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Sindicomércio-JF

mensagem do PRESIDENTE

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Emerson Beloti de Souza Presidente do Sindicomércio - JF

Prezado leitor(a), As pessoas vêm presenciando, há 20 anos, uma mudança. Mudança essa que ocorre com muita velocidade. Digo há 20 anos pois, nesse tempo, não havia celulares para todos. Só pessoas de alto poder aquisitivo possuíam. Dali para frente, houve o start a uma evolução tecnológica para nossas vidas, com a qual ainda não sabemos lidar. Há alguns anos veio o Orkut, tempos depois, o Facebook. Mais recentemente, vieram o Instagram e o Whastapp. Eu, inclusive, costumo dizer que somos pessoas “antes do Whastapp e depois do Whatsapp”. No universo empresarial, assim como em nosso dia a dia, precisamos acompanhar esta evolução, aplicando-a em nossos negócios. O e-commerce, que anos atrás era feito pelas grandes empresas em suas páginas virtuais, ganhou espaço com a criação de aplicativos, para que, do

próprio smartphone, o consumidor pudesse realizar suas pesquisas e compras. É fato que existem produtos que não vão dar certo por este canal, afinal, há compras onde é necessário tocar o produto. Mas, em diversos segmentos, este caminho é uma realidade. Os pequenos e médios empresários do varejo correspondem a 95% do mundo dos negócios do comércio. Então, é necessário aglutinar ideias para a sobrevivência daqui para frente. Entrar nesse mundo virtual virou uma necessidade. Somos resistentes ao novo, mas não podemos achar que toda essa tecnologia que está mudando nosso cotidiano não possa ser um instrumento para chegarmos aos consumidores e fecharmos bons negócios. Boa leitura!

Os pequenos e médios empresários do varejo correspondem a 95% do mundo dos negócios do comércio. Então, é necessário aglutinar ideias para a sobrevivência daqui para frente. Entrar nesse mundo virtual virou uma necessidade.”


Índice

Expediente:

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Conselho Editorial Sergio Costa de Paula Aline Furtado Adeliane Barros Jornalista Responsável Aline Furtado – MTb 09105/MG

06 Reportagem Especial Sindicomércio-JF cria série com foco no desenvolvimento econômico do comércio de JF

26 Capa Sindicomércio-JF lança Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo

Colaboradores Fernando Agra Fúlvio Ferreira Janaína Ribeiro Juliana Freesz A Revista Conexão Comércio não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos assinados, já que os mesmos expressam apenas o pensamento dos autores, não representando, necessariamente, a opinião da direção da revista. Caso necessário, a direção se reserva no direito de resumir os artigos. Os espaços publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. Fotografias Algumas fotografias utilizadas nesta edição foram gentilmente cedidas por entidades creditadas. As fotografias utilizadas nos espaços publicitários são de responsabilidade dos anunciantes. Foto capa (Juiz de Fora) Aline Furtado Imagens Shutterstock.com Departamento Comercial (32) 99198-0535 Projeto Gráfico e Diagramação ArtWork Propaganda (32) 3215-7075 Periodicidade: Trimestral Tiragem: 5.000 exemplares Impressão: Gráfica Olps

01 – Mensagem do Presidente 04 – Notas 08 – Coluna RH 09 – Coluna do Economista 14 – Artigo Especial 15 – Motivacional 40 – Espaço Contábil 46 – Espaço Saúde 48 – Ações de Representatividade

Espaço do Leitor Contribua com a Conexão Comércio. Envie sugestões, críticas e comentários sobre os diversos assuntos publicados na revista. Nosso e-mail é jornalismo@sindicatodocomercio.org.br. Participe!

Contato Telefone: (32) 3215-1317 E-mail: jornalismo@sindicatodocomercio.org.br Site: www.sindicatodocomercio.org.br Facebook: Sindicomércio-JF Twitter: @sindicomerciojf Endereço: Avenida Rio Branco 2.588/5º andar Centro - Juiz de Fora – MG Funcionamento: de segunda a sexta, de 8h30 às 18h30

Diretoria 2014 / 2018 Emerson Beloti de Souza Presidente

Carlos Alberto Martins de Pinho 2º Secretário

Nício Fortes Garcia 1º Vice-presidente

Lucimar Las Casas Oliveira 3º Secretário

Rui Mussel da Silva 2º Vice-presidente

Alexandre Tassi Brugiolo 1º Tesoureiro

Oddone Villar Turolla 3º Vice-presidente

Gilson Guimarães Peixoto 2º Tesoureiro

Paulo Roberto Lopes 4º Vice-presidente

Zênio Fernandes Filho 3º Tesoureiro

Marcelo Rodrigues Sepúlveda 1º Secretário

Sergio Costa de Paula - Superintendente


Notas 06

Após 32 anos, Microsoft removerá o Paint do Windows Presente desde a primeira versão do Windows, lançada em 1985, o aplicativo Paint está em seus últimos dias. Isso porque a Microsoft anunciou que a próxima atualização do Windows 10, prevista para ser lançada no segundo semestre deste ano, removerá o aplicativo do sistema operacional. Lançado como Paintbrush, o aplicativo foi um dos pioneiros entre os softwares de desenho e edição de imagens, apesar de sua extrema simplicidade. Essa característica, porém, fazia com que ele fosse bastante utilizado em edições pontuais de imagens, não exigindo um conhecimento muito aprofundado quanto outros programas do tipo, como o Adobe Photoshop. Ainda assim, ele acabou perdendo um pouco de espaço com o advento de ferramentas online para esse tipo de atividade, que mantém a facilidade de uso ao mesmo tempo em que trazem mais recursos. Em seu lugar, a Microsoft manterá o Paint 3D na lista de aplicativos do Windows 10. Trata-se de uma versão do programa que permite também criar e editar imagens tridimensionais. Além do Paint, figuram entre as aplicações que vão ser removidas do Windows 10: Outlook Express, o app Reader e a lista de leitura. Fonte: Uol

Intenção de consumo das famílias aumenta 12,5% em julho A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 77,3 pontos em julho de 2017, em uma escala de 0 a 200. O aumento de 12,5% em relação ao mesmo período do ano passado representa a maior variação anual da série histórica do índice, que começou a ser apurado em 2010. Na comparação com junho, o indicador também apresentou incremento de 0,2%. Fonte: CNC

Paintbrush, primeira versão do software da Microsoft

Paint 3D, última versão do software da Microsoft


Notas 07

Minas é destaque na criação de empregos O Estado de Minas Gerais encerrou o mês de junho com o melhor saldo na geração de empregos de todo o país. De acordo com os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, 15.445 novos postos de trabalho foram criados no mês passado. Os setores que mais abriram vagas foram a agropecuária e serviços. Com crescimento de 0,05% em relação ao mês de maio, Minas registrou o maior avanço entre todos os estados brasileiros. O saldo é determinado pela diferença entre as contratações (108.965) e as demissões (107.392). Também segundo os dados do Caged, pelo terceiro mês consecutivo, o país mostrou resultado positivo na abertura de empregos, com quase 10 mil novas vagas. Os números também apontam para um desempenho favorável no semestre. No acumulado de janeiro a junho, foram criados mais de 67 mil postos de trabalho, aumento de 0,18% em relação ao mesmo período do ano passado. Fonte: Fecomércio MG

CNC considera a aprovação da reforma trabalhista um avanço para a sociedade A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) avalia como um grande avanço para a sociedade brasileira a aprovação do PLC 38/2017 pelo Senado Federal. Além de contribuir para a criação de um ambiente favorável ao investimento e à expansão econômica sustentada, a modernização aprovada ontem dá a empresários e trabalhadores autonomia para negociar. Isso permitirá que, respeitada a realidade de cada um dos setores e dos profissionais, melhores condições de trabalho sejam estabelecidas por meio da negociação coletiva, sem qualquer tipo de retirada de direitos dos trabalhadores. A CNC reafirma, no entanto, que continuará favorável à manutenção da obrigatoriedade da cobrança da contribuição sindical, principal receita das entidades sindicais. Fonte: CNC


Reportagem Especial 08

Sindicomércio-JF

cria série com foco no desenvolvimento econômico do comércio de JF

Juiz de Fora, cidade polo da região da Zona da Mata e das Vertentes, situada em local estratégico, quando se pensa na proximidade com o Rio de Janeiro e com a capital mineira, Belo Horizonte, recebe grande número de turistas anualmente, que vêm para participar de seus diversos eventos. Um dos eventos que movimentou, recentemente, a cidade foi a edição 2017 do Minas Láctea. Além disso, a volta do Miss Brasil Gay e do Rainbow Fest, eventos que deixaram de ser realizados na cidade por quatro e dois anos, respectivamente, retornando em 2017, é garantia de trazer turistas, que movimentam hotéis, restaurantes e comércio. Entre outros eventos, estão o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, tradicional no mês de julho; além de feiras, festas e eventos pontuais. Diante do cenário positivo, o Sindicomércio-JF criou a série Mercotur (nome que faz alusão à movimentação do mercado em função do turismo), que abrange ações a serem desenvolvidas com foco nos eventos realizados na cidade. O objetivo é fomentar o desenvolvimento econômico do comércio, relacionado ao turismo de negócios e eventos realizados aqui. “Sempre que Juiz de Fora receber ou realizar algum evento que fomente a economia local e o comércio em geral, vamos entrar apoiando e desenvolvendo algumas ações, a fim de estimular o comércio a atrair consumidores”, destaca a coordenadora de Recursos Humanos e Eventos do Sindicomércio-JF, Juliana Freesz.


Flyer de divulgação do concurso de vitrines, ação integrante da série Mercortur. Modelo: Titiago Capuzzo.

Com foco no Rainbow Fest A estreia da série Mercotur teve como foco a realização do Rainbow Fest. Sindicato do Comércio de Juiz de Fora e Câmara de Dirigentes Lojistas de Juiz de Fora (CDL/JF) se uniram para a realização da primeira edição do concurso de vitrines “Um arco-íris de vitrine”, que teve como objetivo estimular a participação do comércio da cidade a se enfeitar e colorir para atrair turistas e consumidores locais. Estabelecimentos comerciais de qualquer segmento puderam concorrer gratuitamente. O resultado será divulgado no dia 29 de agosto. Para a avaliação, foi montada uma comissão, que percorreu as lojas entre os dias 17 e 19 de agosto, analisando critérios como criatividade, mensagem, beleza, originalidade, iluminação e fidelidade ao tema, “Alegria”. Atrelados ao concurso de vitrines, foram realizados um treinamento, denominado “Receptividade ao tour comercial: Juiz de Fora como protagonista da excelência no atendimento”, e uma mesa-redonda, intitulada “Apontamentos e reflexões sobre o tema ‘A homofobia como doença de cultura’”. As lojas participantes do concurso de vitrines deveriam, obrigatoriamente, segundo previsto no regulamento, enviar colaboradores para as outras duas ações. “Nossa intenção, com o desenvolvimento do Mercotur e das ações relacionadas ao Rainbow Fest, era movimentar não apenas o comércio, mas trabalhar também o lojista, a fim de que o turista saísse de Juiz de Fora com a visão quanto ao atendimento do comércio, qualificando a cidade como acolhedora, que sabe atender bem e vender bem”, destaca Juliana. Com relação à mesa redonda, o objetivo era provocar reflexões, apontamentos e debate acerca da homofobia, a fim de contribuir para minimizar ações que decorrem dela.


Coluna RH

Sindicomércio-JF

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Juliana Freesz Coordenadora de Recursos Humanos e Eventos do Sindicomércio-JF Fonoaudióloga, especialista em comunicação humana e pós-graduada em gestão de recursos humanos. Atua em Gestão de Pessoas há 11 anos, trabalhando diretamente o comportamento humano através de treinamento, seleção de pessoal, desempenho, comunicação e demais subsistemas de RH que propiciem o desenvolvimento de pessoas.

- “E se eu preparar meu funcionário e ele for embora?”, pergunta o empresário. - “E se o senhor não preparar e ele ficar?, responde o departamento de Recursos Humanos (RH). Muito se houve que, em tempos de um mercado tão competitivo como atualmente, perder um funcionário pode custar caro. E pode mesmo! Mas, antes de pensar nesse custo, é preciso entender uma lógica: a era das “massinhas e balões” acabou. A palavra de ordem é estratégia. O RH estratégico corrobora, ativamente, para o crescimento constante da empresa. Trata-se de ser mais um departamento que fale a mesma língua do negócio. E é diante desse contexto que está o desafio dos profissionais de RH: serem vistos como agentes ativos na melhoria de processos, valorizando o surgimento e o crescimento de novos talentos para as organizações. Se esses profissionais forem assim vistos, o que anteriormente poderia ser um custo, passa a se tornar um investimento. Gestores de negócios, por exemplo, podem contribuir, e muito, para que o RH seja parte estratégica da empresa. Isso pode ser concretizado através da proximidade entre

O RH além das massinhas e balões esses profissionais, sendo o gestor o direcionador para as ações do RH. É ele quem deve compartilhar as necessidades do seu setor e seus objetivos para que o profissional de RH trabalhe, desde a percepção de competências para a contratação da mão de obra mais indicada para suprir as necessidades da vaga de imediato ou um funcionário com plenas condições de crescer e assumir novos desafios até a criação de planos de ação de acordo com os gaps percebidos pelo gestor direto da equipe. Podemos, então, discorrer brevemente sobre as ações desenvolvidas pelo departamento de RH em parceria com todos os outros departamentos de maior relevância estratégica: a seleção por competências supracitada, a avaliação de desempenho que irá mensurar habilidades e competências de cada um, de modo a ter a pessoa certa no lugar certo, a comunicação interna que fará com que o funcionário se comprometa mais com os resultados do seu setor e da empresa como um todo, as ferramentas de governança corporativa que garantirão ética e transparência para que todos falem a mesma língua, e, por fim, ações de capacitação profissional: treinamentos como fórmula de sucesso para o melhor desempenho do funcionário dentro da corporação. Conclui-se, portanto, que pode parecer pequena a diferença entre um departamento pessoal e um departamento de RH, mas se entendermos que podemos construir um quadro com funcionários altamente produtivos e engajados, resultado da soma de uma estratégia diferenciada de contratação a ações de treinamento e capacitação, é certo dizer que teremos, então, um ambiente inovador e aberto a novas possibilidades, gerando uma enorme vantagem competitiva.


Coluna do Economista

Educação

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financeira infantil: Caro leitor, como anda a educação financeira de seus filhos (se você não tem filhos, estendo essa pergunta para as crianças com quem você convive de modo direto)? Essa é uma questão importante, pois os hábitos incorporados no cotidiano infantil são fundamentais para a vida adulta. E, no caso da educação financeira, crianças com bons hábitos nas suas relações de consumo e poupança serão adultos melhores na administração das finanças pessoais. Inicialmente é muito importante que os pais, antes de educarem financeiramente os seus filhos, sejam financeiramente educados, pois as crianças aprendem muito mais pelo exemplo do que pelas palavras. Então, o primeiro passo para a educação financeira infantil é a própria educação financeira dos pais. Feita essa observação, a partir dos 3 ou 4 anos de idade, segundo especialistas, as primeiras noções de educação financeira já podem ser transmitidas às crianças. Tive a felicidade de assistir, recentemente, a uma palestra da educadora financeira Cássia D’Aquino no 15o Pajuçara Management (em Maceió – AL) e a mesma disse que a partir dos 4 meses de idade já se pode a começar a educar financeiramente uma criança, por meio de hábitos que ensinem a criança a ir adquirindo paciência ao longo da vida. E eu fiz uma analogia com o consumismo desenfreado: é a falta de paciência e o imediatismo que leva muitas pessoas a gastarem o seu dinheiro de modo imprudente (e até se endividarem desnecessariamente) para atender a seus desejos. E note que os cartões de créditos propiciam isso, quando não são bem utilizados. Então, é muito importante desenvolver o hábito da paciência desde cedo. As crianças precisam saber que nem tudo o que elas querem, os pais precisam comprar de imediato (e às vezes nem precisam ou nem podem comprar e fazem sacrifícios financeiros). A paciência levará à virtude da poupança, ou seja, não consumir tudo de imediato e ainda separar parte do dinheiro e buscar boas aplicações financeiras para consumir mais e melhor ao longo da vida. Outra questão importante é o combate a qualquer tipo de desperdício. As crianças somente devem colocar no prato aquilo que elas vão comer. Economia de água e de energia elétrica são hábitos que devem ser incorporados desde cedo. Reduzir o tempo no banho ajuda nessas duas economias. Além de ser bom para o bolso, também é para o meio ambiente. Outra questão importante é ressaltar que o único eletrodoméstico que precisa ficar ligado o dia todo é a geladeira, ou seja, todos os demais podem e devem ser desligados quando não estão em uso (à noite todos podem e devem, ainda, ser retirados da tomada, pois aquela luzinha vermelha, o stand by, consome energia). Outro tipo de desperdício que também precisa ser combatido é o de tempo. Muitas crianças passam tempo demais nos smartphones e tablets, cujo excesso não é saudável e ainda ficam expostas a todo tipo de propaganda que somente estimulam o consumismo. Pensando em todos esses aspectos, eu e minha esposa (Flávia Agra) criamos uma coleção de livros de educação financeira para crianças e pré-adolescentes. A coleção “Finanças AGRAdáveis”, cujo volume 1 foi publicado em novembro de 2016 e chama-se “Minha Mesada”, abordando os primeiros passos das crianças em contato direto com o dinheiro, cujo objetivo é mostrar que, além de consumir,

Arquivo pessoal

Vamos começar cedo!

Fernando Antônio Agra Santos Economista (UFAL), Doutor em Economia Aplicada (UFV), Professor da Universo (Campus de Juiz de Fora), Professor da Pós-Graduação da PUC Minas, Professor licenciado da Fundação Educacional Machado Sobrinho, Economista da UFJF, palestrante nas áreas de Educação Financeira e Aplicações Financeiras, autor da Coleção Finanças AGRAdáveis

a criança deve separar uma parte e poupar. Os volumes 2 (Arrumando minha casa: Menos apego é mais dinheiro no bolso) e 3 (Aprendendo a investir no Tesouro Direto) estão com lançamentos previstos para setembro deste ano. Minha filha, Beatriz Agra, tem uma participação como escritoramirim no volume 2. Enfim, crianças educadas financeiramente serão adultos que terão uma melhor qualidade de vida. E quanto mais cedo começar, melhor. Escolhendo boas aplicações financeiras, haverá mais tempo para poupar e acumular mais para usufruir ao longo da vida. Algumas dicas: CDB´s, LCI´s, LCA´s e Tesouro Direto são exemplos de boas aplicações. Não gosto e nem aconselho comprarem Títulos de Capitalização ou Previdências Privadas individuais para seus filhos e para vocês.


Sindicomércio-JF

Possibilidade de alteração no horário de carga e descarga provoca debates Recentemente o vereador Júlio Obama Jr. (PHS) protocolou, na Câmara Municipal de Juiz de Fora, projeto de lei que prevê a restrição de veículos de carga e descarga nas avenidas dos Andradas, Rio Branco, Getúlio Vargas, Francisco Bernardino, Itamar Franco e na rua Santo Antônio, de segunda a sexta-feira, entre 8 e 18h, e aos sábados, de 8 às 14h. O texto sugere que um novo horário seja destinado a este tipo de serviço: entre 18h e 8h de segunda a sextafeira e entre 14h e 19h aos sábados. De acordo com o vereador, a intenção é evitar a disputa de espaço entre pedestres e veículos de grande porte em vias em que a circulação é intensa. Para ele, esta seria uma forma de melhorar a mobilidade urbana. Contudo, entidades de diferentes segmentos econômicos defenderam a necessidade de diálogo com todas as partes envolvidas antes da proposição da lei. No dia 27 de junho, se reuniram no Sindicomércio-JF: Emerson Beloti e Nício Fortes Garcia (Sindicomércio-JF), Marcos Casarim (Câmara de Dirigentes Lojistas - CDL), Rogério Barros (Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora), Leomar Delgado (Centro Industrial de Juiz de Fora), Francisco Campolina (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG), Rodrigo Lélis (Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino - Sinepe), Thais de Oliveira Lima (Juiz de Fora e Região Convention & Visitors Bureau), Alexandre Picorelli Assis (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Juiz de Fora – SETCJF).


Notícias 13

Na ocasião, os representantes das entidades abordaram pontos contrários ao conteúdo do projeto de lei, e levantaram a possibilidade de encontro com o vereador proponente para debaterem o tema. No encontro entre representantes das entidades foram tratados os seguintes pontos, a serem discutidos com o vereador: • O centro comercial de Juiz de Fora é habitado. O morador merece ter respeitado seu direito ao descanso. Como fazer carga e descarga que pode se estender pela madrugada? • O centro não conta com iluminação eficiente em todos os pontos. Realizar carga e descarga entre 18h e 8h seria um risco à segurança. Para o lojista, contratar segurança seria um gasto a mais, que não deve ser repassado ao consumidor; • Legislação trabalhista e convenções coletivas não trazem qualquer previsão sobre o tema; • O trânsito na região central é prejudicado por tantos fatores, e mudar o horário de carga e descarga não seria a resolução dos problemas; • Há necessidade de criação de um centro de distribuição que dê condições de colocar tal ideia em prática.

“Temos cerca de 7.200 lojistas em Juiz de Fora, sendo que mais da metade está no grande centro comercial. Esses lojistas dependem da carga e carga. Assim, dá para termos noção dos impactos que seriam causados a partir das mudanças propostas”, destacou o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, na ocasião.

Repercussão e abertura ao diálogo Após a repercussão na mídia da reunião entre as entidades, o vereador se posicionou aberto ao diálogo. Ainda no mês de junho, o programa Mesa de Debates, que vai ao ar pela TVE Juiz de Fora, tratou do tema, reunindo Emerson Beloti, Marcos Casarim e o vereador Júlio Obama Jr. No mesmo dia, à tarde, o vereador foi recebido na sede do Sindicomércio-JF, quando apontou que irá retirar o projeto de lei a fim de que sejam travados novos debates a respeito do tema, de modo que sejam avaliados os benefícios para todos os envolvidos.

Lei atual A cidade conta com o decreto municipal nº 9.357, de 25 de outubro de 2007, que regulamenta a lei nº 7.062, de 27 de março de 1987, que dispõe sobre as operações de carga e descarga de mercadorias. O decreto prevê a parada de veículos de carga, exclusivamente, em áreas destinadas a este fim, em períodos parciais ou integrais.

Reunião entre representantes de diversos setores econômicos Sindicomércio-JF


Notícias 14

Polígono central de JF

Vias de tratamento especial

(Contorno imaginário entre as ruas Santo Antônio e Barão de Cataguases, avenida Francisco Bernardino, Travessa Doutor Prisco Vianna, Praça Antônio Carlos e avenida Itamar Franco, além das vias incluídas nesse perímetro) - Veículos com capacidade de carga acima de quatro toneladas não podem circular entre 11h e 20h; - Permitido o trânsito de caminhões com capacidade de carga de até 14 toneladas, entre 20h e 11h.

(Barão do Rio Branco, entre a Américo Lobo e a Salgado Filho; Santo Antônio; Dom Silvério; Itamar Franco, entre a Barão do Rio Branco e a Dr. Paulo Japiassu Coelho) - Veículos de até quatro toneladas estão autorizados a realizar carga e descarga por meio de operações especiais*, entre 7h e 10h, com autorização da Settra; - Em operações especiais*, com veículos de até 14 toneladas, o horário será de 21 às 7h, mediante autorização da Settra.

Vias para deslocamento de pedestres (Governador Valadares, entre a Rio Branco e a Brasil; Halfeld, entre a Santo Antônio e a Getúlio Vargas e entre a Paulo de Frontin e a Francisco Bernardino; Barão de São João Nepomuceno, entre a Barão do Rio Branco e a Batista de Oliveira; Mister Moore; Batista de Oliveira, entre a Getúlio Vargas e a Barão de São João Nepomuceno; Marechal Deodoro, entre a Batista de Oliveira e a Barão do Rio Branco; Paulo de Frontin, entre a Halfeld e a Marechal Deodoro) - Carga e descarga de veículos de quatro toneladas permitida entre 21h e 7h; - Em operações especiais*, com veículos de até 14 toneladas, o horário será estabelecido pela Settra, mediante autorização.

Outras vias (Logradouros não classificados nos itens anteriores) - Características operacionais de carga e/ou descarga de acordo com a melhor conveniência mediante implantação de placas. * Consideram-se operações especiais de carga e/ ou descarga, aquelas que, por sua natureza, sejam incompatíveis com horários, capacidades e limites previamente estabelecidos (mercadorias perecíveis, mudanças, materiais e equipamentos de construção para obras, distribuição de gás, transporte de valores em “carro forte”, capacidade acima de 14 toneladas).

Programa Mesa de Debates Sindicomércio-JF


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Cheques sem fundos têm queda no primeiro semestre O percentual de devoluções de cheques pela segunda vez devido à insuficiência de fundos foi de 2,13% em relação ao total de cheques compensados no primeiro semestre do ano. Os dados são nacionais. As informações são do Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. O percentual sofreu queda em relação ao mesmo período do ano passado, quando registrou-se 2,41% de devoluções. No mês de junho, a porcentagem de cheques devolvidos no país, em relação aos compensados, foi de 1,86%, menor que a devolução de 2,15% registrada em maio/17 e menor que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em junho/16, quando o índice chegou a 2,36%. No primeiro semestre do ano foram 5.325.735 cheques devolvidos e 250.296.036 compensados. No mesmo período de 2016 haviam sido 7.059.080 cheques devolvidos por falta de fundos e 292.598.781 compensados. Segundo os economistas da Serasa Experian, a queda da inflação, das taxas de juros e a entrada dos recursos do

FGTS na economia são elementos que contribuíram para termos, no primeiro semestre deste ano, o menor patamar de inadimplência com cheques dos últimos dois anos.

Região Sudeste Na Região Sudeste, a devolução de cheques em junho/17 foi de 1,57% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,81% registrada em maio/17. Em junho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,94% do total de cheques compensados. Em Minas Gerais, a devolução de cheques em junho/17 foi de 1,68% do total de cheques compensados, maior que o índice de 1,99% registrado em maio/17. Em junho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,17% do total de cheques compensados. Fonte: Serasa Experian


Artigo Especial

Jéssica Pereira

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Janaina Ribeiro Coordenadora de Recursos Humanos da Fecomércio MG

Razões para investir sempre no ambiente de trabalho

Um excelente lugar para trabalhar é aquele em que os colaboradores confiam nos seus líderes, têm orgulho do que fazem e gostam dos colegas de equipe. Situações que geram um ambiente de credibilidade, respeito, imparcialidade e satisfação. No mundo corporativo, o caminho para se colher os melhores resultados e contribuir de modo decisivo para o sucesso dos projetos passa pelo acompanhamento e investimento contínuo na gestão das pessoas. O empenho para ampliar a capacitação, a interação e a sinergia entre os funcionários, promovendo um clima organizacional saudável e construtivo, devem se tornar práticas culturais nas companhias, assim como costuma acontecer com os aportes em marketing e tecnologia. A qualidade do ambiente de trabalho é, hoje, um dos aspectos que mais impactam positivamente na motivação e na produtividade das pessoas. Para a empresa alcançar esse objetivo, o primeiro passo é valorizar o funcionário: gerar iniciativas para inspirá-los, prezar pela transparência e escutar todos com sinceridade. Ou seja, oferecer uma comunicação informativa e acessível. É fundamental compartilhar os resultados, celebrar as conquistas e, claro, agradecer o bom trabalho com imparcialidade. Isso significa equidade e equilíbrio no reconhecimento, ausência de favoritismo e justiça no tratamento dos colaboradores.

Além disso, as organizações precisam reforçar a confiança nos profissionais contratados e o respeito pelo trabalho da equipe. Nesse caso, se enquadram as ações para o reconhecimento das boas iniciativas e envolvimento nas decisões relevantes. Outro ponto importante é o apoio para o desenvolvimento profissional. Se não for possível oferecer capacitação, vale o estímulo aos empregados para que busquem o constante aprimoramento e cursos de aperfeiçoamento. Por fim, a criação de espaços internos de bem-estar, convivência e relaxamento sempre agrega bons resultados às iniciativas ligadas à gestão dos recursos humanos. Nesses ambientes, costuma-se perceber, inclusive, uma troca de experiências interpessoais bastante enriquecedora. Essa atitude, inclusive, foi uma das razões responsáveis por colocar a Fecomércio MG no ranking das melhores empresas para trabalhar em Minas Gerais, neste ano. Em suma, seguindo orientações simples e tomando pequenos cuidados no trato com os profissionais, sem dispender muitos recursos financeiros, é possível garantir um ambiente de trabalho saudável, com pessoas que se identificam com os objetivos e missões da empresa. Tudo isso contribui para o desenvolvimento do potencial de cada indivíduo e para a união e crescimento da equipe, pontos essenciais para qualquer empreendimento.


Motivacional

Quer um milagre? Recebi um vídeo recentemente que contava a experiência de um casal num hotel na Filadélfia, Estados Unidos. Era noite e chovia muito quando aquele casal adentrou na recepção. Muito constrangido, o recepcionista informou aos viajantes que o hotel estava lotado, que não havia vagas; aliás todos os hotéis estavam lotados pois havia, na cidade, três eventos simultâneos. O casal, muito triste, agradeceu, porém, o simpático atendente disse que, caso quisessem, poderiam ficar no quarto dele, apesar de ser pequeno e muito simples. No dia seguinte, o hóspede agradeceu muito, o elogiou e disse que ele, pela sua simpatia, sensibilidade e competência, deveria ser um Gerente de Hotel. Anos depois, aquele mesmo recepcionista recebeu uma carta daquele hóspede que o convidava a conhecer Nova Iorque. As passagens estavam dentro do envelope. Chegando à cidade, foi recepcionado pelo anfitrião, que o levou até a porta de um imenso prédio, num ponto nobre da cidade, e disse: “Eu construí este hotel. Agora ele será seu!”. O cliente era William Waldorf Astor e o recepcionista, Sr. George Boldt, que foi o primeiro gerente de um dos maiores hotéis do mundo, Waldorf Astoria. Esta história, contada como real, é passível de ocorrer outras vezes, com adaptações locais e temporais. Porém, é muito poética e distante. Em verdade, precisamos, cada um de nós, criar o futuro. Inventar e reinventar histórias de luta e superação. Milagres acontecem a toda hora, mas convém que cada um de nós faça a sua parte. Existe um ditado, por vezes atribuído à Bíblia, que preceitua: “Faça tua parte que eu te ajudarei”. Em verdade, uma remissão próxima, podemos encontrar em Naum 1: 7: “O Senhor é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia e conhece os que confiam nele”. Trabalho e fé! Alguma dúvida? Nos anos 60, o compositor e cantor Geraldo Vandré, que foi muito elogiado e criticado à época, disse, sabiamente, “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Seja em nossas vidas pessoais, seja no meio empresarial, nós precisamos destes recados. Não devemos nos debruçar sobre as mesas ou balcões de nossas empresas, reclamando, blasfemando e esperando a coisa melhorar; temos sim que sair deste estado de letargia e avançar. Literalmente “levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”. É hora, pois, de usar muita criatividade e muita vontade. É hora de fazer diferente, é hora de ser diferente. Saia deste lado do balcão, vá até a porta da empresa e enxergue por outro ângulo. Abra um imenso sorriso e vá ao encontro do cliente, se necessário, vá para a rua buscá-lo. Em nosso meio, aqui em nossas empresas, não há bola perdida. Se houver vontade e determinação, você e sua empresa chegarão onde seus sonhos quiserem. Quer um milagre? Seja o milagre!

Divulgação

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Fúlvio Ferreira Graduado em Direito e pós-graduado em Coaching e Liderança. Empresário desde 1991, com vasta experiência em varejo. Professor de Oratória. Articulista de vários sites, jornais e rádios, abordando temas ligados ao mundo dos negócios e empreendedorismo. Palestrante técnico e motivacional.


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Anda esquecendo muito das coisas? Seu problema pode ser “demência do preocupado”

A neurologista Frances Jensen, autora do livro “O Cérebro Adolescente”, constatou, recentemente, algo já percebido por quem geralmente passa o dia resolvendo problemas e quase sempre conectado ao smartphone: a grande demanda de obrigações e a sensação de se estar sempre “online” está gerando uma espécie de “demência do preocupado”. Em matéria publicada pelo El País, a cientista afirmou que, apesar de ter todos ou a maior parte dos sintomas de demência (declínio mental, confusão mental, perda de memória, desorientação, incapacidade de falar ou entender coisas comuns etc.), trata-se apenas de algo que acontece devido às preocupações contínuas do nosso cotidiano. “Acho que acontece com muitas pessoas. Nosso cérebro não pode mudar de tarefa de uma maneira tão rápida como a que nos exige o dia a dia, de forma que perdemos a atenção, e depois nos esquecemos o que tínhamos que fazer”, acredita Jansen. O culpado disso pode ser um recurso explorado por vezes em excesso por empresas e profissionais: o multitasking — ou, em bom português, multitarefa, que trata das múltiplas atividades que temos que dar conta todos os dias e ao mesmo tempo.

“A multitarefa nos é vendida de inúmeras formas que, às vezes, podem ser atraentes ou inevitáveis: é cool, e se você não pode fazer tudo é porque você não é um bom profissional ou não conseguiu aproveitar o curso ao máximo. No Ocidente se fomenta um modelo produtivo no qual temos que competir de forma contínua para nos mantermos atuais, mas é quase impossível seguir o ritmo porque o nível de acontecimentos e possibilidades é infinito e absolutamente inalcançável”, disse a psicóloga Isabel García ao El País. A recomendação de profissionais da saúde para resolver o problema é, basicamente, se comprometer com coisas possíveis e que podem ser feitas de acordo com o seu ritmo pessoal. Ou seja, não acumular trabalho, não exagerar no tempo disponível online, ter um tempo de descanso, se alimentar e dormir bem etc. Caso você tenha dificuldades para delimitar prioridades e organizar o seu tempo, é válida a consulta com profissionais que podem ajudar neste processo, como psicólogos e coaches. Diante do problema e tentando fugir dos prejuízos causados por ele, diversas empresas já diminuíram suas jornadas de trabalho para seis horas de trabalho. A Toyota da Suécia, por exemplo, libera seus funcionários mais cedo há 13 anos, o que, segundo a empresa, gerou um número menor de faltas e maior na produtividade. Fonte: Administradores.com


Publicidade Editorial

Por que Registrar uma Marca? A marca é a identidade de uma empresa no mercado, sem o registro, quem a utiliza não possui direito algum sobre ela. A constituição da empresa é apenas o primeiro passo e não garante a proteção da marca. O registro da razão social e do nome fantasia é realizado na Junta Comercial, com validade somente no estado onde a empresa está constituída. Já o registro de marca é realizado no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e tem validade nacional. Somente o registro no INPI protege uma marca contra o uso indevido por terceiros em todo o Brasil.

Quais os benefícios do registro de marca? – Exclusividade de uso no ramo de atividade proposto em todo o território nacional. – Obtenção do direito de impedir terceiros de utilizarem a marca. – Comprovação de propriedade de bem intangível da empresa, assim a marca pode ser comercializada (venda, franquia, royalties etc). – A divulgação de que a marca é registrada inibe terceiros de copiá-la. – Destaque da empresa em relação aos concorrentes, pois o registro transmite credibilidade, seriedade e segurança aos clientes e parceiros.

Quais os riscos de não registrar uma marca? – Possibilidade de ter que parar de utilizá-la de forma imediata e inesperada. – Recebimento de notificação (judicial ou extrajudicial), ou citação por meio de ação judicial; além do transtorno e tempo demandado para solução da ação, há ainda custos para que a empresa possa apresentar defesa e tentar readquirir um direito que já deveria ser dela. – Pagamento de indenizações por uso indevido de marca. – Desperdício de todo o material publicitário e trabalho de divulgação em cima de uma marca que pode não ser da empresa. – Terceiros podem cancelar um domínio de Internet, caso tenham o registro da marca. – Perda de credibilidade perante o mercado gerado pela mudança de uma marca. O registro de marca é a única forma de provar que ela é de uma empresa. Não arrisque perder a identidade da sua empresa no mercado, registre. A VILAGE Marcas e Patentes atua no mercado desde 1986, atendendo a mais de 20 mil clientes através dos seus 25 escritórios no Brasil e exterior. A VILAGE é parceira do Sindicomércio-JF e realizou o registro da marca da revista “Conexão Comércio”. Oferecemos benefícios exclusivos para associados. Fonte: VILAGE Marcas e Patentes

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Nova proposta de classificação territorial do IBGE vê o Brasil menos urbano O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, recentemente, a publicação Classificação e características dos espaços rurais e urbanos do Brasil – uma primeira aproximação, na qual vê o Brasil como “um país menos urbano”, embora 76% da sua população ainda se concentre em áreas predominantemente urbanas e habitem apenas 26% do total de municípios brasileiros. A publicação, com base em dados de 2010, propõe uma discussão sobre os critérios até então utilizados na delimitação do território nacional, de forma a aprimorar o Censo Demográfico de 2020, para oferecer à sociedade avanços na diferenciação das áreas rurais e urbanas, de modo a “subsidiar a implementação de políticas públicas e o planejamento em geral no país”. Na proposição da nova topologia a ser utilizada para caracterizar os dois espaços, que adota nova metodologia, a população urbana cai nestes sete anos da data base dos dados utilizados dos 84,4% que vigorava na metodologia até então utilizada para 76%, concentrados em 26% dos municípios. Já 60,4% dos municípios existentes enquadrados como rurais concentram apenas 17% da população total do país. A nova topologia para a caracterização dos espaços urbanos e rurais leva em conta a densidade demográfica, a localização em relação aos principais centros urbanos e o tamanho da população. Esses são, na avaliação do IBGE, “os critérios fundamentais da metodologia, que, no entanto, ainda está em debate. A partir do cruzamento dessas variáveis, os municípios se classificariam em cinco tipos distintos, o urbano, o intermediário adjacente, o intermediário remoto, o rural adjacente e o rural remoto.


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Censo 2020

Regiões

Pelos critérios atuais, o espaço urbano é determinado por lei municipal, sendo o rural definido por exclusão à área urbana. Nesta classificação, o Brasil tem, de acordo com o Censo 2010, 84,4% da população vivendo em áreas urbanas e 15,6%, em zonas rurais. Ao propor a discussão sobre os critérios hoje utilizados na delimitação do território nacional, o IBGE mira o aprimoramento da divulgação dos dados do Censo 2020 “de modo a que a publicação dele advinda possa oferecer à sociedade avanços diferenciados de áreas rurais e urbanas que possam servir de base para a otimização de políticas públicas e do planejamento privado”. O coordenador de Geografia do IBGE, Claudio Stenner, enfatiza, no entanto, que a nova metodologia não vai substituir a utilizada atualmente e que “o IBGE vai continuar a delimitação legal de urbano e rural”. “O objetivo é que no Censo 2020 se tenha mais de um tipo de classificação, oferecendo um dado melhor qualificado em termos de recortes territoriais e uma informação estatística mais aderente à realidade, para subsidiar políticas públicas e planejamento em geral”. Ele ressalta, ainda, a importância da participação da sociedade e de outras instituições no debate para que o estudo tenha desdobramentos concretos para o Censo 2020: “Temos que ter esse debate com a sociedade, é um tema tão relevante, tão fundamental, que não podemos lançar um documento sem promover o diálogo. A partir do ano que vem, pretendemos nos reunir com alguns ministérios para avançar e formalizar esse debate com o Estado brasileiro”. Segundo o IBGE, a nova metodologia aplicada está alinhada a de organizações internacionais como a União Europeia, e a de países como os Estados Unidos, o que permite a comparabilidade dos resultados brasileiros. “Por meio da análise de abordagens consagradas nos âmbitos internacional e acadêmico, a publicação propõe a discussão de nova delimitação rural-urbana adequada às iniciativas da Nova Agenda Urbana, adotada pelos 167 países participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III) e nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, diz o instituto. A publicação está disponível em formato digital na Plataforma Geográfica Interativa, que incorpora, em um mesmo ambiente, todas as informações contidas no projeto.

O novo retrato que o IBGE propõe confirma o Sudeste como a região mais dinâmica do país; o Centro-Oeste como uma região de grandes contrastes; o Sul com as menores proporções de municípios intermediários e remotos (urbanos e rurais); o Nordeste com menor percentual de pessoas em áreas urbanas; e o Norte com elevado percentual de municípios rurais. No caso do Sudeste, com seu “dinamismo econômico”, encontram-se as maiores porcentagens de municípios urbanos, com 37,5% do total e onde vivem a maioria de sua população (87%). Já no Sul, onde concentram as menores proporções de municípios intermediários remotos (0,02%) e rurais remotos (0,03%), há uma grande proximidade física entre as sedes municipais. Ainda com base na nova metodologia que vem sendo proposta, o Norte destaca-se pelo elevado percentual de municípios rurais, com 65% do total, apesar de 66,3% de sua população viver em municípios urbanos. Já o Nordeste é a região que possui a menor porcentagem de pessoas vivendo em municípios urbanos (59,3%), com 29,5% da sua população – o equivalente a 68,9% do total) vivendo em 1.236 pequenos municípios rurais. O Centro-Oeste, por sua vez, é ao mesmo tempo a região com a segunda maior população em municípios urbanos (79,8%) e em municípios remotos, intermediários e rurais (2,3% e 4%, respectivamente).

Conclusões As principais conclusões da nova classificação dos municípios de acordo com a tipologia rural-urbana, segundo grande região e população indica que, no Brasil, 76% da população vivia em municípios urbanos e 60% dos municípios eram rurais; no Norte, 10,5% da população residia em municípios rurais remotos e 65% do número de municípios eram rurais; no Nordeste, um terço da população residia em municípios rurais, representando 68,9% do total de municípios; no Sudeste, 87% da população residia em municípios urbanos; no Sul, apenas 0,05% da população residia em municípios remotos; no Centro-Oeste, 79,8% da população reside em municípios urbanos. Fonte: Agência Brasil


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Sindicomércio-JF está no

Foi criado, recentemente, o perfil do Sindicomércio-JF na rede social Instagram. A entidade já conta com perfis no Facebook e no Twitter. Com a criação da conta no Instagram, teremos mais um espaço para divulgação de conteúdo direcionado não apenas aos associados, mas ao público em geral. Por lá você fica sabendo de eventos promovidos pela entidade, promoções e acompanha as reuniões realizadas com nossos parceiros. Siga @sindicomerciojf!

Crescimento O Instagram é uma rede social que tem crescido exponencialmente nos últimos anos no mundo inteiro, contabilizando mais de 700 milhões de usuários, segundo dados divulgados pelo Portal A Guerra do SEO. Seu sucesso se deu principalmente após sua compra pelo Facebook em 2012 e também após o lançamento da função do Stories em 2016, nascida para bater de frente com o sucesso do Snapchat. Além disso, a rede de Zuckerberg tem investido, há algum tempo, na integração com outras redes como o Facebook, Tumblr e Twitter. Este conjunto de estratégias deu certo e acabou dobrando o número de usuários nos últimos dois anos. Outro fator importante para o êxito do Instagram são as próprias imagens, pois em qualquer rede social elas são vitais para o maior engajamento. Posts com imagens são muito mais compartilhados nas redes sociais do que posts somente com textos, afinal, a maior parte dos seres humanos tem a memória visual muito mais aguçada do que as relacionadas a outros sentidos. Confira o levantamento feito pela empresa A Guerra do SEO

Instagram e números • O Brasil é o segundo país com maior número de usuários; • A rede social conta com mias de 100 milhões de posts a cada dia; • Por dia, são mais de 4,2 bilhões de curtidas; • A média de usuários ativos no Instagram diariamente é de 400 milhões; • A média de usuários ativos no Stories diariamente é de 250 milhões; • O Instagram é utilizado por 48.8% das marcas; • A média de fotos postadas diariamente é de 95 milhões; • 32% de toda a internet está no Instagram; • Posts com pelo menos uma hashtag tem em média um aumento de 12.6% no engajamento.

Perfil dos usuários • 90% têm menos de 35 anos; • 53% seguem marcas; • Mulheres são 53% e homens são 47%.


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dicas para aproveitar o segundo semestre e alavancar as vendas

Além de analisar os resultados colhidos nos seis primeiros meses de 2017, o atual momento pede de empreendedores e gestores um plano de ações para otimizar os rendimentos no segundo semestre. Mais do que vender, é preciso desenvolver uma atuação que garante às empresas ganhos financeiros satisfatórios, além de auxiliar os profissionais a alcançarem seus resultados pessoais. Para isso, o consultor e diretor da Mega Empresarial, Roberto Vilela, lista sete dicas que devem fazer parte da rotina das empresas brasileiras. São elas:

1 – Fique de olho nas datas comemorativas

Dia dos Pais, Dia das Crianças, mudança de estação, Natal, Ano Novo. O que não faltam a partir de agora são datas que podem ser utilizadas por empresas de diferentes segmentos para aquecer as vendas. “Basta observar as vitrines no comércio ou as estratégias de grandes varejistas. Não dá pra fugir. Criar ações de marketing voltadas exclusivamente para essas comemorações é uma estratégia bastante assertiva”, destaca Roberto.

2 – Prepare a equipe

O consultor enfatiza, ainda, que é preciso investir no time de vendas. Seja por meio de palestras, treinamentos ou reuniões periódicas, a atualização dos profissionais precisa ser uma constante nas companhias. “Se o seu vendedor não conhecer a fundo o produto, serviço ou negócio da empresa, bem como seu planejamento, dificilmente conseguirá ter bons resultados”, alerta.

3 – Reveja o planejamento

Para Roberto, esta também é a época ideal para rever aquilo que foi traçado no início do ano. Uma readequação de metas, de acordo com a economia ou outros fatores que não possam ser controlados, segundo ele, é ideal.


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4 – Atendimento pessoal e personalizado

Mais do que vender, é importante criar um relacionamento com o consumidor. “Atentar aos gostos e necessidades do cliente, seja ele empresa ou pessoa física, precisa ser uma prática comum. Para isso, não se acanhe em fazer anotações sobre o perfil do comprador que acabou de atender, deixando em sua agenda alertas para novos contatos assim que tiver disponíveis produtos de interesse dele”, aconselha.

5 – Reative o contato com prospects

O consultor da Mega também ressalta que em tempos de crise é preciso estar atento ao mailing e não deixar para depois aquele contato com quem já foi ou pode vir a ser cliente.

6 – Atenção ao estoque

Para quem está com muita mercadoria armazenada, a melhor opção é a realização de ações para reduzir este acúmulo. “Avalie a possibilidade de ofertas exclusivas para determinados produtos, preços reduzidos, melhor oferta de parcelamento e outras condições de pagamento. Estoque parado é sinônimo de dinheiro perdido”, comenta.

7 – Utilize novas ferramentas de vendas

Por fim, Roberto lembra da importância de utilizar a tecnologia a favor das vendas. “Com bom senso e respeito aos horários, claro, aplicativos de mensagens instantâneas e redes sociais garantem proximidade com o consumidor. Esses mecanismos estão ganhando as áreas comerciais e são grandes aliados para manter o cliente sempre informado e estreitar os contatos com ele”, conclui. Fonte: Administradores.com


Juiz de Fora

está na lista das cidades mais

inteligentes e conectadas do país

Juiz de Fora ocupa a 24ª posição no ranking Connected Smart Cities, que aponta as 100 cidades mais inteligentes e conectadas do país. O dado faz parte do levantamento desenvolvido pela Urban Systems e publicado, recentemente, pela revista Exame. Entre as cidades mineiras, Juiz de Fora é a segunda a aparecer na lista, ficando atrás apenas da capital, Belo Horizonte, que ocupa a 4ª posição. Das Minas Gerais, aparecem ainda: Uberlândia (28ª), Uberaba (33ª), Patos de Minas (63ª), Contagem (75ª), Viçosa (76ª), Ouro Preto (84ª), Itaúna (85ª), Sete Lagoas (91ª) e Poços de Caldas (98ª). No ano passado, o ranking apontava que Juiz de Fora ocupava a 32ª colocação. Na edição de 2015, a cidade aparecia na 43ª colocação. As três primeiras colocações são ocupadas por São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. De acordo com a Exame, o levantamento avalia a integração entre mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança em mais de 500 cidades brasileiras, usando 70 indicadores.


Aline Furtado

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Reconhecimento

SindicomÊrcio-JF lança


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Reconhecer a importância da imprensa, sobretudo, dos jornalistas e dos futuros jornalistas. Este é um dos objetivos do Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo, criado pelo Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF) em parceria com a Artwork Propaganda, lançado no dia 10 de julho. O lançamento reuniu coordenadores de cursos de Jornalismo de instituições de ensino de Juiz de Fora, imprensa, patrocinadores e apoiadores, além da diretoria do Sindicomércio-JF. “Nossa ideia é valorizar o trabalho dos jornalistas, além de incentivar os alunos que pretendem seguir esta carreira, de forma a estimular, divulgar e prestigiar a categoria. Para isso, definimos um tema que busca contribuir para o melhor entendimento, pela sociedade e pelo poder público, sobre matérias relativas à importância da atividade do comércio na vida de Juiz de Fora, assim como apontar problemas e soluções para o setor”, destaca o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti. O tema do Prêmio é “A evolução do comércio de bens e serviços no desenvolvimento socioeconômico de Juiz de Fora”. As inscrições poderão ser efetuadas até o dia 30 de agosto, pelo site http://premio.sindicatodocomercio.org. br/. O Prêmio contempla profissionais atuantes no mercado ou não, devidamente certificados em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, assim como estudantes de Jornalismo devidamente matriculados em instituição de ensino correspondente ao curso.

O material apresentado pelos concorrentes deverá se enquadrar em uma das cinco categorias: Impresso (jornal e revista), Rádio, TV, Internet, Estudante. Serão premiados os primeiros lugares de cada categoria, a saber: • Categoria Estudante: 01 Tablet + 06 meses de estágio no Sindicomércio-JF; • Categoria Jornal: 01 Notebook; • Categoria TV: 01 Notebook; • Categoria Rádio: 01 Notebook; • Categoria Internet: 01 Notebook. Também serão premiados o primeiro e segundo lugares gerais, escolhidos como melhores entre os cinco selecionados: 1º lugar geral - Diária no Hotel Grogotó + R$ 2.000; 2º lugar geral - Diária no Hotel Grogotó + R$ 1.000. Além disso, todos os premiados receberão troféus e certificados. Poderão concorrer ao Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo trabalhos veiculados pela imprensa entre Janeiro e Agosto de 2017, período determinado pela Comissão Organizadora, ou trabalhos inéditos produzidos neste mesmo período. Fica limitada a inscrição de um trabalho por participante. Além disso, não será aceita a inscrição do mesmo trabalho em categorias diferentes.

Lançamento do Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo Sindicomércio-JF


Sindicomércio-JF

A Comissão Julgadora, constituída por profissionais da área de Jornalismo e representantes do SindicomércioJF, avaliará os trabalhos conforme critérios que valorizem a atividade jornalística, tais como: texto, produção, esforço incomum, coragem, determinação, isenção, perseverança e senso de oportunidade, assim como estética na apresentação. Os vencedores serão conhecidos e receberão os prêmios em um coquetel, na data de 29 de setembro de 2017.

“Nível excepcional” Para o vice-presidente do Sindicomércio-JF, Oddone Villar Turolla, que dá nome ao Prêmio, a homenagem foi recebida com muita emoção. “Fico muito feliz com o reconhecimento pelo trabalho que prestei quando estive à frente da entidade. Além disso, considero muito justa

Lançamento do Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo Sindicomércio-JF

a homenagem à imprensa devido ao seu importante papel. Faço votos de que consigamos atingir um nível excepcional de trabalhos.”

Patrocínio e apoio Os patrocinadores do Prêmio são: Grupo Solar de Comunicação (Tribuna de Minas - CBN - Solar FM - Tribuna de Minas Online) e TV Alterosa. Já os apoiadores são: Olps Gráfica, Diário Regional/TVE/ Premium FM, Ecoprint, Facilita Telecom, Grupo Libertempo (Rádio Cidade/Rádio Alô FM/107,3/Jovem Pam), JP Produções, Mary Milk, Oliveira Matta Corretores de Imóveis, Rezende Roriz, Senac, Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora, TV Integração/G1 - Globo Esporte.com e Uniben Administradora de Benefícios. Participam do desenvolvimento do Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo a Artwork Propaganda e a Plugin Web.


Lei que permite descontos para compras feitas em dinheiro estรก valendo


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No dia 26 de junho, foi sancionada a lei que permite a cobrança de valores diferenciados conforme a forma de pagamento. Essa lei tem como origem a Medida Provisória (MP) nº 764/2016, mas, como sofreu alterações durante a tramitação no legislativo, precisou ser sancionada pela Presidência da República. Entre as mudanças está a obrigatoriedade de o estabelecimento informar, em lugar visível, os descontos que são oferecidos, tanto com relação ao meio de pagamento quanto em relação ao prazo. O comerciante que não cumprir essa regra estará sujeito a multas previstas no Código de Defesa do Consumidor. A lei possibilita descontos para os consumidores caso o pagamento seja feito em espécie, e não em cartão de crédito ou débito. Além de permitir que os comerciantes cobrem preços diferenciados para um mesmo produto

em função da forma de pagamento, a medida possibilita a variação do valor em função do prazo de pagamento. A diferenciação de preços já estava valendo, uma vez que ela foi apresentada por meio de MP. No entanto, como sofreu alterações durante a tramitação no Legislativo, precisava ser sancionada pela Presidência da República para virar lei. A justificativa do Governo é possibilitar o aumento da produtividade no país. Segundo o Executivo, a diferenciação de preços beneficia empresas e consumidores e estimula queda no valor médio dos produtos, de forma a evitar que consumidores que não usam o cartão como forma de pagamento paguem as taxas dos cartões, quando embutidas nos preços dos produtos.


Resolução que prevê aplicação de vacinas em farmácias está em fase de regulamentação na Anvisa A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está elaborando regulamentação que trata sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços de vacinação no país. A norma já passou por consulta pública, no mês de maio, e, se aprovada, permitirá que farmácias apliquem vacinas. Entretanto, entidades médicas temem que a resolução possa precarizar o serviço de vacinação e colocar em risco a população. Segundo a Anvisa, a permissão para farmácias disporem de vacinas está prevista na Lei nº 13.021/2014, que trata sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas, e, com ela, a regulamentação vigente sobre o controle sanitário para estabelecimentos privados de vacinação, se tornou insuficiente para farmácias e drogarias. “A fim de diminuir o risco da população brasileira frente ao possível uso e administração inadequados de um medicamento tão peculiar quanto a vacina, principalmente em estabelecimentos que não têm um histórico antigo na prática da vacinação, a Anvisa propõe norma sanitária com requisitos mínimos para a prestação dos serviços de vacinação”, diz a Anvisa, na justificativa da proposta. Atualmente, além da rede pública, somente clínicas de vacinação podem oferecer o serviço, regulamentadas pela Portaria Conjunta Anvisa/Funasa nº 01/2000. Entre outras exigências, pela norma atual, a clínica deve ter um médico como responsável técnico pelo estabelecimento. Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, essa exigência é muito importante e está sendo retirada da nova proposta. “Ela tira a obrigatoriedade de maca, consultório e médico para atender evento adverso, desde o desmaio até anafilaxia. Isso não é serviço de vacinação, é aplicação de injeção”, disse ela, explicando que o médico especialista em vacinação é importante desde a triagem até o diagnóstico de reação à vacina.

A proposta de regulamentação em análise na Anvisa diz que o estabelecimento deve ter um profissional habilitado e capacitado para o serviço de vacinação. Também prevê que, em caso de intercorrências, ele deve garantir o encaminhamento do paciente ao serviço médico. E as vacinas que não fazem parte do calendário oficial do Programa Nacional de Imunizações deverão ser feitas mediantes prescrição médica.

Riscos à população Para Isabella, esses requisitos não são suficientes e, acabar com as regras atuais pode ser prejudicial para a cobertura vacinal, pois um serviço precário de vacinação pode levar medo às pessoas. “A SBIm não discute onde a vacina é aplicada, na clínica médica ou farmácia, o que defendemos é a qualidade e manutenção das normas para que a vacinação não seja banalizada e a população não corra risco de erros. As normas deveriam ser mais exigentes e não menos”, disse a médica. “Estamos falando de movimentos de antivacinismos, mitos, medos, famílias que circulam informações erradas em redes sociais. Um erro pontual pode fazer a população perder a confiança na imunização. Que sejam bem-vindas as farmácias, desde que o rigor nas exigências seja mantido”. O presidente da Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC), Geraldo Barbosa, concorda que os requisitos mínimos propostos podem prejudicar os serviços. “Não somos contra vacina estar em farmácias. Mas temos um nível de exigências que se provou muito eficaz para conseguir os resultados de imunização. Então, se vai entrar farmácia nesse mercado, porque flexibilizar a lei?”, disse, informando que os laboratórios de análise clínica passaram a oferecer vacinas porque se enquadraram na legislação atual.


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Segundo a presidente da SBIm, também é errado falar em maior acesso da população às vacinas, pois as farmácias devem priorizar grandes mercados. Além disso, ela explica que a indústria de vacina não foi levada em conta para a edição da proposta de regulamentação. “A falta de vacinas que vivemos na rede privada é absurda, e isso deve ser colocado em discussão. E com o aumento dessa rede pode ser que se tenha menos vacinas ainda porque os fabricantes não conseguem atender o mercado”, argumentou Isabella. Barbosa complementa dizendo que a previsão para a demanda atual de vacinas ser normalizada é entre 2020 e 2022, porque os laboratórios já estão no limite de produção e novas fábricas estão sendo construídas.

Interesse comercial Para ele, o interesse comercial das farmácias é apenas na vacina contra gripe. “Não estão preocupados com o esquema vacinal completo”, disse. Segundo Barbosa, a vacina contra gripe é o que ajuda a manter o custo operacional das clínicas de vacinação, já que a operação de outras vacinas é quase negativo. Então, para ele, a nova regulamentação pode prejudicar a qualidade e acesso ao serviço quando as clínicas começarem a cortar custos com outras vacinas para pode competir no mercado. A norma ainda está em elaboração e recebeu centenas de contribuições durante a consulta pública, que ocorreu no mês de maio. Não há prazo para a votação no colegiado da Anvisa. Para o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter da Silva Jorge João, a possibilidade das farmácias aplicarem vacina é uma ação social e as farmácias irão se adequar à regulamentação da Anvisa para garantir a qualidade do serviço e as condições impostas. “Temos que ver as farmácias como unidades prestadoras de atenção à saúde e assistência farmacêutica, que têm sua contribuição com as políticas de saúde do país. É um avanço social. E vacina é medicamento e, sendo medicamento, o farmacêutico tem propriedade para fazer a aplicação”, disse. Segundo João, a indústria precisa ter um olhar positivo para a situação dos estoques, pois vai aumentar o número de postos que passarão a oferecer as vacinas. O presidente do conselho ressalta ainda que o Brasil possui 80 mil farmácias e a concorrência com as clínicas de imunização vai ajudar na queda dos preços de vacina para a população. A proposta de regulamentação sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços de vacinação no país está disponível na página da Anvisa. Com informações da Agência Brasil


Brasil é um dos países em que a confiança na mídia é mais forte Como você faz para se manter informado? Pesquisa desenvolvida pelo Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostra que 60% dos entrevistados no Brasil confiam nas notícias veiculadas pelas empresas de comunicação. O país é o segundo no ranking que mostra a confiança na mídia, atrás apenas da Finlândia, que ficou com índice igual a 62%. Foram entrevistadas mais de 70 mil pessoas em 36 países. A confiança também é alta em Portugal, Polônia e Holanda, mas, na Coreia do Sul, fica em 23%. A média dos países pesquisados é de 43%.

Redes sociais A pesquisa, intitulada “Relatório de Jornalismo Digital 2017”, aponta ainda que as redes sociais vêm sentindo os reflexos negativos da proliferação das chamadas fake news, as notícias falsas. Com isso, o Facebook, por exemplo, vem perdendo espaço em diversos países, inclusive no Brasil. Segundo o estudo britânico, aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, vêm ganhando espaço. O estudo cita o fato de estes permitirem uma comunicação mais privada e não filtrarem o seu conteúdo por meio de algoritmos, como faz o Facebook.

No Brasil, 46% dos entrevistados disseram usar o WhatsApp para acessar e compartilhar notícias, um aumento de 7% frente ao ano anterior. O Facebook é a escolha de 57% dos entrevistados — uma queda de 12 pontos percentuais em relação a 2016. Em 2014, o WhatsApp foi comprado pelo Facebook. Já o YouTube, da Google, é fonte de informação para 36% dos entrevistados, contra 35% registrados em 2016. Os brasileiros não são os únicos. Malásia e Espanha seguem a mesma tendência, com o WhatsApp, sendo fonte de notícias para 51% e 32%, respectivamente, dos entrevistados.


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Fatos x boatos Segundo o levantamento, 40% dos entrevistados consideram que as empresas de mídia fazem um bom trabalho em separar fatos de boatos, número que cai para 24% quando a mesma pergunta é feita sobre os esforços das redes sociais em distinguir as notícias falsas das verdadeiras. “Nossos dados qualitativos sugerem que os usuários sentem que a falta de regras e o uso de algoritmos estão encorajando a baixa qualidade e o avanço das fake news”, aponta o relatório. A pesquisa mostra também o esforço das empresas de comunicação em combater as notícias falsas. O estudo cita O Globo e o portal G1 como companhias que criaram times para investigar a veracidade das notícias publicadas na internet e dos boatos que ganham força nas redes sociais. No caso do Globo, foi criado o blog de checagem de fatos “É isso mesmo?”.

Celular ultrapassa computador O estudo aponta também mudanças na forma de consumir notícias pela internet. Os celulares ultrapassaram os computadores como o principal dispositivo usado para acessar notícias no Brasil pela primeira vez. Segundo a pesquisa, o uso de smartphones para ler notícias nas regiões urbanas no Brasil chegou a 65%, contra 62% dos computadores. Na média dos países pesquisados, 56% disseram ter usado o celular na semana anterior para ler notícias, contra 58% para os computadores. O Chile é um dos países de destaque no uso do celular para a leitura de notícias: foi mencionado por 74% dos pesquisados, enquanto a taxa do computador ficou em 51%. No México, essa proporção foi de 70% e 45%, respectivamente. O Brasil também é um dos países onde mais se compartilham notícias: 64%, empatado com o Chile. Argentina e México vêm logo atrás, com 63%. Alemães e japoneses são os que menos promovem compartilhamentos, ficando com, respectivamente, 18% e 13%.


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Maioria dos consumidores conectados já fez compras pela internet Mais da metade dos consumidores brasileiros com acesso à internet (59%) já utilizou algum aplicativo em dispositivos móveis para comprar algo, sendo que 27% fazem isso cotidianamente. As afirmações constam na pesquisa “Consumo por meio de Aplicativos”, desenvolvida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O levantamento estima que os aplicativos serão cada vez mais utilizados para compras e não apenas para a comunicação, pesquisa e comparação de preços durante o processo de compra. Foram ouvidos 673 internautas das 27 capitais que fizeram compras pela internet no último ano. Segundo os dados, os aplicativos mais utilizados são aqueles relacionados à compra e venda de produtos usados, como Mercado Livre, Enjoei, OLX e outros (46%); seguidos dos serviços de motorista particular ou táxi (45%); lojas varejistas nacionais (42%); aplicativos de ofertas e descontos, como Peixe Urbano e Groupon (31%); serviços de streaming, como o Netflix, Spotify (31%); lojas varejistas internacionais (30%) e compras de comidas com entrega em casa (29%) . O estudo também mostrou que 94% dos entrevistados utilizam os aplicativos para fazer operações e consultas bancárias (68%), geolocalização ou GPS, como Waze e


Google Maps (67%, aumentando para 79% nas classes A e B), comparar preços (49%) e organizar as finanças (20%). Ao justificar as compras feitas através de aplicativos, 35% mencionam a facilidade de acesso, enquanto 27% julgam ser mais prático e 14% argumentam que, deste modo, encontram os melhores preços e ofertas do mercado. “O mobile já é visto como tendência irreversível no consumo. É preciso, portanto, desenvolver experiências que cativem os consumidores e facilitem o engajamento, pensando ainda no uso das redes sociais. Tudo mostra que a consolidação dos dispositivos móveis será o caminho a seguir no comércio eletrônico nos próximos anos”, disse o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, em entrevista à repórter Flávia Albuquerque, da Agência Brasil.

WhatsApp Segundo o levantamento do SPC Brasil e da CNDL, 39% dos internautas já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com a loja ou vendedor no processo de compras. Cinco em cada dez (52%) consumidores que usam WhatsApp para compras foram respondidos todas as vezes que entraram em contato com uma loja ou vendedor pelo aplicativo e 59% já realizaram algum tipo de compra pelo aplicativo. Entre eles, 15% disseram ter feito a compra principalmente por se sentirem mais seguros ao entrar em contato com o vendedor; 15% fizeram por não precisar sair de casa e 14% porque podem receber imagens e vídeos dos produtos antes da compra. Os produtos mais comprados com auxílio do aplicativo são: comida entregue em casa (23%), roupas, calçados e acessórios (22%) e cosméticos e perfumes (15%) . “A essência do aplicativo é facilitar a comunicação entre as pessoas e isso acabou por se estender ao ambiente profissional. É natural que varejistas e prestadores de serviços tenham percebido o potencial da ferramenta para abordar e ser abordado por clientes, sanar dúvidas, divulgar novidades, gerar interesse e, consequentemente, concretizar mais vendas”, afirmou o presidente do SPC Brasil. A pesquisa apontou, ainda, que entre os 61% que nunca utilizaram o WhatsApp para compras, 40% disseram que o principal motivo é a falta de oferta deste canal de comunicação por parte das lojas e vendedores, seguido da resolução no site ou aplicativo da empresa (32%) . A disponibilização do aplicativo como meio de comunicação no processo de compra foi citada por 42% e o aplicativo foi classificado como o favorito entre o consumidor e o vendedor por 45% dos entrevistados. Para Pellizzaro, a lógica básica das relações de consumo não mudou, embora a tecnologia exija capacidade de adaptação. “Ninguém gosta de ser mal atendido, ficar sem resposta ou ter dúvidas e não ter a quem perguntar quando está em busca de um produto ou serviço. Portanto, dependendo do segmento de atuação, ignorar as pessoas que desejam comunicarse por essa ferramenta é perder a oportunidade de fidelizar clientes, vender mais ou aprimorar o processo de pós- venda, por exemplo”, afirmou. Pellizzaro ressaltou ainda que o lojista ou vendedor precisa preparar-se para prestar o serviço adequadamente, por meio de treinamento e acompanhamento constante. “Do contrário, terá de lidar com clientes insatisfeitos e comentários negativos sobre a empresa, o que pode ser desastroso para qualquer negócio”.


Diferenciação entre homens no setor de entretenimento

O Sindicomércio-JF recebeu, recentemente, da Agência de Proteção e Defesa do Consumidor de Juiz de Fora (Procon-JF) a Nota Técnica nº 02/2017, expedida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que trata da ilegalidade de diferenciação de preços entre homens e mulheres no setor de lazer e entretenimento. Segundo a nota, “visa-se o cumprimento dos princípios basilares da Constituição Cidadã, como o princípio da dignidade da pessoa humana e o princípio isonomia/ igualdade nas relações de consumo. Combatemos ainda a ilegalidade de discriminação de gêneros nas relações de consumo, vez que a mulher não é vista como sujeito de direito na relação de consumo em questão e sim como um objeto de marketing para atrair o sexo oposto aos eventos, shows, casas de festas e outros”. A nota foi emitida após a juíza Caroline Santos Lima, do Juizado Especial e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) de Brasília, proferir, em 6 de junho deste ano, decisão a respeito de um caso em que o consumidor se sentiu lesado pela prática. Para ela, a diferenciação de preços não tem qualquer respaldo jurídico. “Ao contrário, o Código de Defesa do Consumidor é bastante claro ao estabelecer o direito à ‘igualdade nas contratações’.”

A juíza destaca ainda que o fato de a prática ocorrer há algum tempo não faz dela de conformidade. “... uma prática repetida há tanto tempo pode traduzir uma (falsa) aparência de regularidade, de conformidade. (...) Não é ‘porque sempre foi assim’ que a prática discriminatória haverá de receber a chancela do Poder Judiciário, pois o mau costume não é fonte do direito.” E continua: “Fato é que não pode o empresáriofornecedor usar a mulher como ‘insumo’ para a atividade


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de preços e mulheres e lazer é ilegal

econômica, servindo como ‘isca’ para atrair clientes do sexo masculino para seu estabelecimento. Admitir-se tal prática afronta, de per si, a dignidade das mulheres, ainda que de forma sutil, velada. Essa intenção oculta, que pode travestir-se de pseudo-homenagem, prestígio ou privilégio, evidentemente, não se consubstancia em justa causa para o discrímen. Pelo contrário, terse-á ato ilícito.” Com base na decisão, que discorre

sobre a recorrente prática abusiva, a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor orienta a atuação pautada em uma forma de repelir esse tipo de conduta. A nota expõe: “A prática comercial consistente na diferenciação de preços entre homens e mulheres nos bares, casas noturnas e restaurantes não resiste sequer diante da aferição da sua relevância constitucional. Isso porque o inciso I do art. 5º da Constituição Federal afirma categoricamente que: ‘Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações nos termos desta Constituição’.” Além da determinação constitucional de igualdade material entre homens e mulheres, a nota expõe que existe previsão expressa no Decreto nº 5.903, de 20 de setembro de 2006, no seu art. 9º, VII, de proibição de cobrança de preços distintos para um mesmo produto ou serviço oferecido no mercado de consumo. “Tal prática é expressamente tipificada como ‘infração ao direito básico do consumidor à informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, sujeitando o infrator ás penalidades previstas na Lei nº 8078/90’”. A nota recomenda, ainda, que “sejam realizadas e intensificadas as fiscalizações, até que essas práticas abusivas, que desprestigiam sobretudo as mulheres, sejam banidas do mercado de consumo nacional”.


Espaço Contábil 42

Addcon Contabilidade Avenida dos Andradas 547/ sala 607, Centro | Telefone: (32) 2101-0675

e atualizações, com abrangência a todos os setores.” Além disso, tendo como base a importância do aprimoramento dos seus profissionais, a empresa realiza, periodicamente, cursos online. Quando questionado sobre os diferenciais da empresa, Flávio não hesita: “fazer contabilidade”. Segundo ele, muitas empresas que têm o objetivo “contabilidade” no nome, não o fazem. “Nós fazemos o acompanhamento histórico das empresas e seus históricos, tudo sob nossa responsabilidade.” De acordo com o proprietário, a transparência, um dos valores da Addcon Contabilidade, é um dos pontos-chave para o relacionamento com os clientes. “É preciso ser claro. Se há riscos fiscais, por exemplo, abordamos o tamanho desse risco. O cliente precisa saber e entender.” Há quase 19 anos à frente da Addcon, Flávio destaca que o amor ao trabalho é o que o move. “Não teria outro motivo para que eu estivesse aqui se não gostasse daquilo que faço.”

AddconFácil Um produto a mais da Addcon é a AddconFácil, um segmento dedicado aos micro empreendedores individuais e às micro e pequenas empresas. Trata-se de uma adaptação do serviço prestado à realidade dos pequenos empresários, o que garante agilidade e resposta rápida às demandas. Divulgação Addcon

Tendo como valores a tradição, o profissionalismo, a comunicação, a competência e a ética, a Addcon Contabilidade está no mercado desde setembro de 1998. “Trabalhava como contador em uma empresa há 13 anos e, paralelamente, prestava consultoria em contabilidade em um hospital particular de Juiz de Fora. Como o hospital contava com várias pequenas empresas terceirizadas, acabei prestando consultoria para essas empresas, até montar meu escritório”, explica o proprietário Flávio de Oliveira. Formado em Ciências Contábeis e Administração, com pós-graduação em Auditoria e em Finanças, Flávio lembra que o primeiro endereço foi na rua Halfeld, passando, em seguida, para a rua Santo Antônio, e, em 2007, a Addcon mudou para o endereço atual, contando com departamentos Pessoal, Fiscal, Contábil, Constituição e Arquivo. A Addcon Contabilidade atende a empresas de diferentes setores, incluindo comércio, serviços e indústria, além de entidades do terceiro setor, não apenas de Juiz de Fora, como da região e até de outros estados. “Somos uma empresa contábil com conduta voltada para o cumprimento de prazos e da legislação. Para isso, temos os processos muito bem definidos, de forma a alinhar o trabalho de toda a equipe. Na manhã das sextas-feiras, por exemplo, nos reunimos para a ‘hora da leitura’, que é o tempo para estudarmos, juntos, os informativos que recebemos, onde são repassadas mudanças


Espaço Contábil 43

Indica Assessoria Empresarial Avenida Rio Branco 3.480, 4º andar, Passos | indica@indicaempresarial.com.br | Telefone: (32) 3216-2606

da aquisição de novos sistemas, tendo a tecnologia e a produtividade eficaz como nossas principais aliadas. Para tanto, buscamos e estamos sempre em busca de ferramentas que nos auxiliem a moldar nossas ações, além, claro, de estarmos preocupados em oferecer possibilidade de crescimento aos nossos colaboradores. Gosto de inovar, de estar sempre em busca de novos recursos para crescimento da Indica, dos clientes e suas empresas e de nosso quadro, formado por 30 colaboradores”, destaca a diretora. Alcione ressalta que o fato de a Indica trabalhar como uma interface do cliente, auxiliando na tomada de decisões, tratando de assuntos de forma estratégica e até oferecendo treinamentos, faz com que a proximidade seja grande. “Estamos frequentemente nas empresas, além de trazermos nossos clientes até nós. Isso nos possibilita planejar e trabalhar de forma preventiva, o que acaba fazendo com que a demanda seja menor quando chega para nós.” A Indica Assessoria Empresarial atende a clientes de diversificados segmentos, tendo como características a inovação. “Muitos dos nossos clientes têm mais de uma empresa, são arrojados e busca sempre a alta performance.”

Divulgação / Indica

“Nosso foco sempre foi o cliente”, afirma a diretora Alcione Paiva. “Com intervenções rápidas e eficazes, construímos uma relação confiável e duradoura com nossos clientes, onde cada vitória é sempre comemorada por toda equipe. Nossos clientes, entendidos como empresários e empreendedores que são, encontram na Indica, também, apoio na gestão, buscando melhores resultados econômicos e longevidade de seus negócios. Nesses 15 anos de mercado, essa tem sido a tônica do crescimento da Indica Assessoria Empresarial.” Alcione, mesmo enquanto acadêmica, sempre esteve ligada à contabilidade. Daí, a idealização de um projeto, poder oferecer ao mercado algo diferente, fugindo do modelo tradicional de prestação de serviço contábil. A Indica teve início em um espaço localizado na Avenida Rio Branco, no Edifício Solar do Progresso, mudando para a rua Batista de Oliveira e, posteriormente, para a rua Silva Jardim. No endereço atual desde 2016, a empresa ocupa todo um andar do Edifício Clube Sírio Libanês. “Essa mudança mais recente foi muito importante porque, além da nova estrutura física, com mobiliário novo, vieram a criação e a padronização dos processos internos e a disponibilização do arquivo quase 100% digital, além


Espaço Contábil 44

SLM Assessoria Contábil Rua Rei Alberto 246, 6º Andar, Centro | Telefone: (32) 2102-2330

O objetivo da SLM é prestar os serviços em sistema de parceria com os clientes, parceria esta sempre pautada na qualidade, na excelência e na agilidade. “Para trabalhar conosco é preciso ser formado ou estar cursando Ciências Contábeis. Durante o processo seletivo, nosso futuro colaborador participa de um teste de conhecimentos, aplicado pelo RH. Isso nos auxilia a sermos uma empresa bem preparada e com diferenciais. Já aqui, os colaboradores participam de treinamentos em nosso auditório, visando à educação continuada. Promovemos cursos dos quais participam até mesmo nossos clientes.”

Museu da Contabilidade Um dos espaços que está sendo montado por Sebastião na SLM é o Museu da Contabilidade. “Aqui será contada a história da contabilidade, por meio de máquinas e livros, que fazem parte da biblioteca. Temos desde a prensa até os equipamentos atuais. É nossa forma de contribuir para mostrar a evolução do espaço contábil.”

Divulgação SLM

Criada há 33 anos, a SLM Assessoria Contábil veio de um trabalho que já era realizado pelo seu fundador, Sebastião Lucas de Miranda. “Formei em técnico em contabilidade no ano de 1969. Em 1979, concluí a graduação em Ciências Contábeis. Em seguida, veio a especialização em direito tributário. Após formado, comecei a dar aulas e passei a atuar na área contábil de forma autônoma. Naquela época, era um escritório pequeno, que tinha a vida normal de uma empresa. Muita coisa mudou de lá para cá. No início, tínhamos a contabilidade manual. Acompanhamos as mudanças e, hoje, trabalhamos com pessoas treinadas, softwares e equipamentos modernos”, explica Sebastião. O começo foi no Edifício das Clínicas, passando ao Edifício Solar do Progresso, ao Edifício Procópio Teixeira e, desde dezembro de 2015, a SLM ocupa salas na rua Rei Alberto. Ao lado do pai, estão as filhas Lívia e Lilian e filho Leonardo, além do seu irmão, João, que está na empresa desde a sua criação. “Meus filhos acabaram seguindo o caminho do pai, com graduação em Ciências Contábeis e especializações em auditoria e direito tributário.” Tendo como foco de trabalho a ética, o compromisso e a transparência, a SLM atende a empresas diferentes setores, como comércio, indústria, serviços, incluindo o terceiro setor. A empresa ocupa três andares de um prédio localizado na rua Rei Alberto, contando com departamentos de tributos, Recursos Humanos e Departamento Pessoal e Contábil.


NotĂ­cias 45


Motivacional 46

5 DICAS FELIZ para ser um profissional

As incertezas da economia brasileira afetam diretamente o mercado de trabalho. Não apenas as pessoas que perdem o emprego, mas também quem ocupa uma vaga. Em todos os setores o clima é cada vez mais competitivo e, algumas vezes, até hostil. “É necessário alcançar metas e se destacar. Isso não significa que a vida precisa se transformar em um martírio. É possível enfrentar os desafios e as pressões com felicidade”, destaca a coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini. Quer saber como? Anote as dicas da especialista.


Trabalhe por uma causa: conheça o valor que seu trabalho tem para sua organização. É comum encontrar pessoas que não se dão conta da importância do que fazem. “Ora, se não fosse importante para o resultado final, acredite, você não estaria lá”, ressalta Janaina, que exemplifica. “Dentro de um hospital o papel do médico é muito importante. Como seria o resultado sem o trabalho do enfermeiro? Ou sem o apoio daqueles que garantem a esterilização e a limpeza de cada cantinho do hospital? E assim é em todas as organizações. Cada colaborador é importante e fundamental para que os resultados sejam alcançados. Tenha em mente sempre a importância do que você faz”. Envolva-se verdadeiramente com o propósito da organização: entenda qual é esse propósito e importese com ele. “É necessário se colocar no lugar dos líderes, participar das conversas evolutivas e das soluções. Esteja disponível para contribuir com o que for preciso e possível. Isso fará você se sentir mais feliz a cada pequena ou grande realização. Avalie sua performance: como você avaliaria seu trabalho se fosse seu líder, seu par, seu liderado, seu cliente, seu fornecedor? Reflita sobre isso. Também preste atenção nos feedbacks que recebe, sejam eles formais ou não. Eles também podem ser uma maneira de avaliar como está

seu desempenho. Os bons profissionais estão sempre observando toda oportunidade de melhoria. E muitas dicas podem vir das pessoas que convivem com você. Ter a consciência do seu desempenho vai te tornar mais confiante e, consequentemente, mais feliz. Colabore com as pessoas: no seu setor ou em setores diferentes. “Seja participativo, cultive bons relacionamentos, trate todos com respeito, tolere as diferenças, entenda que as pessoas são diferentes, agem diferentemente, aprendem diferentemente, cada um tem seu tempo, seu jeito e suas crenças. Lembre-se sempre: diferente não é melhor nem pior. É apenas diferente”, frisa a coach da Effecta Coaching. Ajudar também traz o sentimento de felicidade, sabia? “Reapaixona-se” diariamente: por você, pelo que você faz, pelas pessoas a sua volta, por sua organização. Afinal, nada é perfeito e tudo sempre pode melhorar. Basta colocar em foco o que é positivo. “Reapaixonar-se é o ato de você olhar para o que é bom e lembrar do porquê você faz o que você faz, onde você faz. É preciso trazer todo o positivo para a mente para que se tenha força para contribuir com a melhoria de tudo. Reapaixonarse pelo trabalho todos os dias faz toda a diferença para ser realmente feliz profissionalmente”, explica Janaina Manfredini. fonte: Administradores.com


Espaço Saúde 48

Mudanças de hábito podem conter o avanço de caso de miopia

Nos últimos 50 anos, o número de indivíduos diagnosticados com miopia duplicou. Estima-se que em menos de três anos, ou seja, em 2020, um terço da população mundial terá o problema na visão. Em 33 anos, a previsão é que metade da população mundial será míope. “A miopia ocorre quando o olho é comprido ou curvo demais, o que faz com que a luz não atinja a mácula, um ponto específico do globo ocular. O principal sintoma da miopia é a dificuldade em enxergar de longe e visão embaçada. Geralmente, a miopia surge durante o desenvolvimento do indivíduo, podendo começar nos primeiros anos de vida até os 23 anos, em média”, explica a oftalmologista Leda Machado Silva. Se não for detectada e corrigida com lentes, a miopia pode progredir e, com o tempo, aumentar significativamente o risco de catarata, glaucoma, desprendimento da retina e maculopatia míope. Além disso, está entre as três primeiras causas de cegueira permanente no mundo.

“Epidemia global de miopia” O professor de desenvolvimento da visão e decano da Faculdade de Optometria da Universidade de Houston, nos Estados Unidos, Earl Smith é um dos pesquisadores à frente de um estudo que pretende investigar as causas e possíveis tratamentos da doença. “Estamos em meio a uma epidemia global de miopia”, afirma o professor. Tal epidemia tem mais incidência entre os jovens do leste da Ásia, em países como China e Coreia do Sul, onde o problema afeta entre 80% e 90% dos estudantes que concluem o Ensino Médio. Além disso, há evidências de que a porcentagem também esteja crescendo nos EUA e na Europa. Em outras regiões do mundo, embora os números não sejam tão alarmantes, a condição também avança.

“Em situações onde as demandas educacionais são intensas, as pessoas têm muita tendência a se tornarem míopes. Isso e o fato de elas passarem mais tempo em lugares fechados do que ao ar livre”, disse Smith em entrevista publicada no site da universidade.

Causas Os especialistas acreditam que a genética tenha um papel no desenvolvimento da miopia, mas não é o único fator. “Há algo em nosso comportamento e nosso ambiente que está contribuindo para o aumento de casos de pessoas míopes”, garante Smith. “A demanda educacional cada vez mais exigente e o fato de se passar mais tempo em espaços fechados são fatores que contribuem para que uma pessoa se torne míope. Nas situações em que há uma expectativa educacional alta, é mais provável que as pessoas desenvolvam miopia. Considere nossos próprios estudantes de optometria como exemplo: aproximadamente metade se torna míope durante os quatro anos de estudos aqui”, contou o professor da universidade de Houston.


Smith e sua equipe estão agora se debruçando sobre os fatores ambientais, como a exposição a certos tipos de luz, que podem ter um impacto sobre o crescimento do globo ocular que leva à miopia.

Prevenção A miopia não tem cura nem é reversível, mas o uso de óculos, lentes ou colírios pode impedir ou desacelerar o avanço da doença. Também há cirurgia com laser que altera a forma do globo ocular para corrigi-lo, embora esse procedimento não seja recomendado em crianças ou jovens que ainda estão em processo de crescimento. Cada método varia de acordo com o nível da doença e do ritmo com que ela avança. A maioria dos pesquisadores concorda que estimular crianças a brincar ao ar livre ajuda a reduzir o risco de desenvolver o problema. Também há estudos mostrando que, ao brincar ao ar livre, a miopia infantil pode avançar num ritmo mais lento. Os especialistas acreditam que isso tem a ver com o fato de que os níveis de luz no exterior são muito mais altos que no interior. Por outro lado, passar muito tempo focando a vista em objetos muito próximos, como lendo, escrevendo ou usando dispositivos portáteis como celulares, tablets ou laptops, pode aumentar o risco miopia. “Descansar a vista também é uma prática recomendável principalmente para quem trabalha com computadores e livros. O ideal é ficar ao menos cinco minutos olhando para longe, isso ajuda a relaxar os músculos”, aponta a médica.


Ações de Representatividade 50

Sindicomércio-JF celebra CCT’s 2017/2018 com Sindedif e com Fetramov Após algumas rodadas de negociação, o Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), entidade patronal, e o Sindicato dos Empregados em Edifícios e nas Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de Juiz de Fora (SindedifJF), entidade laboral, celebraram, no mês de junho, a Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018.

Também no mês de junho, foi assinada a Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018 entre o SindicomércioJF e a Federação dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral, Auxiliares de Administração no Comércio de Café em Geral e Auxiliares de Armazéns Gerais de Minas Gerais (Fetramov-MG).

Rubens Andrade (Jurídico Sindicomércio-JF), Emerson Beloti (presidente Sindicomércio), Luiz José da Silva (presidente Sindedif-JF), João Batista de Medeiros (Departamento Jurídico Sindedif-JF), Francisco Passos (diretor Sindedif-JF) Sindicomércio-JF

Entregue a premiação da promoção Dia das Mães Sindicomércio-JF e Sublime Seguidora das páginas do Sindicomércio-JF e da Sublime, Giselle Fernandes faturou um jantar para duas pessoas, sorteado em promoção realizado no Facebook.

Presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti entregue o voucher à ganhadora da promoção, Giselle Fernandes Sindicomércio-JF


Coordenadora do RH do Sindicomércio-JF participa de debate sobre comportamento no ambiente de trabalho A coordenadora do Departamento de Recursos Humanos do Sindicomércio-JF, Juliana Freesz, participou, recentemente, de debate na Rádio CBN, que reuniu, ainda, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de

Juiz e Fora (CDL/JF), Marcos Casarim, e o gerente regional Zona da Mata do Sebrae, João Roberto Marques Lobo. O programa, apresentado por Marcelo Juliani, tratou sobre o comportamento das pessoas no ambiente de trabalho.

João Roberto Marques Lobo (Sebrae), Marcelo Juliani (CBN), Juliana Freesz (Sindicomércio-JF) e Marcos Casarim (CDL/JF) Sindicomércio-JF

Sindicomércio-JF e Galil Joias sorteiam joia na promoção Dia dos Namorados Seguidora das páginas do Sindicomércio-JF e da Galil Joias no Facebook, Aryana Lopes faturou uma joia na promoção “Seu amor vale ouro”, com foco no Dia dos Namorados. A promoção foi fruto da parceria do Sindicomércio com a Galil Joias. Divulgação


Ações de Representatividade 52

GDI Mata completa um ano de atividades pelo desenvolvimento da região O Grupo de Trabalho Desenvolvimento e Inovação na Mata Mineira (GDI Mata), do qual o Sindicomércio-JF faz parte, celebrou, no mês de junho, um ano de existência. Com o objetivo de potencializar e alinhar as ações de Desenvolvimento Integrado na Zona da Mata Mineira, o grupo e a Secretaria de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais (Seedif) do Governo de Minas, por meio do Fórum Permanente Mineiro das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Fopemimpe), promoveram

uma reunião conjunta, com intenção de instituir uma parceria entre as instituições. O propósito do GDI Mata é elevar a conexão entre os agentes econômicos regionais e as instituições de pesquisa e fomento, com base no entendimento de que tal conexão é o caminho fundamental para o resgate da economia regional. O Sindicomércio integra o GDI Mata e é o coordenador do Grupo Temático do Comércio.

Representantes de instituições que integram o GDI Mata Lucas Guedes/UFJF

Concurso “Um arco-íris de vitrine” é tema do programa Mesa de Debates O concurso “Um arco-íris de vitrine”, promovido pelo Sindicomércio-JF e pela CDL/JF, foi tema do programa Mesa de Debates - TVE-JF, no dia 25 de julho. A entidade foi representada pela coordenadora de RH e Eventos, Juliana Freesz. A programa abordou, ainda, a volta do Miss Brasil Gay, após quatro anos sem ser realizado. José Lúcio Fernandes (debatedor), Titiago Capuzzo (garoto propaganda da campanha), Juliana Freesz (coordenadora de RH e Eventos do Sindicomércio-JF), Caio Zóia (apresentador), André Pavan (coordenador do Miss Brasil gay) e Fabiano Teixeira (debatedor) Sindicomércio-JF


Sindicomércio-JF participa de debate na Câmara Municipal sobre antecipação de feriado O Sindicomércio-JF participou, recentemente, de debate sobre a antecipação do feriado municipal de 13 de junho, Dia de Santo Antônio, padroeiro da cidade. O encontro reuniu integrantes da Comissão Permanente de Abastecimento, Indústria, Comércio, Agropecuária e Defesa do Consumidor da Câmara Municipal, vereadores Kennedy Ribeiro (PMDB), Marlon Siqueira (PMDB) e Vagner Oliveira (PSC); representantes da Fiemg, da Câmara de Dirigentes Lojistas e da Associação Comercial. A proposta é que se o feriado cair em qualquer dia da semana, será antecipado para a segunda-feira da semana. O projeto ainda será discutido com o representante da igreja católica, Dom Gil Moreira. De acordo com as instituições, quando há um feriado no meio da semana, “quebra” o comércio em relação à produtividade dos funcionários e também às vendas. Desse modo, a proposta foi bem vista pelos órgãos, já que beneficia o comércio de Juiz de Fora, que é polo da região.

Reunião debate a antecipação do feriado de 13 de junho Assessoria de Imprensa / CMJF

RH do Sindicomércio-JF realiza treinamento “Novos Talentos e Empregabilidade: conquiste seu espaço” Com objetivo de estimular a empregabilidade em Juiz de Fora e tendo como foco quem busca uma vaga de emprego, foi realizado, no dia 27 de julho, pela coordenadora de RH e Eventos do Sindicomércio-JF, Juliana Freesz, o treinamento “Novos Talentos e Empregabilidade: conquiste seu espaço”. O evento, gratuito, abordou a entrevista de emprego. Além disso, os participantes tiveram seus currículos avaliados gratuitamente. Coordenadora de RH e Eventos do Sindicomércio-JF, Juliana Freesz conduz o treinamento Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 54

RH do Sindicomércio-JF promove treinamento sobre como se manter no emprego em tempos de crise O Sindicomércio realizou, no dia 2 de agosto, o treinamento “Novos Talentos e Empregabilidade: Quem deve ficar?”, reunindo colaboradores de empresas associadas. Com objetivo de fornecer dicas sobre como se manter empregado em tempos de crise, o treinamento foi conduzido pela coordenadora de RH e Eventos do Sindicomércio-JF, Juliana Freesz.

Treinamento “Novos Talentos e Empregabilidade: Quem deve ficar?” Sindicomércio-JF


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