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EDITORIAL

Acreditar na EXPÔ e sua amplitude A EXPÔ da cidade de Fernandópolis já foi uma festa de porte tão gigantesco, que conseguiu criar uma visibilidade ímpar ao município com características médias. Mas nada mais gratificante do que, onde fernandopolenses estavam, perto ou a quilômetros de distância, ouviam elogios a respeito do palco que se abria ao Brasil por 10 dias sucessivos. Escrevi, há 6 anos, que não dava 10 anos para que a EXPÔ acabasse caso não houvesse uma inovação brutal em sua formatação, ou se não fossem resgatados seus antigos valores. Afinal foi com entretenimentos de diversos segmentos que a projetaram no país. Pelo Google Trends, aplicativo que mede o volume de procura dos internautas por palavras chave ou frases, pode-se verificar que, de maio de 2005 a maio de 2012, a festa teve um recuo de interesse de 63% em consultas. O que deveria ser exatamente o contrário pelo próprio crescimento dos acessos à rede mundial de computadores, naturalmente. Entre centenas de erros administrativos de Luiz Vilar, um deles foi nomear pessoas inexperientes em dar continuidade ao trabalho que outros presidentes visavam à coletividade e não pequenos grupos com interesses privados.

GILBERTO MUSTO Diretor do Sistema MEGA de Comunicação giba@midiag.com.br www.midiag.com.br

Cabe agora a Renato Colombano, presidente da EXPÔ 2013, ou seja lá o nome que vai dar, resgatar não em sua totalidade, pois este resultado seria utópico, mas que pelo menos parte do que foi deixado pelo caminho, dificilmente trilhado por sérios e competentes presidentes. O relógio trabalha contra Colombano. Alguns dizem que Ana Bim, prefeita da cidade, o colocou lá para imediatamente anular suas chances de crescer aos olhos e ser um prefeiturável. Outros dizem que a amizade entre eles o credenciou para tal função, mas a festa não é de amizade para a prefeita. Vide as duas últimas versões em que a prefeita estava no comando da cidade, 2007 e 2008, quando escolheu dois presidentes que não iriam atrapalhá-la na eleição ao se deslumbrarem com a fama vertical que a EXPÔ oferece, e, como uma viúva negra, exterminar seu parceiro em sua própria teia.

EXPEDIENTE Diretor Gilberto Musto giba@midiag.com.br MTB 37.134

Editora Célia Souza celia@midiag.com.br Gilberto Musto ME CNPJ 05.378.241/0001-92 Telefone: 17 - 3465 0020 Circulação São Paulo: Região Noroeste Minas Gerais: Triângulo Mineiro

Deixemos as intenções da prefeita de lado. O importante é apoiar Colomabno em suas ações e entender que ele fará uma EXPÔ para todos. Tive a oportunidade de pontuar a ele quais as principais indagações a que a população de Fernandópolis aspira para a festa, porém, nunca se devem esquecer a região e estados vizinhos que realmente davam o brilho e faziam o encanto de uma festa verdadeiramente tradicional e gigante, nos moldes que a MEGA torce para Colombano realizar. O empresário Walter Faria, independentemente de seu crescimento não só pelo Brasil mas pelo mundo onde ganha respeitabilidade de um dos maiores empresários brasileiros, num ato de nobreza, reconsiderou o fato ocorrido na EXPO do ano passado com a Cervejaria Petrópolis, e poderá ser um grande parceiro de Colombano como foi de todos os outros presidentes, demonstrando que sempre estará com Fernandópolis. Faria dá claras demonstrações de um mantra a ser seguido, quando não deixa de cultivar suas raízes, num gesto que nos demonstra sutilmente que “podemos não nos importar para onde vamos, mas não podemos nunca nos esquecer de onde viemos”.


ARTIGO

NOSSAS TRAGÉDIAS COTIDIANAS O convívio intenso e longo com o poder tem um poderoso efeito narcotizante. Transforma pessoas simples e humildes, gente com histórias iguais a de seus semelhantes, em “deuses” de um Olimpo. A figura dos “olimpianos”, vale lembrar, foi emoldurada pelo sociólogo francês, Edgar Morin (Cultura de Massas no Século XX). Agrupa as celebridades das esferas das artes, do lazer, da cultura e da política, como artistas, músicos, reis, rainhas e princesas. Nas últimas décadas, o habitat das celebridades se expandiu na esteira do Estado circense, onde os atores políticos se engalfinham na luta por maior visibilidade. Ao verem holofotes midiáticos correm em sua direção, na perspectiva de ganhar espaço e adornar a imagem. E assim, os palcos da representação política se transformam em espelhos de Narciso, jogando os seus participantes na armadilha do falso retrato, da autocontemplação. Os homens públicos, daqui e d’alhures, acabam afixados à moldura narcisista. Como conta a lenda, Narciso foi condenado pelos deuses a se apaixonar pela própria imagem. Tomou-se de amores pela imagem quando se contemplava nas águas transparentes de uma fonte. Obcecado pelo reflexo, Narciso não mais se afastava da fonte, definhando ali até a morte. Hoje, ele se refestela na fosforescência do Estado-Midiático. Como lembra Roger-Gérard Schwartzenberg, em seu clássico O Estado-Espetáculo, os profissionais do espetáculo e da política compartilham frequentemente as mesmas atitudes e os mesmos vezos, como se, diante de problemas de representação comparáveis, “reagissem recorrendo a procedimentos análogos.” O Brasil está recheado de narcisistas, pessoas fascinadas pelo seu próprio brilho, um brilho ilusório, porque muitas perderam o poder, mas não o orgulho. Que tipo de mal os narcisistas cometem contra si mesmos e contra a sociedade? O maior dos males é o da inação, o da inércia, o da perda do sentido de realidade. Presos no simulacro do poder, exibem um prestígio falso, que frequentemente conduz ao ócio. Aliás,praestigium, do latim, significa nada mais nada menos que artifício, ilusão, malabarismo. Os malabaristas da política promovem a mistificação das massas, fazendo-as crer que o discurso é a ação, o verbo é a obra, a palavra é sinônimo de verdade. Muitos se transformam em dândis, com seu prazer em surpreender, espantar.

GAUDÊNCIO TORQUATO Jornalista, professor titular da USP é consultor político e de comunicação, colunista do jornal O Estado de São Paulo.

Neste apagar de luzes de 2012, reflitamos sobre o exercício da representação coletiva. Muito cuidado com os efeitos mágicos do Estado-Espetáculo. Luis XIV costumava lembrar que “os povos gostam do espetáculo; através dele, dominamos seu espírito e seu coração”. Mas há um limite para tudo. Um dia, mais cedo ou mais tarde, o povo, cansado de ver tanto malabarismo, fará a mágica que nenhum representante gostaria de ver: mandá-lo de volta para sua casa sem o passaporte do mandato popular.


Em ambiente concorrencial de excelência e competitividade, o mercado de transporte marítimo e seu irmão siamês, o portuário, tornaram-se crescentemente solicitados. Do sistema de transportes, altamente intensivo em capital, é exigido o emprego de navios cada vez maiores, transitando por rotas comerciais capazes de garantir taxas de ocupação remunerativas. Do sistema portuário são exigidos investimentos capazes de habilitar os portos à operação eficiente e competitiva de modernas frotas de navios. O forte aumento da atividade portuária brasileira, na última década, reflete em certa medida uma consolidação do modelo de gestão proposto pela Lei 8.630/93, que preconiza distintas competências para os setores público e privado, respectivamente, na construção, manutenção e operação da infraestrutura portuária do país. No modelo, iniciativa privada e poder público devem atuar complementarmente. Aquela, responsável pela operação portuária propriamente dita, em regime concorrencial. Este, cuidando do planejamento estratégico e regulação, de modo a prover ambiente adequado à livre iniciativa, à simetria de concorrência e, consequentemente, ao resguardo do interesse público.

ARTIGO

A lei dos portos

O texto contemplado na Lei 8.630/93,foi baseado no modelo “Land Lord Port” que muito antes já regulava a gestão do Porto de Rotterdam e, de resto, a de outros portos de excelência no mundo. Enquanto nestes a estrutura de gestão portuária já estava voltada para as necessidades logísticas, que a globalização iria impor aos mercados a partir dos anos 80 do século passado, só em 1993, com a promulgação da Lei, o Brasil iniciou a caminhada para suprir uma logística portuária eficiente e competitiva nos portos da costa nacional – com o arrendamento de áreas portuárias à iniciativa privada e os investimentos modernizadores que daí fluiriam. Entretanto, a falta de planejamento público consistente, de gestão eficiente e uma notória carência de segurança jurídica inibem a continuidade ou a aceleração de investimentos privados – contribuindo para acentuar as diferenças qualitativas entre portos brasileiros e seus congêneres em países mais desenvolvidos. O modelo Land Lord Port, vigente nos principais portos do mundo, tem como característica principal que o Estado forneça a infraestrutura, ficando a iniciativa privada responsável pela superestrutura e pela operação portuária. No Brasil o modelo foi corrompido, diante de uma injustificada – mas notória – incapacidade do Estado para investimentos indispensáveis em infraestrutura. Como consequência, para capitanear uma operação minimamente eficiente, a iniciativa privada viu-se obrigada a investir também em infraestrutura. Em todo sistema econômico organizado, os portos são instrumentos de política pública. Ao Estado cabe praticamente tudo – planejamento estratégico, zoneamento, localização e finalidade, metas, segurança, regulação etc. – exceto a operação dos terminais, transferida à iniciativa privada. A preocupação não deve ser revogar ou modificar a Lei 8.630/93, para desfigurar o desenho original nela proposto, que é adotado com sucesso nos portos internacionais de primeira linha. O debate atual sobre a ineficiência dos portos está muito mal informado. Não se trata de “inventar” um novo modelo ou, mais trágico, “repetir” o velho. É mais razoável e mais eficiente atacar os problemas que até agora se opõem à apropriada implementação da Lei.

DELFIN NETTO Professor emérito da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, ex-ministro da Fazenda, ex-ministro do Planejamento, ex-deputado federal e consultor de economia.


ARTIGO

Aos novos eleitos À atitude de brindar os sonhos, blindarmo-nos dos problemas e investirmos em novos projetos soma-se ainda uma preocupação que a maioria das pessoas prefere esquecer: a política. O ano eleitoral já passou, o tão valioso voto de confiança e de escolha foi dado, resta-nos esperar o resultado muitas vezes caóticos de gestões que pouco somam, ou acrescentar um item imprescendível ao novo ano, checar com rigor a forma como o executivo e legistlativo vão lidar com as finanças de sua cidade. Entre novos e antigos nomes reeleitos, a população anseia e tem profunda esperança em mudanças que possibilitem real desenvolvimento e qualidade de vida. Mas fica difícil não se ater a dois fatores antagônicos: de um lado, a alegria dos diplomados eleitos comemorando a aprovação popular nas urnas; de outro, rombos, descaso e má utilização do dinheiro público. Aos eleitos desejamos simplesmente o óbvio para o qual foram eleito: que respeitem os votos recebidos, que não humilhem seus adversários políticos nas costumeiras picuinhas e perseguições. Que lembrem e relembrem que foram eles os eleitos, não suas respectivas famílias e amigos. Não pleteiem para si nem coajam para obter vantagens, loteando prefeituras e câmaras com licitações fraudulentas em benefício próprio. Não nomeiem os cargos como um leilão para melhor atender os compromissos de campanha, sem critério, nem base, colocando em cargos estratégicos profissionais incompetentes que irão atravancar ainda mais as possibilidades de bom atendimento e crescimento do município. Não utilizem o trasnporte oficial como se fosse uma regalia, fujam das soluções populistas tradicionais, inovem, criem ideias e metas que levem a cidade e as pessoas rumo ao desenvolvimento.

CÉLIA SOUZA Assessora política da Mídia G. Comunicação celia@midiag.com.br www.midiag.com.br Twitter/@celiameganews

Ajam com rigor com o dinheiro público e, como proferiu sabiamente meu amigo dep. Dimas Ramalho, além, de ouvir as pessoas, andem de transporte coletivo, que sintam na pele e com o coração as mudanças que uma administração municipal necessita. Que tenham humildade, caráter, bom senso e, primordialmente, que não façam, no privado, o que não fariam em público, pois o mandato continua transitório.


Fotos: Reinaldo Catano

LEI SECA

A sua segurança depende da deles

Aperto na lei aumenta número de motoristas infratores

D

epois de sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, no último dia 20 de dezembro, a proposta que altera a lei seca endurecendo a fiscalização da embriaguez ao volante passou a valer imediatamente. Agora, além do bafômetro, vídeos e outras provas como o depoimento do policial, testes clínicos e outros testemunhos serão admitidos para provar a embriaguez do condutor. De acordo com o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, “a nova lei retoma a eficácia da chamada lei seca e coloca em evidência o potencial destrutivo da mistura de álcool e direção, chamando o motorista à reflexão sobre os riscos de dirigir embriagado”. Antes, a comprovação era feita exclusivamente pelo bafômetro ou exame de sangue, porém, a não obrigatoriedade de ninguém produzir prova contra si mesmo tornou a lei ineficaz porque motoristas se recusavam a soprar o bafômetro, ficando livres das acusações criminais. Com a alteração na lei, o limite de 0,6 g/L de sangue se torna apenas um dos meios de comprovar a embriaguez do condutor que, por sua vez, pode realizar a contraprova, submetendo-se ao exame do bafômetro e de sangue para demonstrar que não consumiu acima do limite permitido pela legislação.


A nova proposta também aumenta o valor da multa aplicada ao motorista flagrado sob efeito de álcool. A quantia, que era de R$ 957,65, foi dobrada para R$ 1.915,30. Caso o condutor reincida na mesma infração dentro de um ano, o valor será duplicado, chegando a R$ 3.830,60, além da suspensão do direito de dirigir por 12 meses. FISCALIZAÇÃO O endurecimento da lei seca já mostrou resultados: o número de prisões dobrou no estado de São Paulo nos primeiros sete dias de vigência que começou a valer no dia 21 de dezembro. Até o dia 27, 385 motoristas foram flagrados pela Polícia Militar por dirigirem embriagados. Desses, 99 foram presos em flagrante pelo crime previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) - embriaguez ao volante. O índice representa aumento de 246% em relação à média diária de prisões nos últimos quatro anos (5,8). O balanço foi divulgado pelo governador Geraldo Alckmin. “Uma lei correta, que veio proteger o motorista e a sociedade como um todo. Tivemos bons resultados aqui em São Paulo em uma semana da nova lei”, destacou Alckmin. Os números referem-se à soma das blitzes do CPTrans e da Polícia Militar Rodoviária durante a Operação Natal. O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Benedito Roberto Meira, disse que “agora os policiais possuem outros recursos, outros meios para constituir provas contra a pessoa que está dirigindo embriagada. Essa nova legislação já demonstrou, em poucos dias, que agora contempla toda a sociedade, não mais o infrator, o embriagado ou o condutor que dirige de forma desavisada pelas rodovias paulistas”. Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a fiscalização contra motoristas que dirigem embriagados nas estradas federais foi a mais rigorosa e ampla da história do país durante o feriado, quando, graças à nova lei seca, que institui mais tipos de prova para a configuração de crime de trânsito, a quantidade de prisões subiu para 42% do total de motoristas reprovados. Desde a sanção presidencial da nova lei até a meia-noite de 2 de janeiro, a Polícia Rodoviária Federal aplicou 70.855 testes de embriaguez, 1716 motoristas embriagados foram retirados das estradas e autuados - desses, 723 foram presos em flagrante por crime de trânsito. Nos primeiros 11 meses de 2012 (quando o índice de recusa em assoprar o bafômetro era de 53%), 29% dos motoristas reprovados no bafômetro eram presos.

Blitz intercepta veículos

Políciais atentos ao tráfego noturno

Abordagens sem restrições

Acidentes diminuem sensivelmente


Fotos: Agência Brasil

SOLIDARIEDADE

Em tragédia, cantor mostra lado solidário

Zeca Pagodinho e sua filha recolheram vítimas da chuva em sua chácara

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forte chuva que atingiu o estado do Rio de Janeiro desde o 1º dia do ano fez com que 2013 começasse de forma trágica para milhares de pessoas que foram forçadas a abandonar suas casas, seja por segurança ou por total destruição delas. Segundo informações da Defesa Civil Estadual, houve transbordamento de vários rios da região, alagamentos, deslizamentos e rolamento de pedras, deixando várias pessoas desabrigalas. AJUDA Embora atualmente viva em área nobre da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Zeca Pagodinho estava em seu sítio em Xerém, que diz ser sua verdadeira casa. Famoso pelos churrascos com roda de samba oferecidos a convidados anônimos e ilustres, Zeca estava no local desde o réveillon, motivo que fez o cantor deixar sua popular “veste branca” de lado para dedicar seus esforços a ajudar os moradores que sofreram com a enchente no local. Pilotando um quadriciclo, acompanhado da filha Elisa, ele percorreu várias ruas de Xerém. Em seu Twitter e Facebook, Zeca pediu solidariedade às pessoas. O cantor descre-


Cantor não mediu esforços em auxiliar fragelados REPERCUSSÃO A ajuda de Zeca Pagodinho às vítimas da chuva teve tamanha repercussão na TV, rádios, jornais e sites de notícias, quanto nas redes sociais. O cantor esteve nos trending topics no Twitter, que reúne os assuntos mais comentados do dia no microblog. Já no Facebook, as fotos que mostram o cantor em um quadriciclo percorrendo as ruas de Xerém tiveram mais de 12 mil curtidas e compartilhamentos, além das centenas de comentários. O sambista revela que deu o que tinha para ajudar os afetados. “Perdi algumas coisas, mas meus vizinhos perderam muito mais. Dei toda a comida da minha geladeira pra eles”, disse. O prefeito de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso (PSB), decretou estado de emergência no distrito de Xerém com o objetivo de agilizar as obras necessárias.

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veu a situação na localidade de Hilarino de Souza: “Muitas famílias acabaram. Muita gente pobre, sofredora. Lá só tem um caminho, que está tomado de lixo. É um descaso. Isso dá nojo, nojo dos políticos”, desabafou. O sambista contou que acordou com amigos salvando o que podia. “Era muita chuva, vi toda a sujeira lá em cima. Fiquei ajudando as pessoas a saírem de lá. Juntei o que tinha em casa e fiz uma sopa. Havia cinco cestas básicas que sobraram do Natal. Queria comprar mais, mas está tudo fechado”, lamentou. O cantor passou um dia no local e revelou não ficar mais porque tinha uma viagem marcada para Orlando, nos Estados Unidos, no dia seguinte. “Vou viajar agora, com a cabeça em Xerém. Eu não perdi nada, talvez uns cabritos, dois bezerros. Isso não é nada. Estou desde as 6h da manhã ajudando as pessoas. Minha esposa levantou às 4h para ajudar. A cada hora chegam amigos, voluntários”, afirmou Zeca, que confessou estar com uma “sensação de impotência” diante do drama vivido por tantas pessoas. “Como vai fazer com toda gente de lá? Colocar onde? Tem tanta gente que não quer sair também, gente que comprou móvel novo, ajeitou a casa para o Natal e agora perdeu tudo. Mas não perdendo a vida, tudo bem. Recomeça tudo de novo”, desabafa. Em entrevista à TV Globo, o cantor pediu providências urgentes às autoridades. “Tem criança desaparecida, tem família soterrada, tem casa que desceu rio abaixo”, disse o cantor, que se emocionou ao comentar a devastação na região e disse nunca ter visto temporal de tamanha intensidade. Em 2001, o sambista gravou no sítio o CD “Quintal do Zeca”, em que canta com os compositores de seus grandes sucessos, muitos deles artistas desconhecidos do público. Em 1998, Zeca fundou uma escola de música na propriedade. 

Muita gente pobre, sofredora, lá só tem um caminho, que está tomado de lixo. É um descaso. Isso dá nojo, nojo dos políticos

Chuva durou 3 dias e forçou a saída de 4.893 pessoas das casas


50 anos sem

Marylin Monroe


O

tempo não apagou, pelo contrário, reforçou ainda mais a hipnotizante imagem de uma das maiores sex simbols de todos os tempos. Após 50 anos de sua morte, Marilyn Monroe estrela duas grandes campanhas publicitárias de peso para a icônica Chanel, na qual imortalizou a fragrância Chanel n.5, e para a linha de maquiagem canadense MAC, sem contar inúmeros editoriais de moda, exposições fotográficas, livros, filmes e publicidades inspiradas nela. Glamour e tragédia Em 5 de agosto de 1962, a atriz Marilyn Monroe foi encontrada morta em sua casa, em Los Angeles, aos 36 anos. Morria uma diva e nascia um mito: Marilyn que se chamava Norma Jeane Mortenson, foi rejeitada pelo pai, abandonada pela mãe, morou em orfanatos, foi abusada sexualmetne e chegou a posar nua por US$ 50, antes de se tornar um dos principais ícones do século XX. Aos 18 anos, Norma Jeane, Marilyn só viria um tempo depois, posou nua para o fotógrafo por reles US$ 50. Na época, ela trabalhava em uma fábrica, era casada com Jimmy Dougherty e tinha os cabelos escuros. Em 1953, quando já era uma estrela, as antigas fotos ilustraram uma edição da Playboy e foram vendidas a peso de ouro. Início Quando ainda tinha os cabelos castanhos, Marilyn estreou nos cinemas em 1947, com o filme “Sua alteza, a secretária”, mas sem que seu nome fosse creditado. Seus primeiros papéis dignos de nota vieram em 1948, em “Mentira salvadora” e “Torrentes de ódio” O sucesso veio com filmes memoráveis como “Os homens preferem as loiras”, “Quanto mais quente melhor”, “Nunca fui Santa” e “Desajustados”. Junto com o sucesso vieram os problemas. Cansada de ter sua fama atribuída apenas à beleza, a estrela tentou estudar teatro ao mesmo tempo em que mergulhava no alcoolismo e nas drogas, principalmente remédios para dormir. Happy Birthday Mr. President Marilyn era uma sex simbol desejadíssima e uma mulher com sérios problemas emocionais devido à sua trajetória de abandono, abusos e perdas. O primeiro casamento com o marinheiro Jimmy Dougherty acabou pelo fato de o marido não aceitar que a esposa fosse modelo ou atriz. Em 1954, casou-se com o jogador de baseball Joe Dimaggio, o ciúme mais uma vez impediu sua felicidade. Em 1956, casou-se com o dramarturgo Arthur Miller, o casamento teve como saldo dois abortos espontâneos e ainda mais crises na vida fragilizada da estre-

la terminando em 1961. Seu grande amor diziam ser Johnn Kennedy com quem teve um longo affair. O caso tornou-se público. Marilyn escandalizou os Estados Unidos ao cantar de forma sensual “Happy Birthday Mr. President” em rede nacional, tornando-se após este episódio o assunto preferido de tabloides, revistas e shows de tv. O que muitos não sabem é que Marylin já era amante de Kennedy muito antes de ele entrar na Casa Branca, e também se envolveu com seu irmão Robert Kennedy. O final do romance com Kennedy que a deixou devastada somado aos uso de drogas, à dificuldade em lidar com o extremo sucesso público e à tristeza na vida pessoal são apontados como a causa de sua morte que até hoje aconteceu em circunstâncias inexplicadas. Sabe-se que, devido ao affair com o presidente, a atriz se tornou um alvo político, e sua mansão e telefones foram grampeados e estavam sob constante vigilância do FBI. What do you wear to bed? Mesmo com toda a tecnologia, novas estrelas hollywoodianas, nada apaga a curiosidade ou mesmo a admiração que as fotos antigas e seus filmes de diva causam até hoje no imaginário das pessoas. A grife Chanel, responsável pelo icônico perfume Chanel n°5, que teve Marilyn como garota propaganda lançou recentemente pequenos filmes sobre a centenária marca, intitulados “Inside Chanel” (Por dentro da Chanel). O segundo curta aborda a famosa entrevista em abril de 1952 para a Life Magazine em que, quando questionada sobre o que usa para dormir, Marilyn Monroe diz com sua sensualidade natural: “Apenas algumas gotas de Chanel n°5”.


e agora

A

Chegamos ao Tablet

última e a primeira edição do ano sempre nos remete a profundas reflexões, olhamos para trás e contabilizamos tudo o que aconteceu de mais marcante em nossa revista. O ano de 2012 foi marcante, com notícias impactantes, mudanças políticas e comportamentais em toda a nossa região e no país, que transformarão nossas vidas. A política teve espaço ainda maior neste ano que foi de eleições municipais; além de acompanhar a trajetória de várias cidades, trouxemos para os leitores a experiência in loco da eleição presidencial de Barack Obama em Washington, Estados Unidos. A Moda esteve cada vez mais presente em nossas páginas, inovamos com editoriais e tivemos o privilégio de estampar a premiada atleta de fitness Maite Bueno posando exclusivamente para a MEGA que mostrou em detalhes todo esse fascínio por fitness que marcou o ano de 2012. Os eventos sociais acompanhados e clicados com exclusividade, registrando a vida social de toda nossa região.

resolução que será impressa.

E claro: além das matérias, crescemos em parcerias, inovamos em mídia publicitária, os novos layouts passaram a ser apresentados em digital, gerando maior interatividade e rapidez no atendimento aos clientes que podem visualizar a exata

A revista que circulava em toda a região ultrapassou fronteiras e está disponível para IPad, na Itunes Stores e para Adroid no Google Play, podendo agora ser baixada por qualquer leitor, em qualquer parte do mundo. Esta versão é grátis.


“Nós, da Revista MEGA, temos consciência da nossa responsabilidade social e também ambiental. Ter a ousadia de viver essa inovação é ser sustentável, é valorizar os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da nossa sociedade.  Assim, decidimos aderir à versão digital, disponíveis nos sistemas operacionais IOS e Android, o qual esperamos ter uma adesão imediata de mais 30% de leitores, que antes não tinham acesso à revista MEGA”, diz Laís Maschio do núcleo de criação da Mídia G. A MEGA mantém clientes que, há anos a fio, anunciam conosco ininterruptamente: a Clinica Arruda, Dede Presentes, Tomaladaka, Gigantão, Unimed, Crystal, Itaipava, TNT entre outros.

não podia deixar de saber em 2012. A começar neste mês, pela Áustria, com a abertura da temporada de ski na região de Tirol. Nós nos especializamos em acompanhar os municípios de nossa região e o seu desenvolvimento político, econômico e social. Rumamos para novos caminhos em 2013 e esperamos contar com você, leitor, e ter ao nosso lado investidores que, em nossas páginas, vão ter ainda mais valor agregado à sua empresa e seus produtos por atingirmos desde esta edição o Brasil todo, por intermédio da versão para Tablet e IPAD. Aproveite e baixe um exemplar da MEGA que o acompanhará onde quer que você esteja.

Tivemos em nossas capas assuntos e personalidades singulares. Algumas capas marcaram ainda mais nossa história como em duas oportunidades que nossa edição foi esgotada quando falamos sobre o bullyng com a especialista Cleo Fante, e em outra em que contamos com exclusividade a história da família Gonçalves tendo na capa o empresário Carlinhos Gonçalves. Mantendo a tradição de não termos fronteiras e de sempre buscarmos atualizar nossos leitores com as maiores novidades no mundo, estrelamos uma capa com Athina Onassis diretamente de Londres. Assim como Jorge e Mateus, Munhoz e Mariano, Gustavo Lima, este ano Israel e Rodolfo posaram em ensaio exclusivo para a MEGA, ou seja, atentos a todas as tendências, buscamos trazer para nossos leitores um novo prisma sobre vários assuntos. O tradicional concurso MEGA BABY foi um imenso sucesso de participação e a escolha a cada ano, ainda mais difícil. Realizamos também várias matérias nos mais variados e charmosos destinos do mundo conferindo a culinária, hotéis, espaços nobres e tudo que você

Exemplar com história da família Gonçalves esgotou em 5 dias. O que não ocorrera em versão digital para tablet.


TECNOLOGIA O que falam sobre os resultados da MEGA “A MEGA nos proporcionou maior visibilidade e inovou em nossa campanha publicitária. Anunciamos durante todo o ano e com certeza foi superimportante para o crescimento de nossas grifes e empresa.” Juliane Guarnieri, da griffe Sr. Belo e Dona Bela

“Participei sempre com publicidades da minha loja na MEGA, e este ano escolhi fazer um editorial com as novidades. O resultado superou todas as expectativas, e agora já estou planejando o próximo”. Marli Armelin, FAROL MODAS

“A MEGA dá visibilidade à sua empresa e a seus projetos, foi de fundamental importância para divulgar e para mostrar minha opinião e projetos, é uma das melhores mídias do estado de São Paulo”. Noka, proprietário da COS Segurança e da COS AMBIENTAL

“Um orgulho pertencer ao quadro de anunciantes desta excelente revista, onde há quatro anos estamos na contra capa, nela que é ícone em inovação para Fernandópolis e região, sempre abrilhantando os leitores com conteúdo relevante.” Jeder Rizato - Tomaladaka

“Com a Revista MEGA e a parceria que estabelecemos tive a certeza de que a cidade de Santa Fé do Sul alcançou reconhecimento e foi alavancada a um patamar de destaque com todas as capas e projetos especiais aqui implantados pela revista”. Antonio Carlos Favaleça, ex-prefeito de Santa Fé do Sul


“A MEGA divulgou nossa festa e transformou a FICCAP em capa, o que nos garantiu muita visibilidade para esta festa, que é uma das maiores de portões abertos do país. Foi um investimento válido, sério, numa mídia de qualidade e com retorno certo, recomendo”. Alcides Faria, presidente da FICCAP em Santa Fé do Sul

“Iniciamos o time de rugby de Fernandópolis chamado Cavalos na raça, apenas com recursos próprios e com auxílio de nossas famílias. A Revista MEGA acreditou em nosso potencial, nos valores de nosso esporte e deu espaço para o time em suas páginas, o reconhecimento foi imediato e a aceitação muito grande. Podemos dizer que temos imenso orgulho desta parceria que não somente abriu as portas para um esporte que está se tornando mais conhecido, como deu reconhecimento a todos nós jovens que lutamos para dar visibilidade ao Rugby em Fernandópolis e região”. Antônio Carlos Cestari, presidente do time Rugby Cavalos de Fernandópolis

“Anunciar na MEGA e ter um editorial de moda exclusivo nas páginas desta conceituada revista supriu e superou todas as nossas expectativas. Recomendo pela qualidade do trabalho apresentado e principalmente pelo retorno e reconhecimento publicitário alcançado”. Néia Sabino, In House


Fotos: Laura Lima


O

ano de 2013 é muito especial para a MEGA, é um ano de transição, crescimento e inovações. Visando tornar ainda mais especial esta edição, pensamos e avaliamos muito em qual seria a capa, a personalidade homenageada e que seria a cara de nossa revista , que representasse o espírito deste ano que acabou de nascer. Nossa escolha foi o empresário Fabio Kalli, que, aos 34 anos de idade, comemora o sucesso profissional, familiar e também a superação de um grave problema de saúde que o fez repaginar seu cotidiano. Fábio é um verdadeiro exemplo de

Fotos de Laura Lima determinação; obstinado, sempre buscou a realização de seus sonhos e superou os obstáculos através de um aprendizado movido pela união familiar, pela fé, e principalmente nos ensina com seu exemplo de vida a encarar a vida com muito mais otimismo. Nesta matéria, você vai conhecer um pouco mais do universo deste arrojado e dinâmico empresário, pai extremamente coruja e afetuoso, amigo dos mais sinceros e um homem que é um exemplo não apenas pela sua história de vida, mas principalmente pela garra que sempre impetrou na construção de toda sua trajetória.


FABINHO DA KALLI Empresário bem sucedido, o jovem Fabinho Witaker é Santa-fé-sulense de coração. Fábio Witaker Gonzales, 34, filho de Wilson Saltori Gonzales e de Vera l. Albergaria Witaker, nasceu em Curitiba e, logo nos primeiros meses de vida, mudou-se com a família para Santa Fé, onde os demais parentes residiam e onde hoje mantém residência fixa. Sério, determinado, está muito otimista, sempre está rodeado de amigos, ou pelos irmãos Eduardo W. Gonzales, Fernanda W. Gonzales e Wilson R. Gonzales. Atualmente solteiro, divide sua agenda entre a corrida vida de empresário e os cuidados com seus dois grandes amores, as filhas Maria Vitória R.W. Gonzales e Luiza L. Gonzalez. Cursou Direito em Araçatuba, residindo na cidade no período em que estudou. Em Santa Fé do Sul, continua com residência fixa, onde sempre aos finais de semana abre as portas e com muita hospitalidade recebe os amigos locais e de diversas partes do país. CANADÁ A vida tranquila em Santa Fé do Sul foi deixada para trás aos 17 anos quando o jovem Fábio foi com a mãe Vera residir em Vancouver, Canadá, nos idos de 1997, por sete meses. Nesse período, aprendeu esportes como o esqui alpino, a vivência de uma outra língua, e também com amigos conheceu grande parte do país e da cultura canadense, experiência que o amadureceu e o inspirou com novas idéias e sonhos futuros. O INÍCIO Sempre presente nos eventos e na vida social de Santa Fé do Sul, em meados do ano de 1999, Fábio, com apenas 21 anos, despertou o interesse para o segmento de eventos de entretenimento. Neste momento se deu início à trajetória profissional de nosso entrevistado totalmente longe do que era a sonhada vida acadêmica de um advogado, para o inovador e competitivo mercado do entretenimento.


Se, por um lado, ainda não tinha experiência, sobravam determinação e uma grande network. Começando como promoter de uma casa de shows para divulgação e promoção de eventos, Fábio percebeu ali um nicho no mercado a ser explorado. O primeiro negócio poucos lembram, mas foi um barzinho em parceria com o CDA da faculdade de fisioterapia, o chamado Botequim Universitário. Acreditando em sua intuição, o empresário mudou o nome do estabelecimento. “Quando era Botequim Universitário, cheguei a sonhar com o nome Kalli, e após eu realizar várias pesquisas a respeito na internet, eu liguei para a gráfica e disse que queria o nome desse formato ‘Kalli’”. Nascia ali a marca que deu sequência a todos os empreendimentos do empresário Kalli Eventos, Kalli Itinerante, Kalli Promoções Artísticas. Depois disso, o empresário convidou o amigo Roberto Fernandes de Carvalho “Betão” para realizar uma parceria com o novo empreendimento; nasceu a Boate Kalli, que em pouco tempo se tornou referência regional. Como o sucesso da boate alcançava níveis surpreendentes, em 2003, Fábio, que por conta do sucesso da Boate Kalli passou a ser chamado de Fabinho da Kalli, inovou implantando a estrutura pré-montada, com a boate itinerante. O trabalho cresceu ainda mais exigindo uma difícil decisão para Fábio: abrir mão da Boate Kalli e se dedicar inteiramente às viagens e à supervisão de todos os projetos da Kalli Itinerante. A MARCA KALLI O investimento foi uma inovação de muito sucesso, já dentro do mercado de eventos que é extremamente competitivo. Fábio revela que a Kalli itinerante partiu da ideia que ele teve após visitar várias festas do peão e exposições agropecuárias e observar os bares dentro de tendas instaladas nesses locais. Em sequência foi implantada a Kalli Eventos, empresa que atende festas, shows e exposições agropecuárias realizando todo a infraestrutura. “Eu me interessei e montei uma empresa de estrutura metálica, para eu não ter que locar os materiais, depois disso comecei a locar para várias festas em diversos municípios, como Itapecerica da Serra, Piracicaba, Presidente Prudente e tantas outras cidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul”, revela. O próximo empreendimento foi a Kalli Artístico, onde o empresário, já com reconhecimento e credibilidade no mercado em trabalho conduzido com seriedade e profissionalismo, pôde estender o trabalho da empresa para a revenda e também agenciamento de shows e cantores. Depois disso, o empresário começou a comprar shows artísticos e também revendê-los às comis-

sões de festas de várias localidades. “Foi quando eu comecei a ter credibilidade dentro dos escritórios artísticos”. Em poucos anos à força de muito trabalho e profissionalismo foi sendo construída uma marca forte por um empresário jovem que praticamente desbravou o mercado para conseguir seu espaço, mas sempre, como ele enfatiza, respeitando todos os parceiros que teve pelo caminho. KALLI ARTÍSTICO As amizades e os negócios sempre foram se entrelaçando e, com orgulho, Fábio foi construindo, além de grandes empreendimentos, grandes amizades verdadeiras e duradouras que


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Nessas horas muitos dizem que não temos força, mas ela aparece, é importante manter a calma, e a fé em Deus.

fazem parte de sua vida. Os amigos, assim como a família, são pontos altos na vida de Fábio que, mesmo nesta rotina acelerada, sempre encontra tempo para aqueles a quem ama. Kalle Artístico foi fundada para agenciar a carreira dos artistas. No início, lançou o cantor Rato e agenciou as duplas João Bosco & Vinicius, que até hoje são grandes amigos do empresário, Maicon & Renato, e os grupos Sambô, Batom na Cueca, entre outros, também fizeram parte do casting do empresário. O sucesso foi inevitável, fazendo com que dois escritórios fossem abertos simultaneamente em Ribeirão Preto e São Paulo. “Além dos escritórios, fizemos muitas festas em diversas cidades, como Aparecida do Taboado (MS) e Presidente Prudente”, destaca. O empreendedorismo nato e a dedicação foram cruciais para mais esta extensão da Kalli, que se tornou referência também no ramo para realização de festas e exposições. FESTA DA PATROA Como atesta o empresário, é muito difícil prever o que vai cair no gosto do público, em alguns momentos é preciso aliar a experiência no mercado com a intuição para investir em projetos que podem se tornar referência-o que foi o caso da conceituada FESTA DA PATROA, que entra agora para sua 13 edição e se consagra como ícone em entretenimento de qualidade na região. Fábio revela que o nome “Festa da Patroa” surgiu depois que ele conheceu a “Festa do Patrão” realizada em Barretos. “Como em Santa Fé tem muita mulher, principalmente por conta do curso de Fisioterapia, decidi colocar esse nome”, revela. “Em Barretos tem muito homem e lá é do patrão, como aqui tem mui-


BLOCO FARRA Além da determinação, nosso entrevistado sempre foi motivado pelo sonho, pela criação e por não ter medo de mergulhar em novos projetos. Um claro exemplo deste empreendedorismo foi a criação no ano passado do Bloco Farra, ao lado dos amigos e empresários Teo Carvalho e Bruno Cicuto. A idéia era unir os dias de folga do carnaval em uma festa de qualidade tendo como opção todo o turismo náutico de Santa Fé do Sul e região, os foliões teriam o carnaval e ainda belas paisagens e muita diversão nos ranchos e hotéis da região dos grandes lagos, Um verdadeiro sucesso de público e de cantores como Gustavo Lima, Mc Catra, o Farra já entrou em 2013 como um dos mais disputados carnavais de todo o país. Depois do grande sucesso em 2012, o Bloco Farra se preparou para um megaevento este ano e vem com um carnaval que ficará marcado na história dos artistas do cenário nacional: Jorge & Mateus, Gusttavo Lima, Alexandre Peixe e Batom na Cueca, além de várias atrações que prometem não deixar ninguém parado. O empresário revela com exclusividade para a MEGA que toda a estrutura será diferente do ano passado. “Vamos dobrar a capacidade dos camarotes para 20 mil pessoas, o Trio Elétrico e o palco alternativo estarão em melhor sintonia para a troca dos artistas”. Fábio destaca ainda que uma divulgação expressiva está sendo realizada nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo e no Distrito Federal, atraindo um público maior e mais diversificado ainda. Um homem trabalhador que não se importa com férias, essa é a definição de um empresário que, embora tenha vencido os obstáculos, está efetivamente participando de todos seus empreendimentos. “Pra mim não tem hora, precisa viajar, vamos no outro dia; precisa fazer algo, fazemos em cima da hora”, destaca Fábio. O SUSTO Após passar o réveillon em Santa Fé do Sul, Fábio foi à praia de Florianópolis e, em determinado trecho, assumiu o volante do veículo em que viajava-

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ta mulher, principalmente pelo fato dos cursos de fisioterapia e odontologia terem grande índice de mulheres, foi marcante o público feminino nas primeiras edições, o que deu força ao nome da festa... é ‘Festa da Patroa’... e continua com muito mais mulheres que homens”, brinca o empresário. Fábio destaca que este é um dos segredos do sucesso em seu ramo: primar para que 20% do público que vai às festas organizadas por ele sejam mulheres, o que faz atrair muitos baladeiros e, claro, por sequência, tornar o evento ainda mais bonito.

Desistir nunca. Persistir sempre. Quanto maior a luta, melhor será o resultado

junto com amigos. “Quando eu já estava na direção percebi que não estava confiante para dirigir, senti tontura, não estava bem”, conta. “Entreguei a direção a um amigo e fomos. Lá fiquei três dias tomando remédio para sinusite, achando que este era o problema”. “Após não melhorar, voltei a Santa Fé e continuei achando que era sinusite. Fui ao médico, ele também achou que era a mesma doença”. Fábio conta que bateu a cabeça na quina de uma porta do escritório e desmaiou. “Fiquei zonzo e cai no chão”. Depois disso, um amigo que estava comigo contou para o meu pai, que é médico, momento em que ele muito estranhou e pediu eu fazer uma tomografia”, relata. Após cerca de 15 dias de insistência do pai, o empresário fez o exame onde os médicos detectaram um tumor de quatro centímetros. “Imediatamente o médico pediu para eu não tomar mais os remédios que eu estava tomando, e fui para São José do Rio Preto no mesmo dia”. O empresário conta ainda que teve muitas dores, por conta de ter parado de usar a medicação que o ‘anestisiava’. “A dor era muito forte, e não conseguia falar com o médico, por isso, me internaram e fizeram uma cirurgia urgente no outro dia pela manhã”. “Lembro que, quando acordei pela manhã, por volta das 9h, lá estavam o ‘Casquinha’, ‘Gutinho Sisto’, o Teo Carvalho, e depois de eu perguntar a hora, disse, vocês vieram me enterrar mesmo porque acordaram cedo”, brinca. “A partir daquele momento percebi que a coisa era grave”, conta. Após a visita, Fábio foi para a cirurgia tranquilamente. “Não deu tempo de pensar em nada”, revela. Muitos levam o susto com o choque de ter uma doença que sabemos a luta é árdua, mas eu só pude assimilar na recuperação. Antes da operação, os médicos disseram para o


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paciente que a cirurgia poderia afetar a fala, equilíbrio e a visão. “Eles disseram muitas coisas e que tudo havia um risco”. A cirurgia que tinha a previsão de durar oito horas foi concretizada após três horas e meia. “Depois eu fui para UTI – Unidade de Terapia Intensiva, e comecei a assimilar o que estava acontecendo. Nessas horas muitos dizem que não temos força, mas ela aparece”, afirma. Já a família sofreu junto com Fábio. “A Maria Vitória foi a que mais sofreu, porque afetou o também psicológico, porque ela tinha dores na cabeça e de tantas pessoas dizerem que o problema era genético, ela também fez os exames e nada foi constatado, daí parou”. Apesar do tratamento que estava sendo feito e bem sucedido, Fábio revela que em alguns momentos teve medo de morrer. “Em certos momentos tive alguns medos e esse foi um deles, na verdade minha preocupação era por conta das minhas filhas; se eu não estivesse, o que seria delas? Eu nunca havia pensado nisso, só que naquele momento comecei a refletir a res-

UM NOVO ANIVERSÁRIO Hoje, o dia 21 de janeiro tornou-se uma espécie de data de aniversário para Fábio, quando um filme da sua vida passa pela sua cabeça. “Essa data representa um marco na minha vida, por isso, digo para quem passa por esse problema, não desista, embora seja um momento difícil tem que manter a calma e procurar tratamento, e uma segunda opinião em tudo, porque a medicina está muito avançada, e nunca deixar de ter fé, trabalhar e ocupar a cabeça porque no final tudo dá certo”, diz. Para a família e amigos, Fábio agradece a compainha de sempre. ”Aproveito até para pedir desculpa por conta da falta de tempo, pois hoje sei que quem faz o tempo somos nós mesmos e família é aquela que você sempre vai poder contar”. O empresário revela que seu crescimento é motivado através das decepções que ele deposita em pessoas que não correspondem à expectativa. Hoje Fábio está curado, porém faz um check-up periodicamente e se diz realizado em sua vida

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Lembro que quando acordei pela manhã, por volta das 9h, lá estavam o ‘Casquinha’, ‘Gutinho Sisto ’, ‘o Teo Carvalho”, e depois de eu perguntar a hora, disse, vocês vieram me enterrar mesmo porque acordaram cedo, a partir daquele momento percebi que a coisa era grave

peito”. O empresário afastou-se do trabalho para realizar a radioterapia. “Além disso, pensei muita coisa sobre a minha vida, no antes e depois, e isso foi bom”. Fábio diz ainda que antes vivia em uma ‘rotina louca’, porém hoje pensa muito no que vai fazer. “Hoje tento me programar para tudo, mesmo muitas vezes não dando certo, eu pelo menos tento”, brinca. Após o grande susto de sua vida, o empresário revela que muita coisa muda depois que algo assim acontece. “Dizem que a vida muda totalmente depois de acontecimentos como este, hoje sou prova que muda mesmo”, afirma.

Hoje tento me programar para tudo, mas não me estresso se não der certo, viver é uma dádiva


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A dor era muito forte, não conseguia nem falar com o médico, por isso, me internaram e fizeram uma cirurgia urgente no outro dia pela manhã.

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pessoal e profissional. “Hoje não tenho tantas ambições só quero manter a vida que eu vivo hoje”. FÉ, FORÇA E MUITA DETERMINAÇÃO

Para Fábio, mesmo após a superação de seu problema de saúde, é normal que sempre pessoas que atravessem esta mesma dificuldade liguem para contar e para compartilhar com ele este momento. Ele sempre diz que em primeiro lugar, ao termos uma notícia desta, precisamos ter fé, e muita calma, não desanimar e buscar focar as forças no tratamento ao invés de dedicarmos tempo nos questionando sobre o porquê esta fatalidade ocorreu em nossas vidas. “Até hoje muitas pessoas me ligam, e eu fico feliz em compartilhar minha experiência e desejar que isso dê força para que a pessoa consiga seguir o tratamento.” “Desistir nunca. Persistir sempre. Quanto maior aluta, melhor será o resultado.” FELICIDADE Estar ao lado dos amigos, dos irmãos, dos pais e das filhas Maria Vitória Gonzales, e Luisa Leão Gonzales são a definição de Porto Seguro, e mesmo com a agitada rotina os finais de semana no Rancho Kalli são quase sagrados. É neste recanto que nosso entrevistado recebeu a MEGA para esta entrevista e, claro, repensa a vida, relaxa e planeja os novos projetos e já adianta que 2013 será de muito crescimento.


Albúm de família


SAÚDE

A terapia do riso

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LEGENDA

alhaços de Plantão, Arte, Educação e Saúde é uma organização não governamental, que acredita no poder do riso e na verdade do palhaço como fonte de promoção de saúde, tem sede em Fernandópolis e atua na cidade e na região desde 2000, levando palhaços a hospitais, buscando o alívio do sofrimento humano por meio do riso. A organização desenvolve projetos no interior paulista, tanto em hospitais como nas áreas de treinamento, educação e pesquisa. Rafael Guerra de Aquino criou os “Doutores da Graça” em janeiro de 2000, para desenvolver um trabalho de cunho artístico, com atores treinados para atuarem na área da saúde, a fim de contribuir no tratamento de crianças e adolescentes internados em hospitais. O trabalho teve início na Santa Casa de Misericórdia de Fernandópolis e, alguns meses depois, em novembro do mesmo ano, o trabalho se estendeu aos hospitais Santa Catarina e Casa de Saúde em Votuporanga – SP. Em 2005, passamos a atuar também na Santa Casa de Votuporanga e em São José do Rio Preto no Hospital de Base e, neste mesmo ano, nosso trabalho foi interrompido em Fernandópolis por falta de recursos, continuando na época em São José do Rio Preto, onde atuamos até 2007 e em Votuporanga, onde estamos há 13 anos sem pausa, porém nós não desistimos e em junho de 2012 iniciamos a formação de um grupo que começou a atuar no hospital em setembro do mesmo ano, para 2013 pretendemos multiplicar nosso trabalho ainda mais. Hoje o grupo é denominado Palhaços de Plantão, pois acreditamos na prontidão e eficiência de um trabalho que se mantém dentro e fora do hospital proporcionando, além do riso, uma reflexão nas atividades formativas e apresentações sobre temas específicos. Por ano são atendidas aproximadamente 2.000 crianças em Votuporanga - SP e Fernandópolis - SP. Além disso, são realizadas apresentações em


todo o noroeste paulista. Nos hospitais são realizadas visitas às crianças, buscando transformar a dor em riso. Sempre dois palhaços fazem visitas duas vezes por semana, desenvolvendo um jogo individual com cada criança, buscando uma relação engraçada e verdadeira. Os Palhaços de Plantão desenvolvem espetáculos, cursos, workshops, oficinas e palestras com temas de prevenção de agravos e promoção à saúde e relacionados ao desenvolvimento humano e a qualidade de vida, facilitando o processo de aprendizagem por meio de aspectos lúdicos, levando informação e formação”. A INSTITUIÇÃO É DIVIDIDA EM NÚCLEOS: Núcleo de Plantões de Palhaços:coordenação de todo o trabalho das visitas, como: relatórios, produção etc. Os atores (palhaços) vão aos hospitais duas vezes por semana e ficam lá até que todas as crianças sejam atendidas. Núcleo de Pesquisa: criado com o objetivo de compreender melhor o trabalho que os Palhaços de Plantão realizam e embasá-lo cientificamente, proporcionando mudanças para a melhoria da qualidade. Nele são realizados trabalhos científicos sob orientação de doutores nas áreas de psicologia, pedagogia e enfermagem e apoio de mestres, doutores e artistas na área de artes cênicas. Estes estudos são publicados em congressos e periódicos com o intuito de divulgar o trabalho dos doutores e para servir como instrumento para outras pesquisas na área. Núcleo de Educação em Saúde: organização dos conteúdos e abordagens pedagógicas; são encenadas pequenas apresentações com temas variados, além disso são desenvolvidas as palestras, cursos e treinamentos para pessoas e instituições. Núcleo de Formação de Palhaços: treinamento do palhaço, não só para o hospital, mas também para atuação na rua, no teatro e em diversos outros espaços cênicos. O núcleo é responsável pelo treinamento do próprio grupo e de outros grupos. MEGA: Qual a missão do grupo? RAFAEL: Nossa missão é desenvolver um trabalho artístico baseado na exploração do cômico, enfocando a figura do palhaço como carreadora dos reais valores humanos, buscando a igualdade e a profundidade das relações, dentro e fora do hospital. MEGA: Como surgiu a ideia de montar um grupo de palhaços e como é o trabalho de vocês? RAFAEL: Em 1998, tive um encontro com um grupo chamado Teatro de Anônimo, que me fez descobrir a figura do palhaço, fiz uma oficina e os reencontrei no Anjos do Picadeiro, um encontro internacional de palhaços, em 2000, quando entrei na faculdade de enfermagem Achei que havia alguma relação entre cuidar

e fazer arte, então, nesta altura, já havia ouvido falar de Path Adams, Doutores da Alegria e Doutores da Folia, iniciativas semelhantes àquilo que eu pretendia desenvolver. Então iniciei as visitas sozinho como Dr. Ferrugem, depois veio esse montão de palhaços. Por ano são atendidas aproximadamente 1.000 crianças em Votuporanga – SP. Além disso, são realizadas apresentações em todo o noroeste paulista. Nos hospitais são realizadas visitas às crianças, buscando transformar a dor em riso. Sempre dois palhaços fazem visitas duas vezes por semana, desenvolvendo um jogo individual com cada criança, buscando uma relação engraçada e verdadeira. MEGA: O que pretendem passar às pessoas quando chegam ao hospital? RAFAEL: Não importa se fazemos os outros rirem; o mais importante no nosso trabalho é promover o encontro entre pessoas de maneira autêntica e verdadeira. MEGA: Como é lidar com as crianças e suas inúmeras reações? RAFAEL: Quando a criança ri, a gente se diverte, mas também valorizamos o respeito ao espaço pessoal da criança; se a criança nega o jogo, vamos embora felizes, pois de alguma forma lhe damos autonomia, que lhe é retirada totalmente quando vai para o hospital. Não se pode dizer não ao remédio, ao palhaço sim... MEGA: Entreter crianças é mais fácil ou mais difícil do que adultos? RAFAEL: Pra nós o que importa é a relação: nosso foco não é a criança, é o estabelecimento de uma conexão verdadeira entre seres humanos. O palhaço comunica o que ele tem de melhor, a verdade, se mostra como é com seus defeitos e qualidades e, dessa forma, consegue ser amado, assim como deveríamos fazer nas nossas vidas. O nosso trabalho se inicia no hospital e não sabemos onde termina.  A braços e a pernas! Rafael Guerra de Aquino, Diretor Artístico Palhaços de Plantão: arte, educação e saúde 17 9715-3141


Foto: Elias Souza

REGIÕES

Dr. Walter Muller e profª Zezé, de Santa Rita d’Oeste tomam posse para seu 2º mandato

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om as dependências do Centro Comunitário lotado, tomaram posse em sessão solene realizada no dia 1º de janeiro de 2013, o prefeito Dr. Walter Muller juntamente com a vice-prefeita, Profª Zezé e Câmara de vereadores de Santa Rita d´Oeste para o período de 2013 e 2016. Durante a sessão o prefeito, Dr. Walter Muller, agradeceu a todos os presentes e disse que se sente muito honrado pela confiança depositada para mais um mandato, podendo assim, dar continuidade ao trabalho que começou em 2009. O prefeito falou ainda sobre as perspectivas para o novo mandato e ressaltou a importância de ter ao seu lado uma pessoa como a vice-prefeita, Profª Zezé, que tanto colabora para a administração e da parceria com o Legislativo Municipal, para que Santa Rita seja um lugar cada vez melhor. Após o encerramento da sessão solene, foi realizada a sessão para a escolha da mesa diretora da Câmara Municipal para o biênio de 2013-2014, onde foi eleito a seguinte composição: Presidente : Rui Antônio Miani; vice : Osmar Sampaio; 1º Secretário: Marcos Alves dos Santos e para 2º Secretário: Vaildo Vicente da Silva. Vale lembrar que esta era a chapa única, mostrando a unidade do Legislativo Municipal.


II Festival de viola sertaneja de Santa Rita d’Oeste

Dias 25 e 26 de Janeiro, a partir das 20 horas, na praça da Matriz.

Premiação : 1º lugar R$ 2.000,00 2º lugar R$ 1.750,00 3º lugar R$ 1.500,00 4º lugar R$ 1.000,00 5º lugar R$ 500,00

Inscrições até dia 25 de janeiro, às 16h00, pelos telefones 17 - 36431232/ 36431274 Apoio Governo Municipal de Santa Rita d'Oeste


REGIÕES

Prefeito Flavinho

toma posse em Três Fronteiras

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iante do plenário lotado em sessão solene na Câmara Municipal, no dia 1º de janeiro em Três Fronteiras, tomou posse o prefeito Flávio Luiz Renda de Oliveira, o vice-prefeito José Márcio Lopes da Silva e os nove vereadores eleitos: Lindomar Manoel Joaquim, Bruno Nilsen, Mikio Takayama, Meire AP. Lourenço Sorato, Mara Ap. Marsola Siqueira, Valéria Ranieri Quinelato, Washington Roberto Azevedo, Euvécio Simão de Brito e Rodeberto Fernandes Marconcini. Em seu discurso o prefeito Flavinho, releito com mais de 60% de aprovação disse estar mais preparado para administrar o município que já tem muitos projetos e obras em andamento. “Sinto-me mais preparado para recomeçar a frente da administração municipal, sendo que continuarei lutando incansavelmente, buscando recursos para dar continuidade ao trabalho já realizado nesses quatro anos.” Flavinho ainda destacou que sua prioridade de governo vai ser a construção das casas populares e também fomentar o turismo local, já que a cidade tem um grande potencial turístico, a fim de fortalecer o comércio. No momento a nova mesa diretora do Poder Legislativo foi composta pelo vereador Lindomar Manoel Joaquim (Presidente), vereadora Valéria Ranieri Quinelato (Vice-Presidente), vereador Washington Roberto Azevedo (Primeiro Secretario) e vereadora Mara Marsola (Segunda Secretaria).



Revista MEGA