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ALTERAÇÕES

PPP CMEI PROFESSORA ROSALINA VILLAÇA SALVETTI

ANO – 2011


III- METAS DA ESCOLA (a curto, médio e longo prazo).

3.1- Com relação ao espaço físico da escola e equipamentos Curto prazo: As metas a serem alcançadas para este ano letivo, em relação ao espaço físico da nossa Unidade Escolar, dependerão das ações da nossa Prefeitura Municipal, pois sabemos que mesmo que tentemos promover os tradicionais eventos em nossa escola para a aquisição de materiais e melhorias para este espaço, a maior parte do sucesso dessas ações dependerão de terceiros, ou seja: do órgão público Prefeitura / Departamento de Educação. Citaremos no espaço abaixo as metas prioritárias ao nosso espaço escolar: - Colocação da placa com o novo nome da escola. - Reparos nos brinquedos do play ground, pintura dos brinquedos já existentes e aquisição de um novo brinquedo. - Aquisição de uma impressora. - Aquisição de jogos educativos, montagem de uma Cdteca “com variados ritmos musicais” e de uma Pinacoteca. - Troca de mobiliário: das salas de aula e mesa da diretoria. - Construção de dois banheiros, acoplados às salas destinadas aos maternais. - Aquisição de equipamentos mais modernos para a cozinha: liquidificador, extrator de sucos, panelas, entre outros. - Antena

- Televisor de 29” - DVD - jogos de mesa - prateleiras para livros

Médio prazo:

- Construção de salas ambiente: Biblioteca/ Brinquedoteca;


- Máquina de xerox; - construção de uma casinha de alvenaria; - parede de azulejo; - Pintura da escola.

Longo prazo:

- Reforma do berçário e lactário (ampliação ou construção de mais um espaço na U.E, para tal atendimento). - Retroprojetor - Data show

V- REGIME DE FUNCIONAMENTO

5.1 – Jornada

Auxiliares de Educação Infantil responsáveis pelo Berçário I (período integral)

Patrícia da Silva Pereira Jornada: 7:00hs as 16:30hs Almoço: 11:30hs as 13:00hs

Debora Cristina Guimaraes Junqueira Jornada: das 8:00hs as 17:00hs Almoço: 13:00hs as 14:00hs


Auxiliares de Educação Infantil responsáveis pelo Berçário II (período integral)

Telma de Paula Silva da Silveira Jornada: das 7:00hs as 16:30hs Almoço: 11:30hs as 13:00hs

Tânia Viana Nery de Oliveira Jornada: das 8:00hs as 17:00hs Almoço: 13:00hs as 17:00hs.

Josiane Coelho de Albuquerque Jornada: das 7:30 hs as 16:30 Almoço: 12:00 as 13:00

Auxiliares de Educação Infantil responsáveis pelo Maternal I A (período integral)

Silvia Aparecida Bone Domingues Jornada: das 7:00hs as 16:00hs Almoço: 12:00 as 13:00hs

Maria Irene Silva Nagi ( Tarde) Jornada: das 7:00hs as 16:30hs Almoço: 11:30hs as 13:00hs.

Luciane Vanni Ribeiro Jornada: 08:00hs as 17:00hs Almoço: 13:00hs as 14:00hs


Auxiliares de Educação Infantil responsáveis pelo Maternal I B (período integral)

Maria Irene Silva Nagi ( Manhã) Jornada: das 7:00hs as 16:30hs Almoço: 11:30hs as 13:00hs.

Auxiliares de Educação Infantil responsáveis pelo Maternal II A (período integral)

Marisete Aparecida Giorni Moraes Jornada: das 7:00hs as 16:00hs Almoço:12:00hs as 13:00hs

Auxiliar de Educação Infantil responsável pelo Jardim I (período vespertino/ apoio à 1.ª fase EMEI matutina)

Sandra Aparecida Mistieri Jornada: das 8:00hs as 17:00hs Almoço: 13:00hs as 14:00hs

Auxiliares de Educação Infantil Responsáveis pelo Jardim II (período vespertino/apoio à 2.ª fase EMEI matutina)

Maria Irene Silva Nagi Jornada: das 7:00hs as 16:30hs Almoço: 13:00hs as 14:30hs


5.2 - Turnos e Horários *Turnos: Integral – Manhã - Tarde *Horário de Funcionamento: Das 7:00h. as 17:00h. atendemos os alunos da creche no turno integral. Das 7:30h. as 11:30h. atendemos os alunos da EMEI do turno manhã. Das 13:00h. as 17:00h. atendemos os alunos da EMEI do turno tarde.

*Subordinação: Departamento de Educação Municipal e demais órgãos que regem a educação municipal em suas esferas regionais, estaduais e federais.

5.3- Horários Administrativos Coordenadora pedagógica: das 7:30 as 11:30 e das 13:00 as 17:00hs.

Serviçais II / Merendeiras

Idalina Ferreira da Silva Jornada: 7:30hs as 16:30hs Almoço: 12:00hs as 13:00hs

Tânia Rosilda Ferinasse Cardoso Jornada: 7:30hs as 16:30hs Almoço: 12:00hs as 13:00hs

Vilma Ferreira Ramos Jornada: das 6:00hs as 15:00hs Almoço: 12:00hs as 13:00hs


Lactarista Maria Ionice Jornada: das 7:00hs as 16:00hs Almoรงo: 12:00hs as 13:00hs

Serviรงais I / Auxiliares de Serviรงos Gerais Rosana Aparecida Santinelli Jornada: das 6:00hs as 15:30hs Almoรงo: 12:30hs as 14hs

Erika Gislaine Ferreira da Silva Guilherme Jornada: das 7:00hs as 17:00hs Almoรงo: 12:30hs as 14:30hs


5.4 - Calendรกrio Escolar 2010


VII- RECURSOS HUMANOS Sandra Cristina Sasso Documentos: R.G: 33.705.254-2 CPF: 300.454.698-14 Função: Coordenadora Pedagógica de Educação Infantil Situação funcional: Cargo comissionado. Formação: Pedagogia, Pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional.

Responsáveis pelas 2.ªs fases/EMEI

Período Matutino

Beatriz do Carmo Documentos – R.G. 23.535.332-2 CPF: 177.231.498-67 Função: Professora de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária – nesta U.E. situação de troca Formação: Pedagogia *Sala pertencente à Prof.ª Sonia Ap. Faroni da Silva que se encontra exercendo funções docentes no Núcleo de Música em nossa Prefeitura Municipal (Dep.º de Cultura). Período Vespertino

Cláudia Cristina Camargo Piccirillo Documentos: R.G: 19.437.132 CPF: 307.025.248-67 Função: Professora de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Pedagogia e Pós Graduação em Psicopedagogia


1.ªs fases /EMEI Período Matutino

Michele Rodrigues dos Santos Devidé Documentos – RG: 34.338.933-2 CPF: 329.646.528-64 Função: Professora de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Pedagogia

Período Vespertino

Silvana Correa Simas Coronado Documentos - RG: 27.279.567-7 CPF: Função: Professora de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Pedagogia

MATERNAIS II / EMEI

Período Matutino Flávia Denize de Oliveira Lombardi Documentos – RG: 26.679.095-1 CPF: 251.981.598-16 Função: Professora de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Pedagogia


Período Vespertino Ana Claúdia Grotti Documentos – RG: 14.927.802-0 CPF: 144.956.968-40 Função: Professora de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Pedagogia e Pós-graduação em Psicopedagogia

MATERNAL I / EMEI

Período Vespertino

Flávia Denize de Oliveira Lombardi Documentos – RG: 26.679.095-1 CPF: 251.981.598-16 Função: Professora de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Pedagogia

Responsáveis pelo Berçário I (período integral)

Patrícia da Silva Pereira Documentos – RG: 29.173.716-x CPF: 280.823.148-26 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: ensino médio

Daniele Aparecida dos Santos Documentos – RG: 48.527.363-9 CPF: 389.615.178-99 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: contratada


Formação: Ensino Médio

Responsáveis pelo Berçário II (período integral)

Telma de Paula Silva da Silveira Documentos – RG: 30.625.882-1 CPF: 286.236.088-01 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Médio/Técnica em Processamento de Dados

Ana Lúcia Roberto Xavier Sales Documentos – RG: 25.469.467-6 CPF: 177.238.228-04 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: contratada Formação: Ensino Médio

Licença saúde Silvia Aparecida Boné Domingues Documentos – RG: 29.379.552-6 CPF: 197.443.968-22 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Médio

Responsáveis pelo Maternal I (período integral)

Priscila Hiromi Tamaki Documentos – RG:

CPF: 375.652.128-14

Função: Auxiliar de Educação Infantil


Situação funcional: Contratada Formação: Ensino Médio

Silvia Aparecida do Carmo Documentos – RG: 28.046.217-7

CPF: 177.240.608-27

Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: Contratada Formação: Ensino Médio

Licença Saúde Luciane Vanni Ribeiro Documentos – RG: 26.368.183-x CPF: 182.232.108-51 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Médio

Responsáveis pelo Maternal II (período integral)

Marisete Aparecida Giorni Moraes Documentos – RG: 17.395.777 CPF: 046.132.258.76 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Magistério

Responsável pelo Jardim I (período vespertino/ apoio à 1.ª fase EMEI matutina)

Sandra Aparecida Mistieri Documentos – RG: 30.054.959-3

CPF: 261.485.628-20

Função: Auxiliar de Educação Infantil


Situação funcional: Estatutária Formação: ensino médio

Responsáveis pelo Jardim II (período vespertino/apoio à 2.ª fase EMEI matutina)

Maria Irene Silva Nagi Documentos – RG: 17.286.375 CPF: 083.183.788-81 Função: Auxiliar de Educação Infantil Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Médio

Estagiárias da CMEI

Período matutino Débora Mônica Silva Ferreira Pinto Documentos – RG: 28.253.808-2 CPF: 219.307.498-48 Função: Estagiária Situação funcional: Contrato/Estágio por período determinado Formação: Ensino Médio cursando atualmente o 3.º sem. de Pedagogia

Período vespertino

Abigail Nunes de Oliveira Documentos - RG: 15.899.131 CPF: 046.654.408-16 Função: Estagiária Situação funcional: Contrato/Estágio por período determinado Formação: Ensino Médio cursando atualmente o 3.º sem. de Pedagogia

Melissa Cristine Cunha Borges


Documentos – RG: 42.489.430-0 CPF: 334.190.688-67 Função: Estagiária Situação funcional: Contrato/Estágio por período determinado Formação: Ensino Médio cursando atualmente o 2.º sem. de Pedagogia

Responsáveis pela Merenda

Idalina Ferreira da Silva Documentos – RG: 20.582.898-X CPF: 255.615.448-96 Função: Serviçal II / Merendeira Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Fundamental – Séries Iniciais

Vilma Ferreira Ramos Documentos – RG: 14.304.334-1

CPF: 249.779.318-23

Função: Serviçal II / Merendeira Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Médio

Tania Rosilda Ferinassi Cardoso Documentos – RG: 17.477.850-8 CPF: Função: Serviçal II / Merendeira Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Médio

Responsável pelo Lactário

Maria Ionice Documentos – RG: CPF:


Função: Serviçal II/Merendeira Situação funcional: Estatutária Formação: Ensino Fundamental – Séries Iniciais

Responsáveis pela Limpeza

Rosana Aparecida Santinelli Documentos – RG: 22.121.830-0 CPF: 062.750.708-54 Função: Serviçal I / Auxiliar de Serviços Gerais Situação funcional: Contratada Formação: Ensino médio

Erika Gislaine Ferreira da Silva Guilherme Documentos – RG: 28.456.217-8 CPF: 263.998.988-03 Função: Serviçal I /Auxiliar de Serviços Gerais Situação funcional: Contratada Formação: Magistério


CARGO: AUXILAR DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Atribuições:

a) Planejar e desenvolver atividades junto às crianças; b) Permanecer junto às crianças durante todas as atividades; c) Participar de horário de alimentação junto às crianças, distribuindo alimentos e auxiliando-as caso necessário, respeitando as características do grupo, o ritmo alimentar das crianças e o gosto de cada uma, incentivando uma alimentação variada; d) Observar as técnicas de higiene durante a alimentação e a postura correta das crianças; e) Respeitar o horário determinado para a sua alimentação, elaborar e cumprir a rotina diária de seu grupo; f) Comunicar ao responsável da Creche e da criança as alterações de comportamento (biológicas, psicológicas e sociais) observadas nas crianças; g) Participar das reuniões pedagógicas e de pais, bem como dos cursos de formação continuada, sempre que solicitada; h) Manter organizado e limpo o local de trabalho; i) Zelar pela guarda, conservação e limpeza dos materiais e equipamentos de trabalho; j) Controlar e registrar a frequência diária das crianças; k) Assinar o livro ponto diariamente; l) Observar e seguir as normas de rotina e orientação estabelecidas pelo responsável pela Creche (coordenador ou diretor) e pelo Departamento de Educação; m) Tratar com respeito, atenção e cordialidade pais e visitantes; n) Tratar as crianças com respeito e carinho, demonstrando afetividade; o) Promover um ambiente ético e profissional dentro da Creche; p) Cuidar da higiene corporal das crianças, observando as condutas adequadas; q) Providenciar os primeiros socorros às crianças, quando necessário; r) Cumprir as orientações dadas pelos profissionais de saúde.


IX- PROPOSTA DE ATENDIMENTOS AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

De acordo com pesquisa nas Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Indicação e Deliberação do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, sabemos que deveremos organizar nossa proposta de atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais, quando os tivermos em nosso espaço escolar, contando com o apoio de nosso D.E. à quem somos subordinados. No atual momento, não temos nenhum aluno com necessidade educacional especial. Segue-se abaixo o teor da Lei pesquisada: Resolução SE 11, de 31-1-2008- Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas. A Secretária da Educação, com fundamento no disposto nas Constituições Federal e Estadual, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Indicação nº 70/07 e Deliberação nº 68/07 do Conselho Estadual de Educação, e considerando que: O atendimento escolar de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais far-se-á preferencialmente, em classes comuns da rede regular de ensino, com apoio de serviços especializados organizados na própria ou em outra unidade escolar, ou, ainda, em centros de apoio regionais; A inclusão, permanência, progressão e sucesso escolar de alunos com necessidades educacionais especiais em classes comuns do ensino regular representam a alternativa mais eficaz no processo de atendimento desse alunado; Os paradigmas atuais da inclusão escolar vêm exigindo a ampliação dos serviços de apoio especializado e a adoção de projetos pedagógicos e metodologias de trabalhos inovadores, Resolve: Art. 1º - São considerados alunos com necessidades educacionais especiais: I - alunos com deficiência física, mental, sensorial e múltipla, que demandem atendimento educacional especializado; II - alunos com altas habilidades, superdotação e grande facilidade de aprendizagem, que os levem a dominar, rapidamente, conceitos, procedimentos e atitudes; III - alunos com transtornos invasivos de desenvolvimento; IV - alunos com outras dificuldades ou limitações acentuadas no processo de desenvolvimento, que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares e necessitam de recursos pedagógicos adicionais. Art. 2º - Os alunos com necessidades educacionais especiais, ingressantes na 1ª série do ensino fundamental ou que venham transferidos para qualquer série ou etapa do ensino fundamental e médio, serão matriculados, preferencialmente, em classes comuns do ensino regular, excetuando-se os casos, cuja situação específica, não permita sua inclusão direta nessas classes. § 1º - O encaminhamento dos alunos de que trata o caput deste artigo para serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos far-se-á somente após


avaliação pedagógica realizada em conformidade com o disposto na presente resolução. § 2º - Aplicam-se aos alunos da modalidade de educação especial, as mesmas regras previstas no regimento da escola para fins de classificação em qualquer série ou etapa, independente de escolarização anterior, mediante avaliação realizada pela escola. Art. 3º - O atendimento escolar a ser oferecido ao aluno com necessidades educacionais especiais deverá ser orientado por avaliação pedagógica realizada pela equipe da escola, formada pelo Diretor, Professor Coordenador e Professor da sala comum, podendo, ainda, contar, com relação aos aspectos físicos, motores, visuais, auditivos e psicossociais, com o apoio de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde. Art. 4º - Caberá aos Conselhos de Classe/Ciclo/Série/Termo, ao final de cada ano letivo, aprovar relatório circunstanciado de avaliação, elaborado por professor da área, contendo parecer conclusivo sobre a situação escolar dos alunos atendidos pelos diferentes serviços de apoio especializado, acompanhado das fichas de observação periódica e contínua, em conformidade com os Anexos I, II e III desta resolução. Art. 5º - Os alunos com deficiências que apresentem severo grau de comprometimento, cujas necessidades de recursos e apoios extrapolem, comprovadamente, as disponibilidades da escola, deverão ser encaminhados às respectivas instituições especializadas conveniadas com a Secretaria da Educação. Art. 6º - em se tratando de alunos com significativa defasagem idade/série e severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla, que não puderem atingir os parâmetros exigidos para a conclusão do ensino fundamental, as escolas poderão, com fundamento no inciso II do artigo 59 da Lei 9.394/96, expedir declaração com terminalidade específica de determinada série, acompanhada de histórico escolar e da ficha de observação contendo, de forma descritiva, as competências desenvolvidas pelo educando. § 1º - A terminalidade prevista no caput deste artigo somente poderá ocorrer em casos plenamente justificados mediante relatório de avaliação pedagógica, balizada por profissionais da área da saúde, com parecer aprovado pelo Conselho de Escola e visado pelo Supervisor de Ensino. § 2º - A escola deverá articular-se com os órgãos oficiais ou com as instituições que mantenham parcerias com o Poder Público, a fim de fornecer orientação às famílias no encaminhamento dos alunos a programas especiais, voltados para o trabalho, para sua efetiva integração na sociedade. Art. 7º - Consideradas as especificidades regionais e locais, serão organizados, gradativamente, em nível de unidade escolar e por sua solicitação, Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs), desde que acompanhados dos termos de anuência da Diretoria de Ensino e da respectiva Coordenadoria de Ensino. Art. 8º - A implementação de Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade da oferta da educação especial, na rede estadual de ensino, viabilizando-a por uma reorganização que, favorecendo a adoção de novas metodologias de trabalho, leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular. Parágrafo único - Os Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs) serão implementados por meio de: 1 - atendimento prestado por professor especializado, em sala de recursos específicos, em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos, e, em período diverso daquele que o aluno frequenta na classe comum, da própria escola ou de outra unidade; 2 - atendimento prestado por professor especializado, na forma de itinerância. Art. 9º - Os alunos que não puderem ser incluídos em classes comuns, em decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla, ou mesmo


apresentarem comprometimento do aproveitamento escolar em razão de transtorno invasivo do desenvolvimento, poderão contar, na escola regular, em caráter de excepcionalidade e transitoriedade, com o atendimento em classe regida por professor especializado, observado o disposto no parágrafo único do art. 4° da Deliberação CEE 68/07. § 1º - Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno em classe regular, a indicação da necessidade de atendimento em classe regida por professor especializado deverá resultar de uma avaliação multidisciplinar, a ser realizada por equipe de profissionais indicados pela escola e pela família. § 2º - O tempo de permanência do aluno na classe regida por professor especializado dependerá da avaliação multidisciplinar e de avaliações periódicas a ser realizada pela escola, com participação dos pais e do Conselho de Escola e/ou estrutura similar, com vistas a sua inclusão em classe comum. § 3º - O caráter de excepcionalidade, de que se revestem a indicação do encaminhamento dos alunos e o tempo de sua permanência em classe regida por professor especializado, será assegurado por instrumentos e registros próprios, sob a supervisão do órgão competente. Art. 10 - na organização dos Serviços de Apoio Especializado (Sapes) nas Unidades Escolares, observar-se-á que: I - o funcionamento da sala de recursos será de 25 (vinte e cinco) aulas semanais, distribuídas de acordo com a demanda do alunado, com turmas constituídas de 10 a 15 alunos, de modo a atender alunos de 02(dois) ou mais turnos, quer individualmente, quer em pequenos grupos na conformidade das necessidades do(s) aluno(s); II - as aulas do atendimento itinerante, a serem atribuídas ao docente titular de cargo como carga suplementar e ao ocupante de função-atividade na composição da respectiva carga horária, serão desenvolvidas em atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais, em trabalho articulado com os demais profissionais da escola; III - o apoio oferecido aos alunos, em sala de recursos ou no atendimento itinerante, terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2 aulas diárias. Art. 11 - a organização dos SAPEs na unidade escolar, sob a forma de sala de recursos, somente poderá ocorrer quando houver: I - comprovação de demanda avaliada pedagogicamente; II - professor habilitado ou, na ausência deste, professor com Licenciatura Plena em Pedagogia e curso de especialização na respectiva área da necessidade educacional, com, no mínimo, 360 horas de duração; III - espaço físico adequado, não segregado; IV - recursos e materiais didáticos específicos; V - parecer favorável da CENP, expedido pelo Centro de Apoio Pedagógico Especializado. § 1º - As turmas a serem atendidas pelas salas de recursos poderão ser instaladas para atendimento de alunos de qualquer série, etapa ou modalidade do ensino fundamental ou médio, e as classes com professor especializado, somente poderão atender alunos cujo grau de desenvolvimento seja equivalente ao previsto para o Ciclo I. § 2º - A constituição da turma da sala de recursos, da classe com professor especializado e da itinerância deverá observar o atendimento a alunos de uma única área de necessidade educacional especial. Art. 12 - Os docentes, para atuarem nos SAPEs, deverão ter formação na área da necessidade educacional especial, observada a prioridade conferida ao docente habilitado.


Art. 13 - Caberá ao professor de Educação Especial, além do atendimento prestado ao aluno: I - participar da elaboração da proposta pedagógica da escola; II - elaborar plano de trabalho que contemple as especificidades da demanda existente na unidade e/ou na região, atendidas as novas diretrizes da Educação Especial; III- integrar os conselhos de classes/ciclos/séries/termos e participar das HTPCs e/ou outras atividades coletivas programadas pela escola; IV- orientar a equipe escolar quanto aos procedimentos e estratégias de inclusão dos alunos nas classes comuns; V - oferecer apoio técnico pedagógico aos professores das classes comuns; VI - fornecer orientações e prestar atendimento aos responsáveis pelos alunos bem como à comunidade. Art. 14 - As unidades escolares que não comportarem a existência dos SAPEs poderão, definida a demanda, contar com o atendimento itinerante a ser realizado por professores especializados alocados em SAPEs ou escolas da região, atendidas as exigências previstas no art. 17 da Resolução SE 90/05. Art. 15 - Caberá às Diretorias de Ensino: I - proceder ao levantamento da demanda das salas de recursos e do apoio itinerante, visando à otimização e à racionalização do atendimento com o objetivo de transformar ou transferir o serviço oferecido, remanejando os recursos e os equipamentos para salas de unidades escolares sob sua jurisdição; II- propor a criação de serviços de apoio pedagógico especializado à respectiva coordenadoria de Ensino; III- orientar e manter as escolas informadas sobre os serviços ou instituições especializadas existentes na região, mantendo contatos com as mesmas, de forma a agilizar o atendimento de alunos. Art. 16 - As situações não previstas na presente resolução serão analisadas e encaminhadas por um Grupo de Trabalho constituído por representantes da CENP/CAPE, Cogsp e/ou CEI e Diretoria (as) de Ensino envolvida(s). Art. 17 - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial, a Resolução SE 95/00. terça-feira, 12 de fevereiro de 2008 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 118 (26) – 21.


P R E F E I TU R A TURÍSTICA E S T A D O

DA ESTÂNCIA DE SÃO ROQUE

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CMEI Prof.ª ROSALINA VILLAÇA SALVETTI

A INCLUSÃO NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

ANO - 2010


P R E F E I TU R A TURÍSTICA E S T A D O

DA ESTÂNCIA DE SÃO ROQUE

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IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA NOME DA UNIDADE ESCOLAR: Centro Municipal de Educação Infantil “Professora Rosalina Villaça Salvetti” (CMEI “Prof.ª Rosalina Villaça Salvetti”).

ENDEREÇO: Rua das Acácias, 140 – Jardim Guaçú. Telefone: (11) 4784-5497 CEP. 18.132-450 São Roque – SP.

CONTEXTO DA ESCOLA

AMBIENTE SOCIAL, CULTURAL E FÍSICO.

A unidade escolar Cmei Profª Rosalina Villaça Salvetti, está localizada na zona urbana da cidade de São Roque, localiza-se um pouco distante do centro da cidade (cerca de 3 km). O espaço na instituição de Educação Infantil propicia condições para que as crianças tenham seu desenvolvimento social, afetivo, cognitivo, físico, ético e estético, ampliando suas relações, respeitando a individualidade e diversidade, considerando assim as possibilidades de aprendizagem que apresentam nas diferentes faixas etárias. A unidade escolar até o final do ano letivo de 2009 ainda não tinha nenhuma inclusão, mas no começo do ano letivo de 2010 recebemos o primeiro aluno com necessidade educacional especial. Percebemos que o pai desta criança tem a visão da necessidade de inserir seu filho no processo de socialização desde cedo, confiando na Educação Infantil de qualidade.


P R E F E I TU R A TURÍSTICA E S T A D O

DA ESTÂNCIA DE SÃO ROQUE

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Nossos professores adaptarão os métodos de acordo com o tipo e do grau de deficiência dos alunos com necessidades educacionais especiais, buscando alternativas para que eles consigam participar das aulas e desenvolver o processo de aprendizagem. O currículo poderá ser alterado, devendo nosso professor priorizar os conteúdos que são mais relevantes para o seu desenvolvimento. Entendemos que a inclusão é um processo sem volta e, como educadores desta U.E., temos que enfrentar esse desafio buscando informações, conhecendo novas metodologias, ferramentas e recursos por meio de uma formação continuada, favorecendo a aprendizagem destes alunos.

SITUAÇÃO SÓCIOECONÔMICA E EDUCACIONAL DA COMUNIDADE.

A clientela é constituída, na sua maioria, por alunos com baixa renda familiar e algumas dessas famílias são numerosas. Os pais dos alunos em sua maioria possuem baixa escolaridade, diversas mães são empregadas domésticas, balconistas nas lojas do comércio local, a maioria dos pais são operários ou autônomos da construção civil (pedreiros e serventes), outros são operários de pequenas indústrias, serviços gerais e caseiros. Esta situação reflete em grande demanda por vagas na creche. A escola atende alunos do bairro do Jd. Guaçú e adjacências (Jd. Guaçú II, Estrada do Ibaté e do Jd. Boa Vista), sendo assim, temos aproximadamente 30 alunos utilizando o transporte escolar municipal e 15 utilizando transporte escolar particular, contratado pelos pais de alunos. pagos.

A maioria das famílias possui televisão, rádio, DVD player e aparelhos celulares pré-

No ato da matrícula os alunos com necessidades educacionais especiais são identificados de acordo com o preenchimento da ficha de dados, onde identificaremos as situações socioeconômicas da família e sua necessidade especial, bem como os tratamentos que já vem fazendo, para assim a escola tomar as providências necessárias.


P R E F E I TU R A TURÍSTICA E S T A D O

Nome do aluno

JOÃO VICTOR VIEIRA DOS PRAZERES

DA ESTÂNCIA DE SÃO ROQUE

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Tipo de necessidade

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Fase

Período

BERÇÁRIO I

INTEGRAL

D.N. 02/06/09

HISTÓRICO DA ESCOLA

A Educação Infantil surgiu em São Roque com o objetivo de oferecer um espaço para o lazer das crianças que residiam na área central da cidade. Com construções no centro da cidade as crianças perdem o quintal e a circulação das pessoas e veículos, já não permitem as brincadeiras de rua. Posteriormente, criam-se as Escolas Municipais de Educação Infantil nos bairros populosos do município e estas passam a ser conhecidas como “Parques Infantis” ou “Parquinhos”. Por volta de 1970, a Prefeitura de São Roque colocou à frente das classes, um grupo de professores que acreditavam no trabalho, buscando formação e informação para compensar as carências da clientela escolar. Nesse mesmo período surgiu a Escola Municipal de Educação Infantil do Bairro do Taboão, Bandeirantes e Praça da República. Até o dia 02/10/2007 esta U.E. era denominada CMEI Guaçú, devido ao nome do bairro onde a escola está situada. Em 03 de outubro de 2007 este Centro Municipal de Educação Infantil recebeu a denominação “Professora Rosalina Villaça Salvetti” de acordo com a Lei 3097, Projeto de Lei n.º 56/07-L, de 6 de setembro de 2007, homenageando a professora Rosalina Villaça Salvetti. Neste ano de 2010 a CMEI Prof.ª Rosalina Villaça Salvetti conta com quase 200 alunos nas fases berçário à 2.ª fase da Educação Infantil. A APAE e outras entidades assumiram por muitos anos o trabalho de atendimentos à criança de diversas necessidades educacionais especiais, bem como a Educação Infantil não ter direcionado obrigatoriedade de educação as crianças portadoras ou não de necessidades


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educacionais especiais, o histórico de atendimento na educação infantil tem uma breve trajetória. O registro desta experiência, contudo é um novo momento, que não só nos exige uma reorganização dos diferentes aspectos que envolvem o nosso trabalho de inclusão, mas que também enseja a tomada de consciência do processo até aqui realizado.

SITUAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA

A construção do prédio não é antiga, porém algumas reformas e manutenção no prédio são constantes devido à própria ação do tempo. As repartições internas e o espaço externo são amplos e planos (ideal para crianças da faixa etária de 0 a 5 anos de idade). Na área externa da escola possuímos um espaço verde, com dois playgrounds separados. Em nossa U.E. não iremos passar por problemas quanto ao espaço físico e estrutural, pois é uma escola plana que permite a acessibilidade, mas que necessita de algumas adequações. Porem ainda falta garantir condições de acessibilidades aos recursos materiais (brinquedos, materiais pedagógico e materiais de primeiro socorros) e de uma reestruturação em seus espaços físicos com rampas na calçada, banheiros adaptados com corrimão e sinalizadores em Braille. Mesmo não dispondo de todos os recursos citados, estamos adequando da melhor forma possível nossos espaços, removendo barreiras que impeça que o aluno transite pela escola de maneira segura, bem como adaptando o mobiliário para uso destes alunos favorecendo posturas adequadas, trazendo maior produtividade na realização de suas tarefas.

RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS

A escola conta com 9 auxiliares de educação infantil, 7 professores de educação infantil, 1 professor adjunto de educação infantil (profissional que substitui a falta dos demais funcionários), 2 estagiárias, 3 merendeiras, 1 lactarista e 2 serviçais, estes profissionais são distribuídos nas seguintes salas: 2 salas de berçário, 1 sala de maternal I, 2 salas de Maternal II, 2 salas de 1ª fase e 2ª salas de 2ª fase.


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O docente quando assume sua classe não tem uma formação específica de acordo com a necessidade educacional especial do aluno, porém quando recebemos este aluno, a Unidade Escolar através de reuniões e conversas prepara todos os profissionais da escola esclarecendo as dificuldades e as formas de trabalhar com este aluno portador de necessidade educacional especial, pois sabemos que é importante que todos estejam preparados para que o tratem com igualdade e equilíbrio. As educadoras do berçário I de nossa U.E. que atende o aluno com necessidades educacionais especiais em sala, tem o apoio de uma estagiária do curso superior de pedagogia para auxiliá-las no dia-a-dia de trabalho. Tais professores têm também, o apoio da equipe de profissionais do Departamento de Educação que atendem os assuntos de inclusão. Tal equipe, além de fazer visitas as U.E.s, acompanhando os casos individualmente, promovem reuniões mensais com os professores que possuem alunos com necessidades educacionais especiais, compartilhando suas experiências na coletividade e orientações específicas para cada um de seus casos, para que o professor possa fazer as adaptações curriculares necessárias. O aluno esta em fase de exames clínicos para diagnóstico do grau da sua deficiência auditiva, pois o mesmo possui uma formação congênita alterada no canal auditivo, o atendimento esta sendo feito por um otorrinolaringologista que através dos resultados obtidos através dos exames fará os devidos encaminhamentos. Está havendo também a preocupação do Departamento de Educação promovendo a formação continuada dos docentes em encontros, com palestras realizadas por profissionais específicos no tratamento dos assuntos de inclusão, trazendo-lhes maiores conhecimentos, favorecendo assim a segurança no trabalho a ser desenvolvido, bem como a aquisição de materiais que possibilitam a diversificação de estratégias utilizadas pelos docentes no trabalho com os alunos portadores de necessidades educacionais especiais.

GESTÃO DA ESCOLA.

A escola atualmente se depara com novos desafios, entre eles, o de estabelecer condições mais adequadas para atender a diversidade dos indivíduos que dela participam. Assumir, compreender e respeitar essa diversidade é requisito necessário para orientar a transformação de uma sociedade tradicionalmente pautada pela exclusão.


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A gestão educacional é compreendida como um processo coletivo de planejamento, organização e desenvolvimento de um projeto político-pedagógico, representa um novo paradigma na educação, apresenta novas ideias e orientações a partir da compreensão da rede de relações que se estabelecem no contexto educacional, da complexidade, da dinamicidade e da ação transformadora da escola. Portanto, o enfoque da gestão fundamentado no diálogo e participação supera a visão educacional singular e simplista e passa abranger um conjunto de responsabilidades de ordem pedagógica, da organização e do financiamento da educação. Nossa escola permite que os educadores reflitam sobre a relação entre os processos de gestão e o reconhecimento da escola, tendo como pressuposto que são os sujeitos e sua ação pedagógica que fazem a escola ser de qualidade. A adequação curricular foi promovida de acordo com a necessidade real, pensando sempre nas peculiaridades de cada aluno de inclusão presentes em seu espaço educativo. Outro papel importante da gestão é exercer liderança na comunidade. Trazer as famílias e demais setores da comunidade para dentro da escola, promovendo em todos os sentidos da responsabilidade e do cuidado com os portadores de necessidades educacionais especiais presentes na U.E. Contar com a participação da família e da comunidade fortalece a segurança e faz com que a escola caminhe na direção de cumprir com sua missão e persiga nos seus diferentes objetivos.

ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA E DO ENSINO

Os alunos na educação infantil são atendidos nas fases seguindo a sua faixa etária conforme a data base do município.


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FASE

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IDADE

BERÇÁRIO I

4 meses a 1 ano

BERÇARIO II

1 ano e 1 mês a 1 ano e seis meses

MATERNAL I

1ano e sete meses a 2 anos e seis meses

MATERNAL II

2 anos e sete meses a 3 anos e seis meses

1ª ETAPA

3 anos e sete meses a 4 anos e seis meses

2ª ETAPA

4 anos e sete meses a 5 anos e 11 meses

Nas creches atendemos todas as fases e nas Emeis a partir do Maternal I.

RELAÇÕES ENTRE A ESCOLA E A COMUNIDADE.

O baixo índice de presença dos pais nos momentos programados para a exposição dos trabalhos de seus filhos e reuniões onde propomos falar sobre o desenvolvimento de nossos alunos ainda é a nossa maior preocupação em relação à integração das famílias em nosso espaço escolar. Entendemos que devemos estar sempre em busca da democratização das relações organizativas no interior da escola, e para que tais ações ocorram, é necessário que inteiremos os pais de nossos alunos gradativamente sobre essas relações, tais como: o calendário escolar e a organização curricular (instrumentos de organização administrativa e pedagógica estabelecidos em lei) como também, promovendo a sua participação em nosso Plano de Ação Educativa, permitindo aos mesmos participar de decisões, contribuindo para o aperfeiçoamento administrativo-pedagógico de nossa CMEI. O aumento do número de vagas e as reformas dos nossos espaços, ampliando as oportunidades educacionais à comunidade, são as preocupações constantes de nosso D.E e de toda a nossa equipe escolar.


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Sentimos que a necessidade de promover a articulação entre a escola e a comunidade a que servimos é fundamental. O entendimento de que a escola não é um órgão isolado do contexto global de que faz parte, deve estar presente no processo de organização do modo que as ações por nós desenvolvidas, estejam voltadas para as necessidades comunitárias. O ideal que almejamos em nossos momentos de reunião de pais e nas pesquisas que direcionaremos aos mesmos é a possibilidade de identificar o tipo de escola que estes querem para seus filhos e quais os projetos a serem desenvolvidos, voltados à realidade social e necessidade de todos (maiores propostas de atividades em classe ou extraclasse). Temos procurado envolver nossos pais de alunos em trabalhos extraclasse, ao participarem de pesquisas educativas relacionadas aos projetos que estão sendo trabalhados por nossos professores e educadores junto aos seus filhos, criando assim maior possibilidade de integração aos que não podem estar presentes com mais constância em nosso espaço escolar. O caderno de avisos onde fixamos os bilhetes, comunicados de fatos ocorridos e convites, tem sido uma prática de envolvimento das famílias no dia a dia escolar de seus filhos e esperamos diariamente as respostas dos pais em relação aos comunicados relatados. As festas que promovemos em nossa U.E. ocorrem nos finais de semana, dando maior chance de participação aos pais e familiares de nossos alunos, como também à comunidade que nos cerca; e os “Dias das Famílias na Escola” que acontece de final de semana, para que os pais possam prestigiar todo trabalho desenvolvido na escola com os alunos e observar todo o processo desenvolvimento da aprendizagem, proporciona aos familiares oportunidades de vivenciarem experiências educacionais direcionadas especificamente a estes momentos. Enfim, nós funcionários desta U.E. procuramos viver um clima harmonioso em nosso ambiente escolar, procurando tratar a todos com atenção e cortesia, integrando as famílias cada vez mais em nosso dia a dia de trabalho.

CURRÍCULO

O planejamento é elaborado a partir dos Referencias Curriculares Nacionais de Educação Infantil, sendo um guia do que o aluno deve aprender a cada ano, o professor elabora o seu planejamento mensal, baseado na sua leitura do nível de desenvolvimento


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da turma, nos conhecimentos e experiências prévias interesses e expectativas dos alunos. È importante ressaltar que esse planejamento é único, feito para a turma toda. Essa concepção coloca em destaque a adequação curricular como um elemento dinâmico da educação para todos e a sua viabilização para os alunos com necessidades educacionais especiais: não se fixar no que de especial possa ter a educação dos alunos, mas flexibilizar a prática educacional para atender todos e propiciar seu progresso em função de suas possibilidades e diferenças individuais. Pensar em adequação curricular significa considerar o cotidiano com sua rotina, levando-se em conta as necessidades e capacidades dos seus alunos e valores que orientam a prática pedagógica. Para os alunos que apresentam necessidades educacionais essas questões têm um significado particularmente importante. O ambiente da educação infantil já é todo propicio e cheio de estímulos para as crianças, por isso quando recebemos este aluno portador de necessidade educacional especial com idade de berçário, não se fez necessária a adaptação do currículo, pois o trabalho pedagógico nesta faixa etária é de estimulação para o desenvolvimento físico, cognitivo, das sensações, o falar e pensar, através de sua expressão corporal, vocalização, gestos e movimento, ouvir e ler histórias, descobrir tudo que as rodeia, com ênfase na coordenação motora global. Estas estimulações se dão através do brincar que é uma atividade cotidiana na vida das crianças, através da brincadeira a criança expressa sua forma de representação da realidade. É imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas. A brincadeira é uma linguagem infantil. No ato de brincar, os sinais, os gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparentam ser. Ao brincar as crianças recriam e repensam os acontecimentos que lhes deram origem, sabendo que estão brincando. O principal indicador da brincadeira, entre as crianças, é o papel que assumem enquanto brincam. Nas brincadeiras, as crianças transformam os conhecimentos que já possuíam anteriormente em conceitos gerais com os quais brinca.


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O brincar contribui, assim, para a interiorização de determinados modelos de adulto. Os conhecimentos da criança provêm da imitação de alguém ou de algo conhecido, de uma experiência vivida na família ou em outros ambientes, do relato de um colega ou de um adulto.

RESULTADOS EDUCACIONAIS.

Desempenho Escolar dos alunos com deficiência.

Os resultados alcançados até o presente momento no processo de desenvolvimento com este aluno está sendo ótimo e igual ao dos demais alunos, baseado nas observações e registros do professor analisando as conquistas e dificuldades enfrentadas pelo aluno, favorecendo a busca por diferenciadas maneiras em retomar os conteúdos apresentados oferecendo através de outros estímulos, pois sempre que houve necessidade o profissional fez as intervenções baseado no processo de observação. Todos os registros elaborados pelo docente serão úteis na parceria da escola com os profissionais diversos que acompanham estes alunos no contra turno em que é atendido, facilitando assim o progresso desta criança em seu cotidiano escolar.

Desempenho Global da Escola

A escola está em constante busca na melhoria dos recursos e materiais oferecidos, melhorando seus acervos, buscando formação continuadas para atender as necessidades deste aluno, e os profissionais que estão empenhados em desenvolver o melhor trabalho, demonstrando compromisso e interesse.

Convivência na Escola.


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Toda articulação da equipe escolar se desenvolveu o espírito de cooperação e a tolerância (o convívio com as pessoas com deficiência), senso de responsabilidade além de melhorar o desempenho escolar. A caminhada da inclusão está sendo trilhadas com novos parceiros, novas ideias. Todos estão nesse processo, cada qual com suas vivências, suas verdades, seus medos, suas certezas ou incertezas. O que nos une é a esperança e um sonho que está sendo sonhado por muitos...


XI- PROJETOS

PROJETOS

CMEI PROf.ª ROSALINA VILLAÇA SALVETTI

ANO: 2010


PROJETO:

BRINCADEIRA É COISA SÉRIA

PROJETO: BRINCADEIRA É COISA SÉRIA


CMEI Prof.ª ROSALINA VILLAÇA SALVETTI ANO: 2010

Público alvo: alunos do berçário à 2.ª fase da Educação Infantil. Duração: do 1.º ao 4.º bimestre do ano letivo de 2010. FASE

TEMA

BERÇÁRIO I

Estimulação

BERÇÁRIO II

Velotrol

MATERNAL I (PROFESSORA)

Bola

MATERNAL I (EDUCADORA)

Peixinho

MATERNAL II A (PROFESSORA)

Corda

MATERNAL II A (EDUCADORA)

Boca do sapo

MATERNAL II B

Brincadeiras de roda

1ª FASE A (PROFESSORA)

Twister

1ª FASE A (EDUCADORA)

Barra manteiga

1ª FASE B

Coelhinho sai da toca

2ª FASE A (PROFESSORA)

Amarelinha

2ª FASE A (EDUCADORA)

Elefante colorido

2ª FASE B

Arremesso

Introdução Os jogos e as brincadeiras livres e dirigidas fazem parte do dia-a-dia das aulas, e são instrumentos muito importantes para que as crianças se relacionem umas com as outras e possam expressar diferentes sentimentos podendo, gradativamente, aceitar a existência do outro. Esse projeto visa melhorar a sociabilização entre as crianças, fazendo com que vivenciem situações de colaboração, trabalho em equipe e respeito. Além de proporcionarem momentos lúdicos e prazerosos, essas atividades ajudam a construir o conhecimento, fazendo com que a criança classifique, ordene, estruture, resolva pequenos problemas e inclusive sinta-se motivada a ultrapassar seus próprios limites.


Este projeto surgiu através da necessidade de resgatar as brincadeiras e de se trabalhar os conteúdos no concreto por meios de brincadeiras, para o desenvolvimento da aprendizagem significativa, os registros relacionados à brincadeira; de acordo com o curso de capacitação do Mathema que todos os educadores participarão durante todo ano letivo. Justificativa

Na educação infantil, é difícil estabelecer um horário para a brincadeira e um horário para a aprendizagem. Hoje sabe-se que a criança aprende brincando. O mundo em que ela vive é descoberto através de jogos dos mais diversos tipos que vão dos mais simples de encaixe às mais curiosas brincadeiras folclóricas. O jogo, para a criança, é o exercício e a preparação para a vida adulta. É através das brincadeiras, seus movimentos, sua interação com os objetos e no espaço com outras crianças que ela desenvolve suas potencialidades, descobrindo várias habilidades. Os métodos de ensino foram à preocupação dos educadores durante anos. Não se dava praticamente nenhuma importância para a maneira em que o aluno assimilava os conteúdos e se a aprendizagem era realmente eficaz. Atualmente, a preocupação está em descobrir como a criança aprende. O professor pode usar uma estratégia de ensino excelente, na sua visão, mas se não estiver adequada ao modo de aprender da criança, de nada servirá. Toda criança gosta de brincar. Então, se a criança aprende brincando, por que então não ensinarmos da maneira que ela aprenda melhor, de uma forma prazerosa e, portanto, eficiente. A utilização de certos jogos e brincadeiras como facilitadores na aprendizagem, na educação infantil, são sem dúvida, a solução para se obter resultados positivos no processo de ensino – aprendizagem das crianças. Mas, é importante que se tenham bem definidos os objetivos que queremos alcançar quando trabalhamos como o lúdico, e ter cuidado também com as brincadeiras que vamos mediar, para que esta esteja ligada ao momento correto do desenvolvimento infantil. Como já sabemos, os brinquedos e as brincadeiras são fontes inesgotáveis de interação lúdica e afetiva. Para uma aprendizagem eficaz é preciso que o aluno construa o conhecimento, assimile os conteúdos. E jogo é um excelente recurso para facilitar a aprendizagem. Objetivo Geral: Aprofundar os conhecimentos referentes ao papel dos jogos e das brincadeiras no processo de desenvolvimento da criança, tomando como referência a atuação na área pedagógica da instituição. Objetivo Específico: Aprofundar os conhecimentos referentes à importância dos brinquedos e das brincadeiras e dos jogos no processo de desenvolvimento da criança, detectar a importância do resgate do jogo e das brincadeiras na vida da criança e refletir sobre a prática em relação aos jogos, brinquedos e brincadeiras.

Conteúdo: - Interpretações pessoais;


-brincadeiras livres e dirigidas; -expressividade; -agilidade; -equilíbrio e coordenação; -interação (regras e sanções); -brincadeiras de roda; -oralidade: músicas; - reprodução gráfica da brincadeira; - valorização das conquistas; - Sistema de numeração (identificação, traçado e contagem); - Grandezas e medidas (sistemas de medida não convencionais); - Agrupamentos; - Seriação; - Semelhança/diferença; pertinência/correspondência); - Regras e princípios sociais; - Tempo; -atenção;

Procedimentos:

-apresentação da brincadeira (roda da conversa); - estipular regras das brincadeiras; - brincadeiras com bola (lançar, agarrar, chutar, quicar, arremessar com uma ou duas mãos, etc.); -deixar as crianças brincar livremente com a bola; -pular corda (aumenta-aumenta, cobrinha, passar por debaixo da corda, a altura irá diminuindo, andar sobre a corda colocada no chão, seguir o caminho da cobra, todos seguram na corda e seguem um trajeto); -formação da roda e regras para a realização da brincadeira; -aprender e vivenciar brincadeiras na roda e cantigas como: se eu fosse um peixinho, tango-tango, roda-roda, o cravo brigou com a rosa...; -registro da brincadeira através de desenhos dos alunos, colagens, fotos, lista de brincadeiras, pseudo-leitura de cantigas de roda;


-relatório das professoras sobre as atividades desenvolvidas; -participação e socialização durante todo o projeto; -elaborar dinâmicas diferenciadas das brincadeiras juntamente com os alunos; -brincar usando o bambolê (usando o circulo, como tocas individuais e coletivas, correr para a toca na cor que a professora mandar). Avaliação: Através da participação dos alunos em cada brincadeira proposta, estaremos avaliando as suas preferências pelos determinados tipos de brincadeiras, levando-nos a refletir sobre a periodicidade que às repetiremos ao grupo e mediante tal avaliação, poderemos assim, adequar nossas práticas sempre em busca de um trabalho de qualidade. Finalizaremos o projeto com a elaboração de um livro contendo todo o trabalho realizado pelos alunos. Com um momento de degustação das receitas trabalhadas e apresentação dos trabalhos desenvolvidos.

Produto Final: Exposição dos cartazes de todas as salas com fotos e registro das brincadeiras (nos momentos de reuniões de pais, Mostra e portfólio).


PROJETO: MEIO AMBIENTE


ÁRVORES fRUTÍfER AS PROJETO MEIO AMBIENTE: ÁRVORES FRUTÍFERAS CMEI Professora ROSALINA VILLAÇA SALVETTI ANO: 2010

Público alvo: alunos do berçário à 2.ª fase da Educação Infantil. Duração: do 2.º ao 3.º bimestre do ano letivo de 2010. FASE

TEMA

BERÇÁRIO I

Frutas

BERÇÁRIO II

Frutas

MATERNAL I (PROFESSORA)

Maça

MATERNAL I (EDUCADORA)

Maracujá

MATERNAL II A (PROFESSORA)

Laranja

MATERNAL II A (EDUCADORA)

Mamão

MATERNAL II B

Goiaba

1ª FASE A (PROFESSORA)

Limão

1ª FASE A (EDUCADORA)

Romã

1ª FASE B

Morango


2ª FASE A (PROFESSORA)

Banana

2ª FASE A (EDUCADORA)

Jabuticaba

2ª FASE B

Uva

Introdução Não basta ter conhecimento, dedicação e sensibilidade para ensinar. É preciso que tudo isso se transforme em ações concretas. Só assim as crianças se tornarão adultos educados, prontos para enfrentar a vida, respeitar a natureza e defender o meio ambiente. Nossa unidade escolar tem por objetivo oferecer aos alunos, e ao público em geral, oportunidades para a aquisição desses conhecimentos. Num ambiente tranquilo para troca de experiência e conhecimento, crianças e adultos, encontram este cenário de encantamento e saber. Este é, enfim, o objetivo da nossa escola, ser um centro de referência para o estudo multidisciplinar, ambientado num espaço preparado para a missão de Educar.

Justificativa

No intenso processo de urbanização que passa nossa sociedade, cada vez mais nos afastamos do contato com a Natureza. A infância vivida nos quintais, o gosto da "fruta comida no pé", vivências únicas para quem teve a oportunidade de ser "criança de quintal", têm se transformado em coisa rara, já quase inexistente. Compreendendo todo o espaço escolar como meio de interação e construção contínua de conhecimento, o presente projeto visa transformar um espaço determinado da escola em um ambiente de pomar, onde cada sala terá sua árvore frutífera. Nesse espaço educativo poderão ocorrer aliando teoria e prática, além da possibilidade de abordagens relativas à saúde, nutrição, pluralidade cultural no que diz respeito às relações culturais e aos hábitos alimentares da comunidade.

Objetivo geral:


O programa educativo visa desenvolver o sentimento de identidade e pertinência por parte de todos os alunos em relação às árvores, e nossas relações culturais com seu cultivo, além da fruição de conviver em um espaço tão agradável aos sentidos como é o espaço do pomar e do jardim botânico. A partir do trabalho educativo, pretende-se proporcionar momentos de reflexão junto à necessidade de preservação e mesmo de transformação dos espaços urbanos, a fim de torná-los mais humanos e harmônicos, possibilitando a reflexão individual e coletiva das questões urbano-ambientais, promovendo auto-cuidado da saúde e uma melhor percepção do meio, utilizando as experiências vividas como estímulo a mudanças de atitudes e à disseminação dessas ideias aos demais membros da comunidade escolar. Objetivos específicos:

Proporcionar aos alunos uma aproximação com a qualidade de vida vinculada à alimentação, sensibilizando e efetivando ações de cidadania; Sensibilizar os alunos da importância do cultivo de espaços verdes, como o pomar, bem como a importância da diversidade vegetal que pode ser desenvolvida neles. Demonstrar aos alunos as vantagens na melhoria e preservação da qualidade dos espaços verdes e sua relação com a segurança alimentar da população; Desenvolver junto aos alunos conhecimentos empíricos sobre a flora cultivada, suas

características

biológicas,

seus

ciclos

vitais,

etc.;

Divulgar

para a comunidade escolar, por meio das ações dos alunos envolvidos, os processos desencadeados pelas ações ambientais. Conteúdo: - a importância de preservar as plantas através da nossas ações; - origem das frutas; - fruta para nutrir a necessidade de alimentação e suas vitaminas para o ser humano; - sabor da fruta; - alimentação; - desenvolvimento das plantas; - observação das diferentes espécies;


- relação das diferentes paisagens modificada pela ação do homem; - objetos e processo de transformação; - características; -necessidades; - cuidados; - preservação da natureza; - espécie.

Procedimentos:

- Conversa e registro (desenhos) sobre a alimentação preferida das crianças; - Registro dos alimentos mais consumidos na família; - Identificação de semelhanças e diferenças entre hábitos alimentares dos alunos; - Construção de charadas que misturem informações sobre formas, cores e tamanhos das frutas, verduras e legumes; - Construção de jogo da memória a partir de imagens de frutas, verduras e legumes recortadas pelos alunos; - Identificação de frutas, verduras e legumes através do olfato e tato, utilizando a caixa surpresa; - Análise das obras do pintor Archiboldo Giuseppe, que utilizou frutas, verduras e legumes na construção das suas obras; - Trabalhar com recorte de frutas, verduras e legumes e pedir que os alunos construam um prato que represente uma alimentação saudável; - Palestra com uma nutricionista; - teatro sobre alimentação saudável; - Visita ao pomar; - Preparação e degustação de receitas saudáveis; - Promover pesquisas na internet de figuras e dicas de alimentação saudável; - Promover concursos de lanches saudáveis; - Colocar numa caixa, algumas frutas, legumes, verduras e temperos. Vendar os olhos do participante da vez. Solicitar então que escolha algo da caixa e através do olfato e


do tato, descobrir o que tem nas mãos. Os benefícios dos alimentos podem ser discutidos com as crianças. -Apresentar o alimento “in natura” em sala de aula para sua observação e exploração; - Mostrar obras de pintores (ex.: Salvador Dali, Tarsila do Amaral, Cézanne), conversando com as crianças sobre os estilos, as cores, as formas. Apresentar o pintor Archiboldo Giuseppe que utilizou frutas, legumes, verduras e flores na construção de suas obras. Disponibilizar frutas, legumes e verduras para que as crianças as manipulem livremente. Distribuir argila para as crianças modelarem os alimentos apresentados. - Fazer um levantamento dos conhecimentos prévios que a criança possui sobre o alimento (ex.: Banana – o que sabemos/ o que queremos saber/o que aprendemos); - Realizar uma oficina culinária para a elaboração de uma salada de frutas. Colocar sobre uma tábua as frutas, previamente higienizadas, para que as crianças cortem em pedaços pequenos utilizando utensílios plásticos. Arrumar as frutas picadas numa tigela e espremer o suco de laranja ou de outra fruta e servir. - Atividade semelhante pode ser feita com salada crua de legumes e verduras. - Pesquisa feita pelos alunos de gravura/fotos dos alimentos e construção de um painel; - Apresentação da pirâmide dos alimentos; - Construir um jogo da memória a partir de imagens de alimentos em revistas e encartes de supermercado. Dar preferência às frutas, legumes e verduras. - Construir com as crianças o cardápio diário dos alimentos; - Informar sobre cada alimento (nutrientes derivados...); - Informar a merenda do dia previamente aos horários das refeições; - Apresentar várias músicas relacionadas ao tema (“Sopa”, Sandra Peres, coleção Palavra Cantada; “Pomar”, Paulo Tatit; “De abóbora faz melão”.). - Leitura de histórias variadas sobre o tema (coleção “Hortolândia”, “Frutolândia”, “Sopa de legumes”, “Estou em forma?”, O grande Rabanete, etc.), “A cesta de Dona Maricota”, “Os Biscoitos de D.Lalá”.


- Escrita coletiva de receitas; - Construção de lista de frutas, legumes, verduras... - Confecção de fantoches de dedo/ palito dos alimentos; - Identificar atividades de construção de raciocínio matemático que possam trabalhar com as frutas, verduras e legumes. - Realizar uma brincadeira com os alunos “brincando de feira”, discutindo como são vendidos (quantidades), quais os preços (pesquisar antecipadamente), etc.; - Organização de um livro de receitas baseado na história “A Cesta da dona Maricota”.

Avaliação: Ocorrerá através da observação quanto à participação dos alunos nas atividades propostas, seu empenho e interesse pelos conteúdos abordados e das atitudes por ele incorporadas no decorrer do projeto. Produto Final: Exposição dos livros informativos sobre cada fruta de todas as salas (nos momentos de reuniões de pais, Mostra e portfólio).


PROJETO: O fANTÁSTICO MUNDO DA


LITERATURA INfANTIL

PROJETO: O FANTÁSTICO MUNDO DA LITERATURA INFANTIL CMEI Professora ROSALINA VILLAÇA SALVETTI ANO: 2010

Público alvo: alunos do berçário à 2.ª fase da Educação Infantil. Duração: do 1.º ao 4.º bimestre do ano letivo de 2010. FASE

TEMA

BERÇÁRIO I

A CASA DAS TEXTURAS

BERÇÁRIO II

A CESTA DA DONA MARICOTA

MATERNAL I (PROFESSORA)

UM PASSEIO DA NUVEM SOFIA

MATERNAL I (EDUCADORA)

MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA

MATERNAL II A (PROFESSORA)

MEUS AMIGOS DO BOSQUE

MATERNAL II A (EDUCADORA)

GALINHA RUIVA


MATERNAL II B

MEUS AMIGOS DA FAZENDA

1ª FASE A (PROFESSORA)

ORELHA DE LIMÃO

1ª FASE A (EDUCADORA)

UM PORCO VEM MORAR AQUI

1ª FASE B

PORQUE O CÉU CHORA

2ª FASE A (PROFESSORA)

RÁPIDO COMO GAFANHOTO

2ª FASE A (EDUCADORA)

CACHINHOS DOURADOS

2ª FASE B

MARIA VAI COM AS OUTRAS

Introdução: A Infância é o momento em que as crianças estão mais propícias a desenvolver hábitos que serão seguidos futuramente, por isso consideramos que seja essencial estimular as crianças a gostarem de ler desde bem pequenas. É necessário mostrar às crianças que o ato de ler além de poder ser usado como obtenção de informações pode ser muito prazeroso, fantástico e lúdico. Trabalhar com Literatura na escola é promover a aprendizagem que sirva para a constituição de sujeitos que simplesmente não pertençam a uma sociedade, porém a questiona e a transforma. O professor precisa ler para que seus alunos possam ser envolvidos pelo texto, servindo de referencial para a turma. Ao trabalhar projetos que privilegiem a Literatura na escola, estamos promovendo a emancipação do saber, rompendo a ideia que deu origem aos trabalhos com fichamentos, a interpretação com perguntas e respostas, que tanto foi usado pelo educador como forma de avaliar o rendimento do aluno quanto à leitura. Os debates, a leitura crítica e comparativa de jornais, dramatizações, são atividades para trabalhar o livro em sala, desenvolvendo no aluno a capacidade de pensar e crescer.

Justificativa: O projeto O fantástico mundo da literatura infantil foi criado com o objetivo de desenvolver nas crianças o gosto pela leitura. Nossa bandeira é a defesa de uma postura que garanta a aproximação dos alunos com a literatura pela via do prazer. Para isso, programamos atividades motivadoras e instigantes. Além dos livros disponíveis aos alunos, onde encontram um acervo muito grande de livros. Considerando que as crianças aprendem por si nas diversas interações em que experimentam com os livros, com seus pares, com aqueles que lhes contam histórias, a principal questão que se coloca é como possibilitar e estimular o contato das crianças com a escrita, contribuindo assim para a formação de leitores.

Objetivo Geral:


Despertar, incentivar e promover a leitura no âmbito escolar, estendendo-se à comunidade, visando à formação do caráter do leitor no educando, a melhor qualidade do ensino-aprendizagem e o desenvolvimento social e cultural. Objetivo Específico: · Incrementar a leitura no âmbito escolar. · Acrescentar ao cotidiano escolar a prática da leitura do livro como prioridade no processo de aprendizagem. · Apresentar ao educando as diferenciadas linguagens, enriquecendo a rotina escolar, estimulando a leitura e a produção do texto escrito e oral. · Exercitar a leitura como prática democrática, fundamental na formação do senso crítico e da cidadania. · Integrar a comunidade escolar mediante a multiplicidade de leituras afins. · Enriquecer o conteúdo interdisciplinarmente, visando o aprendizado global. · Inserir no cotidiano escolar abordagens que enfoquem: sexo, saúde, esporte e meio ambiente, ressaltando a valorização da melhor qualidade de vida para a boa formação cultural. -Apresentar hinos cívicos, ressaltando a sua importância na formação da cidadania. Propiciar ao educando enfoques básicos de aspectos filosóficos, morais, éticos e teológicos, visando atender à formação geral do educando.

Conteúdo: •

Falar e Escutar

- Conversar e expressar idéias; - Relato de experiências vividas e fatos do cotidiano (com seqüência lógica); - Reprodução oral de histórias, de brincadeiras, de recados etc.; - Narração e descrição; - Ampliação do Vocabulário. •

Práticas de Leitura

- Leitura de diferentes gêneros textuais (expressões, símbolos, imagens, narrativas, poesias, trava-línguas, poema, parlendas etc.);


- Pseudoleitura; - Reconhecimento do próprio nome e dos colegas •

Práticas de Escrita

- Representação gráfica das idéias; - Escrita espontânea ; - Escrita do próprio nome; - Escrita de novas palavras, listas, nomes etc; - Produção de textos coletivos, tendo o professor como escriba; - Diferenciar letras de números; - Função social da escrita.

Procedimentos:

E para que seja descoberto este prazer, usaremos a obra de variados autores, que hoje são referência nacional e interacional. Para tanto, seguiremos algumas diretrizes de ações educativas: Sugestões de atividades: • Leitura compartilhada com os alunos de obras referentes aos projetos em execução;• Solicitar que as crianças dêem um novo final ou início à história lida; • Conhecer vida e obra do autor; • Fazer textos coletivos com a descrição dos personagens, considerando características físicas e psicológicas;


• Fazer estudos individuais e coletivos dos dados contidos nos livros; • Fazer sessões de explanação dos conteúdos evidenciados na obra; • Fazer releituras conjugando a linguagem (com recitais, sínteses) e a arte (com pinturas e esculturas) como forma de tornar mais concreta a aprendizagem. Para alcançarmos os objetivos propostos, fizemos um levantamento bibliográfico e um aprofundamento teórico a fim de construir atividades que estimulassem o hábito e o interesse pela leitura e que se desenvolverão de maneira gradativa, buscando cativar e atrair as crianças para terem uma maior proximidade e intimidade com o mundo da leitura. Todas as atividades acontecerão em vários ambientes da unidade. 1ª atividade: Contar Histórias Para essa atividade serão escolhidas histórias conforme a faixa etária das crianças. Elas serão contadas através de teatro de fantoches com entonação de voz criando a diferenciação das personagens e chamando a atenção das crianças para essa diferença. Após a apresentação mostrar às crianças que as histórias também podem ser encontradas em livros, e deixá-las manusear os mesmos e os fantoches para que possam recriar as histórias. 2ª atividade: Contar história com livro A história será contada através de um livro rico em gravuras, e antes de trocar a página o educador deverá questionar com as crianças o que elas acham que acontecerá na próxima página, estimulando-as a falar (oralidade) e incentivando a imaginação e o raciocínio lógico entre uma cena e outra. 3ª atividade: Histórias a partir de gravuras Deverão ser confeccionadas placas grandes com gravuras que estabeleçam uma lógica de continuidade entre elas. As placas serão apresentadas uma de cada vez ao grupo de crianças e as mesmas farão a locução do texto oral a partir das gravuras que vêem. O professor não irá contar a história, as crianças é que a contarão através das gravuras. 4ª atividade: Produção individual de história A professora deverá contar uma história (com entonação e utilizando o livro) para as crianças, em seguida deverá pedir às crianças que a passem para o papel através de seus desenhos. Serão oferecidos às crianças materiais como folhas, lápis de cor, canetinhas, giz de cera e lápis de escrever. Caso algumas crianças conheçam algumas letras, incentivá-las a utilizá-las em suas produções. As produções dos alunos deverão ser expostas para toda a turma


ver o que os colegas produziram. A professora deve estimular e valorizar as produções das crianças. 5ª atividade: Produção oral coletiva da história. O professor deverá iniciar uma história oralmente (uma história que não seja conhecida pelas crianças, ou uma fictícia) e uma de cada vez irá dar continuidade à história, assim cada criança deverá prestar atenção na continuidade que o colega deu para que possa construir a história a partir do ponto em que parou (poderão ser colocados novos personagens na história, mudança de eventos entre outros). O professor deverá transcrever a história produzida pelas crianças e depois contá-la à elas. Pode ser sugerido que as crianças façam a ilustração da história. 6ª atividade: Contato com livros Assim como as outras atividades, a professora deverá contar uma história com um livro, e apresentar às crianças outros livros, contar-lhes seus títulos e deixa-las manusear os livros, tentando “ler” as histórias. A atividade pode ser desenvolvida em um primeiro momento individualmente, e depois em duplas cada criança contará a história a seu parceiro, utilizando a leitura que faz das imagens.

Avaliação: Será através de observação do interesse e participação do aluno nas atividades propostas.

Produto final: •

Será feito um livrão de histórias de cada turma, contendo atividades produzidas pelos alunos e mostradas aos pais na Mostra.


SEMANA DA PÁTRIA

PROGRAMAÇÃO REALIZADA PELO SETOR 14: CMEI PROFª ROSALINA VILLAÇA SALVETTI EMEI PROFª NÍSSIA DE OLIVEIRA BASTOS EMEF PROFª MARIA JOSÉ FERRAZ SCHOENACKER

DIA 01/09: 8:00 HS. - HASTEAMENTO DA BANDEIRA NA EMEF SCHOENACKER COM OS ALUNOS DA CMEI, COM APRESENTAÇÕES DA EMEF.

DIA 02/09


13:30HS. – HASTEAMENTO DA BANDEIRA NA CMEI COM OS ALUNOS DA EMEF SCHOENACKER, COM APRESENTAÇÕES DA CMEI. NESTE DIA FOI REALIZADO A PLANTAÇÃO DO YPÊ AMARELO COM TODOS OS ALUNOS, TAMBÉM TIVEMOS A VISITA DA DONA ANA BROSSA E ROSE KAAM REPRESENTANDO O DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO.

DIA 03/09: 15:00HS. – HASTEAMENTO DA BANDEIRA NA CMEI E LOGO APÓS REALIZAMOS UMA CAMINHADA NO BAIRRO JUNTO COM OS ALUNOS DA EMEF, ONDE OS ALUNOS DA CMEI ENTREGARAM AOS MORADORES SEMENTES DE GIRASSOL E OS ALUNOS DA EMEF ENTREGARAM GARRAFAS PETS, PARA O RECOLHIMENTO DO ÓLEO DOMÉSTICO.

DIA DA FAMÍLIA

25/09 SÁBADO

9:00 HS – TEATRO DA COAN “ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL” 10:00HS – PALESTRA DA COAN COM REUTILIZAÇÃO DOS ALIMENTOS

NESTE DIA HAVERÁ MOSTRA DE TODAS AS SALAS SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDAVEL.


COM GOSTO DE QUÊ

FASE

TEMA

BERÇÁRIO I

SOPA DOS BÊBE

BERÇÁRIO II

POMAR

MATERNAL I (PROFESSORA E EDUCADORA)

ATIVIDADES FÍSICAS

MATERNAL II A (PROFESSORA E EDUCADORA)

ALIMENTOS SAUDÁVEIS E NÃO SAUDÁVEIS

MATERNAL II B

HIGIENIZAÇÃO DOS ALIMENTOS

1ª FASE A (PROFESSORA E EDUCADORA)

REFEIÇÕES REALIZADAS DURANTE O DIA

1ª FASE B

CORPO SAUDÁVEL E NÃO SAUDÁVEL

2ª FASE A (PROFESSORA E EDUCADORA)

PIRÂMIDE ALIMENTAR

2ª FASE B

PROCESSO DE ALIMENTOS

TRANSFORMAÇÃO

DOS

MOSTRA DIA 04/12/10 – COM A DIVULGAÇÃO DE TODOS OS TRABALHOS REALIZADOS PELOS ALUNOS DURANTE TODO ANO LETIVO E APRESENTAÇÕES DE TODAS AS TURMAS PARA ENCERRAMENTO DO ANO.

documentos  

relatorios de controle

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