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Jornal da

SOGIBA

Impresso Especial Nº 9912260030/DR/BA

SOGIBA

CORREIOS

Associação de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia ANO 19 • Nº 109 • ANO 2014

A

edição de julho de 2014 do Jornal da Sogiba traz notícias quentíssimas sobre o XX Congresso Baiano de Ginecologia e Obstetrícia, que acontece no mês de outubro, em Salvador. Tem também artigo

científico, programação de eventos promovidos pela Sogiba até o final do ano e dicas de filmes e leituras sobre parto. Não deixe de conferir!'


Editorial

Violência Obstétrica?

V

enho observando há algum tempo relatos, artigos e movimentações nas redes sociais relacionadas a este título: Violência Obstétrica. O tema ora posto se refere especificamente à prática dos obstetras no Brasil, no que diz respeito à assistência ao ciclo gravídico puerperal.

município de Torres, no Rio Grande do Sul, já analisado por um juiz de direito, em que a referida paciente teve sua autonomia de recusar a realização da cesárea desrespeitada naquele momento, pois ela não corria risco eminente de morte. Fato comprovado, pois a mesma só foi submetida ao procedimento algumas horas após.

Considerando um termo muito pesado, recorri ao dicionário para saber mesmo ao que ele remetia: “emprego abusivo da força ou da coação para obter algo”.

Torna-se óbvio também admitir que esta violência obstétrica tão propagada tem na sua origem as condições precárias de atendimento na maioria das maternidades brasileiras: superlotadas, sobrecarga de trabalho, equipes desfalcadas, recursos físicos e materiais deficientes!

Há muito tempo, percebemos e constatamos uma campanha persistente de demonização da figura do médico, responsabilizando-o pelas mazelas no campo da saúde, em seu contexto geral. Ora bolas! Então eu me pergunto qual a verdadeira intenção deste grupo em afastar estes profissionais da assistência à saúde da população brasileira tão necessitada de atenção? Outrossim, precisamos debater nossa participação nas decisões da chamada gestão, reconhecidamente cada vez mais distantes da categoria médica. Por que não estamos mais compondo os grupos de trabalho, chefias e cargos que verdadeiramente decidem as políticas de saúde? E as nossas práticas? Estão de acordo com as melhores evidências obstétricas? No caso, por exemplo, do

SOGIBA - ASSOCIAÇÃO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA BAHIA Av. ACM, 2.487, Edf. Fernandez Plaza, sala 2304, CEP 40280-000 Salvador - Bahia Telefax: (71) 3351-5907 – e-mail: sogiba@sogiba.com.br site: www.sogiba.com.br DIRETORIA DA SOGIBA – Triênio 2012-2014 Presidente: Ana Luiza Moura Fontes Vice-presidente: Wigberto Cunha Azevedo Secretário Geral: Alexandre Silva Dumas Primeira Secretária: Karen dos Santos Abbehusen Dorea Tesoureiro: James José de Carvalho Cadidé Diretora Científica: Tatiana Magalhaes Aguiar Diretora Cultural: Licia de Fátima Amorim Simões Diretora de Divulgação: Maria José Andrade Carvalho COMISSÃO CIENTÍFICA - Presidente: Marcelo de Amorim Aquino; Membros: Antonio Carlos Vieira Lopes; Leomar D’ Cirqueira Lírio; Margarida Santos Matos; Marcelo Esteve COMISSÃO DE ÉTICA E DEFESA PROFISSIONAL - Presidente: João Paulo Queiroz Farias; Membros: Celso Lima Viana; Maria do Carmo Botelho; Denise dos Santos Barata; Vera Lúcia Souza Bretones COMISSÃO DE ENSINO E RESIDÊNCIA MÉDICA - Presidente: Rone Peterson Oliveira; Membros: Amado Nizarala de Ávila; David da Costa Nunes Junior; Karina Adami; Sylvia Viana Pereira Aragão

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COMISSÃO DE EVENTOS - Presidente: Paulo Galvão Spinola; Membros: Claudia Margareth Smith; Margarida Silva' Nascimento; Mari Celeste de Moraes Ferreira; Ilmar Cabral de Oliveira – Comitês: Medicina Fetal: Manoel Curvelo Sarno; Mastologia: João Crisóstomo Lucas Neto; Ultra-sonografia: Clodoaldo Cadete;

Refiro-me também às nossas elevadas taxas de cesáreas, justificadas pela melhor via obstétrica para a mãe e seu concepto e definitivamente não corroboradas pelos altos índices de mortalidade materna e neonatal tão vergonhosos em nosso País.

Como justificar, por exemplo, a situação das maternidades de referência para os partos de alto risco, rotineiramente sem vagas para atender as gestantes que realmente necessitam de leitos especializados? Portanto, enquanto estamos a discutir de quem é o parto normal, percebam que a assistência a gestante na sua integralidade está de fato muito mal! Só com a participação de todos poderemos implantar um modelo de assistência obstétrica que atenda a esta mulher que é a verdadeira dona do seu corpo, com respeito a sua dignidade e liberdade de escolha. Desta forma, quem sabe poderemos apresentar indicadores de saúde compatíveis a países de primeiro mundo. Ana Luiza Fontes

Presidente da SOGIBA

REGIONAIS DA SOGIBA Regional Sertão – Feira de Santana Presidente: Dr. Francisco Mota Regional Sul – Itabuna/Ilhéus Presidente: DR. Viriato Luiza Corrêa Neto Vice–Presidente: Antonio Augusto Monteiro Primeira Secretária: Dóris Marta Vilas Boas L. Reis Tesoureiro: Jose Slaib Filho COMISSÃO CIENTÍFICA - Karen Freire, Eduardo Leahy e Ernesto Silveira Regional Sudeste – Vitória da Conquista Presidente: Dr. Absolon Duque dos Santos Regional Nordeste – Paulo Afonso Representante: Francisco Pereira de Assis Regional Oeste – Barreiras Representante: Peres Embiruçu Barreto Junior Regional Chapada – Jacobina Representante: Cilmara Melo Nunes de Souza Regional Recôncavo – Santo Antonio de Jesus Representante: Luiz Christian Darwim Ferraz Souto JORNAL DA SOGIBA - Jornalistas responsáveis: Inês Costal (MTB 3366/BA) e Patrícia Conceição (MTB 2641/BA) Arte - Bárbara Almeida - tel: 71 99831578 Editoração Eletrônica e Impressão - GENSA Gráfica (71) 3503-3555 vendas@gensagrafica.com.br


POETAS

Poesia

Norma Curvelo (1999)

O que querem estes poetas a fantasiar este mundo com graça e lirismo fecundo se o mundo não é assim?... O que querem estes poetas contando amores perfeitos deleitando nossa alma com quadrinhas e sonetos? O que querem estes poetas com este mundo lindo e louco vivendo em paralelo com todo este vil alvoroço?

Quero beber desta fonte Quero esta lente de amor Não quero este mundo triste Quero expurgar toda a dor Achar que o irreal existe com a força do criador

Poetas... Não sei o que querem... Sei que o que fazem é lindo Deixe eu viver neste enlevo

Vivem num mundo oculto que aparece de permeio quando a imaginação revela com lentes de devaneio

Deixe que eu seja do enredo

Um mundo de rédeas soltas Caleidoscópios de luz Viagens transcendentais Delirantes imagens de paz

Quero soltar minhas asas

Quero viver neste mundo O meu irreal sem medo

Neste mundo de fantasia Quero também confundir Realidade e magia...

SUMÁRIO Artigo: Doppler obstétrico...........................................................................................................................4 XX Congresso Baiano de Ginecologia e Obstetrícia.............................................................................. 6 Especial sobre Parto: Dicas de leituras e filmes........................................................................................8 Notícias ........................................................................................................................................................11 Agenda Científica da Sogiba....................................................................................................................12

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Artigo Doppler obstétrico – fazendo uma aplicação prática numa linguagem que traduz os termos técnicos ultrassonográficos Kleber Pimentel

Quais os principais vasos avaliados no Doppler obstétrico? 1. Artérias uterinas (AUt) 2. Artérias umbilicais (AU) 3. Artéria cerebral média (ACM) 4. Ducto venoso (DV) Qual situação e os vasos que melhor a avaliam? SITUAÇÃO

VASOS

Predição de pré-eclâmpsia Artérias uterinas grave e CIUR Avaliação de vitalidade fe- Artérias umbilicais, tal na pré-eclâmpsia, CIUR, ACM e Ducto venoso Hipertensa Crônica, Lúpus, Oligoâmnio (não por RPM). Síndrome de transfusão fe- Ducto venoso e Artéto-fetal (STFF) rias umbilicais

O estado de hipóxia no feto é indicado pelo Doppler quando se identifica uma diástole zero ou reversa da artéria umbilical e ducto venoso com IPV acima do percentil 95 para a idade gestacional ou onda A ausente ou reversa.

Paciente com comprome- Ducto venoso timento da artéria umbilical

A centralização fetal é um mecanismo adaptativo do estado hipoxêmico para evitar hipoxia.

Avaliação de anemia fetal

Artéria cerebral média

Momento de interrupção Ducto venoso do feto centralizado CIUR = Crescimento intrauterino restrito. ACM= Artéria cerebral média. RPM = Ruptura prematura de membranas.

Índice

O que indica

Índice de resistência Indica a resistência de flu(IR) xo no vaso (habitualmente arterial). Os vasos mais frequentemente insonados são as artérias umbilicais, artéria cerebral média e artérias uterinas Índice de pulsatilida- Mesmo que o IR é uma fórde (IP) mula diferente que leva em consideração a velocidade média de fluxo Índice de pulsatilida- Indica a resistência de fluxo de venosa (IPV) em um vaso do sistema venoso

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O que é hipoxemia e hipóxia? Hipoxemia é quando ocorre uma redução da concentração de oxigênio no sangue, enquanto que hipoxia é a redução intracelular deste componente (O2) – estado de sofrimento fetal. Hipoxemia é indicada no Doppler pelo aumento do IR ou IP acima do percentil 95 para a idade gestacional.

Pico de Velocidade Velocidade sistólica máxima Sistólica (PVS) do fluxo

O que mede as artérias uterinas (AUt)? O fluxo de sangue materno para a placenta. Assim, quando temos um fluxo de artérias uterinas considerado adequado é porque a passagem do sangue que vai das artérias uterinas, passando pelas arqueadas, seguindo pelas radiais e as espiraladas, está fácil. Esta condição é decorrente de uma boa implantação placentária com uma boa invasão do trofoblasto promovendo a degradação da camada média muscular das artérias espiraladas e possibilitando um aumento do calibre das mesmas, o que reduz a resistência ao fluxo. Esta resistência é medida no Doppler obstétrico usando o índice de resistência (IR) ou o índice de pulsatilidade (IP) da artéria uterina, pois a resistência ao fluxo sanguíneo no leito placentário é refletido nas artérias uterinas. Conclusão: quando o IR ou IP, a depender de qual dos dois você esteja utilizando, estiverem acima do percentil 95 (P95) para a idade gestacional, indicará aumento de risco para CIUR (crescimento intrauterino restrito) e para pré-eclâmpsia em decorrência de uma má placentação. Habitualmente este exame é realizado em torno de 20 semanas, mas há


Artéria Uterina Traçado esperado

Aumento da resistência e com incisura

quem considere a partir de 26 semanas gestacionais, pois neste momento já deve ter completado a migração trofoblástica.

O que mede o ducto venoso (DV)? Mede o gradiente de pressão venosa central. O ducto é um ramo da artéria umbilical que projeta sangue oxigenado sob pressão para o átrio esArtéria Uterina querdo passando pelo átrio direito e forame oval. Aumento da resistência e Traçado esperado Artéria Umbilical A morfologia da onda do ducto venoso possui as com incisura ondas S (sístole ventricular), D (diástole ventricular) Traçado Aumento da Diástole zero Diástole reversa esperado e A (sístole atrial) e Resistência são todas positivas. Numa situação de hipóxia importante com aumento da pré carga cardíaca o DV apresenta aumento de seu índice de pulsatilidade venoso (IPV). Caso a hipóxia seja grave com comprometimento miocárdico, a O que mede as artérias umbilicais (AU)? O fluxo de sangue fetal que vai para a placenta. onda A tende a desaparecer ou ser reversa (o sanArtéria Umbilical DV), esta é uma condição grave de Assim, quando temos um fluxo de artérias umbilicais gue retorna aoArtéria Cerebral Média Traçado Aumento da acidemia fetal e o parto se faz necessário sob o Diástole zero Diástole reversa adequado, IResperado ou IP abaixo do P95 para a idade Resistência Traçado esperado Redução da resistência risco iminente de óbito fetal. Num feto centralizado gestacional, isto é indicativo que a placenta se ena avaliação com o ducto venoso é através do IPV, contra em funcionamento suficiente para prover o onde, quando for maior que percentil 95, indica feto. Quando ocorre aumento do IR ou IP nos dá um grave comprometimento fetal e o parto deve ser alerta que deve haver mau funcionamento placen- realizado. tário. Diástole zero na artéria umbilical indica comDucto venoso prometimento da função placentária e Artériaimportante Uterina Artéria Cerebral Média Traçado esperado IPV aumentado Anda ‘A’ reversa Aumento da resistência eacentuada da situaTraçado esperado diástole reversa é uma piora Traçado esperado Redução da resistência com incisura ção. Momento em que entra a aplicação do ducto venoso a depender da idade gestacional. Diástole zero é uma indicação formal de internamento da paciente e a depender da idade gestacional estará indicada a interrupção ou seguimento diário com o Considerações finais: Ducto venoso ducto venoso. Traçado esperado

IPV aumentado

Anda ‘A’ reversa

Artéria Umbilical Traçado esperado

Aumento da Resistência

Diástole zero

Diástole reversa

• Este é um resumo das aplicações mais frequentes do Doppler obstétrico, apresentada de forma simplificada para estimular o aprofundamento do conhecimento neste ponto. • O intervalo entre os exames vai depender da situação clínica e evolução do quadro clínico. Habitualmente 01 a 02 vezes por semana caso o quadro seja estável, em situações graves, diário. Contudo, se houver alterações no quadro clínico, como um pico hipertensivo, uma convulsão, o exame de Doppler deve ser repetido até no mesmo dia. • Está havendo uma tendência ao uso preferencial pela IP em relação ao IR, pois este último, se tiver uma diástole zero, será

O que mede a artéria cerebral média sempre 1; os trabalhos científicos mais recentes tem utilizado Média Artéria Uterina (ACM)?Artéria Cerebral com maior frequência o IP e a fórmula do IP contém a velocidaAumento da oxigenação resistência e Traçado esperado Redução da resistência Indiretamente mede o grau de do cé- de média do fluxo o que parece ser mais preciso na avaliação Traçado esperado com incisura rebro fetal. Num feto bem oxigenado o IR e IP da hemodinâmica. seguem referências para a ampliação e sedimentação ACM são altos pois não há necessidade de fluxo Abaixo do conhecimento: cerebral alto para manter a oxigenação. Quando o • Mari, G., Hanif, F. Fetal Doppler Umbilical Artery, Middle Cerebral feto se encontra numa condição hipoxêmica ocor- Artery, and Venous System. Semin Perinatol 32:253-257, 2008. re uma auto regulação que faz vasodilatação da • Turan, O. M., Turan, S., Gungor, S., Berg, C., Moyano, D., Gembruch, U., Nicolaides, K. H., Harman, C. R. and Baschat, A. A. ACM para aumentar Ducto venoso o fluxo cerebral e compensar Traçado esperado IPV aumentado Anda ‘A’ reversa a baixa taxa de oxigênio no sangue. Este processo (2008), Progression of Doppler abnormalities in intrauterine growth restriction. Ultrasound Obstet Gynecol, 32: 160–167. doi: não se inicia na ACM, mas sim na AU com o aumen- 10.1002/uog.5386 Artéria Umbilical to de seu IR Traçado e IP indicando um comprometimento Aumento da • ISUOG Practice Guidelines: use of Doppler ultrassonography in Diástole zero Diástole reversa Resistência placentário. esperado Com a piora da AU inicia o processo obstetrics. Ultrasound Obstet Gynecol; 41: 233-239, 2013. de regulação vascular reduzindo o fluxo de áreas • SOGC - BCPHP Fetal Health Surveillance: Antepartum And Intramenos essenciais e aumentando com vasodilata- partum Consensus Guideline. JOGC, septembre, 2007. ção, com consequente redução de IR e IP, para os • Yagel, S., Kivilevitch, Z., Cohen, S. M., Valsky, D. V., Messing, B., Shen, O. and Achiron, R. (2010), The fetal venous system, Part II: órgãos principais: cérebro, coração e glândulas su- ultrasound evaluation of the fetus with congenital venous system prarrenais. malformation or developing circulatory compromise. Ultrasound Obstet Gynecol, 36: 93–111. doi: 10.1002/uog.7622

Artéria Cerebral Média Traçado esperado

Redução da resistência

• N. Al Qahtani .Doppler ultrasound in the assessment of suspected intra-uterine growth restriction. Ann Afr Med. 2011 Oct-Dec; 10(4): 266–271. doi: 10.4103/1596-3519.87041 • Alfirevic Z, Stampalija T, Gyte GML. Fetal and umbilical Doppler ultrasound in high-risk pregnancies. Cochrane Database of Systematic Reviews 2010, Issue 1. Art. No.: CD007529. DOI: 10.1002/14651858.CD007529.pub2.

Ducto venoso Traçado esperado

IPV aumentado

Anda ‘A’ reversa

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Reportagem

XX CONGRESSO BAIANO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 23 A 25 DE OUTUBRO DE 2014/ PESTANA BAHIA HOTEL

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ntre os dias 23 e 25 de outubro, Salvador sediará a 20ª edição do Congresso Baiano de Ginecologia e Obstetrícia, que ocorrerá no Pestana Bahia Hotel. Serão três dias de conferências, painéis, debates e mesas-redondas sobre os temas mais importantes e atuais da área. Entre os palestrantes nacionais confirmados estão nomes como Carolina Sales (SP), Cláudia Jacyntho (RJ), José Alcione Almeida (SP), João Renato Bennini Junior (SP), Júlio Teixeira (SP), Marta Finotti (GO),

Olímpio Barbosa (PE), Paulo Giraldo (SP) e Eduardo Fonseca. Confira abaixo a programação preliminar do evento, além de informações sobre as formas inscrição e pagamento.

PROGRAMAÇÃO DIA 23 DE OUTUBRO DE 2014 SALA DE GINECOLOGIA

SALA DE OBSTETRÍCIA

MÓDULO: GINECOLOGIA DA ADOLESCÊNCIA

MÓDULO: MEDICINA FETAL

08:30h às 9h Conferência - Puberdade precoce: como diagnos-

08:30h às 9h Conferência - Rastreamento de Cromossomopatias

ticar e até quando tratar?

9h às 10:30h Mesa-redonda: Restrição de Crescimento Intrauterino Fetal 1) Como fazer o diagnóstico? 1) Violência sexual 2) Qual o prognóstico do feto com restrição de crescimento? 2) Sangramento uterino anormal: principais causas e trata3) Como avaliar sua vitalidade? mento

9h às 10:30h Painel: Tópicos relevantes da adolescência

3) Cuidados prévios à prescrição de hormônios 10:30h às 11h Intervalo 11h às 12h Debate Informal: Como prevenir e rastrear DSTs? 12h às 13:30h Almoço

MÓDULO: ONCOLOGIA GINECOLÓGICA 13:30h às 15h Painel: Neoplasias intra-epiteliais

- Por que e quando solicitar biologia molecular para HPV? - Tratamento das NIV, NIVA e NIPA - Dúvidas práticas da vacinação contra HPV

11h às 12h Debate Informal: Gemelaridade 12h às 13:30h Almoço

MÓDULO: PRÉ-NATAL 13:30h às 15h Mesa-redonda: Rotina Pré-natal

- Exames obrigatórios - Conduta nas síndromes hipertensivas - Vacinação: O que fazer e como fazer. Quais vacinas não se podem fazer na gestação?

15h às 16h Debate Informal: Diagnóstico e conduta nos tumores

15h às 16h Debate Informal: Infecções Congênitas – O que ras-

16h às 16:30h Intervalo

16h às 16:30h Intervalo

ovarianos

16:30h às 17:30h Ponto e Contraponto: Pólipos endometriais: po-

lipectomia sempre? - SIM - NÃO 17:30h às 18h Conferência: Condutas atuais para NIC 2/3/e AIS

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10:30h às 11h Intervalo

trear e como tratar? 16:30h às 17:30h Ponto e Contraponto: Interrupção legal da ges-

tação - SIM - NÃO 17:30h às 18h Conferência: Cosmiatria na gravidez e no puerpério


DIA 24 DE OUTUBRO DE 2014 SALA DE GINECOLOGIA MÓDULO: CLIMATÉRIO

SALA DE OBSTETRÍCIA

08:30h às 9h Conferência: Controvérsias no tratamento da oste-

MÓDULO: INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS NA GRAVIDEZ

oporose

08:30h às 9h Conferência: Hellp Síndrome

9h às 10:30h Painel: Tópicos especiais

9h às 10:30h Mesa-redonda: Patologias Clínicas na Gravidez

1) Quando iniciar e quando terminar TRH?

1) Nefropatias na gravidez

2) Quais as melhores escolhas para TRH?

2) Trombose venosa profunda na gravidez e puerpério 3) Lupus eritematoso sistêmico na gravidez

3) Suplementação dietética e vitamínica: qual a real neces-

10:30h às 11h Intervalo

sidade? 10:30h às 11h Intervalo

11h às 12h Debate Informal: Diabetes Mellitus – ADA ou Ministério

11h às 12h Debate Informal: Distúrbios urinários no climatério: como investigar e tratar 12h às 13:30h Almoço

da Saúde?

MÓDULO: CONCEPÇÃO E ANTICONCEPÇÃO

13:30h às 15h Mesa-redonda: Intercorrências Obstétricas

12h às 13:30h Almoço

MÓDULO: INTERCORRÊNCIAS OBSTÉTRICAS - Amniorrexe Prematura - Inibição do trabalho de parto prematuro - Uso da progesterona na obstetrícia

13:30h às 15h Mesa-redonda: Na abordagem do casal infértil

quando deve-se considerar: - A rotina básica de investigação suficiente - A histeroscopia e a laparoscopia essenciais - A reprodução assistida prioritária 15h às 16h Debate Informal: Anticoncepção em situações especiais 16h às 16:30h Intervalo 16:30h às 17:30h Ponto e Contraponto - SOP: Metformina sempre? - SIM - NÃO 17:30h às 18h Conferência: Contracepção e Sexualidade

15h às 16h Debate Informal: Assistência ao Parto – Processo éti-

co-profissional relacionado ao parto. Como evitar? 16h às 16:30h Intervalo 16:30h às 17:30h Top Temas:

- Tocurgia - Cesárea - Fórceps/ Vácuo-extrator - Episiotomia 17:30h às 18h Conferência: Preparo do colo e indução

DIA 25 DE OUTUBRO DE 2014 SALA DE GINECOLOGIA

SALA DE OBSTETRÍCIA

MÓDULO: ENDOMETRIOSE: CONTROVÉRSIAS

MÓDULO: EMERGÊNCIAS OBSTÉTRICAS

08:30h às 9h Conferência - Endometriose: os novos protocolos de

08:30h às 9h Conferência - Doppler de artéria oftálmica na hi-

tratamento são satisfatórios?

pertensão gestacional. Por que fazer?

9h às 10:30h Mesa-redonda: Na associação endometriose e dor

9h às 10:30h Mesa-redonda: Hemorragias

pélvica, quando indicar o tratamento:

1) Hemorragias no pós-parto

1) Clínico 2) Cirúrgico conservador 3) Alternativo 10:30h às 11h Intervalo

10:30h às 11h Intervalo

11h às 12h Debate Informal: Os exames não invasivos são sufi-

11h às 12h Debate Informal: Gravidez Ectópica

cientes para o diagnóstico?

12h às 13h Ponto e Contraponto - É necessário terapia intensiva

12h às 13h Ponto e Contraponto - Endometriose profunda: cirur-

nas maternidades?

gia sempre? - SIM - NÃO

2) Hemorragias do 1º trimestre da gestação 3) Hemorragias do 3º trimestre da gestação

- SIM - NÃO

*Haverá também uma terceira sala com temas variados como: cursos, treinamentos e simpósio patrocinados. Em breve a programação definitiva estará disponível no site www.abmeventos.org.br.

INFORMAÇÕES SOBRE INSCRIÇÕES: Escolha uma das três formas de inscrição e não fique de fora do XX Congresso Baiano de Ginecologia e Obstetrícia!

e Ginecologia da Bahia (SOGIBA), Banco Bradesco – Ag: 3573-4 – Cc: 4213-7 – Favorecido: SOGIBA, CNPJ: 14.556.344/0001-96, para o fax (71) 2107-9685 ou e-mail: jayne@abmnet.org.br. CATEGORIA

ATÉ 30/06

ATÉ 29/08

APÓS 29/08

1. Inscrição presencial na ABM Eventos – Rua Baependi,

Sócios SOGIBA e R$ 250,00 FEBRASGO

R$ 300,00

R$ 350,00

2. Enviar ficha de inscrição juntamente com cheque

Não Sócios

R$ 650,00

R$ 700,00

R$ 850,00

Residentes Sócios

R$ 150,00

R$ 200,00

R$ 250,00

Não R$ 380,00

R$ 450,00

R$ 480,00

R$ 200,00

R$ 250,00

R$ 250,00

162, Ondina, Salvador – Bahia. CEP: 40170-070.

nominal cruzado à Associação de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia (SOGIBA) para ABM Eventos: Rua Baependi, 162, Ondina, Salvador – Bahia. CEP: 40170-070.

Residentes Sócios

3. Enviar ficha de inscrição juntamente com depósi-

to em conta. Favorecido: Associação de Obstetrícia

Estudantes

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Necessário o envio de comprovante

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ESPECIAL: PARTO Dica de livro O camponês e a parteira

N

o livro “O Camponês e a parteira” (Ed. Ground), o obstetra e escritor Michel Odent parte de duas premissas aparentemente sem relação – a industrialização da agricultura e do parto – para falar sobre a relação entre o estado de saúde na vida adulta, adolescência ou infância da mulher e o que ocorreu enquanto o bebê ainda estava no útero. A obra traça paralelos entre as figuras do camponês e da parteira em oposição à agricultura industrializada e ao obstetra, redimensionando o parto e sua contextualização na vida de cada um, além de sugerir alternativas para superar os problemas do atual modelo. Michel Odent é responsável por introduzir num hospital público francês os conceitos de piscinas de parto e salas de parto semelhantes a lares. É fundador do Centro de Pesquisa em Saúde Primal, em Londres, e também um dos nomes mais importantes na campanha mundial para humanização do parto. É autor de 50 trabalhos científicos e teve seus livros publicados em 19 línguas.

Dica de filme O Renascimento do Parto

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documentário independente lançado em 2013 reúne depoimentos de mães, obstetras, parteiras, doulas e teóricos sobre suas opiniões e experiências com partos. O filme debate o atual panorama brasileiro em número de cesáreas – segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase 50% dos partos no país são cesarianas e, na rede privada, o número chega a 80%. Discute também a demora no contato entre mãe e filho nos dois tipos de parto e o aumento do número de crianças prematuras e com complicações. O documentário é dirigido por Érica de Paula, psicóloga e educadora de saúde perinatal responsável pela pesquisa e roteiro, e Eduardo Chauveut, produtor audiovisual. Os dois percorreram o país em busca de depoimentos a partir da experiência de Paula como doula. Entre os entrevistados, há depoimentos do cientista francês Michel Odent, da antropólo-

ga norte-americana Robbie Davis-Floyd e da parteira mexicana Naoli Vinaver. O vídeo apresenta também várias cenas de partos naturais humanizados. O filme bateu o recorde brasileiro de financiamento coletivo via internet para distribuição nos cinemas do país.


Dica de Pesquisa Nascer no Brasil - Inquérito sobre Parto e Nascimento

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pesquisa “Nascer no Brasil: um inquérito nacional sobre parto e nascimento” contou com a participação de diversas instituições científicas brasileiras, sob coordenação da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP / Fiocruz). O objetivo era entender os determinantes e os efeitos das intervenções obstétricas durante o parto e o nascimento, descrever a motivação das mulheres na escolha do tipo de parto, as complicações durante o pós-parto e período neonatal, além de investigar a estrutura física dos hospitais, a qualificação dos recursos humanos e a disponibilidade de suprimentos, equipamentos e medicamentos. Para isso, foram entrevistadas 23.894 mulheres em 266 hospitais de médio e grande porte, localizados em 191 municípios brasileiros. Entre os resultados mais polêmicos do inquérito está a realização de cesarianas desnecessárias. Do total de mulheres ouvidas, 72% queriam parto normal logo que en-

gravidaram, mas os bebês nasceram por cesárea em 52% dos casos. A situação é mais grave na rede particular: entre as mulheres que esperavam o primeiro filho e foram atendidas em hospitais particulares, 36% desejava cesárea no início da gestação. No final, o índice subiu para 67%. Ainda que um terço das mulheres quisesse o parto normal, 89,9% tiveram seus filhos através de cesarianas. Entre as mulheres atendidas na rede pública, 15% queriam o método cirúrgico, tanto no início quanto no fim da gestação, e 44% tiveram seus bebês dessa forma. Mais informações sobre os resultados do estudo, métodos e pesquisadores envolvidos estão disponíveis no site: www.ensp.fiocruz.br/nascerbrasil.

ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA DA SOGIBA – ASSOCIAÇÃO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA BAHIA

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Estarão abertas de 22/06 a 22/07/2014 na sede da entidade as inscrições de chapas para eleição da diretoria da SOGIBA, triênio 2014/2017. As Eleições ocorrerão a partir do dia 1º de Outubro e serão encerradas no dia 23/10/2014 às 16:00 horas, por ocasião do XX Congresso Baiano de Obstetrícia e Ginecologia que ocorrerá no período de 23 a 25 de outubro de 2014, Hotel Pestana/Rio Vermelho.

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A hemoglobina glicada é considerada uma importante ferramenta no monitoramento do paciente diabético. Recentemente foi incluída nos critérios diagnósticos, permitindo a identificação de risco de desenvolvimento da doença e suas complicações 1. Com o objetivo de padronizar os métodos, as unidades e os critérios de interpretação, um consenso 2,3 reunindo a Federação Internacional de Química Clínica (IFCC), Associação Americana de Diabetes (ADA), Federação Internacional de Diabetes (IDF), Associação Europeia do Estudo do Diabetes (EASD), sugeriu a padronização dos resultados em IFCC (mmol/mol) e unidades padronizadas pelo NGSP/DCCT (%). Normas de Interpretação

IFCC mmol/mol

Valores de referência Diagnóstico

Monitoramento

NGSP (%)

20-42

4-6

Baixo risco

<40

<5,8

Risco moderado

40-46

5,8-6,4

Diabetes

>46

>6,4

Alvo terapêutico

53

7

Modificar terapia

64

8

RT: Dra. Tatiana Ferraz – CRF: 3437

Hemoglobina Glicada: Novas Diretrizes para os Valores de Referência e Critérios de Interpretação

Adaptado de: Annals of Laboratory Medicine 2013, 33(6):393-400; American Diabetes Association (ADA), 2010, ADA 2011.4 Abreviações: IFCC, International Federation of Clinical Chemistry; NGSP, National Glycohemoglobin Standardization Program.

Referências: 1. World Health Organization. WHO diabetes media centre. [Updated on Mar 2013]. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs312/en/index.html. 2. Little RR, Rohlfing CL, Sacks DB. Status of hemoglobin A1c measurement and goals for improvement: from chaos to order for improving diabetes care. Clin Chem. 2011;57:205–214. 3. Consensus Committee. Consensus statement on the worldwide standardization of the hemoglobin A1C measurement: the American Diabetes Association, European Association for the Study of Diabetes, International Federation of Clinical Chemistry and Laboratory Medicine, and the International Diabetes Federation. Diabetes Care. 2007;30:2399–2400. 4. Weycamp C. HbA1C: A review of analytical and Clinical Aspects. Ann Lab Med. Nov 2013; 33(6):393–400. www.sabin.com.br | ISO 9001: 2008

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Informe publicitário

Reumatismo e envelhecimento

S

empre temos a tendência de associar reumatismo com envelhecimento, esta associação nem sempre é correta. Dentro do enorme grupo de patologias reumáticas, existem doenças de pessoas mais velhas, de jovens e de crianças. Este conceito de envelhecer e ter dor (reumatismo e envelhecimento) nos faz, muitas vezes, pensar que é “normal” ter “reumatismo” e limitações por doenças ao longo da vida. Isso de certa forma nos tira a responsabilidade de prevenir e tratar estas doenças. Com aumento da produção científica, aprendemos que doenças antes consideradas apenas como degenerativas são mais complexas do que acreditávamos. É o caso da artrose (osteoartrite) que envolve mecanismos genéticos, inflamatórios, metabólicos além de degenerativos, e não obrigatoriamente ligados ao envelhecimento. Vamos dar ênfase em uma patologia de extrema importância e onde o termo prevenir se encaixa perfeitamente: A OSTEOPOROSE. A OSTEOPOROSE é uma doença silenciosa, em geral mal diagnosticada, mal tratada e mal acompanhada. Nesta patologia observamos uma fragilidade óssea que torna o osso mais suscetível à fratura, principalmente por não existirem sintomas antes de ocorrer essa fratura, nem mesmo dor. Porém aguardar um acontecimento como este para iniciar tratamento já significa uma grande perda da massa óssea e prejuízo no tratamento. O tratamento de osteoporose consiste em prevenir fraturas, as regiões mais comuns são antebraço, vértebras e quadril. A densitometria óssea é o exame de escolha para diagnosticar a osteoporose. Antes de existir este exame, o diagnóstico era sempre tardio, depois que ocorriam fraturas de baixo impacto, ou seja, sem trauma importante. A densitometria óssea trouxe uma maneira simples de se quantificar a densidade óssea e, por meio de estudos populacionais, determinar o risco de fratura. O resultado do exame indica um fator de risco

que é baseado em dados estatísticos e assim revela se o paciente tem osteoporose ou osteopenia. Estes dados são resultados de estudos e consensos médicos. Novas ferramentas estão sendo estudadas levando em conta os fatores de risco e dados clínicos para prever melhor este risco de fratura e nos orientar no tratamento escolhido. Alguns fatores de riscos estão associados à maior chance de desenvolver osteoporose. Entre eles: ser mulher, estar na pós menopausa, principalmente se esta foi precoce (antes de 45 anos), história familiar, ser da raça branca, ter baixo peso e altura (baixo IMC), baixa ingestão de cálcio, consumo excessivo de álcool, café, tabagismo, sedentarismo, uso de determinados medicamento (ex: corticoides), doenças (ex: artrite reumatóide e tireoidites) e imobilização prolongada. Ainda na infância podemos estimular um maior aproveitamento do metabolismo ósseo, melhorando a captação de cálcio que é um dos metabólitos mais importantes na determinação desta doença, devendo fazer um aumento na ingestão deste. Assim como a exposição ao sol que estimula a produção de vitamina D e atividade física. Depois de diagnosticado, orientamos modificação dos fatores de risco possíveis e iniciamos tratamento que incluem uso de medicações, controle nutricional, diminuição do risco de quedas e possíveis fraturas. Atualmente contamos com uma variedade de opções terapêuticas: via oral (bisfosfonatos), venoso (ácido zolendrônico) ou subcutâneo (denosumab, teriparatida). A escolha deve ser compartilhada com o paciente: qual a medicação, qual seu intervalo de uso (diário, semanal, semestral ou anual), pois assim conseguiremos uma melhor adesão durante o tratamento que, em geral, é prolongado. Todos são bem tolerados e eficazes em seus objetivos (o principal: reduzir risco de fratura), necessitam de uma boa avaliação médica, indicação precisa e acompanhamento eficaz. Muitos pacientes deixam de prevenir fraturas simplesmente por não procurarem atendimento médico ou não serem encaminhados ao especialista apropriado. Outros são tratados desnecessariamente devido à má interpretação do exame de densitometria óssea e propaganda de medicamentos. A rigor o principal é a prevenção!

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Diversos PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA DA SOGIBA – 2014 JULHO - Dia 14 Centro Médico Aliança às 19:30h Osteoporose e o metabolismo ósseo

Coordenadora: Karen dos Santos Abbehusen Dorea Professor Dr. Bruno Muzzi (MG) - Médico Ginecologista e Obstetra com Área de Atuação em Densitometria Óssea.

Dia 26 Café da Manhã - Hotel Fiesta às 8h O sono da mulher no climatério: Dr. Francisco Hora

Coordenadora: Dra. Ana Luiza Fontes AGOSTO - Dia 04

Centro Médico Aliança às 19:30h Melhor Abordagem na Crise do Ciclo GravidoPuerperal

Coordenador: Dr. James Cadidé

•Abordagem Obstétrica – Dra. Claudia Margareth Smith •Abordagem e cuidados da enfermagem – Louise Chamusca •Abordagem Psicológica - Dra. Camila Carmelo

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Dia 09 Auditório Adélia Carvalho Centro Médico Hospital Português - Das 08:15 às 16:30h Simpósio de Doenças da Mama no Consultório do Ginecologista

* Inscrições abertas na SOGIBA SETEMBRO - Dia 1º Centro Médico Aliança às 19:30h Aprendendo com os Erros Médicos mais Comuns em G.O.

Coordenadora: Tatiana Aguiar Dr. Jecé Brandão Dr. José Augusto Costa Dra. Licia Moreira

Dia 20 Café da manhã no Hotel Fiesta às 8h. A primeira consulta com a adolescente: Qual a melhor abordagem Coordenadora: Dra. Licia Amorim •Vulvovaginites na infância: Dra. Marcia Cunha

•Sexualidade Virtual: Dra. Margarida Nascimento

Jornal Sogiba 109  
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