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Sindicomércio-JF

mensagem do PRESIDENTE Prezado(a) leitor(a), Estamos no último trimestre de 2015 e já podemos fazer um balanço do que o ano representou para o empresariado do comércio do varejo, atacado e serviços de nossa cidade. Sabemos que o período do Natal ainda é uma chance para que diversas empresas dos setores do varejo possam amenizar os reflexos sofridos no faturamento anual, justamente devido à baixa performance que os trimestres passados apresentaram. Para outras empresas, já é o momento da reflexão natural feita pelo empresário ao final de cada ano, já que seu ramo não possui atrativos para vendas pelo motivo natalino. Este não foi um ano fácil. Vendas bem abaixo do esperado; funcionários pouco comprometidos com a empresa; juros altos, inflação em alta; criação de novos tributos; desemprego em alta; criação de mais feriado, prejudicando a produção e emprego do município; e descrença política como um todo foram ingredientes que, somados, potencializaram o nosso descontentamento. Entretanto, temos que mudar nossas mentes para um novo ciclo. O ano de 2016, evidentemente, não representará retomada de crescimento, e boa parte do que está no parágrafo acima não se resolverá de forma rápida. Mas está servindo para visualizarmos um novo cenário nas empresas, que exigirá muitas qualidades do empresário, principalmente CRIATIVIDADE e INOVAÇÃO. Criatividade, pois a presença do empresário, no chão de loja, será decisiva neste passo. É necessário enxergar, de dentro de seu negócio, planos para atrair seu consumidor. Um planejamento que não envolva simplesmente praticar preços mais baixos. É preciso agregar mais fatores para chamar seu cliente. O consumidor está mais exigente. Isso é fato. Ele quer mais, e por isso é preciso pensar! Inovação, porque sem ela a empresa fica pesada, lenta e sem novidades. O cliente vai dez, cem vezes à loja e os produtos são os mesmos. Isso quando não estão na mesma posição no salão de vendas. O cliente quer ver novidades! O mercado força essa mudança e sinaliza que temos que surpreender os consumidores. É latente que o empresário precisa inovar. Não mudando de ramo, naturalmente, mas colocando, dentro da realidade de seu setor, novos produtos que se relacionam com seu segmento. Como disse, fatores externos prejudicam muito as empresas e a vida do cidadão. Neste momento de desconforto chamado “crise” é que afloram como de fato, sem camuflagem, estão os reais problemas das empresas, da nação, do estado e do município. Ajustar a direção depende de muita vontade, determinação e coragem de todos! Portanto, vamos em frente! Boa leitura!

Neste momento de desconforto chamado “crise” é que afloram como de fato, sem camuflagem, estão os reais problemas das empresas, da nação, do estado e do município. Ajustar a direção depende de muita vontade, determinação e coragem de todos!”

Emerson Beloti de Souza Presidente do Sindicomércio - JF


Índice Expediente:

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Conselho Editorial Emerson Beloti de Souza Sergio Costa de Paula Aline Furtado Jornalista Responsável Aline Furtado – MTb 09105/MG

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Colaboradores Carlos Hilsdorf Fernando Antônio Agra Santos Victória Regina Dias Ribeiro Sergio Costa de Paula

Reportagem Especial Aplicativo “Conexão Comércio App” oferece descontos e vagas de emprego

A Revista Conexão Comércio não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos assinados, já que os mesmos expressam apenas o pensamento dos autores, não representando, necessariamente, a opinião da direção da revista. Caso necessário, a direção se reserva no direito de resumir os artigos. Os espaços publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. Fotografias Algumas fotografias utilizadas nesta edição foram gentilmente cedidas por entidades creditadas. As fotografias utilizadas nos espaços publicitários são de responsabilidade dos anunciantes.

26 Capa Natal - Época de atrair consumidores

01 – Mensagem do Presidente 04 – Notas 08 – Coluna do Advogado 09 – Coluna do Economista 10 – Artigo Especial 36 – Ações de Representatividade 44 – Novos Associados 48 – História dos Associados 50 – Espaço Saúde 52 – Motivacional

Imagens Shutterstock.com Departamento Comercial Sana Keller (32) 9198-0535 Projeto Gráfico e Diagramação ArtWork Propaganda (32) 3215-7075 Periodicidade: Trimestral Tiragem: 5.000 exemplares Impressão: Gráfica Central Contato Telefone: (32) 3215-1317 E-mail: sindicomerciojf@sindicatodocomercio.org.br Site: www.sindicomerciojf.org.br Facebook: Sindicomércio-JF Twitter: @sindicomerciojf Endereço: Avenida Rio Branco 2.588/5º andar Centro - Juiz de Fora – MG Funcionamento: de segunda a sexta, de 8h30 às 18h30

Diretoria 2014 / 2018 Emerson Beloti de Souza Presidente Nício Fortes Garcia 1º Vice-presidente Rui Mussel da Silva 2º Vice-presidente

Espaço do Leitor Contribua com a Conexão Comércio. Envie sugestões, críticas e comentários sobre os diversos assuntos publicados na revista. Nosso e-mail é jornalismo@ sindicatodocomercio.org.br. Participe!

Oddone Villar Turolla 3º Vice-presidente Paulo Roberto Lopes 4º Vice-presidente

Carlos Alberto Martins de Pinho 2º Secretário Lucimar Las Casas Oliveira 3º Secretário Alexandre Tassi Brugiolo 1º Tesoureiro Gilson Guimarães Peixoto 2º Tesoureiro Zênio Fernandes Filho 3º Tesoureiro

Marcelo Rodrigues Sepúlveda Sergio Costa de Paula 1º Secretário Superintendente


Notas 06

Juiz de Fora ocupa a 22ª posição na lista das “melhores cidades do Brasil” Juiz de Fora é um dos melhores entre os mais de 5.500 municípios do território nacional. A cidade ocupa o 22º lugar geral do ranking “As melhores cidades do Brasil”, divulgado pela revista Isto é. O primeiro lugar do ranking geral ficou com Curitiba.

Entre as cidades de grande porte (mais de 200 mil habitantes), Juiz de Fora ocupa a 22ª posição. A cidade é uma das 50 primeiras colocadas em indicadores gerais econômicos (47º lugar) e sociais (30º), e ocupa posições de destaque em padrão de vida (39ª posição) e saúde (19ª). Com informações da Prefeitura de Juiz de Fora

Foto: Kempton Vianna


Notas 07

Projeto que aumenta ICMS é aprovado em 2º turno na ALMG Os deputados estaduais de Minas Gerais aprovaram, em 2º turno, no dia 30 de setembro, o Projeto de Lei que aumenta o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de alguns produtos em dois pontos percentuais no Estado. O projeto seguiu para sanção do governador do Estado, Fernando Pimentel (PT), e deve começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2016. Segundo a Assembleia, a lei, de autoria do Executivo, aumenta o imposto de produtos considerados supérfluos, como refrigerantes, ração tipo pet, perfumes e cosméticos, alimentos para atletas, telefones celulares, câmeras fotográficas e de vídeo, equipamentos para pesca esportiva e aparelhos de som e vídeo para uso

automotivo. Para todos esses produtos, a alíquota do ICMS será elevada em dois pontos percentuais. Essas novas alíquotas vão variar entre 14% e 27%. Houve também a aprovação do aumento de 25% para 27% o imposto sobre serviços de comunicação, como telefonia, internet e TV por assinatura. No caso da energia elétrica para consumidores comerciais e prestadores de serviços, a alíquota passará de 18% para 25%, com exceção para os imóveis de entidades religiosas e beneficentes, além de hospitais públicos e privados, que permanecerão pagando 18% de ICMS sobre as contas de luz. Com informações do G1

Senado aprova MP que cria nova fórmula para aposentadorias O plenário do Senado aprovou, no início de outubro, a Medida Provisória (MP) 676/15, que disciplina as aposentadorias do Regime Geral da Previdência Social pela regra alternativa 85/95, que permite aos trabalhadores se aposentarem sem a redução aplicada pelo fator previdenciário sobre os proventos. A matéria já foi aprovada na Câmara dos Deputados e vai à sanção presidencial. O texto é resultado de um acordo com o governo, que vetou a primeira proposta do Legislativo de criação da regra

85/95 – soma da idade e o tempo de contribuição para mulheres e homens, respectivamente. O veto foi mantido pelos parlamentares na semana passada e, como contrapartida, o governo trouxe de volta a proposta da regra 85/95, mas aumentando em um ponto o resultado, a partir de 2017 até 2022, quando a soma da contribuição com a idade para mulheres será 90 pontos e para homens, 100. Fonte: Agência Brasil


Reportagem Especial 08

“Conexão Comércio App” Aplicativo oferece descontos e vagas de emprego

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Lançado recentemente, o aplicativo “Conexão Comércio App”, idealizado e desenvolvido pelo Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (SindicomércioJF), abre espaço para que empresários do comércio varejista e atacadista, além daqueles que atuam no ramo de serviços, possam ofertar produtos com preços promocionais. Por meio do aplicativo baixado no smartphone ou tablet, o usuário tem acesso às promoções, baixa o cupom e vai até a loja, a fim de efetuar a compra. “Diante da crise que o país vem atravessando, o Sindicomércio desenvolveu esta novidade. Uma forma de inserir nossos empresários nesta evolução de mercado, buscando facilitar e incrementar os negócios, por meio do uso de smartphones e tablets”, destacou Beloti. Para ele, é preciso derrubar o conceito de que aplicativos vendem apenas comida. “É possível vender nossos produtos e fortalecer nossas marcas por meio dessa tecnologia, tendo como foco o consumidor, que busca praticidade. O aplicativo vai nos permitir buscar o cliente que está fora das lojas.” O aplicativo Conexão Comércio App permite que as empresas do comércio de bens e serviços associadas à entidade cadastrem, gratuitamente, produtos. “Atualmente, o Sindicomércio-JF conta com 11 mil empresas representadas. Na época do lançamento, já contávamos com mais de 30 estabelecimentos cadastrados. Este número vem crescendo a cada dia. Nossa meta é chegar, até o fim deste ano, com cerca de mil cadastros.” O aplicativo oferece, ainda, espaço para divulgação e busca de vagas de emprego. Toda empresa, associada ou não, poderá ofertar vagas, que serão buscadas pelos usuários do app. Entre os objetivos do aplicativo 2 em 1 está o estreitamento das relações de bens de consumo entre as empresas associadas e clientes, estimulando o crescimento econômico de Juiz de Fora e facilitando o acesso às oportunidades de emprego. O cadastro das empresas é feito pelo site www.conexaocomercio.com.br. O aplicativo está disponível para download via App Store (IOS) e Google Play (Android). Para informações sobre o aplicativo, o Sindicomércio disponibiliza seu Departamento Comercial – (32) 3215-1317.

Mas, afinal, por que ter o seu negócio em um aplicativo? Uma das principais justificativas é que o acesso à internet por meio de smartphones vem crescendo consideravelmente, enquanto o acesso pelo desktop está ficando para trás. Pesquisas mostram que o comportamento do brasileiro ao acessar a internet tem mudado. De acordo com a pesquisa MicroMomentos – Entendendo o Comportamento do Consumidor, desenvolvida pelo Google, e divulgada no mês de agosto, o Brasil registrou um aumento de 112% na participação dos smartphones no acesso à internet no último ano. Em

2010, o Brasil tinha apenas 10 milhões de smartphones. Esse número disparou para 93 milhões em 2015. Além disso, o mercado de desenvolvimento de aplicativos móveis cresce vertiginosamente em todo o mundo. No ano de 2013, atingiu uma receita global de 27 bilhões de dólares, com crescimento de 100% ao ano. Pesquisas recentes da Gartner preveem que o mercado chegue a US$ 77 bilhões em 2017. Outro ponto que demonstra a importância do seu negócio contar com um aplicativo é o fato de as pessoas gastarem seis vezes mais tempo nos aplicativos do que em sites. Pesquisas recentes apontaram que em 2013, o consumidor americano gastou uma média de 2h38 por dia em smartphones e tablets, sendo que 86% desse tempo (2h19) foi gasto em apps e 14% (22 minutos) navegando na web móvel. Isto ocorre porque a experiência do usuário dentro de um aplicativo é bem mais agradável, além de possuir recursos, como notificações, que acabam engajando ainda mais as pessoas. E mais, pesquisas realizadas no Brasil demonstram que 59% das pessoas compram pelo celular no mês. De acordo com o Google, 74% dos usuários de smartphones afirmam que utilizam seus celulares enquanto estão em uma loja decidindo qual produto comprar. O levantamento, divulgado em agosto, ainda aponta que 80% dos entrevistados usam smartphones para obter informações sobre um determinado produto.

Algumas funcionalidades dos aplicativos • Contato direto com o cliente; • Mais visibilidade para a empresa;

• Presença de sua marca na tela do smartphone; • Venda direta de produto.


Coluna Advogado

Arquivo pessoal

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Victória Regina Dias Ribeiro MBA em Direito Empresarial pela FGV/ RJ. Cusos complementares nas áreas de Propriedade Industrial, Direito Imobiliário e Direito Tributário pela Fundação Getúlio Vargas. Autora do artigo científico na área de marcas publicado com o nome “Trade Dress e suas Repercussões no Direito Brasileiro”. Advogada do setor Cível da Rubens Andrade Advogados de JF/MG.

As vantagens do registro da marca para as micro e pequenas empresas no mercado atual Ante o atual cenário econômico, há o fomento da concorrência e da alta competitividade mercadológica no âmbito empresarial, surgindo, assim, a necessidade de o empresário investir contundentemente na aparência da marca de seu produto/serviço ou no nome de seu estabelecimento, ou seja, deve este fazer-se diferenciar e ser reconhecido. É cediço que não existe competição no ramo empresarial sem o intuito de conquista de mercado. Assim, o elemento essencial da concorrência é o objetivo de aumentar a clientela, em prejuízo dos demais concorrentes do mesmo ramo mercadológico. O objetivo imediato do empresário em competição é simplesmente o de cativar consumidores, por meio de recursos (publicidade, melhoria da qualidade, redução do preço etc.). Neste sentido, aponta-se a importância de uma marca consolidada e protegida como forma de fortalecer a imagem não somente das grandes empresas, mas principalmente dos pequenos negócios. O registro da marca empresarial, seja em suas variadas formas e apresentações, consiste na transformação da experiência adquirida em anos de atividade ou de uma ideia inovadora em riqueza, consubstanciada na conquista da fidelidade dos clientes e na diferenciação perante as demais empresas do mesmo segmento. Adiante, o referido registro confere ao seu proprietário o direito de uso exclusivo da marca em todo território nacional. Regulamentada pela Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/96), terá prazo validade, que certamente poderá pode ser prorrogado a pedido do titular, por períodos iguais e sucessivos. Importante ainda salientar que os valores cobrados pelo órgão responsável pelo registro de marcas, qual seja, Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), são reduzidos para micro e pequenas empresas. Assim, a proteção deste elemento de suma importância na atividade empresarial, considerado um aspecto competitivo, poderá ser agregado ao produto/serviço oferecido, onde se recomenda a contratação de uma assessoria profissional, que se responsabiliza por todo processo e burocracias.


Coluna Economista 11

Administrar bem as finanças pessoais sempre foi importante. Entretanto, na atual conjuntura em que o País se encontra, uma boa relação com o seu dinheiro (adequar despesas às receitas e ainda conseguir uma reserva para poupar) ganha uma maior relevância. Muitos me perguntam: onde e como começar a ter boas práticas de educação financeira se isso nunca foi ensinado na escola e nem discutido abertamente na família? Se no passado pouca ou nenhuma atenção foi dada à educação financeira, não se pode dizer o mesmo dos dias atuais. Já existem escolas que possuem a disciplina em suas grades curriculares, bem como a vasta literatura sobre o assunto tem permitido às famílias conversarem sobre a relação com o dinheiro e sobre o papel financeiro de cada membro que reside numa mesma casa. Esses são os passos iniciais! Especificamente no ambiente familiar, é fundamental que as pessoas que moram no mesmo lar reúnam-se frequentemente para discutir como anda a “saúde” financeira da casa e o que poderá ser feito para que a família tome decisões corretas nas suas relações de consumo e poupança, bem como evitem endividamentos desnecessários. A seguir, alguns pontos que devem ser conversados em família. • Ter consciência do padrão de vida que pode se levar é o passo inicial. As despesas devem ser menores do que as receitas da família. Isso ainda possibilita a formação de uma poupança para crescimento de patrimônio, aproveitamento de oportunidades e também para eventualidades; • Quando me referi à formação de poupança, esta deve ser direcionada a aplicações financeiras como: Títulos Públicos (cuja aplicação mínima é de R$ 30,00), CDB, LCI ou LCA. Não vale à pena aplicar em caderneta de poupança (não remunera sequer a inflação nos dias atuais). Outra péssima aplicação é a “tal” da Previdência Privada (possui custos elevadíssimos). E jamais compre títulos de capitalização, pois isso não é uma aplicação financeira, é literalmente um jogo. Cuidado com as dicas de seu banco, pois em geral, eles têm que bater metas e servem aos interesses empresariais, que nem sempre são as melhores opções para os clientes. Busque informações com pessoas especializadas e em que você confia; • Tenha um orçamento doméstico organizado. É fundamental anotar tudo o que gasta, de modo a adequar as despesas às receitas; • Saiba separar desejo de necessidade. Antes de atender aos desejos, atenda às necessidades. Muito cuidado com o excesso de propaganda a que você é submetido, pois você pode comprar algo que não precisa e nem que deseja, simplesmente por impulso; • Procure comprar à vista e em dinheiro e aí peça desconto. Quando compramos no cartão de crédito tendemos a gastar mais; • Elimine todo tipo de desperdício (alimentos, energia elétrica etc.) e compre somente o que for utilizar. Não compre somente para ter. Faça uma arrumação na sua casa e elimine tudo o que não precisa (doe ou venda o que estiver em condições de ser utilizado por outras pessoas; descarte o que pode ser reaproveitado pelos coletores de material recicláveis ou jogue no lixo o que realmente não tem serventia para ninguém). Nada de

Divulgação / Fecomércio MG

Educação Financeira começa em casa!

Fernando Antônio Agra Santos Palestrante nas áreas de Educação Financeira e Aplicações Financeiras; Economista (UFAL), Doutor em Economia Aplicada (UFV), Professor da Universo (Campus Juiz de Fora) e professor licenciado da Fundação Educacional Machado Sobrinho e Economista do CRITT/UFJF

apego com os bens que entulham a sua casa e você não os utiliza. Você observará que gasta com coisas inúteis e assim mudará seus hábitos nas próximas decisões de compra; • Pague sempre as dívidas em dia e integralmente. Se estiver inadimplente, procure fazer acordo com os credores e comece a pagar as que cobram juros mais altos. E durante esse período, faça uma “economia de guerra”, ou seja, reduza o consumo ao necessário para garantir a sua sobrevivência e assim conseguir quitar as dívidas e voltar a ser superavitário com suas finanças. Enfim, essas são algumas dicas para uma conversa inicial entre os membros de uma residência em busca de uma vida com “inteligência financeira”. Assim, além das necessidades, a família poderá atender aos desejos e ter uma boa relação de consumo.


Artigo Especial 12

Arquivo Pessoal

Mais um ano ou menos um ano? Sergio Costa de Paula Superintendente do Sindicomércio-JF

Início minha reflexão de fim de ano buscando a inspiração num texto de Henry Sobel, um rabino norte-americano radicado há muitos anos no Brasil, que de certa feita escreveu: “A matemática da vida não é tão simples. Cada soma também é uma subtração. Quando somamos mais um ano àqueles que já vivemos, subtraímos um ano daqueles que nos restam viver”. Para qualquer bom entendedor, um pingo é letra. Fazendo uma análise bem pontual: são muitos que sequer pensam no tempo que vão viver. Sempre almejam dias melhores, mas se queixam de não conseguirem alcançar seus sonhos; lamentam pelas dificuldades que estão atravessando; amargam a instabilidade da saúde; reclamam dos desajustes econômicos; enfim, reclamam muito mais do que buscam alternativas para consolidarem seus negócios, ou perdem muito tempo com fantasias. Há momentos em que nos sentimos como uma corda prestes a arrebentar. Por mais planejamento que tenhamos, sempre corremos o risco de enfrentar imprevistos. Há uma incessante tensão para manter-se o ritmo e, ainda assim, se perde terreno. Tudo, nos negócios e na vida, é pressão.

Qualquer que seja a direção a se tomar, que não seja a que quer na vida, perder-se-á um tempo valioso e, consequentemente, grandes oportunidades que jamais voltarão. O sonho é como a bússola, que nos dá a direção que devemos seguir. Não ter um sonho é como estar sentado em uma cadeira de balanço, que nos leva para frente e para trás, permanecendo no mesmo lugar. Assim, o sonho dá esperança para o futuro e força para o presente. Com ele, se pode desenvolver o senso crítico, avaliar do que é preciso abrir mão para crescer. Somando à nossa reflexão, acompanhem esta interessante história: “Caminhavam dois jovens por uma estrada, quando encontraram um grão de milho. Um deles, olhando para o milho, comentou: — Tive uma ideia! Com esse grão de milho podemos ficar ricos! Plantaremos o grão, nascerá um pé de milho e colheremos espigas. Plantaremos as espigas colhidas, colheremos um roçado. Plantaremos mais, colheremos mais e, daí em diante, ganharemos muito dinheiro. — Excelente! – respondeu o segundo. Agora, precisamos decidir o que faremos com o dinheiro. Eu vou comprar um belo carro conversível e uma casa na praia, e você? — Eu vou comprar uma caminhonete bem potente e um sítio. Só que tem uma coisa: não vou deixar você dirigir a minha caminhonete, você é muito desastrado, barbeiro e vai estragá-la... — Tudo bem. Você também não vai passear no meu carro e muito menos dirigi-lo. Vou viajar e você não vai comigo... Após algum tempo de planos, discussões e troca de insultos, passou uma galinha e comeu o grão de milho.” Nesta alegoria, o grão de milho representa os nossos sonhos, as nossas oportunidades e a galinha representa o tempo. Desperdiçamos muito tempo fazendo planos e não nos concentramos no que é importante em nossas vidas, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem garantia do amanhã. Assim, é necessário estabelecer prioridades – família, saúde, descanso, lazer... Não que com isso devemos esquecer o trabalho, que será o resultante de um investimento, de dedicação, de metas, ainda que ambiciosas. Pensar positivo, esta é a receita. Será sempre muito prazeroso comemorar conquistas, vitórias, renovações e situações positivas, mais ainda se as compartilhamos com quem contribuiu com os resultados. Pensem nisso, tirem suas próprias conclusões e semeiem sempre momentos de oportunidades, atitudes e vitórias. “Ontem é história. O amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva. Por isso é chamado PRESENTE”.


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Notícias 14

Diagnóstico aponta riscos e oportunidades para o comércio de Juiz de Fora Uma iniciativa do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae MG), e da Universidade Federal de Juiz de Fora, por meio do Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia (Critt) possibilitou o desenvolvimento de um diagnóstico empresarial, incluindo 1.845 micro e pequenas empresas do setor de varejo de Juiz de Fora. O Varejo Viável teve como objetivos: traçar um perfil das empresas, por meio de amostra estatisticamente representativa; mapear pontos fortes e fracos, com foco em questões ligas à inovação de produtos e processos, gestão e layout; identificar riscos e oportunidades. Para isso, foram ouvidos e empresários de bairros distribuídos em todas as regiões da cidade. “Depois de muitos tentando mapear o comércio de Juiz de Fora, isso foi possível. Com esse instrumento, conseguiremos melhorar a qualidade do serviço e a capacidade de gestão do comércio de Juiz de Fora”, aponta o gerente regional do Sebrae MG, João Roberto Marques Lobo. “Constatamos que Juiz de Fora tem um comércio forte, diversificado, bem estruturado, mas é preciso explorar melhor esse potencial”, destaca o professor da Faculdade de Economia e integrante do grupo interdisciplinar responsável pela pesquisa, Fernando Perobelli. A seguir, você poderá conferir parte dos resultados encontrados durante o levantamento.

Design Aproximadamente 80% das lojas visitadas não foram projetadas por profissionais, apresentando uma óbvia necessidade ou oportunidade para melhoria. Apenas 20% dos imóveis são próprios, o que pode parcialmente indicar a desmotivação de investimentos a longo prazo. Para o empresário, é importante destacar que a fachada e o ambiente da loja são os primeiros fatores a serem percebidos pelo potencial cliente. A pesquisa sugere que há necessidade de um olhar mais treinado e habilitado para projetar os espaços que compõem o layout dos estabelecimentos.

Gestão A maioria dos dirigentes do comércio varejista de Juiz de Fora não tem uma política incisiva de veiculação de propaganda associada a iniciativas de expansão das vendas via e-commerce. Quando se associa essa informação ao fato de aproximadamente 67% das empresas ter no mínimo cinco anos de mercado e cerca de 90,7% não possuírem filiais, percebe-se a falta de perspectiva de expansão de investimentos. Essa constatação é reforçada pelo fato de os recursos direcionados para divulgação da marca serem mínimos. O levantamento aponta que 70,2% das empresas não possuem slogan e que 89,7% não possuem logomarca. Nesse sentido, as empresas pesquisadas usam poucas mídias para divulgação de sua marca. No caso das mídias sociais, que permitem baixo custo e um potencial de alcance grande, apenas o Facebook foi mencionado pela grande maioria dos entrevistados. Recomenda-se, então, a utilização de outras mídias sociais não apenas para que as empresas possam se aproximar dos clientes, mas também para perceberem suas preferências, divulgarem seus produtos, promoções, entre outros. Possuir um site ou mesmo um blog também pode melhorar a comunicação e a aproximação com a clientela.

Economia Conforme a ordem de deslocamento para compras com destino em Juiz de Fora, foi levantado que a cidade figura como primeira opção por 22 municípios da região. São eles: Arantina, Andrelândia, Olaria, Santa Bárbara do Monte Verde, Lima Duarte, Pedro Teixeira, Bias Fortes, Belmiro Braga, Simão Pereira, Ewbank da Câmara, Santos Dumont, Piau, Coronel Pacheco, Goianá, Aracitaba, Pequeri, Além Paraíba, Bicas, São João Nepomuceno, Rio Novo, Guarani, Leopoldina.


Arquivo Artwork

Impressões do entrevistador • 85% dos dirigentes das empresas consideraram a entrada do estabelecimento acolhedora, entretanto, 58% dos entrevistadores a consideraram “boa” ou “ótima”; • Apesar de se tratar de uma exigência do Código de Defesa do Consumidor, cerca de 54% dos estabelecimentos não indicava os preços de maneira satisfatória, segundo os entrevistadores; • 93% dos entrevistados afirmaram que a maracá tem boa reputação no mercado, contudo, cerca de 60% dos entrevistadores consideraram a imagem do estabelecimento “boa” ou “ótima”.

Conclusões • É preciso fomentar vendas por outros canais, como o e-commerce, com devido treinamento da mão-de-obra; • Fomentar o reconhecimento do perfil dos clientes e fidelização; • Traçar design patrocinado de lojas “modelo” em áreas selecionadas; • Oferecer treinamentos em sistemas de controle gerencial adequados; • Economias de localização parecem ser satisfatórias; • O fato de Juiz de Fora ser a primeira preferência dos indivíduos de 22 cidades vizinhas denota certa polarização precisa ser considerado; • Existe uma expectativa de demanda positiva para os empreendimentos, especialmente para aqueles dependentes do fluxo de pessoas, como o comércio; • Torna-se necessário reverter casos de deseconomias de urbanização; • Entre os pontos mais levantados estão: preço da terra, escassez de mão de obra qualificada, congestionamento e insegurança, os quais merecem atenção. “A UFJF está à disposição, via Critt, para auxiliar nas possíveis mudanças, desde gestão de custos, adoção de estratégias de marketing, entre outras ações”, avisa a secretária-executiva do Setor de Transferência Tecnológica do Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia (Critt), Débora Marques. Para o vice-presidente do Sindicomércio-JF, Rui Mussel da Silva, “o levantamento é de grande importância, visto que auxilia o empresário a verificar se está no local correto, visto que em Juiz de Fora é comum que os segmentos aglutinem-se em determinados pontos; ajuda também a verificar se o público-alvo tem acesso à região onde o empresário se encontra, entre outros pontos.”

Apresentação O resumo dos resultados da pesquisa Varejo Viável foi apresentado a comerciantes, colaboradores do comércio e autoridades no dia 19 de outubro.

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Notícias 16

Confira o cronograma do esocial A forma de preenchimento e a entrega de formulários e declarações relativas aos trabalhadores pelas empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões no ano de 2014 mudarão a partir de setembro de 2016. As informações, atualmente prestadas separadamente à Previdência Social, à Receita Federal e ao Ministério do Trabalho, serão unificadas em uma mesma plataforma. Essas empresas passarão a utilizar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) obrigatoriamente a partir da competência setembro de 2016, para informar dados como cadastramento, vínculos, contribuições previdenciárias e folha de pagamento, entre outros. O cronograma que fixa as datas de obrigatoriedade para utilização do sistema foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), recentemente, por meio da Resolução nº 1, de 24 de junho de 2015, do Comitê Diretivo do eSocial. A normativa fixa prazo diferente para a obrigatoriedade de prestar informações relativas ao ambiente de trabalho. Neste caso, as empresas serão obrigadas, somente a partir da competência janeiro de 2017, a utilizar o eSocial para transmitir informações sobre monitoramento da saúde do trabalhador e condições do ambiente de trabalho, bem como comunicação de acidente de trabalho. A resolução estabelece, ainda, que a partir da competência Janeiro de 2017 os demais empregadores – inclusive microempresas e empresas de pequeno porte, como o empreendedor individual com empregado, o pequeno produtor rural, o contribuinte individual equiparado à empresa e o segurado especial que possua trabalhadores que lhes prestem serviços – deverão enviar as informações sobre os seus empregados por meio do novo sistema. Já os eventos relativos ao ambiente de trabalho devem ser enviados pelos demais empregadores utilizando o eSocial a partir da competência julho de 2017. Fonte: Ministério da Previdência Social


Notícias 18

Fim de ano e as

contratações temporárias Fim de ano é sinônimo de movimentação intensa nas ruas de Juiz de Fora. Geralmente, a intensidade cresce junto com a injeção do 13º salário na economia. E o comércio, segundo maior setor empregador em Juiz de Fora – ficando atrás dos serviços, se prepara para atender à demanda de fim de ano, estimulada pelo Natal e pelo Réveillon. Nesta época são realizadas as contratações temporárias ou com contrato de experiência. Como o cenário atual é de crise e de falta de confiança do empresário e do consumidor, tais contratações tiveram início um pouco depois do que normalmente é percebido. “Tivemos as contratações, que começam já no início do mês de setembro, postergadas para o mês de outubro em função do período difícil que atravessamos”, aponta o presidente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), Emerson Beloti. Segundo ele, o último semestre deste ano deve somar aproximadamente 600 contratações, entre empregos temporários, contrato de experiência e efetivados. O comércio emprega, atualmente, em Juiz de Fora, aproximadamente de 34 mil pessoas.


Notícias 19

O presidente explica que é normal que as empresas contratem 20% a mais do que o quadro funcional de todo o ano, a fim de dar conta do movimento do fim de ano. “Em janeiro, dependendo da desenvoltura do colaborador, ele pode ser efetivado.” Segundo ele, mesmo diante da crise, “não há demissões, a não ser em casos em que o próprio colaborador tem interesse de se desligar, ou casos pontuais, Por outro lado, não há contratações. O quadro está estável.” Beloti lembra que o fato de o comércio não exigir tanta qualificação técnica faz com que as vagas surjam com mais rapidez. “A aprendizagem pode ser feita de forma adequada a cada empresa e ao conhecimento da mercadoria.”

Trabalho temporário Segundo informações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o trabalho temporário, regulamentado pela Lei nº 6.019, de 03 de janeiro de 1974, e pelo Decreto 73.841, de 13 de março de 1974, é aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços.

Direitos

Outras formas

O empregado temporário tem os mesmos direitos do efetivo, como salário equivalente, jornada de oito horas, recebimento de horas extras, adicional por trabalho noturno, repouso semanal remunerado, férias proporcionais, 1/3 de férias, 13º salário e proteção previdenciária. As exceções são para aviso prévio e recebimento da multa de 40% sobre o FGTS. Além disso, o artigo 12 da Lei nº 6.019/74 assegura ao trabalhador temporário remuneração equivalente à dos empregados de mesma categoria da empresa tomadora ou cliente.

Além do contrário temporário, existem outras formas de contratos de trabalho por prazo determinado. A mais comum é o contrato de experiência, celebrado, em geral, por 45 dias, renovável por mais 45, ou seja, não pode ultrapassar os 90 dias. Outra modalidade é o da lei 9.601/98, que estabelece que os contratos temporários poderão ser firmados desde que previstos em acordos ou convenções coletivas, ou seja, com a aprovação do sindicato da categoria profissional em que o contrato seria instituído. No caso do contrato de experiência, caso a empresa queira efetivar o funcionário, não precisará esperar o contrato acabar, pois pode simplesmente deixar que continue trabalhando após o término que o trabalhador estará automaticamente empregado por tempo indeterminado. Diferentemente, nos casos dos contratos regidos pela Lei 6.019/74, os trabalhadores receberão seus direitos antes para então serem contratados diretamente. No caso de dispensa antes do prazo estabelecido nos contratos de experiência, a título de verbas rescisórias, o empregado deve receber o equivalente à metade dos dias que faltavam para o fim o do contrato. Exemplo: contratado por 90 dias e dispensado depois de 10 dias deve receber o equivalente a 40 (80/2) dias de trabalho. Para o funcionário que sair antes de o contrato acabar aplicam-se as mesmas regras.

Quem contrata A empresa prestadora de trabalhos temporários é a contratante do trabalhador e, portanto, responsável por sua remuneração e encargos sociais. Para proteger o trabalhador em casos de falência ou inadimplência da empresa prestadora, a legislação torna as empresas tomadoras solidariamente responsáveis pelos direitos trabalhistas e previdenciários dos empregados contratados temporariamente.

Temporários podem ser efetivados Neste caso, ocorrerá o término do contrato temporário e os trabalhadores receberão seus direitos para posteriormente e eventualmente serem contratados diretamente pela empresa tomadora. Quanto às verbas rescisórias, não será exigido o pagamento da multa de 40% do FGTS, a menos que ocorra a dispensa sem justa causa antes do fim do prazo acordado. Fonte: Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem)


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Como romper uma sociedade empresarial? Relacionamentos terminam, faz parte da vida. Amoroso, de amizade ou profissional, todo mundo vai passar por um fim. O problema se encontra no que está envolvido em cada um deles. E, no caso do profissional, existe bastante coisa em jogo. Para começar, para que a dissolução de uma sociedade empresarial seja feita com segurança e sem conflitos mais acalorados, é recomendado que a empresa tenha auxílio de profissionais especializados durante esse processo. “Avaliar um negócio é, em geral, tarefa difícil, pois além do levantamento do ativo material e das dívidas, os bens incorpóreos, como clientela, marca e renome, também precisam ser mensurados e, para isso, o juiz nomeia um profissional especialista para o serviço”, explica o especialista em Direito Empresarial da Veloso de Melo Advogados, Gildásio Pedrosa, em entrevista ao Portal Adminstradores. com. Para o advogado, dentro do meio empresarial é normal a existência de conflitos entre sócios. Óbvio, desde que exista respeito mútuo e que esses fiquem apenas no campo das ideias, pois assim é possível alcançar o entendimento com diálogo ou por deliberação da maioria do capital social. Porém, quando não é possível encerrar a sociedade com a negociação das quotas e a definição do rompimento passa a depender de uma demanda judicial, certamente não se alcançará uma solução rápida e harmônica, pois o processo para afastamento de um sócio costuma se arrastar por bastante tempo. Mesmo após o decreto judicial de dissolução, é necessária a apuração dos haveres, procedimento que equivale a um novo processo e serve para calcular o montante devido ao sócio que se retira da sociedade.

Para romper o vínculo societário é indispensável mensurar o valor da empresa e o momento dessa avaliação é fator decisivo, pois a conjuntura tem forte influência sobre o preço do negócio. “Se o problema entre os sócios influenciar no desempenho dos negócios e na organização da empresa, certamente esses fatores deverão ser levados em consideração na dissolução da sociedade”, explica Pedrosa. “É preciso abandonar o discurso de que ‘ninguém se une pensando em separar’, pois tanto na sociedade como nos casamentos, a possibilidade de rompimento da união existe e é preciso buscar mecanismos que facilitem o processo de separação”, acrescenta o advogado. É recomendado, ainda, que seja estabelecida uma fórmula de avaliação (valuation) do negócio, um modelo que melhor se adeque à realidade da sociedade. Contratar um especialista em valuation para prestar consultoria neste âmbito é a melhor opção. Entendido o critério de avaliação do negócio e, em seguida, da participação de cada sócio, deve ser deliberada a forma que esta participação será paga ao sócio que sair da sociedade. “O Código Civil estabelece, no artigo 1.031, que ‘a quota liquidada será paga em dinheiro, no prazo de noventa dias, a partir da liquidação, salvo acordo, ou estipulação contratual em contrário’”, completa Gildásio Pedrosa.


Um terço das reuniões em todo o mundo já é virtual

O número de reuniões deve continuar a crescer, segundo levantamento global da LogMeIn, em parceria com a Ovum, divulgado no Portal Adminsitradores.com. Os dados apontam que 91% dos entrevistados esperam que o número de reuniões se mantenha ou aumente ainda mais nos próximos anos, reforçando cada vez mais a necessidade de alternativas seguras e estáveis para a realização de encontros corporativos em qualquer lugar, tendo a tecnologia como aliada. Globalmente, as reuniões deixaram de ser em salas fechadas com apresentações longas pré-agendadas: mais de um terço delas acontece de improviso e quase metade delas acontece entre duas pessoas. No Brasil, a maioria das reuniões (60%) ainda são pré-agendadas, sendo que o volume maior delas acontece entre colegas de uma mesma empresa (30%), seguidas pelas reuniões tipo 1 a 1 (28%), encontros entre colaboradores de empresas diferentes

(21%) e reuniões 1 a 1 entre colegas de diferentes companhias (19%). Ano após ano, as reuniões virtuais ganham destaque, com o crescimento significativo de 53% desde 2013. Atualmente, elas representam 25% dos encontros corporativos no Brasil. Num futuro próximo, estima-se que metade das reuniões ocorram virtualmente, aumentando a praticidade e diminuindo os custos das empresas. O funcionário de hoje busca usar seus dispositivos móveis para assuntos pessoais e corporativos, da forma que quiserem, quando e onde quiserem. Por aqui, tablets e smartphones complementam os computadores e notebooks utilizados nas reuniões: 49% das pessoas levam dispositivos móveis para os encontros de negócio. Enquanto cerca de 32% das reuniões no mundo são virtuais, entre os jovens executivos, de 26 a 35 anos, este número aumenta para 38%. “Este é um reflexo do


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comportamento conectado desta geração. As interações corporativas online só tendem a crescer e hoje já é possível participar de reuniões virtuais de quase qualquer dispositivo conectado, desde computadores, passando por tablets e smartphones até os novos relógios”, comentou Gustavo Boyde, gerente de marketing da LogMeIn para América Latina.

Reuniões frustrantes As ferramentas tradicionais para web conferência ainda são vistas como uma das razões para atrasos e problemas de conexão durante as conversas. Por esta razão, 66% das empresas buscam novas soluções colaborativas, que se adaptem melhor à rotina da empresa.

Ainda segundo a pesquisa, dois terços dos colaboradores consideram que mais da metade das reuniões que participam não são produtivas. O atraso é uma das razões pelas quais as reuniões não geram os resultados esperados – e isso ocupa aproximadamente três horas na semana dos executivos em tempo perdido e baixa produtividade. Com esta evolução no formato das reuniões, as ferramentas online se aperfeiçoaram para permitir uma experiência cada vez mais semelhante à de um encontro pessoal. Além da voz, a possibilidade dos participantes se verem por vídeo, compartilharem a tela de seu computador e trabalharem escrevendo juntos sobre uma mesma tela, fazem com que uma reunião virtual seja praticamente igual a uma tradicional, com a economia de deslocamento no trânsito ou avião, e a possibilidade de reunir pessoas de diversas partes do mundo em uma mesma sala virtual.


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Plenário aprova autorização para microempreendedor usar residência como sede da empresa O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, recentemente, por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 278/13, do deputado Mauro Mariani (PMDB-SC), que autoriza os microempreendedores individuais (MEI) a utilizar a própria residência como sede para o exercício da atividade. O texto está em análise no Senado. Pela proposta, que altera a legislação que criou o Simples Nacional (Lei Complementar 123/06), o microempreendedor individual poderá utilizar a sua residência como sede do estabelecimento comercial sempre que não for indispensável a existência de local próprio para o exercício da atividade. A medida pretende facilitar a adesão de pessoas ao regime simplificado de tributação, afastando restrições impostas por leis estaduais que não permitem o uso do endereço residencial para cadastro de empresas. Para o líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), em entrevista à Agência Câmara, a lei vai modernizar as relações e a logística de trabalho. “Hoje, com a internet e as redes sociais, a capacidade de trabalho em sua própria casa é muito grande.” O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) afirmou que essa é uma das principais conquistas da microempresa e, em especial, do MEI. “A Câmara toma uma das principais iniciativas em favor do empreendedorismo”, afirmou. Para ele, que relatou a Lei do Simples na Câmara, a mudança poderá trazer para a legalidade cerca de 7 milhões de autônomos, cerca de 58% do total no país. O deputado Moroni Torgan (DEM-CE) acrescentou que os empreendedores não precisarão mais inventar domicílios para desenvolverem suas atividades.


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Natal Época de atrair consumidores


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O ano é de crise. Isso não é novidade para ninguém, mas o Natal está se aproximando. E a época considerada a de maior retorno para o comércio gera expectativas sobre o que vem por aí. Economistas prevêem que este será o Natal do reajuste, ou seja, os presentes e a lista de presenteados deverão ser revistos, a fim de serem adequados ao orçamento mais enxuto. Para o presidente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), Emerson Beloti, é preciso otimismo, mesmo reconhecendo que há dificuldades. “O ano de 2015 está pior do que 2014, que já foi muito ruim. O momento é realmente muito difícil, mas não podemos entregar o jogo. Precisamos continuar trabalhando e confiando que as coisas irão melhorar.” A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que o Natal deste ano deverá registrar a primeira queda nas vendas desde 2004. A expectativa de movimentação financeira para o varejo restrito, que não inclui veículos e materiais de construção, é de R$ 32,2 bilhões, o que representará uma queda de 4,1% em relação ao mesmo mês no ano passado. O segmento de móveis e eletrodomésticos será um dos mais afetados pela significativa desvalorização cambial, pela inflação elevada e, sobretudo, pelo encarecimento do crédito. A previsão da CNC é que o setor apresente uma das maiores retrações em relação a 2014, com queda de 16,3% nas vendas. Dos oito segmentos avaliados, entre eles hiper e supermercados, vestuário e calçados, farmácias e perfumarias, só há expectativa de crescimento das vendas no ramo de artigos de uso pessoal e doméstico, de 3,1%. Para driblar este momento adverso, segundo Beloti, o empresário deve adotar soluções criativas para atrair clientes para o estabelecimento. “Uma dica é buscar ser criativo na hora de montar a vitrine. É preciso atrair olhares e, consequentemente, levar o consumidor para ver os produtos no interior da loja.” Ele lembra, ainda, que o Natal é considerado a melhor data para o comércio. “Por isso a confiança no desempenho das vendas para a data deve continuar.”

Trocas Levando em consideração a expectativa positiva, as vendas podem render bons negócios, e podem resultar, também, na necessidade de troca de mercadorias. Mas, afinal, quais são as regras para trocas? O consumidor precisa estar atento porque o simples fato de o presente não ter agradado não é considerado motivo para que a loja efetue a troca. Assim, é importante que, no momento da venda, o consumidor seja informado sobre as possibilidades de troca. Vale se o presenteado não gostar? Vale se não servir? Vale se a cor não agradou? Ou só vale em casos em que a peça apresenta defeito? Segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), as trocas serão obrigatórias (ou a devolução do dinheiro) em caso de defeito do produto, caso o mesmo não seja reparado em um prazo de 30 dias. O CDC também estabelece o prazo de 90 dias para reclamação de defeitos em bens duráveis, como roupas, eletroeletrônicos e carros, e 30

dias no caso de bens não duráveis, como alimentos e produtos de higiene pessoal. Trocas que vão além das regras do CDC devem ser explicitadas no momento da compra, até porque são uma forma de cativar e manter a fidelidade do cliente. Vale lembrar, ainda, que as regras sobre troca devem valer também para produtos com preços diferenciados. As compras feitas pela internet, telefone, de porta em porta, por reembolso postal, entre outras, têm regras diferenciadas. Neste tipo de negociação, o consumidor tem sete dias para desistir da compra. Os dias podem ser contados a partir da aquisição ou da entrega do produto. Nesses casos, a empresa deve arcar com os custos da devolução, inclusive o do frete.

Dicas de segurança Prevendo a movimentação mais intensa nas ruas de Juiz de Fora em função da aproximação do Natal, a Polícia Militar (PM) dá dicas aos comerciantes e aos consumidores, a fim de manter a segurança.

Aos comerciantes • Atenção aos indivíduos que são considerados suspeitos. Quando ocorrer suspeita, faça contato com outros comerciantes da proximidade, a fim de avisá-los, e acione o 190; • Cuidado no momento de abrir e fechar o estabelecimento, não deixando portas entreabertas. Enquanto não estiver completamente pronto para deixar o local, mantenha as portas abertas.

Aos consumidores • Cuidado com o celular, que é o objeto mais procurado pelos infratores; • Redobre a atenção em pontos de ônibus e demais locais com grande concentração de pessoas; • Evite sair portando objetos de valor, como joias por exemplo. Fonte: Polícia Militar


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TST decide sobre pagamento de contribuição sindical de empresa que não tem empregados A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em sessão realizada dia 12 de agosto, relativa ao processo nº 1357-39.2013.5.09.0016, decidiu, por unanimidade de votos, em dar provimento ao Recurso de Revista interposto pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), restabelecendo a exigência da contribuição sindical de empresa sem empregados. Diversas empresas têm ajuizado ações perante a Justiça do Trabalho contra as entidades sindicais (sindicatos, federações e confederações) e contra a União (todos beneficiários da partilha da contribuição sindical patronal), para não terem que recolher a contribuição sindical. Além disso, pleiteiam o ressarcimento de quantias pagas no passado, sob o argumento de que não possuem empregados - basicamente, essas empresas são holdings e administradoras de imóveis próprios. O fundamento utilizado pelas mencionadas empresas é a interpretação isolada do termo (vocábulo) “empregadores”, contido no artigo 580, inciso III, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que apenas define base de cálculo da contribuição sindical patronal. A CNC defende que a representação sindical por ela exercida é ampla, abrangendo todo o setor da atividade produtiva e beneficiando empresas com ou sem empregados. Entre seus argumentos, a Confederação observou que o artigo 149 da Constituição Federal e os artigos 578 e 579 da CLT estabelecem que a contribuição sindical é devida por todos aqueles que participam de determinada categoria econômica. Independentemente de possuir empregados, as empresas contribuintes pertencem a uma categoria econômica, integrando o sistema confederativo da representação sindical e, como tal, devem arcar com as contribuições atinentes para o seu custeio. O Ministro Alberto Luiz Brisciani de Fontan Pereira, relator do processo, salientou que embora a matéria seja controvertida no âmbito do TST, o mesmo manteria seu posicionamento, sendo seguido pelos Ministros Maurício Godinho Delgado e Alexandre de Souza Agra Belmonte. Fonte: CNC


Notícias 32

Previne é o novo benefício oferecido aos associados ao Sindicomércio-JF O Sindicomércio-JF está ampliando sua carteira de benefícios direcionados aos associados. A mais recente parceria é com a Previne Medicina do Trabalho. A Previne, que atua na área de Medicina do Trabalho desde 1994, presta consultoria a empresas, diagnosticando situações de trabalho, elaborando propostas e sugerindo soluções, a fim de garantir segurança e bem-estar ao trabalhador, além de qualidade e produtividade no trabalho. Por meio do convênio com o Sindicomércio, são oferecidos descontos especiais às empresas associadas em casos de elaboração e implantação do Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional (PCMSO), de elaboração e implantação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), além dos descontos em exames clínicos para o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), incluindo admissão, demissão, periódico, mudança de função, retorno ao trabalho. “Como toda empresa, seja ela física ou jurídica, é obrigada por lei a contar com Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho, o ganho é grande porque a parceria entre a Previne e o Sindicomércio vai oferecer descontos sobre aquilo a que já recorre uma obrigação. Os descontos oferecidos podem representar cerca de um quinto de economia para as empresas associadas”, destaca o proprietário, Bruno Nasser. “Tínhamos uma carência no que diz respeito a uma parceria com uma empresa de medicina e segurança do trabalho que entendesse nossos projetos para com nossos associados. A Previne entendeu esta ideia e nos proporciona um excelente convênio”, destaca o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti. A empresa associada que tiver interesse em usufruir do benefício deverá solicitar ao Sindicomércio uma carta de anuência, a fim de ser apresentada à Previne.

Benefícios oferecidos pela Previne Descontos de 20% para os seguintes serviços: • PCMSO; • PPRA; Mensalidades para o ASO – fixo de R$ 16.


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A origem da sindicalização e sua importância Os sindicatos existem para defender os interesses dos segmentos que representam e interceder em favor de seus associados junto às autoridades e órgãos de administração do Estado. Eles também oferecem suporte e informações úteis aos profissionais do setor, além de outros serviços. Mas como surgiram estas entidades? Por que foram criadas?

Origem dos sindicatos No período mercantilista, ainda na Idade Média, os artesãos já tinham o costume de reunir-se em associações para proteger seus interesses comuns. As corporações de ofício, como eram chamadas, foram as primeiras instituições organizadas, pois já estabeleciam regras e reuniam em um mesmo grupo pessoas que tinham interesses similares. As entidades sindicais foram consolidadas após a Revolução Industrial, que gerou o trabalho assalariado e, com isso, a necessidade de manter instituições que zelassem pelos direitos e deveres das empresas e de seus funcionários. O sindicalismo patronal surgiu como uma necessidade econômica e institucional da classe, para atuar em defesa de seus interesses junto aos operários e o Estado.

Importância dos sindicatos A evolução das ideias e sua organização deram forma aos sindicatos patronais, que atuam como a voz dos empresários em defesa de seus direitos e na luta por melhorias para cada setor. Além, é claro, de servir como amparo nas negociações entre as empresas e seus empregados. Ao longo da história, a representação patronal influenciou fortemente os interesses das corporações no âmbito político e econômico. O atual desafio é permanecer alerta para zelar pelos interesses econômicos da classe defendida, promovendo assessoria, consultoria técnica, legal e sindical. É muito importante que cada empresa conheça o sindicato que representa a sua categoria econômica, se informe sobre todos os serviços oferecidos e, mais do que isso, se associe. Fonte: Fecomércio MG


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Notícias 36

Aumenta procura por destinos nacionais na alta temporada A soma de fatores como a visibilidade conquistada pelos destinos nacionais durante a Copa do Mundo de 2014, os investimentos para a Olimpíada do Rio e a alta do dólar em relação ao real tem levado turistas brasileiros e estrangeiros a conhecerem o Brasil. Dados da Sondagem do Consumidor, pesquisa realizada mensalmente pelo Ministério do Turismo, mostram que entre as pessoas que desejam viajar entre novembro de 2015 e abril de 2016, 77,6% o farão dentro do país. Este índice é o mais alto registrado para o mês de setembro nos últimos cinco anos e também representa o terceiro ano consecutivo em que o valor cresce. “Neste momento desafiador da economia, o turismo é um dos segmentos que responde mais rápido com geração e emprego e renda para os brasileiros”, afirma o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, em matéria divulgada pelo Ministério do Turismo.

A pesquisa mostra ainda o aumento do interesse pelo veículo particular como meio de transporte. Entre os turistas com até 35 anos que planejam viajar nos próximos meses, 49,5% escolheram fazer o passeio de carro – crescimento de 81,3% em comparação a igual período do ano passado. Entre todas as faixas etárias pesquisadas, o avião continua a ser o meio de transporte preferido dos viajantes brasileiros, escolhido por 51,8% deles. Na sequência aparecem o carro (30%) e o ônibus (14%). A Região Nordeste lidera a intenção de viagem no país, escolhida por 39% dos viajantes. Em segundo lugar aparece o Sudeste (30%), seguido pelo Sul (21%). A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem é um estudo do Ministério do Turismo que mede a intenção de viagem nos próximos seis meses em sete capitais: Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Recife. Da esquerda para a direita: Porto de Galinhas, Cataratas do Iguaçu e Ouro Preto Fotos: Ministério do Turismo


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Ações de Representatividade 38

Vice-presidente do Sindicomércio-JF participa do programa Mesa de Debates O vice-presidente do Sindicomércio-JF, Nício Fortes Garcia, participou, em julho, mês em que é comemorado o Dia do Comerciante, do programa Mesa de Debates, exibido pela TVE. Na ocasião foram debatidos temas relacionados ao comércio de Juiz de Fora, como inadimplência, Carnaval, abre e fecha de lojas, além da força do setor, ao lado dos serviços, para a economia da cidade.

Rogério Freez (publicitário), Marcos Casarin (presidente CDL/JF), Aloísio Vasconcelos (presidente Associação Comercial), Marlan Kling (jornalista), José Carlos Passos - Zé Kodak (empresário), Nício Fortes Garcia (vice-presidente do Sindicomércio-JF), Renato Garcia (advogado) Sindicomércio-JF

Presidente do Sindicomércio participa da abertura do 14º Sevar Zona da Mata O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, marcou presença na abertura do 14º Super Encontro Varejista (Sevar) da Zona da Mata. O evento foi realizado no mês de julho, no Independência Trade Hotel. Em 2015, o tema escolhido foi “Informação, ferramenta estratégica”, com objetivo de chamar a atenção de empresários e profissionais para o valor da informação como ferramenta de competitividade nas empresas. O Sevar reuniu supermercadistas, panificadores, atacadistas e varejistas em geral.

Presidente do Sindicomércio, Emerson Beloti, fala sobre a importância do evento Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 39

Sindicomércio participa da inauguração de mais uma unidade do Pais e Filhos Supermercados O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, e os diretores Nício Fortes Garcia e Marcelo Rodrigues Sepúlveda, além do superintendente Sergio Costa de Paula, marcaram presença na inauguração de mais uma loja do Pais e Filhos Supermercados.

Com conceito moderno, a nova unidade, que fica na avenida JK 789, bairro Francisco Bernardino, conta com padaria, lanchonete, restaurante e outros serviços de qualidade.

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Sergio Costa de Paula (superintendente do Sindicomércio-JF), Nício Fortes Garcia (vice-presidente do Sindicomércio-JF), Marco Antônio Fernandes (proprietário do Pais e Filhos), Joana Fernandes (Pais e Filhos), Emerson Beloti (presidente do Sindicomércio-JF), Marcelo Rodrigues Sepúlveda (diretor do Sindicomércio-JF) Zine Cultural

Sindicomércio comemora os 25 anos da MASCI Consultoria Jr. Os 25 anos da MASCI Consultoria Jr., empresa júnior da Faculdade Machado Sobrinho, foram comemorados em um evento no Marcellu’s Aero, no mês de agosto. O evento celebrou, ainda, os 25 anos de movimento empresa júnior em Minas Gerais. O diretor do Sindicomércio-JF, Alexandre Tassi Brugiolo, marcou presença na festa. A MASCI presta serviços de consultoria nos setores administrativo e contábil. Fundada em 1990, tornou-se a primeira empresa júnior de Minas Gerais e a terceira empresa a ser constituída no Brasil. No ano de 2010, o sistema de gestão da qualidade da empresa foi certificado pela ISO 9001.


Ações de Representatividade 40

Sindicomércio-JF participa de debate sobre a ocupação do Expominas O presidente do Sindicomércio- JF, Emerson Beloti, e o vice-presidente da entidade, Nício Fortes Garcia, participaram, no dia 17 de agosto, de uma audiência pública que discutiu a ocupação do Centro de Convenções (Expominas). O encontro, realizado na Câmara Municipal de Juiz de Fora, foi proposto pelo deputado estadual Antônio Jorge Marques. Para o presidente do Sindicomércio- JF, Emerson Beloti, seria interessante entregar a gestão do espaço a uma parceria público-privada. “Assim teríamos o meio-termo e as questões tenderiam ao avanço.”

Além disso, Beloti destacou a importância de Juiz de Fora contar com uma secretaria de turismo, a fim de fomentar a atividade na cidade. Ao final da audiência, o deputado Antônio Jorge apontou que deverá ser convocada uma reunião entre representantes da Codemig, da PJF e da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a fim de serem apresentados os pontos debatidos, buscando avançar no que diz respeito à ocupação do espaço, que contabiliza dez anos de construção, às margens da BR 040.

Audiência pública Sindicomércio-JF

Diretor do Sindicomércio marca presença no Baile da OAB O diretor do Sindicomércio-JF, Alexandre Tassi Brugiolo, representou a presidência e a diretoria da entidade no Baile do Advogado, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Subseção Juiz de Fora / MG, no dia 28 de agosto, na Estação São Pedro.

Paulo César (diretor comercial da Uniben JF), Alexandre Tassi Brugiolo (diretor do Sindicomércio-JF), dr. Rubens Andrade Neto (diretor tesoureiro da OAB Subseção JF), prof. Hélio Antônio da Silva (diretor da Faculdade Engenharia da UFJF), Leomar Delgado (presidente do Sindicato das Indústrias de Construção Civil de Juiz de Fora) Wólmer Monteiro


Ações de Representatividade 41

Workshop promovido pelo Sindicomércio-JF reúne contadores, contabilistas e empresários Contadores, contabilistas e empresários estiveram reunidos no dia 10 de setembro, no auditório do Banco do Brasil, em um Workshop gratuito promovido pelo Sindicomércio-JF. Um dos temas apresentados, Empregador Web, foi demandado por contadores e contabilistas, que apontam que o aplicativo vem gerando inúmeras dúvidas. O assunto foi apresentado pelo Chefe do Setor de Seguro Desemprego e Abono Salarial do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Thiago Bicalho Ribeiro Gomes. Além disso, a coordenadora de certificação digital da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do

Estado de Minas Gerais – Fecomércio MG, Thaís Andrade, reforçou o fato de o Sindicomércio-JF ser um posto de emissão do Certificado Digital, documento eletrônico que identifica e permite ao usuário realizar transações e procedimentos na internet de forma segura. Outro tema abordado durante o evento foi Processo Judicial Eletrônico, conduzido pela advogada da Fecomércio MG, Sandra Lúcia Aparecida Pinto. O sistema, desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça em parceria com os tribunais e com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil, busca a automação do Judiciário.

Thiago Bicalho Ribeiro Gomes, do MTE, aborda o tema “Empregador Web” Sindicomércio-JF

Departamento Comercial desenvolve ação junto aos lojistas do Mister Shopping O Departamento Comercial do Sindicomércio-JF desenvolveu, no dia 29 de setembro, uma ação junto aos lojistas do Mister Shopping. O objetivo foi divulgar o aplicativo Conexão Comércio App como ferramenta para divulgação de ofertas e vagas de emprego. Na ocasião, todos os lojistas foram visitados. A ação foi fruto de uma parceria com a administração do shopping.

Marcus Vinícius Vieira (Departamento Comercial), Ana Caroline Freitas (auxiliar de Marketing do Mister Shopping), Solange Fonseca Moreira (gerente geral do Mister Shopping), Weder Carminati (gerente comercial do Sindicomércio-JF) Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 42

Necessidade de definição de Plano Diretor para Aeroporto Regional Itamar Franco é discutido em reunião no Sindicomércio Membros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico reuniram-se no dia 29 de setembro no auditório do Sindicomércio-JF. Um dos temas abordados na ocasião foram os aeroportos da Serrinha e Regional da Zona da Mata, destacando-se a importância desse último para o desenvolvimento sustentável da região. “Temos que encarar os dois aeroportos como complementares e não como concorrentes. Assim, destacamos a necessidade de integração da operação dos equipamentos”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda, André Zuchi. Durante sua apresentação, Zuchi apontou as vocações de cada um dos aeroportos, conforme quadro abaixo.

Serrinha:

Regional:

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• Aviação comercial de conexões; • Aeroporto industrial, transporte de cargas.

Aviação executiva; Aviação comercial regional de menor porte; Operação de helicópteros; Táxi aéreo; Aeroclube; Escola de formação de pilotos; Serviços de hangaragem.

“Para alavancar o Aeroporto Regional Itamar Franco como vetor de desenvolvimento sustentável, é preciso definir um Plano Diretor, além de cobrar incentivos fiscais. A ideia é garantir que o Serrinha opere de forma complementar ao Aeroporto Regional, especializando-se em voos executivos e serviços afins, fortalecendo a logística aérea da região”, aponta Zuchi.

Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda

Aí entra o termo “aerotrópole”, que explica o fato de ter o aeroporto como regente de toda a dinâmica da economia da região, uma vez que, a partir dele, serão construídos corredores rodoviários, empresas (sendo, a grande maioria, de segmentos relacionados ao transporte, logística e serviços), centros comerciais e áreas industriais.

Reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico Sindicomércio-JF


Modelo de aerotrópole

A aerotrópole traz benefícios econômicos e sociais. Entre os econômicos está a conectividade local, nacional e global mais eficiente, que reduz os custos de empresas, aumenta a produtividade e expande o alcance de mercado. Isso também contribui para aumentar o investimento, o comércio, os empregos e a prosperidade global da região metropolitana.

Já os benefícios sociais, se uma aerotrópole for devidamente planejada e desenvolvida, incluem trajetos mais curtos e mais rápidos para o trabalho e para casa, volumes reduzidos de tráfego e das emissões, que contribuem para a sustentabilidade ambiental, e a sustentabilidade social, por meio da localização e do design adequados da comunidade residencial.


Ações de Representatividade 44

Vice-presidente e superintendente do Sindicomércio-JF são empossados no Conselho de Trabalho, Emprego e Geração de Renda O vice-presidente do Sindicomércio-JF, Nício Fortes Garcia, e o superintendente, Sergio Costa de Paula, tomaram posse, ao lado de outros 14 representantes de empregadores, de empregados e do Governo, no Conselho de Trabalho, Emprego e Geração de Renda (CMTER/JF), no dia 22 de outubro. “O conselho foi restabelecido conforme resolução do Ceter (Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Geração de Renda do Estado de Minas Gerais), que segue orientações do Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), e é um passo importante para termos acesso aos recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Que tenhamos conselho atuante, que produza resultados para a cidade”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), André Zuchi.

Sergio Costa de Paula (superintendente do Sindicomércio-JF), André Zuchi (secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda da PJF) e Nício Fortes Garcia (vice-presidente do Sindicomércio-JF)

Novidade! A partir da próxima edição, a revista Conexão Comércio vai apresentar, a cada edição, a você, leitor, as proposições legislativas que estão em tramitação na Câmara Municipal de Juiz de Fora, na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Iremos acompanhar as propostas dos deputados estaduais e federais eleitos pela nossa região, além dos vereadores da nossa cidade. Nossa intenção é informar aos lojistas, além de prestar contas à população, a respeito das leis relacionadas ao comércio de bens e serviços. Não faremos julgamento da figura política, buscaremos, sim, apresentar projetos que podem facilitar ou dificultar nossas atividades, com o julgamento de tais propostas. Acompanhe e saiba o que está sendo proposto a favor ou contra a nossa categoria.

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Novos Associados 46

Loucas por Esmaltes

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Rua Braz Bernardino 105, loja 135 – Braz Shopping, 1º piso Há seis meses no mercado, a Loucas por Esmaltes oferece grande variedade de cores e marcas de esmaltes, além de acessórios para decoração de unhas, como pincéis e adesivos, e produtos para tratamento. No estabelecimento é possível encontrar, ainda, a linha infantil, esmaltes com fórmulas diferenciadas que não requerem removedores tóxicos a crianças. “Viemos de ramos bem diferentes e tem sido uma descoberta a cada dia. Mas sabemos que estamos agradando quando percebemos que nossa loja tem sido recomendada por nossas clientes”, aponta a proprietária Ana Cláudia Mattos Justiniano da Silva. Ela e o marido, Sebastião das Graças Júnior, contam que descobriram a possibilidade de abrirem a franquia visitando sites na internet. “Tentamos fazer do nosso negócio um diferencial”, destaca Júnior. Um dos diferenciais é que os esmaltes são separados por cor e não por marcas, o que facilita a comparação e, consequentemente, a escolha pelas clientes. “Além disso, trabalhamos com produtos diferenciados, que não são facilmente encontrados em outras lojas”, destaca Júnior.O atendimento tem trazido ao estabelecimento clientes de cidades como Rio de Janeiro, Três Rios, Cataguases, Lima Duarte, Leopoldina e Ponte Nova. “Buscamos fidelizar nosso clientela por meio do bom atendimento”, completa Ana Cláudia. A associação ao Sindicomércio-JF ocorreu devido aos benefícios oferecidos.

Pro Auto Comércio de Peças Automotivas Rua Professor Oswaldo Veloso 124, Centro “Buscamos a proximidade com nosso cliente. Um exemplo disso é que o sócio-gerente da empresa ainda atua no atendimento de balcão”, aponta a sócia da Pro Auto Comércio de Peças Automotivas, Keliany Aparecida Alves. Ela e o marido, Adilson Felismino do Nascimento, inaugurando o estabelecimento há nove anos. A Pro Auto oferece completa linha de peças voltadas para a parte elétrica de automóveis em geral, incluindo carros de passeio, caminhões, retroescavadeiras, entre outros. Keliany explica que a loja atende a empresas, oficinas e também ao consumidor final. Ela afirma que o diferencial da Pro Auto é justamente o atendimento. “A aproximação que temos com nossa clientela é o que nos possibilita trabalhar a fidelização.” A associação ao Sindicomércio-JF ocorreu devido aos diversos benefícios oferecidos.

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Galil Joias e Presentes Rua Halfeld 608, loja 104 A história da Galil teve início em 1971, com o senhor Rogério Galil. Naquela época, trabalhavam com a comercialização de relógios. Com o passar do tempo, expandiram os negócios, abrangendo joalheria. Atualmente, a Galil trabalha também com a linha de artigos de cristal. E empresa conta com duas lojas na cidade. A loja da rua Halfeld, recém associada ao Sindicomércio-JF, foi aberta em 2011, ficando, desde 2013 sob a administração do filho do senhor Rogério, Vinícius Martins Galil. “Um dos nossos diferenciais é que oferecemos serviços de manutenção em joias e relógios, visto que contamos com quatro oficinas ligas a nossa empresa.” Além disso, ele destaca o atendimento como outro diferencial. “Buscamos fazer amigos e não tratar quem vem a nossa loja apenas como cliente. O que queremos é vender também a satisfação. Queremos que as pessoas saiam daqui com um sorriso no rosto. E mais, buscamos agregar qualidade de serviço, acompanhando todos os processos de perto, o que faz com que haja uma relação de confiança.” A associação de mais uma loja da Galil Joias e Presentes ao Sindicomércio-JF ocorreu, segundo Vinícius, devido ao emprenho da presidência e da diretoria em agregar valor aos serviços e benefícios aos associados. Arquivo pessoal

SC Mídias www.scmidias.com.br contato@scmidias.com.br | coutosusu@gmail.com Oferecer consultoria em gerenciamento de redes sociais, com produção de conteúdo. Este é um dos objetivos da SC Mídias. “Trabalhamos com marketing digital por meio de planos diferenciados, que buscam atender às necessidades de cada cliente. Indico o que é interessante de acordo com o foco e com a marca”, explica a proprietária da empresa, Hellen Couto Tostes, que atua na área há três anos. A SC Mídias atende não somente na área de mídias online, mas também offline, ou seja, trabalha não apenas divulgação em redes como Facebook, Instagram e Google, por exemplo, mas também em mídias como rádios e TVs. Hellen revela que o diferencial da sua empresa são os cursos dos quais participa, que possibilitam acompanhar o mercado e manterse informada. “Os cursos dão um bom suporte para que eu leve novidades aos meus clientes.” Hellen conta, ainda, que atende a empresas dos mais variados segmentos de Juiz de Fora e da fora da cidade. A associação da SC Mídias ao Sindicomércio ocorreu, segundo a proprietária, como forma de acompanhar o que está acontecendo no comércio de Juiz de Fora.

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Novos Associados Sindicomércio-JF

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Live Instrumentos Musicais Rua Espírito Santo 730, Centro Mais do que uma loja de instrumentos musicais, a Live pode ser considerada um verdadeiro espaço musical. Além da venda de instrumentos diversos, no local é possível ter aulas de música. “Esse é o nosso diferencial. Prestamos consultoria, que começa antes mesmo da venda, que é feita por músicos, já que todos os nossos vendedores são músicos. Oferecemos suporte aos nossos clientes e alunos, acompanhando, por exemplo, o pós-venda por meio de manutenção nos instrumentos. Aliamos preço ao custo-benefício”, destaca a gerente do departamento financeiro, Geórgia de Oliveira Salles. Além de instrumentos selecionados, o espaço abriga aulas de bateria, guitarra, violão, baixo, canto, percussão, teclado, instrumentos de sopro (flauta e saxofone) e cavaquinho. “Contamos com alunos de todos os níveis, desde iniciantes até os mais experientes. E de todas as idades também”, explica a gerente Camila de Oliveira Salles. A Live oferece aulas semanais individuais, e mais, alunos de bateria e teclado contam com horário para treino. “Quem chega aqui ganha uma aula experimental, a fim de conhecer a didática do professor”, lembra Camila. Anualmente a Live promove um festival com todos os alunos da escola. “Formamos uma banda, promovemos ensaios e reunimos familiares para uma apresentação. É uma forma de prestigiá-los. A satisfação é sempre muito grande”, pontua Geórgia. Com relação à associação ao Sindicomércio-JF, elas apontam os benefícios, como o desconto em instituições e ensino, como principal motivo. Sindicomércio-JF

Arpel Avenida Rio Branco 2.235, Centro “Temos a inquietude em nosso DNA. Buscamos sempre o pioneirismo e temos verdadeira paixão por mudanças e inovações.” É dessa forma que o gerente de Recursos Humanos, Eduardo Júnior, define a Arpel. A empresa foi criada em 1972 pela família Delmonte. Tempos depois, a sociedade foi desfeita, o negócio, que antes abrangia confecções, calçados e eletrodomésticos, mudou e ganhou o nome de Arpel. Conhecida por apresentar o que é tendência, na linha de calçados e confecção, a empresa oferece aos consumidores um mix de marcas de qualidade, de forma a transmitir conceitos. “Trabalhamos com marcas conhecidas e também com marcas novas no mercado, mas que garantem qualidade. Além disso, temos como diferencial o nosso atendimento, que classifico como cinco estrelas. Para isso, contamos com uma equipe dedicada, composta por pessoas de diferentes idades, o que facilita a comunicação com nosso público”, aponta o gerente. Segundo ele, a associação ao Sindicomércio-JF ocorreu para utilizarem o banco de empregos do aplicativo Conexão Comércio para a divulgação de oportunidades de trabalho.


Cacau Show Rua Benjamin Constant 555, loja 52, Centro – Santa Cruz Shopping Rua Mister Moore 96, Centro - Mister Shopping Avenida Barão do Rio Branco 1.898, Centro (diferencial: fondue) Avenida Barão do Rio Branco 2.637, loja 8, Centro Galeria Tenente Belfort Arantes 7, Centro Com um mix diferenciado de produtos, a Cacau Show está em Juiz de Fora há 14 anos. “Começamos por meio de um sistema de distribuição, com uma equipe de revendedores que fazia visitas a fim de oferecer os produtos Cacau Show por meio de um catálogo. O trabalho era feito não só em Juiz de Fora, mas também em cidades da região, como Cataguases e Leopoldina por exemplo”, explica a proprietária Lúcia Rocha Barbosa. Depois disso, foi aberta a primeira loja, na galeria Tenente Belfort Arantes. “Fomos a primeira ou a segunda franquia da marca em Minas Gerais. A partir daí, conseguimos expandir nossos negócios, crescendo para a Mister Moore, para a Rio Branco, perto da Oscar Vidal... Hoje contamos com sete lojas na cidade.” Lúcia aponta que quem vai à Cacau Show encontra não apenas chocolate. “Oferecemos presentes, e é por isso que temos um bom retorno em datas comemorativas,

como, claro, Páscoa, além de Natal, Dia dos Namorados, Dia das Mães e por aí vai.” Outro ponto forte da marca são os produtos diferenciados. Nas lojas é possível encontrar produtos diet, zero lactose, sem glúten, além do chocolate vegano e daqueles com alto percentual de cacau, muito procurados por praticantes de esportes. “O diferencial da Cacau Show é a inovação, ou seja, a busca pela satisfação do cliente, o que agrega valor à marca. Além disso, nossas embalagens chamam atenção por se apresentarem como presentes. E mais, nossos chocolates, no geral, contém mais leite em comparação com chocolates de outras marcas, o que faz com que sejam ainda mais saborosos.” A empresária associou cinco das sete lojas de Juiz de Fora. “O motivo da nossa associação diz respeito a trazer benefícios para nossos colaboradores, como plano de saúde, descontos em instituições de ensino, entre outros.”

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História dos Associados 50

História dos Associados

ACL Comercial Elétrica Em agosto deste ano, a ACL completou 20 anos no mercado de Juiz de Fora. A empresa, criada em 20 de agosto de 1985, teve início sob o comando de três sócios. Entre 1985 e 1987, a ACL oferecia materiais elétricos e eletrônicos. No fim do ano de 1986, chegou o quarto sócio, Zênio Fernandes. “Éramos um tio, dois irmãos e um terceiro sócio que não era da família”, lembra o proprietário, Zênio Fernandes. Com o passar do tempo, o atual proprietário foi comprando a parte de cada um dos três sócios e, desde 2000, está à frente da empresa junto aos seus dois filhos, Zênio Fernandes Filho e Bruno Fernandes. De lá para cá, a ACL está focada no segmento de materiais elétricos, com destaque para iluminação, além de materiais para construção civil. Nesses 20 anos, sempre no mesmo ponto, na rua Santa Rita, a empresa cresceu e, atualmente, ocupa todo o espaço entre a Santa Rita e a rua Barbosa Lima. “Expandimos e passamos também por várias mudanças físicas, incluindo mobiliário da loja e forma de exposição dos produtos.” O proprietário pondera que a concorrência é grande, mas a solidez da empresa familiar é o diferencial da ACL. “Somos uma empresa familiar, e cada um contribui com muito conhecimento. Zênio Filho, formado em Economia, é responsável pelo comercial e pelo administrativo, Bruno cuida das vendas, enquanto eu fico com a parte financeira.”

Fachada da loja no ano de 2000

Fachada atual

Arquivo pessoal

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Preparar uma ceia saudável é possível Quem disse que não é possível comer bem e de forma saudável nas festas de fim de ano? A época, marcada por calor intenso, reforçado pela chegada do verão, que este ano ocorre em 22 de dezembro, concentra duas importantes festas, o Natal e Réveillon. É comum associarmos alimentos “pesados” e gordurosos a essas festas. Mas nossa proposta é apresentar pratos saudáveis, que atendem não só àqueles que buscam cuidados com a saúde, como também àqueles que passam o ano malhando, “fechando a boca” e não querem abandonar os cuidados com a saúde e com o corpo. A dica da nutricionista Wanessa Aquino é evitar o preparo de vários pratos que contenham carboidratos. “A dica é escolher apenas uma fonte.” A moderação serve não apenas para os carboidratos, devendo ser adotada na escolha da carne, na ingestão de bebidas – levando-se em consideração a questão da hidratação, além da prioridade de escolha de frutas que aceleram o metabolismo, como o abacaxi, por exemplo. Para ajudá-lo no preparo de uma ceia saudável, selecionamos algumas receitas de dar água na boca. Confira.

Salada de lentilha Ingredientes - 1 xícara de lentilha - 1 xícara de cenoura picada - 1 xícara de cebola roxa picada - 2 dentes de alho picados - 1 folha de louro - 1/2 colher (chá) de tomilho seco - 2 colheres (sopa) de suco de limão - 1/2 xícara de aipo picado - 4 colheres (sopa) de salsinha fresca picada - 1 colher (chá) de sal - 1/4 colher (chá) de pimenta-do-reino - 4 colheres (sopa) de azeite de oliva Modo de preparo Coloque em uma panela a lentilha, cenoura, cebola, alho, louro e tomilho. Coloque água para cobrir por uns dois centímetros. Deixe ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar em fogo baixo por 15-20 minutos, até a lentilha ficar macia, mas não se desmanchar. Escorra e retire a folha de louro, acrescente o resto dos ingredientes, mexa e sirva em temperatura ambiente.


Espaço Saúde 53

Rabanada light de chocolate Ingredientes - 2 bisnagas de leite médias - 1 vidro de leite de coco light - 2 claras batidas em neve - 4 colheres (sopa) de achocolatado em pó light Modo de preparo Corte as bisnagas em seis fatias, dispensando as pontas. Passe as fatias no leite de coco, deixe embeber nas claras e, por último, no achocolatado. Acomode as fatias em uma forma antiaderente e leve ao forno médio por 20 minutos, virandoas na metade do tempo.

Drink de verão Ingredientes - 300 ml de água de coco - 3 unidades de cereja sem caroço, cortadas ao meio - ½ unidade de pêssego sem casca fatiado Modo de preparo Leve as cerejas e o pêssego ao congelador e a água de coco à geladeira, por no mínimo quatro horas. Em uma taça, coloque a água de coco gelada e as frutas congeladas. Decore com folhas de hortelã e sirva em seguida.

Cuidados importantes • Como a ceia será somente no final da noite, não fique sem comer durante o dia. • Inicie a ceia sempre por saladas com folhas, vegetais e até frutas. Prefira temperá-las com um molho leve, por exemplo, o de iogurte ou com azeite. • Deixe as peles das aves de lado. Elas são ricas em gorduras e calorias. Prefira sempre as partes magras, sem pele. • De sobremesa, opte pelas frutas frescas e secas, nozes e castanhas (com moderação) e gelatinas. Evite as preparações com cremes gordurosos, muito açúcar e a famosa rabanada frita. • Parar e pensar antes de comer pode ajudar a entender se realmente é fome ou simplesmente gula. • Evite o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.


Motivacional

Divulgação

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Carlos Hilsdorf Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Economista, pósgraduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers “Atitudes Vencedoras”, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, “51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira”, “Revolucione Seus Negócios” e do lançamento “Atitudes Empreendedoras”. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Marketing e Vendas em tempo de crise Que as ações de comunicação e propaganda são altamente afetadas em momentos recessivos é fato historicamente conhecido, embora paradoxal sob múltiplos aspectos. Parece que os anunciantes não compreenderam a elementar citação de Henry Ford: “Se eu tivesse um único dólar, investiria em propaganda!”. Mas, muito mais preocupante que esta miopia dos anunciantes - que pode ser revertida com uma abordagem comercial muitíssimo mais bem preparada que a usualmente utilizada, incluindo contratos mais inteligentes - é a ênfase pobre em criatividade que as agências, especialmente as menores e localizadas no interior, insistem em fazer na crise. Parece que estas agências ficam aprisionadas na antiquada e desgastada fórmula “ferir e curar” - focam e enfatizam o problema para tentar vender a solução. Se o problema está implícito e ocupa a maior parte do tempo na mídia, por que deveria ocupar também os anúncios? Uma coisa amplamente reconhecida e vivenciada sob forma de preocupação constante, neste contexto específico que estamos tratando, não precisa de foco extra. O bom senso pede que se apresente a solução sem sequer precisar citar o problema. O Walmart cresceu, e muito, em momentos de crise da economia americana, comunicando em sua propaganda que estava realizando novas parcerias e negociações com seus fornecedores para oferecer os melhores preços da história, comunicando na linha “Estamos juntos”, sem mencionar a palavra crise! Observem o slogan da Home Depot - “More Saving, more doing” - Quanto mais você economiza, mais você pode fazer. Trata-se de uma comunicação focada no sonho de remodelar ou construir a casa sem qualquer menção à crise e que traz implícita a declaração de compromisso com os melhores preços. Em um país como o nosso, onde não se faz, em geral, de maneira consistente, queima de estoque, ainda se faz foco no tema que assusta os consumidores, colocando-os na posição de adiamento de consumo? Quando, enfim, iremos aprender? Se uma overdose de “sales” e liquidações pipoca em cada esquina e o varejo fica povoado de vendedores com ar de tristeza, estamos apenas evidenciando a crise e deixando as pessoas mais preocupadas e resistentes ao consumo. Será que a criatividade das pessoas envolvidas com comunicação, marketing e vendas não consegue gerar peças, anúncios e práticas minimamente mais criativas, otimistas e cativantes? A questão não reside em utilizar ou não promoções e liquidações (mecanismos clássicos), mas em como comunicá-los utilizando apelos de evocação positiva. Um pouquinho mais de Walmart e Home Depot não fará nada mal aos profissionais da área de comunicação, marketing e vendas. Parafraseando Henry Ford, como clientes, poderíamos dizer: “Se eu tivesse um único dólar, investiria em propaganda, INTELIGENTE E BEM FEITA!”. Para além da cultura ainda deficiente de propaganda e marketing e vendas de milhares e milhares de empresas, precisamos profissionalizar a oferta criativa baseada em estímulo, e não receio. Marketing é criar mercado, não assustá-lo. Propaganda é a arte de comunicar o apelo correto para cada momento e público. Na ausência destas condições conceituais mínimas, a crise da propaganda se soma à crise político/financeira e, mais especificamente, à crise de confiança e perspectivas. Treine seus clientes para entender o valor da sua empresa, mas treine antes seu próprio pessoal de Atendimento, Vendas e Comunicação.


Revista 23 web  
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