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Ano XXlll - Nº 80

O Toque de Midas

O sucesso da trajetória de Ricardo Coutinho do Amaral em 37 anos de Anclivepa-SP Artigo Científico

Uso de resina composta correção ortognática em ararajuba

Notícias da Anclivepa-SP Congresso das Especialidades

Evento

Interzoo 2012 recebe Anclivepa-SP e SPMV


índice

Editorial Evento

Interzoo 2012..................................................05

Notícias Veterinárias 22.....................Acacabou / Genéricos Veterinarios

Proteção Animal A Volta do Sadim................................................24

Ricardo Coutinho do Amaral Presidente da ANCLIVEPA-SP Gestão 2009-2012

Reportagem 26...............................Hospital Veterinário Público

Notícias da Anclivepa/SP Congresso das Especialidades............................29

Nota 33.....................................................Nova Diretoria

Fala Diretor Psiu! Chega Mais Perto........................................34

Coluna Dr. Daniel Ferro 36....................................Sobre Lápis e Decepções

Agenda Cientíca Confira os Cursos e Palestras...............................38

Classificados 40................................................Fique Por Dentro

Artigo Científico

08 Uso d e R e s i n a C o mposta Ass o c i a d a a P i n o s

CAPA 14 O S u c e s s o d a Tr a j e t ó r i a de Ricardo Coutinho do Amaral

Caros (as) Amigos (as),

Na certeza do nosso dever amplamente cumprido como presidente da Anclivepa-SP, encerramos nosso mandato, em 19 de setembro de 2012, com chave de ouro acrescentando mais duas grandes realizações. A primeira delas, trata-se da aquisição do último conjunto no 11º andar da Av. Brigadeiro Faria Lima, 1616 (Sede da Anclivepa-SP), portanto a Anclivepa-SP agora é a proprietária de todo o 11º andar. A segunda e última realização, trata-se da abertura (atualmente em pleno funcionamento) do 1º Hospital Veterinário Público através de um convênio firmado com a Prefeitura do Município de São Paulo. Afirmo que não há algo semelhante no Brasil e na América Latina. O atendimento e os exames complementares são totalmente gratuitos e voltados aos animais cujos proprietários estão inscritos nos Programas Sociais da Prefeitura Municipal de São Paulo, Bolsa Família e Renda Mínima, bem como os animais oriundos dos abrigos ou os que adoecem no Centro de Controle de Zoonozes. Aproveito esta oportunidade para agradecer à atual diretoria da Anclivepa-SP (Gestão 20092012), que por unanimidade aprovou tal projeto, idealizado pelo vereador Roberto Tripoli, e também o apoio irrestrito do prefeito Gilberto Kassab. Como o Hospital Veterinário da ANCLIVEPASP funciona todos os dias das 7:00 horas as 19:00 horas, aguardamos sua visita para conhecer nossas instalações, fazer os comentários e sugestões que desejar. Atenciosamente Ricardo Coutinho do Amaral Presidente da ANCLIVEPA-SP (gestor 2009 - 2012) Diretor do Hospital Veterinário da ANCLIVEPA-SP


Ano XXlll - Edição nº 80

Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais - São Paulo

Diretoria Executiva - Gestão 2009-2012 Diretoria:

Presidente: Prof. Dr. Ricardo Coutinho do Amaral Vice-Presidente: M.V. Rogério Arno Miranda Secretária Geral: Profa. Dra. Rosemary Viola Bosch 1º Secretário: M.V. Denis Rodrigues Prata Tesoureiro Geral: M.V. Alexandre Pasternak 1º Tesoureiro: Prof. Dr. Leonardo Pinto Brandão Diretor Científico: Prof. Dr. José Fernando Ibañez Diretora Social: M.V. M.S. Daionety Aparecida Pereira Diretor de Sede: M.V. Leandro Alves

Conselho Consultivo:

M.V. Luiz Renato Tartalia M.V. M.S. Cláudia de P. Ferreira da Costa M.V. Wilson Grassi Jr

Diretor de Marketing, Propaganda e Comunicação: M.V. Caue Pereira Toscano

Comissão Científica:

Prof. Dr. Cassio Ricardo Auada Ferrigno Prof. Dr. Leonardo Pinto Brandão M.V. M.S. Vanessa Coutinho do Amaral M.V. M.S. Luiz Artur Giuffrida Pereira da Silva M.V. M.S. Luciano Henrique Giovaninni M.V. M.S. Daniel Calvo M.V. M.S. Alexandre Gonçalves Teixeira Daniel

Subcomissão de Cursos de Especialização: Profa. Dra. Rosemary Viola Bosch Prof. Dr. José Fernando Ibañez Prof. Dr. Cassio Ricardo Auada Ferrigno M.V. Alexandre Pasternak M.V. Rogério Arno Miranda M.V. M.S. Cristina Maria P. Fotin M.V. M.S. Gabriela Silva Rodrigues

ANCLIVEPA-SP: Av. Brigadeiro Faria Lima, 1616 - 11º andar – Conj: 1106 São Paulo / SP - CEP 01451-001 Fones: 11-3813-6568 / 3815-5520 - Fax: 11-3032-5379 E-mail: info@anclivepa-sp.org.br / www.anclivepa-sp.org.br Correspondência para: boletim@anclivepa-sp.org.br A Revista da Anclivepa São Paulo é uma publicação bimestral da Anclivepa -SP, que é responsável pela distribuição gratuita e dirigida.

Projeto Gráfico: Mídia Kitcom Comunicação Departamento de Arte / Diagramação / Capa: Ari Junior / Demétrios Felípe - arte@midiakitcom.com.br Jornalista Responsável / Conteúdo: Graziela Sirtoli - MTB 63.057/SP - graziela.sirtoli@gmail.com Comissão Editorial: Prof. Dr. Ricardo Coutinho do Amaral M.V Rogério Arno Miranda M.V Denis Rodrigues Prata M.V Alexandre Pasternak M.V. Luiz Renato Tartalia M.V. M.S. Claúdia de P.Ferreira da Costa Comercialização: Rodrigo Campos - 11- 3368-1752 / 7849-8250 / 126*9867 rodrigo@midiakitcom.com.br Fotos: Divulgação / Assessoria de Imprensa Impressão: Gráfica Neoband Tiragem: 7.500 exemplares

www.midiakitcom.com.br A responsabilidade pelo conteúdo dos artigos assinados vincula-se integralmente a seus autores, não refletindo necessariamente a opinião da Diretoria Executiva da ANCLIVEPA-SP.


EvENTO

Interzoo 2012 recebe Anclivepa-SP e SPMV

Maior feira pet da Europa recebeu cerca de 37.000 visitantes, vindos de 115 países

A

convite da NürnbergMesse, empresa responsável pela realização da Pet South América, a Anclivepa-SP e a SPMV visitaram a Interzoo 2012. Representadas pelo Dr. Ricardo Coutinho do Amaral, Dr. Rogério Arno Miranda, presidente e vice-presidenta da Anclivepa-SP e o Dr. Thomaz Marzano, presidente da SPMV, as entidades tinham como objetivo realizar contatos profissionais e incentivar a vinda de empresas e palestrantes ao Brasil.

Dr. Thomaz Marzano, Dr. Ricardo Coutinho do Amaral e Dr. Rogério Arno Miranda na Interzoo 2012

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De acordo com o Dr. Rogério Arno Miranda, a visita à feira foi muito importante para se avaliar as diferenças existentes entre os países e se atualizar na área da medicina veterinária.

“Notamos que apesar de também ser ligada a uma entidade de classe, a ZZF, a Interzoo 2012 tem um cunho muito menos científico que a Pet South America, que acontece durante o Congresso das Especialidades. Mas apesar disso, nos deu uma visão muito positiva de como nossa profissão é vista na Europa, o que nos aproxima até mesmo dos palestrantes que trazemos ao Brasil”, explica. Para o Dr. Ricardo Coutinho do Amaral, um ponto importante a ser notado é que a feira dá um grande destaque ao mercado de alimento, de aquarismo e aos acessórios para Pet Shops.

Dr. Ricardo Coutinho do Amaral, Norbert Holthtnrich (presidente da ZZF), Dr. Rogério Arno Miranda e Dr. Thomaz Marzano na Interzoo 2012.

A Interzoo 2012 aconteceu entre os dias 17 e 20 de maio, na cidade de Nürnberg, na Alemanha. Este ano a feira recebeu 37.000 visitantes, entre distribuidores, lojistas, veterinários e criadores, vindos de 115 países. Além de 1.539 expositores vindos de 53 países, incluindo o Brasil, em uma área de mais de 100.000 m².

“Acredito que isso é um ponto que talvez possamos dar maior ênfase no Brasil, já que faz sucesso por lá. Porém acreditamos que a grande variedade de equipamentos e instrumentos para os médicos veterinários que são encontrados na Pet South América também deveriam fazer parte do evento alemão”, ressalta. Durante os dias da feira, a comitiva brasileira foi recebida por Camilla Moreti, da NürnbergMesse Brasil. Além disso, participou Holthtnrich, presidente da da NürnbergMesse, para da Pet South America e Especialidades

de encontros com Norbert ZZF e Roland Fleck, diretor discutirem sobre o futuro também o Congresso das

Feira tem grande destaque para o mercado de aquarismo e produtos pet

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ARTIgO CIENTíFICO

Roberto S. Fecchio Laboratório de Odontologia Comparada LOC FMVZ-USP e Instituto ANIMALIA (rfecchio@animalia.vet.br)

Michelle F. Forti (Médica Veterinária Parque Ecológico Municipal de Americana/SP) Larissa B. Cardozo (Doutoranda de Anestesiologia da Faculdade de Medicina da USP) Renato R. Bastos (Acadêmico de Medicina Veterinária da Universidade Metodista de São Paulo e Instituto ANIMALIA) Marco A. Gioso (Prof. Livre Docente do Departamento de Cirurgia FMVZ-USP)

Rodrigo F. Prazeres Prof. de Medicina de Animais Selvagens - UNIP

USO DE RESINA COMPOSTA ASSOCIADA A PINOS INTRA-DENTINÁRIOS NA CONSTITUIÇÃO DE PLANO INCLINADO PARA CORREÇÃO ORTOGNÁTICA EM ARARAJUBA (GUAROUBA GUAROUBA)

O

INTRODUÇÃO

bico das aves é uma estrutura dinâmica em crescimento constante, constituída pelos ossos maxilares superior (pré-maxila e nasal) e inferior (mandíbula), cobertos por bainhas epidérmicas queratinizadas, denominado de ranfoteca.1,2. Anatomicamente, a ranfoteca é subdividida em rinoteca (superior) e gnatoteca (inferior). Os ossos da mandíbula se fundem rostralmente, formando a sínfise mentoniana. A articulação do bico superior com o crânio (articulação naso-frontal) abrange os ossos pré-frontal, quadrado e arco zigomático1,2.

Além disso, a maior parte do volume ósseo do bico é composto por ossos trabeculados, entremeados por membranas protéicas calcificadas e ar; característica que confere resistência e leveza ao bico4.

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Outras estruturas também compõem o bico como feixes vásculo-nervosos, articulações e bainhas germinativas. A consistência da ranfoteca varia entre as espécies. É firme em psitaciformes (papagaios, periquitos e araras) e macia e flexível em anseriformes (gansos). A ranfoteca pode ser considerada como estrato córneo do bico e a derme é bem vascularizada e conectada ao periósteo 1,2.

Inicialmente corrige-se o comprimento anatômico da rinoteca e gnatoteca, que comumente estão hipercrescidos, até que atinjam seu comprimento anatômico normal. Em seguida seleciona-se a técnica mais apropriada ao caso clínico em questão. A resina deve ser moldada de forma a criar uma canaleta de desvio da rinoteca para que esta seja projetada medialmente durante a oclusão.

As anormalidades do bico podem ocorrer como resultado de má nutrição; incubação inapropriada; infecção viral, bacteriana, fúngica e parasitária e traumas 1. Esses fatores podem gerar crescimento exagerado do bico, cruzamento de rinoteca e gnatoteca (“bico em tesoura”), encurtamento do bico superior (braquignatismo) ou alongamento do bico inferior (prognatismo), infecções, necrose e fraturas 1,2,3.

A quantidade de resina aplicada deve ser suficiente para provocar a oclusão em posição normal, sem impedir que a ave alimente-se. Como alternativa para facilitar a adesão e dar mais estabilidade à resina, podese criar sulcos na superfície da gnatoteca, aumentando a superfície de contato da resina ou utilizar pinos intradentinários, criando retentividade mecânica.

O “bico em tesoura” caracteriza-se pelo hipercrescimento associado a divergência lateral da rinoteca. É uma anormalidade comum em cacatuas e araras. Vários fatores podem estar associado a esta lesão, como temperatura imprópria durante incubação artificial, alterações genéticas ou técnicas de alimentação incorretas. Outras possíveis causas incluem deficiência de cálcio, trauma, infecção viral e bacteriana 5. O princípio para correções ortognáticas baseiamse no uso de forças de pequena intensidade, porém constantes, no sentido contrário do desvio (princípio de movimentação utilizado na ortodontia em mamíferos). Esta força de compressão repetitiva no mesmo lado faz com que a orientação das células da bainha germinativa de queratina migre para o lado contra lateral que está sofrendo esforço, corrigindo desvio lateral do bico.

Está técnica mostra-se muito mais segura do ponto de vista biomecânico, pois a força exercida para a correção do desvio é realizada quando o animal ocluí a rinoteca contra a gnatoteca. Assim, o animal tem condição de mensurar o quanto de força aplicará durante a oclusão, sem que isso lhe cause dor. Muitas vezes o artefato é perdido durante o tratamento e deve ser refeito até que haja plena correção do desvio6.

Objetivou-se, com este caso, avaliar a eficiência do uso de plano inclinado, ixado com pinos intra-dentinários, de forma a promover correção ortognática.

Os pacientes ideais para o procedimento são aves filhotes e no início do processo de desvio de oclusão, pois os ossos e o bico são mais ativos à remodelação3,6. Podem ser utilizadas técnicas cirúrgicas invasivas e não invasivas para a correção ortognática em aves 6.

De forma não invasiva e, consequentemente, menos traumática há a técnica do “plano inclinado”, por meio da utilização de resina acrílica. Esta técnica consiste na colocação de resina acrílica sobre a porção lateral da gnatoteca, hipsolateral ao desvio da rinoteca6. www.anclivepa-sp.org.br

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Relato de caso Uma ararajuba (Guarouba guarouba), adulta e de sexo indefinido foi encaminhada ao Laboratório de Odontologia Comparada da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, por apresentar um desvio de rinoteca acentuado à direita e hipercrescimento de gnatoteca causando maloclusão da ranfoteca. Realizado exame físico, optou-se pela técnica do plano inclinado, cujo animal foi induzido ao plano anestésico por meio de máscara com isofluorano à 3,5%. Em seguida, realizou-se intubação endotraqueal com sonda sem balonete e manutenção com isofluorano. Confeccionou-se circuito análogo ao sistema de baraka, condizente ao tamanho do animal. A frequência cardíaca foi monitorada com o uso de um Doppler ultrassônico, posicionado na região da artéria braquial e a frequência respiratória foi monitorada por meio de observação dos movimentos peitorais. Inicialmente realizou-se correção anatômica da rinoteca e gnatoteca com auxílio de disco diamantado, conferindo comprimento correto.

Realizou-se, então, anti-sepsia e desengorduramento da superfície córnea da gnatoteca com álcool 70%. Para melhor retentividade da resina, três parafusos intra-dentinários foram inseridos manualmente na gnaoteca, um rostral e outros dois na caudal, formando um triângulo. A superfície da gnatoteca à receber a resina foi coberta com sistema adesivo a base de prime e bond fotoativado. Finalmente, moldou-se o plano inclinado na lateral esquerda da gnatoteca com resina composta fotoativada. A canaleta do plano inclinado visou promover correção do desvio da rinoteca de forma e reposicioná-la na linha média da gnatoteca. Após 30 dias do procedimento, constatouse manutenção da adesão do plano inclinado na gnatoteca, além de completa adaptação do animal à alimentação, ingestão de água e locomoção com o uso do bico. Passados 83 dias desde a fixação do plano inclinado, observou-se completo retorno anatômico e funcional da ranfoteca, realizada, assim, a retirada do plano inclinado.

Discussão e conclusão O presente relato demonstra o sucesso no uso de resina composta associada a pinos intradentinários na constituição de plano inclinado para correção ortognática em ararajuba (Guarouba guarouba), visando contribuir aos estudos das correções ortognáticas em aves.


Esquema ilustrativo da fixação de plano inclinado em gnatoteca de aves.

Ararajuba (Guarouba guarouba), apresentando hipercrescimento de ranfoteca e cruzamento de rinoteca e gnatoteca (“bico em tesoura”).

Fixação de pinos intra-dentinários em face lateral esquerda de gnatoteca de ararajuba (Guarouba guarouba), de forma a promover melhor fixação do plano inclinado.

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Aspecto final da confecção de plano inclinado, confeccionado com resina fotopolimerizável, sobre pinos intra-dentinários.

Aspecto final após remoção do plano inclinado, após 83 dias, onde se nota correção oclusal funcional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1 - RUPLEY AE. Manual de clínica aviária. São Paulo: Roca; 1999. 2 - RITCHIE BW, HARRISON GJ, HARISSON LR. Avian Medicine: principles and application. Florida: Wingers Publishing; 1994. 3 – ROSSI, J.R. BARALDI-ARTONI, S.M. OLIVEIRA D, CRUZ C, FRANZO VS, SAGULA A. Morphology of beak and tongue of partridge Rhynchotus rufescens. Ciência Rural, 2005; 35: 1098-1102. 4 - FECCHIO RS, GOMES MS, KOLOSOSKI J, PETRI BSS, GIOSO MA. Estudo da aderência da resina acrílica auto-polimerizável (Polimetilmetacrilato) em fraturas de rinoteca de tucanos (Ramphastos toco). Anais IX Congresso e XIV Encontro da Associação Brasileira de Veterinários de Animais Selvagens, 2005. São José do Rio Preto, São Paulo. 5 – ALTMAN , R.B. Beak Repair – Acrylics In: ALTMAN, R.B.; CLUBB, S.L.; DORRESTEIN , G.M.; QUESENBERRY, K. , Avian Medicine Surgery. Philadelphia: W.B. Saunders Co., 1996.pp.787-799. 6 – FECCHIO, R.S.; ROSSI JR, J.L.; GIOSO, M.A. Reparo de bico em aves: correções, restaurações e próteses. Avanços na Medicina de Animais Selvagens / Medicina de Aves – Grupo Fowler, 2009. pp.197-221

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CAPA

O sucesso da trajetória de Ricardo Coutinho do Amaral em 37 anos de Anclivepa-SP

Por Elaine Paiva

“O toque de Midas”

Tudo o que ele toca vira ouro? Muitos confirmam e muitos outros comprovam. A trajetória pessoal e profissional do Dr. Ricardo Coutinho do Amaral não deixa dúvidas de que sua comparação com o rei Midas não é em vão. O médico veterinário traz em sua história, grandes e positivas mudanças por onde passa. Prova disso, foi a transformação da Anclivepa-SP de uma tímida sala no bairro de Vila Santa Catarina para 13 conjuntos comerciais em um dos endereços mais charmosos da cidade de São Paulo. Ricardo Coutinho do Amaral criou congressos, simpósios, cursos de especialização, laboratório de aulas práticas, instituiu parcerias significativas, participou da fundação do 1º Hospital Veterinário Público do Brasil, e findando mais um mandato como presidente, entrega o posto no dia 20 de setembro com a sensação, mais do que justa de dever cumprido.

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A trajetória de quem veio de baixo Ele é extremamente correto, eficiente e organizado. não me lembro de nada que ele começou e não fez ficar muito melhor do que era antes”

Casamento do Dr. Ricardo com Maria Rosaria Coutinho do Amaral, em 1975

Nascido no bairro de Casa Verde, São Paulo, em 19 de agosto de 1947, Dr. Ricardo Coutinho do Amaral afirma que desde criança já tinha em si um espírito de liderança. “Com 10 anos de idade, eu montei um

time do Iapó Futebol Clube, já existia o dos adultos, dos veteranos e eu montei o infantil. Então, eu que escalava o time, guardava a bola, cuidava de tudo, a coisa já era assim naquela época”, conta.

De família simples, o menino Ricardo começou a trabalhar aos 14 anos como Office-boy em uma empresa de arquitetura, na qual ficou por três anos e ocupou também os cargos de normografista e desenhista copista. E ainda garoto, chegou a trabalhar como propagandista de produtos farmacêuticos e vendedor de produtos de limpeza.“ Eu fui um bom vendedor. Trabalhava com

um produto que era líder de mercado na época e confesso que ganhei muito dinheiro com isso”, lembra.

mento de Clínica Médica da USP, cargo que ocupou por 25 anos, participando de diversas bancas examinadoras, tendo trabalhos publicados no Brasil e no exterior e também onde fez mestrado e doutorado. Com algumas economias conseguidas com trabalhos extras, o veterinário ainda em início de carreira conseguiu comprar parte de uma clínica veterinária no bairro da Lapa, Lá permaneceu como sócio por algum tempo, mas deixou a sociedade após conseguir montar a sua própria clínica, a “Bicho Não Fala”, localizada na Freguesia do Ó há mais de 30 anos. Casado, e pai de duas filhas, Dr. Ricardo Coutinho diz que, apesar de ser apaixonado pela medicina veterinária, nunca influenciou ou obrigou suas filhas a seguirem a mesma profissão. A filha mais velha Daniele é formada em letras e a caçula Vanessa, embora tenha se tornado veterinária, concorda que o pai não teve influências na sua escolha, mas que ele é um grande exemplo profissional a ser seguido. “Escolhi

a profissão após uma aula prática de biologia no colégio, meu pai não teve influência nisso diretamente. Mas é ótimo ter um pai na mesma profissão. Convivo em uma clínica veterinária há muitos anos, isso já é um ponto positivo. E ter o melhor veterinário (pois é isso que eu acho) ali, a minha disposição, para tirar qualquer dúvida, para me mostrar o melhor caminho, é algo muito valioso”, contou Dra. Vanessa.

A escolha da carreira de veterinário veio somente aos 20 anos, quando, ainda no colegial, assistiu a um filme que explicava sobre a profissão. E o jovem Ricardo Coutinho, não teve dúvidas. “Quando vi todo o alcance dessa profissão, eu pensei: É isso que eu tenho que fazer”. E dois anos mais tarde, Ricardo ingressava na Universidade de São Paulo como aluno de Medicina Veterinária. No último ano do curso, o futuro médico veterinário conseguiu um estágio na clínica de um de seus professores, tendo seu primeiro contato profissional com a área. E apenas dois meses depois de sua colação de grau, após passar em um concurso, tornou-se professor no Departawww.anclivepa-sp.org.br

Aniversário de 1 ano de sua filha Vanessa Coutinho do Amaral, em 1982

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A filha caçula de Dr. Ricardo afirma que se lembra do pai sempre trabalhando muito, chegando tarde em casa e, claro, tendo inúmeras conquistas ao longo de sua carreira. E ainda assim, dedicando-se à família.

“Sempre jantávamos e ainda jantamos juntos. Temos nossos momentos em família. Mas ele dedicou e ainda dedica uma grande parte da sua vida à medicina veterinária. Ele é extremamente correto, eficiente e organizado. não me lembro de nada que ele começou e não fez ficar muito melhor do que era antes”, disse a médica veterinária. E não há duvidas de que o trabalho e a dedicação do professor Ricardo Coutinho, tenha dado grandes frutos por onde passou e passa. Do seu histórico de transformações fazem parte a Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, da qual foi membro desde os anos 70, quando ainda era estudante universitário e passou por diversos cargos, chegando à presidência no início dos anos 90, fase na qual driblou as dificuldades do Plano Collor, levando a entidade do “vermelho” a 90 mil dólares em caixa no final de seu mandato; O Sindicato Patronal dos Médicos Veterinários do Estado de São Paulo, do qual é o atual presidente e apresenta crescimento significativo desde o início de seu mandato; E a Anclivepa-SP, que tornou-se umas das entidades de classe mais importantes e prósperas do país, após o

Dr. Ricardo e suas filhas Vanessa Coutinho do Amaral e Daniele Coutinho do Amaral Aoki, em 1987

Dr. Ricardo e Familia

Do tostão ao milhão Como a Anclivepa-SP saiu de um pequeno patrimônio para a segurança e solidez de uma das maiores entidades de classe do país Dr. Ricardo Coutinho do Amaral faz parte da Anclivepa-SP desde sua fundação em 1975.

“Não assinei a lista de presença, portanto, meu nome não consta como sócio fundador, mas eu me considero”, explica.

Coutinho reconhece que, no início, não teve uma participação significativa dentro da entidade, mas após o 11º ano da fundação participou de sete das oito diretorias seguintes e ocupou os cargos de diretor cientifico, presidente do conselho deliberativo, vice presidente, além de presidente por duas gestões consecutivas (1997-2000 e 2000-2003) e na gestão atual (2009-2012) que se encerra no dia 20 de setembro.

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Já no seu primeiro mandato como presidente, mudanças visíveis foram realizadas na Anclivepa-SP, que passou da água ao vinho. Dr. Ricardo ainda se lembra do tempo em que as dificuldades financeiras eram grandes e até as reuniões, realizadas no consultório de alguns dos membros da diretoria ou em um tímido espaço localizado sobre uma lanchonete, eram feitas em processo colaborativo.

Nos reuníamos em uma sala pequena, no bairro de Vila Santa Catarina. Lá existiam várias salinhas e um banheiro só para todas elas. O espaço era bem precário. As moças traziam os salgados e o rapazes os refrigerantes, para que pudéssemos fazer o coffee break, porque a entidade tinha poucos recursos”, relembrou. Ricardo Coutinho conta que ao assumir a presidência pela primeira vez, algumas medidas a favor do crescimento foram tomadas e com o dinheiro conseguido através de cursos e palestras, além de algumas economias deixadas pela gestão anterior, conseguiu comprar um conjunto comercial no 11º andar de um prédio localizado na Avenida Brigadeiro Faria Lima, Zona Oeste de São Paulo. De lá para cá, o crescimento foi a olhos vistos. Dr. Ricardo não poupou esforços, trabalho e noites

de sono para edificar seu projeto de uma Anclipeva-SP sólida e próspera. E em três mandatos como presidente e dois, como vice do Dr. Marco Antônio Gioso, trouxe novamente para São Paulo o Congresso Brasileiro de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (que aconteceu em Águas de Lindóia, em 1999), criou o Congresso Paulista de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais, idealizou e implantou cursos de especialização, cursos intensivos, laboratório de aulas práticas, simpósios e palestras, visando cada vez mais a formação completa do profissional veterinário, além de ligar a Anclivepa-SP a um projeto inédito e inovador: a criação do 1º Hospital Veterinário Público do país. E o resultado? Atualmente, a Anclivepa-SP, possui 13 conjuntos comerciais totalmente equipados para as atividades da entidade, parceria com grandes empresas do país, profissionais reconhecidos no Brasil e o exterior, alta credibilidade como instituição de ensino, além de uma conta bancária que, se bem administrada, deve garantir a estabilidade a Associação por muitos anos. Números que só comprovam o trabalho de um verdadeiro empreendedor. Segundo ele, “Um

crescimento que é resultado de um grupo coeso e comprometido, e também de muito pulso”.

Salas de aula da Anclivepa São Paulo

Uma entidade de classe que exerce a função de instituição de ensino “A história dos cursos de especialização”

“Procuramos sempre o que há de melhor para os nossos alunos, desde o melhor coffee break, até os melhores professores. Procuramos remunerar bem nossos professores, nossos palestrantes. Não medimos esforço pra trazer os melhores”. Embora tenha surgido na Anclivepa-SP 28 anos após a sua fundação, a implantação de cursos de especialização é, segundo Dr. Ricardo, um objetivo que faz parte da entidade desde a sua criação. “Na verdade esse era nosso principal objetivo”, frisou. Ele explicou que a falta de estrutura física da entidade aliada ao pouco número de sócios (massa crítica) talvez tenha impossibilitado a prática do projeto.

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Mas em 2003, com uma estrutura bem estabelecida, em parceria com o então presidente, Dr. Marco Antônio Gioso, o vice-presidente Ricardo Coutinho do Amaral criou o primeiro curso de especialização, o de Odontologia Veterinária e em seguida, o de Medicina de Felinos, que atualmente é coordenado pelo próprio Dr. Ricardo, que também é responsável pelo curso de Clinica Médica em Cães e Gatos. Dr. Ricardo conta que a carência de conhecimento era muito grande, o que fez dos cursos um grande sucesso, e também com que a demanda de cursos e temas variados fossem cada vez maiores. Hoje, a Anclivepa-SP conta com 17 cursos de especialização, que acontecem aos finais de semana, com carga horária mínima de 500 horas (2 anos). Além dos cursos intensivos, iniciados por Dr. Ricardo no começo da gestão atual. Atualmente são 18, que acontecem 2 vezes por semana e têm 2 meses de duração. Todos, certificados pela Universidade Cruzeiro do Sul. Além de serem reconhecidos pelo MEC, Dr. Ricardo afirma que o grande diferencial dos cursos oferecidos pela Anclivepa-SP é a preocupação constante com a qualidade das aulas oferecidas.

I Turma de Especialização em Diagnóstico por Imagem

“Procuramos sempre o que há de melhor para os nossos alunos, desde o melhor coffee break, até os melhores professores. Procuramos remunerar bem nossos professores, nossos palestrantes. Não medimos esforço pra trazer os melhores”.

I Turma de Especialização em Neurologia

Laboratório de Aulas Práticas Também implantado pelo Dr. Ricardo Coutinho, o laboratório de aulas práticas nasceu como um complemento para os cursos de especialização. “Não há como criar bons profissionais apenas com teoria. A teoria é uma base que não se sustenta sem a prática”, explicou. E na gestão atual, após a instituição da parceria com a Unicsul, para a certificação dos cursos de especialização (antes os cursos eram certificados pela Anhembi Morumbi), houve a oportunidade da criação do laboratório, que ocupa duas grandes salas do Campus Pinheiros da universidade, localizada na Rua Butatã. Situado a 800 metros da sede da Anclivepa-SP e com salas bem equipadas, o laboratório tem surtido grandes efeitos dentro das disciplinas oferecidas e segundo Dr. Ricardo, faz parte de mais uma de suas grandes conquistas.

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A História do CONPAVEPA

O CONPAVEPA (Congresso Paulista de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais) era, segundo Dr. Ricardo Coutinho, uma ideia que já circulava por seu pensamento há muitos anos, mas que ele ainda não enxergava possibilidades reais de colocar em prática.

“Quando realizamos o Congresso Brasileiro em Águas de Lindóia em 1999, uma das sócias principais da empresa que nos patrocinava me perguntou: ‘Dr. Ricardo, o senhor já pensou em criar um Congresso Paulista? ’. Eu respondi: ‘Sempre pensei, mas acha que temos condições? ’. Então, ela disse: ‘Mas se o senhor está realizando um Congresso Brasileiro, acha que não tem condições de realizar um paulista? ’”.

Ao total, 11 edições já foram realizadas, com a presença de mais de 2000 pessoas por evento. A próxima acontecerá no Centro de Exposições Expo Center Norte, entre os dias 16 e 18 de outubro, das 8h30 às 18h35.

Dr. Ricardo conta que não conseguiu tirar a ideia de sua cabeça, chegando a ficar noites em claro desenvolvendo-a. E em 2001, metade do seu 2º mandato como presidente, também em Águas de Lindóia, aconteceu o 1º CONPAVEPA. Um verdadeiro sucesso que se tornou um dos congressos mais conceituados do país e desde então, acontece anualmente. Um evento realizado em 3 dias, com carga horária de 30 horas e presença de palestrantes nacionais e internacionais que apresentam as principais novidades científicas dentro da Medicina Veterinária de Pequenos Animais.

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1º Hospital Veterinário Público do País Muitos veterinários acharam que queríamos acabar com as clínicas particulares. Acabar com a profissão. Poucos enxergavam como a possibilidade de dar atendimento a quem precisa e não tem condições financeiras e alguns ainda nos veem dessa forma por parte da diretoria, decidiu não aceitar a parceria, até que todos estivessem de acordo. O projeto dividiu opiniões dentro e fora da Anclivepa-SP. “Muitos

veterinários acharam que queríamos acabar com as clínicas particulares. Acabar com a profissão. Poucos enxergavam como a possibilidade de dar atendimento a quem precisa e não tem condições financeiras e alguns ainda nos veem dessa forma”, observou Dr. Ricardo. Mas na última reunião que antecedeu a assinatura da parceria com a Prefeitura de São Paulo, a diretoria mudou a sua postura: “Eu falei: Isso aqui tanto pode

O projeto do Hospital Veterinário Público surgiu de uma emenda do vereador Roberto Tripoli e, abraçado pela Prefeitura de São Paulo, precisava de uma entidade especializada e credenciada que estivesse à frente do hospital e a proposta de parceria chegou à Anclivepa-SP. Dr. Ricardo diz que, no início, a ideia assustou alguns membros da diretoria e embora ele também já tivesse pensado em um hospital da Anclivepa-SP, também ficou assustado.

“O que eu tinha em mente era construir uma espécie de um Hospital das Clinicas Veterinário e nunca parei para pensar se seria gratuito ou não. O objetivo desse hospital seria oferecer subsídios para os nossos cursos de especialização e as aulas práticas seriam realizadas nesse hospital, trabalhando as especialidades. Mas a ideia do Tripoli priorizava o atendimento da população carente de São Paulo”, explicou.

Após analisar os prós e os contras, Dr. Ricardo percebeu que podia unir uma coisa à outra, porém com a resistência

O Segredo do Sucesso

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dar certo, como pode dar errado. Estamos juntos, ou não estamos. Eu só assino esse contrato, se todos os presentes estiverem a favor, se tiver um voto contra, eu não vou assinar”. E para surpresa de Dr. Ricardo, todos votaram a favor, inclusive membros da próxima diretoria que estavam presentes. Também por escolha da diretoria, Dr. Ricardo está à frente do Hospital Veterinário da Anclivepa-SP, que foi inaugurado no dia 2 de julho desse ano. A Unidade, que funciona no bairro do Tatuapé, conta com uma equipe de 23 veterinários e atende cerca de 40 animais por dia para consultas, exames, internação e cirurgias. Dr. Ricardo diz que embora tenha balançado diante da ideia, hoje tem certeza de que fez a coisa certa. E quando questionado sobre as expectativas ele diz: “Hoje eu posso dizer que já deu certo. Precisamos

só afiar os nossos instrumentos, porque a demanda é muito maior do que a estrutura que temos. Mas estou determinado a ir em frente, e com o fim do meu mandato como presidente da Anclivepa-SP, vou me dedicar e abraçar o hospital e tenho certeza que teremos muito sucesso”. E alguém tem dúvidas?

Apesar de contabilizar tantos feitos em seu currículo, Dr. Ricardo define-se apenas como um homem feliz, que faz o que gosta. Tranquilo, aos 65 anos de idade, mantém a serenidade e a humildade de um verdadeiro líder. Corinthiano roxo, como faz questão de frisar, o médico veterinário polivalente diz que, apesar da vida corrida sempre procurou ser atencioso com as pessoas e manter o sorriso que, segundo ele, faz toda a diferença. Embora se dedique a diversas atividades ao mesmo tempo, Ricardo Coutinho ainda dedica uma parte do seu concorrido tempo ao trabalho social como membro do Lions Club, instituição da qual faz parte desde 1975. Questionado sobre sua serenidade, ele responde: “Sempre a mantenho, mas sou um homem de opinião. Gosto das coisas corretas e não gosto de coisas feitas pela metade”. Sobre o segredo do seu sucesso, ele apenas diz: “Trabalho, muito trabalho”

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Confira todos os cursos e palestras que aconteceram na gestão do Dr. Ricardo Coutinho

Tópico Avançado Acupuntura “Dez Principais Pontos em Cães e Gatos” Palestras para Alunos e ex- alunos de Especialização no 9º Conpavepa 1º Palestra: Marketing na Clínica de Pequenos Animais - 2º Palestra: Finanças Pessoais Como Planejar sua Aposentadoria Palestra de Atualização em Felinos I Simpósio Internacional de Oftalmologia Anclivepa-sp. I Curso Intensivo de Interpretação de Exames Laboratoriais para Clínicos Veterinários Ciclo de Atualização em Aves Ciclo de Atualização em Ortopedia de Pequenos Animais Ciclo de Atualização “Emergências em Aves” Ciclo de Atualização em Radiologia em Aves Ciclo de Atualização em Ortopedia Ciclo de Atualização Rim x Hipertensão III Ciclo de Atualização em Oftalmologia “Cegueira em Cães e Gatos. Por onde começar? Urgências Oculares. O que fazer?” Jantar de Confraternização da Anclivepa-SP Curso Intensivo de Cardiologia em Cães e Gatos Ciclo de Atualização em Felinos IV Ciclo de Atualização em Oftalmologia “O que o Clínico precisa saber sobre pálpebras e outros anexos oculares e 2010?” Ciclo de Atualização de Dermatologia Ciclo de Atualização em Cardiologia Ciclo de Atualização em Acupuntura Veterinária Ciclo de Atualização em Urinário Ciclo de Atualização em Imagem “Curso Teórico - Prático de Odontologia em Pequenos Roedores e Lagomorfos: Coelhos, Chinchelas e Porquinhos da Índia” Ciclo de Atualização em Neurologia III Curso Intensivo de Dermatologia Veterinária I Curso Intensivo de Gastroenterologia e Doenças Hepato-Biliares Palestra Internacional em Medicina de Felinos Palestra Internacional em Medicina de Felinos Ciclo de Atualização em Anestesiologia Ciclo de Atualização em Clínica Médica II Curso Intensivo deDoenças Infecciosas em Cães e Gatos Ciclo de Atualização em Patologia Clínica Ciclo de Atualização em Oncologia I Curso Intensivo de Oftalmologia Ciclo de Atualização em Ortopedia II Curso Intensivo de Pediatria em Cães e Gatos Sessão Solene de Abertura e Coquetel de Boas Vindas do 10º Conpavepa e 8º Conpavet Inauguração do LAMA (Laboratrio Multidiciplinar da Anclivepa-SP) I Simpósio Paulista de Leismaniose Visceral American!!! V Ciclo de Oftalmologia Gerenciamento em Clínicas e Pet Shops! II Simpósio Internacional de Oftalmologia Domingueira Neurológica Grupo de Estudos de Silvetres Jantar de Confraternização Ciclo de Palestra Ciclo de Palestras – Doenças do Trato Urinário dos Felinos Ciclo de Palestras Nutrição de Aves Ciclo de Palestras Principais alterações radiograficas em aves Ciclo de Palestras Avaliação Ultrassonográfia. Como avalaiar e porquê solicitar. Ciclo de Palestra – Médico Veterinário: Como Evitar ser Processado Ciclo de Palestra – Anestesia Regional em Répteis II Simpósio Paulista de Leishmaniose Ciclo de Palestra Clamidiose em Aves Paletra Raiva Mata – Convém Continuar Vacinando Animais de Companhia? Ciclo de Palestras Vacinologia, o que devo saber? Ciclo de Palestras Imunologia Comparada de Animais Silvestres Jornada de Silvestres Ciclo de Palestras Dermatologia e meus casos desafiadores Ciclo de Palestra Atendimento de Urgência em Casos Ortopédicos Ciclo de Palestra Radiologia de Pequenos Mamíferos Sessão Solene deAbertura e Coquetel de Boas Vindas do 9º Compavet e 11º Conpavepa Ciclo de Palestra Atendimento Personalizado em minha Clínica dá pra fazer? Caccidiose em Aves Como gerenciar as finanças do seu próprio negócio Assembléia Geral Extraordinária da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais Gestão 2009-2012 do dia 23 de Novembro de 2011. Jantar de Confraternização da Anclivepa-SP Intensivismo Atendimento Básico de Urgência, Como Fazer? Infecciosas: Reações pós-vacinais: reconhecendo e tratando sem prejuízo para a formação de imunidade Dermatopatia em Psitacídeo Laborátorio Transfusões em cães e gatos: o que devo fazer? Distúrbios Endócrinos em Fenets Novas Perspectivas no Tratamento das Fraturas Odontologia em Logomorfes e Roedores (Ecos) Odontologia: O dente quebrou na hora da extração e agora o que fazer? Utilização da Medicina Homeopática em Animais Silvestres Esparotricase em Felinos Correções Ortognóticas em Bicos de Aves Analgesia em Aves Cardiologia Pimobendan Quando Devo Iniciar a Terapia

23/07/2009 23/07/2009 13/08/2009 22, 23/08/2009 05/08/2009 á 24/09/2009 15/09/2009 20/08/2009 27/09/2009 05/10/2009 14/10/2009 02/11/2009 15/11/2009 10/12/2009 01/02/2010 - 30/03/2010 09/03/2010 14/03/2010 24/03/2010 15/04/2010 25/04/2010 27/04/2010 12/05/2010 14 á 16/05/2010 27/05/2010 03 á 28/06/2010 06/05/2010 á 05/07/2010 05/06/2010 06/06/2010 08/06/2010 23/06/2010 08/07/2010 á 08/09/2010 05/08/2010 17/08/2010

21 á 24/08/2010 - 18 á 21/09/2010

08/08/2010 15/08/2010 á 18/11/2010 05/10/2010 29/10/2010 07/11/2010 07/11/2010 09/11/2010 13, 14/11/2010 21/11/2011 23/11/2010 15/02/2011 13/04/2011 18/04/2011 16/05/2012 19/05/2011 21/06/2011 29/06/2011 03/07/2011 19/07/2011 28/07/2011 18/08/2011 22/08/2011 18/09/2011 21/09/2011 06/10/2011 09/10/2011 18/10/2011 10/11/2011 22/11/2011 07/12/2011 08/12/2011 16/02/2012 08/03/2012 20/03/2012 17/04/2012 25/04/2012 21/05/2012 24/05/2012 18/06/2012 19/06/2012 03/07/2012 25/07/2012 20/08/2012 20/08/2012


NOTíCIAs vETERINÁRIAs

Acacabou Para preservar a limpeza dos espaços públicos, foram instalados na cidade de Osasco 21 dispensers de saquinhos plásticos oxibiodegradáveis, próprios para a coleta das fezes dos animais. Com a iniciativa, cinco parques da cidade passaram a aceitar a entrada de animais de estimação. Além dos parques, o município, que tem cerca de 90 mil cães e 15 mil gatos, segundo dados do Centro de Controle de Zoonoses, também possui o Acacabou instalado em praças e avenidas com grande movimentação de pessoas.

11ª Conferência Sul-americana de Medicina Veterinária

Entre os dias 8 e 10 de agosto a cidade do RJ reuniu mais de 70 palestrantes em evento em paralelo à PET Rio VET, feira que marca a parceria inédita entre a NürnbergMesse Brasil e a LK Eventos. O congresso aconteceu no Centro de Convenções SulAmérica e teve como destaques as inovações e tendências na áreas da Clínica e Cirurgia , anestesiologia, ortopedia, oncologia, diagnóstico por imagem, endocrinologia e medicina felina. Além disso, foi realizado ainda o fórum sobre Dor e Leishmaniose – em função dos seus aspectos de grande relevância para os cuidados com os animais e para a saúde pública.

Veterinário responsável Foi decidido em julho, que as experiências científicas com uso de animais no Brasil terão que ser acompanhadas, obrigatoriamente, por veterinários. A exigência da presença desses profissionais foi determinada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

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Genéricos veterinários Foi sancionado pela Presidente Dilma Rouseff, com publicação no dia 20 de julho, o Projeto de Lei 1.080/2003 que prevê a criação dos medicamentos genéricos veterinários com veto parcial a alguns dispositivos aprovados pelo Congresso Nacional. A nova Lei n° 12.689/2012 altera o Decreto-Lei no 467/1969, para estabelecer o medicamento genérico de uso veterinário. O novo texto dispõe sobre o registro, a aquisição pelo poder público, a prescrição, a fabricação, o regime econômico-fiscal, a distribuição e a dispensação de medicamentos genéricos de uso veterinário, bem como sobre a promoção de programas de desenvolvimento técnico-científico e de incentivo à cooperação técnica para aferição da qualidade e da eficácia de produtos farmacêuticos de uso veterinário.

COMUNICADO IMPORTANTE Informamos que, chegamos a um consenso, depois de longos 3 (três) anos, nas negociações coletivas entre o SINDICATO PATRONAL DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO - SINPAVET e o SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO - SINDIMVET, com database em 01/05, para 2012/2013, principalmente em relação a retomada de antigos pisos: 60 horas, 120 horas, 180 horas e 220 horas. Consulte o nosso site e se informe sobre os valores

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Ricardo Coutinho do Amaral Presidente do Sinpavet SP


Inovação em Cirurgia Veterinária Benefícios • Barreira de proteção contra sangue e fluidos corpóreos e contra contaminação cruzada • Descartável, prático, higiênico e seguro • Esterilizado por óxido de etileno • Sem fenestra: adaptável para todos os procedimentos cirúrgicos.

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FALANDO DE PROTEÇÃO ANIMAL

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A volta do Sadim

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a verdade o Sadim nunca foi embora. Ele está sempre a espreita, ansioso por uma boa energia para sugar, como as sanguesugas que emergem do lodo em busca de um acesso venoso. E não existe só um Sadim, infelizmente existem vários. Digo a volta, pois retomo um termo que ouvi pela primeira vez há alguns anos, em uma palestra do Guru Baba Gioso, que habita o cume do monte Oiraniretev. Sadim é anagrama de Midas. Exatamente o contrário. Tanto na grafia como na atitude. Midas, segundo a lenda transforma tudo em ouro. Sadim transforma em chumbo. Midas constrói. Sadim destrói. Midas elogia. Sadim critica. Midas coloca o foco na solução da questão. Sadim só tem olhos para os problemas. Midas fica feliz com a felicidade dos outros. Sadim se remói. Midas chama para si a responsabilidade de tudo na vida. Sadim põe a culpa nos outros. Midas é humilde e aprende com seus erros. Sadim é arrogante e pensa que não erra nunca, por isso não precisa melhorar. Midas tira forças de seus valores. Sadim precisa da desgraça alheia para se sentir melhor. Midas ajuda. Sadim atrapalha. Midas aceita a mudança e busca se adaptar. Sadim pragueja e se agarra ao passado. Midas busca a autoconsciência. Sadim mente para si mesmo. Midas sabe o valor do silencio. Sadim fala sem parar. Midas arruma sua própria casa. Sadim desarruma a casa dos outros. Midas compreende. Sadim agride. Midas sabe que precisa melhorar muito. Sadim acha que os outros precisam melhorar muito. Midas respeita. Sadim desconfia. Midas tem coragem para ser telhado. Sadim joga pedras. Midas dá a outra face. Sadim dá outro tapa. Midas vai atrás da sua felicidade. Sadim esconde suas frustrações. Midas é ocupado, pois trabalha e estuda muito. Sadim tem tempo de sobra para falar mal dos outros. Midas faz. Sadim fala. Midas liberta, Sadim acorrenta. Midas estende a mão. Sadim passa a perna. Midas é um eterno aprendiz. Sadim é um doente emocional e o Sadinismo é um mecanismo de defesa para encobrir suas fraquezas e frustrações.

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Midas, no passado, pode ter sido um Sadim, que abriu os olhos e decidiu mudar. Sadim pode virar Midas mas primeiro precisa parar, ter coragem de se auto analisar, tirar suas mascaras, entender e enfrentar suas verdadeiras motivações e então controlar de verdade suas ações. Possível, mas tarefa para poucos

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Wilson Grassi

Médico Veterinário wwgrassi@yahoo.com.br

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REPORTAgEM

Anclivepa-SP e a Prefeitura de SP

Abrem o Primeiro Hospital Veterinário Público do Brasil Hospital foi inaugurado no dia 2 de julho e já recebeu mais de 700 pacientes

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Pioneira na cidade de São Paulo, a iniciativa de se abrir um hospital público veterinário tem como objetivo proporcionar aos moradores carentes um atendimento de qualidade e com o respeito que seus animais merecem. Essa necessidade era tão explícita, que em sua primeira quinzena de funcionamento os veterinários do hospital já atenderam cerca de 500 casos.

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De acordo com o diretor geral do hospital, Ricardo Coutinho do Amaral (presidente da Anclivepa-SP até outubro de 2012), o hospital ainda está em fase de teste e muitas mudanças poderão acontecer até que se encontre a melhor fórmula para atender a grande demanda que recebem. “Estamos planejando atender 900 animais por mês. Para isso, precisamos de uma grande equipe e muita qualidade. Até o final do ano, esperamos ter recebido cerca de 6 mil casos”, explica Ricardo.

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ocalizado no Tatuapé, ele conta com uma equipe de 23 veterinários, e oferece gratuitamente consultas, cirurgias e exames complementares para cães e gatos. Entre as especialidades atendidas, estão: ortopedia, anestesiologia, dermatologia, clínica médica, laboratório de análises clínicas e cirurgia geral. Futuramente deve contar também com oftalmologia, endocrinologia, nefro e urologia, acupuntura e homeopatia, ultrassonografia, radiologia, medicina de felinos e oncologia.

Desde que foi aberto, o maior número de atendidos foi de cães vítimas de atropelamentos. Além deles, há casos também de animais com cânceres crônicos (neoplasias) e gatos com corpo estranho linear (principalmente barbantes e linhas com cerol). Para ser atendido, é preciso comprovar ser de baixa renda, por meio da participação nos programas BolsaFamília ou Renda Mínima, este último municipal. Isso vale para consultas e exames. Para atendimento na emergência não é necessário comprovar renda, mas a exigência volta se o tratamento tiver continuidade na instituição.

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Ainda em fase de testes, o “PubliCão”, como foi apelidado, surgiu de uma emenda do vereador Roberto Tripoli (PV) e faz parte das ações da Coordenadoria Especial de Proteção a Animais Domésticos, criada pela Prefeitura de São Paulo no dia 23 de junho. A unidade é totalmente custeada pela Prefeitura de São Paulo e foi inaugurada no dia 2 de julho.

Para 2013 ainda há muito que ser feito. De acordo com o Dr. Ricardo Coutinho do Amaral, as metas para o próximo ano ainda estão sendo analisadas. “Estamos estudando muitas melhorias para o hospital. Nosso quadro de veterinários já está praticamente completo. Nossa meta é 25 veterinários, faltam apenas dois para atingirmos isso. Além disso, contamos com o apoio de outras 22 pessoas no quadro de funcionários”, explica. Quanto à abertura de uma nova unidade, isso ficará a cargo da Prefeitura de São Paulo. À AnclivepaSP cabe a tarefa de gerenciar e orientar quanto às necessidades que surgirem.

Serviço: Endereço: Rua Professor Carlos Zagotis, 3, Tatuapé Horário: Segunda à Sexta-feira das 7h às 19h Para ser atendido, o tutor deve comparecer à unidade com RG, CPF, comprovante de residência e carteirinha do benefício social (renda mínima, bolsa família). Para mais informações: 11 2667-7795 / 11 2667-7804 11 2667-7789 / 11 2667-7793

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Notícias da Anclivepa-SP

COMUNICADO

Congresso das Especialidades Durante três dias, São Paulo será palco de um dos principais eventos da medicina veterinária mundial

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ever amigos, se reciclar profissionalmente e aprender muito! Esses são apenas alguns dos pontos positivos do Congresso das Especialidades, que acontecerá entre os dias 16 e 18 de outubro de 2012. Uma parceria entre a ANCLIVEPA-SP, a SPMV e a NürnbergMesse Brasil, o congresso será sediado no Centro de Exposições Expo Center Norte, em São Paulo. Os participantes poderão conferir palestras de mais de 20 especialidades, com palestrantes nacionais e internacionais. O congresso espera reunir 2 mil  veterinários, um crescimento de 25% em relação à edição de 2012, que reuniu 1.600 médicos veterinários de todo o Brasil, além de palestrantes e participantes da América Latina, Estados Unidos e Europa. Paralelamente ao Congresso das Especialidades estará ocorrendo a 11ª edição da Pet South America, no Expo Center Norte. Organizada pela NürnbergMesse Brasil, a feira o é principal evento direcionado ao mercado pet e veterinário na América Latina. Em 2011, o evento recebeu cerca de 20 mil visitantes de vários países e teve 200 marcas expositoras.”

Para quem quiser participar do congresso, as inscrições podem ser feitas até o dia 27/09/2012, no site www.petsa.com.br. Para os sócios da Anclivepa-SP e da SPMV o valor da inscrição é de R$ 570 e para não-sócios é de R$ 756. Nos dias do congresso também podem ser feitas inscrições, havendo apenas uma alteração de valores: sócio R$ 660 e não-sócios R$ 888. Congresso das Especialidades e 11 ª Pet South America 16 a 18 de outubro de 2012 Expo Center Norte – pavilhões Verde e Vermelho Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme, São Paulo-SP

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Confira a programação do Congresso das Especialidades nas página 21, 22 e 23

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NOTA

A atual diretoria da Anclivepa-SP, presidida pelo Prof. Dr. Ricardo Coutinho do Amaral, continuará responsável pela entidade até o dia 19 de setembro, às 20h30, quando acontecerá na sede da entidade a cerimônia para a troca de diretoria.

Confira a constituição da nova diretoria: Presidente: José Fernando Ibañez Apuração dos votos aconteceu no dia 19, na sede da Anclivepa-SP

Vice-Presidente: Denis Rodrigues Prata Secretária Geral: Cláudia Matsunaga Martín

Anclivepa-SP realiza eleições e terá nova diretoria no próximo triênio

1º Secretário: Gabriela Silva Rodrigues

o dia 19 de junho, a Anclivepa-SP realizou eleições para a escolha de sua nova diretoria executiva e conselho consultivo para o triênio 2012-2015. O processo eleitoral teve início com a divulgação das chapas concorrentes e foi finalizado com a vitória da chapa liderada pelo Prof. José Fernando Ibañez.

Diretor Científico: Luciano Henrique Giovaninni

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Com a nova definição, a partir de outubro de 2012, a Anclivepa-SP terá como presidente José Fernando Ibañez, atual diretor científico da entidade; e como vice-presidente Denis Rodrigues Prata.

Tesoureiro Geral: Wilson Grassi Junior 1º Tesoureiro: Daniel Herreira Jarrouge

Diretora Social: Paula Cava Rodrigues Diretor de Sede: Eduardo Nelson da Silva Pacheco Conselho Consultivo: Alessandra Martins Vargas, André Luis Soares dos Santos e Felipe Reijani Diretor de Marketing, Propaganda e Comunicação: Adriana Lima Teixeira

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Fala diretor

Psiu! Chega mais perto!

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medicina veterinária está sendo muito mais difundida em todas as mídias possíveis e parte desta divulgação, com certeza, está relacionada ao aumento da procura por animais de estimação, pelo grande número de estabelecimentos do segmento pet e também pelo crescimento das entidades de classe com suas diferentes especialidades. Considero isso um fator muito importante para o crescimento da classe como um todo, hoje contamos com associações de praticamente todas as especialidades e me questiono sobre a postura do médico veterinário frente a estas entidades. Aliás, me questiono e me decepciono em ver entidades comandadas por pessoas capacitadas, oferecendo diferenciais como cursos de pós-graduação, cursos intensivos, simpósios e congressos de bastante qualidade técnica, além de confraternizações e atividades de lazer presentes, nestes eventos, terem tão poucos associados os prestigiando. Vejo um tanto de fatalismo no médico veterinário quanto à sua profissão e perspectivas de crescimento profissional e financeiro, mas apenas naqueles que não frequentam cursos, não aparecem nos congressos e nem mesmo naquele churrasco de confraternização da turma. E esse tipo de profissional é o que mais reclama, e de tudo, do conselho, dos dirigentes, das associações, dos hospitais e clínicas que ele ainda

insiste em enxergar como inimigos e concorrentes, reclama do governo, põe a culpa na crise financeira mundial, na Dilma, no FMI e no aquecimento global. Mas, continua fazendo as coisas da mesma forma de quando se formou, montou sua clínica e está desde então ilhado nela, alienado e inerte aos avanços da profissão. Por conta destes profissionais é que a medicina veterinária tem pouca ou nenhuma representatividade política, por sua culpa também os serviços veterinários no Brasil são tão baratos em relação a outros serviços de primeira necessidade e temos uma classe de profissionais tão desunida, que ao menos consegue estabelecer uma tabela de sugestão de preços mínimos como existe em outras profissões. E por todos esses fatores o médico veterinário ainda é visto pela maioria dos cidadãos apenas como aquele que cuida de cães e gatos, sem ressaltar sua importância na saúde pública de forma geral e em outros não menos importantes segmentos na área da saúde e bem estar humano e animal. Então fico me lembrando de meu primeiro contato com uma associação de classe da medicina veterinária quando era estudante em um programa criado pela então diretoria da Anclivepa-SP (presidida pelo Prof. Gioso e com o Prof. Ricardo Coutinho como vicepresidente) chamado Embaixadores da AnclivepaSP no ano de 2004 e o quanto isso me beneficiou. Ganhei amigos, fiz contatos profissionais, aprendi sobre a gestão de uma entidade, melhorei tecnicamente e conheci lugares diferentes através de congressos e simpósios que participei. Vejo em cada congresso, em cada reunião uma nova oportunidade para minha carreira, e sou da opinião que nossa profissão está em plena ascendência, com muito mais oferta de empregos e oportunidades para os que querem empreender nesse mercado pet gigantesco que temos por aqui (um dos maiores do mundo). Meios para isso nós temos, dezenas de cursos de especialização, cursos intensivos, congressos e os mais recentes coaching empresarial e MBA para médicos veterinários.

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Tenho vários exemplos de colegas muito bem sucedidos que estão em plena atividade associativa e técnica que eu pude observar um constante crescimento nestes meus poucos oito anos de associativismo e me espelho neles. Então eu digo pra você que já e sócio de alguma entidade: envolva-se, participe, aprenda, antecipe-se e faça novos amigos. Não basta ser sócio, tem que participar! Tem que aparecer na sede, votar, ir aos eventos, prestigiar e ser prestigiado. Você vai se surpreender com os resultados. E pra você que ainda não é: busque uma associação que combine mais com seu perfil, com a sua especialidade e desfrute dos benefícios do associativismo.

Venha, participe. Psiu! Chega mais perto! Agradecimento especial para o amigo Dr. Rogério Arno Miranda, que me apresentou o universo associativista.

Desde os primórdios da humanidade os homens se reúnem em diferentes organizações para reivindicar melhorias, aperfeiçoamento de técnicas e defesa de interesses comuns. E você vai ficar sozinho? Leandro

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COLUNA DR. DANIEL FERRO

Sobre lápis e decepções Como meu pai e minha mãe, eu poderia ter visto o mundo pela janela de trás, se eles não tivessem me ensinado que é mais seguro olhar pelo espelho retrovisor

Como meu pai e minha mãe eu vi o mundo pela janela de trás. Vi também, do quintal de casa, muita ascensão alicerçada em cristais de açúcar. Com eles eu aprendi que esse não seria meu caminho. Como meu pai e minha mãe eu fui pobre, mas não de espírito. Correr e saltar, cair e se levantar não é sofrimento quando há uma família em que pai usa argamassa pra refazer tudo e mãe tem sempre curativo nas mãos. Antes não se poderia entender. A mão esquerda mexia em tijolos e a direita me colocava sentado à mesa, mesmo que a fome não me chamasse. Era hora de reunir a família e olhar nos olhos de quem me mantinha reto. Se a mão esquerda fazia curativos, a direita sabia bem aquecer minhas nádegas – deus, aquilo ardia. E se algum trauma se arrastou, foi por não ter agradecido. Como meu pai e minha mãe, eu estudei porque quem não estuda não chega a lugar algum, certo? Certo sim! Porque como meu pai e minha mãe eu acredito que cultura não anda de mãos dadas com inteligência, nem com oportunidade. Não olho de lado para quem tem doutorado ou para quem conhece o Palais de Versailles. Desconfio sim é de quem tem filho e acha que deus lhe brindou com o suficiente para não ter

nada que aprender antes de deixar um bebê acordado até as onze da noite. Cultura de maternidade também constrói cidadãos. Certa vez eu trouxe um lápis da escola. Um projeto de lápis sem ponta. Feliz com a sorte de tê-lo encontrado no pátio enquanto brincava. A mão direita do meu alicerce materno se mostrou rápida. Ardeu. Meu pai consentiu e eu devolvi o lápis. Não para alguém. Não deveria haver alguém que o possuísse. Devolvi a mim e a meus pais a esperança de um aprendizado. Uma vida. Como meu pai e minha mãe eu aprendi que quando a dor de um erro é maior que a dor física de um tapa, então há valores e princípios criando raízes. Chorei a dor da decepção. As outras, esqueci todas. Um lápis jamais será somente um lápis para quem viveu de perto decepção pessoal e respeito por quem perdeu seu simples... lápis. Trinta anos depois, outro lápis, outra alegria de criança e, como meu pai e minha mãe, desta vez tive eu que esmagar o ímpeto de pai protetor e fazer o que é certo. Nunca ardeu tanto. Desta vez, em meu coração. Lápis devolvido e mais um grão de areia em um projeto de cidadão. Deveres cumpridos. Como meu pai e minha mãe, eu poderia ter visto o mundo pela

janela de trás, se eles não tivessem me ensinado que é mais seguro olhar pelo espelho retrovisor. O que se vive hoje é fugaz, passa rápido, mas deixa marcas. O que se ensina hoje, porém, pode ser tatuado para sempre. Uma olhada no retrovisor sim e o foco no que está à frente. Como meu pai e minha mãe, eu tenho sucesso porque foi com pequenas cenas de nossas vidas que eu aprendi que sucesso não tem nada com fama, com dinheiro ou com respeito – respeito também se compra. Sucesso é se fazer necessário, para qualquer pessoa, em qualquer situação. Como meu pai e minha mãe, eu abraço e beijo e demonstro o que sinto. Digo que amo ou que nem tanto porque meu poder não está na incerteza das decepções. Como meu pai e minha mãe, tenho lápis que me lembra do que realmente é decepção.

Certa vez eu trouxe um lápis da escola. Um projeto de lápis sem ponta (...) A mão direita do meu alicerce materno se mostrou rápida. Ardeu.

Daniel Ferro

Veterinário, dentista, jornalista e utópico Autor do blog tecidodetinta.blogspot.com deferro@usp.br


AgENDA CIENTíFICA

ANCLIVePA-SP Palestras: 18/09/2012 Plantas Tóxicas no Domicílio “Identificação de Plantas Tóxicas” Palestrante: Bio Msc Alexandra Boldrin 25/09/2012 Radiologia digital: o que mudou para o clínico? Palestrante: MV Gabriela Rodrigues

Cursos intensivos: Neurologia em Cães e Gatos – 64h 4ª e 5ª feiras das 19h às 23h Período: 10/10 a 20/12/2012 Cirurgia Torácica e Cardio Vascular em Cães e gatos 3ª feiras das 14h às 22h Período: 23/10 a 11/12/2012

obs: Todos os cursos serão realizados na sede da Anclivepa-SP Informações: info@anclivepa-sp.org.br

24/10/2012 Protocolos quimioterápicos para o dia a dia Palestrante: MV, MSc, Karen Assunção 22/11/2012 enriquecimento ambiental para felinos que vivem sozinhos ou em grupo Palestrante: MV, MSc. Daniela Ramos

obs: Todos os cursos serão realizados na sede da Anclivepa-SP Horário: 20h Informações: info@anclivepa-sp.org.br


Agenda científica

oUTRAS eNTIDADES Palestra Plantas Tóxicas no Domicílio Data: 18 de setembro de 2012 Realização: Ecos Anclivepa / Palestrante: Bio. Alexandra Boldrin Local: Sede da Anclivepa – SP Informações: info@anclivepa-sp.org.br Palestra Zoonoses Clássicas e Emergentes Data: 4 de outubro de 2012 / Realização: AMVZN Associação dos Médicos Veterinários da Zona Norte Palestrante: M.V. Maria Alessandra Martins Del Barrio Local: Rua Santa Eulália, 86 – São Paulo Informações: www.amvzn.com.br VIII Congreso Andaluz de Veterinarios “Especialistas en Animales de Compañía” Data: 12 a 13 de outubro de 2012 / Sevilla – Espanha Informações: secretaria@congresoveterinario.es WebSite: - www.congresoveterinario.es Pet South America 2012 Data: 16 a 18 de outubro de 2012 / São Paulo – SP Informações: www.petsa.com.br Southern European Veterinary Conference Data: 18 a 20 de outubro de 2012 / Barcelona - Espanha Informações: secre@sevc.info / +34 93 253 15 22 / www.sevc.info X Encontro de medicina veterinária do Sul da Bahia Data: 23 a 26 de outubro de 2012 / Ilhéus - BA Informações: envetsulba@yahoo.com.br (73) 3680-5140 / www.xencontrovetuesc.com.br Palestra Microscopia Eletrônica Data: 24 de outubro de 2012 / Realização: Ecos Anclivepa Palestrante: Bio. Márcia Catroxo / Local: Sede da Anclivepa – SP Informações: info@anclivepa-sp.org.br

X Congresso Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária Data: 1 a 4 de novembro de 2012 / Florianópolis - SC Local: Centro de Convenções de Florianópolis - CentroSul Informações: (48) 3047-7600 / www.cbcav.org.br I Congresso Brasileiro de Cardiologia Veterinária Data: 2 a 4 de novembro de 2012 Local: Faculdade de Veterinária da USP Informações: www.congressosbcv.com.br/ Palestra Distúrbios Alimentares em Quelônios Data: 21 de novembro de 2012 Realização: Ecos Anclivepa Palestrante: M. V. José H. Fontenelle Local: Sede da Anclivepa – SP Informações: info@anclivepa-sp.org.br Palestra Patologia Clínica das Neuroterapias Data: 22 de Novembro de 2012 Realização: AMVZN Associação dos Médicos Veterinários da Zona Norte Palestrante: M.V. Wagner Sato Local: Rua Santa Eulália, 86 – São Paulo Informações: www.amvzn.com.br/ VCS Veterinary Cancer Society – 2012 Annual Conference Data: 18 a 21 de novembro de 2012 Las Vegas – Nevada – EUA Informações: www.vetcancersociety.org Curso Teórico-Prático de Eletrocardiografia em Cães e Gatos Data: 26 a 30 de novembro de 2012 Local: Jaboticabal - SP Informações: eventos@funep.fcav.unesp.br (16) 3209-1300 / (16) 3209-1303 Informações: www.funep.org.br


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Endocrinovet Endocrinologia em Cães e Gatos Dra. Alessandra Martins Vargas Rua: M.M.D.C. Nº 124 Butantã Fones: (11) 3034-3648 - Cel: (11) 8982-0997 Site: www.endocrinovet.com.br

Ortopedia e Neurologia Dr. Denis Prata Rua: Vieira de Moraes Nº 1862 Campo Belo Fone: (11) 5097-9642 E-mail: denisprata@gmail.com

Centro Veterinário Wilson Grassi Centro de Esterilização Veterinária Dr. Wilson Grassi Jr. Rua: Marciel Monteiro Nº 937 - Arthur Alvin Fone: (11) 2741-6959 Site: www.wilsonveterinario.com.br

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COMUNICADO

Normas para publicação de artigos científicos REVISTA DA ANCLIVEPA- SP 1. O QUE E COMO PUBLICAR Serão aceitos para publicação artigos científicos, revisões de literatura e relatos de caso. A ANCLIVEPA-SP reserva-se o direito de, com base nas normas aqui apresentadas, selecionar os materiais que publicará. A ANCLIVEPA-SP não se responsabiliza pelas opiniões emitidas pelos autores. 1.1. os artigos Os artigos científicos deverão conter, preferencialmente, título, resumo, palavras-chave, introdução, material e métodos, resultados, discussão, conclusão, referência bibliográfica e agradecimentos. Revisões de literaturas e relatos de caso deverão conter título, resumo, palavra chave, introdução (opcional), revisão de literatura, relato do caso, discussão (opcional nas revisões de literatura e obrigatório nos relatos de caso) e referência bibliográfica. Os textos deverão ter de 5 a 7 páginas de Word (até 15.000 caracteres – com espaço) , estar em formato de arquivo “doc” de Word for Windows 6.0 ou superior, fonte Times New Roman de 12 cpi e espaçamento de 1,5 cm entre linhas. A ANCLIVEPA-SP reserva-se o direito de, em comum acordo com os autores, reduzir o texto ou dividi-lo em duas publicações para adequação às suas necessidades de publicação. Para tal, os autores serão previamente contatados, bem como para correções ou sugestões de nossa comissão de divulgação. 1.2. Imagens Todas as imagens deverão ser enviadas em arquivos JPEG ou GIF, alta resolução (300dpi ou superior) e tamanho de 600kb ou superior e, necessariamente, separadas do arquivo do texto. Imagens inseridas no documento do Word ou outro editor de textos não permitem impressão e não serão aceitas. Figuras, tabelas e gráficos deverão ser inéditos e acompanhados de legenda que descreva em detalhes a imagem. Setas devem ser usadas para especificar um ou mais focos de interesse. Todas as imagens deverão ser acompanhadas pelo nome do detentor dos seus direitos ou da origem da mesma. 1.3. Referências no texto O texto deverá conter indicações de referências bibliográficas, especialmente ao longo da Revisão de Literatura (ou Introdução) e durante a discussão. Estas indicações deverão ser indicadas em números (algarismo arábico), sobrescritos, ao final de cada frase que o autor considerar necessária a referência. 1.4. Apresentação das referências Os artigos científicos, livros e teses que forem utilizadas

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ao longo do texto deverão ser relacionadas ao final do mesmo, numeradas de acordo com a numeração que aparece no texto e seguindo o estilo do exemplo abaixo: 1.4.1. Artigos científicos YUKNA, R. A. Osseous defect responses to hydroxyapatite grafting versus open flap debridement. Journal of Clinical Periodontology, v. 16, p. 398-402, 1989. 1.4.2. Livros WIGGS, R. B.; LOBPRISE, H. B. Veterinary dentistry – Principles & Practice, Philadelphia: Lippincott-Raven, 1997. p. 748 1.4.3. Teses FERRO, D. G. estudo clínico da aplicação de peptídeo sintético de adesão celular (PepGen-P15®) em lesões periodontais graves de cães. 2005. 123 f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005 2. AUToReS Os trabalhos deverão ser acompanhados de nome completo de todos os autores, endereço para correspondência, telefones, endereços de e-mails e um mini-curriculum de cada um deles. Uma foto digital, frontal de rosto (tipo foto 3x4) do primeiro autor deverá ser enviada juntamente com o artigo para ser publicada ao lado do título. 3. PARA oNDe e CoMo eNVIAR O material poderá ser encaminhado à sede da ANCLIVEPA-SP através de correspondência endereçada á Comissão de Divulgação - Artigos científicos - Revista da Anclivepa São Paulo, no endereço apresentado abaixo. Neste caso, deverá ser enviado o artigo impresso na integra e com uma cópia em CD-Rom, na qual constarão texto, fotos e gráficos que o autor considerar pertinentes. Os artigos também poderão ser enviados por e-mail para anclivepasp.revista@gmail.com, com título da mensagem Artigos científicos - Revista da Anclivepa São Paulo. ANCLIVePA-SP Av. Brigadeiro Faria Lima, 1616 – 11º andar conj 1106 – Ed. Barão de Água Branca Jd. Paulistano São Paulo/SP Cep. 01451-001 e-mail: anclivepasp.revista@gmail.com / Fone: 11-3813-6568

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Revista Anclivepa SP - Edição 80  

80ª edição da revista Anclivepa