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Sindicomércio-JF

mensagem do PRESIDENTE Prezado leitor(a), Os idosos formam a população que mais cresce na pirâmide de faixa etária. Com a expectativa de vida aumentando, esta faixa passou a ser foco, gerando grande interesse por parte das empresas e instituições que já visualizam neste setor uma grande fonte de negócios. No entanto, existem poucas instituições e empresas proporcionando cursos, treinamentos e qualificação exclusiva para esta faixa etária da população, como também há raríssimas empresas do comércio voltadas para atender às necessidades desse potencial consumidor. O consumidor mais jovem tem um perfil completamente diferente da terceira idade. Seu tempo de permanência na loja, comprando, é objetivo e curto. Justamente o inverso do consumidor da terceira idade, que gosta, evidentemente, de um preço atraente, não tenha dúvida, mas, ao mesmo tempo, quer que o bom preço venha acompanhado de muita atenção, que pode ser ofertada por meio de uma boa prosa, se possível. Outro ponto importante é que a terceira idade busca conforto para realizar suas compras, já que emprega tempo para pensar, avaliar, enquanto transita pela loja. Existem milhares de lojas especializadas e com foco nos públicos infantil e jovem. Mas com foco no público consumidor da terceira idade são pouquíssimas. Mas por quê? Está aí uma boa pergunta, visto que o consumidor de mais de 65 anos, até o ano de 2050, representará 20% da população mundial. É preciso haver mão de obra qualificada e que disponha de ótima interação com os consumidores da terceira idade. Necessária, ainda, uma atenção maior sobre a disposição do design da loja e a distribuição de produtos de forma adequada, a fim de oferecer mais comodidade a este consumidor, que pode apresentar algumas exigências a mais do que os demais consumidores. Geralmente o idoso é impaciente para ser atendido primeiro, mas, quando isso acontece, relaxa e quer saber das explicações dadas pelo vendedor porque não gosta de ficar lendo as letras miúdas dos rótulos nos produtos. Então, o custo para se ter uma loja especializada em produtos para a terceira idade acaba sendo maior, não tenho dúvida. Mas é um consumidor fiel e leal, que não te abandona por qualquer motivo. Além disso, responsável com seus compromissos e de renda mais equilibrada. Portanto, um ótimo investimento para aquele que está procurando um mercado promissor. Entretanto, não adianta utilizar o critério de bom atendimento e qualidade de serviço, isso já existe tradicionalmente nas lojas. O consumidor da terceira idade busca diferenciais. Então, empresário que pretende entrar neste mercado e quer ser especialista neste público, é preciso ser diferente e investir muito em treinamento e qualificação. Se não o fizer, este consumidor se afasta e aí os negócios não irão prosperar. Nessa edição você vai encontrar um exemplo de atendimento diferenciado a este público consumidor tão nobre e que merece toda a atenção dos empresários do comércio de nossa cidade. Uma ótima leitura!

Empresário que pretende entrar no mercado da terceira idade e quer ser especialista neste público, é preciso ser diferente e investir muito em treinamento e qualificação.”

Emerson Beloti de Souza Presidente do Sindicomércio - JF


Índice Expediente:

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Conselho Editorial Sergio Costa de Paula Aline Furtado Adeliane Barros

06 Reportagem Especial Terceira idade: estímulos físico e cognitivo contribuem para qualidade de vida

26 Capa Páscoa - Brasil tem “a maior Páscoa do mundo em tonelagem e número de ovos”

Jornalista Responsável Aline Furtado – MTb 09105/MG Colaboradores Carlos Hilsdorf Guilherme Almeida Luciano Larcher Roberto Nogueira Ferreira Rubens de Andrade Neto A Revista Conexão Comércio não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos assinados, já que os mesmos expressam apenas o pensamento dos autores, não representando, necessariamente, a opinião da direção da revista. Caso necessário, a direção se reserva no direito de resumir os artigos. Os espaços publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. Fotografias Algumas fotografias utilizadas nesta edição foram gentilmente cedidas por entidades creditadas. As fotografias utilizadas nos espaços publicitários são de responsabilidade dos anunciantes. Imagens Shutterstock.com Departamento Comercial (32) 99198-0535 Projeto Gráfico e Diagramação ArtWork Propaganda (32) 3215-7075 Periodicidade: Trimestral Tiragem: 5.000 exemplares Impressão: Gráfica Central

01 – Mensagem do Presidente 04 – Notas 10 – Artigo Especial 11 – Do Coaching ao Sucesso 12 – Coluna Tributária 16 – Coluna do Advogado 44 – História dos Associados 46 – Espaço Saúde 48 – Motivacional 50 – Ações de Representatividade

Espaço do Leitor Contribua com a Conexão Comércio. Envie sugestões, críticas e comentários sobre os diversos assuntos publicados na revista. Nosso e-mail é jornalismo@sindicatodocomercio.org.br. Participe!

Contato Telefone: (32) 3215-1317 E-mail: jornalismo@sindicatodocomercio.org.br Site: www.sindicatodocomercio.org.br Facebook: Sindicomércio-JF Twitter: @sindicomerciojf Endereço: Avenida Rio Branco 2.588/5º andar Centro - Juiz de Fora – MG Funcionamento: de segunda a sexta, de 8h30 às 18h30

Diretoria 2014 / 2018 Emerson Beloti de Souza Presidente

Carlos Alberto Martins de Pinho 2º Secretário

Nício Fortes Garcia 1º Vice-presidente

Lucimar Las Casas Oliveira 3º Secretário

Rui Mussel da Silva 2º Vice-presidente

Alexandre Tassi Brugiolo 1º Tesoureiro

Oddone Villar Turolla 3º Vice-presidente

Gilson Guimarães Peixoto 2º Tesoureiro

Paulo Roberto Lopes 4º Vice-presidente

Zênio Fernandes Filho 3º Tesoureiro

Marcelo Rodrigues Sepúlveda 1º Secretário

Sergio Costa de Paula - Superintendente


Notas 06

Vendas da indústria farmacêutica crescem 13,1% em 2016, diz Interfarma As vendas da indústria farmacêutica brasileira cresceram 13,1% em 2016, somando R$ 85,35 bilhões, segundo levantamento realizado pela Interfarma. Os dez principais grupos farmacêuticos faturaram juntos R$ 48,59 bilhões no ano passado, correspondendo a 56,9% do mercado varejista. Segundo a Interfarma, o valor reflete o preço de lista dos medicamentos, sem considerar eventuais descontos nas farmácias. O crescimento nominal da receita com vendas de remédios no país ficou acima da inflação, que ficou em 6,29% pelo Índice de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA). Segundo o IBGE, os medicamentos ficaram 12,5% mais caros em 2016, a taxa mais elevada desde 2000, e ficou entre as categorias que mais pressionaram a inflação no ano passado. Segundo o levantamento, a receita de vendas de genéricos, que representam 26,6% do mercado, subiu 14,7%. Por categoria de remédios, a líder em faturamento foi a classe dos “analgésicos não narcótico e antipiréticos”, com faturamento de R$ 3,82 bilhões, ou 4,5% do total. Em seguida, estão os “antidepressivos e estabilizadores do humor”, com vendas de R$ 3,45 bilhões e crescimento de 18,2% na comparação com 2015. Na terceira posição ficaram as “preparações reguladoras do colesterol e triglicerídeos”, com receita de R$ 3,02 bilhões. Fonte: G1

Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais será realizado em João Pessoa Estão abertas e seguem até o dia 24 de maio as inscrições para o 33º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que será realizado entre os dias 24 e 26 de maio, no Centro de Convenções do Estado da Paraíba, em João Pessoa. A programação do congresso conta com palestras, apresentação de práticas bem sucedidas de sindicatos em todo o Brasil, exposições e workshops. De acordo com a organização, o objetivo é proporcionar aos participantes o entendimento da atual situação política do Brasil e seus efeitos danosos sobre a economia e às empresas, bem como, auxiliar na busca por caminhos que ajudem a melhorar o ambiente de negócios, com geração de mais empregos e renda para os brasileiros. A 33ª edição do CNSP será realizada pelo Sindilojas João Pessoa, tendo como parceiros e apoiadores a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a Fecomércio PB e os Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Paraíba. Para saber mais sobre o evento, acesse o site http://33consec.com.br/index.html. Fonte: Sindilojas João Pessoa

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Notas 07

Hotéis e restaurantes esperam faturamento menor neste verão Quase 2,5 milhões de estrangeiros devem visitar o Brasil no verão de 2017, segundo estimativa da Embratur. Mas, mesmo com o aumento de 11% nessa visitação, em relação a igual período do ano passado, os empresários do setor de turismo não estão otimistas com a temporada, como demonstrou o levantamento realizado pela Federação Nacional de Hotéis e Restaurantes (FNHRBS). Para 36% dos donos de hotéis e restaurantes do país, o faturamento do verão deve ser menor do que o registrado na temporada de 2015/2016. Os dados refletem as expectativas dos empresários com o faturamento esperado: apenas 23% esperam receitas maiores para a temporada iniciada em 2016 do que em 2015 – mas, ainda assim, no máximo 5%. Enquanto 18% acreditam que o faturamento será igual ao registrado no período passado; 16% esperam alta de 5% a 10% no faturamento; e apenas 7% acreditam em alta entre 11% e 30%. Das empresas que responderam à pesquisa, 61% são hotéis e/ou restaurantes de pequeno porte; 33%, de médio porte; e 6%, de grande porte, refletindo a realidade dos negócios do setor de turismo no país. Desses estabelecimentos, 41% empregam até 10 pessoas; 34%, entre 10 e 30; 20%, entre 30 e 50; e 5%, acima de 50 profissionais. O setor de hospedagem e alimentação conta com mais de 940 mil empresas em todo o país. Fonte: CNC

Receita Federal inclui QR Quode em CPF’s A Receita Federal alterou o modelo do Cadastro Pessoa Física (CPF) emitido pelo órgão. Os novos documentos passarão a ter, no verso, um QR Quode, espécie de código de barras que pode ser escaneado por celulares e outros dispositivos.

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Fonte: Hoje em Dia


Terceira idade Estímulos físico e cognitivo contribuem para qualidade de vida

Foto: Fernando Faria

Terceira idade, para você, é sinônimo de ócio e doença? Se a resposta foi afirmativa, é melhor rever seus conceitos porque tem uma turma bem longe desse estereótipo. Juiz de Fora ganhou, há cinco anos, um espaço de estimulação para idosos, chamado Arte de Viver Mais, que funciona na rua da Abolição 84, Jardim Glória. “Tivemos a ideia e constatamos que não havia nada parecido na cidade. Fizemos um trabalho de pesquisa e encontramos espaços como esse em outras cidades. Buscamos entender o funcionamento, traçamos um planejamento, e, depois de estudar o mercado em Juiz de Fora, começamos. Naquela época éramos três profissionais. Em seguida, passamos a quatro. Hoje, duas cuidamos do espaço”, explica a fonoaudióloga Larissa Morato Barroso, referindo-se à psicóloga Gisele Brega, que divide com ela a condução do trabalho. A ideia é desenvolvida em um espaço, no caso, uma casa, onde os idosos podem passar um dia ou um período dele. Por lá, são desenvolvidas atividades que estimulam o desenvolvimento físico e cognitivo, de forma lúdica e produtiva, visando à manutenção ou ao resgate das capacidades de cada um. Além disso, o espaço proporciona o convívio, o que, por sua vez, estimula a socialização.

Antes da matrícula e da cobrança de mensalidades, é feita uma avaliação, para colher dados sobre o histórico de vida e de saúde do idoso. “Aceitamos também pessoas, inclusive as que têm patologias como Alzheimer, Parkinson ou as relacionadas ao acidente vascular cerebral. Em função do foco do nosso trabalho, só não recebemos idosos com alguma dependência física ou acamados, com restrição de mobilidade”, aponta Larissa. Gisele destaca que embora o espaço seja destinado a pessoas da terceira idade, mais novos também podem participar das atividades. “Nosso objetivo é fazer com que essas pessoas, que muitas vezes ficam em casa com um cuidador, possam sair, conviver e exercitar físico e mente. Elas vêm e, ao fim do dia, voltam para o convívio da família.” Atualmente, a integrante mais jovem do grupo tem 63 anos, já o mais idoso tem 93 anos. De acordo com Larissa, entre os casos mais comuns recebidos no espaço estão quadros de depressão e de pessoas acometidas pelo Alzheimer. “Os resultados da tríade estímulo, cuidados e medicamentos – prescritos por profissionais que já acompanham os idosos - têm sido muito satisfatórios.” Gisele completa: “A família também é uma peça fundamental para que eles estejam bem. O acolhimento familiar faz toda diferença”.


Reportagem Especial 09

Sem cama. Sem jaleco Diferentemente de asilos e casas de repouso, no Arte de Viver Mais não há camas, assim como os profissionais não trabalham usando jalecos. O espaço funciona em uma ampla casa, que conta com cômodos adaptados não só para as aulas, mas também para os idosos, que podem precisar, por exemplo, de barras de apoio afixadas nas paredes. Puffs para ginástica, mesa para pintura, pincéis, telas coloridas, sofá para descanso, livros organizados em uma biblioteca e até um pequeno jardim e uma horta fazem parte do espaço, oferecendo conforto e permitindo qualidade de vida aos idosos. “Eles não vêm aqui para dormir, eles vêm para participar das atividades, conforme grade previamente definida. Essa ocupação e os estímulos que ocorrem a partir dela trazem muitos ganhos. Isso pode ser percebido, por exemplo, quando algum idoso se ausenta por alguns dias, já que, quando retorna, apresenta estagnação do estágio ou até perda em comparação com o que foi conquistado”, destaca Gisele. Entre as atividades oferecidas estão: aula de pintura em tela e em tecido, de música, de artesanato, de tricô, de dança, de estimulação da memória (jogos), além das aulas para estimulação física. Para isso, fazem parte da equipe uma psicóloga, uma fonoaudióloga, uma fisioterapeuta, um educador físico, uma cuidadora de idosos, além dos professores específicos de cada área. Para quem tem interesse, há, ainda, aulas de pilates, cobradas à parte. Gisele explica que idosos com Alzheimer costumam apresentar lembranças afetivas relacionadas a um passado distante. “Eles se lembram dos filhos pequenos, por exemplo. Isso porque, na doença, o lado do cérebro onde ficam as emoções é mais preservado. Por isso é preciso estimular inclusive por meio de atividades que remetam à emoção, como música e poesia por exemplo.”

Comemorações, passeios e diversão Como parte da socialização, ao final de cada mês são comemorados os aniversários. Além disso, datas comemorativas contam com programação especial, como festas e pique-nique. “Para o carnaval, estamos programando um passeio de trenzinho pelo Centro da cidade. E eles adoram! Vão fantasiados e tudo”, relata Gisele.

Fotos: Fernando Faria


Reportagem Especial 10

A festa de fim de ano, por exemplo, é uma oportunidade para que os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano sejam expostos. “É uma confraternização muito bacana. As famílias vêm e percebemos a importância do nosso trabalho ao ouvirmos de familiares sobre o avanço no quadro dos nossos idosos”, comemora Larissa. Viagens também estão incluídas nas atividades externas. Entre os lugares já visitados estão pontos turísticos de Petropólis e do Rio de Janeiro. Além disso, a parte religiosa também é estimulada. Na terceira sexta-feira de cada mês, uma equipe da Igreja da Glória vai ao espaço levar a comunhão aos idosos interessados em recebê-la. Funcionando de segunda a sexta-feira, o Arte de Viver Mais oferece planos diferenciados: o idoso pode passar o dia todo, de 8 às 18h; pode passar o período da manhã, entre 8 e 11h; ou o período da tarde, entre 14 e 18h. Ao longo do dia são servidos lanches e almoço. “Existe uma flexibilidade. Há alguns, por exemplo, que vêm apenas duas vezes por semana. Isso fica a critério do idoso ou da família”, aponta Gisele.

“Não me imagino longe daqui” Para Maria Luíza Maia Rebello, de 87 anos, o Arte de Viver Mais “foi uma das melhores coisas que já me aconteceram. É um lugar especial, onde recebemos carinho e convivemos com alegria. Se estiver em casa, fico só assistindo à TV. Aqui não”, destaca, afirmando que uma das atividades das quais mais gosta são as aulas de pintura e de artesanato.

Já Flávia de Oliveira Vasconcellos, 85 anos, destaca a importância das amizades feitas no espaço. “Gosto muito daqui e, principalmente, das amizades. Se fico sem vir, sinto muita falta.”

Mais de 19 milhões de idosos em 2060 Dados do estudo intitulado “Síntese de Indicadores Sociais (SIS): uma análise das condições de vida da população brasileira 2016”, desenvolvido com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos ministérios da Educação, da Saúde e do trabalho, apontam que, entre 2005 e 2015, a proporção de idosos de 60 anos ou mais, na população do Brasil, passou de 9,8% para 14,3%. A previsão do IBGE é que o número de idosos com 80 anos ou mais pode passar de 19 milhões em 2060, um crescimento de mais de 27 vezes em relação a 1980, quando o Brasil tinha menos de um milhão de pessoas nessa faixa etária (684.789 pessoas). A projeção referente ao ano de 2016 apontou para 3.458.279 idosos com mais de 80. Se confirmada a projeção, o Brasil chegará a 2060 com 19.111.509 de pessoas com 80 anos ou mais. Esse contingente, se comparado aos dados atuais, perderia apenas para a população total de São Paulo e Minas Gerais. A alta é resultado da melhoria da esperança de vida ao nascer do brasileiro, que era de 62,58 anos em 1980, e pode atingir 81,2 anos segundo a projeção de 2060.

As proprietárias Larissa Morato Barroso e Gisele Brega Fernando Faria


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Artigo Especial

Jéssica Andrade

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Guilherme Almeida Coordenador de estudos econômicos da Fecomércio MG

Perspectivas econômicas para 2017 Os últimos dois anos foram marcados pelo fechamento de estabelecimentos comerciais, pelo aumento do desemprego e pela pulverização de incertezas no cenário. Além disso, a onda de pessimismo instaurada provocou uma queda abrupta nos investimentos e no consumo. Diante desse contexto, o que esperar de 2017? Em resumo, a crise surgiu de fatores relacionados ao consumo e ao investimento – ou da falta dele. Famílias altamente endividadas, em um ambiente de forte elevação nos preços e de crédito encarecido, levaram a uma recessão no varejo. Devido à queda prolongada da demanda, o nível de preços desacelerou. Se em 2015 o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou em 10,67%, em 2016 o indicador registrou 6,29%, uma redução de 4,38 pontos percentuais. Tal processo de desaceleração condiciona uma postura mais frouxa do Banco Central no que diz respeito à sua política monetária. A partir disso, a paulatina redução da taxa básica de juros tende a baratear o crédito. Enquanto no final de 2014 os consumidores se encontravam com um alto nível de endividamento, tornando-se cada vez mais inadimplentes , os dois anos posteriores forçaram esse indicador para baixo. Devido

ao cenário de elevada inflação e taxa de juros, além da expansão do desemprego, as famílias passaram a demandar menos, resultando em um nível de inadimplência, ao final de 2016, inferior ao observado no início do mesmo ano. Esse processo possui relevância, tendo em vista que a formação da taxa de juros ao consumidor depende do nível de adimplência. Em recente apresentação, o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, elencou os passos necessários para a retomada do crescimento econômico do país. Seguindo sua escala, os dois primeiros passos (aumento dos preços dos ativos e retomada da confiança) estão sendo executados, restando aguardar a implementação do terceiro, que consiste na retomada do crédito – e que já encontra respaldo nos indicadores. Os desafios, sem dúvidas, ficarão a cargo do ambiente político e do mercado de trabalho. Ao empresário, vale confiar nas expectativas favoráveis de mercado, pois manter-se pessimista não trará sucesso ao empreendimento. Investir no próprio negócio e estar por dentro das novidades do mercado podem garantir pioneirismo na onda de recuperação sinalizada logo à frente.

¹ Enquanto endividamento denota uma situação em que um consumidor possui qualquer compromisso financeiro em aberto, inadimplência diz respeito à situação em que tal consumidor não consegue quitar essa dívida até a data de vencimento, passando a constar nos registros negativos. ² “Brazil: on the road to recovery. New policy framework”. Bradesco CEO Fórum, Nova York.


Do Coaching ao Notícias Sucesso

Arquivo pessoal

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Business Coaching A metodologia do Coaching, por sua eficiência e capacidade de transformação, acabou se adequando às diversas necessidades no mercado. Dentre os segmentos que atua, está o Coaching de Negócios ou Business Coaching. Como o próprio nome diz, o cliente é a empresa e o foco do processo está no desenvolvimento dos negócios. O grande objetivo é tornar as metas empresariais mais claras e definidas, aumentar a produtividade da equipe, estimular e ampliar a visão do negócio pelos gestores e potencializar os resultados. É muito comum confundir o Business Coaching com a Consultoria. No Business Coaching, além de buscar o desenvolvimento da estratégia empresarial e a melhoria dos processos, como é prática nas Consultorias, o processo gera também uma mudança na atitude e no comportamento dos gestores, o que torna o seu resultado muito mais eficiente e permanente. Outra diferença considerável entre os dois é o fato do Coaching ter, no seu plano de trabalho, um prazo determinado, ou seja, o processo desde a sua contratação tem início, meio e fim pré-determinado. É comum observar nas Consultorias a presença do cliente durante anos e estas geralmente tendem a gerar uma dependência da empresa com o consultor. O coach busca a autonomia da empresa e de seus colaboradores, buscando a autodisciplina e a capacidade da equipe em seguir seu desenvolvimento sem a sua presença.

Luciano Larcher Executive e Business Coach pela SBCoaching. CEO na Larch Consultoria em Gestão e Liderança. MBA em Finanças, Auditoria e Controladoria (FGV/Vianna Júnior). MBA Coaching (SBCoaching/ FAPPES)

O processo de Business Coaching inicia-se na busca por elevar a percepção dos gestores sobre as forças do negócio. Os valores que são percebidos pelos clientes, a clareza no seu público alvo do negócio, o trabalho no relacionamento com os clientes, as parcerias estratégicas, são um dos pontos primordiais a serem trabalhados pelo coach para um definição clara da estratégia a ser trabalhada. Vencida a fase da percepção clara do negócio, vem a fase do planejamento na qual o coach estimula os gestores a perceber de forma mais definida os reais objetivos da empresa e o processo mais adequado para o alcance de suas metas. Por fim, a terceira etapa é o momento da ação. Nesta fase, o coach acompanha os gestores com atitudes que levarão a empresa ao êxito das metas planejadas e à melhoria dos resultados. Tudo por meio do acompanhamento das ações e do feedbacks aos gestores. Com o Business Coaching, o empresário obtém apoio profissional para expandir e desenvolver uma base de mercado mais ampla, desenvolver relações mais fortes com os clientes e otimizar os recursos para obter mais resultados no curto e médio prazo. Este processo é muito indicado também no caso de empreendedores que querem otimizar seus investimentos e ver seus negócios ultrapassarem a fase crítica dos primeiros anos com resultados positivos.


Coluna Tributária

Arquivo pessoal

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Roberto Nogueira Ferreira Consultor da Presidência da CNC. Membro do Conselho Deliberativo do SEBRAE Nacional e da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial. Fundador e dirigente da RN Consultores Associados (Brasília – DF). Foi Auditor Fiscal do estado de MG e Secretário da Fazenda da Prefeitura de Juiz de Fora. Autor do livro “A Reforma Essencial I” (2002) e “A Reforma Essencial I” (2016).

REFORMA TRIBUTÁRIA Ilusão ou realidade? Entra ano, finda ano, e a “Reforma Tributária” não sai do papel. Transmutouse em discurso político, vazia retórica de campanhas eleitorais, com ares de ingenuidade, falsidade e demagógico entusiasmo. Todo candidato a cargos eleitorais – de presidente da república ao vereador de Rio Pomba – fala em reforma tributária. Usam tanto a expressão que ela se desmoralizou e perambula irreconhecível pelas ruas desertas da gestão pública. Que reforma? Pergunto-me já cansado de discursos vazios. Há quem fale em reforma fatiada. Discordo da tese, porque só se fatia um todo uniforme, e o nosso sistema tributário é uma massa disforme e irregular. A maior crítica recai sobre o tamanho da carga tributária. Considero, entretanto, que mais importante do que discutir o tamanho (mesmo reconhecendo-o grande) é entender e debater a qualidade do sistema tributário. Identificar quando e por que ele corrói a competitividade do produto nacional, interna e externa; qual seu grau de injustiça em relação às classes menos favorecidas; qual é sua capacidade de estimular ou desestimular o empreendedorismo; e sua competência para inibir investimentos, empregos e renda. Debato o tema e critico, há anos, mas reconheço que não é fácil fazer uma reforma tributária séria em um país federativo, continental, diverso e pouco crítico em relação ao papel do Estado na vida dos cidadãos e das empresas. Temos um Estado Nacional, 27 Estados Subnacionais; um Distrito Federal e 5.570 municípios, todos com suas competências tributárias próprias. Esse conjunto não pensa em um Projeto Brasil. Seus comandantes preferem inflar egos e vaidades a exercer um federalismo cooperativo e saudável. Há muitos tributos? Há. Vejam a lista que retirei do “Portal Tributário”. São 94 Impostos, Contribuições e Taxas. Eles não incidem simultaneamente, porque a taxa é a contraprestação de um serviço efetivamente prestado ou posto à disposição do cidadão ou da empresa. Mas há de se reconhecer que são muitos, com o agravante de serem mal geridos. Mas há aspectos piores do que a quantidade. Por exemplo? As bases de incidência dos tributos nacionais são fonte de injustiça e deterioração da economia pessoal e empresarial. Vejamos, com base na média dos anos recentes, de onde se extrai a receita tributária: • 51,02% têm como fonte Bens e Serviços (produção, prestação e comercialização); • 25,18%, de incidências sobre a folha de salários; • 18,02%, de renda, lucro e ganhos de capital; • 4,17%, da propriedade; • 1,61% têm como base a tributação financeira. O que isso significa isso? Vamos por partes. A tributação concentrada em bens e serviços é fonte de elevação de preços (inflação) e regressividade, ou seja, afeta mais fortemente a população de baixa renda, pois a carga tributária que está no feijão que o pobre come é a mesma que está no feijão que o rico come. O peso tributário em bens e serviços, combinado com práticas perversas dos Estados e da União, sobretudo do ICMS e das Contribuições PIS e COFINS, no que respeita às possibilidades de uso


dos créditos fiscais dos insumos, reduz a competitividade do produto nacional frente a seus concorrentes. A concentração do ICMS em três fontes (energia, combustíveis e comunicações) é outro problema, pois pressiona o custo de todas as empresas nacionais. E quando a economia cai, a arrecadação desaba, como assistimos hoje em dia. Tributar excessivamente a folha de salários contribui para menor geração de emprego, subemprego e emprego de baixa qualidade. O Brasil poderia tributar mais a renda, o lucro, os ganhos de capital e as propriedades? Poderia. Não o faz porque nessas três bases de incidências estão o poder econômico, social e político do País. E por que não se tributa mais a base financeira? Pela mesma razão retro mencionada. O Brasil precisa de tributos que falem o mesmo idioma de seus concorrentes. O mundo inteiro, como raríssimas exceções, tributa nacionalmente a produção e o consumo por meio de uma IVA – Imposto Sobre o Valor Agregado que respeita os créditos fiscais das operações anteriores. Nesse modelo a incidência é limpa, sem distorções. Como

a nossa organização social e política é federativa, necessário se torna que Estados e Municípios, representados por seus dirigentes, tenham grandeza suficiente para construir um modelo que seja melhor para o País. Num IVA nacional entrariam: ICMS + IPI + PIS + COFINS + IPI + ISS; com administração conjunta e distribuição automática da receita. Para completar, um novo IR, ao qual se juntaria a CSLL – Contribuição Social Sobre Líquido alcançaria, de modo transparente, não prioritariamente os assalariados, mas especialmente lucros e ganhos de capital. Uma boa tributação sobre propriedade complementaria o total de receitas capaz de bancar os gastos nas funções básicas do Estado: Educação, Saúde, Justiça e Segurança. É uma tarefa difícil? Certamente. Se fácil fosse não se teria perdido tanto tempo com discussões sem fim ao longo das últimas três décadas. Tecnicamente é fácil construir o modelo. Na política é que reside o problema, pois para fazer a necessária reforma tributária há de se ter vontade e grandeza política. Mas ambos estão fora de moda na política nacional.

Lista de tributos (impostos, contribuições, taxas, contribuições de melhoria) existentes no Brasil Fonte: www.portaltributario.com.br 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20.

Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM - Lei 10.893/2004 Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968 Contribuição à Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional - CCCCN - art. 11 da Lei 7.291/1984 Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000 Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado “Salário Educação” - Decreto 6.003/2006 Contribuição ao Funrural - Lei 8.540/1992 Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955 Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT), atualmente com a denominação de Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho (GIIL-RAT) Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990 Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Decreto-Lei 8.621/1946 Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993 Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) Lei 4.048/1942 Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991 Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946 Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946 Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) - art. 9, I, da MP 1.715-2/1998 Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993 Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados) Contribuição Confederativa Patronal (das empresas) Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001

21. Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Remessas Exterior - Lei 10.168/2000 22. Contribuição para a Assistência Social e Educacional aos Atletas Profissionais - FAAP - Decreto 6.297/2007 23. Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002 24. Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002 25. Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública - art. 32 da Lei 11.652/2008 26. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB) - art. 8º da Lei 12.546/2011 27. Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal) 28. Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembleia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT) 29. Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001 30. Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) 31. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) 32. Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.) 33. Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc. 34. Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974 35. Fundo de Combate à Pobreza - art. 82 da EC 31/2000 36. Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal - FEEF - Convênio ICMS 42/2016


Coluna Tributária 16

37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81. 82. 83. 84. 85. 86. 87. 88. 89. 90. 91. 92. 93. 94.

Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997 Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) - Lei 5.107/1966 Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9.998/2000 Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-Lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002 Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) - Lei 10.052/2000 Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) Imposto sobre a Exportação (IE) Imposto sobre a Importação (II) Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica) Imposto sobre Operações de Crédito (IOF) Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) Imposto sobre Transmissão Bens Inter-Vivos (ITBI) Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) INSS Autônomos e Empresários INSS Empregados INSS Patronal (sobre a Folha de Pagamento e sobre a Receita Bruta - Substitutiva) IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - Lei 10.870/2004 Taxa de Avaliação da Conformidade - Lei 12.545/2011 - art. 13 Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto-Lei 1.899/1981 Taxa de Coleta de Lixo Taxa de Combate a Incêndios Taxa de Conservação e Limpeza Pública Taxa de Controle Administrativo de Incentivos Fiscais - TCIF - MP 757/2016 Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA - Lei 10.165/2000 Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - Lei 10.357/2001, art. 16 Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais) Taxa de Fiscalização da Aviação Civil - TFAC - Lei 11.292/2006 Taxa de Fiscalização da Agência Nacional de Águas – ANA - art. 13 e 14 da MP 437/2008 Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - Lei 7.940/1989 Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes ou Concursos - art. 50 da MP 2.158-35/2001 Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23 Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - Lei 10.834/2003 Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro e Resseguro, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta - art. 48 a 59 da Lei 12.249/2010 Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - Entidades Fechadas de Previdência Complementar - art. 12 da Lei 12.154/2009 Taxa de Licenciamento Anual de Veículo - art. 130 da Lei 9.503/1997 Taxa de Licenciamento, Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas instalações - Lei 9.765/1998 Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999 Taxa de Serviços - TS - Zona Franca de Manaus - MP 757/2016 Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus - Lei 9.960/2000 - extinta a partir de 20.03.2017 pelo art. 16 da MP 757/2016 Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da Lei 9.933/1999 Taxa de Utilização de Selo de Controle - art. 13 da Lei 12.995/2014 Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP) Taxa de Outorga e Fiscalização - Energia Elétrica - art. 11, inciso I, e artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996 Taxa de Outorga - Rádios Comunitárias - art. 24 da Lei 9.612/1998 e nos art. 7 e 42 do Decreto 2.615/1998 Taxa de Outorga - Serviços de Transportes Terrestres e Aquaviários - art. 77, incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001 Taxas de Saúde Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18 Taxa de Utilização do SISCOMEX - art. 13 da IN 680/2006 Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004 Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais) Taxas Judiciárias Taxas Processuais do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - art. 23 da Lei 12.529/2011


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Notícias 17

Fique atento! Prazo para declarar vai até 28 de abril Os contribuintes terão entre 2 de março e 28 de abril para entregar a declaração do Imposto de Renda de 2017, referente ao ano-calendário de 2016, conforme cronograma divulgado pela Receita Federal. Já é possível baixar, no site da Receita, o carnê-leão (para profissionais liberais) e o programa de ganho de capital, que apura lucro e respectivo IR, em casos de venda de bens e direitos de qualquer natureza, inclusive no recebimento de parcelas relativas a vendas a prazo, efetuada em anos anteriores, com tributação adiada. Já o programa para declaração do Imposto de Renda estará disponível a partir de 23 de fevereiro para download, também no site da Receita.

O que é preciso ter em mãos para prestar contas ao fisco? • Cópia da declaração do IR de 2016, impressa, arquivada na memória do computador, gravada em CD ou em pen drive; • Título de Eleitor para o contribuinte que for declarar pela primeira vez; • Informes de rendimentos recebidos das fontes pagadoras (no caso de assalariados); • Cópias de recibos/notas fiscais fornecidos a pacientes/clientes (no caso de autônomos); • Livro-caixa, no caso de autônomos; • Informe de rendimentos do INSS (no caso de quem recebe benefícios previdenciários) ou de entidades de previdência privada; • Informes de rendimentos financeiros fornecidos por bancos; • Informes de pagamento de contribuições a entidades de previdência privada. É preciso nome e CNPJ da entidade; • Recibos/carnês de pagamento de despesas escolares dos dependentes ou do próprio contribuinte. É preciso nome e CNPJ dos estabelecimentos de ensino; • Recibos de aluguéis pagos/recebidos em 2016; • Nome e CPF dos beneficiários de despesas com saúde, como médicos, dentistas, psicólogos etc.; • Nome e CNPJ dos beneficiários de pagamentos a pessoas jurídicas, como hospitais, planos de saúde, clínicas de exames laboratoriais etc.; • Nome e CPF de beneficiários de doações/heranças e respectivo valor; • Nome e CPF dos dependentes maiores de 14 anos, completados até 31 de dezembro de 2016. Para os menores de 14 anos, não é preciso indicar o CPF; • Nome e CPF de ex-cônjuges e de filhos para comprovar o pagamento de pensão alimentícia; • Dados do empregado doméstico com os recolhimentos das contribuições ao INSS. É preciso nome, CPF e NIT do empregado e o valor total pago em 2016; • Escrituras ou compromissos de compra e/ou venda de imóveis, terrenos, adquiridos ou vendidos em 2016; • Documento de compra e/ou venda de veículos em 2016, além de marca, modelo, placa e nome e CPF/CNPJ do comprador ou do vendedor; • Documento de compra de veículos ou de bens por consórcios em 2016; • Documentos sobre rescisões trabalhistas, com valores individualizados de salários, férias, 13º salário, FGTS etc..


Coluna do Advogado

Divulgação

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Rubens de Andrade Neto Coordenador do Departamento Jurídico do Sindicomércio-JF e diretor geral da Rubens Andrade Advogados. Mestre em Ciências Jurídico-Empresariais. contato@rubensandrade.adv.br

A empresa pode mudar o horário de trabalho do funcionário de forma unilateral?


Coluna do Advogado 19

Constantemente, as empresas têm a necessidade de alterar as condições do contrato de trabalho com seus funcionários. É possível fazê-las sem o consentimento do empregado? Primeiramente, é preciso ressaltar que regra geral, de acordo com a Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT (art. 468), só são possíveis as alterações quando ocorram por mútuo consentimento, ou seja, quando empregador e empregado concordam com a mudança e, ainda assim, desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia. Não será possível, portanto, qualquer mudança, ainda que advenha de concordância entre as partes, caso implique prejuízo direto ou indireto ao trabalhador. Durante a execução do contrato de trabalho, frequentemente, surge a necessidade de alterar as condições que foram pactuadas quando da contratação. Tais mudanças, no entanto, não podem violar as regras de proteção ao contrato de trabalho, especialmente os direitos já adquiridos pelos empregados, nem tampouco ocorrerem se o contrato possuir cláusula impeditiva neste sentido. Devem ser observadas, ainda, eventuais cláusulas proibitivas em instrumentos coletivos. Ocorre que algumas exceções são dadas ao empregador (o qual tem o poder diretivo das atividades do colaborador e necessita organizar e estruturar o seu negócio de forma mais eficiente e produtiva) a possibilidade de alterar, sem a necessidade do consentimento do empregado, algumas regras pactuadas. Dentre elas está o horário de trabalho do funcionário. Importa, outrossim, antes de adentrarmos no assunto, esclarecer que horário de trabalho e jornada de trabalho são institutos distintos. O primeiro refere-se aos horários de entrada e saída do trabalho, enquanto que o segundo refere-se ao tempo despendido - turno (exemplo: 6 horas, 8 horas, 12x36). Quanto ao segundo, só é possível desde que com o consentimento de ambos. Não é possível então à empresa determinar que o empregado que trabalha em turno de 8 horas diárias, por exemplo, passe a cumprir uma jornada de 12x36. Quanto ao primeiro, o horário de trabalho, antecipamos que o empregador pode mudar horário de trabalho do funcionário desde que não cause prejuízos reais (não meros

inconvenientes, como acordar mais cedo por exemplo) ao empregado. É o empregador quem determina os horários dos funcionários para atender melhor aos interesses da empresa. Há uma tendência de conferir-se maior flexibilidade às regras inicialmente pactuadas nos contratos de trabalho. O entendimento sobre o que consistiria prejuízo ao trabalhador é essencial para análise da viabilidade do empregador alterar unilateralmente as condições de trabalho inicialmente pactuadas. Em regra, a mudança de horário só é considerada inválida se tem como único objetivo impossibilitar o trabalhador de continuar prestando serviços e forçá-lo a pedir demissão. Em um processo julgado pelo TRT da 2ª Região, a desembargadora afirmou que “a mera mudança do horário de trabalho não importa, por si só, em alteração ilícita do contrato, sendo inerente ao ‘jus variandi’ do empregador a prerrogativa de ajustar, adequar e até mesmo alterar as circunstâncias que envolvem a prestação de trabalho, entre elas, as relativas à jornada de trabalho” (Processo 00195005820085020077 – RO). No entendimento, levou-se também em consideração o fato de que, se a possibilidade de alteração de horário estiver prevista expressamente no contrato de trabalho, a modificação torna-se ainda mais legítima, não violando, portanto, o artigo 468 da CLT, que trata de jornada de trabalho. Em tese, mudanças não expressivas de horário, as alterações unilaterais que reduzam a realização reiterada de horas extras, que alterem a jornada do empregado dentro do mesmo turno, ou do turno noturno para o turno diurno, ou ainda que alterem a prestação laboral de turnos ininterruptos de revezamento para turnos fixos são consideradas válidas pela jurisprudência (decisão dos tribunais). Entretanto, existem exceções à regra, como, por exemplo, a modificação do turno diurno para o noturno, pois em tese, acarreta prejuízos ao empregado. Em tese, pois o que é prejudicial a um pode não ser a outro. O recomendado é que cada caso seja analisado individualmente, com o apoio dos departamentos de recursos humanos e jurídico da empresa, bem como que a modificação seja documentada e cientificada ao trabalhador, para que as alterações sejam feitas com a devida segurança jurídica.


Notícias 20

Número de redes de franquias no Brasil

tem 1ª queda em 6 anos

Balanço prévio do setor de franquias divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) aponta que, pela primeira vez em seis anos, caiu o número de redes em operação no país. Segundo a ABF, o número de redes franqueadoras caiu 1,1% no ano passado ante 2015, para cerca de três mil marcas, e a projeção é que se mantenha estável neste ano. No fechamento de 2015 havia 3.073 marcas em operação no Brasil, o maior número desde o início da pesquisa, em 2011. Já em relação ao faturamento, a estimativa é que o setor fechou 2016 com alta nominal de 8% ante 8,3% em 2015, alcançando cerca de R$ 150 bilhões. Em unidades, a ABF avalia que houve uma expansão de 3,1% no ano passado, atingindo 142 mil pontos de venda. Já em relação ao número de empregos, a prévia indica

um crescimento de 2,9%, totalizando 1,220 milhões de trabalhadores diretos no setor. “Mesmo em um ano tão desafiador, recebemos novos investidores, criamos empregos e entregamos crescimento, enquanto o varejo registrou quedas históricas. Atribuímos isso, principalmente, ao profissionalismo do setor, à flexibilidade e à agilidade para tomar as medidas necessárias de corte de custos, aumento na capilaridade, ganhos de eficiência e reconquista de um consumidor que começa, lentamente, a recuperar sua confiança”, afirmou o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, em entrevista ao G1. Segundo o balanço, o Boticário segue como a rede de franquias com o maior número de unidades no país (3.730), seguido por Subway (2.153), Cacau Show (2.045), AM PM Mini Market (2.039) e Colchões Ortobom (2.011). Fonte: G1


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Feriados de 2017 podem provocar

perdas de R$ 10 bilhĂľes no comĂŠrcio varejista


Notícias 23

O ano de 2017 conta com um total de nove feriados. Entre os nacionais, conforme publicação no Diário Oficial da União de 29 de novembro de 2016, estão: Confraternização Universal (1º de janeiro), Paixão de Cristo (14 de abril), Tiradentes (21 de abril), Dia Mundial do Trabalho (1º de maio), Independência do Brasil (7 de setembro), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), Finados (2 de novembro), Proclamação da República (15 de novembro) e Natal (25 de dezembro). Há, ainda, as datas consideradas pontos facultativos, como segunda e terça-feira de Carnaval (27 e 28 de fevereiro, respectivamente), Quarta-Feira de Cinzas (1º de março, até as 14h), Corpus Christi (15 de junho) e Dia do Servidor Público (28 de outubro). Juiz de Fora ainda “acrescenta” um feriado municipal ao calendário: Dia de Santo Antônio, padroeiro da cidade (13 de junho). De todas essas datas, 14 caem em dias de semana e apenas duas caem em um sábado ou domingo. O fato de alguns feriados caírem na sexta ou na segunda acaba fazendo com que muitas pessoas emendem os dias de descanso. E os resultados desses feriados na economia do país serão, segundo estimativas da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), a perda de R$ 10,5 bilhões, ao longo de todo o ano, perdas essas relacionadas ao comércio varejista. Segundo o levantamento, o setor de vestuário, tecidos e calçados deve perder cerca de R$ 1,1 bilhão com os feriados e pontes de 2017, 23% a mais do que em 2016. Em termos de faturamento, o segmento de Outras Atividades perderá cerca de R$ 3,9 bilhões, 8% a menos que em 2016, sendo o único setor com variação negativa. É importante ressaltar que nesse grupo é preponderante o comércio de combustíveis, além de joias e relógios, artigos de papelaria, dentre outros. Já os setores ligados aos bens essenciais devem participar com pouco menos que 45% do total da perda no próximo ano. Ainda segundo as estimativas da Fecomércio-SP, o segmento de supermercados deve registrar prejuízos perto de R$ 3 bilhões, 2% acima do calculado para 2016; enquanto o de farmácias e perfumarias, por sua vez, tende

a registrar perda de R$ 1,6 bilhão, 7% superior a 2016. Nos cálculos, a Fecomércio-SP desconsiderou os feriados estaduais e municipais que também prejudicam, em média, a atividade comercial.

Alternativa “Feriados comprometem a produtividade em quase toda a economia. No caso do comércio, especificamente, é sinônimo de prejuízo. Diante disso, é preciso que o empresário do comércio comece a enxergar o ganho que pode ser alcançado a partir da abertura das lojas do comércio de rua nos feriados, assim como nos domingos. Temos mais de 70 municípios em nosso entorno, o que faz com que muito consumidores da região venham ao comércio de Juiz de Fora. Por isso, creio que seja interessante incentivar a abertura dos nossos estabelecimentos nos feriados. Seria uma forma de nos afirmarmos como cidade-polo”, defende o presidente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora, Emerson Beloti.

Abertura nos feriados De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho 2016/2017 – Atacado e Varejo, assinada pelo SindicomércioJF e pelo Sindicato dos Empregadores no Comércio de Juiz de Fora (SEC-JF), está garantida a abertura em feriados do comércio em geral, desde que os estabelecimentos adquiram o Certificado de Adesão ao Regime de Trabalho em Feriado, com validade anual. O certificado deve ser solicitado ao Sindicomércio-JF, via requerimento próprio, gratuito, por meio da comprovação, pela cópia do contrato social ou última alteração contratual, de que pertence à categoria econômica do comércio, que cumpre a CCT, número de empregados na data do requerimento e que está em dia com a Contribuição Negocial e Laboral. “Com o certificado é possível amenizar o impacto das datas, sem ferir o direito dos trabalhadores”, aponta Beloti.


Divulgação / Factual Comunicação


Notícias 25

À frente do Beleza Natural, Zica Assis fala sobre sua trajetória e sobre empreender O mês de março é lembrado como mês da mulher, já que o dia 8 de março é inteiramente dedicado a elas. A ideia de se criar o Dia da Mulher surgiu ao final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, tendo como contexto as lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, além do direito ao voto. Isso porque a Segunda Revolução Industrial e a Primeira Guerra Mundial acabaram provocando a incorporação da mão de obra feminina, em massa, na indústria. O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória do protesto das operárias da indústria do vestuário de Nova York contra as más condições de trabalho. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhagen, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas por direitos das mulheres trabalhadoras. Para celebrarmos a data, batemos um papo com uma mulher que é símbolo de garra, superação e vitória. A Conexão Comércio conversou com Heloísa Helena Belém de Assis Marinho, a Zica do Beleza Natural, como é conhecida. Beleza natural é a maior rede do país especializada em cabelos crespos e ondulados, referência internacional na indústria de serviços. O carro-chefe da marca é o produto chamado Super Relaxante, um creme emoliente aplicado apenas nos institutos. A linha de manutenção é comercializada apenas nos institutos. Confira o bate-papo.

Para começarmos, conte-nos sobre sua história antes do Beleza Natural. Sou a sétima filha de uma família de 13 irmãos, sete mulheres e seis homens. Sempre, desde pequena, tive uma veia empreendedora. Comecei a trabalhar aos nove anos. Fui babá, empregada doméstica, faxineira e costureira. Também vendia produtos de porta em porta. Houve, sim, muita dificuldade, muita luta, mas sempre com brilho no olho, felicidade, amor, vontade de crescer, de aprender e vencer. Como tudo começou? Movida a que você começou essa trajetória? Tudo começou quando a minha história se cruzou com a de outra mulher. Eu sofri muitos preconceitos por conta do meu cabelo black power. E eu amava meu cabelo! Mas quando comecei a trabalhar como empregada doméstica, fui obrigada a alisar, porque as pessoas associavam meu cabelo à sujeira. Fiquei muito triste. Mas eu não me conformei! Resolvi fazer um curso de cabeleireira e passei dez anos pesquisando uma fórmula para tratar meus cabelos. Fazia misturas químicas na panela, mexendo com a colher de pau. Nessa época, a Leila Velez, filha de porteiro, foi vendedora autônoma de produtos de beleza e atendente do McDonald’s. Ela chegou até a gerência quando tinha apenas 16 anos. Uma das mais jovens gerentes da rede! Quando nos conhecemos, foi a soma que deu certo. Chamamos meu marido, Jair Conde, que


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era taxista. Ele acreditou tanto no projeto que vendeu o único bem e sustento da família, um Fusca 1978, para investir no primeiro salão. Além disso, chamei Rogério Assis, meu irmão, que trabalhava no McDonald’s com Leila, e ajudou a levar ao primeiro salão o processo inovador para a realização dos serviços, semelhante a uma linha de montagem, além da preocupação com atendimento encantador e rígidos padrões de qualidade. O primeiro salão foi aberto na Tijuca, em 1993. Quais foram as características principais para que você não desistisse de levar adiante seu projeto? Nunca pensamos em desistir. Acreditávamos muito no nosso negócio. E a resposta estava ali, no resultado que ele apresentava em nossas clientes. Abrimos o primeiro salão em julho de 1993 e apenas três meses depois já estruturamos a abertura da primeira filial, tamanha era a procura pelo serviço. Maior incentivo que este não há. Para seguir em frente, é muito importante ter garra, força de vontade e conhecer muito bem o mercado em que se vai atuar, o que o seu cliente gosta, qual o perfil do seu cliente. Quando fundamos o primeiro salão Beleza Natural conhecíamos muito bem os problemas que cada um de nossos clientes vive: falta de produtos e conhecimento para cuidar do cabelo, baixa autoestima, dificuldade para relacionar-se profissionalmente e socialmente. E isso fez toda a diferença. Além disso, a paixão pelo segmento é fundamental. Não adianta começar um negócio pensando apenas em ganhar dinheiro. O importante é entender do que se vai fazer e, principalmente, amar esta atividade verdadeiramente. E, mais do que tudo, o empreendedor deve sonhar alto e nunca deixar de acreditar neste sonho. Se fôssemos dar ouvido aos outros ou desistíssemos diante do primeiro obstáculos, o Beleza Natural nunca teria chegado aonde chegou. Beleza Natural está em quais estados do país? Hoje são quantas unidades? Hoje temos 45 unidades em cinco estados. O que você pode nos falar sobre futuro? Metas? Objetivos a serem alcançados? Nosso grande sonho é conquistar o mundo. Levar o Beleza Natural para outros lugares, onde quer que haja um cabelo crespo a ser tratado.

Como é trabalhar diretamente com a autoestima das pessoas? Esse seria um diferencial da marca? Nossa principal missão é levar autoestima às nossas clientes. Na primeira visita aos institutos, as clientes chegam com a autoestima baixa, muitas com os fios destruídos e sem vida. Já passaram por diversos tratamentos e estão sem rumo. Ao começar o tratamento, elas redescobrem a sua beleza. Isso reforça a identidade da mulher e melhora a vida pessoal e profissional. Outros comentários recompensadores são sobre o clima dos institutos. A equipe alto astral faz com que a cliente se sinta em casa e queira voltar sempre. Essa revolução no mercado da beleza chamada Beleza Natural deu a você o título de uma das dez mulheres de negócios mais poderosas do país [revista Forbes, 2013]. Como você encara essa forma de empoderamento feminino? Fiquei muito feliz com a escolha da Forbes. Nunca imaginei ganhar tal título. Trata-se de um reconhecimento à minha trajetória e à história do Beleza Natural. Não só minha, mas dos outros três sócios: Leila Velez, Rogério Assis e Jair Conde. Mas esta também é uma vitória da mulher da classe C, que hoje tem um maior poder de compra e de decisão. E das mulheres, enquanto empreendedoras, empoderadas, donas do seu próprio destino. Nossa empresa cresceu junto com esta mulher e este é um empurrão ainda maior para chegar a lugares onde o Beleza Natural ainda não está. Quais seriam as dicas para nossos empresários? O mais importante é correr atrás de seus sonhos e não desistir diante da primeira dificuldade. Para começar qualquer negócio é importante entender bem e amar verdadeiramente o ramo no qual vai atuar ou pretende investir. O trabalho só é bem feito quando se gosta do que se faz. É imprescindível estudar e buscar novos conhecimentos, pesquisar bastante o mercado em que vai atuar. Este é o meu conselho para qualquer pessoa: tenha muita determinação, força de vontade e procure aprender um ofício e se dedicar a este aprendizado. É importante também cercar-se de profissionais que te ajudem e tenham conhecimento em diversas áreas. Ninguém faz nada sozinho, portanto, junte-se a pessoas competentes e do bem. E procure, por meio do seu trabalho, ajudar pessoas a sua volta. Esta é uma excelente forma de gerar emprego e ajudar o Brasil a crescer mais. Não perca o foco do que é realmente o seu objetivo. Ou seja: fique de olho no todo, mas sempre com o foco em seu negócio.


Informe Contábil

CONTAS BANCÁRIAS SÃO INVESTIGADAS PELOS AUDITORES FISCAIS Nesse momento em que os resultados econômicos das empresas geram preocupações, é de responsabilidade dos contadores, no manuseio das informações contidas na contabilidade e em todo o volumoso aparato que envolve a legislação fiscal e tributária vigente, minimizarem, dentro da legalidade, a carga de impostos e contribuições de seus clientes. Os órgãos de arrecadação dos estados buscam todas as alternativas possíveis destinadas a aumentar e recolher a receita decorrente da carga tributária. Visam cobrir os rombos nos cofres públicos dos estados, alguns falidos pela péssima administração de seus governantes e ainda em decorrência de muita corrupção. Valendo-se de estratégias mirabolantes no cerco ao contribuinte, criam mecanismos de arrecadação complexos e confusos, que geram muito trabalho e enorme insegurança, além do aumento do imposto e nos custos destinados à sua apuração. Não ouso afirmar que alguma empresa esteja apurando e recolhendo corretamente sua carga de tributos. É óbvio que os órgãos de arrecadação não irão se importar quanto aos recolhimentos maiores do que o devido, mas será implacável na cobrança do que lhe é de direito, acrescidos de elevadas multas e juros em decorrência da inadimplência. O imposto que gera mais recursos aos cofres estaduais é o ICMS, por isso a sua arrecadação tem refinado tratamento pelos técnicos da Receita Estadual. Seus auditores bem treinados são responsáveis por uma carteira de empresas que deverão ser auditadas no decorrer do ano em curso. São feitos monitoramentos periódicos com base no cruzamento de informações geradas pelos SPEDS

Arquivo pessoal

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Célio Faria de Paula Contador – CRCMG 18754 Diretor e fundador da Tecol Consultoria Empresarial

e SINTEGRAS e outras obrigações acessórias produzidas pelos contribuintes. Utilizando-se de poderosos recursos tecnológicos e da informática, promovem varreduras nos procedimentos fiscais na busca, sempre com êxito, de inconsistências na apuração e recolhimento dos impostos. Examinam também os livros contábeis, visando aos indícios de sonegação ao investigarem as informações produzidas pela contabilidade, principalmente a movimentação bancária através da análise dos extratos das contas. Todos os valores a débito ou a crédito devem corresponder inequivocamente às operações relativas aos negócios do contribuinte. Embora em extinção, os cheques ainda são utilizados nas negociações com os fornecedores (pré-datados) e nem sempre os valores correspondem exatamente a um documento fiscal. Nesse caso, principalmente os cheques compensados, podem indicar a sonegação na compra de mercadorias e, consequentemente, a omissão de receita. No momento, esse tem sido o procedimento preferido dos auditores da Receita Estadual, principalmente nas pequenas empresas, gerando autuações significativas, muitas vezes impagáveis. Constatamos casos em que empresas jamais enviaram aos contadores seus extratos bancários. Por isso, novas ações devem ser implantadas na relação do profissional da contabilidade com os seus clientes, exigindo dos empresários procedimentos preventivos, destinados a evitar contingências fiscais ou tributárias. A presença de colaboradores da contabilidade nas empresas para avaliar com frequência as rotinas internas é indispensável para o alcance desses objetivos.


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Páscoa Brasil tem “a maior Páscoa do mundo em tonelagem e número de ovos”


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Produção menor Apesar de a Páscoa ser considerada a principal data para o setor de chocolates, o volume produzido para o período caiu de 2015 para 2016, passando de 19,7 mil toneladas para 14,3 mil, respectivamente. O volume de 2017 ainda não foi calculado pelo fato de a indústria estar em produção para a data, mas a previsão da Abicab é que seja repetida a produção do ano passado. Em 2015, foram 80 milhões de ovos, já em 2016 foram 58 milhões. O volume de vendas do ano passado caiu 27%, seguindo a queda na produção. Que é difícil encontrar alguém que não goste de chocolate todo mundo sabe. Mas você sabia que o Brasil tem “a maior Páscoa do mundo em tonelagem e número de ovos”? Quem afirma é o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), Ubiracy Fonseca. A entidade, que representa o setor de doces no país, afirma que cada brasileiro consome, em média, 2,5 quilos de chocolates por ano, o que faz do Brasil o quinto maior consumidor de chocolate do mundo. E, nesse ano, a Páscoa ficou para o mês de abril. Marcada para o dia 16, a data deve movimentar supermercados, mercados e lojas, ainda que o período seja retração econômica. No setor, há esperança de que as vendas deste ano sejam superiores às do ano passado. Uma das alternativas que deve auxiliar a alavancar as vendas é segurar os preços dos ovos de chocolate, uma forma de chamar atenção dos consumidores mais cautelosos. Segundo informações de algumas marcas nacionais, como Arcor e Cacau Show, a intenção é manter a alta de valores abaixo até a casa dos 6%, ou seja, inferior à inflação calculada nos últimos 12 meses, que fechou 2016 com 6,29%. No caso da Nestlé, a variação de 6% a 8% foi justificada pelo aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e dos custos de matéria-prima. A Lacta informou que os preços sofreram reajustes abaixo da inflação, sem informar o índice. Já a Kopenhagen procurou manter o preço do ano passado em boa parte dos produtos. De acordo com o presidente da Abicab, a expectativa para este ano é a recuperação. “O ano passado foi atípico, difícil, complicado para todos nós. Mas estamos recuperando essa produção.” A aposta positiva tem a ver, inclusive, com o fato de a Páscoa ser realizada no mês de abril, já no segundo trimestre do ano, quando os brasileiros já passaram pelo aperto típico do início do ano, causado por gastos com IPTU, IPVA e materiais escolares. Além disso, há os indícios de que a economia começa a dar os primeiros sinais de recuperação.

Vagas temporárias A expectativa é que a Páscoa desse ano gere aproximadamente 25 mil vagas de emprego temporárias, de acordo com previsão da Abicab. As contratações, que começaram em outubro do ano passado, devem persistir até o mês de março. Ainda segundo a entidade, a maior parte das oportunidades temporárias abertas com foco na Páscoa está na área de promoção e cadeia de vendas (85%), contra 15% de empregos em setores de produção. “Os números confirmam o compromisso das indústrias de chocolates em gerar empregos e investimento, contribuindo para o reaquecimento da economia do país”, destaca Fonseca.

Satisfazendo paladares e perfis Segundo o vice-presidente de chocolate da Abicab, Afonso Champi, a Páscoa deste ano tem sido encarada com muita confiança pela indústria. Ele afirma que o setor está preparado para satisfazer a todos os paladares e perfis de consumidores. “Para nós, da indústria, é necessário ter oferta para atender a todas as demandas. E teremos produtos de valor agregado mais baixo, produtos mais sofisticados e a recomposição de ovos para atender a todas as necessidades.” O número de lançamentos caiu de 147, no ano passado, para 120 este ano. Apesar dessa diminuição, houve maior diversificação de produtos para atender à demanda do consumidor, com ovos de variados tamanhos e faixa de preço mais ampla para atender a todos os bolsos. E nos lançamentos, as fabricantes optaram por misturar novos produtos aos tradicionais. No ano passado, as fabricantes de chocolate apostaram em ovos menores para atender a um público com menos dinheiro para gastar. A média de tamanho de ovos passou de 400 gramas em 2015 para 250 gramas em 2016. Segundo Fonseca, essa média se manteve este ano.


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Prazo para entrega da Rais vai até 17 de março Os empregadores de todo o Brasil têm até o dia 17 de março para encaminhar ao Ministério do Trabalho e Previdência Social a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) referente ao ano de 2016, com informações de todos os empregados. A entrega é obrigatória a todas as pessoas jurídicas que estavam com CNPJ ativo na Receita Federal no ano passado, com ou sem empregados. Além disso, a obrigatoriedade abrange todos os estabelecimentos com Cadastro de Empresa Individual (CEI) que possuem funcionários. A entrega é opcional para microempreendedores individuais sem empregados. A RAIS é a fonte de informação mais completa sobre empregadores e trabalhadores formais no Brasil. Nela constam dados como o número de empresas, em que municípios estão localizadas, o ramo de atividade e a quantidade de empregados. Ela também informa quem são os trabalhadores brasileiros, em que ocupações estão, quanto ganham e qual o tipo de vínculo que possuem

com as empresas – se são contratados por tempo indeterminado, temporários, servidores públicos ou estão ocupando cargos comissionados. Quem não enviar as informações até 17 de março pode pagar multas que vão de R$ 425,64 a R$ 42.641. O valor da punição varia de acordo com quesitos como o tempo de atraso e o número de funcionários da empresa. Quem fornecer informações incorretas também está sujeito à multa.

Como declarar O envio da declaração será feito apenas via internet. Para preenchê-la, é preciso utilizar programa disponibilizado pelo governo federal, disponível no site www.rais.gov. br, o GDRAIS 2016. Estabelecimentos sem vínculos empregatícios no ano-base devem fazer a Declaração da RAIS Negativa Web.


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Índice de sobrevivência de micro e pequenas empresas em JF é de 78,3% Estudo desenvolvido pelo Sebrae, intitulado “Sobrevivência de empresas no Brasil”, mostrou que a taxa de sobrevivência de micro e pequenas empresas é de 78,3% em Juiz de Fora. O percentual está acima das médias mineira, que foi de 77,4%; e nacional equivalente a 76,6%. A base utilizada pelo estudo é formada por negócios criados em 2012 que se mantiveram ou não no mercado até 2014, já que o levantamento analisa o período de existência equivalente a dois anos. A taxa nacional encontrada é a maior taxa de sobrevivência de empresas com até dois anos já calculada para as empresas nascidas em todo o período compreendido entre 2008 e 2012. Como a taxa de mortalidade é complementar à da sobrevivência, pode-se dizer que a taxa de mortalidade de empresas com até dois anos caiu de 45,8%, nas empresas nascidas em 2008, para 23,4% nas empresas nascidas em 2012. Na cidade, conforme verificado durante o levantamento, de cada cem empresas abertas, 21,7 fecharam as portas após os dois primeiros anos de existência. O maior percentual de sobrevivência no país, de 86%, foi verificado na cidade de Ouro Preto.

Por setores de atividade Em termos setoriais, para as empresas nascidas em 2012, verifica-se que a maior taxa de sobrevivência foi registrada nas empresas do setor industrial (80%), seguida pela taxa da construção (79%), do comércio (77%) e de serviços (75%). O bom desempenho do setor industrial foi puxado pelas empresas da indústria na região Sudeste, onde a taxa de sobrevivência das empresas constituídas em 2012 foi a 82%.

Resultados por segmentos de atividade No setor industrial, a taxa de sobrevivência variou entre 65% no “Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas” e 92% na “Fabricação de produtos de panificação industrial”. No comércio, a taxa de sobrevivência variou entre 43% no segmento de “Representantes comerciais e agentes do comércio de medicamentos, cosméticos e produtos de perfumaria” e 90%, no segmento de “Chaveiros”. No setor da construção, a taxa de sobrevivência variou entre 49% nos segmentos de “Construção de edifícios” e 86%, na “Aplicação de revestimentos e de resinas em interiores e exteriores”. No setor de serviços, a taxa de sobrevivência Variou entre 25% no transporte municipal de passageiros e 90% nos “Serviços de tatuagem e colocação de piercing”. O estudo mostrou que as taxas de sobrevivência mais alta estavam bastante presentes em segmentos mais tradicionais, que dependem mais do consumo básico das famílias (por exemplo: “Fabricação de produtos de panificação industrial”, manutenção/reparação de veículos, serviços de tatuagem, cabeleireiros, atividades de estética e beleza etc.).

Fatores Segundo informações do Sebrae, entre os fatores que contribuem para o fechamento das empresas estão: pouca experiência no ramo, abertura da empresa por necessidade, falta ou pouco planejamento, dificuldades gerenciais e de obtenção de empréstimos em bancos, falta de aperfeiçoamento de produtos/serviços, de investimento na capacitação da mão-de-obra, além de pouca inovação e falta de acompanhamento rigoroso de receitas e despesas.


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Mapa turístico de MG, definido pelo Ministério do

Turismo, perde 181 cidades Desde o ano passado, Minas Gerais deixou de ter 181 cidades mineiras reconhecidas como cidades turísticas pelo Governo Federal. O novo mapa do Ministério do Turismo é 60% menor do que o mapa definido em 2013. O que isso significa? Municípios historicamente reconhecidos como rotas obrigatórias para o turismo no Estado deixaram de ser foco no direcionamento de políticas públicas e no repasse de recursos federais voltados para o fomento da atividade. De acordo com o Ministério do Turismo, à época da divulgação do novo mapa, “o redimensionamento do mapa contribui para melhorar a capacidade da pasta em atuar de forma coordenada com os Estados, regiões turísticas e municípios. Com um mapa mais enxuto e que retrata de forma mais fiel a oferta turística brasileira, poderemos focar nossos esforços e otimizar nossos resultados”. Outra explicação para redução do mapa seria diminuição da verba destinada ao Ministério do Turismo. Em todo país, de 3.341 municípios constantes no mapa do turismo de 2013, foram cortados 1.166, o que equivale à baixa de 35%. Em Minas Gerais, que antes contabilizava 466 municípios no mapa, passou a contar com penas 285, um corte de 39%.

Juiz de Fora e seu entorno Entre as cidades da nossa região que integram o Circuito Caminho Novo, continuam no mapa: Juiz de Fora, Matias Barbosa, Santana do Deserto e Santos Dumont. Mercês, que não fazia parte, e foi inserida. Já Simão Pereira foi excluída do mapa. Com relação ao Circuito Caminhos Verdes de Minas, se mantêm na lista: Bicas, Coronel Pacheco, Goianá, Guarani, Mar de Espanha e São João Nepomuceno. Foram excluídas: Descoberto, Pequeri, Piau e Rio Novo.

Do Circuito Serras de Ibitipoca, continuam na lista: Bias Fortes, Bom Jardim de Minas, Lima Duarte, Rio Preto e Santa Rita de Jacutinga. Foram excluídas as seguintes cidades: Ibertioga, Pedro Teixeira, Santa Rita de Ibitipoca e Santana do Garambéu. Foi inserido o município de Olaria. Entre as integrantes do Circuito Serra do Brigadeiro que saíram do mapa estão todas as cidades: Antônio Prado de Minas, Divino, Ervália, Eugenópolis, Fervedouro, Miradouro, Muriaé, Patrocínio do Muriaé, Pedra Bonita, Rosário da Limeira e Vieiras. Do Circuito Serras e Cachoeiras, foi excluído do mapa o município de Dona Euzébia. Foram mantidos: Além Paraíba, Argirita, Cataguases, Itamarati de Minas, Laranjal e Leopoldina. Foram inseridos: Rodeiro e São Sebastião da Vargem Alegre. Do Circuito Trilha dos Inconfidentes, foram excluídos do mapa: Entre Rios de Minas e Ibituruna. Foram mantidos: Alfredo Vasconcelos, Antônio Carlos, Barbacena, Barroso, Carrancas, Conceição da Barra de Minas, Coronel Xavier Chaves, Dores de Campos, Itutinga, Lagoa Dourada, Madre de Deus de Minas, Nazareno, Piedade do Rio Grande, Prados, Resende Costa, Ritápolis, Santa Cruz de Minas, São João del-Rei, São Tiago e Tiradentes.

Surpresa Causa espanto, ainda, a retirada do mapa turístico de Minas Gerais de cidades como: Cambuquira e São Lourenço (Circuito das Águas); Araxá (Circuito Canastra); Uberaba (Circuito Lagos); entre outras. A lista completa, divulgada em 2016, pode ser consultada no portal Ministério do Turismo.


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Registro do Paraibuna, às margens da Estrada União Indústria, em Simão Pereira, cidade excluída do mapa turístico de MG Aline Furtado


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comportamentos online que você precisa interromper agora

A internet, no início, não era o lugar mais amigável para usuários. Para se conectar era preciso de uma tecnologia avançada, além de contar com a internet discada, mais lenta e instável. Naquele período, o comportamento, no que diz respeito à segurança, não era o foco dos usuários. No entanto, hoje vivemos o mundo do wi-fi e das mídias sociais, no qual a conexão é tão fácil que crianças podem navegar pela rede em um tablet. É possível comprar, vender, fazer transações bancárias, trabalhar e socializar online, mas é preciso lembrar que tal ambiente está repleto de criminosos. Neste mundo em que tudo está conectado, é preciso, mais do que nunca, ter cuidado, já que informações pessoais estão nas redes. Tendo isso em mente, a Kaspersky Lab preparou uma lista com sete comportamentos comuns e perigosos aos quais estamos suscetíveis todos os dias, ações que devem ser interrompidas imediatamente. Confira:


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1. Confiar demasiadamente em wifi aberto Redes de wi-fi, de uma maneira geral, representam risco, começando com a confiança depositada na legitimidade dela. Por exemplo, criminosos podem criar um ponto de acesso wi-fi e nomeá-lo de maneira plausível como “Wi-Fi aberto McDonalds” ou “Hotel Guest 3”. Caso você tenha garantido que uma rede aberta de wi-fi é o que parece, não significa que criminosos não estejam espionando a rede. Utilize as redes suspeitas da maneira mais segura possível: evite acessar sites que requeiram inserção de informações de login, assim como não faça qualquer transação financeira. Nada de banco ou compras. Se possível, use VPN.

2. Escolher senhas simples Nomes de animais de estimação, aniversários, nomes de familiares e coisa do gênero caracterizam as piores senhas possíveis. No lugar disso, tente usar opções difíceis de adivinhar. A boa notícia é que uma senha confiável não precisa ser algo como ilegível como ML)k[V/u,p%mA+5m – completamente aleatório e do qual você nunca lembrará. Experimente técnicas de criação de senhas fortes e fáceis de memorizar.

3. Reutilizar as senhas Você finalmente achou uma senha incrível. Forte como um touro. Fácil de lembrar, difícil de descobrir. Adivinhe? Não pare por aí, você precisará de mais senhas. Porque mesmo que diminua a chance de um hacker adivinhar sua senha, a chance de suas informações serem comprometidas em um hack de base de dados ainda existe. Por isso, não use a mesma senha para todos seus cadastros.

4. Clicar em links recebidos por e-mail Quem imaginou que enviar links por e-mails era uma boa ideia? Bem, muita gente – incluindo criminosos. Clicar em um link de spam ou phishing pode levá-lo automaticamente para um site que baixará um malware para seu computador ou para um site que pode até parecer familiar, mas irá roubar sua senha. Também não clique em links que servem apenas para atrair likes. Como posts com mensagens como “curta e compartilhe para ganhar um smartphone!” No melhor dos

casos, você não ganhará nada, mas é possível que esteja ajudando criminosos a validarem suas práticas.

5. Fornecer informações de login a qualquer um A única forma de ter certeza de que ninguém malintencionado tenha suas informações é mantê-las para si.

6. Avisar à internet inteira que você estará viajando “Na praia por duas semanas – inveja?”, “Indo para o México!”, “Alguém pode cuidar do Rex enquanto fico fora por duas semanas?”, e fotos com geolocalização que mostrem o local onde foram tiradas? Mantenha essa informação apenas entre os amigos confiáveis – especialmente, em mídias como o Facebook, que exibem sua cidade de residência.

7. Aceitar as configurações de privacidade padrão de redes sociais As mídias sociais fornecem grande controle sobre o volume de informações que você transmite – para o público e para suas conexões, para terceiros, entre outros. Mas talvez você queira investigar melhor e acabe descobrindo que essas configurações podem mudar (como o Facebook) com certa frequência. Antes de registrar uma nova conta, tire cinco minutos para dar uma boa olhada nas suas configurações de privacidade. Para contas já existentes, deixe de lado alguns minutos para confirmar se você está compartilhando suas informações apenas com quem você quer. Então, antes de postar algo para seus amigos no Facebook, seus seguidores no Twitter, suas conexões no LinkedIn, ou seja, lá pra quem mais você queira transmitir, pense um pouco só para ter certeza de que você não está enviando a estranhos informações que possam ajudá-los a se passar por você ou prejudicá-lo de alguma forma. Lembre-se de que, na maioria das vezes, vale a pena se manter alerta – e desconfiado – com sua vida virtual. Serviços online de provedores de wi-fi até bancos e redes sociais buscam fazer com que o usuário se sinta confortável, mas para criminosos online, essa inércia é uma oportunidade de fazer dinheiro. Então, está pronto para ficar atento, inclusive online? Fonte: Administradores.com


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Empresas terĂŁo prazo para adequar mĂĄquinas e equipamentos antes de serem autuadas


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Uma mudança publicada no Diário Oficial da União pelo Ministério do Trabalho, no dia 12 de janeiro, estabelece novas regras para a fiscalização da Norma Regulamentadora 12 (NR -12), que trata da segurança e saúde do trabalhador que opera máquinas e equipamentos, como para panificação e confeitaria (amassadeira, batedeira, fatiadora de pães, modeladora) e açougue e mercearia (amaciador de bifes, moedor de carne, moinho de farinha de rosca). Os auditores fiscais do trabalho continuarão inspecionando as empresas para conferir se a segurança das máquinas e equipamentos que a NR -12 estabelece está sendo observada. Porém, darão prazo para os empresários se adequarem, antes de emitir autos de infração e multas. A alteração visa atender ao interesse de proteção da saúde e segurança dos trabalhadores, além de conciliar com as empresas que têm a verdadeira intenção de regularização, dando a elas a oportunidade de adequação. Ao mesmo tempo, essa mudança estabelece aos auditores fiscais uma maior autonomia durante as fiscalizações. “O objetivo maior é o cumprimento da norma de proteção, propiciando às empresas espaço para adequação das dificuldades técnicas e financeiras que colocam obstáculos à regularização, para busca conjunta de uma solução adequada a cada caso”, disse Marcio Milan, representante titular da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na Comissão Nacional Tripartite Temática da NR 12 (CNTT NR12). “Os trabalhadores não sofrerão qualquer prejuízo ou ameaça com o novo procedimento”, completou.

Entenda as alterações 1ª mudança Antes - Na primeira visita do auditor fiscal do trabalho, toda irregularidade identificada poderia gerar um auto de infração e, como consequência, uma multa. Agora - Na primeira visita, o auditor fiscal do trabalho apenas identifica as irregularidades e estipula um prazo para o empresário fazer as adequações, sem emissão de auto de infração. Esse prazo será de até 12 meses, dependendo da complexidade da adequação.

2ª mudança Antes - A autuação já previa a correção da irregularidade. Caso houvesse uma segunda fiscalização e o problema ainda não tivesse sido corrigido, o empresário recebia uma nova multa com majoração pela reincidência. Agora - Se o empresário não conseguir cumprir a determinação dentro do prazo estabelecido pelo auditor fiscal ele poderá submeter à apreciação da fiscalização um plano de trabalho com prorrogação dos prazos, no qual deverá constar justificativa técnica ou econômica devidamente comprovada e prazos bem definidos para cada ação. Enquanto vigentes os novos prazos não haverá imposição de multa.

O que não muda Máquinas que oferecem risco grave e iminentes de acidentes serão imediatamente interditadas. Essa mudança ficará em vigor por 36 meses. Esse é o prazo que a Comissão Nacional Tripartite Temática da NR – 12 terá para estudar a debater melhorias na Norma. O grupo é composto por representantes de trabalhadores, empregadores e do governo e tem como uma das atribuições monitorar a aplicabilidade da lei. Com informações da CNC


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Diferenciação

de preços

“Vantagens para ambos os lados” Desde que foi autorizada, no fim do mês de dezembro do ano passado, a Medida Provisória (MP) nº 764/2016 trouxe mudanças na política de definição de preços de lojas de todo o país. A medida autoriza a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público, em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado. Assim, o que tem se percebido nos estabelecimentos comerciais é a redução de preço no caso de pagamento em dinheiro. A medida faz parte de um pacote de medidas microeconômicas anunciadas pelo governo para estimular a economia, que passa por um período de forte recessão. Para o presidente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), Emerson Beloti, a medida formaliza uma prática comum, que já era constatada antes mesmo da autorização. “As vantagens vêm para ambos os lados. O lojista não lucra, já que o que ele pagaria à operadora de cartão é oferecido ao cliente em forma de desconto. A vantagem para ele é poder fidelizar e garantir o retorno daquele consumidor ao seu estabelecimento. Já o consumidor consegue economizar. Os descontos nem sempre são muito altos, mas podem chegar a 20% em alguns casos. Isso faz com que o consumidor empregue o valor ‘ganho’ em outras compras, girando, assim, o comércio.” Para os lojistas, uma das desvantagens do cartão de crédito são as taxas, que variam de 3% a 7% em cima da compra. Além disso, há o preço do aluguel da máquina de cartão e a perda da liquidez, já que as operadoras precisam de cerca de 30 dias para repassar o valor. Em casos de compras no cartão de débito, a taxa é cerca de 1% menor que no crédito, com repasse imediato ao estabelecimento. Para a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), a Medida Provisória oferece mais uma opção de pagamento ao consumidor, que definirá a melhor escolha de acordo com suas necessidades. Em nota, a associação afirma: “A Abecs acredita que o meio eletrônico de pagamento continua sendo a melhor opção, pois gera mais conveniência, praticidade e segurança para o consumidor e também para o comerciante, que elimina os custos com inadimplência e manuseio de dinheiro e cheque”.


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“Prática abusiva” Para a Proteste, entidade de defesa do consumidor, a medida de diferenciação de preços é “abusiva, pois restringe os meios que podem ser utilizados pelo consumidor para pagamento do produto ou serviço contratado. Ao aderir a um cartão de crédito, o consumidor já paga anuidade ou tem custos com outras tarifas e paga juros quando entra no rotativo. Por isso, não tem porque pagar mais para utilizálo”, informou, em nota.

Sobrepreço A autorização da prática pela MP trouxe à tona outra discussão: a possibilidade de se tornar comum embutir os custos do cartão já no preço anunciado dos produtos. Assim, ao conceder o desconto à vista, o comerciante estaria, na verdade, cobrando o que seria o preço normal. “A nova regra é um retrocesso e infringe o Código de Proteção e Defesa do Consumidor (CDC). Na prática, a composição dos preços já leva em consideração as taxas que as empresas pagam para as administradoras de cartão e outros custos envolvidos quando há prazo para liberação dos recursos”, declararam em nota. O texto afirma que as entidades avaliam que “poderá haver um sobrepreço cobrado daqueles que desejam pagar com cartão ou cheque pré-datado”, afirmam, em nota, o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e da Associação Brasileira de Procons (Procons Brasil).

De olho nas vitrines Com a mudança, o empresário precisa ficar atento à precificação correta na vitrine. Conforme o Código de Defesa do Consumidor, os comerciantes têm a obrigação de garantir, na oferta e apresentação de produtos e serviços, a informação clara, precisa, ostensiva e em língua portuguesa, sobre o preço. A forma de se cumprir essa obrigação é detalhada pela Lei Federal 10.962, de 11/10/2004, e pelo Decreto Federal 5.903, de 20/09/2006. “A medida obriga o fornecedor a prestar mais informações. E é preciso lembrar que existe a obrigatoriedade de informação correta sobre o preço”, lembra o superintendente da Agência de Proteção e Defesa do Consumidor de Juiz de Fora (Procon/JF), Eduardo Schroder.


Pesquisa mostra que as pessoas exploram mais seus interesses no

Instagram do que em outros meios

A pesquisa Instagrammers no Brasil, realizada pelo Facebook Marketing Science e Qualtrics, no terceiro trimestre de 2016, mostra como a plataforma de fotos e vídeos é querida pelos brasileiros, que, cada vez mais, exploram suas paixões e interesses nas palmas das mãos. Mais uma prova de sua preferência entre os mais de 35 milhões de pessoas ativas no país é que hoje Instagram é o terceiro aplicativo mais acessado no país, segundo dados da eMarketer do ano de 2015. Na plataforma, elas descobrem suas próximas viagens, receitas, tendências, marcas e produto – o que durante muito tempo foi feito em mídias offline.


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Essa relação com a plataforma é tão forte que, em média, o brasileiro acessa nove vezes o Instagram por dia, sem contar que 51% dos ativos na plataforma não se imaginam um dia sem acessar o aplicativo, segundo a pesquisa. Em cada visita, as pessoas podem descobrir algo novo, refinam o seu interesse e realizam uma ação, seja comprar um produto ou assistir a um filme.

Onde a minha marca entra nisso? O Instagram proporciona às marcas uma oportunidade única de alcançar seu público-alvo a partir dos interesses e paixões dele, já que o app os acompanha em qualquer lugar e está presente em todos os momentos do dia a dia, na palma da mão. Isso porque dois em cada cinco entrevistados já fizeram uma compra inspirados na plataforma, sendo que 84% realizaram no ambiente digital e 33% compraram em loja física.

Oito em casa dez pessoas já fizeram algo inspiradas pelo Instagram. O que elas fizeram?

Anuncie! Há outra oportunidade de negócio na plataforma, sem contar as ações realizadas – vistas no texto –, que é a de descobertas de marcas ou produtos no Instagram, o que já aconteceu com 59% dos entrevistados da pesquisa. Se a sua empresa quer fazer parte desse universo de inspiração e ação, crie um anúncio! Fonte: Facebook


Notícias 44

Vendas Como otimizar os resultados com perguntas

É indiscutível o impacto da tecnologia nas vendas. O processo pode ser completamente conduzido pelo próprio consumidor, desde a escolha do produto até o fechamento da compra e pagamento – auxiliado, evidentemente, por tecnologias de e-commerce. Mas não existe um horizonte visível em que o contato humano será absolutamente descartável. Mesmo com chatbots, inteligência artificial e todo o instrumental que o empreendedor tenha à mão, situações em que ele estará numa sala com um cliente para acertar uma venda vão continuar acontecendo. Isso é ótimo. E pode ser melhorado. Quando isso acontece, uma das melhores maneiras de persuadir o potencial cliente é fazendo boas perguntas e ouvir com atenção o que ele tem a dizer. “Vender, no fim das contas, é muito mais fácil quando a pessoa que quer comprar de você está, essencialmente, vendendo-se ela própria”, afirma Bill Carmody, CEO da Trepoint, em artigo no Inc.com. Por isso não adianta tentar empurrar o produto. Ao invés disso, defende Bill, o método mais útil para fazer o potencial cliente falar é fazer boas perguntas. “Considerando que você já estabeleceu um entendimento, perguntas são poderosas porque elas invocam a imaginação do cliente”, diz. Quando uma pergunta é feita, o interlocutor naturalmente usa a imaginação para elaborar uma resposta à altura. É aí onde se encontra o real valor de uma reunião para fechar uma venda. Para Bill, há três maneiras de as perguntas ajudarem o fechamento de um negócio.


Notícias 45

1. Uma pergunta poderosa muda o foco da pessoa.

2. Perguntas têm o poder de mudar a convicção das pessoas.

Para responder a uma pergunta, é necessário pensar sobre o que foi perguntado. Ao pensar na resposta, a mente desenha um cenário que pode mudar o foco da conversa. Como afirmava Gandhi, “pensamentos se tornam palavras, e palavras se tornam ações”. “Antes de comprar, o cliente precisa imaginar a possibilidade de comprar determinado produto. Perguntas plantam sementes que fazem o cérebro trabalhar, pensar e enxergar a arte do possível”, ressalta Bill.

Se o cliente se encontra em um dilema, perguntas podem ajudá-lo a pensar em diferentes possibilidades e até deixar de lado suas próprias objeções. É um método mais eficaz do que simplesmente soterrá-lo com argumentos. “Quando alguém se opõe firmemente ao que você diz, a maneira mais eficaz de contrapor uma objeção é devolvendo uma pergunta”, analisa Bill. Quando o interlocutor tenta explicar sua objeção, é normal que pense duas vezes ou até mude de ideia rapidamente sobre o tema. “As perguntas certas destravam os verdadeiros problemas ao mesmo tempo em que apagam as coisas sobre as quais o outro não tem convicção real”, conta o CEO. O ato de explicar uma convicção fraca irá resultar em uma revisão ou autocorreção por parte do próprio cliente.

3. Perguntas são a chave para acessar experiências de vida importantes. Uma das melhores maneiras de acessar uma memória importante do cliente é fazendo uma pergunta do tipo “você pode citar um momento em que...”. Essa também é uma maneira eficiente de fechar uma venda. Experiências pessoais levaram aquela pessoa a sentar naquela sala de reunião naquele determinado momento. Qualquer pergunta que leve a pessoa a falar sobre suas experiências cria uma conexão emocional. É importante lembrar que fazer perguntas não significa manipular. O cliente não pode ser forçado a algo que ele não quer; caso contrário, sentirá remorso após a compra e buscará maneiras de deixar o compromisso assumido. Perguntas ajudam os clientes a entender onde eles querem chegar. Se o produto que está sendo vendido realmente é útil nessa jornada, as perguntas vão ajudá-lo a perceber isso. Caso contrário, a reunião em si terá sido uma grande experiência, tanto para o vendedor quanto para o cliente, e não uma completa perda de tempo. Ou seja, uma confiança começou a ser construída e pode resultar em vendas futuras. Fonte: Adminstradores.com


Notícias dos Associados História 46

FORDKAR Há 20 anos no mercado, sempre no mesmo endereço, a Fordkar é a única empresa de peças e acessórios de linha única em Juiz de Fora. “Já existiram outras, de outras linhas, mas fecharam com o passar do tempo”, afirma o proprietário Jorge Alvim de Araújo. A Fordkar trabalha exclusivamente com a linha Ford. A empresa, familiar, fornece peças não apenas a consumidores finais, mas também a oficinas. “Trabalhamos atendendo não apenas a Juiz de Fora, mas também a cidades da região, como Bicas, Lima Duarte, Leopoldina, São João Nepomuceno, entre outras.” Questionado a respeito da divulgação do seu trabalho, Jorge afirma que nunca investiu em propaganda. “O que ocorre é o boca a boca. Creio até que o fato de trabalhar com uma linha exclusiva contribua para isso. Quem vem, encontra o que procura e acaba divulgando.” Para Jorge, um dos diferenciais da Fordkar, além de trabalhar com linha exclusiva, é o atendimento. “Prezamos pelo bom atendimento porque buscamos cativar nossos clientes.” Ele conta que, apesar das vantagens de se trabalhar com linha exclusiva, não é fácil se fixar no mercado por duas décadas. “O fato de não ser multimarcas acaba fazendo com que o trabalho seja muito direcionado.” Como empresa familiar, a Fordkar é comandada pelo pai, Jorge, mas, ao longo do tempo, absorveu seus três filhos, Jorge, Gabriel e Danielly. “Naturalmente eles foram chegando e já estamos no processo de passar a empresa para as mãos deles.”

Fachada atual - Rua Henrique Vaz 347, Ladeira Sindicomércio-JF

Jorge ladeado pelos filhos Jorge e Danielly Sindicomércio-JF


História dos Associados 47

Cirúrgica Santa Rita Prestes a completar 28 anos de mercado, no dia 10 de abril, a Cirúrgica Santa Rita é referência em Juiz de Fora e na região. A empresa ocupa o terceiro endereço na mesma rua, Santa Rita. O começo, no ano de 1989, foi no número 420, onde ficou por quatro anos. “Depois um pouco e ocupamos o 434. Há dois anos estamos nessa loja, maior”, explica o proprietário Alexandre Geraldo Almeida Paula, sócio da esposa na empresa. Ela conta que quando abriu a Cirúrgica Santa Rita não havia, em toda a cidade, apenas uma empresa de material hospitalar no ramo do varejo. “Minha mãe e duas tias tinham uma empresa do mesmo ramo, mas era atacado. Funcionava na rua Padre João Emílio, no Alto dos Passos. Como trabalhava com elas, foi lá que conheci a linha de produtos e tomei gosto.” Alexandre explica que na cirúrgica os produtos eram bem diferentes dos oferecidos na empresa da sua mãe e de suas tias. “Aqui a variedade de produtos oferecidos foi crescendo

ao longo do tempo. Aos poucos fomos incorporando novos produtos, enquanto eliminamos alguns, conforme a demanda e as novidades que surgem.” Fornecendo não apenas ao consumidor final, mas também as entidades e instituições, Alexandre revela que suas preocupações sempre estiveram voltadas a oferecer produtos de qualidade e ter um ótimo atendimento. “Procuro enxergar o mercado como um todo. Para isso é importante me informar sobre as novidades relacionadas ao ramo, assim como manter a equipe motivada e treinada. Nossa empresa tem como características a organização, a confiança e a tradição, o que foi conquistando ao longo dessas quase três décadas. O mérito não é só meu e da minha esposa, mas de toda a equipe.” De olho no digital, a Cirúrgica anta Rita conta com um site e uma fanpage em uma rede social, que funcionam como vitrine dos produtos oferecidos. “É mais uma forma de sermos visto. E dá retorno”, garante.

Loja atual, na Rua Santa Rita 468

Loja antiga

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Saiba mais sobre a

febre amarela Doença infecciosa febril aguda, a febre amarela é causada por arbovírus (vírus transmitido por artrópodes), transmitido por vetores. A doença pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente. As primeiras manifestações são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela. Os casos de febre amarela no Brasil são classificados como febre amarela silvestre ou febre amarela urbana, sendo que o vírus transmitido é o mesmo, assim como a doença que se manifesta nos dois casos, a diferença entre elas é o mosquito vetor envolvido na transmissão. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela são principalmente os mosquitos Haemagogus e Sabethes, que transmitem o vírus, enquanto os macacos são os principais hospedeiros. Nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada adentra uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti. A infecção ocorre quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Esse tipo de infecção não é registrada no Brasil desde 1942. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. Outra informação importante é que uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra. Para evitar o contágio, o Ministério da Saúde recomenda que as pessoas que residem ou viajam para regiões silvestres, rurais ou de mata dos municípios que compõem a área com recomendação de vacinação (leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, oeste da Bahia, além do noroeste do Rio de Janeiro, que está localizado na divisa com áreas que têm registros de casos), se vacinem. A vacina é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país.


Espaço Saúde 49

Tratamento Não há nenhum tratamento específico contra a doença. O médico deve tratar os sintomas, como as dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos. Salicilatos devem ser evitados (AAS e Aspirina), já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. O médico deve estar alerta para quaisquer indicações de um agravamento do quadro clínico.

Quem perdeu o cartão de vacinação deve procurar o serviço de saúde que costuma frequentar e tentar resgatar o histórico. Caso isso não seja possível, a recomendação é iniciar o esquema normalmente. Portanto, pessoas a partir de cinco anos de idade que nunca foram vacinadas, ou sem comprovante de vacinação devem receber a primeira dose da vacina e um reforço, dez anos depois. Vale destacar que a situação de saúde deve ser informada ao profissional de saúde, para que seja possível avaliar se há contraindicação.

Prevenção

Contraindicação

Além da vacinação, como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolveremse na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

A vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos. Outra recomendação é que a vacina para febre amarela não deve ser aplicada ao mesmo tempo que a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (que inclui proteção contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Se a criança tiver alguma dose do Calendário Nacional de Vacinação em atraso, ela pode tomar junto com a febre amarela, com exceção da tríplice viral ou tetra viral. A criança que não recebeu a vacina para febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar a situação vacinal, a orientação é receber a dose de febre amarela e agendar a proteção com a tríplice viral ou tetra viral para 30 dias depois.

Vacinação Atualmente, o esquema de vacinação da febre amarela é de duas doses, tanto para adultos quanto para crianças. As crianças devem receber as vacinas aos nove meses e aos quatro anos de idade. Assim, a proteção está garantida para o resto da vida. Dos seis aos nove meses de idade incompletos – a vacina está indicada somente em situação de emergência epidemiológica ou viagem para área de risco. Para adultos, que não tomaram as doses na infância, a orientação é uma dose da vacina e outra de reforço, dez anos depois da primeira. Como mencionado anteriormente, as recomendações são apenas para as pessoas que vivem ou viajam para as áreas de recomendação da vacina. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a essas áreas, não precisa buscar a vacinação neste momento.

Balanço até 8 de fevereiro Até o dia 8 de fevereiro, o Ministério da Saúde registrou 70 mortes em decorrência da doença nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo. Essas localidades já confirmaram 215 casos da doença. Ao todo, até a data, foram registrados 1.060 casos suspeitos, sendo que 765 permanecem em investigação e 80 foram descartados. Dos 166 óbitos notificados, 70 foram confirmados, 93 ainda são investigados e três foram descartados. Os estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia e Tocantins continuam com casos investigados e/ou confirmados. Com informações do Ministério da Saúde, da Agência Brasil e do Portal Saúde


Motivacional 50

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Depois de dominá-lo,

Carlos Hilsdorf Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos cinco melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers “Atitudes Vencedoras”, apontado como uma das cinco melhores obras do gênero (VEJA, Guia de Carreira, Ed. 1832), “51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira”, “Revolucione Seus Negócios” e do lançamento “Atitudes Empreendedoras”. Referência nacional em desenvolvimento humano.

esqueça o óbvio! Não defendo e não concordo com a ideia simplista de que fazer o óbvio é suficiente para um bom resultado em negócios. Com certeza, por uma questão de boa lógica e não mera obviedade, não fazer o óbvio também não é saudável aos negócios. Diante disto, facilmente concluímos que precisamos fazer um óbvio bem feito e um “além do óbvio” excelente se quisermos ser competitivos. Assim, vamos refletir sobre algumas questões essenciais óbvias e não óbvias frequentemente esquecidas: 1. Lucratividade é função direta da qualidade do modelo de negócios e não apenas do modelo comercial. Ainda que nenhum de nós deva arcar com a ingenuidade de subestimar a importância do modelo comercial, uma grande maioria ainda superestima esta importância em detrimento de outras questões fundamentais de administração e marketing. 2. O modelo de negócios não se restringe ao planejamento estratégico que, mesmo sendo brilhante, frente a uma execução mediana (não devemos nem pensar em medíocre), não passa de um documento bem redigido. O modelo de negócios que não contempla em profundidade o impacto racional e emocional que causará nas pessoas (clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas) sequer merece o nome de um modelo de negócios. 3. Atitudes que não agregam valor a todos os stakeholders envolvidos nos negócios, ainda que sejam uma prática comum e até “aceita” em determinados segmentos de negócios (práxis), são imediatistas e autocanibalistas. Modelos excessivamente comerciais que ainda praticam um sell in sem correspondente sell out, embora falem com orgulho de suas iniciativas, esquecem-se do que pregam a seus diretores, gerentes, supervisores e força comercial: o que conta é a qualidade do resultado! Estes são apenas três tópicos para refletirmos juntos. Não fazer o óbvio bem feito é um absurdo. Fazer apenas o óbvio, ainda que bem feito, é commoditização total. Como commoditização é a palavra sofisticada para definir suicídio empresarial, precisamos decidir com urgência: vida ou morte aos nossos negócios? O pior tipo de suicídio em negócios é o que acontece tão lentamente que parece ser, apenas, uma leve anemia. Se a medicina está sofrendo do mal da medicalização dos sintomas e esquecimento das causas, que o mesmo não ocorra em administração e marketing. A vida do “paciente” contém a vida de suas células que, em negócios, somos nós!


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É melhor agir como neurônios a agir como células epiteliais… O Walmart cresceu, e muito, em momentos de crise da economia americana, comunicando em sua propaganda que estava realizando novas parcerias e negociações com seus fornecedores para oferecer os melhores preços da história, comunicando na linha “Estamos juntos”, sem mencionar a palavra crise! Observe o slogan da Home Depot - “More Saving, more doing” - Quanto mais você economiza, mais você pode fazer. Trata-se de uma comunicação focada no sonho de remodelar ou construir a casa sem qualquer menção à crise e que traz implícita a declaração de compromissos com os melhores preços. Em um país como o nosso, onde não se faz, em geral, de maneira consistente, queima de estoque, ainda se faz foco no tema que assusta os consumidores, colocando-os na posição de adiamento de consumo? Quando, enfim, iremos aprender? Se uma overdose de “sales” e liquidações pipoca em cada esquina e o varejo fica povoado de vendedores com ar de tristeza, estamos apenas evidenciando a crise e deixando as pessoas mais preocupadas e resistentes ao consumo. Será que a criatividade das pessoas envolvidas com comunicação, marketing e vendas não consegue gerar peças, anúncios e práticas minimamente mais criativas, otimistas e cativantes? A questão não reside em utilizar ou não promoções e liquidações (mecanismos clássicos), mas em como comunicálos utilizando apelos de evocação positiva. Um pouquinho mais de Walmart e Home Depot não fará nada mal aos profissionais da área de comunicação, marketing e vendas. Parafraseando Henry Ford, como clientes, poderíamos dizer: “Se eu tivesse um único dólar, investiria em propaganda, INTELIGENTE E BEM FEITA!”. Caso contrário, não dá para culpar os clientes que freiam seus investimentos em propaganda nestes períodos. Se não conseguem ver recall positivo, por que investiriam? Para além da cultura ainda deficiente de propaganda e marketing de milhares e milhares de empresas, precisamos profissionalizar a oferta criativa e mercadológica, especialmente das pequenas e médias agências. Marketing é criar mercado, não assustá-lo. Propaganda é a arte de comunicar o apelo correto para cada momento e público. Na ausência destas condições conceituais mínimas, a crise da propaganda se soma à crise político/financeira e, mais especificamente, à crise de confiança e perspectivas. Treine seus clientes, mas treine antes seu próprio pessoal de atendimento e criação!


Ações de Representatividade 52

Presidente do Sindicomércio-JF participa do programa Mesa de Debates O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, participou, no período que antecedeu o Natal, do programa Mesa de Debates, exibido pela TVE Juiz de Fora. O tema abordado foi contratação temporária para o Natal.

A debatedora, jornalista Neusa Bernardes; a consultora de RH, Carol Portilho; o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti; o apresentador, João Villa Real; a psicóloga, Patrícia Rossini; e o professor, José Luiz Ribeiro Divulgação

Estande do Sindicomércio chama atenção na 2ª Conferência Contábil O Sindicomércio-JF marcou presença na 2ª Conferência Contábil de Juiz de Fora e Região, realizada nos dias 9 e 10 de novembro, no Independência Trade Hotel. A entidade participou com um estande, onde os participantes tiveram a oportunidade de saber mais sobre os convênios, produtos e serviços oferecidos. O evento, considerado o maior de contabilidade da Zona da Mata, reuniu profissionais, empresários e acadêmicos para troca de informações e conhecimentos sobre o setor, em diversos painéis e palestras técnicas e motivacionais. A Conferência foi realizada pelo Núcleo de Contadores e Consultores de Juiz de Fora (Sinercon), em parceria com o Conselho Regional de Contabilidade (CRC/MG), além de contar com apoio da Federação dos Contabilistas de Minas Gerais (FECON).

Movimento no estande Sindicomércio-JF


Sindicomércio-JF participa da inauguração da nova sede do Sinercon O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula, representou, recentemente, a entidade no evento de inauguração da nova sede do Sinercon (Núcleo de Contadores e Consultores de Juiz de Fora). Com sede na rua Batista de Oliveira, o núcleo tem como objetivo o desenvolvimento e o fortalecimento da classe contábil.

O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula; o então presidente do Sinercon, Luís Cláudio Noé Côrtes; e o presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais (CRCMG), Rogério Marques Noé Divulgação Sinercon

Sindicomércio-JF e Sintral negociam CCT 2017 O Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), entidade patronal, e o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Locação em Geral do Estado de Minas Gerais (Sintral-MG), entidade laboral, estão em fase de negociação para a Convenção Coletiva de Trabalho 2017. A primeira reunião (foto abaixo) foi realizada no mês de dezembro.

O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula; o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti; o presidente do Sintral-MG, Geraldo Anatólio da Silva, e o assessor do Sintral-MG, Rogério Leonardo Freitas Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 54

Representantes da Fecomércio MG visitam JF Representantes da Fecomércio MG estiveram em Juiz de Fora nos dias 9 e 10 de janeiro para conhecer melhor as políticas de importação e exportação de mercadorias, a fim de estreitar o relacionamento com a cidade. Durante a estada em Juiz de Fora, o grupo visitou, juntamente com representantes do Sindicomércio-JF, a sede da Fiemg Regional Zona da Mata, sendo recepcionados pelo presidente, Francisco Campolina, além de ter tido oportunidade conhecer o Porto Seco da cidade. No local, o grupo foi recepcionado pelo diretor geral da Multiterminais, empresa que administra o espaço, Alexandre Rezende.

Aline Grazielle de Carvalho Pereira (Departamento Comercial Fecomércio MG), Francisco Campolina (presidente da Fiemg Regional Zona da Mata), Emerson Beloti (presidente do Sindicomércio-JF), Alexandre Rezende (diretor geral da Multiterminais), Maria Fernanda Quirino (analista de Comércio Exterior da FIEMG Regional ZM) e Juliana Peixoto Chaves Gomes (analista de Negócios Internacionais Fecomércio MG) Sindicomércio-JF

Representantes da Granbery Consultoria participam de reunião no Sindicomércio-JF Representantes da Granbery Consultoria, empresa júnior da Faculdade Metodista Granbery, estiveram na sede do Sindicomércio-JF no dia 16 de janeiro, quando participaram de uma reunião com o presidente da entidade, Emerson Beloti. O encontro foi para tratar de parcerias entre as duas instituições.

Sergio Costa de Paula (superintendente Sindicomércio-JF), Rafael Ewandyr Aguiar (diretor presidente Granbery Consultoria), Emerson Beloti (presidente Sindicomércio-JF), Fernanda Arruda Ricardo (assessora de marketing Granbery Consultoria), Leonardo Machado (assessor de Desenvolvimento Humano e Organizacional), Adeliane Barros (Planejamento e Qualidade Sindicomércio-JF) Sindicomércio-JF


Revista 28 web  
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