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Revista

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Opinião

Mais um ano de pandemia e de desafios em nossas vidas Em março do ano passado, nos demos conta de que estávamos diante de algo totalmente novo, um vírus sobre o qual ninguém tinha ouvido falar e que iria mudar radicalmente nossas vidas. A pandemia provocada pelo novo coronavírus mudou rotinas, deixou toda a sociedade apreensiva, pessoas perderam seus empregos, pequenos negócios fecharam as portas. Vivemos um ano difícil em vários aspectos, com o risco sempre presente de que o sistema de saúde poderia entrar em colapso caso o ritmo do contágio se intensificasse. O mercado de seguros sentiu os impactos das medidas sanitárias tomadas pelas autoridades, de distanciamento social e proibição da realização de diversas atividades, inclusive as escolas que tiveram que se adaptar a um modelo de educação online, antes restrito a alguns cursos de graduação e pós-graduação. A verdade é que todos nós, em maior ou menor grau, sentimos o impacto da pandemia. Alguns sentiram os efeitos da doença e outros tantos perderam parentes e amigos. Muitos acreditam que 2020 foi um ano perdido, mas não consigo ver assim com tanto pessimismo, apesar das muitas perdas e das dificuldades que enfrentamos. Não posso falar de outros segmentos profissionais, mas como presidente do Sincor-ES posso afirmar que o setor se mostrou bastante preparado para enfrentar as mudanças. Isso pode ser observado na rapidez com que as seguradoras ofereceram respostas ao mercado, aos seus clientes e aos corretores de seguros, adaptando suas estruturas para atenderem virtualmente sem perder o controle a qualidade dos serviços prestados. Do lado dos corretores de seguros também percebemos como nossos profissionais estão preparados para enfrentar mudanças e como já estão sintonizados com as novidades tecnológicas. O mercado de seguros, como ocorreu com diversos segmentos, sofreu quedas em faturamento, mas, de modo geral, podemos dizer que houve um ganho: a sociedade voltou seus olhos para o seguro como algo fundamental. Já no início da pandemia algumas seguradoras se anteciparam em garantir coberturas em seus seguros para a Covid-19, ainda que não houvesse previsão dessa cobertura nos contratos. Isso demonstrou, a meu ver, maturidade do mercado e, sobretudo, compromisso com a real missão do seguro que é oferecer proteção à sociedade no caso de eventos imprevistos e causadores de danos, seja às pessoas ou aos bens materiais. É bem verdade que ainda temos muito que avançar em algumas carteiras, como é o caso do seguro de vida ainda pouco explorado pelos corretores de seguros e muito desconhecido da maioria da população. O ano de 2021 começou com uma expectativa de que teríamos um ano melhor, livre do fantasma da Covid-19 ou pelo menos com a situação sob controle. Mas não foi isso que ocorreu, com o aumento de casos após o carnaval e uma sobrecarga no sistema de saúde. Isso tudo nos faz pensar que precisamos encontrar soluções coletivas para os nossos problemas. A pandemia não vai passar apenas porque estamos todos cansados de ficar em casa, ou estamos cansados de trabalhar em home office ou porque a economia não pode parar. A economia não pode parar, mas a vida das pessoas também não. E nós, do mercado de seguros, sabemos do compromisso que é preciso assumir com as vidas das pessoas. Vivemos tempos difíceis e tudo indica que 2021 será um ano difícil, em que ainda conviveremos por bastante tempo com a pandemia. Enquanto não houver vacinação para todos os brasileiros, não poderemos respirar aliviados. Por isso, o Sincor-ES continua suas atividades, prestando assistência aos corretores e trabalhando em prol do mercado de seguros. Estamos atentos às mudanças e trabalhando, para que os impactos da pandemia sejam menores no mercado e na vida de todos nós.

José Rômulo da Silva - Presidente do Sincor-ES

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EXPEDIENTE SEDE PRÓPRIA Endereço:- Rua Frederico Lagassa, Nº 30 Conj. 509/512 - Edf. Scheila - Bairro Gurigica, Vitória, Espírito Santo Site: www.sincor-es.com.br E-mail: sincor-es@sincor-es.com.br Diretoria Presidente: José Rômulo da Silva 1º Vice-Presid.: José Alexandre Cid Pinto 2º Vice-Presid.: Nicolau Marino Calabrez 1º Secretário: Renato Silva de Bittencourt 2º Secretário: Deusdete Mantovanelli 1º Tesoureiro: Antonio José Alvarenga Imperial 2º Tesoureiro: Leonardo Souza Bergamini Diretor Social: Luiz Amaury Gontijo Dir. Mark. e Eventos: Antonio Nelson B. Fortunato Dir. Informática: Jaime Balbino de Oliveira Dir.Rel.c/Merc.: Neudon de Almeida Valadão Suplentes Ana Júlia Merotto, Luiz Cláudio Firme Pina e Guilherme Moraes Rueda Conselho Fiscal Maria Angélica Batista e Rene Neves Farias Suplentes de Conselho Fiscal Santa de Luziê Laiber de Oliveira, Dagmar Alves Mauricio Machado e Luiz Ferdinando Zanette Delegados Representantes junto a Fenacor-Efetivos José Rômulo da Silva e José Alexandre C.Pinto Delegados Representantes junto a Fenacor-Suplentes Nicolau Marino Calabrez e Antonio José Alvarenga Imperial Jornalista Marcilene Forechi Diagramação Ivo Tadeu Basilio Impressão GM Gráfica e Editora Ltda

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Geral....................................... 2125-6666 ................................................ 2125-6667 Deptº Adm./Financ.................. 2125-6669 Cadastro Corretor................... 2125-6676 Revista Sincor-ES.................. 2125-6671

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Sumário

Bilhete do Presidente

“Um abraço” O que você faz quando está com dor de cabeça, ou quando está chateado? Será que existe algum remédio para aliviar a maioria dos problemas físicos e emocionais? Pois é, durante muito tempo estivemos à procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doenças, que curasse nossa depressão e que nos aliviasse o estresse. Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos laços afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos. Encontramos! O remédio já havia sido descoberto e estava à nossa disposição. O mais impressionante de tudo é que não custa nada. Aliás, custa sim, custa abrir mão de um pouco de orgulho, um pouco de pretensão de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros. É o abraço. O abraço é milagroso. É medicina realmente muito forte. O abraço, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doenças, curar a depressão, fortificar os laços afetivos. O abraço é um excelente tônico. Hoje, sabemos que a pessoa deprimida é bem mais suscetível a doenças. O abraço diminui a depressão e revigora o sistema imunológico.

O abraço injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abraçada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abraço prolonga a vida e estimula a vontade de viver. Ouvimos, há algum tempo, a teoria muito interessante de uma psicóloga americana, dizendo que se precisa de quatro abraços por dia para sobreviver, oito abraços para manter-se vivo e doze abraços por dia para prosperar. E o mais bonito é que esse remédio não tem contraindicação e não há maneira de dá-lo sem ganhá-lo de volta. Temos visto, colado nos vidros de alguns veículos, um adesivo muito simpático, dizendo: Abrace mais! Eis uma proposta nobre: Abraçar mais. O contato físico do abraço se faz necessário para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada. O abraçar mais é um excelente começo para aqueles de nós que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros. Só quem já deu ou recebeu um sincero abraço sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer. Muitos pedidos de perdão foram traduzidos em abraços... Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abraços.

Muitos sentimentos de saudade foram calados por abraços. Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abraço. Assim, convidamos você a abraçar mais. Doe seu abraço apertado para alguém, e receba imediatamente a volta desse ato carinhoso. Utilize a terapia do abraço contra a tristeza e a depressão. Abrace, afetuosamente, a quem você ama e transmita as emoções desse seu sentimento. Abrace e transmita bem-estar, paz. Pense nisso! Abrace mais você também.

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Notícias Sala de Visitas Mês internacional da mulher Qualificação Mercado Artigo Seguro de Vida e

Acidentes em Grupo para atender as

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Notícias

Motorista aguarda indenização de associação de proteção veicular há cinco meses

De acordo com uma matéria veiculada pelo portal São Gonçalo, no dia 8 de março, Josué Lopes da Rocha, morador do Mutuá, comprou um carro em julho de 2020 e assinou um contrato com a associação ‘Proteja Já Brasil Auto’. Em outubro de 2020, Josué teve seu carro furtado no Méier. Ele acionou a empresa, que não realizou a indenização.

O motorista revelou ao portal que, ao entrar em contato com a associação e pedir o rastreamento do veículo, foi solicitado que o cliente fizesse, primeiro um boletim de ocorrência na delegacia. Josué fez o registro na polícia e a ‘Proteja Já’ pediu 30 dias para encontrar o veículo. Caso o carro não fosse encontrado, começaria o processo de indenização. De acordo com Josué, após os 30 dias, a empresa não localizou o carro e alegou que o documento de compra e venda do veículo estava rasurado e, por isso, não tinha como realizar o pagamento. O motorista, de 40 anos, confirmou o equívoco na hora da assinatura, relatando que a compra foi no nome do pai e que ele assinou errado

no documento. Conforme conta o motorista, a empresa reiterou que era necessário apenas um documento de procuração, feito em cartório, que passasse os direitos de decisão do pai para Josué. O documento foi feito e enviado para a empresa responsável pelo veículo. Segundo Josué, depois do envio, a associação alegou que não poderia pagar por conta de uma pendência bancária do cliente. Contudo, o banco afirmou que isso não era um impeditivo e que a ‘Proteja Já’ poderia indenizar o motorista. É importante lembrar que a proteção veicular não é um seguro e as associações que a oferecem não são seguradoras, nem corretoras. Assim, não contam com a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), entidade ligada ao Ministério da Fazenda que regula o setor de seguros.

Falso seguro de automóvel pode transformar sonho em pesadelo O jornal A Gazeta, no último dia 17/03, publicou um alerta sobre associações de proteção veicular, os “falsos seguros de automóvel”. A publicação alerta que há ofertas de garantias contra alguns eventos sob a denominação de “proteção veicular”, que são vendidas como se fossem um seguro, mas com intenção enganosa. Ainda segundo o veículo, o valor oferecido ao consumidor pelas empresas de proteção veicular é menor, mas o barato pode sair caro porque as associações e cooperativas de “proteção veicular” não oferecem garantias que obedeçam às normas e regras impostas ao setor de seguros, como registro e fiscalização de funcionamento pelos órgãos de governo responsáveis pela atividade seguradora, no caso, a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo Antonio Carlos Costa, presidente do Sindicato das Seguradoras do

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Rio de Janeiro e do Espírito Santo, o seguro de automóvel possui grande variedade de coberturas e é importante que o consumidor busque um corretor credenciado para encontrar a melhor opção de acordo com as suas necessidades e não caia em propaganda enganosa. Para evitar que as pessoas sejam lesadas, o sindicato esclarece as principais diferenças entre seguro e “proteção veicular”. São elas: Riscos e perdas: A “proteção veicular” é precária por vários motivos e expõe seus associados e cooperados a riscos e perdas. Regulamentação e fiscalização: O seguro de veículos tem de obedecer a uma regulamentação e fiscalização rígidas da Susep, o que garante todos os direitos do consumidor. Sem assistência: O Procon não dá assistência à pessoa lesada pelo serviço de “proteção veicular”

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Cancelamento: Se o segurado precisar cancelar seu seguro, as seguradoras fazem isso a qualquer momento. Na adesão às associações e cooperativas, isso só pode ser feito depois de 180 dias. Garantia: Fazer seguro do veículo é uma espécie de investimento. É ter a garantia de que, caso ocorra algum evento como acidente, roubo, furto, etc, as obrigações contratuais, se foram assumidas por uma seguradora, serão cumpridas e honradas no prazo estabelecido pela Susep – não mais de 30 dias. Com a “proteção veicular”, o gasto pode ser em vão e o consumidor ficará desprotegido quando mais precisar. Autorização: Entre em contato com um corretor de seguros e se informe no site da Susep se a oferta vem de empresa autorizada e fiscalizada para oferecer seguro. Fonte: CQCS -18/03/2021


Notícias

Novas carteiras de identidade já estão sendo emitidas Um novo modelo de Carteira de Identidade, também conhecida como RG (Registro Geral), passou a ser emitida desde o dia 1º de março em todo o estado do Espírito Santo. A nova versão traz mais itens de segurança, como forma de evitar a falsificações, e informações adicionais. Além dos números de RG e do Cadastro de Pessoa Física (CPF), o documento vai exibir os números da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), da Carteira de Trabalho, do Título Eleitoral e do Tipo Sanguíneo. Essas informações, no entanto, são opcionais, sendo possível ao cidadão escolher se deseja tê-las em sua nova Carteira de Identidade. Também será possível indicar se a pessoa possui alguma doença ou alergia, além de cegueira e surdez, o que irá facilitar possíveis atendimentos médicos. Outra alteração diz respeito ao tamanho do documento, que passa a ser menor, semelhante ao tamanho da CNH. Além dos benefícios para o cidadão, o documento ficou mais difícil de ser falsificado. As novas tecnologias permitem

itens de segurança, como as novas fibras, que serão identificadas com luzes especiais. A nova cédula também permite que pessoas trans utilizem o nome social, sem que tenham que alterar o Registro Civil. O nome aparecerá em destaque no documento, mas o nome do Registro Civil também irá constar na carteira. O valor da emissão da nova Carteira de Identidade será de R$ 61,98, valor semelhante ao valor atual. Não será necessário substituir a Carteira de Identidade antiga pela nova, já que não existe prazo de validade. A substituição é feita sempre que não se torna mais possível identificar a pessoa pela foto do documento, em função de mudanças físicas. Por mês, são recebidas cerca de 20 mil solicitações de novos documentos e acredita-se que a demanda não deve aumentar muito. A mudança ocorreu em todo o país a partir do dia 1º de março de 2021, mas o documento já estava sendo emitido em alguns estados, como Ceará, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo. Fonte: A Tribuna, em 26/02/2021

Cidadão O serviço de emissão de Carteira de Identidade na Casa do Cidadão, em Itararé, será ampliado. Desde 15 de março, o atendimento passou a ter duas horas a mais, passando a funcionar das 12h às 18 h, de segunda-feira a sexta-feira. Antes, o funcionamento era das 13h às 17 h. A iniciativa é uma parceria da Secretaria Municipal de Cidadania, Direitos Humanos e Trabalho (SEMCID) e a Polícia Civil .

Bafômetro As equipes de trânsito da Guarda Civil Municipal de Vitória irão utilizar o etilômetro nas operações, mais conhecido como bafômetro, para fiscalizar e combater embriaguez ao volante, reforçando a segurança nas vias da capital , evitando acidentes. Nas próximas blitze, a Guarda Municipal vai usar o etilômetro, inclusive o equipamento passivo, que capta a presença de álcool no ar, não havendo necessidade de que o motorista assopre no bocal.

Circular traz mudanças na atuação dos corretores

O presidente da Federação Nacional de Seguros (FenSeg), Antonio Trindade, acredita que o seguro vive um novo momento a partir da Resolução da Superintendência de Seguros Privados (Susep) que simplifica e, ao mesmo tempo, ampli-

fica o potencial de cobertura das apólices de danos e seguros massificados, que inclui ramos como automóvel e residencial. As informações são do jornal Valor Econômico, em matéria publicada no dia 4 de março. A partir da Circular Susep 621, a autarquia permite que as companhias seguradoras façam combos, combinem coberturas e desenhem produtos para nichos específicos, ou seja, existe a possibilidade de se reunir várias coberturas em uma só apólice. Além disso, a Susep definiu que a vigência das regras para seguros de danos e massificados passa a ser imediata para produtos novos. As apólices já comercializadas têm 180 dias para adaptação, prazo que termina em agosto. A nova circular tende a provocar uma mudança na atuação dos corretores de seguros, na medida em que os consumi-

dores vão precisar de uma venda mais consultiva. “Os corretores e canais de distribuição vão ter de se reorganizar”, afirma o presidente da FenSeg. Na visão de Trindade, “os novos produtos das seguradoras vão ser muito diferentes dos atuais”. Para o vice-presidente de Seguros da Porto Seguro, Marcelo Picanço, com a possibilidade de combos, o mercado vai sair da visão de transação onde cada item é um mundo apartado do outro. O executivo menciona as coberturas de residência e automóvel, que têm sido tratados como produtos diferentes ainda que para o mesmo cliente. O executivo também avaliou que combinar várias coberturas em um mesmo produto pode beneficiar os consumidores tanto pela simplificação quanto pelo custo.

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Notícias

Mudanças no Seguro DPVAT provocam muitas reclamações no Espírito Santo

A Caixa Econômica Federal assumiu a gestão do Seguro DPVAT, o seguro obrigatório, que indeniza vítimas de acidentes de trânsito. O objetivo anunciado foi diminuir as fraudes, mas cidadãos estão reclamando da burocracia. Vítimas de acidente de trânsito afirmam que não conseguem usar o aplicativo do DPVAT e que o atendimento presencial nas agências não tem acontecido como foi amplamente anunciado pelo banco. Para qualquer acidente que aconteceu até o dia 31 de dezembro de 2020, o pedido de seguro deve ser feito diretamente à Seguradora Líder, antiga responsável pelo DPVAT. Neste caso, o pagamento será feito diretamente na conta corrente ou poupança do beneficiário em até 30 dias após a aprovação do pedido. Qualquer vítima de um acidente de trânsito continua tendo direito ao Seguro DPVAT. O que muda é que agora quem sofrer um acidente tem que procurar as agências da Caixa ou pode fazer tudo por aplicativo. Isso vale para os acidentes ocorridos depois do dia 1º de janeiro de 2021. A Caixa lançou, no dia 31 de janeiro desse ano, o aplicativo “Caixa DPVAT”, para que as pessoas possam solicitar o Seguro DPVAT. Assim, o atendimento às solicitações de indenização do seguro passa a ser 100% digital. No entanto, vários problemas já estão sendo relatados pelos usuários. A reclamação mais comum é que o aplicativo não está funcionando e vários fatores levam a esse tipo de comentário.

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Mas o principal problema ocorre quando as pessoas acessam o aplicativo pela primeira vez. Após clicar na opção de cadastrar e seguir todo o passo a passo, o usuário se depara com a mensagem de que o CPF ou o e-mail já estão cadastrados. Mas como isso é possível se é a primeira vez que a pessoa está acessando o aplicativo? De acordo com a Caixa, caso o cidadão já tenha cadastro em outros aplicativos do Banco Público como Habitação, FGTS e Caixa Tem, a senha de acesso será a mesma. Só que o usuário que não sabe dessa informação ou não se lembra da senha, acaba precisando fazer essa alteração no aplicativo. Após esse procedimento, no entanto, aparece a mensagem “erro ao logar”, informando que está sendo realizada uma análise do cadastro e pedindo que o usuário tente novamente em algumas horas. Após algumas horas, a opção de logar é liberada e a plataforma envia um código de seis dígitos por SMS. Ao digitar esse código, o usuário entra em uma nova análise que demora mais algumas horas. Em outros casos, quando se clica na opção de recuperar a senha, o aplicativo informa que enviou um código de acesso para um e-mail que a pessoa desconhece ou para um número de telefone que não lhe pertence mais. A Caixa informa que para a solução deste problema a vítima deverá comparecer à agência para recadastrar a senha no sistema. O que eles se esquecem é que, na maioria das vezes, a vítima teve fraturas que a incapacitam de se locomover e

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impossibilitando sua ida até uma agência. Outras reclamações, recebidas por advogados, dizem respeito à apresentação da procuração para representar o seu cliente. A Caixa Econômica Federal declarou que as procurações só podem ser usadas quando a vítima for menor de idade ou quando tiver um tutor ou curador. Mas fica a pergunta: e quando a vítima não tem acesso ou não sabe usar o aplicativo? Tivemos relatos que documentos foram enviados através do aplicativo e que somente após 30 dias é que foi comunicado que a foto não ficou nítida ou que o documento estava incorreto, e quando o documento correto é reenviado começa a contar novamente o prazo de 30 dias. Ou seja, não facilitou nada para a população que, na sua maioria, não tem tanta instrução para usar este tipo de tecnologia e não conhece a documentação necessária. Está faltando o que os corretores e seus sindicatos (Sincor’s) cadastrados junto à Seguradora Líder faziam: o atendimento presencial e a análise correta dos documentos. O advogado Paulo José dos Santos, cansado de tentar cadastrar um processo de morte via celular, resolveu levar os documentos a uma agência da Caixa Econômica para dar entrada presencialmente. Ele relata que os funcionários estão perdidos quanto ao que fazer para dar entrada. “Me empurravam de um lado para outro na agência, até que um gerente resolveu receber a documentação, porém, informando que iria procurar maiores instruções pois era a primeira vez que estava recebendo a documentação. Eu concordei e no outro dia ele me ligou para passar o protocolo da entrega dos documentos”. Segundo Paulo José, os funcionários das agências não foram treinados ou instruídos para fazer o atendimento presencial, conforme está sendo divulgado pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães. “Uma pena, pois quando era pela Seguradora Líder, os processos eram cadastrados através de uma corretora de seguros ou pelo sindicato da categoria, que eram credenciados e treinados. Tudo era mais fácil. As indenizações eram feitas num prazo muito mais rápido de análise”, disse.


Notícias

Banestes Seguros celebra 50 anos gistrou o desejo de sucesso à empresa. “Em nome de toda a categoria, desejo à Banestes Seguros muito sucesso e registro, ainda, os parabéns pela data a todos os colaboradores. Registro, também, o meu agradecimento aos corretores de seguros, cujo trabalho se reflete no crescimento da categoria e na celebração desta data”. José Romulo participou de Live representando os A Banestes Seguros comecorretores de seguros e contou um pouco da sua çou sua trajetória em 1971, trajetória quando trabalhou na Banestes Seguros sendo, inicialmente, chamada Na manhã do dia 8 de março foi reali- de Seguradora do Espírito Santo (SEGES), zada uma solenidade online em comemo- tendo como missão ser a primeira seguraração aos 50 anos da Banestes Seguros, dora genuinamente capixaba. Após seis empresa capixaba coligada ao Sistema anos, em 1977, foi rebatizada de Banestes Financeiro Banestes (SFB). Participaram da Seguros, solidificando o seu nome junto ao solenidade, um grupo de colaboradores Sistema Financeiro Banestes. e os diretores do SFB. O presidente do SinVale destacar, ainda, que o Banestes dicato dos Corretores e das Empresas de está, atualmente, em 1º lugar na categoria Seguros do Espírito Santo (Sincor-ES), José “Serviços financeiros e seguros” do Estado Romulo da Silva, foi convidado a participar. do Espírito Santo, de acordo com o ranking Durante a ocasião, José Romulo re- 200 Maiores, divulgado pelo Instituto

Euvaldo Lodi (IEL-ES), do Sistema Findes. Além disso, a Banestes Seguros já obteve 14 premiações no Recall de Marcas Rede Gazeta, de marcas mais lembradas pelos capixabas. Em 2020, a Banestes Seguros lançou um novo produto de automóvel, o seguro Auto Pop, atendendo ao mercado de proprietários de veículos de até 20 anos de fabricação, oferecendo os principais serviços de assistência e coberturas de sinistros, por um valor ainda mais acessível. Além disso, a empresa firmou parceria com a IRB – Resseguros, o que significou a expansão do seu mercado de atuação, passando a oferecer indenizações e seguros de cotações mais expressivos. Outro destaque foi a inauguração da sua nova sede administrativa, localizada no bairro Enseada do Suá, em Vitória (ES), com uma estrutura moderna e localização estratégica. No novo local, estão centralizadas todas as suas atividades, de forma a agilizar o atendimento e facilitar o acesso de corretores e parceiros.

Seguro DPVAT pode sofrer grande reajuste Até o final deste ano, espera-se resolver o maior imbróglio jurídico e processual envolvendo o Seguro DPVAT, criado em 1974 com o objetivo de indenizar vítimas de acidentes de trânsito independentemente de identificação do veículo envolvido ou de culpados. Com características de imposto, tornou-se teoricamente mais fácil de administrar após a criação, em 2007, da Seguradora Líder do Consórcio do Seguro DPVAT, que reuniu 30 empresas do setor. A distribuição do total arrecadado mantinha um equilíbrio: 45% repassados ao Sistema Único de Saúde (SUS), 5% destinados a campanhas de segurança no trânsito e 50% para administração e pagamento das indenizações. Desde que começou o processo de mudança têm sido apontadas questões de má administração e indícios de fraudes contra o seguro. Inclusive, com divergência de dados.

Um dos indícios apontados foi que a Líder chegou a pagar 60 mil indenizações por morte em um único ano, número cerca de 50% maior que os registros de outras fontes como o INSS. A Seguradora Líder alegou que havia processos acumulados de alguns anos e que, após o início de sua gestão, tinha ampliado para 8 mil os postos de atendimento, o que facilitou a entrega de documentação e o acesso das pessoas envolvidas em acidentes. Uma investigação do Ministério Público e da Polícia Federal de Minas Gerais, no entanto, apontou suspeitas de irregularidades administrativas e no pagamento dos acidentados, entre outras. Os valores de indenizações e do DPVAT estão congelados há mais 10 anos. Diante da resistência da Líder em rever estes valores sem aumentar o preço do seguro, o governo iniciou um processo unilateral de redução dos prêmios que culminou, no atual governo, com a isenção do DPVAT para motoristas e mo-

tociclistas, somente em 2021. Em novembro de 2020, a empresa decidiu pela dissolução, mas continuará responsável por indenizações de acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2020. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) espera ter novo desenho do sistema até meados deste ano. Trata-se de um desafio encontrar solução ao mesmo tempo transparente e técnica, além de manter a capilaridade hoje alcançada. A concorrência entre as seguradoras aqui tem de voltar, como era no passado, antes da Líder. Difícil é conseguir evitar que o prêmio aumente para motoristas e motociclistas só a partir de ganhos administrativos e controle de desvios e fraudes. Claro, isso é fundamental, mas sem a diminuição do número de acidentes que depende da consciência de cada um e de um esforço educativo, pode preparar o bolso.

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Notícias

Sincor-ES e CVG-ES realizam reunião virtual com parceiras Foi realizada no último dia 04 de Março de 2021, reunião conjunta entre o SINCOR-ES, CVG-ES e representantes das Seguradoras parceiras do Sindicato e mantenedoras do Clube. O evento virtual, teve início às 09hs00 do dia aprazado, visando, além de estreitar os laços de amizade e parceria, tratar de assuntos de interesse do Sindicato, do Clube e das parceiras do mercado de seguros como um todo, em especial o mercado do Espirito Santo e os Corretores de Seguros que nele atuam.

Em linhas gerais, foram abordados os seguintes assuntos:

Apólices parciais ou combos que unam diferentes serviços / Seguro de vida para ser usado em vida, argumentações para os corretores conscientizarem os segurados de sua importância / realização de palestras e treinamentos On Line sobre o uso digital para os Corretores de Seguros associados ao Sincor-ES. A reunião que contou com a presença de 16 participantes entre eles em sua maioria, representantes de seguradoras parceiras/mantenedoras –(Mapfre / Unimed / Icatú / Capemisa / HDI / Sul América / MAG / Sompo / Banestes e Belo Dente)- , além de diretores do CVG-ES e SINCOR-ES. Justificaram suas ausências os representantes da Porto Seguro e da Tókio Marine. A reunião

que teve a duração de cerca de 01hs30, foi conduzida pelos Presidentes Antônio Santa Catarina do CVG-ES e José Romulo da Silva do SINCOR-ES.

Decisões com maior importância definidas na reunião:

Que, pela impossibilidade de serem realizados de forma presencial, os eventos programados para 2021, em função da pandemia Covid 19, foram acatadas as sugestões das parceiras/mantenedoras para que a realização, tanto da 4ª Jornada Capixaba do Seguro de Vida como de treinamentos para os Corretores (associados) fossem realizados de forma remota, através de uma Live, quando as Seguradoras disponibilizariam os profissionais ligados às áreas mencionadas na reunião, onde seriam definidos entre outros, treinamento para os profissionais associados ao Sincor-ES visando impulsionar o uso da tecnologia digital em suas tarefas junto aos segurados e seguradoras. Ficou definido que SINCOR-ES e CVG-ES se reuniriam visando elaborar a programação –(temas/duração das apresentações/ horários de início e encerramento/ dentre outros, devendo ser posteriormente apresentado às parceiras para suas críticas e posterior apresentação do trabalho revisado em reunião virtual entre todos os envolvidos.

Mulheres Uma pesquisa realizada pela Bradesco Vida e Previdência, do Grupo Bradesco Seguros, em sua base de clientes, revela que a participação feminina nos planos de Seguro de Vida cresceu 9% entre os meses de janeiro do ano passado e de 2021. Equivale a um aumento de aproximadamente 800 mil seguradas. No total, as mulheres respondem por cerca de metade da carteira da empresa no segmento, que soma 20,3 milhões de clientes.

Mulheres 2 O perfil médio das mulheres que investem em Seguro de Vida na Bradesco Vida e Previdência é: idade entre 26 e 35 anos (20,59%) e faixa de renda entre R$ 500 e R$ 1.500. A pesquisa também destaca que o estado de São Paulo concentra 26,30% das clientes, seguido pelo Rio de Janeiro (11,73%) e Minas Gerais (9,07%).

Gerenciamento Apesar de pouco difundido no Brasil, o seguro de pessoas pode ser uma boa alternativa e o mercado financeiro apresenta diversas soluções para esse processo. O gerenciamento de risco, de modo geral, é o processo de identificar, avaliar, administrar e controlar os riscos de uma determinada situação, pessoa ou empresa. Dessa forma, ao pensar em um planejamento financeiro completo, as empresas que atuam com esses serviços, geralmente, olham a vida financeira do cliente e não somente os investimentos. Assim, quando se tem uma visão ampliada dos objetivos daquela operação e entende-se o que é realmente importante para aquela pessoa ou organização, consegue-se focar mais assertivamente em investimentos com metas e realizações.

Você é fundamental para muita gente. Conheça o SERIT da Seguros Unimed, o mais completo seguro de afastamento do mercado! 8

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Saiba mais


Sala de Visitas

Visita da Banestes Seguros

Visita do coronel da PMES Coronel PM José Augusto Picoli de Almeida, chefe do Setor de Comunicação da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo. Na oportunidade, ele estava acompanhado do também militar da corporação cabo Rocha. Coronel Augusto é amigo pessoal do presidente há algumas décadas, desde que se formou oficial. Sua primeira atuação como Aspirante a Oficial ocorreu no hoje Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTRAN).

O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, recebeu, no dia 2 de março, os diretores da Banestes Seguros Romulo Souza Costa e Valéria Carvalho Gabetto Dias Lopes. A visita teve como objetivos reafirmar a parceria entre a Seguradora e o Sincor-ES. Na oportunidade, os diretores convidaram o presidente José Romulo a participar da live realizada no dia 8 de março corrente, quando se comemorou o aniversário de 50 anos da seguradora.

Também estiveram na sede do SincorES no dia 3 de março os funcionários da Banestes Seguros Marcos Jesus Taveira, que também é diretor do CVG-ES, e de Marcelo Santiago Santos, gerente Comercial da seguradora. Este último assumiu o cargo antes ocupado por Mariet A. Picallo Quiqui, que se aposentou após longos anos de serviços prestados à instituição. A Banestes Seguros completa, nesse mês de março, 50 anos de existência.

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Mês internacional da mulher

Mulheres: o que o mercado de

seguros oferece a elas?

O mercado segurador evoluiu ao longo dos anos juntamente com as conquistas das mulheres. Se hoje a palavra de ordem é sororidade, o mercado busca enxergar as necessidades específicas femininas para atendê-las de maneira mais assertiva. Iniciativas de seguradoras não faltam neste sentido. A Seguros Unimed, por exemplo, cobre no seguro de vida os diagnósticos confirmados de câncer de mama e em todo o aparelho ginecológico. Além disso, caso a segurada necessite afastar-se de suas atividades profissionais por conta de algum acidente, há cobertura de Diárias por Incapacidade Temporária (DIT) e Diárias de Internação Hospitalar (DIH), garantindo apoio financeiro e proteção familiar. A preocupação em oferecer coberturas voltadas para a saúde da mulher se justifica. Segundo dados do Instituto do Câncer (INCA), em 2020, 316.280 mulheres foram diagnosticadas com câncer. Em 29,7% desses casos, o tumor estava localizado na mama. “Os indicadores confirmam que as mulheres têm um papel importante no planejamento financeiro familiar e nos negócios. Por isso, o seguro de vida é uma solução completa e importante pensando na saúde, no bem-estar e na proteção de toda a família”, afirma Henrique João Dias, superintendente de Marketing e Produtos da empresa. Para Solange Zaquem, diretora comercial da SulAmérica, é importante que as seguradoras estejam sempre conectadas

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às demandas dos clientes e com as mulheres não seria diferente. “É essencial um olhar atento às suas especificidades em proteção sob um olhar amplo. Aqui na companhia oferecemos aos beneficiários do seguro saúde o programa Saúde Ativa, que é um conjunto de iniciativas de incentivo à saúde e ao bem-estar com o objetivo de estimular hábitos de vida mais saudáveis e, consequentemente, prevenir doenças”. Para se ter uma ideia da importância das mulheres no setor, uma pesquisa realizada pela Bradesco Vida e Previdência revelou que a participação feminina nos planos de seguro de vida da companhia cresceu 9% entre os meses de janeiro do ano passado e de 2021, o que corresponde a um aumento de aproximadamente 800 mil seguradas. No total, as mulheres respondem por cerca de metade da carteira da seguradora no segmento, que soma 20,3 milhões de clientes. A empresa também conta com o Seguro Auto Mulher, que tem como diferencial uma central de relacionamento exclusiva para o público feminino e um atendimento mais ágil, chamado de relâmpago, em oficinas credenciadas. As clientes ainda contam com assistência 24 horas e envio de táxi para o transporte em caso de pane ou acidente com o veículo. “Ao desenvolver um produto específico para o público feminino, é importante considerar a rotina da vida da mulher. Por sermos uma companhia multirramos, estamos sempre atentos às mudanças e preparados para desenvolver soluções capazes de assegurar a proteção adequada em cada uma dessas situações”, diz Bernardo Castello, diretor da empresa.

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Para Alfeo Marchi, diretor de Mercado da MAG Seguros, as mulheres têm mais sensibilidade sobre a necessidade do cuidado, da proteção e do planejamento para o futuro, tanto próprio quanto o de sua família, e por isso estão cada vez mais presentes entre os consumidores de seguros. Na seguradora, por exemplo, foi registrado um crescimento de aproximadamente 10% na contratação de seguro de vida pelas mulheres em 2020 em relação igual período de 2019. “Precisamos sempre ter em mente os conceitos socioeconômicos e acompanhar o comportamento das pessoas, além de olhar para as necessidades de proteção e planejamento, seja no produto em si, como, também, em benefícios dos serviços assistenciais”, ressalta. Apesar de as coberturas, assistências e os descontos especiais aparecerem nos seguros de Vida, Automóvel e Saúde, especialistas acreditam que ainda há margem para se explorar. Segundo Simone Vizani, presidente da AMMS (Associação das Mulheres do Mercado de Seguros), realizar pesquisas para desenvolver produtos de nicho feminino que agreguem diferenciais é um dos papéis do setor. “Discutir com outras entidades formatos e condições que as coberturas podem agregar é uma forma de inovar. As mulheres foram as mais afetadas pela pandemia, e os microsseguros, por exemplo, podem ajudar na difusão da cultura do seguro entre a população de baixa renda”. De acordo com Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro, é fundamental que o mercado de seguros adote medidas para que cada vez mais as mulheres tenham acessibilidade a proteção. “Debates sobre esses temas são extremamente necessários, sejam por meio da imprensa, da consultoria de um corretor de seguros ou de iniciativas realizadas dentro de casa. Em outubro de 2020, por exemplo, a Porto realizou uma live sobre conscientização e prevenção ao câncer de mama e a importância do seguro de vida para quem recebe o diagnóstico da doença, pois o apoio financeiro à mulher e à sua família é muito importante”.


Mês internacional da mulher

Seguradoras contam com produtos específicos

Versáteis, dinâmicas e fortes. São inúmeras as qualidades das mulheres e suas contribuições para um mundo melhor e mais justo. Seja em casa, seja no trabalho, elas sabem da importância de se sentirem seguras e proteger a todos que estão ao seu redor. “Elas pensam muito no amanhã e reconhecem que um futuro mais tranquilo depende dos nossos cuidados hoje”, analisa a presidente da Comissão Técnica

de Benefícios do SindSeg MG/GO/MT/DF, Juliana Queiroz. Os seguros voltados às necessidades delas são muitos e costumam ter valores menores do que os idealizados para os homens por conta do perfil feminino. Elas são mais precavidas e atentas aos cuidados, tendendo a diminuir os riscos assumidos pelas seguradoras. A pandemia da Covid-19 também contribuiu para que as empresas criassem novas soluções e produtos aderentes ao momento. É o caso da telemedicina, que permite o atendimento médico remoto sem ter que sair de casa. E as novidades não devem parar por aí. “O mercado está sempre se reinventando para trazer novas soluções para este público”, complementa Juliana. Dentre as modalidades mais procuradas está o seguro de vida, também chamado de seguro mulher em algumas companhias, com cobertura para doenças graves, como câncer de mama/ útero e AVC. Cada vez mais atuantes no mercado de trabalho, as mulheres também têm recorrido à previdência privada para maior segurança financeira no futuro. “É uma forma de planejar o futuro e garantir a independência financeira quando entenderem que a energia para

o trabalho diminuiu e que é preciso curtir toda obra construída ao longo de sua vida”, complementa Juliana. O seguro saúde reafirma sua força e tem sido muito valorizado, pois garante a tranquilidade no momento difícil onde podemos ser acometidas por doenças graves ou emergências. Além disso, ele permite atendimento médico em várias modalidades e o tratamento adequado para cada necessidade. Afinal, quando o assunto é saúde, o melhor remédio é a prevenção.

MAG Seguros aposta ainda mais na liderança feminina A MAG Seguros tem 58% de seu quadro de colaboradores composto por mulheres. E elas ocupam metade dos cargos de liderança da companhia. E para contribuir ainda mais com a carreira destas profissionais, a companhia lança, agora em março, o Programa Impulsionando Mulheres, como parte das entregas do Plural, programa de fomento à diversidade da empresa. Patricia Campos, diretora de Gente & Gestão da MAG, explica que o programa tem como principais objetivos alavancar o desenvolvimento das líderes da companhia, proporcionando a possibilidade de assumir posições ainda mais estratégicas. “Entendemos que esta é uma iniciativa que vai contribuir diretamente para ampliar os resultados

positivos que a equidade de gêneros promove”, diz a executiva. O Programa Impulsionando Mulheres na Liderança terá duração de aproximadamente seis meses e contará com encontros virtuais coletivos e avaliações individuais, além do apoio de uma consultoria especializada no tema. Ao longo dos próximos dois anos, a MAG acompanhará as profissionais participantes do programa em sua gestão de carreira com o objetivo de medir a efetividade do programa. “Nós buscamos sempre desenvolver iniciativas consistentes e que farão a diferença para nossos colaboradores e colaboradoras. Neste sentido, vale destacar que a companhia oferece um bom clima organizacional e de muito respeito às suas mais de 730 mulheres que trabalham co-

nosco em todo o país, tendo figurado no ranking GPTW Mulher no ano passado”, completa Patrícia. No Espírito Santo, a MAG Seguros é muito bem comandada por Waleska Severgnini, Superintendente Comercial da Mongeral Aegon em Vitória.

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Qualificação

Conexão Fenacor/Sincor apresenta projeto inovador para o mercado de seguros

A segunda edição do programa “Conexão Fenacor/Sincor”, transmitido pelo canal da Federação no Youtube, no dia 18 de março, teve uma grande novidade para os corretores de seguros. Trata-se do lançamento oficial de um inovador e ousado projeto, que vai ajudar a categoria a realizar um amplo reposicionamento de mercado, a partir da diversificação dos negócios – atuando em nichos ainda inexplorados – e do forte investimento na capacitação e no conhecimento. Desenvolvido em parceria com a MAG Seguros, o projeto foi pré-lançado no dia 3 de março em uma live que reuniu dirigentes da Fenacor e dos Sincors e executivos da seguradora. “Esse projeto, na minha avaliação, é a melhor e maior oportunidade construída nos últimos anos para os corretores de seguros. Está sendo entregue nas mãos dos líderes da categoria, para que possam, com envolvimento e compromisso, levar essa oportunidade

inédita e única para os corretores dos seus estados”, afirmou o presidente da Fenacor, Armando Vergilio. Ele frisou ainda que essa parceria é mais um passo no processo de adaptação das entidades que representam os corretores de seguros ao novo cenário, indo além da missão de representação institucional e política, que “já é feito com pleno sucesso”, para atender novas necessidades da categoria em termos de qualificação e capacitação profissional. “Estamos gerando oportunidades de negócios e proporcionando novos caminhos e uma nova visão de mercado para que o corretor possa diversificar sua atuação”, observou Vergilio. O CEO da MAG Seguros, Helder Molina, salientou que um dos principais objetivos do projeto é propiciar conhecimento, qualificação e ferramentas adequadas ao corretor de seguros visando impedir que ocorra no Brasil o que foi registrado

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em mercados como o norte-americano. Segundo ele, nos Estados Unidos, a categoria foi “atropelada” pelos agentes autônomos de investimento (AAIs). “Lá, atualmente, há 1,3 milhão de agentes financeiros, número que vem crescendo, contra 150 mil corretores e agentes de seguros, soma que segue decrescendo”. No Brasil, ainda segundo o executivo, atuam 10 mil agentes financeiros e 90 mil corretores de seguros. “Então, ainda temos a oportunidade de dominar esse mercado, empoderando o corretor, para que possa, além dos riscos de morte, invalidez e sobrevivência, olhar também para os investimentos”, destacou Molina. O projeto foi apresentado aos presidentes e diretores dos Sincors pelo diretor de Marketing da MAG Seguros, Leonardo Lourenzo. Ele explicou que a intenção principal é fornecer as ferramentas adequadas para que o corretor possa prover para os clientes tanto as soluções de proteção individual, quanto de investimentos e de acumulação. “O corretor de seguros tem que olhar para a forma como ele atua e enxergar a possibilidade de fazer e ganhar mais e de ter mais relevância. Isso é desafiador, mas essa parceria vai apoiar o corretor nessa transformação”, destacou Lourenzo. Nesse contexto, foi montado para o corretor de seguro um completo arcabouço de marketing, comunicação, captação, venda, gestão de carteira e pós-venda. A base desse apoio será um hub comercial, com acesso a todas as ferramentas, de forma muito simples. Assim, desde o cadastramento até a gestão de carteira, o corretor terá amplo apoio, incluindo treinamento e desenvolvimento para que possa enxergar oportunidades. Haverá ainda trilhas de treinamento, incluindo a apresentação de uma visão geral do quadro atual e das perspectivas futuras; programa de treinamento exclusivo; e outras específicas sobre produtos de vida e previdência e de investimentos. “Temos um portfólio bem amplo de produtos, para cada perfil de investimento, seja proteção para morte, invalidez, problemas de saúde, previdência e fundos de investimento”, listou o executivo.

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Mercado

Seguro Educacional: segurança no retorno às aulas

Durante o último ano, especialmente por conta da pandemia de Covid-19, o Seguro Educacional ganhou força e se tornou essencial para muitas famílias que buscam tranquilidade e segurança para que 2021 seja um período sem imprevistos e dificuldades na área acadêmica. O Seguro Educacional é aquele que garante o pagamento das mensalidades escolares por um ano em caso de perda do emprego do responsável financeiro do aluno. O valor da apólice pode ser utilizado para diferentes etapas do ensino como o ensino fundamental, ensino médio, curso

superior ou técnico. Entre os benefícios para o estudante desse produto está a contratação fácil e rápida, sem consulta ao SCPC, garantia de estudos até a finalização do ano, além de seguro de vida como bônus pela aquisição. Para as instituições de ensino, que sentiram as receitas diminuírem drasticamente em 2020, com matrículas canceladas e inadimplência alta, o seguro oferece vantagens como diminuição da evasão escolar, finalização da venda com total autonomia, entre outros pontos. Segundo Adriano Oliveira, diretor do Grupo É Seguro, a adesão ao produto está em alta e tende a se manter aquecida. “No ano passado o crescimento foi de 23% e esperamos aumentar ainda mais a comercialização, já que muitos estão mudando a forma de realizar o planejamento familiar, pensando no custo-benefício de ter esse tipo de seguro contratado”, afirma.

Sompo suspende carência para cobertura da Covid-19 em Seguros de Vida A Sompo Seguros incrementou os benefícios voltados para os clientes dos seguros Sompo Vida. Desde 1º de março de 2021, está suspensa a carência para coberturas de sinistros relacionados ao novo coronavírus, causador da Covid-19. De acordo com o diretor Comercial de Saúde e Vida da Sompo Seguros, Edglei Monteiro, a companhia sempre busca alternativas para suprir as demandas. “É necessária a mobilização de toda a sociedade para superar as adversidades vividas no momento”, explicou, Essa medida vem complementar a decisão da companhia que, em abril de 2020, determinou a plena cobertura no caso de morte, assistência Funeral e diárias de internação hospitalar relaciona-

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dos a casos de COVID-19 para apólices vigentes de vida. “O acompanhamento das demandas de segurados trazidas pelo nosso relacionamento muito próximo com os parceiros corretores de seguros permitem que nos antecipemos às tendências para podermos apresentar soluções”, afirmou Diana Aparecida de Araújo, superintendente Técnica de Vida da Sompo Seguros. Além disso, a Sompo conta com a página Orientações sobre os processos Sompo (bit.ly/SompoOP), em que é possível consultar todas as facilidades implementadas para facilitar a contratação, renovação, endosso ou vistoria de seguros ou trâmites relacionados a processos de sinistro.

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Gerenciamento Apesar de pouco difundido no Brasil, o seguro de pessoas pode ser uma boa alternativa e o mercado financeiro apresenta diversas soluções para esse processo. O gerenciamento de risco, de modo geral, é o processo de identificar, avaliar, administrar e controlar os riscos de uma determinada situação, pessoa ou empresa. Dessa forma, ao pensar em um planejamento financeiro completo, as empresas que atuam com esses serviços, geralmente, olham a vida financeira do cliente e não somente os investimentos. Assim, quando se tem uma visão ampliada dos objetivos daquela operação e entende-se o que é realmente importante para aquela pessoa ou organização, consegue-se focar mais assertivamente em investimentos com metas e realizações.

Certidão Já é possível emitir a segunda via da certidão de casamento de maneira virtual, em qualquer cartório do Brasil. Basta acessar o site www.registrocivil. org.br e fazer a solicitação, informando dados do cartório onde foi feito o registro, informação dos dois cônjuges e do registro. O prazo de envio ao solicitante varia de acordo com o cartório, mas o sistema prevê, entre o processamento e a finalização do pedido, o prazo de 7 a 10 dias corridos.

Autonomia O presidente Jair Messias Bolsonaro sancionou o projeto de lei que estabelece a autonomia do Banco Central. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 10 de fevereiro, e tem como principal novidade a adoção de mandatos de quatro anos para o presidente e diretores da autarquia federal. Esses mandatos ocorrerão em ciclos não coincidentes com a gestão do Presidente da República.


Mercado

Mercado de seguros brasileiro está em risco com autarquia defasada Por Armando Vergilio dos Santos Junior*

O mercado de seguros está preocupado com os riscos de prejuízos que podem ser causados com uma nova portaria publicada recentemente no “Diário Oficial da União”, pela Secretaria de Desburocratização, Gestão e Governo do Ministério da Economia. A publicação formaliza a cessão de três novos funcionários do quadro de pessoal da BB Tecnologia e Serviços S.A. (BBTS) para compor a força de trabalho na Susep (Superintendência de Seguros Privados), por prazo indeterminado. Com os novos nomes, passam a ser 25 pessoas cedidas pela BBTS para trabalhar na autarquia e nos mostra um cenário em que constatamos claramente que o governo não equipou uma autarquia federal com a estrutura necessária e, agora, tenta corrigir a questão de forma equivocada. O maior problema dessa “correção”, para reforçar uma estrutura deficiente, é o vazamento de informações sigilosas no mercado, uma vez que o Banco do Brasil é uma instituição sujeita à fiscalização da Susep. É preciso questionar o motivo de a Susep não ter feito um chamamento público ou uma licitação para escolha de uma empresa de tecnologia de forma emergencial para resolver a deficiência de pessoal. A autarquia deveria ter seguido os princípios da impessoalidade e da imparcialidade em relação a essa escolha. Afinal, existem centenas de empresas de tecnologia no mercado, altamente qualificadas, que poderiam cumprir esse

papel. O mais indicado seria a escolha de uma empresa independente, não ligada a nenhum banco. Vale ressaltar que as primeiras 22 cessões foram alvo de pedido de esclarecimentos do ministro Bruno Dantas, do TCU (Tribunal de Contas da União), por possíveis ilegalidades em relação ao acordo de cooperação para a cessão de empregados públicos da BBTS para a Susep. Essas contratações foram questionadas em representação no TCU, por equivalerem a uma dispensa de licitação, bem como a existência de potencial conflito de interesses decorrente do fato de a BBTS ter como controlador o Banco do Brasil S.A., que também controla empresas sujeitas à fiscalização da Susep. O ministro levou à autarquia os questionamentos representados no TCU, pedindo esclarecimentos sobre “a existência de potencial conflito de interesses, além de violação dos princípios da livre iniciativa e livre concorrência, uma vez que a BB Tecnologia e Serviços (BBTS) é uma empresa estatal controlada diretamente pelo Banco do Brasil S/A, o qual também é controlador da BB Seguridade Participações S/A (BB Seguridade), que, por sua vez, é controladora da BB Seguros Participações S/A e da BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S/A (BB Corretora de Seguros), as quais possuem diversas empresas do ramo de seguros fiscalizadas pela Susep, o que permitiria o acesso por empresa concorrente dos dados de todo o sistema da Autarquia, inclusive de todo o mercado, das seguradoras e dos corretores de seguros brasileiros que se dispuserem a fazer o recadastramento ou nele se cadastrarem, em possível violação da Lei 12.965/2014, que instituiu o Marco Civil da Internet”, alertando quanto à possibilidade de o Tribunal vir a decretar a suspensão do Acordo de Cooperação firmado entre essa autarquia e a empresa BBTS. A solicitação de reforço da Susep é um possível reflexo da defasagem de pessoal que a autarquia sofre. Com previsão para um quadro de 824 carreiras efetivas, a Susep dispõe de um efetivo de 340 servidores, segundo dados da própria autarquia até junho de 2020 – número 58% abaixo do

quadro permitido legalmente. Porém, isso não pode de forma alguma trazer prejuízos para o mercado de seguros. A Susep está entregando todas as informações estratégicas de todo mercado de seguros para um dos principais operadores privados que o mercado tem, o Banco do Brasil. Numa analogia, tente imaginar o Banco Central abrindo todo seu centro de inteligência, ambiente de informações estratégicas e sigilosas de todos os bancos, para quaisquer outras instituições financeiras. Você se sentiria em ambiente regulado e seguro? *Armando Vergilo é presidente da Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros de Capitalização e de Previdência e das Empresas Corretoras de Seguros e Resseguros). Foi presidente da Susep (Superintendência de Seguros Privados) entre 2007-2010 Fonte: CQCS 18/03/2021

Imposto Os contribuintes já podem baixar o programa de preenchimento e entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2021. O prazo de entrega começou na segunda feira, dia 1º de março, e irá até as 23h50 do dia 30 de abril. Neste ano, o Fisco espera receber até 32.619.749 declarações.

Educação Educação financeira é a chave do negócio. Prezando pela disseminação do conhecimento no mercado financeiro, a Warren, empresa que reúne todas as formas de investir em um só lugar, criou uma área de educação e um time de especialistas para orientar os clientes a investirem melhor e sem conflito de interesse. Assim, com esse intuito nasceu o Warren Life, uma ferramenta de planejamento financeiro, com viés educacional, para clientes que querem aprender mais sobre mercado.

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Mercado

Novo seguro garante contratos de energia solar

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lançou o Programa ESI (Seguro de Economia Energética, na sigla em inglês), voltado a impulsionar esses segmentos. A aposta é um seguro de “performance energética”, que garanta o retorno de investimentos de pequenas e médias empresas (PME) em projetos de eficiência energética e instalações de geração fotovoltaica. As informações são da IstoÉ, em matéria publicada dia 3 de fevereiro.

O seguro prevê o pagamento do valor previsto em contrato correspondente à redução no consumo de energia – para projetos de eficiência energética – ou à geração elétrica – para instalações fotovoltaicas -, caso esses indicadores não sejam atingidos por problemas de desempenho do projeto ou dos equipamentos envolvidos. A contratação do seguro é feita através de companhias seguradoras conveniadas ao programa. No Brasil, há apenas uma empresa, a Invest, e o BID, que se propõem a ser indutores deste mercado, mas espera que outras seguradoras possam passar a oferecer o produto. A expectativa é que o seguro possa ser oferecido em parceria com bancos privados que, com a garantia oferecida pelo modelo, terão mais segurança para oferecer crédito para investimentos em eficiência energética.

Reclamações de corretoras que operam com o Seguro Auto Em Dezembro de 2020, atendendo solicitação de Corretoras ligados ao SINCOR-ES, endereçamos correspondência ao Presidente do SINDISEG, Sr. Antônio Carlos Costa, dando conta do atraso das oficinas mecânicas em promover o reparo de veículos sinistrados com a desculpa do desabastecimento no mercado de peças automotivas, gerando um grande desconforto quando da ocorrência de sinistros. Naquela oportunidade foi sugerido que o prazo concedido para o carro reserva fosse além do contratado na apólice, até que as peças fossem entregues pelas seguradoras ou adquiridas pelas oficinas credenciadas e os veículos segurados e sinistrados fossem reparados. Recebemos em seguida, resposta do presidente do SINDISEG que devido ao caráter, o assunto constaria na pauta da próxima reunião da diretoria do Sindicato das Seguradoras.

Casa do Corretor

Em data de 04 de Março de 2021, recebemos do Sr. Antônio Carlos Costa, e-mail contendo a seguinte informação: “CARRO RESERVA” - O assunto foi submetido à Diretoria do SindSeg RJ/ ES, na reunião de 03/03/21. E por unanimidade concluímos que não podemos atender o pleito do SINCOR-ES. As nossas associadas entendem que cada caso é um caso e que eventuais exceções devem ser tratadas de forma particular, considerando as circunstâncias de momento e o caso concreto em sí. Portanto, uma decisão genérica e indiscriminada fere os princípios técnicos de cobertura de “CARRO RESERVA”. OBS: O pleito não foi do SINCOR-ES, que somente o encaminhou ao SINDISEG-RJ/ES por solicitação de Corretoras a ele SINCOR-ES Associadas. Mesmo assim, agradecemos a resposta do Presidente do SINDISEG.

Fique conectado à praticidade: a Casa do Corretor facilita seu trabalho com diversas soluções digitais. Para saber mais, acesse: icatuseguros.com.br/corretor

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Planejamento Na cultura Japonesa, por exemplo, quando os filhos completam seu primeiro aniversário é comum ganharem uma apólice de seguro para proteger sua caminhada financeira ao longo da vida, principalmente para garantir a sua formação acadêmica. Já aqui no Brasil temos a cultura de fazer uma grande festa de aniversário, gastar dinheiro para prover uma festa para terceiros e a criança em si nem se lembrará do evento.

Queda no grau de confiança O mercado de seguros está menos confiante. É o que indica pesquisa realizada pela Fenacor, no final do mês passado, para medir o grau de confiança de profissionais do setor. Foram ouvidos 100 executivos, entre donos de grandes corretoras de seguros, seguradores e resseguradores. De acordo com o levantamento, o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS), caiu de 119,9 para 116, entre janeiro e fevereiro. Esse é o menor índice apurado desde novembro de 2020, mas, ainda assim, por permanecer acima de 100, sinaliza que a expectativa atual ainda é de relativa confiança nos rumos da economia e, principalmente do mercado. A queda mais expressiva ocorreu no Índice de Confiança das Grandes Corretoras (ICGC), que despencou de 125,4 para 116,7, entre os dois períodos comparados. Já o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), caiu de 120,7 para 111,9. Em ambos os casos, o índice permaneceu em um patamar positivo. O único índice que subiu foi o Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras (ICER), que passou de 113,8 para 119,4.


Mercado

Seguros por assinatura podem ter forte impacto para corretores

Os corretores de seguros terão que “rearrumar o caixa”, não apenas pelo fluxo, que passa a ser mensal, mas também por eventual redução nominal nas comissões. Essa é uma das prováveis consequências que os seguros por assinaturas deverão trazer para os corretores de seguros, listadas pelo consultor Sergio Ricardo em coluna publicada no CQCS. Segundo ele, para a categoria, há vários aspectos a considerar antes de ofertar seguros por assinatura para os seus clientes. Em primeiro lugar, porque muda a forma de receber comissões, que passa a ser por parcela. Além disso, ele aponta que os produtos até aqui apresentados pelas seguradoras ainda são tímidos em relação ao comissionamento, não devendo vingar como opção de comercialização pelos corretores de seguros. “Mas, há uma curva de experiência a ser vivida. Quando há sinistros, a interação dos corretores com os segurados é intensa e, evidentemente, os custos também o são”, alertou. Sergio Ricardo frisou ainda que, embora possa haver economia com os procedimentos de renovação dos seguros, que hoje ocorrem anualmente, o que deixará de existir, há também muita insegurança em tudo que é iniciado e ajustes precisam ser feitos. “Os corretores de seguros são atraídos pela simplicidade operacional e pela remuneração envolvida na intermediação, lembrando desde já que seguros são vendidos e para isso é necessário um grande esforço de oferta que tem custos”, assinalou. Para o consultor, a “reestreia” dos se-

guros mensais, agora reeditados com o conceito de seguros por assinatura, seguindo a tendência do que já ocorre em outros setores da economia, traz uma série de quebras de paradigmas pelos consumidores de seguros e pelos corretores de seguros. Ele citou o “Auto Mensal”, lançado há alguns anos, e que não vingou. Essa fórmula agora se repete, até porque a sociedade começa a se acostumar a pagar assinaturas por bens e serviços. “O seguro deve seguir essa tendência, pelo menos para os massificados, com a vantagem de poder diluir os custos em longo prazo, se quiserem”, observou Sergio Ricardo. O consultor acentuou que os seguros por assinatura também devem exigir um adendo às regras de vigência dos seguros, incluindo a recém lançada Circular 621/2021. A renovação, por exemplo, deverá ser permitida, sendo condição para isso que as mensalidades que corresponderão ao prêmio de seguro mensal sejam quitadas, permitindo, assim, muitas vigências e renovações automáticas, assim como a rescisão dos contratos à pedido dos segurados, sem aplicação de qualquer reembolso, como por exemplo pela a famigerada tabela de prazo curto. Na visão dele, os seguros de pessoas de certa forma já se assemelham a isso. “Os seguros individuais, por exemplo, podem ter vigência mensal e validade quando as prestações estão quitadas. Assim, quando a opção é mensal, se pagou tem cobertura; se não pagou está sujeito a não estar coberto e até ao cancelamento da apólice”, exemplificou Sergio Ricardo. Por fim, ele projetou um avanço mais rápido de seguros por assinatura nas vendas diretas feitas pelas seguradoras ou pelos chamados representantes de seguros. “Mas, essas vendas devem estar estruturadas para atender os clientes nas suas necessidades e nos sinistros”, concluiu. Fonte: CQCS 12/03/2021

Capemisa: convenção comercial de modelos digitais A quinta edição da Convenção Comercial da CAPEMISA Seguradora aconteceu trazendo novidades. Em um centro de convenção virtual e transmissão totalmente online, o evento reuniu mais de 130 colaboradores, em todo o Brasil, entre superintendentes regionais, gerentes comerciais, executivos de contas, assistentes comerciais e equipes de atendimento das sucursais. A convenção comercial é sempre um momento marcante para nós no ano que se inicia. Nela, alinhamos todos os nossos objetivos, metas e estratégias. Além de reforçarmos o desenvolvimento e treinamento do time para atuação junto aos corretores de seguros com foco na consolidação de nossos processos comerciais e difusão de conhecimento organizacional”, comenta o diretor comercial da CAPEMISA Seguradora, Fabio Lessa. Para o presidente da companhia, Jorge Andrade, que também participou do quadro “Café com o Presidente”, em formato de “talk show”, o evento reforça o senso de união e foco dos colaboradores. “Somos uma empresa com esse perfil. Traçamos planos e metas, que conseguimos alcançar por conta do empenho de todos e do trabalho colaborativo e participativo”, declara. Apresentado por Fabio Lessa, parte do evento foi transmitido de um estúdio e ele próprio conduziu as atividades e interações que eram realizadas pela plateia virtual e grupos de trabalhos. Durante a convenção, ele também reforçou como os pequenos e médios negócios devem estar em destaque no trabalho da empresa em 2021. Segundo ele, os pequenos empreendedores geram riquezas e oportunidades. “Por isso, investimos para dar mais ênfase a novas ferramentas comerciais e no desenvolvimento de competências comerciais ao nosso time , para que possam levar de forma estruturada essa brilhante oportunidade de negócios aos corretores de seguros. Toda a construção da nossa estratégia está calcada na geração de prosperidade financeira aos nossos parceiros corretores”, destacou.

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Operadoras de planos de saúde ampliarão coberturas oferecidas

As operadoras de planos de saúde ampliarão a cobertura oferecida a seus beneficiários. A partir de 1° de abril, 69 novos procedimentos – entre exames, terapias, cirurgias e novos medicamentos – serão incorporados ao rol obrigatório definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em comunicado divulgado à imprensa, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) destaca que suas associadas estão preparadas para garantir a cobertura desses novos procedimentos e eventos, que vão aumentar o acesso dos brasileiros à saúde de qualidade. A entidade ressalta que, pela primeira vez, a ANS estimou o impacto orçamentário gerado pelos novos itens, uma medida fundamental para medir o efeito sobre os custos e sobre a formação de preços e mensalidades. A estimativa do órgão regulador vai de R$ 1,52 bilhão a R$ 2,41 bilhões, o que equivale a até 1,5% da despesa assistencial registrada nos últimos 12 meses até setembro de 2020 (dado mais recente disponível). Segundo a FenaSaúde, o impacto pode ser ainda maior, de acordo com a utilização dos novos tratamentos. Isso porque, afirma a entidade, os planos de saúde não geram custos; eles os gerenciam e os distribuem entre seus beneficiários, modelo adotado na saúde suplementar em qualquer lugar do mundo. Portanto, a elevação dos gastos na prestação dos serviços é repartida entre todos os participantes do sistema. “O processo de atualização do rol é uma oportunidade para dar transparência à incorporação de novas tecnologias e seu consequente impacto nos custos da prestação de serviços de saúde, preocupação cada vez maior de quem lida com

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o setor no mundo todo. No entanto, nossa avaliação é que o impacto financeiro da atualização pode ser muito maior do que o comunicado pela ANS”, avalia Vera Valente, diretora executiva da FenaSaúde. A Federação Nacional de Saúde Suplementar reitera que os custos de saúde crescem muito acima dos índices gerais de preços por causa de fatores como inovação tecnológica, mudanças demográficas e maior uso do sistema. De acordo com a entidade, é por isso que as associadas da FenaSaúde têm buscado atuar em iniciativas que garantam maior resolutividade, com melhores resultados para os beneficiários a custos compatíveis. A diretoria da ANS também voltou a reforçar que o Rol de Procedimentos traz a cobertura máxima obrigatória para os planos de saúde. A agência detalhou em um dos artigos da norma que o rol é taxativo. Com isso, a ANS incorporou à norma o entendimento que ela tem conferido aos limites de cobertura desde 1998, quando foi publicada a Lei 9.656, assim como em ações judiciais e documentos públicos posteriores. Outra decisão anunciada pela ANS foi propor prazos menores para a atualização do rol. Atualmente, a lista é revisada a cada dois anos. A agência abriu consulta pública para que essa avaliação seja permanente, garantindo a inclusão mais rápida de novas terapias, mas mantendo a avaliação sobre a segurança de cada tratamento novo. Chamado de ATS (Avaliação de Tecnologias em Saúde), esse processo é fundamental para garantir a segurança do paciente e a efetividade dos tratamentos. A incorporação automática, sem avaliação de eficácia, efetividade, acurácia e segurança por meio de ATS, é um risco à saúde e à vida dos pacientes. A obtenção do registro de um medicamento na Anvisa garante apenas o direito para sua comercialização. Não analisa se a tecnologia é superior às existentes ou se deve ou não ser adotada na assistência médica. “Essa é uma etapa obrigatória e necessária à regulação, pois analisa a eficácia, a segurança e os impactos de custo das novas tecnologias”, afirma Vera Valente.

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Novidades Entre os novos itens incorporados, estão 19 medicamentos de combate ao câncer, o que amplia a lista de remédios oncológicos cobertos pelos planos de saúde para 58. As novidades beneficiam mulheres com tumor na mama em estágio avançado, pacientes com câncer de pulmão com metástase, leucemias, tumores de fígado, próstata e rim, melanomas e mielomas.

Nota de Pesar

É com muito pesar que comunicamos o falecimento do corretor de seguros Geraldo Casotti Simão, no dia 13 de março de 2021. As informações são de que ele sofreu um infarto, foi socorrido, mas faleceu antes de ser atendido no Hospital Meridional. A notícia causou comoção entre familiares e amigos, já que era uma pessoa muito querida na Cidade de São Mateus. Natural de Alegre, no Sul do Espírito Santo, Geraldo Casotti tinha 60 anos e morava havia mais de 30 anos em São Mateus. Ele trabalhou por muitos anos como corretor da Banestes Seguros, e depois montou sua própria empresa, a Geraldo Casotti Corretora de Seguros. Pai de Pedro Almeida Casotti, Geraldo Casotti era casado havia 18 anos com Vânia Esteves Barbosa. O velório aconteceu na Capela Mortuária da cidade de São Mateus e o sepultamento foi no Cemitério Caminhos da Paz, no Bairro Aviação.


Artigo

TJES entende que corretor e seguradora não podem ser responsáveis por sinistro ocorrido após a vigência da apólice

Segurado, insatisfeito com negativa de seguro auto, por sinistro ocorrido após 06 dias do término da vigência da apólice, ajuizou ação, com intenção de responsabilizar corretora de seguros por não ter efetuado a renovação do seguro, requerendo a condenação solidária da corretora e seguradora ao pagamento da indenização securitária. Ao fundamentar o seu pedido junto ao Juízo de Primeiro Grau, o segurado alega que exerce a função de taxista e que firmou contrato de seguro do seu veículo, com renovação automática, conforme demais contratos que possui junto a corretora e seguradora. A corretora ao se defender nos autos do processo judicial, alegou que não existe previsão de renovação automática no seguro auto, e que não teria obrigação contratual ou legal de avisar ao segurado que sua apólice venceria. Acresceu ainda em sua defesa, que as apólices de seguros possuem vigência muito bem definidas, tendo o segurado obrigação em saber o término da vigência da apólice. A seguradora em sua defesa, alega que não há que se falar em pagamento do sinistro, já que ocorrido após o fim da vigência da apólice, não tendo a seguradora cometido qualquer falha na prestação de serviços, tampouco para os fatos narrados pelo segurado. Ao proferir a sentença, o Juiz fundamentou no sentido de que não existe cláusula contratual expressa de renovação automática do seguro, reconhecendo ainda que a corretora de seguros não tem o dever legal de lembrar o cliente sobre a renovação do seu seguro, apesar de ter o dever de informá-lo e de executar a mediação com diligência e prudência. No caso dos autos, a corretora provou que o segurado tinha

pleno conhecimento do término da vigência da apólice, tendo em vista e-mails trocados entre corretor e segurado 30 dias antes do término de vigência, julgado assim improcedente a ação ajuizada pelo segurado. Não satisfeito com a sentença de primeiro grau, o segurado interpôs recurso para o Tribunal de Justiça, sendo confirmada a sentença do primeiro grau, com entendimento de que “embora seja possível a recondução tácita do contrato pelo mesmo prazo, tal apenas pode ocorrer se existente cláusula expressa que assim autorize, nos termos do artigo 774; do contrário, a renovação sujeita-se à prévia e inequívoca manifestação de vontade do segurado e à aceitação da seguradora”. O Relator do acordão deixou claro que “a disciplina da espécie contratual em questão encontra-se disposta a partir do artigo 757 do Código Civil, sendo imperativa a previsão na apólice ou bilhete de seguro, entre outros elementos, dos riscos assumidos, do início e do fim de sua validade e do prêmio devido (artigo 760), restando assim atendido o direito à informação assegurado ao consumidor (artigo 6º, III do CDC)”. Entenderam ainda ao julgarem o recurso que “restou inequívoco que a cobertura securitária contratada havia encerrado sua vigência seis dias antes do sinistro, não se colhendo do texto contratual e da prova dos autos qualquer suporte a renovação automática ou mesmo ocorrência de solicitação de renovação que pudesse ir ao encontro do pleito autoral”. Este acordão é importante para o corretor de seguros, pois sabemos que apesar de haver interesse em renovar a apólice, nem sempre, por diversos motivos, ele consegue efetivar a renovação, seja por não conseguir contato com o segurado, ou até mesmo por ausência de interesse do segurado, mas, ocorrendo o sinistro logo após o término de vigência, muitos segurados tentam culpar o corretor, com argumentos infundados. Cabe ao corretor de seguros deixar claro, logo na contratação da apólice de seguro, as coberturas contratadas e também o início e término da vigência da apólice. Não é a primeira vez que segurado recorre ao poder Judiciário acionando o corretor de seguros pela não renovação, assim, por cautela, deve o corretor cumprir com sua obrigação de informar caso não queira ser responsabilizado pela não renovação do contrato de seguros. O processo citado possui o número 0017883-94.2016.8.08.0035 e foi julgado pela Terceira Câmara Cível do TJES, sendo o acordão publicado no Diário da Justiça do dia 05/02/2021. Artigo elaborado por Elias Moscon, Assessor Jurídico Sincor/ES, advogado especialista em direito do seguro, sócio do escritório Moscon Advogados, e-mail: eliasmoscon@moscon.adv.br.

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Revista SINCOR-ES nº 282 Março 2021  

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