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DIREITOS DO TRABALHADOR Edição 298 Agosto 2018 SINTRACON-SP 11 3388 4800

Filiado à

A TRIBUNA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

sintraconsp.org.br sintraconsp@sintraconsp.org.br

O JORNAL DE QUEM CONSTRÓI O PAÍS

O SETOR MAIS ATINGIDO PELO DESEMPREGO É O DA CONSTRUÇÃO FOTO: REPRODUÇÃO

Política de terra arrasada. O governo liberal de Michel Temer está conseguindo acabar com as esperanças de um dos setores mais importantes para o País, que é o da construção civil. Entre as dez profissões que mais destruíram postos de trabalho em 2017 e permanecem cavando o fundo poço em 2018, sete estão relacionadas ao setor. PÁGINA 4.

63,6 MILHÕES ESTÃO COM O NOME SUJO NA PRAÇA Diante da crise e do desemprego, brasileiros não têm dinheiro nem para comer, quanto mais quitar dívidas. PÁGINA 7. 10% DE DESCONTO NA ENTRADA DO AQUÁRIO DE SÃO PAULO Trata-se de mais um convênio do nosso sindicato, o Sintracon-SP, para facilitar o lazer de sócios e familiares. PÁGINA 4. OS MALES DO ALCOOLISMO Veja os sintomas de tão perigoso vício. PÁGINA 8.


CONVENÇÃO COLETIVA 2018 A reforma trabalhista do governo Temer privilegia o empresário e prejudica o trabalhador. Em nossa Convenção Coletiva, os patrões queriam tirar todas as nossas conquistas. Fizemos greve geral durante seis dias e afastamos esse perigo, garantindo:

• CAFÉ DA MANHÃ; • VALE-REFEIÇÃO, QUE SUBIU PARA R$ 21,15; • VALE-ALIMENTAÇÃO, QUE AGORA É DE R$ 300,00; • LANCHE DA TARDE; • DUAS MUDAS DE UNIFORMES; • SEGURO DE VIDA; • REPOSIÇÃO DA PERDA INFLACIONÁRIA DO PERÍODO ENTRE MAIO DE 2017 E ABRIL DE 2018: 1,69%; • A OBRIGATORIEDADE DE A EMPRESA MANTER A SAÚDE DO TRABALHADOR ATRAVÉS DO SECONCI-SP. Se somarmos todas os benefícios, temos como resultado a manutenção de mais de R$ 600,00 no bolso do trabalhador.

UNIDOS SOMOS FORTES. FORTALEÇA O SINTRACON-SP.

SEM SEGURANÇA, NÃO SE ARRISQUE NO TRABALHO! São Paulo tem mais de dez mil canteiros de obras. Trabalhar nesses canteiros é conviver com o perigo. O ambiente de trabalho é cheio de armadilhas que podem levar a acidentes às vezes fatais. Toda atenção é pouca. E o correto uso de equipamentos de proteção individuais (EPIs) é indispensável. Jamais confie na sorte. A vida é o maior patrimônio do trabalhador. Se você, companheiro, sentir insegurança para executar sua função, não a faça, mesmo que obrigado a isso por seu chefe. Qualquer situação insegura deve ser co-

municada imediatamente ao Sindicato, que tomará providências. A filosofia do nosso sindicato, o Sintracon-SP é a de acidente zero nos canteiros. Para isso faz inspeções de rotina nas obras com suas equipes de base. A maioria dos acidentes de trabalho advém do cansaço do trabalhador, que normalmente é incentivado a fazer horas extras intermináveis para ganhar um dinheiro a mais. As malditas tarefas vêm sendo combatidas pelo nosso Sindicato. É ouro de tolo. A pessoa trabalha além da conta e seu ganho não é devidamente computado no holerite.

Tarefas ganhas por fora do holerite representam perdas para efeito de 13º salário, férias, fundo de garantia e aposentadoria. As tarefas o afastam da vida familiar e de momentos de lazer, causando frustração, desatenção e acidentes terríveis. Jamais desafie os seus limites físicos e mentais. Saiba a hora de parar. Não aceite coações por parte do patrão, que só pensa em lucrar mais e mais. A construção civil é o setor que mais tem acidentes de trabalho no Brasil. A escalada das drogas que assolam a sociedade também é responsável direta por mortes e mutilações.

Afaste-se das drogas. Jamais dê o primeiro passo em direção a elas. Fuja do vício. Não entre nessa areia movediça que acaba com a família, a autoestima e a vida. Qualquer irregularidade numa obra pode levar a ocorrências sérias, desde o meio ambiente de trabalho inadequado até à falta de pagamento e o não fornecimento de benefícios conquistados. Trabalhadores que se sentem prejudicados devem procurar o Sindicato que, através do diálogo ou greve, resolverá as questões. Respeite, sempre, as orientações dos técnicos de segurança!


A TRIBUNA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

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EDITORIAL

FOTO: REPRODUÇÃO

A TRIBUNA DA CONSTRUÇÃO CIVIL EDIÇÃO 298 – AGOSTO 2018

POUPANÇA CRESCE. SOBRA CRÉDITO PARA IMÓVEIS. MAS NINGUÉM QUER SE ENDIVIDAR

Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo / Fundação em 16 de junho de 1936 / Adaptado ao Decreto - Lei 1.402 – por carta de maio de 1941. Sede: Rua Conde de Sarzedas, 286, Centro – São Paulo – SP CEP 01512-000 – Fone: 3388-4800 – Fax: 3207-4921 Internet: www.sintraconsp.org.br E-mail: sintraconsp@sintraconsp.org.br Base territorial: Município de São Paulo, Itapecerica da Serra, Taboão da Serra, Embú das Artes, Embú-Guaçu, Franco da Rocha, Mairiporã, Caieiras, Juquitiba, Francisco Morato e São Lourenço da Serra. Representantes: Categoria Profissionais de Trabalhadores do Ramo da Construção Civil, Ladrilhos Hidráulicos e Produtos de Cimento, Cerâmica para Construção, Pinturas, Decorações, Estuques, Ornatos, Artefatos de Cimento Armado, Instalações Elétricas, Ofíciais Eletricistas, Gás, Hidráulicas, Sanitárias, Montagens Industriais e Engenharia Consultiva. Diretoria Executiva Presidente Licenciado: Antonio de Sousa Ramalho Secretário Geral: Antonio de Freitas Pereira 1° Secretário: Antonio de Sousa Ramalho Junior 2º Secretário Licenciado: Atevaldo Vieira Leitão Tesoureiro Geral: Wilson Florentino de Paula 1º Tesoureiro: Sueli Ramos de Lira 2º Tesoureiro: José Pedro dos Santos Diretoria de Base Ezequiel Barbosa de Sales Josileide Neri de Oliveira João Rodrigues de Araujo Raimundo Nonato dos Santos Damião Antonio de Oliveira Conselho Fiscal Oswaldo de Oliveira Souza Cláudio Aureliano Moreira Francisco de Andrade Coelho Suplentes: José Luiz do Nascimento José Geraldo Martins Miguel Machado Pereira Delegados da Federação Antonio de Sousa Ramalho (Licenciado) Antonio de Freitas Pereira Suplentes: Manoel Teixeira de Carvalho Francisco de Assis Pereira Lima Conselho de Redação Antonio de Sousa Ramalho (Licenciado) Arnaldo Jubelini Jr. – MTB 12.597 Jornalista Responsável: Arnaldo Jubelini Jr. – MTB 12.597 Assistente de Redação: César Rota Diagramação: Beatriz Salazar Fotografia: Arquivos SINTRACON-SP e Claudinei Bitman Impressão: Mix Editora – Tiragem: 150 mil exemplares

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o primeiro semestre, firmou-se a tendência de recuperação dos depósitos de poupança. Tal fato permite que a oferta de crédito imobiliário possa atender com folga à demanda. Todavia, a retomada do mercado imobiliário é insatisfatória. Motivo? o temor das famílias de classe média de se endividarem para adquirir casa própria. O País está em crise. O desemprego bate

à porta. Não há segurança de curto, médio e longo prazos. O que fazer a não ser segurar economias? O povo brasileiro está descrente quanto à política econômica do governo Temer. E isso impede que a roda do progresso gire, gerando mais empregos, produção, riquezas e segurança jurídica. O Brasil estagnou. E não há luz no fim do túnel.

RELATÓRIO MENSAL DO DEPARTAMENTO DE BASE PRODUTIVIDADE

JULHO

Total de dias trabalhados

20 dias

Visitas em Canteiros e Obra

463

Greves

17*

Assembleias

128

Atendimentos na Base

474

Reuniões com Empresas

88

* Greves = 10 parcias + 7 totais


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SINTRACON-SP | AGOSTO DE 2018

CONSTRUÇÃO AO DEUS DARÁ!

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ntre as dez profissões que mais destruíram postos de trabalho em 2017 - e permanecem cavando ainda mais o fundo do poço em 2018 - sete estão relacionadas à construção civil. Os dados são de um levantamento exclusivo, com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, pedido pelo Estadão/ Broadcast à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a profissão que proporcionalmente fechou mais vagas no setor, nos 12 meses encerrados em junho foi a de supervisores de construção civil, com demissão de 8.566 trabalhadores e queda de 8,7% no pessoal ocupado com carteira nessa posição, após já ter dispensado 17.282 pessoas nos 12 meses anteriores. O levantamento demonstra que o total de trabalhadores formais atuando com montagem de estruturas de madeira, metal e compósitos em obras civis encolheu 5,2% nos 12 meses terminados em junho, 5.996 vagas a menos. A terceira maior queda no pessoal ocupado, de 4,9%, ocorreu na profissão de trabalhadores de estruturas de alvenaria, com 17.496 dispensados nos últimos 12 meses.

Especialistas apontam a baixa taxa de investimento e a falta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) como principais fatores. A situação é grave. Mesmo os trabalhadores mais qualificados estão sentindo os reflexos da crise. Há expressiva queda nas vagas para engenheiros civis. Nesse segmento profissional, foram eliminados 2.110 postos formais nos últimos 12 meses, representando queda de 3,2%. Outras 6.189 vagas já tinham sido extintas anteriormente. Em dois anos, mais de oito mil engenheiros civis perderam o emprego com carteira assinada. O setor ainda tem dificuldades, tem fragilidades. É difícil prever alguma reação em termos de emprego nesse setor”, avaliou Thiago Xavier, analista da Tendências Consultoria Integrada, que reviu a previsão de geração de vagas do Caged para este ano, de uma expectativa inicial de 600 mil novos postos para 350 mil vagas geradas. Nosso sindicato, o Sintracon-SP, culpa, em especial, a desastrosa política econômica do governo Temer. Ainda mais quando se sabe que investir na construção é assegurar produção, riquezas e grande número de geração de empregos, tanto diretos quanto indiretos.

FOTO: REPRODUÇÃO

SÓCIOS TÊM 10% DE DESCONTO NA ENTRADA DO AQUÁRIO DE SÃO PAULO O Sintracon-SP firmou mais uma nova parceria para beneficiar seus sócios. Desta vez, todos os associados à entidade terão o desconto de 10% no valor da entrada para o Aquário de São Paulo. De acordo com Antonio de Freitas Pereira, o presidente em exercício do Sintracon-SP, o objetivo da ação é incentivar a cultura e o lazer para os trabalhadores da construção civil. “O nosso intuito é promover a diversão por intermédio de programas culturais para os nossos companheiros da construção civil. Desta forma, todos podem levar seus amigos e familiares para curtirem a diversidade dos animais que temos em nosso país”, conta o presidente. Além da visita aos animais, o sócio também poderá curtir o cinema 7D; o Jurassic Aquarium e o Aquário Abaixo de Zero sem se preocupar, pois no local há um estacionamento e um restaurante.

Para adquirir o desconto, o sócio precisa entrar no site www.aquariodesp.com.br/sintraconsp; depois inserir a senha (E0407V) - tudo em letra maiúscula - e seguir as etapas abaixo para realizar a compra: - Selecionar os ingressos desejados; - Marcar a data e o horário; - Realizar o pagamento via cartão; - Imprimir o voucher e o levar para o evento junto com sua carteirinha de sócio do Sintracon-SP. Se o titular da compra não estiver presente no evento, o visitante deverá levar consigo: - Uma cópia do documento de identificação do titular da compra; - Uma autorização por escrito (de próprio punho) do proprietário do cartão; - Uma cópia do cartão de crédito que foi usado. No caso dos funcionários do sindicato, é fundamental a apresentação do crachá da entidade na entrada do evento. Não é possível agendar o voucher para o mesmo dia e não há desconto direto na bilheteria.


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A TRIBUNA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

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DEMISSÕES EM SINDICATOS CRESCEM

600% COM FIM DE IMPOSTO

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ara executar seu pacote de medidas que privilegiam as elites, o Governo Federal, em suas reformas, teve como alvo principal os órgãos de defesa da classe trabalhadora, ou seja, os sindicatos. Sem imposto sindical, por exemplo, tais entidades ficaram sem dinheiro. Sem a contribuição assistencial, também. O resultado de um governo que quer a sociedade brasileira no olho da rua, sem ocupação profissional, é o crescente número de desempregados. Na questão dos sindicatos, em seis meses já foram fechadas 3.140 vagas. O ritmo de demissões, segundo números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) cresceu 600% após o fim do imposto sindical obrigatório. Vale ressaltar que o levantamento do

FOTO: REPRODUÇÃO

Caged não contém terceirizados, ou seja, os demitidos em função de rompimento de contratos junto ao sindicalismo. O número, portanto, é bem maior. Os sindicatos vão ter de buscar outras formas de financiamento. Os menores que se financiavam só com o imposto vão perecer. “Os maiores [sindicatos] vão usar vias voluntárias de financiamento. Nosso Sintracon-SP optou por aumentar o número de associados, hoje em 69 mil. Nosso sindicato, o Sintracon-SP, é de opinião que sindicalismo fraco significa trabalhador sem defesa perante o capital. Essa é a jogada do neoliberalismo de Temer, que vai colecionando gente na rua da amargura. É preciso lutar contra tal política, nociva à sociedade.

FOTO: REPRODUÇÃO

DEMISSÃO SEM HOMOLOGAÇÃO NO SINDICATO É NULA, DECIDE TST A luta da classe trabalhadora contra o neoliberalismo do governo Temer continua no campo jurídico, onde recentemente, houve uma vitória do trabalhador. A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho aceitou o recurso (de uma vendedora) para anular seu pedido de demissão e condenar a empresa ao pagamento das diferenças rescisórias. “É nulo pedido de demissão feito por funcionário se não houver homologação do sindicato. Se o empregado tiver mais de um ano de serviço, o pedido de demissão somente terá validade se assistido

por sua entidade representativa”, decidiu a 3ª Turma. A decisão é importante, pois reforça que a ausência de assistência do sindicato na rescisão do contrato de trabalho causa danos aos direitos dos trabalhadores, seja por cálculos incorretos, estabilidades não observadas ou, ainda, eventual coação para que os desligamentos sejam a pedido ou por comum acordo. O Sintracon-SP acredita que o sindicato é o legítimo representante do trabalhador e, por esse motivo, reivindica a permanência da homologação na entidade.

PAÍS DEIXA DE CRIAR 80% DAS VAGAS DE TRABALHO PREVISTAS Errar é humano. Persistir no erro é teimosia, burrice e no caso do governo Temer, incompetência mesmo. Mas que ninguém se iluda. Tal incompetência serve a um propósito: o de satisfazer os desejos das elites em detrimento dos trabalhadores, que efetivamente constroem o Brasil. Disseram os neoliberalistas de Brasília (ao propor reformas descabidas) que cortando direitos trabalhistas e aumentando o tempo para a pessoa se aposentar, o

País voltaria aos trilhos do crescimento. Voltou a crescer? Sim, ladeira abaixo. Vamos analisar os postos de trabalho prometidos pelo Governo Federal. No início de 2018, o ritmo de geração de vagas no mercado formal de trabalho era até que interessante, ou seja, 750 mil novos postos. Todavia, a partir de março, qual cavalo paraguaio (que sai forte, mas para pelo meio do páreo e fica esperando ônibus),

o ritmo de geração de empregos foi despencando até o patamar de 220 mil vagas, número considerado pífio por economistas, por ser apenas 20% do previsto. A queda do emprego formal afeta a capacidade de consumo das famílias e compromete a retomada. Ao representar cerca de 65% do PIB, o consumo determina o fôlego da economia. Fôlego de UTI, aliás... Sintracon-SP

FOTO: MARCOS SANTOS/USP IMAGENS


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SINTRACON-SP | AGOSTO DE 2018

CONGRESSO SINDICAL EM QUATRO TEMPOS

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o já distante 1906 os anarquistas aliados com os socialistas realizaram o 1º Congresso Operário Brasileiro, que aprovou a fundação de uma central, a Confederação Operária Brasileira — COB, que se estrutura dois anos depois e no terceiro começa a atuar. Sua resolução principal servia para dar o rumo da ação, a começar pela unidade da classe trabalhadora: “Considerando que o operariado se acha extremamente dividido pelas suas opiniões políticas e religiosas (...). O Congresso Operário aconselha o proletariado a organizar-se em sociedades de resistência econômica, agrupamento essencial e, sem abandonar a defesa, pela ação direta, dos rudimentares direitos políticos de que necessitam as organizações econômicas, a por fora do sindicato a luta política especial de um partido e as rivalidades que resultariam da adoção, pela associação de resistência, de uma doutrina política ou religiosa, ou de um programa eleitoral”. O 1º Congresso Operário aconselha, como meios de ação das sociedades de resistência ou sindicatos todos aqueles que dependem do exercício direto e imediato da sua atividade, tais como a greve parcial ou geral, a boicotagem, a sabotagem, o label, a manifestação pública etc., variáveis segundo as circunstâncias de lugar e de momento. A reação sindical contra a ditadura instalada em 1964 começou em 1978 no V Congresso da CNTI, realizado no Rio de Janeiro nos dias 14 a 29 de julho, que confirmou a liderança dos metalúrgicos Lula, João Paulo Pires Vasconcelos, Arnaldo Gonçalves e do eletricitário Hugo Perez, que dirigiram o congresso paralelo ao oficial, presidido por Ari Campista, cujos seguidores, quase todos, representavam

José Carlos Arouca - Jurista e advogado

sindicatos ou federações imobilistas de reduzida expressão. Os mais combativos acabaram por assinar uma Carta de Princípios que ficou como indicativa para os encontros que se seguiram, defendendo a convocação da Assembleia Nacional Constituinte, revogação das leis de exceção, garantia de liberdade de pensamento, reforma agrária, liberdade e autonomia do sindicato, direito de greve e livre negociação coletiva. No ano seguinte em Niterói, no mês de agosto, foi a vez do Encontro de Dirigentes Sindicais, promovido pelo Centro Brasil Democrático, presidido por Oscar Niemeyer. Participaram 162 entidades, de 14 Estados. A Carta de Gragoatá, aprovada, deu a verdadeira imagem do novo sindicalismo, que não aceitava mais as limitações impostas e que ia além dos temas simplesmente trabalhistas para, também, discutir a política nacional. As resoluções aprovadas solidificaram os princípios que vinham sendo construídos pouco a pouco, mas não ficaram limitadas às relações de trabalho, enfrentando, também, temas políticos e sociais. Presenças marcantes outra vez Lula, Arnaldo, João Paulo, Hugo. Dentre as resoluções discutidas e aprovadas a restauração da liberdade democrática e de expressão, anistia ampla, geral e irrestrita, convocação da Assembleia Constituinte, unidade sindical, criação de uma central única, organização nos locais de trabalho. Finalmente a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, CONCLAT, em agosto de 1981, sem sombra de dúvida o maior encontro sindical desde 1906. A ideia da Conferência deveu-se a Hugo Peres que provocou o Ministro do Trabalho, Murilo Macedo, ao mostrar-lhe que os empregadores haviam rea-

lizado, sem nenhuma objeção ou tropeço a Conferência Nacional das Classes Produtoras — CONCLAP. O consentimento veio acompanhado de uma exigência: ser convocada pelas confederações. Mas somente quatro anos depois realizou-se na Praia Grande o encontro que definiu os rumos do sindicalismo nacional. A CONCLAT teve como palco a Colônia de Férias do Sindicato dos Tecelões, ainda inacabada. Participaram 1.091 entidades sindicais com 5.036 delegados, 11 delegações internacionais. Suas resoluções não se restringiram a temas trabalhistas, mas, também sobre saúde e previdência, política econômica, agrária e política nacional. Todavia a CONCLAT também anunciou a divisão da classe trabalhadora. No palco montado duas correntes disputavam a formação de uma central única, revezando-se Lula e Arnaldo Gonçalves. Com Lula ficaram Jacó Bitar, Olívio Dutra, João Paulo Pires Vasconcelos e os sindicalistas que mais tarde iriam fundar a Central Única dos Trabalhadores — CUT e o Partido dos Trabalhadores — PT; com Arnaldo os ativistas ligados ao PCB, PC do B, MR-8 e independentes, neste grupo Hugo Perez, José Francisco da Silva, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura — CONTAG e “Joaquinzão dos Santos Andrade”. Por tudo, verdadeiramente o novo sindicalismo não começou em 1978 no ABC sob o comando de Lula, mas em 1906 no I Congresso Operário Brasileiro, em 1917 com a greve dos companheiros de São Paulo, em 1946 na fundação da Confederação dos Trabalhadores do Brasil, em 1953 por ocasião da greve dos 300 mil, em 1959, dos 400 mil, no ano 1961, surgimento da União dos Lavradores e Tra-

balhadores Agrícolas do Brasil — ULTAB, pouco depois do golpe militar de 1964, quando os ativistas ainda soltos ou na clandestinidade, puseram suas cabeças de fora e começaram a retomar os sindicatos com os poucos trabalhadores que ainda resistiam e tinham coragem para se expor. Isso aconteceu com os dirigentes do sindicato dos motoristas Alcídio Boano, José Rodrigues de Souza, Diogo Baeza, dos padeiros, “Raimundão” Rosa de Lima, Afonso José de Souza Filho, no ano 1968 em Contagem, e em Osasco em 1978 com as greves que desafiaram a ditadura; ainda, no mesmo ano, quando os autênticos, não apenas Lula, João Paulo Pires Vasconcelos, mas também Arnaldo Gonçalves, Hugo Perez, promovem o Congresso paralelo dos industriários, desafiando mais do que o “pelego” Ari Campista, mas também o governo do General Ernesto Geisel; e foi, sim, também com o ressurgimento das centrais. O Novo Sindicalismo, portanto, não surgiu (como alguns afirmam) em 1978, com as greves que irromperam do ABC paulista e com as bandeiras do liberalismo individualista, do sindicalismo dividido por tendências partidarizadas; mas também graças ao empenho em construir a unidade da classe trabalhadora; especialmente em 1983 quando atrevidamente os autênticos Lula, Olívio Dutra, Jacó Bitar, José Cicotti, Henos Amorina, antecedendo a CUT e o PT, mais Arnaldo Gonçalves, Raimundo Rosa de Lima, Hugo Perez, sindicalistas ligados ao PCB, ao PC do B, ao MR-8, e independentes, realizaram a Conferência da Classe Trabalhadora — CONCLAT. Surgiu com uma proposta política em 1962, quando foi criado o Comando Geral dos Trabalhadores – CGT, que a ditadura militar calou. FOTO: JAÉLCIO SANTANA/FORÇA SINDICAL


A TRIBUNA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

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63,6 MILHÕES FICARAM INADIMPLENTES NO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO

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pessoa vai fazer uma compra. Escolhe o que quer, mas, na hora de levar o produto, é impedida porque está com nome sujo na praça. A funcionária, ou mesmo o gerente da loja, dá o veredito, de forma cortês: o seu CPF está restrito por atraso no pagamento de contas. A situação, humilhante, não é exceção, mas regra. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), nos primeiros seis meses exatos 63,6 milhões de consumidores brasileiros estão a bordo do mesmo barco, ou seja, 42% da população adulta do País. A crise, devidamente alimentada pela política neoliberal do governo de Michel Temer, é a principal razão da falência das famílias brasileiras, aliada ao alto índice de desemprego. São 13 milhões sem ocupação profissional. E, se levarmos em consi-

FOTO: REPRODUÇÃO

deração os que estão subempregados, o número sobe para 28 milhões. Ao levarmos em consideração que cada família tenha quatro membros, podemos cravar que 112 milhões de bocas estão passando grave necessidade no Brasil. E

a multiplicação por quatro é conservadora. Há sinais de melhoras? Não. Em junho último houve crescimento de 4,07% na comparação com o mesmo período do ano passado. E na comparação entre maio e junho, houve alta de 0,61%.

Mais da metade das dívidas pendentes de pessoas físicas (51%) têm como credor algum banco ou instituição financeira. A segunda maior representatividade fica por conta do comércio, que concentra 18% do total de dívidas não pagas, seguido pelo setor de comunicação (14%). Os débitos com as empresas concessionárias de serviços básicos como água e luz representam 8% das dívidas não pagas no Brasil. Em média, cada inadimplente tem duas dívidas em aberto. Pior é que, com a reforma trabalhista, o trabalhador perdeu direitos adquiridos ao longo de várias décadas de luta para melhor equilibrar a balança entre capital e trabalho. Nós, do Sintracon-SP, acreditamos que o Brasil está vivenciando uma ditadura instituída pelos interesses das classes dominantes. O abismo entre pobres e ricos nunca foi tão grande. E injusto!

MEDO DE PERDER O EMPREGO É SECONCI-SP ALERTA SOBRE IMPACTO O MAIS INTENSO EM 22 ANOS DE ACIDENTES DE TRABALHO FOTO: REPRODUÇÃO

Toca o telefone de casa e corre um frio na espinha do trabalhador brasileiro, que logo pensa: fui demitido... Exagero? Infelizmente, não. Pesquisa divulgada no último dia 9 de julho pela Confederação Nacional da Indústria, constata que o Índice do Medo do Desemprego atingiu 67,9 pontos, o maior da série histórica do levantamento, iniciado em 1996. O resultado, segundo o Sintracon-SP, demonstra que a política neoliberal de Michel Temer não deu certo. Há cerca de 14 milhões de pessoas sem trabalho e, se se contar as subempregadas, o número beira os 28 milhões. Como se estivesse num país de economia bem resolvida, adverte o Sintracon-

-SP, o governo federal ainda faz reformas que tiram direitos históricos da classe trabalhadora. Promove a terceirização desenfreada num Brasil que perdeu 4 milhões de empregos com carteira assinada em quatro anos, segundo o IBGE. Vale ressaltar, ainda, que, em sua reforma trabalhista, Temer só fez enfraquecer as entidades de defesa dos interesses do trabalhador, que são os sindicatos. Assim, o empregado negocia com o patrão sem qualquer amparo. As centrais sindicais, até o momento, perderam até 90% de seu orçamento. O estado de coisas está longe de melhorar. E há que se diga. Medo não combina com democracia...

FOTO: REPRODUÇÃO

Levantamento realizado pelo Ministério Público do Trabalho em conjunto com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontou que, entre o começo de 2017 e março deste ano, ao menos um trabalhador brasileiro morreu a cada quatro horas e meia, vítima de acidente de trabalho. Diante deste cenário, o Seconci-SP (Serviço Social da Construção Civil) chama a atenção para a importância dos cuidados com a segurança nas obras, por ocasião do “Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho”, celebrado em 27 de julho. Segundo Haruo Ishikawa, presidente do Seconci-SP, as empresas que fizeram as contas perceberam a importância da prevenção. “A empresa que investe em Saúde e Segurança do Trabalho sai no lucro. Aumenta a produtividade e gasta bem menos do que o prejuízo advindo de acidentes decorrentes da ausência de uma gestão prevencionista”, comenta Haruo.

Fiscalização on-line Em janeiro de 2019, com a entrada em vigor da próxima fase do eSocial – plataforma criada pelo governo federal para envio das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos funcionários –, a fiscalização das ações obrigatórias de mitigação de acidentes acontecerá on-line, tornando-se imediata e efetiva. De acordo com Michel da Rocha Sotelo, engenheiro de Segurança do Trabalho do Seconci-SP, os empresários precisam ter em mente que são corresponsáveis pelos terceirizados que atuam em suas obras. “Por este motivo, é fundamental fiscalizar se a empresa subcontratada está em dia com suas responsabilidades e fornecendo os treinamentos e os equipamentos de proteção individual adequados”, conclui Sotelo.


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SINTRACON-SP | AGOSTO DE 2018

ANTÔNIO DE FREITAS PEREIRA É PRESIDENTE INTERINO DO SINTRACON-SP

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om o pedido de licença do presidente Antonio de Sousa Ramalho, o Ramalho da Construção, para disputar as eleições de 2018, o Secretário-Geral Antônio de Freitas Pereira (Toninho), assumiu, interinamente, o posto máximo do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP). Toninho nasceu em Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais. Em 1997, recebeu convite para integrar a chapa que disputaria as eleições para comandar o Sintracon-SP de 1998 e 2002. Aceitou e permanece no quadro diretivo da entidade até hoje. Ele faz parte, também, da direção Estadual e Nacional da Força Sindical. “Após quase 21 anos de trabalho na empresa Método Engenharia, percebi que integrar o sindicalismo seria um verdadei-

FOTO: CLAUDINEI BITMAN

ro desafio. Como Técnico de Manutenção Predial, vi muita coisa errada, que colocava o trabalhador em risco de vida, quer por falta de segurança quer por salários muito baixos. É contra isso que luto”, afirma. No ano de 2014 participou do Seminário China- Brasil sobre o Trabalho Sindical, cujo tema foi “O Papel do Sindicato na Administração Social”, realizado na capital chinesa, Pequim. Filho de Jair Martins Pereira e de Cecília de Freitas, ele é casado com Maria Rodrigues de Matos Pereira e tem dois filhos. Toninho fez diversos cursos de aperfeiçoamento, destacando-se, entre eles, o curso de Atualização Sindical e o de Reestruturação Produtiva na Construção Civil. Está em São Paulo desde outubro de 1978, sua primeira profissão é eletricista. Toninho foi reeleito Secretário Geral nas eleições de fevereiro de 2017

MORRE DONA FLORIZA, GRANDE QUEM BEBE CORRE RISCO DE VIDA LIDERANÇA DOS POBRES E OPRIMIDOS Cumprimos o doloroso dever de informar o falecimento, no dia 3 de julho, da grande líder comunitária Floriza Pinheiro Martins. Natural de Paranatama, Pernambuco, tinha 73 anos e fez muito por Osasco, onde militava e chegou a ser vereadora (PSDB). Em seu DNA, guardava, como filosofia, a defesa dos mais pobres e necessitados. Chegou a parar rua para que prefeito cumprisse determinação de uma reforma. E foi incansável na luta por regularização de áreas invadidas. Por 15 anos, Floriza se responsabilizou pela entrega do Leve Leite, do Governo de São Paulo, aos mais necessitados. Sua fidelidade aos princípios democráticos era inabalável. Grande amiga do Sindicato dos Traba-

FOTO: REPRODUÇÃO/CORREIO PAULISTA

lhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Floriza foi sepultada no Cemitério Bela Vista, em Osasco. Que Deus, o Grande Arquiteto do Universo, a receba em outro plano espiritual e console os familiares. Sintracon-SP

Na esfera da Construção Civil, o uso de bebidas alcoólicas durante o expediente é mais comum do que muitos imaginam. Alcoolistas ou não, diversos trabalhadores ingerem pingas, cachaças, cervejas e vodcas para se sentirem mais confortáveis e corajosos. Ela pode dar uma sensação agradável, porém é passageira. Quando ingerida constantemente, pode causar dependência permanente. Como os operários lidam diretamente com equipamentos pesados e difíceis de serem manuseados nos canteiros de obras, correm risco de vida, pois a concentração no trabalho é o fator principal para o operário num âmbito repleto de riscos, até mesmo para quem está sóbrio. A função de investigar esses casos é destinada aos técnicos de segurança que, como o Sintracon-SP reco-

menda, devem realizar reuniões antes dos expedientes a fim de avaliar os comportamentos dos trabalhadores. Sintomas do consumidor de bebidas alcoólicas • Tem constantes faltas ou atrasos; • Saídas frequentes durante o horário de trabalho; • Não consegue realizar determinadas tarefas; • Diminui a produtividade e a qualidade do serviço executado; • Lentidão ao agir e falar; • Constante alteração de humor; • Tremores nas mãos e câimbras. A sua vida vale muito, companheiro. Jamais se renda à bebida. Você é mais forte que ela. Se precisar, procure ajuda, não tenha vergonha.

REDE DE BENEFÍCIOS PARA OS ASSOCIADOS


A TRIBUNA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Oportunidade imperdível para sócios, dependentes e funcionários do Sintracon-SP

55% A 65%

DE DESCONTO EM

BOLSAS DE ESTUDO Para mais informações: (11) 3388-4800 - Ramal 4313 (Thiago) http://www.ibirapuera.br/

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SINTRACON-SP | AGOSTO DE 2018

SINTRACON-SP INVESTINDO NA QUALIFICAÇÃO DO TRABALHADOR!

Eletricista NR 10 Pedreiro Azulejista SÓCIO DO SINTRACON-SP, INSCREVA-SE AGORA MESMO!

VOCÊ QUE AINDA NÃO É SÓCIO, INFORME-SE!

Rua Conde de Sarzedas, 286 - Centro São Paulo - SP - Fone (11) 3388-4800 sintraconsp@sintraconsp.org.br www.sintraconsp.org.br

ATENCÃO, ASSOCIADOS DO SINDICATO!!! A REFORMA TRABALHISTA PASSOU E O DESEMPREGO AUMENTOU!!!

FIQUEM ATENTOS!!!

Entregue seu currículo, no 1º andar – Departamento de Base – Setor de Fidelização e Recolocação Profissional – aos cuidados do nosso funcionário Thiago. Encaminharemos seu currículo para as empresas que necessitam de mão de obra.

Caso já possua um currículo, envie no e-mail abaixo: thiago.boz@sintraconsp.org.br

SINTRACON-SP – Ao Lado do Trabalhador que Constrói o País!!!

Filiado à

DIÁRIA NÃO SÓCIOS

DIÁRIA SÓCIOS

FICOU DESEMPREGADO? CONHECE ALGUÉM NESSA SITUAÇÃO?


CLUBE DE CAMPO DO CIPÓ Diversão Garantida para toda a Família!

Pensando no associado, o Sintracon-SP tem o Clube de Campo do Cipó, em Embu-Guaçu, São Paulo O clube possui quadra poliesportiva, quadra de bocha, churrasqueiras, campo de futebol e muito mais. No local há dez chalés, cada um com capacidade para receber até seis pessoas.

O associado deve providenciar: • Alimentação • Transporte • Roupa de Cama • Valores

ÁREAS DE LAZER Atualmente as áreas de lazer estão passando por reformas para melhor atender as necessidades dos sócios. Contudo, alguns espaços estão disponíveis, tais como: campo de futebol, quadra de bocha, área verde, salão de jogos e as piscinas.

SERVIÇO O Clube de Campo do Cipó, localizado na cidade de Embu-Guaçu - interior do Estado de São Paulo, oferece toda essa comodidade por R$ 100,00 a diária. Para mais informações, ligue: (11) 3388-4800 (ramal 4102).

COLÔNIA DE FÉRIAS EM ITANHAÉM Para você, associado, que deseja se divertir junto a seus familiares, o nosso Sindicato tem a Colônia de Férias, na cidade de Itanhaém, no litoral sul. Paz, sossego e tranquilidade. Além de magníficas praias, são pontos turísticos famosos:

DIÁRIA NÃO SÓCIOS

DIÁRIA SÓCIOS

• Cama de Anchieta • Morro de Pernambuco • Convento Nossa Senhora de Conceição • Gruta Nossa Senhora de Lourdes

110 ,00

Apartamento para 6 Pessoas

160,00

Apartamento para 6 Pessoas

Apartamento para 4 Pessoas

R$

Apartamento para 4 Pessoas

R$

São disponibilizados dois tipos de apartamentos: com capacidade para quatro pessoas e instalações para receber até seis pessoas. Agendamento prévio através do telefone (11) 3388.4800 (ramal 4292) - após isso é necessário comparecer ao Sindicato (Rua Conde de Sarzedas, 286, Centro) com o RG original ou cópia do documento de identidade dos hóspedes. Os valores são cobrados pelos dias que o sócio se hospedar, sendo que o sócio deve estar em dia com as mensalidades.

R$

R$

140 ,00

200,00

OBS: Pulseira de identificação R$ 1,00 cada adulto e cada criança. Valores sujeitos a alterações. Trazer documentos de identificação com foto original ou xerox de todos os hospedes.

RESERVAS E INFORMAÇÕES: SEGUNDA A QUINTA: 7HS ÀS 17HS | SEXTA: 7HS ÀS 16HS FONE: (11) 3388-4800 (RAMAL 4102)

A 200 METROS DE DISTÂNCIA DA PRAIA


CONHEÇA O CARTÃO AMIGO DO TRABALHADOR E APROVEITE AS VANTAGENS! É um benefício exclusivo para nossos sócios Conheça os benefícios: • Descontos em estabelecimentos comerciais e de ensino; • Sorteios semanais de R$ 2.000,00; (muitos companheiros já ganharam, você pode ser o próximo)

CARTÃO AMIGO DO

TRABALHADOR

• Seguro de R$ 1.500,00 em caso de morte acidental;

Quem tem direito aos benefícios? Todos os sócios em dia com suas mensalidades e com cadastro atualizado. Mais do que um bom negócio, o Cartão Amigo do Trabalhador é uma conquista dos trabalhadores, resultado de uma gestão moderna, transparente e eficaz do Sintracon-SP.

“A maioria dos sindicatos dá carteirinha para os sócios. No Sintracon-SP, damos o Cartão Amigo do Trabalhador, cheio de benefícios”, Ramalho da Construção.

SÃO MUITAS AS VANTAGENS DE SER SÓCIO DO SINTRACON-SP SEJA SÓCIO DO NOSSO SINDICATO E FORTALEÇA A LUTA PELOS SEUS DIREITOS O Sintracon-SP oferece, aos seus associados, assistência jurídica para tirar dúvidas, entrar com ações trabalhistas e realizar homologações. O atendimento é realizado de segunda-feira à quinta-feira, das 8h às 18h, e sexta-feira, das 8h às 17h.

CONQUISTAS NAS CONVENÇÕES COLETIVAS Aumento salarial

acima da inflação 12 anos consecutivos

Café da manhã Vale-Alimentação Lanche da tarde Dois uniformes completos Participação nos lucros das empresas

TUDO ISSO POR APENAS R$ 35,00 /MÊS

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A Tribuna - Agosto 2018  

A Tribuna - Agosto 2018  

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