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Indice

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.............,,,,..... 7 A Finalidade do EnsinodaArte.0 trahalhocomoÍundamento da necessidade estética - [ 4 e s i f e e iEÌ d u c a ç ãpoea U F P RD R o s eM e r i T t o j a n Rr,c l e s s o r a , o l l o r a n d a eE md u c a ç ãeoT f a b ah o P P G E / U F PP d o S e t o fd e E d u c a ç ãdoa U F P R

I m p a c t odsai m p l e m e n t a d çã oF o U N D EnFo M u n i c í pdi oeC u Í i t i b .a. . . . . . . . . . . . . - . . . . . . . . . , , . . . . . . , . . . . , . . . . , . . Ana LorenaBruel lvleífe em Educação UFPR,Pedasoga da Redelllrn cipa de Ensinode Curtiba,Dircçãodo S I S I V I M A CA n a L ú c ; aS a n t o s l V € í f a 1 d ae m E d u c a ç ã oL T F P RD,i Í e E ádoo S I S N I I \ , , I A R A n d r é aB a r b o s a G o u v e i a l , ' Ì e í r ee m E d u c a ç ápoe l au S q P f o f ad o S e i o rd e E d L c a ç ã oU F P P A n q e l oR i c a r d od e S o u z afi]lenreem E d u c a ç ã oP U C / S eP f o l od o S e t o rd e E d u c a ç ã oU F P R I s a b e l € A l v e s A l u n ad o c u r s od e P e d a q oaq UFPRB , os i s t ad e l r i c l a ç ã oC i e n t i f Ì c aU F P R J o s e t êD u b i a s kdi a S ; l v a E s p eac i s t ae m O r q a f l z a ç ãdoo T ' a b ah o P e d a s ó s i . oU F P R P oo SISMIIAC Jussafa , f o í ' d a R e d e[ , 1 ! r ] c l p adle E n n o d e C u f Ì i i b aD, i f e ç ã d l M a r i a T a v a rPeus q l i e l l i S a n t o sD F e n ì E d l c a ç A o - U S P P r o í " d o S e t o f d e E d u c eUçFãP o R L i l i a n ed e M o r a i s V a r e s c c h iE s p e c i n a â e m0 r q a f i z a ç ãdooÌ r a b ah o P e d a q ó q l-cLoI F P RP, e d a q o qdaa R e d e[ 4 u r i cp a ld e E n sn o d e C u f l t b a M a r i aA p a r ê c i dZ a a n e t t i l v l e í r ee m E d u c a q á oU F P RP , roí"doSeiofde E d u c a ç ã oU F P R

ila Universidade Púhlica: 18 0 caráterdem0crático um desaÍi0 [eÍmanente...............................-......... M a r i aA p a r e c i d d a a S i l v a E s p eac i s t ae m o f q a r i z a ç ãdoo T n b a l h oP e d a g ó q i c oI r F P Rl P e d a l o s a r a R e d e [ ' ] r nc p a d e E d u c a ç ãdoe C ! r i t b â P r o Í aS u b s t i i u i aU F P R D l f e ç ãdoo 5 l S t u Ì l \ 4 A C

Educação FísicaEscolarr umaproposla de Planejamento e de PÍáticaPedagó9ica............................. DouglaD s a n i l oD i t t r i c h E s p e c Ì a l i sR t ae. d el l l u n i c i p ad e E n s Ì r od e C u r i i i b aD, r e ç ã od o S I S [ 4 M A C J u l i a n e Sonda Espe.altta em oÍsarizaçáodoÌfaba lro PedasósÌcoUFPR,ProfaRedel\/unicipalde Ensro de Curitiba e RedeEíadua de Ensro do Paraná FloriseMatia Fiotese EspecÌallíaem Ed!caçáo,Profada Redel\lluncipa de Ersino.le Cufilibae RedeE5t.rl!a de Ensno .lo Paf.na Ángelo Ricardode Souza N/lestre em Educaçáo P U C / 5 qP f o t "d o S e i o fd e E d l c a ç ã o U F P R

paÍa0sConselhos Princípi0s da gestãodemocrática ......-. 28 e pr0cessos do ensino: implicações Escolares R u h e nB s a r h o s a dC e a m a r g oP r o f e s s o f D o u t oE f dDoA d aF E L . T ST Ph e r e z M a a r i ad e F r e ì t aA s driáo Professofa d o D e p a r t a m e fdt oe E d u c a ç ã oU N E S P R l oC a Í o

VidaCotidiana dosD0centes: desaÍios, dilemas e resistências. Reflexões na perspectiva da psicologia socialcomunitária latina-americana ....-.............-.....-............... l M a r i ad e F á t i m aQ u i n t a ld e F r e i i a s P r o Í aD r ad a U F P R P r c ! , f a m d a e P ó sc Í a d u a ç á o e m E d u c a ç ádoa U r i . e r ' d " d eF e d ed d o P " r " n ;


A Finalidadeo trabalho do Ensino da Arte comoíundamento da necessidade estética Paraqueservea arte?Estaquestão tempreocupado oseducadores da áreade Ensino larmente daArte(particu a partirda Leí5692fiLquetornasuainclusão comodiscìplina obrìgatória noscurrículos escolares), como objetivo dejustificara suaimportância naescola básica.

Cortudo,os eÍorçosdespendidos ree saiar€fanáotêmconvencido a malofiâdos pfofessofes € alunos,a começarpelaprá tlca pedasóqica, aÌrd4 presenienasesco las,qre maftérÌra inrpre$ãode inutilida d€, de "coisa supéríha". Comojá temos afirmadoem outfosmonrentos : "Queim p o É â i c i at e n rf i c a f d e s e n h a n df oa ,z e f do cadõesparao dia dasmáes,ou bandelf i n h a sp a r a a s f e s i adseS ã o J o ã aD ?evlaé teÍ maistempoparaa leiiuía,a escrlta,o c á l c uo - . . "( T R 0 J A N1, 9 9 6 ,p - 8 7 ) pefce Ao arallsarmosestasquestoes/ bemosque,de alsummodo,todase as es tão felacioiadas ao conceiioderecesida d e .P o f q u €" ,| a n e c e s i d ad de h o m b r e y e l objetode arecesidadestán enco,"rc/aciár: lâ necesidad se rcflefe."rtodornom€nto a alqún objeio nrateria o a una actividad cancfeta.Los objetos'hacerexisiir, las y a irve6a las nec€sidades necesidades a os objetos.La n€cesidad e su objeioson 'momentos', 'ladoí de un mismoconjur ( H io". ELLÊR1 , 9 7 8 ,p . 4 3 ) A análiseda necessidade eíética como cateqofiafurdarÌreniada atividadeartís, tica/ tem comopontode parlidao proces so de hrmanização do homemaÍavés do Íabalho. Seo homempfod!z abjetôspaa satiíazer suas,eresildádet os objetos aÉistÌcosforam crÍadospara satkfazef que aqui denominamos una necessidade, denecessidade estética. Ìstosisiriíica,tam bém,que a padir da satisfâçãode uma já des€nvolvlda, necessidade novasreces sidadessáo crladase, tanto as recessida descomoa suasatisfaçao íazenrpartede !m processo histórlco-

A atividadehumanaé/ nestes-ênUdo, uma ativldadequesedêsenvôlve de acordocom rinaldadesê aboradas, ao nívelda consci ênc4 a partirdeumanecessidade.0u seja, propoÊsÊ de senUdo um fim "cãrece lá al cançadô? ou um fesultadoobtido.0 fim preÍigúíaÌdeamenteo queajndanãosê con sequlua Énçar Peloíato depÍoporseob eferÌ ieuvos,0homemnesauna realidade va, e afifma ouÍa queaindanão exÈte." NÁzQUEz, 1970,p.189) No modo d€ pfoduçãa capitalista, os objetospraduzidospaÍasatisfação das re cessidades hunranassáotÍanío fmadosem mercadorias.As mercadoriaspof urn ado, corcspofdem a uma deternrinadareces sidade, a um va or de uso, e pof outro, c o f f e s p o r d e ma u m v a o r d e t r o c a . E m

A mefcadoílãé, antesde mais nada,um porsuaspfo objetoerterí0,umacoisaque, prledades, saUsiaznecessidades hunanas, selaqua for a natureza,a origemdelas, pfovenham doeíômagooudaÍantasia. t...1 A u u l Ì d a ddeeu m a c o i s a l adzê l au n v a l o r dê uso.Àras/essauulldadefão é alqo aé' peas propriedades Íeo.Determinada mate. íalmenteinêÉntesà mercadoria, só exGte alravésdelas.(Í\,1ARX, 1994,p.4142) Asim, a satisfação das recessidades humaras náo se limlta à me|a sobrevivên cÌa física, às "necessidades do esiômalro", mas, inchi tanbérÌr as nece$idadesespi rituais, "a fantasia", como a necesidade de eíetizar os objetos que produz, a ne'

cesidadede produzirobjeiospíoprÌamen te ariísticos,ou melhordizendo,criar fof' que masquecoitêmslqiiíicadoshumanos, identiíicamo homenrcomoo selrcrlador. As divercas funçõesquedeterminam a utilidadedosobjetos, corÌotãrnbém daquB es considerados aÉÍsticos,deperdemdo contextohislóficoaÍavés do qua sãode ierrÌriradase dasconvenções sociaiscria das pafa defjnÌrsua qua Ìdade.Portanto, asiec.êssldades sáohisióficâs/âssÌmcomo os objeioscriadose a satisfaçãoobiida aÍavés de es,e dependem do srau de de senvolvimeírto da sociedade, dosmeiasde p r o d u ç ã od,i s t r i b u i ç ãeoc o i s u m o". P o f eso,cuandosehabladeprodrcciór,seesú habardo siemprede producclón er !n estádiodetefmiiadod€ d€sarfollasocia,de a pfoducciórdËincliví.luos er socieda.l". ( [ 4 A R X 1, 9 7 1 ,p . 5 ) Deía forma,tambémro mododeprc duçáocapltalista,a necessidade cofsUtLi' seem condição básicadetadososobj€tos, nesmosoba forma de mercadorla, e náo pod€exÌstirnefhumvalof{va of d€Íoca) semva oí de Lrso(satisfaçáo de necessida der: "0 homemcomoserobjetivos€nsíve é, por iso, um ser qre pade.e,e, por sef um serquesentesuapaixão,um sef apa! xo,ãdo-A paÌxáoé a força essencial do pârao seu h0memqueiendeefer9icament." objeto."([4ARX,1987, p.207) EnÍetanio,no modode produçáoca piralis+a,ande as necesidaelesde expan &ío dos valoresexlsferÍe5prcdominamsobrc as necessidades de desenvolvinentada tâbalhadat a satisfaçâa dasrecessidades humafasestásr'bordinada aos literesses

EstsMlac


modÍ.aciónde nÊ.esesarl:s, s ì r n!rúna â t i l ol l l E L L E R1,9 7 3p, n a s p e . t o . ul a

d o c a p i t a e à d i v l s ã o5 o c i a d o t ' a b a l ì 0 . .ap L1 ía, Ìì nit.a A c dê acunrula!ãô e nattfa!, ia iea ]dadÊsó s qnÍl.a da e.n q r . s u an a t u f e zeax cu L 0 d o d e c f ér5ocd o q f a ud eê ! p ô f a ç ã d o ot í a b ah Ôo r t o d ae . quep0ssaÌì.0m preço dotfabalho !açãodo p r o f t t e fs ê f l a m e n t e a n p r o d u ç ã o . o n t n u a rla fe a!áo .a|ita ista. da suaÊprodrqão e m e s c a as e Ì ì p f ê : m pi a d a E L Ê nd e s e r a s i m n r r ì o d ô d êp Ì o d u q ã o . qn u ê0 i f a lrahadoÍexiê pafàar re.er5dadesd!er pansãodosvaofêsêxÈtent6,ao nvasdea rlqu?zamatc a êÍis1Í pafa ar ie.Êssda d ê sd e d e 3 ê i ú vo m e i t o d o í a b a h a d o f ( t u ] A R X , 1 9 9pr .Ì ,7 2 2 ) Côm úeiio, os Íaba lradofe5satiía r c o r d oc Ô Ì s u a s z e ! ì s u a s r e c e s s l d â ddees a p o s sb i d a d e se c o r d ì c a s , p o r q u ea s r e cessdadesse fepadefíì enlfe os ind viduos s e m p Ì ee ì v i l u d e d a d i v l s ã od o i r a b a l h o : Õ lúsar acqada io seioda divbãÕ da üa belho tleÍenlnra e esííuíú.a de necesstda d q o u a o m e n o s s, e r i / l m l i e s .( H E L L E R , \9ÌA, p, 2)) PoÍ consellu.ie, 0Ìl as pessoasse pfe' 0 c u p a me m q â n h a fd Ì n h e Ì r co, l r p e a t a t a d e e , í c a m i m p e d l d âdse r e a ! i z a df e t e f m i n a d o s d e s e j oDs e . i o d om o d o ,a f i q u e z ad a s nrercadoíiaspfoduz das, ianto como rrers d e c o n s u n oq u a n t oc 0 ì o D e n s0 e p r c o u ção, súb.reie todos à btsca nce$ante de

A nece$ dade (Beddürfnìs)dô dllnei r c é a s s i ì a l e Ì d a d ef a n e c e s i d a d ê p f o d u z i d ap e l a e c o n o m l aP o i i c a e a ú n c a r e c e s s l d a dqeu e e a p t o d u z .( . . . ) a p ' o p f i e d â d eP f i v a d af á o s a b e1 a z e f d a i e c e $ i d a d eb t u t a n e c e s ds a d e hutrâna;ter idealisna é a fantesla,a aúitrarìeded.", o capricho; 1...) íoda umafra' n e c e s s i d a df .ea o u p o s s i v e l é quezaqlre affaíará ãs moscasao me a d o e x p o r a ç A ou n v e 6 a Ld a e s s e l c a c o d Ì v a d o l r o m e ì . ( M A R X ,l 9 € 7 , p . 1 8 21 8 1 ) No eniafio/ o pfocessode desenlo vi nreÌ11ôdas Íotças prcduuvas pfofhovldos p , ê l ad i v i s á od o i f a b a h o e p a l a e x p a r s ã o d o c a pt a , t f a z e m s l u m a c o n t f a dç ã o :p o f r m a d o / . ' a a s c o n dç õ e sm a t e ra i s p a f a o p e r o d e s e r v o! m e n t od o s r l e i i oê d a s u a a t i v i d a d e , p o r o u t f od e t e í m i n aa í a a l i ' eiação sn re ação aos produtos e m'"!os

. A R X ,1 9 7 1 ,p . 7 1 6 ) d ep f ô d u ç ã o( M Destemodo,a deiefnrfação do saáfio doÍabr lradof,ao elaf eì contaapebásicasem set mlte na5as necesidades mírino, Íaiíorma enì " !r0", o3prcou e s. i ap e E t o sq u e f ã 0! h e s c o Í e s p o n d eNm re pectl!a,!s oblelosrfão coÌ'rsidÊfedôs c e $ á - i o so ú d e u x o e x cu s i v a m ê r tdeo p o n t od ev i í a e c o n Ô n l c o . .apita nle, na socledadê Por consequ !iía/ podernos consde'af obleiose rP.es sldádesde /rxo, iudo aqu o que.ão Pef dade5defli do terce ao s siena de necess pa'a a c assêifaba hadofa.Ìoda a dile rençaque se possala2ÊfefÍe as mefca d o Ì l a s s seÌ t u an op o n i od ev i s t ad oc o f s u _ a qua per m dor,tendôÊmvistaa cLasse podernos enter A paftiÍ desiaanáLise, q r a srod!' d e t e r Ìn a d op d e Íà f a z a op e l a ìais ba rossetorneì, tempofafiamente/ felose acesíle s. As iecesidadesde uxo são, e o3 objetosque hescoaespoÌrdenr p o Í t a n t od, Ê fn d o s e ì u Ì ì d e t e Í m i n a d ! tempoe em detenÌinadasc fcunstân.as,

l v i " q ú rp Í o d r . t 00 n e . e sd n Cc ô n c r e i : posseea propfledadde sef un pfodu.lÔ0 unaie.Êsldadde !jo. Ertov ere deteríl nadoLiri.ãrìertepo . lre.hodequeeLoh o urad0(y pôf tanÌ0quede lctc seàposeldo ent.nece5dad)pof sat sfechala.ôftesp0nd a m a y o i a d e a P o P ra c j ó r o l r i Ê n úr .amentepof a rn nôf a que rcpÈscnlã y dêpôdÊfad'rúÈitit0, unnive máselevado c l o e n v l ' 1 u d d:ed t s ó r d e t a b t r j oC. o Ì . o coírecmnciadee.rescicilÊpfoductvldad, a 5 i . o m a t e r o f d e o 5 . a n r bo s d . a estructufa50cã, ne.essdadesÔfI nafia en tcês dàde5 mentede ulo 5êcotrvle|ten

P o re s t em o l l o , s Ón o 5 e r td o e c o n ô r ì l c op o d e m ocsl a s sf c a ' u m ãn e c e $d a d e ou objêlode uxo.Po|tarto,a nece$dade esiéii.ae o objeú a|tisiico só podeì rf /nêiosdP .or5rrìo .1êirxd, coÌrslderados quandoÊ porque5ão .acesslle5 a c asse traba hadofae, ercedetras recessidades d e l i nd a sp a r aÍ a s o b r e v i v é r c i a . a . assel'abalfadoÍanão Em síntes8, podesaiisfazeÍdeierrnfadasneces5 dades qle Êstasselaì d-Ê a paÌt I do pfessuposto pois,a5 rÉ uro pof sla pfÓ!ílaÌratufeza, i!Ìo deiran de ex nif qlar .essidadÉr.íÉ do o sisienrapfodutvo íanstorma0 mo.lo te.esráti de defiição das "rÊcess/./ades E s t ec o n c el o Í o Ì m ua d oF o r H e e r ,é o delenvovirner_ mpolante pafeanÀLisar lrumaraspa€ a émdãs to dasiecessldades ê x l g ê nacsd eo f d e nv i t a o ! n a t l f a. N e s ' ênas rão * lin tanr às ne tã perspectila, cessidades rnatefielsrmas tarrrem as de cafálefrão rnatefal ta s comoo ensno,a padlc paçáopoliilca,o a.essoe arÈ/ eic.. queo homemtem deaí r A recessidadÈ de rìaf-se.omoseÍhlmanoé o lLrndamento todãa ativdadepráika,e é tambéíìo tLr coma feai detua relação estélica damênto dadejái|aÌríomada pelot/aba ro Seafl e quezalrLmaraé | quezade necÊssidades como mufdo,a ade se rlquezade € aEÕes jusiÍ capeaposlbi idadedÊ,aoÌnesnro tem po em qre erf queÉa Ìea dadee a revea tra.íomaf o ho.reme asla art slicamente/ d e v e r o m u r d o ". T - a n s t o m r a rad o ÍorÌa erte'lo-, 0 lr0Ìem rezc0Ì e a Lm natLÉza e med da, um nundolrunrano/ mundoà sla ratureza. Ulas o humairoà assimaÍescentot ieveder iraniofmar a sj r.esnror tanrbém es pos tampolcoem aa pÍópflenatureza a m e n t e" tava o hLrnafo dado Pfev p . u Á z Q u E Z ,1 9 7 s , s 2 ) Ena lfaníormaçãoôbrdiva{da reali d a d ee x t Ê f i o fe) s u b r evt a ( d a r e a ld a d e i r t e Ì o Í ) d e t e f l r o u , n a f e a ç ã o' è n i r ea n e c e $ l d a deeo b l ú 0 ,a c r a q á od es e r i l d o s propfiatrente l'rlman05 Fa'a rearlzafa sua e apfoprâçãodos pfoduiosda satisÍação suaai vidade.No pfocesode obielilação s e . r a m 0 5s e n d l 0 sh ! ì a n 0 se d oh o r n e m a relaçãh o r m a n ao b j e t i l aq u es e d e s e n ! o l l e a i f a v é sd e s e n t l d oes n e c e sdsa r l e

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i,.,-,[-:lcli

Ertretanto,o muirdodasrnercadorlas é o mufdo do esohmo,do iriere$e irdivÌ dua esokta. No âmbito do mercado,os sujeiios sáoindlferentes recipfocamenie, só seÍe acionampaÍaatendefa seu5inieres sespessoais/ rão evamemcontãas neces sidadesdos ouifos,as necessidades mais elevadas e mak humanas. PodemosdeJÌrirnecess dadesrnaise e vadascomoaquelasque u trapassamos iriereses lidiv dLajs,as qualstUarxde n o m i n a" r e c e s s l d a dseosc i a i s /q/ ,u en ã o cof€spordemà denrandado mercado,€ qu-psáod€teÍminadas por criiérlosecorô, m i c o s(.[ I A R X /1 9 9 ] / p . 2 1 : l ) grande Na sociedade contempoÍânea/ pariedasnecessidades sociaiseíáo suboÊ dinadasà iisUtuições(públicasor pfivadas),q!Ê detêmo cortro e sobÍea pfodu dosobjeiosque çáo/dkirlbuiçãoecafsurìro as corespoid€rìr/isio é, que deiefmÌnam as rcqfaspeâs quas sáosaiisfeiias€stas necessidades. Paraa saiislaçãodasreces sidades eíéticas,temosiodaproduçãore lacioradaà chamadainclústriacultural, bemcomaa criaçãode sa as de clnema, clubes,leaÍos, museus/ etc.-A limitação d0 acesso a eíes espaços e objelosé, bas camerie/decofrentes de dolsprobemas. Um delesse relereà condiçaoeconô poìso acesso rnicadaspessoas/ a maiofia dees sedá de fofma pfivadae, a so uçáo mak sÌmpes/ pofém nrprovável no aiual geÍa/ serÌatofnácontexto depflvatizaçáo l o sp ú b l i c o os u c r i a ro u ú o sq u ea s s i nor losem- Aindaassm, a €xisiência de espa ços públicosnão é cordiçãosrficlent€,e as pfoposiasa teÍnativasqLese co ocam nestãdireçáo comoexposições abedas 0u corcedoscom entradalranca têm a t r a í d od/ e m o d oq e r a , u m p ú b l i c o mais quepossuio "qoslo',pa|a inteectualizado eíe tipo de arie, d€ a qumâíorrÌìã,já de O queros levaa ideniÌficafa seqrrdo problema/quese feíefeà necess dadede umaed!caçáoeÍélica/ quedesrvolvaos sentidos hunanose iorneacesívela compreeírsAo dasobrasdeade/suastécnlcâs e m o d o sd e e x p r e s á od o ss i q nf c a d o sh u manosfe as contidos.EÍe proce$o/além de métodosadequâdos, exilreuma clafa d d i r i ç ã od af u n ç ã o s o c i ã l d a d ee r q u a r to expfessão € alirmaçãoda realidadehumaia/ e desuaiunçáoespecífica na pétipr ncipamen capedaqógicadesenvolvida/ le na iríiiuiçáo escoaí

m a sd e s u ap o s i ç ã no o c u r f i c uo e s c o l a r De um ado/a v são?adkiofa de ensiro quese cafaciefizapela feprod!çãomecâ nica dos padrõesclásslcosde arte, e de outro,a vÈãolibefalquese baseiana ex pressão por espontâneae mediata, acabarn possibilidade se erconíar no ideaismo:a de pÍoduzirÊ aprcciafa ãrte deperdede um dominatoe m sterloso. Naspa avrasde Porcher:"0s métodos ifadicionaise os méiodosliberaisrepre seftam,aliás,sobesieaspecto as duasfa cesde umamesmamoedã.."Eías "dras isfejlnhascorcore.tese queseexcomun g a m m u t u a m e r i ea,c r e d i t a m ro mesmo Deusda arte"l e "as difererçasresidem aperasnosexercíclos de cuto". Em am basos casos,não há o queensiraf,basta d ê i x aqr r ea " r a i u r e z a a " j ap o fs i : s eh o u verralentoeleseapresentaráj senáohou v e f , f a d a p o d e r ás e r f e i t o -( P 0 R C H E R , 7942, p_2r.2I) Nestadlreção,o "desenvolvlmento da cr ativldade",pelavia da eÍimulaçãoda expfessão esportânea, 0flentadope as te NeslabLsca,o camirhopercofrldoíoi orias nodeamericafas,e popuarlzadoa p a r i i Í d a r e f o f m ae d u c a c i o ndaol sa f o s lonqoe pefmeadopor avarçose recuos, pe a dificudadeem encor deienninados 7 0 " , a r d a m a n t é ms u âl r f u ê n ca : " N a quetoírassemtorrarv sí tÍar relerências ade educação, o queimpo'1anáoé o pro vel umanecessldade sertida.Comoafifma dutofinalobtido;nAoé a pfodução deboas quea arte é necessária, obrasdeade.Antes/a atençãodeveÍecaiÍ Flschef,sabemos f e s t as a b e Íp o f q u ê(.F I S C H peio E R ,1 9 8 1 ,p . sobreo pfocesso decrlaçá0.0 processo qual o educardodevee aboraf seuspfó 7) pflosserildosem Íe açáoao murdoà sua 0 pesoda históflado ensiroda arte ra escolab|asil€ra e dasconcepçõesteóflcãs voltã.A firalidadeda ade-educação deve queo maiizouaÌrda sefaz sertir nosdias sf, sempfeodesenvo vinreniodeumacons de hoje,iofnardodlfícilsuperarosprobe c i ê f ca e s t é t i c a .( /D/ U A R Ì EJ R / 1 9 8 5 /p . 73) É esia influêrclaquepadeÌÌoside.ti ficar, pof exempo, nos subsídiospara a pfoqfamaçãode EducaçãoArikiica de SantâCatafina,ap€sardejá esúf coftida a preocupação como deservoìvimento dos sentidose da percepção:"Na Educação aÍavésdaArie,umaíofmaacessÍvele ãde quadade eÍimulâr a crlarça,é daf aier e se.timerios/visafdo 0 çáo às ernoções a p r l m o r a m e n i od e s r a c a p a c i d a d e percepiiva e a dinamzaçãode sua lmaqi.ação, atravésde experlências cfiadofas, l a d ee n a m e d i d ad e s u a sp o s s i bi d s llmi t e s . "S A N T AC A Ì A R l N A1, 9 8 58 8 , p . 7 ) C o f t u d o ,a i n d a s u b o f d i r a d aa L e i 5692l71,formua seus"objellvosseralse especílicos da expre$ãoplástica",dentro do espíriioda lei: Vejatabelana pá9iÌraseguinte: CompÍeender comoa necessidade es téticase conífói/ semaniíestae setrars tarna, a padir desuasfelações como tra ba ho, é a condiçãopafadefjnifos objeti vospa|a 0 efsinoda ade na escoa. se na maioriadas vezes,a a'1e é co ocadana escolacomoforma de azef e expÍessáo espontánea.", reíe senlldo/opostaàspÍe ocupações re acioradascomo conhecnren to rece$áÍlo pafa a íofmaçãohumana, esta situaçãose exp ica pelascordições esiabeecidaspelo s stemaproduiivo.A concepção de arte/ qle predomra neía áÍeade ensiro,estácenÍadana individu alidadeabsolutado sljelto. A paÍtir da décadade 80, os eíudos na áreade €rovaçáocuffÌcular,a paíti. de umanovabaseepisienoóqicade base uma rova pefspectrva p a | a 0 e n s i rdoa a r t en a e s c a o b á s i c ap,a f a s u p e Í a ra v i s a o o Í a i d e a ls t a / o r a mecarjcista/qLeter. permeadoa edlca ç ã o e s c o l a [b e m c o m oo d e t e f m i n i s m o mobÌllsta das arállses critico-

hqsrsn4Ac


(_ : - L::acLi

OL Á S T T C A U N I D A D EE : X P R E S S ÃP GERAIS OBJETTVOS

OSJETIVOSESPECÍFICOS

.

Objetvosseraise especlícosda ex

. .

IdentÌfÌca'flguÍasgeoméÍicas. C r i a fc o m F o s l ç õceosml o Í m a se e s

. . .

a coofdenãção nrotofa. Desenvolver Erpfessarse esportaneanrentÊ. s tsi Ì nous v s l a l s e l á D , " s e n v o l v eBf o e orlg na dâdeapfo teis,cfiatividade veÌtãndoos íecu6osdisporíveisdo

.

Ìfãnsfofmaímateriaisde sucataenì prodltosofiqlnak de loÍma, corese iexturas,e.ì espaçosb e ir dirÌìen-

.

lnovãr as iécnicasde plntura,desenlro,qrawrfa,escl tufa/ teceagerìr/

.

.

E d u c a ar p e r c e p ç ãeoa a p r e c l a ç ã o de va oresc!lturaÌsda Íe9ião,do es. e desenvo vef a EducaÍã pefcepção capacidade deaná ke cfíuca,ampll- . ardo o campode experiêicias.

S e f i ai n t e f e s s a nat en a l s a fc a d au m d e s s eos b j e t v o sa p a r t Í d a o í e f l a ç ã o m e t o d óo q i c ad o d o c u m e nrt \o0 b a o f i e r cíiadofe" e das taçãoda livre Bxpressão deauvÌdades, o quedemaldaÍla srqenÕes que !m ouÍo estudo rão cabeaqlr nesse espaçoe exirapolaa f ia dadedese Ía b a l r o .P 0 f h o f a ,d e i x a m ocso m oi l u s t r a çãode unìâÍórnìua quea rda hojese fe p e l e e m m u t o s p f o j e i o sp e d a g ó q i c o s . { S A N Ì a C A T A R Ì N A1,9 8 58 8 , p . 7 ) E mC L r i ib a ,a p r r n e l | ae x p e f i ê nacd e r e v l s ã cou f f c r a f d o p e r i o d oc t a d oa c i ma, iem comobâsea pedagosa hlíórico c r í i c a , d e s e n vvol d a P o f D e f m e v a S a v j a n i e o u Í o s , c o m a f i n a l i d a d ed e o rs . o n t e ú d odse, u m p o n "'edime.siona lo de vkta cieriífico, cfíi co, refLexivo." ( C L l R l Ì Ì B A1, 9 8 8 ,p . 2 7 ) Noquesefefereao erslnodaade,ioÉ t e m e n l el n l l u e r c i a d ap o f ! m a p r á i i c a o srandedesaÍioefa "ìden esponiafeísta/ pafa redlnrens ofáiiÍicar" os conieúdos os. Nessadi€ção,o ãvançoobildocoríl tuiu'seno fesgatelrisiórcodoconhecmen t o ,a c u n r u l a d o o a rol r od aH 5 t ó f a d a a f i e / q ! e d e v e Í i as e f i í a n s mt i d o a o s a l u n o s cofÍo cordlçáopara pfoducãoe apfecaq á od a a í t e :" N a e s c o l aa, E d u c a ç ãaoÊ para iGticacois|tui r ro espaçopossive! p a|ii' m e i o s d e e x p f e s s á a o o d o m í r i od o s da realidade, do co da obseÍvação efelÌva qos iormas e cód socia fhec mentodas m e . t ec o . s t r r Í d o s e df aoz e Í a ' 1 1cí oc o m o l i n q l a q e m .("C UR I Ì l B A , 1 9 8 8 ,p . 1 1 3 )

Exporar a a|te folc ófica; reqonal, e s i a d u ae n a c i o n a . Maiilenar atitudede iftefe$e pe os na obrade aÍie. valoresestéticos

Pãraelamelto,a rde eíadual de en s i n od o P a f a r áa, e x e m p ldoa n r a i oar d o s suapr0p0na eíadosbrasilelÍ05, deservolve q u eé a p f e g i a d a e m 1 9 9 0 .0 C u í i c uo Básic0 d o P a f a n ái n d i c am a i s! m a v a n ç o no pÍocesso, definlçãodo obletivodo ensié ensi arte: no da "educaresteiicarientê cf ticamente, a lnterpfe naf a vef/a ouvÌr raf a íea idade/a íiiÌ de ampiar as possi' ao úisuca." b Ì l i d a d edse l Í u l ç ã e oexpfessã paía a ação Pafa sso,Fropõecomobãse pedaqóqlca: dosobjetose "a humanizaçáo culiu|ale o dossentidosia íamiliarÌzaçáo sabefeíético; e tarÌbémo íaba lroaÍtís i i c o . " ( P A R A N Á1, 9 9 0 ,p , l s o ) N o e n i a n t o ,o d e s e n v o l v i m e ndi oa metodoogiapr0posta/bemcomoa qua È paracorsolldaÍ ílcaçáodocente necessáfia lma mudençaeleiivasofreudufosqo pes: de encamlnlìa de um Lado,as mudanças meniopo ítico dos governosque se suce deram,já sob fofte inf uênciadas Íans l o r m a ç õ e es c o n ô m l c asse r a d a sp e l a q oballzaçãoe pelas rovaçaesde ofdem i e c n oó q c a e a d m i n i í r a i i v ad o s l s i e m a produuvoìe de outfo/masro mesrnocor qre Íouxe pafa texto,da novaleqÌslaçáo" o nter of da escolaa chaÌrada"pedalo 9iã das competênciaí',qre pof hofa não E n a m u d a n ç ad e e r c a r nn h a m e r t o p o d es e Í p e r c e b i d faa Í o Í m u l a ç ã od o s PaíâmeÍosCrrficu afesNacionas, púb i Funda cadope a Secfetarlade Educaqao menta do rì/inlíéÍio da Edrcaçãoe cul

lufa.Apesad f e c i i a f c o m of e Í e f ê n c iaa peos elaborãdos ma ofia dosdocumÊnios eíados bras eirôsao lonqoda décadade Báscodo Parará, 80, nc rslveo CufrícuLo . u em a i s n á oi n c o r p o raas u ac o n . e p ç ã00 q r eviddrclanosseusobjeivosé a íinali dadede ensfo da ede pe a ârte, sto e, â arle e ersila se ad.êpafa compreender se expressar adistjcamente. C t a m o sa q u i ,c o m oi l u Í f a q ã oo, s o b jeuvosexp'essos pafa as eiapasJinas do ênsro fundamenia / a fim denáonosa on . e x p e r l m e n tea ef x po f a Í a s P o s b si idadesde cadalinqleqemartGt cãì . c o m p ' e e n deeur t i i z a f a a t e c 0 m 0 linguagem, maÌriendouma ailtudede buscapessoae/ouco etila, adicu ano ,e n ì o d o a p e f c e p ç áaoi,m a s i r a ç ã a a sensibl dade ea a irveniqação, ção, fef exáoao Íea izaf oufru r p'odu-cÕes . expefimenlar e .onlreceÍmaierlais, ( . . . )d e n o d oq L eo s u i i l l z ee m t r a b a 5lnterpfe l r o sp e s s o a i s , l d eqnrt ef - 0 e os e contexluallze te-osna apiecÌação . constflrifuffa rÊaçaode autocon alGtica pessoÍiançacoma produção esiéilco/fespeitan a e conreclmento d oa p í ó p r i ap r o d u ç ãeoa d o sc 0 , " s a s , sabendo Íecebefe elaborarcriiicas; . ì d e r t i Í i c a fr,e l a c i 0 n aeí c o m p r e e n der e afie comofato hisló'co coniex tua zadonasd ve6asc! ttras, (...)t . observaras felaçÕes enÍe a ârie e a idade, rellet rdo, lnvest fea sando,in . i d e r i l f c a f ,í e a c l o r a re c o m P r e e n def dilererÌesfunçôesda aÍie, do tra ba ho e da pfoduçáodosartistas; . identiïi.ar,ivesti9aferrfqarizarln formações sobrea afte, reconhecendo dospfo a varledade e coÌrpr€erdendo estéilcas duiosadísucose corcepçÕes prer.tes nahlstófa dasdileÍentes cul . p e s q u l seasr a b eor Í q a n i z ai nf t o r m a çõessobrÊa aÍte erncontatocom aÍ t ías, obrasdeafte,Íoriesdecomun c a ç ã oe i n f o r m a ç ã{oB. R A S I L1, 9 9 8 ,

As pa avrasdeorderìraqoíasão:expe rinentaçãoe contexÍLàllzaçãa.Prccisamos cuLtureconhecef e fe5petaÍ a d veÍsldad€ f a l , l d e n u f l c aeÍ c o m p r e e n daesfd t e f e n


-

tes nrçoe! da a|te/ pesqusai ê oqan zàÍ .iofnìaÇôes/sabeÍ elabofai e recêbefcfí u.as, etc.. Pafaq!ê? Ìa vez/tonando coÌno i e í Ê f ê n c i aa " e s t é t i c ed a 5 ê i s l b li d a d e t / d e i . i d a n a s D ' e t f i 2 Ê sC u í l c ! â r e s N a c i ô n as / p a f e t o f n a f p o s s l v eel s i r n ú a f a . r i a 1 ! d a . e ,o 6 p i t o r v e n i v o , a . , r o.idadepeo ìusia.o,. a ai.ilv dade,hem . o m oí à c l i a a . o n n n r q ã 0 d ed e n i l d ã d ê s .apazesde supoÉarã lrqL etaçã0,convl v e f . o n r0 n . e d oe 0 ì p r e v È i v e l , a lcroÊ ' e . o n vv e r c o n r ã d i v e E i d av d a0 : ,r z a fa q u a dade,a del.adeza,a sul lê2tr,as ioímas ú d i . a t eã e q ó fc a sd e . o n h e c Ê o fn r u n dêô iazerdo azere da ima.lnaçãoum Êxef.i cio de lbefdaderesponsávÊ Contudo,e apesardos enL'av6 egai!, o s e d u c a d o f e sc o i t n u a m d e s e n v o !erdo n o v o sp ' o l e i o sq u e p e ' m t e r n e v a n ç a fn a d e f . i ç ã o d e o b l e tv o ! p a f a o e n s . o d a a d e na d feção do p eno desenvovifnento hu ma.o/ romard0 a aftê c0iÌ0 fesposÌãã unra n e c ê s s i d ã dher m a n a i L r d a m e n t a. E n e avançô pode sêf dentil cado nos objeiìlos r o f m L i a d o sr a P f o l o s t aC ú f f c ! a r d e P n l r as , n u n l c i p i od a f e g á o m e Í o p o t a r a FoÍnraf e amp af os seÌrtdospaÍa rma efe|va cornpreensão da cu tufa v sua, so nora, cên ca e da dança/ med antô o domí n o d o c o i l r Ê c i Ì n e n taof i í s i i c on e c e s s á f i 0 pa.a iie@feiaf o s giif cado dos objetos. 1..,) P o s b Ì l Ì t a - a o a l u n o ,t o m a . d o . o ì o €tuíên.a o leu olhaf e o seu cofhecl m e n t o , o d o f n í n i od ê d Í e f e n i e sl o Í m a s d e i Ì r i e f p r e t a E ãdoo s q i i f i c a d o d o s o b j e Po$ billtaf ao a uro, Ìnediante a íoÉ n a ç ã o d o s s e n t d o sê d o d o Í ì l n i o d o c o ilrecimerto adísti.o, cofsttrri' esÍeLé!i a s d e p f o d u ç ã oê a p f e ca E ã o{ c o m p f e e f sáo e interp€taEão ) dos objetosqLe .ois t t u e m a p f o d u ç ã oc u l l r a . ( P l l l H A I S / 2000,p. 1661rr9) No entafio, às cond qõesÌÌatefia s da e s c oa / e s p e ca l m e n i ed a e s c oa p ú b c a , t o Ì a m a Ì f d a d i s l a n i e sa s p o s s i b i d a ( e s de !m avanço etetilo .a lnrp erÌentâção d e s s apsr o p o s t a s0. e n sf o d a a d e , i a p e r s p e c t v a a p o n t a d ae / x i q e e s p a E oe t e m p o ádeqlados,natef ais específcos e qla f .a_cãopeÍÌanenie parã os prcJe$o'es. E kso, numa soc edade .ap ia ista, é unra

l t o p i a , p o i sa i d a p f e d o Ì n i n a" a i d é a d e que a arte é umr allv dade aflstocfát ca/ p o r i a n t oi o f a d a s p o s b Ì l i d a d 6 d a m u t i d ã o q u e p Í e c i s ai ' a b a l h a Í p a r a v i v e f " . ( P 0 R C HE R , 1 9 8 2 , p .Ì , 1 ) Se hoje, a !a ofização da eslét ce, re l a c Ì o r a d aà s m u d a i ç a sn â ! b a s e sn a t e f i a s d e p f o d u c ã ot/e ì q e f e d oo d e s e f ! ôv i nrerÌo oe lovos pfocessospedaq0qc0!/ n0 â m b Ì l o d a s f e a ç 0 e 5s o c a s a Í a ! é s d a s alvidades adist cas. Contfad torianìente, o e.sinoda ade.oftin!a apfesenta.do dilicu dades para encam flrar seus objet v o s .P a | ad a i c o n t à d e í a c o n t r a d i ç á p oe , cisaìosana saraatvidadeadisil.aeseus fel exo5io pf0ces5oedr caiilo, tendocomo feíêrc.cja o rnodode prcduçáo,disir brl ç ã oe . o n s l n r od a a t e s o bo c a pt a l l s m o . lrlLitas vezesse cofs dera, equivoca d e m Ê n t eí/! e a a p r o p r i a q ã od o s o b j e t l s ariist cos se dá de loÍma irred aia através d o s s e r t i d o sN. o e n t a n t oo, d e s c o n h e . l m e n t o d o s. ó d i s o su t i z e d o sp a Í a p f o d u z| ! , ì o b l e i o m p e d e mr n a p e r c e ! ç ã ôm a s Ê a bofada, armeriando o fisco de coÌrtorrnâ ção do sujelto aos nieressesdo .apila . A Í a t a d e c o i h e cm e n t ô ! s l s i i f i c a f a l t a d e deiesas, eva ao conslmo passilo e Ìned aio dos produtosadGt cos, o que pos:b i t a u m a v l s ã oÍ a q n r e n i â d ae d l n o r c l d a d a fêa dede e tona as pessoa5vu ferávels à A partÌf desta compfeensãoé que po d e m o sa s r m I c o m oo b j Ê tv o s p a r a o e l s ro dr afie na escoâ/ a pfoposl_cáo .e Pi nlrals: a tofmação e desenvovimefto dos s e f i d o s ; o d o m í no d ô . ô n h e cm e . t ô a Ê U s l i c of e c e 3 5 áof p a r a c o m p r e e n d e raar t e .omo rÉ o decoìpreeÌrsão e huÌnaÌ'rizãqão

d a r e a l l d a d eh u ì a i a i e a c o n s t r u ç ã ôd e eslratég as peÉ pfôd!ção Ê epf-ê.açãô da

d e e s t é i i . ac o m o u ï a n e c e $ l d a d e funda m e r l a d o r o ì e Ì , e o e n sr a d a a { e p o d Ê É c o n Í b u l f p a r a o p ê n o d e s ê n l ov i n e n t o h u m a n o p/ o i s :ì \ C ú a n d ô c e s ae d o m i n l ô d e l e s c o s a st o b r e e i h o . r b f e ,c ü a r d o a s f e a c i o n ê s f t e í l ì u í ì a f a s r 0 a p a r ê c e ny a .onro re à.ionesentfe cosas,efionces ioda n e c e s l d aeds ! r o b e f . a d ap o r a ' n e c e s i d a d d e d e s a í f oo d e l r d v í d r o ' , l a n e c e s i d a d d e a u t o f t a z a c i ó nd e l a D e 6 o n ai d a d " . ( H E L L E R ,1 9 7 8 , p . 8 5 ) P a a ! ' a s c r a v e : r e c e $ Ì d a d ee n é t i c a ,

'1 ' . '2 ' . . ' ' . ' ' .

V e r : Ì R o J ^ NR, .M  a | t ? Ê a h u Ì ì a n z a ç ã o d0homên:aíúa de.onl1s,pafa quÊsÊrue a a | t e ?E d ú c a i ê ÍR e v h l ac,u ' i r i b an, . 0 1 2 , D ea . o f d o. o m M a r Í , p 0 d e n r o. as$ i Í i c a r at mÊrcrdofjas eÌì doÈqrpos: queÊìfam r0.on5u a) rrleiosdec0nsunro nro da c a5seÍaba hadoÍae, 5eìdoÌnelo5 nê.Êssádo5 de5ub5isiên.la, .ônilluêÌr paÊ te do .onnrmoda cla55ecapiL,rl5La, enrbo ,a nu las !n6 .lÍcrcnts cì .lüaldadce ra of dôs.oisunrjdorp.los tràbahadorer. |.I ìelos deconsrm0,e.assári,s, nãoim p o f t a n dnoo . a ; oq u eo p f o d l t 0o, t u m 0p o f erenrpo, ;ela or nã0 neces5árlo d0 pont. de vÈia í 5 olóqi.o;bana que o seja.on b) lÌ4e0s de .onsumo de /r{0, que 5ó eì i f a Ì n o . o n 5 u n rd 0 a . l a 5 s Ê . a p i t aÉ t a e a s siiì p0dendoapenassef tfocados pof nraÈ v a i a , q r ê n u n c ãc r g a a ô b o s o d o I a b a h a d o r ( l r l A R X ,1 t 9 1 , p 4 1 1 ) S e 9 ü n d o H Ê e ' : " L a s n Ê . Ê sd a d e s 'nÊ.esaf aí sôn àquÊ as Jrqidas hGto'i . a Ì n Ê n t êy f u d r 9 d a e a l a n ê f a s u p e ' v i v ê na. i Ê n a 5 c u a ê s e Ê Ê n ê n l o . ú l Ì a t a , È Ì r a G l y a . o í u n r h e s ô nd e c 5 v o s y cuya satisÍacción.s Date connliutiva de a v i d a o r m a d e o : h o i r b ' e : p e d er c e n t e s a una detefmiÌradâ. a5e de una detefmlna daso.iedad.DÊroÌì nam0s!ìedio ne.esarlo p a f a a s u p e r u v Ê na. ' e n u n d Ê t e f m l n a d o l empo o paía !nadeteÍnr nada. asÊ,atodo lo que sin'Ê pafa a taUía..]óf de as r.es dadÈ5(iiÌã et y de as irr.e; dade; n e . e s a f l a í ' .( f l E L L E R , 1 9 7 3 , p l 3 l 4 ) de Dlretriz?se B a s e s d ae d u . a E ã N 0 a.iona Vert entfe oLtÍos Íaba hos do autor: Esc0 a e Denr0.fa.la (19.l e PedalroqiaH tt0 f i c 0 C f i t i . a :p f m e E s a p r o xn r : ç õ e .( 1 9 . J V c f c s 0 e .a l n e r t e : L 0 E , L . i 9 3 9 , 1 / 9 6. Re5ouçôo e Pafe.Êrc5do CNE, ÉfefenLes à i D i f e t r i z e s C u n ' üa f e s N a . l ô r : s p a a a Edu.acãoBá5.a io site http:l.nrc.qov.br

:I]SISMAC

11


I 7 R e süi E ã o C E Ei " 3 d ê2 6d e r ú r l rdo. 1 9 9 3 d o C o n s reo N a . ô n a d e E d u . a ! ã oC l l E , r c Í e ' e r t ic. D l e Í l z e s C L f f . ' a . s N a . o n as o a f a ôE i s l r 0f t l á do ,n a l o a G uo m a f

REFERËNCIASBIBLIOGRÁFICAS B R Â 5 Ì L L e i . ' 5 6 9 2 d ê 1 1 d Ê a q o n o d e 1 9 7 1 F ! a d l r e Í z Ê se b a : . s l l a n o Ê n sn o { l ? Ì ' e

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. a s edsa E d u . a ç ã o L Ê n 9 i 9 1 d e 2 0 d e d e z e m bdr eo1 9 9 ó .; + a b ÊÊ c ?a t D l r e t Í z e sB N a co í a . D i á r l o0 í . l a l d a i ê p ú l rl . a F e d e r a t i d, roaB a s , B r a s a , n a 2 A 4 A , l . 2 1 A 323j B 4 r ,

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09 , 71. 1 3 5 3( G f u n dsf c ) . V o u Ì ì Ê1 . ì ú é r ì c c: S q o V l ê n Ì u u n 1 flosóílcose oul'oslÊxiose;.0 h dos 4...5ão Paulorl\lo'rl . !laruscrltoseconônicÒ

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4 ed R o d. JanÊfo: . 0 Capitãl .fitjca da ecônoma polit ca. Ll! o 1, ir0l B e t r a n dd o B f a :l S A , 1 9 9 4 . : c a ì p u s ,1 9 3 7 0 5 Ì R 0 \ ü E RF, u n l v e | s ôdsa A Í t e .4 e d .R i od eJ a n e l f 0 E d r . a ç ã o C r t r i c u l o Básicopa'aaE$oaPúbicadoPa'ará. E s i a d d o a P A R A N Á5 ê c ' ? t a Í a d e

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ip4saÌrentq 1!.0, a 1e)


AnaLorena Bruel AnaLúciaSantosI AndréaBarbosa couvêia ÂnqeloRicardode Souza IsahêleAlves Josetê Duhiaski daSilva Jussara MariaTavares Puglielli Santos Lilian€de MoraisVarescchiMariaAparecida Zanetti

I-pactos

da implementação do

FUNDEF no Município de Curitiba A aprovâçáo daEmenda paraaedilcação ConsiitucÌonal No14eÌn1996trouxe mudânças importantes e,pfincipalmente, para o financianento da educaçáo. A Emendaredefinea dìstíÌbuição de cofipetências sobreo ensinoíundâmental entreas difefenies esferas d0 poderpúblico,clestacãndo o papeÌsirpletivo e redisifibutivo da UnÌãoÍrentea estaetapa que daeducação básica, alénìde alteraoartigo208daConstiiuiEão Federâlde 1988,noquedÌzrespeÌto à obrigato fiedade do ensino. Tal alteraçãono ariÍgo208 estabelece comnovaforçaa exclusiva obrigatoriedade do efsinofundaÍÌlenìal, deixando a educacão infântile o efsinomédìocomocÍeveres do poderpúbiico mas,nãocomíorçadedireitopúblico subjetivo.

Alémdeía mudança, a Emendaalnda a tera o adiqo 60 das DisposçõesConsti t u c i o f a i sÌ r a n s i t ó r i a(sD C Ì ) d e í o r m aa reafirrnara secundarização da Unlãona qaraniladoenslnofuf damental. Apesardo discu60oflcialquejuíificau tais mldan da !niversaizaçãodo çassabo afgurÌrento acesso ao úrico níveldeescolaobÍlqaióro n o B r a s- H á u m ac o n Í a d i ç áfoa s . a f t e q L a n d oe n i e n d e m obse ma m u d a f ç ai o adiso 60 das DCÌs.A Constituiçáo Fede ra de 1988/alirÍìava quea llniáo/ Esta dose [,,Ì!iicipiosesiavamobrisadosadest i n a r5 0 7 ,d o sÍ e c u 6 o sv i n c ! l a d oàs e d ! c a ç a o ' p a r a o e n s i . o í u n d a m e n t ae e r Í a d i c a ç ã od o a n a l f a b est r ì r o .C o ma Emendata dispositivo foi redeíifidonos

NosdezpÍinìeiroranosda promulgàção destaEfienda,asEsÍados, a DkÍita Fede ral e os l|luni.ipias d6tinaÉa nãÒnienas oe sesserrapol .Ér.o o05/e.!rsos a quese

Conropodemos ver a Emeidaaumenta 0 percentua s u bv l r c r l a d oa o e f s i n o fundamentapafaestâdos e rnuficíplosque, a pa'1lfde Ì996/ passade 50'À paâ 60"/" prevstospafa manuienção dosrecursos e desenvo vimeniodoersino,aomesmotem p oe mq l e d i m l n u i as u bv i n c uâ ç ã od e f e cu6os de+lnâdosao efsiro fundameftal d a p a r c €a d a U . i á o ,d e 5 0 % p a m l 0 % . Cabedesiacara idéia de equivaente:A UrlAopad€utilizar,por eremplo,r€crrsos .losaáÍio educaçáí,qle náosãopadedos 18%, e dizeÍqueesserccursoé o equiva l e r t ea o q u e€ e d e v e r iàap i c a re me n s i n o t u n d a m e n t aP. o r t a f t o ,i o d a a E m e . d â ConslitucionaNo 14 iraz em si, a rellmda da Uniáoda suaobriqaçãocomo ensi

Ena mudarçana própÍia r€ açáoíe derãtivapara maruierçãodo €nsinofun' d a m e n i a l t em o b li z a d oa s o c i e d a dc e ivil o r s a n i z a ddae v á f i o sm o d o sn o sú l t i r n o s anos.Açõesde rconstiiucioradade,de bates,buscapor maior ÍarspaÍê.cia no u s od o s r e c u r s o sd,e r ú r c i a se p e s q u i s a s sobÍeo nrpactoefeiivodeía a tefaçáona democrailzação do ensifono Brasil.Nes t e c e n á f i oe/ n t r €1 9 9 9e 2 0 0 2 /! m g r u p o de pesquisadores de diferentes unlveElda d e s p ú b l i c a sb f a s i e i f a s ,c o m a p o i od a A N P A Ee d a F r n d a ç áFoo d , r c a l i z ouum a p e s q r i ssao b f eo i m p a c t do o F UN DE Fe m diÍercntes muflcípiose estados. No Paraná corsiltuise um grupode pesqusa sobrco F U N D E Fq L ea n a l l s o5! m u n i c í op s( L o n

M a s ,a E m e r d aa l r d a f f a m â l su n disposiijvo aoalterafo artiqo60/ qualseja, un Frndo de [,lanutençáo e Desenvo]vi mentodo Ensno Fufdamentale de Valo rlzaÇáodo Vlagisiéfio,cofhecÌdopor ta-

dfifa, lvlarlngá,Afaucária,Po|toV ióíia e CuÍitiba)maiso Esladodo Parará.Este t e x t op r e t e r d ea p r e s e r r aaf s p r i n c i p a l s concusõesd€stapesquisa no qle se r€fere ao casoClrriilba.Na pesquisao reco'1e t e m p o r al o i d e 1 9 9 6 a 2 0 0 0 ,d o i sa n o s a r t e sd a i m pa f i a ç á od o F U N D E Fe d o l s

€feÍe o caputdo arliqô 212 da Constitul àmanutenção eao desenvo vlçáoFederal, mentodoensnôíundamenta, como objeti vo de assequfara unive6alização de seu aiendifientoe a remuneÍação condqía do

!60 Á Uniãoapli.a.ã ía etradica!ãodô anaÍabetismo e na maiutenção e desenvo vimÒnto doensinoíundamÊnta, inclusive na complenentaEão a queserefeÍeo paÍágía la 34,nuncanenas qre o equivaleníea trìnü pofcertodosle.!60saquesÊ€r.íe o caput d0 adlgô 212 da Constitu:ção Fedeía(Ai l qo 60 do ÂDCÌ). (giifosnosos)

taduale cornpõ€ se com recuBosdosseq u l n t e lsr Ì r p o n o ÌsC: [ , 1 SF, P E /F P l l / I P I expodaçãoe recu6osda Lel l<andirÌo d o ss á o t r a n s f e f ê n c i aos q , u el a c i l Ì t aa redistfibuçAode recuÍsosno momertoda repariÌçãodosrecu6os.A Ufião rão cof tfibui direiame.tecom recursospara o F U N D E Te l a a p e i a st e m a f e s p o n s a b i i dadede compementãfrecu6osnos Eía r o a f o , d i v i dd o p eo n ú r n e r d oe a uros matficulados no ensifofurdamentalrequ af, pfesencia,náo alcanceo valoÍ míri mo def rido afualmente.

0 F U N D E Fe m C u r ì t i b a Em pfimeirolugarcabeum esclareci mentaac,"rcado processo de coletade da dos,visioque,a gumasi.formaçõesaoon 90 do relatórionão teráoo detalhamento pelospesquisadofes. esperado 0s dadosflnanceirosloram obtidosra sua maioria jurto à Câmaral,,lunicipalde CuÍiiibae a q u n sj u n l o a S € c r e t a r i la, , l u r l c l p adle Fiianças,os dãdoseducacionais e de ges pelaSe do tao slstemafo|am fornecidos cÍetaÍia lrlln cipal de Ëducação. Houve

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dade f nafce ra pafe maluterção d0 êns n o . D e s t aÍ o Í n a é l m p o d a n i . c o n sd e f a f a L q oq u e \ 4E L C H I 0 Rj á i r d i q ã oa o F UN DE l , e n ìp u bi . a ç ã od e 1 9 9 7 ,0 iimlte na Íorrna dp estabecccf o qasio a ú n o a p a 1 - d a d i s f o f b i d a d cf j n a n c e l f ae n a oe m c f t é ' o s d e q l a d a d ed a e d r . a ç ã 0 : Na iliuaqãoL0ijr ìí 1 quÊaÍavÊ$trnroll e ì q u êo l a G e í á s r b ì ! t d oa r m p a r 0 d s enab iza!ãocopad0,tr pafle do Fllll, e Lnìa rêtreídadesu;teita.s. nas!!dÈpon b l í i d e sÍ n a n . ef a í ' . 0 5 ! l â d o sd Êe n a b i -"sin Ènrd Íefent s pâisÊs lza!iloadolad0s a iute a do FÌ"rlÌ,pfo.u a r coúbrter,pf n . oa renlê, a5 a ttrs taçs d. nfalio a r . d u l i i ôd o p f o . e Í o l n i a . i o n á ô ? x q e

r e c e b e n droe c u 6 o sc ' e s . ê n t edso F L r N DE [ , q u e d e l e ì s e f a d c l o n a d o sa o s E c t ' s o s o b - q a t o ra Ì n e r l ev n . ! a d o 5e M D E . E s t e p/rs de fecu ios do FU N D EF, ce'tamdrte, t e m Ì e â ç ã o . o m o i a m a n h od e ' e d em ! n i ' c pa de ers ro que fnesìÔ rão tendo i u n l . p a z a d o n i e g r a l n r e f i eaot e n d Ì m e n i o d a ss é r e s n i c i a l s d oú n i n o i u r d r m e n t a , t e v e a o l ô n g od a d é . a d au m a : m P a ç á os ! ! i i i ü i v e d a s u a € . 1 êp / ó p ' a . 0 b f f v e f n o q r á í ! . ô 1 a d i Í e r e n ç ae r l ' e a c o i i r l b u i ç ã od a c i d a d ep a - a o F ! N D E F e o feioíro dosrecuEos:

entrea contfÈ Gráfico 1: DiÍetênla do buiçáoe o Ìetornodosrecursos 2000 1998e FUNDEF emCutitiha,

n r e dd a 5c u ' a sq ü ?o . a s i o nna, q r a t s e m pfe, qLeda rô ritm0 da atiiridade...nìjnl qrcda na afrc.tr ca e, c0nsÊqrÊnieiìeÌe, ca daçãn o i u t í ' a q r e ,r 0 i s u aÍ è 2 ,D ' c l u d todasa: at Í did.s dô eÊtofpúb co, ai n . u i d aa e d r . r ç i o p ú b . a . ( [ Ì r L C H Ì 0 R ,

,' .-] Eviderteríênte irão poderrosiofnàr 0 c a s od ec u f i t i b ae e r p c á l ô m e c a r i c a m e f t e c o ì o d e c o f ' ê . c i ad o sa r L r n e es c o r ô Ì Ì i cos, o inieressante,è destacaÌque 1a .r0 v i m e i i o d e q r e d ad a r e c e l t ae d e . o m p ' " n sação no campo da educaçáocÔm ÍecuÍ s o s d o t u \ l L i E Fè p o o er r m s ev : u m o a f d e s d en a c f a ç á 0 .0 q u es l s r i Í i . a p e Ì r s aof F L I\ r uE F m u r Ì o. í , J5 . Ôn o ú | i u r f o q l e f n a i sa c o . t i n ud a v e s s ea s s Ê q u f a ' m u l i o d o . n s r o d o q u ea e 1 e deda mafütefção tiva FossbÌLidadêde novos invesUmentos, 0 movr.erto Éa izadopêas contas púb cas muric pa s, no que se feiefeas ' e c u Ì s o cs o r s t t L . l o n a i s! l n c u a d o ! a Ê d u caçáo, eÍá reÍatado na Tabela I abalxo: ,m A c à p t a , c o m o l á a n u n c i a m o sl e

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f e . uf s o s r e c e b l d o s d o

p a s s a ndr e R $ 1 . 0 6 0 . 1 1 i 0 , 1È 2t r FLJNDEF em 2.ooo, 1998 para R$ 18.608.156,9Ê r e p r s e r i a n d oL n a t Ì n e n i o d e 5 0 8 % r o p Ê f i o d o .O b s e f v as e u m c r ê 5 cm e r l o d e 2 / 2 4 % r o n u f n e f od e m a l r c ü a s e m C r r i b a , c o i s l d e r a n d o - soes a n o sd e 9 7 e 9 9 q u e s ã ol i i l z a d o s p â r a e f e Ì i od e c á l c | ! l o d a d i s t - l b u i E ãdo0 5f e c u 6 0 5d o F UN D E F

1996'20005 do Ensino, Cutit;ha, e D€leívolvimento vinculados a Manutenção Tabela1: Recursos 1999 l9t8 1997 199ó 2úA35.2A9,4J

231.O1r.157,ae

cr.",i-n.-:.-r,rLrr'nr'-I

F o n r eP f e í e t L r yMar n l c i p ad! ea u l b a B aa n l oa n r a . 1 9 9 6 2 0 o o .

2.18.ÉÊ1.402,37 2t4A68.635,31

2000 2r1JrA3É1,91

14.941.135,J4 Ìotal d. FÊcrEosa se Èí E n s . F r n d a r e í t(a6 0 %M D E ) Recu5ospafa os deda 5 iivêÈ de en no (40'/.tulDE)

217.835.2A9,47

231,Q71.357,5A

130.70ì.171,63

r42.242er4,55

37114.115,79

9 4 . A ? E5 1 3 , 4 4

2Q2.736.967,17

79r.O22.Aú,n

181.195.250,18

140.92178r,22

I)A.6)1.424,ÌJ

tdãa!zbeÃcnrt..írris?s.dizas.!aÔEsrcìira.!Íémiesr'aÍ;slrbe356i;iidlrfd:ldlrtÍiôadâs t)E6e I996i 1,.7si1Á;I991; ),t.5233;199A: 1.497ae3i1999;r.J113'1t2AAA:132A75 tc$Jr corra:ãr Íel|t

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-

porProqrama Tabela 2: Gastos emCur;tiba,1996 a 2000. t996

1997

2 2 r . 2 1 2 . 1 1, 430

2000

1999

1998

2 5r 5 A . A 9 3 , J 7 2 2 96 7 69 3 6 , 0 r

2 ÉÉ 2 r . 1 r 5 , 3 9 182.142.294,11

Edr.àçãoFGicae Desporto

245.35r-084,47232.507 .743,99 0í

:Ìn 98 e 2.000. Ìa lafiaçáo nas mairícu l a s é p ò ì ì c os i s nf l c a l i l a p a ' a e x p c a ' s o zinira o ircfemerio de fe.u6os recebidos o0 iLilDri nJ .Jn[J r nfe. so: aí a irto e vef ação do pér.ápila rô Fll N D EF do Pafafá que !a ta de R$ 418/20l em 1 9 9 8 / p a Í a R $ 5 8 6 , 5 0 %Ê m 2 . 0 0 0 /o q u e

278.r41304,43 211.262.410,46 249323.714,52 Ddõ

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m u n l c i p i oqsu e" ! , a f h a m " . o mo F u n d o r p o ' e x e m p leom M a f i n g á . 2 . H á l m a c e n t f ez e ç ã od o Í e g i s t f o . o r l á b i l d o ! g a s t o s . op f o g f a . r ae n s i n o

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paÍa rufa os Ecufsospassam a seÍ orçados a F u r d a ç ãCou l t u r ad eC u ' t b ae o F u n d o l\4riicipalde Culiura.Em re açáoaosor fão há lfofmaçoes e rma tfos pfoqramae d a sp o s s l b l l d a dée qs u ee l e si e f r a m s : d o i e, n d oe m l n cu í d ons o E n s i nF or r d a m Ê n l a vlstarúe efamva orespôLcos gniilcaulos.

U m ad a s í o Í ì a 5 d ed Í f i m n a ç ã od a t d e s F e s asse,q u d oa e i N o4 . 1 2 0q ! ê d 5 r ê p f e s e n t eu m . f e s c n e . t o d e 4 0 / 2 4 % . púbicos,é o feql5.ip ife .! ofçemenios Podeestar a a exp icacão pe'a tel varia 3. Do pontodev sia da va ofizaçãodo qastôs iÍo de conrPrcqfaÌat. Na educam a q i s i é r iao /a p f o v a ç ãdoo P C C Sa/ p ó so ção no fecebiìenio de fe.!Ísôs do : d mç ã os ã oc o n u n sP r o q f a í ì acso m oA periodoenudado,é um avanço/Êníetan r j s Í a ç ã oE , n sn 0 F u n d a n e f t aE, d l c a ç ã o C o r sd e f a f d ô o s 2 5 % d e r e c e l to/ efn Èrìr1ossa iìrlais/.o peíiodoestu Ì n f a n t i lE / d u c a ç AEos p eac . E r ì C u f i i i b a a.un!lam perdasre i a 3 d { ì F o s i o s m a i so s f e . u 6 o s f e . e b i d o s dado,os pfofessofes p f 0 q f a m aE f s l n oF u n d a Í ì e i t aeln q l o b a o . l o F U N D E [ , o b s e Í v a n ] oqsu e o s r e c ! | s o s a i sn op o d e r a qsui t i v od o s5 aá r i 0 sd e1 l % . tantoqastoscorneducaçáo dejo!eise adu dispoiivels para lvlDE de fato Íescenì de A a r á l l r d a q u e n ã os a a Í l a d o m a t o s ,q l a n t oc o me d u c a ç ã* p o e c l a . 0 sg a s 9 6 p a f a 9 8 d e R $ 2 1 7 . 8 1 5 . 2 8 9 , 7 4p a Í a l l í é r o e r i q ea c o n t i r u a ç ãdoa p e s q u l s a tos com pré escoa tambémnáoeíão dis pa'a quefja po$íve cofsideraÍ05va oR $ 2 4 6 . 1 0 0 . 8 7 6 , 6e9 c ã e r nd r n9 9 e 2 . 0 0 0 c f i Ì nn a d o s eurm a v e qz u eor m u i i c i p l o i e m c l r e s a n d on e s t e i i l m o a r o a R $ f Ê sa q f Ê q a d e oo s ss a l á ' o sa p ó sa i m p l a n turmasdepfé escoa nasescoasde onino 229 869.3a6,35, mafiendo 5e, porénr, i a ç á od o P l a i od e C a ' q o e s S ãá r i o sp, o5 furdameÌrtal,é posive quepade dos f.e o í u d a d oo acirna d0 rnoriante em 1996, corìromos fo pefíode , FLINDEF n á or e crsos res ífados em ensiroÍrndameital prcserta p o s s Ì b i l l d addeem a o f v a o r i z a sejamqastoscoma pré escoa. Ta pfoces ç ã od op r o l e s s o f e n i e r n r oasfsaas , p l s t o s op o d ea t ér á o s i g n ici a r d e s c u n ì p f i m e n i o que Gráfico2: Relação entr€os25%do como! mos/ieíe períodoele repre totaldarec€ita, Recursos recebidos d a e s i sa ç ã ou, m a v e z q u emou r i . í p i o d e v e serta/p'aticamelte/apBras/feposçãode do FUNDEF e o total de recursos a p l c a f 6 0 % d o s r e c u f s ôvsi n c ua d o sa feceta. Detodatofìa va e a pera obseÍ paral\4DEem Curitiba,1998.2000. [ I D E f o e n s ] n oÍ u n d a m e f i ae , C u f i t l b a v a ro sd â d o d s op e f i o d oc,o n s i d e f a nqduoe a p l i c an r a l sd e 7 0 % ,e m t o d oo p e f i o d o . !ÌÌã dasmetasnacionais do FUNDEF eÍa lvlesrno senrnece$a'ianeiterevear irfe a va ofizaçáodo pÍofesof, vejãTabela3 guLa'dad8 n soc ! m p f i m e r id. a l p , a f a i a detfanspaÉnciano reqisirodosqasiosdillc! ia o acomparlramento elei vo dosgas 4 . 0 c o n t f oe s o c i a s o b r eo l s o d o s ios púb cos.ParaÌ uíraí ta pfocedime. rcu 5os ex íe enqua.ioposibj dadeem io obsefveseaTabela2 ro a to da pá!ina Curil ba, pofémcorr Frcbemas,no míri mo, de opeÍaciona izaçAose não de cor 0s qanoscom Adrìlnlstfãção, Ed!cac e p ç ãdooq u eé o c o n Í o l ep ú b c os o b f ea de ç ã oF Gc a e D * p o d oe C u l i L Í ad e i x a m ser feqisÍedosem 2.000.No casoda CrlA questãodo conÍole socia sobreo u s od o sf e c u 6 o d s o F U N D E Fe n rl u r l t b â é airafefiemente .ontfadltófia/postoque F o n t e :P f e t e t u f a M u n i . l p a d e C u f Ì i b a , há !m cônserô, esteserÊúremensalme. B a a n ç oG e r a d e 1 9 9 6 a 2 0 0 0 .onÍole socÌ tÊ nas/ ìáo há efÊtivamente a lma vezqle as ifd caç0e5 de conselhei Eníim, o qfállco 2 demonnra conroos Í o ss e g urem t ' â m l t en a d a t r a n s p ã r ednet e fecu6os a maiof €ceb dos pe o mun cípio/ indÌcaçoes de dlretofs, paise proÍesores que emde.o#.cia da ló9ca de fedlífibuÌçáo aparentementÊ iem uma boa felação d o F U N D E F ,p e f m i l ea m a r r t e n ç á oe u r 1 como poderpúbÌcoe/cedamerie/nãotem eve cÍesc menio no moniante d sporível nenh!mafeprcsenta!v dadeentrcsÊusseg paÍa [/lDE fa capjta. Este pape]comper satórlo ra queda da receiia deiuado pelo F U N D E Fe m C u f i t i b af e p e t e - seeÍ ì o u t r o s

Saído.ia Fáhfn: L S LoÍy

Ì33/

Apesafdisloaanálisedas.atas dasreu r i õ e sd o F U N D E Fr e v ee m ! m à v a n ç n oo

1. STSN4ACir.15.


da RedePúbl;caMunicipald€ Curitiba,199ó'2000. Tabela 3: saláriodosProfeslores 1999 1998 1997 1996 vatores noniíâis Ens.Fund.(1i/4') 141,53 5I2,4r E n sF r n r 1 5 i / 3 r ) 34r,53 EJA 512,1J Édu.ãçãoE5pe.a Valoíesre.is E n sF ú n d(. 1 ' r 4 i ) E n 5 . F ú n(d5 â l 3 r ) EJA Edl.aqãôEspe.al

5Ì4,7t, 315,4t, 514,16

a6),94 1.ró3,ó2 a63,94 r295,9r

519,6S 369,a9 519,êA 569,51

)aJ,)3 531,04 381,13 531,00

561,É'9 339,37 5tI,69 A42,aa

5e3,13 924,ô5 5A3J) 815,6Í)

4!A,29 É21,11 1rA,29 621,11

520,90 1A! 4r 520,90 73Ì,36

e13,54 1134,00 373,53 1310,37

634,)J 993,55 6)1,)1

2000

1999

1998

t997

1996 513,24 360,00 5J3,24 249,93

)12,12 a59,r2 112,12 a59,03

2000

185,A3 1243,52 JA5,A3 r177,a6

491,45 J45,r4É 741,jÌ 1130,J6r 491,4\ 145,r41i 14I,6A rIIl t-21

Fonte: S nd cnlo d05 sefv do ej do lìaqÈÌéflo l\rlrilcìpaliê Cufjuba Nota: 05 va ofê; feãÈ íofaÌ ca cu adosa pafi r do ird .ê trsadono .onlLito da peÍ ur:.

* n t d o d a S t u ì Ep o $ u i ru n ' cr o f t i oe m e h o f s o b r eo s f e c ui o s d a e d u c a q ãôoq t e s ee r p Ì e s snal m c e d og ' a ud ec o n ft o e r do lre a píópra StulEe os repÌesentantÊs s e t o fd el i n a f ç a sq u es ã op o rd i v e | 9 avse z e s m p e d o sa i ì Ê h o r a ' a l o í n a d e d s c f i mn a ç ã o d o s q a s t ap5a f ap o s s i btla Í u m 5. Do pontode vÌstada democratlza ção da oíeda da edlcaçãobásicaé lnte íessantedesiacarque cufitiba nantém o progranrad ae i e n d l m e nai o E J A , h á u m a nâ oÍeíta de edÌlcaaparenleestallnação ç á oi n f a n t i l eh á u m aa m p l l ã ç ãdooe n s ì n o fundameniaporémcorí qu€dado gasto No casoda edlcaqáoinfaÌrtil,semâ5 do ate.dlmertofelto no âÌÌ infoÍmaçoes ia dascr ânçasnascfcdres, bitodasecfetaf é d i f h e s t a b e c e ' j u i z on u t o p f e cs o dÊ oieÍta, ertreianto/ sobfeas condiEões cabedestacarqle rá !ma ampÌaçãodas ! a g a 5r a p f é e s c oa a n t e ed o F L T N D EeF l n u * t a b i i z a ç ã*oq r i d a d e q l e d ad e p o i s , o q l e F o d eÍ e v e L a fpaf e c a ' e d a ddeec 0 r d i ç Õ êdse F i n a n c i a n e i tnoe s t ae t a p ad 0 Q l a n ú e o e i s . o f ! n d a m e n t ac a b e q Íu eh ál m a m a n t i e . q ã 0 co , ml e n deslaca d â r c l aa a m p l j a ç ãdoo, a i e n d i m e r nt ou n c pa da5sérlesri. asdenaetapada edu c a ç ã ob á sc a ,p o f é ncì o mu m 9 a n 0 - a! n 0 , e s m oa P ó so r e a l i z a d oe m d e c L í n i om ì a n h od er e c u 6 o s F U N D E Fe m Ê s mcoo n q d o F u n d oU . n r ad a sÍ o f m a sd et a q Í a ri a l e n d ê nac, c o f s i d e f a n o d sod a d o 5 í i n a n c e r o sd i s p o n í v eplasf a aF e s q u i séac, o f s i d e rar o qle a var açãodos qaíos poí pro-

g r a r n sa q f ! Í i c ae ì i e Í m o sd er e c ú f 5 odsi s p o n í v e pi so fa ! r o . P a ' ai s t ot o m a r e n 0os t o i a d e r e c u | s ôi s1 ! e í i d o si o q r s l n oí u n d a m e n t af e a c o r a d oa o n ú m e f od e r ì a tÌí.! a5.Aq!i .abe embfaÍo laio de náo lrá lÌríofmaçãodetaliadanos balai ç o ss o b €o sq a s t ôcso me d u c a ç aeos r e c i e de jolense adr tos, e eses1ão e educação p ,0 f a g ' e g a d ocso mo E l s i n oF u r d a m e n t a G s oc o n s l d e r a r e npoas Í ac a c ua ' o p e t .epila o toia de nràtllcues en todasas m o d a l l d a { ldeose n si o f ! r d a i r e n t a le"x s teniena rde. VejaÏabela4 abalxo. Obseívase que o p co da desp*a peÌ c a pi a e s t áÊ mI 9 9 6 .H á u m aq l e d ac o n sideráveêm 97 e 98, sendoqueestaque d a c h e l a 2 9 , 8 4 %e m f e l a ç ã oa 1 . 9 9 6 . N o t as e u m a p e q r e r af e c l p e f e ç ã oe Ì n 1 . 9 9 9 e 2 . o o o , p o r é mc o m P a f â n dsoe 2 . 0 0 0c o n r1 . 9 9 6 ,a d e s p Ê spae rc a p i t aè 2 5 l 1 5 %m e n o r l E s t âd m n u i q ã o d e q a s t o cs o m b l n a d o corÌ aunreniode maÍícu as, cedame.ie/ sue q e ' a c o d ed e l a s l a s .u m d o sq a s t o q q n i Í i c a t i v e p e Í neste lodo l Ê n d i mr r E á os p e s s o a c v " . E m1 . 9 9 6 e ì c u f r b a é od e 0 qastocompesoar,ernra ofesíea s/ e'a d e R $ 1 5 1 . 6 0 3 . 8 4 9 , 1E 1 .m 2 . 0 0 0 e s l e g a s t oc o Í ê s p o r dae R $ 1 4 4 . 7 3 6 . 0 2 0 , 5 9 , p e r c e bseeu m ad l n r i n çuã od e4 / 5 1 %c o m p a f a . d os ee s t e d . é n d i s s oo, s o i sa n o sA r ú m e f od e m â i f i c ! l a sl o l a , i o m ã n d o - s e p o f b a s e1 . 9 9 6e 2 . 0 0 0 ,t e f i L m c ' e s c f n e n t od e 1 5 / 7 5 9 / ,p,a s s a n ddoê 8 4 . 8 0 9 p a r a1 0 0 . 6 6 7 .0 b s e r v a n doo G Í á f i c o3 ! e ' i f Ì c a m o s! m a q u e d ac o n sd e f á l e d e 1 . 9 9 6p a f a 2 . 0 0 0 ,n a f e l a ç ã od e g a s i o s

con'rpessoale númeÌode nratfc!las, erl] 1 . 9 9 6e a c ô l e s p o r d iaa R 9 1 . 7 8 7 , 5 9 , e r r ì2 . 0 0 0 . c ar d o p a f aR t 1 . 4 1 7 , 7 7 c r á Í i c o3 - R e l a e áeon t r es a s t oc o m p e s s o ael m a i r í c u l anso E n s i n oF u n d a m e n t a€l m C u fi t ì h a ,1 9 9 6 - 2 0 0 0 .

F o í l ePr ! Í Ê i t u rlar l u n l c i pdaÊ c l f l b a , t s a l a r lG o Ê 6c e1 9 9 6a 2 0 0 0 . N oq u ed i zr e 5 p e l at oo . o l l u n Ì oo ad e s p e s ac o mo E n sn o F u n d a m e r ì t â m l . ot n c í ! o c a b ea q u m a sc o n sd e r a E a e se:Ì Ì 1 . 9 9 6a f e a E ã oe n l ' ed e s p e seaÌ a t n c u a p e f . a p l t ae, i q u a r c h e q oau R $2 . 7 6 6 , 7 8 q u e m i l m o o b f i q a t ó / icol r e s a f iaaR $ to 0 i s l o s Ì ! n l f l c aq ü eo i 1 ! e 5 i i m e n 1.617,51, 7 1 r 0 5 %s ! r p eo' f a o i o d o m r Ì r i c Í p líoo m í nn r o e g a . J á e m2 . 0 0 0e s t en v e s t i m e n t o c h e l o ua 7 Ê , 5 1 %a Ì n as , o m u n Lp. o q a í o r R $2 . 0 7 0 , 9 3 p o r m a t rc ua e o m n i ì o í e p ' e s e n i a f iuam q a s t od e R $ 1 . 0 6 0 / 1 0 . A T a b e l al s4t f a l í o . C a b ee n l ioial bfaf nralsuma vez qle ra despesa t as l ã oa q r e g a c o mo E n s i r oF u n d a m e n e

perDapita em cuÌitiha1996a 2000 no EnsinoFundamoítal, Tabela 4: Despesa 1999 1998 1997 1996 ?-25 ) 6 12 8 1 , 9 e 1 7 0 1 4 0 3 3 5 , 0 0 1 7 2 . 4 2 5 . 3 5 J , 3 8 1 3 4 . 5 5053 7 , 2 9 39.710 A 9r 3 2 36.136 30.304 2.0tJ,24 1931,49 r.969,54 2J66,1n o

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Tahêla 5: Dspesascon recursos do FUNDEF emvalores reahe pêrcenlual, Curitiba,199s-2ooo DÊspÊsas .ôÌì pÊssoa cir Ìrulfasdespesãs Ìoia da:de:pe:as

1998 % 4a.r52A3),60 3t,73 4941.2a1,É3 Ia,22 19 09926A,2a 100,00

1999 4I.n25.269,94 a.986.15j2a ao.arr 121,-21

2000 A2,1r 17,69 ro0,oo

%

54.6r0.721,03 96,11 1.Ê56.041,16 56.446164,24 TAA,AA

FonÌe:PÊfêjlu'a Múìlclpa de auiilba, BalanqoCera de 1993 a 2000

dosos sastoscotr a Ed!caçaoE5pecÌal e L l m av e zq u ee l l ea l m e n t od ef e . u 6 0 s d e í i n r d o sa o e n sn o í u n d a m ú r i tae m f e l a ç ã oc o n o s r e c L r s orse c e b i d oasm a Ì o f d o F U N D E To b s e Í v È soeÌ n o v l m e n d t oe destinação destesrecur5osno muncíp o/ expfesso r as t a h e l aL c o Ì n od e m o n s Í a n o s d a d oas n / r e i ôpf a d e d e n e s e fd ou i i l i z a dean ìq a s i ocso mp e s s o.aEì Ì 9 9 8 , e s i e sq a s t o sc o r r e s p o n d e r aam 81/76%do tota dasdespesas, sendoque 3 m 2 . 0 0 0 c h e q a r a ma o p a t a m a fd ê 9 6 , 7 1 %L. o q oo, m u nc i p i o d e C u f t b a v e m cuÍrprfdo o ariigo da Le qle determÌìa q r e n o m í r i m o6 0 % d o s f e c u f s ods ! È I N D E F s e j a nar p c a d o sn o p a q a n r e n t o do sa áfio dosprcfe$ofesdo Efs no FuÌl d a m e r t aV . e l aT a b e l 5 a aciíìa. P a r at e n t ã rc o n c l u i r : A a v a a ç ã od o i m p a c i od o F L I N D E F e m C u f i t i b ae/ l i d e n i e m e n tÍêe,t a a r d a d e i o f ì a l . i c i a, r e v ea i m i i e se p o s s i b i i d a d e s. e s t â ó 9 c a d e c o n s i l i uç ã o d e (üe não i u n d o sÌ r ae d u c a ç áeor o sF a f e c e p o s é o c a s od Êt o m a f n 0 5 !mà ç ã oc o n i r a o u a l a v o r d o F U N D E Fs Ì f p l e s n r e n t e , p o i s e, , êr e p f e s e r a 0 m e s Ì 0r e m p om a n L t e n c ãdoa sc o n d l q o Ê s r n a n u t e r ç áeo da d e s e n l o l v i Ì f e ndlooe n sf o a o c o m p e n s a r . e í t a q u e d ad e r e c e i t ap, o r u m a d ô /e / P o fo ! Í o a d o ,a of o c ai z a ' a a ç ã op ú b c a s o b ' eu m ae l a p ad a e d l c a ç ã ob á s i c a c o . r p t o f n e iae a Ì n p l a ç á od a o f e d â d a 5 0 u i r a se t a D a sN . o c a s o d a c a pi a p a - a n a ! . seed o so u i f o sc a s oas f a l i s a d o s / o F U N D E Fp f o v o c otua m b é mr m c e | | o a j u s i ec ô n t á b i a d i s c rm n a ç á od a d Ê ç p e s âq t e p o d es i g nÍ i c a r q u e o d l . h e l f 0 . o n t i n u as e n d og a s t od a m e s n aÍ o í m a po'éÌÌ, com!m feq nfo adaptadoa iola p iood e f s i eqlslação T .a p f o c , ê d i n ì e n ru I sedentfoda leqaidademas,fevea a f f a q i d a d ed o d s c ! r 5 oo J i .a , n u i o c o m u n ra t è 2 0 0 2 /d e q l e o F U N D E Fl e l o ' e v o! c i o n a Í 0 f v e s i m e f t o f o e n sr o f u n

A ConíiLulçãoF.dera .ofUnra deiúrindo a v i n . ua ç ã oi o s s c q t r i i i e s t e r mAo sL :l n i ã o dev! de5tinaÍà l anúÊrCãoe Desenvo v renÌo do EnsÍro,13r/" di 4c.iia dc inrpos i0s e estarlos e nruni.iposdev.írdcstiaf à ! a r t . r q ã oe D Ê s e n v 0 l v i n ednotE ôn5nroi 259/"da ...ita dÊ mpoíos nc usiveda queÊs pfoÍeiietrtesde Íaníefências. a L D B9 r 9 4 / 9 úd c í i i . o q r ee n Í e o r f á o n 0 .orceitode JúànrlênEã0. Desenro v Ìento

1,555233; 7998; 1,497A93i 1999ì L41aa; 20OA;t,132A75 6 aúfilba asslnou apenas enr2002 convêno de nrnlcipalza!ãodo conjunÌodê êscoas 7 Cab. dEiaca que nena iaseda pesqusa não to poni!. nvaiaf out a3iorÌas pos s vÊ5de!alo iza!âoprofs5ÌonacoÌLo:pos 5 bl dadÊsdÊíofmaçãoêtr se viçope na nenteicondiçoes de trabalho,e1.. I Urìa daspÍeocrpações na.jonaÈ.ôÌì ,ela

aoii br çãotoc a ÍÊitapÊas Ê,nprcsas, ó c o b r a d a0 . o l N S s e a d mt r l í r a d ap eo FNDE Ìern deí naqãoex. usiva pafa o

s oFUNDEF r e t e f i as ea ç ã oa o 5 m p a . i o d umapôÍive qucdaio aiendlfiertodo EJA po5roquca rnaÍnr a rera úoda idadede ÊnsÌronio 0odcscrccrtadãparaeíeitosde  ÈÌìenda 11 ioi ap'orade a m 1 9 9 6m a s f e . Ê b i n e i idoe . . u r o s d o F u í d o . p f e ! i a n l n D r n i a ç ã o o b f i q a t ó f i ad ô 9 Ìa pfô.êd retrto, cvldeniefiefte,enceffa p a t í d . 1 9 9 3e a i r ì p l a n t a ç ã o FUNDEFa rÌìa varâçã0dÊp/ob enra5,postoqúcios v 0 r u n Ì a nãap r f r .unosdeÌnanúenção de.adaunradasnìo l a d o d o F a r á m p a n t o r o F U N D E F. Ì da idadessãodifereìes. l 0 " p c 5 i o aC l vl:.ompfeendeasdespesas.om 0 q f u p o d e p e s q r i s àn a Ì I F P R í o l v e n cr n e f t o rs,a á Ì o s d e p e s 5 f0eag i d o s psÊ '.d nensonadoe 'eÌomaú a p.squra eJ CLI ad coraÈ, arxirlos,gfatjÍcaçôes, ln 2001 HáoutÍostfabalhosiob.oFLINDÊF denzaçóes,d ár as, alrda de cuslo,hoÍat em Crfitlba enr csp.cial o traba ho ÈxÌfas,rcp,esenlações, subslilüiçócs, c or m 0 n o 9 ' á t . ôd c D L T B I A S K t oI b f eo . u n o Ías dÊspêsãs dÊcorcnlesde ljagafrento de a u n oe m c l f t b a q u eÌ a b ah a . o m d a d o s pes;oarem setulçona entidade " ( CRLIZ, 2 0 0 r , p 4 9 ) Ì ad Ê fn i ç ã o Í e v e a p o í t a i t o q u c . 5 Ìodas as talrêIn..íio coìp0;ta5 com !a 0 o cacrlô dÊdêspesa.cntetsoalciv , pof ' res reaÈ E!.epcioíanrqlte ut iza s? va a rno natÍlcr adoinãô tÊn nenhuraie a ' orcs noÌnlnaispo óì i.n! .a50 as tàbÉlas Eãocom o sâá,io Êletivodo 16ba hadort Ênão dêvdênìeiie ldêntii cadãs. E os valo p05loque,er p6:oa . vil aqÈqaii sÊmur 'es pafa.oive6ão sã0: Ì/alat?tde ta5p.$ bl i.laderded6pes compessoa . Canrer .

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Ê Mastrc afr€dovôlpi BandejÌas

O caráter democrático da

UniversidadePública: um desafio permanente' ra univef_ ParatÊtaf da dernocÍacia sldade,parecebastantepert rente recof a f e í a M a r i l e n aC h a u (í 1 9 9 5 ) s, e s u r d o q r a , a c o r c e p ç ãdoeD e n o fca c l at l t r a p ã s . sa o conceliode relrirÌrepoLíticobaseado na Lei e ra ãltefnârclan0 qav€fno,atra v é sd a d l s p u i ad e p a Í t d o sp o i t i c o sq u e repfesentamrt€fessesde grlrpossociars consderaa demo desiquais; com podefes cracia,a ém dos fatoresarierioÍes,uma lorrìrasera da existênciasocia baseada e garantÌade na cf ação,Íecorhecime.to Nessesef doscidadáos. d feitosedeveres tido, íaz distiirçãoerlre os doisconceitos, r o p f i m e i f op r i o r l z ã - saes a tí a ç ã od e i l ou de coÍporãqiies teresesGmpfesarials un versiárias),sendogefalspaíagrupose c assessociaisdlferentes,intefesessão p a r t i c ua f e s e d e p e q u e r ag e n e í a ! i d a d e em socia, podaito, ráo !rnlveísaizarìr_se

as suasfases,emborano discu60a histó-

A E s c o lP a ú b l i c a dEei s i n oF u r d a m e n _ ia e Médio,trG adapor pfopoíaspo íti_ casa cadaqesiáo,iáo iem a tão propaqa ca, suaênda auionomlapolíucopedaqóq por rìruiLotempo fase nos coiieúdosfoi paulaUnarÌrente pÍ0cu questÌorada e vem poíérn com escas rando.ovos caminhos/ que qualilativos no 5e€re sezde fecu6os f e a q u a L i l i c a çdãeos e u s p í o l iosisa i s/ q u e b u s c a mi n d i v i d u a l m e ns teeuc f e s c L m e r t o l pagandocu6os de gfaduaçáo e especia profissio' zaçáo,sen a menorvaloÍização nâ e/ou ncertilo sa arial ; quaflo aos em sã0esilm!lados maierlaispeda!ó9lcos, muios mcmerlos criat vida.le;há êifaseerÌrprojetos,pofénì o i r d i vd L ai s m oé c a d av e zm a l sl n c e n t Ì vado e seusa rnos têm cadavez fnenos chances de irq€sar enr!rlve6idadespúP numa b L i c a s .e r s oq l e ! m a u n l v e Í s l d apdúeb l i ariora, Já, sesundoa mesma para o f e f e . ecí o i d i ç õ e s di !er u a l d a d e d e dic a d e v a os tlnive6ÌdadePúblicavolta-se quedevadesqualiíicaf não deÍendo para acesso/ a satìsfação e náo feitosdoscidadãos 0u seusconteúdos concLÍsos/ empobrecer o s d â s d e i n i e r e s s e s ,s e j ã m e s t e s camerte a uros econom carldosa com d a s sef c o f P o Í a ç ó e se m P Í e s a r i a i s o u masjáé tempodastniveÍ deíavorecidôs, unive6ÌtárÌas.Direiiossão corpofaEões para d áloqocomospf0_ sidades intensificaíem ou porquesã00s mesmos unive|sãis, que no estáo íisslonak "chão da escola"', iodosou porque,sendodifercncÌadotsáo pols conversa.lo com o momento t€m poÍ todosc0m0 até conhecÌdos universalmente q u e à sua p e s o a f e p a s s a de sabinete, legíi!flos". zado o acofdo corn o auior maneifae de fetefertesao A cadaano,aspesquisas (o a t d e f o f m a i m p o s l t Ì v , d i s c u 6 0o u v i d o vestibuaÍ iêm demoníÍado que náo é sinì,o qLerìrÌrliasvezespoderiamseí rroas maisiovidadeparanlnstém)quea qrar idéiasÍafíormadas em prática5qla lta de maioriados cardldatosapfovadosnos aospÍo aveíslvos cancu60siérnenlfe outrascaracterGticas, uvastoff anì seaspecios f l s i o r a l s .a l é md i s s oc, o m oa f i r m aP a uo o fato de seremem sua rìraiorlaofiundos ([,rluric]_ esaolares FreÌre,"as autoridades deescoaspr vadas.Fatorquenãoseana pfoctram eja_ paÌs, Enãduais,FedeÍalt um sa demareiraisoada,poisevidencia pro_ que pfova de sejaà borafum cúffíc!!o forte falof avaliativotario da es.oa pu fessores", o! seja, o PfofessoÍé b l i c a q u a r tdoop r ó p fo v e í i b u l a fc,a d a v e z c0Íì0 ser pensãntesoDíe desconsideíado maisseeilvo e discrinrifatóÍioenr todas

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suapfópfia práucae s!beíinradoquanto a proflsiona à sla competênc tem 0 qüe a lJniversidade no que na unive6idade, A democfacia e diie se felerea ingfe$o,pefmanência (oquerão 5iqnlflcaecetisôo, rentesvozes m a sd á l o q or e a cl o ma d i v e E i d a d e lddeé i pro as qre podemou nãoserdiveíqentes/ v o c a i d oc o n f i o st e ó r l c oes i d e oó q i c o se cresclmenioteórico e consequentemente práti' qulçásoluções e de camlnh0s blsca tm de pafa pfoblernâs ainda é feais) cas pela un náo apenas saïioa ser encarado e ve|sldadepúb ica, mas por estudantes prlvadas, púb icas e de escolas educado€s movimer por represeftaries de diferentes políticos popu comprometidos tos afes s populares. comas classes vem peÍdendo suaau_ A UnlveÍsldâde ionomia,vem "...sendoÍansformadanã iecnocrátÌco diíeçáode um economicismo que cofcebea orgafizaçãoe o funcionaem iermosem mentoda vÌdaacadêmica ) s politicas p r e s a r i a i s . (" l a n ! r i , 1 9 9 7A neo beraisobieiivamainda,comoat fma I a n n j" . . . m u i ì a r ,p a r ai n d Ì r z ìàí Octavio pafãinduzirauÌniecniclsmo pÍÌvatÌzação, para colocara Univers;daeconomicista, pfivada/pafat0í deâsêrviEoda empresa privada." umaempresa nara Unive|sidade 0 qle se percebeaté mesmoros Íeijexos do concursoveíibu âr quardoâ maiofia dos aprovados,sesu.dodadosrevelad0s pelosmeiosde camuricação, sãoestudan_ tesof Lndosdeescoas pfivadãsde Ensr0 e [4édlo,desdeos pfÌmeros Furdamental alémda freqüência anosde escolaridade, pÍeparatófÌos ao vestibuaí aoscurslnhos É a u n l v e f s i d a da e t e n d e . d oà ó s i c a d0 rneÊ dlscfimliaióflae antÌderÌroÍática


-

dasq'ffdls c !oo. .ad., pfir. pa ÌnenLe n r s a se n p f : s a s . u ê p f e p a f a n / . 0 f e r . e l e n ca / ! a ' a o l e s P a e . eq r Ê a u r l c E j r i r d eP ú b c a ! e n s e ! . d ô a u n r ep e q l e n a! a ' . e a d a F ô p u l\odê// de fea zei sÊus aqão, qle te.r a . i t ! d o s n a s " b o a í ' e s . ô a s d o P a í r .E ; c o r 5 r ! e p Ê ô d r p a ì f Ê . r p f Ê p a f a fl e u s a I n o s t e r l ê s /c o Í 0 f r ì e e e l s . t e f e s s eds e

: d . r r Ì s t ' a t Ì i r s , Ì L Ê ' árÌs , . i e Ì i Í i c a s ,i i s.as et. llas qrÊr'afíôrnem s.u d s . u f s op o f r n r n r u n d or n . 1 0 ' . ï a t i r d e s é t . a s , . o o t l a s e l 1 d Ì l i d u a Ì .so, r t f a dt o rlamente n ,r n rn r u . d oq r et Ê n q r obal:zado p ' r . l p a n r e r i eo/ r d i ì rd r a l s m oe r i r s é

' A U f i v e r c i d a dPêú b l i c d a ê v es e Í d e í e n d i d ac o m oi n í i t u Ì ç ã op ú b l i c aâ u i ô n o n4 coÌno e s p a çdoe d i Í ê l t odsac i d a d a n l a " ( c h â ú , 1 9 9 5 ) /d ê . t at l f . r a t a z ! 3 . e . e s siitr e desêjor0e assúÌ1riÌcaflro. de diÌeqáo 3 qesiãc na soc êoade s á r o , a é , ì d o ss e r v i q oqs! ê l á o í r f e c :a j ü n o p a f e r e aÌìa P o - o l t f o a d c ,n ã o .0nrundarêaÍa!és dê !ê.q!isa, {nras de 5 a ' a u n j r 6 d a d ed em a f e i f a 5 0a d a ,p o s 9 0 %d a ì r r c d ! ! á o. e u l l c ad o 3 r a s i ,s e , r L r Ì rd dã o r o sd êa q ê n a e a e n á t a n r Ì r é m n s e r i d an u r n c o n t e x t o c r d eÍ c n a r t oà r e s que 1.0 bera a ém de eiperiat !as, ança r ! l 5 a ) e r r e n a q ã od e s e f ! E o s a , mplaf p o s sb l d a a e sd e a c e s sào ) a r L ea e x . ! i . c n d c i c n a i i e 5e i n r p o s l ç õ eass e € Ì n í , m i f d a s p a ' a q u e c o n t i n r ea e r i s t i f c o m o d ap o r n ã o Í f e q ü e . t a f eaÍ osp - v a t j acso Ì l ( n . o p a f a ipodante ena socedade .e tladas como"boas,qualltativas, deex p i e . cefa). S.id. a$ ÌÌ, é so trodüzir c eê n c i a l " ia'a salÌsfazef ÌÊiÊssÊsda c asse dom A Í e d i : o q u er U nv e Ád a d ed e l a l n i . E Ì Í Ì . r ' c d á o ! 0 , l á i n c a d oD o fa ! r n s d es Ê u d s e p a f L t r m Ê n t o t , là ! nsl.cÍ o a s e ' ! d o Ì n í n i od o s â b e r e d a s t é c n i c ânsá o p' c u t ' a si f s t t ! i ç ó e sp ú b l l . a ês t a m b é m e l i m i n a au í o i r e ,a v j oê n c l ae a i g n o f â n vadas,ófqãosdec assedosÍabalhadorcs, . o m a Í i r a d a d ed e o r v i í a p r e n d eef ,n s c i ã ,ê ã i n d âs € f v i rp a r aa u m e n t aaÍ d ê s l 9 u ad a d ee n t f êo s h o n r e f í ' ( B U A R Q L T E , n 3 f e q u c á a f F l l a f a s p ô s s i bd e d ê sd . p.15) a p f e n dz a q e md o 5a ! | r o sd a e s c oa p ú b c a ,i o s d i e e i t e s . i l e i s d e e f s . o e p o r q u en á o d / ôa c e s sdoe s s e ! u e n sn o s.ades.econr!ìo co.slanteH s .o l e !, ì anosao p ú bi c 0n , p e fo r /n ã oa t a ! è s c e c a f d a d e , d o ss í m b oo sd e r 0 d e ê f n a i u sc o n s u t !tie em sef altaÌnentecons!ÌÌ dor de produios Ì a s d a a Í r p a ç ã od e p o s s i bd a d e sê f e c o . h e c i Ì Ì e i t od o p o t e r c i ai n t e l e c t r ael A ! r i v e 6 l d ã d e ,n r Ì f a s o ce d a d e c o n h e . l m e ndteor e a l i d a dqeu ep o s r e m . A . í P d i t on a L l r ì v e | s i d a P de ú bÌ . a r e i e o b e r a ,é r m d e s s esse í vç o so u p f o d u podere staius l.s, poÉanto,slgniÍicando dele seÍ íes'.rìtaa rma pcqüerr par.ela Conoirabh a a f c o ne s t e s u a n o so r l u n dos,em suanraofiã, de unredeiêrrìlÌrâda qle colabafem a l,f a í é 5d os a b eer d a F e s qlisa, parã quebraro apar-theid cü tlral, que e econômico a eíá s!bm.t da a :..ial populaçáo? Ìna ofia da Ac-editoque seja est€nraGunr das da Uriversidade Púbica sfandesdesafÌos ( a l é md a i u l a p a f aq u ec o n ir u e p ú b c a , . o m f e a l a u t o n o mpi a ' ap e s q L i sgae/ s i ã o / pois tto ex se íei exAo/ f nancÌafíìert0...) p o s i c l o n a n e fpúo l l tc 0 e é t i c f i t i cd â d e , co, além dê corírprorìrisso conra coletivid a d ee c o n t a t . r e ã . o n r a r e a l i d a d e ieofizadanassalasde au a. Já náo bana quea$jmilame dlscunam formafsujeìtos sobfedeierminadas teo cotrpeienienente ïilosófcas, r as políticase/oucoic€pçôes llspásarcs

e i.Ì3 LÊiÍ

1e77

a m e n i e d e Ì n o . ú t c aq, u a . d oa ì a o f a d o s a u n o sd a s e 5 . c a s p ú b c a s p r d e f e n r /r o n r í n i n r o",c o m p e t l f " e n q l a d e d ed e . o n d ç õ e sG e é r r e i e r o d eÍ e a f e m l s l e d a d e n l n ì a s i t l r a ç ã od e c ! ì l e t j . á o ) , c o n o s a l n o s c - r n d o s d e n s t i t ! ç o e sd e i r t i r o F u n o a m t a l e l / é d o p f i v a d a sd e e n s . . . Q r a f d o o e s p a ç oê a ó t i c a d o r f l a d ô d e x a t m d e t o m a ' c o i : a d o e s p a ç op ú h i . o / ' e s t a n d ao o sÌ ' d , . s q u 3f c a d o s ". 0 n c o É r f e m r a s L r ! . r d a d e se Í a c ! d a d e sp f i . ! a d a 5 d ê ai c l s t o q r e p r o f e f a Ì n p e l o p a G dA'ir1oà cerranda merado ó! .a, embofa acferi te que ì!iias s.lam também de qla aôìo ai fma VlEjRA, 1987: . E Ì q u aq u e fi ô c e d a d es,È i a: a . o r e f r n d o i ao up í i C : $ Ê 1 a ,a : d u . a q ã os r p e f i ô . ô E u L ! l r n b ê m . uu ' a l a . e s i i , r e arììa Ì n o f a Ê ãr n ! Ê E d a d Ê p è f v é _ ndl oep o u c6 lp.i1ì ... aÍ m ro.í trii 5ÊÊrr dÊsl f o , : p â d d r r t r p . a Ì ì e h o fr q ! à n t i t r t i Í a e q u a t a t v a d à6 . 0 r d el r q f ã ! ,e n l quÊ p e rr a 1 5 :r ad e f e 5drcr i n L nv e . i d a c e po$a bsreíl.laf a nÌl0rla È ráo .o alo:c nopa.todeer.irsãoro.ia .o5iê:pôÍr idoi

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E r p ê i s á ôr l j i z a C a p e aP f o Í e s . o r a Ì a | qléa d È S 0 ú z i A b u q u Ê q u en, o i r m : A v a a . 0 n o 5 p ê i n . . h ã ô d â E s . o ì a ,2 0 0 0 .

R E F E R Ê N C IBAI5E L I O G R Á f I C A S Ì.ALBLqLERQLIE,Ìafqélaresorua.À:edaq0!:adocoiidaio:içó.5dorÌdôÊc0 Ì n : a A r V A L F 0 ,t u : . fa F ê L Ê n 1 d a . 6 ti 0 af q . l A . v ai a ' c o Ì ro sp é sn oc h ã od ae s c oa R e c ô i n i ! q fLE,!!!0 indoa rrrática!€daeóqÌca no ENÌno F!,n.anrentáflq!i!: E!, !!!!qqÉ

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Co Ì a n A a v ê n t u É d a U n l v e 6 l d a dSeã. 0P a u o E d l r l \ l : 5 P : R o d c J a n . ' o r 3 L l À Ê Q L - E ,+ 4. C alrÌ, r.,lafena Enrtornoda Universidade de €sponsablldadee.ê sêiviqôs.R?vsta LlsB

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6 F R E Ì R FP , a !o E x j s Í E i Í u L u i aÊ | 9 ô f n a ( u . a ç 1 0 b e f t r 0 E ? A s c a $ 6 d a ó q . a 5t o É '10 : I o " da sociêdade corjuÌu ó.la[]r,ll,0.ia,rio A vÈãonìe{adoóq cado qovefnoe o disiancianrêito E E d u . a . i o n aa,n oV l l , n ' 1 2 ,i e r .i l e1 9 9 7 . 7 . L I F P R P e l ãU r i v e s i d ã dPeú bi c a .R e s e r h a , d Ì 7ej ' h od e 2 0 0 0 3 . v Ì E Ì R À , s o Í a L e r h ÊA d e n o c i a t i z a ! ã o d a u n i v e Í s i d a d e e a s o c l a i z a q ã ô d ô c ô nÌ hÌ le . i Ì n e FAV:R0,MafladÉLortr:5(ofq.).AUDi,/e6idadeeÌÌqueíão.SioPau0,EDautôfesÂ*o

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,úducacao rlslca .Escolar: 5

e de PráticaPedagógica de Planejamento umaproposta

partindo da Física Escolar, daexperiência umadiscussáo a respeito da Educação Estetextoobjetiva socializar pelos pedagógica de prática em tÍês escolas da Rede Municipal Curitiba. desenvolvida autofes querespalde humano a cultura demovimento constituir umaconcepçáo decoìrhecimento trabalho busca 0 presente possibiljdades vislumbrar Física e,a partifdisso, emerge o saber escolar daEducação como sendo a matrizdeonde dadiscìplina nasséfìesiniciais comotambémÌrapráticapedagógÌca concfetas tantonoaspecto doplanejanento Físíca Escolar; PfáticaPedagógica; Cufrículo. Palavras-chave: Educação do Ensino Fundamental.

'A teoriapedagógicâ sósetornaráatìva comunista quando o próprio e eficaz, professoÍ assuíïirosvaloresde ummilitante socialativo" Pistia(2000,p.26.

1. Introdução 0 objetÌvo destetextoéapreÉrtarurna discusãoacercãdos pfinclpaisconceitos preseftesno cotidiaroda EducaEáo FGica E s c oã r , b e mc o m ob u s c a ía t e r n a t i v a s crÍicu arespara os seusobjetivospeda sóslcose corteúdosescolafes. Esieifaba ho vemsendopfoduzldohá alqumtempae acumua dadose contribülfortes-Produ çõesadvifdasde diíefentes zlmos,a pariir do Íe atório de uma pesquisa("EducaçaoFhica:consolidação de jurto a urìrar0va pfoposiapedasógica", t u r m a s d e 3 aes4. a s s. é r i e s dEo n s Ì r oF u n um texto quefoi pub cadoem damental), 2000 e que apresertarossasprlmeifas corclusóes acefcado fenômenoEducaçáo deneaf' Fhlca EscolarApósaveiculação dive6ascontribulçõe;e iigo, Íecebemos f o m o s p r o v o c a d o s a f e e soc ,rpervoêc-u E r que do asoraaprofurdaralqunsaspectos naquea pfo estavamrm porco obscuros duçao. A s c o n cl s a e sa q u et e m o sc h e g a d o iambémiêrìrpauiadaa nossapráticaros pedasóqicos espaços ondedesenvolvemos profissÌonais. rosas atividades Tíêsesco las públicasda RedeMulìicipalde Eírsino e s i eq l r a d r on/ a s d e C u r i i i b ac o m p õ e m quaisaiuamoscom criançasde pfè-escolar a 4 séfiedo EnsinoFurdamental.

pafa a PaÍie das nossasmoUvações produçáodesteaÍtiqo decofredo tato dê qLemLitosavançoste ieÍmosollservad0 óricosno carnpoda EducaçãoFísicaEscolaf ráo se efetivamra prái ca p€dagóqicaros mah diferentes poiios deíe paG. Exlstemequívocos sérÌosno casoda Edu caqãoFkica Escolar,tarto fo qre d z res pelioà concepçáo de conhecimento, como tambémàsqueíõesdeslíematizaçãodos c o r t e ú d o se d e e n c a m i n h a m e n i o porexempo, nos meiodoóslco,presentes, B á s Ì c o d s a s R e d eP s ú b l l c adse cuffículos Ersino. Eíe contextoacaboupaf pfopofcio rar umapráticaconfusae desvinculada do que press!poeos tundamertospresertes nesses Curfícuor, o que caíacterizarma imposibilidadede íaduçáo pa|a a práti dosavarçosdestãdisclpica pedasósica já fofam corsolida na, qu€tearicamente , or A i a l c f s e d a E d i r c a ç áFoG i c a p ex-"mp o, qle nosatorrìreniou tafto e nos f€z qLesiiorarcortinuamertenossaspráde Ed! ticasde pfoíessofes e proíessofas caçAoFísicane$esú timos dez ou doze aios, p€ o menos,já ieveseuflm decreta do. Mas,até ondede fato, a maÌofiados prolksloiaisqueaiuamna Educaçáo FGIc a E r o a r c o n s e s u i r ãcm o r c l u l cf ò mê x l to o f m desa tfajetóriade irquielaçãoe questiofamento? 0r ainda,até q!e ponto, as professoras e pfofessorcs de Educaçáo FGicaEscoar consequ fanr definlf den tre outrasqrestões o queé o seucort€ú Destaform4e brscardofazercomque Físicapossacon' a disciplinade Educaqáo ÍÌb!if com a semprcdesejadaqualidade

deenslro,o qlreexiqeumare açáoentrea i e o f i a e a p r á t l c am a s a d e q u a d a , objeilvamos con estepfojetosÈiemailzaÍ alsuis aspectos lrnportaitesra eJeiivação quarto a: a) Cor da práiica pedasógica de Conhecimerio; b) Seeçãoe Sis cepçAo dosCorteúdos; c) Eicamiiha tematizaçáo

2. ConceitosBásicos Ìricialmente,é impoÍtartepartifmos d a i d é i ad e q u eo c o n t e ú ddoa d i s cp l i n a FGicapaÍa as sériesdo efsÌno Educaçáo furdarÌìentasão os Ìemasde l,4ovinento e osJoqosqueadvémda Culiurado MovimentoHumano.EstãCutLm do lúovimer e va to Hlmaro é um conjuntodesabefes ao corlrecimento do ho ofesfelacÌorado parlif ou rÌremema desuacorpofeidade, e ss u a s h o í d l z e n dao p , a r t i r d a p l e n i t r da de Savlari (1989)so As obseruações b r e C u l t u r a d á o d e v l d oi r a i ã r Ì r e n t o sobfeo conceituaão quei€rnosentendido

o o píocessopeloqua Cuturaé,comeJelto íanstormaa naturcza/ bemcomo homem Noprc ôsfesutadosdesta Íansíormação. prodúz, o homem cesso dêaulopíodlziÊse, a cu simutaneamentè èn açãoÍeciproca, tuÍa.lsto s qíÌÍicaquenaoexGtecutura damesma foda qúenáoeÌiç semhomem,

avançando um poucomals/e erÍard0 E s c oa r , V i i a o n o c a m p od a E d u c a ç ã o Fragolaz especiamefçãoa ifês aspectos iríitucionaisdo Íìundoda escoa quesáo multoimpodaniesparaa coifiqufaçáoda


h i1,.,. L-scr.

suaculiura:o espaçoescolato tempoes colare a llnluagem,a?avésdasdlsciplnas/maiérias escoaÍes. OespaEo, otempo ea inquaqem, modosde comunlcaqão oupÍáUcas dGcrEiirae, .omo .oníÍuções socjais, aíetamdecheioo sÈf humano, contormam suasmentÊs e ações. porsua Conformam e sãoconlôÍmados, vez, pelaslníltu çõêseducatvatpea oltuia es.oaÍ (VinaoFfaqo,1993,Ìr 170) Sobreo espaço escalaf, o auiorafifma q u er e c a i r i a m d u a sp o s s i v eai sn á l l s e so: espaçoescalafcomo Lsai lstoé, a escoa comoo loca ofde ocarfeo ato pedasóqi possivels, col comtodasas imp icações da estrut!rado pfédiaescolar, daexiersãodo seuteffeno e assimpor diarie, em uma palavfa:a €scolacomoambienie.A outra arállserecessára paraa compreersão do espaço escolaresú fejaciofadacomo seu entendimerio erquartoteÍritóÍio,ou seja, nas suasrelaçõescom tudo o que o clf píóxlmos, ouÍos espaços que comos usos sefaz da suaseosfafia. NoqueseÍeíefeaotempo, ViÍao Ffago ( 1 9 9 8 ,p . 1 7 9 )e n i e n dqer e e l eé umamodalidade maisdeiemposocal e hlmano/um tempod versoe plLrra/ i n d i v i d Leailn s t l t u c i o ncao, n d l c l o n a . t e d e e c o n d i c i o n apdo r o u t r o si e m p o s sociais;um tenpo aprerdÌdoque con lorma a aprendi2asem do tempo;lma consíuçao/em suma,cu tufal e peda qógica;um "fato culiuÍa". 0 tempo escoar comoo espaçoe o drscLrso escoaíes não é/ poÉanto"um simplesesquema forma o! umaestfutura feutfa" nâ quese "despeja"a educa cu60ou su ção,sefãoumaseqüêrcla, cessáocontinradade momentosnos quaissediíribuemospÍocesose ações educativas, o fazerescoat um tempo q r e r e fe i e d e t € r m Ì n a d a s !sp o s i ç õ e s psicopedasógicas, valorese formasde qestãoL / Í ì t e m p oa i n t e r i o r i z a re

A escolaé uma das instituiçÕes mals pfeocupadas como t-êmpo/ masela o peF cebede maneiramuito "lìneat ascenden te, sesnentâcloe ocupada" (V ÕanFrago, 1998/p. 180)/nãopefmÍtirdoqueas pes soasquelá seeicon?anrpossâm constrrir o seutempo/poise a instituiuma forma

tempora básica que conforma as práiicas coudianas:o tempo de todoi é o iempo de finq!érÌr erìr particu aí As dlsciplinasescolarestambém com póem a c!ltura escoaf de maieira decisÌ va/ porquetem sido com base .elas qLe a escoa desenvolvea sla ação pedasósica

entidadesabsÍatas. ÌamÌroucopossuen umaesênciauniveEalouênát ca. Nascen e evoruem, su|qÊtre desaparccenj sesepa rameseunem,sercchaçanescabsoíveú. Ìrocamsêu5conteúdos; tatrbén suasdero mlnações. 5ão espaços deÌioder,dèrú po queaqtupan inte deÍ a dlsputafiespaços fê$eseagÊnlêraçóese eÍfatéqias.Espa çossocaisqúese conÍlquam no seiodos sistemas êducatvose dasinsliluicões aca dêmlcascom um carátermaÈ od menos excludenie, Íechado,respeÌadopeosaíici pfofisslonals onadose de outrasmatéfias, e, as vezêi,maisou menoshegêmônlco em (V nâo íe ãçã0a ôutrasdiscip inasecampos Fraqo,1993,p. 180). As dlsciplinas são espaEosde disputa de podeÍ e as lormas de exprcssáodo podeí estãoa'llcrladâs com o fazer e o pen

A s Ì m ,f o m u n d os o c i aq u e é a e s c o l a , a culturaescolafé "a cÒnjuntÒ dÕscon teúdoscÒsnìtivÒs e simbóllcosque,seleci onedos,orsanizados,Lcan úna Ílada ósi ca de tempo e espaça1'nÒtmalizadas'. 'rctìnizedÕs',sob efeitÒdosinpetatìvosde didatizaÇAo, canstituen(...) a abjetode ttensmissea elelibeftda"lFofqujn,1993, No casodâ áreada EdlcaçãoFísica,a cu tLra do movim€rtohunrafosistematizada,"oÍqanizada,djdatizada"(Forqun, 1993),produzo seuconteúdo. hio é, essa "Íansposição di.lática"3dos e enrenios produzo con dessacui!Ía, ienratizados, t e ú d od a E d u c a ç ãFoG l c aE s c o l a r E é a sisienrailzaçáo destaculiuraque corduzaosÌemasda Culiurado Nlovlmen to Humano.Ìsto é, iais lemasdevempas sar por um crlvopedaqóqlco, orde o rele varte sefáa possbilidadede um temaem especiafacÌ Ìtara compreensáo dajá men c l o r a d aC L l t u f ad o l U o v i m e r tH oumafo. A conífução e rcconífuçãocotidianade dlfefentes íormasde nte|pfetaçãa doscon h e c i m e r t o se s c oa f e s é t a m b é m a (re)corstfução da culturahumana,pojso c o n h e c l m e nd ieoq u e Í a i a a E d u c a ç áFoi s i c a . a E Í o a s ec o n í r ó l :

sar coildiano/ ío é/ com a cu lura esco lar 0u melhor,e as felaçõesde podeÍ preseries ra escola,e denÍo deias ená o íazef pedasóqlcodas discipllnas,constituem a cultu|a do enabe ecimerio de erslnoAs dG.iplnassão pos, Íoites de podeíè exclúsáonão 50henie proflssionalc0mo tambéhsocia.Suainclusãoounãonospa rosdeeíudosdeumasououÍas proílssõês coníltuema afma a utilizarcom vistasa indicação ou náodedeÌeímnadastarcÍasa u m o u o u t f o q r u p op r ô fs s l o n a (l V l n a o Fãqo, Ì993, p. 141).

( .) a partiida práricae desonvove scda intuçãovivaaôpensaneito abstratô, e do pensamenio abíÍatoà prática, como.rité ao deveÍdade. RepÊundo umnúmefo lníinitodevezes viva Ìrensa o cico: intujção menroabírato práuc4o .onhecmenlo desenvo ve-se, descobÍe rovosaspectose li gações e,êmum.eftoestásiode seudÊsen voÌvimento/ começa a.aptafe a dlsLingulf asprcpÌiedads easliqâçõsunive|saise a tomaÍconsciência dõ leÌsunive6aÌsda Íea idade e dasíoÍmd univeÍsãis dosef.(9ri' (cheptu fonosso) in, 1932,p.12.Ì).

Asim serdo,quandoum iemade mo vinrertopÍ,sslbilitav€fÌÍÌcá-o a cadamom€ntocor. aspectose iqaçõesnovas,é porquee e tem Íe evância,é corternpoÉparacorìros reo,apresentãsirnulianeidade dadosda realidade, dá condições de queo persamento forma seefetÌvede espjralada e pof estesmotivosé provisórlo(Coletjvo de Altofes, 1992,p. 30 a 34), e po(anto deveser seecianadoe entãotrabalhado con os alunos,blscafdoa cadamomento lazeÍ cam que as crlaiças compfeendam comoa Crltufa do lvlovimento Humanose

rusrsnaac


a l r : , .' L5 c o f

concreiÌza,atravésda constarteaprcen e as liqaçÕes de um sáodas propfiedades detefmrado ÌBma de l,,lovinìeflo. É importarte o b s e Í v aqr u eo s m o v l menrosbásicosdo honremcomo:coffer, saltaí,rebaieÍ,ançar,etc.,5ãoifaba ha dosconroexpresãoda relaçáodo lrornem com a natufezae com os o Estesmovlmertosnão podemser cofs deÍadoscamonaiufaÈ,pois ao aboÍdârdo homemcomona mos os rìrovimentos t u r a i s ,a c a b a n ì opso f d e s c a r a c t e r i zoa r p f ó p f i oc o n c e i t do e c ur ! r a , a é m d e r e fofçaÍ a nat!ralizaçáode todasas maze a ss o c l a i sc,o l a b o f a i ddoe Í a f o r m ap a r a a c o m p r e e n seãqot j v o c a ddaeq u ea m i s é r i a , p o r e x e m po , é a s o n a i u ' a l ,e p o Ê tanto lmutável. de Naperspectiva atéaq!j epfesentada qre o corhecimento Íaba hadopela Edu caçáoFisicasáo os iemasde movmento humaro,é Ìmpodarte obseruafqle nacon cepçáoieóíica queembasaesseÍabalho, apresentã GrausdeDèsen o conheclmento volvÌÍìentoe suapfimefa fofrnaé a toma do honrernde ser pfó da de consciência pf o ex stir e a percepção do mundoqle o cerca.Passando a íe acionaÊr corscien vai, tementecomo rnovimento a educando exef' então,cofstfLindosua consciéncia, cícioeíe qte é o pfóprioato deapreend."r c o n h e c i m e n l oast,r a v é sd o m o v l m e n i o coríante da "irtulçáo vrvá perranento ebstreta práticâ" que se íepetefo h! manoum iúmero lnfirito de vezes. enie.de CorÌìbasenesses argumentos, mosquenospÍirneirosCiclosde Desefvo seÍtÍa vimenioda Apref.lzaqern',.leveÍì ba hadoscomos aluros4 Pontos: 1. 0s nrovlmentos básicosdo homem (cofrer,saltaÍ,prlaÍ, ançar,folaf, eic.), a paÍt r doscriiéf os serìrprc seleciorados expostosanteÍiofmefte. 2. Quanda o c r â n q ac o m e ç a c o m preendefseu pfóprÌoexiíir, passarÍosâ os slqriÍi lazer coÌÌ qte e a compfeenda cadosde slas açõesde movmento,onde e a é levadaa perceberquehá difeÍenças pof exempo en?e coÍrer de um cachoro e de c0fr€f paía pegaÍum ãrnr90em urfa brincadei|a,ou mesmodas diÍerentesifpfese.tesno movimeriocoÍrerem tenções umabrl.cadeirade mãope!a, ondepode mostanrocorrerpafa peqa para íugií Cadauma deías intenções é c o m p o í ad es e i t i d o es s l q i i Í i c a d aqsu ea o

i;:2:2à)l

fas expermentações do dose s qnlflcados m e s m toe m a ,p o d e n d!on cu s l v eu r i Í t u d o como0 issoa ouiro tema de movimento, saltar,ondeteríanrosfô$o a uno pu ando coídascom pefnasde pau ou de lata. 4 . P a d i c i p acfo n s t f u Ì r deoÍ e c o r n r u i r d ol o g o se b r i n c a d e i |saism p l eosn d ep o s s a m s e f Í a b a l r a d o so q l e o s a l u f o sj á apreendeÍarn, tendoa pa|t I daia compre do seu mrndo de relaçÕes. ensão ados,fazemcomquea crÌan seremdesvÊ sobrea Culiu ça aÍnple suacompíeersão HLmano. ra do lvlovimento Esteexefcicioé exaianefb a passa qerìr,pof pade do a ufo, da visãodiilsa dosdadosda rcalidadepafa umafasesu perior,qle é de ofqanização e ideiiifica çáo de dadoscom vlstasa 1oímafsÈte mas,ercoftfaf felaçõeseníe as co sas, identificafdo diíereiçase semelhanças. 3. Entenderas possiblidadesda cfi aiça se relacionãfcom os objetosque a c fcundam(bolasdiversas,pefnade pa!, pefnade ata,bamboê,cofda,bastão, etc.) A separação ems, c0ì reãçã0a natufeza, supoÊ a tomada deconsciên. a peiohomenì ldadê, daÊxÈtên.la dosobretos daespacia JoÍadee e, ao nìe5mo lempo,doapare.l. mento dafepfesenta!ão, depois do.oncelto dascaractefGucas espaciaÈ. 0 deespaço, d laosp a f tc ua r i d a d edsa s .onheclnren tfaníofmaçóesntefvndona reaidade a amblenie, en dccorência da alividade bofiosa, c0nduz àformaqáo doconceito de e tempo, cononedidadetodarnodiflcaçáo (Cheplu in, detodomovimenio con.retos

s er e a c i o n ac o m Q u a n d!om a c Í i a n ç a unr deterÍìinadoobjeto,ela não eíá ape nas rea zãndoa qumâtareÍa,peqafuma bo a, pof exemplo,mas ela eíá corÌpreerdendoo nrundoao seurcdoL o c r Ì a r ç ar ã o a p e n acso m E quanda preendeo conceiiode "equÌ íbrlo", conìo (oujurto rnaisunexempo,masemsesuida passe a vlverclaf ese corcelio, ea ã isso) re açóes" a corÌeçâafazeÍ fovos"nexose pad r do momerioem qlìepercebe quese íelacÌofa.docomobjeiose a podeexpefmentaÍoutrasÌrtençõesao equilibraÊsei e q L i l l b r asfe e m L m a p e f . a d e p a u ,q u e pois ! na síntese ma s compLexa repfesenta juntamoso temaequlibíio a um deiermi na.loobjeto.É possivel a nda evantaÍdi ve6as outrasintenEões, bemcor.0 senti

P o d es eo b s e r v a f e a l d of r o t i n ì e n ldôo . o de uma cateq0fiaa ouÌfa no nhecinento vlmentod0s.onhe.lúentosclêntí desenvo PÊLo Íato de que as caieqorlassão ficos. nêcêssáÍ os do desenvo v nìentodo síaus socia, o rÌovjmeDto deumàs conhecimênto Jufqir em àr outás devenêcessariament q r a l q u e fd o m í n i od o s a b e f .( C h e p t n ,

Por finr, necesstamos de uma outra l ó 9 i c a d e p e n s a m e n i on, ã o s ó n a t o Í m a como o conhecimentoé Íansmiudo e na J o r m a d e s e r a b s o r v i d o ,m a s i a m b É m é necesárlo urn fedimeisionamentodos c0nteúdosÍansmli dos pela EducaçáoFGica deníoda escola.As pa avrasde Bachelard (apud snyders, 1974, pp. 155/156),.er Lamenteeníiquecerìrestã compfeensão: e o sensocoúon, obseÊ EnÍe o bomsenso vaçóesnatuas ê a c ência,opefase ttra '0 sabefé' mudança tola daspefspê.tivas. a neqaçãô dal apaÉncias,exisêuma rup tu'a, lma conveEãonáôsó dostrodosde pensatrento, lniercsses e dos comoalndados com va ores.Náose passadaslmpÍessões que estetermo ifip ica de lndlviduae de oÍlgina (0upeLomer0sc0nro quecadaum jú qa ser oflslnal),ao conhe.lúento.Não deutoajts setfatadealsunasfei íicaEões, iamentoientoe prôqre$lvopor aprô! ma qóèJsuce5sivasi ma5dum pf n1êlr0ensaio

Isto queÍ dlzef que píec saf.os de uma forÍìa difererciada de entenderã consffu qão da coisc êrc a do sujeiio. Po s a cons cÌ&cla do suleito é o íeílexo da realidade e este ref exo adquife um caráief consci ente vindo a manifestar-sesob e ïoíma de coirecÌme.to, que visa assequfarà socie dade as basesrecesár as para a oíqari zação Ê desenvovimerio da pfodução,as sim como a tra.íofmaçãô do meio aÌnbi erie no irlefesse da ruman dade.


SÉGUND0 CICL0(3" e 4' !éries)

li sètoana Conve5asobrêo P anejamento 2' serÌarã LirníÊ5e pos5bi idadesdosespaços Corref 3ascúaìa Coíef 4; 5emana SaLtaÍAltu'a S at a í D È 1 â n . l a 6' serÉìa SaltãfCo da Sa taf E ánl.o Lança' 9i semana Lanqar 10' rúfaia Larçar R e b a i esrc n a u x i l od eo b j e L o 1J'semana R e b a l esfe ma u x i l ôd Êo b j ê l ô Rêbatef conrauÍ lo deobjelo Ì,1r rúrana 15r 5Ênana Rebatef comauxilo deobjê10 LhuLaÍ cht]tar r7':eúara RoãmeÌo Ì3r setrana Roaiìenlo P a â d ad ÊM ã o 2 0 ?s e ì a r a Pafadade Mão 2Ìr serlara 2 2 r s ê m a n aE q Ll i b f i o n dv d u a ( p c r ì ad . p a ! ) 2l? semana

rìtiieiti!_ Conve6asobfeo Flanêjaneìto Vo Ê bo combo a !r lralÌè VoLeibocombo a q qante

E{ìulibr o Coetivo{pl|ãmldÊ)

a ,0 ì d co c o i t e ú déo l Í a b a l h a d/ 4o. S e m â n a 1 . s ê n a n a d e t r a b a l h o , e r : t 4 a l 3 / o 2 o u 0 2 a 0 6 / 0 3 / 2 . 1 ì o . l e c o x e ú d o s q u Ê s e f ã 0 Í a b a h a d100t /. 3 .ô da Cutu'a de Movmento,a$im, eie nãop0de5eÍo e enenlodrt ildor do p a tsrana ïo Oed,qóq de Joqosro joqo .0 utjtul 5ecnì uì dos.oìponenLe5 daEdi.açãoFisica.daEÍôaPôf$oasenranadeJoqos,Joqoslntefnos0u0impiadasdaEsconpfêckaÌìenaradapiadaãospí d a d È c l pn a d ê E d r c a . ã o F G i . a e n ã o a o . o n t r á f i o . a 0 i È r o a S c n r a r a d c J o q o 5 o t r J o q o s Ì Ì r t e f n o s d ez vaednorrsceofsbpar n . p 0 sd ed e m o c f aa.e p a { . p a E ã 0q,a Ì a r in d oa r o d o a s [ ] o so d c i t od cl l a f l i c p a f d êp eo m ê n o!5m a m o d a i { l a d e d 0 5 r o qc o ísr,l f u l n doo í Ê s p Ê t o aoou t f o.,0 n c f ezt a d oa o eí a alegfa da pad.lpacãocoetila

dos 3. Concretização temasd€ movinento PeisalpropoÍ e expefinroria/ !fátj casno iieÌ or da Escola, Íe caspeda!óg q u e fc ô r sd e r a fa ' \ C u l t u f aE Í o a r / / . o! conlreclmentos, ou 0ra, os sabefes, i o s d z e r s d e V i i ì a oF Í a q o( 1 9 9 € )a, l i n q u a q e ìe s c oa f t e ms u aT o n tnea c ut u Í a e ao Ììesrnotef.po em qLede a emerge/os sabefes, llnta.nentecoì o tempoe o es paíi a r da açãodossuletos pfesen laçor ro coild ano da Escoa, connróemessa ies Essês e ementos/ngragem,tem cuirÍa. p o e e s p a ç osi ã o d e c i sv o s p a f a a concfelzeçáodos Temasde Íìilo!merio, . o n t o r n rpeo d es eo b f f v a ' a s e s uf : : ì . : 1D . i v l s ãdoo t e ì p o p e d a s ó q Ì coo5, 2 0 0 d Ì a sd i l o s ,e md o i sp ê r i o d oGs e m e s tres).EstadÌvisáobuscaaproveitaro qle já selem pfevío fa crltura da escoa eÌ] quantoofqanizaÇão do Lempo: i r ' N ap í l m e i f ap a d e /p f n e l f os e m e s i€, são trabahadosos "Tenrasde lrÌovi ìelto//: co'reÌ, aÌrçar,ro af/ pafada de ìã0, saios (d íâic a, altlfa ê objetot/ rebalef(comauxi io de objetose sun auxi o de objetos),clruiar Comoexenrpo dotíabaho apreseitado

ro prineirosenrenÍêia connflrçao do co flrecmentode queÍata a EdrcaçãoFGlca âbo'damos dok iemasrançafe o rcbaieí. A ot r a b a l h aof a r ç a f /p e ' c e bsee an e . e s s i d a ddee s e c o m p f e e n daeLr q u i sp o r tos muiio mportanies: a - queo lançafè u ì T e m ad e u o v i i E . t o ; b q u es e p o d e lãnçard versosobjêtos;c que!rs obleios s a o m a s p f a z e r o s oqsu e0 ! Í 0 s p a f a e e lançar'd queeristemdivefsas loÍÌas de lançar,e se.doasim r pefcebetambérÌ q su eo r q l e a q u m a s ã om a i sp r a z e f o s a Ías; e queúfs objeiosexiqenrrì troli mentod fefencadopafaerecuiaro lançar ( b o l e a d e l f ap,e s o ,p e o t a / a n ç a ,p e d r a / b oa , e i c ) ;Í ' e r p e r i m e f lsaed i v e B o jso qos que apfesentamo terna lafqar, nras d a n d oa q u a i m p o í t â . ca m a o r r a e x p e f e nacç ã od o l a n ç a Í ; 9 d i l e s o so r Í 0 5 p o n r o sf e e v a i r e sq u e p e r m m m o s a u n o se í a b ee c e r e m n e x o sd/e p e i d ê n c i a s possilessobre0 iema e re açõescomplexas Comí€ açãoao temaÍebatetobseÍla.ìo!: e quÊo febaieÍé urr Íemade Mo! nìêntoìh qLÊo Íebaierpodese efúiva' c o me s e ma l r í l o d e o b l d o s( a p e i a cs o m meucoÌpoi 0u com !m oFleroqre rfans

forma se ern eriensãodo meucofpol;c c o ma l r í i i od e o b j e t ovse, r Ì ci a 4 e q u a lssã o 0 s m a s p f a z e Í o s op sa r ac a pfazerosos t ! r n r a ; d- q r a l so s o b j € t o s Ì ns a e asdÌÍeençasêntreo aseren rebâtidosì a n q ae f o r e b a t e ' ( p a fqar e e up o s ae x e s t0ìa' c u t a fo i e m al a r ç a ' e u Ì r e c e st 0 possed0 obletoa sef aiçado,o que não ocoífecomo tenìarebaief)ìI jososonde se en.oiía o febater;q - diveEosort'os porlos felelantesqre qafantar.aos alu c irae a f o s e n a b ee c e fr e x o sd/ e p e n d ê n e posslvejs sobfe o iema re conrplexas ções i N os e q r n dsoe n r e í f e s ã ot f a b a l h a ' d o so s s e g u i n i ej osq o svi o l Êb o l c o mb oa fll"bo, a. lliqafte, beteombfo,câEadof, (sarafáo),fres.obo femesso à cesta / sa 0 t f â b ah o c o ml o g o sn o s e g u n dsoe mesÍe brsca encontfaías Íe açoesentre 05d vesostemase jogos,identificardoas e as d ÍefenEas, ofde os a ! setrelharças p o Í q u e p e f c e b a m o sÌ e n a s d e M o v i nos menioiraba hadosno primeirosernesire acananp0f êltaf !íesefÉs emloqoscornp e x o se/ r t e n d e n daos i m q u ea l g l f s e , À mentosé quesáodefindofespáfasuapfe

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sençanestesjosos. Estaaiá lsebuscadar visibÌlÌdad ae o p Í o c e s sdoe c o n í f u ç ã od o Cabeobsefvafqre, para a orgafiza coirsiderarnos o lem çãodo p arelamenta/ po paÍacadaíabalho, bemcorÌìoo local/ espaçoe o cofteúdoque seÍátÍabalhado r o r e s p e c t vtae m p o€ o c a , o c o n í o r m e mosifamos exempios no quadroaclma. Um dadoimpoftantede ff acrescef, t a d oa q u i é , q u eo sa l r n o sc o p i a m o Plane' jamentono cadernono ifício decadaperí' odo^emeíre,com iso elescomp€eiderìl a i o t â l i d a ddeo Í a b a l h od a d h c i p l r n ao, queqeravárlasmudanças sensívels ia pfálica pedaqó9ica da Educação FGica/dentre as qualsdestacamos tíês: L exbila aftefiorme.teia Escalaa c u l i ! r âd a " a u l al l v f e " ,o r d eo sa l u n ods l ziãrnao pÍofesof o queqLerlamfazefra aula de EducaçáoFisica/podantocomo c o n s e q ú ê n coì at ,m b a h o l i n r l t a v a s eà s menÌrasjosafem caçadore aos menlnos Como p anejameftoofsanizado, mas permareca aperasde possedo pfofessor, a insislêiclapara as au as livfes,poÌso aluro coftinuavadescorhecendo o quese íia irabalhado.Essacutura desapaíece a padif do rìromertoem que os a urostêm âcesso ao p afelamerÌo/e perceDern 0 qle vãotÍabalharAlémdo que,passam a coir versafcoms-"Lsco eqase faml ÍaÍessobíe o cofteúdodasâu as de Educação Físlca, para a corstíuçaode novas c0lalrorando € açõeserire ostemasde rnovirÌrefto; 2. o espaçoé um elementocentfalna ofqafizaçãodasaulasde Educação Fkica e estávinculadocomos conteúdos da dlscip ira pasandoa seí,poÍtanto,pré defl rido, pois cadaconteúdoexiqeum deteí minado.êspaço. Ese encamÌrhamento coaboratambém na campfeensão dasposi bilidades demovir.efio ífenteàscondçoes 3 . a p a { i r d om o m e n teomq u ea sc r i ançasconhecem o conteúdo dop arejamer to de EdLcaçAo FÍsica,crescerìr as discus sõessobreos iemasde movmento.Esse debaiesobÍeas interçóesd.s temas/seus sentidose slsrificados,ulirapassam os l mltesdosportõesda Escolae começam a fazerpaftedo d álaqoentfeíilhose pais. 0uÍo exenpo deslapráiicadilererci ada é o faio de os alunosencorÍarernos professores no podáode erúada da Esco

.È1+..

la e dlzerem:\\ Profesor,lrojenósifemos traba har o iema de movimentorebater, iáo é?" ou em saladeaulaa urosaíifmafem:'! Professof, corveEeicom neu pa e m i n h am ã es o b r ee m q u as j o s o sÊ n c a n tfamospfesente0 temalançafe descobrimosváriosouÍos que nãotínhanosvisio É bemenriquecedor o exempo de urÌrâ a l u n ad a3 as é r i eq, u a n diof l a i n i c i aor i r a ba ho sobrefuiebo ro seqlndosemeíre, loi conveEarcomseupa sobfeo quee a pas iria apfendere o paj lmediatãmenie soua cofÍibulf com ifformaçõessobfeo futebol,suasfesfas,técnicas,etc. Exem p os comoessepefmtem Íessâltarque o ace$oao p arejamento deteÍminaa cors truçãodenovasfelações no irierioÍ da Es co a e paraalémdela. 4, Elementosque sustentama prática pedaqóqicada Educação Fítica nas sériesinic;aisdo Enrino Fundamental Conro deserrolardo projeto,quedeu ofisemao texto,fol posíve sktematzal a s u m a sc o n Í i b u l ç õ eqsu, ep o d e ma u x i l i arra cansolidaçãa deuna prcpostapeda íísìcapaÃasséri sósìcaparaa eclucaçãô e s i n i c i a ids o E r s i n oF u n d a r . e r t a . Taiselemertos f! ndam-se em do s po. t o s ,q u ec o r s o l i d aome i x od ad i s c i pi n ad e E d u c a ç ãFoG i c af 0 E r s i n oF u . d a m e r i a : 4.1. ostemasda culiufad€ movmen to {e suaarticuaçáoemjoqose bíincadelrat compõem o c o f r e ú d od a E d u c a ç ã o FisicaÌrasséf esinlciaisdo Ers ro Fundamenta, orqanizados na s€gLinteaÍd€rn: a) compreersáo dostemas demovlrÌrer io, b) ampiaçáoda compreefsão doste

rnâsdenov mento,c)apfendeÍajosar, d) c o m p r e e r doesfj o s o se, ) a p r e n d earc o n s 4.2. os encaminhamerlos meiodolósl cosparaeía discÌplinadevemsersuÍen

a) ApÍesentaçáo vêrbaldoconhecíment0 pelopÍoíessof, seusobjetivosê dÌnâmilnicÌalmerie,é tareÍado pÍofessofern sa a de alla ap€sentaro quesefátfaba' lhadocom osa ufos, qle joqo serátfâbalhado,probemati2ando estasitlaçáoatÍa que busquemla vés de qLestiôna.nentos zer.0m que0sa Lr0sapresenierÌr suacom píeensãodo conhecmentoa ser tratado, assimc0m0apresentem suaspr r.eirasre açôes.Irata'se de uma Íetonradado que foi trabalhadoio p/imeirosemestr€. Uti l2amos, comoexemp o,otemaLafçar,que estafádeÍortextralizadoporlorçadasclÊ quardor 0 que é precisoconsÌderar v a l a n ai s a r ot e m al a n ç a ré, s ee e p o s s i b l queo movimento litã compfeendeÍ huma fo se eleilvasempfecom um sisnf cado, orde o mesmotema lançar,podeposs!if diversossiqnilicados,como: ançar para acedaÍ, larçaÍ para rão acertar/lançar paraumrercefo arun0semqueurf sequndo a ufo romeposse/e ate mesrnoperce befqLeqlandose ançaumapedfaemuma v draçahá unr s grificadoqueé dÌfefente de quandose ançaumabolateniardoevÌ iar que quemjoqajunto iorìrepossedel4 to, o quedilererciaé o seusisnificado, e eíacompreensáodossisnjíicadoséoponto depadldaparaase eçáodecofteúdosqle


t-l,..,Es.ol:

c) Vivênclapráiica do conhecimento Apósas duasetapasarter ores,esteé . momenlode realizaro que a princípio íoi lma o|gafizaçáodoquecadaalunoiral ,a q u i q u e as z l ad es u ae x p € f i ê racs o c i a é poispararós é vefdades são construídas, justameitea práticao "crltëria cleveda de" 'cheplúlír, 19A2,p.-t24). Nestemomentoé posívelsefazer re iomadasdo qle Íoi apfesertadoieofica

devemserÍaballradoscomas sériesinÌci als do ensinofundamefta-

9riúria senefa lzada dizendo:" Isso ,ão vale prcfessÕti no bere tadas nós prefeti

0ndeo professoÍdeveperguniaÍ:

A s s i m f o j a b e l i a a p o s s i b i l i d a d ed e amp iaf a compfeensáode um Tema de

. Qraisos"ÌemasdeMovlmerio"pfe sentesirojoso em qlesião? . QueiitençÕes pemelan os "Temas de l,'lovime|to"pÍeseftesnestejoqol . Se os seftidos/siqnilicados dos "Tenestejoso sáoos masde NrÌovÌm€nto" mesmas do queem outrosloqosjátfa

No joqo de caçaúror o lançarcompÕe' q!eiornanreste sedesefildoVsiqriíicados Temade Movimerioo rnaisprazerosoe impodaite do joso, poissó é posível sa nhaí eíardo de pose da bola;já para o beteonbra senpte serápfefefíveleskf executardo o TerÌrade Movimentorebater do queo lançar,polsaqu os serudoíslg rificadosdo ançar imiiamsea posib i dadede podefvifa rebater. Sobr€isto há uma passaqem lntercssanie,quandodo tÍabalhocoÍìro jogo de ao rerornafparaa sarapaíacon caçaoor/ versârcom05arunoss0!Íe 0 qr€ caoaufn percebeu dosTemasdel\/lovlmenio nojo9o. p€fsuntado qua pfircipal efa o iema Fol ro caçadof,ao quetodosrespordefam sef o larçaf. Na têniativad€ arnpliafa comp r e e n s ãd o o s a l u n o sl o i f e i t o o u t r o questionamerto:ertáotodojogo q!reie rha o temalançareíe *íá o temapíinci pa e o mais pfaz€fosode sef vivenciado no j090? Novarcsposta." - Si'r proíes' Nessemomentofoi propoÍo pafa que n a p r ó x i m aa u l aj o q ã s s e rbne i e o m b r o , ondeo professor escarecelrsef s!â p€ferênciavivenciaro tema rcbater.Foi uma

. Se é passívelqLe um r,resmo Ìema dl de Movimeitopossatef draslntençÕes fereftes fo mesmoj0qo, dependendo de qLalpape se desemp€nhâ nojoqo? 0 correrno jogo de beieombfoaprcparaquer. sertaduasinterçõesdiferentes estaloqan!r0/lma pa|a quemc0rrepara peqaflrnrabo irha rebatida,e outfa pam quemcoírepor ter rebaiÌdoumabolinha. b) Represenraçáo sráficada falâ atÍavésdê desênhos e/ousímbolos: É tãfeíado professor Íazercorìrqueos a unoscoríruam e consoidemsuaposl b Ì Ì d a d e d e a p f e s e n t a ç ã o i a n t ocvoem óo al na forma escrltao! slmbóica. Uma vez que,confofmeV qotsky,o fato de um alu no deteras condições de compreensão e expresãode umadadaÍea dade(o joso) (a ver aíavés de umaíormade expressáo que bal),ráo significa eíe a rro apresen' t e e ms i a sc o n d i ç õ e scdoem p Í e e r d eer e x pfessar €siamesrna fea ldade(ojoqo)atra (a escfita vésde o!Íaformâ de expfessão Estaetapaocorc juito comafaseanpefceberse É imporianie osalunos con sesuem€f€tivâfasvlvêrcasquesáoapre veúal/escfitae sÌmbolicamerie seÌrtadas e em quemedidaissopassaa ocofrcfc,rm rìraist|anqüiidade,poisesteé um elemen to impo|tantequecaracteflza umamudan ça qualitativanosalufos.

d) Retomadaconsiantêdos seniÌdoí possívehpa|a cadat|abalho signiíicados realizadoe a coÌrstruEão de uma irtenparacadaÍalralho: cionalidade Sendoa práucao crjtéfiode vefdade, é l n d l s p e n s á vq eu lea o e s l a ri o s a n d oo u Íea izandoTerìras de Íìlovimento, estejao sujeitosempreconfrortardoos sentidos/ preseries sisniíicados emnossos movimentos,asim comopercebendo a possbilidad€ de se conÍfuir rolas i.tencioraidades parao [,,lovimerto Humano. 0 trabaho como Tenade tulovimento saliar deveproporciorafna prát ca Ìrrìr confronio enirc0ssentdos/sÌsrificadosque permeiamestetema,ondeos a unossao pera saliar suasalturastrans colocados Í o í m a d aesm d Ì s i á n c ihao r i z o n t aA. d i f e rençaentresaltarapenasumadiíârcla e saÌãr urÌa distãnciaqre tem para cada rm deleu s mv a l o rp, r o p o f c i o faao sa l u n o s percebefem € recoríruííemsuasintenqões ta movimen a cadavezqlee esexecutam to. 0 mesmooaorÍequaido se depafam com a tentativade supeÍara a tura do m e r o ra u r o d a t u r m a ,a g o f an a v e d i c a , orde o alunose "úarÍorma em sigarie" e o rravlmentosatar tomaoutraspfopor ções. percebere Na correr, é intefessante se viverciafcomoestemovimenio apfesen ta quandoé realizadoem dlfeÍentescir comoao cotrerdeunrcachorcunstâncias, í0/ corferparapegararguem,correrpa|a tuqlr de a suém,coryefparachegarráp se d o , c o f f e f p a Í a c h e q a lrr d e p e r d e . i e í á p i d oo u d e m o r a d oc,o r Í e fp a í a s av a f alguém,e dÌveEasouirassituaçÕes ande encontraemosene Ìema d€ IVlovimento comdifereriessentidoísiqnificados e que fos lmpõeuma inierçáodifeíentea cada que a0 momenÌo/nas qua s perceDern0s ereclta-lo podemos sentirmeão,a esrla,

ESISMìACIJH


JoqG iiíants - Pêtef BtuêqÊ Ì560

pÍazer,ra va, Íisteza, sensaçáo de supe

i'o lormas de linguagemaquÌapresenta das,o alrno íaníorme suaprátÌcaefeti vamenteem cÍitériode vefdade.

0 chutaÍde.tÍo do futebo, apÍeseria lma variaçáoeroÍme de inierçóes,ond€ r m a c r a n ç aq u ec h u t aa b oa p a r a f o ' ad e campoblscandoevltafum 90 tem em sua a ç á od e m o v i m e n tdor a s Ì n t e n ç õ ebse m pefceptívels: evltaÍo go e chutarparanÌr q!ém peqaÍa bo a. Coriudo,qrandoe a eíá com a bo a em ru dominioe pasa paraum colegaseL/tem a Ìriençãode fa zer,aÍavésdesuaaçáodemovimenio/ com quea oo a cnegLeao pafcerc. ouÍa circurstârciaposível é quando ele chuiapafa fazefo so e buscaacedaf u m a v o / d i f e r e r t ed a p r i m e l f as i t u e ç ã o menciorada/ e tem queevitafqLeo golej peqle fo a bola/dÌfefentetambémda se0 quedlzeÍentãodo chltaf a bolade c a l c a n h a fC?o m o! m a a Ç á ol s o l a d a fofa do contexlodojoso defutebo/ é !maaçáo d e m o v i m e n t ac o m pe t a m e n t ed e s p r a z e f o s am/ a s q r a n dfoe ai z a d a d e n Í o duen r j o q o ,é u m m o v i m e f tdoea l i op f a z e r ed e moníra comoquemo r€alizousabejoqaí É lm!ôdante pefcebeíque o movlrnento jus chltar como ca canharsóé reallzado Ìamentepof uma be ezae prazerem sua a Ç ã 0U. m j o q a d oqrr er s a e Í a j o q a d an ã o proclfâ o eíicieÌrte/ massim o beo. e) Reconstf uçãodojosoà paÍiir dotÍabalhode sua conpreensão e de sêuseniido/signÌfÌcados, balizadosagoü por uma novairtenção: Há aindaumataÍela qre vka cofc uÌr ostfaba hossobfe!m Temade Movimef' io ou um Joso,na qral o pfofessafdevefá dedicaflma semafaou umaaula,depen d e r d od ã sc i r c u n n â n c l apsa,r aq u eo ss f u posoea ufos possamco.srruI novossen para os ÌÈ tidos/siqn fÌcadose lnte'rçÕes masde lvlovmentoe paía osJogos. Esescincopontose encados, dãocon d i ç õ eds ef a z e rc o mq r e o sa l u n o fsã o j o qlem necanicarnente ou saibanrã hisió fia dosjoqosrÌrecanicarÌrenie, rnasslm que poss:bi compreef damasdivelsas idadesde que permeiamos jososairavés lntenções d e s e u ss e n td o s / s i s n i f i c a d oAsd.e m a i s , iambémpo$ibi itam aosa rf0s podef!,"r o m o v i m e n t oh u m a n oc o m o! m a o b f a cultufâlmentecofnf!Ída, que dependen d o d a s f e a ç õ e sq u Ê5 e e f e t l v a mt,e r á i n t e n c l o ni ad a d e sd i f e f e n l e sE. é c a r o , tambémterá cofíruído um l.írumeiia

que he Fermiteteí p|azefao joqar Vemos,poítafta,a necessidade deÍa ba harmosas d ve6as linguagefs:a sim bóllca,a escrlta,a fa ada,a ém da corpo ral. ParasetÍabalhartodase$as llnqüa Físicanecessiia sens/a aulade Educação quea protessorapresente porescritoe por símboos ro quadfoo queseráÍaba hado |ìã au a, por exempo: Temada Aula: REBATER L o c a ld a A u a : D e f i n i ro e s p a ç q oue estaráserdousado.QuaÌspossibillda desde rcalização do iema REBATER. ComauxílÌode obletos: . em quej.sosencont|amos esteter.a Semauxílìode objetos: . quas pariesdo corpopooemos usaf . e m q L as J o g o s Iema03 movmenro; Representarsimbolicamente o quesefá rea izadona a!la, paraqueu.ifdo asqua

7. Conclusões Por lim, buscamos moírar comode verÌamsef orqanlzados/ s stematizados e dlír buidosos conteúdos, asim comoo tempopedagosicamente nece$áfioà sua a$ milaçáoe podemos, eriáo, resumiÍna propostaquesesegue. Ì - Sistematização dosconteúdos: dl prl vÌsãodo ano leilvoeir doisperíodos, n e i f o e s e g u n dsoe m e s t f el o/ m a n d ad Ê empfé+imocomomarcofeíerenciedeum s at o d - êq u a l i d a ddeo sa l l n o s ,a s í é f l a s p e d a s ó s i cdaosm eo d o a n o . A s s i m ,f o p f i m e i f os e m e s t fÍea b a hamse os Ìemasde hlavlnentoe cômo e esvema efetvaf a Cutu€ de l,lìovimer lo, comvislasarrdesvelamento deseussent dos/ssnjticados.Conr no, objetiva-se levaros a lnos a cofso darenrurnacont ciênciasobreos Temasde [,4ovimerto, na qua iodosos iemasrelevartessãodesen vo vido, obletvandaa fazef com que os alunos,ao executarem urìrtema/ salbanr 0s va oresquepefmeiamestemovjmento, saberdodlfeferclafos valoresqre os ou Íos lmpuseÍam no feJerido movnrentodos v a l o r eqsu ee l e sp Í ó p r i o cs o n * u í r a m . Já parao sesurdosemeíre,devemser s e e c i o r a d o sJ o 9 o sq u e p e r n i t a m u m aprofufdamenloda compfeensAa dos te mas de movimentoe qle sejamclrlluffil' Bem/é verdadeqle não Íatamos da dançaor daslutas.Comopade do acervo cu ra de movimentos hunìafos/â dança e as lutaspodemcomporo ro de corteú dos da EducaçãoFkica EscolarpaÍa as séfes Ìnlciaism , as pelaabordasem e meiodoloqla adotãdasresteÍabalho, optamospor não tratar dessasduasáreas. Fica,porianio,maÌsessedesafirrno pro cessode cofllfuldadee aprofundameiio desieiraba ho, paÍaiodosaqueesqueto n ì a ma E d l c a ç ã oF í s l c ae a E s c o ap o Í II - 0 conhecimenio dequeÍata a êducaçáofkica: Comos esludose com o deqle o senvolvef destepfojeio/entendemos c o f t e ú d od a d i s c i prl a E d u c a E ãFoGc a paraasséfiesiriclaisdoensifo furdamen tãl sáoosTemasda Cutura de Movimento Humâno. Ta s lerÌras,apóssisi€rìrãiizados, devempassafpof !m cfivo peilagógico,


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o n d eo - e l e l a n t e s e r ápao s 5 i b ld ã d e d e r m i e Ì Ì a e Ì n e s p e ca c o n t f l b u i rp a í a c o m a c o n r p f e e i s ãdoa j á m e r . l o n a d aC u t ! r a d o l / o ! m e n t oH u m a f oe e s t ad e l e l r a r a n tr a a m p a ç á o d a c o m P r e e n s ãdoa € a d a d e p o r p a Ì e d e q r e r nà a . e s s a . Ésa d mensáod tlfa do Ìnovlmento l r Ln a n o , o c o Í e c o m t o d o so s m o v i m e f t o s e n t e n d Ì d ocso m o b á s i . o sd o l r o m e m ,p o r teíem I na.o úfuçáo. lsto sedeueao Íato d ! ! n r Ê s m ô s5e f e r . o n s i r u l d o se m s o c i e dede {res 'e açoessoc ais). Esia ação hr ïenatem !m a!!Ê.to.u tufa ndssociávÊ en seu ex siiit ìesno que tão polco tfa r ; h a d ô Ê p ê f . ê bd ô / a t è ì e s n o . a E d u C o n c ô f d a n o s ,a ! s i m / . o m < u . 2 ( 1 9 9 1 ) ,q ! ê t a n r b é ndr e f í ì d e s e f o r ì o v i . n r e n t oi r ú m a . o o c o n t e ú d or f l n c i p a d a

D I T T R I C H ,D o u sa s e t a l l . E d u c a ç á o F i s . a E s c oa r : C u t u ' a , c u " i l o e coiteúdo. E.&.ãf en Re/rstã, N. 16, C ú f l t b a : L lF F R . d e z , / 2 0 0 0 . C o n o a s q l e s u i q i f e ma p ó ! a e p f e 5 e n t a ç á od a q u ee t r ( i q o e f f o ' m a d e C o m u n l . a ç ã o V e ú a r o X I L C 0 NB R A CÉ , e Ì n C a r a m b i [ / l G /o u t L b ' od e 2 0 0 1 . Veffei (1975), cltado por Fofq! Ìl

P a ' a V y q o t s . y ,o d e ! Ê n l ov i n e r t o d a c f i a r ç a c ô n s f i t us e e n q l a l f o c i . o s / o s q u a i sn ã o s e e n c ar Í a n d i s s o c i a d o s u n s d o s o u Í o s n, á or i d o t a f r b é mi l l r : s ou cairas feclradasem r mesmos,po d e n d oa c Í a n E ad e l n r d e t e - m i n a d o c c o/ Íafsltaf enr ouiro .lc o, depêr' rieido do conieúdoa ser íata(0 e de sua! re eÇõÊssoc ais objetilas

Na prática da EdlcaçãoFis ca fas E r o a s a p a d f o n l z a ç ãdoo n ì o v i m e i t o no sent do da concepçáodo espoftede fendimerto r estab zor a ta po.io que a rea lzaEão destes mo! mentos e s p o d i l o sé e c e b d a e a c e i t a. o m o r L ì a s o u Ç ã oq u a s e q u n e a t ! r a d êt o d a

ã probeÌát ca.o lvlormentoHunrà r o ' . S óq u e cr o m s i o ,u m l r o rz o f t ed e m o v . r Ê n t ossg r l t l c a t i v ôpsa f aa v d â d a sc f i a n ç aps o d es e f e i n n a d op ea que E d l c a ç ãFoí s i c aE. p 0 f e Í e m o t l v o r I V l o v j m e nHt o t e n t op f i v l e g i a o Ìrmaf o n o e n s i ndaa E d u c a ç ãFoí s i c a e náo o s e s p o d erso f n a t i z a d o sM. a so m o vimenio,coÌnoierna cenía de ar a, t a m b ó mn ã o p o d et e r u m e n i o q u e h i o m e c a nsÌ tca o r B e r a !o f i í a / . r a s REFERENCIASBIBLIOGRAFICAS s i Ì n d, Ê v ê s e f v i set o. l e | p f e L a dcoo m a e r p r e s s ã ol r u m a n a /c oì o f l r n ç ã o CASÌEI LAllÌ FILll0, L no Ed!.rçáo Fisi.nrì, 8fári/r á hiJlóriáqra ,;o Je .onlã. Caìpifa5, d i aó s l c af a r e a - c ã oH o n r e m / [ 4 r n d o . 0 i Ê m ac e n Í a d eu ì a a u a d e E d u c a C F E P Ì L l L Ì l l , Á e ! a n d f ê . l D i á l é t i c aM a t e r i d l i t t aS ã 0 P a u l o A t a 0 n r e 9 a , 1 9 3 2 . q ã o F i s i c a ,a s s i n ìc o f c e b i d â é, a0LEÌr\ro DEAUr0 RES.rr,ie,údatúe a daEúiha deEd$aeaalii{a!q!9!!.!qELl:11 p e r m e a dpoo r m ú i i p a s p e r s p e cv ia s F0RQLIN, JearCarde.Es.o/re arli!r,. PoÉoA sqfe:Arttuled. 199r. paíao desÊnvo vjÌnentoe a nie'pfeta <0SÌ (. lGre. Dialáli.: dd.dr.r€ld. R ô dÊJanÊ fo Paz e Ì?fË 1977 ção do novlnìerto,oide o .rov nrento <LlNZ,E f,ror E.lr.áCáoF/ii.ár errrro a n!.rár.ás. Ìjui, RS:Un júi, 1991. do5espo de5nomau zadosconpÕeapÈ I,4ARX,l(arl 0 Cnpi/á/r.apit!/dvi SáôPau0: ft4oraes. i a s ! ì a p a d ed e n e[ 4 ! n d od o M o vPopüaí 2000. PÌsÌRA(, Nl ü1.Flrdarrenlojd: arú/, do lr"bá/ho.SãoPauo: EJpres5ão Ì n e n t o(.l ( L n z1, 9 9 1 ,p . 1 8 5 ) A s l l m ,o c o r r e c i m e n e i oí a f á a m p ardo seL5elos,suas i!a.oes,seusnexos, r o n Í b u l n d !p a f a q u ea q u ee q l e ô e c e s s a r d e íp â E i e n h an e h ô f e cs ô n dç ô ê sd eÊ n t e l ef i i c i p a fe i Í a n s Í onfr a ro Ì n ! i d ôa oq u a p

sA!ÌANI, Derme,ral,r S;,r adn,r; d,,s.ré|I:ia Fnósóí.a 5ão Par o: Cút-, 1939 vrúA0FRAG0,Anion0.1993.PaturahjÍarjadelã.uhra,4.alar:enfaqu,"s,iuestian,4,fti-êhi6. Ì/aduqão vfe dÊ YvÊÈÊ FEÌa5 de souzãAr0 Vefde(nãH í ns dp p+,d.r n: aso.iãrióí dÈ (r, 1996.Valadold) CuitrE r.rrtlìza.ianesI lll Canqresa C0ngfeso . HÈtorjaCotrtÊmpofánea d e a  s 0 . a . ó n d ê F G t o f a C o n l e m p ô ' á n e aV a l a d o j d s Ê . E t a f i a d od e P u b l i c a c l o nee s liiÊramb o C entiii.o, LliivÊEdaddÊVa ado d, 1993.p. 167 131


Princípios e processos |

.-

|

I

.

cla gestao clemocratlca do ensrno:

paraosConselhos implìcações Escolares

pÍesente Esteensaio busca relacionar o conteúdo aoprincípio dagestão demoffática daeducação parasuamaterÍalização na Constituição Federal de1988e na LDBÌ,à alteínativas noâmbito quetemcaracterizado dasunidades escolares na perspectiva de superação do formalìsmo 0s ffecanismos deaçãocoletivaz naescola.

Gestáodemocráticada escola: o sursimentodo pr;ncípio const;tucional Um prlnreifoaspectoa ser destãcado feief€-seao inedillsmo da qestãodemocrá t i c a c o m op í i n c í p i do a e d u c a ç ãr o aclonal e m u m t e x t o c o n s t t u c i o n a lN. e n h u m ã ConsliluiçáoFede|alânteriorfez menção aesiepfircípio.0mesmo ráo acontece com os prlncípiosde qfâtuldadee obflgatorie dade,já queeíes eíavam pÍesertes,pof exenrplo,ras Cofíituiçõesde 1946 e de que umadascausasdesRessaltamos pafecefelacofar-seàexistên saìnovaçáo cia, à épocada e aboraçãoda aiual Cors tiiuiçãoFederal, de Ìmpodartesmovimeií ì a c i o n a i s tos v o l t a d o sp a f a a r e d e m o pais. c|atizaçãodo A uta pe as libedades pela democráticas; an íia ampla,serale irrestrlta;a uta conlfaa cafestia;os pfi meifos qfardesmovimentosqfevistas;o pelalníalaqáodee eições"D movimento Íetaí'; a corquistada libeídadede ofqai i z a ç á o p a d i d á f l ae n t f et a f t a s o u t r a s açõesno carìrpotrabahisia,políiÌcoe so cial conf9!rafam um "clima" por maior pa'llcipaçáoe fedem.cratização dasváriaseíeras da socjedade bíasÌeira,ircluiíì' d o - s ea p f ó p f i ao r q a n i z a ç ãdoo E í a d o . P€rspect vaspadicipativas e democfáticas iomaramse plataformasdos paÍiidosde oposição ao feglmemilitaf, que s elese ram a partir de 1982Nesseperiodo,diveBosfofam os qoquepasarama elabo verfosde oposÌção raf e lmplantafmedldas visaidoa aierder

estesanseios democráiicos, medidasessas materiaizadasrã cÍiaçãode iníârcias na esiruturadoEstadocomo objeiivodepfopoÍ,acomparrrar e/ouconifoaf demaidas Exemplosdessasfnàrclas íorarÌìos Canselho d sê S a ú d e( r e qo r a s e m u n i c l p a l s ) ,o C o r s e l hdoâ C o f d i ç ã oF e n r i n i n a (esiaduai)e a manutenEão dos Consellros l ,s t a d u aei sm u i i d e E d ! c a ç ã(o. ã c i o n a e 0 cafáter autoritárloe centíalzadoÍ que ca|aclerizouo fu.cionamertodo Es lado brasle ro dufanteo fesÌmemi itaf (1964 1985) pasou a ser questionado p o Í m e i od a d e f e s ad o a u m e n t od e s r a p e f m e a bi di a d eâ o c o r Í o l e p ú b l i c oe à s demardassociaÌs. A ênfaseiuma recessáfia publlcizaçAo do Enado expfessava se pfifclpalrnenie poÍ paÍ emreivindicaçÕes, te dos riovimentospopuarese sirdicak, p e l ai n s t a l a ç ã d o e p r o c e d Ì m e r t omsa i s i€nspaÍertes e de instânclasde cafáief padicipativoas quajsvisavama democra iizaçãoda lreíão do própfio Eíado. Na peEpeciivade ava iarse a ampiiudeda democracia em unradadasocieda de, pafâ alérÌrda aíeÍiçáodo graude de senvovimeriode umasociedade democrá t i c a p o r r ì r e i od a i n í i t u c l o n ai z a ç á od o sulÍásiu o r i v e 6 a ,c a b ev e f i f i c a f aq u a r u dad€existeri€de instàrcas ondeseexer na orqa ça o difeitode voio e de decjsáo, n i z a ç ã od o E s t a d oN . o r b e i oB o b b i oa, o anailsara questãoda democfaciafepfe seiiatÍvae da pãrticipaçáo socia, afirma quesedeve"proc!rarveÍ sea!mentouráo o f ú m e f od e e l e i i o r umsa, s o € s p a n ç oq u a l

o cidadãopodeexefcefseuprópfiopoder de voto". Nessesentlda,o mesf.oautor c o n c l ! rai o , a n ai s à Í a s i i u a ç ái toa l i a n 4q u e sepodÌa"considerarcomorelormademo cráticaa queiníitulu oscorsehosescoa res com a participaçáode Íepresentantes d o sp a i s . "( B 0 B B Ì 0 ,1 9 9 2 bp, . 5 6 ) . Foi no planodas Íeformasdemocíái casdo Estadobrasilefo quese irscfeve ramaspefspectivas de lneadas aciÍìa.Dessa maneira,loÍam as lrítucias do pÍó píio Estado,o pa co pfivl egiadopafasua m a n j í e s t a ç ã 0e,s p e c i a l m e n a t ee s í e í a eqisativa,lma vez que rnra das lofmas dese pfocurarqaranir mecanismos e ns i â r c i a s c o m c o n t e ú d odse m o c r á t i c oés consolidálos leqamente.Sobesseaspec to é boÍì lembrarqueiodoe qlralquerpro ceso eqisativoapresenúse,emestucla, comoespaçode dispuiasefúe difereftes if tefeses,muitasvezesantaqônÌcos, e que a el, como Íesuliâdodaqlrelepfocesso, expfessa â síntese dosconl itosexisientes. Ma s erp ícita ou mak "paíeurizada"ra eié afles detudoumasíniese, um pfodlrto de displtãs.Podanio,airda queÍepre fme umava.çoa smp espreserça norer to esa de qualsqref m€dldas democfati2adoÍas, não mp lca a sla imedlataexecuçá0. Eis parleda anbiqüidade queacornpanha as conquistas ro planode lel: as coniradçõesentfe o propostoe o 0 prircípiodagestãodemocíática e s€u c na " a p a r e c i m e r t on"o t e x t o c o r s t l t u o tambémíedlidou de conÍitas/mesmocaÍeceido,na época,de definições maispfe cisasacercado significado dosrnesrìrós. De


i , : . E s t cL l

-'

forma a ilustrãÍos confitose ã enterdeÊ moso caráierde síntese, aÍ buídoanteíi ormerteaotextolegal,é lnteressanie lem orarmosaqursemoaÉsqueocoíreram ras comissões e subcomÌssões encaíresadas de d Ì s c u t iaf e d u c a ç ánoo p Í o c e s oC o r í t u inte (1987 1988) ertre d fereftesseto resdiarte da queíáo da seíão democfá refe 0 prlmeiroslof aquÌdestacado r€ se ao sfupo ideniificadocom as posida Esç0€sdo FófumNacionaem Deíesa cola Púbica coistituídopof entidades de caátef naclonala cujo posiconameftoreÍ l e t i aa d e í e s ad o d i f e i t od a p o p u l a ç ã o ( p a i sa, l u n o € usuáíia s comlfidade l o c a) e m p a d l c l p a fd a d e f l i i ç ã od a sp o í U c a s e d ! c a c i o n aàl ss q u a i se s t a f i a ms l j e i t o s . pafalma Pafâessesetof,fo|maf cldâdãos paÉicipativae iqualiúfia pfessociedade slrpofiavlvêncas deÍìocáticasfo cotidl a n o e s c oa r t Í a d u z i d a sn, a p Í e s e r ç ad e mecarsmospariicipauvosde lJesiãoda p í ó p f i ae s c oa e d o ss i s i e m adse e r s Ì r o . EstapÍoposição enslobava tanto os eÍa b e . " c i r ì r e r i o sf i c i a i sq u a n i oo s d a r e d e privadade ensiro,em iodosos nívels.Em v íadisso,apresertaram à Comksáo Cons ituinte encarfeqada das discussaes sobÍe o Capítrloda Educação a sequintereda paraa formu açáo do texioconsiiiuci ção onal:"qestáodemocrátca do ensino,com participaEão de docentes, alunos,funcio n á r i o se c o r n u n i d a d e( . "S o A R E Sá p r d F E RR E Ì R A C : e g f a fs,. d . p , .120) Demodooposto,o seqLndo setor,mais pr vâ explicitãnìeri€ llqadoaoslnteresses dosdo campoeducacioracomposto tarto p o r r e p f e s e n t a n t e sd o c h a m a d o ado edrcacionaquario por fe empresar p r e s e f i a n t e sl l q a d o s à s e s c o l a s c o n f e s s j o n a las|,t i c r l a d a m e r t ec o m o -, "CenÍão" conÍapunhasea tal ïorm!' ação,apesardeíe ú timo admii I cerio paÌse níveldecolaboraçáo deeducadores, comunidadeexcluindose os alunos,Pafa estesetor,o qrau "acetáv€" de pàd ci paçãoresumiase à possiblidadedas fa mí Ìase doseducadores coìaborem comas di€çôese/oumanlenedofas dosestabeÈ As dilererçasentíeasduasoíientações expressavarn setaniona quaLidade depaÍ i i c i p a ç á o n o sp r o c e $ o sd e c l s óof s o u comomeíaco aboÍação ra implantação do pfevamertedeciddo , quarto na exclu são dos a unos nessesprocessos

No texio qle comporlao anleprojeio de CoríÌiuiçáo,a ComÌssão de SktematÌ zaçáol.corpofouo conceltode sesiãode p eo p fÌ m e m o c r á t i cdaoe r s i n od d e r d l d a ro setor No entanto,sua formuaçáofoÌ a l r e r a d ae m p e n á f i o p / o f m e l od e u m a pelaCentráo emendaco etivaapfesentada e apoiadapeos seto€smaiscofsefvado rcs.Emvistadlsso,a fedaçáo flna naConst t r i ç ã o F e d e f â l d1e9 8 8a d q u i r i u m c o n teúdodupamentereíritivo. Em prlrìreifo uqar,o conceitopúblÌcofol acresceniado ao corceto de geíão democÍáiìca, exch indo,dessaform4aextensáodeíe prlrcí plo ao ensÌropíivado.Em segurdohgaf, qenéÍlca"na forÍna da leÌ" a expressão d e e q o us u a e x e q u i bi d i a d eà l e s i í a ç á o corÌrplerneniar 0u sej4 a LDB e iodasas d e m a i se x p f e s s õ e l ess a i si n c u r n b Ì d a d sa reqularìrentação corítucionaLó quedeli pafa iir am o slgrilicadoe osmecarismos i m p e m e n i a ç á do e l a l p f n c í p l o -D e s s a mareira,notextoaprovado "oestãodêmocrátÌcadoensÌfo oúblico.naformada lei". a mafutençãoda seíáo democráticado ensro púb icoao mesmoiempoemquefÌ s u r o uc 0 m 0u m ac o n q u$ a p o r p a n e0 0 s segmentos c0rnpr0rneild0s coma democra tizaçãoda seíáo da educação, fepfes€n i . u u m ad e r f o t aà m e d i d aq u et e v es u a a b Í a f g ê n c i ai m l t a d ae s ! a o p e r a c i o r a izaçãoobstãculizada. lssopodeseÍ exp icadoem pafte,por que paÍa os representart€s dos Ìrt€fesses d o e m p Í e s a f i a deod u c a c i o naasl s o c i a d o s aossetofesorqanzadosda Igfeja Cató c a ,a i d é Ì a d a s e í ãdoe m o c f á t i d ca eviasef

combatida,pois vo tavãse coni|a olifos p r Ì r c i p i ocso r í l t u c i o n a d i sa l i v r e r i c i a t i v ! , d a l i b e f d a ddee a p f e n d e e Í n s i n a rdeo p u f a l l s m do e i d é i a e s i n í i t u i ç õ e sd,a d aa posibilldadede Ìriervefçáoras unidades e redesde ensiropor pade dos usuáros, quea pfopostapfessupurha. A ógicarecupefava a lristóricapos qua quefregulaçáo Ìbera conifáíia a ção estatalo! pop!laf ia gesiáoda educaçáo p f i v a d a s, av o a s v a n t a s e nísi n a r c e i r a s eramevldertes( boisasde estudo,cfédto e d u c avl o , s a á r a - e d u c a ç Aeot c - . ) .P e l a mesmarãzã0,a autori2ação e aval açáo e s t a t ap a r ao l u r c i o f a n e n t od o e n s i n o privadoeranrrejeitãdaspof estesseto€s. No campoproqfessista, feprcsentado pof eirildadesnacionaisde íabalhadores de educação dosdlferentesnÍveisde eisi' no, de estldartes,de pais de alunos,de pesqu s a e d i v u l q a ç ãcoÌ e n t í f i cdaa á f e a edrcaciona articuadas,comodiio ante' r Ì o f m e n t ee,m t o f n od o F ó r u mN a c i o r a l em Defesada EscolaPúbllca , a defesa imp icavaa idéia da qeíão derìrocrática de orqanizaçáo dos docentes ros irès ri veisde ersino,de pa'llcipaçáoda comuri dos dadee da sociedade c vil nasdecisões rumosdas escoas e univ€rsldades e nas em nível deckóesda po ítica -"ducacional, m r n l c i p a ,e s t a d u ae n a co r a . A d e f e s a mp l i c a vuâmp r o c e s d op r l n c í p l o t a m b é im sodeescollra de d risertesescoareseunive6iiìários deformacoletiva, especla merpof melo de e eições. Em sum4 aÍiicu te l a d aà l n s c r i ç ãdoo p f l n c í p l o constitucÌo n a l a c f e s c e f t a v a ms e n e d d a s q u e v l a b i Ì z a s s e ms u a o p e r a c i o . a l l z a ç ã o , e Ì p l i c i t a r dao a m p l i i u d eq ,u eo p r i r c i p i o , u m av e zq a | a i l l d op, o d e f Ì a d q r j f Ì r Sea discusãoacercadã qestáodenrocráiicaexpressou a exisiênciade interes sesconf tuosos,apontouperspectivas lnteressantes do porio de vlsiada democra c i ap a d i c i p a t i vdaa, q u a í r o s f a l aB o b b Ì 0 , rotada tarto no coiteúdodas pÍopoías a p r e s et af d a sp e l o ss e i o f e si d e . t Ì í i c a d o s com a escolapública,quarto .o proceso de elaboração e apfesentaçao dessas mes 0 t r a t o c o m a p a r t i c i p a ç ã o s, u a também abransência e asenlese.volvidos, associ feveo! as diíefefçasde lnieresses adasaosdoissetoresem d sputa.Renato ViãnaSoarescharÌraa atençãopa|a una contradição fa íelaçãodasescolaspflva' dascom ospa s de alunos,apontafdoque

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( .f'Dr rnÈ rôdoo tfàia lrc .o::ttl,i :e, d p t Ê n d Ê f r Ì n c ' Ì r l ' : l l 0 : l i s t a Ì i i. r . i i a f . n ì r : l a ú . r a q u : l u ! r s : Ì n r â5 . o r r . r . r t . ìila5 r pa1 dai La: faÌi

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l i z a ! ã o d ã s . . a a d q uf Ì a , e m r ! r i s c r !os, rÌn carátei d. .ombrie às pfjll.as t l e n t . l s t a 5o e e s c o i h ads o s d ' 9 . Ì e s e s

Pa: deAl! io; (FtNAFA). Íeza r allEl.rl fFedera.ãi []a..na

dÈ Erl didÊl

D e m o c r a c iead e m o c r a t i z a ç d ãa o ÉD 0a f. rte esq!e.efa raÌ . rra!nor:la la e s c o l ao: C o n s e l hdoe E s c o l a r a na es.i ha dr es.c trri 151ÀRF:, c o m oi n s t â n c i a e instÍumento 0 F ' i r . i p o . o r s i t ú c o n a id a q . s i ã c d e f o c f á t c ad ô e ì j i o p ú b l l c o s e ,d e r i P a f a ô a r l ô r e s a ç õ ê sq ê f n 5 d c s e i o Í a d oi r d c o ua i . ô f r 0 r à ! ã o d e e r p e - ê n . p f i ! t r t s t a r o l o n q f . . s s ot \ l a co Ì r a l C o n Í i rsjá Êr ílntei dedÊnocfatzaçãoda qÊs t u n t e ( C N C ) ,e s l a l a m a í ô . a d a sà s r r á t á c d ae d u . e . ã ô b á s. a c o Ì ì o ,p o re x e m p o , a s d a s e d e sp ú bi c a 5d e S á o P a rc , t . a s c a d o f i at d ô . a p i e n n o n 0 p a i ! : R i od r i a r e f 0 ê f r l a t oG f l s s o r, a s o l a r s pof denro.fe.a fedundaiaÌì, i. ) "o.artira aìo :ÍasadoÌamhín.n; asdeÌnandas j á i o Ì r í . o d ô sa f r s 8 0 , n a m pa n t r ç ã o p f È j Ê r i iÊ0 Ê r r i o p ' l a r j o 0 E * : d o . r p d e C o . s ei o s E s . oa ' . s d c r a t r f e z â Li iia d.p.Ì.rtc q; r rtir rÌa autiru.a rcs.fj de rÈf.ado para a5 Émpfesa!de de bêfaiva, e eiçáode d fiqerlese,ro!es e d L . a ! ã .r,r : s . o i r È ra. j a ! . ô n u r â f n 5 , i í Ì r ! o a o s9 ' È n o r s. s t ! d a n . i : d e o u t r o , l . s . 0 n ' Ê * o n as à s I à i t / ó p . n 5 D . ! i ì a p r e s . r c ad o ! r r c i p l ôt a v o f e c eaug e n e d r a i e lr e . s a l a r a n r a a $ Í f h i a l l : fa zação/pafaâ5feíle5púb casoide all . i o n a a ! l i t u l , i e i A N a iG i . l n ã 0! ó p a f a d a r ã oo c 0 f t l a Ì nd,ep o í t . a ! ! o l L a d apsa f a p r c s Ê n , r ' 0p f 0 p fô . s p a l o e q a l oa \ r ' o a r m e n t od a ! a 1 . i r a ç ã o d ê e d ü . a d o f e s b a 5D i h i - 5 , n a r i â d ú i í ì p a r ao ' o . L f a f e r s r á f i ô ; n a q e s t ã oe s . oa f . R e s a l t a5 0 r i c d t . o I . . r i Í f ê r t e a, d Ê m o . f a l l z a ! ã o q l e t e l s n ì ê 0d a s ,p o - s r a r ' e z t, e n d e na e o í o t a e . l m e Ì i d 0 e n s Í r .p ú bl . c . E n l n rt a f s eà e í e r a d r s u r Ì d a d ee! s r o l a f e : Ì . d o so sf i j r e È "{ . e 0 À R E a1,9 9 0 ,r 2 t , 0 ) . e a e r p r e s s a fne s e p r f c p a Ì ì e n t ep c f m oo d a p r . . s e r qdaê c o . q a d o so ! c or r l.,laitenÊ.lifa;de -n! n0, ÈfildaC: paLfôrâ l

0 . o i i e ú d o d o . o r f t o , e x p f e ; s os . i e i ca.rerte ac íìa, retcnra e lstfa, numa p e . s p e c t i v a Í c czaa d a a , . o a e a q ã od Ê J o f c a s q u e 1 e n c a Í a c t e ' l u a d o0 d e b a t eê n Í ê a ertêra púb ca ê a pr vãde nrs disputas io âìbú edlca. lna bfas ôl'o, Dfirci p a m e r i e a p r - i i í d a d É c a d rd È 1 0 . Enbofe este c.il ltô ".nivesseentre e s s e s d o f e s ,é n e c ê t s áor l e m b i a ' q r e a fesistênciaà denrocfit zaçáo en.onÍala se tãn'rlrénrpresrnte nos d veEos segmen t o s d e o f i e n t a ç á oÌ n a s c o r s e f l a d o f ad o j e t o f p ú b i . o , o . r s o n a l d c u n r a v e n ç oi e at !o na denrocfaUzr.ãcda qestã. da eílu

A èì d sso,as cafa.terlst.as quc os C o r s êh 0 s E s c ca - . s : i r f Ê s e n t a v a fnl ra s f e d Éps ú b l l c ad5ee . : l n od o P a í sr o sq u as er stiem, fÊs!ltalarneÌì !rrandeÌÌed dr, d e t Èâ o f l a i 7 a . o n a s c b t r q r a f o , a f e f i q l d oesr ê Í l e t a mt a Ì n b é m o q i r u d ed È p u t a se x s t c n L e r t f e q o l e r n a r t e sr n, . v i m Ê r L osso c i as , e d u c a d o €esc o m u n l d a d e l s u á f e q ú a r d cd en a p r c p o sç ã c . [1etìo art.s da CofsUtuEáode198Ê, a a n P a ç á od e í ; t p o d e . s l â n . l a o Coiselro Es.oaf .as d fefente!fêriêsde 3rì!rr0efa vjstacomounrdosru ospafaa d e m o . ' a ì i z e ç cãaosr e a ç õ e sd e p o d e . i o

A t ! a Ì n e n i ep e ' s Ì s t e r rd l f e ' e r t e sc ô r repçõesa -espeto da gesLãocs.o ar A !r Ì Ì r a sc o Ì r i i n ! a mq - a ! i t a n d o . Ì nt o n r od Ê! l s õ e s . o n s e r ! a d o f a s , . e . i ' a d ar as e ! l l l n r i d a d . b r i . f á i c a d ô s c ô i í r r ô s e , r o ú. e p e f s or I c a ç ã o d Ê d e f a i ç á r ; o u t r a s , t ' a ! e í d a s e n r ì Ê d i d : 5 n ì o r e r nz a r 0 f a 5 e e icazesapo a n ' s e n a c o n p e i l t ! d a c ee Ì r à d s g u r d a d cd e . o n d l ç a e qs r e r ê é r i i . )are c aunênto d a p f o . u i v i d a d Êd a e s . o a . l l Ì n a ! s á o" t é c n i . r " , " . c f 1 Ê s l a " c u ! ! . o f F Ê Lr v a " d a q e n a oe s . o , r r q Ì r c f ao ü aipeÍ0s e$.i. a Ìnenre p o í i i c o s r r ê r e f t ea s q u aq r e - p f 0 c e s s o co et vo de dec sác d.mocfát ca. A én d tso, Ìnanlfeíam se também nas Ffát câ; es.c a.es na red dâ ".rn qle nfedon a consl f r _ c ã od e a t e f n a t i l a s q r a i d o . e r c Ê a m a p o È n c a i d r d . d o s C o r s Èh o s E s . . a f Ê s pafa e di!.!srão de pfoblerÌrase arresêr A o p f e s s l p o a' d e m o Í a c i ac o n r op r i n c i p i o e c c Ì f o f f é i o d o ,o s C ô E c r ô s E t . o afes d-ÊveÌn eíaf aienios aos t.s a nela dos pafà a educa-.ãc, . o r s Ê q u e n i e 3p f o c e j s o sq u e h e s a o c o f t e a i o s( P a r o ,1 9 9 6 ) C o m o ! r l n . í pc , a l L l . ua r a o C a q l a c t o d o ;o s i r t e g r a n d a d Êp , f o p o ' c i c r a n de L Ê s d ôp r c . a s ô p a d i c p a t v o a . o N r ç ; o d e : u j e ú i e \ p f e s s a 0 s e ! Ì e . 0 Ì r r r eÌ.Ì ì e n t 0 e n q r a n t o n r e fo . u i o r ! á d o . 0bvÌamonte i ô, d õ e r ú i o f n a ç ô s i e . Ê . a d ô s a s s ! r t ô s ã s Ê f e rt n f a t a . ô r / Ì ì a st a ì bémnarlmizaf a eícáca ê a eílciência dos pfoceÍos co eivo5 !e padi. raqáo. Ì.to Ìip ica à f!pi!ia ccnras pfát.âs d e c i ! ó f a s p a u i a d a sê r c r 5 ! : ì r n . Ì r t e n a


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i ì:,.

pro da incorporação dosusuáfÌos da esco a como5!je tos dosprocesosdecsórios. Comoméiodo,develJaraftira cadaun dos paÍucipantes iqua podefde nterve.çãoe quefaciliter. decisã0, cf andornecarismos e c o n s a l i d a çdãeoi g u as p o s b Ì l i d a d edse o p ç ã oe a ç á o d Ì a n i ed o s p f o c e s s o s Dessalorma,maximizasea eficáciãe a eficiência dosprocesoscoletivos depaÊ i cipaçãoe ensaÌaseo movimento na pe6 pectivado rompimento com o já crbta i zadocic o viciosoexpíesso'\10tlilerrada Iosírer" : 0 Conseho fão fu.cjo.a pof que rifguém pa|ticpa e/ourirguém paí t i c i p ap o Í q u eo C o n sheo n ã of u r c o r a ? " A rda coma intençãode respordefao "dÍlema",o métododemocráiicoÉve a se dialó9ico'qrafdo pernriieexplicÌtar,a iodosos ervolvldos, os diferertesinteres sesemjoso/possjbllitrndo o eíabelecimento deconseisos, airdaqueprecáíios, camo i r s t fL m e n l oo Í g a r i z a d odr a p f á t i c a paíllcipativa.Náoseirata de escamoieàr as diterenças, masde fev€á las coma ir tençãode a cafçar grars maisampos de universalidade nasdecsões,possiblidade queexiqeâ interocucãoenÍe sujeitos. Nesa peBpectiva/ para aslrìrpìicações a escoa da imp enertaçáodos CEs e de oltras prái cas democráticas remeiema a t e r ã ç õ enso p f ó p f Ì os i q f l f i c a d roo q u e Lma vez qLe pfessupÕe enierdêla cono unrâconfrênca de espase inte|pr€tam: um espa, çoscLjasentidos iníormativo na medidaern que sÊ ço ampiam as infofmações sobfeos procee pad soseducacionais e cipatÌvos;!m espaçoeducatrvo quandoopoúnlza a to dosos envovidosrefletircme agiremem torro de questões de iniefesseseralt rm espaço organizativopoisa ém deestabeecer re ações nsiltuclonalsde repfesef taçãoffenteao podere à própriasoci€dade,podeief sLraíoíma de orqanização ex pardidapara outrasaçõescoletivas;en lim um espaçopolíticoe de coníÍrçáo de c d a d a r i a .Ì f a t a - s ed e e r t e f d e íq u e o s me os e os tins, nlrmape6pectivademo, cfáuca/sáol.dissociáve s/ pfiircipalmerte em setratandode pfáticaseducativas. Nesesiefmos,osCorsehosde Escola púb icospfiapfeseitamse comoespaços vi esiados,nosq!ais tensões e confitos a respejtode questões edrcacionahpodenr surqiI supe|afdopráiicasmonolíiicasou \!lrarmoniosa pfeiersamente

tempoem qle se configuramcomoespaços institucioras de adiculaçãode so !içõeslocaisparaosprobemasdo cotidiano escolarNo lntlriiode cortribuirpafa este tim e na peEpectivade se irstalar novos p f o c e o r m e . rqaus eD u s q r e m s u p e f asr r a e x i s t ê n c i ran e r a m e r t leo r r a , a l q u m a s açõessão necessárias. Iais açõesreleremse a medidasque visema sup."íaEáo dasatualspráticases co arc5,as qraÈ expe$afiam oscondicì, onamertosideológicos/ iríiiucionais, políticosociaÌse nateÍiais da padicipação da comuridadena qenão escoaL (Pafo/ 1995) 0s condicionamenios ide0ló9icos dizem fespeit! âs "concepções e crençassedi rnentadas hlstoficarnente/ na pe60naÌda quemovemsras pfáii de de cadapessoa/ case compo{amentos n0 re ac o.amerio c o mo u Í o s - "( p a f o ,1 9 9 5 ,p . 3 0 4 )A a m pltude e os qrals de participaçáo, vefiíicadosias escolas, são rÍ lenciadospeas queos profisiorajs da escoa cofcepçoes possuema fespeitoda comurdade,das lnsiâncias dedecisão e da ratufezado que ou não serdecidldo co etivamente. "pode" P o f c 0 n d ; c Ì o n a n e n tÌonss l i i Ì r c i 0 n a l s enteirdase o conjuilo de latoresv icu adosà exislênciaforma da escoa que in i uemna qua idadee notipo degeíão que nelaserávive.ciada. Comoexemplo/ Vitor Paroindicanos:o caráterlrierárquico da d íÍibuição da altoÍidadeexisienteno ifteriof da escola,o modeo de pfovimerto pa|a 0 car9oou tLnçãodifigenteadotado/ a .atufezae os imltesde irierveiçáodos mecaiismos deaçãocoleiÌva/enÍe outros.

l:5ctltì

0 s c o n d i c ' o n a m e npi oosl í t i c os o c i a Ì s intefnosdapariÌcipaçáo da comunidade na qestãoescolarreferemse "aos mú tip os i n t e f e s s edso sq f u p o sq u e i n t e r a q e m na u n l d a dees c o l a f " ( P a r1o9, 9 5 /p . 3 0 0 )I.n ' teresses essesquelendema expfessar re ce$idadesmedatas/ia maior paÍie das !ezes/conifaditóriasofiqinandoconfitos e demonííendoa mpossibilidade de prá ilcas "hafmoilosas", rnuiias vezes enalecidascorno!npadrão esperadopara Por ú timo, os condicionaÌnentos mateÍiaísdiz€nrrespelto"às cofd çoesobje UvaseÌì qle sedesefvovemas pfáticase r e a ç Õ e sn o i n i e r i o rd a e s c o l a " .( P a f o / 1 9 9 5 ,p , 3 0 1 )P a f aP a f oo, q u e" p a r e c e s e daf ia €alidadede fossasescolaspúblcasé que/ra medidaem quefallam íecrÉ sosde toda ordem/o eíofço despendido parafemediarúÈ ins!ficiè.ciastêm competidocom o esfofçaquese podera enì prelar pafa moducaf as felaçõesauiori úrias quevisemdenÍo da institulqãoes Ainda que com um conteúdo pfescfiiivo,as medidass!qeridasabaixo, disa sedepassâgenr ded fícilpfesença em nossasescolas/buscamcontribuirpâra â superação daqueles condicioname.tos Lma vez que refletema posibil dadede irau qu|açãodenovase democráticasposluras/ principamentepoÍ paúedosedLcadofes e atuas dirisertesescoafesintercssados em Chamamos a atençãopafa o fato de queoscond'cÌonantes/ embomaquitef harn íecebidoumÍatanrentodidáilcoe po|ian to até cedoponiosirÌrplificadoÍ, ra prát ca coUdianalnf uenciamse muiuamente/ por constr!irdotelasre acÌo.aÌsdefatorcs, vezes,de d ficÌl idefilflcaçã0. Propostaspara superação de condicionantesideológicos: ' e í i m u a Í u m a m b l e i t ee s c o l aqf u e favoreçaa ideftf caçáodosfuncionários da escoa comos lnteresses da comrnda! cf aÍ mecarismos quefavoíeçama supe|açãodo sentimertode Ìrcompetência que/por vezes/acomparhapaise funcianáfios opeÍaciorals em reurioesi . .cent var a co.struçãoda altono rìriadosdilerertessesmentos irr exefcíclo da tomadade decisão.

14srsfÈ4ac


Propostaspararuperaçãode condicionamentos institücionais: . divulsafsistematÌcamerie as reuni ões e seusresutados(pof rìreiode bole tins, murais,jofraÌs, rádio-esco a, assem . utili2afdiíerentes Ìnstrumerios -"for masparachamaÍa conrunìdade a partÌci par da sestãoda escoa promoverdodÌs cuss0es/ maniíesiações culturais/mudando o funciorarÌrento dasreuriõesquejásão realizadas/ acolherdode maneifaprazeíosaos sujeitosenvolvidost . ofganizaras Íeuniões/com pauta prevlamenie defiridae divulsada,hoário paracomeçare acabaçdelesação de Íabalhospor meiode comissões €tc./poisa seisaçáode improduiividade é um dosfa toresque !,eraas absíençÕes nos encon . adotara s:íemáiicade rodíziopara a coordenação dâsreuniões, dadoseresta umahabiÌdadequeseadquireao exercê a; ! asslmir o caÉter políticoda sestáo da escoa comonáoconÍaditórioâo exer cícÌoda direçAoda mesma; P Í o p o s t a sp a r a a s u p e r a ç ã od o s político-sociais: condÌcionantes . procurarenffeitaf os conflitos/náo impedirdoqueosÍnesmos surjam.Ìa postuÍa permitiráàmanifestação dosdiferei, tes interesese percepçao do pfoblemaou queíão sefando/também/a possibjidade de quedifer€ntes e inieressartes souções apafeçarÌr. Alémdesarariiro exercíclo da práticademocrática no iilefior dosCEs; . realiza[sempfeque necesário/urÍa decodlflcação das leis,normas,poftarlas e demaÌsdocumeriosformais,pois nern iodosdominama linsuaqemburocrática, pof trás enquantoorÍos se rrescondem// . avallarco etivae peÍmanertemerie asaçoesdesenvolvidas no interiorda -"sco a- avaliaçáoerquariopfoc€sso contíiuo deiodaa iníiiuição e fáo só dosallrnos prir cipalmente/ embora nãoexclusÌvamer te, daquelas açÕese projelosqre ernana ram dasdecisões co etivas; ' enabelecerco etivamente priofidadese dktribuir,iambémde maieira cole tiva, as responsabi Ìdadespelasua opera cionaizaçáo.Ìanto a deíiriçãoquantoa execução dasprioridades devempresupor páticas aqueles elementos das dlalóqicas, nasq!rajsosconsensossáo necessarlamen-

te precárioseresuliamda fesociaçãopossive. Isto é dilereriedã definiçãoaprio fGticadas prioridades e da d€legaçáo de tarefasquandode suaexecuçãoi . definir prioíidadese metâspodee dev€pressupora seeçáodos rccursose p|azosparaser€matinqidas/casoconÍá rio a sersaçáoseráde incapacidade; . pfopiciaf e valorizafas discussÕes préviasenÍe r€presentantes e fepreserta dospafa subsÌdiafo processo de tomadãs de decisão/contribuindopara a diminui, de desprcpafo e fa ta de çáo da sensação lesitimidadeque caractefizaa ação dos fepresentartes dos difefentessesrnerios quecompõ€m osdlfefentes mecankmos de . va orizaf a padicipaçãoofganizada de iodosos sesmentos e d€ todasas lor rnas/considefando todosos padìcipantes comointerlocutores válidose imprcsclndíquandoorqanlzados veis/principalmenie ern Grêmios,Sociedades ArÌrisosde BaiÊ ro, C ube de lì,,lães, Sindicatos,padidos, oulfosConselhos eic.)Propostaspafa a superação dos condicionam€ntos niateriais: ! procu|afdestirartodosos fecurcas existentes na escolaparao favorecimento pfáiicas das a s€femadotadaspeloCE; . exp icitar as carênciasexislentese expefimentafsoluEões/ mesmoqueconjunque lu|ais, favoreçam o maiorenvolvimento dosdiferentes sesmentos na resol!çãodos . incorporafexperiências populares e

locah na resoluçãode pfobemaspontu ais, comotática pãra o ircentivoaos en corlf oscoletivoternboraresponsabilizar do os sovemospela manutençáo dos re parao bomlur cionamer cu60s adêquados to da €scola,exenrplos sãoosmuiìrões/as iestividades locaiseic.; . possibiliiar, ro casodosusuários, a avaliaçãodas ativÍdades da escolamedi antea presença deíes no coiidÌanoda escola deservolverdo ativldades d€ con?ole e supervisáo daspráiicasesco ares.Exernp os sedan o acompanhamento de enÍada,/saída e iniervalode alunos;superuisão e operacionalização das prioridades d€fi ridas parao períodotassistência aospfofessores, etc.; . lembrafque um caletÌvoarticulado 9 e Í am e n t ed e s e n v o l vl res Í u m e n t o sd e pressáo maiseficazes. A ém do que/é necessárioÍeiterar qLe as so uçõespara a reíriçáo dos fecu6ospúblicoscedamen ie ráo se r€solverána eíera da unìdade

Emboraasmedidas acimapareçamde difícilexecução, dadoo graude ceticismo quetem cafacterlzado atualmente osseto rescompromeiidos como aLmentoda de' mocraciana escola,em funçáodo ideário pelasatuais e daspráticasimp ementados polítkasgovernameniais/ aspossibilidades cunhadas ra eíera daspáticas escolafes somamse às aternativaspfópriasda es' fefa das polítrcaseducacionaÈ e sociais, contdbuindoparaum fedesenho da orqa nizaçáoescoat no s€ntidodo ircremento no srau de participação e derìrocratizaçáo Assim,seo pÍincípioda sesiãodemo cráticafez sepresenie notextocor+itucional,sendomantidopelaatual Lei de Di rctrizese Bases n.D9394/96 do ponto devlía da democfatização da escolaé ro âmbiioda s€stãa€scolarquee e podeou nãoa vir a corsolidaÉse comopráticaes colarAssim/ao sepadirde apontamertos ra esferada esisaçãoparece/cadavez maisrece$áriolerfatizaros lrnilese as p o s s i b i l i d a dqeuse a l e i o f e r e c em , eros cono expressáo de normasjurídicase se néricase rnaiscomoÌnstrumento iidutor demodlficações depráticassociais concretas,nestecaso,daspráUcasescolafes. Práquesequefcompfometidas ticasessas cam ' o aumerioda qualidadesocia quese de-


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CFrArt 206, VÌ geíáo demo.fátca rlo . r n op ú bi . o , n at o n ì a d a l e ; LDB:afl. 3, vlÌÌ qenãodemo.fát.a do ensinopúbi.o, rã íofÌa dena cl c da le qÈ a!ão do. s nenìasdo eislnoj AÍt.14 0s 5 stêìas dÊenslnodêllnlfãoa5 ioÌúar dnqÊíãod!mo.fáucadoensnopú b ico ìa educaçãobásica,de a.ofdo .om !as ljafl cu à'idadese contoflìe0ssequl I parti.ipaçãodosI oíisi oìais da êduca coda doproj.lo pedaqós çãotraeLaboracão na d e s e s . o l a r e s I l - p a d . p a ç i od a s . ô m u d e o.a .rn .ônsehosÊscoafet or equlva

VeÍ PARo,1936 e Ì995 C 0 n í o r mM e Ì N Ì 0 ( 1 9 9 6 ) o, t e n n o" p a s umpfo te zado"p ocu€ da'slqtriucadoa ccno eg5 alivo, no qual 05 intefe$esem joso não conÍ.luiriaì alcanqar,id r dr alnrente,p enoêx Ìo eiì dctertrnadatra lérla e.ls ativa,dènìaíêifarìueo iÊxLolê q a í l n a é d e t a í o f n ì a q c n óc o q r e s Ê r u e a todosor interc:sêscnì jog0, regtrnd0suas d l í e f e n t el ìsÌ è r 0 . t a ç õ e 5

E i t i d a d c 5 dFoó f u n N a c i o neaÌ n D Ê i e s a d a E 5 c oa P ú b c a : A E L A C( Â s s o . l a ! ã do e E d L c a d ô fdÊasA m é Í . aL a tn a ed oC a r l b e ) , ANDE(AsoclaçãoNaciofa de Edu.ação), A N D E S5 N l S i n dc a t oN a .o í a d o rD o . Ê . iei das lfttiíiçõeJ de Ensno SupÊfof), A N F 0 P E( Â s o c l a ç áNoa . 0 n ap Êa i 0 f l ì a CNÌE çãodo5Prof$ionni5da Edu.açã0), (ConfedÊnção Na. ôna dosÌabalhadorc: ê n r E d u c a ç ã oC ) ,0 N Ì E E ( C o n t e daeç ã o Na.l0nã dosÌÌabahadofcsenr Enabêê. nrentos de Enslr0),CLIÌ (aeiifal Llncadôs tfaba had0ren,FAS!BÊÂ Sindica{Fedê racãodc s ìd .atos de T abahadoresda5 L l i l v cs i d a d e 5 B asjelfat, SINASEFE (S nd cniola.lona dosSeruldorÊsda Edu .açãôFedÊfade ro, 2! e l! qfau5da Edu '7 ( Uì i ã oB a 5 i . i ' a . a ç á oÌ e c n o l ó.qa ) ,L I B E S Dl lrlE dos Eírdanres secundafisiaJ,LIN ( u r i ã oN a . i o i a d 5unicipaÈ l o sD Í q Ê n t eM d è E d r c a ! i o )L , I N E( L l n i ã oN a . l 0 n ad o s Fó1í [r]inÊi'oon DÊlesa da Esiudaì1er), Es.ôlaPúbica, FórumNo|te tuÌiirelro en D e Í e sdaa E s c oa P ú b cl a ,S B P C( S o c l e d a p a r ao p f 0 q r e s o d eB Í a s i e l r a d aC ê n . l a ) , A N P E d( A $ o . l a ! ã oN ã . o n a d e P ó sG Í a duãçãoe petquisaem Edu.acáo), CEDES (Cenifode Eídos de Educação c So.leda ( E r c . u t i l ad o 5C u E o sd e d e ) ,E É E P e / s P

Pedaqog a de 5ãô Pãuo), FófunsEstadu lr/lSÌ(lrlov] ai5e lìunicipaGdÊEducaqão, mêntodosÌfaba hãdofesRuáis SemÌeÉ a ) , C N B B( C o n í e r è n cNi a c i ô n a l d oBsÈ p o s d oB Í a s )i , 0 Â B ( 0 Í d ê m d ô s A d v o l r a d o s

Pa6 unranrÊhof definiçãode quemefan ôspafr.lpantesdo b ocôproqrc$stae de m o c f á Ì l c o d, o b l o . o c o n 5 e Í v a d oeí d o .ônstitunted-"1937 "aerifão" noproccsso e 1933veía obra"QuemfoiquemtraCons t i t | n t e ? / ' d oD Ì A P D Ê p a r t a m e Ì o Pafa lrtcfs idlca de Acompanhamenio Lenrb€ìôs,ao utiizaresietefnì0,do côn teúdoaÍibuido a e e poi Fa! o FreÊ. P o fq u a l d a dseo c i aú r i e n d seea u t a . o n so.ialesras tÍa quaquert pôdeapa{a-cão a carsasio ace$o a lôdosde ntormaqão rcspcto do unkuto dosdlretoshutoaìose 50. ai5i a gafanÌa d0 a.eso e da peífa nênciana eÍo a e da cono idaçãodê mê h o r e s . o r d l ç o e s p a íeanos i n o e a a p r e n d l da ìíaq ua.lenrpor neio da minlmização menÌãção do .oihe. mentoe da €soluçao dosasslntosqued .o etva e democrática zemfespeitôao coldlanoÊs.oar

BIBUOGRAFIA . 59ã oP a uo : D È s e d a c ãd oe u9 o9 : 129" 3 A D R I A ot P E P E l , I h e E s M a reFreitas,Aqestãodúfocráticaía3cscolasdaÍedênünl.ipaldeSãoPa1 Menfado,FELlSq 1995 BoBalo Norbcdo 0 fuiufodã dêtrôcracia:umadeíesadasreqrasdo joqo.5 ed. R o deJaneÍo : paze Ìefta, Ì992n. BOBBÌc,Norbertoj$r1ATÍEllCCÌ, N .o a; PASQ!ÌN0,G anÍafco. Dlclonáiiode po ítica.4 èd. Biasil5 : Edtrnb,Ì992a.

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CAMARG0,RubensBairosade."GeíãodenocÍáucãeQuaidadedeen5lno:0ConsÊhodeE5.0aealitcfdfcpnarldadÊnas

sãoPauo (1!3ere2?)l: t!!jq!!s!!l!!!!!!aB!!j!!!!rl11ll coLrÌrNFolc4os Nelsn. A democïacÌa coírôvâlorüiivêsãl: noÌãssobrca quetti! leíúcfáuca no BfasI SãoPau0: Cqtlat llunanas,1980.

pÌÂP Quên íoiqueltL naconíitui'ti9 r [È !!!!1e:!9 1!qle!9!9

sã0Èauo:cq|!e4q@!11

do ênsinode 1" e 2' qÍaus.São Patrlol DÌÁS,JoséAuqutto.Dirceãode uìldadcescoa r Ìni BREJoN,l,4oysés {ofq ) Estrulurae íuncionameito PiÌffciE, !. 131 195,1971.

D Ì É E S E A n u á r l do o st r a b a l h ã d o i e1s9 9 6ê 1 9 9 7 .3 e d . S ã oF

L.qt5!çâ!!{4!!!q!3q!9!1! llMLlllqraus6io Escola PARo,vitof HeÌ qú.-Adminlsftâçâô

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noúofadojEusq 1eq'!. , co!1.:lf!!1!:11rl!!!

PARo,vliof fenr qre. E eiçãode diÌeiofes:a 6m a púbka Êxp?fmflúa a demm€.a Carplnlll &ql!:Ial PAR0,vltof Heylrìre. Pordentroda escolapúbica. 5ãô Pau0: xanrã,ree5.

PAR0, vriof Hen,q,e. G$táo4e!tSqli!j! !qe!!l! !!qt!3.!l9

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: V tófia, UFES,1990. iâ Côistitulcãode 1933 Ìe5ede Doutorado S0AFE5, RenatoVlana A edu.aqãô


Vida Cotidiana Docentes: dos desafios, dilemas e resistências. Reflexões naperspectÌva da psicologia socialcomunitáíia latÌna-americana

0 Professor e 5uaVidacotid;ana Comoeíá a vida do pfoÍessorB que informações temossobÉ Ìssoe sobreas s u a s . o n d i ç õceost Ì d i a n a d see x È l ê n . i a0? qre conhecemos, de fato, sobrea €alidaqu-"nospefmitaconfec dedosprofesores cionarum quadrorepíeserialÌvo e f e so prof qre bfe ene sslona tem enífentado irúmerosdesafios ev vldo,a cadadia,cons tantesdlssabof$?0 queseráque,emmu tos rìrornentos desaleniad0res/ 0stoÍra erl] árduoscombaientes enr delesado ersino, do a uno e de seuÍabalho; e, em ouiros momeitos,merosdilíceis,parecem cairem umace|tadescfença, comos€ náova ess€ a p e n ac o r i l r r a r e m s u ad u r a ã b u t âd e poderíamos erslno?0u, simplesmenie, ros perquftaí qLeac0nteciment0s sLrqeÍìq!re fazenrcornque a qunt deslstamde coftip0farg0 n l r a fu t a n d o e mq l r es e m p r e a c r e ditaram,em seusÍaba host ouiros,co.ti nLem utandoe acfeditardo;e, oLtrosaÌr da, poucose mostrenrsensibillzados com as irjuí ças,çja ros coniextoseducacio nais,o! mesmonosplanosmaisamplosda sociedade? Enassãoalqumasdasirdaga que porÍás dapíopoía decom esião ções p f e e n s ã od o h o m e mc o m o u m s e Í p s i c o s o c ieaq l e p o d e m f o sa l u d a r ac o m pfeendefalqunsdesalentos e soffimentos acorlecldosÌra vida cotidana dos doceries, mas que ao penÌiiir lsto podernnos s u b s l d i a re n r p r o p o s t a sd e r Ì ì ! d a r ç a , m e l h o Í i ae r e s i í é i c l ar a v i d a c o t i d l a n a desiaspessoas. Falarsobíeos desalios, dilicudadese peosdocentes dilenasvlvÌdos emsuavida,

34_,Ì

siqnÌíica c o m p r e e . d eqru e mé e s t ea t o f socia e qu8tipo de felaçÕes €stabeece,a f m d ep o d e r m o s s i tluoá,d e! m m a d oc o n cfelo e clafo, em sua ex siência,sociale historicamef te deteff.irada (Lane,1986, 1997). Em ouÍas palavras,enì felaçáoa e r t ep e r s o n a s edme q f a n d eÌ m p o d â f c i a social,slqfiÍica fecuperarcaÍacteÍisticas que,mu tas e serildossociaise pessoais p ano. lezes,tôm sidorelevados a sequndo 0 íecodeadoladoaqlitrâta sedo da Psi c oo l i a S o c i a C o m u tná r Ì a L a t i n oA m e rlcafa quecomp€ende o homemcofslitL indose em um proce$ocontínlode re açõestfavadascom oLtfossereshlmanos, sendoqueesla Íe açã0,junanerte se ca ÍacteÍizapeLofato de ser fufdamenial.a s u ac o n s t t u i ç ahou m a n o - s o c iuam , av e z queene horÌrenì sefaz e secorítui como aquee humano,qre está se.do daquea manera,comaqueascaracierist cas,atfa queesiáestabeecendo vésdasfelações em s u a v i d á ( F í e l t a s r, 9 9 6 , [ , , l a r t í n - B a f ó , 1987). EstasÍe açõesaco.tecemem três dimersõesntimamenteinterdependeflesi as fe açõesque estâbeececom os orÍos socialsGeuspafes,colesas,amisos,Íam iares,a !nos, vlzinhos,etc); as felações qLeesiabeececomo mundo{camseLt€ balho,famí Ìa, azerlcondiçÕes de emprcqoedesempfeqo, sâúde)t e,as relaçõesque esiãbeececorsigomesmo,seussenudos e siqnflcadospesoas (comsua v da, seus pfojeios,sonhos, anseios, fruíÍações,im poiências,medos)(Frelras!2a02, 7996! 1998). Em vários lryantamentosrea izados jufto aosdocentes dasdiÍerentes sérier,no

ensinopúb Ìco,em quasetodosos Estados de nossopaG,fofam obtidosdadosa res p e i t od a p f e v a l ê n c idâo s e x oí e m i n l n 0 {97,47.nasqlaÍo prirìreiras séf es,80,6% da quintaà oitavaséÍie.E 60,8% no segundo!rau) nosquadrosdaseÍ0 as,seja enúe 0s proressorcs, iunc orár os.(Codo,1995)Eíeé urìrdado que,em ceÍtamedida,náonossuereerde, u m a v € z q u e f e r 0 r ç a0 q u a 0 r 0o a Íemlnizaqão da prof ssão. Coriudodoisaspectos devemseÍ des tacados,aqui,e íazidos para uma c ara fa áciasras discussAo a íim deelinìinarmos pfiÍìelÍorefere-se ânálises.0 a afirmarque o fato de ier havidounrafemlnzaçãona profissáo,náo pefmÌiedizerqu8 se trata de umapfofissãode " vocação"femlnÌra. Falarisio,seriao mesmoqueadmli f, âbque haveriauma seleçáo9esuÍdamente, néiica,ou até mesmode a sum Íaço de p e r s o n a l i d a dqeu, ej á p f é - e s i a b e l elcae f paÍa aquees quesefiamprot€ssores e .s quefão seriamdocentes assuascordlções nÌsto,es de Íaba ho. Se acfeditássemos t a r í â n r o sn, o m i n i r ì r os, e n d op r e c o n c e l tuosos,semsefalar ro caÍáteÍa lrisiórico e a cienlíficodeta s Ìrtentos,umavezque rlamumïatalismopafaeÍa cor estabelece dÌçáode sef proíessoí,ifc usiveterta.do criar unraaceltaçãopâssivapâra com o fato de rão lravefcoidiçõesrnateriãisfavorávelspara docênca. 0 segurdoaspecto a desiacaÍ, tambénr jnier Ìsadoao primeiro,apfeserta rloF mações sobreo faio dea pa|tÌf de meados dosanos90, emespecial, ief aumertadoa pfe5ença mascullnara docência, em par


..--

-r

i i t u a f , r a s ú l i m a s s é Í l e sl.í o t e m d o i s um, postivo, .o sefiido desdobÍanrentos: q u e o s p a r ad e s m o r i aoÌ de tfaz subsld que somentemu heresé que ialsorn to de poderiarn5eÍ bôesdo.entBs;e, outí0, ne g a tv o ,e r n t e Í . i o s deel i a ' f e v ea . d oo a t o g'au de des4ìpfeqoeslrutufalem que a socedadef encoiifa. 0u seja,o desem p'ego a io ern!áfias áíÊasvem aconrpa nhado d eu ma u m e f t o d oe m p f e seomd u a s Pasemosa áfeas,na saúdee educação. amp andoa enÍada tef .otro docentes, o n r a s c u L inl ao p ' o f e s s o Ì a d o eprinìeire q f a u s / q u l m ie i g e n h e i r oÍ iss,i c 0 s , sequndo qúe e oqtros cos, bió ogos,nratemáiicos coma expêciau' f zeíamsuasgfaduações vã de sÊrempfof sionaÌsem suasrespên tivasáfeas,e foramobÍlgadosa seiornaT e n r ô se,r i á o ,n e s i as t u a E á oâ q u n s paradoxos queaconrpanham a vidae 0 ira rja qrandolnserdo às ba ho do pfofessor, s u a sa i i ! i d ã d e sn o c o n t e x l oe s c oa f r o u fisico. mesmoquandoofqe desseespaqo L l mp r l Ì Ì e i Í op a r a d o reos t a f i al o c ai z a d on a sr e l a ç Õ e ìsp f e q oe d - " s e n p € q o . E í a ' e l a E ã o" p r 0 Í i s 5 ãdoe s e ì F r e s a d a Íaba ho empfelado"(p0Í exempo, enqe nnef0 .resempfegadop'ofessorenpre pafa a! fe ações sado)t'az, internamentê , ms e uí a b a l h o d o p f o f e s o ' e ms u av i d a e e c or s s o n r e s m o i/n ú m e r o 5a s p e c t o s p s i c o s s o csi ac r l a r e p e ' c u s s ãaot e i a m0 e n f r e . i a n r e ndio sd e s aof se a c o n Í f r ç ã o a !é. md i í o , d e s u ad e n t d a dpes k o s s o c i A íaz/ paía denifo da escoa, as irúnrens reiLexões acercada5 re açóesde gênero ( r o m e mm u l r e rn a d 0 c è n c i a e ,m e s p eac Êr umapÌoflssão senpfev stacomoie ni n na)e da dentdadedesses aiofessoclas, cornodocerlehomeme comodocentenì! h e r D e ! Ì a d o ,a s d o c e r t eÍse m i n i n a s podemr sentr ameaçadas eÌ set tíaba L s a ' d B n Í od ae s c oa p e l a h o ,a t v d a d e s e d o c e r t em s aÍuli e . " a d ad o sh o m e n s0.s p0r passafaÌ n05/ suavez, sers cufso!oÊ q f a d u a Ç ã. oom a e x p e c t a i i vqau es e fa n , e x e r c k i 0m/ a 5 a q u ee p f . í È so n a L ' \ x /er m qre teÌlamdese"iÍaníoF Ìrã0espefavarr , m a r " e n ìd o c e n t e s . s0 e! l ao, sl r o m e nesm gfandemedidã,nã0recessafameÌe t!Íam e não !Íeparadospafasefefnprolessofes/ p sa f ar s i l J n cÌ iaq u e s e s i n t âpmf e p a f a d o , r e m q l e a c r e or ê mq u e f e mp f o r e s o t s e qle p ô $ a mf t m e s m o D e p r e e n d ed-asq, u ,q L Ês ei n s t a r Í au m s

ê n c i o l ao p o sç á o e n t f eo s d o s 9 ê n e r o sd e d0centes,.rÊsmo que ambos estelamã vi vef os mesmoslmFesses/medose a.qústi r entfo a s . N a l e f d a d e ,p o d Ês - "f e p ' o d u z i d da escola os resilos confltos e h e r a r q L l z a ç õ eÊ! x i s t e r t e se m J L n ç ã od a d visão sexlal do trcba ho, somerte agofa agÍavados pela fa sa e pefveEa idé a de que há, de !rì ado, unìa -.sFé.lede ' nva sáo" de espa-cos, e de o!Ío podefia haver u m a . e d a " c a p a c i d a d e / i n c a rdaac d e "1 é c iica De a ados potefca s Pefa o erÍfertamento, podemser crlada5sltuações d e o p o s Ì ç ã oc,o i l l i t o e p o u c ac o l a b o f a ç a o e par.efÌa. Se lsto a.o.iece, perde a êscô a , F e ' d e mo e n s i n oe a Í o f m a ç ã o p , e f d ea U m o u L f op a f a d o x o ,i Í i n r c o à p f ó rf a ativldads docerie/ fefe'e se à natureza da felaçãoqre estabeecea i n de at n qlfseus objÊllvôs.E ì out'as pa avfas,pafa a c o n p a n n a fs e u sa r u n o se Ì a z e f c o m q u e se rieqfern em suâs at vidades, exige se d o s p Ì o Í e 5 s o f e su r n a ! f o x r i d a d e e eivo v marto conr seu objeio de íabalho: o a ! o . A s s i Ì , d e c o r f e d a q ua q u ea d é i a de que .abe ao professofa ém de ens iar, o u t r a sh a b i i d a d e s q a d ã s a o p j a naoÍ e tv o do a pfoeìociora / a ém da íÊpfÊsentaçã i i s á o c o n r o" c u d a d o f a " . D e s t at o f m a ,

d e p a ' a mnoo sc o ml f n c o n t e r l oq u ec r i a dequea at vidadedoceft€seia expectaiÌvas u m ee s p é c Ìdee p Í o o n q a m e r tdoa sa t i v i d a d ed s e . u d a d oq u ea c o n t e c erno e s p a doméíico. Todaviã,lstô vel Íazef íe ço percussod e isi e r e n c i a d a 5 se o d o c 8 r t eé o ! m u h e r : n o c a s od a q u e , p o hoìen Í e í Í Ì ç õ e s oú d slancia def. ac!nteceí nas lnierações com seusestudan ÍÌìentos \Ì t/ seÍjaque dÊsras/ o norma tes;n0 caso pape ê e a.e tassem este se slbfnetessem acfescerte se, aqlr/ tam esiaexpeciauva. que a atividade docenie é bém,o fâto de qle não há sepafãção ura ai vidadeenr e r Ú e e s p a _ cpoú b c o e e s p a ç op Í ! a d o / consiiiurdo seefn umagfandee peÍvefsa cafa.tefistca do tfaba lrodocerie:ao c0e semm e ç a ie s s et f a b a L nn0u n c aa c a D a pfe lnvadea ! da privadae as t açõesfatriliafese afet vasno espaçolrtjmo. indaqa'se PodeÉ!ela, nesiernorrrentô, q l a d f o d a v i d ae d a sa t v i d a d ecso l Ì d i a o pfoíÊso(a) mudo!, ou, en oliras ras do p a a v Í a 5o/ q u ei e í a m u d a d eo o q u et Ê ' a T ê m odso i st u r ô m e r oqsq ea l t d a f a ì a mudãra reaidadede Íabalho do rforêr 0 p f i n e i f or f e f e s e à c h a n r a dDae m o . , a Ì i z a ç ádoac l i e n t e ieas c o l aar c, o f t e c i d e a paÍi r da décadade 1990 e qLetfolYe a sunsreÍ exospãraa es.alae na E ação c o n o e l t o r n os o c i a. a s e s c oa sv o L t a ' a m sepafa a socedadeenì Lrmmovirerio de uma espéce de abe|iuraamDiada,tendo p o r é ma q u ai d a d ee o s Ì é t o d o sd ee n sn 0 s ed e p a | a d.o ì a l s u m ãasm e a ç a s . 0t s suiados acoiiecÌdosforanr:a) a cfieqão d e l Ì r ú r n e f 0c5! f s o sn o t u f r o sd, e s u pe t !os/ de 6os de cor.p em€rtaçãoe de nas rcqua f caçáo;b) o aunreitodeaLunos s aa 5 d e a ! l a / h a v e n dsou p e r l o i a ç ã1oa s i a a se d r p l l c a ç ãdoe j o m a d ad et f a b al r o pafa os Frofessofes; c) nao holvÊun ar nosrecu|sosruma mentocorfespordenie dá se o seguÌrd0 Concomiianienente/ t u n ô m e n o ,d a c h a m a d aE x p a n s ãdoã E s c oa f i z a ç ã oq,u e , Ì T í ei z m e r t en, ã oi f r p i c o ue n o í e f e . erfm a e d u c a _ cdAeoq u a d a d ep a f ao s s e t o í epso p r l a r e sP.a r ao s seioresfnas pobfesa escoa acàlroutendo conìof!n_cáoâlq!ns aspectosrieressan' seí um pÍo 0n ies, emborapreoclpentes: gaÌn€Ìriodos clridadosda famílla; podef p Í ô l e s eor sm a s f ' a c o so; c u p aof " t e m p o

r-stsMlac 35


p . l c o s s o . ldaec o f i r f e e n s ãso b Ì ec o i Ì oo (oceniese sabeGe percebe e se fecoÌrh.ê cê)sendoproÍessor e .onìoe e sernantéiÌ arfediiaidoserprofessoíÌsto,então,nos remetea úna reí erão sobfea Identidade Psicossocia desiedocêntequeesú sendo coní-uída,foftalecida, mrdadae quepode, o r n á 0 ,r e s l nI a o s r ú m e f o sd i l e m a se desao f s c o t i d i a i o s (. F ' e t a s , 2 0 0 2 ; Castesr 2000)

oc osot/das r!a5i atendefas neressidades básicas, comoa imefiaqãoe bosa escoa. E, o quehaverlamudado? N e s s ec e n á r i op o d e r i ã r n odsi z e rq u e q ú m acso i d i ç Õ eÌ m a s p o d at fe sp a f aa v i d a cot dianad0 doceniemldaram:a) a rea dadede iraba ho dasescoas e suasfela comosdocentes; b) osa u.osfáo sáo çÕes ma s os mesmosde ant gamerte,selaras pafa coma es moi vaçÓes e expectativas colao , e n sr o e a p r e n d l z a ! 8emp/a f ac o m os docentes; c) o €corhÊcimerioe valôr socias que haviaantefior.renteem re a ç ã . à e s c o leaa o sd o . e n t e s lf áã o s ã ôn a i s va 0í zaoos/e rem senp€ erprcssamsio o u m e s ì os l a l n s a u s l a ç p áa o f ac o ì l s t o ì e d) as expecútvasenrrc açaoao pape e í u n ç á od a e s c oa t a n b é mì l d a | a m k u e p ' o f i d a d edse l ed a r ae Í o a r ô j e n/ om u n . 1 0c 0 r t e n r p o f â r eSoe?f i ae n sn o / p f o d ! ç ã o r e c o n h e c l n r e n0i ou?d e v e f i ap r o r i z a ra ïofnraEão cldadã70u deveram serambas, e s eo l o $ e ,q l e c r t é f i o sd e v e Í j tae f p a f a d e l i nr a ss e q u ê i c i aesq u et i p od ee d u c a ç á oi n c a Í l a o p f o c e s sdoêÍ o n n a q ã o ? ) Psicossociais 0ue Repercu!sóes p a r ao P r o í e r r oer m s u aV i d a ? N e s t ec o n t e x teod i a l t ed e u m m L r d o c o mi n ú m e Í aesr á p Ì d am s ! d a r ç a sp/f o d u 2 l n d ai n cl s i v em u d a f ç ansa Í 0 f m ac o m o a e s c oa t e n rs d o v a l o r l z a daao, a d o d a s " n o v a í ' i u n q õ * a $n e r c i a i ds ae s c o l ae ,m d e t f i m s n tdoes e uv a o ' p r e c í p udoee . s i n o e c o n h e c i m e npt oo,d e r s ea- d i z e rq u eo s prcÍessofesiérn pe'dÌdos, sesentido fo sef t i d o p sc o s o ca l . . 0 s d o c e n t epse f d e ' a m a l g rm a s f e f e r ô n c i al usi d a m e n i a Ès o b f e seutfâba ho/ sLa vida e a! fe açÕescorn se! Íabaiho. Depafam-se, assim,coÌida na e constantemente/ com quatfo ndaga çÕeq s u ee s l á on a b a s ed a r e a l l z a ç ãdoe se! trabaho e de suasre ã_cÕes come e. Em cadaum desiesmomentosdeFa fam se cam dúvidas/lncefiezas/ feceoe e a ì b i q ú d a d e sp a f eô r q u a i sr e n rs e m p r e e n c o l t f a nq l a f i d a /e m ! i t a sv e z e st a . n bémnãoas dentificarn, o! aié meenoráo c o r sd e f a mo u i e c e s á r l o o , u lmpodarle s e f e v e a o o a o sp a ' e 3 / com medode solÍerÊmapfecaçõesneqa t vas/cotroseta s dú! daspudessem feve a f f f a g i d a d ed s es r a p a d e .E s l eé o c i É . u l op e ' ! e 6 0 ea f d lo s od a sn a i l ' a i z a ç õ e s d à! d a c o t i d l a r aq,u et r a z e ì c o a of e s ! l -

36

0 u e c o n f l i t o s ã ov ' v i d o s no cotidiano? C a m i r h a r dno! ì â d l f e ç ã om a l sa m p a do l'aba ho docentee de sua5fÊpef .ussÕesras ditÊ e.1esfe açÕesque esta b e l e c ep,o d e f i a Ì o sn, e 5 t e noìe.io/ faef d.. qualfô t !05 de co.t tos, não er. udentes entfesi/ e qle o vão acoìpa tado negatvouma descíença eì sl nesm o ,u m f e c e i o d e . ô ì u r i c a r s l a sd ú v i d a s / uma não corÍiençano oútro/rfesn'roque selaLm arngo e q!ê p05sae5Ìarv venoo os me5mod enas/e conì ío, as re ações passanr ifte'pessoais a sef v 5tase v vidas c o m oa m e a ç a d o Í als| í.â u r a - s e ,a s s i n r , l m a s e n s a ç ãdoe e n à Í s o z i n h e o derão podeÍcompadlhaÍ comrr! pafÊspfoÍis s o i a i se d €a m z a d ea, o l a d od a s p Í ó p r i a s quaÌrioao empÍego,t,aba ho e ncertezas nranuterção deseusa áÍlo (Fretas, 2003) Eíes quat'oeixosde lndaqaçoÊs feÍeíenl s ea o sd i l e m aesn f f e n l a d q ô lsa n d od op r o .e*o de Ê aboraçáode seutraba ho,a sa a ) p e f g l i t a n s e r o b Í eo q u ed e v e n r paÍa quêpossanr sabefe conhecef, dêpos Í a n s m i lI a o ss e u sa ! n o s . b) fdaqanr-se, eitão, o quedevemen s i r ã r a s e u sa u r o s ,p í e s s ! p o n dFoa i q u e devam t e r c ' t ó r l o sp a f a5 ee c i o n aef n t f eo qle seráe o quenáoseráensinadoi cr oepa'amse coÌno comodevemer s r a i a p o n t a n dpoe f a u m d o m i n i oe c o , n h e c i ì e r t od e e s l n i é q l aes d e s u ae f c á c a s0bfed fereni,"s s t'raçáoes de ersinoe d ) í n a n r e Ì r i eP, e r q u n t a m se sobfe c o m od e v e m a v a l i aof q u ee f s l n a r a m !afa sabefse/defatorseusalunosapf,êndefanr. As etapasde encartfode a ternativas e d e e r l f e n t e n r e nat oo s d e ! Ì â sp s i c o s socras FÍesentes rôspf0ces50s apontadosi aciira/fasqualfoÌndaqaçÕestemát casait e r l o r e s r, e v ea m p a f t e d o p r o c e s s o

L l r np r m e r o c o n ft o ,j á â b o r d a daof t e f o r m e n i e r, e f e f es e a o s n i e n t o sd a deíem rizaEãoe sua 'elaçáocom as io las exÌsências e demandas socias ÌÍata s ed a sd e m a n d adse Í l v a d adsã j r n q ã od o s ifês corlrecÌdos Íatores,compúênca, quã l i d a d ee e f l cê n ca e s p e . i m a e n t ed f i l l d o às novasdenrandas do ['ì!ndo do Ìfaba p o ' e x i ! i r q u e ,c a d av e z l l r o ,q L ea c a b a m n a s ra p r c f e $ o f am ! l h e fs ed i í a . c i ed a quÊa idéa de pfofes.fa " mãededicada e pacientÊ".Co.r isto, ela tem de dlv dir seupostode irâba lìo ron lroiìeis ê/ poÊ tãrto, coÌnpetifcommaisge.ie,serdoexi, a Èa s E s i s Ì d od e l aq u er j a m a l sí d e f m ÌrairÌa s Íaciora e ma s c0mpetillÌraì e q!e assumaponosde cheia e enfreftêa conrpetição.Do ladodo doceiiemasü Ìì0,o n 0 m e m p Í 0 Ì e s s 0 r eenm r ruami e Í r e n o novo e n ! ì a d Ì n â mc a m u i a s v e z e se s l f a r r a pafaele e nemseiÌpfeava iadacomopo s t : v a p o r e e , s e j ap ea s h a b li d a d e sd e ma of .ie'ação e compfeensão, seja po' por ieÍ dedaf maisÍeed-bad(, seja se ise flr nrnr ierreno considerado, pÍe.oiceliuosamente, de exclusvidadele mrnna, vendose,eífofeamente, ameaça 0 u t r oc o n f l i i ot a, n r b é ìl á m Ê r . l or e d o , f e í e r e - sà e a n r b l ! üd a d eâ p r o x i m a ç a o d s t a n ca r n e n tqou e ãa i ! d a d ed o c e Ì r t e e r i qeq!âfdo da re a_cão paracomo obj,"tode Í a b a h o ( a! r o ) . A e s e , a q r i , t o d o s o s s o lÍimentosa qle sevêsubmetdo o prof,"ssor quando percebe osdistaÌrclãmentos erÍe seu


textodo ersinoe seusconteúdos. Seráque E, mesmoapÍenden seualrro aprendeu? do,o quecso serviÍápaÍaa vÌdadesea u n o ?E c o m os a b e ' s er r v l r á o u n ã o ? Nesieembaiede irdagações o docerie c o m e ç a í a z e ru m ae s p é c idee b a l a r ç o e i t r e \ r oq L a n i os ee r v ov - ee s ei m p l i c a / / e (x) "0 quarlo Èlo pfoduzefeiiose Íesulú . rla d o sp o s ivt o í ' p a f ao a l u n oe s u av i d a C se/assim/!m campofé|til paraqueo pro fessorpossaconeçaía dLVldarde si mes profls nro,em tefmosdesuacompeiêrcla l er s i o n a .É , a q u l ,q l e c o i i d j a n â m e iet e colocaàprola nestarelaçáocomseuabje io e os frltos obtidos.Abre-sêo caninho paÍaurÌracr!cialelancnaftepersLriaque iodosacabarfpof fazef,mesmoquesilen ciosanrente: " Valea penatantoesÍorçoe tantosolÍirìrenio?"Podafto,de um lado, duvidade sla competêiclae soffe;de ou tÍo, lrdaga s€ quercoflin!ãí e/ pof Um/ core o rlscode licaf com um ântecipado qosloamafsode fÍaca$o ll eíe quad'ode rceÊ Acompanhando i € z a s ,à m e d i d aq u e o c o i d l a n ov a i l h e e aiitudes,o docente cobfandorespostas tãrnbérn vjveumou?oconfÌio,mesmoque possanãoteÍ c arezaqÌrantoa isso,fepfesentadopelaoposçáoentfeo lvlundoe os V a l o r e s q l eEas c o l a p r o p u qdneau,ml a d o , e o lvlundoe os Va ofesquea A lfo vlve, em suacasa/na rua, no seucotidano,de oulfo. Ìíatam sedasirúmeÍascorlÍonta eftre dois mundose çÕesqre acontecem cuturas,corìrvalofese slgfificaçÕes diíe' í€ntes,tendonalisurado profesoro prÌr clpal medladorDepafamse com as diÍe Ì e n ç acsr e n ç a s e s i s n l f j c addeossd, ae i d é i a da escolacono " redentofa"dasmaz€as soclais,pasandope a corcepção de qle a pe$oas pode a lazef as serem malsl\ esco pessoa educadav'até io trato , aié a es j á, q u eh á c o l ac o m ou m e s p a çsou p é Í l l u o u m i n c € i U v oa o h e d o f i s m oÌ m e d i a t oe presenifcado,especla m€ntenasqeíaçoes E . e n a c o r t í n u ea c o t i d l a rm a ediaçáo efcortÍamoso docerie comseuMuido e seusva ofes / quenemsemprerecebeou fecebeu umafofmaçãodÌris da a esteiÌpo F r a l l z a f d o ,p o d e fs e i a d z e r q r e o docerteviveum conllito,nemsempfemanifeíadoe supodadono dia a dia. ÌfúmeÍas oeverìras vezesem que 0 oocenrese indasas-"esiá sendorm bom proÍesor/

queseútÉespecia mentequãndopercerre pouco ba ho ourada mudaâsiiuação?Em quandopoÍ exempo enouirosmomenios, pe vereda o canìirhoda educaçáo cidadã, iambém,se indaeaenr que ãspectosse! trabalhose dil."Íenciado trabâlhode úm lelqoe sejuíilica comosendode urìrprolessor Sinietizando, combaseem queaspectoso professoÍ diz as mesmoqueé um p'ofessoÍ, que queestá bom ó compeientee ceftoem seucamÌrho? Eías inda!,ações podemrevelarlncertezase/ ao mesmo iem p o / p o d e mm o s t r a rq l e o d o c e n t p eode, pervefsamente/ se {bmder a deflrições Êxógenas e estfanhas ao seut|abalhopaía q u e d z e ro é b o me o q u eé r r i m -P e í m i t i r e a c a t a re s t a sd e f j n i ç õ easl é m d e . á o à d nâmÌcae à realidade corespondeíem da ativ dadedocente,feveam um qrarde desconhec mentosobrea complexadiveÍ s dadedas Ìnúmerasfea ldadeseducaclo nals que vlvemosem nossopaís;sem se fa aÍ tambémderrÌì compleiodesconheclmentoe desrespe to pafa com os pfocess o sd e c o n í f u ç ã od a i d e n t i d a dpes i c o t socialsdos prot ssionais. Da peEpecilvados procesospslcos. s o c i a sc, o m p r e e f d e r doo H o m e mc o m o auiof e alof desuaprópfiahlstóíiacotidl ara/ e/ por confqul.te/ com capacldad€s coleuvasde transformação das suascon

d j ç o e se r e a ç õ e ss o c i a i s( L a n e /1 9 8 3 ; [/lartín Baró/ 1987) d."veríarÌìos considefar a ìdertidade em .ossocaso,âqui/a do pfofesor comoem continuarnldafça e soffendotraiíormações derlladasdas objeuvas e subjeiivas desuaexis co.diçóes t ê n c i al .s t o s i g n f l c a q u e p a s s a r í a Ì Ì o s a n ã o vê la maiscr sta lzada,masslmsendopase casíve de a tefaçõese cujosconieúdos facterGticaspoderÌamestar d Í !Jdos a prapostas coletvasevo tadaspaÍaa cons majsdÌqnase so dár Íução de Íe açÕes Se adotarmosesterefe€rcla a.alit os d fe co qle no5pefnita compfeender f e n t e sd l l e m a sr,e c ea s e a m b i s ú i d a d e s cono derlvados da v da concíetadaspes pecu soas,rnasqueiênr rma fep€fcrssão L i a r e mc a d a l r d í vd ! 0 , p o É m p o d e f dFor em poss alierado,estafemos acreditando pfosra billdades derìrrdarEae lnieqrando mascomunitárlos deme horiadevidae de A$lm, podefemos enierdero quefaz c 0 mq r ea q u n sc o n i i n u e m a c r e d i i aqn! rdeo devemlltar e mudaÍ,e ouíos acabemdesistindo,e que isio rão se tÍatã de lma q u e s t ãlon d i v i d u ael m ! i t o m e r o sd e p e Ê sonaidade.ao fazer sto,lefemosposslbi compe 0 n€'ros lidadede nosdeparafmos q u a t Í o s upbr o d ! l o s n a s a ç õ e s s o c l a i s : . l e s queoutrossoclaistambémvi cobrifemos vem situaçõese desaeniossemelhantest quenãoseiratã de um pr0consiatafemos b e m a o u q L e s t á oi n d i v i d u aol u d e (!n)capacidade que rossa;ao pefcebefmos hantes/ há ouÍos asslmemsituaçõessem€ varnasdeixandode nos eiver9orhafcom e,começamos nossâs dlflc!ldades e medos; rão mais a verpossibildad€sdemudanças/ sozlilros,masemaçõescoleivascomnospsicosoclaldos Eía é a pefspecllva psÌcolosla da socia comuiilafla trabalhos (Freltas, 2002). lat no-ameíicana Doc€nte,Educaçãoe Comunidadê: RefÌexõessobr€o 0üê Fazer? Tec€festasref exóessobíea vldã do professor, ios d as de hoje,à lrz dascor Í i b u i E õ edsa P s i c o q i aS o c i aC l om!nltá Íia p0derlam a p o n i a fp a r aa l q u r sc a m i nhos,em re açãoa pelomenostrêsdimer sóesqre nosparecern lúndamentals. U m a p f i m e i f ad m e n s á oi e f e r e ' s eà


p f ó p r a v i d a c o i d l a i a d o p f o í e s 5 oer s l a s re açôes coÌrcretas 0 Íaba ro, a fanri i a , j u n t o a o i p i ì r e se n c u 5 i ! e a o 5 s e l s ó d .o p,oóo ó o 0p n ; l / f o r Ì Ì oc i d a d ã o ., ô m o s e r h L n a ì ô . 0 u s e j a ,n ã 0 è n r a i sr o s s! ê l c o r s d e f a f o s s l r c e s s o so ! a v à n ç o sd e s e u t r à b a l r 0 c o Ì n o ! Ì n c a s od e p e f s o n ai d a d e ,Í a ç o o ! t e Ì n p e f a m e r t o .F a u e ri l t o é d e s . o Ì r sd e f a f o c a f á È ' s o . a e h s i í f i c od ê n o s s a. o n d i ç ã o l r r m a n a ,s e n rr i a a r Ì r o f a i o d e q l e ooiL doo o ol d a d ea o p r c f e s s oof ! a o a ! n o , s e j ap e o s a v a n ç o s o rp e o s r e c l o s d a q uo q u e a e d u c a ç ã of z e s e , d e s !a n d oa a n á i s ed a s. o r d ç õ e s . o r c t t a s d e v d a d e Í a b a l l r oe d a s p o i t i . a s e m q r e o Ë s i a d oé t s p o i s á v e L r r rs . q u n d oa s F e . t o' e i e f es eà n e c e s sldade,cada vez nraiof, de rfem e abofa do d" . ô ì F f ! ì e ì e d o f a e c o r r e c e d ô ' ad a r e a d a d es ó co r i s t ó f i . ad e n o s ô ô c a d e a t u a ç ã 0 ,È f o q f a m a td e C a p a .t a ç ã ô P . i i i c o P Ì o l l s so Ì r a p à f a o c o f p or o c e r i e e t é c n ' c 0 C a si r s i t u ç õ e !e s . oe t s , Í ô t . r as e r ã o i o r n a i s ,p a Í a q u ! p o s t a n iìì p e Ì ì e r t a f r ì conl!Ì'ri. 0e aqoesp5 cossoca s e p0 r cas

E , u n rt e a e l r o a s p e c t o t, Í e r e r à i e cessdade das Po íiicas Púb icas em Ëdr . a ç ã od e l e r e mc o n t e m pa r , d em o d oi n t ' i f oo ra " o 'po o ã v i d ã . o t d i a n a d o s d o c e n t e sc,o n r p f e e i didâ sob a perspe.ti!a dos pfo.ess.s p s c o s s o c i sa , . o m o p o f e x e m po a c o r s í u ç á o d a d e n t Ì d a d ea, s i o n r a s d e F a l Ì c i p a ç á oe o s l f o c e s o s d e . o n s c i f l r t Ì z a - c á o (Frias,2002).lstopode'ánbsiCiã'a1á i i e sa f e s p e i t o d a s d í Ì n t a s d l r â m l . a sr e s e q i t m a ç á oe r a t u ' a i z a ç ã od a ! d a . o t d i a r r , a f m d e q u ep o s s a nsr e ' j d e n t i Í i . a d o s Ì n o n ì e r t o sc, c r t e x t . ! e p f ô . e s s o !r i e ' e s i s t ê r ca a e s s et p o d e s u b m i í ã o! Í a r t r s m c n o d i r a d r d a sa l i ! d a d e se d a v i o a o o s! r o Ì e s s o r eas p 0 l L e r o oa í m p e f a u ì p'o!íama edu.aciola comuritáfô q!-ê te.lra cofro mote rs rÊ açoÊsd. ensino e èô.ô oódôod.è. dèo ( F f e d . â ì . e s . ô n r u nt á r i a 5 ias/ 1996).

'IAa,ioa:qfadc..aoSÌS[r]lrlAaapos: b l ' a d c d ' r u b i c a ! ã c d e r e n ì a i e ' ac o n Lal.sDr o c ra : o . ob

Fa a-se, aqÌri, da recêssáfa capac 1ação po itico pfoíis ona que de!.-ia sef um aspectoconsiantenos tfalraLlrosd0centes. baseada!.uìa boa e fÊ elarte lafnre q á o r o i í t c a e s o c i a . q ! ê e n v ov a n t o a o 0 a é n d a p Í ó p f i a c o m u n Ì d a d ne a q l a e e s c oa e s t ái n s elfd a ' p a r ao e Í i e i t a ì e f t 0 , Êf - n d d ç n t r õ d u d p n u np r o \ O r o ú l e d n o c o t d i a n oe s c oa r e q u e5 ec o n s tt u e r . e m p f o b l e n á i l . a sq r e v ã oa é m d ã f e a ç ã oe f s l r o a p f e n d l z a q e m ,n o i e n t . 1 0 f e s l f i t ô (Ffeiias, 2002, 1998). Ern ouifãs pa avras, . ú ì e f o s s ã o ô s r e â i ô 5d e c o n l e x t o e s di q l r e . e n à ì c a se d ! É c o f a s e ' ì d e l " d qaao d o c e . t e , m e s m oq r e s i ê Ì ì . i o s a m ê Ì r i ea, r s p o n s a b jd a d ed e " f a z e f a 9 o ' / ( m 4 m o q u ee e i ea l s o r u r . : t . n h a s i d od i Í u i i o o e pf€! sro 3m seu p'0.3ss0 p f o t s so r a ) q u a i t o a / p o f dê ÍofÍìâção e x e m po , ! r a v i d e zd a s j o v a r ss, t l a E o e sd e tíái co de dfoqas,vio ên.ia, amea_cas, l n d i s cp l i n a , m e d o r a s € a ç ô e se i o r n r a s v a f i a d a sd e i n t m l d a ç ã o ,a é m d o d e s € s p e Ì i or a s n i e ' a ç ó e se a s d l e r s a si o ' m a s de comp.t ção e des.onf ànça eitfe os co

ÚI6LIOGRAFIA Cã:lels, iJl:ire 0 P!d.f dn Ìd.rt da{i. iit ?Ì1fa, !1qB!l!r lotq C o d o!,í a ì d e r c y& S a n r poa,J J a . i : o l a SoÍ ìreito F5lqulconas0'qar zaçies saúdÊtu]Êiia e Ìfaba ho. !ozÊs,lê1'opôÊ, 1995 F r et r , l ì F Q LÌ a d . . C o ì t r l b u i i ó .d! a P s . o o qn S o . e : P s . ô o g l aP 0i L . a a 0 D Ê s Ê r v o l ( 101, 1 , ssÉ, i e r t od d P : t o o qa 5 o . i a C o r i u r l i á f i aP S I C 0 L 0 G Ì&A S 0 C I E D A D E T A E R A 3 P5

9 61! FiÊiÌas,LrlFQUnÌa dê.Llô!asP'áll.àsê !e hos0 hafeseÌì Psi.0oqa loniun tára. Lrnraaoi.l a ! ã o P o s l i v ?e . l r L S ô u z a ; . F Q F : È l t a j& i J . l J . P R . d f i q L leo; f q s . lP s j . oo qa : t u i } ó e 5 ( t r l p e f t i n e ì L e5 5â oP . r o : C a 5 a d oP 5 . óo q o , 1 9 9 3p p ! r l n 8 F : e t a rL , r lF Q Ur i a d e .L n t e . e . co r s a i Í ! S s n t i d o CCco m r n i d n d r r . rC i dôatd a n a P ô sb l d r d e s p ã f aã sP f á . t . a ds e ã l s l . 0 l o q i a S o cCao m r r i t á f a . l r a r a d ! í r o s d . P s . o o q a SPoôc ii tni .ãs, 5ljeios y Re5nênc as debaÌe;y cfiti.as em ps.o oqia5c.la. ao f0 à.iói d-.Ìsabe P pÊ' !!t!!l:!qi!

4!q.q

i!t1g'l9l 4P:!lt sant aqod: c,i:, 2002,pp. 2er 207.

Bri!,lr9r!iÌ!q! !i..r.!,llLq lr1'. !lr.ql"grL!"!riLi!9 li!:19. Lare, s.ilJ.

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1!

P5j.0 oq a S0. a

0 FodrÈm em lrrlorni:nto

Sá0 Parl!

E ai I .rsp 1997, 11i.

Chão da Escola 02  

Revista científica com artigos da área da educação

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