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Outubro – 2018 Fotos: Paulo Rogério “Neguita”

O 2º TURNO DAS ELEIÇÕES E OS TRABALHADORES! O

jogo nacional é duro e está sendo jogado, estamos no segundo turno das eleições. O debate central é da perspectiva de futuro para o povo brasileiro. A verdade é que os brasileiros ficaram em uma situação muito difícil. De um lado um candidato que defende claramente a redução do papel do Estado, a redução de direitos trabalhistas com implementação das reformas trabalhista e previdenciária para cortar mais direitos da classe trabalhadora (mesmo sem ter sido eleito já declarou que vai acabar com o 13º Salário e com 1/3 das férias), ataques aos funcionários públicos e suas conquistas, cortes nos programas sociais como os de acesso a universidade e a moradia popular, bem como fala em estagnar os reajustes salariais e aumentar os lucros empresariais (dos patrões), prega o ódio contra os diferentes e oferece armas para população ao invés de educação. Esse candidato tem demostrado que suas ideias são estranhas à democracia e ao Estado de Direito, com fortes conteúdos fascistas

como, por exemplo, “o trabalhador tem que escolher entre ter direito ou ter trabalho.” Ora, à época do regime de escravidão, os escravos tinham apenas a obrigação de trabalhar e nada mais. É isso que esse candidato está propondo? Além de prometer retirar mais direitos dos trabalhadores, esse tal candidato promete acabar com as suas organizações. Segundo ele “tem que diminuir e, de preferência, acabar com os sindicatos no Brasil. É uma desgraça o sindicato no Brasil, é uma pequena minoria que vive da profissão para atazanar o proprietário.” Ou seja, os patrões. Ele, o candidato inominável, afronta à dignidade humana quando fala que ao visitar um quilombola em Eldorado Paulista, percebeu que o afrodescendente “mais leve lá pesava sete arrobas*” e que ele acha que “nem para procriar eles servem mais”. Ao debater com uma deputada no Salão Verde da Câmara ele disse “Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar porque você não merece, é muito feia”.

Em um vídeo apresentado em um telão na Avenida Paulista no dia 21 de outubro, o candidato diz claramente que o Jornal A Folha de São Paulo, não terá mais verba publicitária do governo porque denunciou o gigantesco esquema de recursos financeiros de inúmeras empresas em sua campanha via “caixa 2”. Ele prefere ter um filho drogado a ter um filho gay. Que quando o filho “começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro ele muda o comportamento dele.” Diz que ele tem cinco filhos, sendo quatro homens e que a quinta ele deu “uma fraquejada e veio mulher.” Diz que é favorável à tortura e que “o erro da ditadura foi torturar e não matar” e que na ditadura “deveriam ter sido fuzilados uns 30 mil, a começar pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.” Esse é o candidato que se diz preparado para comandar o país? Do outro lado, temos o candidato que reafirma o fortalecimento do Estado enquanto indutor do desenvolvimento nacional, da geração de empregos, da retomada dos direitos trabalhistas, da afirmação de programas sociais como o fortalecimento da educação, do acesso a universidade, do fortalecimento de programas de habitação social, da revogação dos congelamentos nas áreas de saúde, educação e segurança e, retomar os investimentos nestas áreas para atender a classe trabalhadora, a defesa da indústria, enquanto indutora do desenvolvimento e da geração de empregos, redução dos juros bancários para empresas e trabalhadores, possibilitando investimentos na produção e no consumo. O problema é que esse candidato, que parece ser mais palatável aos interesses dos

Pedro Pereira DE SOUSA, Presidente interino do Sindicato dos Padeiros de São Paulo

trabalhadores, pertence a um partido extremamente rejeitado, com fortes acusações de corrupção enquanto estava no poder. Isso tem gerado grande desconfiança do povo que, não sendo responsável por essa encruzilhada histórica, fica na drástica situação de ter que escolher a arma ao invés da educação. A verdade é que a população está cansada de sofrer com a insegurança que tomou conta do país: assaltos, assassinatos e outras barbaridades que ocorrem principalmente nas periferias das grandes cidades. Mas, não será distribuindo armas para o povo que a questão da Segurança Pública será resolvida, ao contrário, o problema poderá ser agravado. Infelizmente, o Estado brasileiro não consegue dar respostas para essas atrocidades, deixando a sociedade nas mãos de bandidos e traficantes. O Estado tem a obrigação de cuidar da segurança da população, cuidando das fronteiras para coibir a entrada de armas e drogas, trazendo a tranquilidade aos trabalhadores e ao povo. * Arroba é antiga unidade de medida de peso de animais.

CAMPANHA SALARIAL DE SÃO PAULO

CATEGORIA DEVE SE PREPARAR PARA ENFRENTAR A FÚRIA DOS PATRÕES!

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nosso Sindicato entregou a Pauta de Reivindicação dos trabalhadores da nossa categoria ao sindicato patronal desde o final de agosto e, até agora, os patrões têm insistindo em só marcar as reuniões de negociações para o mês de novembro. Com essa atitude, os patrões demonstram o que pretendem fazer com os nossos direitos, caso a categoria não se mobilize. O nosso Out/Nov. – 2018

Sindicato não abrirá mão de lutar para garantir aumentos reais, ampliação e manutenção das conquistas, porém, é preciso que os trabalhadores participem ativamente dessa batalha. Mais informações na página 4. 1


O BRASIL QUE QUEREMOS DIFERENTE DO BRASIL QUE D

esde o final do último mandato do governo Lula que o Brasil vive um verdadeiro caos, resultado de políticas erradas que contribuíram para o agravamento das sucessivas crises econômicas e políticas, dando origem as ideias estranhas à democracia e ao processo civilizatório em curso no Brasil. O Governo de Michel Temer não conseguiu enfrentar a corrupção, melhorar a vida do povo e colocar em movimento

uma política de desenvolvimento econômico que tirasse o país do caos. Ao contrário, além da paralisia do crescimento econômico e da falta de investimentos, o resultado foi o aprofundamento do desemprego, a disseminação de ideias antidemocráticas e o crescimento da violência em todos os aspectos. Diante dessa dura realidade, fica cada vez mais distante o sonho de um país desenvolvido, onde os direi-

tos trabalhistas sejam respeitados e ampliados, a aposentadoria seja uma garantia para os que trabalharam a vida toda, onde a relação capital e trabalho seja, de fato, equilibrada e não análoga à escravidão como é hoje, onde tenha emprego, onde as desigualdades sociais não ocupem as principais manchetes dos noticiários, assim como a violência contra as mulheres, jovens, negros e LGBT‘s.

Esse é o Brasil que os trabalhadores e o povo sonham e precisam. Um país onde o Estado cuide dos interesses dos seus cidadãos e cidadãs e garanta o acesso ao emprego de qualidade, à saúde, educação, ao transporte público, a moradia, a cultura, ao esporte e ao lazer. Porém, o Brasil que está se apresentando nos remete a um futuro obscuro, sem as melhorias necessárias aos trabalhadores e ao povo.

A SITUAÇÃO DO PAÍS, A REFORMA TRABALHISTA E O DESEMPREGO! A

o propor a Reforma Trabalhista como uma das formas de enfrentar a crise estabelecida, o governo Temer apresentou à sociedade alguns argumentos importantes: que ela iria surtir efeitos benéficos ao mundo do trabalho, com geração de milhões de empregos de qualidade e que iria estabelecer uma

relação de trabalho moderna. Temer mentiu para os brasileiros, pois o que presenciamos é a retirada de direitos, o aumento do desemprego de forma desenfreada e uma relação de trabalho análoga à escravidão, essa última causada, principalmente, pelo contrato de trabalho intermitente.

QUE BENEFÍCIOS SÃO ESSES?

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epois da aprovação da nova Lei Trabalhista milhares de trabalhadores e trabalhadoras têm perdido conquistas his-

tóricas como, por exemplo, o de recorrer à Justiça do Trabalho sem a ameaça de ter que pagar ao patrão; o direito de receber os valores das férias integralmente; de fazer a sua homologação (acerto de contas) com o acompanhamento do seu sindicato, entre tantas conquistas. Além de retirar os direitos, a Reforma Trabalhista de Temer impôs, de certo modo, o fim das organizações dos trabalhadores,

quando determinou o fim das contribuições sindicais e, pior, vendeu a ideia de que os trabalhadores podem, de maneira tranquila e amigável, negociar diretamente com os patrões, como se nessas

condições de total desequilíbrio de forças, as empresas fossem respeitar ou preservar os interesses dos seus funcionários, o que sabemos ser impossível, pois são interesses completamente antagônicos.

C O

“Milhares de pessoas enfrentam frio e chuva em busca de uma vaga de emprego” – Anhangabaú/São Paulo 2

desemprego, por mais que o governo Temer tente mascarar, atinge diretamente mais de 14 milhões de pessoas. Dados do IBGE publicados no início de agosto deste ano apontam que em julho 65,6 milhões de pessoas estavam fora da força de trabalho. Os dados, de acordo com economistas e sindicalistas, reflete o fenômeno conhecido por “desalento”, que define o momento em que a população desiste de procurar emprego, depois de muito tentar e não obter sucesso. Segundo o IBGE, dos 91,2 milhões de ocupados, ao menos 40,6% estão no mercado informal, atingindo 37,3 milhões de pessoas, seja em trabalhos Out/Nov. Outubro – 2018 – 2018


SERÁ BEM E TEREMOS!

QUE MODERNIDADE É ESSA?

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uando o Sindicato falava que a Reforma do Governo Temer era o fim dos direitos trabalhistas não havia exagero. Existem inúmeros itens que impactam os direitos e trazem graves prejuízos à vida dos trabalhadores brasileiros de várias maneiras, incluindo a sua saúde. Essa famigerada Lei Trabalhista permite, por exemplo, que as mulheres grávidas ou que estejam amamentando trabalhem em ambientes insalubres, situação que antes não era permitida. Essa Reforma Trabalhista trás inúmeros artigos que são desumanos. Será que o governo Temer, os seus ministros, os deputados federais e senadores votariam e aprovariam essa proposta, caso fossem suas esposas, mães, filhas e sobrinhas a serem obrigadas a trabalhar em ambientes insalubres grávidas ou amamentando? Com certeza não, pois eles sabem muito bem proteger os seus descendentes. Que modernidade é essa? Outra perversidade da Reforma Trabalhista de Temer é o Trabalho Intermitente. Nesse tipo de contratação o trabalhador,

além de ficar à disposição da empresa para ser chamado, ele ganha pelo tempo do serviço executado (por hora, dia ou meses). Portanto, é impossível ele adquirir tempo de aposentadoria, pois precisará do dobro, ou mais, de tempo para se aposentar do que o trabalhador com contrato regido por tempo indeterminado. O pior é que se a empresa não quiser mais o serviço desse trabalhador simplesmente não o chamará mais e assim estará terminada a relação contratual de trabalho. O governo Temer e a maioria dos deputados que defenderam e aprovaram essa proposta desumana, justificam que no trabalho intermitente o trabalhador tem benefícios porque poderá usufruir de horários flexíveis em proveito do convívio familiar. Ora, como usufruir do convívio familiar sem saúde, sem um salário digno para suas necessidades estando sempre na expectativa de ser chamado ou não para trabalhar? Como usufruir desses momentos, se ele não tem certeza de que no final do mês terá o suficiente para pagar suas contas como

Mulher grávida trabalha como frentista, ambiente extremamente insalubre

água, luz, aluguel, que são gastos fixos e não intermitentes, já que passou esse período catando as moedas que recebeu, rezando para que o valor seja suficiente? Onde está a modernidade que o governo e os deputados tanto falaram? Essa Refor-

ma Trabalhista não tem nada de moderna. Ela remete as Relações de Trabalho à época da escravidão. Não existe nada de moderno aqui, o que temos é uma Lei Perversa e desumana aprovada por um Congresso e um governo insensíveis e irresponsáveis!

CADÊ OS MILHÕES DE EMPREGOS? no setor privado sem carteira assinada, ou trabalhando por conta própria sem CNPJ. Já o número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada atingiu 32,8 milhões de pessoas, o menor nível desde 2012. Os dados acima apontam o crescimento do “emprego informal” ou como é popularmente conhecido “bico”, o qual isenta o trabalhador de quaisquer direitos como, por exemplo, direito as férias, 13º salário, FGTS, aposentadoria, entre tantos outros. Além de gerar, no dia a dia desses trabalhadores e trabalhadoras, a insegurança de conseguir levantar os recursos que lhes garantam o sustento de suas famílias. Outudro Out/Nov. – 2018– 2018

Lamentavelmente, o trabalho formal foi o único gerado pela Reforma Trabalhista, a exemplo dos milhares de trabalhadores que, por falta de opção, percorrem inúmeras cidades vendendo ovos a preços populares para poder sustentar as suas famílias. O fato é que o desemprego tem levado milhares de trabalhadores e trabalhadoras a pensarem se amanhã terão condições de colocar o pão, o leite, o feijão para alimentar seus filhos, ou se terão condições de pagar a conta de luz, de água ou o aluguel. Na opinião do economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga Belluzo, o governo não tem colocado em prática medidas

para reduzir a situação do desemprego e precarização do trabalho. Para ele, “a

esperada e proclamada recuperação da economia não se materializou.” 3


CAMPANHA SALARIAL DE SÃO PAULO 2018-2019

OS TRABALHADORES DEVEM SE PREPARAR PARA ESSA BATALHA!

Assembleia da Campanha Salarial 2018/2019 na sede no nosso Sindicato

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pesar dos esforços do nosso Sindicato para iniciar as negociações da Campanha Salarial da categoria em São Paulo, o sindicato patronal insiste em marcar as reuniões só em novembro, sabendo que a data-base da nossa categoria em São Paulo é dia 1º do referido mês. É bom que a categoria saiba que o nosso Sindicato protocolou a Pauta de Reivindicação desde o final do mês de agosto. Esse é um péssimo sinal de que os patrões, confiantes nas atrocidades da nova Lei Trabalhista, irão fazer de tudo para não atender nossa Pauta de Reivindicação. Por isso, a categoria deve se preparar para essa dura batalha. “Os trabalhadores que não se enganem, pois, a permanecer o descaso dos empresários do setor com relação as nossas justas reivindicações, vamos enfrentar momentos difíceis e o

momento exigirá muita unidade e mobilização em torno das ações do nosso Sindicato.” Diz Pedro Pereira, presidente em exercício. O nosso Sindicato tem, há mais de dois anos, realizado assembleias e reuniões com a categoria nas empresas e distribuído inúmeras publicações informando todos e todas dos perigos que poderiam surgir com a nova Lei trabalhista, a qual permite que os patrões retirem direitos conquistados há décadas e que constam, inclusive, na Convenção Coletiva de Trabalho. Por isso, mais uma vez alertamos: se os trabalhadores e as trabalhadoras não se mobilizarem, participarem das assembleias, reuniões e seguirem as orientações do nosso Sindicato nesse processo, o aumento real nos salários e a manutenção dos direitos estarão ameaçados.

UISTAS ABAIXO ALGUMAS CONQ DA CATEGORIA NO ABC INFLAÇÃO DO PERÍODO = 1,76% mento real de 0,80%) REAJUSTE SALARIAL = 2,56% (au Piso salarial R$ 1.375,57 Empresas com até 60 trabalhadores = s = R$ 1.480,19 Empresas com mais de 60 trabalhadore elas, sendo 1ª parcela em março de 2019 PLR (ABONO) = Pagos em duas (2) parc e 2ª parcela em maio de 2019: $ 228,21 Empresas com até 15 funcionários = R = R$ 413,98 Empresas com 16 até 40 funcionários $ 605,05 Empresas acima de 40 funcionários = R r de R$ 160,00

DIA DO PADEIRO = permanece o valo VALE REFEIÇÃO = R$ 16,45

LAS ANTERIORES

MANUTENÇÃO DE TODAS AS CLÁUSU

TEMER PROMETE VOTAR REFORMA DA PREVIDÊNCIA APÓS 2º TURNO DAS ELEIÇÕES!

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governo Temer, insaciável destruidor dos interesses das forças produtivas do país, já anunciou que irá colocar a sua maldita proposta de Reforma da Previdência para ser debatida e votada pelo Congresso Nacional, logo após terminar o 2º Turno das Eleições. Ocorre que o presidente Temer está com sua vida complicada, pois irá responder por vários Processos Jurídicos envolvendo o dinheiro público. No caso do vencedor à presidência ser o Haddad, ele não fará nada, pois o desgaste ficará para o seu opositor. Porém, se o vencedor for o Bolsonaro, ele terá o “Salvo-Conduto” e irá colocar a Reforma da Previdência para ser votada antes do final do seu mandato, dessa forma, o desgaste será dele e em troca Bolsonaro não mexerá com os “seus problemas”. Esse será o presente de despedida de Temer

para as cidadãs e os cidadãos brasileiros. Um verdadeiro presente de grego, onde o trabalhador terá que morrer trabalhando, sem conseguir o direito de se aposentar. Qual será o resultado dessa reforma da previdência? O texto que irá para a votação no plenário da Câmara do Deputados definiu que a Idade Mínima para requerer o direito à aposentadoria será de 62 anos para as mulheres e 65 para os homens vinculados ao setor privado. Professores podem requerer com 60 anos, policiais com 55 e portadores de necessidades especiais (pessoas com deficiências), não terão Idade Mínima para obter o direito. Já o Tempo Mínimo de Contribuição será de 15 anos para os trabalhadores do Setor

Privado e para os Trabalhadores Rurais. O Cálculo para aposentadoria de quem é vinculado ao setor privado é de 15 anos, com direito a 60% do benefício e de 20 anos, com direito a 65% do benefício. As aposentadorias dos juízes, parlamentares, militares e de outros abastados serão integrais, acompanhada de inúmeras vantagens. Ou seja, mais uma vez, os mais prejudicados serão os trabalhadores menos remunera-

dos, cujo valor de suas aposentadorias não dá nem para comprar os remédios que necessitam, muito menos para pagar suas necessidades básicas como alimentos, luz, gás, aluguel, entre outros.

e x pediente

Publicação do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Panificação e Confeitaria de São Paulo. Diretor responsável: Pedro Pereira de Sousa Presidente licenciado: Francisco Pereira de Sousa Filho (Chiquinho) 4

Presidente interino: Pedro Pereira de Sousa

Secretário adjunto de finanças: Fernando Antonio da Silva

Secretário-geral: Valter da Silva Rocha (Alemão)

Sede - Rua Major Diogo, 126, Bela Vista, São Paulo/SP - CEP: 01324-000 Telefone: 3116.7272 - Fax: 3242-1746

Secretário de assuntos jurídicos e serviços: José Alves de Santana

Subsede Santo André - Travessa São João, 68 Telefone: 4436-4791

Secretário adjunto: Geraldo Pereira de Sousa

Secretário para cultura, formação e educação: Ângelo Gabriel Victonte

Subsede São Miguel - Av. Nordestina, 95 Telefone: 2956-0327

Secretário de finanças: Benedito Pedro Gomes

Secretário de comunicação e imprensa: José Francisco Simões

Subsede Osasco - Rua Mariano J. M. Ferraz, 545 Telefone: 3683-3332

Subsede Santo Amaro - Rua Brasílio Luz, 159 Telefone: 5686-4959 Edição e redação: Suely Torres (MTb - 21472) Edição de arte e diagramação: R. Simons Fotografia: Paulo Rogério “Neguita” Colaboração: Guilherme Witai Tiragem: 50 mil exemplares - Impressão: UNISIND www.padeiros.org.br padeiros@padeiros.org.br Out/Nov. – 2018

Profile for Sindicato dos Padeiros de São Paulo

Jornal A MASSA - Outubro/2018  

Jornal A MASSA - Outubro/2018  

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