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EDIÇÃO 37

O skate nos tempos modernos

a moto velocidade “campeonatos”

o surf dos brasileiros na origem

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CAPA O skate nos tempos modernos Pág. 4 e 5

MOTOR a moto velocidade “campeonatos” Pág. 6 e 7

De onda o surf dos brasileiros na origem pág. 8 e 9


SKATE TEMPOS MODERNOS No final dos anos 80 surgiu

Nos anos 90 o skate atingiu seu auge, com muitos adeptos, produtos e campeonatos que incentivam bastante os jovens crianças, e até os velhos dos anos 90. E assim o skate vai levando suas origens até o futuro, se desenvolvendo cada vez mais, superando todas as barreiras de preconOutro fator muito imporceitos imposta sobre seus tante para o skate da época praticantes, e assim vamos foi o vídeo da Bones Brigade, levando o skate que nunca em que Steve Caballero teve morrerá. um papel bastante forte. A partir daí, o skate nunca mais decaiu. um garoto que, com apenas 12 anos, mandava flips muito altos na rampa. Um garoto magro e com um estilo muito técnico e mesmo com pouca idade já deixavam os velhões de queixo caido. Seu nome: Tony Hawk.

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O skate ainda pouco divulgado no Brasil, apesar de possuir grandes skatistas. No país o esporte já teve seus altos e baixos. O primeiro pico foi na década de 80, onde havia resvostas, vídeos e até album de figurinhas. Depois no final desta década e no começo dos anos 90, esta febre foi abaixando , talvez pela falta de patrocínio, divulgação, marcas.

está fazendo o skate voltar ao palco, é a qualidade do skate atual. Na década de 80 não havia tantas técnicas e manobras como hoje, tanto porque a configuração do skate era outra. Shape largo sem nose, rodas grandes e trucks pesados. Apesar disso o freestyle rolava forte naqueles tempos.

Hoje em dia, o esquema é A divulgação com a chegada outro, o shape é estreito (normalmente 7.5), as rodas são da TV a cabo e de canais de esportes está trazendo o skate menores e os trucks bem leves, facilitando assim as de volta à cena. Mas não é apenas o retorno à mídia que manobras de street.

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MOTO VELOCIDADE Um esporte motorizado praticado com motos comuns como as que circulam pelas ruas ou protótipos como as do Moto GP e praticado em autódromos asfaltados.

clusive como vencedores os japoneses Akiusu Motoashi e Hirowuki Kawasaki.

O que conhecemos como Moto GP é uma categoria da motovelocidade As motos comuns as de rua podem onde competem as motos protótipos sendo este um campeonato mundial e ou não possuir alterações em sua estando o título Moto GP associado e mecânica e visual o que acontece na dando nome a categoria 500cc que até maioria das vezes seja para adequações de segurança, técnicas ou de per- 2001 era simplesmente chamada de 500cc quando houve uma mudança formance. de marketing global passando o evento a ser chamado de Moto GP tanto No Brasil existem diversos campeonatos como Campeonato Brasileiro que na época o evento no Brasil tinha de Motovelocidade, 500 Milhas de In- o nome de Campeonato Mundial de terlagos sendo a das mais tradicional motovelocidade como se pode notar tendo sua primeira etapa ocorrido em em revistas da época 1970 sendo que os vencedores foram Paolo Tognocchi e Gualtiero Tognocchi e já nos dois anos seguintes alcançou sucesso internacional tendo in-

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Surf B R No Brasil, as primeiras pranchas, então chamadas de “tábuas havaianas”, chegaram pelas mãos de turistas e funcionários de companhias aéreas. Sabe-se que, no Brasil, o esporte foi desenvolvido e começado em Santos, [1][2] com nomes como Thomas Rittscher Júnior, Margot Rittscher, Osmar Gonçalves e João Roberto Suplicy Hafers.[3] Gonçalves era filho de um exportador de café bem-sucedido, que lhe trouxe dos E.U.A. uma revista chamada Popular Mechanic. Um dos artigos ensinava como fazer uma prancha. Foi o que Osmar fez com a ajuda dos amigos João Roberto Suplicy Haffers e Júlio Putz entre Dezembro de 1938 e Janeiro de 1939. A prancha tinha 3,60 metros e pesava oitenta kg.

Em 1952, um grupo de cariocas, liderado por Paulo Preguiça, Jorge Paulo Lehman e Irencyr Beltrão, começou a descer as ondas em Copacabana, com pranchas de madeirite. O esporte começava a popularizarse. As primeiras pranchas de fibra de vidro, importadas da Califórnia, só chegaram ao Brasil em 1964. Em 15 de Julho de 1965, foi fundada a primeira entidade de surfe do país - a Associação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro. Esta organizou o primeiro campeonato em Outubro daquele ano. No entanto, o surfe só seria reconhecido como esporte pelo Conselho Nacional de Desportos em 1988. Em 1989, o shaper carioca Henry Lelot e amigos, fundaram a Feserj - Federação de Surfe do

Estado do Rio de Janeiro - na época, a segunda Federação de Surfe do país. Atualmente, a entidades responsáveis pela organização no esporte no país são a Confederação Brasileira de Surfe (CBS) - filiada ao COB e há anos presidida pelo paranaense Juca de Barros, e a Associação Brasileira dos Surfistas Profissionais (ABRASP), sendo que o campeonato nacional denominado circuito SuperSurfe. Muitos recursos são utilizados para saber como estão as ondas, especialmente a internet , onde o surfista pode conferir ao vivo, através de sites especializados, as ondas de todo o litoral brasileiro e mesmo do exterior, através das câmeras nas praias. Pode-se também conferir os mapas e gráficos de previsão de ondas, para se programar uma viagem para a prática do surfe, garantindo assim que a viagem seja proveitosa. Este recurso só foi possível com o advento da internet, no final do século 20, antes disso, os surfistas faziam as suas viagens para surfar frequentemente sem saber como estavam as condições do mar, muitas vezes se deparando com condições adversas à prática do surfe. Outras vezes os surfistas permaneciam por longos períodos

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nas praias de surfe, para poder assim esperar pelas condições favoráveis à prática do surfe, desta forma porém, muitas vezes não podiam realizar outras atividades, como trabalhar ou estudar, assim o surfista tinha a sua imagem muitas vezes associada a de um desocupado, ou vagabundo. Com o advento da previsão das ondas, abriu-se um novo horizonte para a prática do esporte, fazendo com que o surfista pudesse programar a sua vida, tornando assim a sua viagem muito mais proveitosa, podendo realizar outras atividades úteis durante o período de espera das ondas, com o tempo a associação da prática do surfe com a vagabundagem foi desaparecendo.

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