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INFANTO JUVENIL DA MADEIRA


Canção n.º 1 NO TEMPO DOS MEUS PAIS Letra: José Carlos Mota Música: Ricardo Rodrigues Intérprete: Ana Madalena Gonçalves Idade: 9 anos Naturalidade: Camacha Disciplina preferida: Expressão Plástica e Estudo do Meio Futura Profissão: Arquiteta Opção artística nos tempos livres: Violino Ídolo: Pais

çalves

a Gon n le a d a M a An

No tempo dos meus pais Eram outras brincadeiras! Brincavam com animais Levava tardes inteiras! Com um pedaço de madeira Surgia o carro de esferas! E onde houvesse uma ladeira Era ver os aceleras! Recordações… na na na Dos tempos de criança! Grandes emoções… na na na Que ficaram na lembrança.

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As caricas das bebidas Cada qual com a sua imagem! Com provas e corridas Fazia-se a reciclagem! Roupa suja e engelhada Era o que estava na moda! Mais os jogos da apanhada, Como as danças de roda! Se eu pudesse um dia, Gostava de experimentar! Brincadeiras de alegria Que os meus pais… Que os meus pais… Não se fartam de contar! Que os meus pais… Que os meus pais… Não se fartam de contar! De contar, de contar…

(bis)


Canção n.º 2 NO TEMPO DOS MEUS PAIS Letra: José Carlos Mota Música: Ricardo Rodrigues Intérprete: Ana Madalena Gonçalves Idade: 9 anos Naturalidade: Camacha Disciplina preferida: Expressão Plástica e Estudo do Meio Futura Profissão: Arquiteta Opção artística nos tempos livres: Violino Ídolo: Pais

alves

Gonç a n le a d a M Ana

No tempo dos meus pais Eram outras brincadeiras! Brincavam com animais Levava tardes inteiras! Com um pedaço de madeira Surgia o carro de esferas! E onde houvesse uma ladeira Era ver os aceleras! Recordações… na na na Dos tempos de criança! Grandes emoções… na na na Que ficaram na lembrança. As caricas das bebidas Cada qual com a sua imagem! Com provas e corridas Fazia-se a reciclagem! Roupa suja e engelhada Era o que estava na moda! Mais os jogos da apanhada, Como as danças de roda! Se eu pudesse um dia, Gostava de experimentar! Brincadeiras de alegria Que os meus pais… Que os meus pais… Não se fartam de contar! Que os meus pais… Que os meus pais… Não se fartam de contar! De contar, de contar…

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Revista FIJ2012