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Outubro – 2017

NOVA DIRETORIA DO SINDICATO É ELeITA COM 11.587 VOTOS! F

FotoS: Paulo Rogério “Neguita”

oram cinco (5) dias de intenso trabalho para colher os votos dos associados em São Paulo, mas valeu o esforço realizado. A categoria dos padeiros, confeiteiros e balconistas elegeu a nova diretoria para gestão 2017 a 2021, com 11.587 votos, garantindo 97% dos votos dos associados que compareceram às urnas. Durante o processo de contagem dos votos, muitas lideranças sindicais estiveram presentes e fizeram questão de parabenizar o Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato reeleito, pela significativa vitória, especialmente em um momento tão difícil para os trabalhadores brasileiros. Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), falou do papel fundamental que o Sindicato dos Padeiros tem jogado, na pessoa de Chiquinho Pereira, na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, na defesa dos interesses do Brasil e na construção e crescimento da UGT. Chiquinho Pereira, ao agradecer a colabora-

Acima, apuração dos votos no nosso Sindicato, ao lado, trabalhador votando na Chapa 1

ção dos sindicatos irmãos, disse que “apesar da ofensiva dos patrões e dos governos, em tentar retirar nossos direitos e conquistas, e de tentar quebrar os sindicatos que lutam por melhorias

para as sua categorias, nós resistiremos e lutaremos até o fim, em busca de dias melhores para os trabalhadores e suas famílias.” Leia os detalhes nas páginas 4, 5 e 6.

Campanha Salarial do ABC:

Vitória dos Trabalhadores! Coletiva de Trabalho, conforme mostra o fac-símile ao lado. “Essa foi uma grande demonstração de unidade, compromisso, luta e, principalmente, de confiança que os trabalhadores da nossa Greve na Padaria Garoa Paulista, no ABC, paralisação categoria têm das atividades pelo não cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho com o nosso Sinsindicato patronal do ABC trabalhadores foram à luta e reali- dicato. Os patrões não queriam tentou descumprir a Convenção zaram greves em várias empresas. cumprir com a palavra dada, e os Diante do enfrentamento que o trabalhadores confiaram no nosso Coletiva de Trabalho, orientando as empresas para não pagarem os nosso Sindicato fez, lutando e mobi- Sindicato, foram à luta e consedireitos dos trabalhadores, com os lizando os trabalhadores, o sindicato guimos reverter todo o processo.” quais ele havia concordado duran- patronal não teve alternativa a não Diz Chiquinho Pereira, presidente te o processo de negociações da ser cumprir o que havia acordado nas do nosso Sindicato. Leia todas as Campanha Salarial. Indignados, os negociações e assinou a Convenção informações nas páginas 2 e 3.

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Outubro – 2017

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Editorial

ESTUDO DO IPEA APONTA QUE TRABALHADOR SINDICALIZADO GANHA SALÁRIOS MAIORES!

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Chiquinho Pereira, Presidente do Sindicato dos Padeiros de São Paulo e secretário de Organização e Políticas Sindicais da União Geral dos Trabalhadores - UGT Nacional

egundo estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as novas regras da Lei 13.467/2017 devem aprofundar a diferença salarial entre os trabalhadores sindicalizados e os não sindicalizados. O estudo, coordenado por André Gambier Campos, aponta que os sindicalizados ganham 33,5%, na média, mais que os não sindicalizados. O estudo, que foi publicado recentemente, mostra que em setembro de 2015 os trabalhadores não sindicalizados ganhavam, em média, R$ 1.675,68, já os associados a sindicatos ganhavam R$ 2.237,86. André Gambier Campos usou dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo também revela uma disparidade nas remunerações indiretas dos trabalhadores.

O levantamento mostra que 36% dos sindicalizados recebem auxílio-doença, contra 20,3% dos não sindicalizados. Os números mostram ainda que 63,9% dos trabalhadores sindicalizados têm acesso ao auxílio-alimentação e os não sindicalizados apenas 49,3% têm esse direito. Com relação ao auxílio-transporte, os índices são de 54,4% dos trabalhadores sindicalizados, contra 49,1% para os não sindicalizados. Na opinião de Campos, essas diferenças entre as remunerações não são esperadas, uma vez que, historicamente no Brasil, todos os trabalhadores devem contribuir para a sua organização sindical e todos são contemplados pelos acordos coletivos. “Com a Reforma Trabalhista, que entra em vigor em novembro, essa desigualdade interna no mercado tende a se aprofundar.” Ele observou ainda que em países com liberdade sindical essa diferença é comum.

Ainda não são claros os motivos que levam a uma diferença nas renumerações a partir da filiação aos sindicatos. Os pesquisadores do Ipea estão trabalhando com a hipótese de que, em países como o nosso, quem se sindicaliza são trabalhadores mais qualificados e engajados socialmente. De um jeito ou do outro, o roteiro traçado por esses trabalhadores tem reflexo sobre suas remunerações. O estudo revela que, infelizmente, o trabalhador brasileiro irá precisar ainda mais da sua entidade de classe para enfrentar as novas regras trabalhistas. Hoje, mais do que nunca, o trabalhador precisará de um Sindicato forte, de luta e atuante para enfrentar as consequências provocadas com o advento da Reforma Trabalhista, a qual colocará em risco os direitos e conquistas de todas as categorias no Brasil.

TRABALHADORES do ABC FAZEM GREVE CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS E PATRÃO É OBRIGADO A RECUAR! O proprietário da Padaria Garoa Paulista, em São Bernardo do Campo, que também é diretor do Sindicato Patronal do ABC, tentou descumprir a Convenção Coletiva de Trabalho deixando de pagar alguns direitos dos trabalhadores, com os quais ele havia concordado durante o processo de negociações da Campanha Salarial. Tentou e foi surpreendido com a reação dos trabalhadores que entraram em greve na segunda-feira (18/09), a partir das 05:00 horas da manhã, com adesão de 100% dos funcionários. Indignados, os trabalhadores cruzaram os braços e só retornaram ao trabalho quando o patrão resolveu recuar e pagar o devido aos trabalhadores. O nosso Sindicato, que desde a madrugada estava junto com os funcionários da padaria pressionando o patrão para cumprir a CCT, ao tomar conhecimento do problema, agiu rapidamente e lembrou ao dono da Garoa Paulista que Acordo é para ser cumprido, pois é uma parte importante na relação de trabalho e, portanto, não se trata de uma brincadeira ou de um faz de conta. Os direitos dos trabalhadores são fundamentais para se estabelecer uma relação de equilíbrio entre capital e trabalho, pois em qualquer aspecto dessa relação o trabalhador é sempre o elo mais fraco e, portanto, o bom senso e a justiça são os principais elementos

Greve na Padaria Garoa Paulista, no ABC, paralisação das atividades pelo não cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho

a se considerar. Fazer de conta que concorda com os termos da CCT e depois não querer aplicá-los não é uma atitude muito correta. Pedro Pereira, vice-presidente do nosso Sindicato, que acompanhou a greve desde

o início, foi um dos diretores que conversou com o proprietário da padaria Garoa Paulista e deu o recado: “Nós fizemos uma Convenção Coletiva em comum acordo, onde acertamos um reajuste de 3,5% e manutenção de todas as

cláusulas da CCT anterior. O que vale para os trabalhadores são esses termos. Não inventem outros, pois, caso contrário, os trabalhadores irão lutar para defender os seus direitos. E, para isso, usaremos os meios necessários.”

e x p ediente

Publicação do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Panificação e Confeitaria de São Paulo. Diretor responsável: Francisco Pereira de Sousa Filho (Chiquinho) Presidente: Francisco Pereira de Sousa Filho (Chiquinho) 2

Vice-Presidente: Pedro Pereira de Sousa

Secretário adjunto de finanças: Fernando Antonio da Silva

Secretário-geral: Valter da Silva Rocha (Alemão)

Sede - Rua Major Diogo, 126, Bela Vista, São Paulo/SP - CEP: 01324-000 Telefone: 3116.7272 - Fax: 3242-1746

Secretário de assuntos jurídicos e serviços: José Alves de Santana

Subsede Santo André - Travessa São João, 68 Telefone: 4436-4791

Secretário adjunto: Geraldo Pereira de Sousa

Secretário para cultura, formação e educação: Ângelo Gabriel Victonte

Subsede São Miguel - Av. Nordestina, 95 Telefone: 2956-0327

Secretário de finanças: Benedito Pedro Gomes

Secretário de comunicação e imprensa: José Francisco Simões

Subsede Osasco - Rua Mariano J. M. Ferraz, 545 Telefone: 3683-3332

Subsede Santo Amaro - Rua Brasílio Luz, 159 Telefone: 5686-4959 Edição e redação: Suely Torres (MTb - 21472) Edição de arte e diagramação: R. Simons Fotografia: Paulo Rogério “Neguita” Colaboração: Guilherme Witai Tiragem: 50 mil exemplares - Impressão: UNISIND www.padeiros.org.br padeiros@padeiros.org.br Outubro – 2017


CAMPANHA SALARIAL DO ABC/2017

PATRONAL NÃO HONRA A PALAVRA E QUEBRA ACORDO COM OS TRABALHADORES FotoS: Paulo Rogério “Neguita”

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epois que começaram as negociações com o sindicato patronal do ABC (a data-base da nossa categoria no ABC é 1º de junho), fomos surpreendidos: os patrões apresentaram uma pauta de reivindicação retirando várias cláusulas econômicas e sociais da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), conquistadas há décadas pelos trabalhadores e, em contrapartida, concederiam aumento real para categoria. Proposta que foi rejeitada imediatamente pelo nosso Sindicato. “Desde quando foi apresentada e se deu início aos debates sobre essa proposta de Reforma Trabalhista, nós já dizíamos que ela tinha sido gestada entre os empresários e o governo. Todos os itens estão bastante amarrados e todas as alternativas são para beneficiar, sempre, os empresários, nunca os trabalhadores. E o resultado nós estamos vendo. Vamos ter muita luta pela frente” Diz Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato. Os patrões queriam retirar o plano de saúde, o abono do Dia do Padeiro, fim da estabilidade do retorno das férias, a ave na cesta de natal, a folga aos domingos, suspensão do pagamento da cesta básica, não pagamento da PLR, entre tantas outras conquistas. Além dessas indecentes propostas, o sindicato patronal ainda queria a adoção do banco de horas; diminuir o horário das refeições para 30 minutos; fracionar as férias em três (3) vezes; compensação de horas extras na semana posterior; dispensar o controle de jornada para as empresas com até 20 funcionários; retirar a estabilidade no período de dissídio coletivo e tantas outras aberrações. O nosso Sindicato, de pronto, rejeitou a proposta, ficando acordado entre as partes (Sindicato dos Trabalhadores e sindicato patronal) que todas as cláusulas das Convenções Coletivas anteriores seriam mantidas e o reajuste seria a reposição da inflação do período com um arredondamento contábil. Essa proposta é menos prejudicial para os trabalhadores, pois garante a manutenção de inúmeros direitos. Os patrões acreditam que só porque está na Lei, está imposto e pronto. Aliás, eles estão sendo contraditórios, pois a nova Lei diz que o negociado deve e pode se sobrepor ao Legislado.

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QUEBRA DO ACORDO Para Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato, é lamentável que, depois de realizado e selado o Acordo, inclusive

de ter finalizada a redação da Circular em conjunto, o sindicato patronal rompa o acordo e altere a minuta colocando todos os itens que retiram os direitos e que cons-

tam na Convenção Coletiva anterior. Isso é, claramente, uma atitude de pessoas que não cumprem com a palavra dada. Para nós, essa é uma maneira pouco convencional de pessoas que se dizem representar um dos maiores setores econômicos do país. E pasmem, mesmo depois da minuta da Convenção Coletiva estar no site da Superintendência do Trabalho (antiga DRT) para homologar, o sindicato patronal introduziu alterações no texto que já havia sido negociado e acordado. O que foi a gota d’água para nós. Além disso, os patrões tiveram a insensatez de enviar um comunicado aos escritórios de contabilidade das empresas suspendendo os efeitos da Convenção Coletiva de Trabalho 2016/2017 e, consequentemente, a CCT 2017 e 2018. Ao tomar conhecimento da atitude lastimável dos patrões, o nosso Sindicato encaminhou ofício reiterando o que foi Acordado na Mesa de Negociação e, portanto, rejeitando as modificações proferidas pelo sindicato na minuta da CCT. Ou seja, para o nosso Sindicato o que vale é o que foi Acordado entre as partes e não as alterações feitas pelos patrões na calada da noite, de forma desrespeitosa e, no mínimo, de maneira estranha ao processo democrático que deve percorrer uma negociação.

Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018 firmada e reconhecida entre o nosso Sindicato e o sindicato patronal, que está sendo descumprida pelos patrões do ABC

ESSE SINDICATO RESPEITA E LUTA!

m seu discurso, durante a apuração da eleição do Sindicato, o nosso presidente, Chiquinho Pereira, lamentou a atitude do sindicato patronal de descumprir o Acordo, faltando com suas responsabilidades. “Não é assim que se trata trabalhador. Só que tem uma questão, aqui conosco, o buraco é mais embaixo, eles vão cumprir o Acordo de um jeito ou de outro. A trégua Outubro – 2017

Assembleias da Campanha Salarial ABC/2017, realizadas em março e maio deste ano

é só entre hoje e amanhã. Na segunda-feira vamos entregar o Boletim na base e vamos exigir que esse sindicato cumpra com aquilo que assumiu com a nossa categoria, tem que aprender a nos respeitar.” E na madrugada da segunda-feira, os diretores e assessores estavam visitando as padarias, conversando com os empregadores e propondo as negociações individuais,

onde, felizmente, a grande maioria das empresas entendeu que o nosso Sindicato estava com a razão. E não foi difícil fazer os Acordos porque as empresas conhecem a seriedade com que o nosso Sindicato trata os interesses dos trabalhadores e a forma respeitosa que tratamos os proprietários das empresas. Porém, aqueles que resolveram enfrentar

nossa disposição de lutar, sentiram o peso de um Sindicato forte e combativo: fizemos greves e saímos com os Acordos conforme havíamos acertado nas negociações com o sindicato patronal. “Que isso sirva de lição para as futuras negociações. Os direitos dos trabalhadores são questões sérias e por eles lutaremos independentemente das consequências” Finaliza Chiquinho Pereira. 3


TRABALHADORES ELEGEM A NOVA DIRET

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nova diretoria do nosso Sindicato, que tem como presidente reeleito Chiquinho Pereira, foi eleita com 11.587 votos dados pelos trabalhadores que compareceram as urnas. Essa é uma grande vitória dos trabalhadores que, apesar das ofensivas dos governos e dos empresários para destruir a imagem do sindicalismo brasileiro, participaram massivamente do processo eleitoral. A eleição ocorreu do dia 11 ao dia 15 de setembro. A Chapa 1, única chapa que participou da disputa, recebeu 11.587 votos. Esse foi um processo muito importante para a nossa categoria, pois elegeu a nova diretoria do nosso Sindicato para continuar a luta em defesa dos nossos direitos e conquistas. O nosso Sindicato tem o reconhecimento nacional pelos desafios enfrentados e pelas lutas travadas ao longo da sua história, seja pela defesa intransigente dos interesses da categoria que

Sindicalistas parabenizam a nova diretoria eleita

representa, seja por sua luta em defesa dos interesses do Brasil e do povo como, por exemplo, a luta pela democratização do país, pela Constituinte Cidadã, pelas eleições diretas, contra a corrupção e contra todo tipo de reforma que não traga

benefícios para os trabalhadores e o povo brasileiro. O nosso presidente, Chiquinho Pereira, é conhecido pelos trabalhadores como “Chiquinho do Brasil”, por sua brilhante atuação como liderança sindical, que trabalha dia e noite para

organizar, mobilizar e conscientizar os trabalhadores sobre a importância da luta para garantir e avançar nas conquistas, por mais direitos e por um país desenvolvido, com valorização do trabalho. “Nestes 87 anos do nosso Sindi-

cato, muitas batalhas foram travadas para garantir o direito ao registro em carteira, carga horária de 8 horas, folga semanal, cesta básica, PLR, seguro de vida, convênio médico e tantos outros benefícios, que hoje são garantidos nas convenções e acordos coletivos de trabalho, graças à participação dos trabalhadores e a combatividade de inúmeros companheiros que fazem parte da atual direção do nosso Sindicato.” Diz Chiquinho Pereira. Os avanços conquistados são inúmeros e todas essas conquistas são resultados da mobilização dos trabalhadores que participam das assembleias, reuniões, seminários, paralisações, greves e de tantas outras formas de lutas organizadas pelo sindicato. E o objetivo da nova diretoria eleita é continuar a luta para garantir e ampliar os direitos, assim como lutar por uma vida digna e por um futuro melhor para os trabalhadores e suas famílias. Vamos em frente!

AGRADECEMOS a CATEGORIA PELA CONFIANÇA E pelOS VOTOS DEPOSITADOS NA NOSSA CHAPA!

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nova diretoria eleita faz questão de agradecer a todos os associados e associadas pela confiança e pelos votos depositados, os quais permitiram uma vitória expressiva, colocando o nosso Sindicato em uma posição de fortalecimento. Essa vitória não foi apenas significativa para os membros da Chapa1. Ela significa o apoio, confiança e o compromisso que a nossa categoria tem com o Sindicato que a representa. Significa que os trabalhadores podem e devem contar sempre com a disposição de luta da 4

nossa entidade para defender seus direitos, ampliar as conquistas e lutar por um Brasil com desenvolvimento, democracia e por um futuro melhor para todos. “Em nome da executiva e de toda diretoria eleita, eu agradeço a todas as trabalhadoras e trabalhadores associados pelo expressivo comparecimento nesta eleição. Sabemos que o momento é de grande turbulência, onde os patrões fazem um verdadeiro terrorismo contra as entidades sindicais. Porém, a participação da nossa categoria nesse processo

Diretoria executiva eleita

eleitoral demonstra confiança e a consciência da necessidade de lutar

para conquistar dias melhores para os trabalhadores e suas famílias.

Obrigado e vamos continuar a luta!” Diz o presidente Chiquinho Pereira. Outubro Outubro – 2017 – 2017


TORIA DO SINDICATO COM 11.587 VOTOS

ESSA É A DIRETORIA ELEITA DO SINDICATO (GESTÃO 2017-2021) DIRETORIA EXECUTIVA Francisco Pereira de Sousa Filho (Chiquinho Pereira) - Presidente; Pedro Pereira de Sousa - Vice-Presidente; Valter da Silva Rocha (Alemão) - Secretário Geral; Geraldo Pereira de Sousa - Secretário Geral Adjunto; Benedito Pedro Gomes - Secretário de Finanças; Fernando Antônio da Silva - Secretário de Finanças Adjunto; José Alves Santana - Secretário de Assuntos Jurídicos e Serviços Ângelo Gabriel Victonte - Secretário de Cultura, Formação e Educação; José Francisco Simões - Secretário de Comunicação e Imprensa.

SUPLENTES DA DIRETORIA EXECUTIVA Antonio Pereira de Sousa Antonio Gonçalves Elisangela Silva Rodrigues - Costa Lavos Maria Salvelina de Jesus Santos - Panco Maísa Cristina Pereira da Silva - Gemel Francisco R. R. Silva - Kim Pães Francisco Rosa Cavalcante - Cepam Marlúcia André da Silva - Panco

Cicero Tavares - Galeria dos Pães Sandra Helena Silva Ferreira - Brasileira Delmiro Fernandes dos Santos Elaine Carvalho dos Santos Gilberto Alves Nascimento Jr - Wickbold Daiane dos Santos Anjos - Dona Deola Adauto Farias de Carvalho

CONSELHO FISCAL Manuelito Antonio dos Santos, Marcos Alves Vicente e Francisco de Assis Vicente Outubro Outubro – 2017 – 2017

SUPLENTES CONSELHO FISCAL Rozimar Sipriano da Silva Aloísio Humberto Teles Soares Júnior João Batista Guedes

Paulo César da Silva Pinto Weslei Aparecido de Carvalho Joseilton José dos Santos

DELEGADOS À FEDERAÇÃO Adriana Fernandes de Sousa e José de Arimatéia Silva Mota

SUPLENTES DELEGADOS À FEDERAÇÃO José Roberto de Lima Maria Elena Barbara de Souza Maurício de Lima Barbosa

Franco Eduardo da Silva Bezerra Sargino José dos Santos 5


eleição do sindicato

UGT, SINDICATOS E TRABALHADORES ACOMPaNHARAM A APURAÇÃO DA ELEIÇÃO!

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irigentes de vários sindicatos e da União Geral dos Trabalhadores (UGT) estiveram presentes na apuração da eleição para a nova diretoria do nosso Sindicato. Muitos trabalhadores da categoria fizeram questão de acompanhar o processo, mesmo cansados após um dia de trabalho, pois sabiam da importância desse momento para as lutas futuras. Em sua fala aos presentes, Chiquinho Pereira, presidente reeleito do nosso Sindicato, fez questão de agradecer e dar os parabéns a todos que colaboraram no processo eleitoral, em especial aos 21 sindicatos irmãos e aos trabalhadores do Sindicato. “Vocês efetivamente estão de parabéns. E eu quero fazer aqui um agradecimento profundo aos sindicatos da Força Sindical e da UGT por nos ajudar nesse importante processo. Então, quero agradecer de forma muito especial e pedir que vocês levem às diretorias dos vossos sindicatos, os nossos agradecimentos.” Chiquinho Pereira também fez um agradecimento especial aos funcionários do nosso Sindicato: “Eu queria que se somasse também a esse reconhecimento e gratidão de nossa parte, um reconhecimento especial aos funcionários do Sindicato dos Padeiros, da sede central e das subsedes, que puderam, nesses períodos de eleição, estar aqui conosco, pois poderiam estar tranquilamente só preocupados com os seus afazeres do dia a dia, mas não, estão preocupados com a nova direção do Sindicato, preocupados, efetivamente, com a continuidade do Sindicato.” Chiquinho Pereira fez questão de ressaltar sua preocupação com o quadro de dificuldades que os trabalhadores estão passando. “Quem trabalhou na região do ABC testemunhou os trabalhadores extremamente preocupados

porque a convenção que nós fechamos, o sindicato patronal, simplesmente, disse que não está mais valendo e estão tirando cesta básica, convênio médico, PLR, seguro de vida, tirando conquistas importantes e por aí vai. É algo lamentável essa sujeira toda que está acontecendo em nível nacional com aqueles que estão em nossas instituições.” Para o sindicalista, lamentavelmente, essa sujeira começa a descer para os patamares menores, onde os sindicatos dos patrões procuram as formas mais escabrosas de acabar com os direitos dos trabalhadores. “O sindicato patronal do ABC tem faltado com suas responsabilidades. Não é assim que se trata trabalhador. Só que tem uma questão, aqui conosco, o buraco é mais embaixo. Eles vão cumprir o que foi acordado, de um jeito ou de outro. A trégua é só entre hoje e amanhã. Segunda-feira vamos

Ricardo Patah, presidente da UGT, saúda a nova diretoria eleita

Chiquinho Pereira, Ricardo Patah e Canindé Pegado acompanham a apuração

Chiquinho agradece voto de trabalhador na Chapa 1 6

Canindé Pegado, Ricardo Patah da UGT, Pedro Pereira vice-presidente eleito, Chiquinho Pereira presidente eleito e Chicão presidente do Sindicato dos Vigilantes do ABC

entregar o Boletim na base e vamos exigir que esse sindicato cumpra com aquilo que assumiu com a nossa categoria, tem que aprender a nos respeitar. Essas instituições, sejam patronais ou governamentais, têm que aprender a respeitar o trabalhador. Um forte abraço a todos.” Finalizou Chiquinho Pereira. Para Ricardo Patah, presidente da UGT Nacional, o momento é de fortalecer as entidades e conscientizar os trabalhadores. “Estamos vivendo uma adversidade sem tamanho. Passaram o trator nos nossos direitos. Querem nos roubar na previdência. Mas, com certeza absoluta, um sindicato como esse, eleito com essa quantidade de votos, é porque esse é o caminho que temos que percorrer. Conheço todos os diretores desse Sindicato e a minha relação

Diretor Simões recolhendo voto de trabalhadora na Chapa 1

com o companheiro Chiquinho é o que nos dá, na UGT, a capacidade de crescer. Começamos com 180 sindicatos, hoje temos mais de 1.300 sindicatos, porque as pessoas confiam naqueles que estão dirigindo a central e, entre eles, o Chiquinho do Brasil, o maior orador entre todos nós, aquele que sensibiliza as pessoas e mostra trabalho e gestão.” Disse Patah. Canindé Pegado, Secretário Geral da UGT Nacional, disse que “nós estamos aqui encerrando um processo eleitoral desse Sindicato, que não é um Sindicato qualquer, é o Sindicato dos Padeiros de São Paulo, que tem toda uma história, toda uma luta, todo um registro com a verdade na história do movimento sindical de São Paulo. Então, o que a gente traz aqui é de fato mais uma vez, Chiquinho, de que você, a sua diretoria e seus companheiros continuem sempre nessa luta em prol do movimento sindical, de defender os interesses dos trabalhadores brasileiros e, fundamentalmente, os interesses da sua categoria, que são os padeiros de São Paulo.” O presidente do Sindicato dos Vigilantes do ABC, Francisco Carlos Conceição (o Chicão), ao saudar a diretoria eleita disse: “Para mim, é uma grande satisfação estar aqui hoje, e desde a segunda-feira, na Região do Grande ABC, colaborando com esse Sindicato que a gente já convive há mais de 20 anos. E os vitoriosos, no meu ponto de vista, são todos os senhores, que, de uma forma ou de outra, formam o conjunto da nossa unidade em termos de representatividade não apenas nos municípios, mas também em nível nacional através da UGT.”

Tabalhadores votam na Chapa do Sindicato Outubro – 2017


Artigo

A REFORMA TRABALHISTA, PARA OS PATRÕES, FOI MELHOR DO QUE A ENCOMENDA!

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inacreditável o comportamento do setor patronal desse País. Mesmo antes da famigerada proposta de Reforma Trabalhista do governo ser encaminhada para debate e votação no Congresso Nacional, no ano passado, nossa categoria já sofria as consequências diante da ganância dos patrões em obter seus lucros à custa dos Trabalhadores. No ano passado – bem antes da proposta ser debatida e aprovada, durante a nossa Campanha Salarial de São Paulo, o sindicato patronal teve a ousadia de apresentar uma “Pauta de Reivindicação” retirando todos os direitos da nossa categoria conquistados há décadas. Os trabalhadores reagiram e a ideia caiu por terra. Em junho deste ano, durante a nossa Campanha Salarial do ABC (a nossa categoria tem duas datas-base: a do ABC, em 1º de junho, e a de São Paulo, em 1º de novembro), o sindicato patronal também usou da mesma artimanha e apresentou uma “Pauta de Reivindicação” retirando da Convenção Coletiva de Trabalho direitos como, por exemplo, cesta básica, refeição diária oferecida pelas empresas, seguro de vida, convênio médico, pagamento das horas extras de 60%, do adicional noturno de 35%, abono pelo Dia

Artigo do Chiquinho Pereira publicado no Jornal Metrô News em 21/09/2017

Sindicato, especialistas e trabalhadores debatem a Reforma Trabalhista do governo que mexe com direitos e conquistas

do Padeiro, entre outros. De pronto, o nosso Sindicato rejeitou a indecente proposta, ficando acordado um reajuste salarial recompondo a inflação do período, porém mantendo todas as cláusulas da CCT, sem prejuízo para os trabalhadores. O fato é que os patrões estão metendo os pés pelas mãos, pois a sede de retirar os direitos é maior do que a sensatez. Primeiro, porque, apesar da Reforma Trabalhista ter sido aprovada, ela só entrará em vigor a partir do dia 13 de novembro; segundo, porque há muitos tópicos que precisam de

ajustes e que ainda estão sendo debatidos pelo governo e as centrais sindicais, como, por exemplo, o trabalho intermitente e as mulheres grávidas trabalharem em ambiente insalubre, entre tantos outros. Porém, para os patrões, não basta retirar os direitos adquiridos há anos pelos trabalhadores. Eles querem ferir de morte os sindicatos e, para isso, fazem qualquer loucura, até ignorar a lei e desrespeitar o processo democrático, fundamental para salvaguardar o equilíbrio entre a relação capital e trabalho. Um exemplo dessa infeliz ideia

e da falta de limites do patronal foi a lamentável atitude do Sindicato das Indústrias de Panificação do ABC, quando enviou um comunicado aos escritórios de contabilidade das empresas proibindo o desconto da mensalidade associativa dos trabalhadores, questão que está prevista em lei. Ou seja, o patronal quer proibir o trabalhador de ser sócio do sindicato. Ora, de onde esses patrões tiraram tal decisão? A Reforma Trabalhista (repito, que entrará em vigor em 13 de novembro) não trata a questão dessa forma e não diz nada sobre proibir desconto

da contribuição associativa dos trabalhadores. Aliás, essa nova Lei Trabalhista veio para instituir uma forma de relação de trabalho no País digna de ser chamada de “escravidão moderna”, em que o capital explora os trabalhadores e estes ficam apenas com a ração para viver. Portanto, o cenário que se apresenta é o capital levando todas as vantagens possíveis e imagináveis enquanto os trabalhadores e suas entidades sindicais têm de executar enormes esforços para preservar os direitos e barrar as constantes ofensivas dos patrões. Infelizmente, essa realidade não está ocorrendo apenas com a nossa categoria. As campanhas salariais no Brasil, tristemente, se tornaram um verdadeiro cabo de guerra: os patrões tentando impor aos trabalhadores que abram mão de direitos básicos como cesta básica, PLR, plano de saúde, férias, horário de almoço de uma hora, entre outros, e, do outro lado, os trabalhadores e o Sindicato lutando por direitos que garantam as mínimas condições de sobrevivência e de uma vida melhor para as suas famílias. Chiquinho Pereira

Presidente do Sindicato dos Padeiros de São Paulo e Secretário de Organização e Políticas Sindicais da UGT Nacional

Campanha Salarial DE São PAulo/2017

MOBILIZAÇÃO E LUTA: ESSAS SERÃO AS MARCAS DA NOSSA CAMPANHA SALARIAL DESTE ANO! A nossa Campanha Salarial de São Paulo já começou. Esperamos desenvolver um bom diálogo nas negociações com o sindicato patronal e com as empresas, no sentido de chegarmos a bons termos. É fundamental nesse momento de grandes dificuldades para os brasileiros que o sindicato patronal use o bom senso e não leve os trabalhadores a mais um sacrifício. É preciso agir com sensatez e responsabilidade diante da nova Lei trabalhista, a qual exagera na retirada de direitos dos trabalhadores. A crise econômica do Brasil não pode ser resolvida à custa dos direitos e conquistas adquiridos dos trabalhadores. A Reforma Trabalhista, além de retirar direitos, irá impor uma relação de trabalho idêntica a que vivíamos à época da escravidão. Será como muitos estão chamando, uma relação de trabalho que terá como base a “escravidão moderna”. “As consequências que essa nova Lei trará aos trabalhadores brasileiros são imensas e, porque não dizer, daOutubro – 2017

Assembleia da Campanha Salarial São Paulo - 2017

nosas. Proposta como, por exemplo, o trabalho intermitente, na prática, acaba com o direito a férias, 13º salário, FGTS e aposentadoria. A criação das comissões de trabalhadores, sem a participação do sindicato, só irá beneficiar os patrões, que ficarão livres para impor seus inte-

resses aos trabalhadores.” Diz Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato. As homologações serão realizadas nas empresas, sem a presença do Sindicato, assim como o banco de horas, que poderá ser negociado diretamente com o trabalhador, o qual estará exposto às

pressões dos patrões. O intervalo para o almoço será de 30 minutos apenas, quando hoje é de uma (1) hora, podendo chegar a duas (2) horas e esse tempo foi baseado na necessidade do organismo do ser humano, que precisa repor energia para continuar a jornada de trabalho.

Esses são apenas alguns danos, entre tantos outros, que a nova Lei causará à vida dos trabalhadores. Para Chiquinho Pereira, “É preciso enfrentar a ganância propostas dos patrões. Para isso, os trabalhadores precisam contribuir fazendo a sua parte: seguir as orientações do nosso sindicato, participar das atividades que estamos realizando, seja nas assembleias gerais ou nas assembleias por local de trabalho, convidar os companheiros de trabalho para participar ativamente dessa luta”. Por isso, companheiros e companheiras, fiquem atentos as informações do nosso Sindicato e estejam preparados para lutar e garantir o reajuste do seu salário, sua PLR, sua cesta básica, seu adicional noturno, seu quinquênio, seu convênio médico, seu adiantamento salarial, seu abono pelo Dia do Padeiro, enfim, entre todos os direitos e conquistas que, infelizmente, estão sendo, severamente, ameaçados. 7


cidadania

OUTUBRO ROSA É UMA LUTA DE TODOS NÓS! O

movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa começou nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro. Posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano, o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade. 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas à prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas as ações eram e são até hoje direcionadas à conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosa, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de

modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas

adequar a iluminação já existente. A primeira iniciativa vista no Brasil em relação ao Outubro Rosa, foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo-SP. No dia 02 de outubro de 2002 quando foi comemorado os 70 Anos do Encerramento da Revolução, o monumento ficou iluminado de rosa. Essa iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama, que com o apoio de uma conceituada empresa europeia de cosméticos iluminaram de rosa o Obelisco do Ibirapuera em alusão ao Outubro Rosa

CAMPANHA DE SINDICALIZAÇÃO

A IMPORTÂNCIA Do sindicato NA VIDA DOS TRABALHADORES

O

s sindicatos são organizações de representação dos interesses dos trabalhadores, criadas para compensar o poder dos empregadores na relação contratual sempre desigual e reconhecidamente conflituosa entre capital e trabalho. Nascem na primeira metade do século XIX, como reação às precárias condições de trabalho e remuneração a que estão submetidos os trabalhadores no capitalismo. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, diz que “Toda pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para defesa dos seus interesses”. São resultado da ação organizada dos trabalhadores importantes avanços sociais, entre os quais se destaca a redução gradual da jornada de trabalho, de um total de até 16 horas, no século XVIII, para as atuais 8 horas ou menos, na maioria dos países. “Uma dimensão indispensável da democracia é a existência de um Sistema de Relações de Trabalho democrático”

Nas últimas décadas, o Movimento Sindical brasileiro, além da organização e defesa dos direitos da classe trabalhadora, tem exercido um importante papel na vida política nacional. Destaca-se sua atuação no combate à ditadura e na luta pela redemocratização do país, nas campanhas pela anistia, pelas eleições diretas para presidente da República e pela convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. “A atuação dos sindicatos contribuiu decisivamente para que a Constituição de 1988 reservasse todo o Artigo 7º aos direitos dos trabalhadores” Não é por acaso que o governo, atendendo as exigência dos empresários quer, a todo custo, destruir os sindicatos. À medida que se propõe acabar com os direitos dos trabalhadores (através das propostas de Reformas que estão em debate), aprofundando o desequilíbrio na relação capital e trabalho, não faz sentido permitir que os sindicatos continuem fortes e atuantes, pois teriam as condições necessárias para organizar os trabalhadores, no sentido de lutarem para reverter as Reformas aprovadas.

Assembleia de aprovação da Campanha Salarial no Sindicato

Por isso, companheiro e companheira, se antes dessa grave crise já era fundamental o fortalecimento das entidades sindicais, hoje essa condição se torna vital aos interesses da classe trabalhadora. Não se iluda com a propaganda e opinião da grande mídia, de setores ligados aos interesses dos empresários (os patrões) e do

governo que tentam desqualificar o papel e a importância da organização sindical. Para eles, quanto mais os trabalhadores ficarem desorganizados, isolados, sem um sindicato forte para lutar por seus interesses, melhor, pois, desta forma, facilita as condições para que eles explorem mais os trabalhadores e tirem todos os seus direitos.

Conheça alguns serviços prestados pelo nosso sindicato O objetivo do nosso Sindicato é lutar para defender os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da categoria. Direito à saúde, à justiça, ao descanso e ao lazer, por exemplo, são questões fundamentais para a nossa entidade de classe. Por isso, além de muita luta, o nosso Sindicato oferece aos seus associados uma série de benefícios que, muitas vezes, não são garantidos nem pelo governo e pelos patrões. Na sede do Sindicato o associado irá encontrar atendimento médico, odontológico e jurídico e nas subsedes ele conta com atendimento odontológico e jurídico. Além desses serviços, oferecemos convênios em faculdades com desconto a partir de 10%. O nosso Sindicato valoriza ainda o lazer e o descanso dos associados que podem usufruir da nossa Colônia de Férias em Caraguatatuba que é uma excelente opção de lazer no litoral norte de São Paulo. Lá tem tudo para você relaxar e se divertir com sua família. Confira:

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Colônia de Férias em Caraguatatuba: lazer e diversão para os associados e sua família

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Jornal a massa outubro 2017 (1)  
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