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Ano 8 - nº 46 | Maio / Junho – 2014

Espaço

11º

10º

E

n

c

o

n

t

r

Encontro de Negócios

Metalmecânico Vale do Sinos | Metropolitana

Encontro de Negócios

Metalmecânico Vale do Sinos | Metropolitana

o

Metalmecânico Va l e d o S i n o s e Metropolitana Rodada de Negócios

SINDIMETAL SINDICATO DAS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS, MECÂNICAS E DE MATERIAL ELÉTRICO E ELETRÔNICO DE SAO LEOPOLDO.

92%

Empresas 29 Compradoras 168 Vendedoras Palestra de Abertura ‘‘Afinal, onde estão o líderes?’’ Antônio Celso Webber

Empresas 34 Compradoras 180 Vendedoras Palestra de Abertura “Têndencias econômicas até 2020” Marco Aurélio Bedê

05 Meeting

10 SIPAT

com Jo Lima

Novo Hamburgo

11

Missões Empresariais

www.sindimetalrs.org.br

16 FERCORTE na VITRINE

Educação


Ponto de Vista

Redescobrindo o SINDIMETAL Volker Lübke Vice-Presidente do SINDIMETAL Meu primeiro contato com o SINDIMETAL

empresa Ferramentas Gedore do Brasil S.A.

interesses. Quanto melhor funcionarem

foi no ano de 2002, em uma reunião de

Com prazer volto a integrar ativamente o

estas entidades mais opor tunidades

aprovação do balanço da entidade.

SINDIMETAL, como um dos representantes

Lembro-me que na minha percepção,

da Gedore. Neste momento, encontro um

teremos de competir no mercado global. Hoje vejo o SINDIMETAL muito

daquele momento, a entidade parecia ser

SINDIMETAL muito ativo e dinâmico, com

profissional, cumprindo bem a função de

relativamente fechada, muito formal e com

grande participação das bases e muitos

alavancar os interesses das nossas

uma estrutura física de fato maior do que eu

projetos que permitem criar um diferencial

empresas. É um lugar no qual ideias e

esperava. Confesso que havia um déficit, da

sugestões podem ser discutidas e

minha parte, sobre a compreensão do que

para as empresas participantes. Enquanto estive na Alemanha,

executadas. Onde os nossos interesses

exatamente seria a função do SINDIMETAL,

percebi que muitas das reclamações das

legítimos, como líderes empresariais, são

em especial em relação à empresa da qual

empresas de lá são semelhantes às do

representados de forma apropriada. Para a

eu era diretor na época. Para mim a sua

Brasil, em especial em relação ao governo,

Gedore, enxergo a entidade como

atuação resumia-se à negociação do

ao excesso de impostos e burocracia e a

excelente parceira de desenvolvimento e

dissídio e ao supor te em questões

falta de mão de obra qualificada, além do

capacitação do nosso capital humano. É

trabalhistas. Quando fui convidado para

pouco suporte para o desenvolvimento

também um importante auxiliar para

industrial. Certamente, o nível de referência

garantir a competitividade em relação aos

participar de uma nova diretoria e mais

do empresariado alemão é diferente do

nossos concorrentes, que são tanto

tarde do Presi, ampliei meus horizontes em

nosso no Brasil, mas mesmo assim as

asiáticos como filiais do próprio grupo

relação às diversas funções que a entidade

queixas existem. Talvez a principal diferença

mundo afora, já que em um planeta

pode desempenhar, em benefício das

entre os dois países esteja na maneira como

globalizado a localização geográfica perde

empresas da região. Tive a grande

importância em relação à produtividade e

oportunidade de participar do início do

as partes defendem os seus interesses. Menciono isto, porque tanto lá

processo de planejamento estratégico,

quanto aqui os setores precisam se

eficiência. Todos têm o desejo legítimo de

vislumbrando uma janela enorme de

organizar para defender os seus interesses

contribuir para que nossas empresas

opções, muitas das quais vejo hoje sendo

em um processo normal de economia de

cresçam de forma sustentável, buscando

realizadas. Desliguei-me do sindicato, em 2007,

mercado e governo democrático. Não é

uma lucratividade adequada. Para isto,

suficiente reclamar das ações do governo,

precisamos defender conjuntamente

por opção pessoal, na época em que passei

para garantir que nossas empresas sejam

nossos interesses e buscar os apoios

a viver na Alemanha. Retornei para São

competitivas. Entendo que para nós, o

necessários. Participar ativamente do

Leopoldo, em 2013, quando aceitei o

SINDIMETAL e a FIERGS são organizações

SINDIMETAL é um caminho.

convite para participar da diretoria da

onde podemos fazer valer nossos

2


Editorial

D iretoria

Editorial

| Gestão 2013 - 2015

O

PRESIDENTE Raul Heller VICE – PRESIDENTES Arno Tomasini Celso Luiz Rodrigues Marcelo Fleck Pedro Vicente Isquierdo Gonçales Roberto Dauber Volker Lübke SECRETÁRIO Marcelo Mariani TESOUREIRO Sergio de Bortoli Galera DIRETORES Ademir Luiz Costella Carla De Marchi Christine Lange Daniel Weber Brun Darlan Geremia Emílio Neuri Haag Leonardo Pedroso Filho Paulo Roberto Jacobsen Pedro Paulo Lamberty Roberto Alexandre Schroer Ronei Feltes Silvino Geremia Valdir Luiz Huning Vitor Fabiano Ledur Vitor Fernando Reichelt CONSELHO FISCAL TITULARES Luiz Antônio Gonçalves Marcelino Leopoldo Barth Roberto Petroll SUPLENTES David Florindo Cardoso Ramon Ariel Bonilla Cabrera Ruben Antônio Duarte

Expediente Diretor Executivo: Valmir Pizzutti Redação: Jornalista Neusa Medeiros (Mtb 5062)

DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO À FIERGS TITULARES Raul Heller Marcelo Fleck SUPLENTES Celso Luiz Rodrigues Volker Lübke DELEGADOS REPRESENTANTES Sapucaia do Sul/Esteio Ademir Luiz Costella Sapiranga Emílio Neuri Haag São Sebastião do Caí/Montenegro Vitor Fabiano Ledur Estância Velha/Dois Irmãos/Ivoti Marcelino Leopoldo Barth Morro Reuter Ronei Feltes Vale Real Roberto Petroll COMITÊS Desenvolvimento de Lideranças Sofia Copé Heller Michel Recursos Humanos Heloisa Gaelzer Müller Saúde, Segurança e Meio Ambiente Andréia Damiani Valemetalsinos Marcelo Mariani Lean Manufacturing Juliano Ilha

V

isite o site

Acesse o site www.sindimetalrs.org.br e saiba sobre convenções coletivas; agenda de atividades; notícias; cadastro, entre outros assuntos. O site propicia também, a leitura do Espaço SINDIMETAL, online. Confira!

Edição e Produção: Edição 3 Comunicação Empresarial Ltda.

Criação e Arte: William Gonçalves

Gráfica: Impressos Portão Ltda.

Relacionamento Institucional: Andrea Maganha

Endereço:

ESPAÇO SINDIMETAL nº 46 chega aos leitores com assuntos que movimentaram o Centro das Indústrias e reuniram empreendedores da região. O Meeting sobre Resiliência, promovido pelo comitê de RH, com a palestrante Jo Lima teve uma avaliação altamente positiva e contribuiu para que o assunto se multiplicasse junto aos empresários. Confira na página 05. Já o comitê Valemetalsinos, conquistou visibilidade, resultando na visita de gestores da serra, que estiveram no SINDIMETAL conhecendo o trabalho realizado. Leia também, na página 06, a agenda de atividades realizadas pelo comitê Desenvolvimento de Lideranças, que segue com forte participação. Nesta edição, a capa e as páginas centrais dão o merecido destaque para o 11º Encontro de Negócios Metalmecânico Vale do Sinos e Metropolitana, que ocorreu no dia 05 de junho e mobilizou 197 empresas com “sede” de concretizar novas parcerias. Já na página 10, a SIPAT Comunitária Novo Hamburgo agregou um importante reforço quando o assunto é segurança, saúde e prevenção. Acompanhe a agenda de atividades da entidade, que também inclui uma programação na base de atendimento em Sapiranga, além da cobertura das missões empresariais, na página 11, realizadas em Bento Gonçalves e São Paulo. As páginas 12, 13 e 14 trazem orientações nas áreas jurídicas Ambiental, Trabalhista e Tributária. Não deixe de ler! E, valorizando os espaços conquistados pelas associadas, temos nas páginas 15 e 16, empresas que, com determinação, estão construindo a sua história. Parabéns a todas! Boa leitura e até a próxima edição!

Frases do rodapé: Pensador – Frases sobre Educação Os trabalhos assinados são de responsabilidade de seus autores.

100% ESSOS

DOS IMPR

Informativo bimestral Tiragem: 1900 exemplares Circulação: gratuita e dirigida Fotos: divulgação

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Institucional | Ações

Inova Sindicato em defesa da indústria

P

romover o debate e a troca de experiências sobre a nova realidade e seus desafios, bem como fortalecer os sindicatos na promoção e na defesa da indústria foi o objetivo do seminário Inova Sindicato, realizado nos dias 08 e 09 de maio, no Hotel DeVille, em Porto Alegre. O evento foi uma iniciativa do Programa de Desenvolvimento Associativo da FIERGS, por meio do Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social (Contrab), em parceria com a CNI e reuniu presidentes e executivos de sindicatos industriais. O SINDIMETAL esteve representado pelo presidente, Raul Heller, acompanhado do diretor Executivo, Valmir Pizzutti. O presidente da FIERGS, Heitor José Müller, destacou os desafios enfrentados

pelas indústrias em um ambiente globalizado e de permanente demanda pela inovação. "São fatores que estão além dos portões das fábricas, como a deficiência de infraestrutura, a astronômica carga tributária, a pesada burocracia, a legislação trabalhista rígida e ultrapassada, e agora, nos deparamos com a fragilidade do suprimento de energia elétrica", afirmou. Para isto existem as entidades, no caso os sindicatos, que se filiam às Federações, formando um sistema articulado visando a tornar mais favorável o universo dos empreendedores. Os sindicatos têm a responsabilidade de promover e defender a categoria econômica representada, somando esse trabalho ao da Federação", concluiu.

Também foram apresentados temas como Visão Geral do Programa de Desenvolvimento Associativo, Módulo Sindical de Sistema de Inteligência de Negócios da Indústria, Sistema Representativo, o Papel do Executivo na Superação dos Desafios do Sindicato, além de debates sobre Gestão Sindical Eficiente e como Alavancar a Gestão do Sindicato.

Seminário reúne dirigentes para debater o associativismo

Reunião pré-inaugural das instalações da Escola Técnica do SENAI - Vale do Caí

A

apresentação das instalações da Escola Técnica SENAI Vale do Caí reuniu aproximadamente 130 participantes e contou com a presença de autoridades municipais e empresários da região, no dia 05 de maio, às 19h, em São Sebastião do Caí. A reunião foi promovida pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de São Sebastião do Caí (ACIS), que vem se mobilizando para viabilizar a instalação da Escola Técnica do SENAI, no município há mais de cinco anos. Segundo Marcos Oderich, presidente da entidade, “como a escola é ampla e tem um potencial para abrigar outros cursos técnicos, poderemos oferecer, por exemplo, mecânica, eletricidade e marcenaria, a partir da efetiva mobilização e da vontade dos empresários do Vale do Caí de atraírem novos cursos”, reforça Oderich. Para o diretor Regional do SENAI/RS José Zortea a escola técnica irá atender uma demanda local, além de incentivar a vinda de mais jovens para a região. “O objetivo é realizar

Reunião na sede da escola

um trabalho sincronizado com a realidade e as necessidades do mercado”, afirma Zortea. Um dos incentivadores desta iniciativa tem sido o presidente do SINDIMETAL, empresário Raul Heller, que destacou, em seu pronunciamento, a importância de uma consciência comunitária e empresarial. “Vocês é que decidem o destino desta região. Tenham foco e cultivem esta ideia do trabalho integrado. Sejam protagonistas e participem mais, auxiliando a tornar realidade as demandas locais”, enfatiza Heller.

Antecedendo a visitação, o prefeito de São Sebastião do Caí, Darci Lauermann afirmou que o município está empenhado em contribuir com esta iniciativa que irá oportunizar bons empregos e novos espaços para a qualificação. A escola já iniciou as suas atividades no mês de maio, com duas turmas de Assistente Administrativo, com cerca de 60 alunos. No dia 21 julho, ocorrerão os cursos técnicos de Mecânica Industrial e Eletricidade Industrial.

Conselhos Consultivos SESI e SENAI

O

s presidentes dos Conselhos Consultivos do SESI e do SENAI e os presidentes de sindicatos da região do Vale do Sinos, Caí e Encosta da Serra mantém uma agenda de encontros a cada dois meses, no Centro das Indústrias, em São Leopoldo, nos quais são tratadas

4

questões pertinentes à agenda de trabalho de cada Conselho e assuntos de interesse comum à indústria. Nos dias 26 de março e 28 de maio, ocorreram reuniões e, neste ano, ainda estão previstos novos encontros nos meses de julho, setembro e novembro.

Presidentes dos conselhos e sindicatos


Comitês

Jo Lima fala sobre Resiliência no 10º Meeting Gestão de Pessoas

A

palestra Resiliência: Competência essencial para alta performance de líderes motivou a participação de cerca de 140 empresários, no auditório do SINDIMETAL, junto ao Centro das Indústrias, em São Leopoldo, no dia 15 de maio, no horário das 8h às 11h. A conferencista do 10º Meeting Gestão de Pessoas foi Jo Lima, mestre em Direito, coach com amplo conhecimento na área de treinamento e experiência em identificação e levantamento de necessidades internas com o desenvolvimento e implantação de capacitação corporativa. O evento foi uma promoção do SINDIMETAL, através do comitê de Recursos Humanos, em parceria com o IELRS e teve como objetivo fornecer aos par ticipantes os principais conceitos relacionados aos temas resiliência e liderança e sua aplicação no ambiente organizacional, considerando o impacto

Jo Lima fala sobre Resiliência

das emoções humanas no bem-estar individual, no desempenho das equipes e nos relacionamentos profissionais. Segundo a palestrante, a capacidade de ter uma conduta sã em meio ao caos, nos ajuda a lidar melhor com situações estressantes. "Agindo de forma resiliente, conseguimos fazer com que o estresse seja uma força que luta a nosso favor, e não contra nós", comenta. Jo Lima também citou a roda da vida da resiliência, exemplificando como expandir as 12 características essenciais, que compõem a vida de uma pessoa resiliente. "Um forte sentido de autoestima, independência de pensamento e ação, capacidade de suportar pressão psicológica, alto grau de disciplina pessoal, concentração, criatividade, dar e receber nas relações com os outros, mente aberta e receptiva a novas ideias, senso de humor, percepção dos seus próprios sentimentos e

dos sentimentos dos outros, perspectiva de vida evolutiva", indica a palestrante. A criatividade na hora do caos é mais importante do que o conhecimento”, afirma Jo. O gestor não pode se acomodar na sua zona de conforto, destaca a palestrante ao sugerir aos participantes que alimentem espaços para esvaziar a mente e assim melhorar a sua concentração e a capacidade de suportar pressões psicológicas. “A resiliência é vital para que as pessoas possam aumentar sua capacidade de lidar com problemas, superá-los e, assim, aprender com as adversidades”, enfatiza. O encontro contou com a presença de representantes de empresas associadas e filiadas à entidade, que avaliaram positivamente a iniciativa e já aguardam uma nova edição do meeting para o segundo semestre.

Público interagindo com a palestrante Jo Lima

Visita técnica na Bettanin

O

Comitê de RH promoveu, no dia 17 de abril, uma visita técnica na empresa Bettanin, em Esteio. A iniciativa atendeu a uma das metas referente às ações de Melhores Práticas, previstas no planejamento estratégico do comitê, que objetiva também conhecer cases de referência junto às associadas. Na ocasião, estiveram presentes representantes e profissionais de RH de 15 empresas do SINDIMETAL.

Muito bem recepciona-do pela equipe de RH e Gestão de Pessoas da empresa, o grupo conheceu o planejamento estratégico da área e, a partir desta ferramenta de gestão, como são conduzidas as atividades do setor na respectiva empresa. Os assuntos, que originaram a visita, foram a forma como atuam na empresa com os PCD´s – Pessoas com Deficiência e o Projeto de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas, que

merecem o reconhecimento pela qualidade do trabalho.

Integrantes do Comitê a empresa Bettanin

“Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”.

5


Comitês

Valemetalsinos amplia Comitê do SINDIMETAL

relações no mercado

E

mpresários e representantes do SINDIMETAL estiveram recepcionando gestores da região serrana, vinculados ao SEBRAE-Caxias do Sul, que vieram conhecer o trabalho realizado pelos comitês ligados à entidade, em especial o Valemetalsinos. Paulo Ziegler, secretário Executivo do SINDIMETAL apresentou um histórico a respeito do trabalho qualificado com o comitê, com ações direcionadas a diferentes áreas, bem como a melhoria contínua, a partir da promoção de palestras de

interesse dos associados. Pa u t a n d o o s e u t r a b a l h o n o Planejamento Estratégico, o Valemetalsinos é formado por 21 empresas, que se reúnem duas vezes ao mês, sob a coordenação do empresário Marcelo Mariani. “Buscamos agregar conhecimento aos encontros realizados promovendo palestras ou apresentações de interesse comum”, registra Mariani. Um fruto positivo da articulação do S I N D I M E TA L , j u n t a m e n t e c o m o Valemetalsinos e o poder público foi a

intermediação para viabilizar a inauguração do Distrito Málaga, em São Leopoldo, onde estão localizadas, até o momento, seis empresas vinculadas ao comitê. “A compra foi coletiva, mas a partir da aquisição das terras os empresários realizaram um rateio, sendo que cada empresa administra o seu espaço”, relata Mariani. O encontro aproximou empresas com interesses afins e também irá oportunizar um futuro encontro de negócios entre os comitês, encurtando ainda mais as relações de negócios entre as regiões.

Criatividade em Gestão

O

comitê Valemetalsinos, na sequência de ações do seu planejamento estratégico, estará realizando o curso Criatividade em Gestão, em parceria com o SEBRAE. Este trabalho visa estimular a inovação e quebrar os bloqueios que dificultam a criatividade das pessoas.

Troca de experiências entre empresários

DL Desenvolvimento de Lideranças

Desenvolvimento de Lideranças com agenda variada

Comitê do SINDIMETAL

A

s duas turmas do comitê Desenvolvimento de Lideranças, d o S I N D I M E TA L , e m b o r a vivenciando etapas diferentes, estão ligadas pela mesma meta de estimular o espírito de liderança e a troca de experiências entre os participantes, que atuam nas empresas associadas. A turma que iniciou neste ano contou, na reunião realizada no dia 28 de abril, com a presença do empresário Eduardo Kunst, diretor da Artecola, que abordou aspectos referentes à sua trajetória profissional, bem como a evolução e forma de organização da empresa. No dia 05 de maio, os participantes ouviram

6

atentamente a palestra do advogado Edson Morais Garcez, consultor jurídico da FIERGS e de diversas entidades sindicais patronais. Com a sua vasta experiência, falou amplamente sobre o Sistema Indústria: CNI/ FIERGS/ SINDICATOS. O comitê também realizou uma visita, no dia 19 de maio, ao Centro de Atividades do SESI São Leopoldo, sendo recebido pelo gerente de Operações do SESI, Cláudio Camacho, que apresentou a estrutura e a organização da entidade, além dos serviços oferecidos às empresas e aos seus funcionários e dependentes. Já, no dia 02 de junho, o grupo teve oportunidade de visitar o SENAI

CETEMP, sendo recebido pelo diretor da Escola, Ronald Josef Zvonimir Dangel e demais coordenadores.

PRIMEIRA TURMA O comitê inicial tem reuniões sistemáticas com vistas a troca de experiências acerca da participação nos conselhos consultivos do SESI e do SENAI. Além disso, iniciou a capacitação sobre Habilidade de Comunicação, com o professor Wilson Jacques. As próximas ações programadas são treinamentos sobre Ponderação e Autonomia.


Comitês

Lean em alta

P

or meio de ações do comitê Lean, estão ocorrendo as capacitações dos Steps 1 e 2, para as empresas que aderiram ao projeto Sistema de Produção Enxuta do SINDIMETAL, a partir do 2º Fórum Lean, ocorrido no ano passado.

Estão sendo capacitados 72 funcion á r i o s d e 1 9 e m p re s a s . S ã o e l a s : Ar testampo, Celsus, Copé, Delga, Flecksteel, Forjas Taurus POA, Forjas Taurus SL, Gedore, Infasul, Itecê, Leitz, Libracom, Nunes, Preciuse, Polimetal, Sebras, Spheric, Transmaq e Viva Cor.

Empresas interessadas em aderir ao projeto devem participar do 3º Fórum Lean, no dia 16 de outubro, para a sensibilização inicial deste processo, que remete a uma mudança de cultura e de gestão.

Fórum Sul Brasileiro

16 e 17 Outubro

Lean Manufacturing

SAVE THE DATE PDF 2014 – Programas de Desenvolvimento de Fornecedores

F

oi realizada a reunião de apresentação, para as empresas fornecedoras, convidadas a ingressar no PDF REXNORD, no dia 06 de maio, nas instalações da empresa. Estiveram presentes, além da equipe comercial, coordenada por Sergio da Silva Costa, representantes de 12 empresas para conhecer as atividades e o objetivo deste trabalho. Também teve lugar, no dia 23 de maio, nas instalações da Copé, a apresentação das sete novas empresas convidadas para participar do PDF COPÉ em 2014. As mesmas foram recepcionadas por Diogo Lorenz, coordenador do setor de Suprimentos. O Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF) é desenvolvido em

parceria com o SEBRAE e com as empresas associadas ao SINDIMETAL, que possuem a necessidade de qualificar fornecedores. Os programas atuais são: DEMETAL, nome do projeto do SINDIMETAL, PDFCOPÉ, PDF-FLECKSTEEL, PDF-TAURUS e PDF-WEATHERFORD. No PDF-GERDAU, de âmbito nacional, atuamos como parceiros na unidade de Sapucaia do Sul. O programa beneficia as empresas âncoras atuando na melhoria da gestão e dos processos produtivos de seus fornecedores tratando de aspectos que fortalecem estas empresas, como: Ÿ Diminuição do grau de dependência da empresa âncora; Ÿ Melhoria da produtividade; Ÿ Melhoria na pontualidade da entrega;

DEMETAL

Desenvolvimento de Fornecedores SINDIMETAL

Eficiência comercial, aumentando a efetividade de seus orçamentos e respectivos contratos, e Ÿ Promoção de ações para aumento do faturamento. Além disso, as empresas contam com cursos, palestras, consultorias e participação nas ações de mercado, todos com apoio financeiro do SEBRAE e institucional do SINDIMETAL. Atualmente o PDF conta com 60 empresas fornecedoras atuando fortemente nas ações propostas e buscando qualificação de produtos e de serviços, todos mantendo seus indicadores por meio do site criado para monitorar a evolução do programa e das empresas. Ÿ

“A Educação qualquer que seja ela, é sempre uma teoria do conhecimento posta em prática”.

7


Ações

O

Encontro de Negócios, que acontece anualmente no SINDIMETAL, contempla o Projeto Comprador e a Rodada de Negócios aberta. Neste ano, o 11º Encontro de Negócios Metalmecânico Vale do Sinos e Metropolitana ocorreu no dia 05 de junho, das 8h às 19h, no Centro das Indústrias, em São Leopoldo. A iniciativa do SINDIMETAL e do SEBRAE teve como foco principal as indústrias metalmecânicas e eletroeletrônicas. A atividade reuniu gestores de 29 empresas compradoras (médias e grandes empresas) e 168 empresas vendedoras (micro e pequenas empresas) totalizando 197 empresas, que contabilizaram mais de 600 agendas de trabalho. A abertura oficial do evento, às 11h30min, contou com a presença do

presidente do SINDIMETAL, Raul Heller e do diretor-Superintendente do SEBRAE-RS, Léo José Borges Hainzenreder, entre outras autoridades. O presidente do SINDIMETAL, empresário Raul Heller mostrou-se satisfeito com a interatividade entre os participantes de diversas regiões, que prestigiaram o evento, permitindo uma ampla visão da base da entidade. Outro ponto destacado foi o tema da palestra, direcionado às lideranças. “Este assunto ratifica a iniciativa do SINDIMETAL que há cinco anos iniciou um trabalho voltado ao desenvolvimento de lideranças empresariais”, destaca Heller. Segundo o diretor-Superintendente do SEBRAE-RS, Léo José Borges Hainzenreder a parceria com o SINDIMETAL tem feito a diferença nos eventos realizados

pelo SEBRAE. “A afinidade entre as equipes é evidente e a cada ano vem sendo fortalecida, resultando em iniciativas plenas de sucesso, como este Encontro de Negócios promovido há 11 anos”, enfatiza o superintendente. Após a abertura oficial, teve lugar a palestra Afinal, quem são os líderes? com o economista, Antônio Celso Webber, especialista em Qualidade Total e professor de pós-graduação. Para Webber devemos desenvolver "líderes mais participativos, envolventes e sensíveis à complexidade humana [que] devem conduzir o mundo atual através dos novos desafios, numa verdadeira busca de benefícios abrangentes e de interesse comum", destaca Webber.

Compradores e vendedores em reuniões de negócios

Novidades

N

este formato de Encontro de N e g ó c i o s o s c o m p r a d o re s determinam antecipadamente suas agendas, com base nas principais demandas. As reuniões de negócios ocorrem durante 20 minutos e cada comprador tem a oportunidade de realizar diversas agendas num mesmo dia. O objetivo é propiciar às empresas participantes a possibilidade de efetivar negócios e novos contatos, bem como de divulgar seus produtos e serviços. A l é m d o t r a d i c i o n a l P ro j e t o Comprador e da Rodada Aberta, neste ano, uma das novidades foi a

8

distribuição de etiquetas coloridas, que coladas no crachá, destacavam o interesse de compra ou venda de produtos e serviços, assim como de insumos. A Sala dos Comitês, outra inovação, onde as empresas do comitê Valemetalsinos do SINDIMETAL e empresas participantes de grupos do SEBRAE de outras regiões como o SEMMEGRA e do APL de Óleo e Gás, da serra foram recepcionados. A atividade oportunizou às empresas participantes a possibilidade de efetivar novos contatos, bem como divulgar seus produtos e serviços durante um dia de total imersão na geração de

negócios e favoreceu contatos com as empresas vinculadas a estes grupos. O painel de oportunidades possibilitava com um clic do mouse na tela direcionar o interessado para a página contendo informações da empresa. Os espaços físicos também foram revigorados, trazendo mais conforto para os gestores. Um painel apresentou a linha do tempo, com informações relevantes em cada Encontro de Negócios, que iniciou em 2004 e este ano está em sua 11ª edição. Os participantes aprovaram o novo layout, que favoreceu a integração entre eles.


Ações

Opinião dos Participantes COMPRADORES FREIOS CONTROIL Bruno Menegaz, analista de compras contabilizou 12 agendas e participou como empresa compradora, visando novas parcerias na área de usinagem. Um dos contatos foi realizado com o representante comercial Adriano Bottaro, do Grupo Linetec, de Alvorada, que esteve presente como empresa vendedora e aprovou a iniciativa e as agendas realizadas.

experiência na empresa e Sérgio Steigleder, supervisor de manutenção, faz 12 anos, agendaram 21 reuniões com novos fornecedores. “É a primeira vez que participamos e tivemos uma boa impressão do evento. O catálogo é bem completo, incluindo empresas com grande potencial de negócios na região”, comentam os representantes da Delga, em São Leopoldo. “Existem chances reais de efetivarmos novas parcerias. Para o próximo ano, pretendemos prestigiar novamente o encontro que se mostrou bem produtivo”, concluem.

GRUPO COESTER

GEDORE

Marilise Scherer, coordenadora de materiais, esteve presente como compradora especialmente de aço e de serviços na área de reciclagem de material. “Participamos do evento com o objetivo de ampliar os contatos e conhecermos novos fornecedores”, afirma. No total, foram agendados 18 encontros com possibilidades de futuros negócios.

Luis Neukamp é comprador da empresa há um ano e ficou satisfeito com os contatos realizados. “De um total de 30 agendas previstas, 13 podem gerar bons contatos”, afirma. “Neste momento, o interesse está voltado em ampliar o número de fornecedores que trabalham com serralheria, peças de ferro fundido e conhecimentos sobre a adequação à NR 12”, salienta. “Também fiz contato com um fornecedor que poderá desenvolver um novo projeto, com bons resultados para a empresa”, informou o profissional da Gedore.

LEITZ Participando pela segunda vez, a primeira foi em 2006, Rogério Junges, do setor de compras, agendou 16 encontros com fornecedores de insumos e EPIs. “Muitas possibilidades se abrem a partir destes contatos”, afirma ao elogiar a distribuição também do catálogo de empresas participantes. Leandro Nonnemacher, supervisor de produção da Leitz, em São Sebastião do Caí, está participando pela primeira vez do evento. “ Temos muito interesse em conhecer também fornecedores que abordem sobre a Norma NR 12”, citou.

DELGA Sandro Bitello, comprador com 11 anos de

Público atento à palestra

VENDEDORES

comemora Udo, que foi convidado para 17 agendas.

MAKOFER Com 10 agendas previstas, Clênio Pereira Nunes, gerente comercial da empresa há dois anos, vendedor de corte e dobra e de chapas em geral, tem participado do evento desde a edição de 2012. “Esta iniciativa atende as necessidades das micro e pequenas empresas, que no dia a dia muitas vezes encontram dificuldade de acesso às empresas de médio e grande porte”, analisa. “Tive a oportunidade de realizar contatos que há anos vinham sendo almejados pela empresa”, comemora.

RD FLEX O diretor Ruben Duarte realizou agendas, que resultaram em promissoras parcerias de negócio. “O ambiente preparado especialmente para o encontro empresarial foi propício para o diálogo entre compradoras e vendedoras”, afirmou. “Neste espaço tudo converge para bons negócios, especialmente a infraestrutura e o dinamismo da logística implementada”, enfatiza Ruben. Outro destaque, para o diretor, foi o contato direto com representantes da Petrobras para cadastro e informações.

QCORTE ALU-CEK Com recorde de agendas, o diretor Udo Wondracek comemorou os bons contatos. “Participei de todos os Encontros de Negócios, desde 2004 e percebo que os resultados não são imediatos, mas são muito importantes, pois trazem visibilidade para a empresa”, avalia. “Cada rodada é uma semeadura, com expectativas de fechar negócios e atrair novas parcerias”,

Participando pela primeira vez do evento como empreendedor, o diretor Osvino Berger se surpreendeu positivamente com o atendimento e a recepção em todas as agendas realizadas. “As perspectivas de negócios são reais. Com apenas seis meses de empresa já tive uma acolhida fantástica, que certamente poderá render boas parcerias”, comemora Osvino.

Linha do Tempo

“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.

9


Ações

SIPAT COMUNITÁRIA NOVO HAMBURGO

Seg

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SIPAT

nça

SIP AT Tra

balh

o

contou com a participação de 14 empresas

A

Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho - SIPAT Comunitária Novo Hamburgo ocorreu no período de 19 a 23 de maio e contou com a participação de 14 empresas, numa promoção do SINDIMETAL e do SESI, em parceria com o Sinmaq Sinos, Sindicato do Calçado NH e Sindartcouro – NH. N o p r i m e i r o d i a d e S I PAT Comunitária, a programação teve lugar no CAT SESI Novo Hamburgo, das 15h45min às 17h, com a palestra Prevenção DST, que esteve a cargo de Ana Cristina Scherer Pereira, do SESI. Já no dia 20 de maio, o evento teve prosseguimento de forma itinerante na sede das empresas participantes, em horários diferenciados, com a palestra sobre Uso correto de EPI's. O tema esteve a cargo dos palestrantes Claudionor Gomes e Marcelo Lemos, ambos do SESI, Virgínia Roglin, da empresa Hlar e Andressa Correa, da empresa Spheric. A programação teve continuidade no

dia 21, com uma palestra sobre Prevenção de Perda Auditiva, com Angela de Melo Casa, do SESI. No dia 22, no mesmo horário, foram abordadas Noções de Primeiros Socorros, com Ana Cristina Scherer Pereira, do SESI. Encerrando as atividades, uma integração com técnicos de segurança e membros da CIPA. Pa r a o d i re t o r E x e c u t i v o d o SINDIMETAL, Valmir Pizzutti a SIPAT Comunitária reforça e multiplica o conhecimento a respeito da segurança e da saúde do trabalhador. Segundo Rubiana Wiest a empresa Wietti já participa a cinco anos da SIPAT. “A cada ano percebemos a contribuição que este evento nos proporciona, principalmente reforçando e conscientizando os nossos colaboradores sobre a importância da segurança na realização das atividades diárias, do uso correto dos EPIs e da qualidade de vida”, reforça a diretora Administrativa da Wietti. Na opinião do diretor Heitor Riedi,

da Cromasinos, os funcionários que participaram da atividade gostaram muito das palestras e ficaram motivados, dando mais valor à saúde e passando a utilizar corretamente os equipamentos de segurança. Outro destaque também foram os brindes sorteados após as palestras. E m p r e s a s p a r t i c i p a n t e s d a S I PAT Comunitária Novo Hamburgo: BKS, Máquinas Concórdia, Cromasinos, Daniel Metais e Plásticos, ERPS, Estação Brasil Calçados – Tchocco, Máquinas Klein, Mecsul, PolyOne, RaWa Navalhas, Spheric, Viva Cor Tintas, Weber e Wietti Metalúrgica.

Segurança e saúde em pauta

Agenda de Atividades

SINDIMETAL AGOSTO 11 e 12 - Curso NR 35 - Trabalho em Altura 14 - Visita Técnica Randon (Comitê RH) 18 a 22 - SIPAT Comunitária Alto Feliz, Feliz e Vale Real 20 - Missão Interplast/Euromold - Joinville/SC 25 e 29 - Curso de CIPA

SETEMBRO 08 a 12 - SIPAT Comunitária Esteio e Sapucaia do Sul

PONTO DE ATENDIMENTO SAPIRANGA

Acompanhe a Agenda Estratégica da entidade, nos meses de agosto, setembro e outubro e participe das atividades previstas.

Mais informações através dos telefones 3590-7707, 3590-7708 e 3590-7710.

14 a 20 - Exposição Metalurgia - Joinville/SC 16 - Missão Oil&Gas - Rio de Janeiro/RJ 17 e 18 - Missão Metalurgia - Joinville/SC 22 a 26 - Curso de CIPA 30 - Curso NR 10 Reciclagem 30 a 03 - Exposição Mercopar - Caxias do Sul/RS

22 e 23 - Missão Fimmepe - Olinda/PE

Curso Cipa realizado de 26 a 30 de maio. Curso e-Social – 05 de maio.

OUTUBRO 02 - Missão Mercopar 16 e 17 - 3º Fórum Sul Brasileiro Lean Manufacturing

O Ponto de Atendimento em Sapiranga, que reúne os parceiros SINDIMETAL, SEBRAE, CDL Campo Bom e CDL Sapiranga está localizado na rua João Corrêa, nº 1260, sala 17, Centro, no respectivo município. Atividades em Campo Bom ocorrem no Colégio Sinodal Tiradentes. Contatos através do fone 3599-1076, com Gabriela.

Agenda PA Sapiranga AGOSTO 05, 06, 07, 12 e 13 - Curso Técnicas para Negociação – Campo Bom 13 - Palestra de Sensibilização - EMPRETEC 26, 27, 28/ 08 e 02, 03 e 04/ 09 - Curso Gestão de Pessoas e Equipes NA MEDIDA – Campo Bom

AÇÕES EM SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ

(51)3590.7707 relacionamento@sindimetalrs.org.br

(51)3599.1076 sebrae@cdlsap.com.br

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Atividades Realizadas - Sede São Leopoldo

SETEMBRO 08, 09, 10, 15 e 16 - Curso Gestão e Técnicas da Produção 22, 23, 24, 25, 26 e 27 - EMPRETEC 23, 24, 25, 30/09 e 1º/ 10 - Curso Gestão e Técnicas da Produção – Campo Bom OUTUBRO 15 - Oficina Sucessão na Empresa Familiar 21, 22, 23, 28 e 29 - Curso Técnicas de Vendas – Campo Bom * Mais informações no site www.sindimetalrs.org.br

Atividades Realizadas PA Sapiranga Abril Oficina de Posicionamento Estratégico Maio Curso Gestão Financeira NA MEDIDA Curso Atendimento ao Cliente – Campo Bom e Sapiranga (2 turmas)


Ações/Social Ações

Missão à FIEMA

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6ª edição da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente, de 22 a 25 de abril, esteve voltada para a produção de tecnologia, soluções e serviços focados no meio ambiente e no desenvolvimento sustentável. No dia 23 de abril, o SINDIMETAL, juntamente com o SEBRAE, promoveu uma missão à feira FIEMA, em Bento Gonçalves. A iniciativa contou com a participação de 26 pessoas de 18 empresas, que participaram também de uma visita técnica à empresa Tramontina S/A, localizada em Carlos Barbosa. Os participantes desta atividade tiveram oportunidade de conhecer sobre a

história de uma empresa brasileira fundada em 1911. Com uma equipe formada por 6,8 mil funcionários, atuam em diferentes segmentos, que somam 18 mil itens e norteiam as ações das dez unidades fabris. A marca Tramontina está presente em 120 países e é reconhecida mundialmente. A empresa também realiza um trabalho na área de gestão ambiental. Os resíduos sólidos gerados pelas empresas Tramontina situadas na Serra gaúcha vão para a Central de Resíduos Industriais. Uma das unidades da empresa, a Tramontina S.A. Cutelaria é a administradora desta Central. O processo dos resíduos envolve sucatas, resíduos perigosos e não perigosos. As sucatas

recicláveis são enviadas para a triagem, onde ocorrem a seleção e o enfardamento, de acordo com o tipo, e são destinadas a futuras comercializações. Segundo o diretor Executivo do sindicato, Valmir Pizzutti a oportunidade contribuiu para ampliar contatos e conhecer novas tecnologias, que estão sendo utilizadas com sucesso nas diversas áreas. "As missões empresariais têm sido uma ótima opção para os gestores, que além de estarem atualizados com relação ao mercado, realizam visitas técnicas na região", enfatiza.

Participantes da Missão

Missão empresarial à Feira Internacional da Mecânica

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30ª edição da Feira Internacional da Mecânica ocorreu em São Paulo, no período de 20 e 24 de maio. O SINDIMETAL, em parceria com o SEBRAE,

organizou uma missão empresarial, nos dias 21 e 22 de maio, que contou com a participação de 19 pessoas representando 11 empresas: BKS, Copé, Delga, Ernesto M ü l l e r, F e r r a m e n t a s I f l a , Metalúrgica Loth, Oxitécnica, Paesi Metalúrgica, Tavelli, Traterm e Viva Cor Tintas. O roteiro incluiu, além da feira Mecânica, uma visita técnica ao Grupo Delga Jarinu, também em São Paulo. O Grupo Delga opera há mais de 50 anos no mercado industrial brasileiro. Acumulando experiência e tecnologia em seu segmento, é especializado na estamparia de pequeno, médio e grande porte. Segundo o diretor Executivo do SINDIMETAL, Valmir Pizzutti a oportunidade

oferecida aos empresários, de visitar uma feira e também realizar uma visita técnica, é sempre bem-vinda pelos gestores. “A feira Mecânica apresenta as inovações para todos os segmentos industriais com a maior variedade de máquinas e equipamentos voltados para um segmento, que busca responder constantemente aos diferentes desafios do mercado”, comenta Pizzutti. A maior feira de máquinas e equipamentos da América Latina é referência para os empresários e, na edição deste ano, contou com mais de 2.100 marcas expositoras, nacionais e internacionais, distribuídas em uma área de 85 mil m², que atraíram um público de cerca de 100 mil visitantes. Os interessados em participar das próximas missões, que estão sendo organizadas pelo SINDIMETAL, em parceria com o SEBRAE, poderão contatar pelo telefone 3590-7708 ou através do e-mail desenvolvimento2@sindimetalrs.org.br.

Visita Técnica ao Grupo Delga Jarinu “O essencial, com efeito, “Não na há educação, saber mais não ou saber é a doutrina menos.ensinada, Há saberes é odiferentes”. despertar”.

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Jurídico Ambiental

LICENCIAMENTO AMBIENTAL Cada vez mais as empresas preocupam-se em adotar posturas que remetam a princípios e valores éticos em relação aos seus processos, aos seus consumidores e aos seus empregados. A credibilidade e a legitimidade (Aligleri e Kurglianskas, 2009) da empresa estão umbilicalmente associadas à capacidade de responder às demandas da sociedade em que está inserida, mormente nos aspectos socioambientais e de políticas instituídas e voltadas à sustentabilidade. Daí surge, baseado, justamente, na articulação elaborada da empresa com o meio ambiente (a do artigo 225 da Constituição da República), a possibilidade de garantir e consolidar o direito de comercializar (Kreitlon e Quintela, 2001). Este, em tese e a cada vez mais válido na prática, reservado apenas àqueles sustentáveis e responsáveis na questão socioambiental. Esta articulação pode ser entendida como a responsabilidade socioambiental da empresa, que deve perpassar todos os níveis e operações do negócio. Tal perspectiva atrela uma contínua revisão das preocupações empresariais – mais umas – revelando, por mais este aspecto, a importância da figura do gestor. Referida conduta não deve ser mensurada exclusivamente pelo aumento de produtividade, organização eficiente do trabalho e aumento da lucratividade – vai muito além disto. Isto porque, à toada dos tempos atuais, a tudo isso se somam, sem possibilidade de passos retroativos (nem para tomar impulso), as questões éticas, sociais e ambientais da empresa. A ideia é que o gestor comportese como solucionador de problemas socioambientais ao invés de gerador de impactos adversos (Kruglianskas, 2003). Longe de fórmulas mágicas e passos certeiros para o sucesso, parece que, entre centenas de outras habilidades, há a necessidade de o gestor antecipar tendências, entender bem a complexa realidade que o cerca e valer-se de visão holística das atividades organizacionais. Tudo isto com a finalidade de entender os múltiplos processos interligados, complexos e provenientes de diversas causas opostas e conflitantes – advindas de dentro da empresa e principalmente de fora dela. Em verdade, é uma passagem de uma gestão mecanicista (cartesiana: baseados em análises isoladas de custos x tempo x menor dispêndio possível de fatores de produção) para um pensamento complexo, de visão realmente global do empreendimento. Nesta seara, um dos primeiros problemas dado ao gestor resolver é – tema de nosso comentário – o licenciamento ambiental, o qual é um dos assuntos mais controvertidos e menos compreendidos do país. Pudera: existem normas de mais, de pouca abrangência e, pior, confusas em seus escopos e juridicamente duvidosas, além de multiplicidade de competência fiscalizadora alcançada a diferentes órgãos públicos. Todo o processo de licenciamento é alvo de críticas de diferentes ordens: a demora injustificada na análise do pedido; as exigências burocráticas excessivas; as decisões pouco fundamentadas; a insensatez desenvolvimentista de empreendedores; e, principalmente, a contaminação ideológica do processo pelo órgão licenciador. Estas críticas têm três origens: (i) a ausência de “boas” normas – gerando excesso de discricionariedade dos órgãos públicos ambientais. Na falta de normas precisas e que definam bem, por exemplo, as competências para licenciar, fiscalizar e punir, bem como a definição das etapas, certo é que tais órgãos atuam de maneira desgovernada, em um ambiente de ampla inse-

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gurança; (ii) O sistema do Direito Ambiental brasileiro não consegue alcançar (algo parecido ao) o Ótimo de Pareto da relação desenvolvimento x preservação. Embora o primado do desenvolvimento deve, sim, conviver e relacionar-se com o da preservação ambiental – o próprio arcabouço legal impossibilita, na prática, tal convívio; (iii) A terceira face do problema é a inexistência, no Brasil, de processo de avaliação ambiental estratégica integrada, que considere conjuntamente as demandas de infraestrutura no país e as melhores opções para mitigar seus impactos ambientais e socioeconômicos. Tudo neste aspecto padece de uma ilógica separação de competência entre municipal, estadual e federal, atrapalhando e tornando vacilante grande parte das avaliações particularizadas, dando azo a decisões eminentemente políticas do órgão licenciador. Com isso, perde-se a visão sistêmica dos investimentos em infraestrutura e do impacto sobre o meio ambiente, e passa-se a julgar, caso a caso, projeto por projeto, o que é prioritário para o desenvolvimento sustentável do país como um todo. O licenciamento ambiental não é exigido para todo e qualquer empreendimento. A Lei 6.938/81 determina a necessidade de licenciamento para as atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva e potencialmente poluidoras, bem como as capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental. As empresas que operam no ramo metalúrgico, metalmecânico e de material elétrico e eletrônico estão, segundo a Resolução nº 237 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), listadas dentre os empreendimentos que necessitam – obrigatoriamente - de licenciamento ambiental. Segundo a citada resolução, conceitualmente, licenciamento ambiental é o procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso. O licenciamento ambiental é um instrumento de gestão da Política Nacional de Meio Ambiente e é, portanto, o conjunto de etapas que integram o procedimento administrativo que tem como objetivo a concessão de licença ambiental. Através dele, a administração pública busca exercer o necessário controle sobre as atividades humanas que interferem nas condições ambientais. Desta forma tem, por princípio, a conciliação do desenvolvimento econômico com o uso dos recursos naturais, de modo a assegurar a sustentabilidade dos ecossistemas em suas variabilidades físicas, bióticas, socioculturais e econômicas. Esse licenciamento será efetuado em um único nível de competência, repartindo-se harmonicamente as atribuições entre IBAMA, em nível federal, os órgãos ambientais estaduais e os órgãos ambientais municipais. Estas competências para buscar o licenciamento são definidas pelo CONAMA. De forma sucinta, ao IBAMA compete o licenciamento de empreendimentos e atividades com impacto ambiental de âmbito nacional ou que afete diretamente o território de dois ou mais estados federados, considerados os exames técnicos procedidos pelos órgãos ambientais dos estados e municípios em que se localizar o empreendimento. Aos órgãos ambientais estaduais, compete o

* Eduardo Gomes Gaelzer OAB/RS 58.660

* Fernando de Morais Garcez OAB/RS 69.356

licenciamento ambiental dos empreendimentos e atividades cujos impactos diretos ultrapassem os limites territoriais de um ou mais municípios ou que estejam localizados em mais de um município, em unidades de conservação de domínio estadual ou em florestas e demais formas de vegetação natural de preservação permanente. E, finalmente, aos órgãos ambientais municipais compete o licenciamento de empreendimentos e atividades de impacto local e dos que lhes forem delegados pelos estados, por meio de instrumento legal ou convênio. O procedimento de licenciamento resulta, como dito, na licença ambiental. O conceito legal de licença é o “ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente, estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental”. As licenças dividem-se em: Licença Prévia (LP) – concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade, aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação; Licença de Instalação (LI) – autoriza a instalação do empreendimento ou atividade, de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes, da qual constituem motivo determinante e Licença de Operação (LO) – autoriza a operação da atividade ou empreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação. O prazo de análise do requerimento de licenciamento ambiental pelo órgão ambiental competente é de 6 meses, podendo ser estendido ou suspenso caso necessário maiores estudos (EIA/RIMA ou audiência pública), sendo, no máximo, de 12 meses. A validade das licenças varia de 4 até 10 anos, da seguinte forma: LP até 5 anos; LI até 6 anos; LO de 4 a 10 anos. Enfim, o objetivo do licenciamento ambiental é coadunar duas forças opostas (desenvolvimento x preservação), garantindo o Estado, ao empreendedor, exercer a atividade empresarial dentro de um controle ambiental destas atividades efetiva e potencialmente poluidoras. Isto através de um conjunto de procedimentos a serem determinados pelo órgão administrativo de meio ambiente competente, com o intuito de garantir o meio ambiente ecologicamente equilibrado, defender qualidade de vida da coletividade e possibilitar o desenvolvimento econômico e a atividade empresarial. *Advogados - Integrantes da equipe de profissionais do escritório Garcez Advogados Associados.


Jurídico Trabalhista

*Joana Ferreira OAB/RS 78.159

O AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL E O PERÍODO DO TRINTÍDIO – COMO APLICAR

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e acordo com a Lei 6.708/79 e a Lei 7.238/84, ambas no seu artigo 9º, o empregado que for dispensado, sem justa causa, no período de 30 dias que antecede à data base de sua correção salarial terá direito ao pagamento de uma indenização adicional equivalente a um salário mensal. Esta indenização adicional tem como objetivo proteger economicamente o empregado que está sendo demitido próximo ao período do reajuste salarial e não contempla a integração de quaisquer parcelas variáveis. Entretanto, as parcelas de natureza remuneratória, tais como horas extras, adicional noturno, adicional de insalubridade, integram a base de cálculo da mencionada indenização. A CLT em seu artigo 487 §1º dispõe que o aviso prévio, trabalhado ou indenizado, integra o tempo de serviço para todos os efeitos legais, de forma que o tempo do aviso prévio deverá ser contado para fins de indenização adicional. E se o aviso prévio for proporcional ao tempo de serviço, conforme instituído pela Lei 12.506/2011, ainda assim deverá ser computado? Cumpre esclarecer, primeiramente, que a Lei que instituiu o aviso prévio proporcional (Lei 12.506 de 11 de outubro de 2011) regula que a duração do aviso prévio será contada de acordo com o tempo de serviço do empregado, sendo de 30 (trinta) dias para aquele empregado que contenha um ano completo de vínculo empregatício no mesmo empregador, acrescidos de 3 (três) dias por ano de serviço prestado até o máximo de 60 (sessenta dias), perfazendo um total de até 90 (noventa) dias. Sendo assim, para não errar a conta é necessário ficar atento para o fato de que para a contagem da proporcionalidade do aviso prévio de modo correto é necessário descontar o primeiro ano do tempo de serviço do empregado na empresa, já que este corresponde ao período base de 30 dias do aviso prévio. No entanto, após o primeiro ano completo de vínculo empregatício, deverão ser acrescidos 3 dias de aviso prévio, limitando esse acréscimo ao prazo de 60 dias. Além disso, levando-se em considera-

ção que o aviso prévio indenizado integra o contrato de trabalho para todos os fins, o aviso prévio proporcional ao tempo de serviço deverá ser igualmente computado para fins de incidência da indenização adicional.

termina antes dos 30 (trinta) dias antecedentes à data-base. d)Um empregado, com 6 anos de empresa, iniciou o cumprimento do aviso prévio de 48 dias em 20/03/2014 e sua data-base é 1º de maio.

Hipóteses explicativas: a) Um empregado, com 2 anos e 6 meses de empresa, recebeu o aviso prévio de 36 dias em 13/02/2014 e sua data-base é 1º de maio. Início do aviso prévio → 13/02/2014 Término do aviso prévio → 21/03/2014 (36 dias de aviso prévio) 30 dias que antecede à data-base → 01 a 30/04/2014. Neste caso, este empregado não faz jus à indenização adicional, já que o aviso prévio terminaria antes do trintídio que antecede à data de sua correção salarial. b)Um empregado, com 2 anos e 6 meses de empresa, recebeu o aviso prévio de 36 dias em 25/02/2014 e sua data-base é 1º de maio. Início do aviso prévio → 25/02/2014 Término do aviso prévio → 02/04/2014 (36 dias de aviso prévio) 30 dias que antecede à data-base → 01 a 30/04/2014. Neste caso, este empregado terá direito à indenização adicional, pois contemplando o período da projeção do aviso prévio, este terminaria dentro do período de 30 dias antecedentes à sua data base. c)Um empregado, com 3 anos de empresa, recebeu o aviso prévio de 39 dias, com início em 13/02/2014 e sua data-base é 1º de maio. Início do aviso prévio → 13/02/2014 Término do aviso prévio → 24/03/2014 (39 dias de aviso prévio) 30 dias que antecede à data-base → 01 a 30/04/2014. Neste caso, este empregado não terá direito à indenização adicional, pois o aviso prévio

Início do aviso prévio → 20/03/2014 Término do aviso prévio → 07/05/2014 (48 dias de aviso prévio) 30 dias que antecede à data-base → 01 a 30/04/2014. Neste caso, este empregado não fará jus à indenização adicional, pois o aviso prévio termina no mês posterior ao de sua database. Portanto, sempre que a data da rescisão contratual (último dia previsto para o fim do período do aviso prévio) recair no período de 30 dias que antecede à data-base (trintídio), a indenização adicional será devida. Vale salientar, por oportuno, que dependendo do tempo de serviço do empregado na mesma empresa, ainda que a dação do aviso prévio ocorra 2 ou 3 meses antes da data-base, o empregador poderá ser compelido ao pagamento da respectiva indenização. Esclareça-se também que quando o término do aviso prévio consumar-se dentro ou após o mês da data-base, é indevida a indenização adicional, de forma que este empregado terá direito somente ao pagamento das diferenças decorrentes do reajuste salarial, cuja correção sobre as parcelas rescisórias e sobre o período do aviso prévio posterior a data-base incidirá apenas em relação aos dias que recaírem no mês da concessão do referido reajuste. Além disso, o empregador deverá verificar as disposições da Convenção Coletiva de Trabalho aplicável à sua categoria, já que estas poderão conter normas diferenciadas relacionadas ao instituto do aviso prévio. Se existentes, as normas mais benéficas deverão ser aplicadas. *Advogada da equipe Garcez Advogados Associados – Assessoria Jurídica do SINDIMETAL, na área Trabalhista.

Palestra

Contratos de Intermediação de Mercadorias

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ntermediações de Mercadorias, com enfoque para as atividades de representante comercial e vendedor empregado, foi o tema da palestra realizada, no dia 24 de abril, no horário das 17h às 19h,

no Centro das Indústrias, em São Leopoldo, numa promoção do SINDIMETAL. A atividade contou com a presença de representantes de dez empresas e foi ministrada pelas advogadas Alexandra Noss

Pacheco e Cristina Krause, integrantes do Escritório Garcez Advogados e responsáveis pelo atendimento na área de Representação Comercial.

“Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante! ”

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Jurídico Tributário

A NÃO INCIDÊNCIA DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE OS VALORES PAGOS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS POR COOPERATIVAS DE TRABALHO DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº 595.838 - SP *Marina Furlan OAB 51.789

O Supremo Tribunal Federal, ao julgar o Recurso Extraordinário nº 595.838SP, decidiu pela inconstitucionalidade da contribuição previdenciária, no percentual de 15%, incidente sobre os valores pagos na prestação de serviços pelas cooperativas de trabalho. Referida cobrança passou a ser obrigatória, a partir da edição da Lei nº 9.876/99, que deu nova redação ao artigo 22, inciso IV, da Lei nº 8.212/91, instituindo a cobrança da contribuição previdenciária no percentual de 15% sobre os valores pagos sobre a prestação de serviços pelas cooperativas de trabalho, a cargo da empresa contratante dos serviços: Art. 22. A contribuição a cargo da empresa, destinada à seguridade social, além do disposto no art. 23, é de: ....... IV - quinze por cento sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de servi-

ços, relativamente aos serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. A inconstitucionalidade do referido inciso IV do artigo 22, da Lei nº 8.212/91, decorre de sua manifesta incompatibilidade com o artigo 195, I, “a”, da Constituição Federal: Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviços, mesmo sem vínculo empregatício; b) a receita ou o faturamento. De acordo com a previsão constitucional, tal

exação só se legitima na ocorrência de vínculo jurídico de qualquer dos entes ali mencionados com pessoa física, o que não ocorre na espécie, uma vez que a relação jurídica mantida entre a empresa contratante e as cooperativas de trabalho, decorre de contrato de natureza civil e se dá de pessoa jurídica para pessoa jurídica. Nesta situação encontram-se todas as empresas contratantes dos serviços, por exemplo, da UNIMED, UNIODONTO, etc. Vale lembrar que a decisão noticiada somente gera efeitos para a empresa que moveu a ação, sendo que o sindicato está realizando levantamento dos valores, para deliberar sobre o ajuizamento de ação coletiva, em nome dos associados. Advogada da equipe Buffon & Furlan Advogados Associados I Assessoria Jurídica do SINDIMETAL, na área Tributária.

Palestra

Decisões judiciais relevantes em matéria tributária

Público atento as novidades

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palestra sobre Decisões judiciais relevantes em matéria tributária ocorreu no dia 07 de maio, das 17h às 18h30min, no Centro das Indústrias, em São Leopoldo. A promoção do S I N D I M E TA L f o i d e s t i n a d a a empresários, contadores, executivos,

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profissionais de RH e técnicos da área tributária. Os advogados Marina Furlan e Marciano Buffon, da assessoria jurídica Tributária do SINDIMETAL, abordaram temas como a decisão do STJ relativa a não incidência do INSS sobre aviso prévio

indenizado e 1/3 de férias, a decisão do STF relativa a não incidência de ISS sobre industrialização por encomenda e a votação pelo Congresso da extinção da cobrança da substituição tributária pelas empresas do Simples Nacional.


Mercado

Completa 57 anos

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Controil, empresa controlada pela Fras-le S/A desde 2012, completou 57 anos no dia 27 de maio. Nos dois últimos anos, impulsionada pela nova gestão, a empresa ampliou sua presença no mercado nacional e internacional, através de um portfólio com mais de 800 referências. Após sua aquisição, ampliou sua rede de distribuição e fortaleceu a marca alinhando conceitos de qualidade e políticas comerciais com a controladora Fras-le. A empresa, localizada em São Leopoldo e com área fabril de 22.000 m², conta hoje com mais de 500 funcionários, que se dedicam ao desenvolvimento e produção de componentes para sistemas

de freios hidráulicos, além de cilindros de embreagem, ser vos freio e reparos diversos. Com tecnologia própria, a Controil se especializou também em produzir soluções em polímeros para o mercado automotivo, destaque para a linha de mangueiras de filtro de ar e anéis de vedação de coletor de admissão na qual é fabricante original. Para o gerente Geral da Freios Controil, Luciano Pereira, vários fatores contribuíram para a fabricante tornar-se uma das líderes no mercado para reposição de freios hidráulicos nestas quase seis décadas. “Investimos regularmente em tecnologia, conhecimento técnico e em

novos processos, e isso tem gerado retorno crescente e sempre positivo. Buscamos firmar ainda mais a marca Controil para tornar-se a preferida por nossos clientes, sejam eles montadoras, distribuidores, profissionais da reparação automotiva, e os próprios usuários dos veículos. Não temos dúvida, que estamos no caminho correto rumo ao crescimento e devemos agradecer a todos que fizeram e fazem parte desta história, pois sem as experiências e conhecimentos adquiridos nestes 57 anos, não teríamos hoje a base de sustentação de nossa marca e de nossa empresa”, afirma o gerente Geral da associada do SINDIMETAL.

Fonte: Freios Controil

Parceria com a Petrobras

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Higra oferece mais de 120 produtos para soluções nos setores de captação de água, irrigação, saneamento básico, usinas, mineração e indústrias. Presente no mercado há 13 anos, esta empresa leopoldense é referência mundial no segmento de bombas anfíbias e aeradores. Inovadora, recentemente, firmou parceria com a Petrobras, sendo que a equipe de Engenharia da multinacional esteve na Higra, onde acompanharam os testes finais de desempenho das Bombas

Fonte: Higra

de Vortex Progressiva (BVP), equipamentos que possuem tecnologia exclusiva Higra e sem similares no mundo. ”Com esta aprovação, as bombas também poderão ser comercializadas para outros países, onde há milhares de poços de petróleo com as mesmas características”, disse o diretor da Higra, Silvino Geremia. A Higra também estará participando da 25ª Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, de 30 de julho a 1º de agosto, em São Paulo, e da 14ª Expo Água, de 27 a 29 de agosto, na Argentina.

Testes da Bomba BVP

“Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino”.

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Vitrine

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Fercorte Indústria Metalúrgica Ltda., com sede em Sapucaia do Sul, é especializada em usinagem e fabricação de peças de baixa e alta complexidade. No mercado há 25 anos, comemorados no dia 19 de junho, atende os segmentos agrícola, automotivo, telecomunicação e eletrônico, máquinas e equipamentos, petróleo e gás, transporte e movimentação de carga, construção civil, ferramenta motorizada e refrigeração industrial. A empresa abrange também as operações de balanceamento e brochamento, assim como todos os tipos de acabamento térmico e superficial, de acordo com a necessidade do cliente. “Fabricamos peças e subconjuntos em pequenos e grandes lotes, com grande diversidade de itens”, afirma o sócio Ademir Costella, responsável pelo setor Comercial da empresa, que juntamente com Vanderlei Fernandes dos Anjos, diretor-Industrial, e Caroline Goulart Costella Foerth, diretora Administrativo-Financeira, compartilham a gestão da empresa. Fundada no município de Esteio, em 1989, a Fercorte possui ISO 9001 desde 1998 e atua pautada na missão de oferecer soluções, que proporcionem aumento de competitividade aos clientes e gerem resultados satisfatórios a todos os envolvidos.

Novos horizontes Visionário e disposto a reinventar sempre, o diretor Ademir Costella trabalhou com confecção, serralheria e também como proprietário de uma rede de academias. Mas foi na área metalúrgica, que encontrou o seu lugar e reinventou a Fercorte após a separação da primeira sociedade, há 12 anos. Desde então, um dos objetivos de Ademir é manter a fábrica bem, “perpetuar o negócio” e concluir, no próximo ano, a faculdade de Gestão Comercial.

Os planos estão sempre “borbulhando” para este empresário que não para de criar e prospectar negócios. Atualmente, Ademir está buscando consolidar a participação da empresa no cenário europeu, através do projeto Qualimundi, Programa de Internacionalização do SEBRAE, que prepara os pequenos negócios gaúchos para oportunidades nos setores de petróleo e gás e na indústria naval. A partir dessa parceria Ademir irá para a Noruega. “As viagens também servem para oxigenar os pensamentos e trazer novas ideias”, comenta o empresário. “Estamos em tratativa com uma empresa da Itália, as negociações já estão bem adiantadas”, comemora. “A partir desta parceria, que estamos estabelecendo no exterior, a empresa terá a oportunidade de comercializar para todo o Brasil, produtos na área de energias renováveis”, adianta o empreendedor. Com relação ao mercado brasileiro, Ademir é crítico. “Os governos estão sucateando a indústria brasileira, com a alta carga tributária, acabaram com a nossa competitividade, abriram o mercado, mas nos fazem competir com condições desiguais, não incentivam como deveriam especialmente as pequenas e médias empresas. São inúmeros os programas de inovação, muitos deles até a fundo perdido, mas como inovar sem educação de qualidade, com tantas limitações e carência de capacitação?”, questiona. “Também falta a união e um maior corporativismo entre os empresários, que deveriam participar com mais afinco das suas entidades”. Integrante da diretoria do SINDIMETAL, Ademir é incansável quando o assunto é entidade. “Precisamos aprender a lutar pelos nossos objetivos comuns em grupo”. Entre as características da equipe Fercorte, a sócia Caroline destaca o compro-

metimento e a atitude proativa dos colaboradores, que somados à técnica fazem a diferença no mercado. “Estamos próximos do cliente e temos orgulho de fornecer para grupos de destaque no cenário mundial”, destaca a diretora. “Investimos em torno de mil horas por ano em treinamento permanente, além de organizarmos a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT). Temos um sistema de gestão que agrega valor ao trabalho e é levado muito a sério, com reuniões sistemáticas; aqui a ISO corre na veia”, justifica Caroline. Na busca de crescimento e satisfação da equipe, é notório, no século atual, entre as organizações, a busca de algo atrativo, motivador e que sustente a máxima permanência do grupo. Com este entendimento, no ano de 2009, a Fercorte implementou o plano individual de carreira. “Através dessa ferramenta, cada funcionário passa pela avaliação periódica e tem o real entendimento do seu desempenho na função e quais perspectivas para o próximo período”, salienta o diretor industrial Vanderlei Fernandes dos Anjos. “Com a implementação deste fator motivador, é expressiva a elevação dos indicadores, sendo ainda melhor o resultado do absenteísmo”. Segundo Ademir “ser uma empresa reconhecida pelos clientes como geradora de soluções é a nossa meta, acompanhada do desejo de transferir a sede da empresa para o futuro Distrito Industrial de Sapucaia do Sul”, um dos sonhos que também teve a participação e o empenho da direção da Fercorte. Que os projetos sigam plenos de êxito e tragam muitas realizações para a direção e toda a equipe. Parabéns!

Peças Usinadas

Sede Fercorte

www.fercorte.com.br


Espaço SINDIMETAL Nº46