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Sindicomércio-JF

mensagem do PRESIDENTE

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Emerson Beloti de Souza Presidente do Sindicomércio - JF

Caros leitores, Juiz de Fora completa, no dia 31 de maio, 167 anos. Com o passar de todos esses anos, já tivemos várias fases de transformações quanto à vocação para a qual a cidade direciona sua economia. Hoje, não temos dúvidas de que, além de um comércio de varejo diversificado e forte, outras áreas se desenvolveram. O setor de Serviços tornou o município polo para diversos consumidores de outras cidades. Os centros de distribuição de produtos vêm evoluindo, com várias empresas optando pelo município, graças à excelente localização da cidade, estratégica por estar próxima de grandes centros. Além disso, o setor da gastronomia, que engloba as cervejarias artesanais, que se tornou roteiro para muitos consumidores de diversas cidades. Nossa cidade vem se transformando e necessário se torna que fiquemos atentos à evolução econômica, seja pelas inovações e de norteamento de posicionamento desse novo cenário. Juiz de Fora é um importante polo do ensino e de saúde para toda a região, e este fato conduz a cidade a uma responsabilidade de não só atender aos residentes no município, como também às carências das demais 73 cidades que estão a um raio de 100 km. Buscar novos caminhos por meio de nossos líderes políticos e empresariais, que fazem e devem fazer a evolução necessária Buscar novos caminhos para que estejamos com nossa identidade aflorada. Aliás, por meio de nossos líderes precisamos dessa identidade com a cidade. Temos que amar e lutar por onde estamos. É disso que Juiz de Fora precisa. Esse políticos e empresariais, orgulho e a defesa pela nossa terra, onde buscamos nosso que fazem e devem fazer sustento, além do presente e do futuro para nossos filhos. a evolução necessária para Nossa cidade precisa de muita coisa, é verdade. Mas já temos o essencial para o desenvolvimento de qualquer local que estejamos com nossa que deseja este resultado. Uma ótima localização, uma ótima identidade aflorada. Aliás, cidade, todos os climas possíveis e imagináveis, um expressivo precisamos dessa identidade número de colégios e faculdades, uma rede de saúde invejável e um ótimo setor gastronômico, englobando as cervejarias com a cidade. Temos que artesanais. amar e lutar por onde Ser de Juiz de Fora, ser da Zona da Mata e ser mineiro... estamos. É disso que Juiz de Sem dúvida, um privilégio!

Uma ótima leitura!

Fora precisa. Esse orgulho e a defesa pela nossa terra...”


Índice

Expediente:

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Conselho Editorial Sergio Costa de Paula Aline Furtado Adeliane Barros Jornalista Responsável Aline Furtado – MTb 09105/MG

06 Reportagem Especial Juiz de Fora - Para comer e beber bem

Colaboradores Erik Penna Luís Antônio de Aguiar Bittencourt Tacianny Machado Thereza Rampinelli A Revista Conexão Comércio não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos assinados, já que os mesmos expressam apenas o pensamento dos autores, não representando, necessariamente, a opinião da direção da revista. Caso necessário, a direção se reserva no direito de resumir os artigos. Os espaços publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. Fotografias Algumas fotografias utilizadas nesta edição foram gentilmente cedidas por entidades creditadas. As fotografias utilizadas nos espaços publicitários são de responsabilidade dos anunciantes.

22 Capa Juiz de Fora, 167 anos Vocações, percepções, memórias...

Foto capa (Juiz de Fora) Aline Furtado Imagens Shutterstock.com Departamento Comercial (32) 99198-0535 Projeto Gráfico e Diagramação ArtWork Propaganda (32) 3215-7075 Periodicidade: Trimestral Tiragem: 5.000 exemplares Impressão: Gráfica Central

01 – Mensagem do Presidente 04 – Notas 10 – Direito Imobiliário 11 – Artigo Especial 12 – Artigo Especial 42 – Espaço Contábil 46 – Espaço Saúde 49 – Motivacional 50 – Ações de Representatividade

Espaço do Leitor Contribua com a Conexão Comércio. Envie sugestões, críticas e comentários sobre os diversos assuntos publicados na revista. Nosso e-mail é jornalismo@sindicatodocomercio.org.br. Participe!

Contato Telefone: (32) 3215-1317 E-mail: jornalismo@sindicatodocomercio.org.br Site: www.sindicatodocomercio.org.br Facebook: Sindicomércio-JF Twitter: @sindicomerciojf Endereço: Avenida Rio Branco 2.588/5º andar Centro - Juiz de Fora – MG Funcionamento: de segunda a sexta, de 8h30 às 18h30

Diretoria 2014 / 2018 Emerson Beloti de Souza Presidente

Carlos Alberto Martins de Pinho 2º Secretário

Nício Fortes Garcia 1º Vice-presidente

Lucimar Las Casas Oliveira 3º Secretário

Rui Mussel da Silva 2º Vice-presidente

Alexandre Tassi Brugiolo 1º Tesoureiro

Oddone Villar Turolla 3º Vice-presidente

Gilson Guimarães Peixoto 2º Tesoureiro

Paulo Roberto Lopes 4º Vice-presidente

Zênio Fernandes Filho 3º Tesoureiro

Marcelo Rodrigues Sepúlveda 1º Secretário

Sergio Costa de Paula - Superintendente


Notas 06

Gastos de brasileiros no exterior sobem 50% no primeiro trimestre Os gastos de brasileiros no exterior ficaram em US$ 1,530 bilhão em março deste ano, segundo informou recentemente o Banco Central (BC). O resultado é 18,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os brasileiros gastaram US$ 1,291 bilhão. No primeiro trimestre, as despesas ficaram em US$ 4,469 bilhões, 50,4% acima dos gastos registrados de janeiro a março de 2016 (US$ 2,972 bilhão). As receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 650 milhões, em março, e em US$ 1,846 bilhão nos três meses do ano. Como as despesas de brasileiros no exterior são maiores do que as receitas de estrangeiros, a conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 880 milhões, no mês passado, e em US$ 2,623 bilhões, no primeiro trimestre. Os dados parciais deste mês indicam que os brasileiros continuam gastando mais com viagens ao exterior. Em abril, até o dia 20, as despesas ficaram em US$ 1,023 bilhão, enquanto as receitas chegaram a US$ 313 milhões. Se esse ritmo for mantido até o final do mês, as despesas vão registrar crescimento de 32% em abril, comparado do igual mês de 2016. Fonte: Agência Brasil

MP deve interferir no mercado farmacêutico Um dos poucos segmentos em crescimento no país, o de drogarias e farmácias, pode ser impactado caso uma medida provisória em tramitação no Congresso seja transformada em lei. Em audiência pública realizada recentemente, na Câmara dos Deputados, uma comissão mista discutiu os critérios para a adoção de mudanças nos preços dos remédios sem datas estabelecidas. A medida ainda precisa ser votada pelos Plenários da Câmara e do Senado. A MP 754, publicada em dezembro de 2016, estabeleceu que o Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) poderá autorizar mudanças excepcionais de valores nos remédios. Antes da medida provisória, o reajuste de preços era feito anualmente desde 2003, com base nos índices máximos definidos pela União. Se for transformada em lei, a proposta deve acarretar uma maior interferência no mercado de medicamentos. Para o setor terciário, a medida esboça distintos cenários, como o aumento ou a redução de preços para o consumidor, e o risco de desabastecimento de algum produto em virtude da interrupção de investimentos por parte da indústria farmacêutica. Os redatores da MP 754 defendem que ela foi necessária para conter o acréscimo nos valores, tido pela indústria do setor como importante para estimular a produção de medicamentos com preços defasados, em situação de desabastecimento ou com baixos estoques no mercado. O Cmed já autorizou o reajuste de até 4,76% nos valores de mais de 19 mil remédios disponíveis no mercado varejista brasileiro. Em 2016, o índice máximo autorizado pelo governo foi de 12,5%. Fonte: Fecomércio MG


Notas 07

Pequenas e médias avançam na exportação de cosméticos As pequenas e médias indústrias de cosméticos estão avançando no mercado internacional e já começam a se consolidar na Europa, Ásia e Estados Unidos. Além de ampliar a rentabilidade, os embarques ajudam a driblar a retração das vendas no Brasil. O embarque de produtos de higiene, perfumaria e cosméticos cresceu 0,7% no primeiro trimestre ante igual período de 2016, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). Na avaliação do gerente de comércio exterior da Abihpec, Ricardo de Nobrega, a indústria ainda tem que reduzir alguns entraves à exportação, como logística, tarifas e taxas, mas ele vê como positivas as recentes movimentações do governo. “O governo federal lançou em março o Módulo Exportação do Portal Único de Comércio Exterior. A expectativa é que até o final do ano todas as funcionalidades do sistema possam ser utilizadas, o que irá reduzir procedimentos e o tempo na liberação das cargas e, consequentemente, os custos”, diz. Com informações do DCI


Medalhão Red Pepper

Juiz de Fora Para comer e beber bem

Juiz de Fora é uma cidade grande aos olhos de alguns e de médio porte aos olhos de outros. Mas certo é que um segmento reflete fielmente suas intenções cosmopolitas, a gastronomia. A cidade conta com um rico circuito gastronômico, com uma variedade considerável de restaurantes a atender os mais variados gostos e estilos. Por aqui, é possível encontrar cozinhas portuguesa, japonesa, italiana, francesa, além de churrascarias e, claro, a famosa culinária mineira, que encanta pelos pratos cheios de sabor e histórias. Sejam bares ou restaurantes, a intenção é agradar o paladar da clientela. Entre as opções estão os serviços à la carte, bistrô, fast food e self-serfice, que reúnem moradores e visitantes em busca de comer e beber bem.


Reportagem Especial 09

nós, a fim de afastar o ‘peso’ dos produtos industrializados”, indica Budini. Ele antecipa para a Conexão Comércio alguns pratos especiais que serão lançados ou reeditados com a chegada do inverno: consommé de pão italiano com filé mignon e caldo de palmito.

Portugal em JF Com a proposta de ser a referência em gastronomia portuguesa em Juiz de Fora, foi aberto, no ano de 1983, no bairro Grajaú, o Bar do Português. “Como somos a única casa na cidade com essa proposta, a procura sempre foi grande, mas, os anos se passaram e meus pais, que ficavam à frente do bar, se aposentaram e acabaram fechando o bar. Como eu e meus irmãos seguíamos nossos caminhos, o estabelecimento ficou por dez anos fechado. Há dois anos e meio, eu e meu irmão decidimos por reabri-lo, tendo em vista a cidade como polo em gastronomia, que, entretanto, já havia contado, mas não contava mais com uma casa especializada em comida portuguesa”, revela o sócio-proprietário, Ricardo Marques. Por lá é possível encontrar inúmeros pratos preparados à base de bacalhau, o carro-chefe do estabelecimento. Mas tem também a sardinha portuguesa, o famoso pastel de Belém, entre outras delícias. “O público que frequentava a casa ainda frequenta, além disso, temos recebido muitos novos clientes. E estamos sempre buscando diversificar, mantendo o que é sucesso e apostando em novos pratos. ”

Ambiente aconchegante. Comida, Rusticidade e glamour bebida e música de qualidade Com uma proposta diferenciada, há cerca de dois anos, foi inaugurado, na rua Tiradentes, na cidade o Red Pepper, um gastrobar que tem como filosofia “oferecer ao público um espaço agradável e aconchegante, que proporcione boas conversas, regadas a boa música – nada de som alto e agitação, além, claro, de boa comida e bebida”, destaca o proprietário Marcelo de Loreto Budini. O local, com decoração vintage, que lembra aconchegantes pubs, trabalha com carnes, peixes (salmão) e petiscos variados, além da cerveja artesanal Venna, que, segundo ele, harmoniza bem com os pratos, “casando” com a proposta do gastrobar. “Sentimos muito o gosto dos clientes, por isso, realizamos uma espécie de laboratório para a criação de novos pratos, a fim de atender ao que o consumidor espera. Além disso, só trabalhamos com carnes frescas, molhos preparados por

Ambiente aconchegante, que alia rusticidade e glamour. Assim é o Mr. Tugas, localizado no bairro Nova Califórnia. Com uma variedade de sabores, oferece pizzas e entradas finas, saladas, bruskettas e focaccias; além da linha de cervejas artesanais, que inclui os títulos Belgian Blond, Brown Ale, Double Red, Imperial Stout, Ipa, Premium, RauchBier, Red Ale, Weiss e Witbier.

Penne Red Red Pepper


Produção direcionada

California Dreaming Red Pepper

Os azeites da marca Mr. Tugas são um atrativo interessante, trazendo sabores como pimentas, alecrim, alho, limão, entre outros, que harmonizam com os pratos em forma de perfeita união. Recentemente, o Mr. Tugas lançou a linha fit. O menu traz opções de massa integral e sem glúten, além de saladas e entradas. “A intenção é aliar o sabor já conhecido das nossas receitas a ingredientes mais leves”, explica o proprietário da casa, Hugo Siqueira. Para o público vegano, a casa lançou a linha vegan, nas opções de oito sabores de pizzas especiais, 100% livres de ingredientes de origem animal.

Cervejas artesanais Dentro da gastronomia, destacam-se, na cidade, as cervejas artesanais. Pouca gente sabe, mas “o caso de amor” de Juiz de Fora com as cervejas artesanais teve início com a chegada dos colonos alemães à cidade, em 1858. Contratados pela Companhia União Indústria para a construção da primeira estrada pavimentada do Brasil, ligando Juiz de Fora a Petropólis (RJ), trouxeram para terras brasileiras o conhecimento quanto à produção da bebida. À época, ao fim da obra, os alemães deram início à fabricação artesanal de cervejas na cidade. O primeiro fabricante foi o imigrante alemão Sebastião Kunz. A linha de produção, fundada em 1861, onde hoje se localiza o bairro São Pedro. Kunz é tataravô do proprietário da Cervejaria Barbante, Pedro Peters. Naquela época, a cervejaria acabou se tornando um ponto de encontro das famílias alemãs, que dançavam, cantavam músicas típicas e apreciavam cerveja e comidas da terra natal. A segunda fábrica de cerveja artesanal em Juiz de Fora, a Kremer & Cia, foi fundada em 1867, no Morro da Gratidão, onde hoje está a avenida dos Andradas. Registros revelam que a cidade chegou a contar com oito cervejarias e, no fim do século XIX, foi considerada o principal polo cervejeiro de Minas Gerais.

Anos e anos mais tarde, com o mesmo vigor, a fabricação das cervejas artesanais ressurgiu. São os novos tempos com foco em velhas técnicas, agora aperfeiçoadas, o que faz de Juiz de Fora referência quando o assunto são as cervejarias artesanais. No mercado de fabricação de cervejas artesanais há quase três anos, o produtor da cerveja Venna, Felippe Fernandes Merhy, conta que trabalha em parceria com três estabelecimentos de Juiz de Fora (Red Pepper, Experimental Container Bar e Pluri Bistrô), para os quais repassa sua produção, além do Beer Truck, o serviço que viaja em uma Kombi a diversos lugares. “Trabalho em parceria, de forma direcionada, porque creio que é uma forma de favorecer os pontos de venda e também o público.” Vindo da área de gastronomia, Merhy conta que resolveu investir nas cervejas artesanais para oferecer algo de qualidade e quase personalizado aos gostos. “Até mesmo o fato de repassar meu produto a poucos pontos é proposital porque dessa forma consigo ir a esses pontos, ouvir proprietários, garçons, atendentes e até mesmo clientes, o que me auxilia a aperfeiçoar técnicas, primando sempre pela qualidade. Outro ponto é que consigo criar receitas para ocasiões especiais. Esse processo de criação busca unir o toque da culinária ao sabor da cerveja.” Merhy conta que o nome “Venna” é uma forma de reforçar a identidade de Juiz de Fora. “O nome é uma derivação de ‘vênas’, gíria de Juiz de Fora muita usada nos anos 80 e 90. Minha intenção é poder levar a identidade da cidade para onde a Venna for, inclusive por meio de sabores, que têm nuances da culinária mineira. É uma valorização da experiência gastronômica.” Das Haus Comedoria


Das Haus Comedoria

Alemanha e Minas. Logo ali Com a proposta de oferecer ao público o melhor das culinárias alemã e mineira, a Das Haus Comedoria, que fica no bairro Novo Horizonte, resolveu investir, recentemente, também nas cervejas artesanais, a DH Bier. “Há seis anos a casa já está consolidada, oferecendo um mix de contemporaneidade das culinárias alemã e mineira. Então, o público começou a cobrar a cerveja artesanal. Optamos pela cervejaria cigana, ou seja, desenvolvemos a receita junto a uma cervejaria de Betim, a qual fica responsável pelo processo de fabricação”, explica o proprietário e chef da Das Haus Comedoria, Caíque Fonseca. O processo tem como base a Escola de Cervejaria Alemã, com produtos mais maltados, menos lupulados, mais suaves, menos amargos, com teor alcoólico bem razoável. A DH Bier engloba cinco rótulos: Weiss (de trigo), Pilsen (que tem grande aceitação entre os brasileiros), Red Ale, Rauchibier (malte defumado e tom mais caramelado) e Kölsch (clara e suave). A concepção da linha exclusiva de cervejas foi cuidadosamente pensada para harmonizar com a culinária disponível no restaurante. “Até penso em fabricar por aqui, mas a legislação é antiga e não tem foco em cervejarias artesanais. O que vale para as grandes marcas vale também para os empreendimentos menores, o que é um dificultador”, destaca o chef. Ele acrescenta que acredita na tendência de Juiz de Fora ser cada vez mais conhecida por sua gastronomia e suas cervejas artesanais. “A cidade vai ganhar, em breve, por meio da iniciativa privada, uma escola cervejeira, que será instalada no Mirante da BR 040. Isso é interessante porque demonstra a possibilidade de solidificação e só reforça o fato de Juiz de Fora ser um polo gastronômico.”

Em alta Para Fonseca, a alta na produção de cervejas artesanais em Minas Gerais pode ser explicada pelo fato de o estado ter a tendência a alambicar, em função da produção de cachaças. “O interesse pela produção das cervejas diferenciadas é crescente em Minas Gerais e em todo o país. Sabe-se que a cerveja artesanal representa 20% do mercado cervejeiro do país.”

Reportagem Especial 11

O público apreciador da novidade, segundo o chef, pode ser dividido em duas fatias. “O jovem, aberto a novas experiências, que frequenta eventos voltados para gastronomia em praças, e tende a cervejas mais lupuladas; e o grande público consumidor, que tem preferência pela pilsen, mais maltada e menos amarga. Diante desses nichos, buscamos trabalhar um preço acessível, que viabilize o acesso à grande massa.” De acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (SindBebidas), há no estado 41 cervejarias artesanais. Além dessas, em Minas, a produção da bebida se estende também a pelo menos 30 marcas chamadas de ciganas, que não contam com espaço próprio e cuja fabricação ocorre em unidades produtivas terceirizadas.

A cerveja dos padres Muitos não sabem, mas o convento anexo à Igreja Nossa Senhora da Glória abriga uma estrutura para produção de cerveja artesanal, a Hofbauer. A origem da produção está nos padres redentoristas holandeses, que deram início ao processo no fim do século XIX. Nos tempos atuais, a cervejaria é mantida como forma de tradição. Segundo informações da assessoria de comunicação da Paróquia Nossa Senhora da Glória, a produção está desativada temporariamente porque o padre responsável foi transferido para Belo Horizonte e vem pouco a Juiz de Fora. A bebida produzida no convento não é comercializada, sendo destinada ao consumo interno dos padres. Tal consumo tem explicação em tempos em que, nos mosteiros, mais do que bebida, a cerveja fazia parte da alimentação, como forma de sustento. Combo Red Red Pepper


Direito Imobiliário 12

Mariela Guimarães Photografhy

Imóvel. Um bom investimento?

Thereza Rampinelli Especialista em Direito Imobiliário; Mestre em Educação; Especializações: Contratos, Comunicação Empresarial, Recursos Humanos, Advogada formada pela UFJF. Consultoria, Cursos e Palestras em Direito Imobiliário e Motivacionais. Acesse no Facebook: Minutim do Direito.

Desde pequena, ouvia de minha mãe dizer: “imóvel é uma garantia de moradia para o futuro”. Já meu pai afirmava: “estudo é uma garantia para o futuro”. Um duelo de opiniões. Qual a mais correta? Como escolher? Certo estava o meu pai ou a minha mãe? Ao longo dos anos e estudando a matéria Direito Imobiliário, percebi que ambos estavam corretos. Quando os pais proporcionam bons ensinamentos aos filhos, os mesmos poderão fazer escolhas com lucidez e utilizando o que receberam dos mestres ao longo da vida. Com o estudo e uma boa análise do mercado pode-se definir o que se deseja comprar, um imóvel para morar, residir ou investir. Qual a diferença? De outra banda, cumpre registrar que é comum a doutrina apresentar a distinção entre domicílio, residência e morada. A diferença é simples, veja: MORADA é o lugar onde a pessoa natural se estabelece temporariamente, ou seja, de forma provisória; RESIDÊNCIA é o local em que a pessoa se estabelece permanentemente, ou, como assevera o juiz e professor Pablo Stolze, “ ... lugar onde a pessoa natural se estabelece habitualmente (...), pressupõe maior estabilidade (em relação à morada)”. DOMICÍLIO é aquele lugar onde o indivíduo se estabelece com ânimo definitivo, como também o local em que exerce seus negócios jurídicos, relativamente à atividade profissional.

Já investir em um imóvel é bem diferente. O investidor quer saber quanto o aluguel vai render e se o imóvel será valorizado. Enfim, não existe valor sentimental e sim financeiro, e o lucro deve ser encarado como natural. Qual a melhor opção? A que seu bolso permitir, mas nunca esquecendo que o melhor investimento são e serão sempre os filhos, assim eles alcançarão a independência financeira,mais cedo e poderão comprar seu próprio imóvel, sem se preocupar se um dia herdarão os bens da família. Minha mãe sempre acreditou em imóvel como negócio, mesmo adorando sapatos. Sim! Ela adorava comprar sapatos, muitos sapatos. O que tudo isto tem a ver com investimento em imóveis? Bom... Quando você vier a comprar um imóvel, procure um corretor. Ele poderá mostrar todas as nuances referente ao imóvel residencial, não residencial, terreno, galpão, garagem etc. Nunca se deve comprar um imóvel pelo impulso, devese analisar, visitar o mesmo pela manhã, tarde e noite. Os sons do local são diferentes e é sempre bom conversar com os vizinhos e verificar a vizinhança, por exemplo: se existe colégio perto, mercado, farmácia, clube, academia etc. Porém, se você deseja o silêncio, um imóvel em um condomínio fechado é a melhor opção, mas lembre-se de colocar na ponta do lápis as despesas com gasolina, levar as crianças todos dias ao colégio e às festas dos finais de semana. Já a opção de comprar sapatos, você pode ir à loja sem precisar de um profissional especializado. Se desejar trocar o sapato, o comerciante pode ser legal e fazê-lo. Ele não é obrigado a fazer a troca por mero deleite seu, mas, sim, se houver algum defeito oculto ou aparente, mas não percebido de imediato. Com a orientação de um profissional habilitado, um corretor correto, diligente ou uma imobiliária comprometida com o cliente, que zela pelo seu produto, o imóvel será, certamente, um bom investimento. Portanto, a vida é de escolhas. Boa sorte na sua!


Artigo Especial

Responsabilidade do empregador em acidentes de trabalho A aplicação da responsabilidade objetivado empregador por danos advindos de acidente do trabalho vem sendo aplicada gradativamente pela Justiça do Trabalho. Visando a uniformizar o posicionamento do Poder Judiciário sobre a matéria, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de repercussão geral ao julgar o Recurso Extraordinário (RE) 828040. Ele foi interposto por uma empresa de transporte de valores contra decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que a condenou ao pagamento de indenização a um vigilante de carro-forte devido a transtornos psicológicos decorrentes de um assalto. Ao julgar o caso, o TST adotou posicionamento pela responsabilidade objetiva, que independe da comprovação de dolo ou culpa, por se tratar de atividade de risco nos termos do paragrafo único do artigo 927 do Código Civil, que prevê:“haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem”. Para a teoria do risco,quando a atividade desenvolvida pelo empregador implicar riscos à integridade física de seus empregados, esse deve responder pelos danos daí advindos, independentemente de culpa, ou seja, objetivamente nos termos do Código Civil. Já a

Alberto Wu

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Tacianny Machado Assessora Jurídica da Presidência da Fecomércio MG

responsabilidade subjetiva encontra amparo no inciso XXVIII do artigo 7º da Constituição Federal de 1988, que fixa o dever de o empregador indenizar o empregado em caso de dano oriundo de acidente de trabalho quando existir dolo ou culpa. Logo, é necessária a presença dos elementos dano, culpa e relação de causalidade para configurar a responsabilidade subjetiva. Aliado à discussão da responsabilidade objetiva do empregador, surge também o debate acerca da delimitação do que é atividade de risco. Tentando solucionar a questão, a doutrina e a jurisprudência têm considerado como atividade de risco as insalubres, perigosas e aquelas capazes de expor o trabalhador a risco acima do nível genérico ou médio a que todos os indivíduos estão sujeitos. Portanto, caberá ao STF ao julgar o tema, equalizar os interesses envolvendo os trabalhadores e a atividade empresarial, a fim de determinar qual responsabilidade será aplicada quando houver danos decorrentes do acidente de trabalho: objetiva ou subjetiva. É válido salientar que, independentemente do posicionamento do Poder Judiciário, as empresas precisam buscar aperfeiçoar as ações de prevenção, visando mitigar as ocorrências envolvendo acidentes de trabalho. Tal ação propiciará um ambiente de trabalho pautado na produtividade segura, com observância das normas de saúde e segurança do trabalho.


Artigo Especial 14

Arquivo pessoal

Cota mínima de trabalhadores com deficiência Luís Antônio de Aguiar Bittencourt Advogado Sócio do Escritório Bittencourt e Bissoli Advogados Associados Administrador de Empresas Mestre em Direito das Relações Obrigacionais MBA em Gestão Estratégica pela FGV

A Constituição Federal prevê, em vários dispositivos, proteção aos direitos das pessoas portadoras de deficiência, inicialmente tratando no Art. 5º que indica que todos são iguais perante a lei, sendo que o Art. 7º, XXXI proíbe qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador de deficiência, sendo competência da União, art. 23, II, cuidar da sua saúde e assistência pública, da proteção e garantias fundamentais. De acordo com dados do site Portal Brasil (http://www.brasil.gov.br/ economia-e-emprego/2016/09/cresce-numero-de-pessoas-com-deficienciano-mercado-de-trabalho-formal), 24% da população brasileira possui algum tipo de deficiência e, conforme consta da Relação Anual de informações Sociais de 2015, existem 403,2 mil pessoas com deficiência trabalhando com CTPS assinada, o que representa um aumento do número de emprego no percentual de 5,75% em relação ao ano de 2014. O Brasil ratificou a Convenção 159 da OIT, demonstrando sua preocupação com a reabilitação profissional e emprego de pessoas deficientes, garantindo suas oportunidades e igualdades no mercado de trabalho e, com a Lei n. 8.213/91, também chamada “Lei das Cotas”, em seu artigo 93, estabeleceu o critério de reservas de vagas a ser respeitado pelas empresas. Posteriormente, o Decreto 3.298/99, que regulamentou a Lei n. 7.853/89, dispôs sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, tendo como diretrizes, dentre outras previstas no seu Art. 6º: “ampliar as alternativas de inserção econômica da pessoa portadora de deficiência, proporcionando a ela qualificação profissional e incorporação no mercado de trabalho” e “garantir o efetivo atendimento das necessidades da pessoa portadora de deficiência, sem o cunho assistencialista”. Verificamos a preocupação da inserção no mercado de trabalho de pessoas portadoras de deficiência, visando sua inclusão social, o que deve ser uma responsabilidade de todos. A grande preocupação surge quando as empresas, cientes de suas responsabilidades e compromissos com a sociedade, não conseguem encontrar pessoas deficientes que preencham os requisitos legais para aderirem aos seus quadros funcionais, mesmo após exaustiva procura perante os mais variados órgãos, inclusive com a utilização dos meios de comunicação, o que poderia levar a um descumprimento do percentual de “cotas” exigido em Lei. Recentemente, o Tribunal Superior do Trabalho, ao julgar o Recurso de Embargos em Embargos de Declaração em Recurso de Revista, Processo TST-E-ED-RR-658200-89.2009.5.09.0670, da seguinte forma se pronunciou a respeito do Tema (Acórdão publicado em 20/05/16, pendente Recurso Extraordinário)


Artigo Especial 15

AÇÃO CIVIL PÚBLICA. VAGAS DESTINADAS A PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA. PREENCHIMENTO. ART. 93 DA LEI 8.213/91. MULTA. INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL COLETIVO. ABSOLVIÇÃO. PERSISTÊNCIA DA OBRIGAÇÃO LEGAL. 1. Conquanto seja ônus da empregadora cumprir a exigência prevista no art. 93 da Lei 8.213/91, ela não pode ser responsabilizada pelo insucesso, quando ficou comprovado que desenvolveu esforços para preencher a cota mínima, sendo indevida a multa, bem como não havendo falar em dano moral coletivo. 2. A improcedência do pedido de condenação da ré ao pagamento de multa e de indenização por dano moral coletivo fundada no fato de a empresa haver empreendido esforços a fim de preencher o percentual legal de vagas previsto no art. 93 da Lei 8.213/91, não a exonera da obrigação de promover a admissão de pessoas portadoras de deficiência ou reabilitados, nos termos da lei.

Recurso de Embargos de que se conhece e a que se dá parcial provimento. Na fundamentação da decisão, o Ministro Relator citou vários precedentes do TST: AIRR-164235.2013.5.18.0128, Rel. Min. Mauricio Godinho Delgado, 3ª Turma, DEJT 12/02/2016; RR-157853.2011.5.03.0050, Rel. Min. Kátia Magalhães Arruda, 6ª Turma, DEJT 26/2/2016; RR-417-61.2014.5.03.0160, Rel. Min. Douglas Alencar Rodrigues, 7ª Turma, DEJT 01/04/2016; AIRR- 113-52.2014.5.02.0043, Rel. Min. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, 7ª Turma, DEJT 14/03/2016. A inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho é um respeito à dignidade humana, um justo trabalho, que deve ser defendido por todos nós, mas também se deve considerar as restrições impostas, muitas vezes, pela falta de pessoas deficientes em número suficiente para suprir as vagas existentes nas empresas.

Justiça reconhece natureza comercial das holdings As holdings são sociedades que atuam como controladoras de participações societárias. Presentes no Brasil desde o final da década de 70, elas não estão inseridas no artigo 577 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que estabelece os tipos de atividades e seu enquadramento sindical, o que deixava dúvidas em relação ao tema. No entanto, decisões recentes do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRTMG) reconhecem a natureza “essencialmente comercial” dessas empresas e, consequentemente, a legitimidade da Fecomércio MG, consequentemente do SindicomércioJF, como representante sindical do segmento, na área inorganizada. A coordenadora Jurídica da Fecomércio MG, Sandra Pinto, destaca a importância das sentenças. “O entendimento dos juízes vai ao encontro de uma demanda antiga da Fecomércio e deixa clara a representação dessas empresas, eminentemente comerciais. Demonstra a visão do Judiciário e, principalmente, dá segurança jurídica a

todos os envolvidos”, argumenta. A advogada informa que a área jurídica da Federação seguirá trabalhando para manter a decisão em segunda instância e está à disposição para ser acionada pelas instituições que necessitarem de orientação sobre o tema. Fonte: Fecomércio MG


Publicação em jornal convocando empregado a retornar ao trabalho por suposto abandono de emprego não gera danos morais


Notícias 17

Uma trabalhadora buscou na Justiça do Trabalho indenização por danos morais, afirmando ter sido ardilosamente convocada pela empresa para retornar ao trabalho mediante publicação em jornais. Segundo afirmou, a empregadora pretendia simular uma justa causa por abandono de emprego, fato esse que, além de ferir sua honra, maculou sua vida profissional. Para a empresa, não havia outra alternativa, pois não tinha conhecimento do paradeiro da empregada e o contrato necessitaria ser rescindido, já que todas as tentativas de encontrá-la foram frustradas. O juiz de 1º grau deu razão à empregada e descaracterizou a justa causa por abandono de emprego, concedendo a indenização pedida, por entender que a publicação em jornais foi abusiva e prejudicial à reputação profissional da trabalhadora. Mas esse não foi o entendimento do desembargador Milton Vasques Thibau de Almeida, ao julgar favoravelmente o recurso apresentado pela empregadora. Conforme ponderou o julgador, a simples publicação de convocação em jornais

em nada ofende a imagem do empregado. Isso só se daria se o objeto da publicação contivesse mensagem vexatória ou ofensiva, o que não ocorreu. “Isso porque a menção a abandono de emprego é publicação rotineiramente efetivada em qualquer jornal, não gerando mácula no histórico funcional de qualquer empregado, sobretudo considerando que a simples publicação não significa que a justa causa realmente se configurou”, explicou o desembargador. Por fim, o magistrado destacou que a indenização por dano moral representa uma importante conquista trabalhista, que deve ser reconhecida e aplicada com equilíbrio e critério, caso contrário desvirtuaria sua finalidade. Por essas razões, não identificando exposição da empregada a qualquer situação constrangedora, vexatória ou humilhante que pudesse representar ofensa à sua dignidade, honra ou à imagem, o relator deu provimento ao recurso para excluir da condenação a indenização por danos morais. O entendimento foi acompanhado pelos demais julgadores da Turma. Fonte: JusBrasil


Em quais situações um chefe pode demitir por justa causa? Para esclarecer sobre as formas e motivos que levam à demissão por justa causa, a gerente trabalhista da PP&C Auditores Independentes, Andrea Lo Buio Copola, expõe o texto a seguir à Exame.com. Os empregados são admitidos por meio de um contrato de trabalho, sendo que este deve definir todas as regras pertinentes à relação de emprego entre o empregado e o empregador. Esse contrato de trabalho pode ser rescindido por qualquer uma das partes a qualquer tempo. Entre as modalidades de rescisões contratuais, temos a polêmica rescisão por justa causa, que pode ocorrer por parte do empregador, empregado ou até mesmo ambas as partes (culpa recíproca). A modalidade de rescisão por justa causa mais conhecida e praticada é a rescisão por parte do empregador. De acordo com a legislação vigente, configura-se justa causa: Ato de improbidade: é quando o empregado furta objetos e/ou informações da empresa; Incontinência de conduta ou mau comportamento: define-se basicamente como uma conduta imoral. Por exemplo, acesso a sites pornográficos; Negociação, quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço, por conta própria ou alheia sem permissão do empregador: temos como exemplo quando o empregado abre uma empresa no mesmo segmento de atividade que seu empregador; Condenação criminal do empregado passado em julgado, caso não tenha havido suspensão de execução e pena: nada mais é do que quando o empregado é detido e está impossibilitado de trabalhar; Desídia no desempenho das funções: é quando o empregado faz coisas não relacionadas as suas atividades laborais, prejudicando o seu desempenho na empresa; Embriaguez habitual ou em serviço: é quando o empregado se mantém embriagado ou drogado durante o horário de trabalho;


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Violação de segredo da empresa: é quando o empregado divulga qualquer segredo/informação da empresa onde trabalha; Ato de improbidade ou subordinação: é quando o empregado não respeita ordens e/ou normas da empresa; Abandono de emprego: é quando o empregado simplesmente desaparece do trabalho ou quando se afasta por doença e é visto exercendo outras atividades; Ato lesivo da honra ou da boa fama: nada mais é do que agressão física ou verbal a colegas de trabalho, fornecedores e clientes, por exemplo; Prática constante de jogos de azar: é quando o empregado joga cassino online, pôquer, entre outros jogos, de dentro da empresa;

Prática devidamente comprovada em inquérito administrativo de atos atentatórios contra a segurança nacional: por exemplo, fabricação de bombas. Desses tipos de demissão por justa causa listados acima, a justiça não tem considerado como justa causa os casos de embriaguez e jogos de azar, pois atualmente ambas as modalidades estão sendo consideradas como doença. Inclusive, é comum a justiça voltar-se contra a empresa alegando que está colaborando com a piora da doença. Importante lembrar que, para que a justa causa por parte do empregador seja efetivamente configurada perante a justiça, faz-se necessário que o empregado já tenha sido advertido, até mesmo suspenso, bem como que o empregador possua testemunhas. Assim, o risco de reversão perante a justiça se minimiza.


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Novos calçadões devem trazer mais conforto aos consumidores de JF Em fase de análise de documentos na Comissão Permanente de Licitação (CPL) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), o projeto que prevê a construção de dois novos calçadões na cidade não deve demorar a sair do papel. Os calçadões serão implantados nas ruas Batista de Oliveira e Marechal Deodoro. O projeto tem sido chamado pela PJF de “Rua dos Pedestres”.

O primeiro calçadão será construído no trecho entre a rua São João e a Avenida Getúlio Vargas. Já o segundo, entre a rua Batista de Oliveira e a Avenida Rio Branco, com tráfego permitido até o PAM-Marechal. O projeto prevê, para a Batista de Oliveira, e reconstrução e a ampliação das calçadas, além da pavimentação revitalizada até a avenida Itamar Franco.


Notícias 21

Para o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, os novos calçadões serão consequência do que já ocorre. “Embora hoje sejam ruas, onde circulam automóveis, é comum vermos pessoas circulando por essas vias. A mudança vai ajudar o consumidor à medida em que ele poderá transitar com mais qualidade nesta área central, considerada como um shopping a céu aberto.” O projeto de implantação de mais dois calçadões no Centro de Juiz de Fora, que irão se integrar às estruturas já existentes nas ruas Halfeld e São João, faz parte das diretrizes constantes no Plano de Mobilidade Urbana, lançado pela PJF em 2016. A previsão do Plano é que sejam executadas intervenções físicas de caráter estrutural que assegurem ao pedestre qualidade em seus deslocamentos. Entre as áreas que deverão ser reestruturadas estão as avenidas Getúlio Vargas, Andradas e Francisco Bernardino. Além do Plano de Mobilidade Urbana, o Plano Diretor, que ainda depende de aprovação pela Câmara Municipal, prevê a reestruturação do transporte coletivo e a possibilidade de inserção de outros modais, com a implantação de ciclovias e calçadões.

Licitação No início do mês de abril, foi realizada a licitação para seleção de empresas interessadas na prestação de serviços de engenharia para a construção dos dois calçadões e demais reestruturação das vias. Foram recebidos os documentos relativos à habilitação e à proposta. Na ocasião, quando estiverem presentes representantes de três empresas, de Juiz de Fora, de Lagoa Santa e de Capim Branco (região metropolitana de Belo Horizonte), a análise técnica das propostas de preços, realizada pela equipe da Secretaria de Obras, constatou que a Construtora Conquista Lar atendeu a todos os itens exigidos no edital. Com isso, a proponente de Capim Branco foi declarada vencedora do certame, com valor global de R$ 992.678,76. O valor é 12% menor do que o previsto no edital, de R$ 1.128.032,74. A intervenção será custeada pelo Ministério das Cidades, por meio do programa Pró-Transporte.

Acessibilidade

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O projeto prevê a revitalização das ruas, incluindo exigências legais quanto à acessibilidade, com a disposição de rampas e outros dispositivos de segurança, como piso adequado e direcional.


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Sindicomércio-JF

De olho no passado, ou visão de futuro

Sergio Costa de Paula Superintendente do Sindicomércio-JF

Rua Halfeld – 1896 Acervo Arquivo Mineiro

Estrada de ferro D.Pedro ll (foto de 1881) Foto do acervo pessoal de Mauricio Lima Correa.

O novo caminho aberto por Garcia Rodrigues Paes, no ano de 1703, transformando uma trilha numa movimentada passagem, batizada de Caminho Novo, foi, por muito tempo, a estratégica ligação entre as Províncias do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Este marco representou significativo papel na formação do povoado de Santo Antônio do Paraibuna, que nasceu a partir da “velha fazenda do juiz de fora”, por volta de 1820, tornando-se, mais tarde, o ponto de partida da sua economia, já em 1836. Primeiro a agricultura, com base na cultura do café, seguindo-se as instalações de pequenos negócios (vendas), por conta do abastecimento dos tropeiros e caminhantes que faziam uso do caminho entre as províncias acima referidas. De povoado à vila, de vila á cidade, e aí Juiz de Fora se fez. Não foi um salto, mas um tempo de experiências, de fracassos, de conquistas e de empreendimentos. Uma cidade não se desenvolve porque tem em sua história referências marcantes de acontecimentos, de fatos ou de obras. Mas, com toda certeza, estes deixaram influências marcantes e significativas para a sua trajetória. Quando se lê ou se conhece o registro destes marcos que ficaram apontados na história, ficamos a pensar na inovação que foram na época em que surgiram, ou foram edificados, o ganho que representou para a economia do novo município. Na sequência dos acontecimentos, surgiram a Estrada Nova do Paraibuna, que aproveitou a maior parte do Caminho Novo, passo que fez surgir a Estrada de Rodagem União & Indústria, em 1861, substituindo definitivamente a Estrada Provincial. A chegada dos trilhos da Estrada de Ferro D. Pedro II, por volta de 1869, marcou, acentuadamente, a economia do novo município, apontando-se na sua história o mais crescente desenvolvimento do comércio e da indústria, fazendo com que a cidade crescesse em beleza, população e fama, vindo a tornar-se um grande empório regional. Como se não bastassem todos esses acontecimentos, a luz elétrica, com a instalação da Usina Hidrelétrica de Marmelos, em 1889, foi outro empreendimento notável que colocou a cidade na vanguarda das cidades brasileiras. Assim, chegamos aos 167 anos. A cidade continua uma Manchester. É referência na educação e na saúde, é polo econômico de uma região pujante, a Zona da Mata. Seus problemas, suas dificuldades, seus entraves, tudo é uma questão de tempo. “Juiz de Fora, uma cidade boa para se viver”.

1928 Prefeitura JF Foto do acervo pessoal de Mauricio Lima Correa.


Informe Publicitário 23

Novo plano empresarial da Unimed Juiz de Fora modera absenteísmo com unidade própria de atendimento A Unimed Juiz de Fora lançou, recentemente, o Unimed Pleno, um novo plano voltado, em princípio, apenas para empresas. Num único produto, a Unimed conseguiu reunir qualidades importantes para atender de maneira satisfatória a empresa e seus colaboradores. O Unimed Pleno é o primeiro plano empresarial da Unimed Juiz de Fora que oferece uma unidade própria para o atendimento integral do paciente. Esta unidade também recebeu o nome Unimed Pleno e funciona na Rua Francisco Brandi, em São Mateus. O diferencial do novo produto é o formato do atendimento: todo cliente é vinculado a um médico de referência, que irá cuidar e aconselhar o beneficiário sobre o melhor percurso assistencial. Ou seja, o beneficiário passa, primeiro, pela unidade do Unimed Pleno, onde o cuidado será coordenado por uma equipe, que fará os devidos encaminhamentos, quando houver necessidade. Como o médico de referência terá amplo conhecimento sobre a saúde do cliente, ele será mais eficiente no tratamento e na dispensa do colaborador no trabalho.

“Conhecer de perto os problemas de cada paciente torna o atendimento mais assertivo e correto. Em apoio aos médicos, temos uma equipe de enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos e assistentes sociais que trabalham para garantir a fidedignidade dos dados de saúde de cada beneficiário”, destaca a gestora do Unimed Pleno, Juliana Albuquerque. “Desta forma, garantimos o que o setor de saúde necessita urgentemente hoje: um atendimento próximo, humanizado, que fortalece o vínculo médico-paciente. É disso que as pessoas precisam: ser ouvidas, ter atenção, ter cuidado, ter o toque do médico”, ressalta o presidente da Unimed Juiz de Fora, Hugo Borges. Quem tem o Unimed Pleno elogia o cuidado, a redução de faltas ao trabalho, a coparticipação zero para consultas e internação e ainda as vantagens, também sem custo extra, como o Serviço de Orientação em Saúde 24h via 0800, SOS Unimed, transporte aeromédico e acesso aos programas exclusivos da Unimed Juiz de Fora.


Juiz de Fora,

167 anos Vocações, percepções, memórias...


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Prestes a completar 167 anos, no dia 31 de maio, Juiz de Fora está cravada na Zona da Mata mineira, considerada cidade polo da região. Circundada pelos municípios Santos Dumont, Ewbank da Câmara, Piau, Coronel Pacheco, Chácara, Bicas, Pequeri, Santana do Deserto, Matias Barbosa, Belmiro Braga, Santa Bárbara do Monte Verde, Lima Duarte,Pedro Teixeira e Bias Fortes, a cidade fica localizada a cerca de 310 quilômetros de Belo Horizonte, a capital mineira. A “princesinha de Minas” está mais perto da cidade do Rio de Janeiro (pouco mais de 170 km) do que da capital do seu estado. Isso rendeu a alcunha “cariocas do brejo”, que serve para reforçar a influência que a capital carioca exerce sobre o povo daqui. Mas os nascidos em Juiz de Fora são, de verdade, os juiz-foranos, que somam, ao lado de quem veio se juntar a eles, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), do ano de 2016,559.636 habitantes. E a influência não é só de fora para dentro. Juiz de Fora também influencia, e muito, sendo conhecida como polo da região, englobando não apenas as cidades do entorno, mas parte do estado do Rio de Janeiro. Com isso, é referência no comércio varejista, na gastronomia e em serviços de saúde e de ensino, recebendo consumidores da Zona da Mata, do Campo das Vertentes e de cidades fluminenses.De acordo com o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, Juiz de Fora recebe consumidores de cerca de 70 cidades, localizadas em um raio de 100 km, que vêm à cidade em busca do comércio e demais serviços. Seja o comércio de ruas, dos shoppings ou das famosas galerias, que são marcas registradas da cidade; sejam os restaurantes para os mais variados gostos; sejam as escolas das redes privada e pública, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), além das demais instituições de ensino superior; seja por sua rede de saúde, privada ou pública; Juiz de Fora recebe visitantes e moradores não apenas de Minas e do Rio de Janeiro, mas de vários cantos do país.

Miscelânea Pensando nessa miscelânea de pessoas que se juntam aos que moram aqui, resolvemos ir em busca das marcas de Juiz de Fora. Quem é daqui, quem mora aqui, quem já morou aqui... Cada um tem um jeito de ver, sentir e se lembrar da cidade. Mas, uma coisa é certa... A cidade tem marcas registradas, que são reconhecidas por juiz-foranos ou não, por quem mora aqui ou não. Entre os locais, os cheiros, os sabores etc., há pontos que são realmente “a cara” da cidade. Suas galerias; a pipoca com queijinho, que exala o cheiro a metros de distância; a avenida Rio Branco, que corta a cidade, levando e trazendo pessoas todos os dias; o frio, o calor e a chuva, que podem ocorrer em um só dia; e mais uma série de detalhes que fazem a diferença e ajudam a construir a imagem da cidade, a nossa imagem.

Bares e fé Morando na capital paulista há quase nove anos, mineira de Miracema, de onde saiu para morar em Juiz de Fora com um ano de idade, a especialista em responsabilidade social Raquel Corrêa enumera alguns pontos que trazem lembranças da cidade mineira que a acolheu.

Foto: Aline Furtado


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“Sinto saudades, com muito carinho, do hábito do happy hour de sexta-feira. Em Juiz de Fora, era comum irmos para barzinhos no fim do expediente, para bater papo com os amigos. Acho que isso tem mesmo muito a ver com as amizades que fiz, e também com a família, claro. Aqui em São Paulo é comum ouvir comentários de que mineiro gosta muito de bar. E é isso mesmo. Amamos bar, tira-gosto, cerveja e uma boa conversa”, confessa. Ainda sobre o lado social, Raquel destaca que a cidade mineira facilita os encontros. “Em São Paulo, fiz amizades especiais, mas é diferente. Em Minas, encontrava com facilidade, enquanto na capital paulista, as pessoas demonstram mais cansaço e menos disponibilidade para encontros simples. Por aqui, as pessoas gostam de frequentar lugares sofisticados. Preza-se comer bem e em bons lugares. Já eu, não ligo para isso, posso parar em qualquer boteco e estarei feliz.” E qual seria o lugar em Juiz de Fora que tem um cantinho especial no coração de Raquel? “Sem dúvida alguma, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, no Bairu, bairro onde vivia. Frequentei muito o lugar e volto sempre que posso, na certeza de encontrar paz e sossego em meio às memórias.”

O coração da cidade Para a juiz-forana e artesã Ana Maria Rodrigues, o Calçadão da rua Halfeld é a cara de Juiz de Fora. “O Calçadão é especial, é o coração da nossa cidade. Por ali, o que vemos é o retrato de uma mistura. Crianças, jovens, adultos, idosos... Lojas, lanchonetes, drogarias... Artistas exibindo sua arte, pessoas comuns... Se escolhermos algumas dessas pessoas que passam por lá, teremos, sem dúvida, uma boa representatividade do povo dessa cidade querida.”

Cuscuz e rostos familiares Ainda tendo o Calçadão da Halfeld como referência, a jornalista e assistente de apoio legislativo da Câmara Municipal de São João Nepomuceno, Adriana de Freitas Dutra, que morou em Juiz de Fora durante sua graduação, além de ter visitado a cidade durante a infância e a adolescência, aponta o paladar como fator impulsionador de suas memórias. “Minhas lembranças trazem à tona o gosto do cuscuz e do quebra-queixo que são vendidos na barraquinha perto do cruzamento da Halfeld com a Rio Branco. Tem também os coquinhos queimados que são vendidos em saquinhos em alguns pontos do Calçadão. Esses gostos me remetem não apenas à época da faculdade, mas também da infância e da adolescência.” Além disso, Adriana conta que “embora Juiz de Fora seja uma cidade grande, com mais de 500 mil habitantes, eu estabelecia ligação com a minha São João Nepomuceno, de 25 mil habitantes. Nos pontos de ônibus por onde passava, sempre tinha um rosto familiar. Não conhecia, mas sempre via algumas pessoas que iam ou vinham do bairro onde morava, que iam ou vinham para a UFJF, onde estudei. Lembrava muito da minha cidade porque aqui, como em outras cidades pequenas, nos encontramos frequentemente com pessoas conhecidas.”


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Foto: Aline Furtado

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Pipoca com queijinho Morando em Juiz de Fora, a mineira de Cruzília, Ana Flávia Guimarães da Silva, defende que a pipoca com queijinho é “a cara” da cidade. “Não é comum achar o quitute em outros municípios. Aqui, temos uma carrocinha de pipoca servida com queijinho praticamente em toda esquina. Que delícia é sentir aquele cheirinho! Não tem como resistir.”

Identidade Há alguns anos, o diretor teatral Gueminho Bernardes criou, com a ajuda de Gustavo Mendes e de CézaneMostaro, a lista que engloba as “365 coisas para se fazer em Juiz de Fora”. O “roteiro” ganhou fama na internet, conquistando o reconhecimento de quem mora ou já morou na cidade. A lista é uma tentativa de buscar a identidade do juiz-forano por meio de pontos como “como comer bem em JF”, “onde ir em JF”, “JF é só diversão” etc. Entre os itens que aparecem na lista estão: comer a “fatia rosa” da Fábrica de Doces Brasil, comer o churros da mãe da Sheila Carvalho, saborear o pastel com caldo de cana na feira da avenida Brasil, fazer um piquenique no Parque da Lajinha, apreciar as capivaras à beira do rio Paraibuna, comprar bijuterias no Calçadão, acender uma vela na Catedral e por aí vai...

O falar do juiz-forano Tendo em vista a peculiaridade da fala do mineiro, apelidada de “mineirês”, que é reconhecido em qualquer canto do país, foi desenvolvida, há alguns anos, pela professora da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora, Patrícia Fabiane Lacerda, em conjunto com o professor aposentado pela UFJF, Mário Roberto Zágari, falecido em 2010, a obra “Esboço de um atlas linguístico de Minas Gerais”. Reconhecendo que até mesmo dentro do estado “os falares” se confundem, foi iniciado o estudo, que verificou indícios de que algumas particularidades fonéticas do falar juiz-forano são decorrentes da grande presença, na cidade, de escravos de origem Banta, durante o século XIX. Essas peculiaridades são entendidas pela linguística como alteamento da vogal pretônica, como a utilização das vogais “i” no lugar de “e” e “u” no lugar de “o”, por exemplo, quando se diz “pulícia” (polícia), “cumer” (comer), “durmir” (dormir), “ixplicar” (explicar) e “intender” (entender). Outros casos, chamados de monotongação do ditongo, em que os encontros vocálicos são reduzidos a uma vogal apenas, como em louco (“loco”), touro (“toro”), caixa (“caxa”) e deixa (“dexa”). Por fim, outra característica principal seria a ditongação de sibililante, em casos como três (“treis”), freguês (“fregueis”) e xadrez (“xadreiz”). Em sua pesquisa, a professora defende, conforme entrevista concedida à Secretaria de Imagem Institucional da UFJF, em 2010, a ideia de que a língua portuguesa documentada no século XIX em Juiz de Fora pode representar a fala que efetivamente caracteriza a Zona da Mata Mineira durante o período, já que a cidade atuou como centro aglutinador de todo o crescimento a partir de sua integração ao Circuito do Caminho Novo. Deste trabalho resultou a catalogação de trechos com escritas interessantes, que possibilitaram entender o falar daquela época, tal qual o trecho a seguir: “[…] e seos companheiros a saber Tavares que ferio gravemente com o Compaço a Joaquim Gonçalves na coxa, Joaquim da Costa que ferio aos outros todos puliciais.” (Processo criminal de 1849).


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provérbios chineseS para inspirar sua rotina

Com poucas palavras, os provérbios chineses têm difundido sabedoria e inspiração há milhares de anos. Muitos falam de habilidade, perseverança, conhecimento e sucesso, e podem trazer grandes lições para a atualidade. Pensando nisso, o Portal Administradores.com separou alguns dos melhores provérbios chineses: 1. Limitações são fronteiras criadas apenas pela nossa mente. 2. Só o tempo e o esforço trazem a competência. 3. Ao morrer, o leopardo deixa sua pele. Ao morrer, o homem deixa seu nome. 4. Sem a oposição do vento, a pipa não consegue subir. 5. Seja lento na promessa e rápido no desempenho. 6. Palavras ríspidas e argumentos pobres nunca resolveram nada. 7. Pobres são aqueles que não têm talentos, fracos são os que não têm aspirações. 8. O bom estrategista traz um exército dentro da cabeça. 9. A derrota só será uma bebida amarga se concordarmos em tragá-la. 10. A persistência realiza o impossível. 11. Não compense na ira o que lhe falta na razão. 12. Se houver um general forte, não haverá soldados fracos. 13. Para cortar uma árvore bem rápido, gaste o dobro to tempo afiando o machado. 14. Para ganhar cem vezes em cem, estude bem o seu oponente. 15. Lamentar aquilo que não temos é desperdiçar aquilo que já possuímos. 16. Costumamos encontrar nosso destino justamente onde nos escondemos para evitá-lo. 17. Espere com paciência, ataque com rapidez. 18. Os covardes sonham, os corajosos têm visões. 19. O aprendizado é como o horizonte: não há limites. 20. A vida nunca poderá dar segurança, só pode prometer oportunidades. 21. Um pássaro não pode voar enquanto suas penas não estiverem plenamente desenvolvidas. 22. Até as torres mais altas começaram do chão. 23. Tecer uma rede é melhor do que rezar por um peixe à beira d’água. 24. A preocupação nunca venceu o destino. 25. A ganância entra no coração para roubar a paz de espírito. 26. A sorte se apresenta sob muitos disfarces. 27. Fracassar não é cair, é recusar-se a levantar. 28. A engenhosidade ilumina o caminho para o sucesso. 29. Sem a experiência nunca teremos o conhecimento pleno. 30. Os melhores estrategistas nunca são impulsivos; os melhores líderes nunca são arrogantes. Fonte: Administradores


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Nova Plataforma de Cobrança começa a funcionar em julho Começa a funcionar, no mês de julho, a Nova Plataforma de Cobrança que está sendo desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com a rede bancária. Trata-se de um novo sistema de liquidação e compensação para os boletos bancários. O objetivo é oferecer mais controle e segurança, além de confiabilidade e comodidade aos consumidores. O novo sistema deverá usar todos os recursos de tecnologia de ponta à disposição do setor bancário brasileiro, conferindo às instituições financeiras um perfil inovador. A Febraban destaca que a Nova Plataforma permitirá maior transparência em todo o processo, assegurando às empresas melhor gestão dos recebimentos, uma vez que as condições da operação negociadas com os consumidores serão preservadas. “A Nova Plataforma de Cobrança trará benefícios para o consumidor e para a sociedade, como maior facilidade no pagamento de contas vencidas, além de evitar o envio de boletos não autorizados”, afirma o diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, Walter Tadeu de Faria. O comprovante de pagamento será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, (juros, multa, desconto, etc.) e as informações do beneficiário e pagador. A Nova Plataforma reduzirá inconsistências de dados, evitará pagamento em duplicidade e permitirá a identificação do CPF do pagador, facilitando o rastreamento de pagamentos e redução das fraudes, fonte de preocupação permanente para todo o sistema bancário. Todas as informações que, por norma do Banco Central, Circulares n.ºs 3461/09, 3598/12 e 3656/13, obrigatoriamente devem constar do boleto, tais como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador, deverão trafegar pela Nova Plataforma. Com o novo processo, os bancos passarão a controlar melhor todos os boletos que forem postados para os pagadores, melhorando a capacidade de filtrar o envio de boletos indevidos. O diretor-adjunto destaca, ainda, que todos os boletos enviados aos consumidores devem conter necessariamente o nome e o CPF do pagador, como determina o Banco Central, além de data de vencimento e valor do pagamento e autorização do cliente para que enviem a cobrança à residência. A grande mudança proporcionada pelo novo sistema ocorre quando o consumidor (pessoa física ou jurídica) fizer o pagamento, mesmo de um boleto vencido: nesse momento será feita uma consulta à Nova Plataforma para checar as informações. Se os dados do boleto que estiver


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sendo pago coincidirem com aqueles que constam no sistema da Nova Plataforma, a operação é validada. Se houver divergência de informações, o pagamento do boleto não será autorizado e o consumidor poderá realizar o pagamento exclusivamente no banco que emitiu a cobrança, uma vez que essa instituição terá condições de fazer as checagens necessárias. Por fim, a FEBRABAN destaca que o produto continuará contando com o código de barras com 44 posições, o que não acarretará em mudança dos leitores óticos que os emissores contam atualmente. No modelo atual, isso não ocorre porque nem todos os boletos são registrados em uma base centralizada. Por isso, os emissores dos boletos deverão registrá-los no seu banco de relacionamento, com as informações necessárias.

Implantação Dada à ampla utilização de boletos no Brasil – por ano, cerca de 3,5 bilhões de documentos emitidos – a validação por meio da Nova Plataforma de Cobrança será realizada em etapas. Dessa forma, a partir de julho, os boletos de valor acima de R$ 50 mil passarão a ser validados pela Nova Plataforma. Ao longo dos meses seguintes, o valor dos boletos vai diminuindo até o término da implantação, cujo prazo segue inalterado: dezembro de 2017, conforme cronograma abaixo: Boletos acima de R$ 50.000 - 10/06/2017 Boletos entre R$ 49.999,99 e 2.000,00 - 11/09/2017 Boletos entre R$ 1.999,99 e 500,00 - 09/10/2017 Boletos entre R$ 499,99 e 200,00 - 13/11/2017 Boletos abaixo de R$ 200,00 - 11/12/2017


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Taxa de retorno de imóveis comerciais cresce 1,68% no primeiro trimestre A taxa de retorno total para quem tem imóveis comerciais (a valorização do imóvel) cresceu 1,68% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. A taxa de retorno da renda (receita gerada pelo imóvel) cresceu 1,89%. No entanto, a taxa de retorno de capital caiu 0,21%, segundo dados divulgados no início do mês de maio pela pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No acumulado de quatro trimestres, a taxa de retorno total cresceu 7,91%. A taxa de retorno de renda subiu 8,48%, mas a de retorno de capital, que acumula quedas consecutivas nos últimos quatro trimestres, caiu 0,54%. Segundo a FGV, em nota, a melhora da evolução da rentabilidade dos imóveis comerciais no Brasil “continua condicionada à reversão do atual quadro de queda na atividade econômica, esperada ao longo de 2017”.


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Os dez principais motivos que levam uma empresa à falência

Todo empreendedor tem por objetivo transformar sua empresa em um negócio próspero e competitivo. No entanto, para que isso se torne realidade são necessários vários esforços diários e muito comprometimento. Porém, na falta de elementos como esforço, comprometimento, dedicação, uma comunicação assertiva e um trabalho em equipe bem feito, as chances de que ela comece a enfrentar problemas graves no futuro aumentam consideravelmente, gerando uma série de danos irreversíveis, inclusive a falência. A seguir você confere os dez principais motivos que levam uma empresa à falência, segundo Marcus Marques, mentor de pequenas e médias empresas. Confira:


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1. Não analisar o mercado antes de abrir um negócio “Se você tem o desejo de abrir um negócio, precisa antes analisar o mercado e verificar se aquele produto ou serviço que a sua empresa vai oferecer ao seu público-alvo lhe trará algum diferencial, ou se será apenas mais um entre muitos outros. Se for este o caso, o meu conselho é que você repense e verifique de que maneira pode trazer algo novo e criativo a seus clientes, para não perdê-los para a concorrência antes mesmo de abrir”, afirma Marcus Marques.

2. Ficar sem recursos Quando falo de recursos, estou falando de fato de dinheiro. Quando você faz investimentos ruins, quando investe mal os recursos financeiros da sua empresa ou quando não investe em redução de custos, por exemplo, pode acabar ficando descapitalizado e não ter como sustentar e fazer com que o seu negócio se mantenha de portas abertas.

3. Não contar com profissionais capacitados “Este ponto é bem importante, pois estamos falando do principal ativo que vai ajudá-lo a conquistar os resultados que você deseja para fazer a sua empresa crescer continuamente. Se os profissionais que você tem em seu quadro de funcionários não estão capacitados, operacional e comportamentalmente, é necessário analisar formas de mudar este cenário, já que, sem colaboradores altamente competentes, qualificados e comprometidos, a jornada empreendedora se torna ainda mais complicada de ser percorrida”, acredita o empreendedor.

4. Ignorar o mercado O que quero dizer aqui é que é necessário estar atento a todos os movimentos que o mercado no qual a sua empresa está inserida faz. Analisar tendências e ficar de olho em cada passo que seus concorrentes dão são formas eficazes de se manter sempre atualizado e um passo à frente da concorrência.

5. Não ouvir o que o cliente quer “Assim como seus colaboradores são importantes na conquista de excelentes resultados, seus clientes também são peças fundamentais na hora de mantê-lo firme perante a concorrência”, explica Marques. Neste sentido, é preciso estar atento e ouvir cada um de seus anseios, necessidades e expectativas, para sempre atendê-las da melhor maneira possível e, assim, atrair e fidelizar sempre seus consumidores.

6. Deixar de investir em marketing As ferramentas de marketing são e sempre foram fundamentais para toda empresa que deseja se destacar no mercado e se tornar a preferida na opinião dos consumidores. E, hoje em dia, elas se tornaram ainda mais essenciais, pois oferecem diversas oportunidades de inserção e divulgação de produtos e serviços, utilizando os recursos tradicionais ou da internet para isso. Por isso mesmo, é primordial que haja investimentos assertivos nesta área, caso contrário, as chances de você aparecer para seu público-alvo diminuem consideravelmente, o que pode causar danos irreversíveis no futuro.


9. Não se preparar para as mudanças

7. Falta de comunicação assertiva “A comunicação é um dos principais problemas enfrentados pelos mais diversos tipos de empresas, independentemente de seu porte ou segmento. Quando ela não é assertiva, ou seja, quando existem ruídos entre o que é dito e o que é compreendido, pode trazer transtornos ao ambiente de trabalho, que se transformam em uma grande bola de neve, acarretando, assim, a falência de uma empresa”, afirma o empresário.

8. Não investir em inovação e criatividade Ignorar estes elementos é um grande tiro no pé que muitos empreendedores correm o risco de dar e se prejudicarem. Isso porque estes fatores são essenciais para que a empresa esteja sempre se atualizando e oferecendo produtos e serviços de qualidade e diferenciados a seus clientes, se aproximando cada vez mais de seus anseios e necessidades. Quando ignorados, a organização corre o risco de não crescer e se manter estagnada, podendo ser facilmente ultrapassada por seus concorrentes.

“Seguindo a linha de raciocínio do que foi dito anteriormente, as empresas que não se preparam e não preparam seus colaboradores para as mudanças que ocorrem continuamente no mercado estão fadadas ao fracasso, pois não investem na implementação de melhorias, que podem transformar a forma de gestão e as experiências que seus clientes têm com os produtos e serviços que oferecem”, orienta o empreendedor.

10. Falta de resiliência A jornada empreendedora é repleta de acertos e erros, por isso, o empresário que tem jogo de cintura para lidar com isso, tem mais chances de se manter ativo e competitivo no mercado e não entrar em concordata. Entender que as falhas são essenciais para o crescimento de todos os envolvidos nos processos organizacionais, bem como para a evolução da própria empresa, faz com que esta se torne mais madura diante de seus concorrentes e conquiste resultados positivos sempre. “Saber os principais motivos que levam uma empresa à falência faz toda a diferença para que você, enquanto empreendedor; seja assertivo na gestão do seu negócio em todos os setores e trabalhe no sentido de evitar cada um deles. Analise como a sua organização se encontra hoje, e se estiver cometendo algum desses erros, verifique como pode mudar esta realidade e continuar atuante no mercado por muito mais tempo”, finaliza o especialista. Fonte: Administradores.com


Notícias 39

Projeto que antecipa feriados para segundasfeiRas está em tramitação Está em fase de tramitação no Senado Federal o Projeto de Lei 389/2016, de iniciativa do senador Dário Berger (PMDB-SC), que estabelece que serão comemorados por antecipação, nas segundas-feiras, os feriados que caírem nos demais dias da semana, com exceção dos que ocorrerem nos sábados e domingos. A proposta não abrange, ainda, feriados de datas simbólicas como 1º de janeiro (Confraternização Universal), 1º de maio (Dia do Trabalho), 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida) nem Natal, Carnaval, Corpus Christi e Sexta-feira Santa. A justificativa do senador para a proposta “é minimizar os danos ao funcionamento das empresas, ao emprego dos trabalhadores e à arrecadação dos Governos de todos os

níveis da federação, causados pelo excessivo número de feriados, circunstância que leva à drástica redução dos dias úteis destinados à produção e à comercialização de bens e serviços. O que buscamos é manter aquecida a atividade econômica”. Para ele, a redução dos dias úteis pelo número excessivo de feriados é agravada quando esses feriados ocorrem entre as terças e sextas-feiras. “É quase uma tradição de nosso povo estender esses feriados, popularmente conhecido como ‘enforcamento dos dias úteis’.” Berger justifica sua proposição ainda pelo fato de que, segundo ele, o adiamento para as sextas-feiras “prejudicaria sobremaneira o comércio aos sábados, comprovadamente o melhor dia de vendas para os comerciantes em geral”.


5 segredos de empresas que fazem

sucesso nas redes sociais


Notícias 41

Você já deve ter passado por posts de marcas como Giraffas, Nubank e Ponto Frio. Essas empresas parecem estar em todos os lugares da internet, por conta de sua boa presença nas redes sociais. Os segredos para conseguir aparecer tanto quanto elas são mais simples do que se costuma imaginar, e, melhor, podem ser feitos por qualquer negócio, incluindo o seu. “É super importante para qualquer empreendedor, independente do porte, aproveitar as redes sociais. Ele tem a chance de aparecer em pé de igualdade com empresas maiores, e, assim, vende mais”, explica a fundadora da Social Lounge, Monica Lobenschuss. As pessoas buscam, o tempo todo, soluções para seus problemas em buscadores, como o Google, e em redes sociais. Quando veem que sua empresa pode ajudar, elas verificam se você tem uma boa presença digital, como um perfil no Facebook ou no Instagram. E confiam mais em quem possui uma visão multicanais, explica a especialista em marketing digital Ana Tex. “Vale apostar nessa presença diversa, desde que cada rede faça sentido para seu negócio. Para negócios de gastronomia, por exemplo, estar em um site como o TripAdvisor e em um app como o iFood é importante.” Falando em adaptação, um alerta antes de sair copiando as táticas das marcas mais conhecidas: a melhor estratégia varia muito com seu público-alvo e seu mercado de atuação. “Conheça seus consumidores e só então crie táticas que falem exatamente com esse público. O primeiro passo é sempre uma análise profunda do seu público”, diz o CEO e fundador da Wunder, Nils Kauwertz. Mas, afinal, quais são esses segredos das marcas que se tornaram famosas nas redes? Confira algumas táticas dessas empresas que você pode pensar em aplicar, hoje mesmo, no seu empreendimento.

1. Atender um a um, de forma humanizada Um dos segredos para se dar bem nas redes sociais – e, de forma geral, no marketing digital – é promover um atendimento humanizado. “As pessoas não querem respostas padronizadas e robóticas de uma organização, e sim querem falar com uma pessoa”, explica Kauwertz. Um exemplo de sucesso, segundo o especialista, é o Nubank. “É uma startup que entrou em um mercado com a concorrência de grandes bancos, e eles conseguiram alcançar a popularidade com seu público-alvo, que são os jovens. A estratégia de atendimento online foi um sucesso e já há 4 milhões de pessoas na fila para conseguir um cartão deles.” Além de responder comentários e solicitações de maneira coloquial, com emoticons, gifs e memes, o Nubank também ficou conhecido por suas ações pontuais. Lobenschuss, da Social Lounge, lembra o caso em que a startup atendeu uma cliente que alegou que seu cachorro havia comido o cartão de crédito. Em troca, o Nubank enviou uma carta


Notícias 42

escrita à mão, um novo cartão e um presente para o cão – e a ação foi divulgada Facebook afora. “É um exemplo de comunicação um a um em grande escala, que nós pregamos como um fundamento do marketing digital. É uma reprodução daquele hábito de o empreendedor conversar com o cliente no balcão da loja, perguntando como anda a família, essas coisas.” A especialista Ana Tex, porém, faz um alerta para possíveis armadilhas dentro dessa estratégia. Por exemplo, ser informal a ponto de incomodar seu público-alvo. “Não crie um grupo com várias pessoas desconhecidas só para mandar propaganda da sua empresa, por exemplo. Essa falha em atendimento queima a imagem da sua marca.“

2. Ficar de olho em possíveis virais (e surfar na onda deles) Para conseguir mais fãs e visibilidade, também é uma boa tática aproveitar assuntos que estejam em alta nas redes e participar dessa conversa – por exemplo, fazendo um post inesperado. “A Giraffas fez isso. Em 2015, eles aproveitaram uma tentativa de paz entre o Burger King e o McDonald’s e entraram no meio da conversa. Em um dia, a publicação deles alcançou 44 mil curtidas e cinco mil comentários”, exemplifica Kauwertz, da Wunder. Outro exemplo, bem mais recente, foi a resposta à propaganda do Bob’s que envolvia a personalidade Preta Gil. “Eles falam de temas que já são relevantes e valorizados pelas pessoas, e, com isso, conseguem audiência e promovem a marca, com melhor posicionamento e menor investimento”, completa Lobenschuss, da Social Lounge.

3. Educar, entreter e inspirar com seu conteúdo Na hora de produzir os posts, lembre-se: seu conteúdo deve ter como objetivo mover seu público-alvo de alguma forma. Ana Tex ressalta três pilares: educação, entretenimento e inspiração. “As empresas de sucesso possuem esses três aspectos em seus posts”, explica. Se você tem uma loja de móveis, por exemplo, pode incluir conteúdos sobre como decorar bem sua casa e postar fotos de cômodos inspiradores. E qual marca é um exemplo nisso? “A Magazine Luiza, por exemplo, trabalha bem o quesito inspiração: a presença da própria Luiza Trajano nas redes sociais inspira muitas empreendedoras, indo além da simples presença da marca na internet”, explica.

4. Ter um equilíbrio entre conteúdo e autopromoção Mesmo com esse foco em posts com conteúdo agregado, seu negócio ainda é um negócio: uma hora, você terá de falar dos seus produtos ou serviços. Então, como alcançar o equilíbrio? Kauwertz, da Wunder, diz que a fórmula mais usada é 80% de posts de valor agregado para o público-alvo e 20% de posts de autopromoção do empreendimento. “Um exemplo que fez isso bem no Brasil é o Pontofrio, no Facebook e principalmente no Twitter. Eles misturam muito bem promoções da loja com assuntos do momento”, explica. “O resultado? Em 2012, por exemplo, eles realizaram 20 milhões de reais em vendas através dos seus perfis em redes sociais.”

5. Conectar-se com os influenciados da sua área de atuação Por fim, outro segredo de marcas que fazem sucesso nas redes é firmar relacionamento com influenciadores digitais: pessoas comuns que geram conteúdo na internet e se tornam conhecidas em uma comunidade específica. “Há marcas que sabem usar a força desses influenciadores e, com isso, alcançam o sucesso. Há vários casos de consumidores que veem um produto sendo usado por um influenciador digital e querem comprá-lo – mas a marca não possui presença nas redes e não se prontifica a atendêlos. Muitos empreendimentos ainda não enxergaram esse potencial”, diz Ana Tex. A especialista cita como exemplo a marca de produtos de beleza capilar Pantene: no Instagram, o negócio se associou tanto a celebridades específicas da internet quanto mais gerais, como a atriz Marina Ruy Barbosa, para divulgar seus produtos. Fonte: Exame.com


Notícias 43

Empresas do Simples devem pagar Contribuição Sindical, segundo MTE O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revogou, recentemente, as Notas Técnicas 02/2008 e 50/2005, mudando o próprio entendimento sobre o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal. De acordo com o novo entendimento publicado no Diário Oficial da União (DOU), as empresas cadastradas no Simples Nacional também devem pagar a Contribuição. As notas técnicas anteriores reforçavam o entendimento de que as empresas optantes pelo Simples Nacional eram desobrigadas ao recolhimento da Contribuição, considerando o artigo 13, parágrafo 3º, da Lei Complementar 123/2006, que tratam das Contribuições previstas o artigo 240, da Constituição Federal. Com a nova modificação, o MTE corrobora com o entendimento da Fecomércio MG, de que a Contribuição Sindical possui, hoje, papel de grande relevância no Estado Democrático de Direito Brasileiro, uma vez que financia as atividades essenciais dos Sindicatos, Federações e Confederações. Destaca-se que a Confederação, Federação e os respectivos Sindicatos atuam na defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas. Com informações da Fecomércio MG


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Maximum Assessoria Contábil Endereço: Rua Américo Lobo, 1192 - Manoel Honório | Telefones: (32) 3313-8432 / 3212-5584

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01: Renata Delgado Rezende | 02: Alexandre Rezende Pereira | 03: Fachada Divulgação

Com mais de dez anos de mercado, a Maximum Assessoria Contábil é especializada em planejamento tributário, assessoria empresarial, contábil/fiscal e administração de pessoal. Constituída em 2006, a Maximum nasceu da vontade dos contadores responsáveis, já formados e atuantes no mercado na área contábil, em oferecer um serviço diferenciado. Alexandre Rezende Pereira detinha um grande conhecimento na área contábil tributária e Renata Delgado Rezende, na parte administrativa e pessoal. Juntos perceberam a necessidade e o desejo dos clientes em contratar mais do que um simples serviço de contabilidade, e sim uma assessoria holística e eficiente, ajudando, assim, a melhorar a saúde, principalmente financeira, das empresas. Atualmente instalada em sede própria, com área de 650m², a Maximum conta com uma equipe de 35 colaboradores, formada por profissionais qualificados, e um moderno sistema de informática que garante segurança, agilidade e eficácia na assessoria contábil e na administração das obrigações fiscais. Entre os diferenciais da Maximum estão o trabalho individualizado dos serviços de acordo com as particularidades de cada empresa e a localização acessível e central, contando, ainda, com estacionamento exclusivo para clientes. Mas um detalhe realmente chama atenção de quem conhece a estrutura da Maximum: toda a documentação e arquivos são em formato digital. Essa organização e o cuidado com as informações revelam mais um grande benefício de ter a Maximum como assessoria contábil: a agilidade no atendimento. Além disso, a busca por aprimoramento e a atualização das legislações vigentes são frequentes. “Temos um ambiente de estudo intensivo, por exemplo, um departamento destinado ao estudo da legislação da área tributária, que acompanha as inovações do setor. Fatores esses que nos permitem atender os nossos clientes da melhor forma possível e cumprir sempre a promessa de um serviço diferenciado e de qualidade”, ressalta Renata. Em sua trajetória de sucesso, a empresa orgulha-se em manter na sua carteira clientes de longo prazo em segmentos como: indústria de confecção, supermercado e comércio. Devido ao foco na qualidade, no relacionamento e na organização de processos, empresas das mais diversas áreas de atuação encontram na Maximum o que sempre almejaram de uma assessoria contábil: agilidade e confiabilidade para uma análise eficiente dos resultados financeiros, auxiliando os gestores na tomada de decisões. Por Trópico Propaganda


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MB Contabilidade Endereço: Chanceler Oswaldo Aranha 68, São Mateus | Telefone: 3228-9100

Foi no ano de 1969 que o senhor Marcus Barra criou, oficialmente, a MB Contabilidade. Mas, antes disso, ele já atua como pessoa física. Hoje, depois de 48 anos, ele continua, ao lado dos filhos Guilherme e Aline, à frente da empresa, atuando como conselheiro. Guilherme, aos 15 anos, começou a seguir os passos do pai. Aline, mais nova, chegou há dez anos. Guilherme explica que a MB Contabilidade trabalha com todos os tipos de serviços de assessoria e consultoria contábil. “Mas desenvolvemos um know-how na área médica, oferecendo serviços personalizados a esse segmento.” Há seis anos, a empresa ocupa três andares de um prédio

localizado na rua Chanceler Oswaldo Aranha, totalizando 450 m², ocupados por 30 colaboradores. “Participamos de um programa do Sebrae voltado para a questão da adequação em prol da qualidade. Com isso, provocamos mudanças não só estruturais, as quais representam um divisor de águas em nossa empresa”, destaca Guilherme. Associada ao Sinercon Núcleo Contadores e Consultores de Juiz de Fora, do qual Guilherme é um dos fundadores, a MB Contabilidade tem como diferenciais os serviços personalizados e a transparência. “Geramos informações úteis e transparentes para que nossos clientes tomem decisões corretas e assertivas.”

Sr. Marcus Barra e os filhos Aline e Guilherme, diretores da MB Contabilidade Sindicomércio-JF


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Planefin Assessoria Endereço: rua Pasteur 45, Santa Helena | Telefone: 3213-6898

“Prestar serviços com pontualidade, confiabilidade e respeito, abrangendo não apenas os clientes, mas também as normas às quais as empresas estão envolvidas”, este é um dos diferenciais da Planefin Assessoria. A empresa foi criada no ano de 1976, completando, em 2017, 41 anos no mercado de Juiz de Fora. Trata-se de uma empresa familiar, administrada pelos sócios Igor Mascarenhas Côrtes e Rita de Cássia Abreu, sobrinho e tia. “Nossos trabalho visa a apresentar soluções contábeis que possibilitem a política gerencial de nossos clientes, por meio de assessoria acautelatória e preventiva, sempre tendo como norte os princípios éticos”, explica Igor. Contando, atualmente, com 13 colaboradores, ele destaca que a Planefin Assessoria busca “propiciar um clima laboral saudável que promova a valorização e atualização constante dos nossos colaboradores”.


Corpo e mente Atividades fĂ­sicas para quem jĂĄ passou dos 60


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Fazer atividades físicas traz benefícios não só para o corpo, mas também para a mente. E isso vale para qualquer idade. Além de cuidar da alimentação, que reflete diretamente na saúde, é importante movimentar o corpo. Afinal, atividade física auxilia, e muito, na qualidade de vida. Mas será que existem exercícios direcionados para faixas etárias? Sim. Em regra geral, não há restrições, desde que a atividade seja iniciada a partir de avaliação e autorização de um médico, e seja feita sob supervisão de um profissional. Entre os benefícios conquistados a partir de algumas modalidades esportivas estão o fato de trabalharem as articulações, de melhorarem a flexibilidade, a coordenação, além, claro, de proporcionarem muito mais disposição. E foi pensando nisso que a plataforma Estudio Pass listou os benefícios de quatro modalidades esportivas para quem já passou dos 60 anos. Confira.

Dança Além de melhorar o humor, a dança ajuda a melhorar a parte cardiorrespiratória, a coordenação e o equilíbrio. O professor de dança do Centro de Dança Baila Comigo, Jean Carlos, que dança desde 1998 e atua como professor desde 2007, destaca a importância de a pessoa fazer aquilo que gosta. “O ritmo escolhido depende muito do gosto de cada um. É preciso que haja identificação. Mas é certo que a dança, seja qual modalidade for, é um exercício físico e também uma forma de terapia.” Segundo ele, pesquisas apontam melhoras de pacientes com Alzheimer que praticam dança. “Comprovadamente o número de crises diminui e a qualidade de vida aumenta.” Outro benefício seria o ganho social. “É comum ver pessoas da terceira idade acometidas pela depressão, afastadas de círculos sociais e até mesmo do contato físico com outras pessoas. Ao dançar, o indivíduo tem contato físico com outra pessoa, isso faz com que seja liberada a ocitocina, conhecida como hormônio do abraço, o que reduz significativamente o estresse.” Ele aponta a questão da sociabilização que é promovida por um grupo de dança. “Há os contatos visual, verbal e físico. Há vínculos de amizades e há bom humor. Tudo isso ajuda a afastar as preocupações do cotidiano, os problemas.” Quanto ao profissional, Jean lembra que é preciso que o professor esteja atento porque há ritmos que podem exigir mais do idoso. “O profissional precisa adaptar o movimento de acordo com a possibilidade do aluno, incentivando-o sempre.”

Pilates O Pilates auxilia na flexibilidade e no fortalecimento muscular, na mobilidade das articulações, no equilíbrio e na coordenação motora, além de melhorar a capacidade respiratória. “De todos os praticantes do método Pilates, os idosos estão entre os públicos em que conseguimos ver nitidamente os resultados. Além do aumento da flexibilidade, a atividade, considerada completa, melhora a concentração, a consciência corporal, o equilíbrio, a respiração e traz fortalecimento muscular”, explica a educadora física, sócia do Corpo e Movimento Studio de Pilates e Fisioterapia, Patrícia Amorim. Segundo sua sócia, a fisioterapeuta Talita Natalia Santos, os benefícios trazidos pela atividade melhoram a qualidade de vida do idoso, auxiliando nas atividades de vida diárias. Elas contam que uma das alunas do estúdio tem 85 anos e conta com orgulho que não faz uso de nenhum medicamentos, mora sozinha e tem a pressão arterial normal.


Espaço Saúde 50

As profissionais citam a frase do inventor do método Pilates: “Se aos 30 anos você está sem flexibilidade e fora de forma, você é um velho. Se aos 60 anos você é flexível e forte, você é um jovem”.

como autoestima, autoconfiança, além de auxiliarmos no domínio corporal do idoso.”

Treinamento funcional

Essa modalidade ganhou destaque no Brasil quando o tenista Gustavo Kuerten conquistou a Copa Davis, em 1996, e há mais de 20 anos vem conquistando adeptos. Para quem já passou dos 60, o esporte é indicado porque trabalha muito a rotação corporal e coordenação motora, algo importante nessa faixa etária. O fato de ser um esporte em que o peso do corpo é sustentado pelos pés e pelas pernas, durante os movimentos enérgicos, faz dele eficaz na prevenção da osteoporose e na manutenção da densidade mineral dos ossos das pernas e da coluna. Além disso, o tênis melhora a resistência cardiorrespiratória e a resistência e força muscular, especialmente dos membros superiores e inferiores, flexibilidade e habilidade de percepção cognitiva.

O treinamento funcional ajuda a melhorar a condição física corporal. Exercícios como agachamento, abdominal, prancha, flexão e elevação pélvica são ótimos para pessoas que estão na terceira idade, pois englobam flexibilidade, força e resistência corporal. “O treinamento funcional envolve exercícios integrados e dinâmicos, que podem ser realizados em grupo pequeno ou individualmente. Utilizamos o próprio corpo como ferramenta, além de acessórios como elásticos, bolas suíças, cordas, TRX etc.” explica Patrícia. Talita destaca os benefícios da atividade para a terceira idade. “O trabalho de treinamento funcional com idosos é gratificante porque conseguimos resgatar ou reforçar valores

Tênis


Motivacional

O cliente reclamou?

Ainda bem! “Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço”- Dave Weinbaum

Quase ninguém gosta de ouvir reclamação. Mesmo quando a crítica é construtiva, é difícil encará-la como algo positivo ou benéfico. No universo corporativo, quando se fala em atendimento ao cliente e prestação de serviços, ouvir reclamações é algo relativamente comum, mas a forma de receber e dar tratamento às queixas é que pode fazer toda a diferença para a organização. Pense bem: o que você tem a ganhar enfrentando um cliente insatisfeito ou sendo indiferente à sua queixa? Existem pelo menos três aspectos altamente benéficos em uma reclamação. Quando um cliente diz para a empresa com a qual mantém uma relação comercial que está insatisfeito com um determinado produto ou serviço prestado, significa simplesmente que ele deseja fazer alguns ajustes nesse relacionamento. É como um casamento: quando um reclama do outro é porque existe sentimento suficiente para se resgatar e manter a relação.  Muito pior seria se o cliente tratasse a empresa com indiferença. Quando um cliente está incomodado, mas não fala nada, no momento em que menos se espera ele migra, espontaneamente e quietinho, para a concorrência. Ainda fazendo analogia ao casamento, uma reclamação é um sinal de alerta importante para ambos repensarem o relacionamento. Portanto, na maioria das vezes, não há motivo para se ofender com uma crítica. Ela pode ser um instrumento excelente para aperfeiçoamento pessoal e profissional.  Outro aspecto positivo é que a reclamação de um cliente pode servir como consultoria, ainda que involuntária, para a empresa. Na maioria das vezes, ele mostra, de maneira inequívoca e sincera, uma série de erros que ela vem cometendo, sem ao menos se dar conta. Uma consultoria, aliás, cobra caro para dar os mesmos conselhos que o cliente pode dar.   Caso a empresa não possa atender ao pedido do cliente, que pelo menos lhe dê atenção, garantindo que ele seja ouvido. Tanto quanto obter soluções, as pessoas desejam ser ouvidas e seus pontos de vista respeitados. Saber ouvir é algo que não implica custo financeiro para a organização, mas, ainda assim, é uma qualidade muito desejada de um profissional, independentemente do setor em que atua. Portanto, ao ouvir uma crítica, procure todos os aspectos positivos que ela pode trazer. Se você conseguir focar apenas neles, evitando a tendência natural de confrontar o cliente ou esquivar-se do problema, todos saem ganhando – o cliente é ouvido, a empresa consegui retê-lo e o profissional aprende que, com flexibilidade e jogo de cintura, pode transformar um problema em aprendizado e resultados. Muito longe de ser um inimigo, um cliente insatisfeito pode ser fonte de informações valiosas para a melhoria da gestão.

Divulgação

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Erik Penna Palestrante motivacional e autor de livros, como “Motivação Nota 10” e “A Divertida Arte de Vender”


Mulheres participam de Curso de Automaquiagem em comemoração ao 8 de março Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, o Sindicomércio-JF, em parceria com o Instituto Wal Costa e com a Mega Vale Cosméticos, realizou, gratuitamente, um Curso de Automaquiagem, ministrado pelo maquiador e professor Higor Zoffoli. Durante a manhã, as participantes, inscritas previamente, receberam dicas do profissional, que desenvolveu a maquiagem em uma modelo. No período da tarde, elas tiveram oportunidade de aplicar as técnicas aprendidas. Além disso, o evento contou com palestras, sorteios, além de um delicioso coffee break. A ação contou com apoio da Mary Kay.

Curso, parte teórica Sindicomércio-JF

Curso, parte prática

Natan Borges (sócio proprietário do Instituto Wal Costa), Wal Costa (sócia proprietária do Instituto Wal Costa) e Sergio Costa de Paula (superintendente do Sindicomércio-JF)

Sindicomércio-JF

Sindicomércio-JF

Sindicomércio é representado no Seminário Sindicalismo Moderno O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, e o superintendente da entidade, Sergio Costa de Paula, participaram, no mês de março, do Seminário Sindicalismo Moderno – entidades laborais e patronais reunidas em prol do desenvolvimento do turismo mineiro, realizado no Ritz Plaza Hotel. O evento foi promovido pela Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) e pela Federação dos Empregados em Turismo e Hospitalidade de Minas Gerais (FETHEMG) e teve apoio do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora (SHRBSJF) e do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Similares, Turismo e Lavanderias de Juiz de Fora (SINDECOHTUL).

Sindicalismo Moderno Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 53

Visitas ao Sindicomércio-JF O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, recebeu, recentemente, a visita do presidente do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindicom), Carlos Eduardo Alves de Queiroz, e do advogado, tesoureiro do Solidariedade MG, Rodrigo M. L. Grilo.

Carlos Eduardo Alves de Queiroz (presidente Sindicom), Emerson Beloti (presidente Sindicomércio-JF) e Rodrigo M. L. Grilo (advogado) Sindicomércio-JF

Em abril, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, visitou a sede do Sindicomércio-JF. O político esteve em Juiz de Fora para participar do evento intitulado “Frente Nacional de Prefeitos”, encontro que teve como objetivo avaliar as formas de se reinventar o financiamento e a governança das cidades brasileiras. O encontro no Sindicomércio-JF reuniu políticos e representantes de entidades de diversos setores.

Encontro de lideranças

Emerson Beloti e Márcio Lacerda

Sindicomércio-JF

Sindicomércio-JF


Encontro no Sindicomércio-JF

apresenta detalhes do empreendimento da M. Dias Branco O Sindicomércio-JF recebeu, no dia 20 de abril, a consultora Thereza Rampinelli, que apresentou detalhes sobre a M. Dias Branco, a maior indústria alimentícia do país que instalará, em breve, uma unidade em Juiz de Fora. O encontro reuniu representantes de entidades ligadas à economia e ao desenvolvimento de Juiz de Fora.

Thereza Rampinelli apresenta detalhes sobre a unidade da M. Dias Branco que chegará a JF Sindicomércio-JF


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Revista 29 web  
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