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Sindicomércio-JF

mensagem do PRESIDENTE Prezado(a) leitor(a), O consumidor vem mudando seus hábitos e o empresário precisa estar atento a estas evoluções. Recente pesquisa do Sindicomércio, vide matéria de capa, apontou essa afirmação. O horário habitual, de segunda a sexta, de 8 às 18h, seguido por muitas empresas devido a seu ramo de atividade, já está dando lugar para o horário de 9 às 19h, já praticado por diversas empresas do comércio. O setor de prestação de serviços, também representado pelo Sindicomércio-JF, já está, quase em sua totalidade, praticando o horário até as 19h. É importante o empresário perceber que não devemos ficar presos a conceitos pessoais, já que os horários de funcionamento de nossas empresas não pertencem ao nosso gosto e sim ao desejo e às necessidades dos consumidores de cada estabelecimento. Outro dado apontado na pesquisa diz respeito ao sábado. Tradicionalmente, o horário de funcionamento é de 8 às 12h, adotado por muitos segmentos; outros, de 9 às 13h. No entanto, é preciso verificar com atenção, já que a pesquisa mostra uma tendência de que em breve futuro as empresas estendam o fechamento para as 16h, devido a essa mudança de comportamento do consumidor. É evidente que os empresários devem seguir o que preceitua sobre carga horária do colaborador, que deve ser de 44 horas de trabalho semanais. O que não podemos confundir e, infelizmente muitos confundem, é a separação de horário de funcionamento de uma empresa e horário de trabalho do colaborador na mesma. A empresa que por ventura aumentar seu horário de funcionamento terá que fazer ajustes para que isso aconteça sem prejudicar o empregado. A Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre o Sindicomércio-JF e o Sindicomerciários já prevê o funcionamento do comércio varejista e atacadista até as 16h no sábado. Turnos de trabalho e novas contratações são o reflexo para o desenvolvimento da empregabilidade. Outro dado interessante na pesquisa é sobre a frequência com a qual os consumidores compram pela internet. Em alguns casos, detectamos nas respostas que é comum essa compra, por exemplo, como passagens de avião, materiais esportivos, eletroeletrônicos etc. Em outros casos de segmentos isso não evoluiu. O consumidor já está mais vigilante nas compras virtuais e, na sua maioria, não caindo em “promoções duvidosas” feitas por sites “não confiáveis”. Sendo assim, se torna imperativo o empresário do comércio visualizar que o consumidor não está buscando somente bom atendimento e preço, mas também que a empresa esteja ajustada em seu horário de habitualidade na hora das compras. Boa leitura!

É importante o empresário perceber que não devemos ficar presos a conceitos pessoais, já que os horários de funcionamento de nossas empresas não pertencem ao nosso gosto e sim ao desejo e às necessidades dos consumidores de cada estabelecimento.”

Emerson Beloti de Souza Presidente do Sindicomércio - JF


Índice Expediente:

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Conselho Editorial Sergio Costa de Paula Aline Furtado Adeliane Barros

06 Reportagem Especial Chegada de delegações olímpicas e paralímpicas movimenta Juiz de Fora

Jornalista Responsável Aline Furtado – MTb 09105/MG Colaboradores Erik Penna Luciano Larcher Marcelo Morais A Revista Conexão Comércio não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos assinados, já que os mesmos expressam apenas o pensamento dos autores, não representando, necessariamente, a opinião da direção da revista. Caso necessário, a direção se reserva no direito de resumir os artigos. Os espaços publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. Fotografias Algumas fotografias utilizadas nesta edição foram gentilmente cedidas por entidades creditadas. As fotografias utilizadas nos espaços publicitários são de responsabilidade dos anunciantes.

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Imagens Shutterstock.com

Capa O comportamento do consumidor está mudando

Projeto Gráfico e Diagramação ArtWork Propaganda (32) 3215-7075

01 – Mensagem do Presidente 04 – Notas 10 – Artigo Especial 11 – Do Coaching ao Sucesso 34 – Ações de Representatividade 46 – História dos Associados 48 – Espaço Saúde 50 – Motivacional

Espaço do Leitor Contribua com a Conexão Comércio. Envie sugestões, críticas e comentários sobre os diversos assuntos publicados na revista. Nosso e-mail é jornalismo@sindicatodocomercio.org.br. Participe!

Departamento Comercial (32) 99198-0535

Periodicidade: Trimestral Tiragem: 5.000 exemplares Impressão: Gráfica Central Contato Telefone: (32) 3215-1317 E-mail: jornalismo@sindicatodocomercio.org.br Site: www.sindicatodocomercio.org.br Facebook: Sindicomércio-JF Twitter: @sindicomerciojf Endereço: Avenida Rio Branco 2.588/5º andar Centro - Juiz de Fora – MG Funcionamento: de segunda a sexta, de 8h30 às 18h30

Diretoria 2014 / 2018 Emerson Beloti de Souza Presidente

Carlos Alberto Martins de Pinho 2º Secretário

Nício Fortes Garcia 1º Vice-presidente

Lucimar Las Casas Oliveira 3º Secretário

Rui Mussel da Silva 2º Vice-presidente

Alexandre Tassi Brugiolo 1º Tesoureiro

Oddone Villar Turolla 3º Vice-presidente

Gilson Guimarães Peixoto 2º Tesoureiro

Paulo Roberto Lopes 4º Vice-presidente

Zênio Fernandes Filho 3º Tesoureiro

Marcelo Rodrigues Sepúlveda Sergio Costa de Paula Superintendente 1º Secretário


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Reaberto o prazo para pagar o ICMS O Governo do Estado de Minas Gerais, por meio do Decreto nº 47.020/2016, reabriu o prazo para os contribuintes realizarem o pagamento do débito tributário relativo ao ICMS com crédito acumulado do imposto. Com essa norma, os contribuintes poderão realizar o pagamento do ICMS de natureza não contenciosa, vencido até o dia 31 de março de 2016, e os de natureza contenciosa, formalizado até o dia 31 de março de 2016. É importante destacar que será exigido o pagamento em moeda corrente de, no mínimo, 40% do valor total atualizado do débito tributário, que poderá ser parcelado em até 36 parcelas, desde que a parcela mínima não seja inferior a R$5 mil. Para os créditos tributários já inscritos em dívida ativa, também serão devidos os honorários advocatícios. Os contribuintes têm até o dia 31 de outubro de 2016 para realizar o pagamento, nos termos do decreto. Fonte: Fecomércio MG


Notas 07

Rio 2016 deve gerar receitas de R$ 2,7 bilhões Estudo feito pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que os Jogos Olímpicos deverão gerar receitas de R$ 2,68 bilhões ao setor turístico do Estado do Rio de Janeiro entre os meses de agosto e setembro. O resultado representa um avanço nominal de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Em agosto, 909,4 mil turistas devem visitar o Estado (666,3 mil brasileiros e 243,1 mil estrangeiros), gerando R$ 1,77 bilhão em receitas. Já a Paralimpíada deve receber 468,5 mil turistas, produzindo um faturamento de R$ 912,4 milhões. A CNC estima que os turistas estrangeiros devem deixar no País US$ 1,04 bilhão, o que corresponde a uma média de US$ 929 por visitante – equivalente a R$ 3.089 (considerando o câmbio a R$ 3,33). Fonte: CNC

Caixa Econômica vai financiar imóveis de até R$ 3 milhões A Caixa Econômica Federal anunciou, recentemente, que vai passar a financiar imóveis de até R$ 3 milhões. Hoje, o valor máximo de financiamento de imóveis pela instituição é de R$ 1,5 milhão. As novas regras já entraram em vigor. As mudanças afetam as operações de crédito no âmbito do Sistema Financeiro Imobiliário (que costuma financiar imóveis acima de R$ 750 mil, sem uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS). A Caixa também vai passar a financiar uma “fatia” maior do valor dos imóveis. Para compra de imóvel usado, a cota de financiamento sobe de 60% para 70% do valor total. Já na compra de imóvel novo, terreno, construção em terreno próprio e reforma ou ampliação, a cota sobe de 70% para 80%. O banco informou ainda que, nas operações contratadas com Interveniente Quitante – que são aquelas em que haverá quitação de financiamento com outra instituição financeira – a cota de financiamento subirá de 50% para 70%.

Fonte: G1


Reportagem Especial 08

Chegada de delegações olímpicas e paralímpicas movimenta Juiz de Fora


Juiz de Fora está recebendo nove delegações de oito países, que estão na cidade para a preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016, que serão realizados entre 5 e 21 de agosto, e entre 7 a 18 de setembro, respectivamente, no Rio de Janeiro. As delegações olímpicas começaram a chegar a Juiz de Fora no dia 22 de julho, permanecendo até 10 de agosto. Os atletas paralímpicos do Canadá desembarcam no município no fim de agosto e permanecem até 5 de setembro. Entre os espaços que estão sendo utilizados pelos atletas para os treinos estão a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e a BR-440. A cidade deve receber, ao todo, cerca de 340 profissionais, entre equipe técnica e atletas, além de profissionais da imprensa, familiares, amigos e torcedores. Entre os atletas, Juiz de Fora recebe a seleção masculina de vôlei do Egito, além do atletismo do Canadá (olímpico e paralímpico), China, Eslováquia, Estados Unidos, Estônia, Polônia e Qatar.

Pesquisa Toda esta movimentação traz boas expectativas a diversos setores da economia, como comércio, hotéis, bares e restaurantes. Para mensurar as expectativas dos empresários para esse período, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG) desenvolveu um levantamento por meio da área de Estudos Econômicos e do Núcleo de Negócios Internacionais e Turismo, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e os sindicatos do comércio de Juiz de Fora e Uberlândia. Segundo a pesquisa, que ouviu empresários de Belo Horizonte, Uberlândia e Juiz de Fora (cidades que estão recebendo delegações), a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil trará benefícios para o setor de comércio, bens e turismo, entre eles o aumento do fluxo de turistas (40%), o crescimento das vendas (32%) e da demanda pela prestação de serviços (10,7%). O economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, acredita que as intervenções proporcionadas pelos eventos esportivos nas cidades podem ser transformadas em oportunidades para o negócio. “Grandes ocasiões aumentam o fluxo de turistas nas cidades e permitem o desenvolvimento de ações promocionais envolvendo a temática”, afirma Almeida. O especialista destaca que fatores macroeconômicos como a desvalorização da moeda nacional podem estimular o consumo dos visitantes estrangeiros. “O cenário está favorável para quem vem de fora. Com a valorização do dólar frente ao real, o poder de compra do turista será potencializado. Assim, estará nas mãos dos empresários a oportunidade de alavancar suas vendas”, analisa.


Reportagem Especial 10

as atenções do mundo estarão voltadas para o Brasil, e promover o que temos de melhor”, afirma a turismóloga. Segundo Milena, não só o comércio deve estar preparado para a chegada dos turistas, mas toda a sociedade. “Os turistas, atualmente, estão em busca de destinos diferenciados que promovam experiências únicas e especiais, gerando referências afetivas. Por isso, temos que estar atentos ao desenvolvimento de nossas comunidades e receber bem os visitantes para que eles propaguem nossos valores e retornem ao Estado”, orienta. O estudo aponta que o investimento em atendimento diferenciado (41,3%), preço competitivo (38,7%) e publicidade (17,3%) podem incrementar o desempenho do setor nesse período. A pesquisa da Fecomércio MG mostra que os segmentos mais impactados serão o de artigos recreativos e esportivos (33,3%) e de hotéis (28,6%). Entre os gestores, 57,1% começaram a planejar seus investimentos para a temporada, priorizando a qualificação dos funcionários, o atendimento personalizado e outras técnicas de incentivo às vendas, como vitrines temáticas e um mix variado de produtos. A assistente de Turismo da Fecomércio MG, Milena Soares, acredita que os Jogos terão impacto na atividade turística nacional e podem abrir portas para a consolidação dos destinos mineiros. “Minas Gerais já é reconhecida internacionalmente por sua riqueza histórica, cultural e gastronômica. É preciso aproveitar esse momento, em que

Mobilização Em Juiz de Fora, representantes do comércio, do turismo e dos hotéis, bares e restaurantes e da UFJF participaram de uma série de reuniões, a fim de discutir sobre ações dos setores que seriam adotadas durante a estadia das delegações. Para o presidente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), Emerson Beloti, “todo o comércio deve se esforçar e fazer com que o público presente esteja satisfeito e com informações”. A presidente do Convention Bureau de Juiz de Fora e Região, Thais Lima, destaca: “a gente entende que este é um momento em que Juiz de Fora vai estar no foco. E devemos encarar tal oportunidade não como um evento único. Que possamos aproveitar esse evento para novas oportunidades do turismo local”. Leia mais na página 38


Notícias

Facebook libera botão que integra rede social a sites de e-commerce O Facebook se posiciona como uma forte aliada das marcas, tanto no relacionamento direto com o cliente, quanto na própria comercialização de produtos. A última novidade que acaba de chegar ao Brasil é o “Save Button”, uma ferramenta que permite salvar produtos de e-commerce para ver mais tarde na rede social. Não entendeu? Pois bem, as marcas parceiras do Facebook terão o botão “Salvar no Facebook” em cada página de produto de seu site de compras. Caso o usuário goste de uma peça, mas não consiga realizar a compra naquele momento, ele terá a possibilidade de acionar o Save Button, ou seja, de seguir aquele produto na rede social. Dessa forma, ele passa a receber periodicamente informações sobre ele em suas notificações, tais como descontos na peça e novidades de cores. Uma das primeiras marcas a aplicarem o recurso no país é a Reserva. Além de possuir um e-commerce estruturado, a grife carioca é muito forte nas redes sociais. Sua página no Facebook, por exemplo, possui mais de 2 milhões de seguidores e conta com diversas ações criadas exclusivamente para o universo digital. Essa velha parceria com o Facebook foi um dos motivos da marca ser a escolhida pela empresa para testar a versão beta do Save Button. É o que conta Rafael Passos, gerente de e-commerce da Reserva. “A Reserva sempre enxergou o canal no Facebook como algo estratégico e manteve um bom relacionamento, trocando dados e insights com eles”, conta. A possibilidade de salvar posts não é uma novidade no Facebook, mas a extensão para produtos em e-commerce pode mudar e muito a jornada do consumidor. Para Rafael, as marcas também se beneficiarão, uma vez que a ferramenta permitirá conhecer melhor o gosto e o perfil do cliente sem que ele tenha, de fato, efetivado a compra. “A Reserva quer escutar mais o cliente e a ferramenta vai amplificar muito isso. O Save Button permite conhecer o aspiracional do cliente”. A ferramenta é uma aposta da Reserva para o segmento e-commerce. De acordo com Rafael, a marca ainda não está usando o máximo que o Save Button permite, mas vem trabalhando nisso. “Estamos pensando em abandonar o ‘siga o produto’ já existente no site e substituir pelo botão do Facebook”, conta. Até o momento, o uso do beta rendeu boas impressões: “Retorno de dados de comportamento e uma ótima repercussão”. O gerente de e-commerce não abre o jogo, mas conta que o Facebook está trabalhando em melhorias para o recurso. E a Reserva estará a par de tudo. Fonte: ADNews

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Artigo Especial

Alberto Wu

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Marcelo Morais Advogado da Fecomércio MG

Propostas negociais para driblar a crise Em tempos de crise, empresários devem buscar novas oportunidades de negócios para conseguir superar os desafios. Para isso, uma das estratégias é encaminhar mercadorias a potenciais clientes, com o intuito de fazer uma demonstração ou parcerias com representantes que precisam de mostruário para vender os produtos. Como todo negócio, a adoção de qualquer estratégia nova deve ser precedida de estudos para verificar a sua viabilidade, o que compreende, inclusive, a apuração das obrigações tributárias, que devem ser observadas para que esses novos negócios não deem causa a passivos com os impostos. O Estado de Minas Gerais possui regras específicas que delimitam também as obrigações acessórias. Elas devem ser observadas pelos empresários que realizam operações com mercadorias destinadas à demonstração e ao mostruário, conforme consta no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (RICMS MG). O legislador considera uma demonstração a operação pela qual o empresário remete mercadorias a terceiros, em quantidade necessária para se conhecer o produto, desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias. É considerada uma operação com mostruário a remessa

de amostra de mercadoria com valor comercial repassada a empregado ou representante, desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias. Entretanto, não pode ser encaminhada mais de uma peça com características idênticas, como cor, modelo, espessura e acabamento, mas com numeração diferente. Para o retorno das mercadorias destinadas à demonstração e ao mostruário, deve ser emitida nota fiscal relativa à entrada dos produtos, exceto na hipótese de retorno de itens remetidos em demonstração para contribuinte do ICMS. Nessa hipótese, o empresário deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. Tratando-se de emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o retorno da mercadoria será acompanhado pelo Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE). Diante do atual cenário econômico retraído, o empresariado deve ficar atento às novas possibilidades de negócios. Além do envio de mercadorias para demonstração, são boas alternativas a divulgação de seus produtos pela internet, agregando à proposta o seu diferencial, ou mesmo a realização de parcerias com representantes comerciais. Lembrando que são imprescindíveis os estudos de viabilidade para os novos projetos, a fim de evitar passivos que onerem a empresa.


Coluna Coaching 13

Em um ambiente corporativo, a busca pelo comprometimento, foco e engajamento dos funcionários é uma batalha diária dos gestores. Os talentos internos são a maior riqueza de uma empresa e, quanto mais se investe na maximização do potencial dos colaboradores, mais impacto positivo eles causam nos resultados. Isto coincide com o nível cada vez mais exigente das organizações com a qualidade de atuação de seus líderes e liderados em um mercado globalizado e altamente competitivo. Neste cenário, se destaca o coach, um profissional capacitado para auxiliar as organizações a despertarem o seu potencial máximo por meio de um processo chamado coaching. O termo Coaching é um dos mais discutidos atualmente nas grandes empresas e tem representado muito mais do que um simples modismo. Surge da necessidade das empresas buscarem a alta performance e o aumento da produtividade de seus profissionais em um momento que investir no capital humano pode ser um grande diferencial para permanecerem competitivas e lucrativas no mercado. É uma poderosa ferramenta de desenvolvimento de equipes, com sua eficiência amplamente comprovada através de inúmeras pesquisas feitas pelos mais respeitados órgãos. É o que mostra a revista Fortune, a qual demonstra que 80% dos CEO´s das 500 maiores empresas globais utilizam ou já utilizaram o Coaching . Desses, 92% planejam recontratar ou continuar trabalhando com esta ferramenta. Outro artigo publicado no Public Personnal Management Journal mostra que os profissionais que passaram pelo processo do Coaching aumentaram sua produtividade em 88%, enquanto os profissionais que apenas participam de treinamentos gerenciais aumentaram em 22,4% sua produtividade. Para os que são mais ligados a resultados financeiros, a mesma revista, Fortune, demonstra que o retorno sobre o investimento (ROI) médio das empresas é de 5,7 vezes o seu custo. Quando falamos em coaching, muitos confundem com terapia, aconselhamento, consultoria, autoajuda, entre outros. Villela da Mata e Flora Victoria da Sociedade Brasileira de Coaching resumem de forma precisa: “Coaching é um processo que visa elevar a performance de um indivíduo (grupo ou empresa), aumentando os resultados positivos por meio de metodologias, ferramentas e técnicas cientificamente validadas, aplicadas por um profissional habilitado (o coach), em parceria como cliente (o coachee)”. Nas próximas edições da revista Conexão Comércio, iremos explorar as áreas de atuação do coaching, as técnicas e ferramentas utilizadas, explorando cases de sucesso na busca pelo aprendizado contínuo.

Arquivo Pessoal

Do Coaching ao Sucesso

Luciano Larcher Executive e Business Coach pela SBCoaching. CEO na Larch Consultoria em Gestão e Liderança. MBA em Finanças, Auditoria e Controladoria (FGV/Vianna Júnior). MBA Coaching (SBCoaching/ FAPPES)


Notícias 14

Comissão aprova obrigatoriedade de contribuição patronal sobre a receita bruta A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou proposta que torna obrigatória a contribuição das empresas para a Previdência sobre a receita bruta e altera as alíquotas do tributo. O texto altera a Lei 12.546/11. A norma, que passou por diversas modificações nos últimos anos, instituiu, de forma opcional, a contribuição sobre a receita bruta em substituição à contribuição patronal sobre a folha de salários para um grupo de empresas. A contribuição financia a seguridade social. A versão aprovada é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Laercio Oliveira (SD-SE), ao projeto (PL 1762/15) do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT). O texto original permite que as empresas que contribuem sobre a receita bruta possam optar, a cada ano, pela forma de recolhimento do tributo (pela receita ou pela folha de pagamento).

Alíquotas De acordo com o texto aprovado, as empresas que hoje pagam a alíquota de 4,5% recolherão apenas 3% sobre a receita bruta até 31 de dezembro de 2018, quando passarão a pagar apenas 2%. Para as empresas que recolhem 2,5%, a alíquota do substitutivo prevê 1,5% até o final de 2018, quando será reduzida para 1% sobre a receita bruta. Laercio Oliveira optou por não modificar apenas a contribuição imposta às empresas têxteis, de calçados e de veículos de transporte, que continuarão recolhendo 1,5% sobre a receita bruta.

Tramitação O PL 1762 tramita em caráter conclusivo e será votado agora nas comissões de Finanças e Tributação (inclusive em relação ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Câmara dos Deputados


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Notícias 15

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Notícias 17

Pesquisa detalha

comportamento dos

consumidores com as marcas do varejo

A Salesforce divulgou, recentemente, seu Relatório de Bens de Consumo Conectados de 2016, que pesquisou 2.095 adultos a partir dos 18 anos para compreender como pesquisam, compram e se comunicam com marcas de bens de consumo. As mudanças nas expectativas dos clientes de todas as gerações estão forçando marcas e varejistas a se reinventarem, indo além de simplesmente vender produtos, passando a oferecer experiências atraentes e personalizadas por meio do envolvimento direto com os consumidores. Tecnologias como mídias sociais, aplicativos móveis, anúncios online e sites de comparação estão aumentando oportunidades e complexidade referentes ao modo como as empresas se envolvem com seus clientes. O estudo da Salesforce descobriu que as marcas que conseguem compreender os clientes, se conectar e interagir com eles de maneira personalizada estão mais perto do sucesso. Confira os principais resultados do relatório

Apesar da facilidade de uso e dos preços mais baixos para compras online, os consumidores preferem comprar em lojas físicas, principalmente por causa do atendimento. • A maioria dos compradores de bens de consumo (55%) diz que encontram os melhores preços quando compram um produto em uma loja somente online. • Mas, quando se trata de atendimento ao cliente, 53% afirmam ter a melhor experiência em uma loja física, em comparação com apenas 22% que dizem ter a melhor experiência em uma loja online. • Existe aqui um conflito de gerações, porque 63% dos Baby Boomers (+ de 55 anos) preferem comprar em lojas físicas se os preços forem os mesmos, em comparação com 40% da Geração Y, também conhecidos como Millenials (18 a 34 anos). Empresas de bens de consumo precisam compreender as diferenças entre gerações ao determinarem os canais ideais de marketing. • A Geração Y é cinco vezes mais propensa a confiar em interações na mídia social quando pesquisam uma marca (25%) do que os Baby Boomers (5%). • 69% dos adultos que adquiriram um bem de consumo nos últimos 12 meses se valem de avaliações online de produtos para pesquisar sobre um produto antes de comprar. • 45% dos compradores reagem negativamente a anúncios online ou promoções em suas redes sociais de

uma marca ligada a algo que acabaram de procurar online, por acharem que é invasivo (61%), chato ou interrompe o que estão tentando fazer (57%), ou não querem seus feeds cheios de anúncios (56%). • Dito isto, as marcas e os varejistas que colocam anúncios em sites e redes sociais teriam melhores resultados se focassem na Geração Y, já que apenas 38% dos compradores mais jovens têm uma reação negativa a tais anúncios online. Geração Y assume a liderança quando se trata de fidelidade à marca. • A Geração Y é mais propensa (44%) a participar de programas de fidelidade à marca do que os Baby Boomers (26%). A Geração Y também é mais propensa a elogiar ou reclamar publicamente uma marca (49% e 33%, respectivamente) do que os Baby Boomers (32% e 22%, respectivamente). • Os compradores mais jovens de bens de consumo preferem que as marcas compreendam as suas preferências pessoais com base no histórico de compras anteriores (75%), em comparação com apenas 48% dos compradores das gerações mais velhas. • 41% dos componentes da Geração Y estariam dispostos a compartilhar suas informações pessoais com uma marca em troca de um serviço mais personalizado e descontos, em comparação com apenas 22% dos Baby Boomers.

Fonte: Paraíba Total


Descarte correto de

lâmpadas será obrigatório


Notícias 19

Com a proibição da venda de lâmpadas incandescentes no Brasil, uma das alternativas são as lâmpadas fluorescentes. Mas é preciso atenção e cuidado, isso porque elas contêm vapor de mercúrio e podem ser prejudiciais ao ambiente e à saúde. No início do mês de julho, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução nº 1, que prevê que participação dos fabricantes e importadores de lâmpadas fluorescentes e afins, conforme sistema de logística reversa, regulamentado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei 12.305/2010), no descarte dos objetos. A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que empresas, governo e consumidores se unam para a destinação certa das lâmpadas fluorescentes. A norma, que passa a valer em outubro, determina ainda que as empresas que vendem lâmpadas fluorescentes só poderão importá-las mediante autorização prévia. Como a maior parte das lâmpadas vendidas no Brasil vem de fora, a resolução condicionando a importação à autorização prévia reforça a fiscalização do governo em relação ao descarte adequado. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a anuência para obter a licença de importação deverá vir do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O Ministério do Meio Ambiente também repassará informações sobre as empresas ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Tanto o Meio Ambiente quanto o Inmetro, vinculado ao Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, poderão fiscalizar o cumprimento da logística reversa pelo setor de fabricação, importação e venda de lâmpadas.

de vapor sólido, lâmpadas compactas e de luz mista que após seu uso foram descartadas por geradores domiciliares. A expectativa é que 100% do descarte de lâmpadas no Brasil seja ambientalmente correto nos três primeiros anos do projeto.

Descarte

Fique atento! Antes de limpar a área, a primeira coisa a se fazer é retirar do local as crianças e os animais, além de não deixar que ninguém toque o material. Ventilar o ambiente também é importante. Por isso, janelas e portas devem ser abertas o mais rápido possível. Para retirar os cacos, use luvas e os coloque em um saco plástico que possa ser lacrado para limpar os pequenos pedaços em pó. Use fitas adesivas e papel toalha umedecido para limpar os últimos resíduos que podem passar despercebidos. Se a lâmpada fluorescente quebrou sobre roupas de cama ou qualquer outro tipo de material que tenha contato direto com o corpo, esta peça não pode mais ser reutilizada, mesmo após lavagem. No caso de se cortar com os cacos de vidro, procure assistência médica o mais rápido possível.

Para evitar prejuízos ambientais com o descarte incorreto das lâmpadas, foi firmado, em novembro de 2015, o Acordo Setorial (artigo 3º, inciso IV), com o objetivo de gerenciar a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos entre setores públicos, iniciativa privada e consumidores. O Conselho Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Conmetro) foi quem nomeou o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) como o órgão regulador do Acordo, para normatizar a operacionalização e fiscalizar as ações praticadas pelos fabricantes e importadores dos produtos. As lâmpadas que se enquadram no Acordo são as fluorescentes tubulares; lâmpadas de vapor de mercúrio;

Os riscos do mercúrio O mercúrio tem a companhia do chumbo na composição das lâmpadas. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o valor máximo de mercúrio que pode estar concentrado em uma unidade é de 100 miligramas de mercúrio por quilo do resíduo. O contato com a substância em níveis mais altos pode gerar sérios problemas à saúde. O maior problema acontece quando a substância é inalada, principalmente se a quantia de mercúrio elementar for grande, o que pode causar problemas neurológicos e até hidragirismo (intoxicação que causa tosse, dispnéia, dores no peito e outros problemas mais graves). No aspecto ambiental, quando o mercúrio é despejado de maneira irregular em rios, por exemplo, ele volatiza e passa para a atmosfera, causando prováveis chuvas contaminadas. Pode acontecer também de microorganismos absorverem o mercúrio, tornando-o orgânico em vez de metálico. Animais aquáticos e plantas podem reter o mercúrio, e assim contaminar o meio ambiente sem que exista chance de erradicação. O mercúrio é liberado ao longo de duas semanas após seu descarte.

O que fazer se a lâmpada quebrar?


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5 dicas para empresas reduzirem tributos A crise está afetando grande parte das empresas e, nessa hora, a palavra de ordem é redução de custos. Contudo, uma forma de deixar os gastos menores, que poucas empresas aplicam corretamente, é o planejamento tributário. Sendo que estudos apontam que as empresas pagam até 34% de tributos sobre o lucro, mas todo empresário sabe que esses valores se mostram muito maiores se forem consideradas outras questões como encargos trabalhistas, taxas e outras obrigatoriedade. Assim, se uma empresa pretende sobreviver à crise, é fundamental buscar reduções de acordo com as frequentes alterações tributárias às quais se deve adaptar no país, administrando melhor seus tributos, obtendo maior lucratividade no seu negócio. Segundo o diretor executivo da Confirp Contabilidade, Richard Domingos, em entrevista do Portal Administradores.com, “com a alta tributação no Brasil, além de terem de enfrentar empresas que vivem na informalidade, várias empresas quebram com elevadas dívidas fiscais. Assim, é salutar dizer que é legal a elisão fiscal”. Existem várias formas de redução desses valores. Conheça as listadas pelo especialista da Confirp.


Notícias 21

1- Planejamento tributário - São três os principais tipos de

tributação: Simples Nacional, Presumido ou Real. O diretor da Confirp explica que “a opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará no próximo ano fiscal pode ser feita até o início do próximo ano, mas as análises devem ser realizadas com antecedência, para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros”. Importante ressaltar que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento tributário, já que existem várias variáveis. “De forma simplificada, num planejamento tributário se faz a análise e a aplicação de um conjunto de ações, referentes aos negócios, atos jurídicos ou situações materiais que representam numa carga tributária menor e, portanto, resultado econômico maior, normalmente aplicada por pessoa jurídica, visando reduzir a carga tributária”, explica Domingos.

2 - Recuperações tributárias - Dentro do complexo sistema tributário brasileiro, muitas vezes ocorrem cobranças de formas indevidas, levando a uma elevação considerável da carga tributária, assim, a empresa deve estar atenta aos créditos a que tem direito, e isso dependerá muito de sua área de atuação. Dentre os impostos que podem ser recuperados estão pagamentos referentes ao PIS/Pasep, Cofins, IPI e ICMS, dentre outros, que contribuirão para a redução do montante dos tributos. Outra questão que se deve levar em conta é a compensação dos tributos recolhidos indevidamente. Deve-se contratar empresas de consultoria jurídica e tributária para levantar possíveis créditos, que não foram considerados na apuração mensal por falta de norma infralegal. Isso porque os créditos podem ser questionados no âmbito administrativo pelo fisco, devendo ser considerados todos os riscos antes de qualquer decisão. Deve-se tomar cuidado com muitas empresas que oferecem esse tipo de serviço apenas com o interesse de ter comissão imediata sobre redução ou compensação de tributos propostos. Ficando o empresário com todo o risco da operação.

3-

Incentivos fiscais - As empresas podem utilizar ferramentas de incentivo fiscal, que são instrumentos que visam ao desenvolvimento econômico de determinada região ou certo setor de atividade. Para isso, ocorre a ação de redução da receita pública de natureza compulsória ou a supressão de sua exigibilidade. São várias as formas que as empresas podem utilizar essa forma de incentivo, indo desde apoio a ações de terceiros, como esporte e cultura, até mesmo leis que visam ao crescimento regional e reduzem consideravelmente os valores a serem pagos, contudo, também é necessária, nesses casos, a preocupação de um acompanhamento de especialista.

4-

Enquadramento correto na Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE - A maioria das empresas não se atenta, mas desde sua criação já estão comprometidas com um erro primordial, que é o fato de que seus cadastros nos entes governamentais não refletem suas reais atividades. Um dos erros que leva a empresa a ter sérios riscos fiscais é o CNAE inadequado, e, o pior, só perceberão esse erro quando começam a aparecer os problemas. Mas, mas que isso, escolher o CNAE representará a carga tributária a pagar. Outra questão muito importante é que quando uma empresa estiver no CNAE errado, as chances dos impostos estarem errados, com alíquotas divergentes, são muito grandes, e, em caso de constatação disso em uma fiscalização, o resultado poderá ser pesadas multas.

5- Redução do FAP - O FAP é um índice aplicado sobre

a Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho, e representa uma boa parcela dos gastos trabalhistas das empresas, podendo variar dependendo do número de ocorrências e ramo de atividade. Contudo, o que muitos empresários não sabem é que os valores podem ser minimizados, sendo possível entrar com recursos administrativos para revisão da cobrança desses valores pelo Governo e garantir uma diminuição de custos, além de aproveitar para planejar-se para o futuro, com essa despesa a menos.


Saiba como fazer uma

landing page perfeita


Notícias 23

O ambiente digital já provou, há bastante tempo, sua força para vendas. O público, hoje, já gasta mais tempo na internet do que na frente da TV ou lendo jornais e revistas. Por isso, estratégias focadas no digital têm grande potencial. É importante que você entenda, no entanto, que não basta decidir vender pela internet e pronto, todos os seus problemas estarão resolvidos e seu negócio vai ser um sucesso. Como em tudo nessa vida, é preciso estratégia. Nesse contexto, é impossível pensar qualquer ação sem considerar o processo de elaboração de landing pages. E a criação desse tipo de página exige atenção a algumas regras básicas que, dependendo de como são aplicadas, podem determinar o sucesso ou o fracasso de sua campanha. Veja dicas para você criar landing pages vencedoras

1 - Clareza nos objetivos Antes de criar sua landing page, analise seus propósitos. Dependendo de seus objetivos, a estrutura da página precisará variar, seja na disposição dos elementos, nas cores ou mesmo no tamanho. Existem landing pages que se encerram na primeira dobra da tela. Ao mesmo tempo, há outras que têm várias telas sucessivas, que podem ser acessadas por meio da rolagem. O modelo mais adequado a ser escolhido vai ser determinado pela meta. Se você quer apresentar um produto novo, por exemplo, que tem várias funcionalidades e explicar todas elas vai fazer diferença para a venda, uma página mais longa será necessária. Agora se o objetivo for, por exemplo, fazer o visitante baixar um ebook, diminua os passos e vá direto ao ponto.

2 - Design: elegância, confiabilidade, eficiência A estrutura visual da landing page é essencial para a conversão de uma meta. Páginas mal diagramadas, com padrões antiquados, cores mortas, botões pouco chamativos. Tudo isso contribui para que o visitante desista de seguir o percurso que você gostaria que ele seguisse. Procure conhecer as tendências atuais de design (não tenha vergonha de fazer benchmarking), isso é essencial. Lembre-se sempre: páginas bem diagramadas transmitem confiança. E confiança vende.

3 - Foque no essencial O público digital tem pressa e costuma ler de forma bastante dinâmica todo conteúdo que abre. Se sua página o distrair com muitas informações irrelevantes antes de apresentar o objetivo final, suas conversões ficarão comprometidas. Fuja ao máximo dos supérfluos e vá direto ao ponto. Informações adicionais só são bem vindas quando contribuem para o processo que vai levar ao objetivo final desejado.

Fonte: Administradores.com


Notícias 25

Desmistificando o câmbio Se você for questionado sobre o que é câmbio, saberia explicar? E o que vem a sua cabeça ao ouvir esta palavra? Para muita gente, operações que envolvem câmbio são sinônimos de burocracia. Mas, antes mesmo de tentarmos desmistificar o câmbio, é preciso deixar claro que se trata do preço de uma moeda expresso em outra, ou seja, é a quantidade de reais necessária para se comprar US$ 1, por exemplo. É o preço que se paga para vender uma moeda e comprar outra. Tais operações ocorrem em viagem internacional, doação, compra de produtos, entre outros motivos, podendo ser efetuadas por meio de remessa internacional, cartão de viagem multi moedas (uma espécie de cartão pré-pago que permite a conversão de moedas, ou seja, pode ser usado em diversos países) e em espécie. Não parece difícil. E as operações cambiais nada têm de dificuldade também. “É preciso desmistificar o câmbio legal”, destaca o proprietário da Valoures Câmbio e Turismo – correspondente cambial Western Union, Carlos Eduardo da Costa Cruz Loures (Cadu). Para a diretora da CI Intercâmbio e Viagem, Juliana Viana, uma das dicas para quem vai viajar e pretende realizar operações cambiais é procurar por uma agência especializada para conhecer as possibilidades. “Muitas pessoas se perdem nas informações porque buscam o caminho mais fácil, como pesquisas na internet. Isso dificulta o entende e faz crer que há uma burocracia nas operações.” O Banco Central lembra que, de anos para cá, vem ocorrendo a desburocratização e a simplificação das leis e das normas cambiais brasileiras. “Tais mudanças tornaram mais simples e barato o envio de dinheiro para o Brasil ou para o exterior”, destaca a Cartilha de Câmbio do Banco Central do Brasil. Se antes era necessária a autorização governamental para realizar remessas do Brasil para o exterior, assim como para receber recursos do exterior, atualmente, a facilidade é palavra de ordem, a começar pelo cadastro em uma loja de câmbio. “Para valores mais baixos para pessoa física, é necessário apenas o CPF para que o cadastro seja efetuado. Não há burocracia. Para se ter uma ideia da facilidade e da não burocracia, esse cadastro tem apenas uma página”, afirma Loures.

C Â M B I O

E

T U R I S M O

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Não ao mercado paralelo Quando o assunto é câmbio, não é demais ressaltar que o cliente deve estar atento aos riscos e à ilegalidade que resultam de operações realizadas pelo mercado paralelo. Para Loures, o cuidado ao efetuar operações cambiais deve ser o mesmo tomado quando se opta por adquirir um bem. “Basta fazer o seguinte questionamento: ‘Você compraria uma televisão sem nota fiscal? Com o câmbio é a mesma coisa. É preciso exigir a nota fiscal e fazendo tudo da forma mais transparente possível’”. Além da exigência da nota fiscal, Juliana lembra que é preciso desconfiar de valores de câmbio muito baixos. “Quem opta pelo mais em conta está exposto a riscos por desconhecer a procedência da moeda usada naquela operação.” Fique atento às dicas para não correr riscos com operações irregulares. Aja com segurança.

- Não há garantia de que o seu dinheiro chegue ao Brasil ou ao exterior, no valor e na forma combinada com o transferidor de recursos que atua de forma irregular. - Seu dinheiro é transferido sem registros e pode acabar misturado a recursos provenientes de tráfico de drogas, de armas e de outras atividades ilícitas. Isso pode lhe trazer consequências indesejáveis. - Lembre-se de que as instituições autorizadas são supervisionadas sistematicamente pelas autoridades, o que dá mais segurança ao processo de recebimento e entrega dos recursos e proteção ao seu dinheiro. - Não há garantia de que a moeda estrangeira que você está comprando seja autêntica. Existem muitas cédulas falsas circulando no mundo inteiro. - Não há recibo de compra para apresentação às autoridades de forma a comprovar a legalidade da posse e a origem da moeda estrangeira, que pode ser apreendida. Fonte: Banco Central do Brasil


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Planejamento e educação financeira Juliana lembra que o câmbio pode ser um aliado em casos de planejamento. “Citando o exemplo do cartão multi moedas, que nada mais é do que um cartão onde são realizadas recargas, é possível controlar, antes de uma viagem, o que estará disponível para gastos. Isso é ótimo não só para jovens que fazem intercâmbio, mas também para adultos que vão para outros países fazer um curso, por exemplo. É possível ir depositando valores aos poucos, antes do embarque, o que faz com que não haja gastos posteriores à viagem. Isso permite controlar o que tem e o que irá levar.” Além disso, o cartão multi moedas permite ao cliente acompanhar as flutuações da taxa de câmbio para efetuar a recarga quando os valores estiverem mais atraentes. “O que será gasto ao se utilizar o cartão multi moedas já foi pago. No caso do cartão de crédito, pode ser que na data de fechamento o câmbio esteja mais caro, o que não será vantagem para o cliente”, conclui Juliana.

Atendimento personalizado Para Loures, no caso de operações cambiais, assim como ocorre em negócios que envolvem o turismo, é importante que o cliente receba atendimento personalizado. “É preciso agir como consultor e verificar quais são as necessidades e o que o cliente quer, e aí oferecer o melhor recurso.”

Saiba sobre alguns recursos utilizados para despesas no exterior Dinheiro em espécie

VANTAGEM: Com dinheiro vivo, todas as despesas no exterior saem mais baratas. Isso porque o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incide sobre a quantia gasta no exterior é bem inferior à taxa que recai sobre os outros meios de pagamento. DESVANTAGENS: Carregar grandes quantias pode ser perigoso. Além disso, voltar ao país de origem com moeda estrangeira, muitas vezes, ainda significa perder dinheiro, já que essa quantia será desvalorizada progressivamente. Vale lembrar que o limite para ser levado ao exterior é de R$ 10 mil sem que seja necessário declarar à Receita Federal.

Cartão de crédito internacional

VANTAGENS: Aceito em quase todos os lugares. É, também, uma forma mais segura de carregar dinheiro. DESVANTAGENS: Além do IOF que incide sobre as compras, quem gasta no cartão fica sujeito à variação cambial. Há também o risco de descontrole financeiro.

Remessas para o exterior

Quem vai gastar uma grande quantia no exterior pode pensar em enviar remessas de dinheiro para uma conta

estrangeira. Mas, para isso, é preciso ter uma conta corrente no exterior – ou ao menos conhecer alguém de confiança que tenha – o que só vale a pena se você é um viajante frequente. Vale lembrar que todas as movimentações em contas estrangeiras precisam ser declaradas no imposto de renda e podem estar sujeitas a cobranças de tributos.

Cartão pré-pago ou multi moedas

VANTAGENS: Esse cartão é ótimo como disciplinador financeiro, não oferecendo risco cambial, já que a cotação é definida na data de abastecimento do cartão. Em caso de perda, ele é facilmente bloqueado e reposto pela operadora financeira. DESVANTAGEM: O IOF em transações com cartões prépagos é a mesma do cartão de crédito, ou seja, 6,38%.

Saques internacionais

É possível habilitar seu cartão de conta corrente para fazer saques em caixas automáticos de outros países. Não é preciso que seu banco possua filial estrangeira, porque os saques são realizados em caixas eletrônicos ligados às redes internacionais, como Visa e Mastercard. O dinheiro sai com a cotação do dia, acrescido de IOF de 6,38%. Também será cobrada uma tarifa de saque internacional, que varia de acordo com o banco. Fonte: UOL


Notícias Capa 28

O comportamento do consumidor está mudando Você já parou para pensar se o comportamento do consumidor de hoje é o mesmo comportamento de anos atrás? Muita coisa mudou nas relações de consumo com o passar dos anos. O advento da internet, a facilidade de acesso a bens e serviços, novidades surgindo a cada momento, a jornada de trabalho dividindo tempo com estudo, casa e lazer... Mudanças e mais mudanças. E como fica o consumidor nisso? As necessidades das pessoas também mudaram. Para se adequarem à correria do dia a dia, as pessoas buscam comodidade, inclusive na hora de efetuar suas compras. Foi pensando nisso que o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, lançou, nos meses de abril e maio, enquetes no Facebook, a fim de verificar a opinião de consumidores que utilizam a rede social, as quais têm a ver com seus hábitos. As enquetes foram lançadas na página Ofertas de Empregos em JF, criada e administrada pelo Sindicomércio-JF. Do grupo fazem parte 56.155 membros (em 29 de julho de 2016). Portando, as enquetes abrangem uma fatia representativa de consumidores de Juiz de Fora. As enquetes ainda estão no ar.


“O comportamento do consumidor está mudando, e os empresários precisam estar antenados a isso. Decidimos lançar as enquetes porque a opinião dos nossos consumidores é de grande importância para o Sindicomércio-JF. Os resultados serão estudados, a fim de que possamos informar aos empresários do comércio, para que sejam verificadas as possibilidades de adequação”, aponta o presidente do Sindicomércio-JF.

Horário do comércio de segunda a sexta Qual o horário de funcionamento do comércio em geral que mais facilita o consumidor na hora das compras? 9 às 19h – 357 votos – 76,94% 8 às 18h – 65 votos – 14% 8h30 às 18h30 – 42 votos – 9.05%

O primeiro questionamento lançado na rede, em 30 de abril, foi sobre o horário do comércio em geral, de segunda a sexta-feira: Qual o horário de funcionamento do comércio em geral que mais facilita o consumidor na hora das compras? As respostas possíveis foram: 9 às 19h; 8 às 18h; e 8h30 às 18h30. O horário mais votado foi de 9 às 19h, com 357 votos. O resultado reflete as necessidades de quem trabalha poder aproveitar o fim do expediente para efetuar compras. “Isso reforça uma tendência que já vem sendo adotada por alguns estabelecimentos da nossa cidade, principalmente de vestuário e eletroeletrônicos, que abrem às 9 e fecham às 19h”, aponta Beloti. Houve quem se manifestasse, por meio dos comentários, defendendo a abertura mais cedo – às 8h, apontando como vantagem os estacionamentos e ruas vazios, trânsito mais sossegado. Outros internautas comentaram sobre a possibilidade de os estabelecimentos fecharam suas portas após as 19h (20h, 22h), tendo em vista os trabalhadores que saem do trabalho, muitas vezes afastado do centro comercial, após as 18h. Fato é que a mudança com o foco no horário mais votado (9 às 19h) implicaria em outras mudanças, como no caso do colaborador do comércio que estuda no período noturno. “Isso precisaria ser revisto. Uma alternativa seria as aulas começarem mais tarde e terminarem mais tarde, ou seria necessário reduzir o número de aulas diárias, o que faria com que o período letivo terminasse depois do que termina”, defende o presidente. Ele lembra que as três opções de respostas já existem em Juiz de Fora. “Algumas empresas praticam 8h às 18h; outras, 8h30 às 18h30; e outras, 9h às 19h, de segunda a sextafeira. O que estamos buscando é verificar qual deles atende melhor aos nossos consumidores, logicamente respeito a carga horária semanal do comércio, que é de 44 horas semanais.”

Horário do comércio aos sábados Qual o melhor horário para funcionamento do comércio aos sábados? 9 às 13h – 174 votos – 39,54% 9 às 16h – 144 votos – 32,75% 9 às 18h – 49 votos – 11,14% 9 às 14h – 38 votos – 8,64% 8 às 12h – 35 votos – 7,95%

O segundo questionamento lançado na rede, em 4 de maio, foi sobre o horário do comércio aos sábados: Qual o melhor horário para funcionamento do comércio aos sábados? As respostas possíveis foram: 9 às 13h; 9 às 16h; 9 às 18h; 9 às 14h; 8 às 12h. O horário mais votado foi de 9 às 13h, com 174 votos. O resultado reflete a possibilidade de organização entre compras e lazer do fim de semana. Contudo, chama atenção o segundo lugar, entre 9 e 16h, pouco atrás da opção mais votada, que demonstra a necessidade de expansão do horário até mais tarde para atender às necessidades dos consumidores. Nos comentários, alguns internautas justificaram a escolha pelo horário de 9 às 13h com o fato de os trabalhadores do comércio terem o período da tarde de descanso. Quem optou pelo horário de 9 às 18h, destacou o fato de o Centro da cidade concentrar grande movimentação no período da manhã, assim como os shoppings, no período da tarde.

Compras por aplicativos e/ou sites Você adquire produtos por aplicativos de baixa de cupons e/ou sites de compras? Sim, mas sem muita frequência – 75 – 45,45% Não tenho hábito de fazer compras por essas ferramentas – 59 – 35,76% Sim, com frequência – 31 – 18,79%

O terceiro questionamento lançado na rede, em 7 de maio, foi o hábito de adquirir produtos por meio de aplicativos e sites. As respostas possíveis foram: Sim, mas sem muita frequência; Não tenho hábito de fazer compras por essas ferramentas; e Sim, com frequência. A opção mais escolhida foi a primeira - Sim, mas sem muita frequência. O resultado reflete a mudança de hábito e a incorporação da internet no dia a dia do consumidor. Contudo, há cautela em compras virtuais. As dicas, nesses casos, são: cuidado ao efetuar tais transações, evitar fornecedores que praticam preços muito abaixo do preço médio, evitar vendedores desconhecidos ou que não informem os seus dados completos, inclusive telefones e endereços físicos.


Notícias 30

Crise demite mais profissionais com nível superior Os administradores de empresas estão entre os profissionais com nível superior que mais perderam emprego entre março do ano passado e o mesmo mês deste ano. Foram 26,2 mil demissões. Na sequência, estão professores de ensino superior (21 mil demitidos), engenheiros civis (17,6 mil), programadores e avaliadores de ensino (17,6 mil) e advogados (10,6 mil). Os números fazem parte de um levantamento produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) com base nos dados do Ministério do Trabalho e Previdência Social. “O principal impacto da atual crise econômica sobre o mercado de trabalho tem se revelado através dos consecutivos saldos mensais negativos entre admissões e desligamentos”, explica Fabio Bentes, economista da entidade. Desde o início de 2015, o emprego com carteira assinada já acumulou o corte líquido de 1,86 milhão de vagas formais no País, provocando uma retração de 4,5% no emprego, levando o atual estoque de trabalhadores celetistas ao mesmo nível de junho de 2012 (39,4 milhões). Nos 12 meses encerrados em março de 2016, as demissões de trabalhadores com nível superior e carteira assinada avançaram 10,8%, contra uma variação de -7,0% na média do mercado de trabalho. “Isso representa a dispensa de 1,01 milhão de empregados nessas condições”, aponta Bentes.

Baixa confiança do empresário retém investimentos e explica demissões Segundo Fabio Bentes, a demissão de profissionais com 3º grau acontece na medida em que a confiança do empresariado diminuiu, o que também faz recuar a intenção de manter investimentos, sobretudo aqueles ligados à produtividade. E as demissões atingiram homens e mulheres em igual proporção, já o corte por faixa etária revela que 39,7% dos demitidos tinham entre 30 e 39 anos. E, regionalmente, há um predomínio natural do Sudeste em números absolutos, com 84,5 mil demissões sem justa causa (52,2% do total). Entretanto, as regiões Norte (+14,7%) e Sul (+14,1%) foram aquelas em que o processo de demissões mais se intensificou nos últimos meses. Do ponto de vista setorial, nota-se que, nos últimos 12 meses até março deste ano, praticamente três em cada quatro demissões (73,1% do total) com as características analisadas ocorreram em quatro subsetores: ensino (42,7 mil); administração de imóveis (38,8 mil), serviços de alojamento e alimentação (19,11 mil) e construção civil (17,8 mil).


Bancos terão de

substituir, na hora, notas falsas sacadas por clientes

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, recentemente, a obrigatoriedade para a troca imediata de cédulas sacadas nos caixas eletrônicos ou convencionais, desde que o cliente comprove a retirada ana instituição financeira. Até então, os bancos costumavam substituir as cédulas, mas o prazo de troca dependia da relação da instituição com o cliente e não era regulamentado pelo governo. De acordo com o técnico do Banco Central (BC), Marcelo Cota, em entrevista à Agência Brasil, a possibilidade de falsários que queiram aproveitar-se da brecha para trocar cédulas é reduzida porque os bancos têm meios para verificar se o cliente está cometendo fraudes. A exigência vale apenas para notas sacadas nos caixas eletrônicos ou presenciais. No caso de notas falsas recebidas no comércio, o técnico do BC esclareceu que o cliente não tem direito ao ressarcimento e é obrigado, pela legislação, a levar a cédula a qualquer agência para que o banco retenha a nota e a envie ao Banco Central.

Custódia

Informações

O CMN também determinou que os bancos retenham as cédulas e moedas suspeitas de falsificação sob sua custódia. Embora as instituições costumem por a medida em prática, não havia a obrigação de que elas monitorassem a procedência das notas em suas tesourarias. Segundo Cota, a medida estimulará que haja mais ações preventivas por parte dos próprios bancos. O Banco Central editou uma circular para estabelecer prazos máximos para que as instituições financeiras enviem à autoridade monetária informações sobre notas e moedas falsas. O prazo foide 30 dias nas capitais em que o BC tem representações e 45 dias nas demais localidades.

Atualmente não há previsão para que as instituições encaminhem as informações ao órgão. Em alguns casos, de acordo com o BC, os bancos levaram 180 dias para informar o recebimento de uma nota falsa. Para Cota, as medidas vão permitir a diminuição da quantidade de notas falsas em circulação. O índice caiu de 150 notas a cada 1 milhão de cédulas, em 2006, para 75 notas neste ano. Nos Estados Unidos, o índice está em 50 notas em 1 milhão.


Notícias 33

Mudanças nas leis trabalhistas deverão ser propostas até o fim do ano

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou, recentemente, que o governo do presidente em exercício, Michel Temer, irá encaminhar ao Congresso Nacional, até o fim do ano, propostas para a reforma trabalhista e para regulamentar o processo de terceirização no país. Ainda deve fazer parte do pacote um projeto para tornar permanente o Programa de Proteção ao Emprego – que permite a redução da jornada de trabalho e do salário, com contrapartida da União, criado na gestão de Dilma Rousseff em caráter provisório. Em entrevista coletiva realizada durante o anúncio, o ministro afirmou que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) “virou uma colcha de retalhos, permitindo


Notícias 34

interpretações subjetivas e divergentes entre juízes, empregadores e trabalhadores, o que faz com que não atenda mais à realidade econômica atual. Isso porque contamos com uma legislação trabalhista da década de 40”. Por isso, o ministro defendeu que a CLT precisa ser atualizada para reduzir conflitos. “A reforma deve contemplar uma legislação simplificada e clara.” Ele observou, também, que o governo não pretende apresentar uma proposta fechada, mas construir um consenso entre representantes dos trabalhadores e empregadores, porque todos têm um “inimigo comum”, o desemprego — que atinge 12 milhões de pessoas. “Vamos atualizar a legislação. Os direitos não serão revogados. Direito não se revoga, direito se aprimora. Pretendemos promover uma legislação que traga mais clareza nessa relação de contrato entre trabalhador e empregador.”

Fortalecimento da negociação coletiva Para o ministro, a flexibilização da CLT traz consigo o fortalecimento da negociação coletiva entre sindicatos de trabalhadores e empregadores. “Vamos buscar um formato que prestigie a negociação coletiva e que vai tratar da questão de jornada e salário. Precisamos oferecer ao mercado um contrato que traga segurança e não fique sujeito a interpretações subjetivas que gerem insegurança.”

Para evitar que trabalhadores representados por sindicatos com menor poder de negociação possam ser prejudicados com esses acordos, o ministro informou que o ministério vai promover a capacitação de dirigentes sindicais. “Pretendemos, nos termos da Constituição, fortalecer o princípio da unicidade sindical e dar legitimidade maior ao sindicato na hora da homologação da rescisão do contrato”, adiantou. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou, recentemente, que o governo do presidente em exercício, Michel Temer, irá encaminhar ao Congresso Nacional, até o fim do ano, propostas para a reforma trabalhista e para regulamentar o processo de terceirização no país. Ainda deve fazer parte do pacote um projeto para tornar permanente o Programa de Proteção ao Emprego – que permite a redução da jornada de trabalho e do salário, com contrapartida da União, criado na gestão de Dilma Rousseff em caráter provisório. Em entrevista coletiva realizada durante o anúncio, o ministro afirmou que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) “virou uma colcha de retalhos, permitindo interpretações subjetivas e divergentes entre juízes, empregadores e trabalhadores, o que faz com que não atenda mais à realidade econômica atual. Isso porque contamos com uma legislação trabalhista da década de 40”.


Notícias 35

Por isso, o ministro defendeu que a CLT precisa ser atualizada para reduzir conflitos. “A reforma deve contemplar uma legislação simplificada e clara.” Ele observou, também, que o governo não pretende apresentar uma proposta fechada, mas construir um consenso entre representantes dos trabalhadores e empregadores, porque todos têm um “inimigo comum”, o desemprego — que atinge 12 milhões de pessoas. “Vamos atualizar a legislação. Os direitos não serão revogados. Direito não se revoga, direito se aprimora. Pretendemos promover uma legislação que traga mais clareza nessa relação de contrato entre trabalhador e empregador.”

Fortalecimento da negociação coletiva Para o ministro, a flexibilização da CLT traz consigo o fortalecimento da negociação coletiva entre sindicatos de trabalhadores e empregadores. “Vamos buscar um formato que prestigie a negociação coletiva e que vai tratar da questão de jornada e salário. Precisamos oferecer ao mercado um contrato que traga segurança e não fique sujeito a interpretações subjetivas que gerem insegurança.” Para evitar que trabalhadores representados por sindicatos com menor poder de negociação possam ser prejudicados com esses acordos, o ministro informou que o ministério vai promover a capacitação de dirigentes sindicais. “Pretendemos, nos termos da Constituição, fortalecer o princípio da unicidade sindical e dar legitimidade maior ao sindicato na hora da homologação da rescisão do contrato”, adiantou. Segundo Nogueira, a reforma não vai retirar direitos dos trabalhadores. Ele explicou que a mudança na CLT não vai permitir, por exemplo, parcelar o pagamento de férias e 13º salário. A proposta do governo deverá restringir as negociações à redução de salário e de jornada, deixando de fora também normas relativas à segurança e saúde dos trabalhadores. Entre os itens passíveis de negociação está a redução do horário de almoço de uma hora para 30 minutos,

com algum tipo de negociação. São levadas em conta também situações em que o trabalhador fica à disposição da empresa, que tem que pagar hora extra, mesmo sem execução de tarefas; e casos em que a empresa oferece transporte (busca e leva os funcionários) e tem que pagar hora extra durante o intervalo do deslocamento.

Terceirização Regulamentar a terceirização, segundo o ministro, é outra prioridade do governo, diante do universo de dez milhões de trabalhadores que se encontram nessa situação e não têm proteção e garantias asseguradas aos demais. Ele afirmou que a ideia é aproveitar a proposta em tramitação no Congresso e, sem entrar na discussão sobre atividade-fim e atividade-meio. Nogueira quer estabelecer a lista dos serviços especializados e, portanto, passíveis de serem terceirizados: “Essa discussão entre atividade-fim e atividade-meio não é tão relevante”. A Justiça trabalhista proíbe a terceirização na atividadefim. O projeto aprovado pela Câmara dos Deputados e enviado ao Senado não entra nesse mérito e deixa livre a contratação de trabalhadores terceirizados, fixando limites (não existência de vínculo, por exemplo) e contrapartidas, como responsabilização dos empregadores em caso de descumprimento dos direitos por empresas prestadoras de serviço. Ainda sobre a terceirização, a proposta do governo contemplará a regulamentação de contratos de “serviço especializado”.

PPE O PPE, conforme Nogueira, que vence em 2017 para adesões ao longo deste ano, passará a ser permanente para “quem precisar”. Ele pretende lançar um programa de qualificação profissional, que vai incluir trabalhadores por conta própria. O ministro afirmou, ainda, que o desemprego atingiu o fundo do poço e que a tendência é de reversão.


Ações de Representatividade 36

Sindicomércio-JF participa do II Encontro de Mascianos Empreendedores O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula, representou a entidade no II Encontro de Mascianos Empreendedores (EME), realizado pela MASCI Consultoria Jr., no mês de abril. O objetivo do evento é auxiliar exmascianos e atuais empreendedores a criarem e fortalecerem laços entre suas empresas. Estiveram presentes no evento: Rafhael de Paula Oliveira (sócio proprietário da Astral Saúde Ambiental), Rodrigo Rocha (representante do Mangarito Eventos), Kauê Barquette (proprietário da marca Ohana), Thiago Rodrigues

dos Reis (representante do Brownie do Rapha), Saulo Lamha Rocha (representante da Volpi Planejados), Maryana Mauler (proprietária da Maryana Mauler Acessórios), Gustavo Haberbosch (representante da Auto Peças DBC Ltda.), Gabriel Almeida (proprietário da Gabriel Almeida Construções Ecológicas), Victor Gomes (representante da Gomes e Santos Hortifrutti), Leo Siviero Vicente (sócio administrador da MM Pescados), Camila Oliveira (atual diretora vice-presidente da MASCI Consultoria Jr.) e Rodolfo Ragazzi (atual diretor presidente da MASCI Consultoria Jr.).

II Encontro de Mascianos Empreendedores Masci

Diretor do Sindicomércio-JF é empossado como membro efetivo do Fopemimpe O diretor do Sindicomércio-JF, Marcelo Rodrigues Sepúlveda, foi empossado como membro do Fórum Permanente Mineiro das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Fopemimpe) Regional Mata. A assembleia de instalação e a posse dos membros efetivos foi realizada no dia 18 de maio, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas de Juiz de Fora (CDL/JF). Doze representantes, já habilitados, tomaram posse, e oito empossados serão habilitados posteriormente, mediante aprovação do estado. Esse foi o sétimo território de desenvolvimento implantado em Minas, dos 17 criados pelo estado. O Fórum Permanente Mineiro das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte- Fopemimpe, presidido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, é a principal ferramenta para a construção de políticas públicas voltadas para o fortalecimento dos pequenos negócios do Estado de Minas Gerais. Com a efetiva participação da sociedade civil organizada, o Fopemimpe promove debates, diagnósticos e propõe ações e projetos com o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico em nosso estado.

Marcelo Rodrigues Sepúlveda (diretor do Sindicomércio-JF) e Fernando Passalio (Superintendente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais) CDL/JF


“As perspectivas do emprego e da renda em JF” é realizado no Sindicomércio O auditório do Sindicomércio-JF sediou, no dia 19 de maio, o seminário “Perspectivas do Emprego e da Renda em Juiz de Fora”, promovido pelo Conselho Municipal do Trabalho, Emprego e Geração de Renda de Juiz de Fora (Comter/JF), instituído em 2015. O evento reuniu conselheiros, representantes do poder público, organizações sindicais, entidades de classe, empresários e convidados. A programação do seminário teve apresentação, painel e debate sobre o mercado de trabalho e o cenário encontrado pelas empresas na implantação e expansão dos seus negócios em Juiz de Fora.

Seminário “Perspectivas do Emprego e da Renda em Juiz de Fora”

Vice-presidente do Sindicomércio-JF, Nício Fortes Garcia, abre o aseminário

Sindicomércio-JF

Sindicomércio-JF

Presidente do Sindicom-Mata visita o Sindicomércio-JF O Sindicomércio-JF recebeu, no dia 19 de maio, a visita do presidente do Sindicato Patronal do Comércio Varejista e Atacadista da Zona da Mata (Sindicom-Mata), Rodolpho Affonso Carvalho Lannes Rosas. O objetivo da visita foi a troca de experiências entre as duas entidades.

O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula; o presidente do Sindicom-Mata, Rodolpho Affonso Carvalho Lannes Rosas; e o gerente comercial do Sindicomércio-JF, Weder Carminatti Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 38

Diretoria marca presença no 32º Congresso Nacional de Sindicatos Patronais O Sindicomércio-JF participou da 32ª edição do Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, realizado entre os dias 25 e 27 de maio, no Parque Vila Germânica, em Blumenau (Santa Catarina). O tema geral do evento foi “O Sindicalismo na era da inovação”. O evento teve como objetivo promover o intercâmbio de ideias sobre os mais variados temas ligados ao desenvolvimento do comércio e ao sindicalismo patronal

brasileiro. A programação do congresso contou com palestras, apresentação de práticas bem sucedidas de sindicatos em todo o Brasil, exposições e workshops. No Painel de Executivos Lair Montenegro, o Sindicomércio-JF apresentou o trabalho “Os Desafios da representatividade”. A 32ª edição do CNSP foi realizada pelo Sindilojas Blumenau, tendo como parceiros Sincavi e Sincofarma do Vale do Itajaí, Sindilojas Gaspar, Sinpeb do Alto Vale, Sindasseb, Secovi, Sincor e Sirecon de Blumenau.

Os diretores do Sindicomércio-JF, Rui Mussel da Silva, Alexandre Tassi Brugiolo, Zênio Fernandes Filho, Marcelo Rodrigues Sepúlveda, Nício Fortes Garcia; o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti; o diretor, Gilson Guimarães Peixoto; o superintendente, Sergio Costa de Paula; e o gerente comercial, Weder Carminatti Sindicomércio-JF

CCT 2016/2017 Fetramov-MG Presidentes assinam convenção O Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), entidade patronal, e a Federação dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral, Auxiliares de Administração no Comércio de Café em geral e Auxiliares de Armazéns Gerais de Minas Gerais (Fetramov-MG), entidade laboral, celebraram, no mês de junho, a Convenção Coletiva de Trabalho 2016/2017. A convenção, que está disponível para download no site do Sindicomércio-JF, no campo Convenções Coletivas, abrange trabalhadores em armazéns gerais e centros de distribuição.

O advogado Rubens Andrade Neto; o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti; o presidente da Fetramov-MG, Teovaldo José Aparecido; e o assessor jurídico da FetramovMG, Péricles Caldeira Pereira Sindicomércio-JF


Reunião da ADJFR é realizada no Sindicomércio O auditório do Sindicomércio-JF recebeu, no dia 2 de junho, a reunião itinerante da Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora e Região (ADJFR). Na ocasião, foram apresentadas as notícias sobre as atividades da ADJFR referentes ao mês maio. Além disso, o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, apresentou o vídeo institucional da entidade.

Reunião da ADJFR Sindicomércio-JF

Entidade é representada na abertura da

1ª Bienal do Livro de Juiz de Fora O vice-presidente do SindicomércioJF, Nício Fortes Garcia, representou a entidade na abertura da 1ª Bienal do Livro de Juiz de Fora, no dia 14 de junho, no Independência Trade Hotel. Para o Sindicomércio, a iniciativa trouxe muitos impactos positivos para a cidade, não só na área específica, como livrarias e editorias, mas também em setores como vestuário, perfumarias e chocolates. “Por se tratar de um evento de duração relativamente extensa, quem veio à cidade quis conhecê-la, e, consequentemente, consumindo”, aponta o presidente do SindicomércioJF, Emerson Beloti.

O presidente da Câmara Brasileira do Livro, Luís Torelli; a diretora da Câmara Mineira do Livro, Heloísa Reis; o vice-presidente do Sindicomércio-JF, Nício Fortes Garcia; e a jornalista, diretora da Signa Eventos e idealizadora da bienal, Cristina Sena Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 40

Sindicomércio-JF recebe primeira reunião e coletiva de imprensa com foco nos

Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016 O Sindicomércio-JF sediou, no dia 21 de junho, uma coletiva de imprensa que contou com a presença do presidente da entidade, Emerson Beloti, e do vice-presidente, Rui Mussel da Silva; do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/JF), Marcos Casarin; do presidente interino da Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora (ACEJF) e secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda, João de Matos Neto; da coordenadora de Eventos da Diretoria de Imagem Institucional da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Ana Paula Dutra; da presidente do Juiz de Fora e Região Convention & Visitors Bureau, Thaís de Oliveira Lima; do coordenador executivo do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora (SHRBSJF), Rogério Barros; e da gestora do Circuito Turístico Caminho Novo, Danielle Feyo.

A coletiva foi realizada após a primeira de uma série de reuniões, que marcou o início de um trabalho conjunto, com intenção de unir esforços e definir estratégias para estimular o turismo receptivo em Juiz de Fora, tendo como foco a chegada das nove delegações de oito países, que vêm à cidade para darem continuidade, na UFJF, aos treinamentos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016, no Rio de Janeiro. Umas das sugestões dadas pelo Convention & Visitors Bureau ao comércio é o investimento em decoração diferenciada para vitrines, além de precificação em inglês. “Acho importante essas entidades pensarem em como elaborar planos para que possamos ganhar com o evento. Todo o comércio tem que se esforçar e fazer com que o público presente esteja satisfeito”, pondera o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti.

Coletiva de imprensa

Coletiva de imprensa

Sindicomércio-JF

Sindicomércio-JF


CCT 2016/2017 Sindedif-JF Presidentes assinam convenção O Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), entidade patronal, e o Sindicato dos Empregados em Edifícios e nas Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de Juiz de Fora (Sindedif-JF) celebraram, no mês de junho, a Convenção Coletiva de Trabalho 2016/2017. A convenção, que está disponível para download no site do Sindicomércio-JF, no campo Convenções Coletivas, abrange trabalhadores em edifícios e empresas de compra, venda, locação e administração de imóveis.

O advogado do Sindicomércio-JF, Rubens de Andrade Neto; o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti; o presidente do Sindedif-JF, Luiz José da Silva; e o advogado do Sindedif-JF, João Batista de Medeiros Sindicomércio-JF

Vice-presidente participa de solenidade em comemoração ao Dia Nacional do Bombeiro O vice-presidente do Sindicomércio-JF, Nício Fortes Garcia, participou, no dia 29 de junho, da solenidade em comemoração ao Dia Nacional do Bombeiro. O evento foi realizado na 4ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp).

Coronel BM Sérgio Ricardo Santos de Oliveira (comandante do 3ª Comando Operacional de Bombeiros), Nício Fortes Garcia (vicepresidente do Sindicomércio-JF), Tenente-coronel BM Cláudio Guimarães de Almeida (comandante do 4ª Batalhão de Bombeiros Militar)

Sindicomércio-JF

Solenidade

Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 42

Sindicomércio-JF e Colégio Conexão assinam parceria para convênio No dia 4 de julho, o Sindicomércio-JF e o Colégio Conexão assinaram convênio para descontos de 40% nas mensalidades em todos os cursos oferecidos pelo colégio. A parceria oferece descontos aos associados, colaboradores e familiares. Os descontos abrangem: do 1º ao 3º ano do ensino médio e cursos preparatórios para IF Sudeste, PISM e Enem.

Weder Carminati (gerente de operações comerciais do Sindicomércio-JF), Viviane Dalmonech Murgia (executiva de negócios do Colégio Conexão) e Adelino Saul dos Santos (diretor pedagógico do Colégio Conexão) Sindicomércio-JF

Masci Consultoria Jr. é o novo convênio oferecido pelo Sindicomércio-JF O Sindicomércio-JF assinou, no dia 4 de julho, convênio com a Masci Consultoria Jr. A proposta é oferecer às empresas do segmento projetos específicos dentro das seguintes áreas: Financeira, Gestão de Pessoas, Marketing, Organização e Métodos, e Gestão Estratégica. Por meio da parceria, os projetos terão desconto de até 20%.

Sergio Costa de Paula (superintendente do Sindicomércio-JF), Rodolfo Ragazzi (Masci), Emerson Beloti (presidente do Sindicomércio-JF), Luiz Eduardo Bellotti (Masci), Raphael Dore (Masci), Camila Oliveira Sindicomércio-JF


Presidente participa de evento nas Faculdades Facsum e FJF O presidente do SindicomércioJF, Emerson Beloti, participou, no dia 25 de junho, do 1º Encontro de Profissionais e Estudantes de Exatas e Humanas (1º ENPEEH), um evento interdisciplinar dos Cursos das áreas de Exatas e Humanas das Faculdades FACSUM e FJF. O tema abordado durante o evento foi “Mercado de Trabalho”. Elisa Mara Oliveira Schettino (coordenadora do curso de Administração) e Emerson Beloti (presidente do Sindicomércio-JF) Facsum / FJF

Sindicomércio-JF participa de

evento promovido pelo Sebrae O Sindicomércio-JF participou, no dia 6 de julho, do Seminário de Inteligência Competitiva, promovido pelo Sebrae Minas em Juiz de Fora. A entidade também apoiou o evento.

Seminário de Inteligência Competitiva Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 44

inauguração do Shopping Jardim Norte O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula, esteve presente à solenidade de inauguração do Shopping Jardim Norte, realizada no dia 12 de julho. O evento, que precedeu a abertura ao público, reuniu os empreendedores Antônio Arbex (ABX), Ildeu Bretas (Grupo São Francisco), Heitor e Ana Cristina Villela (Traituba), além de lideranças empresariais e políticas. De acordo com a administração do shopping, 155 estão confirmadas, A expectativa é em até 90 dias todas as lojas que têm contratos assinados estejam funcionando.

Marcos Casarim (presidente da CDL/JF), Sergio Costa de Paula (superintendente do Sindicomércio-JF) e Antônio Arbex (ABX) Sindicomércio-JF

Fachada Sindicomércio-JF

Palestra sobre REPIS esclarece contadores e contabilistas O auditório do Sindicomércio-JF recebeu contadores, no dia 20 de julho, para uma palestra sobre o REPIS (Regime Especial de Piso Salarial Diferenciado). A palestra foi conduzida pelo advogado Rubens Andrade Neto, que presta assessoria jurídica ao Sindicomércio-JF. O REPIS é um baneício que garante à micro e pequena empresa e ao micro empreendedor individual mais economia. Fazendo adesão ao REPIS, é possível praticar piso diferenciado e ter uma diminuição considerável no custo por colaborador, como conseqüência, redução na folha de pagamento. O REPIS está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho 2016/2017 das empresas de compra, venda, locação e administração de imóveis. Para aderir ao REPIS, basta que a empresa solicite ao Sindicomércio-JF o certificado de adesão ao regime.

O advogado Rubens Andrade Neto aborda o tema REPIS Sindicomércio-JF


JF conta com Núcleo de Atendimento ao Idoso O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula, esteve presente, no dia 21 de julho, na inauguração do Núcleo de Atendimento ao Idoso, localizado no terceiro piso do Santa Cruz Shopping. O espaço funcionará como delegacia da Polícia Civil, tendo a atribuição de investigar os crimes previstos no Estatuto do Idoso (Lei Federal 10.741/03), além de fiscalizar asilos, centros de idosos etc. O núcleo realizará, ainda, o primeiro atendimento ao maior de sessenta anos de idade e impressão de boletins de ocorrência. O atendimento será feito de segunda a sexta-feira, de 9 às 16h.

O delegado chefe do 4º Departamento de Polícia Civil de Juiz de Fora, Dr. Eurico da Cunha Neto, e o superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula Sindicomércio_JF

Sindicomércio-JF integra Grupo de Trabalho, Desenvolvimento e Inovação na Mata Mineira A Zona da Mata mineira ganhou um grupo de trabalho, que reúne instituições de ensino e pesquisa, Poder Público e agentes econômicos a fim de impulsionar o desenvolvimento e aumentar a competitividade da região. A oficialização do Grupo de Trabalho, Desenvolvimento e Inovação na Mata Mineira (GDI Mata) ocorreu no dia 22 de julho, quando foi apresentada a carta de intenções. O GDI Mata também pretende atuar em prol da execução do Parque Científico e Tecnológico de Juiz de Fora e Região, projeto que aguarda, há quatro anos, a resolução do impasse junto ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Participam do GDI Mata: Universidade Federal de Juiz de Fora, Prefeitura de Juiz de Fora, Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) da Zona da Mata; Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora(ACE/JF); Câmara de Dirigentes Lojistas de Juiz de Fora (CDL/JF); Centro Industrial de Juiz de Fora (CDI/JF); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) Regional Zona da Mata; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Regional Zona da Mata e Liga das Empresas Juniores da UFJF.

Oficialização do GDI Mata Sindicomércio_JF


Ações de Representatividade 46

Sindicomércio-JF promove palestra sobre Enquadramento Sindical O Sindicomércio-JF promoveu, no dia 26 de julho, palestra sobre Enquadramento Sindical. O evento, gratuito, reuniu contadores e contabilistas. O assunto foi conduzido pelo advogado da Fecomércio MG, especialista em Negociações Coletivas de Trabalho, Thiago Magalhães.

Advogado Thiago Magalhães fala a contadores e contabilistas Sindicomércio-JF


Notícias 47

Contribuinte com bens no exterior pode antecipar recursos para pagar tributos Os contribuintes com bens no exterior poderão antecipar a entrada de recursos no país para pagar os impostos referentes a esses capitais. A Receita Federal publicou hoje (29) no Diário Oficial da União instrução normativa que facilita a regularização de ativos externos. Em nota, o Ministério da Fazenda informou que alguns contribuintes não tinham dinheiro no país para pagar os tributos, condição essencial para a regularização, também chamada de repatriação. Por isso, a pasta decidiu permitir que a entrada dos recursos seja antecipada, desde que o dinheiro seja usado exclusivamente para esse fim. Além da instrução normativa, o Banco Central publicou normas que asseguram aos bancos que os recursos antecipados pelo contribuinte sejam totalmente usados para o pagamento dos tributos devidos. Algumas instituições

financeiras não permitiam a entrada desses recursos por alegarem ser necessário que o Banco Central e a Receita esclarecessem as normas da Lei de Repatriação. Uma das principais medidas para reforçar o caixa do governo em ano de crise econômica, a regularização de ativos no exterior, começou a vigorar em abril e vai até 31 de outubro. Os contribuintes com recursos mantidos legalmente em outros países poderão regularizar a situação fiscal no país. Os ativos poderão ser mantidos no exterior ou serem repatriados ao Brasil, desde que o contribuinte pague 15% de Imposto de Renda e 15% de multa. A medida deverá ajudar a acelerar a entrada de recursos, com a regularização. O governo espera arrecadar R$ 21 bilhões com o procedimento. Até agora, cerca de R$ 8 bilhões entraram nos cofres federais.


Notícias dos Associados História 48

História dos Associados

Interior da loja da rua Halfeld 608, loja 104 Arquivo pessoal

Galil Joias

A Galil Joias comemorou, em março deste ano, 45 anos. As décadas são marcadas por muito trabalho e dedicação por parte da família Galil. A primeira loja foi fundada em 1971, após o sr. Rogério Galil sair do emprego, na Joalheria Farinazzo, por onde trabalhou entre 1961 e 1970. “Havia saído do emprego e resolvi montar meu negócio. Comecei de forma modesta, já que não tínhamos nada, com uma banca e minhas ferramentas”, relembra sr. Rogério Galil. A história teve início na rua Mister Moore 143, onde o proprietário atuava como ourives e relojoeiro. Segundo ele, no começo, a loja contava com a oficina, relógios e porcelanas. “Em um período relativamente curto, começamos a colocar os produtos e montar nosso estoque. Os representantes comerciais que me conheciam da Farinazzo começaram a me visitar e me davam créditos de mercadorias, isso permitiu a montagem e a ampliação da nossa linha de produtos.” Quando abriu seu negócio, sr. Galil, acabou contratando alguns ex-colegas da época da Farinazzo e conta orgulhoso de alguns que ficaram com ele por longos anos. “Um deles ficou até aposentar-se. Outro saiu para fazer faculdade.” Na década de 70 veio o casamento e logo depois sua esposa passou a auxiliá-lo na loja. Com o passar dos anos e o filho já adulto, sr. Galil decidiu, há cerca de quatro anos, abriu mais uma loja, na rua Halfeld 608, loja 104. “Pensamos que ele poderia dar continuidade aos negócios da família e ele tem feito isso muito bem.” Há um ano a loja que ocupava o mesmo endereço, desde 1971, mudou de lado, estando, hoje, na rua Mister Moore 150, quase em frente ao endereço antigo. “Reestruturamos tudo e oferecemos ao nosso cliente um espaço moderno e confortável.”

Foto da fachada da antiga loja, na Mister Moore Arquivo pessoal

Confiança Sr. Galil destaca que “o sucesso vem de fatores dos quais não podemos abrir mão. Temos uma clientela fidelizada porque geramos confiança em nossos negócios. Hoje fabrico alianças para pessoas que são netas dos avós para quem fiz alianças no passado. Isso é confiança. Ou seja, conquistamos clientes novos porque temos tradição. Primamos pelo atendimento pautado pelo caráter, não só no momento da venda, mas também no conserto, e no pós-venda.”

Fachada da nova loja, na rua Mister Moore 150 Sindicomércio-JF


História dos Associados 49

História dos Associados

Maxcopy

A história da Maxcopy teve início em março de 1989, quando dois egressos de uma empresa do ramo de impressões decidiram se unir em sociedade. Ênio Monteiro Lima abraçou a parte comercial da nova empresa, e Itamar Oliveira, a parte técnica. “Começamos como quase todo mundo começa, com muita vontade, em uma sala pequena, de 30 metros quadrados, apenas uma colaboradora e 22 equipamentos”, lembra Lima. O endereço à época era o Edifício Comendador Pedro Procópio do Valle, onde a Maxcopy ficou por cerca de quatro anos. O segundo endereço da empresa, que já necessitava de espaço maior, foi o Centro Empresarial Alber Ganimi, ocupando uma sala de 50 metros quadrados. De lá, a empresa passou a ocupar um espaço no Centro Comercial José de Almeida Pires, na rua Américo Lobo, onde ficou por mais oito anos. Atualmente, com 27 anos de mercado, a Maxcopy ocupa uma ampla casa, situada à rua Severino Belfort 47, no Manoel Honório. A empresa está neste endereço há três anos.

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A Maxcopy conta, atualmente, com cerca de 500 equipamentos em locação. A empresa atende Juiz de Fora e região, além de cidades do interior do Rio de Janeiro. “Após qualquer contrato feito em Juiz de Fora, podemos levar nossas máquinas para qualquer lugar do país”, destaca Oliveira. Questionados sobre o segredo para que uma empresa avance décadas no mercado, os sócios destacaram: “Somos uma sociedade firme, baseada em princípios sólidos. Prezamos pela qualidade”. Uma das preocupações é o prazo oferecido no caso de assistência técnica. “Atendemos em no máximo 24 horas porque buscamos entender as necessidades dos nossos clientes”, ressalta Lima. A Maxcopy, representante e revendedora autorizada Kyocera, vende, aluga e presta assistência técnica em copiadoras, impressoras e duplicadores digitais.

Sindicomércio-JF


Lei obriga informação sobre

presença de lactose em alimentos Fabricantes de alimentos terão que indicar nos rótulos quando houver a presença de lactose nos produtos. E ainda, alimentos cujo teor original de lactose tenha sido alterado deverão informar o teor de lactose remanescente. As determinações estão previstas na Lei 13.305, publicada no dia 5 de julho, e que ainda será regulamentada. O autor da proposta, senador Paulo Bauer (PSDB-SC), justificou a iniciativa citando resultados de diversos estudos que apontam a elevada ocorrência de intolerância à lactose no Brasil. As indústrias têm o prazo de 180 dias, contados a partir da publicação, para se adequarem.


Espaço Saúde 51

Intolerância à lactose Intolerância à lactose é a incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados. “Ela ocorre quando o organismo não produz, ou produz em quantidade insuficiente, uma enzima digestiva chamada lactase, que quebra e decompõe a lactose, ou seja, o açúcar do leite”, explica a gastroenterologista Maria Torres. Isso faz com que essa substância chegue ao intestino grosso inalterada. Lá ela se acumula e é fermentada por bactérias que fabricam ácido lático e gases, promovendo maior retenção de água e o aparecimento de diarreias e cólicas. Os sintomas variam de acordo com a maior ou menor quantidade de leite e derivados ingeridos. Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderado ou grave, segundo o tipo de deficiência apresentada.

Tipos Deficiência congênita – por um problema genético, a criança nasce sem condições de produzir lactase (forma rara, mas crônica); Deficiência primária – diminuição natural e progressiva na produção de lactase a partir da adolescência e até o fim da vida (forma mais comum); Deficiência secundária – a produção de lactase é afetada por doenças intestinais, como diarreias, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, doença celíaca, ou alergia à proteína do leite, por exemplo. Nesses casos, a intolerância pode ser temporária e desaparecer com o controle da doença de base.

Diagnóstico Além da avaliação clínica, o diagnóstico da intolerância à lactose pode contar com três exames específicos: teste de intolerância à lactose, teste de hidrogênio na respiração e teste de acidez nas fezes. No primeiro, o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, colhe amostras de sangue para medir os níveis de glicose, que permanecem inalterados nos portadores do distúrbio. O segundo considera o nível de hidrogênio eliminado na expiração depois de o paciente ter ingerido doses altas de lactose e o terceiro leva em conta a análise do nível de acidez no exame de fezes.

Tratamento A intolerância é uma carência do organismo, que pode ser controlada com dieta e medicamentos. No início, a proposta é suspender a ingestão de leite e derivados, a fim de promover o alívio dos sintomas. Depois, esses alimentos devem ser reintroduzidos aos poucos até identificar a quantidade máxima que o organismo suporta sem manifestar sintomas adversos.


Motivacional

Divulgação / Erik Penna

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Erik Penna Palestrante motivacional e autor de livros, como “Motivação Nota 10” e “A Divertida Arte de Vender”

20 dicas para você fazer bonito na sua apresentação “Poderão esquecer o que você disse, mas jamais irão esquecer como os fez sentir.” Carl W. Buechner

Já encontrei muitas pessoas desmotivadas ou apavoradas por ter que apresentarem-se em público ou até mesmo numa pequena reunião da empresa. Algumas pesquisas apontam que o medo de falar em público é tão significativo que chega até a superar o medo da morte. Insegurança, calafrio, dor de cabeça e desespero, tudo por causa da apresentação na faculdade ou na reunião da empresa. Diversas pessoas ficam literalmente apavoradas, mas, seguindo as dicas abaixo, você irá fazer bonito e surpreender positivamente seus expectadores. 1 - Domine o assunto. Conhecer profundamente o tema que irá apresentar é fundamental para o sucesso. Isso trará a confiança necessária para discursar. Caso tenha tempo, estude bastante o assunto, caso contrário é melhor não arriscar. 2 - Inicie a fala pelo que é mais fácil para você. Isso serve como um aquecimento e será vital para você se acalmar, ganhar confiança e, em seguida, deslanchar, sem se lembrar mais do calafrio inicial. 3 - Fale com naturalidade. Não caia na tentação de querer imitar alguém. Cada pessoa tem seu estilo e você deve enaltecer o seu. Adeque seu estilo ao assunto a ser abordado e à plateia que irá escutá-lo. 4 - O ideal é falar em público com a mesma naturalidade que se conversa entre os amigos e os familiares. 5 - Varie o tom de voz. Ora mais baixo, ora mais alto, mais rápido ou pausadamente, assim as pessoas não se cansam e permanecem prestando atenção em sua fala e em seu conteúdo. E, sobretudo, fale com emoção e paixão. Assim, você irá contagiar os espectadores com sua vibração.

6 - Não fique parado no mesmo local. Aproxime-se das pessoas mais interessadas, para que elas se sintam enaltecidas, e também das pessoas desinteressadas ou sonolentas, pois assim as manterá atentas. 7 - Tenha hora para começar e para terminar. E, mesmo que a plateia esteja adorando, não se empolgue, termine no horário combinado. E, se puder, avise durante a apresentação, quanto tempo ainda resta para encerrar. 8 - Use o bom humor. Em geral, as pessoas gostam desta didática, mas sem exageros. Cuidado com certas brincadeiras, piadas e palavrões. 9 - Faça perguntas durante a apresentação. Mesmo que você mesmo as responda. Questionamentos geram maior atenção e interação dos participantes. 10 - Use recursos audiovisuais. A tecnologia pode lhe propiciar uma didática moderna, mas não abuse, pois as pessoas estão ali para assistir a você e não para ver vídeos longos e cansativos. 11 - Não caia na armadilha de escrever todo o conteúdo nos slides, pois a apresentação vai virar uma leitura cansativa e pode passar a impressão que não conhece o assunto e, por isso, precisa ler, além de, ainda, poder perder a expressão natural. 12 - Dinâmicas normalmente causam interesse e podem ser muito úteis. O filósofo Confúcio já dizia “O que eu ouço, esqueço. O que eu vejo, lembro. O que eu faço, aprendo”. Mas fique atento, pois você deve observar o tempo disponível e o número de pessoas participantes para o êxito de cada dinâmica e, ainda, lembrar-se de concluir o ensinamento para justificar sua utilização.


13 - Preste atenção na linguagem não-verbal. O sucesso da comunicação interpessoal não está somente naquilo que você diz, mas em como diz. Segundo a teoria 7-3855, de Albert Mehrabian, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia (UCLA), somente 7% do impacto da mensagem decorre de seu conteúdo, 38% da comunicação verbal (intensidade e velocidade da voz) e 55% da linguagem não-verbal (gestos, postura, contato visual). Portanto, durante a apresentação, evite permanecer com a mão no bolso ou encostado em alguma coisa, pois isso pode transmitir insegurança ou indiferença. Também evite ficar segurando algum papel ou objeto, pois, se estiver nervoso, sua mão estará trêmula e o objeto irá balançar, expondo, assim, sua ansiedade. 14 - Acerte no vestuário. Procure vestir-se conforme o seu estilo, mas observando sempre o público que irá assistilo, lembrando-se sempre do provérbio: O mundo te trata como ele te vê. 15 - Procure ser entendido. O grande objetivo de um orador é ser entendido. Use o vocabulário adequado para quem está assistindo. Linguagem formal ou informal, técnica ou genérica? Números detalhados devem ser apresentados somente em casos que exijam tal procedimento e com a respectiva explicação. Leituras perenes colaboram para um vocabulário diversificado. Citações são bem vindas, mas sem exageros, e palavras muito técnicas e difíceis devem ser evitadas. 16 - Utilize exemplos práticos e histórias. Jesus Cristo ensinava através de parábolas. A teoria, muitos podem esquecer, no entanto, exemplos, casos e histórias permanecem na mente das pessoas por muito mais tempo, principalmente se forem bem contados e forem pertinentes ao assunto que aborda.

17 - Cuidado com a dicção. Pronuncie bem cada palavra. Cuidado para não cortar o final do “r” quando disser pegar, correr, vencer ou, ainda, emendar e cortar o “n” e dizer “comeno” e “fazeno”, ao invés de “comendo” e “fazendo”. Um bom conselho para evitar isso é ouvir a própria voz. Isso reduzirá os erros. É aconselhável, ainda, tomar bastante água durante a fala para manter a voz nítida e colorida. 18 - Domine o espaço físico. Se puder, vá ao local aonde irá se apresentar com antecedência e treine por alguns minutos. E, durante a apresentação, procure olhar para as pessoas. Não precisa ficar encarando ninguém, pois os deixará encabulados, mas também não fique olhando para o chão. Olhe na linha dos olhos das pessoas e lembre-se de passar os olhos por toda a sala e nos cantos do auditório para que todos se sintam prestigiados e percebam que estão sendo vistos e notados. 19 - Encerre com chave de ouro. Toda apresentação deve ter início, meio e fim. O encerramento deve ser a parte mais impactante, conquistando, assim, a aprovação desejada e deixando um gostinho de quero mais. 20 - E, por último, o grande segredo é praticar, persistir e treinar constantemente, afinal o ser humano também aprende por repetição.


Notícias 54

Roupas no trabalho estão menos formais que há cinco anos, diz pesquisa As roupas utilizadas no trabalho estão menos formais que há cinco anos, segundo pesquisa da OfficeTeam, empresa da Robert Half. Segundo o levantamento, 50% dos gerentes entrevistados disseram que seus funcionários usam roupas mais “descoladas”. Questionados se os funcionários da empresa estão se vestindo mais ou menos formalmente do que há cinco anos, 18% disseram muito mais informalmente e 32% um pouco menos formalmente. Completam as respostas: 33% nem mais ou menos formal, 10% mais formalmente e 7% muito mais formalmente. “Um código de vestuário informal não significa que vale tudo. A equipe deve sempre parecer profissional e projetar uma imagem que reflita positivamente nos negócios”, afirma Brandi Britton, da OfficeTeam, em entrevista ao G1. Além disso, 31% dos funcionários disseram que gostariam de estar em uma empresa com um código de vestuário de trabalho mais casual. Outros 27% são a favor de um código de vestuário casual ou que não exista código. Já 18% gostaria de trabalhar em uma companhia com um código de vestuário mais formal. Mesmo com esse desejo de liberdade, ainda existem limites para um traje de escritório aceitável. Quando os gerentes foram questionados sobre a violação do código de vestuário mais comum no trabalho, 47% responderam roupas excessivamente informais, seguido por mostrar muita pele (32%). Completam as respostas: tatuagens ou piercings visíveis (6%), pelos faciais (5%), uso excessivo de acessórios (4%), ter muitas cores de cabelo ou estilos (3%) e não sabem/ não responderam (3%). “Os funcionários devem ver as diretrizes da empresa e ver o que os colegas estão vestindo. Algumas companhias são mais formais do que outras”, afirma Britton.


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Revista 26 web  
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