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mensagem do PRESIDENTE

Sindicomércio-JF

Caro(a) leitor(a), O Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF) está lançando mais uma ferramenta facilitadora de negócio, para que as empresas associadas possam interagir, gratuitamente, com milhares de pessoas por meio dos smartphones e tablets. Trata-se do “CONEXÃO COMÉRCIO APP”, um aplicativo que funciona mediante cadastro prévio da empresa associada no site www.conexaocomercio. org.br, para oferecer produtos e/ou vagas de emprego de seu negócio. Ao usuário, basta baixar o aplicativo pelo seu smart ou tablet. Não tenho dúvida de que a forma de comercializar está mudando, e a forma de interagir com a juventude consumidora é através desta ferramenta. O empresário do comércio está acostumado a esperar seu cliente entrar em seu estabelecimento para consumir ou, em outros casos, dos que possuem condições, inserir publicidades na mídia e aguardar o comprador. Pensando nisto, o Sindicomércio desenvolveu um aplicativo para que pequenos e médios empresários tenham a oportunidade de participar, em conjunto, desta evolução de mercado, visto que o custo e manutenção de um aplicativo próprio é demais oneroso. Temos que estar conscientes de que a juventude está mudando seus hábitos de fazer consumo. Assim, era necessário que o Sindicomércio proporcionasse a seus associados esta ferramenta, que, tenho certeza, será de grande valia comercial, além de estar mais próximo de seu consumidor. Além disso, o “CONEXÃO COMÉRCIO APP” passa a ser um veículo de ofertar empregabilidade instantânea. Isso é muito importante para que o empresário também evite custos na sua busca de futuros profissionais. Desse modo, temos que estar antenados no processo das mudanças, pois a juventude está aí, aguardando que tenhamos atitudes e condições de atendê-la na sua forma de comunicação para o consumo. Um forte abraço e uma ótima leitura!

O Sindicomércio desenvolveu um aplicativo para que pequenos e médios empresários tenham a oportunidade de participar, em conjunto, desta evolução de mercado.

Emerson Beloti de Souza Presidente do Sindicomércio - JF


Índice Expediente:

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Conselho Editorial Emerson Beloti de Souza Sergio Costa de Paula Aline Furtado Jornalista Responsável Aline Furtado – MTb 09105/MG

06 Reportagem Especial Sindicomércio, CDL e Associação Comercial promovem debate sobre o desenvolvimento da Zona da Mata

Colaboradores Célio Faria de Paula César Souza Daniel Jannotti Lili Luana Oliveira Sergio Costa de Paula A Revista Conexão Comércio não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos assinados, já que os mesmos expressam apenas o pensamento dos autores, não representando, necessariamente, a opinião da direção da revista. Caso necessário, a direção se reserva no direito de resumir os artigos. Os espaços publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. Fotografias Algumas fotografias utilizadas nesta edição foram gentilmente cedidas por entidades creditadas. As fotografias utilizadas nos espaços publicitários são de responsabilidade dos anunciantes.

26 Capa Dia dos Pais - Comércio de JF está preparado para receber consumidores

01 – Mensagem do Presidente 04 – Notas 08 – Coluna do Advogado 09 – Artigo Especial 10 – Coluna do Contador 20 – Espaço Saúde 46 – Ações de Representatividade 49 – Novos Associados 51 – História dos Associados 52 – Motivacional

Imagens Shutterstock.com Departamento Comercial Sana Keller (32) 9198-0535 Projeto Gráfico e Diagramação ArtWork Propaganda (32) 3215-7075 Periodicidade: Trimestral Tiragem: 5.000 exemplares Impressão: Gráfica Central Contato Telefone: (32) 3215-1317 E-mail: sindicomerciojf@sindicatodocomercio.org.br Site: www.sindicomerciojf.org.br Facebook: Sindicomércio-JF Twitter: @sindicomerciojf Endereço: Avenida Rio Branco 2.588/5º andar Centro - Juiz de Fora – MG Funcionamento: de segunda a sexta, de 8h30 às 18h30

Diretoria 2014 / 2018 Emerson Beloti de Souza Presidente Nício Fortes Garcia 1º Vice-presidente Rui Mussel da Silva 2º Vice-presidente

Espaço do Leitor Contribua com a Conexão Comércio. Envie sugestões, críticas e comentários sobre os diversos assuntos publicados na revista. Nosso e-mail é jornalismo@ sindicatodocomercio.org.br. Participe!

Oddone Villar Turolla 3º Vice-presidente Paulo Roberto Lopes 4º Vice-presidente

Carlos Alberto Martins de Pinho 2º Secretário Lucimar Las Casas Oliveira 3º Secretário Alexandre Tassi Brugiolo 1º Tesoureiro Gilson Guimarães Peixoto 2º Tesoureiro Zênio Fernandes Filho 3º Tesoureiro

Marcelo Rodrigues Sepúlveda Sergio Costa de Paula 1º Secretário Superintendente


Aumenta interesse do brasileiro por viagens nacionais Segundo levantamento do Ministério do Turismo e da Fundação Getulio Vargas (FGV), 23% dos brasileiros pretendem viajar nos próximos meses. Desse grupo, 77,4% devem ir a destinos nacionais – maior número registrado para abril dos últimos dez anos. Os demais 19,5% devem viajar a destinos internacionais e 3,1% não decidiram para onde vão. O boletim Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem aponta ainda que, do total de interessados em viajar pelo Brasil, 47,3% quer ir para o Nordeste; 25,6% para a Região Sudeste; 14,3% para o Sul do país; 7,4% para a Região Norte; e 5,4% para o Centro-Oeste. Só com os feriados prolongados deste ano, o impacto global na indústria brasileira de viagens e turismo chegará a R$ 18,66 bilhões com a realização de 10,9 milhões de viagens domésticas extras, segundo estimativas do ministério. A pesquisa Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem é realizada mensalmente com duas mil pessoas em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo – capitais que concentram 70% do fluxo turístico do Brasil. Fonte: Agência Brasil

Seguridade aprova projeto que permite nome fantasia para remédio A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou, recentemente, o Projeto de Lei 6745/10, do Senado, que revoga a proibição de nomes ou designações de fantasia em medicamentos com uma única substância ativa ou em imunoterápicos (vacinas). O autor da proposta, senador Osmar Dias (PDT-PR), argumenta que o dispositivo atualmente em vigor perdeu seu sentido e está, na prática, revogado pela Medida Provisória 2190-34/01. De acordo com essa MP, medicamentos com uma única substância ativa “sobejamente” conhecida podem ser identificados por nome comercial ou de marca. O projeto, já aprovado pela Comissão de Defesa do Consumidor, tramita em caráter conclusivo e em regime de prioridade, e será ainda examinado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Câmara dos Deputados


Notas 07

Brasileiros devem gastar R$ 46 bilhões com serviços pessoais Os gastos dos brasileiros com serviços pessoais relacionados à beleza, cuidados estéticos e bem estar, contratação de serviços de chaveiro, sapateiro, costureira, entre outros, devem atingir R$ 46,22 bilhões este ano, crescimento de 9,4% em relação a 2014, de acordo com o Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência. O estado de São Paulo tem maior potencial de consumo do país: R$ 12,68 bilhões, 10% a mais do que no ano anterior. O gasto por habitante do estado em 2015 é estimado em R$ 298. Na sequência, vem o Rio de Janeiro, com um potencial de consumo de R$ 5,16 bilhões, aumento de 9% na comparação com 2014. O gasto per capta é calculado em R$ 322. Na terceira posição está Minas Gerais, com um gasto estimado em R$ 5,02 bilhões (R$ 283 por pessoa), crescimento de 9,3% em relação ao ano passado. De acordo com o Pyxis Consumo, o gasto por habitante no Brasil é de R$ 268. O potencial de consumo refere-se apenas ao gasto pessoal domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo. Fonte: Ibope

Pesquisa aponta hábitos de consumo da mulher ao comprar cosméticos Pesquisa realizada recentemente pela Mintel, encomendada pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoa, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), aponta que 45% das mulheres preferem maquiagens que possuam longa duração. A segunda principal preferência é por cosméticos fáceis de serem aplicados, com 38%. Entre as mulheres de 18 a 55 anos, 32% sempre carregam algum tipo de maquiagem na bolsa. Além disso, 27% mudam a cor do esmalte uma vez por semana. Ao avaliar o segmento de cremes e loções faciais, as mulheres sinalizaram uma preferência por produtos que contenham ingredientes naturais (82%). Além disso, 74% gostariam de poder experimentar os produtos antes de comprá-los. O consumo de cosméticos pelas jovens de 16 a 24 anos é impulsionado pelos tutoriais em mídias especializadas. Ao todo, 22% destas mulheres gostam de experimentar maquilagens diferentes com o apoio desta ferramenta. Para o público mais sênior, com 55 anos ou mais, o benefício antienvelhecimento é fundamental, uma vez que 43% das mulheres usam produtos anti-idade. Fonte : Abihpec


Reportagem Especial 08

Sindicomércio, CDL e Associação Comercial promovem debate sobre o desenvolvimento da Zona da Mata O Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio - JF), a Câmara de Dirigentes Lojistas de Juiz de Fora (CDL/JF) e a Associação Comercial de Juiz de Fora promoveram, no dia 15 de junho, no Hotel Green Hill, o Encontro com Deputados Estaduais. O evento, que reuniu mais de 300 pessoas, contou com a presença de cinco dos nove deputados estaduais convidados, os quais têm domicílio eleitoral na Zona da Mata mineira. Entre os que compareceram estavam: Antônio Jorge (PPS), Isauro Calais (PMN), Lafayette de Andrada (PSDB), Missionário Márcio Santiago (PTB) e Noraldino Júnior (PSC). Na ocasião, os parlamentares apresentaram os projetos que vêm sendo desenvolvidos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que têm como foco a solução de problemas e o avanço social e econômico da região. Participaram, ainda, autoridades, como o prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira; o vice-prefeito, Sérgio Rodrigues; o vereador Júlio Gasparette; além de representantes de diversas entidades e empresários do comércio de Juiz de Fora e da região. A apresentação de abertura foi feita pelo economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Gabriel de Andrade Ivo, que apontou dados econômicos do Brasil e da Zona da Mata. “O momento pelo qual passa o Brasil é um momento de ajustes, como demonstram os indicadores macroeconômicos”, revela, baseando-se nos dados Produto Interno Bruto (PIB), que revelam que em 2010 o crescimento do país foi de 7,6% e, neste ano, a previsão do Boletim Focus aponta para – 1,27%. “Em 2010, o comércio sustentou a economia porque foi quando tivemos o governo incentivando o consumo, por meio da redução do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] da linha branca e de veículos, por exemplo. Mas a retenção do crescimento vem sendo percebida desde 2014, quando o índice ficou em 0,1%. Isso porque tivemos comércio e serviços, que vinham sustentando a economia, crescendo menos. No ano passado, o Brasil gastou mais do que arrecadou e as consequências são as que vemos nos indicadores”, conclui o economista. Com o foco na Zona da Mata, Andrade apontou a perda de empresas para o estado do Rio de Janeiro devido à prática do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Muitas saem ou deixam de se instalar na Zona da Mata porque municípios fluminenses, como Levy Gasparian e Três Rios, oferecem ICMS a 2%, enquanto Minas pratica ICMS de 18%”, aponta, referindo-se a empresas de setores como comércio, indústria, agropecuária e serviços.


Sindicomércio-JF Presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, faz o encerramento do evento

Projetos Cada deputado teve um tempo para apresentar os projetos que vêm desenvolvendo. Um dos temas abordados pelo deputado Isauro Calais foi a necessidade de intervenções em trechos da BR-040 considerados críticos. “Com a duplicação que vem sendo feita no novo trecho concessionado, é possível que alguns pontos próximos a cidades como Santos Dumont e Ewbank da Câmara sintam reflexos negativos. Nossa intenção é apontar saídas para isso, como a construção de contornos na altura dos dois municípios, o que irá reduzir o risco de acidentes.” O parlamentar reforçou, ainda, a necessidade de revisão no ICMS cobrado por Minas Gerais. “O governador precisa rever isso. Queremos empregos, renda e empresas que possam competir com os grandes centros.” O deputado Noraldino Júnior defendeu que haja uma sinergia com foco no desenvolvimento da região. “É preciso união, a fim de propormos reuniões para que sejam definidas ações conjuntas.” Já o deputado Lafayette Andrada discursou sobre a necessidade de incentivos para que empresas se sustentem na região e para que novas empresas venham para a Zona da Mata. A exemplo de Calais, Andrada também destacou a necessidade de intervenções nas rodovias, a fim facilitar o avanço. Com foco em Juiz de Fora, o deputado Missionário Márcio Santiago defendeu a necessidade de construção de um camelódromo. “São grandes as dificuldades enfrentadas pelos comerciantes diante das facilidades vividas pelos camelôs.” Para o deputado Antônio Jorge, “não é possível pensar em desenvolvimento de Juiz de Fora sem pensar no desenvolvimento regional. Juiz de Fora é polo de serviços, educação e saúde, além de ser a maior cidade da Zona da Mata, com ampla densidade populacional. É preciso avançar.”

Força Os parlamentares apontaram a importância da região contar com nove representantes na ALMG, o que ultrapassa 10% do número total de deputados eleitos pelo Estado, o equivalente a 77. “Juiz de Fora tem cinco representantes

e a Zona da Mata conta com nove. Nunca tivemos uma bancada tão grande”, aponta Lafayette Andrada. Também sobre o assunto, Antônio Jorge defendeu que “precisamos de boa ideia, de gente para fazer e de recursos para executar. É preciso criar uma agenda. Essa reunião tem uma importância política muito grande e pode fazer a diferença nessa retomada do desenvolvimento.” Para o prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira, a união do Executivo municipal com o Legislativo estadual “é importante para aumentar representatividade e para que recursos estaduais cheguem ao município. A Zona da Mata tem muito potencial e poderia estar em maior crescimento. Encontros como este são fundamentais.”

A força do comércio Para os presidentes das entidades representativas do comércio de bens e serviços de Juiz de Fora que promoveram o encontro, o evento foi uma oportunidade de reforçar junto aos parlamentares a força do comércio, além de cobrar a defesa de ações que visem ao desenvolvimento da região. “Este é o primeiro de vários encontros que faremos com nossos deputados estaduais, e também com os federais, eleitos pela Zona da Mata. Nossa reivindicação é que nossos deputados trabalhem em bloco, sob uma única bandeira, a bandeira da Zona da Mata”, ressaltou o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti. O presidente da CDL/JF, Marcos Casarin, vê o encontro como “uma forma de deixar claro que as entidades estão à disposição dos parlamentares para colocarmos em prática os planos para a região”. Para o presidente da Associação Comercial, Aloísio Vasconcelos, “a hora é agora. Vamos juntos, lutando pelos mesmos objetivos, mostrando a força do comércio”.

Ausentes Os deputais estaduais Bráulio Braz (PTB), Dirceu Ribeiro (PHS), Doutor Wilson Batista (PSD) e Roberto Andrade (PTN), também com domicílio eleitoral na Zona da Mata, foram convidados, mas não compareceram ao encontro.


Coluna Advogado 10

Arquivo pessoal

Fraudes no comércio eletrônico e a responsabilidade das administradoras de cartão de crédito Daniel Jannotti Lili Advogado sócio da Rubens Andrade Advogados; Consultor e instrutor do SEBRAE MG, nas áreas de legislação aplicada, comercial e licitações. OAB/MG: 99.587

O comércio eletrônico tem desempenhado relevante papel no crescimento do volume de vendas em diversos segmentos, tais como eletrônicos de consumo, equipamentos de videogames, eletrodomésticos, vestuário e calçados. Segundo recente estudo divulgado pela bandeira internacional de cartões Visa, o consumidor brasileiro realiza compra online ao menos uma vez por mês, buscando fornecedores locais e utilizando a forma de pagamento pelo cartão de crédito. A crescente expansão do comércio eletrônico tem colocado comerciantes e credenciadoras de cartões de crédito em disputa quanto à assunção de prejuízos causados pelas fraudes na venda por meio de cartões de crédito. Referida discussão tem como foco principal a responsabilização atribuída pelas administradoras de cartão de crédito aos lojistas, pois, segundo consta em contrato celebrado entre as partes, o lojista é responsável pela conta. No entanto, alguns de nossos tribunais têm entendido que, na verdade, as administradoras não podem se afastar de assumir tais riscos. O Tribunal de Justiça de São Paulo, em decisão recente, julgou como abusiva cláusula contratual que responsabilizava o lojista, e condenou a administradora de cartão de crédito a pagar ao comerciante os valores não reconhecidos por um titular de cartão de crédito. O entendimento da justiça é de que como a administradora autorizou a venda, não poderia, posteriormente, recusar o pagamento, eis que o risco é inerente às atividades desenvolvidas pelas credenciadoras de cartão de crédito que auferem lucros e vantagens pelos serviços prestados. Neste sentido, os comerciantes que porventura enfrentem a situação acima descrita e por consequência absorvam os prejuízos decorrentes de fraudes pela má utilização ou uso indevido de cartão de crédito, podem se valer do judiciário para resguardar seus direitos.


Artigo Especial

Divulgação / Fecomércio MG

A Zona da Mata de Minas Gerais é composta por 142 municípios e representou, em 2012, 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) mineiro, de acordo com a Fundação João Pinheiro. A região possui um forte potencial para a exportação de produtos como o café (os principais compradores são Estados Unidos, Alemanha e Japão), representando 67% do total regional. Desse percentual, 33,3% são oriundos de Juiz de Fora, dono do quinto maior PIB do Estado. Contudo, mesmo com toda a sua importância econômica, o município vem perdendo mercado para estados como Rio de Janeiro e Goiás. Um dos motivos para essa queda na participação de alguns setores é o incentivo fiscal mais favorável nessas outras unidades da Federação. Nos últimos dez anos, a cidade de Três Rios (RJ), por exemplo, recebeu 156 novas empresas, enquanto a Zona da Mata recebeu apenas três. Um dos principais motivos para essa evasão está no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Enquanto em Minas esse tributo para alguns setores industriais é de 18%, no Rio de Janeiro é de apenas 2%. A redução de empresas em Juiz de Fora e na Zona da Mata afeta toda a cadeia econômica da região e do Estado. Com menos companhias gerando postos de trabalho, o comércio acaba tendo uma quantidade inferior de pessoas propensas a consumir, interferindo negativamente no faturamento dos empresários do município. Diante desse cenário, é importante que o empresariado dessas localidades se reúna para buscar alternativas e projetos com o intuito de retomar o fomento da economia na região.

Luana Oliveira Supervisora de Estudos Econômicos da Fecomércio MG

Kempton Vianna

Tributação atrasa desenvolvimento econômico de Juiz de Fora

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Coluna do Contador 12

Arquivo pessoal

Pílulas de Otimismo

Célio Faria de Paula Contador e Diretor da Tecol Consultoria Empresarial – CRC MG 18.754

O profissional mais próximo do segmento econômico é, sem dúvidas, o contador. Pelas peculiaridades de suas atividades, convive, diariamente, nos bastidores dos empresários brasileiros. Desenvolvendo seu trabalho dentro das empresas ou através de seus escritórios contábeis deslumbram cenários realistas e atualizados dos empreendimentos em todos os setores da economia. Consequentemente somos testemunhas oculares, em cada cidade ou região de todos os rincões de nossa pátria, do inconformismo dos empresários e seus colaboradores com a vigente estrutura político-econômica. Tenho, ainda, o privilegio de pertencer a uma rede de empresários contábeis com representantes em todas as capitais e importantes cidades do interior que atendem a milhares de empresas de todos os segmentos econômicos. Uma amostra significativa que funciona como um radar político e econômico do país. Em nossos encontros semestrais, concluímos que as dificuldades vão muito além da administração dos negócios, como a alta das tarifas elétricas, preço do dólar, alta carga tributária, endividamentos e a ausência de qualificação da mão de obra. Essas questões pontuais não são novidade, já convivemos com elas no passado e conseguimos sobreviver, embora com muito sofrimento. Entretanto, percebemos nos empresários um sentimento de desolação. Sabia-se há muito tempo da contaminação do poder público e que a corrupção predominava acobertada nas escusas negociatas de seus administradores e comparsas. Algo que rondava nosso imaginário agora é real, declarados, delatados e arrancados dos porões dos gabinetes oficiais e trazidos a público. Um passivo ainda distante de ser avaliado, mas praticamente irrecuperável. A corrupção institucionalizada é uma perda inestimável no balanço brasileiro. Um prejuízo moral que deixa essa geração contaminada pelos seus efeitos devastadores. Todavia, estou convicto que uma reconstrução social irá acontecer. O povo tem mostrado grandes doses de patriotismo ao sair pelas ruas acenando com determinação o seu descontentamento. As pessoas estão mais convencidas que essa reconstrução começa em casa com a educação dos filhos e a formação de valores sólidos. Prática que devemos adotar com nossos vizinhos, nas ruas, com os colegas e amigos e no cotidiano dos negócios. Essa conscientização nos fará, um dia, através do voto, expurgar esses vermes que envergonham a política brasileira. Sei que levará tempo, mas sou um otimista inveterado. Deixo aos leitores algumas pílulas de otimismo sustentado na inabalada fé que esse país é grande e forte demais para que esses ratos de porão consigam destruí-lo. Nosso povo é dócil, mas é capaz de se agigantar diante das ameaças. E acima de tudo é um hábil e incansável trabalhador. Não há crise que o trabalho sério e determinado não supere.


Notícias

Sistema de Gestão do Sindicomércio

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é certificado com a ISO 9001 O Sindicomércio-JF foi recomendado, no mês de março, a receber a ISO 9001, processo que antecede a certificação. No mês de abril, a entidade recebeu o documento que comprova a certificação, o que faz do Sindicomércio referência, por ser a primeira entidade sindical patronal do comércio do país a ser certificada e ter reconhecimento do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O certificado, emitido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), tem validade de três anos. “A certificação ISO 9001 é apenas o começo para o caminho da excelência. As empresas associam qualidade a processos bem desenhados e rotinas estabelecidas, isso também é importante, mas não o principal. Na verdade, o principal em um processo de certificação é o envolvimento de todos, desde os colaboradores até a alta direção. Porque é por meio desse envolvimento que conseguimos atender às expectativas e às necessidades dos clientes, no nosso caso, associados e representados”, ressalta a assistente de Qualidade, Adeliane Vieira de Barros. Mas qual é, afinal, o significado da sigla ISO? A sigla ISO denomina a International Organization for Standardization, ou seja, Organização Internacional de Padronização. A ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade assegura que serviços e produtos oferecidos pela organização atendam aos requisitos dos clientes e do mercado, sendo avaliados constantemente e melhorados quando necessário. “Obter a certificação não significa que o trabalho esteja finalizado, pelo contrário, agora é que começamos a ajustar os gaps, fazendo com que tenhamos melhoria em todas as áreas da entidade. O mais importante de conseguirmos a certificação é mostrar aos empresários do comércio o quanto é importante pensarmos em qualidade, em um sistema de gestão que pode ajudar a empresa a melhorar seus processos e pessoas. Nos tempos atuais, sobrevivem apenas empresas que possuem um diferencial e que pensam em inovação, e, nisso, a certificação ajuda muito por se tratar de um padrão internacional”, completa Adeliane.

Reprodução


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Segurança do trabalho Prevenção de riscos e promoção da saúde


Notícias 15

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 2,34 milhões de pessoas morrem, a cada ano, em acidentes de trabalho e doenças, indicando que cerca de 2 milhões dessas mortes seriam causadas por doenças relacionadas ao trabalho. Informações do Anuário Brasileiro de Proteção 2015, que utiliza os dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, mostram que no ano de 2013, no Brasil, foram 717.911 acidentes no total, 2.814 óbitos e 16.121 incapacidades permanentes. Os números assustadores servem para conscientizar as empresas sobre a importância de investir em segurança do trabalho. Trata-se do conjunto de medidas adotadas para minimizar os acidentes de trabalho e as doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade física e a capacidade de trabalho do funcionário, promovendo, assim, a saúde do colaborador. Com o colaborador protegido, gastos são evitados e o trabalho fica mais organizado, o que pode gerar maior produtividade. Outro benefício é a melhoria no ambiente de trabalho e nas relações entre patrões e colaboradores. Devido ao importante papel da segurança e saúde do trabalho nas empresas, em 1943, por meio da criação da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, estabeleceuse no Título II, Capítulo V, entre os Artigos 154 ao 201, a primeira garantia legal de segurança e medicina do trabalho aos trabalhadores brasileiros. Posteriormente, estabeleceu-se a portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, aprovando a criação das normas regulamentadoras, relativas à segurança e à medicina do trabalho. Dessa forma, observa-se que além da importância da segurança do trabalho nas empresas, trata-se de uma obrigação legal e um direito de todo trabalhador, conforme especifica o Art. 7º da Constituição Federal de 1988, descrito abaixo: “Art. 7º - São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança;” A responsabilidade pela segurança do trabalho nas empresas compete ao poder público, ao empregador e ao empregado. Tendo o poder público o dever de estabelecer e fiscalizar o cumprimento da legislação pertinente à segurança e à medicina do trabalho, enquanto ao empregador e ao

empregado cabem o dever de cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre a segurança e medicina do trabalho, assim como cabe ao empregado o papel de obedecer às ordens de serviço expedidas pelo empregador.

EPI e EPC O Equipamento de Proteção Individual (EPI) é todo dispositivo ou produto, de uso individual, destinado à proteção contra riscos capazes de ameaçar a segurança do trabalhador e a sua saúde. O uso deste tipo de equipamento deverá ser feito quando não for possível tomar medidas que permitam eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade, ou seja, quando as medidas de proteção coletiva não forem viáveis, eficientes e suficientes para a atenuação dos riscos e não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. Os equipamentos de proteção coletiva (EPC) são dispositivos utilizados no ambiente de trabalho com o objetivo de proteger os trabalhadores dos riscos inerentes aos processos, tais como o enclausuramento acústico de fontes de ruído, a ventilação dos locais de trabalho, a proteção de partes móveis de máquinas e equipamentos, a sinalização de segurança, entre outros. Conforme dispõe a Norma Regulamentadora 6, a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento. Os tipos de EPI´s utilizados podem variar dependendo do tipo de atividade ou de riscos que poderão ameaçar a segurança e a saúde do trabalhador e da parte do corpo que se pretende proteger. Alguns exemplos:

•Proteção auditiva: abafadores de ruídos ou protetores auriculares; •Proteção respiratória: máscaras e filtro; •Proteção visual e facial: óculos e viseiras; •Proteção da cabeça: capacetes; •Proteção de mãos e braços: luvas e mangotes; •Proteção de pernas e pés: sapatos, botas e botinas; •Proteção contra quedas: cintos de segurança e cinturões.


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Quadro O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

Campanha Vem sendo desenvolvida, desde o final do mês de abril, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, que tem como objetivo alertar o trabalhador sobre a importância do uso de proteção coletiva e individual. Para isso, o mote é “Você é sua principal ferramenta de trabalho”. A campanha faz parte das ações da Estratégia Nacional para Redução de Acidentes do Trabalho, ação do MTE para aplacar os números negativos gerados pelos acidentes de trabalho que abalam setores da saúde, da previdência e também a produtividade brasileira.


NotĂ­cias 17


Notícias 18

Ninguém compra algo que não precisa ter A afirmação é do diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas), Carlos Cruz, em texto publicado no Administradores.com. Imagine duas amigas que vão ao shopping almoçar. De repente, elas passam por uma vitrine e um calçado chama atenção. Uma delas diz “eu preciso desse sapato”. A potencial cliente experimenta e compra o produto. Contudo, a primeira intenção dela era almoçar, mesmo porque ela já tem mais de 30 pares de sapato em casa. Será que ela realmente necessitava fazer essa aquisição? Claro que sim! Precisava! O calçado por si só não era uma necessidade, mas o que ele representa e a possibilidade de uso. Comprar o sapato tem a ver com coleção, poder, acesso, marca pessoal, status, realização. No caso dos homens, imagine um amigo que vê outro com um carro novo. Ao andar em seu automóvel, ele observa os seus defeitos. O barulho da porta incomoda, o risco do lado começa a ficar horrível, a porta não fecha mais como antes. Todas as características que ele nunca tinha percebido aparecem porque agora ele tem uma base de comparação. Quando ele chega em casa, tem a certeza que precisa trocar de carro. Eu pergunto: ele necessitaria fazer essa troca? Tanto quanto a mulher que se encantou pelo sapato. E as pessoas que vão para o exterior e compram compulsivamente? Elas não necessitam de tudo o que compram e sim da sensação que é estar comprando

naquela situação, em outro país, que oferece produtos diferentes e preços mais baixos. Quando você passa em alguma doceria famosa e pega um pedaço enorme de bolo? Você não precisa necessariamente daquele alimento e sim provar o merengue que só aquele bolo tem. Dessa forma, quando eu afirmo que ninguém compra o que não precisa é porque as pessoas não investem em um objeto e sim naquilo que ele pode proporcionar. Um consultor financeiro talvez nos convença que não precisamos comprar, pois o princípio para ficar rico e conquistar a independência financeira é gastar menos do que ganha, poupar e investir, que é diferente de comprar algo a mais do que as necessidades básicas. Mas do ponto de vista comercial, as pessoas compram para satisfazer necessidades de status, por exemplo. O vendedor profissional deve entender tanto de cliente quanto de produto. Ele deve saber o que a sua venda representa. Mais do que isso, é preciso entender o que o comprador está vendo ou pode ver naquilo que é oferecido. O ser humano não adquire apenas itens concretos, mas também abstrações, como conceitos, opiniões, ideias, sensações. O erro do vendedor menos desavisado é focar apenas no objeto, dê atenção àquilo que ele pode proporcionar. Os clientes esquecem o que o vendedor falou, mas nunca esquecerão o que o produto o fez sentir. Pense nisso e invista na experiência de uso do cliente.


Notícias 19

“Varejo Viável” traça diagnóstico da realidade do comércio de Juiz de Fora

O Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), por meio do Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia (Critt), desenvolveram um diagnóstico tecnológico das empresas de comércio de bens e serviços de Juiz de Fora, denominado “Varejo Viável”. O trabalho teve início em dezembro de 2014, com a realização de um projeto-piloto, que visava à adequação dos questionários a serem aplicados às empresas. De lá para cá, 32 estudantes da UFJF, convidados a integrarem o grupo de trabalho por meio do Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia (Critt), foram a campo, entrevistando os representantes das empresas, a fim de levantar informações relacionadas à inovação, à gestão, ao layout e ao design de seus espaços comerciais, além de abordar aspectos econômicos ligados à localização das empresas e aspectos relacionados ao funcionamento e à imagem da empresa. Até o mês de maio, foram ouvidos representantes de 1.920 micro e pequenas empresas da cidade, em seus diversos bairros. O projeto teve como objetivo promover um grande diagnóstico da realidade do comércio de Juiz de Fora. “Buscar entender as necessidades, a médio e a longo prazos, dos comerciantes de Juiz de Fora, para, em seguida, fazer com que as dificuldades e os potenciais ficassem conhecidos. Este foi o foco do trabalho”, destaca o analista do Sebrae, João Paulo Palmieri. A partir do levantamento, foi possível compreender melhor a realidade das empresas da nossa cidade, não só da região central, mas também de bairros comerciais, permitindo que as entidades parceiras incrementem ou passem a oferecer serviços ainda mais adequados às necessidades das empresas. “O diagnóstico aborda itens como localização, acesso aos mercados consumidor e fornecedor, violência urbana, entre outros”, aponta o professor da UFJF e coordenador do projeto, Fabrício Pereira Soares. Após a análise dos dados levantados, cada uma das empresas entrevistadas já está recebendo um relatório com diagnóstico, com apresentação de forma individualizada, o que permitirá melhor conhecimento sobre potencialidades e pontos passíveis de melhoria de seu empreendimento. “O diagnóstico permite melhor atuação não só do empresário, mas também no desenvolvimento de políticas assertivas para o município”, ressalta o presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti.


NotĂ­cias 20

11,5% dos lares

acessam a internet apenas por

celular e tablet


Notícias 21 Os computadores ainda eram o aparelho mais usado para se conectar à internet no Brasil, em 2013, segundo o Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE). Celulares e tablets, no entanto, se tornaram o aparelho exclusivo de 11,5% dos domicílios. Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), referente a 2013, feita com o Ministério das Comunicações e divulgada recentemente. Segundo a técnica de coordenação de rendimento e trabalho do IBGE a especialista do instituto, Jully Ponte, em entrevista ao G1, “em comparação com as estimativas coletadas pela União Internacional de Telecomunicações (UTI) para 2013, o percentual de domicílios com acesso à internet no Brasil, segundo a estimativa do IBGE (48%), está abaixo da média dos países da Europa (76,2%) e da América (54,6%)”.

Mudança na pesquisa Até 2013, o IBGE registrava apenas as conexões feitas com computador e agora passou a contabilizar os acessos feitos com smartphones, tablets, TVs conectadas e outros dispositivos. Das casas online, 88% usavam computador para acessar a rede; 53,6% utilizavam celulares; e 17,2%, tablets. Segundo o IBGE, 7,1 milhões das casas possuem tablets e 5,4 milhões deles eram usados para entrar na internet em 2013. O acesso à internet estava presente em 31,2 milhões de domicílios brasileiros. O instituto constatou que os computadores são responsáveis exclusivos por conexões em 42,4% das casas. Os moradores de 11,5% das residências usavam apenas celulares e tablets para se conectar. Os PCs possuem vantagem sobre os dispositivos móveis em 21 estados mais o Distrito Federal. O que varia é o índice: é maior em Rondônia (61,1% contra 11,5%) e menor no DF (31,8% contra 6,4%).

Celular ultrapassa computadores em cinco estados “A gente observa que na região Norte, o uso do celular como veículo de acesso à internet superou o uso do computador”, diz Jully. Em cinco estados, a disputa fica melhor para os celulares, responsáveis pela maior parte das conexões: Sergipe, Pará, Roraima, Amazonas e Amapá. Esse último é onde os aparelhos móveis são a fonte de conexão para o maior percentual de casas, 43%; o de computadores chega a 11,9%. “Esses dados são de 2013. Em 2014, a gente verificou um aumento muito grande na venda de smartphones por

conta da política de desoneração do smartphone. Então a gente acha ainda vai ter um efeito ainda maior quando saírem os números de 2014”, diz o gerente de projetos do Ministério das Comunicações, Pedro Araújo, também em entrevista ao G1.

Formas de conexão Além dos aparelhos utilizados para se ligar à internet, o IBGE analisou as formas de conexão. Ainda que a banda larga seja a realidade para 30,5 milhões de casas (97,7% do total), a conexão discada é a forma de acesso para 725 mil casas. No caso das residências com banda larga, 77% delas têm banda larga fixa e 43,5%, a móvel. A região Norte é a única em que a cobertura da internet móvel é maior que a fixa. Com exceção de Rondônia, é isso que ocorre em todos os estados nortistas. Araújo, do Ministério das Comunicações, afirmou o acréscimo de conexões computadas em 2014 “vai ter impacto bastante relevante em termos de acesso”. “A gente não pegou os dados de 2014 ainda, mas acreditamos que foram acrescentados mais de 50 milhões de acessos. Não consigo afirmar pelas operadoras, pode até haver esse interesse [de inclusão digital], mas por obrigação regulatória, até 2019, todos os municípios terão que ter banda larga móvel.”

Acesso por idade Em um recorte da Pnad a partir de grupos de idade, o IBGE constatou que pessoas entre 15 e 17 anos e de 18 a 19 anos registraram os maiores índices de internautas em 2013, com 76% e 74,2%, respectivamente. Já na faixa etária entre 40 e 49 anos, 44,4% do total acessa a internet. Apenas 21,6% de quem tem mais de 50 anos se conecta à web. Entre os que possuem acima de 60 anos, o percentual de conectados chegou a 12,6%. Apesar de parecer baixo, o índice de idosos com acesso à internet mais que dobrou desde 2008, quando apenas 5,7% deles estavam online.

Por rendimento De acordo com o IBGE, o acesso varia conforme a rede das pessoas. A quantidade de brasileiros conectados variou de 49,1% entre aqueles que ou não possuem renda ou recebem até um quarto do salário mínimo, a 95,7% das pessoas com mais de dez salários mínimos. “A gente percebe que quanto maior o rendimento domiciliar per capita, maior é o número de pessoas com celular”, comenta Araújo.


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Alimentos aliados ao organismo Linhaça, chia, quinua, aveia… Esses e outros alimentos podem agir como verdadeiros aliados ao nosso organismo, promovendo saúde. Ricos em nutrientes, como as fibras, alguns têm o poder de aumentar a saciedade, diminuindo a vontade de comer e podendo, por isso, auxiliar no emagrecimento. “São alimentos que podem ser incorporados à alimentação de forma fácil. Para que o efeito seja sentido, o ideal é que sejam acrescentados diariamente às refeições”, defende a nutricionista Fabiana Goulart. Segundo ela, a quantidade ingerida varia conforme a necessidade de cada indivíduo. Veja os benefícios de acrescentar alguns alimentos a sua alimentação.

Linhaça Rica em fibras, auxilia no controle do diabetes porque tais fibras contribuem para redução da absorção do açúcar no intestino. Além disso, essas mesmas fibras auxiliam no bom funcionamento do intestino, contribuindo para uma pele mais saudável. Por trazer, em sua composição, gorduras monoinsaturadas e as poli-insaturadas (ômegas 3 e 6), a linhaça promove uma espécie de faxina nas artérias, com a redução do colesterol LDL. E mais, a linhaça traz caroteno, vitaminas C, E e do complexo B, ferro, zinco, potássio, magnésio, fósforo e cálcio. Deve ser consumida de forma moderada, a fim de não irritar o aparelho digestivo. Se a ideia for aproveitar as fibras da linhaça o ideal é comer a semente inteira, já que a fibra está na casca. Mas se a intenção for aproveitar os benefícios do ômega 3, é melhor consumi-la triturada e imediatamente, já que a trituração faz a semente oxidar e perder rapidamente seus benefícios.

Chia Fonte de vitaminas do complexo B, de minerais como cálcio, fósforo, magnésio, potássio, ferro, zinco e cobre, é uma excelente opção para aqueles que apresentam osteopenia, osteoporose e obesidade. É rica em antioxidantes (ácido caféico e clorogênico), que auxiliam na redução dos radicais livres, prevenindo o envelhecimento celular. Além disso, tem ação laxativa e promove a saciedade. Seu conteúdo de fibras favorece a eliminação das fezes. As fibras auxiliam no tratamento e na prevenção de doenças

como diabetes e cardiovasculares. A semente de chia é fonte de ômega 3, que ajuda a evitar doenças cardiovasculares, além de ter cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B e zinco.

Quinua Fonte de proteína, carboidratos, vitaminas, minerais, aminoácidos, fibras e cálcio, a quinua é o melhor e mais completo alimento de origem vegetal. A quinua tem boa relação de cálcio e magnésio, sendo importante para absorção de cálcio nos ossos. Entre os 18 aminoácidos encontrados na quinua, dois – metionina e lisina – estão ligados ao desenvolvimento da memória e dos reflexos, e um deles – tripofano – é capaz de liberar no cérebro a serotonina, substância que dá sensação de bem estar. Além disso, a quinua está livre de gorduras saturadas e colesterol.

Aveia O consumo regular de aveia faz com que o intestino funcione corretamente, absorvendo os nutrientes que o organismo necessita e deixando de ser preguiçoso. Para os diabéticos, as fibras da aveia juntam-se ao açúcar dos alimentos, fazendo-o cair mais lentamente na corrente sanguínea. Para quem tem colesterol alto, a aveia é uma ótima aliada na redução do LDL, pois suas fibras são solúveis em água e se transformam em um gel, que faz com que as gorduras não se depositem nas artérias, ajudando a baixar os níveis de colesterol ruim, prevenindo doenças do coração e também de câncer de intestino. Além das fibras, a aveia é uma ótima fonte de vitaminas e minerais. Cálcio, ferro, cobre, zinco, magnésio, fósforo e manganês são encontrados em abundância no cereal, e também as vitaminas E e as do complexo B e proteínas.


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Conco Como enfrent Uma dúvida muito comum entre empreendedores é: como enfrentar a concorrência? Mais habituais ainda são os casos de empresas que enfiam os pés pelas mãos numa corrida desenfreada e, quase sempre, pouco objetiva contra os outros players do mercado em que atuam. Acima de tudo, esse assunto precisa ser encarado de maneira estratégica. Além do mais, é preciso que os gestores tenham em mente que não há script generalista que possa ser aplicado de maneira exata a todas as organizações nesse âmbito. A forma como uma organização vai se posicionar perante os concorrentes depende de uma série de fatores, e o mais importante é definir quais deles são mais importantes para fazer seu negócio ter sucesso. Há alguns anos, Silvio Santos, por exemplo, decidiu que não tentaria mais superar a Globo e focaria todos os seus esforços em consolidar a posição do SBT como a segunda maior emissora do Brasil. Enquanto tentou ser melhor que a principal concorrente, a emissora cometeu uma série de equívocos e acabou perdendo espaço para a até então terceira colocada, Record. Nos últimos meses, porém, depois de vários anos reformulando seu posicionamento, o SBT finalmente voltou a ocupar o posto de vice de maneira sólida. Nesse processo, uma série de fatores esteve envolvida e a diferenciação foi um dos mais importantes. Continuando com o caso do SBT como exemplo, podemos verificar que toda a tentativa de absorver o padrão Globo foi em vão, por um simples fato: o SBT não era a Globo. Tentar se igualar a um concorrente, dependendo do contexto, pode ser um dos maiores erros cometidos por uma empresa. E o motivo é simples: você vai tentar fazer - talvez não tão bem quanto - o que


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rrência ar esse desafio? alguém já faz. Por que as pessoas vão preferir sua empresa - uma desconhecida que acaba de chegar ao mercado - a uma outra, já consolidada? Vai ser preciso se diferenciar de alguma maneira e o custo pode ser alto. A diferenciação, muitas vezes, em casos como o citado acima, se dá no preço. Mas preço baixo, quase sempre, exige qualidade menor. Como garantir a qualidade do concorrente cobrando menos que ele aos seus clientes? Muitas empresas adotam a estratégia de vender barato para atraírem clientes no início e, muitas vezes, até funciona. Mas no longo prazo isso pode se tornar uma grande cilada. Uma hora os preços subvalorizados vão ficar insustentáveis e vai ser preciso aumentá-los ou diminuir a qualidade do que você entrega. Nos dois casos, a clientela vai se dispersar. Quem procurava qualidade vai se sentir lesado. Quem só pensa no preço vai procurar outro concorrente que venda mais barato. Se você quer superar seus concorrentes pelo preço, foque sua estratégia de maneira que isso possa ser adotado de maneira sustentável no longo prazo, como vender em larga escala e adotar um padrão de precificação que, embora inferior, não fuja da realidade.

Outras questões Existem ainda outros aspectos que precisam ser considerados na queda de braço com a concorrência. O primeiro deles é ter seus próprios objetivos e metas a serem cumpridos e não colocar o concorrente como parâmetro para suas ações. Caso contrário, você terá grandes chances de estar sempre correndo atrás e nunca na frente. Quando você estiver na liderança, nunca ache que é imbatível. Entrantes podem surpreender e ocupar seu lugar muito facilmente. O mercado não é uma mesa de bar em que você senta e se diverte com os amigos. O mercado é uma selva. Seja sempre leal e mantenha uma conduta idônea, mas esteja preparando para as rasteiras, pois elas serão dadas. Outro fator importante: riscos. Para enfrentar a concorrência é preciso ousar. Mas calcule sempre seus riscos e avalie se valem a pena. Fonte: Administradores.com

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Google Street View

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Empresas interessadas na construção do shopping popular apresentam estudos à PJF As duas empresas interessadas na construção do shopping popular apresentaram, no dia 29 de junho, as propostas à Prefeitura de Juiz de Fora (PJF). O shopping deverá ser construído no terreno localizado na confluência das ruas Batista de Oliveira, Espírito Santo e Braz Bernardino, no Centro. De acordo com a assessoria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda (Sdeer), um grupo de estudos, formado pelas secretarias de Planejamento e Gestão (Seplag), de Atividades Urbanas (SAU), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda (Sdeer), além da Procuradoria Geral do Município (PGM) e da Comissão Permanente de Licitação (CPL), está analisando as propostas apresentadas, e o parecer da Prefeitura será divulgado, em breve, no Atos do Governo.

No dia 28 de março, foi divulgado o resultado da análise dos pedidos de autorização apresentados pelas sociedades empresárias participantes, a AAA Arsenic Arquitetos Associados Ltda. e a Confidere Imóveis Ltda. O terreno está inutilizado há mais de 30 anos e possui débitos referentes ao Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) com o município. A ideia é criar um shopping com espaço para lojas âncoras na parte externa; uma galeria interna onde serão instaladas lojas menores, com medidas entre sete metros quadrados e nove metros quadrados; e pavimento para estacionamento rotativo pago e salas comerciais. Conforme a assessoria da Sdeer, o total de estabelecimentos, assim como o número de vagas para veículos, deve ser apontado pelo estudo.


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Empregador pode exigir o cumprimento do aviso prévio proporcional O empregador pode exigir que o empregado trabalhe no período total do aviso prévio proporcional, ainda que por mais de 30 dias, desde que observe as regras da Consolidação das Leis do Trabalho. Seguindo esse entendimento, conforme divulgou, recentemente, a assessoria do Tribunal Superior do Trabalho, a Justiça do Trabalho julgou improcedente a pretensão de um porteiro que trabalhou durante dois anos em um condomínio, na cidade de Vitória (ES), de tornar nulo o aviso prévio proporcional de 36 dias, após dispensa imotivada. Admitido em 2011, o trabalhador foi demitido em agosto de 2013. Na ação trabalhista, alegou irregularidade no cumprimento do aviso prévio, afirmando ter sido obrigado a trabalhar seis dias além dos 30 dias exigidos pelo artigo 487, inciso II, da CLT. No seu entendimento, a Lei 12.5006/11, que prevê o acréscimo de três dias no aviso-prévio para cada ano de serviço prestado na mesma empresa, não teria o objetivo de prejudicar o empregado, e os dias acrescidos em função do tempo de serviço deviam ser indenizados, e não trabalhados. O pedido foi julgado improcedente em primeiro e segundo graus. O Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) aplicou o entendimento de que a nova legislação

sobre proporcionalidade se aplica tanto para o aviso prévio indenizado como para o cumprimento da jornada de trabalho reduzida, prevista no artigo 488 da CLT. “O aviso prévio proporcional é de no mínimo 30 dias, sendo certo que nos termos do artigo 1º, da Lei 12.506/11, deverão ser acrescidos três dias por ano completo de trabalho, respeitado o limite de 90 dias. Assim, o empregador tem direito a que o empregado trabalhe durante o prazo total do aviso prévio proporcional, devendo, apenas, observar o disposto no artigo 488 da CLT”, diz o acórdão do TRT-17. O trabalhador recorreu ao TST, mas o recurso não foi conhecido pela 8ª Turma. A relatora, ministra Dora Maria da Costa, afastou a alegação de violação direta e literal do artigo 7º da Constituição. “O inciso XXI do artigo 7º assegura o direito ao aviso-prévio proporcional ao tempo de serviço, porém não veda que o empregador possa exigir o cumprimento de todo o período”, esclareceu. Na última decisão no processo, o ministro Márcio Eurico Vitral Amaro, do Tribunal Superior do Trabalho, negou seguimento a recurso de embargos pelo qual o porteiro buscava levar o caso à Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1). Ele observou que, nas causas sujeitas ao procedimento sumaríssimo, os embargos só são cabíveis quando demonstrada divergência jurisprudencial entre turmas do TST, e esse pressuposto não foi cumprido, pois as decisões divergentes eram oriundas de TRT, “hipótese não prevista no artigo 894, inciso II, da CLT”. A decisão, favorável ao empregador, parece ser a primeira manifestação do TST acerca do tema, mesmo porque o instituto (aviso prévio) está inserido numa relação contratual, que envolve direitos e obrigações recíprocos, razão por que ambos (empregador e empregado) devem suportar os mesmos ônus pela resilição unilateral do contrato.


Dia dos Pais ComĂŠrcio de JF estĂĄ preparado para receber consumidores


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O Dia dos Pais está chegando e, com ele, chega também a expectativa de aquecimento do comércio. Apesar do clima de incerteza, causado pela crise financeira que atinge o país, a data, comemorada, neste ano, em 9 de agosto, deve, sim, movimentar os estabelecimentos comerciais. “Mesmo nas condições difíceis em que a economia se apresenta, temos expectativa de aumento das vendas com percentuais variando entre 4% e 6% em relação ao ano passado”, aponta o presidente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora, Emerson Beloti. Para quem planeja homenagear os pais no segundo domingo de agosto, a variedade de produtos é grande no comércio de Juiz de Fora. Entre os itens mais procurados para presentear os pais, de acordo com as pesquisas de intenção de compras realizadas em anos anteriores pelo Sindicomércio-JF, estão roupas, sapatos, eletrônicos e cosméticos, itens que deverão figurar entre os mais citados na pesquisa em andamento, com foco neste ano. Beloti lembra da importância do empresário do comércio investir em alguns pontos que podem ajudar a alavancar as vendas. “É preciso usar a criatividade para driblar a crise. É possível montar, por exemplo, vitrines criativas, que atraiam o consumidor. Além disso, é importante manter a confiança no desenvolvimento do seu negócio.”

E você, conhece a origem do Dia dos Pais? Segundo a história, a origem do Dia dos Pais, assim como o Dia das Mães, está na necessidade de criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito pelos nossos genitores. Em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a ideia de

celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve que criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd. Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton. E também pediu auxílio para uma entidade de jovens cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos. A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge apoiou a ideia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial, declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972). No Brasil, a ideia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering, e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e europeia. Evoca-se também, como origem dessa data a Babilônia, onde, há mais de quatro mil anos, um jovem chamado Elmesu teria moldado em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai, um rei babilônico famoso Nabucodonosor. Daí tornou-se uma festa nacional.


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16 de Julho Dia do Empresário do Comércio O que temos para comemorar? Em outubro do corrente ano, embora nem todos saibam, vamos comemorar os sessenta e dois anos da Lei nº 2048, de 26/10/1953, que instituiu o Dia do Empresário do Comércio (Dia do Comerciante). Se o economista e político José Maria da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu, intitulado o Patrono do Comércio Brasileiro, fosse vivo, certamente contribuiria com planos para promover o bom desempenho das atividades econômicas do comércio de bens no tempo atual. É bom que se lembre que José Maria, economista por formação acadêmica, deputado, senador e secretário da Fazenda Real, foi o responsável pela obtenção de leis que beneficiaram o iniciante comércio brasileiro, na época totalmente dependente de Portugal. Sua ação, marcante e de resultados positivos, ficou reconhecida com a assinatura da histórica Carta Régia, de 28 de janeiro de 1808. Por ela, D. João VI, aconselhado pelo Visconde, abriu os portos brasileiros ao comércio exterior. A partir daí, com o livre comércio, a estrutura colonial se rompeu e o comércio brasileiro começou a se desenvolver. Bons negócios passaram a ser feitos com outros países, identificando uma atividade que passou a gerar lucros para a nova nação. Hoje, mais de um século é passado, e só temos lembrança desta significativa iniciativa. O comércio e a atividade econômica sempre andaram juntos. Desde as sociedades primitivas, quando ainda não existiam moedas, os negócios eram feitos através de trocas, que eram conhecidas como “escambo”. Com o desenvolvimento das civilizações e também das atividades econômicas, foram criadas as moedas e as instituições mercantis. O comércio passou a ter um papel importante no desenvolvimento urbano e da sociedade, sendo, inclusive, o responsável por investimentos em infraestrutura, como estradas e transportes, que permitiram e facilitaram o comércio dos produtos em várias regiões do mundo. Também no Brasil, com o passar do tempo, o comércio conquistou seu lugar na vida econômica e social do povo brasileiro. Contudo, para muitos economistas e estudiosos, estamos perdendo o rumo da história. A atividade econômica do comércio passa por dificuldades, cujas soluções dependem de estratégias e vontade política como, por exemplo, mudança de regime fiscal, elevação das taxas de investimento, reforma do ICMS, uniformização das alíquotas, eliminação de impostos em cascatas, entre muitas outras. Ecoa positivo para muitos uma Reforma Tributária, tanto em termos técnicos, quanto econômicos, uma vez que o atual sistema tributário apresenta uma série de pontos e aspectos negativos. O que fazer? Aguardar por decisões superiores? Defender a causa com “unhas e dentes”? Um processo mais simples – fortalecer o associativismo em torno das entidades que defendem e trabalham, institucionalmente, na busca das condições especiais que favoreçam o crescimento e o desenvolvimento igualitário dos segmentos empresariais que abrange, no caso o Sistema CNC – FECOMÉRCIO – SINDICATO DO COMÉRCIO. Por Sergio Costa de Paula – Superintendente do Sindicomércio-JF


NotĂ­cias 32

IneficiĂŞncia dos SACs

prejudica consumidores e empresas


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Ter que ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) de alguma empresa é motivo de dor de cabeça para muita gente. Ficar por minutos e, em alguns casos, até horas ao telefone para resolver um problema, fazer uma solicitação e cancelar serviços é sinônimo de irritação. Do ponto de vista dos clientes, uma das principais falhas de atendimento é ter que permanecer no atendimento muito tempo, esperando para ser atendido, com muitas pausas durante o processo e, muitas vezes, tendo que repetir a mesma solicitação para diferentes atendentes. Diante de tanto transtorno, nem parece que existe um decreto criado exatamente para qualificar e agilizar a solução de problemas de consumo por meio dos Serviços de Atendimento ao Consumidor. Trata-se do decreto nº 6.523, conhecido como Lei do SAC, que está em vigor desde 2008. O desrespeito ao decreto acaba sobrecarregando Procons e Tribunais de Justiça. Em entrevista ao Globo, concedida em março deste ano, o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Amaury Oliva, destacou que o que diferencia uma empresa da outra é o atendimento. “Ao negar ou dificultar esse primeiro contato, a empresa perde a oportunidade inicial de resolver o conflito e transfere essa responsabilidade aos Procons e à Justiça, pois o consumidor tem de recorrer a eles. É importante lembrar que o Estado não é call center de empresa.”

Em JF Em Juiz de Fora, a Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) recebeu, de janeiro a abril deste ano, 1.607 reclamações. As queixas dizem respeito ao fato de o problema não ter sido resolvido na ligação. Ou, ainda, que a lei que regulamenta o serviço não é cumprida. Os dados referentes ao primeiro quadrimestre do ano englobam 689 reclamações de não cancelamento, 410 de demandas não resolvidas, 359 de dificuldades de acesso ao serviço, 78 de insatisfação e 71 reclamações quanto ao acompanhamento do SAC, segundo a agência. De acordo com a superintendente do Procon, Nilson Ferreira Netto, a ineficiência do SAC prejudica consumidores e empresas. “Infelizmente a eficiência não é cumprida e isso contribui para levar prejuízos ao consumidor e até aos próprios fornecedores, que, muitas vezes, perdem os clientes”, contou.

O que diz o decreto Setores: As regras valem para empresas de telecomunicações (telefonia, internet e TV a cabo), transportes terrestre e aéreo, energia, bancos, administradoras de cartões de crédito e operadoras de saúde. Atendimento: Deve ser 24horas, sete dias por semana. Tempo de espera: Depois de selecionada a opção do menu, o tempo máximo de espera deve ser de um minuto, exceto para bancos e administradoras de cartão, que é de 45 segundos. Menu: O primeiro menu eletrônico e todas as subdivisões devem oferecer a opção “Falar com atendente” . Transferência: Se o consumidor ligou para reclamar ou cancelar o serviço, não pode ser transferido para outro atendente. Nos outros casos, só pode ser transferido uma vez e o próximo atendente não pode exigir que o problema seja relatado novamente. Cancelamento: A opção de cancelamento deve estar no primeiro menu. Tempo de resposta: É de até cinco dias úteis após a queixa. Custo da chamada: Nos setores regulamentados, a ligação tem de ser gratuita.


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Ações para melhorar o atendimento aos consumidores: • Estruturar o menu de atendimento eletrônico da forma mais clara e otimizada possível e com as opções mais acessadas logo no início do processo para reduzir as etapas e o tempo do cliente em atendimento; • Configurar com exatidão as equipes de atendimento de acordo com seus conhecimentos e competências e usando ao máximo o potencial existente para gerar respostas com mais precisão e agilidade, principalmente para solucionar as solicitações dos clientes logo na primeira ligação; • Melhorar o processo de comunicação proativa e de esclarecimentos ao cliente sobre produtos, serviços e questões contratuais, especialmente no momento da venda; • Automatizar processos internos que agilizem a informação requerida pelo cliente e, se possível, dando a ele a opção de obter sozinho a informação, sem a necessidade obrigatória de ligar para uma central de atendimento. • Estabelecer níveis de autonomia aos atendentes para que estes possam solucionar cada vez mais situações colocadas pelos clientes, sem depender de outras áreas da empresa e de prazos para isso, o que certamente melhorará não só a resolução para o cliente, mas reduzirá os custos internos da empresa com cada atendimento.

Falhas O diretor-executivo da V2 Consulting, Vladimir Valladares, aponta que com relação às empresas, as falhas estão relacionadas a fatores como o dimensionamento incorreto do quadro de atendentes ou a falta de uma escala de trabalho que garanta força máxima de atendimento nos horários de maior volume de contatos pelos clientes. Para ele, analisar os motivos pelos quais os clientes contatam os serviços de atendimento para desenvolver estudos que reduzam essa demanda é uma frente de trabalho quase que obrigatória para as empresas que querem melhorar efetivamente a qualidade do seu atendimento e, como consequência natural, reduzir seus custos operacionais.

Anatel lança app para consumidores registrarem reclamações A Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) lançou, recentemente, um aplicativo para consumidores registrarem reclamações sobre serviços de telecomunicações. O programa está disponível gratuitamente para as plataformas Android, iOS e Windows Phone. “Está mais fácil registrar uma reclamação na Anatel. Mas é fundamental que o consumidor tente primeiro resolver o seu problema nos canais de relacionamento da própria prestadora, seja por telefone ou pela internet”, explica a superintendente de relações com consumidores da Anatel Elisa Leonel, em comunicado enviado à imprensa. De acordo com o órgão, o programa também permitirá que o consumidor acompanhe sugestões, pedidos de informação e ainda uma área com as principais dúvidas de clientes de serviços de comunicação registrados pela a agência reguladora.


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Algumas palavras que muita gente pronuncia errado Dizem por aí que o português é uma língua difícil. Dúvidas costumam surgir na hora de escrever determinadas palavras, mas podem aparecer também durante a fala. É isso que aponta o professor e CEO do Instituto Passadori, Reinaldo Passadori, em matéria divulgada no site Exame.com. “A nossa língua falada é responsável por nos deixar, algumas vezes, em situações constrangedoras. Isto se deve ao simples fato da sua complexidade não se ater somente às minuciosidades gramaticais, mas também às particularidades da língua falada.” Em tempos de redes sociais, não é tão difícil encontrar erros gramaticais espalhados por aí. “Verdadeiros atentados a nossa brava língua portuguesa. Mas pouco se fala dos disparates da língua falada”, defende Passadori. Para tirá-lo de situações vexatórias e, em alguns casos, até hilárias, o professor dá alguns exemplos, indicando a pronúncia correta.

Questão: Para muitos, “cuestão”. Se o ditongo “eu” estivesse acompanhado da extinta trema, justificaria a pronúncia. Subsídio: Quando escutamos uma autoridade pronunciar com o som de “z” a palavra “subzídio”, acredito que o zumbido provocado pela gafe é estarrecedor para muitas pessoas. Mas eu sou capaz de insistir que muitas ainda pronunciam de forma equivocada, ou seja, “subzídio” ao invés de “subcídio”. Inexorável: Implacável, inabalável, austero, reto, rígido. Estes são alguns dos significados atribuídos para esta palavra que é pronunciada também de forma errônea, “ineczorável”, enquanto a sua pronúncia correta é “inezorável”. Logo abaixo, Passadori acrescenta mais alguns exemplos de pronúncias incorretas ouvidas por aí.

Incorreto

Correto

Pertubar Entertido Ciclo vicioso Júniors Sêniors Aerosol Espinho de peixe

Perturbar Entretido Círculo vicioso Juniores Seniores Aerossol Espinha de peixe


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passos para

garantir

suas vendas

Se você abriu este texto esperando uma fórmula mágica, desculpe desapontá-lo. Isso não existe. Principalmente na área de vendas, em que diversas variáveis são colocadas em jogo e, dependendo da combinação entre elas, os caminhos para se chegar ao objetivo final - que é concretizar o negócio - podem ser vários. Mas existem maneiras de otimizar esse processo e atingir os resultados desejados de maneira mais objetiva. Confira abaixo cinco passos que são fundamentais para que uma venda seja concretizada (mas leve em consideração que eles, sozinhos, não vão dar seus resultados como num passe de mágica):

1 - Ter segurança sobre o que está vendendo 2 - Aprender antes de querer ensinar Se você, vendedor, não está seguro de que seu produto é bom e vai atender às necessidades do cliente em questão, não tente vender. Muito dificilmente você vai conseguir convencer alguém de algo que não lhe convenceu. Seus argumentos serão frágeis e poderão ser facilmente rebatidos. Às vezes, o produto até é bom e atende ao que a outra parte procura, mas você não o conhece suficientemente e, por isso, não consegue transmitir o que precisa.

Para que sua empresa decole, será necessário montar uma equipe de vendas. Mas, antes de fazer isso, aprenda a vender. Você não vai conseguir montar um grupo eficiente no exercício de uma atividade se não a domina. Prepare-se, teste abordagens, anote, veja o que funciona, o que não funciona, e defina a estratégia perfeita para o seu negócio. E lembre-se sempre de que o mercado está em constante transformação e, por isso, sua “fórmula” não vai funcionar para sempre e precisa ser atualizada de tempos em tempos.

3 - Valide seu produto Para vender, você precisa ter o produto certo, para a pessoa certa, no momento certo. Se esses três fatores não casarem, dificilmente uma venda acontece. Por isso, faça todos os testes possíveis para validar seu produto e saber se a solução que você pretende oferecer vai, de fato, resolver o problema dos seus clientes.

4 - Entenda seu público Você pode definir uma estratégia de vendas focada no preço e conduzir seu discurso por esse caminho. Também pode ter foco na experiência e ressaltar os atributos subjetivos do produto. O que você não pode fazer é adotar uma estratégia de vendas focada em preço direcionada para um público que não está nem aí para isso e é quer mesmo é experienciar algo que lhe satisfaça. A mesma regra vale para a situação inversa. Fonte: Administradores.com


PÓS-GRADUAÇÃO

Notícias 37

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Notícias 38

Posts em redes sociais servem como provas em processos judiciais

Que tipo de cuidado você tem ao postar mensagens e fotos em redes sociais? Você já parou para pensar que os posts podem ser visualizados não só por amigos, mas também por empregadores? A exposição pode, inclusive, denunciar fatos que você gostaria de expor apenas para grupos restritos. É bom lembrar que postagens em rede sociais podem servir como provas em processos. Foi um post no Facebook que acarretou a demissão por justa causa de um colaborador de um hotel da cidade de Fortaleza (CE). A Justiça do Trabalho do Ceará considerou justa a demissão dele, que estava em licença médica. Durante o período de afastamento, o homem postou fotos em que aparecia se divertindo em festas, inclusive, com copos de bebida alcoólica na mão. As informações do perfil do funcionário viraram provas no processo e a Justiça do Ceará homologou a demissão por justa causa.


Notícias 39

Fotos Recentemente, o site Consultor Jurídico (Conjur) divulgou que uma juíza da 11ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte desconsiderou o depoimento de uma testemunha em um processo de uma trabalhadora que pedia o reconhecimento de vínculo trabalhista. A negativa ocorreu a partir de fotos publicadas em um perfil do Facebook. No caso, a trabalhadora terceirizada ajuizou ação trabalhista pedindo o reconhecimento do vínculo de emprego direto com o hospital no qual trabalhava, afirmando que era diretamente subordinada aos seus prepostos. Para provar suas alegações, indicou duas testemunhas. Porém, os depoimentos de ambas foram desconsiderados pela juíza que, por falta de provas, negou o pedido de vínculo. Uma das testemunhas negou qualquer forma de amizade com a trabalhadora. No entanto, a prestadora de serviços com quem a trabalhadora tinha vínculo formal exibiu fotos publicadas na página do Facebook, nas quais estavam somente ela e a testemunha e constavam as legendas “minha amiga irmã”, “é amor demais!”. Para a juíza, essas fotos e legendas foram suficientes para demonstrar a amizade íntima entre ambas, levando-a a desconsiderar quaisquer informações benéficas à reclamante e a ouvi-la apenas como informante, pela “cristalina parcialidade” de seu depoimento. Quanto à outra testemunha indicada, suas declarações, igualmente, não mereceram crédito por parte da juíza, entretanto, por motivos diferentes.

Recurso para as empresas “As empresas devem ficar atentas à possibilidade de uso das redes sociais como meio de prova em processos judiciais, como forma de buscar fortalecer eventual tese jurídica a ser discutida em âmbito dos tribunais”, destaca o advogado e Consultor e instrutor do SEBRAE MG, nas áreas de legislação aplicada, comercial e licitações, Daniel Jannotti Lili. Entre casos que podem servir de provas estão a difamação de empresas originadas de comentários dos próprios funcionários e até mesmo de ex-funcionários; funcionário que se manifesta de forma pejorativa com relação à empresa, inclusive curtindo posts que denegriam a imagem da empregadora; o funcionário que apresenta atestado médico como justificativa para falta ao trabalho e posta fotos e comentários em viagens, atividades esportivas e demais.


Notícias 40

Dicas para quem posta Usar o bom senso é fundamental. O ideal é agir com responsabilidade em qualquer circunstância. Dessa forma, não será preciso ter receio quanto aos posts em redes sociais. Para ajudar, seguem algumas dicas sobre o que você não deve expor. O conteúdo foi publicado no site Oficina da Net.

1-

Data de aniversário: Todos nós gostamos de ser lembrados no nosso aniversário. Contudo, as datas expostas nas redes sociais são consideradas um prato cheio para os chamados “ladrões de identidade”, já que essa é uma das principais informações referente a você.

2-

Status do relacionamento: Fornecer qualquer tipo de informação pessoal não é legal. Caso alguém tenha interesse na sua vida, essa mudança de status poderá ocasionar problemas. Por exemplo, se você sempre teve o status “casada” e um dia altera para “solteira”, algum especulador irá deduzir que você costuma ficar sozinha em casa, o que, nos dias atuais, acaba sendo perigoso.

3- Indicar a sua localização: Quando as pessoas viajam ou mesmo vão para algum lugar que julgam interessante, a primeira coisa é compartilhar a sua localização ou mesmo postar fotos do local onde está; Essa informação é valiosa, por exemplo, para alguém que esteja de olho na sua casa. Assim, saberá que ela está vazia. 4-

Jamais compartilhar que está sozinho em casa: Algumas pessoas não conseguem dar um passo sem antes notificar em alguma rede social. Algumas comentam até com quem estão acompanhas e, mais, se estão sozinhas. O ideal é não comunicar nas redes sociais que está sozinho ou mesmo que ficará sozinho em algum momento.

5-

Evite expor a imagem e nome de seus filhos: Sabemos que os orgulhosos pais adoram encher as redes sociais com inúmeras fotos de crianças, o que não sabem é o risco que estão correndo. Colocar o nome completo de crianças nas redes sociais é um perigo, como também, postar certas imagens dos pequenos. Muitos pedófilos acabam encontrando fotos de crianças e repassando para sites de conteúdo impróprio. Assim, o melhor mesmo é guardar as fotos dos anjinhos para você e seus amigos

ou, no máximo, compartilhar apenas para os amigos mais chegados.

6- Conversas pessoais: As redes sociais servem para debater ideias, trocar informações, entre outras ações, porém, cuidado para não esquecer que está em uma mídia social e transformá-la em um bate-papo repleta de conversas de cunho pessoal. 7- Inserir informações da empresa em que trabalha: Não é interessante postar comentários sobre a rotina de trabalho dentro de uma empresa. Muitas, inclusive, acabaram bloqueando o acesso as redes sociais para evitar que certos conteúdos acabem sendo expostos. 8- Não compartilhe imagens ou mesmo conteúdos que estejam denegrindo alguma pessoa: Sabemos que temos o direito de nos expressar, para tanto, mesmo que você concorde com determinado assunto, tenha o cuidado de se manifestar sobre ele, não use palavras de baixo calão, tampouco acuse alguma pessoa sem provas. Você poderá ser acionado judicialmente sobre isso e responder processo por difamação e calúnia. 9- Atenção às imagens postadas: As pessoas costumam postar fotos que consideram engraçadas nas redes sociais, como dançando, bêbadas, em situações estranhas etc. Pois bem, estas mesmas fotos podem acabar caindo nas mãos de seu chefe, de seus alunos, de seus colegas de trabalho ou mesmo de outras pessoas do seu convívio, o que pode gerar diferentes interpretações. Lembre-se, uma boa reputação conta muito no meio empregatício. 10- Quanto menos expor detalhes da vida, melhor: É

muito bom dividir algum resultado positivo da nossa vida. No entanto, reserve aqueles mais íntimos somente para os amigos mais próximos e, de preferência, bem longe das redes sociais.


NotĂ­cias 41


Notícias 42

Aprovado regulamento sobre rotulagem de

alimentos ALERGÊNICOS A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, recentemente, a resolução que trata da rotulagem obrigatória dos principais alimentos que causam alergias. Os rótulos, agora, devem informar a existência de 17 alimentos considerados alergênicos (ver quadro). A regra prevê, ainda, que as informações nos rótulos de produtos derivados desses alimentos sejam as seguintes: “Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares)”; “Alérgicos: Contém derivados de (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares)”; “Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) e derivados”. Segundo a Anvisa, nos casos em que não for possível garantir a ausência de contaminação cruzada de alimentos (presença de qualquer alérgeno alimentar não adicionado intencionalmente), o rótulo deve apresentar a seguinte declaração: “Alérgicos: Pode conter (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares)”. As advertências, de acordo com a resolução, devem estar agrupadas imediatamente após ou logo abaixo da lista de ingredientes e com caracteres legíveis, em caixa alta, negrito e cor contrastante com o fundo do rótulo. Os fabricantes terão 12 meses para adequar as embalagens. Os produtos fabricados até o final do prazo de adequação poderão ser comercializados até o fim de seu prazo de validade.

Para a representante da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad), Ana Maria Giandon, conforme entrevista à Agência Brasil, o prazo de adequação dos rótulos é apertado. Ela lembrou que, na Europa, quando uma norma similar foi aprovada, o prazo concedido ao setor foi de 36 meses. “Temos que mapear, verificar toda a cadeia produtiva, todos os nossos fornecedores e alterar a embalagem dos nossos produtos.” O diretor da Anvisa e relator da matéria, Renato Porto, defendeu o prazo estipulado pela agência, e lembrou da urgência do tema. “Essa demanda nasceu muito fortemente da sociedade, do cidadão pedindo para que essa matéria fosse regulamentada. A sociedade pode ter certeza de que terá rótulos de produtos muito mais adequados, que vão dar a possibilidade do consumidor escolher adequadamente, dado que a melhor maneira de se prevenir uma crise alérgica é evitando o consumo”. A advogada, coordenadora da campanha Põe no Rótulo, Cecília Couri, avaliou, também em entrevista à Agência Brasil, a aprovação da norma como um “grande passo”. Ela lembrou que a vitória só virá a partir do momento em que os rótulos forem adequados ao que foi estabelecido pela Anvisa. “Não queremos norma, queremos informação no rótulo. Só a gente sabe da dificuldade de fazer compras no mercado, das reações alérgicas por conta de rótulos que não estavam claros”.

Principais alimentos alergênicos • Trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas); • Crustáceos; • Ovos; • Peixes; • Amendoim; • Soja; • Leite de todos os mamíferos; • Amêndoa; • Avelã;

• Castanha de caju; • Castanha do Pará; • Macadâmia; • Nozes; • Pecã; • Pistaches; • Pinoli; • Castanhas; • Látex natural. Fonte: Anvisa


NotĂ­cias 43


Notícias 44

Ipem/MG e Inmetro não podem mais fiscalizar balanças de pesagem de clientes em farmácias e drogarias Foi mantida, pelo juiz federal da 3ª Vara de Minas Gerais, Ricardo Machado Rabelo, a decisão liminar para que o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Minas Gerais (Ipem/MG) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) se abstenham de fiscalizar e punir farmácias e drogarias em que balanças para pesagem gratuita de clientes não estiverem com o selo atualizado de fiscalização e aferição pelos referidos órgãos. A ação foi uma iniciativa do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sincofarma Minas), em 2014, após ser alertado pelos empresários que estavam sendo autuados. De acordo com a decisão, em se tratando de balanças para pesagem humana, disponibilizadas pelos estabelecimentos de forma gratuita e a título de cortesia aos clientes, a cobrança da taxa de serviços de aferição deve ser afastada. Somente quando as balanças são utilizadas para pesar mercadorias comercializadas, atingindo terceiros e consumidores, torna-se obrigatória a aferição periódica. “Balanças que definem preços dos produtos e ligadas à atividade econômica das empresas não estão incluídas na decisão e continuam a ser aferidas e os estabelecimentos multados se não estiverem adequadas aos padrões”, explica a advogada da Fecomércio MG, Fernanda Vieira. Segundo ela, o reforço da decisão liminar fortalece o setor de drogarias e farmácias, que vinha sendo punido ao oferecer um serviço de cortesia ao cidadão. Ainda de acordo com a sentença, além de ficarem impedidos da fiscalização irregular, Ipem/MG e Inmetro não podem inscrever o suposto débito da multa aplicada às empresas na dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados dos Órgãos Federais (Cadin), encaminhar o título para o Cartório de Títulos e Protestos e ajuizar Ação Executiva Fiscal. O processo ainda não transitou em julgado, ou seja, Ipem/MG e Inmetro ainda podem recorrer da decisão. Fonte: Fecomércio MG


Notícias 45

Em dois anos, Juiz de Fora ganha

Hospital Regional Unimed

Associados ao Sindicomércio serão beneficiados Com as obras em andamento e previsão de implantação de toda a estrutura metálica até o mês de dezembro, o Hospital Regional Unimed, que está sendo construído na avenida Deusdedit Salgado, no Salvaterra, irá atender Juiz de Fora e região. A previsão é que o empreendimento seja entregue no segundo semestre de 2017. “Nosso objetivo é mudar o modelo de atenção à saúde que é prestada na região. Hoje já são 115 hospitais próprios construídos pelo Sistema Unimed em todo o país. E nós não poderíamos ficar de fora. Prestamos atendimento de excelência em nossos espaços, mas é preciso pensar no atendimento de qualidade também na ponta”, destaca o presidente da Unimed Juiz de Fora, Hugo Borges. A intenção é oferecer aos cerca de 300 mil clientes da região da Zona da Mata atendimento acolhedor, humanizado e personalizado, além dos recursos tecnológicos. “Contamos com mais de 1.300 médicos

muito bem qualificados, além de contarmos, hoje, com 150 prestadores na rede de saúde, o que demonstra a possibilidade de escolha por parte dos clientes. Com o hospital próprio, nossa intenção é ampliar a oferta de leitos, além de oferecer eficiência por meio de estrutura completa.” Com foco nos associados ao Sindicomércio, ele afirma. “Além do desconto que já oferecemos na aquisição dos nossos planos, as empresas associadas ao Sindicomércio terão acesso a uma estrutura completa e eficiente, planejada para oferecer mais qualidade e acolher o nosso cliente.” Para o presidente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora, Emerson Beloti, “o novo hospital representa um importante ganho na parceria que temos com a Unimed, e mais, o empreendimento significa benefícios para nossos associados.”

• Investimentos - R$ 88 milhões;

Notícias

• Terreno - 35 mil metros quadrados; • Estrutura física - 12 pavimentos, além do térreo e sobressolo; • Setores - pronto atendimento infantil e adulto, centros cirúrgico e obstétrico, área e salas de emergência, serviço de apoio, diagnóstico e terapia; • Quartos / UTI / internações - 80 quartos multiuso / 40 vagas de UTI / capacidade para 14 mil internações por ano.

Perspectiva ilustrativa do futuro Complexo de Recursos Próprios Unimed Créditos: Emed Arquitetura Hospitalar


Notícias 46

Cancelamento Administrativo Saiba como evitÁ-LO

A Junta Comercial do Estado de Minas Gerais publicou, no dia 1º de julho, edital de notificação na Imprensa Oficial, alertando que as empresas que não procederam nenhum arquivamento de atos, até 31 de dezembro de 2004, poderão ser declaradas inativas e perderem a proteção de seus nomes empresariais. O intuito é promover uma grande movimentação, a fim de reduzir o volume de empresas canceladas administrativamente, e, para isso, dobrou o prazo para seis meses, que teve início em 1º de julho e prossegue até 31 de dezembro deste ano. A medida tem como objetivo, também, atualizar o Cadastro Nacional de Empresas Mercantis – CNE e ampliar a utilização de nomes empresariais. Neste ano, 40.311 empreendimentos no Estado estão sujeitos ao Cancelamento Administrativo. Para evitar que a empresa seja declarada inativa, o responsável deve comunicar à Jucemg, dentro do prazo estipulado, que deseja mantê-la em funcionamento, ou informar a paralisação temporária de suas atividades, ou ainda, arquivar alterações contratuais ocorridas nos últimos dez anos. Do contrário, os empreendimentos serão declarados inativos,

terão seus registros cancelados e perderão a proteção de seus nomes empresariais, sendo comunicado automaticamente às autoridades arrecadadoras – Receita Federal, Receita Estadual, INSS e Caixa Econômica Federal. A consulta às empresas sujeitas ao cancelamento deve ser feita no site da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (menu Informações / Cancelamento Administrativo), onde está disponível para download a relação de todas as empresas listadas por município e a consulta individual por empresa, onde deve ser informado o Nire ou o nome da empresa ou do município. Em 2014, 32.076 empresas foram canceladas administrativamente e de forma extraordinária foram declaradas inativas pela Receita Estadual. Estão sujeitas ao Cancelamento Administrativo anual as sociedades empresárias, os empresários individuais, as empresas individuais de responsabilidade limitada (Eirelis) e as cooperativas. A medida é feita com base nas disposições do artigo 60 da Lei Federal 8.934/1994, nos artigos 32, inciso II, alínea “h” Decreto Federal 1.800 de 30/01/1996, e ainda no art. 1º da Instrução Normativa DREI Nº 5 de 5 de dezembro de 2013. Com informações da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais

Cancelamento Administrativo por município: • Belo Horizonte: 5.198 • Juiz de Fora: 1.622 • Uberlândia: 1.616 • Contagem: 1.031 • Uberaba: 854 • Montes Claros: 764 • Governador Valadares: 732 • Varginha: 458 • Araxá: 215


NotĂ­cias 47


Ações de Representatividade 48

Sindicomércio realiza ação “De Portas Abertas em Benfica” Com intenção de apresentar os produtos e os serviços oferecidos aos associados, o Sindicomércio-JF, realizou, recentemente, o evento “De Portas Abertas em Benfica”, como foco nos micro, pequenos e médios empresários dos bairros da região de Benfica, como Santa Cruz, Nova Benfica e Nova Era. A intenção era que os comerciantes conhecessem o Sindicomércio, entidade representante do comércio de bens e serviços. Entre os benefícios aos quais os associados têm acesso estão plano de saúde Unimed, descontos em colégios e faculdades, assistência jurídica, entre outros. Durante o evento, os empresários puderam conhecer, ainda, os financiamentos oferecidos pelo BDMG, já que o Sindicomércio é seu correspondente bancário. E mais, ter informações a respeito do Certificado Digital, que pode ser adquirido ou renovado no Sindicomércio, sob condições especiais. Participaram, ainda, do “De Portas Abertas em Benfica”, o Sebrae e a Unimed, que são parceiros da entidade. A ação contou com o apoio da TV Integração. O evento será realizado, ao longo deste ano, em outros bairros de Juiz de Fora.

“De Portas Abertas em Benfica” Sindicomércio-JF

Diretor e superintendente do Sindicomércio tomam posse no Comdema O superintendente do Sindicomércio-JF, Sergio Costa de Paula, e o diretor Alexandre Tassi Brugiolo foram reempossados, no mês de junho, como membros efetivo e suplente, respectivamente, do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema). Durante o evento, o secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) e presidente do Comdema, Luis Claudio Santos Pinto, destacou o trabalho dos

conselheiros para a cidade. “O Comdema é de extrema importância para o município, pois sem ele não poderíamos expedir diversas licenças ambientais para empreendimentos situados nas classes de 1 a 4. Hoje os novos membros para o mandato do biênio 2015/2017 foram empossados, e esperamos que as decisões conjuntas sejam fundamentais para contribuir com a preservação do meio em que vivemos”. Com informações da Prefeitura de Juiz de Fora

Sergio Costa de Paula e Alexandre Tassi Brugiolo são reempossados como onselheiros do Comdema Carlos Mendonça


Ações de Representatividade 49

Sindicomércio marca presença no 31º Congresso Nacional de Sindicatos Patronais O Sindicomércio-JF participou da 31ª edição do Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, realizado no mês de abril, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió (Alagoas). O tema geral do evento foi “Guerreiros a serviço do desenvolvimento”, uma alusão ao folguedo de Alagoas – Guerreiros. O evento teve como objetivo promover o intercâmbio de ideias sobre os mais variados temas ligados ao desenvolvimento do comércio e ao sindicalismo patronal brasileiro.

No Painel de Executivos Lair Montenegro, o Sindicomércio-JF apresentou o aplicativo para smartphones e tablets Conexão Comércio, que será lançado em breve. No Painel da Comunicação, a entidade abordou os eventos realizados ao longo do ano de 2014 e no início de 2015. Além disso, em uma das temáticas, o Sindicomércio apresentou um case sobre sustentabilidade financeira sindical; e, na Rodada de Conhecimento, foi feita a exposição do projeto Varejo Viável, que vem sendo desenvolvido por meio da parceria com o Sebrae Minas e com a UFJF. 1

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1- O superintendente Sergio Costa de Paula, os diretores Gilson Guimarães Peixoto, Marcelo Rodrigues Sepúlveda e Zênio Fernandes Filho, o presidente Emerson Beloti, e os diretores Rui Mussel da Silva e Lucimar Las Casas Oliveira | 2 - O superintendente, Sergio Costa de Paula, fala sobre o aplicativo Conexão Comércio no Painel dos Executivos | 3 - A assessora de Comunicação, Aline Furtado, apresenta case no Painel da Comunicação | 4 - O presidente, Emerson Beloti, aborda sustentabilidade sindical | 5 - O superintendente, Sergio Costa de Paula, expõe o projeto Varejo Viável 1- Sindicomércio-JF | 2- Sindicomércio-JF | 3 - Divulgação | 4 - Sindicomércio-JF | 5 - Silvana Fonseca (Sindilojas Goiás)


Ações de Representatividade 50

Sindicomércio participa da posse da nova diretoria do Sindiclubes O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, e o vice-presidente da entidade, Nício Fortes Garcia, participaram da solenidade de posse da nova diretoria do Sindicato de Clubes Culturais Recreativos, Esportivos e Sociais do Estado de Minas Gerais (Sindiclubes), ocorrida no mês de maio, no Clube Bom Pastor. Na ocasião, foram eleitos os membros da administração 2015-2019: Marcelo Guedes Barra (presidente), Ten. Cel. Mauricio Silvino (1º vice-presidente), Paulo Sergio Rodrigues Costa (2º vice-presidente), José Guelfo Vicente Filho (1º diretor-secretário), José Maria Veloso (2º diretorsecretário), Jorge Moreira de Freitas (1º diretor-tesoureiro), Luiz Henriques Fernandes (2º diretor-tesoureiro). Entre os membros do Conselho Fiscal estão: Cel. Cesar Augusto De Jesus Guimarães, Joel Moreira Batitucci e Valtencir Fávero (efetivos) e Wilhelm Freire Passarela, Ronaldo Domingos de Oliveira e Ângelo Barbeitos (suplentes).

Bruno Siqueira (prefeito de JF), Marcelo Guedes Barra (presidente Sindiclubes), Emerson Beloti (presidente Sindicomércio-JF) e Nício Fortes Garcia (vice-presidente Sindicomércio-JF) Sindicomércio-JF

Presidente do Sindicomércio-JF recebe presidente e diretores do Sindiclubes O presidente do Sindicomércio, Emerson Beloti, recebeu, em junho, o presidente do Sindicato de Clubes Culturais Recreativos, Esportivos e Sociais do Estado de Minas Gerais (Sindiclubes), Marcelo Guedes Barra, para um café da manhã na sede do Sindicomércio-JF. Participaram, ainda, os diretores do SindicomércioJF, Nício Fortes Garcia (vice-presidente), Rui Mussel da Silva (vice-presidente), Marcelo Rodrigues Sepúlveda (secretário) e Alexandre Tassi Brugiolo (tesoureiro), além do superintendente da entidade, Sergio Costa de Paula.

Também foram recebidos por Beloti alguns integrantes da diretoria do Sindiclubes, como Paulo Sergio Rodrigues Costa (2º vice-presidente), Jorge Moreira de Freitas (1º tesoureiro), Renato Zacharias de Mattos Saleme (Departamento Social Recreativo) e Valtencir Fávero (Conselho Fiscal), além da promotora de eventos, Elizabeth Macieira Ank. Durante o encontro, os presentes trocaram experiências relacionadas à atuação dos dois sindicatos, além de terem discutido sobre o cenário social, econômico e político da cidade e do país.

Weder Carminati (gerente comercial Sindicomércio-JF), Sergio Costa de Paula superintendente Sindicomércio-JF), Paulo Sergio Rodrigues Costa (2º vice-presidente Sindiclubes), Marcelo Rodrigues Sepúlveda (secretário Sindicomércio-JF), Alexandre Tassi Brugiolo (tesoureiro Sindicomércio-JF), Nício Fortes Garcia (vice-presidente Sindicomércio-JF), Emerson Beloti (presidente Sindicomércio-JF), Rui Mussel da Silva (vice-presidente Sindicomércio-JF), Marcelo Guedes Barra (presidente Sindiclubes), Jorge Moreira de Freitas (1º tesoureiro Sindiclubes), Renato Zacharias de Mattos Saleme (Departamento Social Recreativo Sindiclubes), Valtencir Fávero (Conselho Fiscal Sindiclubes) e Elizabeth Macieira Ank (promotora de eventos do Sindiclubes) Sindicomércio-JF


Ações de Representatividade 51

Sindicomércio participa de debate sobre regularização do número de estabelecimentos comerciais O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, participou, recentemente, da audiência pública que debateu sobre a falta de padronização da numeração de estabelecimentos comerciais e de residências de Juiz de Fora. Durante a audiência, na Câmara Municipal de Juiz de Fora (CMJF), o vereador proponente, Chico Evangelista (PROS), apontou as dificuldades encontradas pelos Correios, taxistas, motoboys, entre outros profissionais que fazem as entregas, devido à falta de ordem da numeração, além das denominações não oficiais de ruas, que geram confusão. O assunto é abordado no artigo 43 do Código de Posturas Municipais, regulamentado por decreto. O secretário

de Atividades Urbanas, Sérgio Rocha, esclareceu que foi criado um Grupo Técnico de Trabalho, com a participação da Settra, Cesama, SAU, IBGE e Cemig, a fim de que sejam identificadas distorções e, em seguida, elaborado o Cadastro Único de Logradouros. Caso seja necessária normatização, o presidente do Sindicomércio lembrou dos custos que seriam gerados devido a alterações no Cartório Registro de Imóveis, na Receita Federal, entre outros. “Sugeri ao vereador, caso seja criado um Projeto de Lei, que este abranja isenção de despesas geradas por possíveis mudanças, pelo menos no que tange às taxas municipais.”

Vereador Chico Evangelista fala durante audiência pública Adriano Silva/CMJF

Novos Associados

ACSM Cobranças e Serviços Rua Halfeld 513, sala 234, Centro No mercado há dois anos, a ACSM oferece crédito consignado e serviços diversos de cobrança. A empresa é administrada pelos sócios Manoel Fernando de Paula e Christina Martha Precioso Martins, que somam muitos anos de atuação no ramo. De acordo com Christina, o diferencial da ACSM é o atendimento. “Temos uma carteira de clientes que está

conosco há bastante tempo. Isso porque procuramos fidelizar nossa clientela por meio do bom atendimento. Buscamos fazer nosso trabalho de maneira séria, o que acaba fazendo com que nossos clientes indiquem outros.” Segundo a proprietária, a associação ao Sindicomércio foi feita devido ao benefício do plano de saúde.


Novos Associados 52

Metal Mix Rua Santa Rita 243, Centro Especializada em materiais sanitários e acessórios, a Metal Mix oferece, ainda, itens que compõem a boutique de banheiro. Ocupando lugar de destaque como maior loja do ramo da região, a Metal Mix atua como representante de algumas marcas e também como distribuidora de outras. No mercado há 15 anos, a empresa nasceu como atacado, localizado na rua Benjamin Constant. Com a mudança de foco para o varejo, a Metal Mix está na rua Santa Rita há 11 anos, atendendo às necessidades do consumidor final de Juiz de Fora e região. Conforme o proprietário, Marcelo Pimentel Agostinho, o diferencial da empresa, além do fato de ser especializada no ramo, está na disponibilidade de produtos na loja. “Contamos com pronta entrega. O cliente chega, gosta do produto exposto e leva na hora porque contamos com peças em estoque. Além disso, temos recursos para resolver problemas”, destaca o proprietário, explicando, por exemplo, que quando um cliente precisa efetuar o prolongamento de um registro, a empresa oferece o serviço de auxílio.

Sindicomércio-JF

Pet Shop e Consultório Veterinário BenRural Rua Marília 452, Benfica Completando, no mês de novembro deste ano, 17 anos, a BenRural começou suas atividades com foco em produtos agropecuários. Com o passar dos anos, os proprietários resolveram mudar o foco para pets. “Hoje comercializamos produtos específicos, além de oferecermos consultório veterinário, que fica no interior da loja. Lá os animais podem ser examinados, além de ser oferecido o serviço de banho e tosa”, explica a proprietária, Ludmila Castro Geraseev. Questionada sobre os diferenciais da empresa, ela aponta o atendimento e a variedade de produtos e serviços. “Quem vem até nossa loja encontra de tudo. Além disso, prezamos pelo bom atendimento”, ressalta Ludmila, destacando que a empresa promove eventos para esclarecer dúvidas e distribuir brindes. Com relação à associação ao Sindicomércio-JF, de acordo com a proprietária, ocorreu devido aos benefícios oferecidos, como o plano de saúde por exemplo. Sindicomércio-JF


História dos Associados 53

História dos Associados

1000 Tintas A história da 1000 Tintas teve início em dezembro de 1983. De lá para cá, a empresa, com base familiar, passou por algumas mudanças, com foco na inovação, a fim de se adequar às necessidades dos clientes. “Não existe fórmula pronta. É preciso gostar do que se faz e estar aberto ao mercado, ‘escutando’ as necessidades do cliente”, defende o proprietário, Carlos Roberto Guedes Junqueira (Beto). No início, a 1000 Tintas trabalhava apenas com tintas e acessórios, oferecendo as linhas imobiliária e automotiva. Com o passar dos anos, a empresa ampliou seu portfólio com várias linhas de produtos, tais como: tintas industriais, impermeabilizantes, demarcação de tráfico, equipamentos de proteção individual (EPI) - com venda e consultoria - e linha de produtos para limpeza e tratamento de piscinas. A 1000 Tintas (matriz) está localizada na avenida Francisco Bernardino 237, no Centro, desde sua fundação. Contudo, o espaço de atendimento e o estacionamento foram ampliados para atender a demanda crescente. A empresa, hoje, conta com outras duas lojas em Juiz de Fora, na rua Floriano Peixoto (Centro) e na avenida JK (Benfica), e uma loja em Ubá. Além dos produtos ofertados, a empresa criou a Servicor- Soluções em Pintura, que oferece mão de obra especializada em pintura para grandes edificações. “Nossos colaboradores passam por treinamentos constantes, como segurança e uso de EPI. Vendemos a pintura pronta (material e mão de obra) a preço fechado, trazendo muita tranquilidade ao consumidor quanto ao orçamento, à segurança e à perfeição na execução dos serviços”, aponta a proprietária, Maria Cecilia Toledo Junqueira (Ciça). Para Ciça, que trabalha ao lado do marido, Beto, e dos dois filhos, Guilherme e Carolina, além do compromisso com o cliente, outro diferencial da 1000 Tintas é o atendimento. “Prezamos pelo bom atendimento e, por isso, contamos com um quadro de colaboradores que contribuem para isso.”

Matriz – av. Francisco Bernardino – antes

Matriz – av. Francisco Bernardino – depois

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Motivacional 54

Aprenda a

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Desaprender Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências, a fim de garantir uma carreira de sucesso. Mas, em certos momentos da vida executiva, o melhor a fazer é aprender a desaprender!

Mas você já se perguntou o que de fato precisa aprender? César Souza Consultor de várias empresas da lista das 100 Maiores e melhores do Brasil, César é o presidente e fundador do Grupo Empreenda. Além de palestrante renomado, é autor de diversos best-sellers (sendo o mais recente “A NeoEmpresa”), que figuram em várias listas na categoria negócio, tendo vendido mais de 400 mil exemplares nos últimos cinco anos.

Descubra seu Ponto C, seu ponto de competência. Pare de ficar apenas tentando superar suas limitações, seus pontos fracos. Invista naquilo em que você já é bom e que pode torná-lo melhor ainda. E que, de preferência, coincida com aquilo que vai agregar valor aos resultados da empresa. Não adianta você ser super competente em algo desatrelado das competências necessárias ao sucesso do negócio da sua empresa naquele momento específico. Esse ponto C será o seu diferencial. Mas para chegar lá é preciso, antes, livrar-se do que pode até ter sido útil no passado, mas tornou-se um empecilho para aprender o novo. Precisamos deletar conhecimentos, atitudes, habilidades e preconceitos para abrir espaço para nos voltar para o futuro. Temos muito o que desaprender. Mas não se trata apenas de técnicas. Trata-se mais de postura, de atitudes, do modelo mental que ainda prevalece em nosso dia-a-dia empresarial. É preciso desaprender certas crenças da nossa cultura empresarial. Pérolas do pensamento como “subordinados são pagos para fazer e não para pensar” e “cada macaco no seu galho” (inspiradoras da departamentalização excessiva) e o “manda quem pode obedece quem tem juízo” acabam aprisionando a energia criativa das pessoas. A liderança, tal como a conhecemos hoje, está com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do líder foram concebidos para uma realidade que já não existe mais. E o líder baseado apenas no carisma é uma espécie em extinção. Precisamos desaprender a nos posicionar como experts. A vez do especialista, do profissional unifuncional, está chegando ao fim. Ainda é uma herança da era industrial. Salvo raras exceções, não dá mais para fazer uma carreira apenas dentro de uma área e chegar a diretor ou vice-presidente tendo passado por todas as seções dentro dessa área. O futuro estará nas mãos dos multifuncionais, daqueles que tiverem experiência em vendas, em finanças, em logística, na gestão de pessoas. Mais do que um profissional especializado em técnicas, os líderes empresariais desejarão cada vez mais aqueles que entendam do negócio da empresa como um todo. Aqueles que sejam multicompetentes. É preciso que nós desaprendamos a viver voltados para dentro da empresa. Os resultados não são mais gerados só dentro das “paredes” da empresa. O diferencial reside do lado de fora, na conexão desta com seus clientes, parceiros, fornecedores, formadores de opinião. O capital intelectual não é sinônimo do quadro de funcionários. É necessário propor projetos de capacitação em competências para distribuidores, PDVs, fornecedores, parceiros e para as comunidades onde operam. A competência tem de estar em toda a cadeia de valor do negócio da empresa. Precisamos desaprender a viver com medo, criar um clima de maior tolerância para riscos, tomar mais iniciativa, sermos mais proativos e com isso encorajar outros. Vivemos engaiolados por normas e estruturas. Muitos líderes querem encorajar pessoas a serem mais ousadas, a dar vazão à criatividade, mas eles próprios não se comportam da forma que apregoam. Precisamos desaprender a educar pelo discurso e aprender a educar pelo exemplo. Aprender a desaprender é o segredo daqueles que conseguem identificar - e com clareza - o Ponto C. Mas competência não é sinônimo de conhecimento. Só chega ao Ponto C quem agrega valor e disponibiliza resultados para a empresa onde trabalha e para a sociedade onde vive.


Revista 22 web  
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