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SIGNIS BRASIL

ANO 18 - Nº 65

Comunicação Católica do Brasil para o

mundo


Ao Leitor

Este é um número especial que Signis Brasil divulga para associados e amigos. Queremos brindá-los com uma edição da Revista Signis Media, publicação internacional de SIGNIS em diversos idiomas: inglês, francês e espanhol, que é enviada aos associados dos cinco continentes. A comunicação católica do Brasil para o mundo compõe esta edição, em artigos elaborados por profissionais de Signis Brasil, de nossas equipes que atuam em rádios, televisão, impressos, formação, internet. Os artigos que se referem à comunicação no Brasil estão disponíveis em Português no site www.signisbrasil.org.br Esta publicação nos dá oportunidade de sermos conhecidos pelos associados dos cinco continentes na sua diversidade cultural. Os editores da Revista Signis Media assim se expressam: “Pela primeira vez um número desta revista se ocupa do trabalho que a Igreja faz em comunicação em um só país. E este país é o Brasil. Com uma superfície que corresponde ao dobro da União Europeia, ali habita o maior número de católicos do mundo, 134 milhões. Apenas dois indicadores que, de algum modo, caracterizam a identidade e influem no trabalho dos comunicadores do gigante sul-americano”. E lembram Dom Helder Câmara com a frase: “Quando se sonha só é apenas um sonho, mas quando se sonha com muitos, já é realidade”. Outra razão desta escolha é que neste mês a Signis Brasil está sediando o 14º Seminário Internacional de TVs de inspiração católica, que acontecerá em Aparecida (SP) de 22 a 25 de agosto, com o tema “Conhecer a sua audiência: chegar às periferias”. Este é um evento que a Signis Mundial realiza anualmente em diferentes países, com Produtores Católicos de TVs, reunindo pessoas e grupos que produzem conteúdos destinados à evangelização e formação para valores. Na terceira capa desta edição você encontrará informações sobre como a Signis Brasil se organiza em seus setores de Rádio, Impressos, Televisão, Internet, Formação e Educomunicação e algumas realizações. Desejamos que possamos abrir nossos horizontes para as realidades do mundo, compartilhando sempre mais a nossa história, construída sobre valores cristãos e cidadãos. A Signis Brasil reafirma seu compromisso de contribuir e colocar a comunicação a serviço da cultura da Paz e da solidariedade! Helena Corazza, fsp

ANO 18 - No 65

Revista informativa das emissoras e entidades associadas à Signis Brasil e à Rede Católica de Rádio http://www.signisbrasil.org.br http://www.rcr.org.br Distribuição gratuita Periodicidade: trimestral Signis Brasil Presidente: Ir. Helena Corazza helena.corazza@paulinas.com.br RCR – Rede Católica de Rádio Presidente: Frei João Carlos Romanini romanini@redesul.am.br Signis Brasil e RCR Av. Jabaquara, 2.400, conj. 03 Mirandópolis CEP 04046-400 – São Paulo – SP Fone/Fax: (11) 2578-4866 signisbrasil@signisbrasil.org.br rcr@rcr.org.br Editora Helena Corazza MTB 16.888 Diagramação Revista Família Cristã familia@paulinas.com.br Capa: Shana Reis/commons Impressão: Companygraf Notícias e sugestão de pauta podem ser enviadas para a revista.


SIGNIS MEDIA

ISSN 0771-0461 - Publication trimestrielle - Bureau de Poste 1040 Bruxelles 4 - Juillet 2015

N째2/2015 Publication trimestrielle multilingue / Multilingual quarterly magazine / Revista trimestral multiling체e

Catholic Communication in Brazil


Contents

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Cover Story Catholic Communication in Brazil

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Church CAMECO At the service of media development

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Cinema Presence in the Festivals

22 News from everywhere

Eyecatcher Archbishop Romero to be patron of SIGNIS At the SIGNIS Board meeting, which took place at the end of May 2015, in Port of Spain (Trinidad and Tobago) the Board approved the proposal to nominate the newly beatified Salvadoran Archbishop Oscar Arnulfo Romero as patron of SIGNIS. The President of SIGNIS, Gustavo Andújar, explained that “Archbishop Romero stands as an example to Christian communicators, for his vibrant homilies in the Cathedral, broadcast by radio to the whole country. In them, he spoke ceaselessly in defence of the poor and oppressed victims of the fratricidal violence that tore apart the nation. There is nothing more inspiring than fixing our gaze on this extraordinary man, a martyr of the faith for the sake of God’s favourites, who are the poor.” The original proposal came from Fr. Peio Sánchez of SIGNIS Spain, seconded by Fr. Luis Garcia Orso (former VicePresident of OCLACC, now SIGNIS Latin America and the Caribbean) and supported by the President of SIGNIS Latin America, Monica Villanueva.This initiative reemphasises the mission of SIGNIS members to promote stories of hope through all media in order to transform cultures in the light of the Gospel by promoting human dignity, justice and reconciliation.          ALC/GC/JMD 2 – SIGNIS Media ­– N°2/2015


Editorial Catholic Communication in Brazil “When we are dreaming alone it is only a dream. When we are dreaming with others, it is the beginning of reality.” Dom Helder Camara It is the first time that an issue of this magazine is about the work that the Church does in Communication in one particular country, Brazil. With a surface twice the size of the European Union it is inhabited by the highest number of Catholics in the world, 134 million. These are just two indicators that, in some way or another, define the identity and influence the work of the communicators of the South American giant.

SIGNIS MEDIA publication trimestrielle éditée par l’Association Catholique Mondiale pour la Communication quarterly publication of the World Catholic Association for Communication publicación trimestral editada por la Asociación Católica Mundial para la Comunicación

They are looking for answers about the relationship between evangelization and education for citizenship; to understand communication as a process more than just media; to find sustainability for the Catholic media companies in an ever-changing world; and to understand the real service that the SIGNIS association can offer to the media professionals. If you share some of these questions you will be interested in the answers they have been finding down the road.

Les médias catholiques au Brésil « Lorsque nous rêvons seuls, il s’agit seulement d’un rêve. Lorsque nous rêvons avec les autres, c’est le début de la réalité ». Dom Helder Camara Pour la première fois, un numéro de notre magazine relate le travail que l’Église accomplit dans la communication dans un pays particulier, le Brésil. Avec une superficie égale à deux fois la taille de l’Union européenne, ce pays est habité par le plus grand nombre de catholiques au monde, 134 millions. Ce sont deux indicateurs qui, d’une façon ou d’une autre, définissent l’identité et influencent le travail des communicateurs du géant sud-américain. Ces communicateurs cherchent des réponses à propos de la relation entre évangélisation et éducation à la citoyenneté ; à comprendre la communication en tant que processus plutôt qu’au niveau technique ; à assurer la viabilité des entreprises de médias catholiques dans un monde en constante évolution; et à comprendre le vrai service que l’association SIGNIS peut offrir aux professionnels des médias. Si vous aussi, vous vous posez certaines de ces questions, vous serez sans doute intéressés par les réponses qu’ils ont trouvées en chemin.

Comunicación católica en Brasil “Cuando sueñas solo, sólo es un sueño; cuando sueñas con otros, es el comienzo de la realidad.” Dom Helder Cámara Por primera vez un número de esta revista se ocupa del trabajo que la Iglesia hace en comunicación en un solo país. Y el país, es Brasil. Con una superficie del doble de la Unión Europea, lo habita el mayor número de católicos del mundo, 134 millones. Sólo dos indicadores que de algún modo u otro caracterizan la identidad e influyen el trabajo de los comunicadores del gigante sudamericano. Ellos se preguntan por la articulación evangelización/formación de ciudadanía; por la comunicación como proceso más que por los medios; por la sustentabilidad de las empresas católicas de comunicación en un mundo en continuo cambio; y por el servicio real que puede ofrecer la asociación SIGNIS a los profesionales de los medios. Si compartes algunos de esos cuestionamientos te interesarán las respuestas que ellos han ido encontrando. Ricardo Yáñez Assistant Secretary General / Secrétaire Général Adjoint / Asistente del Secretario General

SIGNIS Rue Royale, 310 – 1210 Brussels – Belgium Tel: 32 (0)2 734 97 08 – Fax: 32 (0)2 734 70 18 E-mail: sg@signis.net www.signis.net @SIGNISBrussels www.facebook.com/signisworld Secretary General: Alvito DE SOUZA Editor: Guido CONVENTS Cover & Lay-out: Pascale HEYRBAUT Photo cover: Cristo Redentor © Shana Reis Correspondents & Translation Team: Gustavo ANDÚJAR, Marc BOURGOIS, Alvito DE SOUZA, Alejandro HERNÁNDEZ, Pietro LICATA, Peter MALONE, Lawrence PIETERS, Beatrice RAPHEL, Ricardo YÁÑEZ Special Correspondent: Jim McDONNELL Administration: Fabienne DESEAU, Florentina GONZALO Annual subscription: 30 Euros For three years: 70 Euros Payment may be made via Credit Card (please clearly indicate name of card holder, type of Credit Card card number and expiry date) or use the form www.signis.net You may also pay via an international bank transfer to our account: IBAN: BE 19 3100 6444 9112 BIC: BBRUBEBB ING – Rue du Trône, 1 – 1000 Bruxelles ISSN 0771-0461

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Cover story

An outlook of Catholic communication in Brazil – Evangelize and educate for citizenship (© Shana Reis)

Catholic communication in Brazil After the Vatican Council II the CNBB organized a Communication Section for dialogue with society through the media

“The Church exists to evangelize”, affirms the Directory of Communication of the Catholic Church in Brazil (2014, n. 1). This thought ranges across all evangelizing action through the media. It can be said that the role of the Church in communication in this field is to participate in the public space, assuming its right and duty to express itself (Inter Mirifica 1963) as a representative institution in civil society. The outlook of Catholic communication will be considered here in three aspects: communication within communities, as developed and articulated by the work (“pastoral”) of communication that also includes communication within different fields of Church action in society as well as communication inside the Church; communication through the media, involving dialogue with society as a space for debate and formation of opinion; and formation, which includes study and research, as well as the formation of leaders to work in the area of communication, both in the media and in communities.

Historical aspects At the end of the 19th and beginning of the 20th century, religious congregations of women and men came to Brazil to undertake evangelization, the formation of people, and they began to use the press, producing newspapers, magazines, and publishing houses and later, radio stations. Starting from 1994 they created radio and television networks and, in recent times, Internet portals, web radio stations and TV channels. During the first half of the 20th century a great investment was made in radio, combining adult literacy programmes and evangelization. The awareness that the Gospel was to be announced in a context of increasing cultural diversity made the Church, more and more, a producer of programmes for evangelization and formation of values through all media, with a strong impact on radio, music, television and social networks. After the Second Vatican Council, the National Conference of Bishops of Brazil (CNBB) organized

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Cover story a Communication Section for dialogue with society through the media, as well as for communication to be present in the other areas of Church work, creating and organizing a structure for communication (PASCOM) at the national and regional level, in the dioceses, parishes and communities. PASCOM gathers momentum from the way it organizes communication flow, rather like capillary action, at all levels from the national to the local, and stimulates communication within and among different Church activities.

The media level As for the media, at present, we can highlight different forms of presence. There are many expressions, different faces of the same coin: explicitly evangelistic or devotional programmes, or those with a more social and cultural orientation. Faced with the challenge to appeal to the general public, Catholic media have resorted to marketing personalities, a phenomenon that began at the end of the 20th century with media priests, particularly for radio and TV, with great national reach. Those who stand out and are successful are very often approached by media groups in order to produce their albums and to participate in national television or radio programmes. This is a great challenge for the Church, attracting the attention of university researchers studying media and religion, including the Catholic Church, who claim that the method used by religious media to obtain financial contributions is a part of the capitalist system. Since 1980 there has been a growing production of academic research in public and private universities supporting studies about communication and the Church, many of them published by Catholic publishers, including analyses of the Church’s official position through Vatican documents; democratization of communication, regarding the proposal for a New World Order of Information and Communication (NOMIC), and examining periods of repression in Brazil and in Latin America. There are also studies about the Church and communication policies, radio and, lately, the presence of the Church in digital media, as seen in websites created by Catholic organizations and dioceses. The Church continues to dialogue with society through large scale projects such as the Fraternity Campaign. Political reform is one of the actions undertaken by the Church together with other important organizations. In 2014 a debate was organized between the presidential candidates, as a result of the efforts of Catholic media with the endorsement of the CNBB. There are meetings, some of them online, of the different sections of Catholic media: TV channels, the Catholic Radio Network (RCR) and the printed press. A spirit of collaboration is growing among the different media, especially for joint projects, such as those with extensive coverage carried out by the printed press and radio. A good example was the Panamazonic Church Encounter, held in Brasilia, September 8-12, 2014. We

are undertaking a missionary project for the Amazonian region. We understand that evangelization and formation for citizenship is not restricted to the precincts of the Church. This is in line with Pope Francis: “From the heart of the Gospel, we acknowledge the intimate connection existing between evangelization and human promotion, which should necessarily be expressed and developed in every evangelizing action” (Evangelii Gaudiam, 2013, #178). As shepherds, bishops assume that “nobody can demand from us that we relegate religion to the secret intimacy of the people, without any influence in social and national life, without worrying about the health of the institutions of civil society, without us speaking out about the events concerning the citizens” (EG, #183). In the General Guidelines for the Evangelizing Action of the Church in Brazil, evangelization is defined as follows: “To evangelize with renewed missionary ardour, witnessing to Jesus Christ, in brotherly communion, in the light of the preferential option for the poor, to form the people of God and to participate in the construction of a society based on justice and solidarity, in the service of life and hope in the different cultures, on our way to the Definitive Kingdom.” (CNBB, 1995, p. 15).

Some challenges One of the challenges faced in evangelization for communication is support for the media themselves, above all television and radio, since in Brazil public licences are either commercial or educational. Therefore, the road to financial sustainability is through commercialization or soliciting donations by means of a marketing system directed at believers and pious associations. When adopting marketing based on personalities, a religious leader is designated as a guide for people, with this celebrity focus raising the issue of individualism, as the Gospel is community-oriented. The printed press remains strong in Catholic communities, from parish newsletters to newspapers and magazines. The diversity of editorial strategies embraces a whole range of different expressions: traditional Catholicism, neo-Pentecostalism, social engagement and insertion in culture. The diversity of approaches in the pastoral and doctrinal areas poses a challenge to unity and communion, calling for research and the need to learn how to make the best use of communication for dialogue. Professional formation in the production of quality multimedia contents is also a task, in order not to make a merely instrumental use of the media. Among the other challenges is the elaboration of a system to establish a Church agenda, a dream of Catholic journalists. This would be a daily guideline prepared with subjects relevant for the Church to be used by all media, taking into account the need to evangelize and also to educate for citizenship. Helena Corazza, FSP, PhD in Communication Science, ECA-USP N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 5


Cover story

Efforts to work together, sharing successes and failures, have transformed media experiences into true moments of human growth

An outlook on Catholic TV

lectures, education and catechesis, entertainment and variety shows. Even with their financial limitations, every one of the Brazilian Catholic TV stations gets to offer a variety of products pleasing the most diverse audiences: children, young people and adults.

An oasis in Latin America. We can say that this is the experience of television channels of Catholic orientation in Brazil. Our country has had, for many years, fruitful experiences regarding communication through television. We have several television channels broadcasting in national networks, and we can pick out some of them: Rede Vida, TV Cançao Nova, TV Seculo XXI, TV Aparecida, TV Nazaré, besides other smaller broadcasting stations, all with a deep evangelizing approach.

Another achievement deserving recognition is the organization of a forum for debate and sharing of ideas among Catholic broadcasters in Brazil. That forum, promoted by SIGNIS Brazil and supported by the CNBB, takes place four times during the year and it is already one of the most important moments in the life of the stations. There joint projects are discussed, discrepancies are aired, challenges made, contents and dreams shared.

The economic basis of our stations rests partially on advertising, within the framework of marketing standards in Brazil, but above all, they survive thanks to the donations of the Catholic laity who support our television programming. A strength of Catholic TV channels in Brazil has been their common efforts. The stations are very different, they serve specific audiences, have various objectives and portray different aspects of the same Church. Nevertheless, even with those differences, the TV stations in Brazil have dared to undertake joint projects of evangelization, such as pooling the transmission of great events. It is worth highlighting here their coverage of papal visits (Benedict XVI, in 2007 and Francis, in 2013). Also, in the Brazilian political arena, Catholic TV stations took the lead, with the sponsorship of the National Conference of Bishops of Brazil, by networking in order to organize and broadcast a political debate between all the presidential candidates in the 2014 election.

There are many challenges for Catholic television in Brazil, but even with limitations, media professionals involved in evangelization in our country have been doing their best to always improve, both in technique and content. Thanks to SIGNIS Brazil, efforts to work together, specific education and training, the sharing of successes and failures, have all been put on the table, transforming media experiences into true moments of human growth, from the Christian and the professional points of view.

Catholic TV in Brazil has a wide range of television programming, offering viewers the most diverse kind of content: masses, rosaries, talk shows, dramatizations,

When someone asks what is happening with printed journalism, which directions can be taken, which formulae can be adopted for an exit to the present crisis, it

Fr. Evaldo César, CSsR Secretary of SIGNIS Brazil

When a crisis can be an opportunity

BRAZIL iContentTV

One of the innovative projects proposed for Catholic TV channels in Brazil – iContentTV – is the brainchild of Father Eduardo Dougherty, SJ, vice-president of SIGNIS Brazil and creator of the Rede Século XXI of Communication. That web platform seeks to assist radio and television stations, as well as independent producers, with content that is made available in common and shared, either for free or through some kind of payment. Partners of the project can, in a simple way, upload and download the content that they see fit to share, for a small monthly fee for the maintenance of the project. The digital platform uses leading-edge technology, capable of storing high definition materials that can be immediately downloaded and exhibited. iContentTV is a great showcase of contents – films, series, cartoons, documentaries, lectures and special programmes –, that can be accessed from anywhere in the world, either by the project partners, or by TV stations willing to enrich their programming schedule. One of the main objectives of the iContentTV project is to create a shared undertaking between radio and television stations and to help smaller broadcasters, which do not always have the possibility to produce their own content. See more at www.icontenttv.com. Fr. Evaldo César, CSsR

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Cover story BRAZIL

Sharing journalistic content In the best style of construction of communication which is both alternative and quality, a way of thinking and doing communication has been born in Brazil, starting with the Catholic print media, with the encouragement of SIGNIS Brazil. The initiative works with joint reports covering subjects of great importance for the Catholic Church in Brazil. The production of content is based on partnerships, and without reserved rights, copyleft. That action began in November 2013 when a great network was formed. In Manaus, capital of Amazonas, the 1st Encounter of the Church in the Legal Amazonia was held. With the support of SIGNIS Brazil, the print media

Production team of the first shared report (left to right) José Altevir, Osnilda Lima, Wilson Silvaston and Karla Maria

and the Catholic Radio Network (RCR) joined for the coverage of that event. The report on the presence of the Church in the Legal Amazonia reached a circulation of 1.6 million copies, published in the 17 printed papers associated with SIGNIS Brazil and in 250 radio stations broadcasting the report, as well as sharing through hundreds of websites. That was the first project. However, the partnership keeps getting stronger, the media produce the reports and they share them so that others can publish them. “The initiative was born from the idea of jointly producing content, to unite and to add. That motivated us to bet on that project that was being built as we moved on, by the need to converge and to add, to bring about a strong expression as Church in our journalistic publications”, said Sr. Helena Corazza, fsp, president of SIGNIS Brazil. For João Calos Romanini, president of RCR, working together, joining efforts and distributing content so that more people have access to it is the big difference contributed by the initiative. “The involvement of the media shows that it is possible to do great things, to produce great reports together and to distribute them in an inclusive way through several platforms, starting from the encounter, networking, operating together with your peers, even with a differentiated editorial line”, commented the friar. Osnilda Lima, FSP Director of the Newsroom at Revista Família Cristã is almost impossible to have answers or solutions. Maybe one can only dare to raise hypotheses. I believe that if somebody had the privilege of having all of the solutions, he or she would certainly be a millionaire or appear on the front pages of such crisis-afflicted printed papers. However, what we know is that the sale of newspapers and magazines has declined drastically in the last decades, due to the advent of the Internet and, possibly, because of the effects of the current economic and financial crises. In general it has become a challenge for the printed media to continue to exist, but if we look at Catholic media the challenge is still larger, since we are then considering a segmented public, naturally smaller than that of secular printed papers. With the mantra that Internet is the future, not only the sale of newspapers and magazines fell, but advertising made its exodus to the Internet. Many press groups are adjusting their finances, implementing cuts and making a great effort to continue serving society, responding to readers’ needs and responding to technological opportunities, being present on the Internet, on smartphones and tablets. In the face of the crisis, good things can be achieved. We can find opportunities in leaving our comfort zone. There was a time when reading newspapers and magazines was

for the few. It has been noted that maybe in the near future that will happen again. It will be then that the printed media can find great opportunities, especially the press covering the Catholic Church. Who said that we should speak only to the many? Why can’t we learn how to be few and to do journalism for the few? When we look back at our own history as Catholic communication vehicles, were we created with the purpose of making money or of evangelizing? If the newspaper I write for is weekly and the magazine you write for is monthly, and yesterday’s news was already covered on the Internet, TV and radio, then for the reader to read something that he or she already knows makes no sense. The model we have known will probably be reconfigured. That model I am referring to is that of a merely informative newspaper.

Why can’t we learn how to do journalism for the few?

I think that the printed media of the future will be restricted channels of information, maybe of small circulation, having differentiated target audiences, demanding professionals who are highly qualified intellectually. No more will they be about the reporting of headline facts, but rather about the deeper analysis of what is happening. That can also be good. Eduardo Gois Journalist and editor of Jornal Santuário de Aparecida N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 7


Dossier

Les médias catholiques au Brésil Aspects historiques Dès la fin du 19ème siècle, des congrégations religieuses se sont établies au Brésil pour prendre en charge l’éducation, la formation et l’évangélisation des communautés, et pour ce faire, ont commencé très tôt à utiliser la presse écrite, puis la radio. La première chaîne de télévision a été créée en 1994, suivie plus récemment par les sites internet, les radios et télévisions en ligne, et les réseaux sociaux. Pendant la première moitié du 20ème siècle, l’Eglise a investi massivement dans la radio, en proposant notamment des programmes d’alphabétisation pour les adultes et d’évangélisation. La conscience que l’Evangile devait être annoncé dans un contexte de diversité culturelle croissante, a poussé l’Eglise à produire de plus en plus de programmes d’évangélisation et d’éducation aux valeurs sur toutes les plateformes médiatiques, renforçant ainsi son influence sur la radio, la musique, la télévision et les réseaux sociaux.

© SIGNIS-Brasil

« L’Eglise existe pour évangéliser  », affirme la directive de communication de l’Eglise catholique au Brésil (2014, n°1). L’idée que le rôle de la communication est de participer au débat public, en assumant son droit et son devoir de s’exprimer (Inter Mirifica 1963) en tant qu’institution représentative de la société civile, traverse toute les actions d’évangélisation des médias catholiques. Les activités de communications sociales catholiques couvrent principalement trois aspects : la communication au sein des communautés, telle que définie par la Pastorale de la Communication qui inclut également la communication pastorale et interne de l’Eglise ; la communication externe et les relations avec les médias, qui participe au dialogue avec la société en tant qu’espace de débat et de construction des opinions  ; et la formation, qui inclut le domaine de la recherche, les études, et la formation de dirigeants dans le secteur de la communication, dans les médias ainsi que dans les communautés.

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A la suite du Concile Vatican II, la conférence épiscopale brésilienne (CNBB) a créé un département de communication dont le rôle est d’organiser le dialogue avec la société à travers la presse, mais aussi de garantir la présence de la communication dans les stratégies pastorales, grâce à la mise en place de la Pastorale de Communication (PASCOM) au niveau national et régional, ainsi que dans les diocèses, paroisses et communautés. La grande force de la PASCOM provient de son ancrage à la réalité du terrain, de sa capillarité, de l’organisation de ses actions locales, et de sa capacité à générer la communication entre et au sein même des pastorales.

De nombreux accomplissements… Les médias catholiques sont présents au Brésil sous différentes formes, qui représentent différentes expressions de la même réalité, des programmes consacrés explicitement à l’évangélisation et la dévotion, aux programmes à perspective sociale et culturelle. Dans le but de plaire à une majorité du public, et donc de gagner en popularité, les médias catholiques ont eu recours à une stratégie marketing basée sur des


Dossier personnalités médiatiques. Né à la fin du 20ème siècle et particulièrement présent à la radio ou à la télévision, ce phénomène de « starification » de certains prêtres permet de toucher un large public dans tout le pays. Ceux qui rencontrent le plus de succès sont souvent approchés par de grands groupes de médias pour produire leurs albums ou participer à des émissions radio ou télévisées d’envergure nationale. A cet égard, l’un des grands défis pour l’Eglise est d’attirer l’attention du monde universitaire sur cette effervescence médiatique dans la sphère religieuse, et en particulier catholique, et de montrer que la méthode adoptée pour récolter des fonds fait partie intégrante du système capitaliste. D’un autre côté, la publication d’études et de recherches académiques sur le sujet est en constante augmentation depuis les années 80. Des universités publiques et privées soutiennent les recherches sur la communication de l’Eglise, dont beaucoup sont publiées par des maisons d’édition catholiques. Parmi les thèmes abordés, citons par exemple des analyses de la position officielle de l’Eglise à travers les documents du Vatican  ; la question de la démocratisation de la communication, relativement à la proposition d’un nouvel ordre mondial de l’information et de la communication (NOMIC), ou aux périodes de répression au Brésil et en Amérique Latine ; les stratégies et politiques de communication de l’Eglise ; la radio ; et plus récemment, la présence de l’Eglise dans le médias numériques à travers les sites d’organisations catholiques et de diocèses.

L’Eglise continue à mettre en avant la dimension du dialogue avec la société dans ses grands projets comme la Campagne de Fraternité. La réforme politique est l’une des actions entreprises par l’Eglise en collaboration avec d’autres organisations importantes. En 2014, un débat entre les candidats à l’élection présidentielle a été organisé, fruit des efforts conjoints de différents médias catholiques soutenus par la CNBB. Les différents acteurs des médias catholiques se rencontrent d’ailleurs régulièrement par secteur – télévision, radio (représentée par RCR, le réseau des radios catholiques), presse – pour dialoguer, parfois en ligne. Un nouvel esprit de collaboration se développe au sein des différents médias, particulièrement pour lancer des projets communs, entre la presse et la radio par exemple, qui bénéficient ainsi d’une meilleure couverture. La Rencontre de l’Eglise Panamazonique organisée en septembre 2014 à Brasilia, en est une bonne illustration. L’Eglise est consciente que l’évangélisation et l’éducation à la citoyenneté ne peuvent être confinées aux quatre murs d’une église. Elle suit ainsi la voie tracée par le Pape François : « À partir du cœur de l’Évangile, nous reconnaissons la connexion intime entre évangélisation et promotion humaine, qui doit nécessairement s’exprimer et se développer dans toute l’action évangélisatrice. » (Evangelii Gaudium, 2013, #178). En tant que pasteurs, les évêques considèrent que « personne ne peut exiger de nous que nous reléguions la religion dans la secrète intimité des personnes, sans aucune influence sur la vie sociale et nationale, sans se préoccuper de la santé des

Les différents acteurs des médias catholiques se rencontrent régulièrement par secteur pour dialoguer.

BRÉSIL Educommunication: méthodes et perspectives pour la formation pastorale La thèse de doctorat de l’actuelle présidente de SIGNIS Brésil Helena Corazza, présentée à l’Ecole des Communications et des Arts de l’université de Sao Paulo (ECA-USP), était destinée à montrer que le Service de la Pastorale de Communication (SEPAC), un projet lancé en 1982 et axé sur la formation de leaders pastoraux et culturels au Helena Corazza, FSP, présidente de SIGNIS Brésil moyen de publications et de cours ouverts et systématiques, a eu un impact décisif (© Rê Guimarães) sur les fondements théoriques et pratiques de l’éducommunication ainsi que sur son développement, qui s’est déroulé en parallèle à celui de la Pastorale de Communication au Brésil. L’objectif général de la thèse était d’analyser le rôle de l’éducommunication dans la formation à la communication d’agents pastoraux et éducatifs, en partant de la sphère non-formelle. Il est important de souligner que le dialogue entre éducommunication et formation pastorale se déroule dans le contexte d’une culture médiatique dans laquelle, avec l’apparition incessante de nouvelles technologies, de nouveaux langages sont incorporés en permanence dans la vie quotidienne des individus et de l’environnement pastoral, influençant et mettant en question les pratiques d’évangélisation. Les références qui forment la structure théorique de la thèse sont basées sur les travaux de chercheurs dans le domaine de l’éducommunication, des études culturelles latino-américaines et de l’Eglise catholique, spécifiquement dans son approche de la Pastorale de Communication. La recherche empirique, quant à elle, a eu lieu au sein même du SEPAC. Elle comprenait l’étude de publications et de monographies élaborées par des étudiants lors de cours de spécialisation, ainsi que de questionnaires les interrogeant sur leur expérience, la méthodologie et le suivi des projets, étant donné qu’une formation intégrale se doit d’associer la réflexion et l’action dans le champ de l’éducommunication pastorale. Helena Corazza, FSP

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Dossier institutions de la société civile, sans s’exprimer sur les événements qui intéressent les citoyens » (EG, #183).

La formation professionnelle dans la production de contenus multimédias de qualité est aussi un besoin important.

Dans les directives générales de l’action d’évangélisation de l’Eglise Brésilienne, l’évangélisation est décrite comme suit : « Evangéliser avec une ardeur missionnaire renouvelée, témoigner du Christ, dans une communion fraternelle, à la lumière de la préférence de l’Evangile pour les pauvres, pour former le peuple de Dieu et participer à la construction d’une société basée sur la justice et la solidarité, au service de la vie et de l’espérance dans des cultures différentes, en chemin vers le Royaume. » (CNBB, 1995, p. 15).

…et quelques défis Un des défis auquel doit faire face les initiatives de communication est le soutien financier et la gestion des entités médiatiques elles-mêmes, en particulier la télévision et la radio, du fait qu’au Brésil, les licences publiques sont accordées sur des bases soit commerciales soit éducatives. Dès lors, la voie de la viabilité financière passe par la commercialisation ou la récolte de dons, grâce à une stratégie de marketing dirigée vers les fidèles ou les associations religieuses. Quand cette stratégie se base sur la starification de personnalités médiatiques, cette personnalité se voit considérée par beaucoup comme

Educommunication Dès les années 1970-80, l’Eglise catholique du Brésil s’est engagée dans le domaine de l’éducation aux médias, participant à un mouvement continental qui s’intéressait principalement à la lecture critique de la communication, dans le but d’éduquer les consommateurs de ces médias. Avec les progrès de cette discipline, la communication et l’éducation en tant que domaines de connaissances ont commencé à interagir, dans un processus relationnel en construction permanente. Au sein de cette relation entre communication et éducation, certains auteurs utilisent la communication, en tant que champ de médiation et recherche de nouveaux langages, comme point de départ de l’éducation. Le processus de formation qui en découle exige des participants de penser et d’agir dans un cadre propice à la communication et à l’engagement en faveur des valeurs humaines et de la citoyenneté, pour que le sujet puisse devenir un acteur social dans les domaines pastoraux, éducatifs et médiatiques. Le concept d’éducommunication, introduit par Mário Kaplún dans les années 80, a été redéfini par l’Ecole des Communications et des Arts de l’université de Sao Paulo comme un champ d’action émergent à l’intersection des domaines de la communication et de l’éducation. Elle a créé un master en éducommunication, et influence d’autres universités brésiliennes qui s’intéressent à ce nouveau domaine de la connaissance qui porte en même 10 – SIGNIS Media ­– N°2/2015

un guide, ce qui pose la question de l’individualisme dans une Eglise orientée vers la communauté. La presse écrite, quant à elle, bénéficie toujours d’un important soutien des communautés catholiques, qu’il s’agisse des lettres d’informations paroissiales, des quotidiens ou des magazines. La diversité des politiques éditoriales couvre un large spectre d’expressions de la foi : catholicisme traditionnel, néo-pentecôtisme, engagement social et culturel. La diversité des approches dans les domaines pastoraux et doctrinaux constitue un défi pour l’unité et la communion, révélant le besoin de recherches pour trouver la meilleure manière d’utiliser la communication dans un processus de dialogue. La formation professionnelle dans la production de contenus multimédias de qualité est aussi un besoin important, dans l’optique de faire un usage plus qu’instrumental des médias. Parmi d’autres défis, une idée récurrente, à laquelle rêvent notamment les journalistes catholiques, est la création d’un agenda de l’Eglise. Il s’agirait d’un guide qui présenterait des sujets quotidiens, propices à être utilisés par l’Eglise dans tous les médias, et prenant en compte l’objectif central d’évangélisation et d’éducation à la citoyenneté. Helena Corazza, FSP, Docteur en Sciences de la Communication, ECA-USP temps des valeurs citoyennes. Rien qu’à l’ECA-USP, plus d’une centaine de projets de recherche de master ou de doctorat ont été menés à bien au sein du programme académique. L’éducommunication est une manière de reconnaître le rôle central de la communication. Elle diffère de l’éducation aux médias, car elle choisit d’agir au niveau du processus communicationnel et pas seulement technologique. C’est pourquoi ce concept n’indique pas seulement l’existence d’un nouveau domaine de connaissance à l’intersection entre communication et éducation, mais aussi l’émergence d’un nouveau modèle dans lequel les mécanismes de production, de circulation et de réception de la connaissance et de l’information sont placées au centre de la communication. L’éducommunication, et l’éducation aux médias en général, occupe une place importante dans la politique de communication de l’Eglise brésilienne, comme l’indique le chapitre qui lui est consacrée dans la directive de communication (2014). Ce document recommande que, dans le cadre de la formation des dirigeants, la formation à la communication soit systématique, soulignant trois axes principaux  : l’éducation aux processus de dialogue, l’analyse critique des médias, et la formation à l’utilisation appropriée des ressources traditionnelles et des nouveaux langages médiatiques, qui expriment la volonté de travailler la communication en tant que processus et pas seulement avec une approche instrumentale. Helena Corazza, FSP


Tema de tapa

Comunicación católica en Brasil “La Iglesia existe para evangelizar», afirma el Directorio de Comunicación de la Iglesia Católica en Brasil (2014, n. 1). Este pensamiento atraviesa toda la acción evangelizadora en lo que se refiere a los medios. Puede decirse que el lugar de la comunicación en este campo es el de participar en el espacio público, asumiendo el derecho y el deber de decir su palabra (IM 1963) como institución representativa en la sociedad civil. El panorama de la comunicación católica se considerará aquí en tres aspectos: la comunicación en las comunidades, desarrollada y articulada por la pastoral de la comunicación que también comprende la comunicación en las pastorales así como la comunicación dentro de la Iglesia; la comunicación para los medios, que involucra el diálogo con la sociedad como espacio de debate y de formación de opiniones; la formación que incluye la áreas del estudio y la investigación, la formación de líderes que actúen en el área de la comunicación, tanto en los medios como en las comunidades.

Aspectos históricos A finales del siglo XIX y principios del XX, llegaron a Brasil congregaciones religiosas masculinas y femeninas para dedicarse a la formación del pueblo, a la evangelización, y empezaron a operar con la prensa, creando periódicos, revistas, editoriales, radios. A partir de 1994 se crearon redes de radio y televisión y, recientemente, con los portales de Internet, radios y TVs en la Web. En la primera mitad del siglo XX se hace una gran inversión en la radio, con vistas a la alfabetización de los adultos y, al mismo tiempo, la evangelización. La conciencia del anuncio del Evangelio y la apertura a la diversidad cultural hacen que la Iglesia sea, cada vez más, productora de programas de evangelización y de formación en valores para todos los medios, con una fuerte incidencia en la radio, la música, la televisión y las redes sociales. Después del Concilio Vaticano II, la Conferencia Nacional de Obispos de Brasil (CNBB) organizó la sección de comunicación para el diálogo con la sociedad a través de la prensa, como para que la comunicación estuviera presente en las pastorales, creando y organizando la pastoral de la comunicación (PASCOM) al nivel nacional y regional, en las diócesis, parroquias y comunidades. PASCOM va ganando fuerza por su capilaridad, su

SIGNIS-Brasil promovió el 1er Encuentro de Coordinación y Comunión con medios católicos organización y desempeño más local, pero de forma orgánica y aportando contenido a la comunicación en las pastorales y entre ellas.

© SIGNIS-Brasil

Desempeño en los medios En relación con el rendimiento en los medios, en la hora actual, deben destacarse diferentes formas de presencia. Muchas son las expresiones como caras diferentes de una misma moneda: programas de evangelización explícita, devocionales, de corte social y cultural. Ante el desafío de llegar a las personas, un modo de actuación de grupos de medios católicos ha sido servirse de una mercadotecnia personalista, fenómeno que empezó finales del siglo XX con los sacerdotes mediáticos, sobre todo en la radio y la televisión, con la gran alcance nacional. Aquellos que se destacan y tienen éxito son muchas veces abordados por grupos de los medios para grabar su música y participar en programas de televisión o radio de cobertura nacional. Esto es un gran desafío para la Iglesia y llama la atención de los investigadores en las universidades el vuelco hacia los medios en el campo de la religión también ocurra en la Iglesia Católica, y comprueban que el método adoptado para obtener contribuciones financieras forma parte del sistema capitalista.

“El lugar de la comunicación es el de participar en el espacio público” (Inter Mirifica)

Por otro lado, desde 1980 hay una producción cada vez mayor de investigaciones académicas en universidades públicas y privadas sobre la comunicación en la Iglesia, muchas de ellas publicadas por editoriales católicas. Análisis del pensamiento oficial a través de los documentos del Vaticano; el tema de la democratización de la comunicación, ante la propuesta del Nuevo Orden Mundial de la Información y la Comunicación (NOMIC), y ante las épocas de represión en Brasil y en América Latina. La Iglesia y las políticas de comunicación, la cuestión de la radio y, recientemente, la presencia de la Iglesia en los entornos digitales, como los sitios web de organizaciones católicas y diócesis. N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 11


Tema de tapa BRASIL

La Red Católica de Radio: una experiencia de la comunicación Configurada hace 20 años, como una asociación de estaciones generadoras regionales vinculada con organismos de la Iglesia: diócesis, congregaciones e institutos religiosos, para un proyecto nacional, redimensionó la comunicación radiofónica católica, convirtiéndose en una referencia en las radios en Brasil, con programación local y en red vía satélite. Nació con el objetivo de la sustentabilidad, como un apoyo a las radios en el aspecto financiero y organizativo. En la práctica unió propuestas de comunicación radial realizadas por las instituciones sustentadoras y creó, a través del satélite, una red de fortalecimiento de la comunicación de la Iglesia en el país. Uniendo experiencias de unidades regionales y segmentadas, cubre, con más de 250 emisoras, un territorio de más de 8,5 millones de kilómetros cuadrados y una población de más de 250 millones de brasileños, con diversas realidades culturales. Hoy la RCR, como se le llama, produce el Jornal Brasil Hoje (Diario Brasil Hoy), un programa de 30 minutos sobre temas de primera importancia, con la mirada crítica de un consejo editorial de profesionales católicos. Además de este programa principal, las estaciones generadoras de programas producen y distribuyen en forma no lineal programas específicos de evangelización, devocionales, culturales y de ciudadanía. Contribuyen a llevar a las comunidades la palabra de la Conferencia Nacional de Obispos de Brasil, ocupando las noches y madrugadas con el programa Igreja no Rádio (La Iglesia en el radio). Con respeto por las diferencias culturales de los oyentes, creó en estos veinte años un formato propio de comunicación. Está organizada en siete redes regionales que hablan el lenguaje de sus comunidades, sin eximir de los oyentes de esas comunidades de la coyuntura global: Red Aparecida de Comunicación, Red Milicia de la Inmaculada, Red Scalabriniana de Comunicación, Red Nueva Canción (Canção Nova), Red del Padre Eterno, Red Sur de Radio y Red Evangelizar. Y también adquiere experiencia en la formación de nuevas redes como la Red Amazónica de Radio, Red RCR Espirito Santo, RCR Paraná, entre otras experiencias que surgen. Con el advenimiento de la Internet, la RCR mejoró la producción de programación cooperada, con producción y distribución colaborativa. Los contenidos que se hacen disponibles diariamente son utilizados en las emisoras a partir de su plataforma de internet www.rcr.org.br y, posteriormente, compartidos en dispositivos móviles, siguiendo la tendencia del consumo de la información de la radio. La RCR perfeccionó la comunicación, gracias a la formación de sus asociados mediante continuas reuniones para el perfeccionamiento técnico y administrativo. El resultado es una obra realizada por muchas manos y con la mirada puesta en el futuro, dando la prioridad a una cultura de paz. Fray João Carlos Romanini, OFMCap. Presidente de la Red Católica de Radio La Iglesia lleva adelante la dimensión de diálogo con la sociedad en sus grandes proyectos como la Campaña de la Fraternidad. La reforma política es una de las acciones de movilización que la Iglesia aborda con otras entidades representativas. En 2014 se realizó un debate entre los candidatos presidenciales, fruto de la articulación entre los medios católicos con el respaldo de la CNBB. Hemos realizado reuniones por sectores: las TVs, la red católica de radio (RCR) y la prensa escrita, algunas de ellas en línea. Hay un proceso del crecimiento del espíritu colaborativo entre los medios, sobre todo para proyectos conjuntos como los realizados con la prensa escrita y la radio, con amplia cobertura. Entre ellos se destaca el Encuentro de la Iglesia Panamazónica, realizado en Brasilia del 8 al 12 de septiembre 12 – SIGNIS Media ­– N°2/2015

de 2014. Estamos asumiendo el proyecto misionero de la Amazonía. La comprensión de la evangelización y la formación para la ciudadanía no se limita al templo. Esto está en sintonía con el Papa Francisco: “A partir del corazón del Evangelio, reconocemos la conexión íntima que existe entre evangelización y promoción humana, que debe necesariamente expresarse y desarrollarse en toda acción misionera” (EG, 2013, p. 146). Como pastores, los obispos asumen que “nadie puede exigirnos que releguemos la religión a la intimidad oculta de las personas, sin influencia alguna en la vida social o nacional, sin preocuparnos por la salud de las instituciones de la sociedad civil, sin pronunciarnos sobre los acontecimientos que interesan a los ciudadanos (EG, 183).”


Tema de tapa En las Directrices Generales para la Acción Evangelizadora de la Iglesia en Brasil se define así la evangelización: “Evangelizar con renovado ardor misionero, siendo testigos de Jesucristo, en comunión fraterna, a la luz de la opción preferencial del Evangelio por los pobres, para formar al pueblo de Dios y participar en la construcción de una sociedad justa y solidaria, al servicio de la vida y de la esperanza en las diferentes culturas, en camino hacia el Reino Definitivo.” (CNBB, 1995, p. 15).

Algunos desafíos Entre los desafíos que plantea la evangelización para la comunicación está la manutención de los propios medios, sobre todo las televisoras y las radios, dado que en Brasil el sistema de las concesiones públicas es comercial o educativo. Por lo tanto, el camino de la sustentabilidad es el de la comercialización o la donación mediante la organización de una mercadotecnia orientada a los fieles y los devotos. Al adoptar una mercadotecnia personalista, se erige un líder religioso para guiar a las personas, lo cual plantea el desafío de un personalismo, cuando los principios evangélicos son comunitarios. Los medios impresos continúan siendo fuertes en las comunidades católicas, desde el boletín parroquial hasta los periódicos y revistas. Ante la diversidad de líneas editoriales las expresiones son diversas: el catolicismo tradicional, el neopentecostalismo, el compromiso social y la inserción en la cultura. Las líneas pastorales y de doctrina con enfoques diferentes también plantean desafíos a la unión, la comunión, la investigación y la necesidad de aprender a servirse de la comunicación para el diálogo entre diferentes. La formación profesional en la producción de contenido multimedia con calidad es un desafío, para no dejarse llevar por el uso instrumental de los medios de comunicación. Esté también entre los desafíos la construcción de un ajuste de la agenda de la Iglesia, un sueño de los periodistas católicos. Que se construya un guión diario de temas relevantes para la Iglesia y que sean abordados por todos los medios, teniendo presente que evangelizar es también formar para la ciudadanía. Helena Corazza, FSP, Doctora en Ciencias de la Comunicación, ECA - USP

El futuro de la radio hoy La radio no morirá, pero necesita salir de estos «altibajos» en el gusto de los consumidores y del mercado publicitario. Es necesario revisar sus conceptos y volver a aprender a trabajar todo su potencial.

que la tecnología ocupe nuestro escenario, porque así la trama queda perfecta. En la década de los 80, los programas con auditorio ya habían pasado hacía 20 años para la TV y era una muerte anunciada. Y la radio presentó variedades con periódicos, fútbol, comentaristas y el éxito estaba a la mano y en la voz del locutor. En los años 90, aparecieron los radionoticieros, y la atención se centraba en los reporteros estrella y los comentaristas. En el siglo XX se acabaron las radios musicales, se invierte en publicidad y en la fidelización de los oyentes, creyendo que se obtendrá audiencia como si fuera un premio. No atienden a los oyentes que llaman la estación, no es el perfil de la audiencia. Las emisoras periodísticas “no aceptan” a este público, y justifican las audiencias más pequeñas en función de las clases altas. Las estaciones “inspeccionadas” afirman que las investigaciones son la realidad, “las muestras son pequeñas.”

Es fundamental conocer el lenguaje radiofónico y sus recursos. Producir contenido en audio. La radio necesita volver a asumir su papel de banda sonora, que trabaja con la imaginación.

Ya estamos en el décimo quinto año del siglo XXI ¿y la radio cómo va? Igual. Ahora la TV pierde audiencia. ¿Y cuáles son las soluciones? Transmisión a través de la Web, oferta de señal digital y cambio de la AM por FM. Caminos naturales, pero que nos colocan en medio de la zona de confort. Nadie más quiere saber del teléfono ocupado de la radioemisora, las redes sociales difunden las voces de todos. Ni las disqueras, ni el medio presentan a los nuevos talentos del mercado musical. Cambiar a los grandes locutores no cambia la audiencia. Hasta ahora todas las soluciones eran técnicas y en la responsabilidad por el éxito o el fracaso nunca aparecen los comunicadores. Y la acción de poner una cámara en el estudio no lo hace más interesante. ¡Lo ratifico aquí! Es fundamental conocer el lenguaje radiofónico y sus recursos. Producir contenido en audio. La radio necesita volver a asumir su papel de banda sonora, que trabaja con la imaginación. Pero ¿qué valor se da a la edición de sonido, a la interpretación, al guión, a la producción y la dirección? No para volver a hacer radio como se hacía antiguamente, sino para conocer su lenguaje como se dominaba antiguamente. ¿Por qué ya las personas no escuchan la radio 6 horas diarias? ¡Hágalo todo, ponga cámaras, cree un sitio web, entre en las redes sociales, conozca al consumidor, hágalo todo, hágalo bien! Pero domine el lenguaje y asegure así un futuro brillante a la radio hoy. Mariângela Ribeiro Periodista y especialista en el mercado de la radio

Lo nuevo siempre despierta curiosidad y miedo por no analizar soluciones y nuevas tendencias. Es necesario dejar N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 13


Cinema

Mia madre de Nanni Moretti

Présence dans les festivals Cannes Mia Madre (Ma mère) de Nanni Moretti

En direct de Cannes

Les derniers jours et la mort d’une « mama », fût-elle âgée, ne ressemblent à aucun autre. Ils marquent un avant et un après pour ses enfants, comme c’est ici le cas pour un frère qui réalise bien ce qui est en train de se passer et sa sœur qui dans un premier fait tout pour éviter d’en prendre conscience. Margherita appréhende l’issue fatale, en elle tout se bouscule : pensées, souvenirs, mise en doute du pronostic médical. Et par-dessus tout, un sentiment de ne pas être à la hauteur l’habite non seulement à propos de l’accompagnement qu’elle devrait offrir à sa mère ou de l’écoute qu’elle devrait dispenser à sa fille adolescente, mais également dans le film qu’elle est en train de réaliser. Là, elle donne le change ou tout du moins, paraît maîtriser son sujet politico-social. Elle semble savoir où aller, malgré

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les difficultés qu’elle rencontre sur le tournage avec son acteur principal Barry Huggins. Du coup, un décalage s’instaure entre le film bien structuré qu’elle tourne et les émotions qui la traversent. Le comique et le tragique s’en mêlent, délestant le sujet grave d’une fin de vie de toute lourdeur. Moretti montre ici avec talent combien les cloisons séparant vie privée et professionnelle deviennent selon les moments étanches ou poreux. Ciné-feuilles

La Loi du marché de Stéphane Brizet Depuis son licenciement et un stage de formation de grutier (qui ne lui a servi à rien) et ses passages réguliers à Pôle-emploi, de l’entrevue via Skype à un exercice de présentation-valorisation de soi, Thierry, 51 ans, tente de mettre toutes chances de son côté pour retrouver du travail. Aux côtés de son épouse, il se bat ; ensemble, ils ont l’habitude de faire face, d’autant plus que leur fils unique est handicapé et qu’il leur est partiellement à charge. Du coup, ils sont prêts à vendre leur mobil-


Cinema

home, mais pas au prix de perdre la face. Thierry décroche finalement un poste de vigile dans une grande surface, consistant à surveiller (notamment via de nombreuses caméras) le comportement des clients et du personnel et à, si besoin est, dénoncer le vol et témoigner en présence de la personne malhonnête. Mais quand il s’agit d’un petit vieux qui a volé pour manger ou d’une caissière qui a gardé des bons-cadeaux, Thierry atteint ses limites. Vincent Lindon (Prix d’interprétation masculine) joue ce rôle avec une troublante justesse et est entouré d’acteurs non professionnels qui tiennent pour la plupart leurs propres rôles. Toute l’équipe permet à cette réalisation d’être d’une justesse absolue et de dénoncer sans caricature ou manichéisme les dérives d’un système où les contraintes économiques broient les hommes, où l’on croit pouvoir responsabiliser chacun en lui désignant sa place d’inférieur. Ce film n’est pas un documentaire, mais en a la force de conviction et les questions éthiques qu’il soulève ne passeront pas de sitôt. Anne-Béatrice Schwab/Cine-feuilles

Le Piège (Taklub) de Brillante Mendoza « Il y a un temps pour tout, pour toute chose : Un temps pour naître et un temps pour mourir Un temps pour abattre et un temps pour bâtir Un temps pour se lamenter et un temps pour danser Un temps pour chercher et un temps pour renoncer ». (Ecclésiaste 3) Ce magnifique texte biblique vient en conclusion de ce film bouleversant, avant le générique de fin. Il conclut et résume parfaitement bien cet hommage rendu par le réalisateur philippin aux victimes du typhon Haiyan. Oscillant entre le documentaire et la fiction, ce longmétrage décrit les ravages et les pertes humaines provoqués par cette catastrophe naturelle. Le film commence par des images atroces, à savoir une tente de fortune faite avec des textiles qui prend feu, carbonisant des corps, dont ceux d’une mère et de son bébé, devant une foule impuissante. Face à ce brasier, on se dit que l’horreur continue, comme si le déluge qui a détruit la ville de Tacloban n’était pas suffisant. On a l’impression que seule la mort est présente, empêchant la vie de réapparaître... Et pourtant, il faut se relever et avancer ! C’est ce que tente de faire Bebeth qui, par un test ADN, entame une longue recherche pour localiser ses trois enfants disparus et probablement enterrés dans la fosse commune. Plusieurs destins brisés de rescapés sont ainsi présentés, chacun avec son lot de souffrances à surmonter. Le point commun : leur force, leur croyance et leur solidarité. Et le cinéaste d’ajouter: « Je voulais montrer les qualités exceptionnelles des Philippins, leur capacité à aller de l’avant malgré la tragédie et raconter leur histoire avec honnêteté ». Il rend compte d’une réalité que les informations ne peuvent relater : l’importance de la foi, la peur que

Me and Earl and the Dying Girl by Alfonso Gomez-Rejon Dieu les ait abandonnés, cette magnifique entraide qui caractérise ce peuple meurtri. La vie également revient peu à peu, et le besoin de danser après la pluie est une magnifique leçon de courage. Ciné-feuilles

Washington Compassion and Growth Restricting film going to whatever is showing at the nearest multiplex is similar to dining out only at McDonald’s. This food metaphor implies that better films can be savoured as fine cuisine. And that’s precisely what the 29th edition of Filmfest DC offered us with a wide range of films representing cinema from over 30 countries. In this rich spectrum of films at the Washington international film festival, seven films clearly stood out for exploring the themes of compassion and growth in a subtle way. The SIGNIS Award went to Me and Earl and the Dying Girl. This American film directed by Alfonso GomezRejon provides a coming-of-age story with a twist about an unlikely friendship between two adolescent boys and a girl suffering from leukemia. Exceptional screen writing, incorporating rich allusions to film classics, and unexpected humour, moves beyond genre in relating a deeply human story of compassion and self-discovery.

The SIGNIS Award at Washington went to Me and Earl and the Dying Girl.

SIGNIS Commendations went to two films: Today, directed by Reza Mirkarim (Iran) and The Dark Horse by James Napier Robertson. Today uses the same taxi metaphor as for instance Taxi, which brought Iranian director Jafar Panahi the Golden Bear in Berlin. The story of Today unfolds as a taciturn taxi driver assists a N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 15


Cinema

Commendations The Dark Horse by James Napier Robertson and Today by Reza Mirkarimi

pregnant, battered woman to get hospital care, despite considerable risk to himself. The minimalist style of this compelling story, set in modern-day Iran, helps us come to understand the emerging compassion of its main character. The Dark Horse tells the true story of a New Zealand chess player, Genesis Potini, who, despite his mental illness, plays an inspiring role model for the youngsters in his Maori community, where gang brutality rules the scene. Director Robertson convincingly succeeds in making us believe the transformation of these minors into kings and queens of the game. Actor Cliff Curtis realistically plays the role of the man who faces his own personal struggle to help these fragile adolescents achieve an enduring sense of their own human dignity. Coming of age in a monastery and finding spirituality is the theme of Maw Naing’s documentary-like debut, The Monk, about a young Burmese monk who has spent his life in a countryside monastery in Myanmar. When his superior gets seriously ill, the young monk must decide whether he will go on living up to the demands of his strict religious education or return to secular life. Simple meditative life among poor villagers or the attraction of the city? Henri Henri is a feel-good comedy, a metaphorical fairy tale and a successful attempt by director Martin

Talbot to create a Canadian Amelie Poulin. Henri has been raised by nuns in Montreal and is now about to make his entrance into the real world, which he will provide with… light. Light into the lives of the beautiful blind but clairvoyant girl who works at the local porn cinema as well as into the life of the old and disappointed pickle king. No doubt a soul-mate of Belgian Yolande Moreau’s Henri: naïve, agonizingly disarming but oh, so heartwarming. Living Is Easy With Eyes Closed is about a Spanish, Beatles-obsessed schoolteacher who is on a quest to meet John Lennon in Almeria, 1966. Lennon is acting there in Richard Lester’s How I Won the War. Accompanied by two hitchhiking runaway kids the teacher succeeds in convincing Lennon to print song lyrics on his albums, so his students can take part in his singalong lessons at school. David Trueba’s feel good movie tastes like the strawberries grown in this Spanish region and makes you long for Strawberry Fields Forever. Margarita with a Straw is an Indian film about a girl in a wheelchair. Though she suffers from cerebral palsy and has physical problems with everyday activities, she insists on being treated as a normal person. When she moves from Delhi to New York University she falls in love with a blind girl, who introduces her to her own bisexuality. Directed by Shonali Bose and starring Kalki Koechlin (who does not have cerebral palsy), this courageous film deals with the sexual self-discovery of any adolescent, handicapped or not, and ends the girl’s search for identity in a most original way. Karel Deburchgrave

Milan

Letters from Al Yarmouk by Rashid Masharawi The documentary Letters from Al Yarmouk is a film which documents inhumanity in a human way. It won the SIGNIS Prize at the Festival of African, Asian and Latin American Cinema in Milan. Rashid Masharawi is a Palestinian filmmaker from Ramallah who wants to document the reality of Palestinian life. In Letters from Al Yarmouk he brings the sometimes horrifying reality of blood and mud in the streets and of a place with no food, electricity, water and almost no buildings to hide. The images of the starving children in the streets under heavy fire of snipers and artillery are heartbreaking.

Letters from Al Yarmouk de Rashid Masharawi

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In 1957 the Syrian authorities built the Al Yarmouk camp for Palestinians who had fled their homes during the ArabIsraeli war of 1948-49. It was about 8 km from the centre


Cinema of Damascus and there was still some desert between the camp and the city. In a few years ten thousand refugees found shelter there. The camp became one of the biggest in the region. Over 150,000 Palestinians were living in what is now a district of Damascus, until December 2012 when anti-Assad Palestinians and the Free Syrian Army took over the camp and the Syrian army launched attacks and besieged it. In April 2015, the Commissioner of the United Nations for Refugees defined the situation in Al Yarmouk, as “beyond the inhumane”. In June 2015 less than ten percent of the population remained in the camp, a large part of which is now in the hands of ISIS rebels.   The film was made in 2014, after two years of siege and fighting. What can a director (and the cinema) do in the face of such a reality? This is the question that Masharawi asked when he came into contact with Niraz Saeed, a young photographer who lives in the camp and from there, through his images, every day sends messages asking for help. Showing and spreading these pictures seems the only antidote to suffering for Niraz’s fiancée, who is waiting for him in Germany, knowing that perhaps he may never come. They communicate through Skype.  The film shows one of Niraz’s friends playing the piano in the camp, which brought some joy and distraction. This is one example of how this documentary is also able to show images that evoke a kind of dignity. It is a tragedy but also a story of hope: a sense that people, even in the most desperate situations can bring light and hope to others. The film is a counter to the increasing indifference of international public opinion to the human suffering in this war in which millions are suffering. 

The overall theme apparent from this year’s competitive slate of films seemed to be that of a young protagonist from a broken home that is forced into adulthood a bit too quickly, leaving innocence and childhood behind, in order to care for or teach an adult an important life lesson. Parents were often depicted as they often are in real life – either divorced and at odds with each other, as single parent households, or as parents that are disengaged and generally uninvolved in their children’s lives. There were several hero journey films such as The Seven Ravens (Czech Republic/Slovakia), which brought to life a Czech fairy tale in which an accidental spell turns seven brothers into ravens, Birds of Passage (Belgium), where a disabled child has to secretly care for a duckling that has come into and out of her care, Celestial Camel (Russia), in which a young boy’s love, passion, and effort help to reunite a family, Boychoir (U.S.A.), a suddenly motherless boy with a gift for singing rises through the ranks of a competitive boarding school, and we finished with The Road Within (U.S.A.), a comical look at psychological disorders as three patients escape from a treatment center for a magical road trip towards healing.  Along the way we also experienced films of pain – such as One Night in Oslo (Norway), a hedonistic look at a group of racially diverse teenagers on Norway’s Constitution Day and My Skinny Sister (Sweden), highlighting a family as it deals with the pain of a daughter’s fight with anorexia -- as well as films of healing – for example, Paper Planes (Australia), in which a young boy finds solace in

Prize to Behaviour by Ernesto Daranas. This film is an honest look at the bitter reality of growing up in contemporary Havana.

Twenty years ago Masharawi started to promote Palestinian productions through the Cinema Production and Distribution Centre. He supported a mobile cinema project to screen films in Palestinian refugee camps. For him cinema is important for children so he organizes every year the Kids Film Festival and workshops on film-making. Among his many documentaries Ticket to Jerusalem won the SIGNIS award at the Amiens film festival in 2002.   Info: GC/Festival Africa

Zlin Children in Film Today More than 120,000 people attended this year’s 55th edition which is considered the oldest and largest children’s and youth film festival in the world. This 2015 version of the festival showcased 363 films from more than 50 countries and included 175 film premieres. This year’s Official Competition had films originating from 15 countries. 

Behaviour by Ernesto Daranas

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Cinema his flight competition to bring redemption to his family, The Beat Beneath My Feet (U.K.), a tale of a young man who finds an unnatural mentor to further his interest in music, Painkillers (Netherlands), a young man’s journey of atonement as he balances music, a love interest, and his mother’s illness, and The Singing Pond (Sri Lanka), where a community working together achieves more than the sum of their individual contributions. The Prize for the Ecumenical Jury to the film Behaviour (Cuba), directed by Ernesto Daranas. This film is an honest look at the bitter reality of growing up in contemporary Havana. It is a well-constructed, multi-layered film that shows how one person’s conviction, strength, and love are able to conquer the brutal reality of an uncaring system determined to tear an 11-year-old boy from the only way of life that he knows. It’s a generous story of the human spirit and projects our ability to maintain hope and dignity while transcending the forceful truths of a modern society in flux. El tiempo nublado de Arami Ullón. La directora nos abre su corazón en esta historia tan personal, enseñándonos con su ejemplo la fuerza del perdón, el amor y la reconciliación.

A Commendation went to Mina Walking (Afghanistan/ Canada), directed by Yosef Baraki. Set amidst the chaos of modern Kabul, this documentary-style tale highlights in dramatic fashion the incredible strength and resilience of one young girl as she resolves to care for her father and grandfather at the expense of her own education, innocence, and youth. Her desperate journey ends in sadness as she chooses to become one of society’s faceless.

El tiempo nublado de Arami Ullón

Douglas Fahleson

Toulouse

El tiempo nublado La realizadora Arami Ullón vivía en Basilea (Suiza). Su madre enferma de epilepsia y Parkinson vivía en Asunción (Paraguay) junto a Julia, mujer sin preparación adecuada para tal tarea, que la cuidaba a cambio de un salario modesto. Como única hija y sin padre, Arami tuvo que hacerse responsable de sí misma y de su madre desde muy pequeña. Desde hace algunos años, intentó construir su propia felicidad en Suiza, donde vivía con su pareja; sin embargo, la salud de su madre se deterioró progresivamente. Julia ya no podía hacer frente a la situación y deseaba dejar su trabajo. Debido a que nadie podía cuidar de su madre, se vio obligada a regresar al Paraguay y encontrar una solución en un país donde el cuidado de las personas mayores es llevado a cabo por los familiares. ¿Deberá renunciar a su propia vida en Europa y volver junto a su madre? El tiempo nublado es una película sumamente personal sobre un tema universal que todos enfrentaremos: ¿Qué haremos con nuestros padres cuando estén viejos y enfermos, cuando tengamos que “seguir funcionando en el mundo de hoy, donde debemos ser capaces de no sucumbir ante las exigencias de la sociedad actual, construir una carrera profesional, obtener independencia económica, constituir una familia, buscar nuestra propia felicidad y autonomía? La realizadora afirma: “Este documental me expone, a mí, ante la sociedad, y por medio de mi personaje, (yo en la vida real), intento que los espectadores logren cuestionarse, y de ser necesario, reflexionar las relaciones entre los hijos adultos y los padres ancianos”. La realizadora explica asimismo que su intención fue retratar, a través de la historia de su madre, a un segmento de la sociedad paraguaya: la clase media-baja. Quería exponer por medio de este drama personal, las falencias de un país que no dispone de políticas públicas que aseguren a sus ciudadanos una jubilación, atención médica especializada y gratuita, o cuanto menos, de fácil acceso, a los enfermos neurológicos y psiquiátricos. Arami es confrontada a un país que aún no se ha preocupado por cuidar de sus habitantes de la tercera edad. Llevar a su madre a Suiza no fue una opción, ya que al no ser ellas, de nacionalidad suiza, los seguros sociales no cubrían el cuidado de la madre. Arami es consciente que éste no es sólo un problema del estado sino también un aspecto de la sociedad paraguaya que asume muchas veces la realidad “que vivimos como algo que no nos concierne, como algo inalcanzable sobre lo cual no tenemos poder de decisión, ni de acción, ni de cambio. (…) Los tiempos coincidentes de la necesidad de trasladar a mi madre a un asilo y el tiempo histórico que vive Paraguay, hace que este sea el momento adecuado de realizar este documental: La realidad de cientos de paraguayos contada a través de una historia personal según la realizadora. Info: Revista Pacientes/Arami Ullón/GC

18 – SIGNIS Media ­– N°2/2015


Cinema SANTO DOMINGO Jurado SIGNIS premia a Marie Heurtin La película se enfoca en la historia real de Marie Heurtin (foto), una niña marginada y privada del derecho a la educación por su condición de sorda y ciega, en la Francia de finales del siglo XIX. Al perseverar en la misión de enseñarle el lenguaje de señas, una religiosa (Marguerite) desafía sus propias limitaciones de salud para defender el valor y derecho inalienable de una persona a pesar de la complejidad de su situación humana, con lo que descubre el sentido de su propia vocación. Con notable dirección y actuaciones sobresalientes, en la historia se destacan como valores la esperanza, la solidaridad, el amor y el rescate de la dignidad de la persona. Info: SIGNIS-Rep Dominicana

BAFICI SIGNIS-Argentina premia un filme indio En el Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente (BAFICI) el Jurado SIGNIS-Argentina ha atribuido un premio a la película india Court, de Chaitanya Tamhane, “por establecer de una manera contundente, tanto desde lo fílmico como desde lo temático, el juego de cruces culturales y sociales de la sociedad india en su estado poscolonial, poniendo en primer lugar la cuestión de la legitimidad de la palabra, su estatuto legal y su estatuto lingüístico en la diversidad cultural, y luego, por marcar de manera perfecta la escisión entre lo universal-burocrático y lo cotidiano-personal en la estructura narrativa de sus personajes sin caer en el drama desmedido o la mera crítica política.”

Múnich

Mención a NN Entre 1980 y 2000, 70.000 personas fueron asesinadas en el Perú por militantes de Sendero Luminoso y las fuerzas armadas. La mayoría era campesinos o soldados (hijos de familias pobres). En 2006 se permitió exhumar los restos enterrados para aclarar los acontecimientos y construir un futuro mejor. Así, equipos de antropólogos forenses exhumaron huesos y piezas de ropa. En NN, el director Héctor Gálvez relata la historia de un equipo que reconoce la importancia emocional de las familias en saber qué es lo que ha pasado con sus familiares desaparecidos,

Court de Chaitanya Tamhane

esto para devolverles su identidad y por tanto también su dignidad. Con cada caso, surge la necesidad de hacer justicia y la necesidad de destapar el pasado oscuro de la clase alta y los militares con su tradición de autoritarismo y anti- democracia. Gálvez indica con su película que el poder judicial y ejecutivo colocó siempre más obstáculos para dificultar el trabajo de reconocimiento de la identidad de los desaparecidos. El Jurado SIGNIS estuvo compuesto por Peter Hasenberg, Guido Convents y Martin Chorobach, ellos otorgaron una mención a NN en el marco del Festival International de Munich 2015. El premio Fritz Gerlich fue para la película Loin des hommes, que había ya recibido el Premio SIGNIS en el Festival de Venecia 2014. GC

N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 19


© SIGNIS

Church

Théo Péporté (President of CAMECO), Paul Tighe (Secretary of the PCCS), Daniela Frank (Executive Director of CAMECO), Jim McDonnell (Member of the CAMECO Board, and SIGNIS Representative)

CAMECO Catholic Media Council At the service of media development Daniela Frank, Executive Director of CAMECO leaves office after 26 years with the organization.

One of the most important Catholic partner organizations for SIGNIS is CAMECO (Catholic Media Council) www.cameco.org. In August 2015, an era will close, when Dr. Daniela Frank, after 26 years with the organization, the past 16 as Executive Director, will be succeeded by Michael Unland. The President of CAMECO is Théo Péporté from Luxembourg who is currently also the VicePresident of SIGNIS Europe. According to its most recent statutes CAMECO aims to support “the work of the Church or entities which share Church commitments in the area of media and communication in Africa, Asia, Latin America, the Middle East, Oceania and Central and Eastern Europe. This involves consultancy, support of planning processes

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and strengthening of local competence.” CAMECO also offers a range of resources including a series of practice-orientated materials to support partners in their communication activities. So far these publications (which can be downloaded free-of-charge as PDFs) cover audience research for radio, crisis management, and energy for radio. A publication on strategic planning is being developed. Today CAMECO is especially concerned with empowering community and development-oriented media initiatives and strengthening the presence of the Church in the media as well as enhancing the importance of the media within the Church. As the world of media continues to change, CAMECO is adapting and refocusing its activities. The advent of digital social media is already making an impact on even the most remote regions of the world. Tremendous changes have already taken place since CAMECO first opened its office in 1970. For a long time, CAMECO mostly received print


Church sector projects (newspapers, periodicals, book publishing, printing presses) but from the 1990s the electronic media, especially radio, became much more important. Technical innovation and the falling price of digital equipment have also encouraged a growing number of video initiatives. Another trend is the increasing demand for training, especially evident in Africa and Central and Eastern Europe.   Since its foundation CAMECO has assessed nearly 20,000 media projects. CAMECO was founded on 16th June 1969 by the international Catholic media organizations OCIC (Film and Audiovisuals), UCIP (Press), and UNDA (Broadcasting), and the German Catholic Bishops’ Conference. Its foundation was the result of international discussions in the 1960s on the role played by the media in a country’s development. Meanwhile, the Second Vatican Council Decree on the Means of Social Communications (Inter Mirifica) (1963) strengthened awareness within the Catholic Church of the importance of communications. Subsequently, pastoral and socially oriented media initiatives grew rapidly around the world, and so did the need of the European donor agencies for professional advice as they were asked to support these media projects.  Source: CAMECO

CAMECO au service du développement Parmi les organisations de médias catholiques de premier plan dans lesquelles SIGNIS joue un rôle important, le CAMECO se focalise principalement sur le développement et la formation. Sa création remonte aux années 60, quand le décret sur les moyens de communications sociales Inter Mirifica et à sa suite, nombre de forums internationaux, accordent une attention croissante au rôle des médias pour le développement. De plus en plus de projets médiatiques sont intégrés dans les activités pastorales et sociales de l’Église et soumis aux agences d’aide en Europe, et bientôt, des conseillers professionnels sont nécessaires pour gérer cet afflux. C’est ainsi que le CAMECO est fondé en 1969 par l’UCIP, l’OCIC et Unda, ainsi que par la conférence des évêques catholiques d’Allemagne. Depuis 1970, il a évalué environ 19.760 projets. D’abord principalement actif dans le secteur de la presse écrite (journaux, périodiques, éditions, imprimeries), le CAMECO s’investit ensuite dans les médias électroniques, et en particulier la radio. Actuellement, c’est dans le secteur de la vidéo et du multimédia comme outil dans le travail éducatif et pastoral que les besoins sont les plus importants. Les demandes de formation pour le personnel font partie des autres besoins significatifs. Ceci est particulièrement évident en Afrique ainsi qu’en Europe Centrale et de l’Est. Actuellement, environ la moitié des projets sont soumis par des partenaires locaux d’Afrique, d’Asie, de l’Océanie,

d’Amérique Latine, du Moyen-Orient, de l’Europe Centrale et de l’Est. L’autre moitié provient d’agences d’aide, de diocèses ou de procures missionnaires. Alors que le CAMECO fête ses 45 ans, sa directrice générale Daniela Frank a décidé de quitter l’institution en ce mois de juin 2015. Journaliste, détentrice d’un master en sciences de la communication et d’un doctorat en philosophie, Daniela Frank avait commencé sa carrière au CAMECO en 1989 en tant que responsable des projets d’Amérique latine, Amérique centrale et Caraïbes, avant de devenir directrice générale en 1999. Elle sera remplacée par Michael Unland.

Daniela Frank, directrice générale du CAMECO quitte ses fonctions après 26 ans de service.

GC/LP

CAMECO al servicio del desarrollo El Consejo Católico para los Medios (CAMECO), compuesto por representantes de SIGNIS y la Conferencia Episcopal alemana han venido ofreciendo desde 1969 consultoría y asesoramiento en el campo de los medios y la comunicación en Asia, África, América Latina, Europa Central, Europa del Este, el Medio Oriente y el Pacífico. CAMECO se interesa especialmente en el empoderamiento comunitario y las iniciativas comunicacionales y mediáticas orientadas al desarrollo, el fortalecimiento de la presencia de la Iglesia en los medios y la puesta en valor de éstos en la labor de la Iglesia Católica.

© SIGNIS

Este año, su Directora General Daniela Frank ha decidido dejar la institución en el mes de junio. Periodista, con un Master en Ciencias de la Comunicación y un Doctorado en Filosofía, Daniela Frank comenzó su carrera en CAMECO en 1989 como responsable de proyectos de América Latina, América Central y el Caribe antes de desempeñarse como Directora General en 1999. Será remplazada por Michael Unland.

Los “frutos” que Daniela dejó a su paso por CAMECO durante 26 años de servicio N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 21


© SIGNIS/LWC

News

Board Meeting at Port of Spain (Trinidad)

SIGNIS Board decides to hold next World Congress in Quebec in June 2017 The SIGNIS Board of Directors, meeting in Port of Spain, Trinidad and Tobago, in the last week of May, has decided to accept the invitation from the President of SIGNIS North America, Pierre Murray, to hold the next World Congress in Quebec City, Canada in June 2017. Another important decision was to appoint Ricardo Yáñez as Acting Secretary General from September 1st, 2015. This follows the departure of Alvito de Souza, who after 7 years will be stepping down as General Secretary to pursue new career opportunities in the field of development. The Board expressed their deep appreciation for all that Alvito had done in his time working for SIGNIS and wished him every success in the future.

During the meeting the Board was addressed by Nuala Menezes, President of SIGNIS Caribbean and by former President of UNDA, Sr. Angela Ann Zukowski, from the University of Dayton. Sr. Angela presented the work of the Caribbean School for Catholic Communications. The School, supported by the Living Water Community and Trinity TV, offers a three-year, one week a year training programme in different communication skills to a wide range of students. The Board also reflected on how to link the SIGNIS theme, Promoting Stories of Hope, with concrete actions and identified priorities and key activities for the SIGNIS Desks over the next two years. JMD

VIETNAM

Msgr. Pietro Nguyen Van Tai (1948-2015) The long-time programme director of Radio Veritas Asia, Msgr. Pietro Nguyen Van Tai died on April 21st. Born in Vietnam, he studied theology before post-graduate studies at the Urbaniana University and practicum courses at Vatican Radio in Rome. While he was in Rome, he was asked by Propaganda Fide and the Pontifical Commission for Social Communications to work for the Vietnamese section of Radio Veritas Asia (RVA) in Manila, which he did from 1978. In the Philippines he became a chaplain for the Vietnamese religious students and coordinator of work with Vietnamese refugees in the 1970s. In 2009, Msgr. Tai and eight other communication stalwarts pioneered the St. Joseph Freinademetz Communication Center (JFCC). His other initiatives include radio broadcasts of Bible study and liturgies to Communist-ruled Vietnam. In the age of Internet and digital convergence, he pioneered audio and video streaming through RVA facilities for Vietnamese in the diaspora. Msgr. Tai dreamt that through the means of social communications, people would be “able to follow the Sunday Mass, to hear Bible teachings and to be informed about the life of the Church.” Info: FABC/GC 22 – SIGNIS Media ­– N°1/2015 N°2/2015


News UGANDA

Uganda National Journalism Awards for Radio Pacis In April 2015 the African Centre for Media Excellence (ACME) announced a shortlist of 50 journalists for the second edition of the Uganda National Journalism Awards. The awards, organized with support from Dutch international development organization Hivos, are open to all journalists working for media outlets in Uganda. They are intended to celebrate and promote exceptional, indepth and enterprising journalism that informs public debate and holds the powerful to account. A total of 155 journalists participated in the Uganda National Journalism Awards 2015, submitting just over 260 entries for competition in 20 reporting categories. Radio Pacis was the only radio station in the country to be named among the finalists; furthermore, three Radio Pacis journalists were finalists! Radio Pacis journalist, Hafiz Bakhit (a runner-up in the awards the previous year) was awarded first place in the category of “sports reporting”. Hafiz’s entry was about the evil of sports betting, particularly football. He received a large cash prize and a trophy. Radio Pacis journalist, Lekuru Annet was awarded second place in the category of “justice, law and order reporting”. She received a cash prize and a trophy. Radio Pacis journalist, Ojok Emmanuel (a first place winner in the awards the previous year) was awarded third place in the category of “local reporting”. He received a certificate.   Fr. Tonino Pasolini, MCCJ

LEBANON

On-air school helps educate refugee children A new on-air school was launched in March by the SAT7 KIDS satellite TV channel to enable displaced Syrian and Iraqi children whose education has been disrupted by conflict to start learning again. Education is a desperate need for refugee children in the Middle East, as opportunities for schooling are often scarce. Earlier in the month the UN Global Education Envoy, Gordon Brown, called for a multi-million dollar emergency fund for education to give refugee children “the hope and opportunity it provides” and prevent future wars. Because many displaced children, even children in refugee camps, are still able to watch television, SAT-7 KIDS is now broadcasting a new Pilot programme called My School five days a week. The presenters in this 90-minute block teach young viewers core curriculum subjects such as Arabic, English and Maths.

Teaching them to read and write is giving them the possibility to continue learning, be exposed to different points of view, maybe find a job later and ultimately to help shape society and make a positive difference in the Arab world of tomorrow. It is a great blessing to take the lead in a project like this”, said Rita Elmounayer, Executive Director of SAT-7 KIDS. Earlier in March, SAT-7 showed its commitment to refugees from Syria and Iraq by publishing two videos of Christians voicing forgiveness for their persecutors. Both clips went viral in the mainstream Arab media, which rarely covers Christian news. According to Farid Samir, SAT-7 Egypt director, who made both clips, “The massive interest in them shows the impact of “resisting violence through forgiveness”. www.sat7uk.org

My School is aimed at four to seven-year-olds but is also helpful for older children who have missed out on school. It is a 90-minute programme each weekday with three different teachers. The on-air school’s curriculum was planned with help from Heart for Lebanon, an NGO that works closely with displaced children and runs a school in a refugee camp. “In providing education to this lost generation of refugees, especially those from Syria and Iraq, we are investing not just in their future but in the future of the Arab world. N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 23


News PAPUA NEW GUINEA Training in communications

In April 2015 the Director of SIGNIS Services Rome, Fr. Fabrizio Colombo joined Vatican Radio English Programme Director Sean Patrick Lovett in leading a session on “Effective Communication” for 60 participants at Don Bosco Technological Institute, Port Moresby, Papua New Guinea. This conference was a lively one with creative input that related to the lives of the young. This was followed by a set of interactive exercises and a round of questions from the audience. Fr. Fabrizio highlighted identity, networking, multimedia, mobility and togetherness as essential factors for a communicator, while Sean Patrick dwelt on identity, occupation, knowledge, motivation and fears as necessary elements for effective communications. The practical activity involved communicating visual symbols to each other. It enabled participants to reflect on themselves as persons and realize their struggle to be effective communicators. Question time gave the participants an opportunity to ask questions that ranged from ISIS propaganda on social media to the challenge of being effective communicators. Representatives of Don Bosco Technological Institute, Boroko, Don Bosco Technical School, Gabutu and Caritas Technical Institute, Boroko attended the conference. Fr. Ariel Macatangay, sdb

AUSTRIA Franz Grabner (1955-2015)

Nouveau site pour Communication et Société http:// communicationssociete.ca

Franz Grabner, head of the department for culture documentation at the Austrian public broadcaster ORF, died in May aged 60. In 1993 he started to work for ORF and was responsible for religious documentaries and the innovative thematic series Kreuz&Quer (Criss-Cross). Ten years later in 2003 he became head of documentaries for art and culture. He received several awards for his work and one of the last ones was in 2012, the TV Award for Adult Education. Grabner studied theology and taught film and religion at the Faculty of Theology at the University of Graz, where he co-founded the student magazine Denken & Glauben (Think & Believe). In the mid-1980s he was

communications director of the Graz-Sekau Diocese and had contact with Dr Richard Emele who represented Austria in OCIC. Emele proposed him as a member of the OCIC jury in Venice in 1986. Later, as a member of the OCIC jury in Berlin in 1989 he met the Russian film-maker Alexander Sokurov with whom he became friends. With Emele he came to the EUROCIC meeting in October 1989 in Luxemburg dedicated to contacts with Catholic film critics in the Soviet Union. One of his initiatives in the Diocese was the launch in 1991 of the Grazer Filmgespräche (film talks) in which films and discussions and seminars were programmed. In the 1990s he organized conferences on Michael Hanneke, Film and Modernity: Violence, Sacrifice and Religion, and other themes. Finally it is due to him that the media office of the Diocese of Graz was transformed into the SIGNIS Interfilm group which reviews films and selects an annual award for a short documentary, which the diocese gives at the Diagonale film festival. The Franz Grabner Prize for Documentary Film is being established in his memory. GC

CANADA Nouveau site pour Communication et Société Depuis sa création en 1957, Communications et Société agit en tant qu’Office des communications sociales pour le secteur francophone de la Conférence des évêques catholiques du Canada. C’est le membre de SIGNIS pour le Canada francophone. Vous trouverez donc sur leur nouveau site une foule d’informations à propos de la présence de l’Église 24 – SIGNIS Media ­– N°2/2015


News ITALIE

Cinema in a Box Finis les casse-têtes pour organiser, avec un matériel complet de haute qualité et à bas prix, des projections cinéma même dans les zones les plus reculées d’Afrique. SIGNIS Services Rome (SSR), le centre de services de SIGNIS présente Cinema in a box, le kit pour projections cinéma et vidéo facile à utiliser et au meilleur rapport qualité/prix. C’est un système audiovisuel complet contenu dans une boîte de type flycase et composé de tout le nécessaire (projecteur, lecteur, mixer, micro, baffles, écran géant) pour organiser de façon simple et autonome des moments d’échange utilisant le cinéma et le multimédia. Le caractère mobile de la box garantit la possibilité de la transporter et de l’utiliser à différents endroits, selon les exigences. Choisir Cinema in a box, c’est aussi, dans le futur, accéder à une présélection de films choisis par le Cinema Desk de SIGNIS et regroupés par thèmes avec des fiches techniques d’introduction pour aiguiller le débat. Pour plus d’infos sur Cinema in a box visitez sur www.signisrome.net ou envoyer un mail à ssr@signis.net. Fabrizio Colombo catholique dans les médias, les prix et hommages ainsi que différentes nouvelles. Par sa division MEDIAFILM, l’organisme est une référence reconnue depuis 60 ans en critique de cinéma partout au Québec. http://communications-societe.ca

IRAK

Radio al Salam, une radio de la paix au service des évacués irakiens Une station de radio au service des évacués du nord de l’Irak appartenant à différents groupes ethniques et religieux – chrétiens et musulmans, kurdes, chiites et yézidis – contraints à abandonner leurs maisons face à l’offensive des djihadistes du prétendu « Etat islamique » : c’est dans cet esprit qu’ont débuté les transmissions de Radio al Salam, la radio de la paix, inaugurée à Erbil le 5 avril. « Cette station de radio est pour tous ceux qui ont été chassés de chez eux, pour tous les réfugiés » a déclaré durant l’émission inaugurale Mgr Pascal Gollnisch, Directeur général de l’Œuvre d’Orient, l’organisme d’aide aux chrétiens d’Orient qui soutient l’initiative aux côtés de la Fondation Raoul Follereau. « Ainsi que le suggère le nom choisi, il s’agit d’une station de radio pour la paix, visant à apporter une aide concrète à la vie quotidienne des évacués ». Radio al Salam transmet depuis Ankawa, le faubourg de la capitale du Kurdistan irakien habité par une majorité de chrétiens qui s’est rempli en 2014 de personnes ayant fui la plaine de Ninive. Parmi les initiatives déjà mises en chantier par la radio, se trouve un service d’enregistrement des nouvelles naissances intervenant au sein de la multitude des évacués y compris dans les camps.

On estime que a plus de 2 millions le nombre d’évacués en Irak depuis le début de l’actuel conflit. Agence Fides

ECUADOR Red Eclesial Amazónica en defensa de la vida En el marco del Día Mundial de la Tierra, que se celebró a finales de abril, la Red Eclesial de la Amazonía Ecuatoriana (REPAM-Ecuador) inició un taller de formación en comunicación e incidencia, desde las narrativas públicas. El encuentro fue organizado por Cáritas-Ecuador y coordinado por el equipo de formación y capacitación de ALER y SIGNIS-ALC. El Obispo Vicario Apostólico de Puyo, Mons. Rafael Cob, explicó que en este encuentro se busca dar continuidad e “impulso” al camino empezado hace dos años en que se creó la Red Amazónica de Cáritas y que “está floreciendo”, por lo que el proceso de capacitación en comunicación para la incidencia permitirá a los agentes de la pastoral aprender a comunicar el compromiso de “defender la tierra, valorar este gran regalo que Dios nos dio e ir a nuestros pueblos que viven en estas tierras de la amazonía”. Según dijo, “que podamos juntos reflexionar y profundizar en lo que supone la comunicación para la defensa de la vida, la defensa de esta amazonía y la defensa de los pueblos que viven en ella”. De igual manera, el misionero capuchino, del Vicariato de Aguarico, Txarly Azcona, destacó el compromiso y la misión de la Iglesia en la amazonía en defensa de la vida, en medio de una realidad que sangra por los procesos extractivos.     Info: SIGNIS-ALC N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 25


News ESPAÑA

Premio SIGNIS-España en Málaga El Jurado SIGNIS-España –presente en el festival de Málaga de Cine Español por sexto año consecutivo- ha atribuido su premio al largometraje Requisitos para ser una persona normal (foto). El filme fue dirigido por Leticia Dolera. El premio se concedió por “su cuidada elección musical así como por su luminosa estética”. Reconoce también “su cuidada factura técnica expresada principalmente a través de la música y un lenguaje fresco y luminoso y su modo de estimular la búsqueda de la autenticidad en la diferencia, sin etiquetar a los demás”. El Jurado SIGNIS-España de la edición XVIII del festival estuvo compuesto por Jesús de la Llave, Juan Loza y Macarena Astorga. Ellos eligieron la película de la Sección Oficial que, por sus características fuese merecedora de la estatuilla de la Virgen de la Victoria diseñada por Jorge Rando, artista neo expresionista. La dicha estatuilla fue

entregada por Vanesa Diez, directora del Museo Jorge Rando. La película tiene como personaje principal a una mujer, María, treintañera que quiere ser una persona normal, aunque no sabe cómo; sin embargo, tampoco sabe que significa ‘ser normal’. Sus ganas de encajar en la sociedad la llevan a cumplir una serie de requisitos que considera necesarios para encajar y, por consiguiente, ser feliz. Info: Pequeña Pantalla

ARGENTINA

Con 34 años de historia cerró el centro La Crujía Fines de los ’70, algunos pedagogos, catequistas y comunicadores católicos, evangélicos y luteranos, conformaron la Fraternidad de Comunicadores Cristianos (inspirados en la Teología de la Liberación) Reunión de los directores de La Crujía (foto de izq a der): como lugar de resistencia contra la dictadura Aderico Dolzani, Telmo Meirone, María Clara Loza, militar. Sus miembros se reunían clandestinamente Gabriela Cicalese y Juan Carlos Pisano. encontrando en el Colegio La Salle de San Martín (por gestión de quien sería el primer director de La Crujía, Hno. Telmo Meirone) la oportunidad de hacer un primer curso con Pierre Babin como invitado, en julio de 1980. Luego, se organizaron cursos de verano en Educación y Comunicación. Después de la dictadura, el por entonces llamado Centro de Comunicación Educativa La Crujía, en Buenos Aires, diseña la Especialización en Comunicación y Educación con duración anual y un esquema colectivo y a distancia. Durante los 90s y 2000 La Crujía abre la más importante librería y editorial especializada en Comunicación de Latinoamérica. En los últimos años, nuevas carreras de Comunicación Comunitaria y Turismo Religioso, así como un concurso de Cortos sobre Jóvenes y Trabajo había vuelto a posicionar al Centro en un lugar destacado en la producción y la formación en comunicación. En agosto la Asociación Educacionista Argentina (Hnos De La Salle), entidad de la que depende La Crujía tomó la decisión de cerrar la institución. Es la intención del colectivo de profesionales que trabajó en la última etapa lograr que alguno de los proyectos (como el Concurso y Festival de Cortos) sobreviva a la vida institucional. Pero básicamente el espíritu sembrado a lo largo de varias generaciones de educadores, comunicadores, periodistas, agentes pastorales y comunitarios permanecerá en la genética de la mirada de la comunicación popular en Argentina. Gabriela Cicalese Directora de La Crujía

26 – SIGNIS Media ­– N°2/2015


Books Le feu et la brise du vent. Cinéma et de prière (Il fuoco e la brezza del vento. Cinema e preghiera) Dario Cornati et Dario Edoardo Viganò Editions Saint-Paul, 2015

De la prière comme moment intime, dialogue avec Dieu, au film dans une pièce sombre qui, dans le silence et le partage, peut susciter le dialogue avec le cinéaste : c’est le lien entre ces deux expériences qu’explore le livre Le feu et la brise du vent. En guise d’introduction, Don Dario Cornati, Professeur de théologie fondamentale à la Faculté de théologie de Milan, aborde la notion de silence et d’écoute dans la prière : « J’essaie de montrer comment l’expérience chrétienne, mais peut-être l’expérience humaine universelle de prière, est celle d’une liaison, d’une relation avec Dieu ». Dans la seconde partie, Mons. Dario Viganò, Directeur du Centre de Télévision du Vatican, voyage à travers l’histoire du cinéma, en particulier de ces dix dernières années, pour comprendre comment a été montré l’intime, le personnel, la vie existentielle et communautaire de la prière. Au-delà de grands classiques comme ceux de Rossellini, Bergman, ou Bresson, Mons. Viganò livre une analyse plus approfondie de films récents comme The Island de Pavel Lounguine, « une parabole glaciaire sur le péché, la folie et la sainteté. » LP

Serie radiofónica Cuidemos la Pan Amazonía REPAM, 2015

Realidad socio-ambiental de la amazonía ecuatoriana y los diversos procesos históricos culturales, económicos y multiétnicos, son algunos de los temas que contiene la serie radiofónica “Cuidemos la Pan-Amazonía: Fuente de vida en el corazón de la Iglesia”. El libro se puede descargar gratis en http://issuu.com/caritas_colombiana_ snps/docs/serie-radiof__nica/1

Kenya’s media Landscape. A Success Story with Serious Structural Challenges Christoph Schmidt (ed.) Deutsche Welle Akademie, 2014 ISBN 978-3-89158-607-5

Kenya’s 2010 Constitution guarantees press freedom in a way the country has never previously seen. However, the concentration of media ownership and pending consensus on new media legislation are tarnishing the triumphs of this media liberalization and development. Regulation of news content, including hate speech and political bias, as well as journalistic standards are also issues provoking discussion and sullying the image of Kenya as a role model for other East African countries. The book is the result of the symposium organized by the Deutsche Welle Media Dialogue in 2014 and contains eight articles of international specialists in this matter. The articles are rather diverse which makes the publication a interesting example of how the media landscape can be studied. There are contributions from western and African scholars.

sustainability facing community radio. In their paper, Victor Oluoch and John B. Ohaga attempt to identify components of peace journalism and self-censorship in the coverage of Kenya’s general election in 2013, questioning the capacity of the Kenyan media training regime to prepare journalists for reporting on conflict. Then there are two contributions which address issues of professionalism and journalistic training. Maryann Egbujor examines the impact of journalism education on professional identity and values of journalists in Kenya. Okoth Fred Mudhai and Winnie Mitullah analyze the role of the hosts of interactive political programmes in enhancing- or undermining-democracy in Kenya. The book reads well and should encourage further research as well as more projects monitoring the media in democratic elections. CS/GC

Rose Kimani focuses on community radio in Kenya. She compares Pamoja FM and Mugambo Fjeto FM and explores the friction between legislation and economic N°2/2015 – SIGNIS Media ­– 27


Jameson CineFest

12th Miskolc International Film Festival

THE FILM FESTIVAL OF HUNGARY.

11-20 SEPTEMBER, 2015 www.cinefest.hu www.facebook.com/cinefestmiskolc


Missão

Animar, unir e congregar os meios de comunicação católicos e de inspiração cristã do país e a formação de comunicadores, para que vivenciem seu carisma em colaboração, em vista dos objetivos comuns”. Para cumprir esta missão, Signis Brasil se organiza em setores: Rádio, Televisão, Impressos, Cinema, Formação, Internet. Nos encontros e reuniões com os associados, planeja e realiza projetos conjuntos, sobretudo, coberturas jornalísticas e produção de conteúdos, encontros de formação, buscando juntos soluções para problemas e desafios.

Alguns projetos realizados:

√ 2013 - Seminário de formação e articulação de projetos preparativo à JMJ

√ 2013 – Jornada colaborativa das mídias católicas na JMJ Rio2013. Cobertura conjunta do evento para televisão, rádio, impressos, cinema e internet. √ Maio de 2013 – I Seminário para produtores de conteúdo de mídias católicas √ Maio 2013 – Primeira Edição do Troféu Signis Brasil √ 2014 – Cobertura jornalística conjunta para Impressos, Rádio e Internet I Seminário da Igreja na Amazônia. √ 2014 e 2015 – Cobertura jornalística de temas atuais, sobretudo de questões sociais e da Amazônia, e compartilhamento de conteúdo entre as mídias católicas. √ 2014 – Presença e participação no encontro e criação da REPAM (Rede Eclesial Pan-amazônica). √ Participação no Mutirão Brasileiro de Comunicação, em suas diversas edições. √ Produção e partilha de programas de Rádio em Rede como o “Jornal Brasil Hoje” da Rede Católica de Rádio.

SIGNIS não é uma entidade que se coloca “acima de seus membros. São os membros os

que constituem SIGNIS. Nossa contribuição mais valiosa vem de nosso ideal de criar redes nas quais cada participante possa colocar suas melhores capacidades (Gustavo Andújar, presidente de Signis Mundial)

Seja um associado de Signis Brasil

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Cuidando da família brasileira A Revista Família Cristã, há 80 anos, aposta no cuidado da família. Isso nos inspira a escrever cada conteúdo pensando em ajudar você a cuidar de quem você ama: a sua família.

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