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ASP

Revista

Fevereiro / Março 2013

Alimento com qualidade A Ação Social do Paraná tem possibilitado que centenas de famílias tenham qualidade de vida. Páginas 8 e 9

• Moradia João Paulo II

• Restaurante Popular de Maringá

• Números de 2012

Confira a história do sr. Francisco, que resgatou o contato com a família.

Pesquisa revela grande satisfação dos usuários.

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Durante o ano 1 milhão e 700 mil pessoas foram beneficiadas pelos Projetos Sociais e Unidades de atendimento da ASP. Confira os números de 2012. Pág. 15


Editorial

Parceiros ASP * a cada edição destacaremos um parceiro de nossa instituição

Feliz Páscoa, Amigos e amigas leitores, estamos vivendo o momento muito especial em nossa vida de Igreja, tempo de Quaresma que de forma intensa tem o objetivo de nos preparar para a celebração maior de nossa vida cristã, a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. Celebrar a vitória do Cristo ressuscitado. Através de nossa Revista queremos desejar uma Feliz e Santa Páscoa a cada um de vocês, que tenham sempre a luz de nosso Senhor sob a sua vida e seu trabalho, enchendo seu coração, sua alma da verdadeira Paz. Nesta edição da Revista ASP, escolhemos destacar um projeto que há anos transforma a vida de pessoas no campo e na cidade. Contribui para a qualidade de vida de famílias de agricultores e também de crianças, jovens, enfermos, idosos em diversas comunidades de Curitiba e Região. Estamos falando da Central de Distribuição, que a ASP desenvolve por meio do Programa de Aquisição de Alimentos, da CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento, do Governo Federal. Este projeto é uma das ações da Ação Social do Paraná dentro da área de Segurança Alimentar e Nutricional que é: “a garantia do direito de todas as pessoas ao acesso a alimentos de qualidade, em quantidades suficientes e de modo permanente, com base em práticas alimentares saudáveis, devendo se realizar em bases sustentáveis”. Neste sentido, outras ações são destacadas, como a grande satisfação dos usuários dos Restaurantes Populares. A promoção da vida na ASP é o eixo que perpassa por todos os projetos. Ao trazer as notícias de cada projeto que desenvolvemos, ou cada unidade que mantemos, queremos sensibilizar nossos leitores para que entendam e se identifiquem com estes projetos. Queremos que nossos leitores compactuem, e - como puderem - contribuam para nossa missão, que é de realizar este trabalho social com famílias em situação de vulnerabilidade e risco social, resgatando a dignidade humana e a cidadania plena e respeitando o meio ambiente.

Elejor - Centrais Elétricas do Rio Jordão S.A. Em apoio ao Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa e no âmbito de sua responsabilidade social e cultural, a Elejor esteve presente por meio de incentivos fiscais, atendendo a disposição da Lei Rouanet (Lei Federal 8.313), para projetos de caráter cultural e artístico, para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e para Incentivo ao Desporto. A empresa, alinhada com os pilares da sustentabilidade empresarial, em seus aspectos ambientais, sociais e econômicos está sempre em busca de formas para contribuir para a comunidade local. As atividades voltadas para a terceira idade estão cada vez mais em pauta, tendo em vista o aumento da longevidade e os escassos programas para esse público. O apoio da Elejor à Ação Social do Paraná, que ampara o Asilo São Vicente de Paulo, confirma a consolidação de nosso comprometimento na busca por uma sociedade mais sustentável. Assim, em nome dos Acionistas, do Conselho de Administração, da Diretoria e dos colaboradores da ELEJOR, tivemos o prazer de ajudar o Asilo São Vicente de Paulo, por meio da ASP, buscando sempre o firme objetivo de lutar por uma sociedade mais sustentável.

Boa Leitura

Expediente Publicação bimestral da Ação Social do Paraná. Coordenador geral: Pe. José Aparecido Pinto Coordenadora Administrativa: Giceli Stoco Comunicação: Karine Carvalho

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:: Publicação produzida pela Sintática Comunicação Jornalista Responsável: Téo Travagin – 5531 – DRT-PR Fotos: Arquivos ASP :: Tiragem: 10.000 exemplares :: Impressão: Serzegraf


O ESPÍRITO DA QUARESMA Nem bem termina o tempo de Natal, tempo de poesia e de alegria, a liturgia da Igreja já nos colocar dentro de um outro espírito bem diferente: a Quaresma, com sua cor roxa de tristeza, com a sua fala de penitência e mortificação. Por que uma mudança assim tão brusca? A Páscoa é o centro de toda a Liturgia da Igreja: a celebração do mistério da Redenção, que começou na Encarnação de Jesus Cristo para se concluir na Ressurreição gloriosa. Cristo exige de nós uma completa mudança interior, a que chamamos de conversão. Se até agora estávamos presos a tanta coisa secundária exterior, superficial, se até agora estávamos fazendo das preocupações de conforto e bem-estar o eixo diretor de toda a nossa vida, aceitando o Cristo pra valer nós precisamos mudar tudo isso. Os valores do Evangelho são bem outros, e a ordem de Jesus é bem diversa: "Procurai antes de tudo o Reino de Deus, e o resto vos será dado por acréscimo". Resto é resto, não pode ocupar o lugar principal, e tem de ser tratado como resto. Aí está o sentido da Quaresma: tempo de mudança, tempo de conversão, em preparação à ressurreição na Páscoa. E ressurreição é vida nova. É preciso mudar nossos valores, desapegar nos-sos corações das preocupações puramente terrenas, para procurarmos com afinco e com coragem os valores do Reino. Tempo de conversão, para que a Páscoa, ao chegar, nos encontre limpos e prepa-rados, para que o Cristo ressuscite de verdade em nossas vidas.

A Igreja fala, neste tempo, de mortificação e penitência. Em um mundo materializado e pa-gão como é o nosso, onde conforto, bem-estar e aparência tornaram-se as primeiras e maiores preocupações, acima de qualquer valor espiritual, mundo radicalmente hedonista e por isso egoísta e superficial ao máximo, essa linguagem da Igreja perdeu totalmente seu sentido, linguagem perdida no tempo e para muitos até ridícula. Será possível revalorizar essas virtudes, descobrindo-lhes um significado para hoje? É bem verdade que toda a vida atual, com tantas privações e sofrimentos, já é uma constante penitência; para muitos, a maioria, que sofrem a pobreza e até a miséria, a vida é não só penitência, mas martírio mesmo. Todos, porém, precisamos aprender que não está nesses bens o sentido da vida. Penitências e mortificações são meios que a Igreja nos sugere, para dominarmos a tendência materialista que marca a vida de todos nós e nos leva tantas vezes a uma verdadeira escravidão. São meios de conscientização a respeito dos verdadeiros valores do Reino, treinamento para o desapego, que exige de nós uma grande dose de força de vontade. A Igreja, mãe e mestra, quer nos ajudar a sermos de verdade livres, como filhos que somos de um Deus que é puríssimo Espírito. Frei Estavão Nunes op. Pároco da Igreja de Santo Antonio, no Boa Vista, Curitiba-PR

Idosos têm atividade diária de movimento corporal Todos os dias os idosos que frequentam o Centro Dia, atendimento diferenciado que acontece no espaço do Asilo São Vicente de Paulo, participam da Oficina do Movimento. Funciona assim: um fisioterapeuta proporciona meia hora de atividades diárias, incluindo alguns exercícios voltados para movimentar os senhores e senhoras que de segunda a sexta estão neste espaço. O fisioterapeuta Paulo Ventura Reis explica que em função da idade avançada há muita perda de massa muscular, equilíbrio e outras dificuldades relacionadas ao envelhecimento. “Por isso trabalhamos no sentido de proporcionar uma atividade lúdica que minimize estes prejuízos da idade e permitam pequenas melhoras”, conta o fisioterapeuta. O profissional comenta que a casa respeita os limites de cada um, levando exercícios leves e descontraídos, como caminhadas, alongamentos, passos de dança. Esta meia hora de exercícios é muito bem aproveitada pelos idosos, exemplo da Sra. Natália Ranciaro, de 75 anos, que

comenta que faz todos os exercícios e tudo o que realizam no Centro Dia é bom para ela. Já o Sr. Aroldo Oliveira, de 82 anos, comenta: “me mexer é bom, mas eu gosto é de dançar”. Além do fortalecimento muscular e do aumento do equilíbrio, outro resultado que a atividade permite alcançar é a interação entre os idosos e também com a equipe. “Esta é uma atividade vislumbra um dos objetivos principais do Centro Dia, que é a socialização dos idosos”, comenta a coordenadora do Centro Dia, Cláudia Hernandes.

O Centro Dia é voltado para idosos de ambos os sexos. Os participantes ficam no local durante o dia, permanecendo no convívio com seus familiares à noite e nos finais de semana. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30. Quem deseja conhecer melhor o funcionamento do Centro Dia, pode agendar uma visita pelo telefone (41) 3313-5384.

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Escolhas participativas nas

Oficinas Socioeducativas Estão definidos os temas que serão trabalhados nas Oficinas Socioeducativas neste ano de 2013. São eles: Direito da Mulher; Relações Familiares; Saúde da Mulher; e Mulher na Família em Situação de Drogadição, Álcool e Outros. A definição destes temas partiu das sugestões das próprias participantes. A coordenadora das Oficinas, Fabiane Ceccon, explica que estes temas serão os norteadores do desenvolvimento local e sustentável, pois é a partir destes debates que as participantes são incentivadas a atuar em suas comunidades. As Oficinas Socioeducativas são realizadas com o objetivo de promover o fortalecimento de vínculos comunitários e familiares e debater sobre o desenvolvimento sustentável em suas cinco dimensões: econômica, cultural, ambiental,

social e política, envolvendo também o incentivo à geração de renda por meio da produção de artesanato. Com relação ao artesanato, Fabiane comenta que o 'bordado falso crivo' foi o tipo de artesanato mais votado pelas participantes , por isso está sendo realizado na 1ª Oficina de 2013. Em fevereiro aconteceu com sucesso uma oficina de férias, somente com a atividade de artesanato, permitindo a participação de crianças junto com suas mães. As oficinas socioeducativas regulares voltaram neste mês de fevereiro, estando previstas quatro oficinas em cada local de execução do projeto ao longo de 2013. O projeto envolve três turmas na regional Cajuru, duas na regional do Pinheirinho e duas na regional do CIC.

Ganhei uma nova Família Saiba como as Oficinas Socioeducativas têm contribuído para a vida da participante Leni Em 2012 a aposentada Leni Campos Xavier, 55 anos, participou de diversas oficinas socioeducativas. “Aprendi a fazer ponto-cruz, bordado em tela e outros artesanatos incríveis”, comenta ela. Ela também conta com orgulho que em todo os domingos ela expõe na feira do bairro os artesanatos que aprendeu a produzir nas oficinas e afirma que tem vendido bem. Mas esta felicidade para Leni é recente, como ela mesmo diz: “Quando comecei a participar do curso eu estava em uma depressão profunda, porque tenho um filho de 20 anos que há alguns anos desapareceu”. Leni é viúva, mora sozinha e sentiase isolada do mundo desde o desaparecimento do filho. Resolveu participar da oficina porque uma vizinha a convidou. “Comecei a fazer artesanatos e amei”. Leni dá muito valor para as atividades de debate sobre a saúde e o direito da Mulher. “Gosto muito da atividade da psicóloga. Fui incentivada a me vestir melhor, me cuidar e a me valorizar como mulher. Mudei muito”, diz Leni, afirmando que sem dúvidas graças às oficinas hoje ela tem mais vontade de viver bem. Para a participante, são muitos os motivos a comemorar: “Ganhei uma atividade nova que sempre quis aprender e principalmente ganhei novas amigas que são como uma família para mim. Não me sinto mais só”.

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Somos sensibilizados à solidariedade nos momentos festivos

O Asilo São Vicente de Paulo recebeu no último Natal uma série de voluntários e empresas interessadas em contribuir de alguma forma com as idosas que moram no local. Contribuíram com o Asilo os seguintes órgãos e empresas: Secretaria de Estado de Educação do Paraná, Empresa Ouro Verde, Colégio Santa Maria, Influx, BHS Corrugated South América; Imobiliária Gonzaga, Shopping Cidade; Paroquia N. S. das Dores; Clínica Onodera; Agrotis; e funcionários, amigos e benfeitores da Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Casa Civil. Além destas contribuições, há também os voluntários que sempre se disponibilizam a levar uma ação de responsabilidade social às idosas. Um exemplo foi a voluntária Michele Pires que levou um grupo de idosas para almoçar fora, escolhendo o restaurante Veneza, em Santa Felicidade. Sensibilizado com o grupo de idosas, o restaurante deu o almoço em cortesia para o grupo. Outro exemplo foi a voluntária Ana Mariani, que por sua conta levou as moradoras para um dia descontraído na Chácara Evíssima. “Tivemos diversos apoios no mês de dezembro, como as doações, a reforma, passeios e atividades especiais oferecidas”, comenta a Assistente Social do Asilo, Suely Nascimento. Para ela, estas contribuições são muito importantes e ela percebe que existe uma mudança de visão das pessoas em relação ao trabalho voluntário, havendo ultimamente maior sensibilização para o 'fazer algo pelos outros'. “A gente percebe maior sensibilização nestes momentos de festa, mas queremos reforçar que a casa está o ano todo aberta para este tipo de ação”, afirma Suely, reforçando que o Asilo precisa é de ações de responsabilidade social, em que as pessoas levem algo que possa ser importante e útil para as idosas, à exemplo das diversas ações realizadas no final do ano.

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Espaço de Cultura ASP conta com cinco oficinas diferentes em 2013 No Espaço de Cultura ASP - Ponto de Cultura do bairro Tatuquara, as Oficinas de Contação de historias já começaram, com um grupo de crianças da comunidade. Esta oficina estimula a imaginação e criatividade, promove a socialização, apresenta livros e obras incentivando-os ao hábito e prática da leitura. Na oficina, são utilizados recursos diversos para sensibilizar as crianças. “Temos abordado de forma lúdica assuntos atuais como o 'bullying' com a história “Bia quer ser Bailarina” já apresentada no Cei brilho do Sol e Cras Monteiro Lobato”, comenta a educadora Daiane Galego. Conforme agendamento, a ASP pode levar esta oficina a escolas, ou outros grupos de crianças da região do tatuquara, para fazer a contação no local. O acervo de livros do Ponto de

Cultura está liberado para empréstimos das crianças e da comunidade.Cinco oficinas diferentes serão realizadas no Ponto de Cultura do Tatuquara até setembro de 2013. São elas: Contação de Histórias, que continuará paro todo o período do projeto; Educomunicação; Incentivo a leitura para Adultos; Ilustração; e Produção Gráfica e Escrita. As oficinas são voltadas para o público de crianças, jovens e adultos assistidos pelo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) da região do Santa Rita e Laguna, também Escolas da Rede Municipal. Este projeto integra a Rede Nacional de Pontos de Cultura, do Ministério da Cultura, através da aprovação em edital da Fundação Cultural de Curitiba. É apoiado pelo Fundo Municipal de Cultura – Programa de Apoio e Incentivo à Cultura do Município de Curitiba.

Capacitação dos Educadores do CEI Brilho do Sol e Brinquedoteca Durante a semana do dia 28 de janeiro a 1º de fevereiro, os professores e educadores que atuam nas unidades de atendimento às crianças, adolescentes e jovens – CEI Brilho do Sol e Brinquedoteca em Ação –, participaram da Semana Pedagógica proposta pela equipe técnica da Ação Social do Paraná. Quinze profissionais trocaram experiências e participaram de palestras voltadas para temáticas que os colaboradores vivenciam dia a dia. No último dia, o encontro foi dirigido a todos os profissionais da ASP com o tema “Primeiros Socorros”. A pedagoga do CEI, Salete Grechechem, organizou a programação da semana e

comentou que o objetivo principal foi para preparar os professores para o ano letivo, revendo temáticas a serem trabalhadas a partir do planejamento das unidades. Para a gestora do CEI Brilho do Sol e da Brinquedoteca em Ação, Andreia Alfaz: “esses encontros são de extrema importância na atuação. Foi possível trabalhar em uma semana todos os textos sugeridos pela Secretaria Municipal da Educação de Curitiba e assim pensar na dimensão integral da criança. Outro resultado importante é que pela capacitação ter ocorrido na sede da ASP houve a integração entre todas as equipes e setores”.

Conheça as atividades que aconteceram na semana: • Momento Cultural: A dificuldade de agradar a todos. • Multiplicidade de experiências e linguagens. • Alimentação Infantil. • Quem é responsável pela qualidade? • Segurança do Trabalho. • Cantos de Atividades na Educação Infantil.

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• Critérios para um Atendimento em Centro de Educação Integral que Respeite os Direitos Fundamentais das Crianças. • Apresentação dos jogos e as brincadeiras como construção social. • Palestrante sobre Assistente Social. • Estudo e Reflexão sobre a Prática Leitura e Contação. • Primeiros Socorros.


Da Moradia João Paulo II ao convívio familiar Entre os objetivos da Moradia João Paulo II está o resgate dos valores dos idosos que moram ali e também dos seus vínculos familiares. A proposta, como explica a gestora da unidade, Roberta Lourenço, é fazer com que o idoso tenha ali todo o atendimento necessário durante um período, mas que ao sair dali ele recupere sua dignidade e sua autonomia. A história do Sr. Francisco Antonio Pereira, de 79 anos, é um exemplo de um idoso que graças à Moradia resgatou seu contato com a família. O Sr. Francisco passou um tempo em um asilo em Curitiba antes de ir para a Moradia João Paulo II. A equipe o acolheu e passou a tentar localizar algum parente dele. “Ele estava com receios de retomar o contato com os filhos, pois sempre foi muito autônomo e não gosta da sensação de dar trabalho para a família”, comentou Roberta. Mas quando os filhos foram localizados o Sr. Francisco aceitou que eles fossem chamados para um café na instituição. Um dos

filhos foi até a moradia e ambos – pai e filho – se sensibilizaram com o tempo em que estavam afastados. Junto com outro irmão, o filho buscou o Sr. Francisco e eles voltaram para Umuarama, no interior do estado. “Eu sempre viajei muito, durante toda minha vida. Não procurava eles porque não queria incomodar ninguém”, conta Francisco, explicando que trabalhou por muitos anos como motorista de ônibus e caminhão, tendo rodado o Brasil inteiro. Mas foi maravilhoso reencontrar meus filhos. Me dou muito bem com minha família e eles estão me tratando muito bem. Está ótimo aqui”, conta Sr. Francisco, acrescentando: “o único problema aqui é o calor”. Ele diz ainda que pretende visitar Curitiba e que quando o fizer vai querer passar para tomar um café na Moradia João Paulo II. “O pessoal lá foi muito bom comigo. “É um atendimento maravilhoso e foi um lugar ótimo em que eu morei”, afirma.

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O CICLO DA

DISTRIBUIÇÃO DE

ALIMENTOS DA ASP

Mais de 1.700.000 kg de alimentos foram distribuídos somente no ano de 2012 para beneficiar milhares de pessoas por meio da Central de Distribuição da Ação Social do Paraná. Com recursos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Governo Federal, a Central de Distribuição adquire frutas, legumes e verduras produzidos por agricultores familiares. Os alimentos são distribuídos entre as entidades cadastradas na Rede de Entidades da Ação Social do Paraná (REASP) e são também utilizados para o preparo das refeições nas unidades dos Restaurantes Populares e demais projetos mantidos pela ASP. Este é um projeto que envolve diversos públicos: Agricultores Familiares, Governo Federal, Colaboradores da ASP, Entidades Sociais e pessoas das comunidades. Entenda melhor como funciona este projeto:

A aquisição do alimento Para receber os alimentos, a ASP está cadastrada no banco de entidades que fazem parte do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Os alimentos são adquiridos pelo governo diretamente de agricultores familiares e outros públicos cadastrados. Produtos comprados a preços adequados, de forma descomplicada, sem licitação e sem intermediários. Para participar o agricultor deve dirigir-se a um órgão ou entidade credenciado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, de posse do CPF e de dados acerca de seu

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estabelecimento de produção. Os alimentos que vão para a ASP são adquiridos pela Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, que atua como executora do PAA. De acordo com o responsável pela Central de Distribuição de Alimentos da ASP, Valdecir José dos Santos, os alimentos que distribuídos vêm de agricultores de diversas regiões próximas a Curitiba: Contenda, Lapa, Cruz Machado, Cerro Azul, Barra do Sul, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais, Francisco Beltrão e Morretes, em São Paulo a cidade de Registro participa do programa.


Valdecir comenta sobre a validade deste programa para os agricultores: “Eu vim da lavoura e a gente não tinha o apoio necessário para ficar lá. Hoje, pelo PAA o pequeno agricultor recebe este apoio”. Para o produtor rural Márcio Slige, que fornece seus alimentos para a ASP desde 2009, existem vários pontos positivos em fazer parte deste projeto. “Primeiro é você produzir e saber para quem entregar. Sem contar o preço pago pelos produtos e a venda direta, sem atravessador. Meu investimento na produção já teve retorno”, orgulha-se o agricultor, que comenta que vende para a ASP: brócolis, alface, salsinha, cheiro verde, couve manteiga e morango.

A distribuição “Os produtos são diversos e sempre são frescos. Eles vêm da lavoura e no prazo de um dia já são distribuídos para as entidades. A gente recebe desde o açúcar até o pé de alface”, afirma o gestor da Central de Distribuição de Alimentos. Hoje a Central tem capacidade para atender 280 entidades. Os períodos de cadastro de entidades são divulgados no site www.aspr.org.br e nesta Revista. Os alimentos são distribuídos gratuitamente, a partir de um cálculo de quantos alimentos a entidade precisa por semana. Apesar de ter uma rotina corrida, Valdecir comenta: “é muito gratificante ver que no final do dia alimentamos milhares de pessoas”.

Benefício para as pessoas As entidades que retiram os alimentos são asilos, creches, instituições de acolhimento, associações, entre outros. Para todas estas instituições, o alimento coletado na Central de Distribuição significa o principal alimento de seu público. Um exemplo é a Associação de Moradores São Miguel 1, que no Bairro CIC beneficia moradores das vilas Porto Belo, Barigui, Nova Conquista e Aquarela. A presidente da Associação, Cleuza Rodrigues Martins, explica que a associação existe para contribuir com os problemas emergenciais da população local.

Ela comenta que atua sempre em parceria com o CRAS e que o alimento retirado na ASP beneficia cerca de 370 pessoas cadastradas para receber o alimento. “A pessoa vem aqui, a gente preenche um cadastro e a gente vai fazer uma visita para verificar se a pessoa precisa mesmo daquele alimento e também para identificar outras necessidades daquelas famílias”, fala Cleuza. Para Cleuza, o alimento que vem da Central de Distribuição era uma necessidade básica urgente: “nós temos crianças por aqui que não conheciam tomate, por exemplo. Só conheceram agora”.

Informações para o cadastro de entidade Email: centraldedistribuicao@aspr.org.br (41) 3330-6221 Acesse: www.aspr.org.br

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Pesquisa revela perfil e nível de satisfação dos usuários do Restaurante Popular de Maringá Maior parte dos usuários é assalariada. A média de satisfação geral é de 9,4 A ASP é responsável pela administração de setes unidades de Restaurantes Populares, em Curitiba, Maringá, Londrina e Ponta Grossa. Com o objetivo de entender bem quem são os usuários e saber o nível de satisfação nestes espaços a ASP realizou uma parceria com a MM Pesquisas Sociais, que está aplicando pesquisas nestes locais. O Restaurante Popular de Maringá foi o primeiro local de pesquisa da empresa, que realizará também esta avaliação junto a Restaurantes Populares de Curitiba. O resultado da pesquisa de satisfação em Maringá é: numa escala de 1 a 10 a média geral de satisfação é de 9,4. Além da avaliação geral, foram avaliados 18 itens, entre eles: o ambiente, a qualidade dos alimentos, o sabor dos alimentos, a limpeza, o atendimento, o tempo de espera e a aparência da refeição. Todos os itens possuem médias iguais ou pouco inferiores à média geral. Entre os destaques desta avaliação está a boa avaliação da limpeza, do ambiente e do atendimento da equipe da ASP. Também destaca-se a qualidade da comida, avaliada com nota 9,2.

Com relação ao perfil dos usuários, revelou-se que há equilíbrio na quantidade de homens e mulheres que frequentam o local: 55,2% são do sexo masculino e 44,8% do sexo feminino. Já em relação à ocupação, a amostra pesquisada tem como 44% dos entrevistados os assalariados, seguidos pelos estudantes com 25%. Autônomos com 9%, do lar 7% e aposentados com 5%,somando 90%. Os 10% restantes se distribuem entre: empresários, desempregados, funcionalismo público trabalhadores domésticos e outros. O Gestor dos Restaurantes Populares da ASP, Adriano Ferreira, comenta que com a pesquisa a proposta é sempre para procurar a melhoria do serviço oferecido à população, garantindo o direito à uma alimentação digna. A margem de erro para a pesquisa é de 5% para mais ou para menos e um nível de confiança de 95%. Os dados foram colhidos entre Agosto e Novembro de 2012 com usuários do restaurante com idade acima de 16 anos. Fonte: Base de Dados (n = 288)

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Receitas BATATAS COM CREME DE ESPINAFRE

Ingredientes 6 batatas médias Sal para salgar a água a gosto Creme de espinafre: 1 maço de espinafre 1 cebola pequena 2 dentes de alho 1 colher (sopa) de manteiga 1 ovo 300 ml de leite 1 colher (sobremesa) de farinha de trigo 1 lata de creme de leite 50 gr queijo parmesão ralado folha de hortelã, shoyo.

Modo de preparo • Descasque as batatas, e as corte em fatias de 1,5 cm cada. • Cozinhe a batatas em fatias, ao ponto ao dente. Escorra e reserve. • Lave o espinafre e o hortelã. • Separe as folhas do talo do espinafre, pique tudo, inclusive o talo, mas os mantenha separado dividido a parte do talo e das folhas em duas folhas em partes iguais. • Pique a cebola, o alho, o hortelã, e os mantenha mantenha cada um deles separado. • Pré aqueça uma panela média, e derreta a manteiga, quando a manteiga estiver derretida acrescente o alho picado deixe refogar quase dourando acrescente a cebola e a parte do espinafre com os talos já picada e mexa constantemente até refoga acrescente a farinha de trigo, e deixe dourada mexendo sempre até alcança a cor caramelo claro.

desligue o fogo. E vá acrescentando o leite aos pouco,para não empelotar, quando todo o leite estive dissolvido ligue a chama em fogo baixo e deixe ferver mexendo sempre. • Quebre o ovo em uma tigela e bata para os misturar bem, e acrescente o ovo ao molho mexendo constantemente e cozinhe em fogo baixo até adquirir consistencia homogenea. • Pegue o liquidificador e bata o molho com o creme de leite , pulse o liquidificador algumas vezes acrescente o shoyu e o hortelã a gosto, e reserve. • Pegue o espinafre picado, as fatias de batata cozida e o molho. • Em uma refratária, regue o fundo dela como molho, uma camada de batata outras de espinafre picado, e repita o mesmo processo e finalize com o molho, e por final regue com queijo ralado. • E leve ao forno pré aquecido para gratinar.

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O maior milagre de Jesus Para os judeus, no tempo de Jesus, o dia começava ao anoitecer. Jesus morreu ao entardecer de sexta feira: 1º dia. Permaneceu sepultado o sábado, 2º dia, e ressuscitou no domingo à tarde, 3º dia. O que é ressuscitar? Aurélio, no Dicionário diz: “Ressuscitar é voltar à vida. Reviver. Renovar. Ressurgir. Ressuscitado é aquele que após a morte, recupera a vida”. Jesus é este Ressuscitado, revivido por sua própria força. Ele já havia, por si, se transfigurado (Mt 17), ressuscitado a outros, e por fim ressuscitou a si mesmo, porque a morte não domina a Deus. Algumas ressurreições: Ÿ a menina Talita Cumi e a filha única de Jairo, chefe da

Sinagoga, esta ressuscitada à distância, enquanto a outra ele pegou pela mão (Mc 5, 41 e 5, 35). Ÿ o jovem filho de uma viúva da cidade de Naim. Iam levando o morto ao cemitério. Jesus encontrou a procissão, mandou parar e disse ao falecido: “Moço, levanta-te”. Voltou a viver e a mãe o acolheu (Lc 7, 11). Ÿ o filho do Oficial do Império Romano, faleceu. Jesus foi avisado, e mesmo à distância o ressuscitou (Jo 4, 43). Ÿ o adulto, Lázaro, irmão de Marta e Maria. Jesus o tirou vivo do sepulcro depois de 4 dias de enterrado (Jo 11).

Se não cremos na ressurreição, nada vale a nossa religião.

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Para Deus não há mortos. (Não devemos rezar pelos mortos, mas com os mortos). Deus é Deus dos vivos (Ex 3, 4-7; Mt 22, 23). Todos os 27 livros do Novo Testamento falam da ressurreição de Jesus – festa que os cristãos celebram como Páscoa. Veja a ressurreição de Jesus: Evangelho de Marcos: 15-16; de Mateus 28, 1-8; de Lucas 24 e João 20-21. A maior festa dos cristãos não é o Natal, é a Páscoa. Se você repara bem, a Páscoa nos fala da vida contra a morte. Qual das duas vencerá? Cada estação do ano vem esta lição: No inverno e outono a morte desafia a vida: “Cadê as tuas flores, frutas, esses bilhões de flores nas quaresmeiras à beira da estrada que leva ao litoral? A primavera já responde: “Espere um pouco, e verá: campos verdes, flores e vida explodindo”. Nós não nascemos para a morte. Jesus nos garante: “Na casa do Pai há um lugar reservado para cada um de nós” (Jo 14).

Pe. Anacleto Ortigara – MS Santuário N. Sra. da Salette Curitiba – Pr Fone: (41) 3256-3625 E-mail: santuarionssalette@missasalette.com.br


SOVIDA: atendimento integral

a pessoas que vivem com o vírus HIV

Existe em funcionamento há 20 anos em Curitiba, no bairro Capão da Imbuia, uma instituição chamada SOVIDA, que oferece a pessoas vivendo com o vírus HIV uma casa de apoio, na qual acontece o atendimento integral a estas pessoas. A casa de apoio da SOVIDA tem capacidade para atender 25 pessoas. A gestora Marilene Duarte da Silva explica o funcionamento da instituição: “Nossos assistidos chegam até a casa por encaminhamento de uma Central de Vagas, muitas vezes debilitados. Eles permanecem aqui até estarem com a saúde recuperada, recebendo atendimento integral”. Marilene reforça a importância deste atendimento integral, que compreende não apenas o tratamento relativo à doença, mas sim em todas as necessidades básicas que o assistido possa ter neste período. A gestora comenta que isso envolve questões de saúde e também acompanhamento psicológico, espiritual e familiar. O fortalecimento de vínculo familiar é buscado pela equipe da SOVIDA desde o momento em que a pessoa chega a Casa, por meio de tentativas de contato e aproximação da família junto ao assistido.

O desafio do atendimento à pessoa vivendo com HIV/Aids é grande, segundo Marilene, não apenas no atendimento diário, mas também há o desafio de realizar a gestão da Casa, pensando em sua sustentabilidade por meio de parcerias e doações. “Apesar dos desafios, desde o início da gestão da ASP aqui na SOVIDA vemos que o trabalho é gratificante, pois aqui temos a certeza de que nossa atuação está promovendo a vida destas pessoas que chegam até nós”. As pessoas assistidas pelo SOVIDA, apesar da enfermidade, costumam comentar sobre o bom atendimento que têm no local. “Sempre que preciso recebo auxílio e informações necessárias sobre a doença HIV/Aids e o tratamento, podendo manter estável minha saúde”, diz Solange, de 46 anos, moradora da casa desde 2003. No mesmo sentido, Roberto, de 64 anos, que mora na casa desde 2002, comenta: “O SOVIDA trouxe tudo para minha vida, desde valores morais, como honestidade, até os cuidados básicos e primordiais para manter minha saúde e sobrevivência”.

Restaurante Popular do Pinheirinho recebe visita do Prefeito de Curitiba Gustavo Fruet, Prefeito de Curitiba, almoçou no Restaurante Popular do Pinheirinho no dia 7 de março com a equipe de sua gestão e o Padre José Aparecido. A Ação Social do Paraná gerencia a unidade desde o início, 29 de março de 2011, a inauguração veio como presente a cidade pelo seu aniversário. O objetivo da visita foi para que o Prefeito conhecesse o público que é beneficiado pela refeição, pelo custo de R$ 1,00, a estrutura física, bem como os colaboradores que

atuam diariamente no Restaurante. Além das apresentações, Gustavo Fruet conversou com os usuários do espaço a fim de saber o índice de satisfação de atendimento e as possíveis melhorias. A previsão é que as unidades Matriz, Sítio Cercado e Fazendinha também sejam visitadas. O Restaurante Popular do Pinheirinho tem a capacidade de servir 1000 refeições diárias, o atendimento acontece das 11h ás 14h, ou até o número de refeições serem ofertadas.

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Toca de Assis conta com novos equipamentos para sala de informática Alunos de Gestão Pública do Instituto Federal do Paraná realizaram um projeto que beneficiou a Casa de Acolhida Toca de Assis, mantida pela ASP. O projeto foi chamado pelos alunos de “Saindo da Toca”. Pela ação foi equipada a sala de informática para o aprendizado digital dos moradores, com computadores, mesas e cadeiras. Paulo Silva Junior, um dos estudantes que participou desta ação comenta que o projeto “Saindo da Toca” inicialmente pareceu desafiador, mas acabou se tornando uma experiência enriquece-

dora. “Conhecemos o importante trabalho realizado pela instituição que é o de resgatar a dignidade de moradores de rua, reinserindo-os à sociedade e ao convívio familiar e por isso escolhemos a Toca de Assis para nosso projeto”, comenta o estudante. Ele complementa, dizendo: “Foi emocionante quando vimos o brilho nos olhos dos acolhidos que pela primeira vez tiveram contato com um computar. Nos sentimos recompensados por oferecer a oportunidade aos acolhidos de se informatizarem e aumentar as chances de inserção no mercado de trabalho”.

Tenha em seu cardápio as informações nutricionais dos alimentos que você serve Está tramitando na Assembleia Legislativa do Paraná um projeto de lei que obrigará a divulgação e especificação das calorias, quantidade de glúten e o teor de sal dos alimentos nos cardápios de bares, restaurantes, redes de fastfood e lanchonete. Conte com a Ação Social do Paraná para qualificar as informações nutricionais do seu cardápio! A instituição, que atua na área da Segurança Alimentar e Nutricional, oferece como serviço a análise das informações nutricionais para o cardápio de restaurantes, bares e lanchonetes.

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Entre em contato: (41) 3330 6200 asp@aspr.org.br www.aspr.org.br


Em 2012, quase 1 milhão e 700 mil pessoas foram beneficiadas pelos Projetos Sociais e Unidades de atendimento da ASP O atendimento da Ação Social do Paraná, através de seus projetos sociais e suas unidades, somou em 2012, 1.668.461 pessoas beneficiadas diretamente. Além da quantia de 1.761.833,34 quilos de alimentos distribuídos a 180 entidades sociais de Curitiba, Região Metropolitana e áreas próximas da Capital. Com isso, a ASP está fortalecendo a atuação no Paraná, nas áreas de Assistência Social, Educação e Segurança Alimentar e Nutricional, aproximando-se da visão descrita pela entidade: “Ser referência estadual e nacional em desenvolvimento solidário e sustentável”.

Área

Local de realização

Projeto

Atendimentos em 2012

Educação

Centro de Educação Infantil Brilho do Sol

Tatuquara - Curitiba

122 crianças atendidas – de 1 a 5 anos

Assistência social

Asilo São Vicente de Centro Dia

Juvevê - Curitiba

162 moradoras

Centro Dia

Juvevê - Curitiba

298 usuários atendidos

Moradia para Idosos João Paulo II

Mercês – Curitiba

14 moradores da República

Oficinas Socioeducativas

Vilas Acrópoles, Palotinos, São Cristóvão, Vila Santa Rita, Vitória Régia - Curitiba

553 participantes

Casa de Acolhida Toca de Guaíra - Curitiba Assis

41 moradores

Brinquedoteca em Ação

Tatuquara – Curitiba

56 crianças e adolescentes atendidos.

Biblioteca Comunitária Ponto de Cultura

Tatuquara - Curitiba

60 crianças e adolescentes - de 6 a 14 anos

Jovens Empreendedores em Formação

Tatuquara - Curitiba

48 usuários e 65 certificações

Fundo Diocesano de Solidariedade

Curitiba e Regiões

2590 atendidos diretos e indiretos

Central de Distribuição

Paraná: Curitiba, Pontal do Sul, Bocaiúva do Sul, Morretes, Agudos do Sul, Embaú, Colombo, Rio Branco do Sul, Almirante Tamandaré, Araucária, São Jose dos Pinhais, Pinhais, Balsa Nova, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Contenda, Mandirituba, Piraquara, Quatro Barras e Castro. São Paulo: Registro

1.761.833,34 kg quilos de alimentos distribuídos e 180 entidades beneficiadas.

Sítio cercado, Fazendinha, Pinheirinho e Centro - Curitiba

1.240.000 usuários atendidos

Centro – Londrina

118.000 usuários atendidos

Restaurante Popular de Maringá

Vila Olímpica – Maringá

251.000 usuários atendidos

Restaurante Popular de Ponta Grossa

Centro – Ponta Grossa

55.500 usuários atendidos

Segurança Restaurantes Populares Alimentar e de Curitiba Nutricional Restaurante Popular de Londrina

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A Ação Social do Paraná (ASP) é uma instituição sem fins econômicos, membro da Cáritas Brasileira. Atuando desde 1944 no Paraná, a ASP trabalha em prol de uma sociedade justa e solidária. A solidariedade é praticada no dia a dia com as famílias, as pessoas idosas, as crianças e adolescentes e com pessoas em situação de rua. Também exerce solidariedade ao dividir o alimento, garantindo uma alimentação saudável a milhares de pessoas e valorizando o trabalhador do campo.

Projetos ASP:

- Centro de Educação Infantil Brilho do Sol

- Asilo São Vicente de Paulo

- Nutri ASP Brasil

- Restaurantes Populares de Curitiba

- Banco de Alimentos / Central de Distribuição

- Moradia João Paulo II

- Restaurante Popular de Londrina

- Brinquedoteca em Ação

- Oficinas Socioeducativas

- Restaurante Popular de Maringá

- Casa de Acolhida Toca de Assis

- Espaço de Cultura ASP

- Restaurante Popular de Ponta Grossa

Contribua com os projetos da ASP Você já pensou em apoiar a ASP e fortalecer o trabalho e atendimento das idosas do Asilo São Vicente de Paulo, as crianças da Creche Brilho do Sol ou as pessoas portadoras do HIV/AIDS (soropositivos) do SOVIDA? Faça uma doação e contribua para o resgate da dignidade humana e a cidadania plena dessas pessoas! BANCO ITAÚ: Ag. 0274 CC 77798-6 BANCO BRADESCO: Ag. 2394-9 CC 14293-0 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL: Ag. 1633 CC 2854-8 BANCO DO BRASIL: Ag. 3007-4 CC 28267-7 Acesse nosso site www.aspr.org.br e veja outras formas de doação. Em nossa homepage hoje também encontra outros projetos que a ASP é mantenedora. AÇÃO SOCIAL DO PARANÁ Baltazar Carrasco dos Reis 1787. CEP: 80230070 | Curitiba -PR. TEL: (41) 3330-6200. www.aspr.org.br

Francisleine Moleta Desde 2011 a voluntária Francisleine Moleta mobiliza seus alunos e amigos para organizar encontros com os idosos que vivem na Moradia João Paulo II. A lista de eventos já organizados é grande: “já realizamos churrascos na moradia e fora dela, bailes com concurso de piadas e café da tarde, festa junina com brincadeiras, quitutes e bingo, confraternização de Natal, entre outros”. Francisleine trabalha com psicologia clínica e leciona em uma Faculdade. Ela comenta que começou a promover encontros na Moradia pensando inicialmente e possibilitar uma formação mais humanizada aos seus alunos. Já a partir dos primeiros encontros ela foi criando uma relação de afeto com os moradores e então passou a envolver não apenas seus alunos nos encontros, mas também seus amigos. “O carinho e respeito com que sou recebida pelos moradores e profissionais responsáveis pela Moradia me faz sair de lá sempre com o desejo de voltar”.

Espaço do Voluntário

Revista ASP  

Revista ASP edição fev-mar 2013 produzida por sintática comunicação

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