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Sindicomércio-JF

mensagem do PRESIDENTE

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Emerson Beloti de Souza Presidente do Sindicomércio - JF

Prezado(a) leitor(a), O Sindicomércio-JF, a partir de 2018, irá desenvolver o projeto “Escola de Negócios Sindicomércio”, com o objetivo de atender ao pequeno e ao médio empresário. É importante ressaltar a importância do referido projeto, pois o seu diferencial é o treinamento a esta grande massa, que emprega 70% dos colaboradores de nossa cidade. O Sindicomércio-JF representa o varejo, o atacado e as empresas prestadoras de serviço. Então, teremos um treinamento para os empresários de diversos segmentos. Os contadores e os contabilistas também estão contemplados nessa escola, visto que funcionam, para muitos, como retaguarda das empresas. Qualificando os contadores e os contabilistas, estaremos trazendo, indiretamente, um benefício muito grande ao empresariado. A grande maioria dos pequenos empresários possui carências que vamos trabalhar, a fim de que o mesmo possa desempenhar melhor seu papel de gestor e, assim, unir sua experiência comercial de balcão com a técnica de aprendizagem tão necessária para ser um bom gestor.

O departamento responsável por este projeto, Recursos Humanos, já desenvolve ações no tocante à empregabilidade no comércio e ao recrutamento, seleção e encaminhamento de candidatos às empresas, mediante solicitação do perfil profissional desejado pela empresa ao sindicato. Outrossim, faz palestras para que os ensinamentos não sejam desconectados da imperatividade de conhecimentos necessários para boa gestão e atendimento aos clientes. Sendo assim, em 2018 teremos a continuidade de inovar, para que o Sindicomércio-JF demonstre a conexão com os novos caminhos e desafios do empresário de pequeno e médio portes. Termino com o desejo, a todos nós, empresários, de ótimas vendas neste fim de ano. Que o ano de 2018 seja próspero e que as empresas continuem empregando, a fim de gerarmos mais consumo. Forte abraço e uma ótima leitura!


Índice Expediente:

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Conselho Editorial Sergio Costa de Paula Aline Furtado Adeliane Barros

06 Reportagem Especial Após quase quatro décadas, JF está prestes de conhecer o Teatro Paschoal Carlos Magno

26 Capa Comércio – Previsões positivas para o Natal 2017

Jornalista Responsável Aline Furtado – MTb 09105/MG Colaboradores Juliana Freesz Rubens de Andrade Neto Sergio Costa de Paula A Revista Conexão Comércio não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos assinados, já que os mesmos expressam apenas o pensamento dos autores, não representando, necessariamente, a opinião da direção da revista. Caso necessário, a direção se reserva no direito de resumir os artigos. Os espaços publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. Fotografias Algumas fotografias utilizadas nesta edição foram gentilmente cedidas por entidades creditadas. As fotografias utilizadas nos espaços publicitários são de responsabilidade dos anunciantes. Imagens Shutterstock.com Capa Rafaela Aparecida de Oliveira Departamento Comercial (32) 99198-0535 Projeto Gráfico e Diagramação ArtWork Propaganda (32) 3215-7075 Periodicidade: Trimestral Tiragem: 5.000 exemplares Impressão: Gráfica Olps

01 – Mensagem do Presidente 04 – Notas 10 – Coluna de RH 11 – Coluna do Advogado 32 – Ações de Representatividade 42 – História dos Associados 46 – Espaço Contábil 49 – Espaço Saúde 50 – Motivacional

Espaço do Leitor Contribua com a Conexão Comércio. Envie sugestões, críticas e comentários sobre os diversos assuntos publicados na revista. Nosso e-mail é jornalismo@sindicatodocomercio.org.br. Participe!

Contato Telefone: (32) 3215-1317 E-mail: jornalismo@sindicatodocomercio.org.br Site: www.sindicatodocomercio.org.br Facebook: Sindicomércio-JF Twitter: @sindicomerciojf Endereço: Avenida Rio Branco 2.588/5º andar Centro - Juiz de Fora – MG Funcionamento: de segunda a sexta, de 8h30 às 18h30

Diretoria 2014 / 2018 Emerson Beloti de Souza Presidente

Carlos Alberto Martins de Pinho 2º Secretário

Nício Fortes Garcia 1º Vice-presidente

Lucimar Las Casas Oliveira 3º Secretário

Rui Mussel da Silva 2º Vice-presidente

Alexandre Tassi Brugiolo 1º Tesoureiro

Oddone Villar Turolla 3º Vice-presidente

Gilson Guimarães Peixoto 2º Tesoureiro

Paulo Roberto Lopes 4º Vice-presidente

Zênio Fernandes Filho 3º Tesoureiro

Marcelo Rodrigues Sepúlveda 1º Secretário

Sergio Costa de Paula - Superintendente


Notas 06

CNH-e é lançada

oficialmente Os motoristas do estado de Goiás são os primeiros do país a contar com Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNH-e). O documento, que traz maior mobilidade, praticidade e comodidade aos condutores, foi lançado oficialmente no dia 10 de outubro. Na prática, com a inovação tecnológica, a carteira de motorista agora poderá estar presente no celular de cada condutor, dispensando o uso do documento em papel. A novidade estará disponível para todos os cidadãos até fevereiro de 2018. Fonte: Ministério das Cidades

Higienização de equipamentos e utensílios

Paintbrush, primeira versão do software da Microsoft

A legislação que ajuda a minimizar conflitos entre fornecedores e consumidores no Brasil tem uma nova determinação. Recentemente, foi publicada, no Diário Oficial da União, a Lei nº 13.486, que acrescenta ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) a obrigação de os fornecedores higienizarem equipamentos e utensílios usados para o fornecimento de produtos ou serviços ou colocados à disposição dos consumidores. A lei também estabelece a necessidade de o fornecedor informar, de forma ostensiva e adequada, sobre o risco de contaminação, sempre que for o caso. A norma altera o Código de Defesa do Consumidor, que completou 27 anos de sanção em setembro passado. Com informações de Fecomércio MG Reprodução


Aline Furtado

JF é a terceira melhor cidade de Minas para investir, aponta Urban Systems Ranking divulgado recentemente pela Revista Exame, desenvolvido pela consultoria Urban Systems, aponta Juiz de Fora entre as três melhores cidades de Minas Gerais para investimento, atrás apenas de Belo Horizonte (9º lugar) e Uberlândia (28º). Para a elaboração do ranking, foram analisados 28 indicadores de desenvolvimento social, capital humano,

infraestrutura e desenvolvimento econômico, com peso conforme a sua importância na atualidade. As cidades mais promissoras encontram-se na região Sudeste (50 cidades), seguida pela região Sul (28), Centro-Oeste (11), Nordeste (8) e Norte (3). No resultado geral, a cidade subiu 36 posições desde a última avaliação, saltando da 79ª posição em 2016, para ocupar, em 2017, o 43º lugar. Com informações de Exame

Tarifa Branca entra em vigor em janeiro de 2018 A partir de janeiro de 2018, o consumidor terá a chance de pagar menos pela energia utilizada, já que entrará em vigor a chamada Tarifa Branca. A ideia é que a tarifa seja reduzida em alguns horários e fique mais cara em outros, cabendo ao cliente da distribuidora decidir se vai aderir ao modelo ou não. Na Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por exemplo, o quilowatt-hora (KWh) fica 20% mais barato nos horários chamados de fora de ponta, quando o uso da energia é menos intenso. Por outro lado, nos horários de ponta, de 17h às 20h, a tarifa é 94% mais alta. Nos sábados, domingos e feriados, a tarifa fica estacionada no patamar mais baixo. Atualmente, os consumidores pagam uma tarifa apenas, independentemente do horário do uso: R$ 0,49 por KWh. Com a mudança, o consumidor poderá economizar. Mas, se usar muita eletricidade no horário de ponta, precisará desembolsar mais do que antes. Além dos horários de ponta e fora de ponta, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou a criação de um horário intermediário. Ele vigorará das 16h às 17h e das 20h às 21h, uma hora antes e uma hora depois do período mais caro. No caso da Cemig, a tarifa nesse intervalo é 25% mais cara. A alteração será possível, inicialmente, para quem consome mais de 500 KWh. Para aqueles que consomem entre 250 KWh e 500 KWh, será possível fazer a adesão a partir de janeiro de 2019. Para quem gasta menos de 250 KWh, o prazo começa em janeiro de 2020. Não haverá custo para o cliente que quiser aderir à Tarifa Branca. A distribuidora vai arcar com a compra e a troca do novo medidor, que precisará ser instalado na residência do consumidor. Com informações de Hoje em Dia


Arquivo PJF

Após quase QUATRO décadas, JF está prestes de conhecer o Teatro Paschoal Carlos Magno


Reportagem Especial 09

Com as obras abandonadas por vários anos, a retomada ocorreu em 2015, quando foi realizada licitação, com orçamento de R$ 6.150.000,00, garantido pela Prefeitura de Juiz de Fora junto à Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig). O projeto inicial passou por alterações, sob responsabilidade do arquiteto da Secretaria de Obras da Prefeitura de Juiz de Fora, Leonardo de Paula, e do escritório Skylab Arquitetos, com suporte da Fundação Nacional de Artes (Funarte). A empresa Vero Construções Engenharia venceu a licitação para a implantação total do projeto. O novo projeto permitiu o aproveitamento do subsolo para instalação de camarins, salas para ensaio, sala de geradores, entre outros espaços. O teatro contará com sala de exposições, café, salas de ensaios e de reuniões e um teatro com capacidade para abrigar 400 pessoas. Hoje, quem passa pela rua já pode ver o imponente teatro, que tem área construída de 2.080,42 metros quadrados, em cores branco, cinza e amarelo. A calçada, larga e espaçosa está finalizada. “Estrutura, alvenaria, instalações, sistema de climatização, forro e pintura também estão finalizados. A implantação de poltronas, cortinas, equipamentos cênicos, carpetes, piso externo, gradil frontal e vidro de fechamento à sala de exposição estão em andamento”, explica o prefeito. Divulgação PJF

Juiz de Fora está prestes a ganhar mais um espaço onde será possível vivenciar a arte em suas mais variadas formas. As obras do Teatro Paschoal Carlos Magno estão em fase de acabamento. “A previsão é que a obra seja entregue nos próximos meses”, afirmou o prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira. A previsão é que a finalização ocorra ainda no mês e dezembro. Ainda neste mês, a administração do espaço deverá ser repassada à Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), responsável pela política cultural do município. Até então, o acompanhamento vem sendo feito pela Secretaria de Obras. Mas a abertura do espaço não deve ser imediata ao término das obras, já que o imóvel passará pelas avaliações necessárias para a liberação do alvará de funcionamento. A cidade esperou quase quatro décadas pelo teatro, localizado na rua Gilberto de Alencar, atrás da Igreja São Sebastião, na região central de Juiz de Fora. O equipamento começou a ser construído em fevereiro de 1981, mas, devido a problemas verificados no solo, os trabalhos de construção foram interrompidos em 1983, já que a verba foi destinada às obras necessárias na estrutura do terreno e nas bases do edifício. A partir daí, falta de financiamento e questões burocráticas emperraram a continuação das obras.


O modelo de gestão ainda não foi definido, mas a previsão prefeito Mello Reis começou a implantação da estrutura do é que o espaço abrigue espetáculos teatrais, exibição de espaço. Estamos muito satisfeitos de ter tirado mais essa filmes e apresentações de dança. obra do papel e estarmos prestes a entregar, como diversas outras obras do município nas áreas de saúde, educação, mobilidade, abastecimento de água, saneamento, “Avanço para a cultura local” contenção de encostas, habitação, entre outras”, destaca o “Após mais de 30 anos, nossa administração conseguiu chefe do Executivo municipal.

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recursos para finalizar esta importante obra para a população de Juiz de Fora. Termos retomado e finalizarmos a obra é Teatro municipal um avanço para a cultura local, pois o teatro estará aberto a todas as manifestações de arte. Com apresentações No ano que antecedeu sua morte, o poeta, dramaturgo de teatro, dança, música, artes plásticas e audiovisuais, e diretor teatral Paschoal Carlos Magno veio a Juiz de Fora, atendendo à classe artística da cidade, que sonha com a em 1979, para assistir a uma exibição de uma companhia inauguração desse espaço desde 1981, quando o ex- de teatro local. Diante do público, o teatrólogo fez um


Reportagem Especial 11 11

apelo ao então prefeito da cidade, Mello Reis, conseguindo convencê-lo a construir um teatro municipal. O início das obras, sob responsabilidade da Prefeitura de Juiz de Fora, se deu dois anos depois da visita.

Quem foi Paschoal Carlos Magno? Filho dos italianos Nicolau Carlos Magno e Filomena Campanella Carlos Magno, Paschoal Carlos Magno nasceu no Catete, bairro da cidade do Rio de Janeiro, em 13 de janeiro de 1906. Falecido na mesma cidade, em 24 de maio de 1980, Paschoal foi diplomata de carreira, mas teve como grande paixão as artes, e, em especial, a literatura e o teatro. Lançou livros; fundou a Casa do Estudante do Brasil,

no Rio de Janeiro, destinadas a estudantes sem recursos; promoveu feiras de livros; foi premiado pela Associação Brasileira de Letras (literatura e teatro); fundou o Teatro do Estudante do Brasil, uma de suas maiores criações; em sua casa, no bairro de Santa Tereza, inaugurou o Teatro Duse, com cem lugares; promoveu, junto ao Ministério da Educação e Cultura, a “Caravana da Cultura”, que levou espetáculos a cidades do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, da Bahia, de Sergipe e de Alagoas. Em 1950 foi eleito vereador pelo Distrito Federal. Em Paty de Alferes (RJ), fundou a Aldeia Arcozelo, registrada como Fundação João Pinheiro, destinada a ser um centro de repouso para artistas e colégio de artes. Criou a “Barca da Cultura”, que visita 57 cidades do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.


Coluna RH

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Juliana Freesz Coordenadora de Recursos Humanos e Eventos do Sindicomércio-JF Fonoaudióloga, especialista em comunicação humana e pós-graduada em gestão de recursos humanos. Atua em Gestão de Pessoas há 11 anos, trabalhando diretamente o comportamento humano através de treinamento, seleção de pessoal, desempenho, comunicação e demais subsistemas de RH que propiciem o desenvolvimento de pessoas.

O fim do ano se aproxima. Nesse período, ouve-se falar, e muito, sobre novos planos, novas metas, novos objetivos. Pensamos, para o ano novo, novos desejos, que acredito nem serem tão novos assim. Entra ano, sai ano e, influenciados pela mídia e todo o ambiente externo, desejamos emagrecer, adquirir hábitos mais saudáveis, mudar de emprego, ler um livro. Mas e o que foi prometido no ano passado? Foi cumprido? Chegou-se ao resultado? Muitas pessoas sentem dificuldade em findar um ano com todos os seus objetivos alcançados. Quer seja no âmbito pessoal, quer seja no profissional, o sucesso ou o fracasso de cada um dependem de um bom planejamento estratégico. Essa expressão, embora muito conhecida, ainda causa certa dor de cabeça nas pessoas. Independentemente dos seus objetivos pessoais ou profissionais, um bom planejamento exige passos simples e todos podem e devem fazer. Parar para refletir sobre o futuro ajudará a traçar o melhor caminho para suas conquistas. O passo a passo para essa reflexão é o mesmo tanto para um bom planejamento pessoal quanto profissional. Vamos começar?

Planejar é preciso 1. Defina um objetivo: é preciso estabelecer uma visão de longo prazo. Aonde você quer chegar? Estabeleça metas de 10, 5 e 1 ano. Um bom caminho só pode ser traçado se tivermos claro e bem definidos onde queremos chegar. 2. Faça um diagnóstico: conhecer seus pontos fortes e fracos e os de sua empresa, bem como as oportunidades e ameaças, darão mais subsídios para o próximo passo do seu planejamento: o plano de ação. 3. Elabore um plano de ação: conhecendo os possíveis impactos do ambiente fica mais fácil estabelecer os objetivos estratégicos e o plano de ação para atingi-los. Nesse momento, desenhar o caminho, detalhadamente, para cada objetivo é a chave para o sucesso. 4. Monitore suas ações: não se esqueça de acompanhar o andamento de suas ações sistematicamente. Em alguns momentos, será preciso rever as estratégias. Se você já leu ou assistiu ao filme “Alice no país das maravilhas”, já deve ter se deparado com a frase “para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve”. Por mais que desenhar um planejamento não seja uma tarefa rápida, dedique-se. Tenha foco e comprometimento. É ele quem irá garantir seu sucesso ou fracasso. Só depende de você!


Coluna de Advogado

Lei da terceirização permite às empresas contratar trabalhadores terceirizados para qualquer atividade do negócio Terceirização e atividades meio e fim Sancionada em 31 de março de 2017, a Lei da Terceirização – 13.249/17 - está vigente desde sua publicação, a qual alterou e acrescentou dispositivos à Lei 6.019/74 (Lei do Trabalho Temporário e agora da Terceirização). Acrescente-se que a recente Lei 13.467/17, chamada Lei da Reforma Trabalhista, alterou novamente a Lei 6.019/74, ratificando o conceito e a permissão da terceirização da atividade-fim. Em rápida delimitação, terceirização é a contratação de trabalhadores para prestação de serviços através de outra empresa, ou seja, o empregado é contratado pela empresa terceirizada, que o coloca à disposição da empresa contratante, denominada tomadora dos serviços, para a realização do trabalho designado. Concebida nos Estados Unidos e tomando corpo no Brasil na década de 90, até hoje não havia em nosso ordenamento jurídico lei que tratasse deste tema, de modo que coube à Justiça do Trabalho a interpretação desta possibilidade, bastante praticada nos dias atuais, no

Arquivo pessoal

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Rubens de Andrade Neto Coordenador do Departamento Jurídico do Sindicomércio JF e diretor geral da Rubens Andrade Advogados. Mestre em Ciências Jurídico-Empresariais. contato@ rubensandrade.adv.br

entanto, com limitações. O órgão máximo da Justiça do Trabalho, o TST – Tribunal Superior do Trabalho, após muitos processos discutindo a questão, editou a Súmula 331, que pacificou o entendimento da Justiça para que as pessoas pudessem pautar suas condutas. Dentro desta interpretação, ficou consignado que a terceirização só seria lícita em se tratando de atividade meio, sendo vedada a prática nas chamadas atividades-fim. A título de exemplo, e utilizando o comércio de roupas, as empresas podiam contratar de forma terceirizada outras empresas para que seus trabalhadores realizassem a limpeza da loja e a entrega, por exemplo, consideradas atividade-meio, sendo que o serviço de venda, propriamente dito, que na prática ocorre através dos vendedores, não. Este trabalho de vendas é considerado como atividade-fim da empresa do comércio de roupas. Com a Lei da Terceirização esta distinção entre a possibilidade de se contratar trabalhadores somente para atividade-meio termina. Desde a sua publicação, as empresas podem contratá-los para o exercício de qualquer atividade de seu negócio.


Voltando ao nosso exemplo, as empresas do comércio poderão contratar os seus vendedores por meio de uma empresa terceirizada prestadora de serviços.

Terceirização de serviços, intermediação de empregados e efeitos Entendemos, infelizmente, que a Lei foi sancionada de forma atabalhoada, sem debate sobre o tema, e construída de modo impreciso, o que poderá trazer novas discussões no âmbito da Justiça do Trabalho. Primeiro, porque veio inserida em outra Lei que trata do trabalho temporário e de modo confuso e desorganizado. Segundo, porque pouco tratou sobre os seus efeitos. Muitos questionamentos e interpretações distintas e equivocadas já surgiram diante destes problemas. É importante ressaltar que contrato de trabalho temporário e contrato de terceirização de prestação de serviços são institutos distintos. No contrato de trabalho temporário, o trabalhador é subordinado ao tomador, ou seja, pode receber ordens diretas dele. As situações em que o contrato temporário é possível estão elencadas na Lei 6.019/74, como no caso de substituição de férias de um funcionário. Ele serve para atender à necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente da empresa ou a acréscimo extraordinário de serviços. A Lei 13.249/17, além de legislar sobre a terceirização da prestação de serviços, também cuidou de alterar o prazo do contrato de trabalho temporário, que até hoje era de três meses. Este prazo foi aumentando para até 180 dias, prorrogáveis por mais 90 dias. Ou seja, o prazo total poderá ser de até 270 dias, quase nove meses. Já no contrato de prestação de serviços, para terceirização de atividades, os trabalhadores não poderão ser subordinados ao tomador. Não poderão, portanto, receber ordens diretas do tomador dos serviços, sob pena de constatação de vínculo direto. Outra grande diferença é que não há prazo limite estipulado para tal prestação de serviços. Em ambas as situações, as empresas tomadoras são responsáveis subsidiariamente pelas obrigações trabalhistas perante os trabalhadores. Serão responsabilizadas, consequentemente, pelo pagamento, caso as empresas contratantes dos empregados não cumpram suas

obrigações e as vias de expropriação de seus bens estejam esgotadas, o que já era aplicado pelos Tribunais.

Visões e condições de trabalho Pelo prisma empresarial, a terceirização tem o intuito de promover a descentralização administrativa, objetivando melhor qualidade e produtividade das empresas, através da parceria empresarial. Qualquer etapa de seu processo produtivo poderá agora ser terceirizada, onde a tomadora, exemplificando, não detenha tanto know how em algumas das etapas de seu processo produtivo, sem o risco do vínculo direto da relação de emprego com os trabalhadores pelo tomador dos serviços, desde que as regras sejam devidamente observadas. Críticos da nova regra enxergam na abertura da terceirização da atividade-fim uma precarização do trabalho, por permitir mudanças na remuneração dos trabalhadores e enfraquecimento da intervenção sindical, pois os trabalhadores contratados pelas terceirizadas não necessariamente responderão ao mesmo sindicato daqueles funcionários contratados diretamente, nem tampouco terão a mesma garantia de remuneração. No entanto, entendemos que, em médio prazo, os sindicatos patronais e dos trabalhadores poderão realizar um rearranjo para estas relações, pois as negociações deverão ser reforçadas. A representatividade sindical é um dos pontos que ainda será muito debatido. Enquanto no contrato de trabalho temporário a tomadora dos serviços tem que estender ao trabalhador da empresa de trabalho temporário o mesmo atendimento médico, ambulatorial e de refeição destinado aos seus empregados, no contrato de terceirização de prestação de serviços, com a nova redação da Lei da Reforma Trabalhista, deve ser estendida a mesma alimentação oferecida aos da tomadora, quando em refeitório; serviços de transporte e atendimento médico ou ambulatorial fornecido nas dependências da tomadora. As tomadoras dos serviços são obrigadas, ainda, a garantir segurança, higiene e salubridade a todos os terceirizados. Em qualquer caso, o trabalhador é contratado mediante vínculo empregatício, pelas regras da CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas. Neste ponto, nada mudou. O que mudou é quem poderá ser o seu empregador.


Coluna de Advogado 15

Ponto de extrema discussão que foi ratificado na reforma, refere-se à possibilidade de diferença de remuneração entre os empregados da prestadora e da tomadora, pois deixou expresso, no parágrafo primeiro, do artigo 4º C, que “as partes poderão, se assim entenderem...” (não obrigação), estabelecer mesmo salário e outros benefícios. Importa ressaltar que os pontos referentes às alterações advindas da Lei da Reforma Trabalhista entraram em vigor em 11 de novembro de 2017.

Observações É de extrema importância esclarecer que nos casos onde exista ilegalidade, fraude, ou quando na terceirização de prestação de serviços os empregados receberem ordens diretas da empresa contratante, por exemplo, poderá ser reconhecido o vínculo empregatício diretamente

com a empresa tomadora dos serviços, com todas as consequências advindas de um contrato de trabalho com vínculo direto. Estamos em um momento de cautela, pois algumas mudanças ainda podem surgir, mesmo após a reforma trabalhista, haja vista que está tramitando, entre outros, o Projeto de Lei nº 4330/2004, aguardando apreciação pelo Senado Federal, o qual tem o propósito de regulamentar mais detalhadamente os direitos e obrigações das partes na cadeia da terceirização. De todo modo, todas as alterações deveriam ser feitas após debate com a sociedade, mas o que vemos são legislações confusas, com pouca técnica, que assoberbam o judiciário pela consequência da falta de clareza e ocupam os juristas a desvendá-las pela hermenêutica, quanto à extensão de seus comandos desalinhados.


5 lições que Steve Jobs

deixou sobre estratégias de marketing Steve Jobs, fundador da Apple, foi, sem dúvidas, uma pessoa marcante para o empreendedorismo. Não apenas pelos produtos que criou e aperfeiçoou, mas também pelas estratégias de marketing e lições de vida, que conquistaram milhares de fãs por todo o mundo. Devido ao seu legado tão grande de conhecimento, Jobs será o tema deste artigo. Veja, a seguir, algumas das muitas lições que este gênio nos deixou. Explicaremos porque essas estratégias são tão importantes para o marketing, inclusive na área de desenvolvimento pessoal. Confira!

1. Crie um grande produto Steve Jobs não queria apenas criar produtos e vender, ele queria um grande produto, que aliasse tecnologia às vontades e necessidades dos clientes. Os produtos da Apple não são apenas computadores e celulares, são produtos que vão além, desde a tecnologia que oferecem até o acabamento requintado, a embalagem e o conceito de que é o melhor porque é o que você precisa. Quando você estiver pensando na criação do seu marketing, não foque apenas no produto ou serviço final que for entregar ao seu cliente, pense no todo, pense grande. Reflita sobre a forma de entrega, o relacionamento, a presença da sua marca… Enfim, mostre profissionalismo e conceito. Uma ótima forma de criar conceitos e desenvolver a marca ou o que você oferece é por meio do Marketing de Conteúdo. Conteúdo relevante e de qualidade favorece a criação da autoridade sobre determinado assunto, ajuda muito para que as pessoas te conheçam e vejam que você oferece muito mais.


Notícias 17

2. Venda sonhos e não apenas produtos

4. Simplifique sempre

Jobs conseguiu criar um conceito grande e perfeito para o seu negócio: transformar os produtos da marca em um sonho de consumo para milhares de pessoas. A Apple reinventou produtos, melhorou a tecnologia e criou uma ideologia. As pessoas não falam que têm um smartphone, elas dizem que têm um iPhone da Apple. E é assim que ele criou e tratava esta ideologia, dizendo que a Apple não vê as pessoas como consumidores, e sim pessoas com sonhos e ambições. E ressalta que a empresa criou produtos que ajudam essas pessoas a realizarem estes desejos de consumo. É mais ou menos o que acontece com o Marketing Viral, as pessoas compartilham o que estão vendo, não pensando na marca e que estão fazendo a propaganda de alguém, mas pelo conceito que está atrelado àquela ideia. Mais pela intenção do que pelo produto. Todos nós temos sonhos e ambições, alguns sonham mais alto e outros com os pés no chão. No entanto, quando você conhece bem o seu público-alvo ou os consumidores que deseja conquistar, também sabe quais são os limites dos sonhos deles. E é neste limite que você deve se apresentar e conquistá-lo, mas não pelo que você é, e sim porque pode oferecer o que ele precisa.

Jobs dizia que a simplicidade era a essência dos produtos da Apple. Você pode até achar que seja um pouco absurdo em se tratando de produtos com tanto requinte e um alto valor de mercado. No entanto, pare e comece a se lembrar dos produtos. Eles são de fato simples. O mouse da Apple é uma base lisa com o símbolo da marca, apenas isso. O design pode ser inovador, sem dúvidas, mas a aparência dos aparelhos preza pela simplicidade e delicadeza. Na Apple, uma coisa é clara: menos é mais. Aplicando isso ao marketing é possível ver claramente que: quanto mais incrementos você coloca em algo que esteja fazendo, mais confuso o seu público ficará no momento da escolha. Seja porque o resultado visto por ele pode parecer complicado demais e ele desiste ou por dispersar tanto a atenção para tantos detalhes, que fica difícil focar no principal.

3. Evangelize seus clientes Evangelizar os seus clientes é conseguir fazer com que eles vistam a camisa da marca, de uma forma que eles quase não percebam mais que aquilo é uma marca e comecem a considerá-la uma ideologia, um estilo de vida, um comportamento, um modo de pensar. Outras marcas, além da Apple, também conseguiram fazer isso, como o McDonald’s. Seus fãs são de uma fidelidade muito forte e não dizem que vão comer um sanduíche, eles vão comer um Mc. Marcas assim possuem a mais rica propaganda, que é a baseada em experiência de consumidores reais. Essa mesma estratégia é desenvolvida pelo Inbound Marketing, também chamado de novo marketing. Mas que, no entanto, não é tão novo assim se analisarmos o marketing que era desenvolvido por Jobs.

5. Inove a marca Inovar a marca é estar atento ao que as pessoas precisam e se adiantar oferecendo o que elas não esperavam, surpreender. Jobs dizia a sua equipe que inovar era muito pouco, que era preciso sonhar, pensar grande, se colocar nos lugares das pessoas que estavam com um iPhone na mão e não mais se satisfaziam com ele, que desejavam e ansiavam por mais. Que ficavam atentas esperando qual seria a grande novidade que a Apple lançaria no próximo ano, ou, até mesmo, no próximo mês. Steve Jobs sempre dizia a sua equipe que não há mal nenhum em roubar grandes ideias, desde que você as reinvente e se torne o melhor naquilo que se propôs a fazer. Essas lições de estratégias de marketing também são válidas para quem é prestador de serviços ou empreendedor individual e que está desenvolvendo o seu próprio Marketing Pessoal. As lições de Jobs não são direcionadas apenas para criação e venda de produtos, mas lições de vida e de empreendedorismo que podemos utilizar em diversas circunstâncias, como ele mesmo dizia: “Nós estamos aqui para fazer a diferença no universo. Por qual outro motivo estaríamos aqui”? Fonte: Diego Carmona, especialista em Marketing Digital, para Administradores.com


Notícias 18

Sindicomércio-JF lança a

Escola de Negócios

O Sindicomércio-JF lançou, no mês de setembro, a Escola de Negócios. Trata-se de um negócio inovador, que, em sintonia com o mercado, pretende levar, aos ingressantes, apontamentos e tendências da realidade profissional, tornando, assim, a prática dos negócios em sala de aula um grande diferencial competitivo. É uma forma de integrar o mundo corporativo com o ambiente acadêmico, mostrando a realidade e quais são as tendências desse setor. A intenção da Escola de Negócios é abordar as novidades, os conceitos e muito conhecimento prático sobre comércio de atacado, varejo e serviços do Brasil e do mundo. Entre as atividades previstas estão realização de avaliação e diagnóstico de gestão de pessoas, palestras e cursos de média e longa duração, além de um MBA em gestão de varejo e serviços, curso a distância realizado em parceria com a Universidade do Varejo (Univar), que conta com a chancela da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.

“Pretendíamos desenvolver um projeto que permitisse levar para a sala de aula tudo que vemos no mercado, em relação ao varejo, ao atacado e aos serviços”, explica a coordenadora de Recursos Humanos e Eventos do Sindicomércio-JF, Juliana Freesz. A Escola de Negócios deverá permitir o acesso a práticas e tendências de temas como administração de empresas, vendas, marketing, atendimento e finanças. “Nosso objetivo é contribuir para a sustentabilidade do comércio e para o fomento da economia por meio do conhecimento”, destaca Juliana. O diretor do Sindicomércio-JF, Gilson Guimarães Peixoto, reforça a importância de os associados à entidade participarem e incentivarem a participação de seus colaboradores. “A evolução do conhecimento existe em todas as áreas. Por isso a criação da Escola de Negócios e a importância de empregadores participarem e incentivarem seus colaboradores.”


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Formações A Escola de Negócios contará com diferentes nichos de formação: o Centro de Avaliação e Diagnóstico, o Clube de Negócio Sustentável e o MBA em Gestão de Varejo e Serviços. No Centro de Avaliação e Diagnóstico serão realizadas atividades como testes e dinâmicas de grupo e comportamentais, a fim de identificar o perfil profissional dos trabalhadores do setor, permitindo a criação de um plano de desenvolvimento para cada caso. Por meio do Clube de Negócio Sustentável, serão realizadas palestras e cursos de média e longa duração, que têm como objetivo capacitar e transmitir conhecimento. Entre os temas previstos a serem abordados estão treinamento para visual da loja, liderança, gestão, formação de preço de venda, empreendedorismo, oratória e atendimento. Já o MBA em Gestão de Varejo e Serviços, reconhecido pelo MEC, será lançado no início de 2018. As aulas serão realizadas no auditório do Sindicomércio-JF. Contudo, em breve o projeto deverá contar com sede própria.

“A escada deve ser varrida de cima para baixo” O diretor da Univar, Juedir Teixeira, afirma que “não dá para fazer varejo como se fazia antes. A atividade mudou, seja pelo comportamento do consumidor, seja devido às novas tecnologias, que fazem com que tenhamos as lojas na palma de nossas mãos. Por isso, é importante melhor a gestão do negócio, é preciso que este seja gerido de forma profissional”, E defende que, para isso, é preciso mudar a cabeça do empresário varejista. “A escada deve ser varrida de cima para baixo. Trabalhando o empresário, conseguimos a repercussão em todos os envolvidos e o consumidor sentirá.” Ele explica que a Escola de Negócios deverá capacitar em todos os níveis, capacitando o empresário, o vendedor, o balconista, o caixa. “Devemos investir em pessoas, que são, ao lado do conhecimento, o grande patrimônio das empresas. Entre as temáticas abordadas estão gestão de pessoas, de produtos, viabilidade de possíveis novos negócios, entre outras.”

Juedir Teixeira (Univar), Emerson Beloti (Sindicomércio-JF) e Renato Guedes (Univar) Sindicomércio-JF

Lançamento Para marcar o lançamento do projeto, foi realizada a palestra “Tendências do varejo mundial, seus impactos no Brasil, e como superar os desafios atuais”, conduzida por Juedir Teixeira e Renato Guedes, diretores da Univar. O evento ocorreu no auditório do Sindicomércio-JF.

Lançamento da Escola de Negócios Sindicomércio-JF


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Dez tendências no ambiente de

redes sociais

Muitas novas redes sociais vêm surgindo e nos deixando curiosos sobre seu potencial e o quanto podem engajar os usuários. Orkut Buyukkokten, que há treze anos fundou a maior rede social do mundo, o Orkut, e agora está à frente do app Hello, uma rede social que aproxima as pessoas por seus interesses, lista os dez pontos que considera cruciais para o sucesso no ambiente de redes sociais.


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1. Conheça seu poder e suas fraquezas A maioria dos serviços de mídia social mede o sucesso pela quantidade de usuários que possuem ou pela quantidade de tempo gasto pelos usuários em seus serviços. Eu acredito que essa é uma fraqueza. As redes sociais devem nos unir, não nos fazem gastar mais tempo usando nossos dispositivos. E apesar das redes sociais terem mudado a forma como acessamos a internet de maneira positiva (por exemplo, nos oferecendo informações que nunca pensamos antes explorar), o serviço ainda não foi otimizado para nos ajudar a nos aproximar realmente de forma significativa, mesmo com o tempo todo que estamos passando online.

2. Esteja preparado - evolução e mudanças são inevitáveis Eu acredito que o Orkut ajudou o mundo a se tornar um lugar melhor, conectando-nos uns aos outros e aproximando-nos. O ambiente virtual social evoluiu tremendamente desde que o Orkut foi lançado, em 2004. O Orkut foi construído para desktops e navegadores, pensado para uma geração diferente. A nova geração cresceu com redes sociais, principalmente consumidas em smartphones. Eu vejo a Hello como um sucessor espiritual do Orkut e uma continuação da evolução das redes sociais.

3. Paixões e interesses são o que nos conectam As tecnologias devem nos aproximar - criando conexões que fortalecem nossas amizades e nos ajudam a conhecer pessoas incríveis que compartilham algo em comum conosco. O ambiente social deve nos fazer descer e deixar inspirados para explorar o mundo a partir do que nos apaixona. Eu sabia que as redes sociais precisavam de uma mudança, por isso quis lançar a Hello.

4. Sempre focar no comportamento do consumidor Eu acredito que é muito importante manter-se atualizado sobre o comportamento do consumidor, tendências geracionais e tecnologia. A inovação é um aspecto fundamental para manter um produto relevante e competitivo. O Orkut foi construído em uma era diferente, em que as pessoas adoravam redes sociais em seus desktops e navegadores. Nós construímos a Hello em uma plataforma móvel que reflete a mudança que vivemos sobre onde e como as pessoas acessam seus dados.


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5. Nova mudança deve acontecer em breve 8. Humanos e algoritmos devem trabalhar no mercado juntos para evitar propagandas falsas As redes sociais mudaram a maneira como compartilhamos, interagimos e nos comunicamos com nossos amigos, colegas de família e desconhecidos. Hoje, a maior parte do tempo que temos fora do trabalho, passamos em aplicativos de redes sociais. A maioria de nós tem smartphones, está online o tempo todo e interagindo com amigos em várias redes sociais. Agora, com o vídeo e a transmissão ao vivo tornando-se ainda mais populares, estamos começando a ver outra mudança na forma como as redes sociais mudaram a maneira como usamos a internet.

6. Gigantes e start ups podem coexistir Google, Facebook e Amazon têm uma enorme base de usuários e oferecem ótimos benefícios para seus consumidores. Para os recém-chegados que possuem produtos similares, é mais difícil competir com essas empresas. No entanto, existem muitos mercados, necessidades e serviços que não são abordados, o que traz uma grande oportunidade para startups. O tempo todo vemos pequenas e emergentes empresas crescendo.

7. A inteligência artificial é uma ferramenta para uma vida melhor A aprendizagem de máquinas e a inteligência artificial permitiram muitos avanços na segurança de dados, detecção de fraude, processamento de linguagem natural, cuidados de saúde e até mesmo para termos carros inteligentes. Com o avanço da tecnologia, a realidade virtual se tornou acessível às massas. Eu vejo isso como um novo meio, a maneira como fomos apresentados ao rádio, walkmans, TVs e smartphones. A IA pode proporcionar uma experiência imersiva em que podemos visualizar e interagir com pessoas e ambientes de uma maneira completamente nova e realista. É um meio revolucionário que alcança muitas indústrias, incluindo jogos, saúde, educação e entretenimento.

As notícias falsas se espalham rapidamente por conta de pessoas que desejam ser as primeiras a compartilhar informações, em busca de obter mais cliques, likes e seguidores. Se as conexões sociais fossem mais autênticas e não conduzidas por métricas de vaidade, isso também amenizaria essa questão. Os algoritmos gerados por computador são menos capazes de distinguir o que é real e o que é falso se comparado aos humanos. Entretanto, apenas com interação humana não é possível ter uma solução escalável para lidar com problemas como a propagação de notícias falsas. Eu acredito que a melhor abordagem é uma combinação de humanos e algoritmos de computador.

9. Ambientes virtuais devem estar livres de haters Eu acho muito importante promover uma comunidade que tenha bons valores. Isso inclui auto-expressão, autenticidade, compaixão e amor. Além dos valores da comunidade, também é necessário que as redes ofereçam ferramentas para que seus consumidores lidem com conteúdos ou indivíduos indesejados. É um equilíbrio delicado esse de permitir liberdade de expressão, mas também permitir aos membros da comunidade a capacidade de adaptar seu ambiente de rede social.

10. Uma missão clara e forte deve ser definida A Hello é uma plataforma única, com um propósito fundamentalmente diferente. Sua missão é não apenas conectar pessoas que já se conhecem, mas também facilitar a construção de novas conexões, por meio de interesses comuns. A maneira mais natural para nos conectamos em nossas vidas é compartilhando o que temos em comum. Na Hello, usamos essa lógica para ajudar a apresentar os membros uns aos outros. Fonte: Administradores


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Varejo on-line perde R$ 11 bi com compra cancelada por frete alto O alto custo do frete no comércio eletrônico tem gerado perdas significativas aos lojistas virtuais, uma vez que boa parte dos brasileiros afirma já ter desistido de uma compra devido à taxa de entrega elevada. Estudo da Manhattan Associates estima que, decorrente do cenário, o valor perdido em vendas é de R$ 11,8 bilhões. Segundo matéria divulgada pelo Diário Comércio Indústria & Serviços (DCI), a pesquisa mostra que 74,2% dos brasileiros abandonaram um ‘carrinho virtual’ ao se depararem com uma taxa de entrega alta. Considerando que cada compra cancelada teria um tíquete médio de R$ 331, a empresa global de softwares chegou ao valor dos R$ 11,8 bilhões. Há a possibilidade, contudo, de parte do montante ter sido absorvido por concorrentes do próprio varejo virtual, não saindo necessariamente do setor. “Não temos como medir aonde o consumidor comprou no final, e a venda pode não ter saído do e-commerce. Mas, como a única razão para a desistência foi o valor do frete, acreditamos que boa parcela deve sim ter migrado para lojas físicas ou desistido de fazer a compra”, explica o representante da Manhattan Associates no Brasil, Marco Beczkowski. O impacto expresso no estudo tende a aumentar nos próximos anos, já que o custo médio do frete vem crescendo de forma expressiva. Enquanto no primeiro semestre do ano passado o valor médio cobrado pela

entrega era de R$ 25,7, segundo a Ebit, no mesmo período deste ano o preço subiu para R$ 29,9, variação de cerca de 16,5%. A perspectiva, daqui para frente, caso o cenário logístico não mude no Brasil, é que o custo do frete continue aumentando em proporções semelhantes às vistas no intervalo. “Se não partimos para uma opção de logística multimodal, não resolvermos o problema de roubo de cargas e seguirmos com poucas operadoras, o custo do frete vai continuar crescendo”, diz o diretor de comunicação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), Gerson Rolim. Atualmente, segundo o executivo, os custos logísticos representam quase metade de todas despesas de uma empresa do e-commerce. “O consumidor é sensível ao frete porque é um custo muito pesado”, resume.

No início O peso grande do frete em relação ao preço do produto não é a única explicação para a influência que ele exerce na decisão de compra do brasileiro. No surgimento do e-commerce no país, ao final dos anos 1990, as grandes varejistas virtuais ofereciam frete grátis para todas as compras. A estratégia, que surgiu para estimular a migração do consumidor do varejo físico para o virtual, acabou acostumando o brasileiro com a prática. “O brasileiro


começou a entender que só valia a pena comprar on-line se ele tivesse o frete grátis”, diz o sócio diretor da VTEX, plataforma de cloud commerce, Rafael Campos. Nos últimos cinco anos, o cenário começou a mudar e a oferta do frete grátis reduziu gradativamente. O consumidor, no entanto, parece não ter acompanhado a evolução do mercado, e continua reticente em relação ao custo do frete. “Esse ‘aculturamento’ do brasileiro, que surgiu no início do e-commerce, permanece”, diz Beczkowski, da Manhattan. Existem, contudo, algumas medidas que já têm sido adotadas pelos varejistas e que podem, na visão dos especialistas, minimizar o impacto do alto custo do frete nas vendas. Uma delas, segundo o sócio diretor da VTEX, é oferecer a opção de retirar o produto na loja física. “São poucas que têm feito, mas é uma estratégia que resolveria o problema do custo alto do frete”, diz Campos. Outra alternativa, explica, seria fazer a entrega saindo das próprias lojas e não do centro de distribuição. De acordo com o executivo, a marca de moda Reserva já tem trabalhado dessa forma, e isso também diminuiria o frete, já que diluiria os custos. “Nos Estados Unidos as lojas já estão se transformando em centros de distribuição do mundo digital e isso é muito poderoso para mudar a questão do frete”, afirma. Para as lojas que operam exclusivamente no comércio eletrônico, uma opção que surgiu recentemente no Brasil são os chamados ‘lockers’, ou ‘pontos de coleta’. Uma empresa que oferece hoje o serviço no País é a InPost. A companhia disponibiliza terminais de coleta, aonde o consumidor pode retirar o seu produto. “O conceito está começando a chegar ao Brasil, mas também seria uma saída interessante para o problema”, afirma Rolim, da camara-e.net.

Prazo de entrega Apesar de ser um dos principais fatores que levam o consumidor a desistir de uma compra no e-commerce, o custo alto do frete não é o único problema. O estudo da Manhattan Associates mostra que o prazo de entrega também e um fator decisivo para o consumidor. Segundo a pesquisa, 63,4% dos brasileiros já abandonaram

o ‘carrinho virtual’ porque a previsão de entrega para o produto era longo. A influência do prazo de entrega, contudo, varia muito de acordo com o segmento, explica o sócio diretor da VTEX. “No setor de moda, por exemplo, se o prazo é muito longo a chance do consumidor desistir da compra é grande. Em ramos como o de móveis, por outro lado, o prazo talvez não exerça tanta influência”, explica. Em setores como o de supermercados e farmácias, onde a praticidade é um imperativo, o tempo para a entrega também é decisivo. O levantamento mostra, ainda, que mais da metade dos consumidores (57,3%) decidiram parar de utilizar uma loja por compras perdidas ou atrasadas. Outra questão que pesa na decisão do consumidor virtual é a burocracia para finalizar a compra. Um check out que exige o cadastramento do cliente ou que pede um número elevado de informações para finalizar o processo também acaba gerando uma taxa de desistência mais elevada, explica Campos.


IMEPP Atendimento socioassistencial em busca da inclusão e da qualidade de vida

Sindicomércio-JF

Oficina de Música

Oficina de Música

Com objetivo de promover o desenvolvimento integral, a autonomia, a inclusão social, além de colaborar para a melhoria da qualidade de vida e reduzir a sobrecarga da família de pessoas com deficiência e crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social, o IMEPP foi criado em 1972. O serviço socioassistencial, prestado de forma integrada e permanente, engloba atendimentos especializados e atividades socioeducativas, que buscam fortalecer o vínculo familiar e comunitário, assim como o exercício da cidadania. Com intuito de respeitar a heterogeneidade, os valores, as crenças e as identidades das famílias, os atendimentos respeitam e valorizam o potencial dos usuários, estimulando a aceitação e o reconhecimento da diversidade. As demandas são encaminhadas ao IMEPP pelo Centro de Referência de Assistência Social, pelo centro

Teatro sobre os cuidados básicos para prevenção à dengue

de Referência Especializado de Assistência Social, pelos Conselhos Tutelares, pela Vara da Infância e Adolescência e por serviços de saúde e educação, além de receberem demandas espontâneas. “Realizamos, então, uma anamnese da família, a fim de entender esta demanda e verificar a possibilidade de atendimento por meio dos serviços prestados. Um dos critérios de prioridade refere-se àqueles que são beneficiários dos programas de transferência de renda e Benefício de Prestação Continuada”, explica a coordenadora do IMEPP, Flávia Bonsanto. Com abrangência em toda a cidade de Juiz de Fora, atualmente a instituição conta com 179 usuários, entre 6 anos e a terceira idade, atendidos por 14 profissionais, além de contar com quatro voluntários fixos. Entre os usuários, há pessoas com Síndrome de Down, autismo, deficiência visual, deficiência física e deficiência intelectual.


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“Temos usuários que estão conosco há 20 anos”, destaca Flávia. Em sua maioria, os atendimentos são coletivos, mas há espaço para acolhidas individuais, de acordo com a necessidade e a possibilidade dos usuários e familiares de trabalharem com temáticas específicas, como, por exemplo, luto, sexualidade, violência, drogas etc. Os atendimentos são realizados de segunda a sextafeira, em períodos de quatro horas, nas seguintes áreas: Inclusão Social, Musicalização, Arte, Diversidade Cultural, Artesanato, Recreação, Dança, Lazer, Práticas Educativas para uma Vida Independente, Exercício da Cidadania e Fortalecimento do vínculo familiar e comunitário.

Eventos Além das atividades diárias, o IMEPP organiza eventos, tais como festas, cinema, exibição de filmes (interno), passeios culturais, caminhada guiada, apresentações musicais e artísticas e visita a instituições e exposições. “A intenção é enriquecer as experiências sociais e culturais dos usuários e de seus familiares. Além disso, buscamos permitir aos nossos usuários participar de atividades das quais eles participariam se não tivessem alguma deficiência.” Tendo como foco eixos temáticos (meio ambiente, diversidade racial, diversidade cultural, arte, hábitos saudáveis, sexualidade, autonomia, fortalecimento das relações familiares e comunitárias, habilitação e reabilitação

para o trabalho, criatividade, além das datas comemorativas e outras demandas sociais relevantes), é realizada, mensalmente a “Balada: Ação Social”, que introduz a temática para o desenvolvimento das diversas oficinas. Outra atividade é a “Oficina Família IMEPP”, momento com foco no repasse de informações às mães e aos pais, seja pelas assistentes sociais ou por convidados. Na “Oficina Família IMEPP” são abordados temas como direitos, segurança e saúde.

Retribuição Vinícius Soares Arêde, hoje com 39 anos, frequentou o IMEPP entre seus 10 e 15 anos. “O IMEPP foi muito importante no meu processo de socialização. Lá, aprendi muitas coisas. Lembro muito das aulas de música e educação física. ” Como forma de retribuição, Vinícius hoje é voluntário, realizando serviços de rua e sendo uma espécie de porta-voz da instituição junto aos órgãos públicos. “Voltei como voluntário para que eu possa ajudar, no que for possível, com tudo aquilo que aprendi.” Usuária do IMEPP, a jovem Rafaela Aparecida de Oliveira, 22 anos, conta que sempre participa dos eventos externos, realizados em espaços públicos e em estabelecimentos parceiros. “Gosto muito de dançar forró e também de tirar fotos.” Foi esse gosto por tirar fotos que rendeu à Rafaela o convite para ser a capa da Conexão Comércio de Natal.

Almoço à Mineira No dia 3 de dezembro, entre 12 e 16h, o IMEPP vai realizar, no Privilège, o Almoço à Mineira IMEPP. O cardápio será composto por arroz, tutu à mineira, pernil assado, couve refogada, vinagrete, mandioca frita e frutas variadas. A tarde será animada com o som do DJ Kalango e das Guerreiras de Clara. “Nossa expectativa é de que as pessoas participem, abracem o evento, conforme fazem com a Feijoada do IMEPP, realizada anualmente, já sendo uma tradição. É a primeira vez que promovemos o almoço, em um mês marcado por confraternizações, e nossa intenção é que seja um momento especial”, destaca a diretora da instituição, Ana Maria Loures de Rezende. Os interessados podem adquirir os convites na sede da entidade, que fica à rua Barão de Santa Helena 101, Granbery. O valor do convite é R$ 25.


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Comércio Previsões positivas para o Natal 2017

Após dois anos de recessão e registro de números não tão expressivos pelo comércio, a previsão para o Natal 2017 é que o setor volte a comemorar neste ano. Com a desaceleração dos preços e a queda dos juros em função da queda da inflação, o poder de compras das famílias brasileiras voltou a crescer, o que deverá resultar em bons negócios, sejam eles feitos em compras à vista (com preço mais em conta) ou em prestações. A retomada gradual do emprego, o que acaba por gerar a confiança entre as famílias, também resultado em bons resultados quanto às vendas. Que o cenário é favorável não há dúvidas. E a previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é de crescimento de 4,3% nas vendas para a data considerada a mais importante para o varejo. Essa alta representa uma movimentação financeira de R$ 34,3 bilhões até dezembro. Ao lado da previsão positiva com relação às vendas, a expectativa de maior movimento nas lojas deverá colaborar para a geração de vagas temporárias no comércio. Segundo a CNC, o aumento deve ser de 9,6% em relação ao registrado em 2016. Deverão ser geradas 73,1 mil vagas temporárias este ano, contra 66,7 mil do ano passado. Tal previsão refere-se ao período de setembro e dezembro, quando devem ocorrer as ofertas. Em Juiz de Fora, de acordo com o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, a previsão é que o

número de contratações fique entre 800 e 900 vagas. “É uma previsão conservadora, baseada no histórico de efetivos no comércio ao longo do último ano.” O levantamento da CNC considera os resultados referentes às datas comemorativas que antecedem o Natal (Páscoa, Dia das Mães, Dias dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças). De acordo com a CNC, as vendas do varejo aumentaram nos últimos cinco meses em comparação com o mesmo período do ano passado, o que ajudou a tornar as previsões otimistas. “Trata-se de um “efeito de adiamento” em relação aos anos anteriores. Antes da crise, mais de 20% das vagas começavam a ser preenchidas em setembro e outubro. Nos dois últimos anos, esse percentual não passou dos 15%”, afirma o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes.

Setores A previsão da CNC é que o maior volume de contratações esteja concentrado no setor de vestuário, um dos que mais crescem no Brasil. Para o vestuário deverão ser abertas 48,9 mil vagas. Já no setor de hiper e supermercados deverão ser abertas 10,4 mil vagas. Juntos, os dois setores representam 42% da força de trabalho. Os “grandes empregadores” do varejo costumam responder, em média, por 60% das vendas natalinas.


Efetivação de temporários Diante da perspectiva de retomada lenta e gradual da atividade econômica e do consumo no início de 2018, bem como dos impactos positivos sobre o emprego, decorrentes da reforma trabalhista, a taxa de contratação dos trabalhadores temporários deverá voltar a crescer após o Natal. “Ao contrário da média dos dois últimos anos, quando apenas 15% dos trabalhadores contratados em regime temporário foram efetivados após o fim do ano, a reação mais positiva da economia deverá elevar esse percentual para cerca de 27%”, afirma Bentes. No período pré-crise, a taxa média de efetivação foi de 32,5%.

Salário médio O salário médio de admissão deverá alcançar R$ 1.191; avançando, portanto, 7,1% em termos nominais na comparação com os valores do mesmo período do ano passado. O maior salário de admissão deverá ocorrer no ramo de artigos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos, estimado em R$ 1.446. O segundo maior salário deve ser das lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.391). Esses segmentos deverão ofertar apenas 2,1% das vagas totais a serem criadas no varejo.


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Sindicomércio-JF fecha parceria com PrimaVida Planos Odontológicos O Sindicomércio-JF fechou, recentemente, parceria com a PrimaVida Planos Odontológicos, com foco em associados, colaboradores e familiares. Com custo acessível e qualidade, o plano oferece consultas, atendimentos de urgência, cirurgias de pequeno porte realizadas em consultórios, restaurações e obturações, tratamentos de canal e gengivas, odontopediatria, radiografias, colocação de blocos e coroas metálicas e em cerômetros, coroas provisórias, prevenção/aplicação de flúor, extração (inclusive siso incluso). O valor da mensalidade para estabelecimento associado é de R$ 14 (associado com todas as contribuições em dia / preço por vida). No caso de estabelecimento de empresa de contribuinte da Negocial Patronal, o valor por vida é de R$ 16 (para adesão ao plano, mínimo de seis vidas por CNPJ). A adesão pode ser feita de duas formas: compulsória (a empresa custeia o plano para os funcionários) ou adesão (o funcionário paga seu plano por desconto em folha de pagamento). Para mais informações, ligue (32) 3215-1317.


Empresas de pequeno porte são as que mais movimentam as contratações no país o mesmo período, é possível verificar que, de forma oposta, as empresas com 51 ou mais funcionários vêm empregando menos. Até 2014, empreendimentos de pequeno empregavam, em média, 46,6% dos trabalhadores. Em 2015 este percentual saltou para 48,1%, chegando a 50,1% no ano passado. Já as empresas de grande porte, com 51 ou mais pessoas ocupadas, respondiam em média, até 2014, por 30,3% dos trabalhadores ocupados. Em 2015 este percentual caiu para 29%, e chegou a 26% em 2016.

O desemprego na economia cresceu entre 2012 e 2016. O índice de desocupados no país, que foi em média de 5,5% em 2012, atingiu 11,5% em 2016, de acordo com dados do IBGE.

De acordo com o IBGE, em 2012, o país tinha 23,9% dos empregadores e trabalhadores por conta própria registrados no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Em 2016, este percentual saltou para 28,9%. Separadamente, o percentual de empregadores registrados no CNPJ saltou de 75,6% para 82% no mesmo período, enquanto o de trabalhadores por conta própria aumentou de 14,9% para 18,9%. As atividades em que cresceu a proporção de trabalhadores por conta própria formalizados entre 2012 e 2016 foram as classificadas como “outros serviços, alojamento e alimentação e construção”.

Fonte IBGE. Coordenação de Trabalho e Rendimento. PNAD Contínua

O Brasil passou por uma mudança dinâmica no mercado de trabalho, segundo mostra pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no mês de outubro. O levantamento tem como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) realizada em 2016. Os dados revelam que as empresas de pequeno porte (que empregam entre uma e cinco pessoas) são as que mais têm movimentado as contratações no país, ocupando mais da metade dos trabalhadores ativos do país. De acordo com o IBGE, o número vem crescendo desde 2013. Analisando

Formalização O levantamento apontou que aumentou o percentual de formalização dos trabalhadores autônomos e empregadores. Mesmo assim, os informais ainda são maioria.


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Em Minas, 71% dos pequenos empresários vivem de seus negócios A pesquisa Perfil das Microempresas (ME) e de Empresas de Pequeno Porte (EPP), divulgada recentemente pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostra que 71% dos empresários mineiros têm seu negócio como única fonte de renda. A renda familiar mensal média desses empresários é de R$ 7.754. Ainda segundo o levantamento, a maior parte – 62% – possui ensino médio ou superior completo. Entre as principais dificuldades encontradas no dia a dia dos negócios estão conquistar clientes e vender mais, problemas citados por 25% dos entrevistados; além disso, entender e cumprir as obrigações legais (20%). Mas, apesar dos entraves, o setor está otimista, conforme verificado na pesquisa: 68% dos empresários acreditam que vão aumentar o porte da empresa nos próximos anos.

14 anos de mercado A maioria dos pequenos negócios de Minas, 86%, estão operando normalmente. O índice é pouco superior ao do país, que ficou em 84%. O tempo de atuação no mercado

de 44% dos pequenos empreendimentos do Estado é de 14 anos. Os entrevistados responderam que, antes de se formalizarem, trabalharam, em média, dez anos na informalidade. Em Minas, os empresários que encerraram as atividades citaram como principais motivos o fato de o negócio não dar lucro, mas, sim, prejuízo (38%); não ter clientes (24%) e o excesso de burocracia e impostos (10%). Os principais motivos para empreender são conhecimento na área (44%), vontade de abrir um negócio (22%), oportunidade de negócio (23%) e necessidade de aumentar a renda (9%). A maioria dos empreendedores – 51% –, antes de abrirem o próprio negócio tinham trabalho com carteira assinada. Outros 12% trabalhavam sem carteira assinada e 10% eram empreendedores informais. De acordo com a pesquisa do Sebrae, 78% dos empreendedores consideram que a abertura da empresa possibilitou maior ganho financeiro. Além disso, 61% dos entrevistados consideram que a formalização tenha agregado melhores condições de compra.


Ações de Representatividade 34

Sindicomércio-JF e CDL/JF premiam os estabelecimentos vencedores do concurso “Um arco-íris de vitrine” O Sindicomércio-JF e a CDL/JF premiaram, recentemente, as lojas vencedoras do concurso “Um arco-íris de vitrines”. O primeiro lugar ficou com a Color Station, que levou para sua vitrine um transformista, que se “montava” diante dos consumidores que se aglomeravam no Calçadão da Halfeld. A empresa recebeu como prêmio um espaço para anúncio na revista Conexão Comércio.

O segundo lugar ficou com a Tricômania, que exibiu em sua vitrine um transformista vestindo peças de roupas comercializadas na loja. O modelo andou pelo Mister Shopping, chamando atenção de quem passava pelo local. A Tricômania ganhou um certificado digital.

Color Station Sindicomércio-JF

Tricômania Sindicomércio-JF

Mesa de Debates aborda o Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo O programa Mesa de Debates, que vai ao ar pela TVE Juiz de Fora, recebeu, no mês de agosto, a coordenadora de Recursos Humanos e Eventos do Sindicomércio-JF, Juliana Freesz, para falar sobre o Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo.

Mesa de Debates Sindicomércio-JF


História dos Associados Notícias 36

Sindicomércio-JF marca presença na abertura do Sevar 2017 O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, participou, no mês de agosto, da abertura da 16ª edição do Super Encontro Supermercadista (Sevar 2017), realizado em Juiz de Fora. O objetivo do evento é colaborar para a promoção da qualificação profissional, facilitar o relacionamento comercial, além de gerar negócios entre os participantes. Promovido pela Associação Mineira de Supermercado (AMIS), o Sevar contou com palestras, fóruns, oficinas e debates em sua programação.

Sevar 2017 Sindicomércio-JF

Reunião entre Sindicomércio-JF e Granbery promove discussão de parceria A fim de discutir a parceria entre o SindicomércioJF e a Faculdade Metodista Granbery, o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, esteve reunido, no mês de agosto, com o diretor da Faculdade Metodista Granbery, André Araújo de Oliveira; com a coordenadora do curso de Administração, Juliana Maiolli; e com o coordenador do curso de Engenharia de Produção, Carlos Couto. Foram abordados temas como a parceria atual e novas possibilidades a serem abertas pelas entidades.

Carlos Couto (coordenador do curso de Engenharia de Produção), Juliana Maiolli (coordenadora do curso de Administração), André Araújo de Oliveira (diretor da Faculdade Metodista Granbery) e Emerson Beloti (presidente Sindicomércio-JF) Sindicomércio-JF


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ESPECIALIZAÇÃO E MASTER

Inscrições até 23 de fevereiro pucminas.br/iec (32) 2101-9850

PARCERIA


Ações de Representatividade 38

Programa Mesa de Debates aborda a Escola de Negócios O programa Mesa de Debates, que vai ao ar pela TVE Juiz de Fora, abordou, no mês de setembro, o lançamento, pelo Sindicomércio-JF, da Escola de Negócios, desenvolvida por meio da parceria entre a entidade e a Universidade do Varejo, que recebe a chancela da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.

José Augusto de Carvalho (debatedor), Lidiane Charbel (Conselho Municipal dos Direitos do Idoso), Glauco Corrêa de Araújo (psiquiatra), Caio Zóia (apresentador), Jane Aragão (debatedora), Juedir Teixeira (diretor da Universidade do Varejo - Univar) e Gilson Guimarães Peixoto (diretor Sindicomércio-JF) Sindicomércio-JF

Presidente do Sindicomércio-JF participa da Semana Nacional do Trânsito O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, participou, em setembro, do Workshop Empresarial, que fez parte da programação da Semana Nacional do Trânsito, promovida pela Comissão Municipal de Segurança e Educação no Trânsito (Comset). O tema abordado por Beloti foi “Expansão empresarial”.

Presidente Emerson Beloti aborda “Expansão empresarial” Sindicomércio-JF


Sindicomércio-JF participa do seminário

“Perspectivas de Emprego e Renda em Juiz de Fora” Com objetivo de promover o debate sobre mercado de trabalho, qualificação profissional e desenvolvimento econômico, foi realizado, no mês de outubro, o 2º Seminário “Perspectivas de Emprego e Renda em Juiz de Fora”, com o tema “Qualificação: Caminhos Para a Empregabilidade”. Representando o Sindicomércio-JF, participaram do encontro o vice-presidente, Nício Fortes Garcia, e o superintendente da entidade, Sergio Costa de Paula. O evento foi realizado pelo Conselho Municipal do Trabalho, Emprego e Geração de Renda de Juiz de Fora (Comter) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sedettur) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), com apoio da Câmara Municipal (CMJF) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Superintendente do Sindicomércio, Sergio Costa de Paula, e vicepresidente, Nício Fortes Garcia, participam do seminário Marina Bartoli

Sindicomércio-JF promove palestras sobre Reforma Trabalhista A fim de esclarecer pontos sobre a Reforma Trabalhista, o Sindicomércio-JF promoveu, nos meses de agosto e outubro, palestras sobre o tema. No dia 22 de agosto, o assunto “Reforma Trabalhista e Terceirização” foi conduzido pelo advogado Rubens de Andrade Neto, reunindo empresários, contabilistas

e consultores. Já no dia 3 de outubro, a palestra “Nova reforma trabalhista” foi proferida pelos advogados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Cláudio Luciano da Silva e Felipe Moreira dos Santos.

Rubens de Andrade Neto fala sobre “Reforma Trabalhista e Terceirização”

Felipe Moreira dos Santos, advogado da Fecomércio MG

Cláudio Luciano da Silva, advogado da Fecomércio MG

Sindicomércio-JF

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Festa marca a entrega do Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo Na noite do dia 29 de setembro foram conhecidos os vencedores da primeira edição do Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo, que teve como objetivo reconhecer a importância da imprensa, sobretudo, dos jornalistas e dos futuros jornalistas. O Prêmio foi organizado pelo Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF) e idealizado pelo publicitário Dennis Orrú, diretor da Artwork Propaganda e Marketing. Em uma linda festa, realizada no Victory Business Hotel, que reuniu jornalistas, professores de Comunicação, patrocinadores do Prêmio e parceiros, foram conhecidos os finalistas e vencedores de cada categoria, além do 1° e do 2° lugares gerais.

Categoria estudante - Larissa Gioseffi (CES- Categoria rádio - Joubertt Telles (Rádio JF), inscrita com as estudantes Gláucia Simas e Letícia Itatiaia), com matéria sobre a importância da cerveja Ferrari, com a matéria “O comércio em Juiz de Fora” - 01 Tablet + 06 meses de estágio no Sindicomércio-JF;

Categoria impresso - Gracielle Nocelli, inscrita com Fabíola Costa (Tribuna de Minas), com a matéria “Comércio movimenta 40 milhões

de reais em salários por mês” - 01 Notebook;

Categoria internet - Roberta Oliveira (G1),

com a matéria “Série de aniversário de Juiz de Fora destaca Mercado Municipal, que às vésperas dos 30 anos tem meta de ser referência” - 01 Notebook;

artesanal para o desenvolvimento econômico de Juiz de Fora, produzida para o Especial Juiz de Fora 167 anos - 01 Notebook;

Categoria TV - Larissa Zimmermann (TV Integração), com a matéria “Empreendedorismo

feminino se consolida como alternativa de trabalho em Juiz de Fora” - 01 Notebook;

2° lugar geral - Larissa Zimmermann (TV Integração) - Diária no Hotel Grogotó + R$ 1.000;


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1° lugar geral - Gracielle Nocelli, inscrita com Fabíola Costa (Tribuna de Minas) Diária no Hotel Grogotó + R$ 2.000.

Tema O tema do Prêmio foi “A evolução do comércio de bens e serviços no desenvolvimento socioeconômico de Juiz de Fora”. “Nossa ideia é valorizar o trabalho dos jornalistas, além de incentivar os alunos que pretendem seguir esta carreira, de forma a estimular, divulgar e prestigiar a categoria. Para isso, definimos um tema que busca contribuir para o melhor entendimento, pela sociedade e pelo poder público, sobre matérias relativas à importância da atividade do comércio na vida de Juiz de Fora, assim como apontar problemas e soluções para o setor”, destaca o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti.

A Comissão Avaliadora das matérias inscritas foi formada por Ismair Zaghetto, Mônica Calderano, Ricardo Bedendo, Teresa Neves e Wilson Cid. O Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo contou com os seguintes patrocinadores: Grupo Solar de Comunicação (Jornal Tribuna de Minas, Rádio CBN, Rádio Solar e Tribuna OnLine), TV Alterosa, Grupo Sircom de Comunicação (Jornal Diário Regional, Rádio Premium e TVE), JP Produções, Rezende Roriz, Ecoprint Soluções Gráficas, Facilita Telecom, Grupo Libertempo (Rádio Cidade, Rádio Alô, 107 FM e Rádio Jovem Pan), Imobiliária Oliveira Matta, Mary Milk, Olps Gráfica, Senac, Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora, TV Integração, G1 e globoesporte.com e Uniben Administradora de Benefícios.


Emerson Beloti e Dennis Orrú

Troféu

André e Sylvio Netto Júnior

Os apresentadores Luciana Ferraz e Sérgio Rodrigues

Giselle Clara, Rafael Barbosa Santos e Liliane Luchin

Alan Pandeló e Lair Braida (Butecomédia)

Ronald Platz e Flávia Aragão Platz

As vencedoras da categoria Estudante, Letícia Ferrari, Larissa Gioseffi e Gláucia Simas, ao lado de Claudio Prenassi (diretor executivo do Grupo Libertempo) e de Eliane Cristina de Oliveira Matta (diretora executiva da Imobiliária Oliveira Matta)

As vencedoras da categoria Impresso, Fabíola Costa e Gracielle Nocelli

O jornalista Augusto Medeiros recebendo a premiação pela vencedora da categoria Internet, Roberta Oliveira, ao lado de Ronald Platz (gerente comercial do Grupo Sircom de Comunicação) e de Paulo César (diretor executivo da Uniben Administradora de Benefícios)

O vencedor da categoria Rádio, Joubertt Telles, ao lado de Gillian Del Puppo (diretor administrativo e financeiro da Facilita Telecom) e de Paulo Roberto Lopes (diretor do Sindicomércio-JF)

Equipe Sindicomércio-JF

Marcus Saramela

Suzana Neves e Marquinhos Scapim Cunha

A vencedora da categoria TV, Larissa Zimmermann, ao lado de Suzana Neves (diretora executiva do Grupo Solar de Comunicação) e de Marcelo Rodrigues Sepúlveda (diretor do Sindicomércio-JF)

Créditos fotos: Aline Furtado e Guilherme Ovídio (O Happy Hour)

Diretores Sindicomércio-JF

Sr. Oddone Villar Turolla


Notícias 43

Estamos no O Sindicomércio-JF está no LikedIn. Para fazer parte da nossa rede, basta acessar o perfil Sindicomércio-JF. Criada há 14 anos e presente em cerca de 200 países, a rede profissional, alcançou, no primeiro semestre deste ano, 500 milhões de usuários em todo o mundo. De acordo com dados do próprio LinkedIn, esse número de meio bilhão de usuários se traduz em mais de 10 milhões de vagas anunciadas, acesso a informações de mais de 9 milhões de empresas e mais de 100 mil artigos escritos toda semana por usuários. Terceiro maior mercado do LinkedIn no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia, o Brasil possui 29 milhões de usuários.

LinkedIn


Notícias dos Associados História 44

Adega Vinhos do Sul Rua Bernardo Mascarenhas 1.715, Fábrica | BR 267 490, Retiro (Empório Caves do Sul)

Os 38 anos de mercado da Adega Vinhos dos Sul, celebrados no dia 1º de agosto, atestam a tradição e a qualidade dos produtos e do atendimento. Para o proprietário, Carlos Alberto Corrêa Netto, esses são os diferenciais para manter os clientes. “Lidamos com consumidores cada vez mais exigentes, por isso, qualidade, seja dos produtos ou do nosso atendimento, é fundamental.” Sobre o atendimento, ele explica que é importante que o mesmo se dê de forma personalizada, com a instrução, por parte dos vendedores, sobre as características do produto. Antes mesmo da fundação da Adega Vinhos do Sul, o local abrigava uma antiga distribuidora da Cervejaria José Weiss. “Quando viemos para cá, após o fechamento da antiga distribuidora, o local já tinha tradição no ramo de bebidas.” A loja foi aberta por Carlos Alberto e seu pai, Hércio Corrêa Netto, à época, aposentado do Ministério da Agricultura. “Eu trabalhava como assistente da diretoria da Roma Conservadora e fazia cursinho pré-vestibular”, relata Carlos Alberto, formado em Direito. “Fomos os pioneiros em vinho em Juiz de Fora. Até então, os mercados e supermercados só comercializavam gêneros alimentícios. Até há uns três anos, eu visitava a região Sul anualmente, a fim de participar de feiras e acompanhar as novidades do mercado. Nós, aliás, fomos os primeiros a trazer o vinho Canção para o estado de Minas Gerais, o que rendeu o convite para abrirmos uma representação. Hoje somos representantes do produto em toda Zona da mata mineira.” O foco da Adega Vinhos do Sul sempre foram os vinhos. Contudo, com o passar do tempo, a fim de atrair mais clientes, passaram a oferecer, ainda, espumantes, destilados, sucos integrais de uva e produtos gourmet, como geleias. A empresa conta com quatro colaboradores, além da assessoria da esposa de Carlos Alberto, Solange, e do filho, Rafael. Com clientela diversificada, atendem ao consumidor final, além de pequenas mercearias, lanchonetes, bares e restaurantes. A Adega Vinhos do Sul conta com a filial Empório Caves do Sul, que funciona no bairro Retiro desde 2000.

Carlos Alberto à frente da Adega Vinhos do Sul, nos anos 80 Arquivo pessoal

2017 Sindicomércio-JF

Consumo de vinho Segundo Carlos Alberto, o consumo de vinho tem crescido devido às pesquisas que demonstram os benefícios da bebida à saúde. “Beber vinho faz bem não só fisicamente, mas também porque se trata de um interessante ritual, que inclui as fases visual, olfativa e gustativa.” Outra constatação é a evolução do vinho nacional. “Evoluiu na técnica e, consequentemente, na qualidade. Mas as altas taxas dos vinhos nacionais ainda representam um entrave, fazendo com que o investimento em vinhos importados cresça.” Sindicomércio-JF


História dos Associados 45

Superfreios Rua Professor Osvaldo Veloso 80, Centro

O ano era 1971. Sr. Sebastião da Silva Reis abriu a Superfreios, na rua Floriano Peixoto 199. Em um espaço de 300 metros quadrados, era auxiliado por sua esposa, Maria Conceição de Souza Reis, e contava com dois colaboradores. “Naquela época, trabalhava quase exclusivamente com freios”, explica um dos filhos do sr. Sebastião, Luiz Fernando de Souza Reis, hoje responsável pelo comercial e pelo administrativo da Superfreios. Ele foi o primeiro filho a se juntar ao pai, que hoje cuida do financeiro, além de ser conselheiro da empresa. Depois vieram Simone e Márcia, ambas responsáveis pelo financeiro, e Marcelo, da contabilidade. Com história de crescimento, a Superfreios ocupa, desde 1980, um prédio com 2.400 metros quadrados, contando com 40 colaboradores. “Com o passar do tempo, fomos percebendo a necessidade de incluir novos produtos em nossa linha”, explica Luiz Fernando. Hoje, a empresa oferece aproximadamente 15 mil itens em autopeças e linha de manutenção industrial. “A linha automotiva engloba veículos de passeio, caminhões e tratores.” Atendendo à Zona da Mata mineira e ao estado do Rio de Janeiro por meio de vendas externas, a Superfreios percebeu a necessidade de atender à demanda de todo o estado de Minas Gerais. “Minas é muito grande e, por isso, não conseguíamos chegar por meio das vendas externas. Por isso, há dez anos, criamos a venda online. Como expandimos para o estado mineiro, acabamos crescendo e alcançando todo o Brasil.”

Trabalho e dedicação Para Luiz Fernando, além do trabalho e da dedicação ao negócio, um dos segredos para se manterem há mais de quatro décadas no mercado é “sempre superar a expectativa dos clientes”. Por falar em superar expectativa, a Superfreios conta com diferenciais dificilmente vistos em empresas da cidade. Um dos andares abriga um consultório médico, que recebe um clínico geral uma vez por semana, a fim de atender aos colaboradores e familiares. “Fazemos o agendamento para que sejam realizadas, aqui, as consultas. Essa foi uma ideia implantada pelo meu pai, que vem dando certo até hoje.” Além disso, há uma sauna, um amplo refeitório e uma quadra de futebol, todos os espaços destinados ao lazer dos colaboradores.

Fachada atual Sindicomércio-JF


Guardar documento fiscal é fundamental para efetuar troca de produtos Muitas vezes, fazemos compras e nem lembramos de pedir a nota fiscal. Aliás, muita gente não se atenta a sua importância. A nota fiscal é o documento que comprova a compra. Em seu conteúdo devem constar todos os dados referentes à transação, como data, nome do produto, quantidade, preço e valor total pago pelo consumidor. Ao que o comprador não costuma estar atento é ao fato de ser necessário arquivar o documento para o caso de troca, devolução e até mesmo de atestar a garantia da mercadoria adquirida. Por isso, é fundamental que o

consumidor guarde o documento para efetuar operações futuras relacionadas com o produto. “Em muitos casos, o cliente não guarda o documento e sim o comprovante da venda em cartão de crédito, pensando que isso irá servir como documento fiscal, mas não vale nada para este fim”, declara o proprietário da Cirúrgica Santa Rita, Alexandre Geraldo Almeida Paula. Segundo ele, as trocas efetuadas sem que houvesse comprovante de compra ocorriam há anos porque “a questão fiscal era bem menos arrochada do que é hoje,


Notícias 47

quando temos impostos sobre cada mercadoria. De tempos para cá, não é possível receber a mercadoria e entregar a outra sem que seja emitida nota fiscal de entrada e nova nota seja emitida na saída do outro produto. Se o consumidor não guarda o cupom ou a nota, por mais que queiramos trocar, não podemos. E isso pode gerar atrito. Por todo esse cenário, é importante informar e conscientizar o consumidor”. Quando o consumidor tem algum problema relacionado a uma compra e precisa acionar órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, o atendimento ocorrerá após análise da nota fiscal, que é documento essencial para um possível processo. O superintendente da Agência de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon/JF, Eduardo Schroder, reforça que, no ato da compra, o consumidor deve exigir a nota fiscal, pois é ela que garante os direitos dos consumidores e os deveres dos fornecedores de produtos ou de serviços.

Cupom fiscal. Nota fiscal Se pensarmos em recolhimento fiscal, cupom fiscal e nota fiscal têm a mesma funcionalidade. Contudo, quando se trata de garantia de produtos, os documentos não têm a mesma função. Algumas assistências técnicas autorizadas, por exemplo, só aceitam a nota fiscal devido ao fato de trazer os dados completos referentes à compra.

Troca de mercadorias Com o Natal chegando, época em que é comum o ato de dar e receber presentes, é normal que haja enganos e o presente precise ser trocado. O superintendente do Procon/JF explica que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) só garante troca quando o produto apresentar defeito ou vício oculto. Diante disso, a orientação é que o comprador se certifique, durante a compra, se o estabelecimento aceita ou não realizar a troca por motivos relacionados ao tamanho e à cor, por exemplo. De acordo com o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor, a troca é obrigatória apenas em casos de defeito, caso o mesmo não seja reparado. Se o produto apresentar algum tipo de defeito, existe um prazo de 30 dias para que o mesmo seja reparado. Caso o problema não seja resolvido, passado o prazo, o consumidor tem direito à troca ou ao dinheiro de volta, com juros e correção monetária. A estas regras previstas no Código de Defesa do Consumidor se aplicam algumas exceções:

Produtos essenciais Quando se trata de um produto essencial com defeito, um fogão, por exemplo, o consumidor não precisa esperar o prazo de 30 dias para reparo. Nesse caso, assim que constatado o defeito, é dever do fornecedor trocar ou devolver imediatamente a quantia paga pelo cliente. A troca ou restituição também deve ser imediata se o conserto puder comprometer as características do produto ou diminuir-lhe o valor.

Vício oculto e aparente Outro ponto importante quando se trata do prazo de troca é diferenciar o tipo de defeito, se é aparente ou oculto, e o tipo de produto, se é durável ou não durável. O chamado vício aparente é aquele que pode ser constatado facilmente, como um risco em uma superfície. O oculto é o defeito que não se consegue constatar de imediato e que surge repentinamente, com a utilização do produto, como um problema em um motor, desde que não seja decorrente do desgaste natural das peças. Quanto aos produtos, os duráveis são aqueles que deveriam ter vida útil razoavelmente longa, tais como os aparelhos eletrônicos, enquanto os não duráveis são aqueles consumidos em prazos curtos, como os alimentos e os medicamentos. De acordo com o artigo 26 do Código de Defesa do Consumidor, quando o defeito é aparente, o prazo para reclamação é de 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis, contados a partir da data da compra. Se o vício for oculto, os prazos são os mesmos, mas começam a valer no momento em que o defeito é detectado pelo consumidor. Além disso, de acordo com o artigo 18, no caso de o produto ter defeito, o consumidor pode reclamar tanto ao fabricante quanto à loja onde comprou a mercadoria.

Arrependimento No caso de compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como pela internet, telefone, de porta em porta, por reembolso postal, por catálogos, onde o consumidor não pode avaliar o produto em mãos, é garantido ao consumidor o direito ao arrependimento. Nesse tipo de negociação, o consumidor tem sete dias, a contar a partir da data da entrega, para desistir da compra. Os dias podem ser contados a partir da aquisição ou da entrega do produto. Nesses casos, a empresa deve arcar com os custos da devolução, inclusive o do frete.


Espaço Contábil 48

Atec Contabilidade Condomínio Edifício Bancantil, rua Halfeld 651, sala 602, Centro

A história da Atec Contabilidade teve início em setembro de 1988, com o senhor Lair José Nunes. Com o passar do tempo, uma de suas filhas, Yasmin Valéria, tomou frente da empresa. Em 1996, a segunda filha, Simone Nunes, entra para a sociedade. Hoje, além das duas sócias, a Atec conta com seis colaboradoras. A empresa abrange, na área contábil, escrituração contábil, balanços, balancetes, Sped, comprovantes de IRRF, DECORE para sócios; na área fiscal, escrituração fiscal, cálculo de impostos, Speds, orientações fiscais no que se refere à legislação e à emissão de documentos fiscais, obrigações acessórias (DAPI, DCTF, DIRF, IRPJ); departamento pessoal, rotinas trabalhistas (admissão/demissão, folhas de pagamento,

férias, rescisões, 13º, FGTS, INSS, RAIS, sindicatos); além de outras rotinas, como abertura/alteração/baixa de empresas, alvarás, certidões, IRPF. “Trabalhamos com MEI, Simples Nacional e Lucro Presumido”, explica Simone. Entre os segmentos atendidos estão comércio, indústria, clubes, associações, entre outros. Para ela, os diferenciais da Atec Contabilidade diante de outras empresas da área são a qualidade nos serviços oferecidos e o atendimento. “O cliente é a figura mais importante. Assim, nos colocamos sempre à disposição a fim de contribuir para que ele tenha sucesso no mundo globalizado e competitivo em que estamos inseridos.”


Espaço Contábil 49

Brandis Contabilidade Rua José Almério de Oliveira 260, São Pedro

Transparência e segurança “Cremos que nosso crescimento tenha a ver com o fato de oferecermos, de fato, acompanhamento aos nossos clientes. Um exemplo é prestarmos atendimento com relação ao certificado digital, que envolve prazos, indicação de renovação etc. Nossos clientes são nossos parceiros. Sabemos que existem atividades que são de responsabilidade da empresa, enquanto outras são de responsabilidade da empresa de contabilidade. Contudo, acompanhamos de parte inclusive o que cabe às empresas, a fim de prevenir e reduzir riscos. Transparência e segurança. Isso nos faz conhecidos e gera indicações de novos clientes”, destaca a gerente Raquel Barbosa Franco.

Palestras e outras atividades A Brandis tem realizado palestras para clientes. Um dos temas abordados recentemente foi Reforma Trabalhista. “Nessas ocasiões, contamos com nosso pessoal, além de advogados parceiros.” Internamente, são promovidos momento de estudo, quando são verificadas matérias relacionados a cada departamento, a fim de que todos acompanhem as mudanças, além das reuniões mensais para acompanhamento dos trabalhos.

Brandis Contabilidade

No ano de 1999, Jozeane Oliveira dos Reis começou a trabalhar como contadora autônoma em sua própria casa, após anos de experiência em escritório contábil. A Brandis Contabilidade passa a existir após um ano, com a ida de Jozeane para um espaço fora da residência, e o auxílio de três colaboradores. No ano de 2005, houve a necessidade de se mudar para um espaço maior devido ao aumento do número de clientes, sendo que em dezembro de 2010 foi criada a pessoa jurídica. No ano de 2012, foram iniciadas as obras da nova sede, inaugurada em março de 2014. Hoje, a Brandis conta com 14 colaboradores. “Com o crescimento, dividimos a empresa em departamentos: fiscal, contábil, regularização e departamento pessoal”, explica Jozeane, proprietária e responsável técnica da Brandis Contabilidade. A empresa atende a diferentes segmentos do mercado, de diferentes portes, entre eles comércio, serviços, indústria, construção civil, cooperativas, associações de produtores rurais, entre outros. Um fato que vem sendo percebido pela empresa é o surgimento de novos MEI’s. “Por conta da crise, as pessoas estão buscando novas alternativas. Nosso papel é analisar, junto a esse cliente, se o cenário é favorável. Prestamos assessoria de verdade.”


Espaço Contábil 50

Contacto Contabilidade Avenida Getúlio Vargas 828, sala 501, Centro

Nascida em 1982, a história da Contacto Contabilidade teve início nove anos antes, em 1973, com o senhor Wlanildo Oliveira Maciel. “Naquela época, ele trabalhava como autônomo, ao lado da minha mãe e de dois irmãos. Contávamos com um espaço alugado na avenida Rio Branco, no Edifício São Lucas”, relembra o sócio proprietário Júlio Sérgio Maciel. Ele passou a integrar a equipe em 1980, já na avenida Getúlio Vargas 559. A criação da Contacto Contablidade ocorreu no mês de outubro de 1982. Trabalhavam, juntos, o pai e três filhos. Com o falecimento do senhor Wlanildo e de um dos seus filhos, Júlio e César Augusto Maciel assumiram a empresa. No ano de 1992, mudaram-se para a sede própria, onde estão até hoje. A Contacto nasceu como uma empresa familiar e continua constituída desta forma. A equipe é formada pelos irmãos, suas esposas, prima etc. “Lidamos com esse fato de forma bem tranquila porque conseguimos separar o que é trabalho do que é relação familiar.” Diferentes segmentos fazem parte das empresas atendidas pela Contacto, sendo eles comércio, indústria e serviços. “Todas elas são inseridas no Simples ou de Lucro Presumido.” Entre os diferenciais apontados por Júlio para se manterem há várias décadas no mercado está a fidelização dos clientes. “Nós somos a linha de frente da empresa. Desde a época de nossos pais, fazemos questão de atender e não ‘terceirizamos’ esta ação.” Outro diferencial da empresa é o fato de não ser departamentalizada. “Até pensamos nisso, mas o fato de todos os colaboradores desempenharem todas as funções e acompanharem todo o processo de trabalho faz com que o atendimento seja completo, direcionado e até traz mais segurança aos nossos clientes, já que os lotes de empresas são divididos entre nossos colaboradores. Isso gera confiança porque o cliente tem uma referência. ” Júlio lembra que nos anos 80, com os passos mais longo da evolução tecnológica, vieram os computadores. “Para nossos pais foi difícil assimilar as mudanças. Contudo, hoje, nos guiamos por ela. É preciso investir sempre em novas tecnologias, tanto no que diz respeito a equipamentos quanto a software.”


Espaço Saúde 51

Festas de fim de ano É possível manter-se saudável Para muitos, festas de fim de ano (e aí falamos das ceias de Natal e Réveillon e também das várias confraternizações para as quais somos convidados) são uma desculpa para sairmos da linha que tentamos seguir, com foco na alimentação saudável. Mas é possível participar dos eventos sem deixar de degustar os pratos tradicionais, como o pernil por exemplo, e ainda pensar na saúde. Um dos pontos importantes é comer pequenas porções das comidas tradicionais dessa época do ano. Uma boa opção é priorizar as frutas da estação, que chamam atenção pelas cores e formas: uvas, mangas, melancias, pêssegos, ameixas, entre outras. Isso porque as frutas atuam de forma a equilibrar o cardápio, trazendo benefícios, além de adoçar o paladar. Frutas, aliás, podem ser servidas em saladas de frutas, que substituem os doces, assim como gelatinas, que são refrescantes. Frutas secas também são indicadas por fazerem bem à saúde. Saladas com verduras, queijos leves, tomates e até mesmo frutas são a cara do verão, alimentam e trazem refrescância. Quanto aos líquidos, a dica é a ingestão de sucos naturais e água de coco, evitando as bebidas alcoólicas. Nem é preciso falar que gorduras devem ser evitadas, e, quanto às carnes, dê preferência às magras e opte por grelhar.

Cuidar da mente faz toda diferença Além dos cuidados com o corpo, que não devem ser deixados de lado, ainda que por meio de uma caminhada ou corrida (além da alimentação), o cuidado com a mente é importante. Com toda a agitação causada pelas compras de fim de ano, pela busca pelos presentes e também pela fadiga causada pelo calor característico do mês de dezembro, é importante, também, cuidar para que o cansaço mental não nos derrube. Não perca horas de sono, afinal o sono é uma forma de refazimento. Dedicar alguns minutos, a cada manhã, à mente traz mais disposição. Ao acordar, não se levante imediatamente nem ceda à vontade de mexer no celular. Relaxe, medite e mentalize coisas boas para seu dia. Isso ajuda a combater o cansaço mental e traz serenidade. E, como fim de ano é tempo de fazer balanços e avaliações sobre a vida e feitos, há pessoas que acabam por se cobrar em demasia, seja pelo que deixaram de fazer ou por aquilo que ainda farão. A dica, nesse caso, é agir com calma e definir um planejamento a ser seguido.


Sindicomércio-JF

Sergio Costa de Paula Bacharel em Ciências Sociais. Superintendente do Sindicomércio-JF

Os desafios dos novos tempos


Motivacional 53

São incessantes as investidas político-econômicas que vêm atordoando o segmento empresarial brasileiro. Busco num “fantasioso e interessante conto” uma ilustração para esta breve reflexão. Ele está no livro “As 1001 Noites” e diz respeito ao califa Alrum Al-Rachid que, um dia, resolveu construir um palácio que marcasse a grandeza de seu reino. A suntuosidade do projeto contemplava obras de arte, jardins exuberantes, tapetes magníficos e mármores selecionadíssimos. Contudo, ao lado do terreno escolhido para erigir o palácio, havia uma choupana. AlRachid pediu ao seu ministro que convencesse o dono, um velho tecelão, a vendê-la, para ser demolida. O ministro tentou, sem êxito, pois o velho disse que não queria desfazer-se de sua humilde morada. Ao saber da decisão do velho, o Conselho da Corte sugeriu que simplesmente o expulsassem do lugar. Al-Rachid, ao tomar conhecimento, interferiu dizendo não à atitude do Conselho. “Ela passará a fazer parte do meu legado ao meu povo. Quando virem o palácio, eles dirão de mim: ‘Este foi um homem que trabalhou para mostrar a beleza de nossa cultura’. E, quando virem a choupana, dirão: “Ele foi justo porque respeitou o trabalho dos outros’.” Qualquer que seja o tamanho de uma empresa, o mundo dos negócios parece ameaçador e, quando em vez, dificuldades desafiam a argúcia ou a decisão do empreendedor. Na verdade, o mundo vive uma outra realidade histórica, pois uma grande transformação está em curso por conta da cibernética, da inteligência artificial e das mudanças tecnológicas. São novos tempos que estão a exigir novas posturas e novas estratégias para quem está empreendendo. Sonhos e objetivos compõem a estratégia de todo empreendimento, mas muitos se desconectam da proposta, desviando-se do caminho a ser percorrido, abrindo mão das ações que devem ser empreendidas para que estes sonhos e objetivos continuem sendo perseguidos e defendidos. Uma das causas se deve à preocupação com o que está acontecendo no mundo ou ao seu redor. Negócios fechando ou iniciativas tomando corpo. Com muita atenção, veremos que empreendimentos surgem e crescem – como concorrentes, de forma competitiva, ou, até mesmo, acrescendo valores aos negócios vizinhos. O fato é que não se deve abrir mão da perseverança, da vontade de fazer acontecer, da curiosidade, da sabedoria e da inovação (fazer diferente o que já foi feito), sempre acreditando e percebendo no que pode ser mudado, o que e no que se está fazendo, numa constante reavaliação, reajuste e aprimoramento de condutas. Não é pensar grande, ignorando quem disputa a oportunidade do mercado, mas é ajustar-se aos novos tempos, que sinalizam por competitividade, conhecimento, criatividade, inovação, adaptação às mudanças, enfim, novas competências para suportar a pressão que é grande, e continuar investindo em soluções práticas, nunca esquecendo de praticar o seu próprio marketing, não faltando à responsabilidade, ao compromisso, ao respeito e à ética. Se metas ambiciosas foram estabelecidas, lembre-se de que o que parece impossível ser alcançado em um ano, pode ser fácil conquistar em cinco. Abra espaço para você mesmo, sendo mais criativo, encontrando soluções onde outros veem problemas.


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Revista 31 web  

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