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Opinião

Má vontade ou incompetência? As medidas adotadas pela Susep no que diz respeito aos corretores de seguros corroboram com o que temos noticiado desde que Solange Paiva Vieira assumiu a Superintendência da autarquia. A intenção dela é prejudicar ou tentar acabar com nossa categoria. O início de suas malfadadas tentativas ocorreu com a inclusão de um “jabuti” na Medida Provisória 905/19, editada pelo Governo Federal, quando ocorreu a tentativa de cancelar a Lei 4.594/64. Felizmente essa ideia não progrediu e a MP foi retirada da pauta da Câmara Federal. Não satisfeita, ao ver seus planos frustrados, a superintendente partiu para cima do Ibracor, retirando da instituição o trabalho de recadastramento dos corretores de seguros, autorização dada por ela mesma, uma vez que o recadastramento teria a participação dos sindicatos de corretores de todo o país. Ao trazer para si a tarefa, o recadastramento passou por sérias dificuldades, uma vez que a autarquia não tem condições técnicas de realizá-lo, levando-a a solicitar ajuda do Banco do Brasil para iniciar e operar os procedimentos. Ou seja: tirou das mãos dos corretores, por meio do Ibracor, e entregou a um banco, inclusive nosso concorrente. A Lei 4.594/64, então vigente, determina em seu Artigo 10 que os Sincors devem organizar e manter registros dos corretores e respectivos prepostos, habilitados na forma da referida Lei, com os assentamentos essenciais sobre habilitação legal e o curriculum vitae profissional de cada um, a partir dos dados fornecidos pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), conforme disposto no parágrafo único do referido artigo. Partindo desse pressuposto, enviamos à sra. Solange Paiva Vieira oficio 010/2020 datado de 24 de agosto de 2020, solicitando que nos fossem disponibilizados de forma eletrônica, preferencialmente via API ou download de arquivos, os dados cadastrais atualizados dos corretores de seguros do Estado do Espírito Santo, pessoas físicas e jurídicas, bem como de seus prepostos, permitindo-nos, assim, cumprir o que determina a Lei 4.594/64. Em 1º de outubro, passados 40 dias do encaminhamento do Ofício 10/20, não recebemos qualquer posicionamento da Susep no tocante à nossa solicitação, confirmando aquilo que vimos apregoando: a má vontade em atender o Sincor-ES. Ou será que autarquia não tem como prestar as informações? Caso não recebamos resposta ao Oficio 10/20, datado de 24 de agosto de 2020, ratificado pela correspondência Sincor-ES 013/2020, de 1º/10/2020, estaremos consultando nosso Jurídico no sentido de acionarmos a Justiça para que a Lei seja cumprida, pois nos parece que o assunto poderá ser enquadrado como “Prevaricação”. Não gostaríamos de chegar a esse ponto, mas as atitudes tomadas pela Susep não nos têm deixado alternativas. A cada dia uma nova surpresa e sempre desagradável.

José Rômulo da Silva - Presidente do Sincor-ES

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EXPEDIENTE

SEDE PRÓPRIA Endereço:- Rua Frederico Lagassa, Nº 30 Conj. 509/512 - Edf. Scheila - Bairro Gurigica, Vitória, Espírito Santo Site: www.sincor-es.com.br E-mail: sincor-es@sincor-es.com.br Diretoria Presidente: José Rômulo da Silva 1º Vice-Presid.: José Alexandre Cid Pinto 2º Vice-Presid.: Nicolau Marino Calabrez 1º Secretário: Renato Silva de Bittencourt 2º Secretário: Deusdete Mantovanelli 1º Tesoureiro: Antonio José Alvarenga Imperial 2º Tesoureiro: Leonardo Souza Bergamini Diretor Social: Luiz Amaury Gontijo Dir. Mark. e Eventos: Antonio Nelson B. Fortunato Dir. Informática: Jaime Balbino de Oliveira Dir.Rel.c/Merc.: Neudon de Almeida Valadão Suplentes Ana Júlia Merotto, Luiz Cláudio Firme Pina e Guilherme Moraes Rueda Conselho Fiscal Maria Angélica Batista e Rene Neves Farias Suplentes de Conselho Fiscal Santa de Luziê Laiber de Oliveira, Dagmar Alves Mauricio Machado e Luiz Ferdinando Zanette Delegados Representantes junto a Fenacor-Efetivos José Rômulo da Silva e José Alexandre C.Pinto Delegados Representantes junto a Fenacor-Suplentes Nicolau Marino Calabrez e Antonio José Alvarenga Imperial Jornalista Marcilene Forechi Diagramação Ivo Tadeu Basilio Impressão GM Gráfica e Editora Ltda

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Geral....................................... 2125-6666 ................................................ 2125-6667 Deptº Adm./Financ.................. 2125-6669 Cadastro Corretor................... 2125-6676 Revista Sincor-ES.................. 2125-6671

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Sumário

Bilhete do Presidente

“Pensando um mundo de paz...” Para estes dias de tanto medo, eu desejaria ser aquele que o pudesse afugentar das mentes e dos corações. Desejaria que as mães tivessem mais tranquilidade quando deixassem seus filhos na escola, com a certeza de que ali seria um lugar onde nada além das letras, dos números, das linhas retas e curvas, da camaradagem pudesse existir. Desejaria que enquanto as pessoas se dirigem ao mercado para a aquisição do alimento, não sofressem os sobressaltos das loucuras do trânsito, nem eventuais tentativas de assalto. Tudo assusta. Tudo atemoriza. Eu desejaria que ao levarmos as crianças para brincar nos parques, não precisássemos estar atentos à maldade de sequestro ou de balas aleatórias, sempre mortais. Desejaria que no mundo houvesse menos doenças, menos fome, menos ameaças de guerra. Que se falasse mais em construir do que em destruir. Que se preservassem os monumentos do passado, como a História gravada em pedra a nos dizer do que os nossos antepassados nos deixaram como legado. Que se preservassem os museus, porque falam dos passos de uma Humanidade que lutou, conquistou, atravessou fases difíceis, mas não esqueceu da arte, nem da ternura. Então, poderíamos continuar a nos extasiar ante os quadros dos pintores de distantes países ou do nosso próprio.

Poderíamos ler em telas vibrantes o colorido da História e verificar que as cores da guerra não deveriam ser reprisadas, jamais. Os documentos, as imagens nos falam de períodos insanos de sofrimento, em que irmãos mutilam ou matam seus irmãos. E, como num altar, faríamos a promessa de lutar pela paz que começa em cada um de nós. Começa na obediência às leis humanas e divinas. E deixaríamos as armas que matam para abraçar as ferramentas da construção do bem. Como motoristas, respeitaríamos as leis de trânsito, zelando pela manutenção do veículo de que nos servimos, não ultrapassando a velocidade permitida, aguardando, sem pressa, a nossa vez de trafegar. Respeitaríamos as pessoas que andam pelas ruas e os que transitam pelas ruas, teríamos cuidado conosco mesmo, igualmente respeitando as leis, preservando a nossa e a vida do semelhante. Seria tão bom se em vez de espalharmos tantas notícias alarmantes pelas redes sociais, todas as desavenças e pequenas querelas que nos ocorrem, propagássemos mais o Amor de Deus. Falássemos mais da esperança do mundo que todos podemos construir juntos, pudéssemos convocar as pessoas a pensar em coisas positivas, a educar bem seus filhos, a espalhar notícias de tantos que vivem o mundo de regeneração, no

serviço ao seu semelhante. Seria tão relevante que convidássemos as pessoas a ter momentos de meditação, momentos para si mesmas, realizando uma viagem interior, para entregar-se Àquele que é nosso criador, Deus, que a tudo preside e tudo governa. Seria tão bom se pensássemos mais nele, na sua providência, no seu amor. Nossas vibrações, com certeza, colaborariam imensamente para a melhoria da psicosfera do nosso planeta, tão rico de bênçãos e tão maltratado por nós, física e psiquicamente. Que tal começarmos hoje a concretizar nosso sonho de paz, de amor, de alegrias?

Índice 04 10 13 14 18 19

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Notícias Defesa do corretor de seguros Qualificação Mercado Entrelinhas Artigo

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Notícias

Primeira reunião conjunta online com parceiras O Sincor-ES realizou, no dia 16 de setembro, a sua reunião anual conjunta com o CVG-ES e as seguradoras parceiras. O encontro foi realizado online, seguindo os protocolos de distanciamento social devido à Covid-19. Na pauta da reunião, além de assuntos relativos a acontecimentos recentes, foram discutidos os eventos que serão realizados em 2021. Confira no BOX que foi discutido na reunião.

Destaque O Grupo Bradesco Seguros foi novamente reconhecido no Prêmio CONAREC (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), conquistando o troféu para Empresas Contratantes na categoria: Seguros – Ramos Gerais/Previdência e capitalização. A cerimônia de premiação, realizada no dia 6 de outubro, ocorreu no formato digital. Em sua 7° edição, o Prêmio CONAREC reconheceu os destaques na gestão de relacionamento em três frentes: Empresas Contratantes, CPOs e Parceiros e Fornecedores de Soluções.

Matemática As pautas da reunião conjunta – Repercussão da 3ª Jornada Capixaba do Seguro de Vida: foram feitas observações no sentido de aprimorar o evento que será realizado em 2021. – Participação do CVG-ES no debate “Tendências dos Seguros de Pessoas”, realizado no dia 15 de outubro. – Cursos e Palestras: foi discutida a agenda de eventos que serão realizados em 2021. – Feijoada Musical em homenagem ao Dia dos Pais, que será realizada em agosto de 2021. – Torneio Integração de Futebol, por ocasião do Dia do Corretor de Seguros, será realizado em outubro de 2021. – Festa de Encerramento das atividades do exercício 2020 e posse da nova Diretoria do Sincor-ES, em novembro ou dezembro de 2021. – Canais de comunicação do Sincor-ES e do CVG-ES e as parceiras. – Convênios do Sincor-ES à disposição das seguradoras parceiras, funcionários e familiares (lazer).

A participação dos alunos da rede pública nas atividades online de matemática cresceu 121% durante a pandemia no Brasil, segundo informou a plataforma da Matific. Nos primeiros oito meses do ano, as escolas públicas aplicaram cerca de 3,7 milhões de exercícios e atividades online de matemática para os alunos de 5 a 12 anos no país, com um crescimento de 31% no nível de engajamento entre o período antes da pandemia e o mês de agosto.

Guinchos de volta em blitze O Governo do Estado assinou novo contrato para o retorno do serviço de remoção e guarda de veículos apreendidos por crimes ou irregularidades, em ações das polícias militar e civil. O serviço será utilizado nas blitze para remover carros e motos sem condições de circular ou com registro de furtos e roubos. O secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Alexandre O. Ramalho, afirma que a intenção não é sair recolhendo veículos pelas ruas e punir os cidadãos. “O intuito é fiscalizar

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os crimes e quem andar corretamente, não será prejudicado”, afirmou. Atualmente, sem o serviço de guincho e pátio, os carros aprendidos nas fiscalizações não contam com locais para serem encaminhados. O secretário diz que em muitas cidades as blitze sequer ocorrem por conta deste problema. A expectativa é que com a volta do funcionamento dos guinchos e os pátios atuando, nas operações de fiscalização possam ser ampliadas, já que haverá onde guardar os veículos guinchados. “Era

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uma grande angústia dos policiais, pois em uma madrugada de operação, os veículos apreendidos não tinham local estabelecido para serem encaminhados”, afirma o secretário.


Notícias

Golpes Desde o início da quarentena, as tentativas de golpes financeiros contra idosos cresceram cerca de 60%, segundo levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em uma das formas de ação das quadrilhas, o golpista liga para a casa do cliente, se apresenta como funcionário do banco e pede para confirmar algumas informações, como dados pessoais e senhas. Há ainda casos em que o fraudador pede para o cliente realizar uma transferência como teste.

MEI Metade dos microempreendedores individuais do país (MEI) conseguiram o auxílio emergencial do governo. Foram mais de 5 milhões, do total de 10,7 milhões de empreendedores formalizados na categoria de MEI existentes atualmente. Outros 12% de empreendedores (em torno de 1,3 milhão) não se enquadram nos critérios para receber o benefício. De acordo com o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, os dados representam o sucesso do MEI como o maior programa de redução de informalidade empresarial no mundo.

MEI 2 Nos últimos meses, houve um crescimento expressivo do número de empreendedores que buscaram formalizar os negócios. Entre 31 de março e 15 de agosto, foram feitos 784,3 mil registros no Simples Nacional. Esse número é superior em 0,8% ao registrado no mesmo período de 2019. Entre os novos negócios, a grande maioria deles foi de MEIs , com 684 mil registros, ou seja, quase 43 mil a mais que no mesmo período de 2019.

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Notícias

Corretores devem seguir novas regras da Susep A Circular 612/20 da Susep estabelece regras, procedimentos e controles internos destinados especificamente à prevenção e combate aos crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens, direitos e valores ou a crimes que possam estar relacionados a essas práticas. A circular também estabelecer regras de prevenção e coibição do financiamento do terrorismo. As regras devem ser seguidas por corretores de seguros, de resseguros, de sociedades de capitalização, resseguradoras locais e admitidos e entidades abertas de previdência complementar. Os corretores de seguros, quando seu faturamento bruto anual for inferior a R$ 12 milhões no exercício precedente, e os resseguradores admitidos, devem criar controles compatíveis com os riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo incorridos em suas operações. Caso consi-

derem suas operações como tendo baixo risco, serão obrigados exclusivamente uma série de procedimentos, que incluem coleta, verificação, validação e atualização de informações, além de condução das devidas diligências, visando conhecer os clientes, os funcionários, os parceiros e os prestadores de serviços terceirizados. As empresas corretoras de seguros deverão também: fazer o registro de operações e de serviços; monitoramento, seleção e análise de operações e situações suspeitas, incluindo os prazos máximos de seleção da operação ou do conjunto de operações e de conclusão da análise; comunicação de operações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF); e análise de indisponibilidade de ativos de quaisquer valores, de titularidade, direta ou indireta, de pessoas naturais, de pessoas jurídicas ou de entidades.

ICSS: 60% dos corretores estão mais otimistas Em julho, o mercado de seguros está bem menos pessimista que nos primeiros meses da pandemia do coronavirus. É o que aponta o índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS), pesquisa mensal realizada pela Fenacor com base em questionários respondidos por corretores de seguros, seguradoras e

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resseguradores. Em julho, o ICSS ficou em 87,3%, a melhor marca desde março (65,5) e muito acima dos 63,5 apurados em junho, por exemplo. O menor índice foi verificado em abril: 53,6%. Isso significa que o cenário ainda é de pessimismo, mas a situação está bem menos desfavorável. No cenário atual, os mais otimistas são os corretores de seguros. Dos profissionais entrevistados, 60% acreditam que, nos próximos seis meses, o faturamento do setor ficará muito melhor (4%), melhor (20%) ou, ao menos estável(36%). Outros 40% ainda temem queda da receita no setor.

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Animação A produção industrial brasileira cresceu 8% na passagem de junho para julho, sendo a terceira alta consecutiva do indicador. Entre as atividades industriais, foram registradas altas em 25 dos 26 ramos pesquisados. A principal ocorreu no setor de veículos automotores, reboques e carrocerias (43,9%) seguida da metarlugia (18,7%), indústrias extrativas (6,7%), máquinas e equipamentos (14,2%), coque e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,8%).

Nota A Boletim do Tesouro Nacional aponta que o número de estados que podem tomar empréstimos com garantia da União caiu para 10 em análise concluída em 2020. Rondônia e Espírito Santo são os dois únicos Estados com a nota “A” no levantamento, ou seja, apenas os estados com A ou B na chamada Capag (capacidade de pagamento) podem contrair empréstimos garantidos pelo Tesouro.

Crianças Em homenagem ao Mês das Crianças e como forma de fortalecer os laços familiares no período de distanciamento, a Icatu Seguros disponibilizou durante todo o mês de outubro vídeos interativos, educativos e lúdicos exclusivos do “Meu Amigãozão”, no seu canal do YouTube. Até o dia 31 de outubro, toda a família poderá aprender se divertindo. São três vídeos no formato de clipes musicais com temáticas distintas. Os vídeos também levam mensagens da pedagoga Carolina Sanches, em parceria com a Casa do Saber Rio, sobre a importância de manter a ludicidade e criatividade nas atividades com as crianças, como forma de estimular a expressão e autenticidade na vida adulta.


Notícias

Canais de comunicação com corretores de seguros Como é de conhecimento dos associados e leitores, o Sincor-ES utiliza como meios de comunicação com os corretores de seguros (associados e não associados) do Espírito Santo os seguintes veículos: Revista Sincor-ES – Editada mensalmente e distribuída a todos os corretores de seguros, de forma gratuita e a diversas

instituições e assinantes do mercado capixaba e nacional. Site – O site do sindicato (www.sincor-es. com.br) é uma plataforma que reúne diferentes tipos de informações de interesse da categoria dos corretores de seguros e do mercado como um todo. No site é possível encontrar as últimas edições da Revista Sincor-ES. Clipping Eletrônico Sincor-ES on Line – Editado e encaminhado por e-mail a todos os Corretores de seguros, seguros, sejam associados ou não associados, seguradoras parceiras e diversos outros cadastrados no nosso sistema. WhatsApp – São encaminhadas notícias sobre o mercado de seguros, diariamente para todos os corretores de seguros da nossa base de associados. Instagram - Informações e interações diárias do mercado de seguros.

Alerta Um garoto de oito anos de idade contou para sua mãe que uma pessoa pediu fotos dele enquanto conversava no chat de um jogo online. Ela bloqueou o jogador e o denunciou para o suporte. Imagine quantas crianças passam pelo mesmo risco diariamente. Muitas vezes, elas não percebem que estão sendo vítimas de abuso nessas situações e, por isso, não reportam essas irregularidades às plataformas ou aos pais.

Camêras Motoristas de aplicativo têm investido na instalação de câmeras no interior dos veículos, com direito a botão de pânico para ser usado em situações de risco. Quando a empresa ofereceu esta possibilidade a um custo interessante, muitos não tiveram dúvidas em fazer a instalação. Profissionais e passageiros ficam mais seguros.

Novo golpe envolvendo o PIX

Se por um lado o novo pagamento instantâneo do Banco Central (BC), chamado de PIX, trará mais agilidade e menos custos nas transações financeiras, por outro lado, ele já traz uma certa preocupação para especialistas em crimes virtuais: a utilização da ferramenta para aplicação de golpes. Entre as técnicas usadas por criminosos na internet, a que mais causa aflição aos especialistas é a do phishing (pescaria). O crime consiste em convidar o usuário para entrar numa página,

mas com o objetivo de roubar os dados criando falsas mensagens das instituições financeiras. Já existem relatos de golpes em que bandidos utilizam o phishing para criar armadilhas virtuais insinuando que seria um cadastro para o uso do PIX, quando, na verdade, trata-se de uma armadilha para induzir o usuário a passar informações pessoais. Para que o golpe não aconteça, é necessário ter muito cuidado com mensagens cuja origem não é conhecida. Qualquer cadastramento e fornecimento de dados pessoais só deve ser feito diretamente no aplicativo ou no site, nunca por meio de links encaminhados por e-mail ou SMS.

Entenda o que é o PIX

O PIX é um novo serviço de pagamen-

tos criado pelo Banco Central (BC), que começa a funcionar a partir do dia 16 de novembro. O serviço foi idealizado para competir com o TED, o DOC e o Boleto, sendo gratuito e funcionando todos os dias sem limitação de horários e feriados. O cadastramento para uso do serviço começou a ser feito no dia 5 de outubro. Os valores transferidos pelo PIX devem cair na conta do destinatário em até 10 segundos, porém, não há como cancelar após a transferência. As instituições bancárias terão, no entanto, a opção de estabelecer um valor limite para as transações. As transações pelo PIX poderão ser feitas também por meio de QR code ou links gerados no smartphone. Para usar o serviço, é necessário ter uma conta corrente, poupança ou uma carteira digital com cadastro no novo sistema de pagamento.

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Notícias

A sobrevivência do corretor de seguros “A sobrevivência do corretor de seguros na próxima década está diretamente ligada à sua capacidade de se adaptar”. A afirmação foi feita pelo consultor e professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS), Rodrigo Maia, durante palestra na 9ª etapa do ciclo de eventos “Conexão Futuro Seguro”, realizado no dia 7 de outubro, para corretores de seguros pessoa física e jurídica, associados ao Sincor-PB. O ciclo, promovido pela Fenacor, ENS e sindicatos da categoria, terá 22 etapas estaduais e um grande evento nacional, o “Conexão Futuro Seguro Brasil”, no dia 12 de novembro. Segundo Maia, mais do que ser “o mais forte”, será preciso demonstrar grande capacidade de adaptação ao novo mercado que surge, estando permanentemente conectado com o cliente

para identificar com a necessária rapidez as demandas das pessoas que não foram satisfeitas. De acordo com o consultor, o processo de mudanças rápidas no mercado, que foi acelerado pela pandemia, exige um novo posicionamento do corretor de seguros, que “deve se conectar com novas possibilidades para continuar evoluindo e oferecendo soluções mais inovadoras para os seus clientes”. Rodrigo Maia listou alguns tópicos que devem servir de base para a atuação profissional nessa “nova ordem” que está surgindo. Os dois primeiros são o foco no planejamento e na proteção, base de todos os produtos do mercado, sendo um verdadeiro provedor de soluções para os clientes; e a presença constante ao lado do segurado

para apurar as suas necessidades gerais. “O corretor não pode ser especialista, muito menos de produtos massificados. Tem que ser especialista em cliente. Deve se reconectar com seus clientes, analisar sua carteira de negócios e ver os segurados que podem dar mais retorno”, aconselhou. Além disso, ele sugeriu que o corretor não veja a tecnologia como “inimiga”, para não correr o risco de sucumbir profissionalmente. Para o palestrante, a pandemia, de certa forma, está ajudando nesse processo, obrigando o profissional a olhar para a tecnologia como uma ferramenta importante para alavancar seus negócios. O corretor também deve ficar atento às inovações, sem resistências, para não “perder novas oportunidades de ganhar dinheiro”. Fonte: CQCS, em 08/10/2020

Sincor-SP comemora 86 anos de luta em defesa dos corretores de seguros No dia 6 de outubro de 1934, o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio reconhecia oficialmente o Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de todos os ramos de Seguros, Resseguros e Capitalização do Estado de São Paulo (Sincor-SP) como entidade representativa dos corretores de seguros. Durante esses 86 anos de atuação, o Sincor-SP lutou para manter forte e relevante a profissão de corretor de seguros, além de buscar melhores condições de trabalho e empreendedorismo para a categoria. Segundo o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, nenhuma entidade ou empresa cumpre uma jornada dessa se não tiver uma efetiva folha de serviços prestados, se não cumprir seu propósito junto aos clientes. “O Sincor-SP completa 86 anos de idade. Nosso sindicato fez, faz e fará muito aos corretores de seguros. De maneira inequívoca, o Sincor-SP cumpriu com brilhantismo o seu papel de

representante dos interesses dos empresários corretores de seguros, de fomentador e impulsionador do desenvolvimento da indústria de seguros, alavancada pela atuação de seus profissionais representados”, afirmou o presidente. Apesar de as operações da entidade terem sido reconhecidas pelo Ministério do Trabalho no dia 6 de outubro, o Sincor-SP já era atuante desde o mês de fevereiro daquele mesmo ano, quando 52 corretores de seguros escolheram a Câmara do Comércio Importador, na Rua Boa Vista, em São Paulo, como local para discutir as melhorias da profissão. No mês de setembro, o Estatuto foi votado e aprovado em assembleia, e o primeiro presidente do Sindicato foi eleito. Camillo ainda comenta os desafios ao longo de todos esses anos, ressaltando a resiliência da categoria. “Tivemos políticas públicas que impactaram na atividade, ora com absorção pelo estado do mercado que era da iniciativa privada, ora o contrário. Também fomos impactados com os avanços e mudanças de comportamento da sociedade. Em

meio a esses desafios, a categoria dos corretores de seguros percorreu esses 86 anos sempre de maneira ascendente, sempre se consolidando mais. Esses fatos são reflexo de um duro e comprometido trabalho que a entidade realizou ao longo de sua história”, completa o presidente da entidade. Por fim, ele destacou a importância de se investir no constante conhecimento. “A próxima década será do profissional autodidata, que aprende o tempo todo. Busque isso, lendo livros, participando de cursos de capacitação. O aprendizado constante garante a sobrevida infinita nesse mercado cada vez mais volátil e competitivo”, assegurou o palestrante.

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Notícias

Consórcio do DPVAT deve ser extinto Proprietário da Gente Seguradora, o empresário Sérgio Suslik Wais defende a dissolução do consórcio que gere o DPVAT, o seguro obrigatório para proprietários de veículos, e a migração para um sistema de competição, no qual o consumidor escolhe de quem comprar o produto. A Gente é uma das associadas do consórcio, que passa este ano por uma debandada inédita em sua história, em meio a denúncias sobre fraudes e má gestão da Seguradora Líder, responsável por administrar o DPVAT. É parte do grupo de seguradoras “independentes” que participam do consórcio, mas não do acordo

de acionistas da Líder. Tem 1% de participação, mas é a empresa que mais recebe processos do DPVAT entre as associadas, com 21% do total. Wais vê na debandada uma estratégia dos controladores para se desvincular das acusações, que são investigadas pelo Ministério Público Federal de Minas Gerais e critica a falta de ação das empresas que controlam o grupo. Para ele, o governo deveria forçar a devolução ao consumidor do excedente de reservas técnicas do DPVAT. São cerca de R$ 4,4 bilhões, que a Procuradoria diz que resultam de fraudes. “Precisa inves-

Fenacor e ENS lançam Programa de fidelidade para corretores

Um programa de fidelidade inédito que visa impulsionar ainda mais a qualificação dos corretores de seguros no Brasil foi desenvolvido pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) em conjunto com a Fenacor. O programa amplia o benefício já concedido pela escola de descontos em todos os cursos oferecidos pela instituição aos profissionais corretores de seguros. De acordo com o presidente da ENS, Robert Bittar, muitos profissionais já se beneficiam desses descontos. Mas a partir desse ano, como o lançamento do programa de fidelidade, cada centavo que o corretor investir no seu sindicato será convertido como desconto nos

cursos da ENS. Para Bittar, nenhum setor da economia cresce e se desenvolve com consistência sem mão de obra qualificada. “Os profissionais de seguros sentem a necessidade de um aprendizado continuado e a ENS é um privilégio para esse público, pois foca especificamente nos produtos em que trabalham”. As vantagens do programa são extensivas aos familiares e dependentes dos corretores. “Muitos querem inserir filhos e esposas para reforçar o corpo técnico da corretora, e essa é uma oportunidade”, explicou. O diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, por ocasião do lançamento, listou alguns cursos muito úteis para os corretores, como Matemática Financeira, Gestão Financeira e Planejamento de Aposentadoria.

tigar, punir os responsáveis e devolver o dinheiro para o consumidor.” Fonte: Folha de SP, em 07/10/2020.

Idosos Os cuidados com os idosos deve ser uma constante e não uma ação pontual por conta do risco da Covid-19. Eles são grupo de risco para diversas outras doenças e precisam de mais atenção das famílias, da sociedade e do Estado mesmo na pós-pandemia. Infelizmente, além das patologias, os idosos são vítimas, muitas vezes, do descaso, da negligência e da violência.

Reunião Quem se aposentou nos últimos 10 anos, poderá se beneficiar de decisão recente do Superior Tribunal de Justiça que garante a apuração do benefício com base nos valores de contribuição da vida toda, passando a considerar as contribuições feitas antes do ano de 1994. O advogado João Eugênio Modenese Filho explica que esta revisão se aplica também a pensões e auxilio doença. Antes de fazer a revisão é interessante buscar advogado para fazer o cálculo e ter a certeza que a revisão é vantajosa para o seu caso, orientou o advogado.

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Defesa dos Corretores de Seguros

Susep não responde ao corretor No dia 24 de agosto, o Sincor-ES encaminhou a superintendente da Susep, Solange Paiva Vieira, o Ofício 010/020, solicitando que fossem disponibilizados, de forma eletrônica, preferencialmente via API ou download de arquivos, os dados cadastrais atualizados dos corretores de seguros do estado do Espírito Santo. A solicitação foi feita com base no Artigo 10, da Lei 4.594, que determina que os sindicatos deverão organizar e manter o registro dos corretores e respectivos prepostos, habilitados na forma da lei, com os assentamentos essenciais sobre habilitação legal e curriculum vitae profissional de cada um dos mesmos, a partir dos dados necessários fornecidos pela Susep, confor-

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me disposto no referido artigo. O Sincor-ES, até o fechamento dessa edição, não havia sido atendido em sua solicitação, encaminhada novamente no dia 1º de outubro de 2020. “Só podemos pensar duas coisas: ou a Susep não tem condições técnicas para atender à solicitação legal ou, o que considero ser mais provável, não dá a mínima para o Sindicato de Corretores do Espírito Santo”, lamentou o presidente José Romulo da Silva. José Romulo destaca que a relação entre as representações dos corretores de seguros e a Susep tem se tornado insustentável. “Nós como sindicato não temos como saber quais são e quantos são os corretores habilitados e legalmente aptos

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a exercerem a profissão em nosso estado. O não atendimento da Susep à nossa solicitação nos obrigará a procurar novos caminhos para que a Lei seja cumprida”, afirmou.


Defesa dos Corretores de Seguros

LGPD: Cenário atual e sua aplicação Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados, também conhecida como LGPD, a questão da proteção de dados no Brasil ganha um marco legal que deve ser seguido por aqueles sujeitos a sua observação e aplicação. Com a publicação do Decreto 10.474/2020, foi criada estrutura regimental da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão que tem como objetivo zelar pelo cumprimento e interpretação da lei. Com o objetivo de atualizar os corretores de seguros, que têm o dever de aplicar e observar os ditames da nova legislação, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) vem mantendo tratativas com a CNseg acerca desse importante tema e, tão logo haja um posicionamento, inclusive sobre a ferramenta, todas as orientações serão transmitidas aos sindicatos, dada a importância e relevância do assunto. Desde setembro, a Lei 13.709/2018, passou a vigorar. A maioria dos profissionais da área, sejam eles pequenos,

médios ou de grande porte, precisam atender aos dispositivos e exigências da LGPD e precisam ter total controle sobre as informações: se estão armazenadas de maneira segura, se foram coletadas mediante consentimento e para que serão usadas, assegurando o sigilo de informações dos colaboradores que lidam com dados das pessoas, sejam eles clientes ou demais colaboradores. Uma das regras da nova Lei é que todos os dados devem ser criptografados para que não possam ser lidos por

terceiros ou ocorram vazamentos de informações. Isso vai tornar imprescindível um profissional de TI nas organizações e que esteja familiarizado com as particularidades da LGPD, pois ele deverá criar e a administrar instrumentos para garantir a segurança das informações. O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, destaca que, tão logo a Fenacor libere as informações eles serão repassadas aos corretores de seguros por meio de um dos canais de comunicação do sindicato.

Usuários têm que autorizar uso de dados A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) promete mudar a relação do tratamento dos dados pessoais no Brasil. A partir de agora, os usuários que tiverem seus dados coletados, seja por qualquer estabelecimento (redes sociais, bancos, hospitais, farmácias, supermercados ou qualquer outro serviço que realize a coleta de dados pessoais), passam a ter o direito de ter de receber atualizações claras e especificas sobre a utilização dessas informações. Além de multas milionárias que serão aplicadas nas organizações que não protegerem os dados pessoais, outros impactos poderão ser sentidos na perda de credibilidade perante os clientes e a opinião pública, caso esses dados vazem ou sejam utilizados de forma indevida.

Empresa condenada a pagar R$ 10 mil a cliente após compartilhar dados Dados de comprador de imóvel foram compartilhados por construtora sem que ela tivesse autorização, o que fere a legislação. O caso vem sendo considerado o primeiro no Brasil a utilizar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que entrou em vigor no dia 18 de setembro, para embasar a condenação de uma empresa. A Lei 13.709 de 2018, que ficou conhecida como LGPD, estabelece novas regras para garantir maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais fornecidas a qualquer empresa. Se o titular acredita que seus dados estão

sendo usados de forma indevida, ele pode acionar a justiça comum. Órgãos como a Defensoria Pública, Ministério Público, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Procon e OAB, podem atender às demandas ou aconselhar os reclamantes. Assim que coletar os dados, a empresa deve deixar clara a finalidade da informação. Deve informar de forma clara por quanto tempo vai usar os dados do titular e deixar informações para contato. Enviado requerimento à empresa, ela deve responder em até 15 dias.

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CERTIFICAÇÃO DIGITAL AR Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros) Atendimento por Vídeo Conferência Informamos que a AR Fenacor possui um posto de atendimento habilitado para atendimento e emissão de renovações de Certificados Digitais, localizado na cidade do Rio de Janeiro, sendo o Sindicato dos Corretores de Seguros e Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Espirito Santo-(SINCOR-ES), o único revendedor autorizado em nosso Estado. Para fazer o agendamento por vídeo conferência conecte-se com a diretora responsável pelo setor de cadastro, Dagmar Alves M. Machado (27) 2125-6676 / (27) 98895-9086, de segunda a sexta-feira, no horário de 13:00 às 16:40 - E-mail: cadastro@sincor-es.com.br

CERTIFICADOS COM TECNOLOGIA CERTISIGN Atuando no mercado desde 2005, a AR Fenacor, que tem a melhor opção em Certificação Digital, investe continuamente nas mais modernas tecnologias, entrou para a rede ICP Seguros, que reúne AR’s comandadas por corretores de seguros, tendo o Sincor-ES como seu único ponto de atendimento no Espírito Santo, responsável pela interface entre o usuário e a autoridade certificadora, tendo como objetivo o recebimento, validação, encaminhamento de solicitações e renovações de Certificados Digitais. Os Certificados digitais são emitidos através da AR Fenacor para pessoas físicas ou jurídicas, capacitando indivíduos, empresas e entidades, sejam elas, civis ou governamentais, a assinar documentos eletrônicos com total segurança e aderência as leis brasileiras. A AR Fenacor e o Sincor-ES cooperam com os profissionais Corretores de Seguros e suas Empresas Corretoras de Seguros, facilitando inclusive suas transações diárias com as Seguradoras e seus clientes segurados.

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Qualificação

Encontro de entidades de seguros de pessoas discute presente e futuro do ramo

Organizado pelo CVG-SP, o inédito encontro virtual que reuniu sete entidades estaduais especializadas em seguro de pessoas, no dia 15 de outubro, trouxe uma visão abrangente das transformações no ramo e ajudou a delinear o cenário para o futuro. Com foco nas principais tendências, os dirigentes do CSP-BA, CSP-MG, CVG-ES, CVG-RJ, CVG-RS, CVG-SP e ISB (PR) debateram desde a ascensão do seguro de pessoas até as mudanças provocadas pela tecnologia – da subscrição de riscos até a distribuição –, além de apontarem caminhos para o desenvolvimento. Sob a mediação da jornalista Kelly Lubiato, editora da revista Apólice, e com transmissão ao vivo pelo canal do CVG-SP na internet, o evento foi realizado em duas etapas. Na primeira, os dirigentes responderam questões relacionadas ao presente e futuro do seguro de pessoas. Na segunda rodada, as perguntas vieram dos veículos da mídia especializada em seguros que apoiaram o evento: Apólice, Cobertura, CQCS, Insurance Corp, JNS, JRS, Roncarati, Seg News, Segurador Brasil, Seguro Nova Digital, Seguro Total, Seguros em Foco e Sonho Seguro.

Tendências

A pandemia ajudou a acelerar a transformação digital no seguro de pessoas, segundo a percepção da presidente do Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado da Bahia (CSP-BA), Patrícia Jacobucci. Questionada sobre o cenário futuro, ela concluiu que o setor de seguros sempre foi digital e que deverá avançar nessa área. “Esta é a lição para o pós-pandemia”, disse.

Na visão de João Paulo Mello, presidente Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), o segmento de pequenas e médias empresas é a mola propulsora da economia e, como tal, deve ser o foco do seguro de pessoas para ampliar sua penetração. Apesar dos impactos da pandemia sobre o segmento, como desemprego e perda de renda, ele acredita em um futuro melhor. “Vai passar. É fundamental que os corretores foquem nesse nicho”, disse. A venda digital de seguros, única alternativa na pandemia, deve se tornar uma tendência, na visão do presidente do Clube Vida em Grupo Espirito Santo (CVG-ES), Antonio Santa Catarina. “É um processo irreversível, que deverá baratear o custo do seguro”, disse. No futuro, ele acredita que a venda será totalmente digital. “Os corretores precisam se preparar”, disse. A pandemia despertou o interesse do consumidor pelo seguro vida? O presidente do Clube Vida em Grupo Rio de Janeiro (CVG-RJ), Octávio Perissé, acredita que sim. “Nesse novo normal a prioridade é preservar vidas. Não é à toa que aumentou a procura por seguro de vida e planos de saúde, inclusive pelos mais jovens”, disse. Ele aproveitou a oportunidade para parabenizar as seguradoras que decidiram indenizar os sinistros provocados por covid-19 e também elogiou a agilidade dessas empresas na rápida adaptação ao home office, garantindo que o atendimento não fosse interrompido. Com tantas mudanças em curso no seguro de pessoas, é difícil prever o futuro do ramo, considera a presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS), Andréia Araújo. No presente, ela constata que a pandemia trouxe um senso de urgência na contratação do seguro que o consumidor não tinha. “Talvez, este seja o maior legado, o

de fazer o consumidor pensar no futuro e ser mais previdente”, disse. Segundo ela, é possível que o seguro de vida se torne no futuro tão popular quanto o automóvel. No entanto, o mercado precisa evoluir mais na transformação digital. Se no passado, o processo de subscrição de riscos era binário – aceita ou não aceita riscos -, hoje, com a incorporação de novas tecnologias, os riscos até então excluídos passaram a ter mais chance de aceitação. Esta é a percepção do presidente do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), Silas Kasahaya. Com a possibilidade de tratamento de dados por meio de big data, inteligência artificial e outras tecnologias, ele acredita que a subscrição caminha para a individualização. “Com base nos dados disponíveis, hoje, já é possível fazer uma avaliação precisa do risco. Mas, o mercado ainda precisa avançar, principalmente, em relação à LGPD”, disse. Na última questão da primeira rodada, Joceli Pereira, presidente do Instituto Superior de Seguros e Benefícios Brasil (ISB Brasil), com sede em Curitiba (PR), analisou a formação dos profissionais que atuam na área, concluindo que é possível melhorar. “As entidades que proporcionam essa formação precisam se voltar para a produção de conhecimento e o fomento de pesquisas”, disse. Na sua visão, com a ajuda da tecnologia todo o conhecimento empírico do dia a dia dos profissionais pode ser sistematizado e disseminado. Até porque, disse, “o consumidor está mais exigente e antenado”.

Imprensa especializada pergunta

A tecnologia foi o foco de duas questões enviadas pela mídia especializada. Dentre as várias perguntas feitas pelos jornalista, descatamos a resposta de Antonio Santa Catarina ao jornalista Sergio Guerra, da revista Seguro Nova Digital, que para aumentar a penetração do seguro de vida é preciso focar no nicho de profissionais liberais, informais e de baixa renda. Para tanto, a distribuição digitalizada, a seu ver, abrirá caminhos, facilitando a cobrança. “As insurtechs estão aí para encontrar uma solução para isso”, disse.

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Mercado

Tokio Marine aposta no seguro para motocicletas A Tokio Marine Seguradora ampliou a oferta de seguros para o segmento de motocicletas, disponibilizando coberturas básicas contra colisão, incêndio, roubo e furto, além de assistência 24 horas e Responsabilidade Civil (RCV-F). O produto cobre diversos modelos, quem vão desde as motos mais urbanas e funcionais scooters até as motocicletas de alto desempenho e customizadas. O diretor de Automóvel da seguradora, Luiz Padial explica que o mercado de motocicletas está em expansão, pois as pessoas têm buscado alternativas de

mobilidade cada vez mais eficientes e baratas. “Queremos levar nossa expertise e qualidade a esse público que busca uma alternativa de proteção e segurança para complementar suas opções de deslocamento no trânsito”, afirma. Estão aptos ao seguro os modelos das montadoras Honda, Yamaha, BMW, Triumph, Suzuki, Kawasaki, KTM, Dafra e Harley-Davidson, cujas finalidades sejam lazer e/ ou locomoção diária. Ficam excluídas da oferta, motocicletas cujo uso seja comercial, ou seja, destinado ao transporte e à entrega de objetos ou mercadorias.

Mapeamento eletrônico de saúde Ter reunidas em um só lugar as informações do perfil de saúde de colaboradores é algo que contribui para a fluidez dos negócios e da dinâmica de trabalho exercido pelas empresas. Com isso em mente, o Porto Saúde está oferecendo às empresas-clientes um mapeamento eletrônico completo de saúde dos beneficiários. O ponto mais importante disso é que esse mapeamento poderá ser usado pelos corretores parceiros em suas argumentações junto aos departamentos de recursos humanos das empresas.

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O diretor Executivo de Saúde, Odontológico e Ocupacional da Porto Seguro Seguradora, Marcelo Zorzo, destaca que o sistema possui um formato sistemático que irá contribuir com as empresas na análise do perfil de saúde dos seus colaboradores. “Por meio de indicadores coletados em um questionário, esse modelo permite analisar e compreender o comportamento de cada indivíduo, identificar novas oportunidades, melhorar as condições físicas das pessoas e encorajá-las a adotar práticas mais saudáveis”, afirma.

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Restauração O Monumento à Paz, do artista grego Loannis Zavoudakis, já começou a ser restaurado. Localizado na Praça dos Namorados, ele foi inaugurado em 1987 e já foi cenário para muitos cliques de capixabas e turistas. A previsão é que o restauro, que está sendo feito pelo Instituto Goia, seja entregue até o fim de novembro desse ano. A obra é composta por duas partes rasas de globo terrestre recobertas com mapas em mosaico de vidrotil colorido.

Fake news Divulgar fake news é crime, especialmente em época de eleições. A Lei 13.834 pune com a pena de dois a oito anos de prisão quem divulgar notícias falsas com finalidade eleitoral. Além disso, é considerado crime previsto no Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965) divulgar notícias caluniosas contra candidatos em eleições.

Nasceu Olívia No dia 27 de agosto, nasceu Olívia, filha de Maiara Sanglard e Diogo. Ela é neta do nosso amigo de longas datas Elias Sanglard.


Mercado

Mercado imobiliário registra aquecimento O mercado imobiliário tem registrado um aquecimento, apesar da pandemia, de acordo com levantamento do Painel do Mercado Imobiliário (PMI). A venda e aluguel de imóveis usados, em junho, foi a maior dos últimos cinco meses, 10% superiores à média registrada em fevereiro, quando o país ainda não havia registrado casos de covid-19. Este cenário também puxou um forte aumento na procura pelo Seguro de Fiança Locatícia, que vem crescendo em vendas ano a ano. No primeiro semestre de 2020, foram vendidos no Brasil mais de R$360 milhões em prêmios de seguro, superando

em mais de 50% o que foi comercializado no mesmo período de 2019. Com a Fiança Locatícia, fica garantido o pagamento de indenização, ao segurado, dos prejuízos que venha a sofrer em decorrência da inadimplência do locatário em relação à locação do imóvel mencionado na apólice, respeitadas as disposições, as coberturas e os limites definidos em contrato. Algumas imobiliárias, inclusive, já estão trabalhando apenas com o seguro para garantia de recebimento de aluguel, dispensando opções como indicação de fiadores, extremamente burocrática, ou depósito

de caução, já que nem sempre o inquilino terá o dinheiro equivalente a três meses de contrato para fazer o adiantamento. Para o inquilino, para além da independência e facilidade no pagamento parcelado, dependendo do serviço contratado, há ainda mais vantagens. Nas coberturas adicionais, gastos do imóvel, como água, luz, IPTU, condomínio, pintura e multas contratuais também podem estar cobertos pelo valor do seguro fiança. Também pode ser adicionada a assistência 24 horas, com serviços de chaveiro, reparos elétricos ou no sistema hidráulico, entre outras emergências.

Mercado de seguro de Vida cresce, mas ainda há espaço para evoluir no Brasil Um estudo recente da MAPFRE Economics revelou que o mercado de seguros de vida cresceu 12,8% em 2019 quando comparado a 2018, movimentando R$ 152 bilhões no Brasil. Apesar do avanço, o segmento ainda tem grande potencial. O nível de penetração (relação entre os prêmios e o PIB) ainda é pouco superior a 2%. Na Europa Ocidental essa taxa é de 4,5% e no Reino Unido chega a 8,3%, revelando as possibilidades para o setor. As discussões recentes relacionadas ao enfrentamento da Covid-19 também colocaram esse ramo em evidência. Antes de mais nada, é preciso deixar claro que o segmento vai além da proteção relacionada aos riscos de morte. O seguro de vida inclui produtos para compensação e cobertura em outras adversidades, inclusive com benefícios, indenização para o caso de Doenças Graves e possibilidade de resgate para alguns produtos. Envolvem, ainda, garantias relacionadas à aposentadoria e, claro, as coberturas de proteção familiar, tão importantes para qualquer pessoa em caso de morte, invalidez, doenças graves e tantos outros. Um passo importante para aumentar o acesso ao seguro de vida é ampliar o co-

nhecimento em relação às ofertas disponíveis. Por isso listamos abaixo cinco aspectos essenciais para saber mais sobre esse mercado. Indenização em vida: Os produtos contam hoje com diversas coberturas para casos de doenças graves nas quais os segurados recebem as quantias previstas no contrato para utilizar da forma que julgarem mais adequado, uma vez diagnosticada a patologia. O produto MAPFRE Vida Você Mulher, por exemplo, prevê o pagamento da indenização em caso de câncer de mama, útero ou ovário, e conta ainda com diversos benefícios, como dicas de dieta e nutrição, serviço de babá, limpeza doméstica, reparos hidráulicos e elétricos residenciais, chaveiro, amparo psicológico e descontos em medicamentos, entre outros. Indivíduos solteiros ou sem descendentes: Muitas pessoas acreditam que não precisam se preocupar com eventualidades por estarem solteiras ou por ainda não terem filhos. Contudo, esquecem que qualquer pessoa, como os pais, pode ser beneficiária. Além de possibilidade de contratação de coberturas para Doenças Graves. Seguro de vida não é caro: A ideia que o seguro de vida é item com valor elevado é mais um mito. O preço da apólice leva em consideração fatores como a idade do con-

tratante, valor da indenização e coberturas obtidas. Por este motivo, a quantia que será paga varia de acordo com o que é adquirido. Pagamento imediato: Em muitos casos, após a morte de um familiar, é comum que os herdeiros só tenham acesso aos bens após a conclusão do inventário, o que pode levar alguns meses. No seguro de vida, o pagamento da indenização aos beneficiários indicados na apólice é realizado independentemente do inventário ou da partilha de bens. Isso é um ponto importante, principalmente quando a fatalidade ocorre com o provedor da família. Seguro com opção de resgate: O mercado segurador já disponibiliza soluções que permitem reaver parte do que foi pago. A MAPFRE, por exemplo, conta com um produto chamado Bien Vivir, que oferece a cobertura por sobrevivência, ou seja, após o período contratado, a pessoa poderá resgatar parte dos valores corrigidos. O grande diferencial é que o preço do seguro não aumenta com a idade, os prêmios e coberturas são corrigidos anualmente pelo IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo). Além disso, o seguro conta ainda com cobertura para casos de doenças graves.

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Mercado

Porto Seguro passa a atuar em novo segmento Recentemente, a Porto Seguro desenvolveu um produto para levar acesso à saúde para grande parte da população. O “Porto Cuida” inclui titular e dois dependentes, sem a necessidade de grau de parentesco, e oferece descontos em consultas (físicas ou remotas), exames, terapias e medicamentos. O novo serviço, que não é um plano de saúde, é uma forma de expandir a atuação do grupo. Em entrevista ao CQCS, Marcelo Zorzo, diretor-executivo de Saúde, Odonto e Ocupacional da Porto Seguro, informou que o lançamento desse serviço é motivado por um ideal: a Porto Seguro está sempre buscando oferecer as melhores soluções a uma maior parcela da população. “No caso do Porto Cuida, não se trata de um serviço de saúde popular, mas,

sim, um meio de acesso a todos que não contam com um plano de saúde. Nossa intenção é disponibilizar para todos os públicos nossos serviços e atendimento de qualidade reconhecida, a fim de proporcionar aos diferentes perfis a melhor experiência possível”, disse o executivo. Além disso, a Porto enxerga no produto uma oportunidade de democratizar o acesso a um serviço de saúde de qualidade. “Poder, por um preço acessível, ter à disposição descontos expressivos em exames, medicamentos, terapias e consultas em uma ampla rede referenciada, além de quatro atendimentos por telemedicina, é ter a certeza de um atendimento de qualidade”, explicou Zorzo. O Porto Cuida também representa uma excelente oportunidade de negócios

para os corretores de seguros. “Para os corretores, sem dúvida, o Porto Cuida é um importante instrumento na ampliação de suas carteiras. Outra questão é que o corretor pode disponibilizar o link para contratação em suas redes sociais, impactando uma quantidade relevante de pessoas do seu contato, mas que não sejam clientes ainda”, explicou o executivo. Caso os profissionais encontrem alguma dificuldade em encontrar argumentos para oferecerem o produto aos clientes, Marcelo explica: “As condições de contratação e todos os benefícios disponíveis do Porto Cuida são muito atrativos e, certamente, são características que entendemos que o corretor pode aproveitar na argumentação de vendas”, destacou. Fonte: CQCS, em 08/10/2020

Icatu Seguros conquista 1ª colocação em seguros no anuário Época 360o

A Icatu Seguros é a melhor empresa no segmento de Seguros, segundo anuário da Revista Época. O ranking Época 360° avalia as principais empresas do país em seis dimensões: Desempenho Financeiro, Pessoas, Sustentabilidade, Governança Corporativa, Inovação e Visão de Futuro. Há 28 anos no mercado, desde 2017 a companhia participa da avaliação e, desta vez, foi eleita a primeira do ranking. Para o presidente da companhia,

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Luciano Snel, o resultado é fruto de ações e iniciativas lançadas nos últimos anos em colaboração com todo o time e alinhado ao propósito da Icatu de contribuir para que pessoas e famílias estejam protegidas e assistidas em todas as fases de suas vidas. Segundo ele, o ano de 2019 foi marcado pelo fortalecimento de parcerias estratégicas, investimento em inovação, renovação do portfólio de produtos de seguro de vida e ainda mais aproximação com os clientes, parceiros e corretores. “Estamos muito felizes e honrados por esta premiação inédita, fruto do trabalho de todos os nossos 1,9 mil colaboradores”, destacou Snel. Líder entre as seguradoras independentes, a empresa foi pioneira em oferecer uma plataforma aberta e se transformou em um marketplace de Previdência, com mais de 300 fundos de 90 dos melhores gestores do país. Além disso, tem um portfólio completo de soluções para seguro de Vida, inclusive para

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clientes corporativos e PMEs. A companhia também foi bem avaliada na categoria sobre Pessoas, um assunto de extrema relevância para a Icatu. A empresa adota políticas de crescimento e valorização dos times, de forma que o colaborador se sinta parte fundamental do crescimento da companhia. Contemplada também como uma das melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, a Icatu adota estratégias de retenção de talentos, desenvolvimento de lideranças, gestão de desempenho e meritocracia.

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Entrelinhas

ENS inaugura Sala do Futuro A Sala do Futuro da Escola de Negócios e Seguros (ENS) foi oficialmente inaugurado com a organização do Seminário de Inovação, que também marcou o lançamento do livro Inovação em Seguros, publicado pela Escola. O evento ocorreu no dia 19 de outubro, data em que é celebrado o Dia Nacional da Inovação, na representação da ENS em São Paulo (SP), onde está instalada a Sala do Futuro. Em razão da pandemia da Covid-19 e por questões de segurança, foi estabelecido o número máximo de 10 pessoas presencialmente na Sala. Os demais participantes acompanharam de maneira remota. A programação contou com breve apresentação dos autores do livro sobre os quatro temas abordados na obra, todos sob a ótica da inovação: Ética e

Direito; Consumo; Finanças; e Tecnologias. Participaram como debatedores grandes personalidades do setor, como os presidentes das mantenedoras da ENS, Armando Vergílio (Fenacor) e Marcio Coriolano (CNseg), além do deputado federal Lucas Vergilio e de jornalistas. No prefácio do livro, Armando Vergilio e Marcio Coriolano destacam que a obra “tem como objetivos principais propor um direcionamento para projetos, ações e campanhas de inovação implementados pelos players do mercado de seguros – corretores, seguradores, resseguradores e técnicos do setor – e, eventualmente, servir de base ou fonte de consultas para as análises e decisões dos órgãos reguladores, e mesmo do Ministério da Economia”.

Pontuação O Senado Federal aprovou em sessão remota um projeto de lei que dobrou para 40 pontos o limite para suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A proposta traz uma série de modificações no Código de Trânsito Brasileiro, entre elas, a ampliação para 10 anos no prazo de validade da CNH, que antes era de cinco anos. A nova regra vale para quem tem até 50 anos de idade. A medida também altera regras para o uso das cadeirinhas ou do assento de elevação, acrescentando referências de peso e altura, ao limite de 10 anos de idade. Como o projeto foi modificado no Senado, necessita ser votado novamente pelos deputados.

Arranjos

A Sala do Futuro Ambiente educacional que conta com tecnologia de ponta, a Sala do Futuro tem como proposta oferecer uma experiência ampla, imersiva e detalhada aos alunos. O espaço dispõe de telas de altíssima resolução e software de controle online e tempo real de última geração. Criada pela multinacional Mashme, a Sala tem capacidade para reunir até 64 alunos, sendo 40 a distância e 24 presenciais, o que possibilita que as aulas sejam realizadas em um modelo misto, aliando o melhor das duas modalidades de ensino. Os múltiplos recursos e ferramentas permitem que os alunos remotos tenham a sensação de estar dentro da sala com o professor e os demais colegas, que assistem à sessão in loco. Presente em algumas das principais instituições de ensino e escolas de negócios do mundo, como University of Oxford, New York Uni-

versity, Universidad Madrid, a Sala do Futuro chega ao Brasil com a missão de se tornar um modelo de excelência sem precedentes na relação ensino-aprendizagem. “Temos muito orgulho de proporcionar à indústria de seguros e aos demais segmentos de negócios nos quais atuamos a oportunidade de usufruírem de uma experiência inédita, já que somos os primeiros em toda a América Latina a ter a Sala do Futuro. Esse pioneirismo e inovação são marcas da ENS e seguiremos buscando sempre fazer mais e melhor”, ressalta o presidente da Escola, Robert Bittar. O Seminário de Inovação foi transmitido ao vivo pelo canal da ENS no Youtube.

Com a pandemia, o formato de trabalho mudou e o home office se consolidou em muitas corporações. Por conta disso, há aqueles que passaram a buscar novos locais para trabalhar ou para participar de encontros profissionais. Em São Paulo, por exemplo, padarias e supermercados passaram a oferecer espaços com wi-fi gratuito e mesas organizadas de forma a deixar os clientes bem acomodados. Em Vitória, também há alternativas para quem quiser sair de casa e trabalhar em outros ambientes. Na orla de Camburi, acaba de ser lançado um escritório de frente para a praia, uma iniciativa inspirada nos conceitos de co-worning.

Aniversário A Banda de Música da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo completou 180 anos de história. Por causa da pandemia de Covid-19, não foi possível realizar uma comemoração presencial, mas foi preparado um vídeo especial , disponibilizado no YouTube. Nele, a música “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, é cantada pela soldado Tatiane Celeste, sob a regência do capitão Marcelo Santos e supervisão de Sérgio Rouver.

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Entrelinhas

O corretor de seguros Por: Antonio Penteado Mendonça

Fonte: Estadão, em 05/10/2020

De acordo com o texto frio da lei, “o corretor de seguros, pessoa física ou jurídica, é o intermediário legalmente autorizado a angariar e promover contratos de seguros entre as Sociedades Seguradoras e as pessoas físicas ou jurídicas de Direito Privado” (art. 122 do Decreto Lei 73/66). Além disso, o artigo 124 do mesmo diploma legal determina que “as comissões de corretagem só poderão ser pagas a corretor de seguros devidamente habilitado”. Ao contrário do que muitos imaginam, o corretor de seguros não tem o monopólio da contratação dos seguros. Ele é o intermediário legalmente autorizado, mas não há nada na lei que impeça as seguradoras de venderem suas apólices diretamente. Ao contrário, a legislação dá os parâmetros para essa venda. Assim, o corretor de seguros tornou-se o principal canal de distribuição de seguros no Brasil não porque a lei o determine, mas porque ele se mostrou mais eficiente do que as demais formas de comercialização à disposição das seguradoras. Internacionalmente, o corretor de seguros tem lado. Ele representa e defende o segurado nas suas relações com a seguradora. Na legislação brasileira, todavia, essa tipificação não existe, razão pela qual, seguindo a letra da lei, o corretor de seguros não tem lado, nem representa ninguém. Ele simplesmente angaria e promove os contratos de seguros, recebendo uma comissão para fazer isso. Ocorre que as relações humanas são muito mais sofisticadas e complexas do que a letra fria da lei, especialmente depois da lei completar, sem qualquer atualização relevante, cinquenta e seis anos de existência, como é o caso da lei dos corretores de seguros, que é de 1964 e que, ao longo das décadas, prestou – e vem prestando – relevantes serviços na proteção da sociedade brasileira. Sem dúvida, a regulamentação da distribuição dos seguros necessita ser revista e modernizada, mas entre rever e extinguir, como pretendeu o governo, vai uma diferença enorme, até porque o corretor de seguros desempenha papel fundamental para o equilíbrio da sociedade, através de sua atividade profissional.

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Como representante de fato do segurado na relação com a seguradora, figura pacificamente aceita pelo setor, o corretor de seguros vai muito além de simplesmente angariar e promover contratos de seguros. O corretor de seguros tem como missão precípua a proteção da sociedade. Cabe a ele oferecer ao cidadão e às empresas as ferramentas mais eficientes criadas pelo ser humano para proteger e desenvolver sua existência e capacidade de ação. Há mais de quatro mil anos, o seguro tem lugar de destaque no desenvolvimento humano. E desde o princípio a intermediação sempre teve papel relevante para o negócio. A título de exemplo, basta lembrar que o Lloyd’s de Londres não é uma seguradora, mas uma plataforma de colocação de riscos, com todos os negócios realizados através dos intermediários autorizados. Ao contrário do que algumas afirmações, muitas vezes fruto do desconhecimento, levam a crer, o corretor de seguros não é um vendedor de apólices. Quem faz isto é o agente de seguros, figura inexistente na legislação brasileira. O corretor de seguros é o consultor do segurado. E isto faz toda a diferença. O corretor de seguros tem que ter noções de economia, sociologia e história; conhecer a realidade social da região aonde atua; conhecer a realidade de seus segurados; conhecer os produtos das seguradoras; ser hábil negociador e ter independência para defender os clientes em todas as situações em que a sua intervenção se faça necessária. Não é possível dizer que uma profissão é mais importante do que a outra ou que um cargo é mais relevante do que outro. O trabalho honesto e o exercício profissional dentro de parâmetros éticos pertinentes têm, necessariamente, hierarquia funcional, mas não podem ser medidos como mais ou menos importantes. Cabe ao corretor de seguros zelar pela segurança de seus segurados e isso vai muito além de oferecer apólices de seguros. Sua atuação profissional permeia o bem estar social. *Antonio Penteado Mendonça, SÓCIO Da PENTEADO MENDONÇA E CHAR ADVOCACIA E SECRETÁRIO-GERAL DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS

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Capemisa de casa nova A Capemisa Seguradora, que é comandada no Espírito Santo por Nelson Rodrigues de Morais, mais conhecido como “Nelsinho”, está de casa nova. A seguradora, que é parceira do Sincor-ES, agora está atendendo na Avenida Nossa Senhora da Penha, nº 595 – Torre II – Sala 1.311, em Santa Lúcia.

Tecnologia O Projeto de Lei 4.598/20 exige seguro-garantia em todas as licitações realizadas no Brasil para obras ou serviços de engenharia. Esse seguro deverá cobrir o valor integral do empreendimento. Caso a empresa vencedora tenha o contrato rescindido, a seguradora assumirá a obra ou indenizará o poder público. Pela proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, a seguradora poderá contratar uma nova construtora para concluir a obra. O objetivo é replicar no Brasil a experiência dos contratos de performance bond, usados em obras federais nos Estados Unidos. Pelo mecanismo, as construtoras têm que apresentar um seguro de 100% do valor do contrato e garantir ao contratante a entrega da obra.

Competitividade O Espírito Santo subiu uma posição e agora encontra-se em 5º lugar no Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública. A lista, divulgada em setembro, avaliou todas as 27 unidades da federação em 10 quesitos, que são subdivididos em 73 indicações. Até o ano de 2018, o Espírito Santo ocupava a 8ª posição e, no ano passado, ficou em 6º lugar.


Artigo

Seguro habitacional cobre vícios ocultos mesmo após quitação do contrato Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça

A quitação do contrato de mútuo para aquisição de imóvel não extingue a obrigação da seguradora de indenizar os compradores por vícios de construção ocultos que impliquem ameaça de desabamento. Com esse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso de uma proprietária de imóvel para que, superada a preliminar de ausência de interesse processual, o juízo de primeira instância prossiga no julgamento da demanda. A recorrente havia comprado o imóvel com financiamento da Caixa Econômica Federal e seguro obrigatório. Alegando ter constatado risco de desabamento, ela

acionou o seguro, mas a cobertura foi negada e o caso foi parar na Justiça. Em primeira e segunda instância, o pedido da proprietária foi negado ante a quitação do contrato. Segundo a ministra relatora do recurso no STJ, Nancy Andrighi, à luz dos parâmetros da boa-fé objetiva e da proteção contratual do consumidor, os vícios estruturais de construção estão acobertados pelo seguro habitacional. Ela explicou que os efeitos do seguro devem se prolongar no tempo, ainda que os defeitos só se revelem após o fim do contrato. Nancy Andrighi destacou as características desse tipo de seguro – uma obrigação para que o consumidor consiga o financiamento: “O seguro habitacional tem conformação diferenciada, uma vez que integra a política nacional de habitação, destinada a facilitar a aquisição da casa própria, especialmente pelas classes de menor renda da população”. De acordo com a relatora, é um contrato obrigatório “que visa à proteção da família, em caso de morte ou invalidez

do segurado, e à salvaguarda do imóvel que garante o respectivo financiamento, resguardando, assim, os recursos públicos direcionados à manutenção do sistema”.

Interesse público

No entendimento da ministra, a ótica do interesse público reforça a importância da garantia do seguro, na medida em que a integridade estrutural do imóvel é condição essencial para que o bem se mostre apto a acautelar o financiamento e, consequentemente, assegure a continuidade da política habitacional. “Assim como a entrega da obra não extingue a obrigação do construtor pela solidez e segurança da edificação, a conclusão do contrato de seguro não afasta a responsabilidade da seguradora quanto ao risco coberto que nasceu durante a sua vigência, o qual, nos termos do artigo 779 do Código Civil de 2002, compreende todos os prejuízos resultantes ou consequentes dos vícios de construção”, afirmou. Nancy Andrighi destacou que, se não fosse esse o entendimento, o segurado que antecipasse a quitação do financiamento teria menor proteção em comparação com aquele que fizesse os pagamentos apenas nos prazos acordados.

Fonte: www.stj.jus.br Esta notícia refere-se ao(s) processo(s): REsp 1622608

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OUTUBRO/2020

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