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Paes assume compromisso com teleatendentes FOTOS CAMILA PALMARES

Assembleia aprova a Pauta da Embratel Por 190 votos favoráveis, 26 contra e 1 abstenção, os trabalhadores da empresa aprovaram a Pauta de Reivindicações para assinatura do Acordo Coletivo 2012/2013. O resultado do Rio será consolidado com o das assembleias dos outros estados para compor a versão nacional a ser entregue à Embratel até o final deste mês. A expectativa é de que a primeira rodada de negociação ocorra no começo de outubro. Este ano serão negociadas apenas as cláusulas econômicas, uma vez que o Acordo atual tem vigência de dois anos. A Pauta aprovada incluiu sugestões dos trabalhadores apresentadas na pesquisa feita pelo Sindicato ao longo das duas últimas semanas nos prédios da empresa. A maioria esmagadora (89,3%) dos trabalhadores que responderam à pesquisa considera que a principal reivindicação deve ser a garantia de ganho real, isto é, um reajuste salarial com índice superior à inflação do período. Para 32,2% o ganho real deve ser de 5% a 10%. Já no que se refere aos benefícios que devem ter valor diferenciado, os trabalhadores apontaram o tíquete alimentação (51,3%), a cesta básica (42,9%) e a ajuda médica (23%). Os trabalhadores também apontaram que os itens a serem valorizados na negociação devem ser a gratificação de férias de 70%, o auxílio medicamento e a creche paras filhos dos empregados homens. DESTAQUE NO RANKING

Organizado anualmente pelo jornal “Valor Econômico”, o ranking Valor 1000 colocou a Embratel em posição de destaque, em 33º lugar entre as mil maiores empresas por receita líquida. Já com relação ao EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização), a Embratel ficou em 16° entre as mil maiores empresas do Brasil. Os dados referem-se ao ano de 2011. Para o diretor de Planejamento Financeiro da empresa, os resultados “refletem a força da Embratel no cenário nacional e foram conquistados através dos esforços de seus colaboradores e a confiança dos acionistas”. O Sinttel-Rio espera que a empresa se lembre disso durante as negociações.

O compromisso do prefeito é encaminhar projeto de lei à Câmara Municipal, estabelecendo que as empresas que participarem das licitações da Prefeitura para prestar serviço de teleatendimento serão obrigadas a pagar aos trabalhadores o Piso Regional de Salários. Candidato à reeleição, o prefeito Eduardo Paes esteve no Sinttel-Rio na noite de segundafeira, dia 17, e assinou um Termo de Compromisso (veja foto) com a categoria. O evento foi organizado pelo deputado estadual Gilberto Palmares e contou com a presença do secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar; do presidente da CUT-Rio, Darby Igayara e dos candidatos a vereador Reimont, Vinicius Assumpção e Jean Figueiredo. Ao assinar o Termo de Compromisso, o prefeito lembrou que em 2008, quando se candidatou pela primeira vez, também firmou com os trabalhadores de telecomunicações/ teleatendentes, o compromisso de conceder incentivos fiscais a empresas de teleatendimento que se instalassem na Zona Norte ou na Zona Oeste. Depois de eleito, Paes encaminhou projeto à Câmara que se transformou na Lei 5054/2009 e permitiu a instalação de dois call centers – um em Madureira e outro em Campo Grande, criando quase 10 mil novos postos de trabalho. No Termo de Compromisso assinado dia 17, o Sinttel-Rio destaca que as licitações atuais dão margem a que prestadoras de serviço para órgãos públicos reduzam o salários dos teleatendentes. Foi o que aconteceu com o pessoal da Criativa/Detran. Depois que a empresa foi substituída, a nova contratada reduziu os salários dos teleatendentes. A inclusão de cláusula de obrigatoriedade do pagamento do Piso Regional dos Salários, nos editais de licitação, vai impedir o desrespeito à Lei.

A assinatura do Termo de Compromisso no Sinttel

CAMPANHA SALARIAL DAS OPERADORAS

Proposta da TIM é reduzir benefícios Para justificar a péssima proposta apresentada na segunda rodada de negociações, realizada dia 12, em São Paulo, os representantes da empresa chegaram com um pacote de recortes de jornais com ataques a TIM. Segundo eles, o cenário ruim traz dificuldades para as negociações. A proposta da empresa é aplicar o INPC de dezembro/2011 a agosto/2012 (período de vigência do atual Acordo) e, mesmo assim, só pagar o reajuste em janeiro de 2012. Não bastasse isso, esse percentual rebaixado de reajuste não valeria para todos, sendo estabelecida uma faixa limite. A TIM ainda propôs o congelamento do VR dos operadores de call center e a redução do VR dos trabalhadores de lojas. A Comissão Nacional de Negociação rejeitou prontamente a proposta, ressaltando que o trabalhador não pagará a conta pela inabilidade dos executivos da empresa, que ganham muito bem para administrar as crises e pouco fizeram. A Comissão também rebateu o pacote de notícias de

jornais, considerando que são matérias requentadas e que não representam a real situação da empresa. Com o impasse, foi marcada uma nova rodada de negociações para hoje,

dia 19, em São Paulo. Para saber o resultado dessa negociação acompanhe as notícias atualizadas no nosso Portal – www.sinttelrio.org.br – e no próximo Jornal do Sinttel.

Negociação na Claro A primeira rodada de negociações com a empresa começa hoje, dia 19, em São Paulo. O Sinttel-Rio vai aproveitar para questionar a Claro sobre a terceirização selvagem que a empresa vem promovendo, precarizando as condições de trabalho. Acompanhe no Portal do Sinttel o resultado da negociação.

BT quer escalonar reajuste A exemplo das operadoras que já iniciaram as negociações, a BT (British Telecom) também chegou à mesa de reunião com uma proposta absurda. A empresa quer pagar só o INPC, sem ganho real, e apenas em janeiro de 2013. Mais uma vez, a alegação é que a empresa matriz não fará investimentos no Brasil este ano. No Rio, a BT tem cerca de 60 empregados, mas em São Paulo esse número chega a 2.000. A Comissão não aceitou a proposta e nova rodada de negociação acontece amanhã, dia 20.


CAMPANHA SALARIAL DA REDE

PESQUISA MULHERES E O MUNDO DO TRABALHO

Empresas dizem “não” a todas as reivindicações Trabalho CAMILA PALMARES

doméstico ainda é tarefa feminina

A nova rodada de negociação será dia 24. Se as empresas não alterarem sua postura, o Sinttel-Rio mobilizará a categoria para dar uma resposta a esse desrespeito. As visitas aos prédios já começaram. O próximo passo pode ser a paralisação setorial. Há vários anos o Sinttel-Rio e a nossa Federação, a Fenattel, tentam aprovar uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) nacional para evitar que as empresas paguem salários e benefícios diferentes nos estados onde prestam serviço. Este ano, quando tudo indicava que a proposta finalmente ia se tornar realidade, as empresas tratam de engatar uma marcha à ré. Na segunda reunião de negociação, realizada sexta-feira, dia 14, elas simplesmente disseram “não” a todas as 14 reivindicações apresentadas. A única resposta dada foi a de reajustar salários e benefícios pelo INPC do período e nada mais. Para piorar, as empresas ainda querem retirar da Convenção a tabela de carro agregado, que ajudou a moralizar parcialmente o pagamento do carro agregado, e não aceitam antecipar a data base de 1º de setembro para 1º de abril. Por tudo isso, cresce a mobilização na categoria. Dirigentes do Sinttel continuam correndo os locais de trabalho no Rio, Niterói, São Gonçalo, Alcântara e Baixada. A disposição é uma só: lutar para conquistar. Retrocesso, jamais! DESRESPEITO DOS CHEFES

Por falta de capacidade de gestão de alguns chefes e coordenadores, cresce o número de denúncias ao Sinttel sobre desrespeito com os trabalhadores. Ontem, dia 18, o Sindicato esteve com mais de 60 trabalhadores da Telemont, no ponto de encontro de Vila Isabel, que denunciaram

as atitudes arbitrárias de supervisores, com o apoio do coordenador. O fato gerou uma reunião com a direção da Telemont, que se comprometeu a tomar providências para mudar o comportamento dos maus gestores. Foi dado um prazo de 60 dias para que as mudanças ocorram. Se no seu local de trabalho existem chefes atuando como carrascos, denuncie ao Sinttel-Rio no telefone 2204-9300 ou envie e-mail para denuncia@sinttelrio.org.br JORNADA DA RM

A empresa, que emprega cerca de 17 mil trabalhadores no país e presta serviços para a Oi e TIM, resolveu inventar uma jornada de 7h20 diários com pausa de duas horas para o almoço. Ao mesmo tempo, estava tentando implantar a folga corrida, de seis dias de trabalho e um descanso sendo que o primeiro dia poderia ser qualquer um da semana. O absurdo da situação levou a Comissão Nacional dos Trabalhadores em Prestadoras de Serviços de Telecomunicações a fazer uma reunião com a empresa, em São Paulo. Na reunião, a RM tentou se justificar alegando que a Anatel mudou as normas e passou a estabelecer que o atendimento ao cliente tem que ser feito em até 24 horas. Anteriormente, o prazo era de 48 horas. A Comissão não aceitou a desculpa, pediu a suspensão da jornada e deu prazo até o dia 20, quinta-feira, para que

Celular no descanso pode gerar pagamento de sobreaviso O Tribunal Superior do Trabalho (TST) aprovou mudança na redação da Súmula 428, que trata do regime de sobreaviso. Pelo novo entendimento, quando o empregado estiver submetido ao controle do patrão por meio de instrumentos telemáticos e informatizados (pagers, trunking, celulares), aguardando a qualquer momento um chamado de serviço durante o seu horário de descanso, tem direito ao adicional de sobreaviso, correspondente a um terço da hora normal. Com a decisão, o pagamento para funcionários que tiverem celular corporativo ou computador da empresa só poderá ser cobrado se ele tiver acordado estar de sobreaviso, mesmo que não tenha utilizado esses equipamentos para trabalhar. Quando ele efetivamente utilizar esses aparelhos ou serviços, deve ser remunerado com hora integral trabalhada. “Se o salário dele é R$ 60 por hora, ele vai receber R$ 20 para cada hora que ficar aguardando o sobreaviso, mesmo que ele não seja chamado para trabalhar. Enquanto ele se encontrar nesta situação de aguardar convocação, esse empregado tem direito a um terço do trabalho nestas horas. Quando for chamado ao serviço, tem direito ao pagamento integral da hora”, explicou o presidente do TST, ministro João Orestes Dalazen. Em contrapartida, se o funcionário não tiver acordado com seus superiores que está de sobreaviso e não atender a uma chamada telefônica em seu aparelho corporativo, não responder uma mensagem no celular ou e-mail também não poderá ser cobrado por isso.

A revisão é resultado das discussões da 2ª Semana do TST, iniciada na semana passada, dia 10/09. “Recebemos inúmeras sugestões, centenas de propostas, sugestões e críticas dirigidas à jurisprudência, mas, dada a exiguidade de tempo, não foi possível examiná-las todas, ainda que muitas delas tenham a maior importância e mereçam toda a nossa consideração”, disse o ministro João Orestes Dalazen. O tema ganhou repercussão com a aprovação da Lei 12.551, sancionada em dezembro de 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, que modificou o Artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). GRAVIDEZ EM CONTRATO TEMPORÁRIO

O Tribunal também decidiu que mulheres que engravidarem durante contrato temporário de trabalho terão direito à estabilidade provisória, como ocorre nos casos regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Elas, porém, poderão ser dispensadas após o período de licença-maternidade. “Vale mesmo para contratos de experiência, de 90 dias. Se a mulher engravidou no 30º dia, ela não pode mais ser despedida, desde que confirmada a gravidez até 150 dias depois”, acresentou Dalazen. O mesmo princípio foi aplicado para os casos de funcionários em contrato temporário que vierem a sofrer algum acidente de trabalho. O tempo da licença, no entanto, ainda terá de ser regulamentado pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).

DIRETOR DE IMPRENSA Marcello Miranda marcellomiranda@sinttelrio.org.br EDIÇÃO Socorro Andrade Reg. 460 DRT/PB socorroandrade@sinttelrio.org.br ASSESSORIA DE IMPRENSA Rosa Leal Reg. 740 DRT/DF rmleal@globo.com REDAÇÃO Socorro Andrade e Rosa Leal ILUSTRAÇÃO Alexandre Bersot www.alexandrebersot.com.br

DIAGRAMAÇÃO L&B Comunicação Ltda ESTAGIÁRIA Camila Palmares IMPRESSÃO Gráfica do SINTTEL-Rio: Jorge Motta Reg 17.924 DRT /RJ (prod. gráfica) Valdir Tedesco (impressor) CIRCULAÇÃO Semanal TIRAGEM 12 mil exemplares

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bersot

humor

Dia do trabalhador da rede Pela primeira vez os trabalhadores da Rede vão comemorar seu dia com uma grande festa na sede do Sindicato. A festa ocorrerá na sexta-feira da próxima semana, dia 28, a partir das 18h. Para participar basta se inscrever pelos telefones 2204 9300 (telefonista), 2204 9326 (Patrícia) e 2204 9340 (Valdecy). Os participantes devem trazer um quilo de alimento não perecível. O Dia do Trabalhador da Rede, 27 de setembro, foi criado por iniciativa do Sindicato que buscou o apoio do deputado estadual Gilberto Palmares. Ele é o autor da Lei Estadual que instituiu 27 de setembro como Dia do Trabalhador da Rede. A escolha da data (dia de São Cosme e Damião) foi proposital, uma alusão ao sistema de trabalho na antiga Telerj, quando esses profissionais sempre trabalhavam em dupla. isso ocorra. Para o diretor do SinttelRio, Marcelo Lopes, que participou da reunião, “essa jornada é uma desculpa

para deixar de pagar horas extras, fim de semana e feriados. Não vamos aceitar de jeito nenhum”, protesta Marcelo.

Vidax não paga salários Com a omissão vergonhosa da Claro, a Vidax vem fazendo gato e sapato dos trabalhadores que ficaram e dos que foram obrigados a pedir demissão para ir para a Tellus. A maioria esmagadora não recebeu o salário de agosto, nem VR nem VT. Mais de 100 trabalhadores que aceitaram a orientação do Sinttel e se negaram a pedir demissão, até ontem, dia 17, não haviam recebido o salário de agosto. A revolta é geral e os trabalhadores estão enviando vários e-mails ao Sindicato denunciando o calote. Por causa dessa falta de respeito da Vidax e da Claro, o Sinttel-Rio fará amanhã, dia 20, um ato de protesto na porta da Vidax. O ato começa às 14h e o Sindicato convoca todos os trabalhadores a estarem presentes. QUEM PEDIU DEMISSÃO

Os mais de 550 trabalhadores que migraram para a Tellus até o dia 3, também não receberam nada da Vidax, nem salário nem verbas rescisó-

rias. Por causa disso, o Sinttel-Rio encaminhou denúncia ao Ministério do Trabalho, cobrando fiscalização urgente na empresa. O Departamento Jurídico do Sindicato, que já havia notificado a Vidax, a Tellus e Claro sobre a ilegalidade das demissões, requereu às empresas que os pedidos de demissão sejam revertidos em dispensa sem justa causa. A intenção é resolver a situação administrativamente, mas, se tanto Vidax como Claro não se manifestarem, o SinttelRio vai entrar com ação judicial para anular os pedidos de demissão. Os trabalhadores que tenham sido dispensados, com ou sem justa causa, devem comparecer ao Departamento Jurídico do Sindicato para ingressar com ação judicial munidos dos documentos pessoais e relativos ao contrato de trabalho (Identidade, CPF, CTPS, PIS, Comprovante de residência atual, 3 últimos contracheques, extrato analítico do FGTS e o CNIS da Previdência Social). TAIANA STORQUE

Apesar de passarem horas de seu dia na atividade profissional, as mulheres ainda são responsáveis pela maioria das tarefas domésticas. Embora o papel desempenhado por homens e mulheres na divisão do trabalho doméstico tenha sofrido pequenas alterações, a responsabilidade é majoritariamente feminina, pois a participação masculina é considerada como um auxílio, não uma atribuição. É o que aponta a pesquisa “as Mulheres e o Mundo do Trabalho nas Telecomunicações”, realizada no ano passado pelo Departamento de Formação do Sinttel-Rio com as trabalhadoras da categoria. Os dados da pesquisa mostram que há uma participação maior dos homens quando se trata de atividades como comprar comida, lavar pratos e cuidar dos doentes. No entanto, tarefas como cozinhar, lavar e passar roupas, limpar a casa são responsabilidades que recaem sobre as mulheres, em especial quando se trata das trabalhadoras da Rede Externa e Teleatendimento. Nas Operadoras, por conta de uma maior estabilidade financeira, 40,2% das respondentes têm a ajuda de uma empregada doméstica. Mesmo assim, a maioria afirma que há uma divisão das tarefas com os companheiros. A maior participação do cônjuge/companheiro se dá em atividades identificadas como masculinas - consertos elétricos, hidráulicos etc. As famílias têm hoje uma composição reduzida, com 1 ou dois filhos, e observase que a presença de crianças é um fator que contribui expressivamente para o aumento das atribuições femininas. As mulheres assumem papel central na educação e cuidados com os filhos. Nos dados da Fundação Carlos Chagas de 2007, fica evidente a distribuição desigual das tarefas domésticas e cuidados com os filhos: as mulheres dedicavam 27,2 horas semanais a tais atividades, e os homens 10,6 horas. Na verdade, a participação da mulher no mundo do trabalho está atrelada à constituição de uma rede de apoio feminino na família (avós, tias) ou fora dela (babás, creches). Esses dados mostram que a implementação de políticas públicas nesta área se faz necessária para as trabalhadoras e seus filhos, e que este deve ser um eixo de debate e ação a ser incorporado pelo Sindicato e trabalhadores. Veja e responda a enquete Vida Familiar e Vida Doméstica (Pesquisa “As Mulheres e o Mundo do Trabalho nas Telecomunicações”) no portal do Sinttel e exponha suas ideias sobre o tema.

Sitel faz proposta para PLR Na última reunião realizada com o Sindicato, a empresa apresentou finalmente sua proposta para pagamento da PLR 2012. O valor proposto é de R$ 140,00 parcelados em três vezes, a ser pago nos meses de outubro, novembro e dezembro. A assembleia para avaliação e deliberação sobre a proposta será no dia 9 de outubro, na subsede do Sinttel em Niterói (Rua Visconde de Uruguai, 277-Centro), em dois horários: às 13h e às 15h. O Sindicato distribuirá em breve um boletim específico detalhando a proposta da empresa. A Sitel presta serviços de call center à Ampla, em Niterói, e conta com cerca de 600 trabalhadores.

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Jornal do Sinttel-RIo nº1333