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Índice

10 Diesel S-50

4 Entrevista

12 Perfil

Celso Pinho, gerente-Executivo de Automotivos 1, da Petrobras Distribuidora

6 Jurídico

Lapso temporal para penalidades

7 Atividade Sindical Visita da ANP

8 Capa

Motores com novas tecnologias História da rede de postos Bola Sete

14 Mensagem do Sindmat

Em debate, carga e descarga de combustíveis feitas pelo próprio motorista

E mais: Orientações sobre o cadastro junto à ANP, Carta-frete, Festa do Revendedor de MT e Encontro de Revendedores de MS

Panorama do transporte de combustíveis pelas ferrovias

A SindiNews tem tiragem de 1.500 exemplares e é um dos principais veículos de informações do setor de revenda de combustíveis de Mato Grosso. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo) representa regionalmente cerca de 1.000 postos. Sua sede está localizada na rua Manoel Leopoldino, nº 414, Araés. Cuiabá-MT. CEP: 78.005-550. Telefone: (65) 3621-6623. Presidente: Aldo Locatelli 1º Vice-presidente: Paulo Eduardo Emboava 2º Vice-presidente: João Marcelo G. F. Borges 1º Secretário: Bruno Borges 2º Secretário: Eduardo Piccini 1º Tesoureiro: Ranmed Leite Moussa 2º Tesoureiro: Joaquim Carvalho Moraes Suplentes da Diretoria: Jaeder Batista Carvalho, Rodrigo dos Santos Osmar, Ramsés Victor Castoldi e José Luis Demeneghi Conselheiros fiscais: Fábio Delfino de O. Marques, Gilberto Gomes Junior, Paulo César Borghette de Melo, Felipe David Cerutti, Rodrigo Trevisan e Benedito Pedro Gonçalves.

Diretor-executivo: Nelson Soares Júnior Jornalista responsável: Simone Alves – DRT/MT 1493 Assessoria de imprensa: jornalismo@sindipetroleo.com.br Revisor Ortográfico: Leony Lemos - (65) 9215-4568 Impressão: Gráfica Defanti Programação Visual: Diretor de Arte: Marcos Garbin

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Fale com o Sindicato Gerente administrativo: Jonil Marques contato@sindipetroleo.com.br Atendimento ao associado: administrativo@sindipetroleo.com.br atc1@sindipetroleo.com.br www.sindipetroleo.com.br Curta o Sindipetróleo /sindipetroleomt


PALAVRA

DO PRESIDENTE

Olhos maiores sobre o setor de combustíveis A nova diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, é a primeira mulher a assumir o alto posto da agência reguladora do nosso setor, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, uma autarquia vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Logicamente, ela trará seu toque feminino à função que sempre abrigou homens. Mas que não se confunda a delicadeza feminina com fragilidade. Magda Chambriard é conhecida pela técnica e pela firmeza. Demonstra preocupação com a imagem do órgão e de todos os setores que envolvem a cadeia de combustíveis perante a sociedade. Por isto ela já planeja, sem muito alarde, ampliar a fiscalização, deixando-a mais ágil. A exploração e o refino de petróleo estão entre as atividades a ser fiscalizadas. Para a revenda e distribuição de combustíveis também já foram reservadas metas de vistorias. Uma prova disso é o início da divulgação de um boletim periódico sobre a “Fiscalização do Abastecimento em Notícias”, que tem o objetivo de apresentar à sociedade as estatísticas da fiscalização e as principais motivações das infrações cometidas para que os agentes econômicos possam reduzi-las. O primeiro relatório, que pode ser acessado no site da ANP ou na página do Sindipetróleo, destaca números de todo o ano de 2011, mas a previsão é de que este documento seja divulgado trimestralmente. A expectativa é de que o próximo boletim seja um bom termômetro para avaliarmos o quão a fiscalização pode aumentar. Em 2011, somente no Centro-oeste, foram realizadas 3.214 visitas e o número só tende a crescer, já que a ANP tem intensificado esforços para isto. Não temos que temer a fiscalização. Ela só tende a acrescentar ao nosso setor, isto, claro, se ela não estiver envolta de excessos, sendo comedida, para realmente alterar comportamentos. Mas nós acreditamos no bom- senso dos agentes fiscalizadores. Unindo o Centro-Oeste Nesta oportunidade, convido todos os colegas a participarem do 1º Encontro de Revendedores da Região Centro-Oeste. Além de apoiar o Sindicato do Estado vizinho, o Sinpetro, nossa presença neste importante evento oportunizará a prévia promoção do 2º Encontro Regional, a ser realizado em Cuiabá, em 2013. Obtenha mais informações sobre o Encontro nesta edição. Saudações a todos!

Aldo Locatelli 4

Líder no mercado de combustíveis, a Petrobras Distribuidora há muito tempo participa com força do segmento de combustível em Mato Grosso. Negociações, que levaram a fusões e saídas de marcas no mercado, abriram ainda mais espaço para a atuação da bandeira em nosso Estado. Em entrevista à Revista SindiNews, o gerente-executivo de Automotivos 1 da empresa, Celso Roberto de Aguillar Pinho, é quem fala sobre este cenário de expansão. Na visão da empresa, por que Mato Grosso atrai investimentos da companhia? O mercado de distribuição de combustíveis no Brasil vem sofrendo diversas modificações ao longo de sua história. A Petrobras Distribuidora, como empresa brasileira, pelo compromisso que tem com o país, tem dentre seus objetivos estratégicos o crescimento e consolidação dos mercados nos quais atua, com rentabilidade e responsabilidade sócioambiental. Assim sendo, sua participação nos movimentos de fusões/aquisições, que aconteceram recentemente, estava alinhada com a estratégia da Companhia. Uma vez que o PIB do Mato Grosso está crescendo acima do PIB brasileiro, o Estado possui hoje uma posição privilegiada no cenário nacional, possibilitando a atração de investimentos. Neste contexto, o mercado de distribuição também tem se desenvolvido, proporcionando a sustentação necessária para os investimentos na rede de postos e na ampliação da infraestrutura logística para o atendimento ao mercado de Mato Grosso. Na área de distribuição, o que representa a marca hoje no Estado? A participação da BR no Estado é de liderança, tendo o maior share entre todas distribuidoras filiadas ao Sindicom. Essa posição confere à BR maior responsabilidade no desafio de atender à crescente demanda do Estado. Em contrapartida, esse cenário confere a sustentação necessária para investirmos mais em Mato Grosso. Qual a previsão de investimentos para o segmento em Mato Grosso? O que a Petrobras Distribuidora deve focar: bandeira branca ou abertura de novos postos? A Petrobras Distribuidora realizou investimentos na sua rede de postos em Mato Grosso que totalizaram mais de R$ 30 milhões entre 2009 e 2011. Anualmente, são feitos investimentos tanto na nossa rede de postos quanto na conquista de novos clientes. Neste momento, estão sendo feitos estudos no sentido de melhorar nossa malha logística no Estado, com a possibilidade de construção de uma base de distribuição de combustíveis em Rondonópolis, que possibilitará um maior aproveitamento do modal ferroviário pela BR, trazendo maior confiabilidade e flexibilidade às nossas operações. Esta base contará ainda com um alto nível de automação, trazendo ganho de produtividade e redução de custos nas operações de distribuição. Pode fornecer mais detalhes sobre a importância da ferrovia para o transporte de combustíveis? A Petrobras Distribuidora finalizou em 2010 seu Plano Diretor de Logística (PDL), que contempla os principais projetos de investimentos na logística de distribuição de combustíveis e lubrificantes em todo o país. Para abastecer o mercado de Mato Grosso, a BR hoje utiliza tanto o modal rodoviário quanto o ferroviário, sendo previstos no PDL investimentos de curto, médio e longo prazos, visando suportar o crescimento previsto para o mercado do Estado. No curto prazo estão sendo investidos


Gerente-Executivo de Automotivos 1, da Petrobras Distribuidora

cerca de R$ 5 milhões na Base de Alto Taquari. Este projeto irá duplicar a velocidade e capacidade de descarregamento dos vagões-tanques no terminal, bem como disponibilizar mais uma baia de descarregamento de produtos que chegarão por via rodoviária, aumentando o estoque de produtos disponíveis. Já na base de Cuiabá, encontra-se em finalização um projeto de instalação de equipamentos que possibilitará a distribuição do Diesel S-50 para o mercado. No médio prazo está prevista a interligação dos tanques da antiga base da Cia SP/Agip com a atual Base de Cuiabá, possibilitando a armazenagem de Gasolina Podium e o aumento de tancagem dos demais produtos. No longo prazo, estuda-se a construção de uma Base de Rondonópolis, conforme citado acima. Há outras bases que servem para reforço da malha logística, como, por exemplo, a base localizada em Miritituba (no Pará), que será mais uma opção para a Rede BR localizada na região de Nova Mutum, Lucas do Rio Verde , Sorriso e Sinop (Fronteira da Soja). Para estas localidades, o município de Miritituba fica à mesma distância de Alto Taquari, possibilitando flexibilidade no atendimento a estes municípios. Com esses investimentos por parte da BR e com a conclusão do asfalto da BR-163, o Estado ficará sendo abastecido tanto por ferrovia (Rondonópolis e Alto Taquari) como por hidrovia (Miritituba PA), permitindo maior flexibilidade e controle da malha de suprimento. Qual a previsão de expansão do S-50? O diesel S-50 está sendo comercializado no Estado desde o início do ano. Em função da demanda crescente,

Foto: Divulgação

Petrobras estuda melhorias no transporte de combustíveis

ENTREVISTA

Celso Roberto de Aguillar Pinho

Celso Pinho recentemente assumiu a Gerência Automotiva 1

já foi instalada uma estrutura na Base de Cuiabá para que a venda a partir da capital mato-grossense tenha atendimento imediato. Com a entrada em operação da Base de Cuiabá, estima-se vender três vezes mais Diesel S-50 do que o volume atualmente vendido. Uma mensagem aos revendedores... A Petrobras Distribuidora seguirá envidando todos os esforços de maneira a propiciar as melhores condições competitivas à sua rede de postos em Mato Grosso,através da diferenciação pela excelência na qualidade dos combustíveis comercializados e pelos serviços prestados em suas franquias BR Mania e Lubrax + .


JURÍDICO

Resolução estabelece lapso temporal para a aplicação de penalidades Entrou em vigor a Resolução n° 08/2012, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A nova regulamentação veio complementar a Lei n° 9.847/99, visto que a mesma não estabelece um lapso temporal para a aplicação de penalidades decorrentes de agravamento de pena de multa pela existência de antecedentes, conforme art. 4° da Lei 9.847/99, e para aplicação das penalidades decorrentes da constatação de reincidência, previstas nos §§ 1° e 4° do art. 8°, no art. 9° e nos incisos II e III do art. 10°. Sendo assim, destacamos o período de tempo estabelecido para cada item: Reincidência - Não considerar condenações anteriores, se entre o julgamento definitivo da infração anterior e do cometimento da infração em julgamento tiver decorrido período de tempo igual ou superior a 2 anos. 2°Reincidência - Nova conduta infracional precedida por duas condenações definitivas. Antecedente para fins de multa - Condenação definitiva ocorrida nos 5 anos anteriores à data de conclusão da fase de instrução do processo em julgamento.

não apenas o fato penal, por tratar-se de princípio constitucional relativo ao poder punitivo do Estado, devendo a norma retroagir para alcançar os casos em análise, mesmo quando a conduta infracional ou sua condenação definitiva tenha ocorrido antes da publicação da presente resolução. Fonte: Fecombustíveis

Atividade Sindical

Punição anterior (para as penas previstas no § 4° do art. 8, no art. 9° e no inciso II do art. 10° da Lei 9.847/99) – Não será considerada punição anterior se entre a data de condenação e a prática da nova infração decorrer período de tempo igual ou superior a 2 anos. Importante destacar que agência não definiu na resolução regras sobre a possibilidade de retroação para os casos em curso que ocorreram antes da publicação da mesma. Contudo, considerando que não existia previsão legal, e que o intuito maior é suprir uma lacuna existente na lei e garantir a segurança jurídica do sistema nacional de abastecimento, deve-se arguir a retroação da resolução para os casos em curso, através de defesa, alegações finais, pedido de revisão ou pelo Judiciário, com fundamento no princípio da retroatividade da norma mais benéfica, conforme dispõe o art. 5°, inciso XL da CRFB, que alcança também o fato administrativo, e 6

Diretoria do Sindipetróleo e representantes da Fenepospetro em reunião sobre a Convenção Coletiva

Homologada a Convenção Coletiva de Trabalho 2012/2013 Foi homologada, no dia 04/04/2012, a Convenção Coletiva de Trabalho com vigência de 1° de março de 2012 até 28 de fevereiro de 2013. Assinam o documento o Sindipetróleo e a Fenepospetro. A data-base é 1º de março. Acesse no site do Sindicato a íntegra da Convenção Coletiva 2012/2013.


Diretoria do Sindipetróleo em reunião na sede da entidade

Sindipetróleo recebe agentes da ANP Fiscais da Agência Nacional do Petróleo recentemente estiveram na Capital e também em cidades do interior vistoriando postos de combustíveis, atuando principalmente naqueles postos com documentos desatualizados. No dia 8 de março, a equipe da ANP visitou a sede do Sindipetroleo, onde ouviu dos diretores da entidade local a cobrança por uma atuação mais frequente. Os fiscais reforçaram a necessidade de aumentar cada vez mais a comunicação com o revendedor, informando-os sobre os pontos que mais geram infrações. Citaram que a ANP também busca realizar este trabalho na área da comunicação não só junto ao revendedor, mas também aos consumidores. Quanto às infrações, os agentes reforçaram os seguintes pontos que mais geram multas ou notificações: produto fora das especificações; não atualizar dados cadastrais; não cumprir notificação; quadro e placa informativa – ausência ou desacordo; controle de qualidade – Registro de análise da qualidade – Não apresentação; bomba medidora – Aferição Irregular; entre outros motivos.

Fotos: Sindipetróleo

Atividade Sindical


Arquivo/ALL

CAPA

PANORAMA

Logística de transporte pede equilíbrio entre os modais A participação do modal rodoviário se elevou consideravelmente a partir de 1960, estimulada pela vinda das indústrias automobilísticas. Colaborou para isto o histórico de insuficiência de outros modais, como o ferroviário. O transporte, seja ele de grãos, fertilizantes ou de combustíveis, é baseado principalmente no modal rodoviário, responsável por, em média, 60% do setor no Brasil. Mas um modal, ainda pouco competitivo, pelo menos quando se trata de transporte de combustíveis, chama a atenção: o ferroviário, que alcança aproximadamente 20% de todo o setor no País e vem avançando aos poucos. E a quantas anda o transporte de combustíveis via ferrovia? Ouvindo representantes de diversas entidades, confirmamos: o Brasil ainda não alcançou a plena fase de expansão das ferrovias e, portanto, está longe de reduzir o custo operacional do transporte de cargas, sobretudo o dos combustíveis.

Ferrovia em Mato Grosso Ouvimos também a América Latina Logística (ALL), responsável pela Ferrovia Senador Vicente Vuolo (Malha Norte que se liga à malha Paulista e também chamada de Ferronorte), em Mato Grosso, e concessionária do terminal de Alto Taquari, no Estado, desde 2006. Os trilhos neste trecho de ferrovia alcançam 1.440 quilômetros de Alto Araguaia ao Porto de Santos. Atualmente, o sistema ferroviário brasileiro totaliza 30.051 km de extensão, somandose o tamanho dos 13 corredores de escoamento. A linha que passa por Mato Grosso é um deles.

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Petrobras e Raízen trazem combustível para Mato Grosso nos vagões da ALL, uma concessionária que anuncia novos investimentos

Conforme o gerente de Líquidos da ALL, Luis Gustavo Vitti, desde 2001, Mato Grosso recebe gasolina e óleo diesel com origem em Paulínia (SP) e destino ao terminal de Alto Taquari, inaugurado neste mesmo ano. De Alto Taquari, sai o álcool produzido no Estado, rumo a Paulínia. O transporte de biodiesel pela ferrovia iniciou no ano passado. “Atualmente, movimentam via ferrovia em Mato Grosso a Raízen e BR. Há ainda outros contratos em negociação”, comenta Gustavo. Vagões destinados exclusivamente para o transporte de diesel S-50 pela ferrovia ainda são uma questão em análise, mas outros planos já estão em andamento. “Para os próximos anos, no mercado de combustível temos vários projetos, que incluem a criação de terminais em Rondonópolis, o início do transporte do biodiesel em MT para o mercado de São Paulo (que deve ocorrer ainda em outubro deste ano) e também estamos nos detalhes finais de projetos envolvendo importação e exportação de combustíveis via Santos e Paranaguá”, explica o gerente da ALL. Mesmo com a previsão de crescimento que envolve o sistema de transporte ferroviário, dominado pelas concessionárias e grandes trades, muitos são os gargalos físicos e operacionais do sistema ferroviário. É elevada a invasão da faixa de domínio, é elevado o número de cruzamento de ruas com linhas de trem e a interligação com os portos tem muito a ser desenvolvida.


Segundo a Pesquisa CNT (Confederação Nacional do Transporte) de Ferrovias 2011, a participação do capital privado no modal ferroviário brasileiro foi 18,5 vezes maior do que o fomento público. De 1997 a 2010, as concessionárias investiram R$ 24 bilhões, enquanto que no mesmo período a União aplicou apenas R$ 1,3 bilhão. “É fato que o sistema ferroviário ressurgiu depois das concessões, mas, assim como Vuolo, acredito que as parcerias entre iniciativas pública e privada são o caminho ideal para que as ferrovias alcancem seu potencial e atinjam patamares internacionais. Não podemos jogar toda esta responsabilidade sobre as concessionárias”, defende o presidente-executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários, Rodrigo Vilaça.

Governo de Mato Grosso almeja a construção de trecho rodoferroviário entre Cocalinho e Água Boa

Iniciativa privada Todos os entrevistados concordam que estamos atrasados em todos os sistemas de transportes de cargas. “Há muita burocracia para construção das ferrovias. Além disso, há uma inversão de interesses. Os modelos de concessões atendem muito mais às concessionárias. Só mesmo aumentando os investimentos públicos é que conseguiríamos reduzir com mais intensidade os custos operacionais e talvez até o preço final das cargas”, analisa o secretárioextraordinário de Estado de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo. Os números confirmam a avaliação de Vuolo.

Vilaça também defende melhor uso do potencial de todos os modais. Para ele, o Brasil tem condições amplas de fazer um trabalho combinado. “Eu atuo no ramo de transportes e não gosto que meus caminhões viagem mais de 1.000 quilômetros. Longas viagens significam mais acidentes e maior manutenção de frota, perdas de cargas e maior impacto ambiental. Estes são problemas que podem ser amenizados com uso equilibrado de cada modal”, destaca.

Ferrovia Centro-Oeste

Um tanto longe de acontecer, pois está apenas no projeto inicial, é a construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), cujo responsável pela construção é a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias. Esta ferrovia deve atender as regiões do Araguaia, médio norte e norte do Estado. Para este corredor de escoamento de cargas, o governo de Mato Grosso pleiteia a construção de uma rodoferrovia sobre o Rio das Mortes, entre os municípios de Cocalinho e Água Boa, visando atender também a MT-326. O acesso à rodovia será imprescindível para o abastecimento do futuro Terminal Ferroviário de Água Boa. Por sua vez, estas estruturas também propiciam a construção de bases de armazenamento e distribuição de combustíveis.

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DIESEL S-50

Novo combustível, novas tecnologias Reduzir progressivamente a emissão de poluentes no ar é o objetivo do Proconve P7. Mas a redução de partículas poluidoras é realmente eficiente ao se aliar o combustível com menos enxofre (S-50) com um motor diferenciado. Neste caso, duas tecnológicas devem ser observadas atentamente pelo proprietário do posto e também pelos colaboradores.

Tecnologia SCR

Tecnologia EGR

A tecnologia SCR (Selective Catalyst Reduction) vem sendo aplicada nos veículos médios, semipesados, pesados e extrapesados. O objetivo desta tecnologia é reduzir a emissão de Óxido de Nitrogênio dos gases de exaustão por meio de uma reação química. Por isso, quando for abastecer um caminhão P7, será necessário abastecer também com ARLA 32 (ureia). Desta forma, o resultado da combustão do combustível será nitrogênio e água, dois produtos inofensivos à natureza.

A tecnologia EGR (Exhaust Gas Recirculation) vem sendo aplicada nos veículos leves. Este sistema tem por princípio reinjetar parte dos gases de escape na câmara de combustão, de modo a reduzir a temperatura no interior do motor para que as emissões de NOx também sejam reduzidas. Os veículos leves também serão dotados de um filtro de partículas (DPF) para reduzir a emissão de fuligem ao limite permitido pela legislação.


Promovendo os novos motores O consumo de S-50 tem crescido lenta e gradualmente. Atualmente, o aumento na velocidade no consumo do produto menos poluente esbarra na falta de caminhões com tecnologia diferenciada nas ruas. Os postos são obrigados a adaptar os tanques. Mas, e as montadoras e concessionárias? O que elas estão fazendo para ajudar a promover o combustível com menos enxofre? O Sindipetróleo aponta a seguir algumas ações com este objetivo. A Scania, montadora sueca, iniciou uma campanha publicitária para promover sua linha de ônibus e caminhões 2012. O conceito da campanha inclui apresentações da nova linha com tecnologia Euro 5 e de pacotes com vantagens especiais aos clientes, além da oferta de Arla 32. Uma campanha que chama a atenção é “Caravana Fest Drive”, evento da Volvo que passará por 12 estados brasileiros em 2012, com previsão de parada em Cuiabá em 14 de setembro. Assim como outras marcas, a Ford lançou na internet diversos vídeos que promovem o S-50, além das propagandas televisivas. Já a concessionária Mônaco Diesel, em coffee break, apresentou a nova linha da Volkswagem a um grupo seleto de interessados em comprar caminhões. Em uma pesquisa rápida, junto às concessionárias especializadas em comercializar caminhonetes, o Sindipetróleo percebeu que o teste drive é uma das melhores ações de marketing. Os testes drive visam demonstrar a economia, baixo índice de emissão de poluentes e a potência dos motores quando abastecidos com o novo diesel S-50.

Novos tipos de diesel com novas cores A partir de 1º de julho, o óleo diesel S-500 (comercializado nas regiões metropolitanas em outros estados) receberá corante vermelho e ficará proibida a adição de corante ao óleo diesel S-1800, que é o combustível revendido pelos postos de Mato Grosso. A mudança está prevista na Resolução Nº 65, da ANP, que estabelece as especificações e as obrigações quanto ao controle da qualidade a serem cumpridas para todo o óleo diesel comercializado no território nacional. Atualmente, o óleo diesel S-1800 possui coloração vermelha e o óleo diesel S-500 é ligeiramente amarelado. Com a nova Resolução, o óleo diesel S-500 receberá corante vermelho e o óleo diesel S-1800 exibirá sua cor amarela natural (podendo apresentarse ligeiramente alterado para as tonalidades marrom ou alaranjada devido à adição de 5% de biodiesel). A medida visa evitar que o óleo diesel S-500 possa ser vendido ou confundido como óleo diesel S-50 ou S-10, de coloração semelhante.


PERFIl

História da gente

Município de Araputanga, onde os irmãos Piveta se enveredaram pelo comércio de combustíveis

Rede de Postos Bola Sete: integrando a história de Araputanga e região

Entre os descendentes de italianos espalhados pelo nosso Brasil estão os irmãos Denilson, Vandilson e Vandermilson Piveta. Hoje, revendedores de combustíveis, vieram do interior de São Paulo. Chegaram a Mato Grosso no ano de 1975, período em que se intensificou a exploração econômica da madeira no Estado. Em 1985, já instalados em Araputanga (345 km a noroeste de Cuiabá), iniciaram no ramo de combustíveis. Esta empreitada surgiu para eles como um grande desafio, já que não haviam trabalhado antes no setor do comércio. “Tínhamos experiência apenas na agricultura. Éramos uma família focada na atividade rural, cultivando laranja, limão, café e canade-açúcar, dentre outras atividades desenvolvidas no Estado de origem”, conta Denilson. Hoje os irmãos administram quatro postos, sendo três localizados em Araputanga (Bola Sete, Portal da Amazônia e Colina) e um em Figueirópolis D´Oeste (Posto Bola Sete – Filial). Sempre contaram com o apoio dos pais, o ‘Seo’ Vilson, já falecido, e dona Vanda, que faz questão de continuar junto com os filhos à frente dos postos. Neste ramo desde 1985, procuram demonstrar transparência aos clientes. Através de um portal, colhem sugestões para melhorar cada vez mais o atendimento. A página da rede de postos possibilita o acesso dos consumidores à empresa, abrindo inclusive espaço para comentários daqueles que estão na ponta da cadeia de comercialização de combustíveis. “Nossos clientes são como nosso patrimônio, independente de ser grande ou pequeno consumidor, por isto temos que preservá-los e ouvi-los”, destaca Denilson. A família já tem 27 anos na revenda de combustíveis, tempo mais do que suficiente para projetar mudanças nesta atividade tão dinâmica. “Não é possível prever exatamente o futuro, mas a grande preocupação mundial com o meio ambiente pode provocar uma revolução neste setor varejista, principalmente com a entrada de fontes de energia menos poluentes, tal como a energia elétrica, haja vista a oferta de automóveis híbridos que já estão no mercado”, analisa Denilson. 12

Rede de postos Bola Sete vence os desafios diários para consolidar suas marcas


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MENSAGEM DO SINDMAT

“Proibição” dos motoristas dos caminhõestanques de participarem das operações de carga e descarga gera preocupação Por Gilvando Alves de Lima *A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou recentemente a Resolução nº 3.762, de 26 de janeiro de 2012, que altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, aprovando as Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos, tendo em vista a necessidade de ajustes para regularizar a aplicação das disposições da Resolução nº 3.665/11. Em vigor desde 7 de maio deste ano, ela muda a postura do motorista dos veículos de transporte de carga. Em seu artigo 25, o texto do documento diz que “O condutor não participará das operações de carregamento, descarregamento ou transbordo de carga”. Em qualquer tipo de transporte de carga, o fator segurança é prioridade. Esta preocupação o setor de transporte sempre teve, não por pura obrigação, mas por ter a certeza de que no transporte inseguro uma vida está em jogo. Temos preocupação também com os riscos que atingem as finanças do empresário que contrata o frete e também com o risco de acidentes para os demais condutores e para o meio ambiente. Entretanto, após avaliação do assunto a entidade buscou ouvir os associados do setor e do diretor responsável pelo segmento de combustíveis, principalmente quando tivemos a informação da Medida Liminar Concedida ao Sindicato Nacional das Distribuidoras -SINDICOM. Como era de se esperar, por se tratar de assunto polêmico, não identificamos uma unanimidade das opiniões, entretanto a visão preponderante é a de que o segmento está

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passando por grandes transformações, sendo a maior delas com o advento da Nova Lei que regulamenta a profissão de Motorista. Tal discussão não poderia ter vindo em melhor momento, pois, a rigor, a visão majoritária entende que o motorista tem uma função específica e a prestação de serviço de transporte implica em transitar do ponto de origem ao de destino transferindo situações de responsabilidade ao remetente, bem como ao destinatário. Assim, se o processo de carregamento é responsabilidade do embarcador e a descarga do destinatário pelos documentos fiscais que acompanham o conhecimento de transporte, uma vez que sob a ótica da Justiça do Trabalho para que empresários transportadores não venham sofrer no futuro ações por desvio de função, esta seria a defesa para que a resolução mantivesse o artigo 25. Mas agora, como o assunto passou a ser discutido juridicamente, é importante que passe inclusive pela análise da Justiça do Trabalho neste ponto particular, pois o que o empresário transportador precisa, além de todas as outras providencias que já toma para garantir segurança em todos os níveis, é da segurança jurídica para que não o desvie da sua atividade-fim. Aguardemos para ver como terminará esta batalha judicial. Gilvando Alves de Lima é diretorexecutivo do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Mato Grosso. *As opiniões emitidas nesta publicação não expressam necessariamente as opiniões do Sindipetróleo


CONVENIÊNCIA

O Consumidor pede uma estrutura confortável O consumidor busca numa loja de conveniência a facilidade de alcançar produtos. Por isto, ao montar ou reformar uma loja de conveniência é preciso pensar num espaço e estrutura confortável. Bem estruturada, a loja de conveniência acaba por atender às necessidades, características e particularidades do posto de serviços como também do perfil de seus consumidores. Pensando nisto, o Sindipetróleo lista abaixo os itens básicos para o bom funcionamento deste tipo de comércio varejista: - balcões; - prateleiras; - vitrines; - estantes expositoras; - computadores; - softwares gerenciais; - móveis; - impressoras; - sistema de telefonia / fax; - embalagens;

- uniformes; - forno de microondas; - forno elétrico; - ar-condicionado; - freezer; - geladeira; - balcões térmicos; - material de escritório em geral; - descartáveis.

A decoração da loja é resultado do conjunto de detalhes definidos no projeto arquitetônico. Mobiliário, pintura, iluminação, revestimentos, tudo é importante para o efeito final que se almeja. Uma boa decoração depende fundamentalmente de um bom detalhamento de todos os itens citados, somados a um pouco de criatividade da gerência da loja.

Artigo

Sindipetróleo com informações da Cartilha Primeiro Passo, Sebrae/RJ

Cliente sujeito. Atendimento, predicado de sucesso! Com o advento da globalização somos impactados a todo instante por quaisquer produtos ou serviços, sejam internacionais ou nacionais. O consumidor ganhou ainda mais poder de escolher: o quê, onde, com quem e de que forma comprar. Com isto o ato de “vender” tornou-se uma arte. Temos que ser verdadeiros artistas e oferecer ao respeitável público um show de atendimento. Imagino que você está afirmando: “Isto é uma utopia!” Afirmo, porém, que isto é uma realidade. Aquela imagem do passado, a de que um bom vendedor era o que tirava mais pedidos na qual seu objetivo era empurrar o produto para o consumidor, saiu de cena. Neste novo cenário surgiu a prática da venda consultiva: o atendente ou vendedor deve estar atualizado com os possíveis mercado, bens e serviços que representa, emitindo indicativos com diagnósticos e não opiniões para seus clientes. É isso mesmo! O ato de atender e vender, primeiramente, deve ter qualidade para que a quantidade seja consequência de todo o processo. Sam Walton, sujeito simples e fundador da rede varejista Wall Mart, afirmou: “Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando 16

seu dinheiro em outro lugar”. Pesquisas desenvolvidas identificaram que, quando o consumidor é mal-atendido, pensa que se queixar não vai resolver nada. Acha que reclamar é difícil e não se sente bem reclamando, ou seja, é mais fácil trocar de empresa ou de produto do que reclamar. Muitas empresas ainda têm uma visão negativa da reclamação, não veem nisto uma oportunidade positiva de se adequar às expectativas e consequentemente fidelizar o cliente. Você pode seguir uma direção mais atual. Perguntese: como está a prática dos verbos conhecer, servir, fidelizar, surpreender e ouvir na sua empresa? Lembre-se de que o detalhe sempre faz a diferença. Um bom atendimento faz a empresa ter sucesso no presente e no futuro! Por Vanderlei Siqueira de Mendonça Graduado em Propaganda e Marketing, pós-graduado em Gestão do Varejo e gerente do Senac Varejo/MT.


MEIO AMBIENTE E LEGISLAÇÃO

Orientações

Gestão de óleos usados ou contaminados O óleo básico não perde as suas propriedades com o uso. Pode ser reutilizado novamente após o rerrefino. A Resolução Conama Nº 362/05 determina a adoção da logística reversa do óleo usado, que de acordo com a norma, deverá ser recolhido e ter destinação final correta. Os locais que realizam trocas de óleos são responsáveis pela entrega às empresas de coleta autorizadas pela ANP. Tipos de óleo Os óleos lubrificantes têm uma importante característica em comum: são todos formados por óleo lubrificante básico que pode receber aditivos. Por sua vez o óleo lubrificante básico se divide em dois tipos: óleos lubrificantes básicos minerais, que são produzidos diretamente a partir do refino de petróleo e os óleos lubrificantes básicos sintéticos, que são produzidos através de reações químicas, a partir de produtos geralmente extraídos do petróleo. Mas é comum hoje no mercado encontrar a mistura dos dois, os chamados semi-sintéticos.

Por Bethsabá Marques, Engenheira Sanitarista Email: bethsaba@terra.com.br

Atenção! Não queime; Não jogue no meio ambiente; Apenas 1 litro de óleo contamina 1milhão de litros d´água; Não varra o óleo ou empurre-o de alguma forma para evitar a contaminação de outros objetos; Armazene, rotule e destine adequadamente os resíduos de acordo com os regulamentos ambientais. Assim, o empreendedor colabora com a saúde do meio ambiente e também com a dos trabalhadores diretamente ligados à sua manipulação dos óleos; Oriente os trabalhadores dos postos a identificar o tipo de óleo mais adequado ao funcionamento dos veículos. O uso de lubrificantes inadequados causa sérios danos aos motores e mecanismos e aumenta a poluição do meio ambiente; Guarde o comprovante de destino do óleo.


LEGISLAÇÃO

Orientações

Revise seu cadastro junto à ANP

informada à Agência no prazo de 30 dias. Quando a alteração referir-se à opção de exibir ou não a marca comercial de um distribuidor de combustíveis, o referido prazo é de 15 (quinze) dias.

O Sindipetróleo tem verificado que muitos postos deixam de atualizar os dados junto à ANP e de entregar documentos. O cadastro do posto revendedor deve estar sempre atualizado. Qualquer alteração nas instalações do posto e nos dados cadastrais deve ser

Para alteração somente do quadro societário da empresa, deve ser preenchida e enviada a ficha “Solicitação de atualização cadastral de sócios de posto revendedor’, para o endereço da Agência: Avenida Rio Branco, 65 - 12º andar - Centro - Rio de Janeiro / RJ CEP: 20090-004.

Fichas Cadastrais No site da ANP, você encontra os seguintes modelos de fichas cadastrais para a atualização dos registros do posto. Acesse as fichas seguindo os endereços eletrônicos: • Solicitação de atualização cadastral de sócios de posto revendedor: http://www.anp.gov.br/?dw=3809 • Solicitação de atualização cadastral de endereço de posto revendedor: http://www.anp.gov.br/?dw=3812 • Solicitação de atualização cadastral de equipamentos de posto revendedor: http://www.anp.gov.br/?dw=3813 • Solicitação de atualização cadastral de razão social de posto revendedor: http://www.anp.gov.br/?dw=3814 • Solicitação de atualização cadastral de marca comercial/sócios de posto revendedor: http://www.anp.gov.br/?dw=3816

Confira o que precisa ser alterado Para mais informações, acesse o site: www.anp.gov.br, localize a Busca Rápida no canto inferior direito da tela. >>> Escolha a opção Sistema de Consulta de Postos. >>> preencha com o CNPJ da empresa e clique em pesquisar para visualizar as informações do posto e se há pendências junto ao órgão. Dúvidas, ligue na ANP: 0800-970-0267.

Resoluções e Leis

RESOLUÇÃO Nº 3.762/2012/ANTT Carga e descarga e o motorista Em vigor desde 7 de maio, ela muda a postura dos motoristas dos veículos de transporte de carga. Em seu artigo 25, o documento diz: “O condutor não participará das operações de carregamento, descarregamento ou transbordo de carga”. Diversas entidades representativas do setor de transportes e do setor de combustíveis tentam discutir juridicamente. Em breve, o Sindipetróleo fornecerá mais informações sobre estes encaminhamentos. LEI FEDERAL Nº 12.619/2012 Regulamentação da profissão de motorista Estabelece intervalo mínimo de uma hora para refeição, repouso diário de 11 horas, descanso mínimo de 30 minutos a cada 4 horas de trabalho e descanso semanal de 35 horas. Regras passam a valer a partir da segunda quinzena de junho.

DECRETO ESTADUAL 998/2012 Diferimento de ICMS em operações internas Depois de muita negociação, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Fazenda, acolheu as reivindicações do setor produtivo, de transportes e de combustíveis de Mato Grosso. No que se refere ao setor de combustíveis, o Decreto 998, de 13 de fevereiro de 2012 restabelece o diferimento de ICMS incidente na prestação de serviços de transporte (frete). Sindipetróleo Orienta: Guarde Amostras dos Combustíveis Fiscalizados Resolução ANP nº 9/2007, de 07/03/2007 Embora seja facultiva, as amostrastestemunha poderão ser utilizadas, posteriormente à ação de fiscalização, como instrumento de prova em defesa administrativa ou judicial, mas isto desde que as amostras tenham sido coletadas segundo os procedimentos contidos no Regulamento Técnico ANP nº 1/2007, anexo à resolução. Tais documentos estão disponíveis no site do sindipetróleo.


Parcerias Acesse o site do Sindipetróleo e saiba quais os benefícios disponíveis aos Revendedores associados.

www.sindipetróleo.com.br - Automatec (área: automação de postos) - Balcão de Empregos (recrutamento e seleção de funcionários com apoio da CDL Cuiabá); - C.A.V. Comunicação Visual (área: adesivos); - CDL Digital (Certificação Digital, e-CPF, e-CNPJ, e NF-e), - CDL Celular (área: telefonia) - CNA (Curso de Inglês); - Ecosupply (Serviçots ambientais); - Gran Odara (Hotel 5 estrelas); - Interativa Pantanal (área: Turismo) - Oficina Comunicação (Manifestação visual); - Policard (Cartão Alimentação); - Manins (Manutenção e Instalação de Tanques) - Manutec (Instalação e Manutenção de tanques); - MS Comunicação (Publicidade via SMS); - Supermaq (equipamentos como ECF e REP); - Ticket Com (publicidade em cupom fiscal); - Vestra e Tokio Marine (área: Seguro de Vida); Vale lembrar que outras parcerias estão sendo firmadas. Ligue no Sindicato e saiba mais. ANUNCIO DEFANTI INTITUCIONAL COPA 20X7,5CM.ai 1 25/05/2012 15:18:52


LEGISLAÇÃO

Carta-frete

Assessorias jurídicas apresentam esclarecimentos Resolução da carta-frete não prevê punição ao posto A Assessoria Jurídica do Sindipetróleo elaborou um parecer jurídico a respeito da “Cartafrete” e, conforme as explicações do advogado Saulo Gahyva, em regra, a “Carta-frete” foi extinta pela Resolução 3.658/2011/ANTT para os pagamentos feitos aos TACS - Transportadores Autônomos de Cargas e seus equiparados: pessoas jurídicas com até 3 veículos registrados no RNTRC e as CTC – Cooperativas de Transportes de Cargas. Sendo assim, no caso dos TAC e seus equiparados, não deverá o Posto Revendedor trocá-la, por ser meio de pagamento ilegal. Fora destes segmentos, o uso da carta-frete não consta como proibido. “Nesse aspecto, os documentos aceitos para fins de fiscalização são os citados no art. 39 da Resolução ANTT nº 3.056, de 12 de março de 2009 e a forma de pagamento está

Por Saulo Gahyva, da Assessoria Jurídica do Sindipetróleo

definida na Resolução ANTT nº 3.658, de 19 de abril de 2011”, explica o advogado Saulo Gahyva. O parecer da Assessoria Jurídica do Sindipetróleo corrobora o parecer elaborado pelo Departamento Jurídico da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) sobre a Resolução ANTT nº 3658/2011. Segundo o parecer da Federação, a ANTT proibiu, em regra, o uso da carta-frete pelos transportadores autônomos. Assim, quem tiver mais de três veículos “poderão utilizar ainda este meio de pagamento”. A Fecombustíveis destaca ainda que sua assessoria jurídica não encontra respaldo para que o posto seja multado.

Destaques O Posto Revendedor não está proibido de receber outras formas de pagamento, que não as descritas na resolução. Podendo inclusive receber o pagamento através de cheque.

o contratado caso o Contrato de Transporte ou anotação do CTRC/CT-e não mencione o prazo de pagamento e as condições para a liquidação do frete.

Não existe nenhuma penalidade aplicável ao Posto Revendedor no descumprimento da Resolução 3.658/2011, sendo essa uma norma para regular a atividade exercida entre o Contratante e o Contratado no que tange ao pagamento do frete de transporte rodoviário de carga.

Somente para o TAC ou equiparados, está proibido o uso de cheque ou pagamento em espécie, exceto quando pessoa física contratar um TAC ou equiparado para o transporte de bens próprios e sem destinação comercial.

Nenhuma distribuidora de combustíveis poderá possuir vinculação societária para efeito de transação com os meios de pagamento de frete. A Legislação não obriga a transportadora a pagar os fretes à vista, porém define que o valor integral do frete deverá ser liberado para

O momento é de muitas dúvidas. Por isto, a assessoria Jurídica do Sindipetróleo se coloca à disposição para esclarecê-las. Entre em contato com o Sindipetróleo pelo telefone (65) 3621-6623 ou envie um email para administrativo@sindipetroleo.com.br.


PAINEL

Convite MS realiza 1º Encontro de Revendedores do Centro-Oeste dias 21 e 22 O Sindipetróleo convida todos os revendedores de Mato Grosso a participarem do 1º Encontro de Revendedores do Centro-Oeste. No evento serão apresentadas novas tecnologias destinadas ao setor, painéis com as inovações do mercado, informações a respeito de tendências em gestão e ainda workshops sobre temas técnicos como, por exemplo, regulamentação do setor e meio ambiente. A iniciativa é de responsabilidade da Fecombustíveis e dos sindicatos de revendedores dos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) também apoia a iniciativa.

O encontro de revendedores será realizado em Campo Grande nos dias 21 e 22 de Junho de 2012, no Centro de Convenções Arquiteto “Rubens Gil de Camilo”. As inscrições podem ser feitas pelo site www.sinpetro.com.br. O 1º Encontro de Revendedores do CentroOeste integra a agenda nacional de eventos voltados à qualificação do setor. No próximo ano, Cuiabá é a cidade que irá sediar o 2º Encontro regional. Mais informações sobre hotéis e agência de viagens conveniados ao Sinpetro, podem ser obtidas através do telefone: (67) 3325-9988 ou no Sindipetróleo (65) 3621-6623. Participe e contribua para fortalecer a nossa categoria. Confira a programação no site do Sindipetróleo – www.sindipetroleo.com.br

Realização:

SINPETRO-MS

Apoio:

Informações:

(67) 3325 9988 sinpetro@sinpetro.com.br

Apoio Institucional:


PAINEL

Com qualidade da refinaria ao tanque Pensando em orientar todos os setores que lidam com o transporte e armazenamento deste combustível, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e o Sest Senat – por meio do Programa Ambiental do Transporte, o Despoluir – lançaram um manual com orientações que visam manter a qualidade do produto. Com o mesmo objetivo, a Agência Nacional do Petróleo também formulou uma cartilha destinada aos revendedores de combustíveis. Baixe os dois manuais no site do Sindipetróleo www.sindipetroleo.com.br. Sindipetróleo participa de diálogo entre sociedade civil e MPE O Sindipetróleo vem participando do Fórum Permanente de Interlocução: Ministério Público e Sociedade. Para o presidente do Sindipetróleo, Aldo Locatelli, as reuniões são importantes para que sindicatos e outras entidades possam levar ao conhecimento do Ministério Público problemas que afetam também os diversos setores e, consequentemente, o consumidor final. As reuniões acontecem a cada três meses. REUNIÃO SEMA Em reunião realizada no dia 25 de maio no gabinete da SEMA entre o Secretário Vicente Falcão e a diretoria do Sindipetróleo, foi cobrado maior agilidade na análise de processos relativos à licenças aos postos de combustíveis. Com este intuito, o secretário acatou o pedido de promoção de uma agenda de discussões entre técnicos da secretaria e representantes do Sindipetróleo. A proposta foi aceita pelo secretário. Em breve, o sindicato trará novas informações sobre o assunto. Novo diesel tem baixa procura Cinco meses já se passaram desde que o S50 começou a ser vendido em postos de todo país. Ou melhor, ofertado, pois a comercialização em si do produto ficou muito aquém do esperado, refletindo a ausência dos veículos Euro 5 nas estradas e o elevado preço do novo diesel, o que tem afastado os proprietários de caminhões antigos. Para discutir esse cenário, a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) realizou, no dia 29 de maio, no Rio de Janeiro, o painel “Os desafios trazidos pelo diesel de baixo teor de enxofre”.

Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis, cobrou do governo a adoção de algum mecanismo tributário que compense os maiores custos do S50. FESTA DO REVENDEDOR 2012: Um show de alegria e oportunidades O Sindicato já está a pleno vapor organizando, captando patrocínio e convidando os proprietários de postos para mais uma vez fazer da Festa do Revendedor um agradável ponto de encontro, onde empresários, seus familiares e amigos, representantes das empresas fornecedoras do setor, de distribuidoras e de órgãos oficiais têm a oportunidade de desfrutar de momentos de alegria, num jantar ao som de boa música. Em sua 30ª edição, a festa será realizada no dia 22 de setembro, no Cenarium Rural (Famato), em Cuiabá. Após o jantar, a música ficará por conta da dupla sertaneja Gian e Giovani, com realização de baile a seguir. Mais de mil convidados participaram desta grandiosa festa. O evento também será marcado pela maior presença de revendedores que atuam e residem no interior do nosso Estado. Virão com o apoio do sindicato que estará oferecendo hospedagem para eles em hotel parceiro do evento. O Sindipetróleo convida todos os revendedores a participarem conosco nesta oportunidade de reunir e unir a categoria. Contamos também com a participação das empresas parceiras e patrocinadores para que o sucesso seja mais uma vez uma forte característica da nossa festa. Expopostos 2012 - RJ Aproveite a parceria TAM Viagens e Sindipetróleo para participar da maior feira destinada ao setor de combustíveis. Faça sua reserva* de passagens e hospedagem com condições super especiais. Ligue (65) 3621-6623 e saiba mais. *Sujeito à disponibilidade.


A marca Shell é licenciada para Raízen, uma joint venture entre Shell e Cosan. *Resultado obtido em testes realizados em motores a diesel de caminhões e ônibus em comparação ao diesel comum, podendo variar com o tipo de veículo.

Edição 58 - SindiNews  

SindiNews - Abastecendo de Informações a Revenda de Combustíveis de Mato Grosso

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