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ELEIÇÕES 2010

CHAPA 2 VENCE 2º TURNO

ATUAL DIRETORIA DO SINDESVU RECEBEU QUASE 70% DOS VOTOS, CONTRA 29% PARA A OUTRA CHAPA

O

resultado do segundo turno das eleições para a diretoria do Sindesvu não deixa margens a dúvidas: a esmagadora maioria dos vigilantes manifestou nas urnas a sua aprovação ao trabalho que a Chapa 2 vem desenvolvendo na direção do sindicato desde o final de 2009, quando ganhou o primeiro (e, até então, único) turno das eleições para o nosso sindicato. Infelizmente, a vontade da categoria e o acordo firmado pelas três chapas de respeitar o resultado daquele pleito não foram levados em consideração pela Justiça, que atendeu a um pedido da Chapa 1 e determinou a realização de um segundo turno, com as duas chapas mais votadas. Apesar de indignados com a traição da Chapa 1, que rompeu o acordo que ela mesma havia proposto e entrou na Justiça para exigir a realização do segundo turno, nós resolvemos decidir a questão da maneira mais democrática possível: NO VOTO!

A apuração das urnas foi feita na garagem do sindicato, com os portões abertos e à vista de todos os interessados. A mesa apuradora foi presidida pelo delegado do Ministério do Trabalho em Uberlândia. Membros das duas chapas acompanharam atentamente a contagem dos votos.

Partirmos então para a disputa eleitoral, com a certeza de que os vigilantes saberiam separar quem realmente luta

pela categoria, daqueles que durante 20 anos se aproveitaram do nosso sindicato para atender a seus interesses pessoais.

Turma do Carlão fez o possível para tumultuar o processo eleitoral Como já esperávamos, a Chapa 1 tentou o tempo todo tumultuar o processo eleitoral. Dois dias antes do pleito, com tudo pronto para começar a eleição, ela entrou na Justiça com um pedido de adiamento do segundo turno, o que foi negado pelo juiz por não ter qualquer fundamento. Depois, tentaram o tempo todo dificultar o trabalho da Junta Eleitoral, formada já no primeiro turno por representantes do sindicato e das três chapas concorrentes, com a missão de dirigir o processo eleitoral de maneira democrática e transparente. Nisso, também não obtiveram sucesso. Por fim, orientados pelo mesmo assessor que propôs o acordo do 1º turno e não foi homem para honrá-lo, partiram para uma última jogada desesperada: abandonaram o processo eleitoral pouco antes da abertura das urnas, na tentativa de impedir a apuração dos votos e a revelação da esmagadora vitória da Chapa 2.

Teve mesário da Chapa 1 que abandonou o carro que trazia a urna de Ituiutaba e outro que se recusou a lacrar a urna sob sua responsabilidade e a abandonou bem em frente à sede do sindicato, à vista de todos. Apesar dos mesários e fiscais da Chapa 1 terem fugido mais rápido que os corredores da São Silvestre, a manobra articulada pelo “Carlão” e seu assessor para “assuntos fraudatórios” não foi bem sucedida. Todas as urnas foram devidamente recebidas pela Junta Eleitoral, que conferiu os lacres e atestou a inviolabilidade dos mesmos, inclusive com o testemunho dos PMs presentes, que também registraram os fatos em boletim de ocorrência. Das oito urnas usadas na eleição, apenas uma foi impugnada pela Mesa Apuradora, a pedido da Chapa 2, para evitar qualquer questionamento sobre a lisura do pleito: aquela que não tinha sido lacrada, porque o mesário da Chapa 1 se “escafedeu” antes de entregá-la à Junta Eleitoral.

Apesar da fuga em massa da Chapa 1, o trabalho de apuração dos votos ocorreu normalmente, de maneira pública e à vista de todos os presentes, inclusive de alguns membros e apoiadores da Chapa 1, que não aceitaram ser cúmplices dessa manobra escusa e ficaram firmes até o final dos trabalhos. Na verdade, o objetivo do “Carlão” e daqueles que continuaram apoiando a sua chapa não era disputar a eleição no voto. O que eles queriam, ao pleitear a realização de um segundo turno, sabendo que não tinham a menor condição de ganhar, era cavar a anulação de todo o processo eleitoral. Só assim, passando por cima da vontade dos vigilantes e provocando uma intervenção judicial no nosso sindicato, é que o “Carlão” e sua turma teriam alguma chance de voltar ao poder, contando é lógico com uma certa “ajudinha” dos empresários que sempre os apoiaram.


2 O VIGILANTE

EDITORIAL

AS MENTIRAS DA CHAPA 1

Uma vitória que não é só da Chapa 2

Quem não tem o que dizer, inventa...

A esmagadora votação recebida pela Chapa 2 seria, sem dúvida, ainda maior, se tivessem sido apurados os 74 votos da urna que foi impugnada por culpa da Chapa 1 (esta urna percorreu dezenas de postos de trabalho em Uberlândia). Mesmo assim, foi uma vitória memorável, que dedicamos a todos os companheiros e companheiras que se esforçaram, durante os três dias de eleição, para conquistar cada voto recebido pela Chapa 2. Queremos agradecer também, de todo o coração, a cada vigilante que fez questão de exercer o seu direito de voto. Às vezes fazendo sacrifícios e mesmo se expondo a acidentes (como infelizmente chegou a acontecer), unicamente com o objetivo de depositar o seu voto e a sua esperança numa das urnas da eleição. Somos agradecidos, também, aos companheiros e companheiras que apoiaram a nossa chapa e trabalharam nesses três dias como mesários e fiscais. Sem esquecer dos membros da Junta Eleitoral, que apesar de todas as dificuldades ficaram em seus postos até o final da apuração, para garantir que todo o processo eleitoral transcorresse com lisura e transparência. Neste sentido, foi muito importante também o apoio que o sindicato recebeu da Polícia Militar de Minas Gerais, que garantiu a tranqüilidade dos trabalhos nos três dias de coleta de votos e durante a apuração das urnas, à qual agradecemos aqui na pessoa do seu comandante em Uberlândia, Coronel Crovato. Por fim, agradecemos publicamente ao Dr. Juracy Alves Reis, delegado do Ministério do Trabalho e Emprego em Uberlândia, que sacrificou a madrugada com sua família para assumir a responsabilidade de presidir a Mesa Apuradora das nossas eleições, de forma a garantir que a voz das urnas representasse, realmente, a vontade do trabalhador. Milton Campos Diretor Presidente

Muito obrigado!

digna de pena a tentativa da Chapa 1 de inventar desculpas para justificar o injustificável. Ou seja, ter abandonado covardemente o processo eleitoral a menos de 2 horas da abertura das urnas, para tentar evitar a derrota que, mesmo assim, seria mais honrosa do que a manobra sórdida praticada de última hora pelo “Carlão” e sua corja de fraudadores profissionais.

É

As desculpas esfarrapadas da Chapa 1 para seu ato de covardia, expostas em um boletim que eles andaram distribuindo em alguns postos de trabalho, não se sustentam ao mais leve exame, senão vejamos: 1 – Segundo a Chapa 1, seus membros teriam sofrido “ameaças de agressão física” e “ações de intimidações” [sic] por parte de “civis armados trabalhando para a Chapa 2” – pura invenção, nada disso aconteceu e nem foi denunciado por qualquer membro da Chapa 1 ou qualquer eleitor durante os três dias de votação. Nenhum mesário, presidente de mesa, fiscal e nem mesmo os advogados da Chapa 1 registraram qualquer protesto desse gênero nas atas das mesas coletoras de voto, mesmo naquelas em que a Chapa 1 estava em maioria, e nem houve qualquer denúncia desse tipo para a Junta Eleitoral. Além disso, a eleição foi acompanhada de perto pela Polícia Militar, que também não registrou nenhum boletim de ocorrência desse tipo; 2 – Segundo a Chapa 1 “as urnas só podiam passar nos locais que a Chapa 2 determinava” – outra mentira deslavada, porque o itinerário das urnas constava do edital de convocação do segundo turno. Todos os postos de trabalho que foram indicados posteriormente pelas chapas, durante a coleta de votos, foram incluídos nos itinerários das urnas volantes, como consta das atas das mesas coletoras de votos, assinadas pelos mesários e fiscais das duas chapas, inclusive da própria Chapa 1.

3 – Segundo a Chapa 1, “mais de 150 nomes de pessoas teriam sido colocados na lista

de votação” – mais uma mentira absurda, pois a lista de votantes da eleição foi conferida e re-conferida pelos representantes das duas chapas. Ela foi comparada com as fichas de sindicalização assinadas pelos trabalhadores e as listas de desconto da mensalidade sindical, para só depois ser homologada pela Junta Eleitoral, justamente para evitar qualquer possibilidade de fraude desse tipo. Quem tentou impedir os vigilantes da cidade do Prata e de Tupaciguara de votar foi a Chapa 1, que também tentou tirar da relação de votantes os vigilantes das empresas Fox, Minas Fort e TBI, sem qualquer justificativa. O que o “Carlão” pretende com esse monte de mentiras? É tentar voltar de qualquer maneira à direção do sindicato, da qual já foi afastado por decisão judicial irrevogável e pela vontade soberana dos trabalhadores da categoria, manifestada em duas eleições seguidas. E para quê ele quer voltar? Não é porque ele está pensando no que é melhor para o trabalhador. É para continuar ajudando alguns patrões que são “assim com ele” e para tentar tirar de cima dele próprio os processos sobre desvio de recursos do sindicato (mais de 100 mil reais) e de patrimônio da entidade (duas motos e um carro registrados em nome do sindicato), durante a sua gestão na presidência do SINDESVU. Um desses processos, inclusive, será julgado no próximo dia 28/01, às 10:30 horas, na 3ª Vara do Trabalho de Uberlândia. Esta, companheiros, é a triste verdade que está por trás das mentiras da Chapa 1...

EXPEDIENTE

Para maiores informações, entrar em contato com a central de atendimento em Uberlândia, na Av. João Pinheiro, 926, Centro, ou pelo telefone (34) 2102-6800

O boletim informativo O VIGILANTE é uma publicação do Sindicato dos Vigilantes de Uberlândia e Região Presidente: Milton Campos Diretor de Imprensa: Felizardo Jornalista Responsável: Francisco Medeiros – MTE 14.904/SP Edição: Janeiro de 2011 Tiragem: 2.000 exemplares Fotolito: Smart Color Impressão: Gráfica Aline

SEDE EM UBERLÂNDIA: Av. Monsenhor Eduardo, 157 - Bairro Bom Jesus – CEP 38400-748 - Fones: (34) 3212-5315, 3212-4795 e 3212-0494 SUBSEDE EM ITUIUTABA: Av. 13, nº 598, 3º piso, sala 31 - Edificio Vila Rica Bairro Progresso - CEP 38300-140 - Fone: (34) 3238-1380 SUBSEDE EM ARAGUARI: Praça Prefeito Elmiro Barbosa, nº 108 Centro - CEP 38440-014 - Fone: (34) 3242-7987


O VIGILANTE 3

ELEIÇÕES 2010

Diga-me com quem andas e te direi quem és... A atitude vergonhosa do presidente do Sindicato dos Vigilantes de Belo Horizonte durante o segundo turno mostra bem que tipo de pessoa anda junto com o “Carlão”. Na eleição de 2007, este elemento teve participação direta na fraude que anulou o pleito, pois era o responsável pela urna que foi fraudada. Depois da nossa vitória em 2009, ele mandou correspondência para as empresas de vigilância em Uberaba, mandando cancelar o desconto da mensalidade sindical dos vigilantes filiados ao nosso sindicato. Junto com essa correspondência, havia cópias de documentos roubados da sede do SINDESVU, durante um arrombamento ocorrido alguns dias depois da eleição que deu a vitória à Chapa 2. Em Brasília, ele fez lobby na reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) do Ministério da Justiça, que pune as empresas de vigilância que não cumprem a legislação, para beneficar a empresa Embraforte, contrariando inclusive o parecer da Polícia Federal. A índole pelega desse senhor já é famosa até entre os vigilantes da sua própria base. No ano passado, durante uma assembléia da campanha salarial do Transporte de Valores, o pelegão foi obrigado a se esconder dentro de um banheiro para não apanhar dos trabalhadores da categoria, os quais ficaram revoltados com as ameaças de demissão feitas por ele, caso os vigilantes não aceitassem a proposta dos patrões. Que tipo de sindicalista é esse que apanha da sua própria categoria? E o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Montes Claros está indo pelo mesmo caminho. Ele e sua funcionária, dona Zilma, são mais dois que abandoraram suas responsabilidades durante o 2º turno das eleições para o nosso sindicato.

NOVOS CONVÊNIOS

Sindicato expande convênios para as cidades da região A diretoria do SINDESVU firmou novos convênios para os vigilantes sindicalizados. Confira: Araguari: è Barbearia Santos ( Edilson ) Rua Professora Lourdes Naves,303 Centro - fone: 3241-5710 è Barbearia Santa Terezinha (Nivaldo ) Rua Jaime de Araújo, 409 - Bairro Sta. Terezinha - fone: 3246-2649 Prata: è Kaká Cabeleireiros (Lázaro) Av. Amazonas, 763 Centro - fone: 3251-0405 Sta. Vitória: è Barbearia Santos ( Edilson ) Rua Professora Lourdes Naves,303 Centro - fone: 3241-5710

CAMPANHA SALARIAL

Só nosso sindicato resiste à retirada de direitos da Convenção Coletiva A negociação salarial deste ano até que não seria tão difícil se o nosso sindicato não tivesse que resistir sozinho à pretensão do sindicato patronal de retirar direitos adquiridos da nossa Convenção Coletiva de Trabalho. E o que eles querem retirar não é pouca coisa: é simplesmente a multa que as empresas têm que pagar quando descumprem alguma cláusula da nossa convenção coletiva. Se mesmo com a multa, tem empresa que não cumpre a convenção, imagine sem ela! E os outros sindicatos ainda estão “pensando” se abrem mão ou não dessa cláusula! Por isso é que na última reunião de negociação, que aconteceu no dia 14/01, em Belo Horizonte, nós negociamos em separado com os patrões. Nesta reunião, além da retirada da multa,

os patrões apresentaram a seguinte proposta: reajuste igual ao INPC (6,47%) nos salários e na cesta básica; três por cento a mais no adicional de risco de vida (que passaria de 3% para 6%); ticket por dia trabalhado no valor líquido de R$ 5,60; e modificação na forma de pagar o adicional noturno para adequá-la à Súmula 60 do TST (sem prejuízo para o trabalhador). A diretoria do SINDESVU vai chamar em breve uma nova assembléia dos vigilantes do Patrimonial para avaliar a proposta das empresas e decidir a continuação da campanha salarial. Fique atento!

Segurança em Eventos

Projeto que amplia mercado de trabalho dos vigilantes enfrenta resistência de vereador O Projeto de Lei nº 141/2009, de autoria do vereador Delfino Rodrigues (PT), que estabelece o serviço de segurança especializada em eventos públicos, ampliando dessa forma o mercado de trabalho da nossa categoria, está enfrentado forte resistência na Câmara Municipal, por parte do vereador Wilson Pinheiro (PTC). Pela proposta, a realização de eventos públicos, em local aberto ou fechado, com ou sem fins lucrativos, que dependa de alvará da Prefeitura, deverá cumprir algumas normas que objetivam dar maior segurança à atividade, dentre elas a contratação de empresas de segurança especializadas, o que vai acabar com o espaço hoje ocupado pelos clandestinos e aumentar o número de empregos formais para os vigilantes. Apresentado em 2009 pelo vereador Delfino, o projeto foi reapresentado no último dia 2 de dezembro, na forma de substitutivo, assinado também pelos vere-

adores Professor Neivaldo (PT), Ronaldo Alves (PSC), Márcio Nobre (PSDC), Willian Alvorada (PDT) e Carlito Cordeiro (PSDB). O único contra, até o momento, é o vereador Wilson Pinheiro… Por que será?

ESQUADRA

Sindicato abre negociação para regulamentar escolta O Sindesvu iniciou as negociações com a empresa ESQUADRA para elaboração de um acordo coletivo sobre o trabalho de escolta. As demais empresas que prestam serviços de escolta na região e não têm acordo coletivo com o sindicato devem seguir a convenção coletiva da categoria.

Agora, você pode sorrir despreocupado! O Sindicato, preocupado com sua saúde e de sua família, realizou uma parceria com o Odontoplano Belo Dente, que está sendo o maior sucesso. Para maiores informações sobre a forma de adesão dos vigilantes ao plano odontológico, ligue no sindicato (34) 3212-5315, 3212-4795 e 3212-0494 ou na Belo Dente (31) 3014-3088, Com Vander ou (34) 2102-6822, com Ana Maria.


4 O VIGILANTE

BRINKS

Empresa é obrigada a melhorar condições de trabalho dos vigilantes TROFÉU ABACAXI

Vigilantes do DMAE fazem protesto

Está aí mais uma empresa que não queria conversa com o sindicato. Como não havia diálogo, a diretoria do SINDESVU acionou o Ministério do Trabalho, que realizou uma reunião de mediação no dia 22 de novembro. Nesta reunião, a BRINKS teve que promover três vigilantes que estavam em desvio de função e se comprometer a contratar mais trabalhadores para funções que não são de vigilância, inclusive para fazer a higienização das suas instalações.

EQUIPE é campeã do mês de desrespeito ao trabalhador Os vigilantes da empresa EQUIPE que prestam serviços no DMAE fizeram um protesto, em conjunto com o sindicato, no dia 12/01, para denunciar o constante atraso no pagamento dos salários e na entrega das cestas básicas, além de outras irregularidades praticadas pela empresa. A diretoria do SINDESVU, presente na manifestação, cobrou da direção do DMAE o motivo pelo qual o órgão renovou o contrato com a EQUIPE, mesmo sabendo que a empresa não cumpria com suas obrigações trabalhistas. Em audiência no Ministério Público do Trabalho, realizada no dia 13/01, a empresa se comprometeu a pagar os salários atrasados em 24 horas e a entregar a casta básica e os tickets até o dia 31/01. A empresa se comprometeu também a resolver as demais pendências denunciadas pelo sindicato. Caso não cumpra esse compromisso, o seu contrato com o DMAE será rescindido e o órgão público abrirá lici-

tação emergencial para contratação de outra empresa de vigilância. Segundo informações recebidas pelo sindicato, a EQUIPE também não está cumprindo suas obrigações trabalhistas com os vigilantes que prestam serviços no Aeroporto, Correio, Ministério Público e na CEMIG De acordo com o responsável pela segurança do aeroporto de Uberlândia, a Infraero irá abrir licitação emergencial para trocar de empresa. E a CEMIG já abriu processo investigatório para saber se a empresa está cumprindo com suas obrigações legais nos vários postos de trabalho do estado. A direção do SINDESVU estava há tempos tentando falar com a direção da EQUIPE e com o DMAE sobre o descumprimento das obrigações trabalhistas, sem qualquer sucesso. Graças à mobilização dos vigilantes, a questão está sendo finalmente resolvida. Pois é, bem que diz o ditado: “se não vai pelo amor, então vai pela dor…”

Teve ainda que se comprometer a regularizar a situação da CIPA e emitir as CATs relativas aos acidentes de trabalho verificados. Além disso, foi obrigada a construir vestiários separados para homens e mulheres, e fazer as devidas correções nas instalações elétricas. Segundo informação da empresa, o resultado da brincadeira é que ela teve que gastar mais de R$ 90 mil para fazer as alterações exigidas pelo Ministério do Trabalho. Nada mais justo, porque a BRINKS apenas corrigiu as condições insalubres e perigosas a que estavam submetidos os vigilantes nas dependências da empresa.

TOLERÂNCIA ZERO

Sindicato cobra intrajornada na Justiça Mais seis empresas vão ter que responder na Justiça pelo não cumprimento do intervalo intrajornada: CJF, PROSEGUR, PROFORT, ALPHA, PLANTÃO e CONFEDERAL. Com estas, já são 10 empresas que estão sentindo o efeito da política de TOLERÂNCIA ZERO do sindicato. As audiências estão marcadas para os seguintes dias: M UNISERV (dia 07/02, 7:30hs, 2ª Vara) M EQUIPE (dia 03/03, 10:20 hs, 2ª Vara) M ESQUADRA (dia 16/02, 8:26 hs, 4ª Vara) M CORAL (dia 25/01, 8:20 hs, 3ª Vara) M TBI (dia 18/03, 8:30 hs, 1ª Vara) M PROSEGUR (audiência não marcada) M CJF (audiência não marcada) M CONFEDERAL (audiência não marcada) M PLANTÃO (audiência não marcada) M ALPHA (audiência não marcada)

PROSEGUR

TELHADO AMEAÇA CAIR NA CABEÇA DOS VIGILANTES Taí mais uma empresa que vai precisar de uma “forcinha” para entrar nos eixos. O sindicato solicitou ao Ministério do Trabalho que intermediasse uma reunião com a PROSEGUR para tratar de uma série de irregularidades, dentre elas a infestação de cupins no telhado da empresa, que corre o risco de desabar; a falta de vestiários separados; a falta de condições sanitárias no refeitório; e o não cumprimento do intervalo intrajornada.

Administração do aeroporto nem esperou pela manifestação e anunciou a troca da empresa de vigilância.

A reunião está marcada para o dia 18/01. No próximo jornal, informaremos o que ficou decidido. Mas com certeza, será mais uma empresa que daqui para a frente aprenderá a respeitar mais os seus empregados e o SINDESVU.

O Vigilante janeiro 2011  

Jornal do Sindicato dos Vigilantes de Uberlândia, janeiro 2011

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