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nº 44 Julho 2009

Entrevista com o Deputado Arnaldo FFar ar ia de Sá aria pág 3

Óptica Santa Inês 50 anos cuidando de sua visão pág. 5

O Consumidor de Baixa Renda pág. 8

VISITE NOSSO SITE PARA VER MATÉRIAS IMPORTANTES PARA O VAREJO ÓPTICO E FOTOGRÁFICO.

www.sindioptica-sp.com.br 1

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Amigos! Meio ano já se findou. Muitos percalços. Muitas expectativas... Mas estamos no Brasil. E a esperança e o jeitinho são características inerentes à índole de nossa terra. O otimismo sempre fez parte de nossa brasilidade. Como uma bandeira levada à frente do pelotão, esse áureo pendão vai desbravando as trilhas, em princípio às escuras, mas divisando além um horizonte róseo e promissor. Por essa razão nossos dias são mais amenos. Um povo que trabalha, enfrenta revezes, esforça-se em busca de ideais, e não desanima, nem se rebela. Enquanto o mundo todo se debate, grita e deblatera, o brasileiro luta, estuda e persevera na fé para encontrar o caminho certo,

que lhe abrirá as portas do sucesso. Talvez essa resignação seja inspirada pelos trópicos – a latitude em que vivemos. Com a nossa lide costumeira, ficamos mais seguros, ao perceber esse povo laborioso, vencendo obstáculos, transpondo dificuldades, sem esmorecer, e enfim galgando os degraus de almejada vitória. Com imensa satisfação temos acompanhado o desenvolvimento de nossa Classe Óptica. Nesses anos, à frente do Sindióptica/SP temos visto, a olho nu, o quanto nossos filiados progrediram em todos os sentidos: material, cultural, físico e econômico. Isso nos impele a fazer mais e mais pelos colegas. Sentindo o interesse pelos conhecimentos que distribuímos nos Seminários, a vontade é fazer o triplo do que pro-

0 3 Entrevista com o Deputado Arnaldo Faria de Sá 0 3 XIII Seminário de Contatologia do SENAC São Paulo 0 4 Óptica Santa Inês

gramamos. Vendo o entusiasmo com que somos recepcionados pelos participantes das Palestras, já somos gratificados por nossos sacrifícios. E nessa troca de coleguismo e fraternidade, podemos avaliar o alto conceito que esta Casa já alcançou. Temos certeza de estarmos no bom sendeiro. Parece que tudo se aclareou. É como dizia um velho amigo lisboeta: “dias milhoires haberão de bire”. E eu arremato = já vieram! Muito Obrigado Akira Kido Presidente Sindióptica - SP

0 4 Lentes de Contato 0 5 Trabalho em Feriados 0 6 Albano de Almeida Reis 0 7 Consumidor de Baixa Renda 0 7 Ausência de Resultados? 0 8 Seminários de Gestão em Ópticas 2009

O Boletim Informativo Sindióptica - BIS - é uma publicação do Sindióptica-SP - Av. 9 de Julho, 40 - 11º andar cjs. 11 - D/F - São Paulo - SP 01312-900 - Tel.: (11) 3259.3648 - 3259.5826 - 3256.6011 - e-mail: sindioptica@sindioptica-sp.com.br - www.sindioptica-sp.com.br Tiragem 5.000 exemplares - Distribuição gratuita - Comite editorial: Sr. Akira Kido, Luiz Alberto P. Alvez, Dra. Maracy Marquez Ferraz. Diagramação: Alexandre P. Campos Fº - Produção gráfica: Cyan Artes Gráficas 2

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Entrevista Deputado Arnaldo Faria de Sá O Presidente do Sindióptica-SP Akira Kido, acompanhado de seus diretores Sr José Tomio Honda e Luis Alberto Perez Alves foram gentilmente recebidos pelo Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá em seu escritório de São Paulo no bairro do Jabaquara, Também esteve presente o Sr Jeno da Ótica Revista para uma entrevista exclusiva que será publicada em seu próximo número. O Sr Akira entregou ao Deputado o manual

“Radiações solares e suas conseqüências para os olhos. Como protege-los.” Este manual visa informar sobre os perigos da radiação ultravioleta e a falta de proteção e o perigo de óculos inadequados para prover proteção. O deputado reinteirou o seu compromisso com a classe óptica e enalteceu o trabalho do Sindióptica-SP na figura de seu Presidente Sr Akira Kido.

XIII Seminário de Contatologia do SENAC São Paulo: Conceitos, Produtos e Técnicas. De 18 a 20 de maio de 2009, a Unidade Tiradentes do Senac de São Paulo realizou o XIII Seminário de Contatologia: Conceitos, Produtos e Técnicas. O evento buscou uma reflexão sobre a necessidade de fundamentação teórica, conhecimento de produtos e atualização em técnicas para que essa prática seja eficaz no dia a dia do profissional responsável pela adaptação de lentes de contato. Como parte da programação o seminário contou com oficinas, workshops e exposição de produtos das empresas que apoiaram o evento.

Vendas com Cartão Atualmente, existe um entendimento das entidades de defesa do consumidor proibindo distinção de preços de produtos vendidos no varejo se forem pagos em dinheiro, cheque ou cartão de crédito. Ou seja, a venda feita por meio de recebimento com cartão de crédito é considerada uma venda a vista. Do lado das empresas do varejo, em média o comerciante quando vende via cartão de crédito leva 30 dias para receber o dinheiro.Além disso, esse valor chega descontado de uma taxa de administração (que varia em torno de 3% a 4,5% - para cada R$ 100 vendidos o varejista recebe efetivamente entre R$ 95,50 e R$ 97,00); Além desses custos, existe o gasto com o aluguel da máquina e dos pulsos telefônicos. Ou seja, um produto que é vendido por R$ 100,00, poderia ser ofertado ao cliente por menos de R$ 95,50, no caso deste preferir pagar com dinheiro ou cheque. Já o consumidor se vê quase obrigado a pagar com cartão de crédito, pois não há nenhuma vantagem no pagamento à vista, tornando-os cada vez mais cativos das administradoras de cartões. 3

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ÓPTICA SANTA INÊS 50 ANOS CUIDANDO DA SUA VISÃO É com este titulo que a revista Comuniq de maio de 2.009 Ano II nº 21 faz a chamada para uma de suas principais matérias: Comemoração dos 50 anos da Óptica Santa Inês no bairro de Vila Maria. A Óptica Santa Inês que além da tradição de qualidade e atendimento primoroso a seus clientes, faz parte da história do bair-

ro acompanhando todo o seu progresso e desenvolvimento. Como se não bastasse ela ser referência em seu mercado local ela foi fundada e é dirigida até hoje pelo Sr Akira Kido

Presidente do Sindióptica-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Material Óptico Fotográfico e Cinematográfico do Estado de São Paulo). O Sr Akira que já era autodidata no estudo da óptica veio para São Paulo em 1.956 para se aperfeiçoar nos estudos e acabou diplomando-se em Óptico Prático pelo Exercício Profissional, conheceu sua esposa que também trabalhava no ramo e hoje a Óptica Santa Inês é uma empresa tipicamente familiar onde trabalham além do Sr Akira e Dona Junko (sua esposa) também seus dois filhos Álvaro e Marcos, com um detalhe importante: toda a família é diplomada em Óptica, e também seus funcionários, somando ao todo 8 diplomados em óptica trabalhando na Óptica Santa Inês, é ou não é o máximo da qualidade e respeito aos clientes? O Sr Akira também foi o pioneiro local na adaptação das lentes de contato trabalhando naquela época com as lentes esclerais, técnica que aprendeu com o Sr. Werner O. Hoffmannbeck

e hoje ainda é um dos poucos profissionais especializado em adaptação de lentes rígidas, principalmente em ceratocone. Além de todo este empenho em sua empresa, o Sr Akira dedica grande parte de seu tempo em defesa do Varejo óptico e dos ópticos trabalhando no Sindióptica, sendo também Diretor da Fecomércio e Conselheiro. Parabéns ao Sr Akira e família pelos 50 anos de excelência das Ópticas Santa Inês.

LENTES DE CONTATO

Pessoas que fizeram e continuam fazendo história.

Luis Alberto Perez Alves

O Brasil é um país pródigo em criar personagens fortes, que com seus exemplos de vida arrastam gerações com seus ideais e conhecimento. Na história da óptica, tivemos personalidades que lutaram por ter as len-

tes de contato e a contatologia consolidada como profissão em nosso segmento. Personagens como: Werner O. Hoffmannbeck e Alfredo Reis que nos engrandeceram com seus conhecimentos, Otorino Levorin e Dr Wanderley Azevedo Souza que com seus firmes posicionamentos conseguiram grandes vitórias como o parecer 404 do MEC que incorporou a contatologia no currículo do Técnico Óptico. Gerardo Kristeller que a tanta gente motivou com sua dedicação à profissão. E uma referência especial a minha mestra Rosalba de Souza Bento, uma mente brilhante e um coração imenso que nos mostrou o caminho correto de valorização profissional,

transmitindo conceitos de ética e amor incondicional ao trabalho. Peço licença a todos os meus irmãos de profissão para agradecer em nome de todos, a estes mestres que nos deixaram este patrimônio. A todos eles o nosso muito obrigado. Luis Alberto Perez Alves

Rosalba de Souza Bento e Luis A. P. Alves

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TRABALHO EM FERIADOS Conforme Cláusula 47 do Acordo Coletivo/2009 o Trabalho em Feriados com exceção de 25 de dezembro (Natal), e 1º. de janeiro (Confraternização Universal) rege-se pelo Decreto 99.467 de 20-08-90, combinado com a Lei 605/49, o Art. 6º da Lei 10.101 de 19/12/2000 e legislação municipal aplicáveis fica autorizado, desde que atendidas as seguintes regras: a) comunicação da empresa ao sindicato patronal, com antecedência de 07(sete) dias, para cada feriado, da intenção de funcionamento e trabalho no mesmo e declaração de que está sendo cumprida integralmente a Convenção Coletiva de Trabalho, sendo este documento o indispensável comprovante da regularidade do trabalho; b) manifestação de vontade por escrito, por parte do empregado, assistido o menor por seu representante legal, em instrumento individual ou plúrimo, do qual conste: I- os feriados a serem trabalhados; II- a discriminação da jornada a ser desenvolvida em cada um; e III- o dia e mês em que serão gozadas as folgas compensatórias, estas correspondendo, sempre a número igual ao dos feriados laborados; c) pagamento em dobro das horas efetivamente trabalhadas no feriado, sem prejuízo do DSR. Para os comissionistas puros o cálculo dessa remuneração corresponderá ao valor de mais 1 (um) descanso semanal remunerado, ficando vedada a transformação do pagamento em folga tanto para os trabalhadores com salário fixo quanto comissionados; d) a concessão do DSR, gozado ou indenizado, não desobriga a empresa ao pagamento das horas em dobro, trabalhadas nos feriados, não podendo o DSR ser computado para a dobra aqui prevista; e) não inclusão das horas trabalhadas aos feriados no sistema de banco de horas; f) concessão, gratuita, pelas empresas do vale transporte de ida e volta do empregado, sem nenhum ônus e/ou desconto para o mesmo; g) independentemente da jornada, as empresas que têm cozinha e refeitórios próprios, e fornecem refeições, nos termos do PAT, fornecerão alimentação nesses dias ou, fora dessas situações, fornecerão documento refeição ou indenização em dinheiro, conforme segue: I- empresas com até 100 empregados:........................................R$ 17,44 II- empresas com mais de 100 empregados:................................R$ 22,89 h) ensejará hora extra remunerada com adicional de 100%, o acréscimo da jornada no feriado em limites superiores aos da jornada diária normal; i) o trabalho nesses dias não será obrigatório para os empregados, cabendo aos mesmos a faculdade de opção; j) serão nulos de pleno direito, não tendo eficácia ou validade, acordos celebrados em limites inferiores aos ora estabelecidos, indispensável, mesmo em ajustes com maiores concessões aos empregados, a assistência conjunta das entidades sindicais convenentes; k) o disposto nesta cláusula não desobriga as empresas a satisfazer as demais exigências dos poderes públicos em relação à abertura de seu estabelecimento; Parágrafo Único: Para o trabalho no dia 1º. De maio ficam definidas as seguintes específicas e especiais regras: 1- limite máximo de 6(seis) horas de trabalho 2- proibição de horas extras, que, uma vez verificadas, sofrerão acréscimo do percentual de 200%. 3- Pagamento em dobro das horas trabalhadas (12 horas). 4- 2 (duas) folgas: a primeira na semana seguinte e outra em até 60 (sessenta) dias. 5- Pagamento de R$ 10,90 (dez reais e noventa centavos) em vale compras ou dinheiro. 6- Vale transporte gratuito; e 7- O descumprimento de qualquer disposição dessa cláusula ensejará para a empresa infratora multa de R$ 232,17 (duzentos e trinta e dois reais e dezessete centavos) por empregado. 5

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Albano de Almeida Reis Nascido na Cidade da Guarda na Serra da Estrela em Portugal em 16.06.1925. Vindo para o Brasil em 1939 fixou residência em Campo Grande Mato Grosso. Em 1943 fez curso pela Baush Lomb, no Rio de Janeiro prestando exame de conclusão junto ao Ministério da Saúde. Em 1950 já instalado nessa Capital, de São Paulo fundou a empresa Reis Óptica, tendo nessa oportunidade, organizado um curso básico gratuito de óptica, que funcionou até a oficialização do curso de Óptica Senac. Ocupou os cargos de Presidente da ABCI, Diretor do Sindióptica/SP na década de 60.

Em 1965 surgiu na Câmara Federal um ante projeto, proibindo a adaptação de lentes de contato por contatólogos. Por iniciativa do Sr. Albano formou-se uma Comissão que em Brasília conseguiu sustar a aprovação do referido projeto. Desde essa época esteve ele sempre à frente das grandes resoluções que só beneficiaram a nossa Classe. É com grande pesar que comunicamos o falecimento desse ilustre colega, amigo e mentor, ocorrido aos 04/05/2009, em São Paulo, cidade que teve o privilégio de acolhê-lo.

Então aqui ficam os nossos cumprimentos agradecidos pelo tanto que esse homem se dedicou ao Progresso da Óptica.

MAIO 09 11 12 26 -

JUDITH GARCIA GROEGEL LEA MILENA GARCIA MOURA EDUARDO RECHE FEITOSA JOSÉ LUIZ DA SILVEIRA ARANTES

JUNHO 08 - ARY LAVIERI 09 - DANIEL VIEIRA LEITE

13 18 18 22 25 26

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ANA ROSA FERREIRA DE LIMA COSTA CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILVA KELLY BAFI CLOVIS CHERUBIM ANDRE LUIZ DA SILVEIRA ARANTES REGINA KAUCAB NUNES SIQUEIRA CANDISANI 28 - MILTON ALMEIDA SANTOS

No decorrer dos dias 13 a 16 de agosto de 2.009 o Distrito Federal irá sediar o VI CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESTUDOS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS EM ÓPTICA E OPTOMETRIA - (VI CIETCOO) O evento contará com palestrantes nacionais e internacionais, sendo o evento técnico/cientifico mais importante da profissão realizado no Brasil. Simultaneamente também será realizada a Feira Expo Brasil Óptica 2009. As inscrições poderão ser feitas através do site: www.cboo.org.br e-mail: cboo@cboo.org.br

Fone 61-3323.9200

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O consumidor de baixa renda Abaixo apresentamos um pequeno resumo do livro “O Consumidor de Baixa Renda” de Marcelo da Rocha Azevedo e Elyseu Mardegan Jr da Editora Campus. Recomendamos a leitura deste livro a todos empresários ópticos interessados neste nicho de mercado. É uma obra bastante elucidativa, com muitos ensinamentos e que pode ser utilizado para as ópticas atuarem neste Brasil de verdade como dizem seus autores. Quem é o consumidor de baixa renda? São 111 milhões de consumidores, sendo 41% deles com menos de 20 anos de idade. Eles movimentaram em 2.006 R$ 512 bilhões de reais, com 88% sem curso superior, mas que detém 71% do consumo de todo o país. A classe C compra 4 de cada 10 computadores vendidos no Brasil, de cada 10 linhas de celulares 4 estão nas mãos da classe C, 70% dos apartamentos e casas financiadas pela Caixa destinam-se à classe C, 34% deles tem carro na garagem e 7 em cada 10 cartões de crédito emitidos são para consumidores da classe C. A parcela da população que ganha até 1 salário mínimo por mês detêm 20 milhões de cartões de crédito e gastaram R$ 13 bilhões, em 2.007. No entanto o consumidor de baixa renda prefere o crédito da própria loja, em função de que a loja é mais acessível, não é ameaçadora como o banco, a relação com o vendedor é mais cordial e agradável do que com o gerente do banco, ele tem que ir a loja de qualquer jeito, os horários da loja são mais convenientes, e principalmente, no banco ele sai com divida e na loja ele sai com produto. Em relação aos juros que as operações de crédito ocultam, ele tem consciência disso, porém o fator que mais pesa para compra a prazo é que aquela prestação vai caber em seu bolso.

A comunicação com esse publico deve ser marcada pela repetição e insistência, textos curtos, muitas cores e indicação de fartura. Devemos também nos lembrar que em função de ter recursos limitados, este publico não pode errar e em função disso ele é bem informado e procura produtos de marcas reconhecidas, mesmo que custem mais, ele pesquisa estes produtos em aproximadamente 3,7 lojas antes de tomar a decisão final. Como ele compra o que cabe no bolso, é sempre possível de por alguns reais a mais na prestação mensal, ou por mais 2 prestações, vender um produto com mais atributos ou mesmo mais itens. O bom atendimento é fundamental nesse nicho de mercado, pois eles valorizam demais a propaganda boca a boca, baseados na relação de confiança e reciprocidade no testemunhal da indicação. Segundo Michel Klein, diretor da Casas Bahia, “Bom vendedor para esse publico é aquele que conquista a confiança e ajuda a fazer a conta para ver se dá para pagar no fim do mês”, como argumento adicional 59% dos consumidores brasileiros trocam de fornecedor por mau atendimento. Para o cliente de baixa renda, o ato da compra pode ser considerado uma afirmação de sua inclusão no mundo dos consumidores. Esta é apenas uma pequena degustação desta obra, espero que tenham gostado. Boas vendas a todos. Luis Alberto Perez Alves

Ausência de resultados? Com a onda da terceirização ocorrida no final do século passado, o número de pequenas empresas cresceu vertiginosamente. Muitos de nós passaram de empregados a empresários da noite para o dia. Pela falta de sintonia interdepartamental reinante nas grandes empresas da época, não tendo a visão do todo, muitos novos empresários cometeram erros básicos e desapareceram rapidamente, outros mantêm-se a duras penas por ainda não terem se conscientizado de suas fragilidades. Psicólogos montaram empresas de recrutamento sem o apoio de um Administrador, Analistas de sistemas não se prepararam para gerenciar equipes, Administradores esqueceram-se do lado humano.

E a maioria esqueceu-se de ouvir os clientes internos e externos. Com o advento da globalização a situação agravou-se ainda mais. As pequenas e médias empresas ainda sofrem para alcançar o nível de excelência necessário para manter-se no mercado. Um longo aprendizado. E agora? Por onde (re)começar? Leia o artigo na íntegra: www.sindioptica-sp.com.br Luciani Solci contato@tiwaconsultoria.com.br

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Seminários de Gestão em Óptica 2009 Campinas 06 de Maio, Ribeirão Preto 14 de Maio e Santo André 25 de junho.

Sucesso Absoluto! O Sindióptica/SP em sua política de renovação da classe óptica realizou em Campinas, Ribeirão Preto e Santo André o “Seminário de Gestão em Óptica 2009”, no qual atingimos sucesso absoluto lotando os Auditórios cedidos pelo Senac ultrapassando um publico de 300 pessoas.

que participaram e deixamos o convite para um próximo encontro. Confira as principais fotos dos Seminários de Gestão em Óptica 2009 – Campinas, Ribeirão Preto e Santo André. Prestigiem nossos próximos Seminários! Fonte: Sindióptica/SP

Destacamos nos eventos a parceria SINDIÓPTICA/SP e SENAC/SP e o apoio importantíssimo das Empresas: HS Produtos Ópticos, Optitex, Opticanet e Ótica Revista. Os participantes foram agraciados com as excelentes palestras do Professor Honda (Gerente de Produtos da HS) e Sr. Carlos Roberto S. Machado (Representante Comercial da HS) e com os diversos sorteios de brindes das empresas que apoiaram o evento. Agradecemos todos os empresários e funcionários das Ópticas de Campinas, Ribeirão Preto e Santo André 8

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