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BOLETIM PARA INSTALADORES DE REFRIGERAÇÃO, AR CONDICIONADO

EDIÇÃO Nº30 - 2009

JUL/AGO/SET JUL/AGO/SET


ÍNDICE 03

04-05

EDITORIAL

SKKFOR

06-07

08

PEGADA DE CARBONO

A QUALIDADE DO AR

09

10

CLIMATIZAÇÃO

VENTILADORES

O sucesso de uma organização

Calcular a pegada de carbono no planeta

Conforto acústico e térmico

A importância da avaliação e da certificação da formação

Problemas relacionados com a baixa de qualidade do ar

Para uma escolha acertada

11

Actualidade Publicações Sugestões/Passatempo

Ficha Técnica Director Pereira da Silva Propriedade SKK, SA. Periodicidade Trimestral Tiragem 1500 exemplares Dep. Legal 90527/95 N. Inscrições MJ219057 SKK, SA. - Rua Monte dos Pipos, Arm. 6, 4460 - 059 Matosinhos - Portugal

02. Skknews


EDITORIAL

“As estatísticas têm mostrado que o incremento da qualidade de vida dos colaboradores se traduz em benefícios não só para o colaborador como ainda para a empresa.”

O objectivo de conseguir um alto rendimento do trabalho e a necessidade e de o racionalizar não é nova. Durante muito tempo falou-se de absentismo, ou seja, de ausência temporária ao trabalho, normalmente por motivo de doença, como sendo o factor por excelência, gerador da baixa produtividade nas empresas. Hoje, fala-se daqueles que, não obstante presentes fisicamente no ambiente organizacional, estão, no entanto, ausentes sob o ponto de vista mental e emocional. Ou seja, estão lá mas não produzem como deveriam. Com efeito, não faltam ao trabalho, mas arrastam a empresa para prejuízos. As estatísticas têm mostrado que o incremento da qualidade de vida dos colaboradores se traduz em benefícios não só para o colaborador como ainda para a empresa. Para o  primeiro, melhora a saúde, a motivação, a resistência à doença, o relacionamento interpessoal. Traduz-se em maior eficácia e concentração no trabalho. Melhora a auto-estima. Para a empresa, diminui o absentismo, a rotação dos trabalhadores e ainda o número de acidentes. Melhora a imagem no mercado e o ambiente de trabalho. A empresa tem trabalhadores mais integrados. Sabemos que cada pessoa é única na sua individualidade  e especifidade. Cabe ao gestor seleccionar os colaboradores com as características, capacidades e competências certas para que se sintam motivados para o exercício das suas funções, pois se assim for estes tenderão a ser mais eficientes e, assim, contribuirão de forma positiva para o sucesso da organização.

Skknews. 03


A importância da avaliação e da certificação da formação Os dois princípios da formação profis-

formadores e às condições logísticas em

Curta Duração (UFCD), baseadas no Catá-

sional - a eficácia e a eficiência -, impli-

que a acção decorreu; selecção inadequa-

logo Nacional de Qualificações. As mes-

cam um processo contínuo de avaliação

da dos formandos, etc.

mas são adaptadas em termos de duração

de toda a formação realizada na SKKFOR. Podemos assim definir a avaliação realizada como uma reflexão crítica sobre todos os momentos e factores que intervêm na formação a fim de determinar quais são ou poderão ser os resultados da mesma. Trata-se pois de um vasto

É importante ter-se em conta que a avaliação da formação, não se cinge apenas à detecção das diferenças entre os objectivos esperados e resultados alcançados, mas é acima de tudo um processo reflexivo sobre o próprio dispositivo de formação.

a diferentes públicos e profissões, consoante as suas competências e aquelas a adquirir. Destinam-se essencialmente a adultos com idade igual ou superior a 18 anos, prioritariamente, sem a conclusão do ensino básico ou secundário.

O processo de avaliação das formações modulares na SKKFOR compreende:

e complexo processo que supõe a neces-

Avaliação das Competências

sidade de recolher informação de dife-

A importância crescente da avaliação das

rentes momentos tendo em vista melho-

competências, decorreu essencialmente

ria dos dispositivos de formação.

de dois factores:

A avaliação formativa - que permite obter

Neste processo de avaliação podemos

1. A constatação que não existe uma correspondência necessária entre a aquisição

aprendizagens.

efectuar uma separação entre a fase de concepção, obtenção e tratamento da

de saberes e a capacidade para os mobi-

informação e a fase de interpretação

lizar ou aplicar no contexto de trabalho.

à decisão de certificação do adulto.

desta mesma informação. O primeiro é

Assim, a posse do saber, não confere a

Os

de natureza objectiva, sendo frequente-

capacidade de o usar nos vários contextos

incluem a participação, a motivação, a

mente baseado na apresentação de dados

laborais.

aquisição e aplicação dos conhecimentos,

quantitativos, cujos critérios de validação

2.

são explicitamente referidos; o segundo é caracterizado pela sua natureza valorativa ou subjectiva. Os momentos e factores que são objectos da avaliação da SKKFOR dependem também da finalidade da própria avaliação de conhecimentos que é realizada no decurso da formação, embora sempre presente no decurso de qualquer formação, quer com a preocupação de monitorização do processo ou de avaliação e validação de competências.

Avaliação da formação

A

mobilidade

dos

trabalhadores

implicou também a valorização e certificação das suas competências profissionais,

informação sobre o desenvolvimento das

A avaliação sumativa - que serve de base

critérios

de

avaliação

formativa 

a mobilização de competências para novos contextos, as relações interpessoais, o trabalho em equipa, a adaptação a novas

demonstradas em termos de percursos

tarefas, a pontualidade e a assiduidade.

curriculares.

A avaliação sumativa expressa se os

A este nível o processo de certificação profissional visa contribuir para a melhoria contínua dos trabalhadores, reconhecendo e certificando as competências profissionais que detêm e identificando as que lhes faltam de modo a tornarem-se mais competitivos no mercado de trabalho, aproximando-se das reais necessidades do tecido produtivo. A SKKFOR acompa-

formandos atingiram ou não os objectivos da formação, sendo os resultados traduzidos em “Com aproveitamento”

ou

“Sem

aproveitamento”.

Sempre que um adulto conclua com aproveitamento uma formação modular, é-lhe emitido um Certificado de Qualificações, que discrimina todas as unidades de formação concluídas com aproveitamento. Finalmente, após a conclusão da

Esta avaliação procura obter vários tipos de resultados:

nha esta necessidade disponibilizando na

1. As diferenças entre os objectivos fixados e os resultados alcançados;

dades Modulares de curta Duração. As formações modulares dão aos adul-

de Qualificações, deverá posteriormente

2. Os efeitos da formação nos postos de trabalho;

tos a possibilidade de obter mais habi-

dirigir-se a um Centro Novas Oportunida-

litações escolares e qualificações profis-

des para proceder à validação final do seu

3. Os factores que terão influenciado os resultados, tais como: meios e métodos inadequados; deficiências atribuíveis aos

sionais, com vista a uma (re) inserção ou

percurso de formação, com vista à obten-

progressão no mercado de trabalho. São

ção do Certificado Final de Qualificações e

compostas por Unidades de Formação de

do respectivo Diploma.

04. Skknews

sua oferta formativa um conjunto de Uni-

Formação Modular na SKKFOR, o adulto, caso pretenda uma qualificação profissional  constante no Catálogo Nacional


A SKKFOR dispõe de vários módulos (Unidades de Formação de Curta Duração) na sua oferta formativa para obtenção das qualificações: Electromecânico de Refrigeração e Climatização II e Técnico de Refrigeração e Climatização III. Dispomos de inscrições permanentes nos cursos de Técnico de Refrigeração I e II e oferta de formação financiada em: Formação Financiada Código UFCD

Para obtenção do percurso de certificação de Electromecânico de Refrigeração e Climatização - Nível II

Horas

Nível B1

Cidadania e Empregabilidade

25 H

1244

Análise de Circuitos Eléctricos

25 H

1245

Máquinas Eléctricas – Funcionamento

25 H

1246

Funcionamento dos dispositivos de comando e protecção

25 H

1247

Interpretação de circuitos termodinâmicos e eléctricos

25 H

1251

Funcionamento de compressores

25 H

Condições de acesso: Preferencialmente Habilitações Literárias inferiores ao 3º Ciclo (menos que o 9º Ano de Escolaridade)

Código UFCD

Para obtenção do percurso de certificação de Técnico de Refrigeração e Climatização - Nível III

Horas

1298

Termodinâmica Aplicada - Estados de Transformação de Ar

25H

1287

Termodinâmica aplicada - Selecção de compressores e dimensionamento de linhas - Condensadores e evaporadores

50 H

1249

Módulo de Tecnologia Mecânica - Constituição Genérica de máquinas Térmicas

25 H

1317

Práticas de Instalação e Montagem - Instalação de um sistema de Refrigeração

25 H

1284

Tecnologia Mecânica - Processos de Instalação de Compressores

25 H

1289

Electricidade e Electrónica - Electricidade e Medidas Eléctricas

25 H

1294

Práticas de Instalação e Montagem - Instalação de Sistemas de Ar Condicionado

25 H

Condições de acesso: Habilitações Literárias entre o 9º Ano e o 12º Ano de Escolaridade

Para mais informações por favor contacte: lurdesneves.skkfor@skk.pt ou através do telefone 229 571 132 ou fax 229 571 138

Skknews. 05


PEGADA DE CARBONO Calcular a pegada de carbono no planeta O conceito de “pegada” refere-se ao rasto directo e indirecto que deixamos no

Calculando as pegadas de carbono

nosso planeta ao longo da nossa exis-

Existem na internet sites com calculadoras que permitem às empresas ou cidadão comum

tência, e que está associada a um certo

calcular as suas emissões de CO2 no dia-a-dia, incluindo valores emitidos na sua habitação

estilo de vida e de consumo: a pegada de

e nas suas deslocações diárias. Algumas calculadoras contextualizam as pegadas compa-

carbono diz respeito à de emissão de ga-

rando-as com as média nacional ou global.

ses de estufa e medem quanto dióxido de carbono (CO2) produzido no decorrer

Para quantificar estes valores a maioria

- Área e tipologia de habitação, tipo de

das calculadoras de carbono faz pergun-

isolamento, número de pessoas por ha-

tas simples tais como:

bitação, valores do consumo mensal de:

automóvel, ligar um interruptor de luz ou

- Saber qual a sua localização - Indepen-

electricidade, gás (natural, butano ou

um viajar de avião, tudo isto utiliza com-

dentemente de seu consumo pessoal, a

bustíveis fósseis, como petróleo, carvão

sua pegada de carbono é parcialmente

e gás. Quando combustíveis fósseis são

determinada pelo país onde vive. Alguns

queimados, emitem Gases do Efeito Estufa

países dependem mais de fontes mais

(GEE), como o CO2, que contribuem para

poluentes de energia, como o carvão,

o aquecimento global. Do CO2 atmosféri-

ao passo que outros usam percentagens

co, 98% vem da queima de combustíveis

maiores de fontes renováveis que produ-

fósseis.

zem menos CO2.

do nosso dia-a-dia. A deslocação para o trabalho utilizando o

propano), nível de eficiência dos electrodomésticos e produção diária de resíduos (em kg). Depois de introduzir os valores de consumo energético e produção de resíduos da sua habitação obtém as emissões associadas.

Uma pegada de carbono traduz-se um valor (total mensal ou anual ) de emissão de CO2 medido em toneladas e é composta composta por duas partes:

Transportes As emissões são calculadas por passa-

indirectas associadas à produção da elec-

- A pegada primária, ou directa, que

geiro, considerando taxas de ocupação

tricidade consumida. Para deslocações em

mede as emissões directas resultantes da

médias para cada modo de transporte e

automóvel, sempre que não é referido um

queima de combustíveis fósseis, no uso

tipologia de percurso. As distâncias entre

tipo específico de veículo, é utilizado um

doméstico e nos transportes (automóvel,

localidades correspondem a distâncias

factor de emissão médio para ligeiros de

avião, etc.), Sendo a que mais facilmente

lineares, sobre a superfície terrestre, cal-

passageiros a gasolina, gasóleo e GPL, cal-

controlamos.

culadas com base nas coordenadas geo-

culado considerando a composição média

gráficas dos locais.

do parque automóvel nacional.

Automóvel/autocarro/comboio

Viagens aéreas

- Quilometragem anual/diária estimada,

- Origem e destino da viagem, no caso de

nome do fabricante, modelo e ano do

viagens com várias etapas (viagens com

carro e tipo de combustível. A calculado-

uma ou mais escalas) introduzir os dados

ra divide a quilometragem pela eficiência

de cada trajecto individual, combinando,

de combustível do automóvel para deter-

se necessário, diferentes modos de trans-

minar o uso de combustível anual. Este

porte. Após compilar todos os dados a cal-

valor é então multiplicado pelo factor de

culadora produz um total de emissão de

emissões de gasolina ou óleo diesel, que

CO2 em toneladas.

- A pegada secundária, ou indirecta, que mede as emissões associadas com todo o ciclo de vida dos materiais que usamos, incluindo o fabrico, transporte, manutenção e eliminação; quanto mais compramos, maior a nossa pegada indirecta.

o converte para quilos de CO2. São contabilizadas as emissões directas da combustão no veículo, durante o trajecto, excepto no caso de veículos com tracção eléctrica, em que são contabilizadas as emissões

06. Skknews


Empresas Algumas empresas começaram a incluir pegadas nos seus rótulos que apelam aos consumidores que entendem e monitorizam suas pegadas de carbono e desejam apoiar produtos que façam o mesmo. Os rótulos estimam as emissões criadas com produção, embalagem, transporte de um produto. As análises ou avaliações medem todos os impactos ambientais potenciais que um produto pode ter durante sua existência.

Reduzir as pegadas de carbono A contabilização das pegadas de carbono incentiva as pessoas a promover as mudanças necessárias para combater os problemas ecológicos do planeta.

Média dos portugueses - 5.63 ton CO2/pessoa/ano Média dos países industrializados - cerca de 11 ton CO2/pessoa/ano Média mundial - cerca de 4 ton CO2/ano Objectivo - cerca de 2 ton CO2/pessoa/ano

- Nas deslocações: partilhar as viagens de carro, utilizar a bicicleta como meio de transporte, utilizar os transportes públicos ou investir em carros económicos. O transporte é responsável por 33% das emissões de CO2 nos Estados Unidos. - Nas habitações: instalar um bom sistema de isolamento e janelas com vidros duplos, ajustar o termóstato numa temperatura moderada, são estratégias que diminuem os custos de energia e mantêm sua casa confortável. Lâmpadas fluorescentes (CFLs), electrodomésticos de baixo consumo de energia e fontes de energia renovável também ajudam a diminuir o consumo. A energia doméstica é responsável por 21% das emissões de CO2 dos Estados Unidos.

Sites que disponibilizam calculadoras de carbono:

http://www.carbono-zero.com http://www.mycarbonfootprint.eu http://www.carbontrust.co.uk

Skknews. 07


A QUALIDADE DO AR Problemas relacionados com a baixa de qualidade do ar A qualidade do ar é o termo usado para

Entre os efeitos que a poluição provoca

tos e edifícios causando a degradação

traduzir o grau de poluição do ar que

na saúde humana, destacam-se proble-

dos materiais.

respiramos.

mas no sistema respiratório e no sistema

As emissões atmosféricas geram proble-

A poluição do ar é provocada por subs-

cardiovascular.

mas a diferentes escalas, desde uma escala

tâncias químicas lançadas para o ar.

Nos ecossistemas a poluição pode provo-

local (por ex. estradas muito congestiona-

Essas substâncias poluentes podem ter

car a queda prematura das folhas em algu-

das), até à escala global (sendo o melhor

maior ou menor impacto na qualidade do

mas espécies ou o apodrecimento prema-

exemplo as alterações climáticas que se

ar consoante a sua composição química,

turo dos frutos.

traduzem entre outros efeitos, pelo aque-

concentração na massa de ar e condições

Os poluentes de origem ácida atacam qui-

cimento global do planeta, com todas as

meteorológicas.

micamente as estruturas dos monumen-

repercussões daí resultantes).

As fontes emissoras dos poluentes atmosféricos são numerosas e variáveis, podendo ser antropogénicas ou naturais. As primeiras são as que resultam das actividades humanas, como a actividade industrial ou o tráfego automóvel, enquanto as fontes naturais englobam fenómenos da Natureza tais como emissões provenientes de erupções vulcânicas ou fogos florestais de origem natural. Se estas emissões ocorrerem junto ao solo, terão impacto imediato no ambiente circundante, se ocorrerem em locais altos como é caso das emissões provenientes das chaminés, irão causar sobretudo problemas no solo, a maior distância da sua fonte. A poluição do ar tem vindo a ser a causa de um conjunto de problemas nomeadamente:

• Na degradação do ar que respiramos; • Danos na saúde humana; • Exposição humana e dos

ecossistemas a substâncias tóxicas;

• Danos nos ecossistemas; • Danos no património; • Chuvas ácidas; • Deterioração da camada do ozono; • Alterações climáticas; • Aquecimento global

08. Skknews


CLIMATIZAÇÃO Conforto acústico e térmico As instalações de ar condicionado são cada vez mais parte integrante dos edifícios. Desde os edifícios de escritórios, passando pelas construções destinadas ao turismo até às habitações, as exigências de conforto dos utentes tende para um acréscimo de instalações de ar condicionado nas construções. As infra-estruturas destes sistemas tem de ser protegidas das perdas de calor e proporcionar aos utentes dos edifícios conforto térmico e acústico. O isolamento das condutas é por isso um requisito fundamental.

FLEXIVER CLIMA

FLEXIVER D

DESCRIÇÃO

DESCRIÇÃO

DESCRIÇÃO

Conduta flexível formada por um tubo interior de FLEXIVER D, isolado com um feltro de lã de vidro, e revestida no exterior por uma manga resistente de poliéster e alumínio reforçado.

Conduta flexível formada por enrolamento em hélice com espiral de arame, tiras de aluminio e poliester.

Manta de lã de vidro, con um revestimento de papel kraft + alumínio que actua como suporte e barreira contra o vapor.

APLICAÇÕES

APLICAÇÕES

Condutas flexíveis

Conduta destinada à distribuição e ventilação de ar nas instalações de ar condicionado e de aquecimento em que seja necessário um isolamento térmico que evite as condensações.

APRESENTAÇÃO Caixas de cartão com 10 metros úteis de tubo flexível, comprimido a 1,25 m.

DIÂMETROS

Os diâmetros interiores fabricados vão de 80 mm até 630 mm, sendo os diâmetros mais utilizados: 102, 127, 152, 203, 254 e 305 mm.

CLASSIFICAÇÃO AO FOGO M1. PV-C.S.T.B. 91/32-529. PV-L.C.P.P.152/92.

TEMPERATURA DE UTILIZAÇÃO Mínima: -20 °C. Máxima: 250 °C

ISOLAMENTO

Condutas flexíveis

Isolamento exterior de condutas

APLICAÇÕES Conduta à distribução e ventilação de ar nas instalações de ar condicionado e de aquecimento.

APRESENTAÇÃO Caixas de cartão com 10 metros úteis de tubo flexível, comprimido a 55 cm.

DIÂMETROS Os diâmetros interiores fabricados vão de 80 mm até 630 mm, sendo os diametros mais utilizados: 102, 127, 152, 203, 254 y 305 mm.

Isolamento térmico para o exterior de condutas metálicas para a distribuição de ar condicionado e, em geral, onde seja necessária uma barreira de baixa permeabilidade contra o vapor. Também para o isolamento térmico em naves industriais onde seja necessária uma barreira contra o vapor.

DIMENSÕES Espessura (mm)

Comprimento (m)

Largura (m)

55

17,50

1,20

CONDUTIVIDADE TÉRMICA λD ≤0,044 W/(m·K) a 10 ºC RESISTÊNCIA TÉRMICA Temperatura média ºC: 10

CLASSIFICAÇÃO AO FOGO M1. PV-C.S.T.B. 91/32-529.

TEMPERATURA DE UTILIZAÇÃO Mínima: - 20 °C. Máxima: 250 °C.

ESPESSURA

Feltro de lã de vidro de 20 mm de espessura 16kg/m3 de densidade.

45 micras.

PRESSÃO MÁXIMA DE UTILIZAÇÃO

PRESSÃO MÁXIMA DE UTILIZAÇÃO

Espessura (mm)

Resistência térmica (m2·k)/W

55

1,20

REACÇÃO AO FOGO

M0 (não combustível). Segundo a norma UNE 23.727. Euroclasse: B-s1, d0.

PERMEABILIDADE AO VAPOR DE ÁGUA

2.500 Pa = 250 mm. c.a.

2.500 Pa = 250 mm. c.a.

VELOCIDADE DO AR

VELOCIDADE DO AR

20 - 30 m/seg.

20 - 30 m/seg.

RAIOS DE CURVATURA

RAIOS DE CURVATURA

R = 0,8 Ø Ext.

IBR ALUMINIO

R = 0,7 Ø Ext.

Valor aproximado: ≥ 2,5 mmHgm2 día/g (28,8 MNs/g) (correspondente ao revestimento exterior, registo nº 1.103 do Instituto del Frío).

CONDIÇÕES DE TRABALHO

Não se recomenda a aplicação deste material para temperaturas do ar distribuído superiores a 120 ºC.

Skknews. 09


VENTILADORES

Para uma escolha acertada

Para escolher um ventilador de extracção adequado a determinado fim é necessário conhecer alguns pontos essenciais. Para isso vários factores deverão ser to-

VENTILADORES SODECA - SV/PLUS

Ventiladores em linha para condutas, com baixo nível sonoro, montados em caixa com revestimento acústico. SV/PLUS, com isolamento acústico triplo.

mados em conta entre outros:

• Se o ventilador será centrífugo ou axial. • Nível de ruído máximo admitido. • Vai extrair ar limpo, sujo, com gordura ou gases corrosivos.

• Qual a temperatura do ar a ser extraído. • Trata-se

de instalação de ventilação para fins de conforto ou industrial para aspiração de poeiras, fumos, odores, cozinhas industriais, desenfumagem, etc.

• Não

sabendo o caudal, indicar a área e volume do ambiente, o número de pessoas presentes, a potência instalada, fontes de calor, etc.

• Qual o diâmetro e o comprimento das condutas onde vai ser ligado o ventilador e quantas curvas derivações ou outros acessórios têm essas condutas.

• Se

vai aspirar de um apanha-fumos, quais as suas dimensões e tipo, indicando se é central ou de parede e o número de partes abertas.

• Localização do ventilador de extracção e se for o caso, do ventilador de insuflação ou recuperador de calor.

• Sempre

que possível uma planta ou visita ao local será importante.

10. Skknews

Ventilador -- Revestimento acústico revestido de material fonoabsorvente; -- Turbina com pás por reacção, excepto os modelos 125 - 150, com turbina multipás. -- Flanges normalizadas na aspiração e na impulsão, para facilitar a instalação de condutas; -- São fornecidos com 4 pés de apoio, que facilitam a montagem. -- Os modelos T estão equipados com temporizador ajustável entre 1 e 5 minutos.

Motor -- Motores de rotor exterior, com protector térmico incorporado, classe F, com rolamentos de esferas, protecção IP54; -- Monofásicos 230 V - 50/60 Hz reguláveis; -- Temperatura máxima do ar a transportar: +50ºC.

Acabamento -- Anticorrosivo em resina de poliéster, polimerizada a 190ºC, desengorduramento prévio alcalino e tratamento prévio sem fosfatos.

A partir destes dados poderemos então calcular o Caudal e Pressão do Ventilador Caudal Q O Caudal de um ventilador é a massa de ar que este pode deslocar numa unidade de tempo. Expressa-se em m3/h (1,7 m3/h = 1 CFM). Pressão dinâmica (Pd) É a força por unidade de superfície provocada pelo movimento do ar e manifesta-se no mesmo sentido de direcção deste. A dita pressão é sempre positiva. Pressão estática (Pe) É o valor da força que o ar exerce sobre as paredes das tubagens, em sentido perpendicular a estas. Esta pressão é positiva quando é maior que a atmosférica. Se as paredes das tubagens fossem elásticas, poderíamos ver como se dilatavam. (Sobrepressão). Quando é negativa, quer dizer, menor que a pressão atmosférica, as paredes contrair-se-ão. (Depressão). Pressão total (Pt) É a soma da pressão estática e da pressão dinâmica. Pt = Pe + Pd A unidade de pressão utilizada é mmH2O (milímetros coluna de água) sendo suas equivalências: 1mmH2O = 9,80665 Pa = 1mm.Wg 1 Pa (Pascal) = 1 N/m2


ACTUALIDADE Com o objectivo iniciar a sua expansão no mercado Espanhol e complementar a rede de distribuição já existente em Portugal, a SKK irá inaugurar em Setembro a sua delegação em Espanha (na cidade de Vigo) com a denominação de S2K. Neste novo desafio, a S2K continuará a oferecer a mais completa gama de produtos, acessórios e ferramentas para a instalação de frio industrial, ventilação, climatização e ar condicionado. Poderá encontrar-nos na seguinte morada: C/ Severino Cobas 39 36214 - Vigo ( Pontevedra) Tlf: (+34) 986 37 57 92 Fax: (+34) 986 27 43 78 info@s2k.com.es

PUBLICAÇÕES

EVENTOS

Ventilação em Unidades Hoteleiras Autor: Victor Monteiro Editora: Lidel

Concreta 2009 Feira Internacional de Construção e Obras Públicas 20 a 24 de Outubro - Exponor

Este manual é um precioso instrumento de orientação e consulta no projecto, cálculo, dimensionamento, selecção e instalação de equipamentos de Ventilação na Indústria Hoteleira. Fruto da experiência do autor, encontra-se escrito numa linguagem, clara, simples e fluída. Casos práticos reais são apresentados ao leitor, numa forma sequencial e progressiva. É, assim, uma ajuda preciosa tanto para os profissionais como para os que se iniciam nestas matérias.

Arquitectura de interiores, revestimentos, climatização, máquinas, ferramentas, equipamentos para obras públicas, e muito mais soluções poderão ser encontradas nesta feira. Contará com um espaço específico para demonstrações ao vivo de produtos, técnicas e tecnologias de expositores. Empresários e profissionais de materiais de construção e de obras públicas exibem um conjunto de produtos, equipamentos e serviços que dão estabilidade à trama de actividade do sector.

PASSATEMPO

SUGESTÕES

Sudoku é um jogo de raciocínio e lógica. Apesar de ser bastante simples, é divertido e viciante. Basta completar cada linha, coluna e quadrado 3x3 com números de 1 a 9. Não há nenhum tipo de matemática envolvida.

Caro leitor,

8

1

6 9

7

Com vista a uma melhoria contínua e a uma maior proximidade com os nossos

2

leitores, gostaríamos de receber a sua

9

3 1 5

sugestão para as próximas publicações.

7

Aguardamos ansiosamente a sua participação. SOLUÇÃO do passatempo anterior

6 7

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2

2

Envie um mail para: afernandes@skk.pt

Skknews. 11


SKK - Central de Distribuição para Refrigeração e Climatização, S.A.

ARMAZÉM CENTRAL Rua Monte dos Pipos, Arm. 6, 4460-059 GUIFÕES MATOSINHOS

Tel.: (+351) 229 571 108

Fax: (+351) 229 571 151

MAIA

COIMBRA

LISBOA

ESTREMOZ

LOULÉ

Centro Empresarial da Maia Rua Joaquim António Moreira, 418 - Armazém 33 4470 - 078 Moreira da Maia Tel.: (+351) 229 470 600 Fax: (+351) 229 470 609

Travessa Vale Paraíso Sul

Avenida Marechal Gomes

Zona industrial, lote 81

E.N. 125 - Quatro Estradas,

9200-AZ Eiras

da Costa, 35, Arm. 22,

7100 Estremoz

8100 Loulé

3020-324 Coimbra

1800-255 Lisboa

Tel.: (+351) 239 914 032

Tel.: (+351) 218 310 940

Tel.: (+351) 268 894 801

Tel.: (+351) 289 391 435

Fax: (+351) 239 914 029

Fax: (+351) 218 310 942

Fax: (+351) 268 894 783

Fax: (+351) 289 391 436

Edição Nº 30 / 2009  

Edição Nº 30 / 2009

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