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Opinião

“Reajuste após os 60 é uma questão moral” Vivemos tempos difíceis no Brasil, em função da crise política, econômica e institucional que vem se instalando nos últimos anos e que se mostra agora com toda a sua força para brasileiros e brasileiras comuns que não têm nas negociatas e arranjos escusos os meios para ganhar a vida. São milhões de brasileiros à mercê de decisões tomadas por governantes que não representam os anseios e necessidades de população. E quando falo das necessidades, não aponto apenas para a categoria profissional a qual represento e que sofre com vários tipos de problemas e ameaças. Falo do cidadão comum, que paga impostos – ainda que de forma indireta, quando compra alimento, por exemplo – e que não conta com qualquer tipo de garantia quanto à oferta de serviços básicos e obrigatórios como educação, saúde e segurança. Vamos a um exemplo específico. Há muito tempo, quando o a lei que instituiu o Sistema Único de Saúde (SUS) foi aprovada, criou-se também a possibilidade de parceria entre o setor público e o privado para gerir a oferta de serviços de saúde, considerados essenciais. A oferta desses serviços se dá por meio de planos de saúde ou seguros saúde, ofertados por empresas regulamentadas e fiscalizadas por órgãos especialmente criados para esse fim. Em nenhum momento, o SUS deveria ser um sistema que atendesse à população mais carente, mas um sistema amplo, acessível a todos e em condições dignas. Ocorre que o sucateamento da máquina pública é uma realidade e, com alguma condição de pagar, milhares de pessoas buscaram nos planos de saúde uma garantia de receber atendimento em saúde. A demanda por serviços de saúde fez crescer a oferta de produtos e também fez surgir os problemas. Um deles é a constante necessidade apresentada pelas operadoras de reajustar seus valores muito acima dos índices inflacionários, o que tem tornado a manutenção do plano pelas famílias quase impossível. Nos últimos nãos, muitos deixaram de usar os serviços privados de saúde, o que compromete ainda mais os atendimentos no SUS, que não dispõe da estrutura necessária para dar conta. Podemos dizer que vivemos um caos no sistema de saúde no Brasil. A mais nova crise responde pela nova lei dos planos de saúde prestes a ser aprovada no Congresso Nacional. Um presente para as operadoras de saúde é o que eu penso, às custas de muitos brasileiros que acreditam estar diante de empresas sérias e comprometidas. Sob os auspícios e a omissão das autoridades, os planos de saúde estão tratando os consumidores usuários com o mais absoluto desrespeito. A Agência Nacional de Saúde (ANS), que deveria regular o mercado e proteger quem lhes paga os salários, permite que os planos individuais tenham sido praticamente extintos, o que fortaleceu os planos empresariais, cujos reajustes são liberados e abusivos. Hoje, uma pessoa que seja empreendedora individual está proibida de contratar um plano de saúde, pois não há oferta no mercado e quando ela ocorre os valores são absurdamente altos. A ANS, responsável por regular a atuação dos planos, permite reajustes acima (bem acima) da média da inflação para os contratos individuais, mas deixa o caminho livre para que as operadoras apliquem o percentual que acharem adequado nos planos coletivos. Esse é um dos problemas. O mais grave diz respeito aos planos de saúde de pessoas que chegam aos 60 anos, a terceira idade. Sim, essa é a idade em que as pessoas se sentem mais necessitadas de proteção e nesse momento a ANS e os planos de saúde viram as costas e dizem não ter como interferir. Há casos em que as operadoras reajustam o valor da mensalidade de quem chega à última faixa etária (59 anos) em 100%, o que, no nosso entendimento se configura abuso e ilegalidade praticada sem que se tome alguma providência. A proposta do relator da nova lei dos planos de saúde, de parcelar o reajuste e aplica-lo a cada cinco anos após o usuário completar 6o anos é algo que só beneficia as operadoras. A ANS alega não interferir nos planos de saúde coletivo pois não há previsão legal para isso. Ora, se não há previsão legal que se opere com a previsão moral, pois é uma questão de imoralidade deixar que operadoras de planos de saúde ajam livremente sem controle e sem que sejam importunadas. Permitir o reajuste por faixa etária para usuários com mais de 60 anos é desumano, é uma questão moral antes de ser uma questão legal. Já é comum a enxurrada de ações na Justiça de pessoas nessa faixa de idade e que se surpreendem com os reajustes abusivos em seus contratos. Nós aqui do Sincor-ES já passamos por isso, há alguns anos e conseguimos na Justiça cancelar o reajuste. Mas, sabemos que nem todo mundo consegue, pois, a Justiça no Brasil não é capaz de agir com a celeridade necessária nesses e em outros casos. Outro aspecto nefasto na nova lei é a previsão do fim da obrigatoriedade do rol mínimo de procedimentos, que nos faz lembrar a enganação da franquia de bagagem, nas companhias aéreas. Alguém tem notícia de que o preço das passagens tenha sido reduzido com a introdução do pagamento de bagagem e fim da franquia? A desculpa de que reduzir o rol irá permitir preços menores é uma mentira deslavada. Os preços das passagens subiram e os usuários têm que pagar franquia. Não tenho dúvida que o mesmo irá acontecer com os planos de saúde. Estamos diante de uma situação crítica e de difícil solução. O que vislumbramos num futuro próximo é aterrador. Planos de saúde ruins e caros, com oferta deficitária de serviços e um contingente de pessoas pagando por isso e recorrendo ao SUS para atendimentos de alta complexidade. Resumo da ópera: pessoas irão pagar durante anos por um plano de saúde e quando precisarem de um atendimento especializado terão que entrar na fila do SUS e esperar... Ou rezar, porque até onde sabemos o governo não tem planos de fazer grandes investimentos em saúde, tendo inclusive congelado gastos e investimentos. Vamos aguardar o desenrolar das votações no Congresso, mas não temos muita esperança, já que pelo que temos observado as empresas de planos de saúde são mais importantes do que os cidadãos que são o motivo de sua existência.

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José Rômulo da Silva Presidente do Sincor-ES facebook.com/sincores

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EXPEDIENTE

SEDE PRÓPRIA Endereço:- Rua Frederico Lagassa, Nº 30 Conj. 509/512 - Edf. Scheila - Bairro Gurigica, Vitória, Espírito Santo Site: www.sincor-es.com.br E-mail: sincor-es@sincor-es.com.br Diretoria Presidente: José Rômulo da Silva 1º Vice-Presid.: José Alexandre Cid Pinto 2º Vice-Presid.: Leovigildo José Bello 1º Secretário: Renato Silva de Bittencourt 2º Secretário: Antonio Nelson B. Fortunato 1º Tesoureiro: Antonio José Alvarenga Imperial 2º Tesoureiro: Leonardo Souza Bergamini Diretor Social: Luiz Amaury Gontijo Dir. Informática: Jaime Balbino de Oliveira Dir.Rel.c/Merc.: Neudon de Almeida Valadão Suplentes Ana Júlia Merotto e Luiz Cláudio Firme Pina Conselho Fiscal Maria Angélica Batista, Nicolau Marino Calabrez e Rene Neves Farias Delegados Representantes junto a Fenacor-Efetivos José Rômulo da Silva e José Alexandre C.Pinto Delegados Representantes junto a Fenacor-Suplentes Deusdete Mantovanelli e Santa de Luziê Laiber Oliveira Jornalista Marcilene Forechi Diagramação Ivo Tadeu Basilio Impressão GM Gráfica e Editora Ltda Telefones para Contato SINCOR-ES Geral....................................... 2125-6666 ................................................ 2125-6667 Deptº Adm./Financ.................. 2125-6669 Cadastro Corretor................... 2125-6676 Atend. D.P.V.A.T..................... 2125-6674 Fax......................................... 2125-6672 Revista Sincor-ES.................. 2125-6671 Clube Vida em Grupo ............ 2125-6670 Empresas Coligadas CREDICORES....................... 3315-5027 ............................................... 3315-5028 FUNENSEG-ES..................... 2125-6673 ............................................... 2125-6683 ASSESSORIA JURÍDICA...... 2125-6675 (MOSCON E ASSOCIADOS ADVOCACIA)


Sumário

Índice

04 - Notícias 10 - Ferramenta digital 12 - Seguro pirata 13 - Qualificação 14 - Mercado 17 - Polícia Rodoviária Federal 18 - Social 19 - Artigo jurídico

BILHETE DO PRESIDENTE

“Ainda o amor” Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons. Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba. Entretanto, o amor já foi definido pelos Espíritos do Bem como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia. Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo. Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro. Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular. O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada. A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam. Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa

oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros. Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas. Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho. Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio. Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera. Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces. Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente

do relógio. Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam. O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida. Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro. O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras. O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida. Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Revista Sincor-ES

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NOVEMBRO 2017

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Notícias

Convites para festa de final de ano já podem ser retirados A diretoria do Sincor-ES começou a entregar aos seus associados, no dia 6 de novembro, os convites para a Festa de Encerramento das Atividades do Mercado de Seguros no Espírito Santo, que será realizada no dia 8 de dezembro, no Cerimonial Le Buffet, em Jardim Camburi. Os convites individuais permitirão o ingresso ao local da festa, que contará com a animação da Banda Trilha. O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, lembra que é preciso estar em dia com a contribuição associativa para ter direito ao convite. De acordo com decisão tomada pela Diretoria, cada associado (pessoa física ou jurídica) terá direito a dois convites, sendo que um deles será gratuito e o outro terá custo de R$ 120. As seguradoras parceiras também poderão retirar a cota de convites que foi previamente estabelecida. A mensagem com as informações sobre a festa e sobre os convites foi encaminhada por e-mail. A retirada dos convites (gratuitos ou pagos) deverá ser feita na sede do Sincor-ES, no Setor de Cadastro, com a funcionária Dagmar Alves. O atendimento ocorre diariamente, de segunda a sexta-feira, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h. Informações podem ser obtidas por e-mail (dagmar@sincor-es.com.br) ou pelos telefones 2125-6666, 2125-6667 ou 2125-6676.

O destino das doações solidárias O sucesso das campanhas solidárias do Sincor-ES pode ser medido pelo aumento no número de pessoas não ligadas ao mercado de seguros que fazem doações todos os meses. No mês de outubro, uma empresa localizada em Vitória fez uma doação de uniformes, roupas, bengalas, computadores e outros objetos de uso pessoal em bom estado. As doações foram destinadas a uma igreja, que irá realizar um bazar no qual o valor das peças varia de R$ 2,00 a R$ 15,00. Toda a arrecadação é destinada à aquisição de alimentos que serão distribuídos entre pessoas e famílias necessitadas. As campanhas solidárias do Sincor-ES não se limitam a datas especiais, apesar de nessas datas o número de doações aumentar. “Os interessados podem procurar o Sincor-ES durante todo o ano para participar. Sempre há objetos, roupas, livros que estão sem uso e que, com certeza, serão úteis para outras pessoas”, afirma o presidente José Romulo. As doações devem ser entregues na sede do Sincor-ES, que fica na avenida Leitão da Silva, em Vitória. O sindicato tem uma lista de instituições cadastradas que sempre estão prontas para receber as doações.

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Congraçamento nas montanhas O Sincor-ES vai realizar em 2018 o seu tradicional Encontro de Congraçamento do Mercado de Seguros, no Parque do China, em Domingos Martins. Esta é uma oportunidade para confraternização dos corretores, seguradores, familiares e funcionários. Diferente do que ocorria em anos anteriores, o evento será realizado com o número de inscritos que solicitarem reservas. O valor do pacote poderá ser dividido em parcelas, que vencem a partir do próximo mês de dezembro e terminam em setembro de 2018. A cobrança será feita por meio de boleto bancário. Mais informações e reservas com Dagmar Alves, por e-mail (dagmar@sincor-es.com.br). Setenta e nove reservas já foram feitas.


Notícias

Confraria das Quintas mais animada a cada semana A Confraria das Quintas segue cada vez mais animada. O grupo reúne corretores de seguros, seguradores e outros convidados todas as quintas-feiras, no Shopping Vitória, para um almoço descontraído em que cada um paga suas próprias despesas e escolhe onde quer comer. No dia 10 de novembro, no entanto, a reunião foi um pouco diferente, pois foi realizada na casa do corretor de seguros e diretor do Sincor-ES Jaime Balbino. O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, gosta de destacar o caráter informal da Confraria. “Não há regras, estatuto ou obrigações legais. Basta querer participar e ter dinheiro para pagar o seu almoço. A única regra que temos é aquela que manda o colega participante pela primeira vez pagar a rodada do café para os demais presentes”. Também não existem regras para participar. Basta se dirigir à Praça de Alimentação do Shopping Vitória e encontrar o grupo que estará por lá a partir das 11h30.

Em 2018, Confraria terá logo e camiseta A partir de 2018, a Confraria das Quintas vai divulgar sua logomarca que já está sendo criada e irá estampar os comunicados do grupo e as camisetas que também serão confeccionadas. A escolha da logo ocorreu na reunião de diretoria do dia 14 de novembro e junto aos participantes que estiveram no último almoço, no dia 9 de novembro.

Parceria do Sincor-ES e Rotary Clube

Na edição da Revista Sincor-ES do mês de setembro, foi registrada a parceria firmada entre o sindicato e os clubes Rotary de Vitória e Vila Velha com o objetivo de apoiar uma campanha de educação no trânsito naqueles municípios. Como a atividade foi realizada após o fechamento da edição, as fotos tiradas no evento estão sendo divulgadas agora. O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, acredita que esse tipo de parceria fortalece não apenas uma categoria profissional, como a sociedade como um todo.

Revista Sincor-ES

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Notícias

Credicores agora é Sicoob Sul-Serrano

A Credicores-ES foi incorporada pela Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Serrana do Espírito Santo (Sicoob Sul-Serrana). A aprovação ocorreu em Assembleia Geral Extraordinária Conjunta, realizada no dia 1º de novembro, na qual estiveram presentes representantes das duas instituições, além da OCB-ES. Os assuntos em pauta foram: 1) Aprovação, pelos delegados da Sicoob Sul-Serrana, de nomes dos membros da Comissão Mista, previamente indicados pelos respectivos Conselhos de Administração ad-referedum da Assembleia Geral; 2) Aprovação do relatório elaborado pela Comissão Mista relativo à incorporação;

3) Aprovação da incorporação da Credicores pelo Sicoob Sul-Serrana. Após aprovação dos membros da Comissão Mista e apresentação do relatório, foi aberto o debate visando esclarecer dúvidas sobre a incorporação. Encerrado o debate, o presidente do Sicoob Sul-Serrana, Cleto Venturim, colocou a incorporação em votação, obtendo aprovação por unanimidade. A partir da incorporação, todos os atendimentos a cooperados da Credicores passarão a ser feitos pelo Sicoob Sul-Serrana. Os associados devem aguardar orientações do Sicoob sobre o novo funcionamento, oportunidade em que poderão optar pelo atendimento em qualquer agência da cooperativa (confira

Saiba mais sobre a Credicores A Cooperativa de Crédito dos Corretores de Seguros foi fundada no dia 19 de maio de 1998, tendo como seu primeiro presidente e idealizador o corretor de seguros mais antigo a operar no Espírito Santo, Pedro de Paula Pinto. Na ocasião, Pedro convidou os também corretores de seguros José Romulo da Silva, Antonio José Alvarenga Imperial e João Arthur de Medeiros para fazerem parte do projeto. O objetivo era oferecer aos profissionais da área de seguros no Espírito Santo uma cooperativa que pudesse suprir suas necessidades de crédito e prestar atendimento diferenciado em relação aos bancos comerciais. Após alguns anos de atuação, chegou-se à conclusão que seria difícil atuar de forma isolada, tanto pela falta de apoio da categoria quanto pela forma agressiva de atuação dos bancos privados. A diretoria, então, tomou a decisão de aderir ao sistema Sicoob, uma instituição forte e bastante competitiva no mercado, em condições de oferecer melhores condições de funcionamento e oferta variada de serviços para os associados.

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onde encontrar uma agência no quadro). Até que se conclua o processo de incorporação, continua funcionando a atual sede da Credicores, na Praia do Canto.

Onde estão as agências da Sicoob Sul-Serrana

- Afonso Claudio; - Brejetuda - Cariacica: Campo Grande, Ceasa e Itacibá; - Conceição do Castelo; - Domingos Martins: Pedra Azul; - Ibatiba; - Ibitirama; - Irupi; - Iúna; - Muniz Freire: Piaçú; - Venda Nova do Imigrante: São João de Viçosa; - Viana: Vila Betânia; - Vitória: Centro, Enseada do Suá, Faesa, Jardim Camburi, Jardim da Penha, Reta da Penha.


Notícias

Mais de 4 milhões em indenizações De janeiro a outubro de 2017, as indenizações creditadas na conta de vítimas e beneficiários do Seguro DPVAT, em processos intermediados pelo Sincor-ES, somaram R$ 4.878.702,84. No período, foram liquida-

dos 1.010 processos. Os atendimentos são feitos gratuitamente na sede do Sincor-ES, sem qualquer custo para as vítimas e seus beneficiários. Confira no quadro os números relativos aos atendimentos no ano de 2017.

CONFIRA O NUMERO DE PROCESSOS E VALORES INDENIZADOS Meses de referência

Valores pagos creditados-R$

Processos liquidados

Observações

Janeiro

495.091,51

101

Centauro ON

Fevereiro

448.729,94

100

Centauro ON

Março

504.779,03

95

Centauro/Líder

Abril

436.085,79

112

Centauro/Líder

Maio

582.639,92

112

Centauro/Líder

Junho

492.989,92

98

Centauro/Líder

Julho

494.211,51

91

Líder

Agosto

518.573,81

98

Líder

Setembro

456.239,64

99

Líder

Outubro

449.361,77

104

Líder

TOTAL

4.878.702,84

1010

Homenagem da Polícia Militar Atendendo ao convite do comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo, coronel Nylton Rodrigues Ribeiro Filho, e do comandante do Comando do Policiamento Ostensivo Metropolitano, coronel Alexandre Ofranti Ramalho, o presidente do Sincor-ES participou do lançamento do Plano de Comando do CPOM. A solenidade foi realizada no dia 30 de outubro e na ocasião, o presidente José Romulo foi homenageado pela corporação pelos “relevantes serviços prestados à Polícia Militar do Estado do Espirito Santo. A edição e impressão do Plano de Comando foram patrocinadas pelo Sincor-ES

Farol apagado

Uma lei federal, em vigor desde o dia 8 de julho, determina que todos os veículos automotores devem trafegar com faróis baixos acesos, mesmo durante o dia, em rodovias estaduais e federais. A lei chegou a ser suspensa, mas a Justiça autorizou a aplicação de multas no dia 20 de outubro de 2016, desde que a rodovia seja sinalizada com placa sobre o uso do farol. A lei prevê multa de até R$ 130,13 e a perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação. Na Grande Vitória, entre as vias em que é obrigatório o uso do farol baixo durante o dia, estão: BR 101, BR-262, Terceira Ponte, Norte-Sul (Vitória/Serra), Darly Santos (Vila Velha), José Sette (Cariacica) e Contorno de Vitória (Cariacica-Serra).

Rastreamento

Desde julho de 2007, existe uma lei que regulamenta a instalação de chip que permite a localização e o rastreamento nos veículos que saem das fábricas. Mas, a lei ainda não está “valendo”. Talvez, acredita o presidente José Romulo da Silva, porque seja mais vantajoso para o “mercado” repor veículos roubados do que impedir o roubo. No ano passado, foram furtados e roubados 557 mil veículos no Brasil. A desculpa dada pelas montadoras é que o chip deixaria o veículo mais caro e invadiria a privacidade do condutor. Uma pesquisa feita por nós mostra que o chip custaria cerca de R$ 10.

Eletrônica

A Resolução 712/2017 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), do Ministério das Cidades, publicada no Diário Oficial, os órgãos de trânsito dos estados deverão adotar, em 180 dias, todas as medidas necessárias para a emissão do Certificado Eletrônico de Registro de Veículos (CRVe) e a Autorização Eletrônica para Transferência de Propriedade de Veículos da (ATPVe). O antigo proprietário terá o prazo máximo de 30 dias, a contar da data declarada na ATPVe, para realizar o envio da transação eletrônica de comunicação de venda do veículo.

Revista Sincor-ES

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Notícias

Identidade profissional do corretor

O corretor de seguros (pessoa física) que já realizou o recadastramento obrigatório e que teve seu pedido aceito e o processo finalizado, pode solicitar à Superintendência de Seguros Privados (Susep), a confecção da Identidade Profissional.

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O documento não tem caráter obrigatório e será expedido ao custo de R$ 41,16. Caso deseje solicitar o documento, o corretor deverá imprimir a guia para quitação, que estará disponível no site da Susep. Após emitidas pela autarquia, os documentos serão entregues pelo Sincor-ES, com supervisão do Ibracor. Para retirar a identidade profissional, o corretor deverá comparecer à sede do sindicato, munido do comprovante de pagamento da guia de recolhimento, identificando-se, por meio de documento original com foto. As novas identidades serão emitidas em formato de smart card, permitindo que os corretores possam realizar a certificação digital e ter maior segurança no relacionamento com as empresas do setor e com outros órgãos do governo, dentre eles a Receita Federal. Mais informações poderão ser obtidas com o Setor de Cadastro do Sincor-ES, através do e-mail dagmar@sincor-es.com. br ou pelos telefones, 2125-6666 / 2125-6667 ou 2125-6676.

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Crescimento

A última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, publicada pelo Sincor-SP, aponta que o ramo de pessoas tem puxado o avanço do mercado, com variação de 11% na comparação entre os anos de 2016 e 2017. O segmento já acumulou R$ 15 bilhões de faturamento até a metade desse ano. O Seguro de Pessoas, provavelmente, será um dos grandes caminhos para a retomada do crescimento do setor em 2017.

Golpe

Vigaristas locam carros com documentação falsa e depois desaparecem com os veículos. Eles vendem e conseguem transferir sem que a locadora perceba o golpe. Geralmente, as locadoras mandam telegrama cobrando a devolução do veículo e ameaçam acionar a Justiça para cobrar os valores das diárias. Em alguns casos, locadoras não procuram a polícia por não suspeitarem que estão sendo vítimas de golpe.


Notícias

Novas regras valem para convenções coletivas de 2018 As novas convenções coletivas de trabalho, firmadas anualmente pelos sindicatos de empresas e sindicato de empregados de cada categoria, poderão ser adequadas às mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A Lei que prevê as mudanças entrou em vigor no dia 11 de novembro, em meio ao temor de que as relações de trabalho sejam precarizadas e

que direitos sejam negados aos trabalhadores. O governo, por outro lado, acredita que flexibilizar as leis trabalhistas é condição para a geração de novos empregos. O Sincor-ES recebeu comunicado da Fenacor – enviado também aos demais sindicatos de corretores de seguros de todo o Brasil – informando sobre a necessidade de promover as adequações na Conven-

ção Coletiva de Trabalho (CCT), que será firmada em 2018. O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, diz que ainda é cedo para fazer alguma avaliação sobre as mudanças, mas garante que não é intenção precarizar o mercado de trabalho. “Nós podemos garantir que queremos o melhor para os trabalhadores securitários e para os corretores de seguros”, afirmou.

As principais mudanças na CLT Acordos coletivos

– poderão se sobrepor à lei. Na prática, vale mais o acordado do que o legislado. Isso significa que alguns itens previstos na lei poderão ser negociados diretamente pelo empregado com o empregador, como, por exemplo a ampliação da jornada de trabalho diária para 12 horas e período de licença maternidade. Antes, apenas poderia ser alvo de discussão o que não era previsto em lei.

Jornada parcial de trabalho

– A lei prevê jornadas parciais de trabalho de até 30 horas semanais, sem hora extra, ou até 26 horas semanais com acréscimo de seis horas extras. Na lei anterior, jornadas parciais eram limitadas a 25 horas semanais.

Jornada intermitente de trabalho – O empregador poderá contratar por hora de serviço, sendo que esta não pode ser inferior à hora referente ao salário mínimo. O trabalhador com este tipo de vínculo terá direito a férias, 13º e FGTS proporcionais.

Férias – A legislação anterior permitia o parcelamento das férias em dois períodos. A nova lei permite fracioar as férias em três períodos, sendo que um deles será de, no mínimo, 14 dias e cada um dos demais não poderá ser inferior a cinco dias. Intervalo de almoço – A CLT previa intervalo mínimo de uma hora de almoço. A nova lei diz que esse período pode ser negociado, sendo incorporado à jornada trabalhada.

Trabalho remoto (home office) – Não era regulamentado pela CLT e a partir da reforma o trabalhador não tem jornada de trabalho fixada, sendo a negociação sobre responsabilidades da empresa e do empregado fixadas em negociação.

Autônomo exclusivo – não era previsto pela CLT. A partir de agora, o trabalhador pode prestar serviço de forma contínua para um mesmo empregador sem que isso se constitua em vínculo empregatício.

Rescisão de contrato

– eram obrigatoriamente feitas com a presença de um representante do sindicato da categoria. Agora, as rescisões podem ser feitas na empresa com a presença de advogados de ambas as partes.

Acordo por rescisão do contrato – passa a ser regulamentado pela lei. No caso de acordo para a saída do trabalhador, ele terá direito a receber metade do valor do aviso prévio e da multa de 40% sobre o FGTS. O empregado poderá movimentar até 80% do FGTS mas perderá o direito ao seguro-desemprego.

Revista Sincor-ES

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Ferramenta digital

Fenacor esclarece sobre Plataforma ZIM

A Fenacor encaminhou a todos os corretores de seguros uma “Nota de Esclarecimento” sobre o funcionamento da plataforma ZIM. O objetivo foi deixar mais claros os termos firmados na parceria entre a Federação e a WIZ Soluções, criadora da plataforma. Os questionamentos dizem respeito ao fato de que a WIZ tem entre

seus acionistas a Caixa Econômica Federal. No comunicado, o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, afirma ser inaceitável que alguns, a quem ele chama de “ventríloquos do atraso”, ambicionem deter os avanços tecnológicos que surgem diariamente em benefício da sociedade. Armando Vergílio se dirige, muito especificamente, ao presidente do Sincor-RJ que se manifestou contrário ao projeto, sendo o único sindicato da categoria a tomar essa atitude. Na nota, o presidente ainda deixou clara a disposição da Fenacor em defender a categoria e buscar melhorias para os corretores de seguros, dando como exemplos o empenho contra a atuação de associações de proteção veicular e a inclusão da categoria no Simples Nacional. Além disso, tem se dedicado a combater a atuação da Youse, corretora de seguros ligada à Caixa Econômica Federal, já tendo ingressado com ações na Justiça e feito incursões administrativas, políticas e institucionais. A nota esclarece que a Caixa Seguradora é apenas um investidor na WIZ e detém somente 25% do seu capital. A bem

da verdade, a WIZ não possui qualquer relação acionária ou de gestão com a plataforma Youse, sendo completamente independente, inclusive apresentando visões antagônicas e distintas. Enquanto a Youse apostou na distribuição direta de seguros, tentando marginalizar o corretor, a WIZ sempre acreditou no papel fundamental do corretor de seguros neste processo. Isto fica evidente na plataforma ZIM, que foi toda desenvolvida tendo o corretor de seguros como único protagonista. Aliás, diz a nota, essa foi essa uma das razões que levou a Fenacor a firmar um contrato com esta empresa visando desenvolver e disponibilizar para os corretores de seguros a melhor, mais adequada e moderna solução. A WIZ não atua e não atuará como corretora de seguros no caso específico do ZIM. O ZIM é uma solução digital criada especialmente para aumentar a produtividade do corretor de seguros e é resultado de esforço conjunto da Fenacor e da WIZ Soluções, abrindo uma “revolucionária porta para o futuro com objetivos claros e definidos”.

Saiba mais sobre a plataforma O que é – O ZIM é uma plataforma pela qual clientes ou potenciais clientes em busca de serviços de seguridade, financeiros e outros, sejam pessoas físicas ou jurídicas, podem solicitar, sempre através do corretor de seguros, propostas de produtos de seguros, serviços financeiros entre outros. frisamos, sempre vinculados a seus corretores cadastrados. Adesão – A adesão ao ZIM é facultativa, como em qualquer outra ferramenta tecnológica. O corretor tem a opção de sair a qualquer momento. Por meio do próprio aplicativo, todos os dados dos clientes e suas apólices são automaticamente apagados, não sendo mais possível recuperar – inclusive o histórico de interação desenvolvida dentro da plataforma. Quem pode usar – Somente pessoas físicas ou jurídicas habilitadas a exercerem a atividade de corretagem de seguros poderão se cadastrar na plataforma como corretores. O corretor será o único (com total segurança) que terá acesso ao seu login e senha usados para acessar a plataforma.

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Os objetivos do ZIM

As funcionalidades da plataforma

. Criar uma plataforma tecnológica para inserir e manter o corretor de seguros na era digital;

. Comunicação personalizada para uso do corretor;

. Aumentar a produtividade do corretor de seguros;

. Recebimento de pedido de cotação de seguro entre cliente e corretor;

. Potencializar negócios do corretor de seguros, inclusive com a venda de novos produtos e/ou serviços.

. Central de apoio, com canais de ajuda para tirar dúvidas do corretor (via chat e e-mail);

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. Chat entre cliente e corretor; . Estatística com diversos indicadores para gestão do corretor; . Envio de proposta de seguro por meio do corretor;

. Clube de benefícios para o corretor (e seu cliente) trocar pontos, conforme uso da solução.

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Ferramenta digital

Sincor-ES e Fenacor promovem evento de apresentação do ZIM

O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, acredita que é natural que as pessoas tenham dúvidas e que queiram saber mais sobre a Plataforma ZIM, lançada no dia 12 de outubro, durante o 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, em Goiânia. Pensando em levar esclarecimentos aos seus associados sobre o ZIM, o sindicato realizou junto com a Fenacor um evento de apresentação no Hotel Ilha do Boi, em

Vitória, no dia 21 de novembro. De acordo com José Romulo da Silva, a Fenacor é uma parceira dos corretores e uma defensora da categoria. “O Sincor-ES está de mãos dadas com a Fenacor e apoia os projetos que ela realiza. Resta apenas os corretores se unirem ao seu órgão de representação e mostrar sua força”, afirma. Para ele, a Plataforma deve ser encarada como uma possibilidade de crescimento e

desenvolvimento profissional. A nova plataforma se destina a corretores de seguros e a seguradoras, sendo que para ambos a adesão é facultativa. O presidente da Fenacor, Armando Vergílio, diz que irá incentivar os corretores de seguros a apoiarem apenas as seguradoras que prestigiam a categoria. “Vemos algumas companhias se preparando para um processo de venda direta. Nós queremos separar quem realmente é parceiro e amigo do corretor”, afirmou. Vergílio destaca que a ferramenta tecnológica desenvolvida para aqueles que mais entendem de seguro está resguardada com garantias, proteção e, principalmente, segurança jurídica e tecnológica. Estiveram presentes ao encontro apresentando a plataforma ZIM o Diretor Heverton Peixoto e a Superintendente comercial Naiara Jappe da WIZ soluções, criadora da plataforma.

Segurança não é problema A Fenacor garante que a Plataforma ZIM conta com certificados de segurança e investimento na melhor tecnologia disponível, adotando o mais alto nível de governança corporativa. O ZIM dispõe, ainda, de E&O que protege de qualquer “sinistro com a carteira de clientes” dentro da plataforma, com importância segurada de até R$ 5 milhões. Além disso, o ZIM oferece ao corretor de seguros o tempo que ele tanto

necessita para exercer a sua atividade fim, que é a comercialização de seguros. “Isso significa mais negócios, maior faturamento, melhor posicionamento no mercado”, diz o presidente da Fenacor, Armando Vergílio. A segurança dos dados disponibilizados dentro da plataforma não deve ser uma preocupação, pois, segundo a Fenacor, a relação entre a instituição e a WIZ é “extremamente exigente, muito

Os compromissos da WIZ - Terá que, obrigatoriamente, respeitar a confidencialidade e a manutenção de sigilo e dos dados e informações fornecidos à plataforma, inclusive a garantia e preservação dos negócios e carteira de clientes dos corretores que aderirem. - Garantir a inviolabilidade e integridade da carteira de clientes dos associados usuários e a preservar em favor destes a integralidade das comissões a que fizerem jus e que sejam provenientes dos produtos comercializados dentro da plataforma. - Manter registros de transações e aderências de usuários da plataforma, de forma a permitir o acompanhamento e a auditoria dos negócios da plataforma com o intuito de verificar o cumprimento das normas previstas neste Contrato.

bem estruturada e fruto de um contrato elaborado com observância a preceitos éticos e técnicos”. O contrato firmado prevê a criação de comitês Supervisão e Curadoria, Estratégico e de Desenvolvimento. O objetivo dos comitês é efetuar os ajustes que forem necessários ao longo do processo, além de aumentar a eficiência na utilização da plataforma. Isso vai garantir mais transparência a todo o processo.

A responsabilidade dos comitês de acompanhamento

– Efetuar os ajustes que forem necessários ao longo do processo, além de aumentar a eficiência na utilização da plataforma; – Elaborar relatórios e indicadores utilizados para acompanhar os resultados e projeções de vendas dentro da plataforma; – Realizar auditorias e definir regras de gestão da carteira de clientes trazidos pelos corretores aderentes; – Apurar eventuais denúncias feitas pelos associados usuários, podendo a Fenacor solicitar informações, esclarecimentos e correções à WIZ.

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Seguro Pirata

Sincor-ES amplia número de associações denunciadas

Já chega a 41 o número de associações de proteção veicular, as

“seguradoras-piratas”, denunciadas pelo Sincor-ES ao Ministério Público Federal. A mais recene denunciada e que está sendo investigada pela Polícia Federal é a Auto Visa Rio-Proteção Veicular, cuja sucursal está localizada na Avenida Santa Leopoldina, nº 1.644 - Loja 01, no bairro Coqueiral de Itaparica em Vila Velha. O presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, diz que a luta conta as piratas no mercado de seguros é contínua, por isso a necessidade de continuar fazendo denúncias aos órgãos competentes. Para ele, é preciso um empenho muito grande de todos os envolvidos no mercado de seguros, principalmente, corretores de seguros, para combater as ações ilegais. José Romulo destaca o Projeto de Lei 3.139, que estabelece combate às

associações e cooperativas veiculares, como um avanço. O projeto, de autoria do deputado Lucas Vergílio, altera o Decreto Lei 73/66 e estabelece que somente sociedades anônimas ou cooperativas devidamente autorizadas pela Susep poderão operar em seguros privados. O presidente do Sincor-ES diz que denúncias sobre atuação das piratas podem ser encaminhadas por e-mail (presidencia@sincor-es.com.br), mas devem ser acompanhadas de informações que possam se comprovadas. “Ao encaminhar uma denúncia é importante reunir tudo que possa ser usado como prova, como documentos, contratos, cópia de conversas em que se firmam acordos. Só assim, nosso Jurídico pode encaminhar ao Ministério Público”, afirmou.

Saiba quais são as denunciadas 1) União Nacional dos Proprietários de Veículos Automotores (Union); 2) Clube de Assistência (RBS); 3) Assessoria e Serviços Ltda (RBS); 4) Associação Capixaba dos Transportadores de Cargas (Ascatran); 5) Associação Sul Litorânea dos Transportes de Cargas (Astrac); 6) Associação de Apoio aos Proprietários de Veículos; 7) Associação Brasileira dos Amigos Condutores de Veículos (PROTVEL); 8) Associação de Proteção a Veículos (Mastercar); 9) Associação de Amparo aos Irmãos Evangélicos (Anaie); 10) Associação dos Caminhoneiros do Sul do Estado (Ascames); 11) Associação de Apoio aos Proprietários de Veículos do Norte do Espírito Santo (Agil); 12) Programa de Proteção veicular (Labor Club); 13) Vanguarda Clube de Assistência (Vanguarda); 14) Associação Capixaba dos Proprietários de Veículos do Espírito Santo (Auto Protege); 15) Palaoro Silva Comércio e Serviços Ltda (Moto Mania); 16) União Capixaba de Ajuda Mútua (Ucam); 17) Associação de Proteção aos Veículos (Automais); 18) Associação dos Veículos Pesados (Avep); 19) Associação de Proteção Veicular (Univel); 20) Associação Capixaba de Proprietários de Veículos (Globo);

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21) Associação Unidos do Transportes (Assutran); 22) Associação dos Proprietários de Veículos de Carga (Aliança); 23) Associação dos Transportadores do Espírito Santo (Atres); 24) Associação Sul Capixaba dos Transportadores de Cargas (Assucar); 25) Grupo Ampara de Proteção Automotiva (Ampara); 26) Ampara Rastreadores Ltda (Ampara); 27) Ampara Sistema de Proteção Repartida de Veículos (Ampara); 28) Associação dos Servidores do Corpo de Bombeiros e Policiais Militares de Minas Gerais (Ascobom); 29) Associação Global de Assistência Familiar; 30) Clube de Assistência e Benefícios Sociais do Brasil; 31) União Capixaba de Assistência Mútua (Ucam); 32) Lions Proteção Veicular; 33) Clube de Benefícios Mútuos Nortebem; 34) Red Whit Capixaba Clube de Benefícios; 35) Save Car Brasil Clube de Assistência à Proteção Patrimonial; 36) Associação Pentecostal do Brasil (Aspem Brasil); 37) Associação Brasileira de Benefícios (Provisão Car); 38) Paz Proteção Automotiva; 39) Clube de Assistência Protbens Proteção Veicular (CAPP); 40) Clube de Benefícios Paz - Proteção Automotiva; 41) Multiplicar Brasil - Proteção Automotiva.


Qualificação

Planejamento e atitudes vencedoras Acidentes nas vendas de Seguros de Pessoas

O Sincor-ES, em parceria com o CVG-ES e patrocínio da Escola Nacional de Seguros, realizou, no dia 7 de novembro, a palestra "Vendas de Seguros de Pessoas - Planejamento e Atitudes Vencedoras". O responsável por abordar o assunto foi o consultor Maurício Tadeu. O evento foi realizado no Hotel Bourbon, na Praia de Camburi, em Vitória. Maurício Tadeu iniciou sua palestra destacando que não iria apresenta nenhum tipo de fórmula mágica para que o sucesso seja alcançado. Ele fez uma crítica a esse tipo de abordagem em vendas, uma vez que o corretor de seguros não pode ser igualado a um simples vendedor, das as peculiaridades do produto que ele comercializa. Ao falar sobre um livro escrito por um empreendedor, ele destaca que vender seguro não é a mesma coisa que vender sapatos. Ele destacou, em seguida, a necessidade de que corretores de seguros invistam no segmento de Pessoas, o que inclui, não

apenas os seguros de vida e acidentes pessoais, mas previdência e saúde. Também foi destaque na sua palestra a importância de compreender as mudanças em curso no mundo e sua relação com os modos como as pessoas consomem. Essas mudanças, diz ele, afetam profundamente o mercado de seguros. Ao apontar para a ampla variedade de material disponível sobre vendas e marketing, ele alerta que os corretores devem conseguir filtrar aquilo que pode ser aplicado ao seguro e o que não diz respeito a essa área. Há uma ideia corrente de que o sucesso pode ser alcançado sem muito esforço, bastando que se empregue esta ou aquela técnica altamente eficaz. Esta foi a última palestra do ano dentro da programação elaborada pelo Sincor-ES e o CVG-ES. Para o próximo ano, o presidente José Romulo já adiantou que irá manter o formato e investir em temas que possam trazer ganhos pessoais e profissionais para os corretores de seguros.

Calendário de 2018 já está sendo preparado O Sincor-ES deu início à consulta aos seus associados e executivos de seguradoras parceiras sobre os temas que devem ser incluídos em sua agenda de cursos e palestras para o ano de 2018. Por e-mail, os interessados são convidados a emitir suas opiniões e a sugerir temas e nomes de palestrantes que podem ser convidados. Como sempre ocorre, poucos res-

ponderam o e-mail encaminhado no dia 20 de outubro, deixando a cargo da diretoria o envio de sugestões para a Escola nacional de Seguros e outros parceiros. “Nós acreditamos que não há muito interesse em sugerir, mas, sempre haverá críticas posteriores e manifestações de descontentamento. O que é lamentável”, afirmou o presidente José Romulo da Silva.

Segundo o Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES) da Escola Nacional de Seguros, os acidentes de trânsito provocaram um impacto econômico de R$ 4,67 bilhões em 2016, o que representa 3,56 do PIB, o maior da Região Sudeste. O CPES chegou a esse número considerando a perda da capacidade produtiva provocada por acidentes, que mataram 761 pessoas e deixaram outras 717 com invalidez permanente. Entre os anos de 2015 e 2016, houve redução de 34% na perda do PIB do Estado. Ainda assim, a taxa ainda está acima da média regional (1,74%).

Arrecadação Durante o primeiro semestre de 2017, o mercado de seguros arrecadou R$ 117,9 bilhões, representando crescimento de 3,5% na comparação com igual período do ano anterior. Na separação dos ramos de seguros, o de crédito e garantia foi o que registrou maior avanço, 29,3%; seguido pelo de vida individual, com 26%; do vida risco tradicional, com 19%; rural com 17,7%; PGBL com 12,7%, habitacional com 11,7%; vida coletiva, registrando 7,2% e, por último o ramo de automóvel, com crescimento de 5,8%.

Lucro líquido O IRB Brasil RE encerrou o terceiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 222 milhões, aumento de 237% em comparação a igual período do ano passado. Entre os meses de julho e setembro, a receita com prêmios emitidos atingiu R$ 1,7 bilhão, alta de 34% quando comparado ao período de 2016. O volume total de prêmios emitidos no Brasil foi de R$ 1,1 bilhão. Desse montante, o segmento que liderou a emissão foi o Rural, com 37%, seguido por Property, que ficou com uma fatia de 31%. No exterior, os prêmios emitidos totalizaram R$ 601 milhões. O ramo de Vida respondeu por 36%, enquanto Rural teve 11% de participação fora do país.

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Mercado

Planos de saúde e mudanças que interessam às operadoras As mudanças que estão sendo propostas pelo projeto de lei que altera a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/98) parecem ter um objetivo bem específico: retirar de cena usuários e usuárias com mais de 60 anos, além de inviabilizar a permanência de milhares de pessoas. A avaliação é do presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva. Ele afirma que as mudanças propostas geram insegurança e revolta por parte de quem contribui uma vida com um plano de saúde e acaba sendo “expulso quando mais precisa”. Até o fechamento dessa edição, a previsão é que o projeto fosse votado na Comissão Especial sobre Planos de Saúde ainda neste mês de novembro. Caso seja aprovado o novo projeto, as operadoras estarão liberadas para aplicar reajustes por

mudanças de faixa etária em usuários a partir dos 60 anos. A lei prevê ainda multas mais brandas para as operadoras, parcelamento em cinco vezes do reajuste aplicado aos que completam 59 anos redução das garantias patrimoniais exigidas das empresas do setor. As mudanças propostas têm preocupado os órgãos de defesa do consumidor, pois estão focadas em retirar garantias e direitos conquistados pelos consumidores. “As adequações que estão sendo propostas têm por objetivo reduzir o rol de procedimentos e dificultar o acesso a procedimentos mais complexos. A possibilidade de reajustes de mensalidade sem controle pelos órgãos reguladores deixa usuários em situação extremamente vulnerável”, avalia José Romulo da Silva.

Os pontos mais polêmicos da mudança Reajuste a partir dos 60 anos Atualmente, a lei proíbe qualquer reajuste por mudança de faixa etária após os 60 anos. A mudança permite que seja aplicado um reajuste e que esse percentual seja parcelado, quando o usuário atinge a idade limite, e aplicado a cada cinco anos. A lei hoje só admite que seja aplicado a usuários com mais de 60 anos, os reajustes de aniversário do plano. O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) entende que o parcelamento será uma carta branca para reajustes abusivos após os 60 anos.

Punições às operadoras A mudança estabelece que as multas aplicadas às operadoras sejam proporcionais à infração cometida, ficando limitada a dez vezes o valor do procedimento questionado e podendo chegar a 30 vezes esse valor em caso de reincidência. Atualmente, as multas previstas em lei para operadoras que descumpriram a legislação ou cláusulas contratuais variam de R$ 5 mil a R$ 1 milhão. Os órgãos de defesa do consumidor acreditam que a medida não vai impedir as operadoras de continuarem a desrespeitar a lei e não vai se refletir em redução das mensalidades pelos usuários.

Autorização judicial A proposta também exige que juízes consultem um profissional da saúde antes de obrigar as operadoras a prestarem o atendimento negado ao beneficiário. Caso a Justiça não disponha do profissional, o juiz poderá ouvir outro de sua confiança. Na opinião do Idec, essa mediação pode representar “um estreitamento de caminho”, que torna mais difícil e demorada a busca do beneficiário de planos de saúde por seus direitos.

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Permissão

Documento aprovado pela ANS concede permissão para que planos de saúde acessíveis sejam comercializados no Brasil. O relatório afirma não existirem obstáculos para os principais pontos sugeridos para tais planos, que terão mensalidades mais baixas e coberturas reduzidas. O documento demonstra que tais planos podem ser implementados pelo mercado, sendo de livre escolha do consumidor, a optar pela adesão, declarou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que é autor da proposta defendendo que os planos melhorariam as condições do (Sistema Único de Saúde). Já alguns especialistas acreditam que os planos com coberturas mais restritas têm alcance limitado e empurram para o SUS justamente o que é mais caro.

Ineficiente

Criada para regular planos de saúde e “assegurar o interesse público”, como determina a Lei 9.961/2000, a Agência Nacional de Saúde (ANS) age como entidade de defesa das empresas que deveria fiscalizar. No dia 9 de outubro, em evento na cidade de São Paulo, o presidente da ANS não escondeu sua preocupação com o setor, face o envelhecimento da população. Fazendo coro aos planos de saúde que têm lucros maiores em países mais pobres, onde a maioria da população morre antes de envelhecer. A ANS autorizou reajustes nas mensalidades de 13,55% em 2017, para uma inflação oficial de 3%.

Abandono

Mais de três milhões de brasileiros abandonaram os planos de saúde. Somente em 2016, 1,4 milhão de pessoas deixaram os planos de saúde, de acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar. Isso é reflexo tanto dos altos índices de reajustes aplicados, no aniversário e por mudança de faixa etária, quanto pela ineficiência de muitas operadoras em oferecer um serviço de qualidade.


Mercado

Banestes Seguros lança aplicativo Sugestões DPEM

A Banestes Seguros ofereceu um café da manhã para corretores de seguros, no dia 26 de outubro, para lançar o aplicativo “Banestes Segurado”. Trata-se de uma novidade tecnológica da seguradora, desenvolvida especialmente para auxiliar o corretor de seguros em suas vendas e aprimorar a experiência de seus segurados.

O café da manhã ocorreu no Hotel Senac - Ilha do Boi e contou com a presença do presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, além de diretores da instituição. Durante o evento, os corretores de seguros conheceram o aplicativo e puderam tirar dúvidas sobre as melhores formas de usá-lo.

Governo Federal protocolou duas propostas sobre o Seguro DPEM, encaminhadas pelo gestor de seguros e membro da Comissão Técnica de Riscos do Sindicato das Seguradoras (Sindiseg) da Bahia, Sergipe e Tocantins, Nelson Uzeda. Uma das sugestões é que seja apresentado um projeto de lei que transfira para a Seguradora Líder DPVAT todos os seguros obrigatórios – aéreo, terrestre e aquaviário. Também foi sugerida a obrigatoriedade do uso de colete salva vidas em embarcações comerciais. De acordo com Uzeda, atualmente, os coletes ficam em compartimentos fechados, dificultando o acesso de cadeirantes, idosos, crianças e pessoas com deficiência visual.

PRA Super Campeões 2017 leva corretores a Hollywood

No dia 21 de novembro, a diretoria regional Rio de Janeiro e Espirito Santo da SulAmérica sorteou um automóvel entre os corretores com melhor pontuação na campanha. O evento foi realizado simutaneamente no Rio de Janeiro e no Espirito Santo, liderado pela diretora Solange Zaquem. O sorteio faz parte da temporada de premiações do PRA Super Campeões 2017. Os eventos, que contam com o sorteio de seis carros zero quilômetro e a distribuição de diversos prêmios e sorteio de brindes entre os participantes, acontecem em todas as regiões do Brasil e têm transmissão ao vivo para as filiais. Ao final da última etapa da competição, os vencedores participam de sorteio para uma viagem especial a Hollywood, nos Estados Unidos, ou a um paradisíaco resort nacional. Os corretores têm até o fim de dezembro para pontuar. “A SulAmérica oferece todo o suporte para o corretor que deseja intensificar sua produção neste final de ano e assim garantir seu lugar entre os vencedores”, pontua o vice-presidente Comercial, Matias Ávila.

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Mercado

Audiência pública do PL 3.139/15

Não faltaram polêmicas durante a primeira audiência pública sobre o Projeto de Lei 3.139/15, de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO), que criminaliza a atuação das chamadas empresas de proteção veicular e proíbe associações e cooperativas ou clubes de benefícios de comercializarem contratos de natureza securitária. Representante da Federação Nacional das Associações de Benefícios do Estado de Goiás (FEAB-GO), Gabriel Borges utilizou, em sua fala, o exemplo de uma família que resolve ratear futuras despesas. “Se essa família com cinco membros decidir, em comum acordo, que as despesas ocorridas serão divididas entre eles, ela é uma família marginal? Ela deve ser combatida?”, questionou. Lucas Vergílio rebateu: “Você fez uma analogia dizendo que uma família resol-

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ve, entre eles, ratear as despesas. Então, vamos supor que essa família vá a uma loja, compre um CD e resolva fazer uma cópia. Em seguida, entre eles, resolvem fazer e comercializar essa cópia. O que esse produto é? É um CD pirata. E as associações e cooperativas que comercializam seguro estão comercializando seguros-piratas, sim”. O deputado goiano enfatizou que, para proteger o consumidor, o mercado deve oferecer garantias à sociedade. “O mercado de seguros é regulamentado, fiscalizado e supervisionado no mundo inteiro, não apenas no Brasil. E isso tem vários motivos: primeiro porque você está lidando com o patrimônio das pessoas, depois porque você está lidando com a vida das pessoas e, por fim, porque você está lidando com a poupança interna do nosso país”, destacou. Gabriel Borges afirmou que existem em plena atividade no Brasil 182 associações de caminhoneiros, com mais de 59 mil associados. Desse total, 67%, ou seja, 122 instituições, oferecem “um sistema de proteção e autogestão” aos associados. Segundo ele, quarenta e seis associações estão localizadas em Minas Gerais, 44 têm sede em São Paulo e outras 19 estão no Paraná. Fonte: CQCS, por Ivan Netto, em 27/10/2017.

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Ferramenta para combater piratas CNseg, Fenacor e FenSeg produziram, em parceria, a cartilha “Proteção veicular não é seguro”, uma ferramenta importante no momento em que o deputado Lucas Vergílio tenta aprovar o Projeto de Lei que proíbe associações de comercializarem proteção veicular. A cartilha possui 24 páginas e mostra as várias armadilhas que o consumidor enfrenta ao contratar proteção veicular em vez de contratar um seguro. O texto apresenta um quadro comparativo entre a proteção veicular e o seguro, apontando as desvantagens das proteções veiculares oferecidas no mercado. A cartilha lembra, por exemplo, que até a metade do século passado, o mercado de seguros era desregulamentado, o que permitia a atuação no segmento de entidades de mútuo, que não sofriam nenhum tipo de fiscalização. Em outro trecho do texto, o destaque é para o ordenamento jurídico no Brasil que só autoriza a comercialização de proteção com transferência de risco para empresa que tenha obtido prévia autorização para funcionar. A cartilha foi distribuída aos corretores de seguros presentes ao 20º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, em Goiânia, e é uma ferramenta para que os profissionais atuem no combate à venda irregular de seguros.


Polícia Rodoviária Federal

Operação da PRF apreende mais de meia tonelada de cocaína na BR 101

Faturamento

O Grupo Bradesco Seguros encerrou os nove primeiros meses de 2017 com faturamento de R$ 55,1 bilhões, um aumento de 9,8% sobre igual período de 2016, sendo que a expansão da receita foi influenciada principalmente pelo segmento Vida. O bom desempenho do faturamento consolidado impactou favoravelmente o lucro líquido, que ultrapassou R$ 4,1 bilhões no acumulado do ano, superando em 2% o registrado em igual período de 2016.

Novidade Na tarde de 06 de novembro, no km 304 da BR 101, em Viana, municipio do Espiríto Santo, a equipe PRF abordou um bitrem com carga de milho “a granel”, tendo o condutor e o passageiro demonstrado nervosismo excessivo. Foram então realizadas buscas externas com utilização de cão, tendo a cadela Ursa indicado a presença de substância entorpecente em um dos semi-reboques. Ato contínuo, foi realizada vistoria da carga, tendo os policiais localizado fardos junto com o milho. Dentro de um dos fardos foi retirado um tablete com substância que, através de narcoteste, foi identificada como cloridrato de cocaína, com alto grau de pureza.

Foi dada voz de prisão ao condutor e ao passageiro, tendo os policiais levado o veículo e seus reboques para descarregamento de toda a carga (milho “a granel”), sendo assim confirmada a existência de quinze fardos contendo o cloridrato de cocaína que, ao final dos trabalhos, pesaram aproximadamente 529,00kg com a embalagem. Essa foi a maior apreensão de cocaína feita pela PRF no Espírito Santo. Os tabletes da droga estavam embalados com imitação da marca de uma famosa grife francesa. Estimativas apontam que o prejuízo para o narcotráfico foi por volta de 22,5 milhões de reais. A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Federal, em Vila Velha/ES.

A escola Nacional de Seguros está com uma novidade para quem pretende fazer uma pós-graduação: o MBA em Gestão de Seguros e Resseguros em formato EAD. Além de investimento 30% menor do que os cursos presenciais, este formato é ideal para quem pretende se especializar mas não dispõe de condições para frequentar um curso regular. As inscrições feitas até o dia 18 de dezembro terão 10% de desconto. Outras informações odem ser obtidas no site da Escola (www.funenseg.org. br) ou pelo telefone 0800-025-3322.

Previdência

Segundo levantamento da FenaPrevi, os planos de previdência arrecadaram R$ 54,46 bilhões durante o primeiro semestre deste ano, representando aumento de 4,81% na comparação com o ano anterior. Os resgates também apresentaram avanço, totalizando R$ 30,13 bilhões, 14,28% maior do que o apresentado no período anterior. Os planos do tipo VGBL, responderam por 91,47% -(R$ 49,81 bilhões) do total dos aportes feitos no primeiro semestre, PGBL por 7,76% -(R$ 4,22 bilhões) dos novos aportes e os planos tradicionais de acumulação receberam aportes de R$ 419,9, representando 0,77% do total verificado no período.

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Social

Evento de confraternização Atendendo ao convite de Alida Maia de Albuquerque, o presidente do Sincor-ES participou do evento “Allianz & Você”, que comemorou mais um ano de parcerias e conquistas com os corretores de seguros. O evento ocorre no dia 9 de novembro, no Cerimonial Oásis, em Santa Lúcia, Vitória.

Reunião do CVG-ES

Por Boris Narjack

ESPACO CRIANCA Matheus Pessotti Basilio, filho do funcionário do Sincor-ES Ivo Tadeu Basilio e de Fernanda Pessotti, durante a apresentação anual do coral de crianças da FAMES (Faculdade de Música do Espírito Santo), no 19 de outubro. O evento aconteceu no Teatro SESC Glória, Centro de Vitória. Na foto, Matheus (ao centro) está acompanhado da sua avó “Morena” e do primo Felipe Maurício.

GIRO PELOS SINDICATOS Sincor-AL – Realizou no dia 9 de novembro a solenidade de entrega do “VIII Prêmio Sincor de Jornalismo Alberto Marinho”, no Cerimonial Unique. O convite foi encaminhado pelo presidente da instituição, Edmilson Ribeiro.

Sincor-GO – O presidente Henderson de Paula Rodrigues convidou o presidente do Sincor-ES, José Romulo da Silva, para a solenidade de premiação do 8ª edição do Prêmio Bandeirantes, realizado no dia 10 de novembro, no K Hotel, em Goiânia.

A reunião do mês de setembro do CVG-ES foi realizada na sede da Recordista Corretora de Seguros (uma das mantenedoras do CVG-ES), localizada no bairro Jardim Camburi, em Vitória. Tendo como anfitriões os proprietários Reginaldo Correa da Costa e a sua esposa Estér Bergamin.

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Sincor-SC – Realizou jantar da “Noite de Premiação dos Melhores do Ano do Mercado Segurador Catarinense”, no dia 22 de novembro, quando foi entregue o Troféu Sincor-SC a seguradoras e profissionais do mercado em três categorias, em cada uma das sete regiões do Estado.


Artigo jurídico

Se não é seguro não é seguro

João Carlos, um brasileiro normal, na faixa dos 30 anos, com profissão reconhecida, emprego garantido, retirada mensal razoável, ou boa, se levarmos em conta os dias atuais, tem um contraparente que é irmão da namorada de um cidadão que tem uma “cooperativa” que faz seguro de carro pela metade do preço de uma seguradora. Todo mundo que fez “seguro” lá se deu bem, economizou uma grana e ficou bem protegido, com a “segurança econômica” da “cooperativa” garantindo a indenização no caso de acontecer alguma coisa com seu carro. Neste cenário, depois de conversar muito com vários amigos e conhecidos, que aconselharam João Carlos a seguir os passos de tantas pessoas espertas que enjoaram de pagar seguro para seguradoras caras, nosso herói se decidiu e, na hora da renovação do seguro, em vez

de fazer a nova apólice com seu corretor de muitos anos, foi na conversa do povo e contratou a garantia do seu automóvel com o tal contraparente que tinha ligação direta com a “cooperativa”. Maravilha! Pagou menos da metade do preço do seguro! Motivo mais do que válido para comemorar, o que ele fez na semana seguinte, bebendo chope com os amigos. Foi aí que alguém interessado em seguir seus passos, mas mais cauteloso, perguntou qual era a garantia para danos a terceiros. João Carlos não sabia, mas conversaria com o contraparente para se informar sobre o assunto e passar os valores para o amigo. Telefonema dado, veio a surpresa. Não tinha cobertura para terceiros, era só o carro que estava “segurado”. Como assim? Exatamente assim. A cooperativa não dava cobertura para danos a terceiros, só o carro era protegido. João Carlos tentou

* Por Antonio Penteado Mendonça reclamar, mas o contraparente colocou na linha um “especialista” da “cooperativa”, que explicou que com a economia no preço o seguro, se precisasse, depois de um tempo ele teria grana suficiente para pagar uma eventual indenização. Na semana seguinte, João Carlos entrou com seu automóvel num lindo carro importado, amassou a porta da frente e o para-lama, que, ao amassar, levou junto o para-choque. Aí ele descobriu que o barato pode sair caro. Sem cobertura para danos a terceiros, João Carlos teria que arcar com o conserto do carro importado. Mas isso foi só o começo. Ao avisar a “cooperativa” sobre a batida, descobriu que eles não pagariam a indenização. Que o chefe da “cooperativa” estava fora, sem data para voltar, e só ele poderia autorizar o conserto… Essa história é mentirinha, mas quantos casos semelhantes acontecem todos os dias neste país de gente esperta? Quantos milhares de brasileiros estão caindo no golpe da “cooperativa” ou da associação de proteção veicular? Quantos estão descobrindo da forma mais dura que o barato pode custar caro? Seguro não é caro porque a seguradora quer cobrar caro. Seguro é caro porque a empresa precisa de capital mínimo, reservas para garantir suas responsabilidades e, dependendo do ramo, a sinistralidade é alta. A diferença entre a seguradora e a “cooperativa” é que uma segue a cartilha e a outra vende sem se preocupar com o dia de amanhã. Brasileiro esperto vai preferir a “”cooperativa”. Quem pensa duas vezes vai escolher a seguradora e receber sua indenização no caso de um sinistro.

Artigo publicado no SindisegSP Notícias, nº 64 Jul./Ago./Set. 2017; Antonio Penteado de Mendonça é sócio de Penteado Mendonça e Char Advocacia, secretário-geral da Academia Paulista de Letras, comentarista da Rádio Estadão e da Band News TV

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Processo Susep: 15414.001197/2004-41. O registro deste plano na Susep não implica, por parte da autarquia, incentivo ou recomendação à sua comercialização.

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Revista Sincor-ES nº 242 Novembro 2017  

Sincor-ES e Fenacor promovem evento para apresentação do ZIM

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