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L - Nº 1 - € 2,50

MAIO 2011 - MENSA

Apple lança o novo iPad2 Mais fino. Mais leve. Mais rápido. EA lança novo jogo Crysis 2. Jogo com melhores gráficos na história dos VideoGames Sony anuncia a nova PSP intitulada de NGP

E R A W D R A H

ATI RADEON HD 6990 AMD anuncia a nova placa gráfica

SHIFT 2 UNLEASHED

Novos carros. Mais realista. Mais simulação.


SUMÁRIO FIRST LOOK CALL OF JUAREZ: THE CARTEL ...................................................................................... 4 BATTLEFIELD 3 .................................................................................................................. 6

ANÁLISES CRYSIS 2 .............................................................................................................................. 8 RIFT ...................................................................................................................................... 10 ASSASSIN’S CREED BROTHERHOOD ............................................................................. 12 SHIFT 2 UNLEASHED ......................................................................................................... 16

CONSOLAS PES 2011 3D ........................................................................................................................ 20 Sony anuncia a próxima PSP ............................................................................................ 22

HARDWARE NOVIDADES ........................................................................................................................ 24 ESPECIAL TABLETS .......................................................................................................... 30

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SONY make.belive 2


FIRST LOOK

CALL OF JUAREZ O Terceiro episódio dos “duelos ao pôr do sol” chega já este verão.

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Um “Faroeste moderno”. É assim que a produtora Techland caracteriza o espírito de The Cartel. Na prática, o shooter editado pela Ubisoft promete manter os elementos clássicos de um western, mas transporta-los para um ambiente contemporâneo (uma viagem ao tempo que será sobretudo perceptível no tipo de arsenal utilizado e, naturalmente, na arquitectura dos cenários). “Quisemos fazer algo diferente”, justifica Blazej Krakowiak, executivo da Techland. A vontade de inovar, aliás, atinge igualmente a vertente multijogador: “Vamos, durante o período de lançamento, disponibilizar uma demo com suporte cooperativo. A nossa ideia para a história contempla um trio de protagonistas, e uma vez que damos tanta importância à narrativa, decidimos produzir um modo cooperativo jogado a três. Porque não? Não há razão nenhuma para que seja sempre para dois ou para quatro” As personagens referidas, contra o guião, comporem uma força especial reunida com o propósito de exterminar um poderoso cartel de droga mexicano. A Ubisoft apresenta-os assim ao mundo: Kim Evans, uma jovem associada a gangues de rua que acabou por se juntar ao FBI; Eddie Guerra, um agente federal incapaz de resistir a uma mesa de póquer; e Bem McCall, polícia de Los Angeles e descendente de Ray McCall (figura carismática de titulo original, lançado em 2006). Cada um dos três, assegura a produtora, oferece à experiencia uma abordagem diferenciada. Na prática, encarar a campanha na pele de cada um dos “heróis” permite a exploração de várias situações únicas (inclusive o próprio final da história). Todavia, a possibilidade de enfrentar The Cartel na companhia de um par de amigos exige ligação à Internet: “ Existem boas razões que justificam a decisão de limitar a experiencia multijogador ao universo online. Algumas das mecânicas de jogo não fariam qualquer sentido num contexto local”, resume Krakowiak.

“Quando falamos no Faroeste homens a sério”, diz a Techlan


A chegada à actualidade permite a utilização de um arsenal moderno.

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e, falamos em nd.

As sequencias de perseguição serão outra das novidades implementadas.

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FIRST LOOK

BATTLEFIELD 3 A DICE quer inaugurar a nova geração de videojogos com o promissor Battlefield 3. É com uma mão-cheia de ambição que os aclamados estúdios da DICE pretendem entrar na próxima guerra de FPS. A produtora sueca já garantiu que Battlefield 3 “vem para vencer”, e o material que já começou a exibir, por entre videos e imagens, aponta para que a espera de seis anos - Battlefield 2 viu a luz do dia em 2005 - por uma sequela direita possa mesmo valer a pena. O novo Battlefield correrá com base na versão 2.0 do motor de jogo Frostbite (o original deu vida a Bad Company e à respectiva continuação), fator decisivo para o rótulo de “título de próxima geração” que a DICE tem definido. O objectivo é fazer do jogo um autêntico festim visual, não só na componente multijogador, pela qual a saga é mais reconhecida, mas também na vertente a solo. A campanha poderá ser jogada cooperativamente logo desde o arranque e colocará os jogadores na pele dos marines norte-americanos a visitarem locais como Nova Iorque, Paris ou Teerão. A narrativa será inédita e “significativa”, e a duração da campanha chegará às 12 horas como forma de apelar também aos que preferem os modos a solo. No campo das batalhas online, não faltarão veículos, cenários destrutíveis, uma Kill Cam que poderá ser desactivada e servidores dedicados.

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O PC é a plataforma líder na produção do jogo, a vertente multijogador contemplará um máximo de 64 jogadores em simultâneo por oposição aos 24 das consolas, mas a DICE já garantiu que Battlefield 3 será impressionante também na PS3 e na Xbox 360. À data de lançamento não serão disponibilizadas ferramentas para mods, mas estão já prometidas animações com base na tecnologia ANT da EA Sports, utilizada em séries como FIFA e Madden. A pré-encomenda do jogo já está disponível e dá acesso gratuito à expansão Back to Karkand, que inclui quatro mapas de Battlefield 2 “refeitos” com o Frostbite 2.0. Está também confirmada a sessão beta multijogador (ainda sem data), uma edição limitada para as três plataformas e uma chegada durante o outono.

A campanha levará os marines americanos não só ao Médio Oriente, mas também à Europa.


Como consequencia de novo motor de jogo, nรฃo existirรก suporte para Windows XP e DirectX9.

Neste novo Battlefield quando um jogador disparar todo o cenรกrio acompanharรก os tiros e abanarรก com ele.

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ANÁLISE

CRYSIS 2

A Crytek cumpre a promessa e não se deixou abrandar pelas consolas, oferecendo um épico de acção deslumbrante. GÉNERO: Acção/FPS PREÇO: € 50,99 REALIZAÇÃO: Crytek EDITORA: Electronic Arts DISTRIBUIDORA: Electronic Arts SITE: www.ea.com/crysis-2 REQUISITOS MÍNIMOS: Windows XP/VISTA/W7, Intel Core 2 Duo 2 GHz, 2 GB RAM (3 GB p/ Vista), placa 3D 512 MB, 9 GB de espaço livre em disco.

A Electronic Arts em conjunto com a Crytek, anunciaram na E3 que Crysis 2 está em desenvolvimento e será lançado para Xbox 360, Playstation 3 e PC. O desenvolvimento do jogo está a ser feito em cima da novíssima “Cryengine 3, que foi concebida para fazer uso completo das capacidades das consolas da actual geração.

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Mantendo a linha de seu antecessor, Crysis 2 será em primeira pessoa e contará com o foco em combates modernos com o uso de uma nova nanosuit, que é uma espécie de roupa especial que dá habilidades especiais ao protagonista como: super resistência, invisibilidade, super velocidade e super força. No entanto, maiores informações sobre o enredo ou sobre os personagens ainda não foram divulgadas pela Crytek. Crytek confirma, no entanto, a presença de um fato Nanosuit 2.0 que irá provar ser muito mais interessante que seu antecessor: para aqueles que não puderam saber sobre Crysis, o nanosuit é o principal equipamento dos protagonistas e é um oi-tech suit capaz de fornecer energia para psicofísico do utente, permitindo que as acções humanas. O Nanosuit 2,0 não só irá reforçar uma característica de cada vez, oferecendo em vez de um conjunto de competências que vai mudar radicalmente a abordagem do leitor: como lutar, por exemplo, vai aumentar a velocidade e força, permitindo uma vantagem no corpo a corpo como um modo de se adapta a infiltração de acção furtiva com a sua capacidade de camuflagem e insonorização. Um erro comum foi sempre julgar Crysis só um bom FPS procurando, mas com pouca de substância: a qualidade de jogo dos dois primeiros episódios e é perceptível a mesma liberdade e variedade será ampliado à potência em Crysis 2. ANATOMIA DO FATO Tal como no título original, o jogador pode ir personalizando os seu arsenal, acrescentando a cada arma vários acessórios. Um silenciador para uma abordagem mais furtiva ou uma mira laser para melhor precisão são dois exemplos.

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ANÁLISE

RIFT

Mais um MMO inspirado num mundo de fantasia que tenta opor-se ao colosso chamado World of Warcraft. Irá vingar? GÉNERO: MMORPG PREÇO: € 49,99 REALIZAÇÃO: Trion Worlds EDITORA: Trion Worlds DISTRIBUIDORA: Ecofilmes SITE: eu.riftgame.com REQUISITOS MÍNIMOS: Windows XP/VISTA/W7, Intel Core Duo 2 GHz/AMD Athlon 64 X2 4000+, 2 GB RAM, nVidia Geforce FX 5900 / ATI Radeon X300, ligação à Internet.

O género MMO está dividido entre os que jogam o fabuloso World of Warcraft e os que “experimentam” tudo o resto. A jogo da Blizzard não só se tornou numa referência, como dita as regras e tendências de como devem ser os jogos baseados em mundos massivos de exploração multijogador. Com uma quota de mercado que abrange os 12 milhões de jogadores activos com uma subscrição mensal, basta fazer as contas para perceber as receitas que estão associadas ao jogo. Diversas companhias têm vindo, ao longo dos anos, a propor títulos usando sobretudo licenças conhecidas, que funcionariam muito bem no universo onde estão inseridos. Lord of the Rings Online, inspirado na obra do escritor J.R.R. Tolkien, Age of Conan e toda a sua mitologia bárbara imaginado por Robert E. Howard, ou Warhammer Online baseado no famoso jogo de tabuleiro, são apenas alguns exemplos. Qualquer destes projectos apresenta qualidade e excelentes valores de produção, no entanto todos eles falharam ao tentar destronar o colosso. Mas será que existe isso de “ser melhor que o Wow”? É uma pergunta relativa e quase sempre unânime, pois o jogo da Blizzard é algo que já faz parte da cultura pop actualmente, inspirado

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mentalidades não só nos videojogos, como outros meios de entretimento. Há quem diga que só mesmo a Blizzard, com o seu Titan Project, poderá criar uma fenómeno idêntico ao seu jogo original. Mas, e se uma editora desconhecida tivesse a capacidade de produzir uma MMO realmente capaz de abalar os alicerces da comunidade de WoW? A Trion Worlds diz que sim, e a sua tagline da campanha de marketing não poderia ser mais explicita: “We are not in Azeroth anymore”. Rift foi lançado no início do Março e demonstra uma potencial enorme para alcançar um futuro risonho. Em primeiro lugar porque de facto as sua bases parecem ter sido “clonadas” com tudo aquilo que a Blizzard fez de bom no WoW, apresentando ainda a capacidade de acrescentar algumas ideias

próprias. Depois porque na sua data de lançamento, o produto final encontrava-se incrivelmente polido, para um género que necessita de meses até estar pronto a ser realmente digerido. Mas será mau associar Rift a WoW, revelando-se em mais um clone? Óbvio que não, porque já a Blizzard se havia inspirado em diversas mecânicas de Everquest, por exemplo, enquanto oferecia os seus conceitos próprios. Até o universo de anões e elfos assemelhava-se à visão de Tolkien, algo igualmente patente em Rift.


APESAR DAS CONFIGURAÇÕES ESCALÁVEIS, O JOGO LEVA O PC AOS LIMITES As fendas podem ser abertas de forma aleatória, em qualquer parte do mundo e têm densidades diferentes, podendo ser uma invasão total do território. Não existem lugares seguros, pois acampamentos e até cidades podem ser invadidas pelas forças dos elementos. Os NPCs, tanto soldados ou vendedores defendem-se, deixando as suas tarefas do quatidiano e até sucumbir (levando algum tempo para o “respawn”). Durante a invasão, uma sirene entoa, convocando o jogador para ajudar no ponto de ataque mais próximo de si. Estes raids públicos garantem grupos automáticos, enfrentando diferentes vagas até horas ao boss final. Embora facultativos, estes eventos remuneram cristais planares, para comprar equipamento de luxo.

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ANÁLISE

ASSASSIN’S CREED BROTHERHOOD Continuando a saga de Ezio, Brotherhood assume-se como um Assasin’s Creed de corpo inteiro, indespensável para fãs. GÉNERO: Acção PREÇO: € 49,99 REALIZAÇÃO: Ubisoft EDITORA: Ubisoft DISTRIBUIDORA: Ubisoft SITE: assasinscreed.uk.ubi.com REQUISITOS MÍNIMOS: Windows XP/VISTA/W7, Intel Core 2 Duo E6700 2,66 GH, 2 GB RAM, Placa gráfica 512 MB, 8 GB de espaço livre em disco rígido, activação online.

Assassin’s Creed Brotherhood é o um jogo de acção-aventura em terceira pessoa, sendo o terceiro da franquia de Assassin’s Creed, desenvolvido pela Ubisoft para Microsoft Windows, PlayStation 3 e Xbox 360, com a data de lançamento marcada para Novembro de 2010. É o primeiro jogo da série a apresentar um modo multiplayer. Assassin’s Creed: Brotherhood manterá o estilo Sandbox em um mundo completamente aberto na cidade de Roma, na Itália. Assim como os primeiros jogos da franquia, as mecânicas estarão baseadas no uso do Parkour para locomoção, o modo Stealth para a construção de assassinatos mais complexos, e novos modos de combate, seja com armas brancas ou de fogo. Pela primeira vez na série, o game oferecerá um modo multiplayer, juntamente com 15 horas de uma nova campanha single player, também contando agora com legendas em português nos menus e nos diálogos do game.

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O jogo se inicia logo depois dos eventos de Assassin’s Creed II, no ano de 1499, quando Monteriggioni (ou a Villa Auditore) é atacada pelo exército Borgia, comandado por Cesare Borgia. Durante a batalha, o tio de Ezio, Mario, é morto e a Maçã do Éden é roubada. O jogo então avança até o ano de 1503, onde Ezio Auditore, agora um Mestre Assassino, deve procurar, nas ruas de Roma, pelos assassinos de seu tio e recuperar a Maçã do Éden, peça fulcral para os Assassinos.


SINGLE PLAYER O jogador novamente controla o assassino Ezio Auditore da Firenze através de memórias genéticas de Desmond Miles utilizando o Animus 2.0. Mais missões dos tempos modernos serão introduzidas ao jogador ao longo da progressão da história principal. Como um mestre assassino, Ezio terá que reorganizar sua irmandade em Roma para lutar contra os templários. Haverá um modo de controlo dos assassinos que permitira-lhe enviar novos recrutas assassinos ao redor do mundo para lutar pelos seus ideais ou simplesmente utilizá-los como ajudantes em suas missões em Roma. Oferecer novos objectivos aos coadjuvantes é essencial para que eles evoluam e ganhem pontos de experiência, já que isso lhes proporcionará novas habilidades, roupas, armaduras e armas de longo e curto alcance. No entanto, mesmo Ezio sendo um mestre assassino neste episódio, suas habilidades ainda não estão perfeitas e ele ainda terá que aprender a usar novas máquinas, como o pára-quedas de Leonardo da Vinci, que poderá ser utilizado para pular de edifícios mais altos. O jogador terá que reconstruir Roma, que está caindo em ruínas graças ao governo corrupto dos Templários sobre os estados Papais, concentrando o poder no Vaticano. Assim como a vilarejo de Monteriggioni em Assassin’s Creed II, Ezio terá a capacidade de investir na cidade para ganhar prémios e forçar uma revolução, que contará agora com a ajuda do povo. O jogador terá que conquistar e destruir as torres do exército Borgia com o intuito de liberar regiões da cidade do domínio da família. Completando esses objectivos libera novas missões e oportunidades. Roma é a maior cidade já criada na série, sendo três vezes o tamanho de Florença de Assassin’s Creed II e inclui 5 distritos variados:

Vaticano, Downtown, Tiber, Country and Antique. Nenhuma outra cidade ou mapa foram anunciadas como exploráveis, apesar de Monteriggioni aparecer no inicio do jogo e Florença ser vista em fotos no modo multiplayer. O modo de combate foi reformulado para ser mais rápido e dinâmico. Ataques furtivos e acções ofensivas serão mais mortais em Brotherhood do que no primeiros jogos, onde o contra-ataque parecia ser mais eficiente. A inteligência artificial se tornou mais agressiva, podendo ocorrer ataques simultâneos. Para matálos, Ezio pode utilizar armas de longo e curto alcance ao mesmo tempo, introduzindo a Pistola ao combate mão-a-mão. O protagonista pode também jogar machados e outras armas aos seus inimigos. Novos arquétipos foram adicionados em relação a Assassin’s Creed II, como os Guardas Papais, por exemplo. Novas técnicas mais letais de execução foram somadas as outras mais antigas, onde Ezio pode, por exemplo, atirar sua pistola praticamente dentro do crânio do oponente. Os cavalos poderão agora entrar nas cidades, tendo um papel importantíssimo na criação de assassinatos, combates e sequências de fuga.

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MULTIPLAYER O modo multiplayer estará presente em todas as plataformas, no entanto, o Beta estará disponível apenas para usuários do PlayStation 3 e está previsto para começar em 4 de Outubro de 2010. Três mapas foram confirmados para o modo Beta: Roma, Castel Gandolfo e Siena. O modo multiplayer diferenciado foi elogiado por muitos na E3 2010, onde foi apresentado. Recebeu, inclusive, o prémio de Melhor Game Multiplayer do show pela GameTrailers. Os jogadores são templarios em treinamento nas dependências da Abstergo. Eles usam o Animi (plural de Animus) visto no início de Assassin’s Creed II para acessar memórias dos assassinos com o intuito de adquirir suas habilidades usando o Bleeding effect. MODOS DE JOGO Em Wanted, oito ou mais jogadores são introduzidos a um mapa onde eles devem procurar e assassinar uns aos outros. No entanto, as regras não permitem um clássico jogo estilo “deathmatch”, mas sim perseguições de gato-e-rato. Cada jogador recebe um contrato, onde o objectivo é encontrar e matar o oponente sem ser visto ou morto pela própria presa. Se o jogador é visto pelo contrato, o oponente será avisado e irá fugir para sobreviver, dando início a sequências de perseguições formadas, principalmente, por movimentos de parkour. Um jogador recebe pontos a partir da construção de assassinatos variados. Vence aquele que obtiver o maior número de pontos. Em Alliance, oito jogadores são divididos em duas equipes e, trabalhando juntos, devem completar vários contratos sem serem mortos pelo grupo adversário.

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Os jogadores terão a capacidade de escolher um entre os personagens disponíveis: Cortesã, Caçador, Barbeiro, Padre, Carrasco, Banqueiro, Doutor, Mercadante, Soldado e o Ferreiro. Dois outros personagens jogáveis também estarão disponíveis: O Arlequim e o Oficial. Eles só estarão presentes, no entanto, apenas nas versão pré-vendidas do game. No modo on-line, existem mais personagens que passam a ser jogáveis à medida que os jogadores avançam de nível, que são: Ferreiro, Arlequim, Ladra, Salteador e Mercenário. Cada assassino terá movimentos únicos e assassinatos diferenciados.


ANÁLISE

SHIFT 2 UNLEASHED Esta nova incursão na simulação eleva a fasquia a um novo patamar de realismo. Necessidade de mais velocidade? GÉNERO: Corridas PREÇO: € 50,99 REALIZAÇÃO: Slightly Mad Studios EDITORA: Electronic Arts DISTRIBUIDORA: EA Portugal SITE: needforspeed.com REQUISITOS MÍNIMOS: Windows XP/VISTA/W7, Intel Core Duo 2.0 GHz, 2 GB RAM, Placa gráfica 512 MB, 7 GB de espaço livre em disco rígido.

Os adeptos do desporto automóvel não poderão condenar nos últimos anos a indústria de videojogos pela falta de oferta, quer em termos de qualidade, bem como diversidade e quantidade dentro do género. Mas quando se fala de simuladores, então aí a conversa é outra, quase podendo dizer que é como o futebol. Neste caso, qual o melhor simulador automóvel do mercado? Esta discussão poderia durar horas e no final não haveria certamente vencedores.

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Mas a pergunta mais importante de todas parece escapar aos jogadores, qual o jogo que consegue o maior equilíbrio entre todas as partes? Hoje poderemos ter um vencedor. Colocando de lado os jogos arcades de corridas, existem poucos jogos que se poderão chamar de verdadeiros simuladores. Por um lado os PC têm fornecido jogos extremamente dedicados às comunidades, com preciosismos de simulação que parecem mais uma simulação mecânica que outra coisa. Na realidade até é, e ainda me lembro de tirar dúvidas de afinação em LFS para poder atingir aquela velocidade ou margem de travagem desejada para melhorar o tempo. Esta importância já não passava para o aspecto gráfico, algo deixado de lado, ou por falta de recursos ou até mesmo de tempo. No outro espectro temos os jogos ditos de simulação, ou que se auto intitulam de simulação, mas que se esquecem que simulação automóvel é mais que gráficos e enormes conteúdos. Daí que a pergunta se mantém, qual o jogo que consegue um maior equilíbrio entre as partes? Shift 2: Unleashed, sequela do primeiro Need for Speed Shift de 2009, promete ser esse jogo, e talvez o seja. Em primeiro lugar temos que levar em conta o estúdio de produção. O Slightly


Mad Studios não é novato nestas andanças, tendo no seu currículo, via Blimey! Game, jogos tais como GTR e até mesmo GTR 2 e GT Legends, todos para PC. Os amantes das velocidades certamente conhecerão todos os títulos, e a sua qualidade em simulação. Shift 2: Unleashed é uma versão muito melhorada do seu anterior jogo. Consegue manter tudo aquilo que entregou no primeiro jogo, melhorando e retirando aquilo que de mau tinha. Corridas de velocidade são isso mesmo. Velocidade, adrenalina, stress, bem como muitas vezes golpes de sorte e instinto na condução. Um carro de corrida é um monstro em termos de som e velocidade. Este é o maior feito de Shift 2: Unleashed. Consegue transmitir o que é estar dentro de um cockpit e ter mais de 300 cavalos a empurrarnos e a sofremos as forças G. É impressionante a sensação que temos quando em alto som travamos para uma chicana e o carro parece que se vai rebentar todo. Rateres, barulhos das rodas e até parece que sentimos o metal do carro a se contorcer. Para não falar no próprio motor do carro, que é diferente em cada um, que é elevado a um estado máximo nas mudanças de velocidade. Poderão

ver aqui um bom exemplo do poder sonoro e claro velocidade de um carro, como o Pagani Zonda R no programa Top Gear. No modo carreira temos como objectivo final sermos o campeão do FIA GT1 World Championship. Mas até lá temos que roer muitas unhas e beijar muitos muros. O progresso baseia-se em pontos de experiência(XP) e no dinheiro adquirido para podermos modificar o nosso carro e comprar novos veículos. Tal como em Shift os XP são obtidos de diversas formas, quer ao cumprirmos com os objectivos principais de cada evento, como ficar nos primeiros três lugares ou simplesmente por obtermos a hot lap necessária para progredirmos.

De salientar neste aspecto que o jogo é muito diversificado. Não nos obriga a fazer tudo correto, deixando sempre margem de manobra para podermos voltar atrás e conseguir por exemplo o primeiro lugar em todos os eventos e, claro, mostrar

isso aos nossos amigos pelo herdado AutoLog do Need for Speed: Hot Pursuit.

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ANÁLISE

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Os XP também são adquiridos por cumprirmos com objectivos secundários, como efectuar todos as curvas bem, dar uma volta sem bater ou errar, ou simplesmente por ultrapassar alguns lugares ou ter a melhor linha de condução. Estes XP adquiridos serão necessários não só para podermos “abrir” os próximos eventos, bem como para poderem desbloquear conteúdos, que vão desde novas peças, vinil ou até mesmo serem trocadas por dinheiro. Este último será usado para comprar novas partes, acessórios, mudanças no carro e até pinturas. O modo carreira é muito flexível também porque não obriga a cumprir todos os eventos, principalmente nas modalidades consideradas extras, como o drifting. Se não gostarem de queimar pneu e são mais de provas longas, poderão saltar esses eventos e não serão prejudicados. Para cumprirmos cada evento nem sempre é algo que se poderá fazer à primeira. Muitas vezes, dependendo claro da destreza do piloto, teremos que amealhar primeiro XP e dinheiro para podermos alterar o nosso carro e poder ter aqueles cavalos extra que faltam para podermos ultrapassar os adversários. Qualquer amante de carros tem o sonho de alterar o

seu carro. Shift 2: Unleashed dá-nos essa possibilidade, podendo alterar imensas coisas em cada carro, quer a nível de mecânica como a nível estético. Aqui existe um grande salto em relação ao seu anterior ou até mesmo entre a sua concorrência, como Gran Turismo 5. Em Shift 2: Unleashed temos imensas variáveis para alterar. Claro que um condutor não habituado a mexer em tudo, deverá tentar correr no modo carreira em linha recta. Não somos “obrigados” a alterar o carro ao ínfimo pormenor para poder cumprir com os objectivos principais. Mas se quisermos ir mais além, ter tudo a 100% temos que o fazer. Principalmente quando as portas do online se abrirem para os milhões de jogadores havidos pela fama e claro as hot laps.

atingir uma maior velocidade, noutras teremos que colocar as mudanças mais curtas, devido às frequentes curvas e distâncias em recta mais curtas. No fundo podemos criar o nosso carro à nossa maneira de conduzir. O mesmo acontece com o aspecto do design de cada carro. Existem padrões de design já criados, configurando logo todo o carro. Mas também podemos criar o nosso design de raiz. Pessoalmente um jogo de simulador e não só, que não permita uma personalização, está longe dos padrões atuais do que é exigido. É claro que não basta dar as ferramentas, terá que fornecer todo um corpo que possa sustentar esse lado criativo. A este respeito poderemos tirar fotos de qualquer zona do jogo ou até gravar as provas para mais tarde recordar e claro partilhar com os amigos. Podemos assim pintar, colocar vinil, alterar os ailerons, párachoques, saias, etc. A nível gráfico Shift 2: Unleashed não é o melhor

entre os seus pares, isto a nível dos veículos. Principalmente se olharmos apenas para os 200 veículos premium de Gran Turismo 5. De resto, bate aos pontos. Os veículos são todos oficiais, e podemos contar com super bombas como o Pagani Huayra, McLaren MP4-12C, ou até mesmo o GUMPERT Apollo. Os circuitos, 35 ao todo, com variantes que chegam aos 120, estão muito bem recriados. Alguns circuitos são localizações verdadeiras, outros circuitos são inspirações de locais reais. Aqui novamente Shift 2: Unleashed destaca-se. Os circuitos estão muito bem recriados, não apenas na sua componente de simulação, mas sim em todo o seu ambiente. A nível de condução Shift 2: Unleashed tem duas versões. Com e sem volante. Acreditem a diferença é enorme, principalmente se optarem pela fantástica visão dentro do capacete. Mais uma vez o jogo é flexível. São jogadores mais virados para o arcade, sem se importando com o realismo na condução

Para cada carro podemos guardar as nossas melhores configurações, muito úteis para trocar rapidamente a configuração mediante o circuito. Imaginem ter que alterar as mudanças da caixa de velocidades por cada vez que fossem para um novo circuito. Cada circuito tem as suas características, e se num a maior recta permite alongarmos a quinta e sexta mudança para


e afins? Então coloquem todas as ajudas e têm um jogo frenético, rápido e violento. Se são amantes do realismo, tentem jogar com volante, mudanças manuais, com a visão dentro do capacete e terão uma das melhores experiências no mundo da simulação automóvel. Isso é garantido. Mas no geral o jogo cumpre muito bem, mantendose num meio termo, mas mais caído para o simulador puro do que o seu antecessor. A questão está nas cedências de “divertimento” para as massas. Uma saída, numa ligeira curva, à relva com a roda traseira a 200Kmh e com pneus slick não provoca quase nenhumas alterações na condução, principalmente com o volante. Mas quando isso acontece, quando por exemplo formos para dentro de um banco de areia, será muito complicado tirarmos de lá o carro. Algumas mudanças nos veículos também não são notadas tão precisamente. A maior é na caixa de velocidades, e claro na potência resultante do aumento de cavalos e estabilidade. Mas isso já são minúcias. Log, que é um fantástico complemento e quase como consciência sempre presente no jogo. Grava todas os nossos dados, melhores voltas, formas de jogar e veículos escolhidos para depois ire comparando com os nossos amigos. Isto quer online bem como offline.

Seremos alertados sobre eventos recomendados pelos amigos e pelo Autolog, ou até se eles bateram os nossos recordes. Aqui a vingança serve-se fria. Ou seja, tudo aquilo que fazemos, os nossos amigos vêem, e vice-versa, criando uma sensação de comunidade enorme. Nos modos online teremos a oportunidade em participar em corridas únicas até 12 jogadores e até em competições de duelo a eliminar. Neste último podemos entrar num campeonato, onde iremos correr contra outro adversário, aleatoriamente a nível mundial dentro de um grupo de seis fases. Temos também as corridas contra relógio, para podermos bater os tempos dos corredores online. Podemos personalizar o modo online, como por exemplo criar salas privadas, excelentes para podermos criar campeonatos. Aqui podemos definir os parâmetros da corrida, desde o tipo de carro permitido, número de voltas, circuito e afins. Como já devem ter reparado, Shift 2: Unleashed entrou directamente para os jogos de simulação de topo. Como referi no início da análise, é tudo uma questão de equilíbrio. E perante toda a concorrência, Shift 2: Unleashed é o jogo actual que consegue fornecer de tudo um pouco, e em quase tudo

elevar a fasquia da qualidade da simulação automóvel. Os estúdios Slightly Mad Studios foram desde a apresentação do jogo muito críticos contra a concorrência directa, elevando a sua criação acima dos padrões atuais. Tinham razão? Completamente. Shift 2 é nervoso, cheira a pneu gasto e sentimos a chapa a doer de tanta força e velocidade. Quem tem a paixão por carros e principalmente pela velocidade, Shift 2: Unleashed é uma escolha completamente obrigatória. Para todos os outros, ganhem unhas e venham experimentar.

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CONSOLAS

PES 2011 3D

A versão para a 3DS de PES 2011 respeita totalmente o legado da série e é uma opção válida para amantes do desporto-rei. GÉNERO: Desporto REALIZAÇÃO: Konami DISTRIBUIDORA: Ecofilmes REQUISITOS: Nintendo 3DS O simulador da KONAMI assumia-se como um dos títulos mais fortes do catálogo inicial da Nintendo 3DS e, embora exista espaço para melhoramentos em varias áreas, o resultado final acaba por corresponder às expectativas. Sendo neste momento a única opção para fãs do desporto-rei na nova portátil, Pro Evolution Soccer 2011 3D acaba assim por ser uma escolha óbvia, mas também uma opção acertada capaz de proporcionar um desafio estimulante para todo o tipo de jogadores. Sejam eles craques com uma larga experiência nos relvados virtuais ou estreantes nestas andanças, o jogo consegue oferecer uma experiencia sólida, equilibrada, com inúmeras características interessantes e com o feeling próprio que a série sempre apresentou. No menu inicial os jogadores vão ter À sua disposição as seguintes opções: jogo de exibição, Liga dos Campeoes, Master League e ainda os habituais desafios mano a mano, no caso através de uma ligação wireless local. Infelizmente não é possível “partilhar” o jogo e ambas as consolas terão de ter o seu cartucho, mas pior que isso é a total inexistência e uma opção de jogo online. É verdade que sendo um PES adaptado a uma portátil, não estávamos Á espera de poder jogar a popular Master League

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PREÇO: € 49,90 EDITORA: Konami SITE: pes2011.com.pt

nestas circunstâncias, mas no mínimo era exigido que os confrontos 2amigaveis” pudessem estar disponíveis através do online e não apenas em formato wireless. Será que a produtora não teve para “acomodar” todas as características que pretendia no sentido de conseguir lançar o jogo em simultâneo com a saída da consola no mercado? A questão torna-se ainda mais pertinente quando verificamos outros ausências, como a vertente de treino, o popular modo Become a Legend (Rumo ao Estrelato) e as restantes competições que estão disponíveis na versão original do jogo, como é o caso da Taça Libertadores ou da Liga Europa. Das opções existentes, o principal estaque vai naturalmente por ser a única vertente a solo onde existe uma progressão real e com profundidade necessária para manter os jogadores “agarrados” numa perspectiva de longo prazo. O mercado de transferência e a gestão dos fundos disponíveis para contratar craques e jovens talentos para o nosso plantel são o mote principal para sessões de jogo té altas horas. Este continua a ser de facto o modo de jogo definitivo de PES, mesmo numa versão “mais condensada”. Quando o jogador sobe ao relvado vai perceber imediatamente que está perante um PES. A grande diferença nesta versão da Nintendo 3DS reside na utilização

do ecrã táctil, nomeadamente na adopção em tempo real da estratégia que pretendemos adoptar no jogo e que podemos ter definido previamente antes do apito inicial. O radar também é apresentado nesta área. Outra das grandes alterações é a câmara Player, que acompanha os jogadores de perto no sentido de potenciar ao máximo o efeito 3D. a noção de profundidade nesta perspectiva é fantástica, no entanto, esta visão esta longe de ser perfeita em termos práticos, pois torna mais difícil entender o posicionamento dos jogadores, em especial nas acções defensivas. Como é óbvio, é possível escolher a câmara mais tradicional (Wide), onde a pratica do bom futebol sai claramente a ganhar. Se procurarem um bom jogo de futebol para a vossa 3DS, PES 2011 é sem dúvida a única, ma porque respeita totalmente o legado da série.


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CONSOLAS Sony anuncia a próxima PSP A Sony anunciou a próxima geração da PSP, denominada pela por NGP, vai apostar na combinação entre conectividade social e experiência de jogo. A nova geração da PSP vai incluir ligação à internet WI-FI e 3G para que os utilizadores possam partilhar e jogar em rede. A nova PSP vai incluir, também, um ecrã táctil OLED de cinco polegadas, um painel táctil de comandos na parte traseira da consola e duas câmaras (frontal e traseira). A próxima geração da PSP vai incluir, também, três sensores de movimento, giroscópio, acelerómetro e bússola electrónica. A nova PSP vai suportar um cartão de memória flash dedicado a títulos e a software para a nova PSP onde podem ser armazenados jogos completos e conteúdos de jogos adicionais. Os dados de jogo podem ser gravados directamente no cartão. De acordo com o comunicado da Sony, a nova geração da PSP vai herdar o design oval da antecessora. A novidade no design da nova consola portátil é a incorporação de dois manípulos analógicos. Os jogos para a nova geração da PSP vão possibilitar a entrada num espaço designado como “LiveArea” onde os jogadores podem partilhar experiências e comunicar em tempo real com outros jogadores do mesmo título. A nova PSP vai incluir, também, a aplicação Near, um serviço de localização que funciona através da PlayStation Network. A aplicação Near vai permitir que os utilizadores encontrem e partilhem informação com amigos e novos jogadores de forma virtual independentemente dos títulos jogados.

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HARDWARE

NOVIDADES

Os melhores dispositivos passao por aqui! “MONSTROS” GRÁFICOS”

Preço: € 569,00

Já está finalmente disponível a nova Radeon HD 6990! E é tudo a dobrar nesta gráfica: dois chips a trabalhar em paralelo – cada um com 2 GB de mamória a 1.250 MHz - e duas BIOS instaladas, sendo possível “brincar” com o switch dual-BIOS e fazer overclock em tempo real. Em teoria, a capacidade de processamento atinge os 5,4 teraflops… Como é óbvio, para tudo isto há uma “factura” a pagar: as dimensões da placa são de 389 mm e o consumo energético pode chagar aos 450 watts.. Mas atenção: aquando do fecho desta edição estava iminente o lançamento de uma resposta à altura por parte da nVidea, com a nova GTX 590 – 1.024 cores CUDA e um desempenho gráfico equivalente a duas GTX 570 em SLI são as promessas, sendo que os preços ainda não são, para já conhecidos!

SOM DEMOLIDOR Já têm os melhores jogos e filmes de acção, mas falta-vos um sistema de som que faça justiça ao que lá se passa, colocando-vos no centro dos acontecimentos? Então o novo kit Z906 da Logitech é uma opção a considerar. Este sistema 5.1 oferece uns valentes 500 watts, capazes de fazer tremer as paredes de vossa casa: o subwoofer debita 165 watts e cada coluna uns respeitáveis 67 watts. A grande novidade deste modelo é a possibilidade de ligar até seis dispositivos diferentes, incluindo consolas, PC, leitor de DVD e televisão. E a Logitech garante que, mesmo com tanta potência, não há distorção e não se perde qualquer tipo de detalhe.

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Preço: € 569,00


LINHA NOVA, COR NOVA A Sony chama mais uma vez até si as atenções com uma nova linha de portáteis, os Vaio C, disponíveis em cinco cores e virados para o entretenimento e trabalho em movimento. Com ecrã retroiluminado a LED de 14”, o VAIO C inclui processadores Core i5 da Intel, gráfica AMD Radeon HD 6470M e, surpreendentemente, uma saída HDMI com suporte 3D! Além disso, os novos portáteis da marca japonesa Preço: € 890,00 incluem até 4 GB de memória, disco de 320 GB, três portas USB 2.0 e uma USB 3.0. De resto, contem com a habitual parelha Wi-fi/Bluetooth, bem como um leitor de cartões SD. Tudo dentro de um elegante corpo com 235 x 27.9 x 341 mm e 2.45 Kg!

ISOLAMENTO TOTAL

Preço: € 160.00

Os novos ST-800 da TDK são os auscultadores ideais para jogarem continuamente sem quaisquer interrupções do mundo exterior, graças à sua tecnologia de cancelamento de ruído! Revestidos a pele sintética, os dois altifalantes almofadados têm uns respeitáveis 50mm de diâmetro, com uma potência de 250 mW em cada auricular. Outro dos pontos fortes dos ST-800 é o equalizador digital integrado no cabo, que permite adaptar o som mais facilmente e consoante o vosso gosto. Uma boa ideia, com um design elegante.

SOM NO MÁXIMO! Se procuram umas colunas novas para a vossa sala mas não têm muito espaço disponível, sigam com atenção as próximas linhas. As novas colunas Cambridge Audio Minx são vendidas em duas séries, a Min10 (8 cm, € 75) e Min20 (16 cm, € 125) e estão acompanhadas pelos subwoofers de 21 cm X200 (200 watts, € 355), X300 (300 watts €495) e X500 (500 watts, €685). Todos os modelos são vendidos individualmente, mas também podem optar pelos sistemas de som reunidos pela Cambridge: o sistema 2.1 Minx212 (€ 485) ou qualquer um dos três sistemas de cinema em casa, com preços entre os € 689 e os € 1.288. Preço: € 485,00

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HARDWARE ARREFEÇAM O VOSSO PC Agora que chegou o Polaris 120, vai ser muito mais difícil para o vosso PC aquecer em demasia. É que este dissipador para processadores – que marca o regresso da Swiftech ao mercado do género – está equipado com cinco heat pipes de cobre, que ficam em contacto directo com o processador, para maior eficácia. Para ajudar na ventilação, a Swiftech equipou o dissipador com uma ventoinha de 120 mm, com velocidades que podem ir das 750 às 2.500 rotações por minuto. De resto, Polaris 120 adopta uma estrutura em forma de torre e pesa 849 gramas, distribuídos por 152 x 135 x 92 mm. Preço: € 49,90 MANTENHAM OS VOSSOS DADOS SEGUROS No padrão de 3,5” e com 2TB de capacidade (4 pratos de 500GB), o Barracuda XT também oferece buffer de 64MB, suporte para a tecnologia NCQ, velocidade de 7.200rpm, taxa de transferência sustentada de 138MB/s e latência média de 4,16ms. O consumo médio é de 9,23W (6,39W em idle / 7,3W em busca / 2,8A de startup), a faixa de temperatura para operação é de 5 ~ 60ºC e são 700g distribuídos por (L x A x P) 10,16 x 2,61 x 14,699cm. Segundo a Seagate, o Barracuda XT de 2TB tem 5 anos de garantia. Preço: € 149,90

PENS COM MAIOR CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO Kingston lançou um pendrive com a interface USB 3.0, intitulada de DataTraveler Ultimate 3.0. O DTU 3.0 tem velocidade de leitura de até 80MB/s e de escrita de até 60MB/s. O DTU 3.0 tem 7,4 x 2,3 x 1,61cm em termos de dimensões e pode trabalhar em ambientes com

temperaturas que variam de 0 a 60ºC. Segundo a Kingston, o DataTraveler Ultimate 3.0 é retro compatível com a interface USB 2.0 (as velocidades de escrita e leitura ficam limitadas ao máximo de 30MB/s em média), compatível com Windows XP / Vista / 7 e tem 5 anos de garantia. Preço: € 78,45 - 97,50

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OS PRÓXIMOS DISCOS RIGIDOS No formato de 2,5”, tanto o Agility 3 quanto o Solid 3 vêm com interface SATA 6Gb/s, chips NAND Flash MLC (2xnm), suportam o comando Trim, têm controladora SandForce SF-2200 e estão disponíveis em três capacidades: 60GB, 120GB e 240GB. Preço: € 292,70

Em termos de desempenho, enquanto o Agility 3 atinge até 525MB/s na leitura, 500MB/s na escrita e 60.000 IOPS em escrita de 4KB, o Solid 3 atinge até 500MB/s na leitura, 450MB/s na escrita e 20.000 IOPS em escrita de 4KB. Os dois novos SSDs da OCZ têm 77g distribuídos por 9,98 x 6,963 x 9,3cm, vem com um adaptador de baia de 2,5” > 3,5”e têm garantia de 3 anos. Preço: € 233.95

A NOVA MÃE DO VOSSO PC A Gigabyte criou uma fácil maneira de você saber se a sua placa mãe (ou a que você for comprar) suportará a nova geração: o socket do processador é na cor preta. Claro, você pode conferir também a revisão da placa mãe, visto que a Gigabyte já listou 16 novos modelos (com chipset AMD 800 ou 700) com o “Black Socket” (Socket Preto) e todas são Rev 3.1. E sim, a Gigabyte informa que todos estes modelos suportam também os processadores no socket AM3. Preço: € 115,50

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HARDWARE ARREFEÇAM O VOSSO PC COM ÁGUA A Antec expandiu a sua linha de watercooler com o novo modelo Kühler H2O 920. O 920 é um sistema fechado (não precisa de manutenção) que vem com duas ventoinhas de 12cm (com conector de 4 pinos PWM e velocidade de 700 ~ 2.400rpm), tem um block (para o processador) de terceira geração e perfil baixo (além de iluminação através de led RGB) e um o radiador de nada menos do que 4,9cm de espessura. O mecanismo de retenção do block é compatível com os sockets Intel LGA775 / LGA1155 / LGA1156 / LGA1366 e AMD AM2 / AM2+ / AM3 / AM3+ e a tubulação (de 33cm de comprimento) é do tipo que oferece boa flexibilidade (para facilitar a instalação). Para finalizar, a Antec informa que o Kühler H2O 920 vem com um software para facilitar o monitoramento e o controle do sistema além de ter 3 anos de garantia. Preço: € 152,99

Asus PA246Q ProArt Series

Preço: € 390,90

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A Asus lançou um novo monitor LCD, conhecido como PA246Q. O Asus PA246Q é um monitor LCD de 24″ que tem como destaque a resolução de 1.920 x 1.200 (formato 16:10) e o painel P-IPS. Com este painel, o PA246Q oferece elevada qualidade de imagem com destaque para a reprodução de cores (98% do Adobe RGB). Um destaque interessante é a tecnologia QuickFit Virtual Scale, que cria na tela do monitor uma grade com formato de documento, foto e tabela para auxiliar o usuário durante ajustes. Em termos de conexões o PA246Q vem com DisplayPort, HDMI 1.3, DVI e VGA, com suporte para PIP (Picture-in-Picture), além de duas portas USB v2.0 e um leitor de cartões 7-em-1 (SD / MS / MS Duo / xD / MMC / SM). Para finalizar, o Asus PA246Q tem brilho de 400cd/m2, contraste dinâmico de 50.000:1, tempo de resposta de 6ms (GtG), suporta HDCP, tem saída para fone de ouvido, consome menos de 75W e pesa 7,3kg.


NETGEAR NEOTV 550 Se são apreciadores de cinema no computador, porque não ponderam passar a ver os vossos filmes em alta definição no televisor da sala, em plena descontracção? Podem faze-lo com o novo streamer NeoTv 550 da NetGear, que pode ser ligado à rede Ethernet para ir “pescar” todos os vossos conteúdos multimédia ao computador ou a qualquer disco externo ligado à rede. Ou ao próprio NeoTV 550, pois estão incluídas duas portas USB e ainda uma eSATA e um leitor de cartões SD. As legendas surgem muito bem sincronizadas, o som 7.1 Dolby descodifica a norma DTS e ainda pode assumir funções de servidor de rede e Internet (vulgo NAS), graças às compatibilidades samba, uPnP, DLNA e WMP 11 Sharing. O comando à distância funciona bem e tem estilo, a interface é intuitiva e a ligação à TV acontece através da porta HDMI, já que a resolução Full HD é suportada, claro. O melhor de tudo: o NeoTV 550 lê todos os formatos de vídeo com som, incluindo o MKV. Pelo preço, devia trazer Wi-fi, que está disponível através de um módulo wireless vendido à parte. Preço: € 214,70

CASIO XJ-A230-EJ Ter um projector de vídeo em casa é um luxo para qualquer jogador. Basta ter uma parede branca desimpedida ou uma tela própria para as projecções, e cada jogo passa a ser uma maravilha de grandes dimensões, principalmente em grupo, com amigos. Nesse sentido, este Casio A230 é uma opção a ter em conta por quem procura uma solução do género para jogar e ver filmes e não quer gastar um pequena fortuna. O design premiado deste modelo salta à vista, com pormenores como a tampa magnética para a objectiva, mas o que convence mesmo são as restantes funcionalidades: resolução nativa de 1.280 x 800 (alta definição 720p), comando à distância capaz de controlar tudo e mais alguma coisa – incluindo o zoom óptimo de 2x -, apenas 2.3 Kg e um modo eco que torna a tecnologia DLP (iluminação por LED e não com as lâmpadas tradicionais) ainda mais poupada. A qualidade de imagem é bastante boa em qualquer actividade multimédia, com os modos predefinidos Theater e Graphics a fazerem um bom trabalho. Preço: € 958,00

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HARDWARE

ESPECIAL TABLETS

SAMSUNG GALAXY TAB

É o melhor tablet que testamos… a seguir ao iPad 2, claro está. O Galaxy Tab da Samsung tem tamanho certo para transportar (sete polegadas) e não mostrou quaisquer problemas durante o nosso teste. Muito pelo contrario, o Android revelou-se intuitivo e fluido, mesmo enquanto estávamos a jogar. Mas o melhor é mesmo o ecrã, com uma resolução e definição brilhantes (dá prazer jogar) e uma resposta ao toque imediata. Esperamos agora igual desempenho no Galaxy Tab 10,1. Preço: € 499,00

TOSHIBA FOLIO 100 O FOLIO 100 deixou um pouco a desejar nos nossos testes. É verdade que o ecrã prometia (10”), mas cedo percebemos que o ângulo de visão é limitado e que o ecrã é demasiado resistente, o que quase nos fez perder a paciência. Faltam muitas aplicações e o acesso ao Android Market, o que limita a escolha de jogos aos disponíveis no Toshiba Market – e esses são bastante básicos… Já sabemos que o novo Toshiba tablet está bem melhor, é esperar para ver. Preço: € 405,00

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VIEWSONIC VIEWPAD 10 Mais não é melhor, pelo menos no caso do Viewsonic Viewpad 10. As dez polegadas podem parecer ideais para jogar e ver filmes, mas assim que o ligamos percebemos imediatamente que o ecrã vai causar muitas dificuldades: é muito reflectivo. Apesar disso, mostrou-se responsivo e a versão Android que testamod (também existe uma versão com Windows 7) ocorreu sem grandes problemas. A construção é que podia ser melhor, e a ausência de Flash é limitadora. Preço: € 349.00

HUAWEI S7 Neste teste também há espaço para boas surpresas! Neste caso concreto o Huawei S7, que proporcionou uma agradável experiencia. Foi rápido a carregar, bastante fluido durante o tempo de jogo e com uma boa definição. Além disso, o Android 2.2 está cheio de aplicações! De resto, uma das melhores ideias deste modelo é o apoio na parte de traz, que impede que a luz reflectida directamente no ecrã – bastante responsivo, por sinal! Peca por ser um bocado pesado, mas o preço dá uma ajuda.

Preço: € 299.00

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Novo iPad 2

Mais fino, mais leve. E mais cheio de grandes ideias. Quando pegar no iPad 2, vai ser difícil pousá-lo. É essa a ideia por detrás do novo design. É 33% mais fino e até 15% mais leve, o que o torna ainda mais confortável de segurar. E navegar na internet, consultar emails, ver filmes e ler livros parece tão natural que se esquece que está com a mais alta tecnologia nas mãos.

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Chip A5 dual-core. É rápido. A dobrar. Dois núcleos avançados num chip A5 significa que o iPad consegue fazer o dobro do trabalho de uma só vez. Vai notar a diferença ao navegar na internet, ver filmes, fazer videochamadas FaceTime, em jogos e ao mudar entre apps. As multitarefas são mais suaves, as apps carregam mais rapidamente, e tudo funciona melhor.

Gráficos super rápidos. Para jogadores que não perdem nada. Com até nove vezes o desempenho gráfico, o ambiente de jogo no iPad é ainda mais suave e realista. E os gráficos mais rápidos ajudam as apps a ter um melhor desempenho — especialmente as que têm vídeo. Verifique-o ao consultar a sua biblioteca de fotografias, editar vídeo com o iMovie e ver animações no Keynote.

Uma bateria para quem quer ir mais longe. Mesmo com o novo design mais fino e leve, o iPad tem a mesma fantástica autonomia de bateria, até 10 horas.1 Isso é suficiente para um voo transcontinental, uma noite de cinema, ou uma semana de viagens casa-trabalho-casa. O iOS e o chip A5 de alta eficiência energética permitem que tenha carga de bateria que bate recordes.

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UPGAMER - MAIO 2011  

Primeira edição da revista.

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