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EDITORIAL

Gilberto Musto

Diretor giba@midiag.com.br www.midiag.com.br

Auriflama: Qualidade de vida

com sustentabilidade financeira A cidade de Auriflama, localizada ao centro de uma micro região, entre Jales e Araçatuba, caminha com foco e consegue recuperar o tempo em que o desenvolvimento “patinou” pelo país todo, em cidades desse porte. Os recursos sempre foram mais escassos nas gestões dos ‘Maloqueiros’ e ‘Capivaras’ que detinham o poder desde outros carnavais. Planos econômicos, endividamento e falta de projetos mais arrojados do Governo Federal, levavam os administradores a serem mais audaciosos, colocando o próprio patrimônio em risco, com a chegada da Lei de Responsabilidade Fiscal. Em 2004 quase todas as campanhas políticas municipais, se miraram na necessidade de um gestor, de um administrador e não apenas de um politico. Nesse vácuo a “Terceira Via” liderada por José Jacinto Alves Filho, o Prego, ganhou força e a prefeitura. Na principal entrada da cidade, de cerca de 15 mil habitantes, a FAU, já com 4 cursos de graduação, tecnológicos e Pós-Graduação, veem inibindo a vazão de estudantes para outras localidades, oferecendo ensino de qualidade, embora ainda, há luta constante dos mantenedores da faculdade para conquistar cursos de diferentes especialidades. O Direito, por exemplo, fez migrar e voltar para a cidade, cerca de 70 advogados que hoje atuam em Auriflama com a OAB presidida até 2012 por Carlos Alberto Okamoto Um comercio atuante liderado pela associação, tem a frente da entidade, até junho, Uermerson Ribeiro de Souza. As lojas servem de modelo, tem atrativos e ítens diversos, atraindo consumidores dessa micro região. João Eurípedes Barbosa, tem lutado de forma www.sistemamega.com

ostensiva para tornar a Educação Municipal, pasta que defende no governo de Prego, algo que na próxima década os alfabetizados, em Auriflama, se orgulhem da qualidade de ensino na rede municipal, tendo uma formação sólida desde o ingresso no fundamental. A indústria, forte regionalmente, representada por empresas como a Intimus do João Barbosa, a Physicus do Maurício Teixeira e a Phael do próprio prefeito Prego, entre outros industriais que geram empregos e divisas para Auriflama, demonstram o potencial da cidade qualificando mão-de-obra e tornando-as especializada na demanda da cidade. O dinheiro não é abundante, mas a economia é controlada e como exemplo, o Poder Legislativo, com o então presidente Osvaldo de Matos Nunes, o Bidico, devolveu aos cofre municipais cerca de 100 mil reais do exercício de 2010. Cabe agora ao vereador Antonio José da Silva, o Belé, que comandará a mesa, como presidente neste biênio, conduzir a Casa de Leis de forma a não só fiscalizar o dinheiro publico, como também, legislar em prol de uma cidade que não pode haver entraves políticos para se fortalecer a passos largos, promovendo a união de uma nova facção que faz Auriflama ser objeto de desejo, em investimento, promoção, e polo regional na Saúde. Agora a cidade, ganha também a revista MEGA, um veículo regional que, há 10 anos, vem expandido sua circulação, conquistando novos horizontes e sendo o mais forte canal de comunicação entre a população, e os Três Poderes fazendo um link perfeito da notícia, do entretenimento e dos acontecimentos mais importantes no país, retratados mensalmente. Seja bem vinda Auriflama em nossa nova rota de ampliação e circulação de uma das quatro mais influentes revistas do interior paulista.


ARTIGO

Célia Souza

Assessora política celia@midiag.com.br www.midiag.com.br

O inimigo

mora ao lado

O mês de janeiro não começou como todos esperavam, a catástrofe provocada pelas chuvas dizimou famílias e entristeceu o país. A violência provocada pelas águas não pode ser controlada, mas há muitos anos o país lida com as tais catástrofes, e as causas assim como as soluções, continuam sendo as mesmas. É profundamente entristecedor para um país que cobra tantos impostos, a falta de uma política séria direcionada para a prevenção, ou um sistema de gestão capaz de prever, alertar e evacuar. A educação e prevenção seriam bases necessárias e que urgem de implantação, mas a falta de preparação nos deixa assistindo e prevendo as próximas catástrofes sem termos muito á fazer além da solidariedade. Alias, a solidariedade é nosso ponto forte e está mais que na hora de investir e mudar como forma de prevenir e salvar vidas. Esta áquem de nosso alcance evitar a calamidade climática, mas é possível adquirir recursos humanos e tecnológicos para amenizar este problema que não foi apenas de janeiro, mas será um perigo permante. Precisamos aprender a conviver com o risco, e principalmente, de um governo sério que mova montanhas no sentido de impeder este círculo vicioso de morte que assola nosso país sempre de novembro a março. A situação chamou a atenção do país e do mundo pelo índice extremo de vitimas fatais, mas o que poucos param para analisar é que a situação sempre existiu. A omissão é o atestado de culpa, e embora nosso país viva imerso em politicagem, e este vício também coopera pare estes tipos de catástrofes, precisamos rever nossas atitudes e cobrar atitudes de nossos governantes.

Não basta apenas votar, é preciso também cobrar. Confesso que a attitude da Dilma me surpreendeu positivamente, foi firme, forte e mostrou agilidade para amenizar os danos e perdas. Diante do desespero não temos muito em quem jogar a culpa, pois como seria evacuadas populações inteiras se nunca tivemos uma política voltada para a prevenção? É preciso tecnologia, treinado para que com antecipação a população seja alertada. Precisamos de solidariedade e ajuda aos que perderam tudo e aqueles que mais amavam, mas precisamos também de mudanças, de radares sofisticados e de um sistema de segurança que alerte. Nossa realidade mudou e não somos mais diferentes do que a população do Haiti, ou em lugares que são arrasados pelas mudanças climáticas como tsnuamis, furacões e tempestades. Assim como nossa realidade mudou, é preciso que mude a postura para lidar com o perigo eminente, precisamos de aparelhos, treinamentos, abrigos e sermos reeducados para esta nova dura realidade que bate e derruba nossa porta e casas. O custo vai ser imenso, mas pequeno diante do valor das vidas perdidas. É hora de solidarizar, e principalmente é hora de recomeçar, o primeiro passo é cobrar e lutar pelas mudanças tão necessárias. E mais que isso, aprender que acabou nossa mordomia de nos acharmos eleitos pelo clima e longe das catástrofes, acabou aquela história de que aqui só tinha corrupção, agora, esqueça o samba e a caipirinha, também temos catástrofes.


MĂ­dia G.


Giba Célia, Giba, Malu e Elissandra contam os bastidores das principais informações que você passa a saber a partir de agora nesta coluna.

DILMA ROUSEFF

A presidente aguarda o fim do recesso do Judiciário, no início de fevereiro, para decidir quem ocupará a décima-primeira cadeira do Supremo Tribunal Federal (STF). A tendência é que ela confirme o advogado-geral da União, Luis Inácio Adams; embora a definição por seu nome ainda não se tenha consolidado, “está tudo andando em alta velocidade”, disse.

MULHERES DEFENDEM IGUALDADE SOCIAL

7,1% DOS PRESIDIÁRIOS MONITORADOS NÃO VOLTAM

A Comissão da Mulher Advogada, presidida por Fabíola Marques, promoveu uma palestra em São Paulo que teve intensa participação do público sobre o caso de Sakineh. Acusada de adultério no Irã, foi condenada à morte por apedrejamento, o que provocou uma onda de protestos no mundo inteiro. Os protestos resultaram no adiamento da execução pelo governo iraniano.

Dos 23.639 detentos do regime semiaberto que deixaram as penitenciárias para visitar a família no fim de ano, 4.635 usavam o equipamento de monitoração. 1.681 (7,1%) não voltaram em 4 de janeiro de 2011. Em 2009, havia sido 1.985 (8,5%). O governador Geraldo Alckmin (PSDB) comemorou o primeiro teste das tornozeleiras eletrônicas e disse que a “avaliação é extremamente positiva”.

MP X ZPE

O desembargador e presidente da APAMAGIS recepcionou juízes, desembargadores e autoridades convidadas para o jantar de confraternização da entidade. Na oportunidade, Henrique Nelson Calandra rapidamente agradeceu os votos recebidos e ambos desejaram um feliz 2011 aos colegas.

CARLOS ELI GONÇALVES

PLATAFORMA DE GOVERNO

Assessor do deputado Devanir Ribeiro, recebeu convite para participar da assessoria do Ministério das Relações Institucionais, comandada por Luiz Sérgio. Até o fechamento desta edição, Gonçalves ainda não havia respondido se aceita ou declina o convite. Novidades no site do Sistema MEGA, logo quando a informação for confirmada.

Luiz Vilar foi até o gabinete de Semeghini e voltou de lá com muito entusiasmo após o encontro. Vilar disse “em off” que a secretaria que Júlio hoje comanda é, sem dúvida, uma das mais importantes do governo Alckmin e que deverá ser ali uma porta de entrada para uma das mais importantes plataformas para sustentação do governo de São Paulo.

Célia


Elissandra

RECESSO, MAS NEM TANTO

Creusa Nossa, empossada presidente da Câmara, está diariamente cumprindo agenda interna e se inteirando de novos planejamentos para a sua gestão baseada em ações e novos projetos. Tais projetos deverão ter a participação de todos os vereadores no apoio ao trabalho da president que, afinal, venceu por unanimidade.

ANA BIM OK

VOANDO PARA RIO PRETO

Essa foi a decisão do Tribunal Regional Eleitoral que torna Ana Bim elegível para 2012. A ex-prefeita, que teve suas contas de 2007 rejeitadas por faltar 0,3%, de investimento em saúde, da plataforma minima exigida, provou agora que houve uma licitação que não havia sido computada na prestação de contas, assim, o Tribunal aceitou e Ana Bim está OK.

A equipe da MEGA voou junto com Edinho Araújo, Deputado Federal eleito, de São Paulo para Rio Preto. Embora a viagem seja muito curta, em boa conversa o tempo passa, como o avião, voando. Deu para retirar do experiente político que o espaço deixado por Semeghini na região será também, foco de seu trabalho. Edinho sempre foi muito bem votado por sua base na região, tanto que, sem muito esforço, se elegeu pela segunda vez a Federal.

KASSAB TRAZ VILAR?

FACEBOOK POLÍTICO

Com rumores de que o prefeito de Fernandópolis deva ingressar no PMDB, voltando às raízes de 1992, os méritos serão do líder político paulistano Gilberto Kassab, que migrou dos Democratas para o partido de Michel Temer, prometendo levar vários prefeitos já com o município “na mão”. Vilar é um deles. Vamos aguardar.

Quase aposentando o Orkut, após as eleições, depois do fracasso virtual que muitos políticos esperavam pelo site de relacionamento (isso baseado na quantidade de votos distantes da base recebidos por cada um que usou tal ferramenta), o Facebook é o site preferido de todos os políticos. Julio Semeghini usa-o muito bem e dá informações importantes pelo site, antes mesmo de postar em seu próprio portal.

DIÁRIO DA REGIÃO APOIA TOQUE

Foi em editorial de 11 de janeiro que o jornal Diário de Rio Preto apoiou o Toque de Recolher, enaltecendo os avanços do juiz Evandro Pelarin rogando aos magistrados de toda a região: “Oxalá as Varas da Infância de toda a região adotassem medidas sérias e tão enérgicas para coibir o ingresso de menores no mundo dos vícios. E Fernandópolis tem muito o que ensinar nesse quesito”.

Malu


MATÉRIA DE CAPA

Flores artificias sĂŁo realidade nas festas ambientalmente corretas


Com a simplicidade de duas mulheres trabalhadoras, mas com o espírito empreendedor repousando em silêncio dentro do peito de cada uma, com R$ 3.000,00 há 13 anos, iniciaram um trabalho diferenciado, num foco de mercado que só elas enxergaram e lavando roupas em casa; hoje, possuem três empresas que atendem a região com presteza e qualidade. Flores artificiais, arranjos para festas, mesas, talheres, copos, taças e pratos diferenciados, atendimentos a buffet, aluguel de tudo o que se precisa para pequenos e grandes eventos, floricultura on line voltada para a modernidade da internet e lavanderia especializada em estudantes e donas de casa atarefadas, Lucídia Eliza do Prado Garcia e Maricéa B. Presotto vivem hoje o diferencial de se terem especializado em cuidar de tudo quando o assunto é tranquilidade para quem quer realizar as melhores e mais acessíveis festas.

Janeiro 2011


MATÉRIA DE CAPA MEGA - Qual o diferencial maior das flores artificiais para as naturais, além da durabilidade e do baixo custo?

Quando começamos a trabalhar, havia algumas flores artificiais aqui dentro, mas que era coisa que nós usávamos só para dar um efeito no ambiente. Até então, nós não pensávamos em trabalhar com flores. Iniciamos com um mostruário para as pessoas verem; como havia muito, arranjos muito bonitos e de bom gosto, os clientes começaram a alugalas. As pessoas aceitaram bem porque a qualidade da flor é muito boa. Nós procuramos comprar a flor artificial nobre, que é mais parecida com a natural. O custo da flor natural é muito alto, pra quem vai fazer uma festa com muitos arranjos. O que barateia o custo da flor natural na hora de fazer um arranjo é usar poucas flores, o resto é folhagem para preencher tudo aquilo. O nosso diferencial nos arranjo, é a quantidade de flores que colocamos, com custo inferior e grande durabilidade. O clima em nossa região é muito quente e os salões de festas, a maioria, não têm climatização. Hoje é que surgem alguns que são climatizados. Quando se monta uma festa com flor natural, do meio dia até a parte da tarde, ou à noite, no momento da festa, as flores já não estão com aquela beleza original; no outro dia, então, você as joga fora. Olha o tanto de dinheiro que se está desperdiçando. Já a flor artificial não: ela fica linda, sempre bonita, é só combinar as peças. A flor natural tem custo e perda, se torna uma despesa a mais; já a artificial é uma forma de investimento. Nós estamos inovando esse conceito de decoração. O nosso serviço é confeccionar os arranjos, os buquês e os clientes mesmos podem vir buscar, levar para a festa e sem nenhuma perda ou prejuízo. O arranjo não quebra, não estraga e, na hora da festa, fica perfeito.

MEGA - Já houve procura para se comprar algum arranjo?

Sim, esta semana uma cliente queria comprar as flores e os arranjos, mas as artificiais, não vendemos, apenas alugamos. Quanto às flores naturais, podem ser adquiridas pelo nosso site no Ateliê das Flores. Lá sim você compra on-line e recebe a flor ou presenteia-se a pessoa querida de forma prática e rápida. No site, as flores são naturais.

MEGA - Como iniciou essa parceria de vocês?

Nós nos conhecemos desde 1983. Eu como professora e a Maricéa, dona de casa. Ela sempre gostou dessa parte de decoração e um dia me disse que estava vendo em uma revista algo diferente, porque antigamente não existiam opções como hoje, eram folhas de papel sobre a mesa. O marido dela deu o que na época representava R$ 1.500,00 o meu também, com o mesmo valor e, somados os R$ 3.000,00, começamos. Fizemos 100 toalhas e 400 capas mais 50 tampões. Não tínhamos local, e minha mãe cedeu dois quartos que ela tinha em uma casa grande, colocamos e ajeitamos nossas coisas lá. Em outubro de 1998, começamos. No primeiro mês, nada; passou novembro, nada; e quando chegou

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dezembro, nossas amigas já começaram a nos procurar e, assim, foi e devagarinho passaram dois anos lavando as toalhas nas nossas casas. Nossos amigos é que começaram a locar e foram falando um para o outro. Nós fomos investindo, compramos mais toalhas e, quando fez dois anos, arrumamos uma mulher para lavar que ficou três anos conosco. Aprendemos a cuidar de tudo com a necessidade que o mercado impunha. Procuramos alugar um local maior, mas tínhamos medo de assumir um aluguel, até que conseguimos uma casa próxima à da Maricéa. Em questão de um mês, as coisas já foram melhorando, e adquirimos uma máquina industrial para lavagem de roupas e hoje estamos lavando roupas e toalhas para grandes empresas da região.

O que barateia o custo da flor natural na hora de fazer um arranjo é usar poucas flores, o resto é folhagem

MEGA - No total, quantos funcionários vocês possuem hoje? São cerca de 15 funcionários, sem contar os Free Lancers. Sempre no final do ano, em épocas de grande movimento, contratamos mais pessoas. Neste ano, chegamos a trabalhar com 18 pessoas, entre os funcionários e os temporários.

MEGA - Além de toalha, o que mais vocês alugam?

Alugamos toda a parte do buffet, desde talheres, pratos, aparadores, copos e taças a peças de decoração para os decoradores; eles vêm aqui e escolhem tudo o que precisam e o que não possuímos providenciamos rapidamente para que a festa seja do gosto de cada empresa de decoração ou da pessoa que vem de forma particular. Temos cadeiras e tampões de mesas. Atendemos também as pessoas de forma individual na lavanderia Wash, gerenciada pelos nossos filhos Diego e Felipe; é uma empresa aonde a pessoa traz a roupa e lavamos desde edredon, ter-

nos, roupas para festa até as roupas dos estudantes que hoje acharam na Wash a “salvação da pátria”, pois moram em repúblicas ou kitinetes, deixam as roupas cedo e pegam à tarde limpinha e cheirosa. Mas as maiores clientes são as donas de casa. Ao faltar a secretária do lar, elas trazem tudo pra cá de manhã, volta à tarde com tudo embalado passado em cabide, supercuidada.

MEGA - Quais as principais empresas vocês atendem hoje?

Atendemos muitas empresas: a FEF, a Alcoeste, a Agrícola Arakaki, que nos procuraram perguntando se poderia fazer esse tipo de serviço, de lavanderia industrial. Para fazer esse serviço, teríamos que ter um licenciamento. Todas as toalhas de banho, mesa e material de manutenção do Água Viva, a usina Guariroba, entre outras.

MEGA - Restaurantes também fazem parte da carteira de clientes? Sim, o Esfirra, Flor e Laço, o Paladar, o Julião, e tantos outros.

MEGA - E a Floricultura Online, como funciona? A Floricultura Online é um serviço que se faz a compra no site. Nesse caso, iremos trabalhar apenas com flores naturais. Já estamos cuidando de um local onde ficarão armazenadas essas flores em câmara fria, os arranjos já prontos em uma sala com ar condicionado, tudo para que o pedido chegue com qualidade e maior durabilidade com extrema velocidade. Nós vamos atender em um raio de 40 quilômetros inicialmente. As compras poderão ser feitas com cartão, boleto bancário e pelo sistema do PagSeguro. Isso funciona muito para quem precisa presentear a quem se tem um carinho especial. Da empresa mesmo, trabalhando, abre no computador nosso site e, sem sair do local, faz-se um pedido; em questão de minutos, o presente será entregue com uma comodidade e qualidade sem igual.

MEGA - Vocês atendem a região toda?

Atendemos a região inteira. As pessoas vêm aqui e querem uma festa. Não há necessidade de ir em nenhum outros lugar, aqui temos tudo.

Nosso local está se transformando em um Garden Center, onde você acha tudo. Nós não fazemos a festa, nós locamos os materiais e direcionamos toda a festa.

MEGA - Qual o lema de vida de vocês?

Maricéa: Para mim, a experiência foi muito importante. Eu comecei a trabalhar com 40 anos. Depois que meus filhos cresceram, eu senti a necessidade de trabalhar. O meu lema, que posso passar para os outros, é “faça”, porque você pode qualquer coisa desde que você tenha vontade, dedicação e honestidade, tem que ser companheira e parceira. Tem que ter uma sócia, nesse serviço aqui tem que ter uma sócia, amiga, que vai te ajudar de outras maneiras. Isso que é a parceria saudável e feliz entre mim e a Lucidia. Lucidia: Eu sou uma pessoa agitada. Não consigo ficar parada. Gosto muito do que faço, levanto e venho de manhã feliz trabalhar. Chego aqui, gosto de ver pessoas vindo aqui, nossas colaboradores e acho muito bom tudo isso. Estar junto às pessoas, ter aquele contato que às vezes chegamos a esquecer de ir para casa. Percebo que a maioria dos nossos funcionários ama tudo isso. Nós somos um grupo e eu não consigo mais viver sem tudo isso. Vale a pena para a gente, pra fazer você se sentir viva.

www.ateliedasflores.com


ELIAS SOUZA

As luzes de

Natal

No mês de dezembro a Estância Turística de Santa Fé do Sul viveu seu encantado sonho de natal recebendo milhares de turistas. Enfeitada de luzes e cores a cidade estava deslumbrante e recebeu com sua característica hospitalidade. As fotos que ilustraram a capa e rechearam o editorial sobre o sonho de natal foram obras do fotógrafo santafessulense Elias de Souza que buscou através de suas lentes traduzir o espírito desta cidade que cada dia recebe com mais hospitalidade e bom gosto.

Elias Souza Rua Catorze 409 - Centro - Santa Fé 17- 36312074


ENTREVISTA

Saúde começa a se transformar em

polo regional

O prefeito de Fernandópolis Luiz Vilar falou com exclusividade á MEGA sobre um dos setores mais importantes da administração municipal: a saúde. Fez um balanço sobre as dificuldades, mudanças, planejamentos e conquistas realizadas nestes 2 anos, e que estão sendo cruciais para transformar Fernandópolis em referência em saúde. Seguindo um planjeamento sério ainda no plano de governo, tendo o respaldo de uma equipe determinada e pela força do trabalho em conjunto a administração vai ampliando, capacitando e transformando o município em um novo pólo de atendimento em saúde, garantindo maior qualidade de vida e humanização á todos os munícipes, além de se destacar regionalmente. MEGA: Prefeito um dos seus compromissos de campanha descrito em Plano de governo foi tornar Fernandópolis um Centro de Referência na Saúde, quais as principais mudanças nesse setor?

Vilar: Realmente o tema saúde foi colocado no meu plano de governo com uma ação que tínhamos que realizar, se fossemos eleitos e agora com dois anos de governo, estamos procurando atender todos os itens que falamos em campanha. Uma série de ações estão sendo feitas exatamente para elevar a cidade, para ser uma referencia regional na área de saúde e também pretendemos deixar essa área da saúde mais humanizada,


completa, sem a necessidade de sair de Fernandópolis.Temos cumprido várias ações nessa parte, que pode se pegar como exemplo a instalação do Centro de Atenção a Mulher.

MEGA:Como funciona o Centro de Atenção a Mulher? VILAR: O Centro de Atenção a Mulher existe a mais de um ano e atende todos os casos que são encaminhados das UBS. O local possui médicos especializados que oferecem atendimentos diversos, exames completos. As pacientes terão uma atenção especial, principalmente as gestantes que receberão acompanhamento até o parto. Essas mulheres sempre terão um acompanhamento médico, esse é um diferencial que ocorrerá na nossa cidade. Contratamos à pouco, dois profissionais, médicos que são referência na nossa cidade e a partir do dia 1° de fevereiro passarão a atender também no Centro de Atenção a Mulher.

MEGA: O que significará para a população fernandopolense essa conquista da Casa de Barretos?

VILAR: Esta conquista teve a participação da Câmara Municipal, dos vereadores, foram eles quem mais lutaram para essa conquista e nós estamos muito satisfeitos, por que tenho recebido muitos elogios de pacientes ou de familiares que são encaminhados para Barretos e lá recebem todo o conforto dessa casa, refeições, podem permanecer lá por vários dias, coisa que antes, tinham que pegar um ônibus que saia de Fernandópolis de manhã e voltava a noite, então, as pessoas que eram submetidas a sessões de quimioterapia e outros sofriam necessidades durante o dia por ficarem na rua, bares próximos ao hospital e hoje, a casa de Fernandópolis é uma referência e está bem próxima ao hospital, facilitando as consultas dos pacientes.

Montoro já em andamento são uma grande conquista para o município?

VILAR: O AME quando iniciou o programa através do governo, Fernandópolis estava relacionada para receber o AME, depois, com uma série de atrasos que houve sobre entregas de documentação a cargo do município, não aconteceu e nós fomos cortados. Outros municípios foram atendidos e ficamos sem o AME. Logo que eu assumi, tive algumas reuniões com secretários de saúde, gostaria de dizer que o deputado da época e hoje secretário de gestão pública, Julio Semeghini sempre ao meu lado lutando para que isso acontecesse na cidade e chegou um momento entre as negociações que ficou definido pelo estado que realmente Fernandópolis não teria o AME, foi quando iniciamos um trabalho para conseguir o Lucy Montoro que estava sendo designado as primeiras unidades.Então entramos firme, junto ao estado e conseguimos que Fernandópolis fosse uma das cidades escolhidas para implantar o Lucy Montoro que também é muito importante. Hoje tem 8 no estado de São Paulo, só em cidades maiores que Fernandópolis. O Lucy Montoro irá administrar ao menos 70 municípios da nossa região. Graças ao trabalho do Julio Semeghini, da Câmara, do nosso trabalho, o envolvimento da Santa Casa, foi importante para que o governo conceder o AME para Fernandópolis. Me sinto muito feliz por que era uma vontade da população. O Lucy Montoro e o AME deverá gerar em torno de 200 empregos diretos principalmente para os profissionais da área da saúde.

MEGA: Prefeito qual sua avaliação sobre os projetos do “Hospital Escola”, “Consultório dia e noite” e os trabalhos nas UBS?

VILAR: Nestes dois anos de administração, todos os meses nós fazemos entregas de mais de 100 próteses, nós já entregamos até o momento mais de 3 mil que nós fazemos as pessoas que precisam. Hoje ainda existem algumas pessoas que precisam de próteses, porém, a grande maioria já fez e está sendo grande referencial nessa essa parte odontológica no nosso município. Poucos municípios no estado têm essa capacidade de realizar as próteses e os atendimentos avançados como no nosso município.

VILAR: O Hospital Escola que estamos trabalhando, o município, a Santa Casa e a Unicastelo será muito importante para a Santa Casa, para a cidade e principalmente para os alunos da Unicastelo. Esse processo já está correndo lá em Brasília, no Ministério da Educação, Ministério da Saúde e esperamos que neste ano de 2011 aconteça esse reconhecimento e passando a Santa Casa como referência de Hospital Escola onde a população será melhor atendida. Com referência a Saúde do trabalhador rural, nós desde o inicio instalamos dentista, médicos, enfermeiros para dar um tratamento diferenciado ao trabalhador rural. Temos um local adequado para atender os trabalhadores que fica ali na Rua Rio de Janeiro, com parceria do Sindicato Rural que cedeu as suas dependências, então é um trabalho diferenciado, uma forma de assistência ao trabalhador.

MEGA: Os projetos do AME e Lucy

MEGA: Como o senhor analisa o

MEGA: Como o senhor avalia o avanço na saúde bucal, com a implantação do “Dr. Ônibus”?

avanço da cidade na implantação de mais três PSF em bairros considerados carentes na cidade? VILAR: Esses três PSF, o do Paulista já foi entregue à população em 2010, e toda aquela região é atendida por esse PSF, o Brandini está com os recursos liberados, estamos fazendo a licitação para o inicio da reforma e ampliação e o da Rosa Amarela esta liberado o recurso também iremos fazer a licitação para construir naquela região onde falta um PSF. Com a construção desse terceiro PSF, estará completa a rede em Fernandópolis. O que precisamos fazer após essas construções é contratar mais médicos, em alguns locais enfermeiros, farmacêuticos para melhor atender a população. Estamos também com recurso liberado para a reforma e ampliação do PSF do Jardim Ipanema, ao lado iremos construir 570 casas do programa “Minha Casa, Minha Vida” e já estamos ampliando a estrutura de saúde naquele local.

MEGA: Como surgiu a idéia de implantar enfermeiras nas escolas?

VILAR: Quando passei pela presidência da FEF, La era muito discutido a respeito de saúde, principalmente pelos cursos que envolvem a saúde, era discutido que seria importante a implantação, não só dos PSF, postinhos e UBS, mas que a enfermeira poderia ser usada em outros cantos de trabalho, foi quando inseri no plano de governo, que em cada unidade escolar do município tivesse uma enfermeira e nós implantamos inicialmente em nove escolas, em alguns locais ainda faltam enfermeiras que serão anexadas neste ano. Todos apoiaram esse projeto e tenho conversado com mães e diretoras das escolas e todos afirmam a importância da enfermeira na escola.

MEGA: Com o excelente trabalho do José Martins a frente da Secretaria da Saúde, o que esperar da nova administração na saúde?

VILAR: Realmente o José Martins foi muito importante para a saúde nesses dois primeiros anos da nossa administração e agora por um motivo pessoal dele, não pode continuar nesta função e agora nós designamos para ser a nova secretária a Patrícia Moita que eu conheço de longa data, tenho conhecimento do seu trabalho, por isso escolhemos agora, não um médico, mas sim uma enfermeira que tem grande experiência nessa área da saúde, ela é a coordenadora do curso de enfermagem da fundação, com grande resultado, por isso estou acreditando que ela irá dar grande destaque e avanço nessa área. Já estamos em planejamento para logo após o seu primeiro mês a frente da secretaria, eliminar


ENTREVISTA as filas de atendimento e também não faltará remédios que são de responsabilidade do município. São duas coisas importantes que a saúde precisa cuidar com muito carinho.

MEGA:A Farmácia Municipal também mudou de localidade não é?

VILAR:Sim, nós ampliamos e modernizamos a Farmácia para melhorar o atendimento ao paciente, ao cidadão. Antes era um local um pouco desapropriado e hoje está em um espaço melhor, tudo isso visando as pessoas.

MEGA: Como foi realizada a mudança na informatização da saúde em Fernandópolis?

VILAR: Essa implantação ainda não está concluída. Foi iniciada exatamente nas áreas das farmácias, ligando todos os PSF a uma central e ali será gerenciado a falta de remédios nas UBS e se tem sobrando em outro local, rapidamente a farmacêutica poderá fazer a consulta imediata. Também tem os casos de abuso, onde o paciente pega remédio em uma UBS e depois vai em outra e faz a mesma coisa, então depois de implantado esse programa, o município terá todo o controle da área de medicamentos e consultas. Nessa informatização, os pacientes serão cadastrados na saúde através da digital, cujo cadastro servirá para que a pessoa, ao chegar às UBS seja identificada prontamente.

Socorro da Santa Casa. Será construído ali no antigo Tênis Clube e com isso esperamos realizar um atendimento mais rápido do que é hoje na Santa Casa que ficará como um apoio para quando o paciente chega ao UPA e o médico identifica que o estado de saúde é maior do que o normal, é encaminhado à Santa Casa. O paciente terá dois atendimentos, o primeiro será no UPA e o segundo, se for necessário na Santa Casa. E também será instalado em fevereiro deste ano o SAMU, que também é um órgão que irá cuidar dos 13 municípios da região. Serão 4 ambulâncias com enfermeiros, médicos e será uma referência na nossa cidade. Hoje, temos o SAMU em Jales, vamos ter em Fernandópolis e em Votuporanga também. A UPA, será em Fernandópolis e Votuporanga, que foram aprovadas na mesma semana pelo Ministério da Saúde.

MEGA: Em dois anos de gestão, no início de governo com a saúde abala-

da, teve que conhecer todo o funcionamento, reestruturar, montar uma equipe e lutar por recursos. Como o senhor se sente nesta caminhada até o momento? VILAR: Acho que nós já caminhamos bastante. Não esta no estágio que esperamos deixar daqui dois anos, então espero que no final da minha administração realmente a saúde do município esteja em outro estágio, mas estou satisfeito pelo tanto que alcançamos na área da saúde do nosso município, que tem grande profissionais, pessoas dedicadas e tem outras pessoas que precisamos substituí-los, então estes dois últimos anos será de renovação inclusive na nova secretaria da saúde, será uma reciclagem e terá muitos treinamentos aos profissionais que trabalharão nesta área. Em todo o município a saúde é a maior dificuldade e queremos que em Fernandópolis a saúde se torne muito diferente e bem próximo daquilo que a população espera.

Algumas das conquistas no setor da Saúde

MEGA: O que será feito do Laboratório de Análises Municipais?

VILAR: Com a municipalização da saúde, o antigo laboratório que era do estado sob responsabilidade do estado que ficava o antigo Postão que hoje será construído o AME e o Lucy Montoro e agora estamos reativando para que continue os atendimentos com grandes números de exames e procurando avançar nessa área. Alugamos o prédio da antiga Unimed, na Afonso Cáfaro, perto da Santa Casa e em cerca de 30 dias esse laboratório estará funcionando neste novo local e com isso iremos manter um atendimento aos munícipes adequado e com qualidade. Realmente é algo a mais que estamos acrescentando na saúde do município.

Centro de Apoio a Saúde da Mulher

Centro Integrado de Saúde

MEGA: A respeito do UPA, quais serão os objetivos e supostas ações desta unidade?

VILAR: Essa unidade da UPA funcionará 24 horas. O primeiro atendimento não será mais na Santa Casa, será nesta unidade, fazendo assim com que o munícipe procure antes a UPA e não o Pronto

Centro de Especialidades Odontológicas

Casa de Apoio Amigos de Fernandópolis


Santa Rita d’Oeste

encerra o ano de 2010 em grande estilo Fotos: Elias Souza

O final de 2010 no município de santa rita d’oeste foi muito festivo, oferecendo à população local e visitantes, diversas atrações, além de uma cidade toda decorada com motivos natalinos, através do projeto “reciclando o natal por uma causa global”. O projeto de reciclagem, desenvolvido pela prefeitura de santa rita d’oeste, em parceria com um grande grupo de voluntários, bastante motivado e feliz com a possibilidade de deixar a cidade mais bonita, além contribuir com a importante causa ambiental, foi um sucesso, agradando a todos que passaram pelo município para ver sua decoração e particpar dos eventos. E na faltaram atrações no fim de ano em santa rita d’oeste, com diversos shows artísticos e culturais, como balé, grupos de catira, orquestra de violeiros, taikô, banda tropical, de santa rita d’oeste, e banda prisma, de são josé do rio preto. Um dos destaques da programação de fim de ano de santa rita d’oeste, foi a encenação do auto de natal, apresentado na noite de 22 de dezembro pelo grupo de teatro local, comandado pelo diretor de cultura, elcio bertão, em parceria com a comunidade. Outro grande evento realizado foi o show de reveilon, com a ciridião frota show e banda, complementado com uma maravilhosa queima de fogos. Todos os eventos realizados no município foram muito importantes para a população e também para o comércio local, que inclusive fez a sua parte mais uma, organizando uma grande promoção com a distribuição de cupons e o sorteio de prêmios (uma moto, um refrigerador, uma máquina de lavar, um microondas e um fogão), atraindo assim uma grande clientela e mostrando o seu potencial.

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DIRETOR: GILBERTO MUSTO GIBA@MIDIAG.COM.BR EDITORA CÉLIA SOUZA CELIA@MIDIAG.COM.BR DIAGRAMAÇÃO THALES OLIVEIRA THALES@MIDIAG.COM.BR GILBERTO MUSTO – ME CNPJ 05.378.241/0001-92 TELEFONE 3465 -0020

CIRCULAÇÃO SÃO PAULO: REGIÃO NOROESTE MINAS GERAIS: TRIÂNGULO MINEIRO


Fim de ano agita

Três Fronteiras

O fim de ano foi agitado na cidade de Três Fronteiras. A Prefeitura Municipal preparou uma programação que movimentou os moradores da cidade e também da região. A cidade foi um grande palco de cultura, contando com apresentações musicais, religiosas, teatrais e danças. Além de todas as apresentações que em todas as noites receberam um grande número de público, também aconteceu o sorteio de brindes da Associação Comercial e também os premiados do concurso “Mil Luzes de Natal”.

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Para o prefeito Flavinho, “é uma satisfação ver as pessoas vindo prestigiar os eventos da Prefeitura, que foram pensados em todo momento em agradar a população de Três Fronteiras que merece diversão e lazer, principalmente nessa época de festas.” A noite da virada também foi muito marcante, contando com um grande número de populares, inclusive populares de cidades vizinhas e também turistas. Confira as fotos do sucesso das festas de fim de ano em Três Fronteiras...


MATÉRIA

Grupo Petrópolis auxilia comunidades atingidas na região serrana do Rio de Janeiro

Com os recentes acontecimentos amplamente noticiados em de Petrópolis e Teresópolis, na região serrana do Rio, o Grupo Petropolis fabricante das cervejas Crystal e Itaipava e do enrgético TNT, está colaborando de todas as maneiras com as prefeituras e a Defesa Civil das áreas atingidas pelas chuvas onde estão instaladas suas unidades no Rio de Janeiro. Até o momento foram tomadas iniciativas de apoio às comunidades disponibilizando 4 carretas tanques com capacidade de 25 mil litros de água cada. Estas carretas auxiliarão na limpeza de casas, ruas, proporcionando maior rapidez no retorno de moradores para suas casas e a retomada da vida normal da região. As carretas são destinadas a Petrópolis e Teresópolis. A água está sendo retirada dos poços da empresa em Petrópolis.

ra Dama do Município de Petrópolis sra. Marileine Mustrangi, além de cestas básicas que estão sendo entregues para a Comunidade Lajinha.

Também foram doados até o momento 9.000 garrafas de água mineral já entregue no Centro de Cidadania de Itaipava e recebidas pela Primei-

Até o final do dia de hoje novas medidas de apoio devem ser anunciadas após contatos com as autoridades locais.

A empresa e seus funcionários iniciaram uma campanha de doação para as vítimas. O foco da campanha está na arrecadação de roupas e alimentos não perecíveis. O presidente Walter Faria é muito solícito a esses tipos de causas e tem como princípio colaborar sempre, no auxílio as pessoas e familiars que atuam nas comunidades onde vivem seus colaboradores. Desta vez a diretoria da empresa resolveu ampliar esse auxílio e estendeu para todas as quarto cidades mais atingidas de forma triste e impiedosa pela força da natureza.

Janeiro 2011


PARCERIAS

“Made in

Fernandópolis”

“Parte do nosso resultado de 2010 atribuo as propagandas da Mídia G” Washington Possari, Plaza La Bamba. Há 32 anos no ramo de restaurante em Fernandópolis, o empresário e comerciante Washington Possari, se diz amante da cidade e pede valorização aos costumes, aos negócios e conquistas e principalmente pelas “Pratas da Casa” e pelos profissionais que exportam sucesso “Made in Fernandópolis”. DEFENDAM FERNANDÓPOLIS

“São mais de 55 anos de vivência aqui nesta cidade, e gostaria muito que a população passasse a amar mais seu próprio negócio, valorizassem mais as empresas daqui, deixasse de reclamar, fazer criticas à cidade, preci-

“Todos gostamos de Fernandópolis, mas ninguém gosta mais que eu”

samos ter mais amor a cidade. Se houver a critica que seja construtiva. Dou como exemplo o caso da rotatória no centro da cidade era uma coisa indispensável, a cidade estava morrendo por causa daquela coisa antiga, feia e sem brilho, hoje não, aquele reestruturação já representa uma cidade mais moderna. Então, queria pedir as pessoas que tecem comentários sobre isso, que é impossível fazer tudo de uma vez só, mas o que é bom e bem feito, temos que aplaudir. Vamos deixar de lado algumas rixas política, as vezes voltar ao passado sem necessidade e remoer uma raiva ou coisa parecida, vamos olhar mais o presente e o futuro de Fernandópolis. Quando vamos pra fora, as pessoas sentem que, por exemplo, a ZPE, uma conquista do prefeito, incomodou a todos, e eles estão preocupados por que queriam que fosse na cidade deles e a gente aqui, falando que pode ser que não vai dar certo”.


“ZPE de Fernandópolis conquistada pelo prefeito causa inveja em outras cidades e nós achando que não vai dar certo! ”

Outras Produções da Midia G.

PROFISSIONAIS DE RENOME

“Digo com todas as letras que as vezes a boa propaganda e um bom projeto de marketing está perto de nós e não sabemos enxergar, eu sou testemunha que hoje, eu conto com 70% de um público flutuante, e devo isso à Mídia G que há cinco anos utilizo a agência para divulgar minhas empresas, e obtive resultados que hoje, graças a Deus meu movimento só têm crescido mês a mês. As pessoas na cidade, por exemplo, precisava valorizar mais, tudo isso. todos gostamos de Fernandópolis mas ninguém gosta mais que eu. Parte do sucesso do La Bamba em 2010 devo a Mídia G. Um dia coloquei a foto do meu neto com o nome do meu restaurante e só na propaganda. Mais nada. Este anúncio ficou marcado, até hoje, e as pessoas lembram disso, então é importante saberem que foi uma idéia do Giba. Temos que procurar as pessoas que tem qualidade de expressão. Em propaganda irá acabar ganhando a pessoa que direcionou a empresa certa. Eu comparo, as vezes, a minha vontade de vencer na vida com a von-

“Gostaria muito que a todos passasse a amar mais seu próprio negócio, deixasse de reclamar, fazer criticas a cidade, precisamos ter mais amor a Fernandópolis”

tade do Giba, que é um cara que eu lembro muito bem, quando ele chegou aqui há 23 anos com uma moto e uma muchila no Choppão e hoje ele é, o sucesso que ele é, exportando resultados para outras regiões na atividade que ele desempenha”. DESAFIO

“Olha, eu sobrevivo em um ramo difícil, porém, as vezes sou criticado por algumas atitudes, mas tudo que faço sempre pensando em meus clientes. Seria impossível se eu não agradasse a maioria, sobreviver no ramo de restaurante em Fernandópolis durante 32 anos. Em 15 de novembro de 1979 inaugurei o Choppão, então eu acho que mereço a consideração e respeito da sociedade de Fernandópolis, por que é difícil manter um negócio como o meu, inclusive enfrentando três planos econômicos dos quais tive dificuldades financeiras e sobrevivi a todos eles com muita honestidade e muita garra. Tudo faço e farei por Fernandópolis e pelos que por esta cidade lutam sem medir esforços. Hoje estou oferecendo um almoço aos 17 colaboradores da Mídia G. em reconhecimento e gratidão pelo trabalho prestado a minha família e minhas empresas nestes longos anos de parceria ”.

Janeiro 2011


VIAGEM

CanadĂĄ abre

temporada de Ski 2011

Banff foi palco da chegada de turistas esquiadores sob frio de –20 graus

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O Aeroporto de Calgary já tinha as esteiras “Oversize Baggage” lotadas de uma carga leve, mas desconfortáveis para transportar. E o pior: de cada 10 passageiros, pelo menos 2 tinham esse tipo de bagagem. Eram os esquis, ou pranchas de Snowboard, despachadas das centenas de vôos que aterrissavam na principal cidade do estado de Alberta, no West canadense. A equipe da MEGA foi conferir de perto o início da temporada dos esportes de inverno. Abertas em 22 de dezembro oficialmente e com término previsto para a primeira semana de abril, as estações de esqui de Lake Louise, Sunshine Village e Norqway ficam em um raio de 50 quilômetros do centro do Parque Nacional de Banff. Um village cidade feito sob encomenda para abrigar os turistas que procuram se divertir em montanhas que vão até 2.900 metros de altura. PARQUE DE BANFF

O Parque de Banff foi o primeiro parque nacional do Canadá e hoje é um dos principais centros turísticos do país, atraindo mais de 4,5 milhões de visitantes por ano, os quais encontram nele, além das belas paisagens, inúmeras opções de lazer, como fontes termais, montanhismo, campinismo, trekking, golfe, esqui (alpino e nórdico), além de inúmeras outras atividades. No parque vivem inúmeros animais selvagens como ursos pardos e negros, alces, veados, cougars, lobos, carneiros selvagens, caribus, renas, coiotes, linces, marmotas etc. Um dos problemas enfrentados pela administração do parque é justamente o atropelamento de animais nas auto estradas que cruzam o local. Antes de tornar-se um parque nacional em 1885, Banff era uma pequena reserva com fontes termais. Seu tamanho foi aumentado, e no ano de 1887, tornou-se o “Parque Nacional das Montanhas Rochosas”. O nome Banff vem de uma estação ferroviária da Canadian Pacific Railway ESQUI

O dia começa a clarear por volta das 8h30, com o sol fazendo muita força para acordar e dar o ar da graça, embora sua função fique apenas na de clarear o dia, pois esquentar que é bom, nem pensar. Às 13h00 com sol a pique, brilhando, sem nenhuma nuvem no céu, os termômetros no nível intermediário da montanha marcam – 22 graus. É frio para profissional do esJaneiro2010 2011 Novembro


VIAGEM

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porte saber que, no melhor lugar do mundo para se esquiar, tudo é muito bonito... mas é frio. Com paisagens de perder o fôlego, a altitude leva os que praticam esportes de inverno à loucura, com uma visão do vale do parque nacional, mas com a incumbência de chegar até lá em baixo, esquiando. Dependendo das pistas que escolher, o esquiador poderá percorrer uma distância de até 6 quilômetros sobre os esquis, o que faz o frio ficar longe de ser notado. Na base da montanha, na chegada, a pedida é um refrigerante bem gelado. A sede é notória. MONTANHAS ROCHOSAS DE HELICÓPTERO

Outra pedida é um tour que se faz, geralmente, antes de iniciar o esqui, para uma visão espacial do que são as montanhas e as pistas. Na maioria, todos preferem conhecer bem onde se vai estar, principalmente em situações de esqui fora da pista, como alguns gostam de praticar. O Heli-ski não é ainda praticado no estado de Alberta, mas para os mais experts, não há emoção melhor que saltar de um helicóptero e descer a montanha, vencendo todas as barreiras de pedras e crateras de gelo. CANADA OLIMPIC PARK

É de lá que saem os melhores atletas para representar o país nas olimpíadas de inverno. O Canada Olimpic Park treina atletas desde a idade de 7 anos e os prepara para descer so-

Janeiro 2010 2011 Novembro


VIAGEM

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bre uma rampa de 90 metros de altura e saltar o mais distante possível. Este tipo de treinamento é intensificado nesta época do ano. BANQUETE DE REIS

Nenhuma viagem a Banff é completa sem um tour por sua vasta e primorosa culinária que reúne o melhor dos cardápios dos quatro cantos do mundo. Pelas ruas da village convivem em plena harmonia, lado a lado, restaurantes especializados em comida italiana, indiana, francesa, mexicana, japonesa, ou seja, um mix capaz de agradar a todos os paladares. A missão de eleger um prato ou um lugar é quase impossível, então a escolha respeitou o critério de eleger o Saltlik, um restaurante especializado em steakhouse e dono de uma culinária que representa a alma de Banff. O Saltlik possui antendimento Vip: uma carta de vinhos primorosa e pratos absurdamente maravilhosos; sua especialidade, o steak, é de um prazer que por si só já vale a visita a este restaurante com dois ambientes. Na parte inferior o Saltlik oferece um ambiente despojado, onde o clima é de um pub irlandês com telões para os fãs de hockey, parte da tradição local; a variedade de drinks, porções e cervejas é impressionante. Em sua parte superior, recebe com elegância em torno da lareira, com serviço impecável e cozinha digna do guia Michelin. Por isso, prepare-se para esquecer o tempo e aproveite a grande variedade de pratos capazes de agradar a qualquer desejo gastronômico, seja em aperitivos, pastas, pratos requintados ou bifes grelhados à perfeição. Uma dica imperdível: experimente o Peppercorn New York Striploin 35 que pode ser acompanhado de brócolis à garlic, batada assada com queijo ou um mix de saladas, ou seja, o Saltlik oferece um cardápio digno de sonhar acordado.

Janeiro 2011


MEGA ENTREVISTA

“Só em Fernandópolis, em 2009 foram consumidos mais de 6 milhões de remédios para Hipertensão Arterial. na média, dois comprimidos ao dia, é o suficiente para atender uma população, de 120 mil habitantes”


MEGA ENTREVISTA

José Martins Filho O médico José Martins Filho, foi por duas vezes Secretário da Saúde no município de Fernandópolis, dois anos durante a administração de Adilson Campos e recentemente, na administração de Vilar, pedindo exoneração do cargo em dezembro do ano passado. José Martins, em visita a Mídia G. concedeu esta entrevista para os leitores da MEGA. MEGA: O que mudou na pasta da Saúde desde a administração do Adilson para o Vilar?

José: Quando assumi a pasta pela primeira vez, consegui, em Fernandópolis que, tinha apenas um programa de família, ampliar para quatro. O Cadip, que estava um pouco esquecido, conseguimos reativá-lo, tanto é que, em 2010, ele recebeu um diploma de reconhecimento como o maior Centro de Atendimento do estado de São Paulo. Foi uma ação muito boa para nós. Na minha gestão foi construído o CAPS, que é o Centro de Apoio ao Psicossomático para as doenças psiquiátricas. Na época o CISARF também foi uma conquista nossa. Quando assumi agora em 2009, tínhamos problemas comuns na saúde. Uma evolução de conquistas grandes ao longe desses dois anos, não é questão de falar e sim de ver; logo que assumi com o Luiz Vilar, nós trouxemos para Fernandópolis o SAMU, conseguimos as UPAs, esse dinheiro todo está em conta para ser construído e com promessa de funcionamento em 2011. Conseguimos também o outro ônibus para a Saúde e várias ações como a instalação de mais dois Postos de Saúde da Família, um no bairro Santista e outro no Caic, que vai abranger essas três unidades.

MEGA: Como a grande maioria dos médicos tive os seus rendimentos bastante achatados de dez anos até hoje, e ainda se dedicar a uma pasta que não é tão bem remunerada para uma profissão como o atendimento em consultório ou atendimento hospitalar, o que leva você a aceitar um cargo nessa condição?

José: É uma coisa que me emociona muito. Eu perdi minha mãe, com 22 anos, estava no segundo ano da faculdade de Medicina e, durante meus estudos, meu pai passou por dificuldades financeiras, mas nunca me faltou nada e eu prometi a mim mesmo dedicar uma parte da minha vida às pessoas menos favorecidas. Me formei, imediatamente casei, fazia residência, tive meu primeiro filho, um ano depois veio o segundo filho, onze meses depois o terceiro filho, então, eu estava com 31 anos de ida-

de e tinha 3 filhos. Tive que trabalhar muito na vida, tive que aprimorar meus estudos, dos meus filhos, minha casa, fazer tudo, e sempre quis fazer tudo o que estivesse em meu alcance para as pessoas menos favorecidas. Então eu achei que esta seria uma maneira de ajudar as pessoas. Nunca me preocupei com salário, apesar de precisar de dinheiro para sobreviver, como todos nós, tive atritos com a minha mulher, muitas vezes tinha que viajar para ver os filhos e não podia porque tinha reuniões aos sábados ou tinha alguma coisa na sexta-feira, alguma campanha no domingo; na realidade, eu não precisava fazer tudo isso, mas eu me sentia na obrigação e farei sempre com um carinho muito grande.

“Cobra-se R$ 1,80 uma cartela com 30 comprimidos de Metformina 850 mg na Farmácia Popular; quando falta, eles ligam para as rádios reclamando. O que eles gastam em telefonemas esperando entrar no ar daria para comprar duas cartelas”

MEGA: Você está deixando a secretaria feliz?

José: Não, não saio contente, saio triste, mas foi um alívio porque agora me dedico mais à família, me dedico à medicina, me dedico a mim, às vezes você fica sem tempo para fazer isso, então minha contribuição foi positiva, continuo fazendo mais pelos fernandopolenses, no atendimento às pessoas menos favorecidas, e são passagens que acontecem na vida que se tornam muito relevantes.

MEGA: Qual é a classificação que você dá pelo índice de atendimento de 0 a 10 que a cidade presta hoje para as pessoas mais caJaneiro 2011


MEGA ENTREVISTA rentes que não têm condições de ter um médico particular?

José: Sobre o atendimento médico na cidade, eu acho que temos um bom atendimento pelo contexto, necessário. Vendo o atendimento do Ambulatório Médico de Especialidades, existe ainda um pouco de desencontro entre os municípios, o próprio ambulatório e o paciente. Por exemplo: se você quiser marcar uma consulta particular hoje no médico dermatologista de algum AME, provavelmente você não consiga, mas se você for lá no AME hoje, provavelmente estão sobrando um ou dois horários de dermatologista, porque o paciente que marca não cumpre com a função de ir na consulta, então o sistema é falho mas pela própria educação da população. Eu conversei com o secretário de Rio Preto e lá eles estão fazendo o Cartão Cidadão de Rio Preto, que, se não me engano está na faixa de 450 a 500 mil habitantes. Sabe quantos cartões já estão sendo impressos? Quase 800 mil. Então, o que acontece? O município de Fernandópolis é reponsável pelo atendimento dos munícipes de Fernandópolis. Se isso fosse verdadeiro, se existisse um sistema onde todo mundo fosse às Unidades de Saúde, todos fossem tomar as vacinas, se todos pegarem remédios e todos fossem usar o Hospital com o atendimento de Fernandópolis, seria suficiente. Eu operei um paciente que, depois de ter feito a cirurgia, descobri que ele morava em alguma cidade de Goiás e a família o trouxe pra cá justamente para operar. Todo brasileiro parte para o município, por que às vezes ele é hipocondríaco. A saúde é de uma complexidade muito grande; por mais que você faça, a maioria dos pacientes está satisfeita, não reclama e os que reclamam aqui, reclamam em todos os lugares.

MEGA: É verdade que todos que vão fazer exames em UBS, apenas 25% vão buscar o resultado?

José: Eu acredito que seja isso mesmo. São muitas caixas de exames e quando não, eles acham que o resultado de um exame é o tratamento. Por exemplo: se você faz um exame e o seu colesterol está alto, tem que fazer um regime, você não faz nada, daqui 30 dias você faz outra vez e ainda está alto e também não faz nada. Os atendimentos do Programa de Saúde da Família, na realidade, seria o médico de bairro, médico particular, então todo mundo reclama que tem fila em postinhos de Programa de Saúde da Família. Esse programa já tem todos os dados www.sistemamega.com

de pacientes e tem um dia para atendimento de cada caso. Tem o dia para o agente de saúde visitar sua casa, isso é tudo correto, mas, se a filha passa febre à noite, chega lá e exige o que deve ser feito. Existe emergência, urgência e existe o Programa de Saúde da Família. Eles confundem Unidade de Saúde da Família com uma unidade de urgência. Tem muitas pessoas que dizem preferir levar a criança na Santa Casa à noite porque não tiveram tempo para levar de manhã. Estamos implantando agora, desde que entrei, falei com o prefeito de informatizar a farmácia e informati-

“ “

A maioria dos pacientes está satisfeita, não reclamam e os que reclamam aqui reclamam em todos os lugares

zar a saúde, ai teremos dados estatísticos. Cobra-se R$ 1,80 uma cartela com 30 comprimidos de Metformina 850 mg na farmácia popular; quando falta, eles ligam para as rádios reclamando, o que eles gastam em telefonemas daria para comprar duas cartelas. Estava com uma proposta para nós fazermos um projeto de lei para a Bolsa Remédio; quando faltava na Saúde, a pessoa ia na farmácia, comprava ela mesma e depois fazíamos a bolsa para reembolso, sairia muito mais barato de se adquirir diretamente do laboratório e foi uma coisa que eu não consegui fazer. Só em Fernandópolis, em 2009, foram consumidos mais de 6 milhões de remédios para hipertensão arterial; na média, dois comprimidos ao dia é o suficiente para atender uma população de 120 mil habitantes

MEGA: Os municípios estão ajudando todo o sistema de saúde de

Fernandópolis no custeio desses remédios ou as prefeituras só estão olhando e quem está bancando de verdade é Fernandópolis?

José: Eu acho que a maioria das coisas quem banca mais é Fernandópolis. Para você ter uma idéia, por exemplo em Fernandópolis nós temos um convênio em que mandamos R$ 85 mil reais ao mês para a Santa Casa para o atendimento médico de urgência e emergência. Não entendo por que todo prefeito investe pouco em saúde; a saúde é politicamente, uma bandeira para se eleger o prefeito e poucos, depois de eleitos investem em saúde. O prefeito Vilar, na posse da Patrícia Moita (que entrou em meu lugar), falou dos números investidos, do gasto que tivemos em cerca de 25% do orçamento e que agora iria orçar algo na faixa de 17%. Uma vez disse ao prefeito, Luiz, se gastar 17% na saúde em Fernandópolis será apenas para manutenção. Se quiser melhorar a saúde, terá que gastar de 20 a 25%.

MEGA: Com referência a essa questão de remédio, aquele fato que ocorreu com o Edjair é um fato isolado ou realmente houve um desvio de remédio durante a sua gestão?

José: O que nós denunciamos é que os remédios que o Sr. Edjair vendia na farmácia eram os mesmos lotes que a prefeitura tinha comprado e que isso não é ilegal, ele poderia ter comprado do mesmo laboratório o mesmo lote, não significa que aqueles remédios seriam da minha farmácia, de maneira alguma; nós simplesmente fizemos as denúncias, para provar que aquele remédio ele comprou do laboratório X e o nosso de outro. Eu jamais acusei esse senhor de furtar ou desviar remédio da farmácia do almoxarifado da prefeitura, nós estamos contestando isso.

MEGA: Dizem também que as OSCIPs não têm base legal, embora haja uma prática em diversas cidades pois, é uma forma de você acabar escapando de licitações, contratando quem você quiser, pelo preço que você quiser; isso funciona de verdade ou a história é outra? José: Eu acho que a história é outra. A primeira coisa é que dentro da OSCIP que foi feita aqui como nós colocamos, ela foi feita através de aprovação da Câmara; depois, nós abrimos uma licitação onde os funcionários tinham que ter


o mesmo salário baseados no da prefeitura. Nós não podíamos pagar uma enfermeira da prefeitura X e da OSCIP X+2, nunca aconteceu isso, pelo menos até onde eu tenha conhecimento. Todos os programas de saúde que temos são programas de saúde do governo, onde o governo implanta um programa de custo R$ 10,00, te manda R$ 7,00 em dinheiro e você tem que arrumar R$ 3,00. Você tem um ganho de R$ 10,00 da prefeitura, onde 54% pode gastar com funcionário. Então se eu pegar todos os médicos que vão trabalhar na urgência e emergência do SAMU, todos que vão trabalhar na urgência e emergência do Pronto Atendimento, todas as pessoas que desenvolvem o Centro Integrado de Saúde, Caps, a folha de pagamento, com certeza absoluta, ultrapassará 54%; ai a prefeitura é punida. Tanto é que vamos fazer concurso público para 14 médicos do Programa de Saúde da Família, para enfermeiras e farmacêuticos. O sinal verde dado pela tesouraria só pode ser do médico, por que você vai atingir um sinal onde o tribunal de contas considera um limite perigoso. Então a prefeitura fica naquela história, “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.

MEGA: Existem alguns rumores a respeito de empresas que fornecem remédios para a prefeitura: licitam o remédio A e depois entre-

gam o Genérico ou o Similar e cobram o preço do remédio A?

José: Eu estava com os meus filhos e me ligaram acerca desse assunto. Todo o nosso remédio vendido por licitação tem uma comissão de recebimento. Essa comissão de recebimento, ela recebe o remédio A, tem que ser o A; B, tem que ser o B; o C, tem que ser o C. Aconteceu uma vez de que o remédio que ela foi entregar não era o remédio que estava na licitação, mas eu tinha urgência do remédio, pedi para o departamento jurídico, fizemos o documento e o remédio que a empresa entregou era superior aos outros. Se houve alguma outra coisa não sei. Sei inclusive que existe um processo de sindicância na prefeitura a respeito disso, que houve realmente esse comentário, me disseram que teve isso e abrimos uma licitação, porque acho difícil isso acontecer pelo fato de se fazer uma coisa dessas. Se eu pedir, por exemplo um Captopril, existem vários nomes; se ele custa R$ 2 reais o comprimido, dificilmente posso pagar R$ 10, porque quando é feito a licitação, é feita com todo mundo e cada um que quer ganhar joga o comprimido dele para o mínimo que pode fazer; então, quando ele for entregar, não irá entregar o mais baixo. Quando compramos, não compramos o nome do remédio e sim o sal, você tem que aceitar aquele sal. Nessa realidade, tudo que saiu foi mais uma

coisa folclórica do que a realidade. Pode ter acontecido? Pode acontecer de tudo, mas eu sempre quis lealdade e confiança naqueles a quem eu dou poderes.

MEGA: Hoje você sai com a sensação de mais uma missão cumprida ou você gostaria de ter ficado até o final da gestão do Vilar?

José: A saúde, você não melhora em 4 anos. Tem, na saúde de Fernandópolis, a Elizabeth, na época que eu fui com o Adilson Campos, se não me engano, ela ficou 8 ou 12 anos e ele entregou agora para a Drª Fabiana, que é uma médica que fez faculdade na minha faculdade. Quando assumi a Secretaria da Saúde com o Luiz Vilar, uma das primeiras coisas que eu fiz foi ir falar com a Secretária da Saúde de Votuporanga para perguntar como funciona tudo por lá, faz 12 anos que eles estão no poder, queria saber como funciona, ter orientação. O SAMU é uma coisa linda e fico muito contente em saber que foi eu quem ajudou a conseguir; a Unidade de Pronto Atendimento, o que eu tenho para funcionar na cabeça, acaba com o problema. Para mim foi muito boa essa etapa finalizada, vou ter mais tempo com a minha família, minha mulher, meus filhos, preciso de mais tempo para mim e, se um dia precisarem de mim, eu estarei disposto novamente, sem problema nenhum. Janeiro 2011


VIVER BEM

A Ano Verde O ano de 2011 nasceu com tendência de ser ainda mais verde do que o anterior. As pessoas estarão ainda mais ligadas ás questões ambientais, ecologia, preservação e reciclagem, o verde será a cor da vez e estará presente nas passarelas, na arquitetura e também na comida. O clima ecológico sugere pratos leves, frescos e repletos de verde como os imperdiveis rolinhos de abobrinha. O prato é rápido e prático e rende até 10 porções. Rolinho de Abobrinha Ingredientes . 1/4 xícara (chá) de azeite . 2 colheres (chá) de orégano . 150 g de mussarela de búfala . 3 abobrinhas italianas médias . 2 tomates sem sementes . Sal e pimenta-do-reino a gosto. Modo de preparo Corte a abobrinha no sentido do comprimento em fatias de 0,5 cm de espessura. Reserve. Aqueça uma grelha em fogo médio. Pincele as fatias com metade do azeite e grelhe por três minutos de cada lado ou até ficarem al dente. Reserve por cinco minutos.  Aqueça o forno em temperatura média. Corte o tomate e a mussarela de búfala em gomos. Sobre uma fatia de abobrinha grelhada, disponha dois gomos de tomate e três rodelas de mussarela. Tempere com sal, pimenta, o orégano e o azeite restante. Enrole pelo comprimento e espete com um palito. Disponha os rolinhos na assadeira e leve ao forno por oito minutos ou até aquecer bem. Sirva em seguida.

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VIVER BEM

A

A sorte do Feng Shui em 2011

De origem chinesa o Feng Shui é constantemente utilizado na decoração de ambientes residenciais ou profissionais. Seus conhecimentos milenares levam em consideração as cores e o local certo dos móveis, buscando equilíbrio nos ambientes, e desta forma trazendo energia positiva redirecionando as negativas. Estar arte quando aplicada na decoração de interiores busca através da reorganização dos espaços trazer maior fluxo das energias, colaborando para resultados positivos paz e tranquilidade. Aproveite as dicas e dê boas vibrações á 2011. Dicas: Rio da abundância: Para o Feng Shui, toda a casa deve ter um rio calmo e sereno passando diante da porta. O rio irá trazer, para a casa e seus moradores, saúde, prosperidade e alimentos, levando embora as más energias. Hoje em dia, nem sempre conseguimos ter um rio em nossas portas. Mas, podemos colocar objetos e quadros que lembrem água. Você pode colocar, pelo lado de dentro da casa, próximo a porta de entrada, uma fonte de água ligada, um aquário com peixes, uma gravura ou quadro com um rio, mar e barcos, uma foto de um local que tenha cachoeira ou motivos naúticos. Tudo para atrair prosperidade Ladrão da sorte: Muito cuidado com os banheiros, são ladrões de abundância. Mantenha sempre a porta do banheiro fechada e a tampa da privada baixa. Já irá ajudar bastante. Lugar da sorte: A mesa de jantar, da sala ou da cozinha, é o local onde todos se reúnem para preparar as refeições, papear e comer. O Feng Shui considera este um local também de prosperidade. Uma dica é colocar sobre a mesa um belo arranjo de flores ou uma fruteira cheia de frutas. Se houver espaço, coloque na parede um espelho para refletir a mesa de jantar e dobrar a prosperidade.


VIVER BEM

U Um mimo para os bebês

A decoração do quarto do bebê é um dos momentos mais adorado pelas futuras mamães que dão asas á imaginação e buscam transformar o cantinho do bebê em um verdadeiro sonho. Para tornar este momento ainda mais especial a tendência do momento é investir em enxovais personalizados que possibilitam dar um toque ainda mais pessoal e delicado ao quarto infantil. Serviço: Crispa . 17 - 3462 4451


BARRO


Mega News  

Edição de Janeiro 123

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