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Órgão Oficial de Divulgação da Brascombustíveis EDIÇÃO NO 374

Conheça os vencedores da 19ª edição!


ÍNDICE

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6 Destaque 8 Mercado 16 Em Foco 18 Capa 30 Análise 32 Sua Empresa 34 Tendência 35 Notícias Regionais 36 Clipping 38 Fórum 35 Tira Dúvidas

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Revista Posto de Observação Orgão Oficial de Divulgação da Brascombustíveis Diretor Responsável EDIÇÃO N 374 José Alberto Paiva Gouveia Jornalista Responsável Cristiane Colich Sampaio (Mtb. 14225) Editoras Denise de Almeida e Márcia Alves Publicidade Anadir Zoccal Assinaturas Maristela Freitas Marketing Cybele Belini e Mariana Pan y agua Edição de Arte e Projeto Gráfico Paula Correa Clemente Crédito Foto Capa Shutterstock Impressão e Acabamento HAWAII Gráfica & Editora. Distribuição nacional - Redação e Publicidade Rua Atibaia, 282 - Perdizes - São Paulo - SP - 01235-010 - Tel.: (11) 2109-0600 - informa@postonet.com.br www.postodeobservacao.com.br

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Apoio:

Associação Brasileira do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e de Lubrificantes Presidente José Alberto Paiva Gouveia Diretor Financeiro Genaro Maresca Diretor Administrativo Carlos Henrique Mello Cruz

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POSTO DE OBSERVAÇÃO

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DESTAQUE

Revenda lança novos temas para discussão junto à Cetesb Câmara Ambiental volta a se reunir depois de seis anos e discute unificação de procedimentos para a renovação do licenciamento ambiental, adequação dos Pontos de Abastecimento, recuperação de vapores e renovação do acordo da logística reversa das embalagens de lubrificantes. A Câmara Ambiental do Setor do Comércio de Derivados do Petróleo da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), depois de um longo período de pausa em suas atividades, voltou a se reunir no último mês de agosto. (veja box) Entre suas principais atividades, está o debate com todos os agentes econômicos do setor para cumprimento da Decisão de Diretoria nº 38 (DD 38), publicada pela Cetesb em fevereiro, que revogou a DD 263/09, e atualizou os procedimentos para a proteção da qualidade do solo e águas subterrâneas e gerenciamento de áreas contaminadas, inclusive no âmbito do licenciamento ambiental. Para a revenda, a retomada das atividades da Câmara Ambiental foi fundamental, já que, em alguns casos, há procedimentos que devem ser cumpridos imediatamente pelos postos que estão em vias de iniciar o processo de gerenciamento de áreas contaminadas. Durante as primeiras reuniões, o Grupo de Trabalho deu prioridade à discussão da DD 38 e o alcance de sua

aplicação para todos os setores envolvidos nessa Câmara. Discutiu também a interface da nova legislação frente à antiga DD 263 e de todas as normas pertinentes ao gerenciamento de áreas contaminadas. Outro tema de relevância nas discussões do grupo trata dos Pontos de Abastecimento (PAs), cujo objetivo é criar um procedimento para cadastramento da atividade, a fim de que, a partir disso, sejam feitas as convocações para a sua adequação ambiental, conforme parâmetros ainda a serem definidos pela Câmara. Além destes, considerados de suma importância para a revenda, os segmentos representados na Câmara sugeriram três novos temas para a pauta: • Unificação dos procedimentos para renovação da Licença de Operação (LO), hoje com validade de cinco anos para postos de combustíveis; • Controle de emissão de poluentes e recuperação de vapores, que, hoje, já contam com novas tecnologias disponíveis no mercado, mais baratas e mais eficientes do que as exigidas aos revendedores, que custam em torno de R$ 300 mil; e, • Renovação do acordo da logística reversa das embalagens usadas de óleos lubrificantes. As reuniões e debates estão em andamento, e a expectativa é a de que, em breve, as primeiras soluções sobre o geren - ciamento de áreas contaminadas e os procedimentos para o licenciamento ambiental sejam apresentados ao setor. O Sincopetro está atento aos prazos e obrigações que os revendedores devem cumprir diante da nova legisla ção e oferece informações detalhadas aos associados por meio do seu departamento de Meio Ambiente. Por Denise de Almeida

Zeca é o novo presidente da Câmara Ambiental Pelos próximos dois anos, o presidente do Sincopetro, José Alberto Paiva Gouveia (Zeca), estará à frente dos trabalhos da Câmara Ambiental do Comércio de Derivados de Petróleo de São Paulo. Ele assume no lugar de Ricardo José Shamá dos Santos, que representava o Sindicom. Principal fórum de discussão sobre questões ambientais no estado de São Paulo, o órgão foi criado em 1996 pela Cetesb, e reuniu, até 2011, o setor produtivo do segmento de combustíveis, revendedores e autoridades ambientais. Ao longo dos quinze anos de atividade, teve atuação fundamental na criação de instrumentos para o controle ambiental no comércio e distribuição de combustíveis, tendo atuado, inclusive, para além dos limites do estado de São Paulo, participando da elaboração da Resolução nº 273/00 do Conselho Nacional de Meio Ambiente Conama, que definiu as regras ambientais gerais para o setor no país. A retomada das atividades da Câmara tem o objetivo de dar prosseguimento ao cumprimento das legislações ambientais, tanto estaduais quanto municipais, especialmente a partir da nova Decisão de Diretoria (DD 38/17), publicada em fevereiro último, que atualizou os procedimentos para a proteção da qualidade do solo e das águas subterrâneas e gerenciamento de áreas contaminadas. (veja matéria)

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POSTO DE OBSERVAÇÃO


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MERCADO

Cooperação é essencial na luta contra a sonegação O desfecho da Operação Rosa dos Ventos e a importância do trabalho conjunto de órgãos de fiscalização e sociedade civil foram a tônica de seminário realizado em Campinas. Por ano, cerca de R$ 5 bi em impostos deixam de ser pagos no Brasil pelas chamadas empresas “barriga de aluguel” e devedoras contumazes do setor de combustíveis, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Estas últimas adotam esse comportamento como estratégia, eliminando a concorrência e dominando, assim, o mercado, com preços ilegalmente baixos. Os impostos elevados sobre os produtos fazem dessa uma prática extremamente vantajosa para essas empresas. Mas esse cenário tende a mudar, mediante a ação contínua e conjunta de órgãos públicos e da sociedade civil. No último dia 8 de novembro, em Campinas (SP), a maioria desses atores esteve presente no seminário ‘A relevância das forças-tarefas’, promovido pelo sindicato nacional das distribuidoras (Sindicom), em parceria com os quatro sindicatos da revenda no estado de São Paulo, entre os quais o Sincopetro. O evento, que faz parte da agenda do Movimento Combustível Legal (MCL), reuniu representantes de praticamente todos os órgãos de fiscalização que atuam no setor, do executivo e do legislativo municipais e do estado, além das entidades de segmentos diretamente envolvidos. 8

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IMPORTÂNCIA DAS FORÇAS-TAREFAS

O fórum reforçou a importância das forças-tarefas, como as que integram as operações ‘De olho na bomba’ e ‘Olhos de Lince’, estaduais, e ‘Rosa dos Ventos’, que desbaratou, a partir de Campinas, quadrilha que atuava em vários estados (Veja box). O presidente executivo do Sindicom, Leonardo Gadotti Filho, fez rápida apresentação do MCL e de suas principais frentes de batalha: a aprovação do PL nº 284/2017 do Senado, que distingue o devedor contumaz do devedor eventual na legislação; articulação dos órgãos no combate às irregularidades, já que ‘quem sonega também adultera e pratica outros crimes”; e maior controle na importação de combustíveis e outros derivados de petróleo. O prefeito de Campinas, Jonas Donizette Ferreira, que também preside a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), comentou “a necessidade da integração dos órgãos de fiscalização dos municípios nesse movimento contra a fraude e a sonegação de tributos no setor de combustíveis”. Após apresentação do vídeo de divulgação do MCL, Hélvio Rebeschini, diretor de Planejamento Estratégico do Sindicom, mostrou o panorama de números do setor, enfatizando ser o ICMS incidente


FOTO: CRISTIANE C. SAMPAIO

REGRAS MAIS RÍGIDAS

Márcio Elias Rosa sugeriu “que a tutela antecipada, liminar, para reabertura de postos fechados mediante operação envolvendo mais de um órgão de fiscalização, somente possa ser concedida após manifestação da outra parte”.

sobre os combustíveis o primeiro item em volume de arrecadação de todos os estados brasileiros, justamente o imposto que é desviado pelos sonegadores. “O movimento tem oito pautas e, aqui, estamos discutindo justamente a oitava, que trata da necessidade de forças-tarefas permanentes, como algo fundamental ao saneamento e equilíbrio do setor”, frisou. Comentou, ainda, a evolução do combate à sonegação em Goiás, por meio de ações conjuntas, e se concentrou em São Paulo, citando melhorias nos processos em curso no Tribunal de Impostos e Taxas (TIT) do estado e a apresentação do PLC nº 25/2017, conhecido como “Nos conformes”, que diferencia bons e maus contribuintes. Marcelo Henrique Yasuda Ketelhuth, diretor-adjunto da Administração Tributária da Secretaria da Fazenda do estado (Sefaz-SP), declarou que “as forças-tarefas permitem intercâmbio de informações e de pessoas e a realização de trabalho preventivo, de inteligência”. Na ocasião, aproveitou para adiantar que em breve será realizado o lançamento de um sistema de controle de vazão para os postos de São Paulo, para evitar a prática da “bomba-baixa”. O representante da área de fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em São Paulo, Paulo Roffé, lamentou o pesado corte no orçamento da agência, argumentando que isso “torna o trabalho conjunto de fiscalização essencial”.

Márcio Elias Rosa, secretário de Justiça e Cidadania do estado, tratou das medidas gradualmente adotadas pelo governo paulista para coibir fraudes no setor, como as leis sobre a cassação da inscrição estadual por vícios na qualidade dos combustíveis e por fraude volumétrica, de 2007 e 2017, respectivamente. Ele propôs que se buscasse “realizar mudanças na legislação federal, impedindo a reabertura de estabelecimentos lacrados por legislação municipal ou estadual”. Também sugeriu “que a tutela antecipada, liminar, para reabertura de postos fechados mediante operação envolvendo mais de um órgão de fiscalização, somente possa ser concedida após manifestação da outra parte” e regras que tornem obrigatória a cooperação entre os órgãos de fiscalização. Ao final do evento, Victor Hugo Rodrigues Alves Ferreira, delegado da Polícia Federal (PF) e Ricardo Perin Nardi, procurador do Ministério Público (MPF), integrantes da equipe protagonista da ‘Operação Rosa dos Ventos”, receberam placas de homenagem, como reconhecimento do setor de combustíveis pelo trabalho realizado. Por Cristiane Collich Sampaio

Operação Rosa dos Ventos A parte final do seminário foi dedicada a um debate sobre o desbaratamento da quadrilha que atuava a partir de Campinas. Após investigações preliminares da Receita Federal (RF) sobre a Euro Petróleo do Brasil, no dia 18 de março de 2016 foi instaurado o processo que envolveu o MPF e a PF, que deu (+foto policial, dos dois) origem à ‘Operação Rosa dos Ventos’. “A operação descobriu um grande esquema de sonegação envolvendo montantes superiores a R$ 5 bi, cujo confisco está sendo pleiteado pela União”, revelou Victor Hugo Ferreira, delegado da PF que participou da investigação. Segundo ele, “nunca é praticado apenas o crime fiscal”, esclarecendo que o caso também envolve lavagem de dinheiro, evasão de divisas e falsificação de documentos, entre outros. O esquema abrangia os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Inúmeras empresas, dedicadas a diferentes ramos de atividades, além da distribuição de combustíveis, colocadas em nome de “laranjas”, eram empresas de fachada, que não recolhiam impostos e tinham vida curta. O procurador Ricardo Nardi acrescentou que além da prisão dos principais envolvidos, foi requerido o bloqueio dos bens e contas, impedindo o funcionamento das empresas principais. “O processo criminal está em andamento e futuramente será iniciado processo cível”, declarou. (CCS) POSTO DE OBSERVAÇÃO

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MERCADO

Expansão aponta para o Centro-Sul Com a criação, em setembro, de diretoria regional, a distribuidora investe na região e já inaugura o primeiro posto com sua bandeira em São Paulo. Luiz Biazolli

Cyro Rejani

A diretoria regional da Terrana Combustíveis nasce com metas ambiciosas. Responsável pela expansão da atuação da distribuidora no Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais e São Paulo, destina-se à promover o crescimento das vendas no mercado spot, para postos independentes, e, por meio destes, criar rede da bandeira na região. O primeiro estabelecimento a ostentar a logomarca da distribuidora no estado de São Paulo foi inaugurado no dia 10 de novembro, em Lorena, no Vale do Paraíba (veja mais nesta seção). Ainda para 2017, está previsto o bandeiramento de outros nove postos de bandeira branca, que já são abastecidos pela Terrana, e mais 50 – quatro por mês – para 2018. Formalizada em setembro e comandada pelo experiente Luiz Biazolli, que anteriormente atuou na Shell e na ALE Combustíveis, a regional também está empenhada em melhorar e ampliar sua estrutura logística. “Para São Paulo, o projeto contempla o redimensionamento das parcerias de transporte e a inauguração de duas bases primárias próprias”, revela. Em paralelo, haverá ênfase no programa de qualidade dirigido aos postos.

NÚMEROS E PERSPECTIVAS NACIONAIS

Biazolli também adianta que, em breve, deverá chegar ao estado a linha de lubrificantes Terrana. Lançada há menos de dois meses no Rio de Janeiro, é composta por produtos de base mineral, sintética e semissintética, direcionados a veículos leves e pesados e para uso hidráulico. “As vendas da nova linha atingiram 10 mil litros por mês, a partir do lançamento”, comemora Cyro Rejani, diretor nacional da área comercial da Terrana, comentando que, com a participação do estado de São Paulo, a expectativa é que as vendas atinjam 30 mil litros por mês no final de 2018. Atualmente, o volume mensal de combustíveis comercializados em todo o país pela Terrana, incluindo diesel marítimo, é de 90 milhões de litros. “Para o ano que vem, a perspectiva é de crescimento de 10% nesse volume, também por causa do investimento no mercado paulista”, declara Rejani. A expansão da rede deve, no final do próximo ano, atingir a marca de 100 postos da bandeira no país, incluindo o flutuante que em breve deverá ser inaugurado na Baia da Guanabara, no Rio. Mas a estratégia não prevê nem a construção de postos próprios, nem sua administração: “Queremos que nossos atuais clientes de bandeira branca passem a ostentar a bandeira Terrana, por oferecermos produtos de qualidade, uma marca de credibilidade, atendimento personalizado e flexível e estarmos dispostos a negociar melhorias para o estabelecimento.” Por Cristiane Collich Sampaio 10

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Posto São Bento tem, agora, bandeira Terrana FOTOS: DIVULGAÇÃO/TERRANA

“Vendemos 12 mil litros no dia da reinauguração e, com o uso da marca, notamos que as vendas estão aumentando.” Essa foi a declaração entusiasmada de Mário Aparecido da Silva, que divide com Nilson Martins Franco a propriedade do Auto Posto São Bento, em Lorena, o primeiro a trazer a marca Terrana no estado de São Paulo. Clientes da distribuidora há cerca de oito anos, eles viram vantagens na proposta que receberam: “Confiamos na marca e seu uso vem mostrando mais aceitação do posto pelo consumidor. Além disso, a distribuidora assumiu integralmente a reforma.” O São Bento, que era independente, possui troca de óleo e loja de conveniência terceirizada e comercializava mensalmente cerca de 200 mil litros de combustíveis até o bandeiramento. A perspectiva, agora, é que em seis meses aumente suas vendas em 50 mil litros. Mário adianta que os sócios já estão em tratativas para passar a ter a bandeira no outro posto, que fica em Aparecida do Norte, e, talvez, num terceiro, que está em construção em Pindamonhangaba. Ele também espera o início da comercialização dos lubrificantes da marca para estruturar um centro de lubrificação Terrana no posto de Lorena. (CCS)

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MERCADO

XPert consolida sua atuação no setor

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Empresa se destaca pela oferta de solução completa e integrada para a gestão e automação de postos.

Criadora do AutoXPert, o software de gestão mais utilizado em postos de combustíveis do país, a XPert Tecnologia em Automação está expandindo e consolidando sua atuação no setor. Nascida em 1993, em Pato Branco (PR), por iniciativa de Gilberto Braz Gallina e Jacir Carlos, a empresa iniciou atividade no desenvolvimento de hardwares para automação de bombas de combustíveis e, posteriormente, software para integração dos equipamentos e gestão do negócio. Desde então, ao longo de 24 anos, a XPert não apenas aumentou sua presença nacional, contando, hoje, com escritórios em São Paulo e Curitiba, além de uma rede de mais 80 distribuidores espalhados por todo o país, como também constituiu uma carteira de mais de 4,5 mil clientes. Na trajetória vitoriosa da XPert, se destaca a evolução de sua linha de produtos. “Hoje, a XPert é a única empresa do país a oferecer solução completa e integrada para a gestão e automação de postos, do abastecimento na pista até a retaguarda”, diz o diretor Geral, Gilberto Gallina. Recentemente, a empresa lançou quatro novos produtos: sonda para monitoramento de estoque de tanques; sensor ambiental para detecção de presença de líquidos; módulo identificador de frentistas através de tecnologia RFiD; e um novo concentrador de abastecimentos para a integração destes equipamento e das bombas com o Autoxpert. Gallina destaca que todos os produtos são desenvolvidos e produzidos pela própria empresa, com tecnologia nacional, possuem certificação do Inmetro e são totalmente integrados. “A perfeita comunicação entre o Software AutoXPert e os equipamentos possibilita a gestão completa do posto, com informações precisas”, diz. Um dos grandes diferenciais competitivos da empresa, segundo ele, é o atendimento e também o suporte aos clientes, prestado por especialistas, tornando o suporte muito mais assertivo e ágil. “O setor de combustíveis passa pela maior transformação desde a desregulamentação do preço bomba. A Gestão integrada, hoje, é determinante para o sucesso do negócio, pois reduz o retrabalho e orienta a atuação do revendedor”, diz. Comprometida com o desenvolvimento da revenda de combustíveis, a XPert tem investido na disseminação de informações voltadas à gestão profissional. A empresa transformou o seu site em um “portal de conhecimento” para o mercado, oferecendo conteúdo relevante sobre diversos temas, que vão desde como contratar funcionários até dicas de gestão financeira e de marketing digital para postos e lojas de conveniência. Para Gallina, a iniciativa também aproxima a empresa de seus clientes. “Sem dúvida, melhora o relacionamento”, diz. Por Márcia Alves 12

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FOTOS: DIVULGAÇÃO/ANP

Cesário Cecchi e Dirceu Amorelli no colegiado da ANP

José Cesário Cecchi

Dirceu Amorelli

Nos dias 19 de outubro e 24 de novembro, em cerimônias realizadas no Palácio Itamaraty, no centro do Rio de Janeiro (RJ), o economista e engenheiro José Cesário Cecchi e o engenheiro, mestre em Ciências Econômicas e doutor em Planejamento Energético Dirceu Amorelli, respectivamente, foram empossados como diretores da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com a chegada desses novos integrantes, a diretoria da agência, de cinco membros, se completa. Cecchi havia ingressado na ANP em 1998, como assessor especial da diretoria, passando posteriormente a superintendente de Comercialização e Movimentação de Petróleo, seus Derivados e Gás Natural. Além disso, desde 2000, atua como professor adjunto no departamento de Engenharia Mecânica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). Durante sabatina a que foi submetido no Senado, que antecedeu sua aprovação para o cargo, Cesário Cecchi defendeu a venda de ativos da Petrobras e a atual sistemática de preços para a gasolina e o diesel. Ele enfatizou que não cabe à ANP regular o quanto é cobrado nas bombas, mas ponderou que a volatilidade dos valores é positiva para o mercado. A indicação de Dirceu Amorelli, que é servidor concursado da agência desde 2005, foi aprovada no início de novembro pelo Senado. Em sua trajetória na ANP, assessorou a diretoria e exerceu a Superintendência de Abastecimento, de Dados Técnicos e de Exploração e, também, a Superintendência Adjunta de Desenvolvimento e Produção. Por Cristiane Collich Sampaio

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Empresa dispõe de seguros que protegem tanto o estabelecimento como a vida dos empregados.

FOTOS: ALEXANDRE LICO

MERCADO

Fábio Luciano, gerente geral de Ramos Elementares

Alfa Seguradora apresenta sua linha produtos para postos de combustíveis Os revendedores de combustíveis paulistas agora podem contar com o atendimento especializado e a variedade de produtos de uma das seguradoras que mais crescem no país: a Alfa Seguradora, empresa do Conglomerado Financeiro Alfa. Além de estar presente em quase todas as regiões do país, a nova parceira do Sincopetro se destaca pela solidez financeira e pela qualidade de produtos e serviços nas áreas de seguros para pessoas e patrimônio. De acordo com o gerente geral de Ramos Elementares, Fábio Luciano, a empresa conquistou o reconhecimento de seus clientes pela qualidade e inovação de seus produtos e serviços e também pelo atendimento especializado. Fábio Luciano explica que o seguro se apresenta como um importante instrumento para garantir a estabilidade financeira do empresário da revenda de combustíveis diante de acidentes súbitos e imprevistos. “É possível proteger bens materiais, equipamentos e as pessoas que frequentam o estabelecimento”, diz. O seguro também pode oferecer a proteção adequada às necessidades do revendedor, segundo ele, no caso de acidentes que resultem em incêndio, danos a terceiros e eventos da natureza. “Para esses riscos, a Alfa dispõe do Alfa Empresarial, que protege o estabelecimento, suas instalações e danos a terceiros”, diz. Em seu portfólio, a seguradora dispõe, ainda, do Alfa Vida, o seguro de vida que atende às exigências da Convenção Coletiva dos trabalhadores de postos. “O empregador que não conceder esse benefício poderá se expor ao risco de ações trabalhistas”, alerta. Fábio Luciano acrescenta que o empresário da revenda também pode contar com o Seguro de Automóvel e o Seguro Residencial. “Com a Alfa Seguradora, o revendedor têm tranquilidade e proteção adequada do seu patrimônio”, diz.

PARCERIA

Como nova parceira do Sincopetro, a Alfa Seguradora foi uma das patrocinadoras da 19ª edição do Concurso O Posto Mais Bonito do Brasil, realizada em outubro. A empresa premiou o segundo colocado na categoria Posto Urbano, o Bela Vista, de Porto Alegre (RS), com uma apólice quitada do seguro Alfa Empresarial. Além do privilégio de participar do evento, Fábio Luciano acredita que a oferta do inédito prêmio contribui para fomentar a cultura do seguro. “Ter como parceiro o maior sindicato de revendedores do país está totalmente alinhado com a nossa filosofia de atendimento diferenciado aos clientes e compromisso com a qualidade”, diz. Por Márcia Alves

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EM FOCO Festa do Revendedor

Todo o romantismo de Daniel

Mais de 1 mil revendedores de todas as partes do estado assistiram ao show que marcou as comemorações da Festa do Revendedor 2017. Foi uma festa memorável! No sábado, 21 de outubro, revendedores, familiares, convidados, empresários e autoridades do setor participaram da tradicional Festa do Revendedor, promovida já há 68 anos pelo Sincopetro, Brascombustíveis e revista Posto de Observação. A grande estrela da noite foi o cantor Daniel que, com todo o seu charme e carisma, apresentou os grandes sucessos da sua carreira em um espetáculo encantador. Para total fascínio das fãs, Daniel – lembrando o ‘Rei’ Roberto Carlos –, distribuiu rosas vermelhas às mulheres e chamou algumas delas para o palco prestando uma grande homenagem ao seu público fiel. O ponto alto do show, porém, foi o momento em que o devoto Daniel presenteou o presidente do sindicato, José Alberto Paiva Gouveia (Zeca), com uma réplica da imagem de Nossa Senhora Aparecida, em celebração aos 300 anos de sua aparição, ocorrido neste ano. “Para mim, é uma honra ser agraciado com a imagem 16

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Daniel, devoto de Nossa Senhora Aparecida, presentou o presidente do Sincopetro com uma imagem da santa, em celebração aos 300 anos de sua aparição.


FOTOS: ALEXANDRE LICO

Direto de Tupã, revendedor e familiares do Auto Posto Vanuiré confraternizam com o grupo do Auto Posto São Severo, da capital.

Proprietário e familiares da Rede Vida de postos da capital também prestigiaram o evento.

da santa padroeira do Brasil”, disse Zeca, garantindo que a imagem vai ficar em lugar de destaque em sua casa. O grande evento teve a participação de cerca de 1 mil convidados que se espalharam pelas centenas de mesas do Salão Nobre do Esporte Clube Pinheiros, para também saborear um delicioso jantar dançante que aconteceu antes do show. A festa foi animada pela veterana Super Banda, conjunto que há anos participa da nossa festa com um sofisticado grupo de bailarinos. Os convidados ainda tiveram a oportunidade de confraternizar com representantes de companhias distribuidoras e empresas fornecedoras de equipamentos e serviços do setor, bem como algumas autoridades que prestigiaram o nosso evento. Entre elas, Alcides Amazonas, vice-presidente do PCdoB, Ricardo Nunes, vereador do PMDB pela cidade de São Paulo, Antônio de Pádua Rodrigues, da União Agroindústria Canavieira de São Paulo (Unica), Abdo Antônio Haddad, da Fundação Procon de São Paulo, Roberto Jonas Saudys, coordenador geral da Agência Nacional do Petróleo, que esteve acompanhado por diversos outros profissionais da Agência, além de representantes dos sindicatos dos revendedores do Recap, Regran, Resan, e dos frentistas, Fenepospetro, Fepospetro e Sinpospetro. A Festa do Revendedor 2017 teve o patrocínio do Sindicom (Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis), das distribuidoras Ipiranga, Nova Brasil, Petrobras, Shell, Terrana e Torrão, além das empresas Alfa Seguradora, Hgfuel, Plumas Assessoria Contábil, Sodexo, Única e Zeppini Ecoflex. Por Denise de Almeida POSTO DE OBSERVAÇÃO

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CAPA

A festa é sua,

revendedor! A expectativa dominou a noite de 20 de outubro, no Buffet Cidade Jardim, em São Paulo (SP). Na data, após o jantar, seriam conhecidos os finalistas da 19ª edição do Concurso O Posto Mais Bonito do Brasil. Acompanhados de familiares e amigos, novos concorrentes e participantes de outras edições que buscam continuamente garantir a excelência de seus negócios, com criatividade, dividiram o espaço com representantes de distribuidoras e fornecedores do setor, que foram responsáveis pelo patrocínio dos prêmios. Entre os presentes também estavam integrantes da diretoria do Sincopetro que, juntamente com a Brascombustíveis e a revista Posto de Observação promovem esse concurso em anos alternados, desde 1990. E como não citar a participação do prefeito de Centralina (MG), Elson Martins de Medeiros, que veio prestigiar e acompanhar o desempenho do Posto Décio Centralina, de bandeira Petrobras, que concorreu na categoria Posto de Rodovia. Este ano, além dos troféus oferecidos pelos promotores do concurso aos três primeiros colocados das três categorias, prêmios aos seis primeiros da categoria Posto Urbano e aos três primeiros das categorias Posto de Rodovia e Loja de Conveniência, patrocinados pelos fornecedores do setor, também os demais finalistas, a partir do quarto lugar, receberam das entidades organizadoras da competição uma placa de homenagem. O Troféu Alisío Vaz 2017, que prestigia a distribuidora que ostenta sua bandeira no posto urbano primeiro colocado, foi entregue à Shell Brasil/RAízen.

PATROCINADORES

A 19ª edição do concurso O Posto Mais Bonito do Brasil contou com a colaboração das seguintes empresas parceiras, que patrocinaram os prêmios oferecidos aos finalistas: Alfa Seguros, Arxo, BTFlex, Ecobrasil Tanques, ExcelBR, Eztech, GM Brasil, Grupo Zeppini Ecopflex, HGFuel, LC Equipamentos e Serviços, Leone Equipamentos, Plumas Contábil e XPert. Conheça mais sobre os premiados e homenageados do concurso nas páginas a seguir. Por Cristiane Collich Sampaio 18

POSTO DE OBSERVAÇÃO

O requinte e a alegria garantiram o clima festivo da cerimônia de premiação dos finalistas desta 19ª edição do concurso.


FOTOS: ALEXANDRE LICO

A euforia toma conta de proprietários, parceiros, amigos e familiares do 1º colocado na categoria Posto Urbano, premiado com um carro 0 km.

Jantar animado antecedeu a premiação.

A festa da Shell/Raízen, que tem sua bandeira em finalistas, inclusive no urbano que obteve o primeiro lugar.

Raízen recebe o Prêmio Alísio Vaz

A Shell, marca licenciada da empresa, é a bandeira do posto Portela, vencedor do concurso.

Andre Brossel

Como ocorre em todas as edições do Concurso O Posto Mais Bonito do Brasil, a companhia distribuidora de combustíveis do posto vencedor recebe o título de Companhia do Ano. Desde a edição passada do concurso, o Sincopetro batizou a condecoração de Prêmio Alísio Vaz, em homenagem ao presidente do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), falecido em 2015. “Para aqueles que não o conhecerem, posso afirmar que Alísio Jacques Mendes Vaz foi um divisor de águas para a nossa categoria, uma pessoa que trabalhou com retidão e parceria”, disse o presidente do Sincopetro, José Alberto Paiva Gouveia, durante a cerimônia de premiação da 19ª edição do concurso. Em seguida, ele chamou ao palco o representante da Raízen, detentora da marca Shell, que é a bandeira do primeiro colocado no concurso, na categoria Posto Urbano, o Portela Auto Posto, de Manaus (AM). Ao receber das mãos do presidente do Sincopetro o troféu Alísio Vaz, o diretor de Varejo da Raízen, Andre Brossel, expressou a satisfação da empresa. “A Raízen está honrada em receber esse troféu nesse concurso que reconhece o valor de um segmento tão importante para o setor. Parabéns a todos os postos classificados, vocês (revendedores) fazem um trabalho que orgulha a todos”, disse. Em entrevista à PO, Brossel comentou a classificação do posto Portela. “É um posto magnífico, um empreendimento muito ousado, bem estruturado e que diferencia o revendedor daquela região. A Raízen tem muito orgulho de fazer parte dessa história”, disse. Ele acrescentou que a Raízen continua crescendo e investindo na revenda de combustíveis. “Queremos estar presente com os nossos revendedores, oferecendo produtos e serviços diferenciados, inovando e investindo em tecnologia e qualidade, para levar o melhor ao consumidor final”, disse. POSTO DE OBSERVAÇÃO

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CAPA

DIVULGAÇÃO

POSTO URBANO

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• PORTELA: MAIS QUE UM POSTO

Na orla de Manaus, no bairro de Ponta Negra, região nobre da cidade, está instalado o Portela Auto Posto, o mais bonito do Brasil. Inaugurado em abril, o posto se tornou um centro de conveniência pelas muitas opções de produtos e serviços, sobretudo na área de alimentação. Ao todo, o posto agrega 25 tipos de negócios, que incluem pet shop, barbearia, salão de beleza, além de franquias de alimentação Bob’s, Subway e outras. A família Portela, que acumula 50 anos de tradição no segmento de distribuição de alimentos, está feliz com a sua estreia no comércio de combustíveis. O proprietário Adauto Portela Filho conta que já na fase de projeto desejava mais que um posto comum. “Queria algo novo, um empreendimento que fizesse as pessoas desejarem sair de casa para frequentá-lo”, diz. 20

POSTO DE OBSERVAÇÃO

Portela Auto Posto / Shell (Raízen) – Manaus (AM) Proprietário: Adauto Portela Prêmio: veículo 0 km Patrocinadores: GM do Brasil, Arxo e Sincopetro


do 68 a Re F ve est nd a ed or

Os nossos agradecimentos aos patrocionadores e colaboradores. Patrocionadores:

Realização:


POSTO URBANO

Posto Bela Vista / Shell (Raízen) Porto Alegre (RS) Proprietário: Angelo Galtieri Prêmio: Apólice quitada de seguro empresarial Patrocinador: Alfa Seguradora

2O • TUDO PELO CLIENTE

Novamente no pódio, o Bela Vista é o segundo posto mais bonito do país. Campeão das edições 2011 e 2015, o posto está tão ou mais bonito que antes. Instalado em uma área de 3 mil m2 da região mais nobre de Porto Alegre, o Bela Vista integra um complexo que reúne outros seis negócios de marcas tradicionais, incluindo Kopenhagen, farmácia Droga Raia e a Jeronimo, badalada hamburgueria Madero, está prestes a ser instalada. À primeira vista, o verde se destaca na manifestação visual do posto, inclusive na pista, onde vasos com oliveiras enfeitam as bombas de combustíveis. Completa a decoração o uso de madeira de demolição no revestimento das paredes, equipamentos etc. e cachepôs de casco de navio.

Posto Monte Carlo Iguatemi / Ipiranga – S. José do Rio Preto (SP) Proprietário: Eduardo Munhoz Prêmio: Concentrador Soft e mais um ano de mensalidade grátis Patrocinador: Eztech

3O • MONTE CARLO IGUATEMI ALIA BELEZA AO CONCEITO GOURMET

Inaugurado há seis meses, o Monte Carlo Iguatemi é 12º posto da rede, que iniciou em 1975 e hoje está presente em outras cidades do interior paulista. Além da arquitetura diferenciada, o terceiro colocado no concurso se destaca por agregar marcas reconhecidas do ramo de alimentação, que seguem o estilo gourmet. Entre as opções, o posto dispõe de temakeria, hamburgueria, pizzaria e, na loja de conveniência, padaria.

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POSTO DE OBSERVAÇÃO

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CAPA


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POSTO DE RODOVIA • COLECIONANDO VITÓRIAS

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Pouco antes de chegar a São Roque pela Rod. Castelo Branco, nota-se, no alto, a construção moderna e diferenciada do posto e do restaurante Quinta do Marquês, no qual o forte são os pratos portugueses. Trata-se de um excepcional empreendimento de conveniência que, pela terceira vez consecutiva, figura nas primeiras colocações do concurso em sua categoria: obteve o primeiro lugar em 2013 e agora, e o segundo, em 2015. E não poderia ser diferente. “Para nós, a busca pela qualidade de atendimento, limpeza e respeito ao meio ambiente é constante. Temos captação de água, estação de tratamento de água e esgoto, uso da iluminação natural, áreas de reflorestamento com plantas nativas e cerca de 20 mil m2 de jardins”, comenta o proprietário, Albino Nunes. O caminhoneiro também conta com uma série de facilidades e serviços gratuitos, oferecidos pelo posto por meio de parceria com a concessionária da rodovia (CCR-Viaoeste). Para Albino, que já pensa na edição 2019, “só a participação já nos incentiva a buscar a excelência; se somos agraciados com o prêmio, essa é a coroação do trabalho”.

Auto Posto Quinta do Marquês Ipiranga São Roque/SP Proprietário: Albino Nunes Prêmio: Sistema Pluvi Home da Hydro Z Patrocinador: Grupo Zeppini 24

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POSTO DE RODOVIA

2O • DE VOLTA AOS “ANOS DOURADOS”

Posto Retrô – Ditrento Postos & Logística Rede SIM - São Sebastião do Caí/RS Proprietário: Itacir Neco Argenta Prêmio: Notebook/ Patrocinador: Ecobrasil

Uma Kombi estilizada dá as boas-vindas a quem chega ao Posto Retrô, em São Sebastião do Caí (RS), e convida o viajante a um mergulho nos anos 50. O posto, conhecido como Paradouro SIM Retô, foi totalmente reestruturado, sendo reinaugurado em março de 2017. Também os motoristas de ônibus e caminhões contam com a atenção do proprietário da Rede SIM, Itacir Neco Argenta, com áreas distintas, como estacionamento, abastecimento, banheiros e alimentação. Segundo ele, foram principalmente suas peculiaridades, aliadas à qualidade no atendimento e nos produtos e serviços, que levaram o posto ao pódio este ano. Na edição de 2015, outra unidade da rede, a loja de Caxias do Sul, ficou em 3º lugar no concurso.

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• MANTENDO A TRADIÇÃO

Arquitetura diferenciada, grandes e bem cuidados jardins, área de convivência com lago e peixes e a qualidade dos materiais empregados no Posto Décio Centralina foram parte dos atributos que lhe garantiram a presença entre os primeiros classificados da sua categoria. O estabelecimento seguiu a tradição da Rede Décio; em edições passadas do concurso, os postos Rio Verde e Gurupi já haviam sido finalistas ou obtiveram a primeira colocação na categoria. No Centralina, há uma vasta gama de produtos e serviços, além dos tradicionais, à disposição do viajante: acessórios para caminhões, unidade BR Mania, restaurante, farmácia e loja de variedades, entre outros.

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Macedo & Souza – Décio Centralina Petrobras - Centralina/MG Proprietários: Elmo e Edmundo de Souza Macedo Prêmio: IPad Patrocinador: HGFuel


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LOJA DE CONVENIÊNCIA

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• BELEZA NÃO É TUDO

Arquitetura moderna, com espaço amplo e entradas de luz natural, e layout que facilita a circulação, além da qualidade dos produtos, especialmente na área de padaria e confeitaria, e do atendimento foram considerados como os principais atributos que levaram a loja própria do Auto Posto Laguna a obter a primeira colocação nesta edição do concurso, na opinião de Luiz Borssato, sócio do estabelecimento, juntamente com Guilherme Alves do Amorim e Lorenzo Wespianski. Ele também faz questão de mencionar a importância da eficiência da gerência e da equipe, compostas por profissionais “que são os melhores”. Além de pães e doces, a loja oferece refeições, com buffet/ grill de almoço, possui uma hamburgueria e, ainda, o leque de itens de conveniência.

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Auto Posto Laguna – Bandeira Própria - Curitiba/PR Proprietários: Guilherme Alves do Amorim, Lorenzo Wespiansk e Luiz Borssato Prêmio: Smart TV – 49” Patrocinador: Xpert


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Homenagens Posto Urbano

2O • OS ATRIBUTOS DA VICE-CAMPEÃ

Bonita, moderna, atraente e aconchegante. Todos esses atributos estão reunidos na loja de conveniência do posto Intercap, da Rede VIP 24h, que, aliás, tornou-se hors concours na categoria, depois conquistar o tricampeonato em três edições consecutivas do concurso (2011, 2013 e 2015). “A classificação significa o reconhecimento do setor e o coroamento do nosso trabalho”, diz André Gevaerd, sócio e diretor da rede. Reformada há cerca de dois anos, a loja ficou maior e mais bonita.

Comercial de Combustíveis Intercap / Rede VIP 24h Porto Alegre (RS) /Proprietário: Angelo Galtieri Prêmio: Notebook / Patrocinador: Plumas

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Posto de Serviços Portal de Campos / Petrobras – Campos do Jordão (SP)/ Proprietário: Paulo César Gaieski/Prêmio: Smart TV 50”/Patrocinador: LC Equipamentos

Centro Automotivo Cruzada da Barra / Ipiranga – Rio de Janeiro (RJ)/ Proprietário: Raul Lameda Prêmio: Aspirador Senior Express/Patrocinador: Leone Equipamentos

RT Dezoito e Meio / Petrobras – São Paulo (SP) Proprietário: Marcelo Coelho/Prêmio: Calibrador Automático PNT5/Patrocinador: ExcelBR

Posto de Rodovia

Arrastão / Petrobras – Santos (SP) Proprietários: José, Vinicius e Felippe Camargo Hernandes Prêmio: Smart TV 48”/ Patrocinador: BTFlex

Candeias Auto Posto – Ipiranga Candeias do Jamari/RO Proprietários: Fabio Anibal Crocetta Batista, Guilherme e Junior Galvane Batista

Loja de Conveniência

• TRADIÇÃO E BELEZA

Fundado em 1973, o Posto Arrastão ganhou mais beleza e funcionalidade no último ano, depois da reforma nas pistas de abastecimento e, principalmente, na loja de conveniência. Construída em dois andares, a loja ganhou alguns diferenciais na parte térrea, onde funciona o food service, e na superior, que abriga o restaurante. O que chama mais atenção é o piso de vidro transparente do restaurante, que compôs um visual moderno e sofisticado, deixando o ambiente muito mais elegante e diferente do tradicional.

São Jorge Parateí Auto Posto e Serviços / Ipiranga – Guararema (SP)/Proprietário: Fábio Lerário POSTO DE OBSERVAÇÃO

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Preços na gangorra Nova política de preços da Petrobras tem causado transtornos e perdas para a revenda. Em vigor desde o início de julho, a nova política de preços dos combustíveis da Petrobras – de alinhá-los às flutuações do câmbio e dos preços internacionais do petróleo – causa polêmica. Os defensores da economia de mercado, pura e simples, sem mediações, aprovam a nova política, que alinha os preços domésticos aos internacionais, por elevar a competitividade da Petrobras. No passado, as finanças da empresa foram muito prejudicadas por longo represamento dos preços internos diante de altas externas. Informações da empresa apontam que a volatilidade nos valores poderá se manifestar até mesmo diariamente, desde que a variação acumulada no mês por produto esteja dentro da faixa de 7%, para mais ou para menos. Há discordâncias sobre se essa nova sistemática da Petrobras influenciará positiva ou negativamente a economia. Para alguns, o ideal seriam reajustes em períodos maiores, com divulgação antecipada dos índices, para que os integrantes da cadeia de comercialização, incluindo os consumidores, possam estar preparados. Mas é importante lembrar que a oscilação – para cima, especialmente – impactará no custo do frete e, com isso, nos preços de praticamente todas as mercadorias movimentadas no país.

CONFUSÃO E PERDAS

Mas para consumidores e revendedores essa prática tem causado transtornos. Os consumidores acabam por perder os parâmetros de preço, uma vez que estes impactam no bolso e também servem como referência quanto à qualidade do combustível. Já para os proprietários de postos essa variação os força a refazer quase que cotidianamente o cálculo de custos para tentar preservar sua margem bruta de comercialização. Além disso, em regiões em que a concorrência é mais acirrada e subsiste uma série de irregularidades, como a capital paulista, muitos revendedores se veem forçados a comprometer parte dessa margem para manter vendas. “Pelos preços médios dos combustíveis e outros dados, divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), verifica-se que está havendo queda na margem da revenda. O revendedor está absorvendo parte dos aumentos da Petrobras ao não repassá-los integralmente para os preços de bomba, não raro por pressão das distribuidoras”, constata o presidente do Sincopetro, José Alberto (Zeca) Paiva Gouveia. Ele adverte que isso pode ser arriscado, uma vez que ao fim de cada mês há contas a pagar e, com o descontrole na margem, o lucro bruto apurado poderá ser insuficiente para sua quitação e para remunerar o próprio empresário. O aumento de preços acumulado de julho até 24 de novembro de 2017 era de 27,8% na gasolina e 24,27% no diesel. Por Cristiane Collich Sampaio 30

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ANÁLISE


SUA EMPRESA

É tempo de chuva!

Um temporal de poucos minutos pode ser o suficiente para trazer prejuízos ao revendedor. As fortes chuvas que em geral ocorrem no começo de cada ano e provocam enchentes e inundações em muitas localidades podem trazer sérios transtornos também para os donos de postos de combustíveis. Mesmo que o estabelecimento não esteja instalado em área de risco, muitas vezes, basta uma chuva forte para a água chegar aos reservatórios de contenção e instalações periféricas e auxiliares, alcançando os tanques de armazenamento subterrâneo e atingindo até partes elétricas e de automação, o que pode gerar um curto-circuito em toda a rede. O maior problema, no entanto, é que, na maioria dos casos, essa situação ocorre de maneira silenciosa e sem que o revendedor perceba, já que podem ser pequenas infiltrações, mas que, se não sanadas rapidamente, certamente irão comprometer a qualidade do combustível armazenado. Segundo Solange Zeppini, gerente de marketing da fabricante Zeppini Ecoflex, a melhor maneira de evitar esse tipo de aborrecimento é através da instalação adequada, inspeção e manutenção periódica dos equipamentos. Assim, caso não tenha feito uma inspeção rigorosa em todo o Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis (SASC) do seu posto nos últimos meses, essa é a hora! Solange ensina que para identificar possíveis infiltrações é necessário estar atento e monitorar os reservatórios de contenção para a possibilidade de existência de água em seu interior. “Além disso, o revendedor deve estar atento ao fluxo de escoamento das águas pluviais, verificando se ele segue na direção dos tanques, bem como na manutenção desse sistema de es32

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coamento, garantindo que ele não esteja obstruído”, explica. Para Lincoln César, diretor administrativo da também fabricante de equipamentos para postos Ecobrasil, o revendedor deve ainda checar todas vedações das tampas de descarga de combustíveis. “Se estiverem sem as suas respectivas juntas, com certeza irá ocorrer a infiltração de água e vai contaminar o combustível. Também é interessante verificar se as tampas não estão trincadas”, diz. E complementa: “O revendedor também deve checar a junta da tampa de monitoramento e drenar com frequência os spills de descarga”, orienta. Por fim, feitas todas as inspeções e possíveis reparos ou instalações, os sistemas de monitoramento eletrônico são um importante aliado na hora de identificar a presença de líquido no sistema. Lincoln assegura que “com uma bomba de drenar, ele [o revendedor] consegue saber se a água entrou nos tanques ou no tubo de monitoramento”. Por Denise de Almeida

Atenção para possíveis infiltrações! • Inspecione as câmaras de contenção (sump e spill) dos tanques, bombas e filtros, e mantenha-as limpas, sem resíduos e líquidos; • Verifique a vedação das tampas das bocas de descargas dos tanques e, especialmente após o descarregamento de produto, se elas foram fechadas corretamente; • Execute a manutenção nos sistemas de drenagem de águas pluviais e no de águas contaminadas, deixando-os limpos e desobstruídos; • Durante as chuvas, observe se o escoamento das águas está na direção da área de instalação dos tanques.


Bicos automáticos são obrigatórios em todo Brasil A partir da publicação da portaria do Ministério do Trabalho no ano passado, que reforça a segurança dos trabalhadores expostos ao benzeno, todos os 39 mil postos de combustíveis do país terão prazos diferentes para cumprir uma série de regras relativas à prevenção de riscos ambientais. A instalação obrigatória de bicos automáticos em todas as bombas de abastecimento de combustíveis contendo benzeno é uma delas, e já está em vigor desde o final de setembro. A lei proíbe também abastecer o veículo após o acionamento da trava automática de segurança da bomba. O objetivo é reduzir o risco de contaminação por benzeno, garantindo segurança à saúde dos trabalhadores. Os postos que descumprirem a legislação poderão ser autuados e até multados se persistirem a cometer a irregularidade. A legislação prevê ainda que os postos revendedores devem manter sinalização, em local visível, na altura das bombas, indicando os riscos dessa substância, com os dizeres: “A gasolina contém benzeno, substância cancerígena. Risco à saúde”. Além desta, o Sincopetro destaca também que em alguns municípios do estado de São Paulo é obrigatória a afixação de adesivos a respeito da proibição do abastecimento além do limite, e que, por isso, é importante consultar a prefeitura local e verificar a necessidade da sinalização no posto. Por Denise de Almeida

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TENDÊNCIA

Rendimento do etanol é maior que 70%, aponta estudo Testes comprovam que essa marca já foi superada e que pode chegar até 75%, dependendo de algumas variáveis.

Desde que os automóveis flex conquistaram a preferência nacional, os motoristas estão acostumados a fazer uma conta na hora de abastecer para escolher o combustível mais econômico. Se o preço do etanol na bomba for equivalente a até 70% do preço da gasolina, então vale a pena abastecer com etanol. Mas, essa fórmula, que foi criada antes até do surgimento dos veículos flex, em 2003, quando as montadoras ainda consideravam o limite de 22% de etanol na gasolina para calibrar os motores, mudou. “O percentual de etanol na gasolina aumentou para 27% e os motores evoluíram, são mais tecnológicos. Por isso, já sabíamos que essa relação de 70% era maior, mas precisávamos comprovar por meio de estudos”, disse o professor Renato Romio, chefe da Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), durante a apresentação dos resultados da Análise Estatística de Desempenho e Performance de Combustíveis, em outubro. O estudo do IMT, que contou com o apoio da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), acompanhou a relação média de performance entre o etanol e a gasolina em veículos de diferentes categorias, durante os meses de janeiro a julho deste ano. Nos testes em circuitos fechados, os veículos fizeram rodagens urbanas em torno de 27 km e rodoviárias de 30 km, repetindo 15 vezes o trajeto. A conclusão do estudo revela que o desempenho médio do etanol é superior a 70%, podendo atingir mais que 75%. “Se o motorista quiser economizar e fizer a conta de 70%, estará perdendo dinheiro. A conta certa é de 72,5%, em média, até 75,4%”, diz Romio. Em uma análise dos números de consumo para os mesmos modelos no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o estudo detectou que a relação média entre etanol e gasolina, com base no padrão do Inmetro, foi menor, de 66,7% a 72,1%. “Na etiquetagem, ainda se usa a gasolina padrão com 22% de etanol. Se fosse a gasolina com 27% de etanol, o resultado seria de 71,6%”, disse. No entanto, o estudo também comprovou que diversos fatores influenciam no rendimento do combustível utilizado no veículo, como o modo de dirigir, as condições de tráfego, a temperatura ambiente, o estado dos pneus e das vias. “Aquele que pisa muito no acelerador, por exemplo, o famoso ‘pé de chumbo’, gastará mais combustível. Mas, se estiver usando etanol terá uma vantagem, porque em cargas altas, este combustível é mais econômico que a gasolina”, disse o professor. Por isso, ele alerta que outras características de funcionamento dos motores também devem ser levadas em conta, já que o fato de o motor ser mais exigido em alguns percursos – mais até do que no circuito utilizado nos testes de laboratório pode alterar os resultados. “Queremos transmitir no estudo que o seu carro, da forma como você dirige, no trajeto está acostumado, provavelmente, já tenha superado a relação de 70% do rendimento do etanol sobre a gasolina”, disse. Por Márcia Alves

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NOTÍCIAS REGIONAIS SÃO PAULO / CAPITAL

Câmeras de vigilância de postos podem auxiliar na segurança pública A prefeitura de São Paulo lançou recentemente o projeto City Câmeras, uma parceria com comerciantes, empresas e sociedade civil que busca inibir a ação de criminosos e aumentar a segurança na capital paulista. Segundo o prefeito, João Doria, a iniciativa prevê a instalação de 10 mil câmeras por toda a cidade até o final da gestão, cujas imagens serão integradas e transmitidas para o comando da Guarda Civil Metropolitana e compartilhadas com as Polícias Militar e Civil. Para formar essa rede de monitoramento, além das câmeras dos órgãos públicos, o prefeito quer contar com as câmeras de segurança residenciais e as que estão instaladas em pontos comerciais, inclusive postos de combustíveis. De acordo com a prefeitura, os postos são considerados parceiros importantes para o programa, já que, além de ocupar um espaço aberto e amplo, estão localizados em pontos estratégicos de circulação de pessoas e veículos. Com o sistema, será possível monitorar não só ações contra o patrimônio, como também mapear as maiores ocorrências policiais, até mesmo de zeladoria, como o descarte irregular de resíduos, por exemplo. Para aderir ao programa, o interessado deve ter uma câmera com resolução mínima de 720p, tecnologia HD e transmissão de 12 frames ou fotos por segundo. Além disso, o estabelecimento terá de utilizar sua internet e pagar o valor de R$ 40 mensais para o armazenamento das imagens em nuvem. O programa exige ainda que as empresas participantes identifiquem seus estabelecimentos com uma placa de sinalização a fim de demonstrar que a região está sendo monitorada. Saiba mais em www.citycameras.prefeitura.sp.gov.br. Por Denise de Almeida

SÃO PAULO

Vetado o fim do terceiro dígito de centavo nas bombas O governador Geraldo Alckmin vetou na íntegra o projeto de lei do deputado Ricardo Madalena que queria instituir a formatação dos preços de comercialização de combustíveis limitada a dois dígitos de centavos. A vitória é do Sincopetro e dos outros sindicatos representativos da revenda no estado, que, apoiados pelo Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de combustíveis e Lubrificantes), pediram a suspensão da lei. Juntas, as entidades argumentaram que a prática do valor expresso com três casas decimais na bomba e o valor a ser pago pelo consumidor fechado com duas casas decimais, permite maior precisão e eficiência na determinação dos preços finais, sem que seja necessário lançar mão de arredondamento para cima, como poderia se impor caso a lei seja colocada em prática. Além disso, ela conflita com regulação federal da própria ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), que determina (Resolução 41/13) que os preços dos combustíveis devem ser expressos com três casas decimais. (DA)

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FOTO: PÚBLICA

CLIPPING

Refinaria de Petróleos Manguinhos

Sefaz-SP cassa inscrição estadual de Manguinhos No dia 8 de novembro, a Secretaria da Fazenda do estado de São Paulo (Sefaz-SP) cassou a inscrição estadual da Refinaria de Petróleos de Manguinhos por inadimplência fraudulenta, após o trâmite do processo administrativo instaurado em setembro de 2016. Com sede no Rio de Janeiro, a refinaria de Manguinhos figura entre os maiores devedores de ICMS no estado de São Paulo: sua dívida é de cerca de R$ 1,9 bilhão. Atualmente em recuperação judicial, uma das alternativas apresentadas pela empresa foi utilizar precatórios para saldar suas dívidas. Mas a proposta foi recusada pelo governo paulista, pois essa forma de pagamento não está prevista na legislação. A cassação da inscrição estadual não impede a continuidade das atividades comerciais e a realização de operações da refinaria de Manguinhos com contribuintes paulistas. Entretanto, desde então o recolhimento do ICMS devido na qualidade de substituto tributário passou a ser efetuado em cada operação, por ocasião da saída da mercadoria de seu estabelecimento. Por Cristiane Collich Sampaio

Novas regras para combustíveis importados As novas regras para o controle da qualidade dos combustíveis importados entraram em vigor no último dia 3 de dezembro, por determinação é da Resolução ANP nº 680/17, publicada em junho deste ano. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, as novas medidas devem simplificar a regulação do tema, tomando como base a definição de obrigações mais condizentes com o cenário atual, e afetam diretamente o importador e a firma inspetora contratada por ele. Entre as principais alterações estão a adequação do controle de qualidade à infraestrutura laboratorial disponível, cujo objetivo é evitar problemas de suprimento, e a identificação mais clara do papel das empresas inspetoras, credenciadas pela ANP. As regras se aplicam à gasolina, etanol, diesel, biodiesel, gás liquefeito de petróleo, gasolina de aviação, óleo combustível e querosene de aviação. Por Denise de Almeida 36

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FÓRUM

REFORMA TRABALHISTA

Como ficam os direitos e deveres de patrões e empregados Convenção coletiva de trabalho prevalece sobre a nova legislação e alterações nos contratos devem ser feitas com cautela.

Exatos 117 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho foram alterados pela reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro, e modificou substancialmente regras de direito material, direito coletivo (sindical) e direito processual do trabalho. Férias, jornada, remuneração, plano de carreira, entre muitos outros itens, sofreram profundas alterações provocando polêmica e dividindo opiniões entre os operadores de direito. Entre as principais mudanças, o advogado Everton Bocucci, integrante do escritório Monticelli Breda Advogados, que presta assessoria ao Sincopetro, destaca a regularização do trabalho intermitente, o parcelamento das férias, criação do banco de horas, contrato de tempo parcial e a quitação anual de verbas trabalhistas. Ele ressalta, porém, que a nova legislação tem falhas em diversos dispositivos e muitos pontos obscuros. “Ao contrário do que se propaga, não aconteceu um amplo debate social

quanto a essas mudanças. O governo não atuou de modo a desonerar a folha de pagamento, e sim, acabou criando um ônus aos empresários sem levar em consideração o faturamento das empresas”, afirma. Portanto, os revendedores devem se acautelar antes de promover quaisquer alterações nos contratos com os seus empregados. Além disso, pelo menos até o fim da vigência das convenções coletivas de trabalho assinadas com os empregados – no caso da base territorial do Sincopetro, março do ano que vem – por enquanto, nada muda. “A convenção é soberana e prevalece sobre a CLT”, lembra o advogado, ressaltando que ela deve ser respeitada em sua totalidade. O Sincopetro está realizando estudos nesse sentido para avaliar o que deve prevalecer na negociação da convenção coletiva do ano que vem e deve promover reuniões em todo o estado esclarecendo a categoria, informa a advogada do Sincopetro em São Paulo, Cláudia Carvalheiro. Por ora, os revendedores associados ao Sincopetro podem esclarecer suas dúvidas em nosso departamento jurídico trabalhista através do telefone (11) 2109-0600.

Por Denise de Almeida

TIRA DÚVIDAS Quando o uso do EPI é obrigatório? De acordo com a Portaria 1109/16, do Ministério do Trabalho e Emprego, que estabeleceu novos procedimentos para prevenção à saúde dos trabalhadores em postos de combustíveis, o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) varia de acordo com a função exercida pelo trabalhador. Na pista, por exemplo, os frentistas devem utilizar uniforme fornecido pela empresa e calçados adequados, além de luvas impermeáveis apropriadas e toalha de papel para a limpeza de superfícies contaminadas com combustíveis que tenham benzeno em sua composição. Na área da troca de óleo, a proteção nas mãos para evitar o contato do óleo com a pele também é indispensável. Além do uniforme, luvas impermeáveis e sapatos adequados, os equipamentos de proteção respiratória de face inteira, com filtro para vapores orgânicos e fator de proteção, são obrigatórios na conferência do produto no caminhão-tanque e no ato do descarregamento e coleta de amostras; na medição volumétrica de tanque subterrâneo com régua e manutenção do sistema de abastecimento subterrâneo de combustível (SASC); e, na limpeza de válvulas, bombas e compartimentos de contenção de vazamentos, caixas separadoras e canaletas. (DA) A Revista PO mantém essa coluna para que você possa esclarecer quaisquer dúvidas referentes ao seu negócio. Escreva para gente ou mande um e-mail. O nosso endereço eletrônico é revista@postonet.com.br 38

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Revista Posto de Observação nº374  
Revista Posto de Observação nº374  

É uma publicação da Brascombustíveis - Associação Brasileira do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes, com o apoio do Sincopetr...