249


TRA‚ADO DE LETRAS BORBOLETA DÁ UM GIRO, PARECE QUE VAI CAIR. MAS LOGO SE AJEITA E VOLTA A SUBIR

ST

DESAFIO

RA

bb b b

COMPLETE OS ENVELOPES. USE O BANCO DE PALAVRAS.

Avenida

Borges

Borborema

, 1

Beatriz

Pra•a dos

Banco de palaVras

beatriz borborema benedito búfalos

tramas e traçados

Cláudio Chiyo/Arquivo da editora

2

Benedito

250

Búfalos

O

1

AM

Cláudio Chiyo/Arquivo da editora

dicas: • O NòMERO 1 ƒ PARA UM MENINO. Benedito • O NòMERO 2 TEM NOME DE BICHO NO ENDERE‚O.

Búfalos

, 8


TRAÇADO DE LETRAS VAMOS DAR UMA GRANDE VOLTA. PARECE QUE VAI FECHAR. MAS DEIXAMOS UMA PORTA ABERTA PARA QUEM QUISER ENTRAR.

ST

DESAFIO

RA

Cc C c

AJUDE CAUÃ A ESCOLHER ALGUMAS COISAS PARA COMER. ESCOLHA AS PALAVRAS NO QUADRO E AS ESCREVA NO BILHETE:

AM

CANECA CAPIM CANJICA

CENOURA ABACAXI CARAMELO Cláudio Chiyo/Arquivo da editora

COCADA COUVE CUSCUz

O

CAQUI ABACATE COLHER

Mam‹e, Eu quero comer: ,

e

,

Beijo, TRAMAS E TRA‚ADOS

251


TRA‚ADO DE LETRAS d

O FORMATO DO PARECE UM DISFAR‚ADO MAS Dç UM GRANDE SALTO E DESCE PARA O LADO.

RA

a

Dd D d

ST

DESAFIO

ESCREVA NO QUADRO DE AVISOS ABAIXO QUAL ƒ A DATA: DIA E MæS DA FESTA DO DUDU. Dezembro 2016

Ter.

Qua.

Qui.

Sex.

1

2

3

4

O

Seg.

S‡b. Dom.

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

AM

5

Aten•‹o: A data da festa do Dudu Ž doze de dezembro

252

TRAMAS E TRAÇADOS

.


TRA‚ADO DE LETRAS DOIS ELEFANTES SE ENCONTRAM AS TROMBAS VÌO SE ENROSCAR: PARECE UMA BRIGA OU VÌO SE BEIJAR?

ST

DESAFIO

RA

ee e e

TRACE E DESCUBRA QUEM É EVA:

_ [ , > @ %

'

N

E

A

D

_ [

S

R

v

'

_

L

A

é

_ > , E

AM

E

T

O

V

s

t

@ r

_ % E

l

'

N

_

A

d

E

, _ [ _ t

E

v

ê

.

tramas e traçados

253


Traçado de letras Parece um longo la•o em que a fita cai ao ch‹o. O

f fica feito

f f ff

1

ST

Desafio

Pinte de azul a palavra que rima com o nome FRANCISCO. Escreva:

.

chuvisco

O

Pinte de amarelo as palavras que começam com a letra F. C

B

F

U

R

A

D

O

A

M

O

S

F

A

R

D

A

A

T

I

M

C

C

B

F

I

L

M

E

J

I

O

A

F

O

T

O

P

T

C

C

H

U

V

I

S

C

O

I

O

AM

2

RA

em primeira m‹o.

Escreva as palavras que você encontrou: furado, farda, filme, foto, chuvisco

254

tramas e traçados


Tra•ado de letras Parece um

a

bem riscado, faz um la•o para baixo e segue para o lado.

Desafio

ST

RA

gg g g Descubra o trava-l’ngua e trace:

Q

>

i

A

n

_ [

[

u

d

o

> [

d

ã

o

i

g

d

i

g

o

d

i

I

O

A

_ [

o

_ [

AM

i n

G

O

N (

[ > i N

_

g

o

N

Q

( D

U

[

d

ó

i

[ _ [ o

g

o

.

tramas e traçados

255


Traçado de letras Uma grande laçada que, de repente, cai mas não desiste: sobe, desce e se vai.

Reprodu•‹o/Editora Elementar

Leia:

AM

O

1

ST

Desafio

RA

hh h h

2

Complete:

A rima Ž Òcomest’velÓ para rimar com

3

256

horr’vel

Copie a palavra escrita com a letra H que aparece 2 vezes no texto:

hora

4

Tatiana Belinky. ABC. Ilustração de Giselle Vargas. São Paulo: Elementar, 2001.

Escolha no poema mais 3 palavras com H e escreva:

tramas e traçados

.


Tra•ado de letras Sobe morro, desce morro pelo mesmo lugar, e um pingo no topo n‹o pode faltar.

A

X

I

L

H

A

U

I

B

I

N

D

I

O

N

T

O

Encontre palavras que começam com a letra i:

I

I

A

R

A

L

A

C

R

C

C

I

O

G

A

B

O

U

I

G

R

E

J

A

I

G

O

R

B

z

U

I

AM

1

ST

Desafio

RA

ii i i

2

Copie as palavras na lista correta: nome de pessoas

outros nomes

iara/ igor/ inácio

ilha/ índio / ioga/ igreja

tramas e traçados

257


Traçado de letras i

Parece um que escorregou, deu um giro e depois voltou.

Descubra e trace:

o

P

W =

J

_

A

c

A

P i

r

E

258

_

tramas e traçados

J

A

n

t

é

J

P

_

P

A

J

A

AM

=

P

P

=

J

A

E

P i

O

_

_

W i

ST

Desafio

RA

jj j j

A

c

t

P

.

A

R

N

P i

P

n

A

C

c

A

n

T

_

P

J

A

O

Prof., este texto Ž baseado no poema ÒDe rŽÓ, de Almir Correia, publicado no livro desse autor, intitulado A poesia é uma pulga, da editora Atual.


Tra•ado de letras Uma grande la•ada faz o l‡pis girar. Depois um nozinho e pode avan•ar.

RA

kk k k

_ m W % M @ [ ,

ST

Desafio

Descubra e trace os nomes:

k

A

E

I

L

y

B

R

N

k

O

_ m , W A

r

E

n

AM

_ W M M @ k

E

l

l

y

_ M W [ W , k

l

E

B

E

_ m , % k

A

r

i

r

m n

A

tramas e traçados

259


Tra•ado de letras

Desafio

Voc• conhece a cantiga samba lelê? Cante um trechinho da letra:

O

1

ST

ll l l

RA

A linha segue a agulha para a roupa costurar: sobe, vira e mergulha atŽ o lugar certo de ficar.

AM

Samba Lel• t‡ doente, t‡ com a cabe•a quebrada. Samba Lel• precisava Ž de uma boa palmada.

2

Complete a letra da mœsica com as palavras que faltam: Samba

t‡

260

tramas e traçados

.

com a cabeça quebrada

samba lelê

Ž de

,

lelê tá doente

uma boa palmada

precisava

.


Traçado de letras A montanha-russa é divertida: desce, sobe, desce, sobe, desce até parar. É preciso esperar a partida para o desce-sobe-desce-sobe começar.

Desafio

ST

RA

mm m m

O

Você conhece a música da canoa? Vamos escrevê-la. Complete com as palavras do Banco de palavras:

Banco de palavras

AM

Maria

deixaram

remar

causa canoa

A canoa virou A

pois

foi por

que não soube

virou

canoa

ela virar,

deixaram

da

causa

remar

maria

. tramas e traçados

261


Tra•ado de letras Ene

é o nome da letra que tem descida, subida e descida. Parece com a letra eme, mas com uma perna perdida.

RA

nn n n

ST

Desafio

Esta é uma adivinha. Trace e descubra:

Junte as

O

sardas

Ar

qu Cl‡u ivo dio da Ch ed iyo ito / ra

sardas

,

menina

AM

da

menina

engra•adinha

que , com

engra•adinha alimenta

lata

apertadinha

lata

apertadinha

tramas e traçados

que

aquela

aquela mas

alimenta

262

é tão

que

na

vive

vive e você terá a

sardinha

sardinha

.


Tra•ado de letras

Olhe o o como é redondo! É uma linha circular. Sobe, desce, arredonda e tem um laço pra fechar!

RA

oo o o

ST

Desafio

Sergii Figurnyi/Shutterstock/Glow Images

olga

Gelpi/Shutterstock/Glow Images

TDOEE odete

Andresr/Shutterstock/Glow Images

AM

AGLO

photobank.ch/Shutterstock/Glow Images

O

Pete Pahham/Shutterstock/Glow Images

Reorganize as letras e descubra os nomes:

RMOA omar

OOT

VALOO

oto

olavo

tramas e traçados

263


Tra•ado de letras Há um número na letra Trace o 1 e verá. Com uma voltinha, a letra p aparecerá.

p.

ST

Desafio

RA

pp p p Leia o poema e complete ao lado:

Bate pilão

AM

O

P›e salsinha, bate pilão, p›e salsão, bate pilão, um pouco de sal, bate pilão [...]

P›e

bate

Cláudio Chiyo/Arquivo da editora

tramas e traçados

,

pilão

salsão,

põe

SŽrgio Capparelli. 111 poemas para crian•as. Porto Alegre: L&PM, 2003. p. 48.

264

,

salsinha

,

bate pilão

um

bate

pouco de sal

pilão

,


Tra•ado de letras É letra arredondada com outras parecida, mas tem um risco reto que faz uma descida.

RA

qq q q Observe ao lado a chegada do zé Carioca e da Rosinha na festa junina.

2

Copie as palavras do Banco de Palavras na coluna correta:

O

1

Reprodu•‹o/Editora Abril

ST

Desafio

AM

Banco de palavras pé de moleque

queijadinha

pesca

quadrilha

pique Revista ZŽ Carioca. São Paulo, n. 2324, 2008.

comida

dança

Brincadeira

pŽ de moleque

quadrilha

pesca

queijadinha

pique

tramas e traçados

265


Traçado de letras Um pequeno degrau que se forma na subida e volta para a linha numa leve descida.

Leia o cartaz:

AM

O

Lew«Lara/Tbwa/Arquivo da editora/Divulga•‹o

1

ST

Desafio

RA

rr r r

2

Complete com as palavras que faltam: Eu sei

266

Revista Época. Rio de Janeiro: Globo, 13 abr. 2009. Contracapa.

tramas e traçados

,

sentar

n‹o

sei

como

deitar

vim

e

rolar

parar aqui

. .


Tra•ado de letras o s dá um salto, e se encolhe todo. Parece um sapo escondido no lodo.

Desafio

S

s

v M X

O

B

Q

A

)

Ô

n

i

w

%

B

i

A

n

I

A

ã

Á

s

A

N

_

U

_

AM

_

) %

w

O

s

U

U % )

ST

_

Descubra e trace:

_

RA

ss s s o

s

w

%

B

i

A

A

w

%

B

i

s

E

R

v M X

A

_ _ A

U

s

Q

u

U w o

B

U

E

Silvana Rando/ Arquivo da editora

o

% i

A

r

.

tramas e traçados

267


Traçado de letras

Desafio 1

ST

tt t t

RA

o t sobe a montanha desce pelo mesmo lugar. Só fica faltando um traço para fechar.

Gente ou bicho? Encontre os nomes com letra t: T

T

U

R

A

N

A

B

T

T

C

I

O

k

I

C

J

B

O

M

A

O

M

A

z

A

C

O

I

V

U

F

O

I

L

T

I

A

G

O

D

G

E

H

M

T

A

T

U

A

B

A

T

A

M

A

N

D

U

A

C

A

G

T

A

N

I

A

F

U

AM

T

2

268

Copie os nomes que achou na lista correta: nome de bicho

nome de pessoa

taturana

tiago

tamanduá

tomaz

tatu

tânia

tramas e traçados


Tra•ado de letras Estrada que se repete duas vezes ao traçar. Parecem irmãs g•meas de mãos dadas a passear.

RA

uu u u Descubra e trace:

_ ) M

o

c

) M

i

, > U X %

U

O

R

P

L

, = >

'

u

r

' U

s

o

l

'

i

o

m

o

P

E

v

= ) _

AM

%

'

E

'

O

'

_ =

ST

Desafio

E

r

u

o

S

_

_ U

u

u

=

'

E

o

V

s

u

s

r

C

u

B

'

t

o

_

_ ) _ u

T

_ M X

M

m

M

B

u

.

tramas e traçados

269


Tra•ado de letras

o v passeia na folha, faz o lápis desenhar. Sobe montanha, desce lago e em linha reta vai acabar.

Desafio

Preencha a cruzadinha e descubra o nome do brinquedo:

v

E

s

V

A

C

t

i

d

o

O

2

1

v

i

A

d

u

t

o

4

A

v

E

n

t

A

l

5

v

i

o

l

i

n

o

V

A

G

Ì

O

7

v

A

r

A

l

E

r

m

E

l

H

9

v

E

l

A

AM

3

6

8

2

270

v

Escreva o nome do brinquedo:

TRAMAS E TRA‚ADOS

A

o

Ilustra•›es: Silvana Rando/Arquivo da editora

1

ST

RA

Vv Vv


Tra•ado de letras Parecem duas montanhas! Voc• pensa que Ž a letra u? Sobe e desce duas vezes. Ser‡ o m? N‹o, Ž o dabliœ!

Reprodu•ão/Editora Rocco

ST

Desafio

RA

Ww Ww Você já ouviu falar de Harry Potter? A criadora dessa personagem nasceu na Inglaterra e tem a letra W no nome. Encontre o nome da autora na foto. Copie esse nome:

O

1

AM

J. k. rowling

Harry Potter e a Ordem da F•nix, de J. K. Rowling, editora Rocco.

2

Escreva as palavras:

TRAMAS E TRA‚ADOS

271


Tra•ado de letras

o x Ž uma letra engra•ada Metade voltada pra l‡. Parece uma bola cortada Metade voltada pra cá.

1

ST

Desafio

RA

xx xx Leia recortes de revistas:

1

O

2

4

AM

3

2

Copie:

a) o endere•o:

rua Xavier de Almeida, 717

b) o nome de pa’s: méxico

c) o nome da loja: mundo do Enxoval

272

tramas e traçados

5 6


Traรงado de letras

Parece um u muito bem traรงado, mas tem uma laรงada para o outro lado.

RA

yy y y Descubra e trace:

_ % # w = S U

X

i

,

y

L

S

D N

E

O A

I

R

M C

k

y

O

_ w S w A

r

A

AM

ST

Desafio

i

=

s

i

, % _

d

n

E

% _

U = m

y

i

c

k

E

y

S # _ w X r

o

y

A

l

tramas e traรงados

273


Traçado de letras

o z é uma letra enrolada! Sobe, vira, dá um nó, desce, vira e sobe Ñ tudo de uma vez só!

Reprodução/Editora Ática

Observe atentamente o desenho:

AM

O

1

ST

Desafio

RA

zz z z

Gilles Eduar. Alfabeto de hist—rias. São Paulo: Ática, 2008.

274

2

Circule as figuras que t•m a letra Z no nome.

3 1

Copie os nomes encontrados: zabumba

zebra

zebu

Zorro

zepelim

zang‹o

tramas e traçados


Marcos Guilherme/Arquivo da editora

AM RA

ST

O

COLETĂ&#x201A;NEA

275


Sumário A história engatada, poema de Sylvia Orthof, 277 A morte bate à porta, poema de Sérgio Capparelli, 278

Bolo fofo, conto de Mary França e Eliardo França, 280 Não é proibido, letra da música

ST

de Marisa Monte, Dadi e Seu Jorge, 281 A cigarra e as formigas,

276

COLETåNEA

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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O

fábula de Esopo, 282

Silvana Rando/Arquivo da editora

poema de Nílson José Machado, 279

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A peteca do pinto,


UNIDADE 4 A HISTîRIA ENGATADA SYLVIA ORTHOF

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Silvana Rando/Arquivo da editora

ERA UMA VEZ UM GATO, DOIS GATOS... QUE VIRARAM TRæS!

UM GATO ERA ASSIM: BONITO E LISTRADO, AS LISTRAS DEITADAS DO FOCINHO PRO RABO.

ST

O OUTRO ERA GATA, LISTRADA ASSIM: DE BAIXO PRA CIMA. SEU NOME ERA MINA.

O

O GATO E A GATA SE VIRAM E MIARAM, SUBIRAM NAS CASAS, MIANDO... E GOSTARAM.

AM

CASARAM DE NOITE, COMO OS GATOS SE CASAM. E NASCEU UM GATINHO DOS GATOS LISTRADOS.

Silvana Rando/Arquivo da editora

AS LISTRAS DEITADAS E AS LISTRAS PRA CIMA FORMARAM UM GATINHO, O NòMERO TRæS: QUE GATO ENGRA‚ADO, ƒ UM GATO XADREZ! SYLVIA ORTHOF. A HISTîRIA ENGATADA. RIO DE JANEIRO: RIO GRçFICA, 1986. COLETÂNEA

277


UNIDADE 5 A MORTE BATE Ë PORTA

ST

RA

A MORTE CHEGOU À CIDADE, E NA CIDADE TINHA UMA RUA E NA RUA TINHA UMA CASA E NA CASA TINHA UM QUARTO E NO QUARTO TINHA UM ARMÁRIO E NO ARMÁRIO TINHA UMA GAVETA E NA GAVETA TINHA UMA CAIXA E NA CAIXA TINHA UMA BOLSA E NA BOLSA TINHA UM RETRATO E NO RETRATO, VOCÊ:

AM

O

QUE ILUMINAVA O RETRATO, QUE ILUMINAVA A BOLSA, QUE ILUMINAVA A CAIXA, QUE ILUMINAVA A GAVETA, QUE ILUMINAVA O ARMÁRIO, QUE ILUMINAVA O QUARTO, QUE ILUMINAVA A CASA, QUE ILUMINAVA A RUA.

vo da

editora

E COM TAMANHA CLARIDADE A MORTE FUGIU DA CIDADE.

278

COLETåNEA

/Arqui Rando Silvan a

Silvana Rando/Arquivo da editora

tora Arquivo da edi Silvana Rando/

SÉRGIO CAPPARELLI. 111 POEMAS PARA CRIAN‚AS. PORTO ALEGRE: L&PM, 2003. P. 54.

Silvana Rando/Arquivo da editora

SÉRGIO CAPPARELLI


UNIDADE 7 A peteca do pinto N’lson JosŽ Machado

Pulou com vontade e as penas puxou. A Dona Galinha um susto levou!

E como peteca em casa n‹o tinha foi logo pedir para sua m‹ezinha.

Mas j‡ era tarde. E muitas peninhas o grande peralta consigo j‡ tinha.

A Dona Galinha ouviu o pedido e disse: ÒN‹o tenho, meu filho querido.

A Dona Galinha ficou furiosa. Pegou o malandro e disse, chorosa:

Por que, em vez disso, n‹o vai pro quintal e brinca com a bola ou o Tico? Que tal?Ó

ÒVoc• n‹o tem pena de mim, nessa hora?Ó E o pinto maluco mostrou: ÒTenho agora!Ó [...]

AM

Ap—s dizer isso a Dona Galinha virou-lhe as costas e foi pra cozinha.

Silvana Rando/Arquivo da editora

O

ST

RA

Um pinto maluco levado da breca cismou que queria brincar com peteca.

N’lson JosŽ Machado. A peteca do pinto. S‹o Paulo: Scipione, 1990.

Ent‹o, nessa hora, o pinto sagaz notou: ÒQuantas penas, ali, bem atr‡s!Ó E o pinto maluco levado da breca pensou l‡ consigo: Òƒ a minha peteca!Ó

COLETåNEA

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UNIDADE 8 Bolo fofo Mary Fran•a e Eliardo Fran•a

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

AM

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Pingo-de-Flor cozinha e canta. Ele quer fazer uma certa receita. Ele tem bastante farinha. Mas falta um copo de leite. Leite, a vaca tem para dar. Ser‡ que ela vai ajudar? Tem farinha, tem leite, mas faltam os ovos. Ovos, a galinha tem para dar. Ser‡ que ela vai colaborar? Tem farinha, tem leite, tem ovos tambŽm. Mas faltam cinco colheres de mel. Mel, as abelhas t•m para dar. Ser‡ que elas vão colaborar? [...] Todos queriam saber o que o Pingo-de-Flor tinha feito de tão cheiroso. E descobriram que um bolo fofo esperava por eles.

Mary Fran•a e Eliardo Fran•a. Bolo fofo. São Paulo: çtica, 1998.

280

COLETåNEA


UNIDADE 9 N‹o é proibido Marisa Monte, Dadi e Seu Jorge

Jujuba, bananada, pipoca, Cocada, queijadinha, sorvete, Chiclete, sundae de chocolate.

• bala Juquinha: marca de bala. • frumelo: caramelo. • jujuba: bala de goma.

RA

Paçoca, mariola, quindim, Frumelo, doce de abóbora com coco, Bala Juquinha, algodão-doce, manjar.

• sundae: sorvete com coberturas.

ST

Venha pra cá, venha comigo, A hora é pra já, não é proibido, Vou te contar, tá divertido, Pode chegar.

• mariola: doce de banana seca.

O

Uh, uh, uh! Vai ser nesse fim de semana, Manda um e-mail para a Joana vir.

AM

Uh, uh, uh! Não precisa bancar bacana, Fala para o Peixoto chegar aí.

Traz toda gente, Tá convidado, É pra dançar.

Silvana Rando/Arquivo da editora

Traz todo mundo, Tá liberado, É só chegar.

Toda tristeza, Deixa lá fora, Chega pra cá. Marisa Monte, Dadi, Seu Jorge. Não é proibido. Disponível em: <http://vagalume.com.br/marisa-monte/nao-e-proibido.html>. Acesso em: maio 2014. COLETåNEA

281


UNIDADE 11 A cigarra e as formigas Esopo

ST

RA

Num belo dia de inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de trigo. Depois de uma chuvarada, os gr‹os tinham ficado completamente molhados. De repente aparece uma cigarra: Ñ Por favor, formiguinhas, me deem um pouco de trigo! Estou com uma fome danada, acho que vou morrer. As formigas pararam de trabalhar, coisa que era contra os princ’pios delas, e perguntaram: Ñ Mas por qu•? O que voc• fez durante o ver‹o? Por acaso n‹o se lembrou de guardar comida para o inverno? Ñ Para falar a verdade, n‹o tive tempo Ñ respondeu a cigarra. Ñ Passei o ver‹o cantando! Ñ Bom... Se voc• passou o ver‹o cantando, que tal passar o inverno dan•ando? Ñ disseram as formigas, e voltaram para o trabalho dando risada. MORAL: OS PREGUI‚OSOS COLHEM O QUE MERECEM.

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Silvana Rando/Arquivo da editora

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Esopo. Fábulas de Esopo. Russell Ash e Bernard Higton (Comp.). Tradu•‹o de Helo’sa Jahn. S‹o Paulo: Companhia das Letrinhas, 1994. p. 48.


Archanjo/Arquivo da editora

PROJETO DE LEITURA

Prof., nas orienta•›es espec’ficas do Manual do Professor, h‡ cinco oficinas com propostas de atividades a ser desenvolvidas com o texto proposto.

RA

Convite VOCæ Jç SABE LER E ESCREVER, E ƒ POR ISSO QUE ESTç RECEBENDO DE PRESENTE, EM SEU LIVRO DE ESTUDOS, A OBRA O MENINO QUE DESCOBRIU AS PALAVRAS*, ESCRITO POR CINEAS SANTOS E ILUSTRADO POR GABRIEL ARCHANJO.

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Archanjo/Arquivo da editora

CARO/A LEITOR/A

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ASSIM COMO A PERSONAGEM DESSE LIVRO, VOCæ Jç DESCOBRIU QUE COM PALAVRAS PODEMOS FAZER MUITAS COISAS: PODEMOS NOS COMUNICAR, NOS INFORMAR, CONVENCER AS PESSOAS DE NOSSAS IDEIAS, CRIAR HISTîRIAS, VIAJAR PELO DESCONHECIDO, SONHAR...

AM

CONVIDAMOS VOCæ PARA UMA VIAGEM CHEIA DE EMO‚ÌO: JUNTO COM SEUS COLEGAS, COM MUITA IMAGINA‚ÌO, COM E PELAS PALAVRAS... AGUARDE AS INSTRU‚ÍES DA PROFESSORA PARA COME‚AR A VIAGEM POR ESTRADAS COBERTAS DE PALAVRAS. AFINAL, LER E ESCREVER ƒ SEMPRE UM PRAZER! BOA VIAGEM!

Archanjo/Arquivo da editora

* OS DIREITOS DE REPRODU‚ÌO DO TEXTO E DAS ILUSTRA‚ÍES FORAM AUTORIZADOS PELOS AUTORES.

AS AUTORAS

PROJETO DE LEITURA

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Bibliografia DIONÍSIO, Ângela P.; MACHADO, Anna R.; BEZERRA, Maria A. Gêneros textuais e ensino. 4. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. ENSINO Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: MEC, 2006.

RA

A CRIANÇA de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino Fundamental de 9 anos: orientações para o trabalho com a linguagem escrita em turmas de crianças de 6 anos de idade. Brasília: MEC/ SEB, 2009. BAGNO, Marcos. O preconceito linguístico. 2. ed. São Paulo: Loyola, 1999.

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SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Tradução de Cláudia Schilling. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

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LEMLE, Miriam. Guia teórico do alfabetizador. 16. ed. rev. e atualizada. São Paulo: Ática, 2004.

O

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever: perspectivas psicológicas e implicações educacionais. Tradução de Cláudia Schilling. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. 4. ed. São Paulo: Ática, 2000.

AM

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PARÂMETROS Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998.

PDE — Plano de Desenvolvimento da Educação: Prova Brasil — Ensino Fundamental: matrizes de referência, tópicos e descritores. Brasília: MEC/ SEB/INEP, 2008.

PRÓ-LETRAMENTO: Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Alfabetização e linguagem. Brasília: MEC/SEF, 2007.

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VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998. WEISZ, Telma. As contribuições da psicogênese da língua escrita e algumas reflexões sobre a prática educativa da alfabetização. In: SÃO PAULO: Secretaria da Educação, CENP. Ciclo básico em jornada única: uma nova concepção de trabalho pedagógico. São Paulo: FDE, 1988. v. 1. ; SANCHEZ, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999.


1

2. Dar instruções — Como se faz?

4 Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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2

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2 Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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Fantoche de m‹o

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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1

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

Pr‡ticas de oralidade

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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Marcos Guilherme/Arquivo da editora

PASSO A PASSO DE FANTOCHES

Unidade 12

Fantoche de saco de papel

PASSO A PASSO DE FANTOCHES

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PASSO A PASSO DE FANTOCHES

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Marcos Guilherme/Arquivo da editora

5 Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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Marcos Guilherme/Arquivo da editora

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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3

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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Marcos Guilherme/Arquivo da editora

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Fantoche de copo plástico

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1 Marcos Guilherme/Arquivo da editora

3

Marcos Guilherme/Arquivo da editora

3 Marcos Guilherme/Arquivo da editora

5

Fantoche de caixa de papel‹o (de leite ou de sab‹o em p—)


RECORTES

Unidade 7

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Minha calรงa tem furinho.

RA

Memรณria em jogo

AM

O

Minha calรงa estรก furada.

RECORTES

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RA ST O

AM 302

RECORTES


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Cc

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Cc

Bb

Aa

AM Traçados Prof., usar os espaços com linhas para fazer com os alunos as letras cursivas conforme são traçadas em sua região.

RECORTES

303


RA ST O

AM 304

RECORTES


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ST

Letramento e Alfabetização

MANUAL 2¼ DO PROFESSOR

AM

O

ano

MANUAL DO PROFESSOR

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Apresenta•‹o

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• • •

ST

O Manual do Professor que acompanha esta coleção está assim organizado: 1. Parte geral: princípios e fundamentos teóricos que nortearam a elaboração dos cinco volumes; estrutura geral da proposta de trabalho da coleção; princípios do processo de alfabetização que fundamentam a coleção; reflexões sobre a avaliação no ciclo inicial e nos anos finais do Ensino Fundamental. 2. Parte específica: quadro com descrição detalhada da estrutura do volume em estudo e objetivos que a embasam;

AM

O

• orientações para o desenvolvimento de determinadas seções e/ou atividades a serem trabalhadas em sala de aula; • sugestões de atividades suplementares; • bibliografia que serviu de apoio para a elaboração desta coleção. Na produção deste Manual, procurou-se, em especial, explicitar os fundamentos teóricos da escolha de alguns eixos que estruturam a coleção, mais especificamente, com ênfase no processo de alfabetização plena: o trabalho em torno de gêneros textuais, o enriquecimento do ensino-aprendizagem com projetos de leitura e antologias de textos tanto para o desenvolvimento das atividades do projeto como para a ampliação do universo do aluno. Esses eixos procuram articular o objetivo maior: alfabetizar letrando e, consequentemente, contribuir de maneira eficaz com a formação do leitor e do produtor de textos proficiente. Este Manual apresenta citações de apoio teórico para melhor fundamentar a proposta da coleção.

306

MANUAL DO PROFESSOR


RA

SUMÁRIO

Parte geral

ST

I. Princípios gerais ................................................................................................................309 II. Fundamentos teóricos ......................................................................................................310 1. Letramento e alfabetização ...................................................................................310 Letramento ....................................................................................................................... 311 Alfabetizar letrando ......................................................................................................... 311

O

2. O sistema alfabético de escrita .............................................................................312 3. A formação do leitor proficiente ...........................................................................313 4. Gêneros textuais na escola ....................................................................................315 Ênfase nos gêneros literários .......................................................................................... 317

AM

5. Práticas de oralidade..............................................................................................317 6. Estudos gramaticais ...............................................................................................319 7. Intertextualidade, interdisciplinaridade e transversalidade................................320 8. Ludicidade...............................................................................................................321 9. Sequência didática de conteúdos ........................................................................322

III. Avaliação..........................................................................................................................322 1. Anos iniciais ............................................................................................................323 2. Autoavaliação .........................................................................................................323 3. Avaliação em Língua Portuguesa ..........................................................................325 Avaliação em leitura e interpretação de textos ............................................................ 326 Avaliação em produção de textos.................................................................................. 326 Avaliação e atividades de retextualização ..................................................................... 327

4. Ação avaliativa mediadora ....................................................................................327 MANUAL DO PROFESSOR

307


IV. Estrutura geral da coleção ..............................................................................................328 1. Estrutura dos volumes ............................................................................................328 Introdução ........................................................................................................................ 329 Unidades........................................................................................................................... 329 Atividades complementares ........................................................................................... 329

2. Quadro geral da coleção .......................................................................................330

RA

3. Seções das unidades nos volumes do 1o, 2o e 3o anos........................................332

Parte específica

V. Estrutura específica do volume do 2o ano ......................................................................337

Introdução: Ler e escrever é sempre um prazer ......................................................337

VI. Estrutura específica do volume do 2o ano .....................................................................340

ST

1. Quadro de conteúdos do 2o ano ..........................................................................340 2. Orientações específicas e complementares para cada unidade ......................346 3. Sugestões de atividades para apropriação e sistematização de conteúdos

do sistema alfabético de escrita ........................................................................... 360 4. Projeto de leitura .................................................................................................... 367

O

5. Sugestões de leitura para o/a professor/a ........................................................... 374

AM

VII. Bibliografia .....................................................................................................................375

308

MANUAL DO PROFESSOR


I. Princípios gerais

RA

Parte geral

AM

O

ST

A educação brasileira tem urgência de reverter o quadro de carências na formação da criança, especialmente no que diz respeito à maior autonomia para se desenvolver em relação ao conhecimento e com competência comunicativa suficiente para enfrentar as necessidades decorrentes de variadas situações de interação. O papel da escola nesse processo é fundamental. O estudo/ ensino da Língua Portuguesa constitui-se em um instrumento de apoio para o desenvolvimento pessoal, social e cognitivo do indivíduo, pois confere a capacidade e a autonomia necessárias para a apropriação de saberes organizados pela língua àquele que se apropria efetivamente da condição de leitor proficiente, de produtor de textos eficiente e de usuário competente da língua nas diversas situações de comunicação orais ou escritas. Levem-se ainda em conta as demandas crescentes das sociedades urbanizadas, contextualizadas em ambientes intensamente dependentes de tecnologias cada vez mais sofisticadas. Assim, ler, escrever, ouvir e falar são objetivos fundamentais da Educação Básica e devem se constituir em um dos eixos organizadores das relações interdisciplinares e das propostas e práticas pedagógicas na escola. Nesse contexto é que elaboramos esta coleção de 1o a 5o ano do Ensino Fundamental — um projeto de ensino/estudo da língua portuguesa com os seguintes propósitos: 1. Favorecer a apropriação do sistema de escrita pela criança. 2. Favorecer a apropriação de instrumentos que ajudarão a desenvolver competências comunicativas suficientes para atender às necessidades que se apresentam em diversas circunstâncias de uso da língua — orais e escritas —, inserindo o aluno em situa•›es reais de comunica•‹o.

MANUAL DO PROFESSOR

309


PCN Língua Portuguesa, 1997, p. 30.

II. Fundamentos teóricos

Algumas concepções estruturam as propostas didáticas desta coleção, a começar pelo processo de alfabetização.

ST

2 “A utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana. O enunciado reflete as condições específicas e as finalidades de cada uma dessas esferas, não só por seu conteúdo (temático) e por seu estilo verbal, ou seja, pela seleção operada nos recursos da língua — recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais —, mas também, e sobretudo, por sua construção composicional. Esses três elementos (conteúdo temático, estilo e construção composicional) fundem-se indissoluvelmente no todo do enunciado, e todos eles são marcados pela especificidade de uma esfera de comunicação. Qualquer enunciado considerado isoladamente é, claro, individual, mas cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso.”

3. Apresentar uma proposta didático-pedagógica que mantenha vivas as interfaces com outras áreas do saber — interdisciplinaridade —, bem como os temas que possibilitam uma reflexão sobre questões da realidade brasileira e a participação social dos alunos. 4. Exercitar o estabelecimento de relações entre os diversos conhecimentos que compõem o universo cultural. 5. Desenvolver enfaticamente o eixo do letramento, pois relaciona os propósitos de domínio do sistema da escrita com o universo cultural/histórico/social em que a língua está inserida. Para alcançar esses propósitos a coleção enfatiza o desenvolvimento de atividades em torno de textos de circulação social real 1 — gêneros do discurso 2 diversificados —, a partir dos quais são feitos os estudos e a sistematização dos aspectos de apropriação do sistema de escrita, bem como a reflexão sobre os usos 3 — oral e escrito — da língua.

RA

“Cabe, portanto, à escola viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinar a produzi-los e a interpretá-los.” 1

O processo de alfabetização tem passado por muitas transformações nas últimas décadas. No Brasil, especialmente a partir da década de 1970, os estudos psicogenéticos de Piaget interferiram radicalmente na visão que se tinha a respeito da aprendizagem. O foco dos estudos passa então do processo de ensinar para o processo de aprender, vinculado ao desenvolvimento do indivíduo. A partir da década de 1980, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky 4 (1988) desenvolvem estudos e pesquisas sobre o aprendizado da escrita — a psicogênese da língua escrita — alterando profundamente a visão sobre os processos de alfabetização.

O BAKHTIN, 1997, p. 279.

“Uma vez adotada a posição de que lidamos com práticas de letramentos e oralidade, será fundamental considerar que as línguas se fundam em usos e não o contrário. Assim, não serão primeiramente as regras da língua nem a morfologia os merecedores de nossa atenção, mas os usos da língua, pois o que determina a variação linguística em todas as suas manifestações são os usos e não o inverso.”

AM

3

1. Letramento e alfabetização

MARCUSCHI, 2007, p. 16.

“Historicamente, o conceito de alfabetização se identificou ao ensino-aprendizado da ‘tecnologia da escrita’, quer dizer, do sistema alfabético de escrita, o que, em linhas gerais, significa, na leitura, a capacidade de decodificar os sinais gráficos, transformando-os em ‘sons’ e, na escrita, a capacidade de codificar os sons da fala, transformando-os em sinais gráficos. A partir dos anos 1980, o conceito de alfabetização foi ampliado com as contribuições dos estudos sobre a psicogênese da aquisição da língua escrita, particularmente com os trabalhos de Emilia Ferreiro e AnaTeberosky. De acordo com esses estudos, o aprendizado do sistema de escrita não se reduziria ao domínio de correspondências entre grafemas e fonemas (a decodificação e a codificação), mas se caracterizaria como um processo ativo por meio do qual a criança, desde seus primeiros contatos com a escrita, construiria e reconstruiria hipóteses sobre a natureza e o funcionamento da língua escrita, compreendida como um sistema de representação.” 4

PRÓ-LETRAMENTO, fascículo 1, p. 10.

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A alfabetização deixa de ser considerada mero processo de codificação e de decodificação de sinais gráficos no ensino da leitura/escrita; a compreensão da função social da escrita assume o papel de eixo estruturador da alfabetização e o aluno passa a ser sujeito de seu aprendizado e, no processo, atribui significados à escrita além de compreender o contexto em que a escrita se insere, processos de interlocução real que fazem uso da leitura e da escrita para a comunicação.

Letramento

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Atualmente, os avanços das pesquisas na área da psicogenética, associadas às pesquisas nas áreas da linguística, da linguística textual, da análise do discurso, da psicologia, da psicopedagogia e da sociolinguística, trouxeram transformações para a reflexão sobre os processos de alfabetização inicial. São ressignificadas práticas pedagógicas que não apenas envolvem a criança no estudo/apropriação do sistema de escrita como também a levam, desde o início do processo de escolarização, a vivenciar as práticas de leitura e de escrita como práticas sociais relevantes para o seu desenvolvimento, pois estão contextualizadas em situações reais de uso. O envolvimento em práticas sociais reais de uso leva a escola a refletir sobre outra exigência: as práticas sociais têm sua gênese em práticas culturais que não podem ser ignoradas pela escola sob o risco de alienar o processo educativo da sociedade em que o cidadão está inserido. A leitura e a escrita são frutos também dessas práticas e por isso é preciso pensar sobre a alfabetização numa dimensão mais ampla do que o processo específico de apropriação do sistema alfabético. Daí a relevância da concepção de letramento.

5 O termo letramento foi inicialmente empregado no Brasil em 1986 pela professora Mary Kato (1986) — “O uso da língua é consequência do letramento”. “Progressivamente, o termo passou a designar o processo não apenas de ensinar e aprender as habilidades de codificação e decodificação, mas também o domínio dos conhecimentos que permitem o uso dessas habilidades nas práticas sociais de leitura e escrita. É diante dessas novas exigências que surge uma nova adjetivação para o termo — alfabetização funcional —, criada com a finalidade de incorporar as habilidades de uso da leitura e da escrita em situações sociais e, posteriormente, a palavra letramento. Com o surgimento dos termos letramento e alfabetização (ou alfabetismo) funcional, muitos pesquisadores passaram a preferir distinguir alfabetização e letramento. Passaram a utilizar o termo alfabetização, em seu sentido restrito, para designar o aprendizado inicial da leitura e da escrita, da natureza e do funcionamento do sistema de escrita. Passaram, correspondentemente, a reservar os termos letramento ou, em alguns casos, alfabetismo funcional para designar os usos (e as competências de uso) da língua escrita. Outros pesquisadores tendem a preferir utilizar apenas o termo alfabetização para significar tanto o domínio do sistema de escrita quanto os usos da língua escrita em práticas sociais. Nesse caso, quando sentem a necessidade de estabelecer distinções, tendem a utilizar as expressões ‘aprendizado do sistema de escrita’ e ‘aprendizado da linguagem escrita’.”

Alfabetizar letrando

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As pesquisas sobre letramento se intensificaram a partir da década de 1980, e atualmente é consenso que os conceitos de letramento e alfabetização são indissociáveis. Em 1988, foi apresentado um estudo mais sistemático sobre letramento pela professora Leda Verdiani Tfouni, que reafirma que os conceitos estão intimamente ligados, mas não são sinônimos. É necessário que se identifique no processo de alfabetização tanto o sentido amplo — pleno domínio das práticas de leitura, escrita, escuta e fala nas diversas situações de comunicação — quanto o sentido estrito — mais vinculado aos anos iniciais do Ensino Fundamental. O domínio do sistema alfabético deve ser incorporado pelo aluno em situações que o aproximem ou o insiram em vivências sociais reais que envolvam essas práticas. Aqui se aproximam os conceitos: letramento — envolvimento em práticas sociais e culturais que pressupõem a escrita — e alfabetização em sentido estrito — apropriação do sistema alfabŽtico de escrita 7 .

PRÓ-LETRAMENTO, fascículo 1, p. 10.

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“Entende-se alfabetização como o processo de apropriação do sistema alfabético de escrita e letramento como o processo de inserção e participação na cultura escrita.”

“Não se trata de escolher entre alfabetizar ou letrar; trata-se de alfabetizar letrando. Também não se trata de pensar os dois processos como sequenciais, isto é, vindo um depois do outro, como se o letramento fosse uma espécie de preparação para a alfabetização, ou então, como se a alfabetização fosse condição indispensável para o início do processo de letramento.”

PRÓ-LETRAMENTO, fascículo 5, p. 6.

PRÓ-LETRAMENTO, fascículo 1, p. 12.

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A expectativa é que a escola não perca a dimensão de que é necessário alfabetizar “letrando”. 8 As crianças elaboram hipóteses e ideias antes de compreender o sistema escrito em sua complexidade. As pesquisas sobre letramento encaminham para outras reflexões, principalmente as de que as hipóteses sobre a escrita elaboradas pelas crianças não são iguais na mesma faixa etária, mas dependerão do grau de letramento 9 , do ambiente social em que estão inseridas, das práticas sociais de leitura, de fala, de escuta e de escrita que têm a chance de vivenciar em seu cotidiano. A alfabetização passa a ser encarada como um processo que não depende apenas da etapa do desenvolvimento da criança e deve respeitar o processo de simbolização na escrita: a criança deve percebê-lo na medida do desenvolvimento da alfabetização. Esse desenvolvimento estará em íntima relação com o grau de letramento em que essa criança se encontra.

2. O sistema alfabŽtico de escrita

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Conhecer as características do sistema de escrita — alfabŽtico 10 — direciona o ensino para determinadas formas de aprendizagem. Por exemplo, se o nosso sistema fosse ideográfico, como é o sistema chinês, em sua aquisição seriam exigidos outros tipos de capacidades e habilidades, como é o caso do sentido em que se escreve, da compreensão da relação sombra-escrita, etc.

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“Letramento é palavra e conceito recentes. Talvez por isso, pela novidade da palavra e do conceito, tem havido uma tendência de confundir letramento e alfabetização, ou de considerar que agora se deve substituir alfabetização por letramento. Tendência perigosa, porque se começa a achar que o letramento abrange todo o processo de inserção no mundo da escrita, perde-se a especificidade do processo de alfabetização. São dois fenômenos que têm relações estreitas, mas que, ao mesmo tempo, têm especificidades. De certa forma, a alfabetização é um componente do letramento, mas é preciso distinguir claramente o que é alfabetização — a aquisi•‹o do sistema de escrita, a aquisi•‹o da tecnologia da escrita [grifo nosso] — do que é letramento — o uso dessa tecnologia, o exercício das práticas sociais de leitura e de escrita. Acho importante que se mantenha o sentido estrito e específico que tem a alfabetização, porque a tendência tem sido de ampliar muito esse sentido, com falas do tipo ‘alfabetizar é muito mais que ensinar a codificar e decodificar’, fala que ocorria com frequência antes do surgimento da palavra letramento. Aliás, essa é uma das vantagens de ter surgido a palavra letramento: a nova palavra permite diferenciar os dois fenômenos; ao mesmo tempo, porém, é preciso reconhecer que, embora distintos, esses dois fenômenos não se dissociam, ocorrem simultaneamente: é um erro dizer que primeiro se alfabetiza, depois é que vem o letramento. Não é assim, ou melhor, não deve ser assim. Usando um verbo que ainda não está dicionarizado, eu diria que devemos alfabetizar ÔletrandoÕ: ensinar a ler e a escrever por meio de práticas sociais reais de leitura e de escrita. [...] Por exemplo: a professora lê uma história, chamando a atenção para o título, mostrando o texto, identificando personagens, pedindo inferências ao longo da leitura, discute a história com as crianças, pede que a recontem, faz perguntas de interpretação — até aqui estamos falando de atividades de letramento; em seguida, pode destacar uma ou algumas palavras-chave da história, que servirão de base para atividades de consciência fonológica, de identificação de sílabas, de relações fonemas-grafemas, etc. — enfim, atividades de alfabetização, que estarão contextualizadas em práticas reais de leitura e escrita.” SOARES, 2004, p. 7.

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“Letramento: produto da participação em práticas sociais que usam a escrita como sistema simbólico e tecnologia. São práticas discursivas que precisam da escrita para torná-las significativas. Dessa concepção decorre o entendimento de que, nas sociedades urbanas modernas, n‹o existe grau zero de letramento [grifo nosso], pois nelas é impossível não participar, de alguma forma, de algumas dessas práticas.” RCNEI, 1998, v. 3, p. 121. 10

“Nosso sistema de escrita é alfabético. Isso significa que seu princípio básico é o de que cada ‘som’ é representado por uma ‘letra’ — ou seja, cada ‘fonema’ por um ‘grafema’. A história da invenção da escrita e a existência de diferentes sistemas de escrita mostram que a correspondência som-letra nem é óbvia e natural, nem é a ú